Anexo I. Seguros obrigatórios de acidentes pessoais. Montante global dos capitais seguros a (em euros)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Anexo I. Seguros obrigatórios de acidentes pessoais. Montante global dos capitais seguros a 31.12.2007 (em euros)"

Transcrição

1 Anexo I Seguros obrigatórios de acidentes pessoais Seguro N.º de contratos em vigor a (1.) Aluno (2.) Aprendiz (3.) Atleta de alta competição (4.) Bolseiro de investigação (5.) Bombeiro municipal ou voluntário (6.) Crianças e jovens acolhidos (7.) Dador de sangue (8.) Dirigente associativo voluntário (9.) Entidades gestoras dos Centros de Actividades Ocupacionais (10.) Entidades promotoras e organizadoras de campos de férias (11.) Entidades promotoras ou organizadoras de provas desportivas abertas ao público (12.) Entidades promotoras de projectos de férias desportivas (13.) Entidades responsáveis por instalações desportivas (14.) Estudantes universitários e do ensino politécnico (15.) Forcado (16.) Formando (17.) Membros de órgãos autárquicos (18.) Prestadores de serviços de mergulho (19.) Seguro desportivo (20.) Tripulante a bordo de embarcação de pesca (21.) Voluntário Anexo I - Pág. 1

2 Seguro N.º de contratos em vigor a (22.) Actividade de produção de electricidade a partir da energia das ondas (23.) Actividade marítimo-turística (24.) Actividade de mediação de seguros ou de resseguros (25.) Actividade termal (26.) Actividade de transporte colectivo de crianças (27.) Actividades que envolvam alto risco para o ambiente (28.) Agências de câmbios (29.) Agências de viagens e turismo (30.) Auditores independentes (31.) Automóvel (32.) Autores de projectos e industriais da construção civil, quanto a obras particulares (33.) Bens objecto de contratos de locação financeira (34.) Caçador (35.) Centros de bronzeamento artificial (36.) Centros de inspecção de veículos automóveis (37.) Clínicas e consultórios dentários privados (38.) Consultores para investimento (39.) Detenção de animais perigosos e potencialmente perigosos (40.) Detentor da direcção efectiva de instalações, equipamentos ou material produtor de radiação ionizantes ou não ionizantes (41.) Dispositivos médicos (42.) Embarcações de recreio (43.) Empreitadas de obras públicas (quando o dono da obra o determine no caderno de encargos) (44.) Empresas de animação turística (45.) Empresas de estiva (46.) Empresas de transporte por caminho de ferro e de gestão da infra-estrutura ferroviária Anexo II - Pág. 2

3 Seguro N.º de contratos em vigor a (47.) Empresas privadas de segurança (48.) Empresas transitárias (49.) Entidades certificadoras de assinaturas digitais (50.) Entidades concessionárias das actividades de produção, transporte, distribuição e comercialização de electricidade (51.) Entidades concessionárias das actividades de transporte e armazenamento subterrâneo de gás natural e de recepção, armazenamento e regaseificação em terminais de gás natural liquefeito (GNL) e de distribuição de gás natural (52.) Entidades concessionárias da exploração e gestão dos sistemas multi-municipais e municipais de captação, tratamento e abastecimento de água para consumo público, de recolha, tratamento e rejeição de efluentes e de recolha e tratamento de resíduos sólidos (53.) Entidades concessionárias da exploração e gestão dos sistemas multi-municipais de captação, tratamento e abastecimento de água para consumo público (54.) Entidades concessionárias da exploração e gestão dos sistemas multi-municipais de recolha, tratamento e rejeição de efluentes (55.) Entidades concessionárias da exploração e gestão dos sistemas multi-municipais de tratamento de resíduos sólidos urbanos (56.) Entidades de certificação e inspecção da conformidade de materiais de construção (57.) Entidades exploradoras da actividade de comboios turísticos (58.) Entidades exploradoras das armazenagens e das redes e ramais de distribuição de gás (59.) Entidades exploradoras de instalações por cabo para o transporte de pessoas (60.) Entidades exploradoras de recintos com diversões aquáticas (61.) Entidades habilitadas à exploração de Aeródromos Civis Nacionais Anexo II - Pág. 3

4 Seguro N.º de contratos em vigor a (62.) Entidades que projectem e executem instalações de armazenamento de produtos do petróleo e instalações de abastecimento de combustíveis líquidos e gasosos derivados do petróleo (63.) Entidades inspectoras das redes e ramais de distribuição e instalações de gás (64.) Entidades instaladoras e montadoras de redes de gás (65.) Entidades licenciadas para o exercício das actividades de armazenamento, transporte, distribuição, refinação e comercialização de petróleo bruto e de produtos de petróleo (66.) Entidades licenciadas para a instalação e/ou exploração de aterros destinados a resíduos (67.) Entidades licenciadas para a posse, detenção, utilização ou transporte de fontes radioactivas seladas (68.) Entidades licenciadas para prestação de serviços na área da protecção contra radiações ionizantes (69.) Entidades licenciadas para utilização, com fins de diagnóstico, terapêutica e de prevenção de radiações ionizantes (70.) Entidades montadoras ou reparadoras de "kits" de conversão para veículos automóveis a GPL (71.) Entidades qualificadas para a realização de exames, controlos e ensaios dos equipamentos de protecção individual (EPI) (72.) Entidades responsáveis pelos espaços de jogo e recreio, respectivo equipamento e superfícies de impacte, destinados a crianças (73.) Entidades responsáveis por instalações desportivas de uso público que concebam, instalem e mantenham balizas de futebol, andebol, hóquei e polo aquático, equipamentos de basquetebol (74.) Entidades responsáveis pela manutenção e inspecção de ascensores, montacargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes (75.) Entidades responsáveis pela instalação e funcionamento dos recintos de espectáculos e de divertimentos públicos Anexo II - Pág. 4

