Viaje e descubra novas sensações

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1 revista Ano X - n Janeiro Distribuição gratuita Viaje e descubra novas sensações Agricultura: ano de aprendizados e conquistas Garota Rural 2013: conheça as candidatas Receita: Salada de verão

2 Editorial Boas dicas para as férias Conhecer novos lugares é uma experiência que, além de agradável e desestressante, leva o turista a vivenciar histórias enriquecedoras ao espírito humano. Isso porque os locais explorados sempre têm lições de vida a nos segredar. Neles, algo especial deixou sua marca no tempo e no espaço, a ponto de merecer a atenção das gerações seguintes. Por este motivo, percorrer ambientes assim pode ser inesquecível e acrescentar não apenas conhecimento, como também crescimento pessoal. O interior gaúcho está repleto de lugares que valem a pena visitar. Um de seus destaques, certamente, fica por conta da região Noroeste, onde transcorreram as belas e dramáticas histórias missioneiras. A colonização imigrante é outro fator cujos vestígios seduzem os sentidos com seus aromas, cores, sabores e toda a beleza que existe na particularidade de cada cultura que serviu de ingrediente à alma gaúcha. Tudo isso se soma às paisagens singulares dessa terra, invariavelmente fascinantes e apropriadas como cenário das glórias sobre elas conquistadas e isso de tal maneira que chegam a causar impressão de que a mão divina já previa essas coisas quando moldou a natureza desse chão. Um fenômeno comum, entretanto, é que a maioria das pessoas dá pouco valor às riquezas turísticas das proximidades de onde se mora. Geralmente, sonha-se em viajar para longe, deixando-se de prestar atenção às redondezas. Sendo assim, na edição deste mês, a revista Atualidades Cotripal traz como matéria de capa um vislumbre do entorno geográfico da Cooperativa, com dicas de lugares para se explorar com a família, os amigos e aqueles que vêm de fora para nos visitar neste período de férias. Envie comentários e sugestões sobre nossos veículos de comunicação: revista, programa de rádio e folhetos promocionais. Seu recado pode aparecer publicado, aqui, nas próximas edições. Equipe de Comunicação e Marketing Cotripal Sugestões e comentários sobre as reportagens podem ser enviadas para o REVISTA ATUALIDADES COTRIPAL COTRIPAL AGROPECUÁRIA COOPERATIVA Rua Herrmann Meyer, Centro - CEP: Panambi/RS Fone: (55) Fax: (55) CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Presidente: Germano Döwich Vice-Presidente: Dair Jorge Pfeifer Conselheiros: Ivo Linassi, Jeferson Fensterseifer, Eliseu Dessbesell, Delmar Schmidt, Davi Keller, Roland Janke, Ari Augusto Schmidt, Gerhardo Strobel e Ernani Neumann.. CONSELHO FISCAL Efetivos: José Pereira da Costa, Arnildo Carlos Markus e Carlos André Schmid. Suplentes: Tiago Sartori, Lino Carlos Breitenbach e Cirio Jacob Floss.. EDITOR RESPONSÁVEL Marco André Regis. EXPEDIENTE Comunicação e Marketing Cotripal. DESIGN GRÁFICO Charlei Haas e Valdoir do Amaral. EQUIPE DE REDAÇÃO Gislaine Windmöller Mileni Denardin Portella - Mtb/RS REVISÃO Vinícius Dill Soares. CONTATO Maiglon Hess - Fone:(55) IMPRESSÃO Kunde Indústrias Gráficas Ltda Tiragem: exemplares Sintonize! Programa Atualidades Cotripal Rádio Sorriso FM De segunda à sexta 6h10 e 11h45 Sábado 6h10 Cotações e preços de segunda à sexta 8h20 Rede Colinas FM 88.7 Cotações e preços de segunda à sexta 8h20 Atualidades Cotripal: sábado 7h40 Rádio Sulbrasileira AM Avisos: de segunda à sexta 7h05 Atualidades Cotripal: sábado 11h Rádio Blau Nunes AM 1210 Atualidades Cotripal: sábado 11h40 02 janeiro 2013

