CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 051/2015

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1 CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 051/2015 NOME DA INSTITUIÇÃO: Eletrosul Centrais Elétricas S.A. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: Minuta de Edital do Leilão de Transmissão nº 05/2015-ANEEL EMENTA: Edital e respectivos Anexos do Leilão de Transmissão nº 05/2015-ANEEL, destinado a promover a contratação de concessões de serviço público de transmissão de energia elétrica

2 CONTRIBUIÇÕES TEXTO/ANEEL TEXTO/INSTITUIÇÃO JUSTIFICATIVA/INSTITUIÇÃO ANEXO 6B, Item 1.2., Tabela OBRAS DE SUBESTAÇÕES. Blumenau 525 KV Entrada de Linha EL DJM Interligação de Barras IB DJM Módulo de Conexão de Reator de Barra DJM 4 Unidades monofásicas de Reator de Barra de 50 Mvar m. o licenciamento ambiental, limitado ao prazo legal do órgão licenciador, sendo o prazo mínimo aquele definido para o órgão ambiental federal, conforme disposto na Subcláusula Segunda desta Cláusula. SEXTA RISCOS DO NEGÓCIO, itens n e o. O negócio de transmissão de energia elétrica contempla riscos anteriores e posteriores à assinatura do Contrato de Concessão, os quais, ainda que não explicitados neste Contrato Concessão, são de inteira responsabilidade da TRANSMISSORA. Os riscos compartilhados serão passíveis de compensação, caso ocorram. Primeira Subcláusula São riscos de responsabilidade exclusiva da TRANSMISSORA: n greves de qualquer natureza realizadas por empregados contratados pela TRANSMISSORA ou pelas subcontratadas e prestadoras de serviços à transmissora. ANEXO 6B, Item 1.2., Tabela OBRAS DE SUBESTAÇÕES. Blumenau 525 KV Entrada de Linha EL DJM m. o licenciamento ambiental, limitado ao prazo indicado pelo órgão licenciador, conforme disposto na Subcláusula Segunda desta Cláusula. SEXTA RISCOS DO NEGÓCIO, itens n e o. O negócio de transmissão de energia elétrica contempla riscos anteriores e posteriores à assinatura do Contrato de Concessão, os quais, ainda que não explicitados neste Contrato Concessão, são de inteira responsabilidade da TRANSMISSORA. Os riscos compartilhados serão passíveis de compensação, caso ocorram. Primeira Subcláusula São riscos de responsabilidade exclusiva da TRANSMISSORA: n greves de qualquer natureza realizadas por empregados contratados pela TRANSMISSORA ou pelas subcontratadas e prestadoras de serviços à transmissora. O lançamento destes Reatores de Barra em processo de licitação vai contra a previsão do artigo 3º, inciso II, da Resolução Autorizativa nº 443, de 26 de julho de 2011, que classifica este tipo de equipamento como REFORÇO. Questão a respeito da implantação destes reatores em Blumenau foi encaminhada pela Eletrosul para a ANEEL por meio da carta CE ARN-0150/2014 de 09 de outubro de De forma a mitigar de forma mais precisa o risco de atrasos no licenciamento há a necessidade para cada empreendimento de se obter um cronograma com o órgão licenciador responsável gerado a partir de um Termo de Referência. Entende-se que o ideal seria a licitação do empreendimento já com o licenciamento prévio realizado pela EPE, assim como em projetos de geração hidrelétrico. Mas na ausência deste licenciamento, a disponibilização do Termo de Referência com o respectivo cronograma oferece uma condição muito mais adequada para gestão do risco tendo em vista que já se conhece ao menos os estudos que serão exigidos e consequentemente os tempos mínimos para sua elaboração. Dependendo do empreendimento, pode existir caso da existência de um único fornecedor (no Brasil ou no Mundo) para determinados equipamentos e outros insumos (ex: geradores síncronos, cabos especiais, outros) e que no caso de greve do mesmo, não existe alternativa para o empreendedor a não ser aguardar o retorno das atividades do mesmo, sendo inevitável o atraso na implantação do empreendimento. Sugerimos a retirada do item o, pois o termo falha na segurança é muito amplo, especificar que tipo de segurança a ANEEL se refere. Por exemplo, a invasão de um movimento popular nas 2