5 Seguro N.º de contratos em vigor a (76.) Entidades titulares de licença de comercialiazação e operadores de redes de transporte de gás natural (77.) Exploração do terminal, do gasoduto e das redes de distribuição regional de gás natural (78.) Guarda-noturno (79.) Laboratórios privados (80.) Mediação imobiliária (81.) Mediador de jogos sociais do Estado (82.) Notários (83.) Organismos com intervenção nos procedimentos de avaliação da conformidade das embarcações de recreio (84.) Organismos com intervenção nos procedimentos de avaliação da conformidade das máquinas e dos componentes de segurança colocados no mercado isoladamente (85.) Operadores marítimo-turísticos (86.) Operadores portuários (87.) Organismos autorizados a aplicar os processos de avaliação da conformidade na aprovação dos equipamentos sob pressão transportáveis destinados ao transporte de mercadorias perigosas por estrada e por caminho de ferro (88.) Peritos avaliadores de imóveis dos fundos de investimento imobiliário (89.) Prestadores de serviços de assistência em escala (90.) Prestação de serviços de aplicação de produtos fitofarmacêuticos por empresários individuais e por empresas de aplicação terrestre (91.) Prestamista (92.) Produtores de electricidade em instalações que utilizem a energia eólica ou que estejam localizadas em locais de livre acesso ao público (93.) Profissionais de terapêuticas não convencionais (94.) Promotor de ensaios clínicos Anexo II - Pág. 5

6 Seguro N.º de contratos em vigor a (95.) Redes internas ou ramais de distribuição de combustíveis gasosos de gás (96.) Revisores oficiais de contas (97.) Sociedades de advogados com responsabilidade limitada (98.) Solicitadores (99.) Técnicos oficiais de contas (100.) Titulares de estabelecimentos de culturas marinhas em mar aberto (101.) Titulares de licenças e alvarás para o exercício da actividade de armeiro e de gestão de carreiras e campos de tiro (102.) Titulares de licenças para uso e porte de armas ou sua detenção (103.) Trabalho aéreo (compreende, entre outras, as actividades relacionadas com a agricultura, combate a incêndios e pára-quedismo) (104.) Transporte aéreo (105.) Transporte aéreo de passageiros nas operações não comerciais com aeronaves de MTOM igual ou inferior a 2700 kg (106.) Transporte aéreo não regular (107.) Transporte de mercadorias perigosas por via aérea (108.) Transporte transfronteiriço de resíduos perigosos (109.) Ultraleves e aeronaves de voo livre (110.) Unidades privadas de diálise (111.) Unidades privadas de saúde Anexo II - Pág. 6

7 I Seguro de ramo não determinado por lei (112.) Dadores de órgãos, tecidos e células Seguro N.º de contratos em vigor a Anexo III - Pág. 7

LISTA DOS SEGUROS OBRIGATÓRIOS

LISTA DOS SEGUROS OBRIGATÓRIOS LISTA DOS SEGUROS OBRIGATÓRIOS 1 ÍNDICE ACIDENTES DE TRABALHO... 3 ACIDENTES EM SERVIÇO... 5 ACIDENTES PESSOAIS... 6 DANOS... 10 DOENÇA... 11 INCÊNDIO... 12 RESPONSABILIDADE CIVIL... 13 ROUBO... 33 SOCIAL...

Leia mais

LISTA DOS SEGUROS OBRIGATÓRIOS

LISTA DOS SEGUROS OBRIGATÓRIOS LISTA DOS SEGUROS OBRIGATÓRIOS 1 ÍNDICE ACIDENTES DE TRABALHO... 3 ACIDENTES EM SERVIÇO... 5 ACIDENTES PESSOAIS... 6 DANOS... 10 DOENÇA... 11 INCÊNDIO... 12 RESPONSABILIDADE CIVIL... 13 ROUBO... 38 SOCIAL...

Leia mais

Instruções de Preenchimento do Questionário 5

Instruções de Preenchimento do Questionário 5 ANEXO QUESTIONÁRIO ÍNDICE Instruções de Preenchimento do Questionário 5 I. Seguros de Acidentes Pessoais 6 (1.) Aluno 6 (2.) Aprendiz 8 (3.) Atleta de alta competição 10 (4.) Bolseiro de investigação 12

Leia mais

SEGUROS OBRIGATÓRIOS ACIDENTES PESSOAIS

SEGUROS OBRIGATÓRIOS ACIDENTES PESSOAIS SEGUROS OBRIGATÓRIOS ACIDENTES PESSOAIS Acidentes em serviço da Polícia Judiciária: DL 275-A/2000, de 9/11 (art. 93º - seguro de acidentes em serviço) e Portaria 196/2002, de 5/03 que regulamenta o seguro

Leia mais

SEGUROS OBRIGATÓRIOS

SEGUROS OBRIGATÓRIOS SEGUROS DE ACIDENTES PESSOAIS SEGUROS OBRIGATÓRIOS Acidentes em serviço da Polícia Judiciária: DL 275-A/2000, de 9/11 (art. 93º - seguro de acidentes) e Portaria 196/2002, de 5/03 que regulamenta o seguro

Leia mais

LEGISLAÇÃO BÁSICA. Portaria nº 867/89, de 7 de Outubro Determina quais devem ser os parâmetros para caracterizar os gases combustíveis

LEGISLAÇÃO BÁSICA. Portaria nº 867/89, de 7 de Outubro Determina quais devem ser os parâmetros para caracterizar os gases combustíveis LEGISLAÇÃO BÁSICA Especificações GPL Portaria nº 867/89, de 7 de Outubro Determina quais devem ser os parâmetros para caracterizar os gases combustíveis Portaria nº 348/96, de 8 de Agosto Estabelece as

Leia mais

Lista Classificativa de Projectos de Construção que Precisam de se Sujeitar à Avaliação de Impacto Ambiental (experimental)

Lista Classificativa de Projectos de Construção que Precisam de se Sujeitar à Avaliação de Impacto Ambiental (experimental) Lista Classificativa de de Construção que Precisam de se Sujeitar à Avaliação de Impacto Ambiental (experimental) 1. Objectivo Para acelerar as acções referente ao estabelecimento do regime da avaliação

Leia mais

MPS PERIODO : JANEIRO A NOVEMBRO - 2014/11/30 2014/12/15 2014 1 DOTAÇÃO MOVIMENTO DO PERIODO MOVIMENTO ACUMULADO SALDO

MPS PERIODO : JANEIRO A NOVEMBRO - 2014/11/30 2014/12/15 2014 1 DOTAÇÃO MOVIMENTO DO PERIODO MOVIMENTO ACUMULADO SALDO MPS PERIODO : JANEIRO A NOVEMBRO - 2014/11/30 2014/12/15 2014 1 010101 TITULARES DE ÓRGÃOS DE SOBERANIA E 98.400,00 98.400,00 98.373,57 77.242,97 77.242,97 98.400,00 98.373,57 77.242,97 77.242,97 26,43

Leia mais

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas IPAAM foi criado no dia 11/03/1996, através do Decreto Estadual Nº 17.033.

O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas IPAAM foi criado no dia 11/03/1996, através do Decreto Estadual Nº 17.033. CRIAÇÃO DO IPAAM O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas IPAAM foi criado no dia 11/03/1996, através do Decreto Estadual Nº 17.033. É vinculado diretamente a Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento

Leia mais

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem;

Contribuir para o desenvolvimento da região em que se inserem; SIPIE SISTEMA DE INCENTIVOS A PEQUENAS INICIATIVAS EMPRESARIAIS FICHA DE MEDIDA Apoia projectos com investimento mínimo elegível de 15.000 e a um máximo elegível de 150.000, que visem a criação ou desenvolvimento

Leia mais

Imposto sobre o Valor Acrescentado - IVA

Imposto sobre o Valor Acrescentado - IVA Imposto sobre o Valor Acrescentado - IVA Imposto sobre o Valor Acrescentado (IVA) 2 cada sujeito passivo entrega ao Estado a diferença entre o IVA que liquida nas vendas e prestações de serviços efectuadas

Leia mais

MPS PERIODO : JANEIRO A OUTUBRO - 2015/10/31 2015/11/16 2015 1 DOTAÇÃO MOVIMENTO DO PERIODO MOVIMENTO ACUMULADO SALDO

MPS PERIODO : JANEIRO A OUTUBRO - 2015/10/31 2015/11/16 2015 1 DOTAÇÃO MOVIMENTO DO PERIODO MOVIMENTO ACUMULADO SALDO MPS PERIODO : JANEIRO A OUTUBRO - 2015/10/31 2015/11/16 2015 1 010101 TITULARES DE ÓRGÃOS DE SOBERANIA E 94.610,00 94.610,00 94.610,00 70.063,47 70.063,47 94.610,00 94.610,00 70.063,47 70.063,47 24.546,53

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES. Preâmbulo

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES. Preâmbulo REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSPECÇÃO DE ASCENSORES, MONTA-CARGAS, ESCADAS MECÂNICAS E TAPETES ROLANTES Preâmbulo O Decreto-Lei n. 295/98, de 22 de Setembro, que transpôs para o direito interno a Directiva

Leia mais

TABELA II - TAXAS GENÉRICAS

TABELA II - TAXAS GENÉRICAS TABELA II - TAXAS GENÉRICAS ACTIVO CORPÓREO GRUPO 1 - IMÓVEIS 2005 Edificações ligeiras (fibrocimento, madeira, zinco, etc.) 10 Edifícios (a): 2010 Habitacionais 2 2015 Comerciais e administrativos 2 2020

Leia mais

SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S. Objetivo: Instruir quanto ao campo de aplicação das NR s e direitos e obrigações das partes.

SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S. Objetivo: Instruir quanto ao campo de aplicação das NR s e direitos e obrigações das partes. SÚMULA DAS NORMAS REGULAMENTADORAS NR S NR-1 DISPOSIÇÕES GERAIS O campo de aplicação de todas as Normas Regulamentadoras de segurança e medicina do trabalho urbano, bem como os direitos e obrigações do

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO PORTUGUESA DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS (CAE REV. 3) ATIVIDADES OU TRABALHOS DE RISCO ELEVADO INTEGRADOS NOS SETORES DE ATIVIDADE

CLASSIFICAÇÃO PORTUGUESA DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS (CAE REV. 3) ATIVIDADES OU TRABALHOS DE RISCO ELEVADO INTEGRADOS NOS SETORES DE ATIVIDADE S OU TRABALHOS DE RISCO ELEVADO (Artigo 79.º da Lei 102/2009, de 10 de Setembro) CLASSIFICAÇÃO PORTUGUESA DAS S ECONÓMICAS GRUPO CLASSE SUBCLASSE SETORES DE 011 0111 0112 0113 0114 0115 0116 0119 012 0121

Leia mais

Síntese das principais medidas de liberalização aplicadas a diversos Sector de Serviços

Síntese das principais medidas de liberalização aplicadas a diversos Sector de Serviços Síntese das principais medidas de liberalização aplicadas a diversos sectores de serviços: Sector de Serviços Pontos principais do Suplemento VI ao Acordo Serviços Jurídicos É permitido aos advogados de

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto executivo nº. 80/04 de 27 de Julho Havendo necessidade de estabelecer as condições a que devem obedecer os meios de transporte aéreo de produtos petrolíferos; Sendo necessário

Leia mais

Legislação temática Urbanização e Edificação - Disposições Gerais

Legislação temática Urbanização e Edificação - Disposições Gerais Diploma Resumo Data Alterações, revogações e normas complementares Decreto-Lei nº 19/90 Regime de caducidade de licenças municipais de obras de construção civil. 11-01-1990 Alterado pelo Decreto-Lei nº

Leia mais

ANO 2006 ENTIDADE CMVM - MUNICIPIO DE VIEIRA DO MINHO PÁG. 1. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) ( 10 = 7-9 ) (11=4+5-6-7) (12)a

ANO 2006 ENTIDADE CMVM - MUNICIPIO DE VIEIRA DO MINHO PÁG. 1. (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) ( 10 = 7-9 ) (11=4+5-6-7) (12)a MAPA DO CONTROLO ORÇAMENTAL DA RECEITA ANO 2006 ENTIDADE CMVM - MUNICIPIO DE VIEIRA DO MINHO PÁG. 1 CLA SIFICAÇÃO ECONÓMICA PREVISÕES RECEITAS POR RECEITAS LIQUIDAÇÕES RECEITAS REEMBOLSOS/RESTITUIÇÕES

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 196/08 de 16 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições relativas as entidades exploradoras dos armazéns e das redes e ramais

Leia mais

1. FORNECIMENTOS. Requisitos para Fornecedores e Prestadores de Serviços. RG-GE-101 Revisão 12

1. FORNECIMENTOS. Requisitos para Fornecedores e Prestadores de Serviços. RG-GE-101 Revisão 12 1. FORNECIMENTOS Fornecimentos 1.1 - Ácido Clorídrico Comercial Licença da Polícia Federal 1.2 - Hidróxido de Sódio Licença da Polícia Federal 1.3 Produtos químicos em geral 1.4 - Gases Industriais 1.5

Leia mais

Sistema de qualificação Sectores especiais

Sistema de qualificação Sectores especiais União Europeia Publicação no suplemento do Jornal Oficial da União Europeia 2, rue Mercier, 2985 Luxembourg, Luxemburgo +352 29 29 42 670 ojs@publications.europa.eu Informação e formulários em linha: http://simap.europa.eu