3 o prejuízos decorrentes de falha na segurança no local de realização das obras; o prejuízos decorrentes de falha na segurança no local de realização das obras; instalações das obras pode ser encarado como falha de segurança, mas foge do controle e poderes do empreendedor. p. a ocorrência de eventos tidos como de força maior ou caso fortuito, quando a sua cobertura possa ser contratada junto a instituições seguradoras, no mercado brasileiro, na data da ocorrência ou quando houver apólice vigente que cubram do evento. p. a ocorrência de eventos tidos como de força maior ou caso fortuito, quando a sua total cobertura possa ser contratada junto a instituições seguradoras, no mercado brasileiro, na data da ocorrência ou quando houver apólice vigente que cubram a totalidade dos prejuízos causados pelo evento. Pode haver casos em que o mercado de seguros não cubra o valor total do bem, sendo a indenização limitada a determinado teto. SEXTA RISCOS DO NEGÓCIO, Segunda Subcláusula. Considera-se risco de responsabilidade compartilhada entre a Concessionária e os Usuários o atraso, não imputável à transmissora, no licenciamento ambiental superior ao prazo total estabelecido na legislação para o órgão onde tramitou o processo de licenciamento, incluindo todas as etapas do licenciamento, exceto quando este prazo for inferior ao prazo legal do órgão ambiental federal. Nesta hipótese, o prazo considerado será aquele definido para o órgão ambiental federal. SEXTA RISCOS DO NEGÓCIO, Segunda Subcláusula. Considera-se risco de responsabilidade dos Usuários o atraso, não imputável à transmissora: a - no licenciamento ambiental superior ao prazo total estabelecido pelo órgão onde tramitará o processo de licenciamento, incluindo todas as etapas do licenciamento, conforme caracterizado no Anexo Técnico do Edital de Leilão. b - na aprovação do Projeto Básico superior ao prazo legal estabelecido pela ANEEL Em acordo a proposta do item m da Cláusula Décima Sexta e tendo em vista que trata-se exclusivamente de atraso não imputável à transmissora, não se considera razoável que a transmissora deva compartilhar de riscos adicionais. Deve-se levar em consideração que o atraso no licenciamento do empreendimento já causa desequilíbrio do fluxo de caixa, considerando o atraso na liberação do financiamento e do início de recebimento da RAP, e consequentemente redução da taxa de retorno do negócio o qual acaba sendo assumido integralmente pelo investidor/empreendedor. A aprovação dos Projetos Básicos também tem contribuído para o aumento do risco de atraso da implantação dos empreendimentos. Conforme determinam os Editais, as Transmissoras vencedoras devem apresentar à ANEEL o Projeto Básico das instalações de transmissão, em até 120 dias contados da assinatura do Contrato de Concessão, tendo a ANEEL até 90 dias para a manifestação da conformidade do Projeto Básico apresentado, determina também que, constatando-se necessidade, o período de tempo necessário para que a Transmissora revise o Projeto Básico não poderá ser utilizado como argumento no sentido de justificar qualquer atraso na data prevista para a entrada em operação do empreendimento. Além de a ANEEL analisar o Projeto Básico, esta também o encaminha para avaliação do ONS, ocorre que, 3