Leia mais

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SRF

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SRF SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL SRF INSTRUÇÃO NORMATIVA N.º 539 DE 25 /04 /2005 Altera a Instrução Normativa SRF nº 480, de 15 de dezembro de 2004, que dispõe sobre a retenção de tributos e contribuições

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado ODAIR CUNHA PT/MG

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado ODAIR CUNHA PT/MG PROGRAMAS ABERTOS MINISTÉRIO DA PESCA Código do Programa 5800020130061 Administração Pública Estadual ou do Distrito Federal Programa 20.122.2113.2000.0001.0001 - Adminstração da Unidade - Nacional A atividade

Leia mais

Regulamento relativo à manutenção e inspecção de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes da Câmara Municipal da Trofa

Regulamento relativo à manutenção e inspecção de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes da Câmara Municipal da Trofa Regulamento relativo à manutenção e inspecção de ascensores, monta-cargas, escadas mecânicas e tapetes rolantes da Câmara Municipal da Trofa Aprovado em reunião de Câmara de 12 de Setembro de 2003 e em

Leia mais

Indicadores de Confiança...15

Indicadores de Confiança...15 1. MACROECONOMIA 1.1. Rendimento e Despesa Despesa Nacional a Preços Correntes...5 Despesa Nacional a Preços Constantes...6 PIB a preços correntes (Produto Interno Bruto)...7 PIB a preços constantes (Produto

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 197/08 de 16 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições relativas ao estatuto das entidades inspectoras das redes e ramais de

Leia mais

ORGÂNICA ECONÓMICA D E S I G N A Ç Ã O ORGÂNICA ECONÓMICA

ORGÂNICA ECONÓMICA D E S I G N A Ç Ã O ORGÂNICA ECONÓMICA ENTIDADE MUNICIPIO DE MOGADOURO ORÇAMENTO DA DESPESA ( POR CLASSIFICAÇÃO ORGÂNICA/ECONÓMICA ) DOTAÇÕES INICIAIS DO ANO 2009 PÁGINA : 1 01 01.01 ADMINISTRACAO MUNICIPAL OPERACOES FINANCEIRAS 5.094.863,00

Leia mais

LEI 691/84 RESPONSABILIDADE (ART. 14), e leis 1.044/87, 5.133/09 RESPONSÁVEIS PELO ISS OBSERVAÇÃO

LEI 691/84 RESPONSABILIDADE (ART. 14), e leis 1.044/87, 5.133/09 RESPONSÁVEIS PELO ISS OBSERVAÇÃO LEI 691/84 RESPONSABILIDADE (ART. 14), e leis 1.044/87, 5.133/09 construtores, os empreiteiros principais e os administradores de obras dos subempreiteiros, exclusivamente de mão-de-obra de encostas) administradores

Leia mais

Sumário. Princípio da autonomia financeira. Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local

Sumário. Princípio da autonomia financeira. Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local Sumário Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local Regime financeiro das A.L. Autonomia financeira Principio Conceito Receitas municipais principais fontes Taxas municipais

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS. 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação para a inspecção dos Espaços de Jogo e Recreio 4. Fluxograma da tramitação

NORMA DE PROCEDIMENTOS. 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação para a inspecção dos Espaços de Jogo e Recreio 4. Fluxograma da tramitação NORMA DE PROCEDIMENTOS Abril de 2008 EJR 06 / AL Tramitação para a inspecção dos Espaços de Jogo e Recreio 01 / AL 1. Apresentação 2. Legislação de enquadramento 3. Tramitação para a inspecção dos Espaços

Leia mais

Fluxos de Caixa. Recebimentos

Fluxos de Caixa. Recebimentos Recebimentos Saldo da Gerência Anterior 1.348.952,41 Total das Receitas Orçamentais Execução Orçamental 1.034.500,26 Operações de Tesouraria 314.452,15 16.035.427,63 Receitas Correntes 11.478.511,35 01

Leia mais

EDITAL DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS

EDITAL DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS EDITAL DELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DR. PAULO TITO DELGADO MORGADO, PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE ALVAIÁZERE: Torna público, que nos termos e para efeitos do disposto no artigo 91º da Lei nº 169/99, de

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS

REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS REGULAMENTO MUNICIPAL DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE RECINTOS DE ESPECTÁCULOS E DIVERTIMENTOS PÚBLICOS PREÂMBULO O regime jurídico geral aplicável aos recintos de espectáculos e divertimentos públicos

Leia mais

MAPAS DE FLUXOS FINANCEIROS

MAPAS DE FLUXOS FINANCEIROS DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS 2010 MAPAS DE FLUXOS FINANCEIROS Documentos de Prestação de Contas 2010 DOCUMENTOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS 2010 Fluxos de Caixa Documentos de Prestação de Contas 2010 DOC

Leia mais

O SEU PROJECTO É ELEGÍVEL PARA ESTES INCENTIVOS?

O SEU PROJECTO É ELEGÍVEL PARA ESTES INCENTIVOS? O SEU PROJECTO É ELEGÍVEL PARA ESTES INCENTIVOS? O ISQ e a ASK querem ajudar empreendedores e empresários à procura de financiamento a obterem o apoio de que necessitam para lançar ou desenvolver os seus

Leia mais

Visão Ser o porto de referência para as cadeias logísticas da costa leste de África.

Visão Ser o porto de referência para as cadeias logísticas da costa leste de África. Corredor de Nacala Engloba : O Porto de Nacala, elemento central do Corredor; O Sistema ferroviário do Norte de Moçambique O Sistema ferroviário do Malawi; e O troço ferroviário Mchinji/Chipata, que permite

Leia mais

FLUXOS DE CAIXA CONSOLIDADOS

FLUXOS DE CAIXA CONSOLIDADOS CÂMARA MUNICIPAL DO / SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DE TRANSPORTES COLECTIVOS DO RECEBIMENTOS Saldo da gerência anterior 2.363.424,49 Execução Orçamental 1.404.990,71 Operações de Tesouraria 958.433,78 Total

Leia mais

Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks

Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks Formulário de Candidatura para admissão como membro do Cluster 2Bparks Eu, abaixo-assinado/a, declaro que a organização que represento solicita a sua admissão como Membro do Cluster Ambiental 2Bparks e

Leia mais

Anexo 3 Aditamentos e Revisão dos Compromissos Específicos do Continente no Domínio da Liberalização do Comércio de Serviços 1

Anexo 3 Aditamentos e Revisão dos Compromissos Específicos do Continente no Domínio da Liberalização do Comércio de Serviços 1 Anexo 3 Aditamentos e Revisão dos Específicos do Continente no Domínio da Liberalização do Comércio de Serviços 1 Sector ou 1. Serviços Comerciais A. Serviços Profissionais a. Serviços Jurídicos (CPC861)

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA DE MOÇAMBIQUE BENEFICIOS FISCAIS PARA O SECTOR DE HOTELARIA E TURISMO

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA DE MOÇAMBIQUE BENEFICIOS FISCAIS PARA O SECTOR DE HOTELARIA E TURISMO REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DAS FINANÇAS AUTORIDADE TRIBUTÁRIA DE MOÇAMBIQUE BENEFICIOS FISCAIS PARA O SECTOR DE HOTELARIA E TURISMO MAPUTO, 05 DE MARÇO DE 2012 REGIME FISCAL APLICÁVEL AO SECTOR

Leia mais

TARIFA DO PORTO DE SUAPE

TARIFA DO PORTO DE SUAPE SUAPE COMPLEXO INDUSTRIAL PORTUÁRIO TARIFA DO PORTO DE SUAPE Homologada pela RESOLUÇÃO Nº 4.091, DE 7 DE MAIO DE 2015 (D.O.U. de 08.05.15) TABELA 1 UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA MARÍTIMA (Taxas devidas

Leia mais

SISTEMA ENERGÉTICO PORTUGUÊS

SISTEMA ENERGÉTICO PORTUGUÊS SISTEMA ENERGÉTICO PORTUGUÊS (ELETRICIDADE E GÁS NATURAL) Contexto Regulamentar O enquadramento legal decorre da implementação do designado "Terceiro Pacote Energético", da União Europeia, do qual fazem

Leia mais

RESOLUÇÃO RDC ANVISA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2002. (D.O.U. de 19/12/02)

RESOLUÇÃO RDC ANVISA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2002. (D.O.U. de 19/12/02) RESOLUÇÃO RDC ANVISA Nº 345, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2002 (D.O.U. de 19/12/02) Dispõe sobre a aprovação do Regulamento Técnico para a Autorização de Funcionamento de empresas interessadas em prestar serviços

Leia mais

Actividades relacionadas com o património cultural. Actividades relacionadas com o desporto

Actividades relacionadas com o património cultural. Actividades relacionadas com o desporto LISTA E CODIFICAÇÃO DAS ÁREAS DE ACTIVIDADES Actividades relacionadas com o património cultural 101/801 Artes plásticas e visuais 102/802 Cinema, audiovisual e multimédia 103/803 Bibliotecas 104/804 Arquivos

Leia mais

República de Angola PROCESSO N.º: Lei 20/11 de 20 de Maio Declaração Prévia Contractual. Nome: Morada: Localidade: Telefones: Fax: Email:

República de Angola PROCESSO N.º: Lei 20/11 de 20 de Maio Declaração Prévia Contractual. Nome: Morada: Localidade: Telefones: Fax: Email: A PREENCHER PELA ANIP PROCESSO N.º: ANO DO FORMULÁRIO REGIME DE APROVAÇÃO Lei 11/03 de 13 de Maio Lei 20/11 de 20 de Maio Declaração Prévia Contractual PROMOTOR Obs: Residente /Presente Nome: _ Morada:

Leia mais

O NOVO ENQUADRAMENTO JURIDICO DAS EMPRESAS DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA

O NOVO ENQUADRAMENTO JURIDICO DAS EMPRESAS DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA O NOVO ENQUADRAMENTO JURIDICO DAS EMPRESAS DE ANIMAÇÃO TURÍSTICA 10 de Fevereiro de 2010 Elsa Correia Gavinho 1 Novo enquadramento jurídico das EAT 2 1 - As razões para a mudança 2 - As principais alterações

Leia mais

DESTAQUES LEGISLATIVOS DEZEMBRO 2013

DESTAQUES LEGISLATIVOS DEZEMBRO 2013 ANGOLA JANEIRO 2014 VISÃO GLOBAL, EXPERIÊNCIA LOCAL DESTAQUES LEGISLATIVOS DEZEMBRO 2013 AMBIENTE DESPACHO N.º 2746/13, MINISTÉRIO DO AMBIENTE DIÁRIO DA REPÚBLICA Iª SÉRIE N.º 235, DE 6 DE DEZEMBRO DE

Leia mais

Lista exemplificativa das atividades económicas às quais se aplica a mera comunicação prévia do horário de funcionamento e suas alterações

Lista exemplificativa das atividades económicas às quais se aplica a mera comunicação prévia do horário de funcionamento e suas alterações Lista exemplificativa das atividades económicas às quais se aplica a mera comunicação prévia do horário de funcionamento e suas alterações Grupo Comércio Cash & carry Centro comercial, retail park e outlet

Leia mais

Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa

Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa Receitas excluídas do regime de incidência não-cumulativa Ainda que a pessoa jurídica esteja submetida ao regime de incidência não-cumulativa, as receitas constantes do art. 8º da Lei nº 10.637, de 2002,

Leia mais

Regulamento Municipal de Inspecção e Manutenção de Ascensores, Monta-Cargas, Escadas Mecânicas e Tapetes Rolantes

Regulamento Municipal de Inspecção e Manutenção de Ascensores, Monta-Cargas, Escadas Mecânicas e Tapetes Rolantes Regulamento Municipal de Inspecção e Manutenção de Ascensores, Monta-Cargas, Escadas Mecânicas e Tapetes Rolantes Nota justificativa O Decreto-Lei n.º 320/2002, de 28 de Dezembro, na esteira do estabelecido

Leia mais

- Aplicação Terrestre segurança na aplicação de produtos fitofarmacêuticos em zonas urbanas, zonas de lazer e vias de comunicação

- Aplicação Terrestre segurança na aplicação de produtos fitofarmacêuticos em zonas urbanas, zonas de lazer e vias de comunicação Seminário Uso Sustentável de Produtos Fitofarmacêuticos - Aplicação Terrestre segurança na aplicação de produtos fitofarmacêuticos em zonas urbanas, zonas de lazer e vias de comunicação Maria Paula Mourão

Leia mais

1) São atividades próprias das agências de viagem e turismo: e) A recepção, transferência e assistência a turistas.