4 em alguns casos a ANEEL demora mais de 30 dias para o envio do Projeto Básico para o ONS e este tem demandado grande morosidade para manifestar-se, muitas vezes mais do que o próprio prazo regulamentar. Muitas vezes o Projeto Básico é reprovado por falta de informações que, em muitas vezes, possuem pouca relevância. A aprovação do Projeto Básico é condição necessária para o processo de Licenciamento Ambiental e imposta pelo BNDES para a liberação de financiamento. A morosidade na aprovação do Projeto Básico prejudica diretamente a liberação dos recursos financeiros e a obtenção das licenças ambientais necessários para a implantação dos empreendimentos. SEXTA RISCOS DO NEGÓCIO, Terceira Subcláusula. Demonstrada a situação de Responsabilidade Compartilhada referida na Segunda Subcláusula, a compensação de que trata o caput desta Cláusula dar-se-á: SEXTA RISCOS DO NEGÓCIO, Terceira Subcláusula. Demonstrada a situação de Ausência de Responsabilidade referida na Segunda Subcláusula, a compensação de que trata o caput desta Cláusula dar-se-á, a opção da Transmissora: Hipótese 1 - na forma de recálculo da RAP, considerando as mesmas premissas do cálculo da RAP teto do Leilão. O atraso no licenciamento ambiental, conforme definido na Subcláusula anterior, será acrescido ao prazo para entrada em operação comercial e os desembolsos estimados para o cálculo da RAP teto serão redistribuídos, em parcelas iguais, neste prazo. O percentual de acréscimo à RAP, calculado desta forma, será rateado em partes iguais entre a Concessionária e os Usuários; ou Hipótese 2 - na forma de devolução do tempo de atraso. O tempo de atraso no licenciamento ambiental, conforme definido na Subcláusula anterior, será devolvido à Concessionária, deslocando-se o termo final do contrato para momento futuro, na medida correspondente ao tempo de atraso. EDITAL, ITEM Após a assinatura do CONTRATO DE CONCESSÃO e até a entrada em operação comercial do empreendimento, não será permitida a admissão no capital da SPE de nenhuma outra empresa que não tenha participado do consórcio que disputou Hipótese 1 - na forma de recálculo da RAP, considerando as mesmas premissas do cálculo da RAP teto do Leilão. O atraso no licenciamento ambiental, conforme definido na Subcláusula anterior, será acrescido ao prazo para entrada em operação comercial e os desembolsos estimados para o cálculo da RAP teto serão redistribuídos, em parcelas iguais, neste prazo; ou Hipótese 2 - na forma de devolução do tempo de atraso. O tempo de atraso no licenciamento ambiental, conforme definido na Subcláusula anterior, será devolvido à Concessionária, deslocando-se o termo final do contrato para momento futuro, na medida correspondente ao tempo de atraso. EDITAL, ITEM Desde a efetivação da INSCRIÇÃO até a assinatura do CONTRATO DE CONCESSÃO, toda e qualquer reestruturação societária, alteração ou transferência do controle societário da PROPONENTE, quando vencedora, inclusive de membro(s) de Em acordo a proposta de revisão da segunda subclásula da cláusula décima sexta da minuta do contrato. A Lei 8.987/1995 não faz distinção em qual momento poderá haver a transferência da concessão ou do controle societário da concessionária, apenas exige anuência prévia do poder concedente. A referida anuência deverá restringir-se ao atendimento, pelo novo pretendente, das exigências relacionadas à capacidade 4