1) São atividades próprias das agências de viagem e turismo: e) A recepção, transferência e assistência a turistas. O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE 79110 AGÊNCIAS DE VIAGENS ÂMBITO: São agências

Leia mais

Documentos de Prestação de Contas

Documentos de Prestação de Contas Documentos de Prestação de Contas E DOCUMENTOS ANEXOS Segundo a Resolução nº04/2001-2ª Secção APROVAÇÃO Câmara Municipal - Reunião de / / Assembleia Municipal - Sessão de / / ACÓRDÃO DO TRIBUNAL DE CONTAS

Leia mais

Profissões Regulamentadas

Profissões Regulamentadas Profissões Regulamentadas Para efeitos fiscais e tributários, a Secretaria da Receita Federal expediu orientações, aonde entende, de acordo com o subitem 4.1 do Parecer Normativo CST 15/83, que Profissão

Leia mais

DESTAQUES LEGISLATIVOS OUTUBRO 2014

DESTAQUES LEGISLATIVOS OUTUBRO 2014 ANGOLA DESTAQUES LEGISLATIVOS BANCÁRIO E FINANCEIRO DESPACHO PRESIDENCIAL N.º 189/14 PRESIDENTE DA REPÚBLICA Sumário: Autoriza a celebração dos Acordos de Financiamento entre a TAAG Linhas Aéreas de Angola,

Leia mais

(1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) ( 10 = 7-9 ) (11=4+5-6-7) (12)a

(1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9) ( 10 = 7-9 ) (11=4+5-6-7) (12)a MAPA DE CONTROLO ORÇAMENTAL DA RECEITA - POR ENTIDADE MVN - MUNICIPIO DE VENDAS NOVAS ANO 2014 JANEIRO A JUNHO - 2014/06/30 PAG 1 CLASSIFICAÇÃO ECONÓMICA REEMBOLSOS/RESTITUIÇÕES GRAU RECEITAS CORRENTES

Leia mais

Investimento Privado em Angola

Investimento Privado em Angola Abril 2013 Investimento Privado em Angola Sectores Económicos Prioritários Investimento Privado em Angola Sectores Económicos Prioritários Sectores económicos prioritários Agricultura e Pecuária Indústria

Leia mais

Unidades curriculares disponíveis para Programa IPL60+ 1º Semestre 15-16. Escola Superior de Tecnologia e Gestão

Unidades curriculares disponíveis para Programa IPL60+ 1º Semestre 15-16. Escola Superior de Tecnologia e Gestão Unidades curriculares disponíveis para Programa IPL60+ 1º Semestre 15-16 Escola Superior de Tecnologia e Gestão Administração Pública Introdução à Administração Pública Noções Fundamentais de Direito Ciência

Leia mais

NOVO PERIODO DE PROGRAMAÇÃO INCENTIVOS DO QREN CERTIFICAÇÃO DE EMPRESAS

NOVO PERIODO DE PROGRAMAÇÃO INCENTIVOS DO QREN CERTIFICAÇÃO DE EMPRESAS NOVO PERIODO DE PROGRAMAÇÃO INCENTIVOS DO QREN CERTIFICAÇÃO DE EMPRESAS 04-06-2008 Índice A. NOVO PERÍODO DE PROGRAMAÇÃO 2007-2013. B. ACÇÃO INTEGRADA DO IDE-RAM NO PERÍODO 2007-2013. C. APOIOS À ACTIVIDADE

Leia mais

Registo n.º. Data / / O Funcionário

Registo n.º. Data / / O Funcionário Registo n.º Data / / O Funcionário LICENCIAMENTO SIMPLIFICADO E AUTORIZAÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE INSTALAÇÃO DE ARMAZENAGEM DE PRODUTOS DE PETRÓLEO E DE POSTOS DE ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEIS com realização

Leia mais

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO

INVESTIMENTO ESTRANGEIRO INVESTIMENTO ESTRANGEIRO Formalidades a cumprir I II III o investidor deverá solicitar uma autorização prévia para concessão do Estatuto de Investidor Externo. O pedido poderá ser efetuado através da agência

Leia mais

DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO DO PORTO SANTO ( POR CLASSIFICAÇÃO ORGÂNICA/ECONÓMICA ) DO ANO 2012

DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO DO PORTO SANTO ( POR CLASSIFICAÇÃO ORGÂNICA/ECONÓMICA ) DO ANO 2012 ENTIDADE ORÇAMENTO DA DESPESA DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO DO PORTO SANTO ( POR CLASSIFICAÇÃO ORGÂNICA/ECONÓMICA ) DO ANO 2012 PÁGINA : 1 01 ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL 4.684.112,00 01.01 ADM/OPERAÇÕES FINANCEIRAS

Leia mais

PROPOSTA REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS

PROPOSTA REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS Aprovado em reunião de Junta de Freguesia de 10/12/2009 Aprovado em reunião Assembleia de Freguesia de / / O PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA, PROPOSTA REGULAMENTO E TABELA GERAL DE TAXAS Em conformidade com o

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Secretaria de Estado de Meio Ambiente

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Secretaria de Estado de Meio Ambiente GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Secretaria de Estado de Meio Ambiente Anexo I a que se refere o Art. 2º, da Resolução do COEMA nº 107, de 08 de março de 2013. TIPOLOGIA SUB-TIPOLOGIA CONDIÇÃO ENERGIA ELÉTRICA

Leia mais

Anexo 3 - Questionário específico - construção

Anexo 3 - Questionário específico - construção Anexo 3 - Questionário específico - construção 85 Empresa: Morada: Localidade: Cód. Postal: Distrito: Telefone: NIF: Código de CAE-Rev. 2/92: Actividade principal da empresa: Categoria da Actividade: Número

Leia mais

Procedimento para Licenciamento de Fontes Radioactivas Seladas

Procedimento para Licenciamento de Fontes Radioactivas Seladas MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR Procedimento para Licenciamento de Fontes Radioactivas Seladas 1. Legislação e Regulamentos Aplicáveis Decreto-Lei n.º 38/2007, de 19 de Fevereiro, do

Leia mais

MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO

MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO NotíciasdoDireito Janeiro a Março de 2012 SECTOR BANCÁRIO E FINANCEIRO MEDIDAS DE REFORÇO DA SOLIDEZ FINANCEIRA DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO A Lei n.º 4/2012, de 11 de Janeiro, altera a Lei n.º 63-A/2008,

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional

Leia mais

PASSAPORTE PARA ANGOLA

PASSAPORTE PARA ANGOLA PASSAPORTE PARA ANGOLA Samuel Fernandes de Almeida 17 e 18 de Fevereiro REGRAS GERAIS DE IMPOSTO INDUSTRIAL Incidência subjectiva Empresas com sede ou direcção efectiva em Angola e empresas com sede e

Leia mais

Ministério dos Petróleos

Ministério dos Petróleos Ministério dos Petróleos Decreto Executivo nº 189/08 de 9 de Setembro Considerando a necessidade do estabelecimento de disposições sobre os princípios a que devem obedecer a construção do sistema de infra-estruturas,

Leia mais

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST)

ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) ANÁLISE DOCUMENTAL (CHECK LIST) CÓDIGO 09.00 GRUPO/ATIVIDADES 09.07 Postos de Revenda de Combustíveis e Derivados de Petróleo com ou sem lavagem e ou lubrificação de veículos PPD M AGRUPAMENTO NORMATIVO

Leia mais

DESPACHO PC 9/2013 - MANDATO 2013/2017 SUBDELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS

DESPACHO PC 9/2013 - MANDATO 2013/2017 SUBDELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS DESPACHO PC 9/2013 - MANDATO 2013/2017 SUBDELEGAÇÃO DE COMPETÊNCIAS Tendo a Câmara Municipal procedido, em 21 de outubro de 2013, à delegação de competências nos termos permitidos pela Lei n.º 75/2013,

Leia mais

AGRUPAM ENTO SUB- ALINEA ALÍNEA RUBRICA SUBAGRUP AMENTO 01 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DESPESAS CORRENTES

AGRUPAM ENTO SUB- ALINEA ALÍNEA RUBRICA SUBAGRUP AMENTO 01 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DESPESAS CORRENTES CÓDIGO P AM 01 ASSEMBLEIA MUNICIPAL DESPESAS CORRENTES 01 DESPESAS COM O PESSOAL 0102 ABONOS VARIÁVEIS OU EVENTUAIS 010204 AJUDAS DE CUSTO 500 010213 OUTROS SUPLEMS E PRÉMIOS 01021302 OUTROS 30.000 30.000

Leia mais

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES

Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES LEGAL FLASH I ANGOLA Setembro 2013 LEGAL FLASH I ANGOLA SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA A REALIZAÇÃO DE OPERAÇÕES CAMBIAIS DE INVISÍVEIS CORRENTES 2 LEGISLAÇÃO EM DESTAQUE 5 SIMPLIFICAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS

Leia mais

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge

Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo Associação Empresarial das ilhas Terceira, Graciosa e São Jorge Objetivos Contribuir para o incremento de uma nova cultura empresarial, baseada no conhecimento e na inovação, introduzindo uma cultura de risco e vontade empreendedora, através do estímulo ao aparecimento

Leia mais

NEWSLETTER DE SETEMBRO DE 2014

NEWSLETTER DE SETEMBRO DE 2014 NEWSLETTER DE SETEMBRO DE 2014 Estimado Cliente, 1. Informamos a V. Exa. as principais alterações na legislação económico-financeiro e contabilístico-fiscal cabo-verdiana durante o mês de Setembro de 2014:

Leia mais

Decreto-Lei nº 156/2005, de 15 de Setembro

Decreto-Lei nº 156/2005, de 15 de Setembro Decreto-Lei nº 156/2005, de 15 de Setembro O livro de reclamações constitui um dos instrumentos que tornam mais acessível o exercício do direito de queixa, ao proporcionar ao consumidor a possibilidade

Leia mais

Instituto do Meio Ambiente ESTADO DE ALAGOAS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS

Instituto do Meio Ambiente ESTADO DE ALAGOAS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS DOCUMENTAÇÃO PARA POSTOS DE COMBUSTÍVEIS NOVOS LICENÇA PRÉVIA - Documentação necessária 1. Requerimento Padrão definido pelo IMA, devidamente preenchido e assinado; 2. Cadastro do empreendimento, definido

Leia mais

DIPLOMAS RELATIVOS À ATIVIDADE SEGURADORA E DE FUNDOS DE PENSÕES

DIPLOMAS RELATIVOS À ATIVIDADE SEGURADORA E DE FUNDOS DE PENSÕES Legislação 79 1852 Apólice da Companhia de Seguros Restauração Impresso e manuscrito sobre papel; 36 X 24 cm; Colecção do Instituto de Seguros de Portugal DIPLOMAS RELATIVOS À ATIVIDADE SEGURADORA E DE

Leia mais

USO NÃO PROFISSIONAL

USO NÃO PROFISSIONAL Segurança na aplicação de produtos fitofarmacêuticos - Explorações florestais - Paula Mourão Representante da DGAV USO NÃO PROFISSIONAL Decreto-Lei n.º 101/2009, de 11 de Maio Uso não profissional de Produtos

Leia mais

ANEXO III AUTORIZAÇÃO PARA GERAÇÃO DA NFSE A PARTIR DE 01/02/2015. Descrição do Código CNAE 2.0

ANEXO III AUTORIZAÇÃO PARA GERAÇÃO DA NFSE A PARTIR DE 01/02/2015. Descrição do Código CNAE 2.0 7740-3/00 Gestão de ativos intangíveis não-financeiros 03.02 9311-5/00 Gestão de instalações de esportes 03.03 8211-3/00 Serviços combinados de escritório e apoio administrativo 03.03 8230-0/02 Casas de

Leia mais

SUMÁRIO EXECUTIVO. Valores

SUMÁRIO EXECUTIVO. Valores SUMÁRIO EXECUTIVO O Plano Estratégico da Província de Inhambane para o período 2011-2020 (PEP II) é parte integrante do processo provincial de planificação do Governo, com a finalidade de promover o desenvolvimento

Leia mais

Regime jurídico da qualificação profissional dos técnicos responsáveis por projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra

Regime jurídico da qualificação profissional dos técnicos responsáveis por projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra Área de Prática - Imobiliário Julho 2009 Regime jurídico da qualificação profissional dos técnicos responsáveis por projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra A Lei n.º 31/2009, de 03.07.,

Leia mais

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo

Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Políticas de Financiamento do Sistema Desportivo Setúbal, 28 de Introdução No âmbito das relações com o sistema desportivo, a partilha de competências entre o Estado e o movimento associativo deverá sempre

Leia mais

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA

SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA SISTEMA GESTÃO AMBIENTAL - SGA Ciclo de melhoria contínua conhecido como Ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act) EMAS METODOLOGIA FASEADA DE IMPLEMENTAÇÃO FASEADA DO EMAS In, APA,