5 a licitação Caso alguma das sócias da SPE pretenda deixar a sociedade, suas cotas deverão, obrigatoriamente, ser adquiridas pelas sócias remanescentes, que assumirão as obrigações correspondentes A redistribuição das cotas entre as empresas remanescentes deverá respeitar as restrições do item e deste Edital. EDITAL, ITEM A PROPONENTE que apresentar resultado menor do que 0,5 (cinco décimos) em qualquer um dos índices definidos deverá possuir Patrimônio Líquido Mínimo nos valores definidos na tabela abaixo, a ser comprovado mediante apresentação de demonstrações contábeis, na forma da Lei nº 6.404/1976: Lote A B C D E F G H I J Capital Social consórcio(s), deverá ser comunicada à CEL previamente à implementação do ato, sob pena de desclassificação da PROPONENTE e aplicação das penalidades previstas, sem prejuízo da execução da Garantia de Proposta Retirar os subitens e EDITAL, ITEM A PROPONENTE que apresentar resultado menor do que 0,5 (cinco décimos) em qualquer um dos índices definidos deverá possuir Capital Social Mínimo nos valores definidos na tabela abaixo, a ser comprovado mediante apresentação de demonstrações contábeis, na forma da Lei nº 6.404/1976: Lote A B C D E F G H I J Capital Social técnica, idoneidade financeira e regularidade jurídica e fiscal, além de comprometer-se ao cumprimento de todas as cláusulas do contrato. O que a Lei proíbe, com ingresso de novo sócio, é a alteração das obrigações da concessionária e de seus controladores ante o poder concedente. Além do mais, a obrigação da forma como proposta poderá ameaçar a prospecção de sócios durante a execução da obra. A entrada de novo sócio durante a fase de implantação poderá permitir novas alavancagens com o ingresso de expertise que permitirá obter, com êxito, sucesso na implantação do empreendimento. Não consta a condição alternativa de habilitação financeira para o cálculo para o capital social mínimo, conforme descrito nos apêndices B e E A PROPONENTE deverá possuir patrimônio líquido maior ou igual à soma do exigido para os LOTES que se sagrar vencedora. No caso de consórcio, será considerado o somatório dos valores de patrimônio líquido de cada consorciada, ponderado pela respectiva participação: PL consorciada Σ PL min(l)* P(L), onde: PL consorciada = é o patrimônio mínimo exigido da consorciada; PL min(l) = é o patrimônio mínimo exigido para o LOTE(L), A PROPONENTE que se enquadrar no subitem anterior deverá possuir capital social mínimo igual ou superior aos valores exigidos, respectivamente, para cada LOTE ou SUBLOTE que se sagrar vencedora. No caso de consórcio, será considerado o somatório dos valores de capital social de cada consorciada, ponderado pela respectiva participação: CS (consórcio) CS1*P1+CS2*P2+...+CSn*Pn, onde: CS (consórcio) é o capital social mínimo exigido para o consórcio; 5

6 conforme subitem ; P(L) = é o percentual de participação da consorciada no LOTE(L); e L = 1 a n, onde n é o número de LOTES (A a J). EDITAL, ITEM Com o advento do término do CONTRATO DE CONCESSÃO, reverterão ao PODER CONCEDENTE, em condições adequadas de operação, todos os bens e instalações vinculados à concessão do SERVIÇO PÚBLICO DE TRANSMISSÃO, assegurando-se à TRANSMISSORA a indenização das parcelas dos investimentos vinculados a bens reversíveis, ainda não amortizados ou depreciados, que tenham sido realizados com o objetivo de garantir a continuidade e atualidade do serviço concedido, conforme disposto no art. 36 da Lei nº 8.987/1995. CSn é o capital social da consorciada (n); e Pn é a participação da consorciada (n). EDITAL, ITEM Com o advento do término do CONTRATO DE CONCESSÃO, reverterão ao PODER CONCEDENTE, em condições adequadas de operação, todos os bens e instalações vinculados à concessão do SERVIÇO PÚBLICO DE TRANSMISSÃO, assegurando-se à TRANSMISSORA a indenização das parcelas dos investimentos vinculados a bens reversíveis, ainda não amortizados ou depreciados, que tenham sido realizados com o objetivo de garantir a continuidade e atualidade do serviço concedido, conforme disposto no art. 36 da Lei nº 8.987/1995. A não aplicação de indenização sobre saldo residual dos bens no final da concessão gera uma perda financeira para concessionária, que hoje não está contemplada no valor da RAP recebida. Ressalta-se que a concessionária deve seguir o manual de controle patrimonial do setor elétrico, no qual a ANEEL define a taxa de depreciação a ser utilizada, e essas taxas muitas vezes ultrapassam o período de concessão deixando assim, obrigatoriamente, um valor residual, onde este dispositivo contratual consiste em uma frustração de valor à concessionária na sua indenização. Todavia a aplicação de uma taxa de depreciação de acordo com o prazo de concessão feriria o determinado pela Receita federal, que afirma que a concessionária deve seguir o órgão regulador, no que tange ao MCPSE. Sendo assim, gera uma dubiedade de informações e carece de esclarecimento desta agência. 6

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