Leia mais

Mapa de Pessoal do Turismo de Portugal, I.P. - Serviços Centrais

Mapa de Pessoal do Turismo de Portugal, I.P. - Serviços Centrais Presidente Vice-Presidente Vogal Secretário-Geral Director Coordenador a) 9 8 1 Director a) 24 23 1 Prestação de assessoria técnica especializada ao Conselho Directivo 2 2 0 Monitorização e avaliação da

Leia mais

Direcção Regional da Economia do Norte Meios de prevenção de acidentes com equipamentos sob pressão

Direcção Regional da Economia do Norte Meios de prevenção de acidentes com equipamentos sob pressão Direcção Regional da Economia do Norte Meios de prevenção de acidentes com equipamentos sob pressão Porto, 15 de Maio de 2010 Paulo Jorge Beja Sardo de Sousa Patrício patricio@drn.min-economia.pt OBJECTIVO

Leia mais

DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO DE VILA VELHA DE RODAO ( POR CLASSIFICAÇÃO ORGÂNICA/ECONÓMICA ) DO ANO 2007

DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO DE VILA VELHA DE RODAO ( POR CLASSIFICAÇÃO ORGÂNICA/ECONÓMICA ) DO ANO 2007 ENTIDADE ORÇAMENTO DA DESPESA DOTAÇÕES INICIAIS MUNICIPIO DE VILA VELHA DE RODAO ( POR CLASSIFICAÇÃO ORGÂNICA/ECONÓMICA ) DO ANO 2007 PÁGINA : 1 01 CAMARA MUNICIPAL 1.433.053,00 01.01 OPERAÇOES FINANCEIRAS

Leia mais

Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008

Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008 Regulamento n.º 1/2008, de 12 de Maio de 2008 Fundos de Investimento Imobiliário Registo e Autorização de Peritos Avaliadores B.O n.º 18 - I Série Regulamento nº 1/2008 12 de Maio Fundos de Investimento

Leia mais

Com o Apoio de. Comissão de Coordenaçã e Desenvolvimento Regional do Centro

Com o Apoio de. Comissão de Coordenaçã e Desenvolvimento Regional do Centro OPEN Centro de Incubação de Oportunidades de Negócio Processo de Admissão de Utentes e Modelo de Incubação Centimfe, 2 de Março de 2005 Missão da OPEN Contribuir para a promoção da inovação e do emprego,

Leia mais

1.Como criar uma empresa. 2.Tipos de Apoio. Ciclo de Formação em Gestão de Projectos e Apoio Empresarial

1.Como criar uma empresa. 2.Tipos de Apoio. Ciclo de Formação em Gestão de Projectos e Apoio Empresarial Rede de GADE do Distrito de Évora Ciclo de Formação em Gestão de Projectos e Apoio Empresarial Évora, 8 de Junho de 2005 Rede de GADE do Distrito de Évora 1.Como criar uma empresa 2.Tipos de Apoio A -

Leia mais

IVA Direito à Dedução

IVA Direito à Dedução IVA Direito à Dedução Direito à dedução Dedução do Imposto O direito à dedução trata-se de um direito de crédito cujo nascimento ocorre no momento em que o imposto dedutível por um sujeito passivo é exigível

Leia mais

A APLICAÇÃO DE CAPITAIS, IMPOSTO DO SELO E IMPOSTO DE CONSUMOC

A APLICAÇÃO DE CAPITAIS, IMPOSTO DO SELO E IMPOSTO DE CONSUMOC REFORMA FISCAL: IMPOSTO SOBRE A APLICAÇÃO DE CAPITAIS, IMPOSTO DO SELO E IMPOSTO DE CONSUMOC MARÇO 2012 Integrado na reforma fiscal que está em curso, a Imprensa Nacional disponibilizou recentemente o

Leia mais

ANEXO I TABELA DE RAMOS E GRUPOS

ANEXO I TABELA DE RAMOS E GRUPOS Fl. 9 da CIRCULAR SUSEP N o 395, de 3 de dezembro de 2009. ANEXO I TABELA DE RAMOS E GRUPOS Grupo Nome do Grupo Identificador Nome 01 Patrimonial 12 Assistência Bens em Geral informadas no Ramo Riscos

Leia mais

Índice Vol. I. Lei nº 85/III/90, de 6-10-Define e regula as bases do estatuto dos titulares de cargos políticos 5

Índice Vol. I. Lei nº 85/III/90, de 6-10-Define e regula as bases do estatuto dos titulares de cargos políticos 5 Índice Vol. I CARGOS POLÍTICOS Lei nº 85/III/90, de 6-10-Define e regula as bases do estatuto dos titulares de cargos políticos 5 Lei nº 28/V/97, de 23-6 Regula estatuto remuneratório dos titulares de

Leia mais

etta Corretora de Seguros AGILIDADE INOVAÇÃO TRANSPARÊNCIA CONFIANÇA

etta Corretora de Seguros AGILIDADE INOVAÇÃO TRANSPARÊNCIA CONFIANÇA A Jetta Corretora de Seguros foi criada a partir da identificação de uma demanda do mercado por serviços especializados em seguros, atuamos nas áreas de consultoria, assessoria e corretagem de seguros

Leia mais

ANO 2007 ENTIDADE C.M.L. MUNICÍPIO DE LAGOA Pág. 1

ANO 2007 ENTIDADE C.M.L. MUNICÍPIO DE LAGOA Pág. 1 ENTIDADE C.M.L. MUNICÍPIO DE LAGOA Pág. 1 R E C E B I M E N T O S SALDO DA GERÊNCIA ANTERIOR... 383.685,64 EXECUÇÃO ORÇAMENTAL... 161.920,09 OPERAÇÕES DE TESOURARIA... 221.765,55 RECEITAS ORÇAMENTAIS...

Leia mais

F L U X O S D E C A I X A ANO 2013 ENTIDADE MVN MUNICIPIO DE VENDAS NOVAS Pág. 1 PERÍODO JANEIRO A DEZEMBRO - 2013/12/31 R E C E B I M E N T O S

F L U X O S D E C A I X A ANO 2013 ENTIDADE MVN MUNICIPIO DE VENDAS NOVAS Pág. 1 PERÍODO JANEIRO A DEZEMBRO - 2013/12/31 R E C E B I M E N T O S ENTIDADE MVN MUNICIPIO DE VENDAS NOVAS Pág. 1 PERÍODO JANEIRO A DEZEMBRO - 2013/12/31 R E C E B I M E N T O S SALDO DA GERÊNCIA ANTERIOR... 213.697,03 EXECUÇÃO ORÇAMENTAL... 67.235,92 OPERAÇÕES DE TESOURARIA...

Leia mais