3 Pecuária A mastite e as células somáticas A contagem de células somáticas está intimamente ligada à qualidade do leite. Ela deve ser observada atentamente, pois indica doenças e problemas do gado. A qualidade do leite é fator fundamental para o sucesso da produção láctea, como já citamos nesta editoria na última edição da Revista Atualidades Cotripal. O consumidor está cada vez mais exigente, por isso, vale reunir esforços para garantir a demanda que existe atualmente. Dentre os fatores que são analisados na hora de verificar o nível de qualidade láctea, está a CCS (Contagem de Células Somáticas). As células somáticas são leucócitos ou células brancas do sangue que passam para o leite em virtude da mastite. Esta doença é uma inflamação na glândula mamária, que ocorre devido aos efeitos de uma infecção por patógenos bacterianos ou micóticos. Os fatores que facilitam essa infecção estão ligados à higiene precária, falhas no equipamento, manejo deficiente e utensílios na ordenha. Além disso, pode ser causada por lesões nos tetos e ambientes em más condições. A doença é detectada por meio da coleta de amostras de leite e da identificação do agente que causou a mastite. Ela gera no local da inflamação uma alta concentração de células de defesa, no caso, as células somáticas. Essa infecção causa redução na secreção do leite e mudança de permeabilidade da membrana que separa o leite do sangue. Ela aparece quando há desenvolvimento de bactérias no interior do úbere. As células somáticas são estruturas de defesa do organismo que migram para o interior da glândula mamária a fim de combater os agentes patógenos. É normal que apareçam pequenas quantidades dessas células no leite, porém, quanto mais alta for a CCS, pior é o estado sanitário do úbere e a gravidade da doença, explica Anelise Döwich Decian, supervisora do departamento técnico veterinário da Cotripal. Rebanhos em que a CCS é baixa apresentam perdas menores de produção e o leite tem melhor qualidade composicional, tanto do ponto de vista nutricional quanto do processamento. Além disso, esses rebanhos usam menos antibióticos para o tratamento da mastite durante a lactação, o que apresenta menor risco de contaminação por resíduos no leite. No entanto, existem alguns cuidados básicos para que a contagem não atinja um número muito elevado. É preciso que haja a implantação de um programa de controle e acompanhamento periódico dos animais da propriedade. Neste programa, há necessidade de coleta de leite nos tanques de resfriamento e, posteriormente, amostra individual de cada animal. Isso ajuda a identificar se o problema é de apenas uma vaca do rebanho ou de várias. Portanto, para um controle de mastite adequado e para seu sucesso, vale fazer uma análise individual dos animais. Com os resultados, podese identificar o problema para resolvê-lo o quanto antes. Se várias vacas estiverem com a CCS média, significa que existe um problema de manejo. As bactérias causadoras da mastite podem atingir a glândula saudável, por exemplo, durante a ordenha, através do equipamento, da mão do ordenhador ou da toalha utilizada para secar. Por isso, todo cuidado é pouco com a higiene e limpeza da sala de ordenha, lembra Anelise. Para que o controle da CCS seja feito da maneira adequada, deve-se fazer a manutenção preventiva dos equipamentos da ordenha e padronizar uma rotina das atividades, tais como pré e pósdipping, ordenhar úberes limpos, realizar o acompanhamento frequente da mastite e a terapia vaca seca. Para o controle e tratamento, é recomendado que se busque o auxílio de um médico veterinário para fazer uso de medicamentos e antibióticos. No entanto, prevenir se torna a melhor atitude. Se o produtor notar uma diminuição da quantidade do leite sem motivos, ele precisa ficar atento. Isso pode ser um sinal de doença, conclui a supervisora. Mastite clínica Apresenta inchaço, calor, dor e secreção anormal na glândula mamária, acompanhados de febre e outros distúrbios sistêmicos, como depressão acentuada, batimentos cardíacos rápidos e fracos, afundamento nos olhos, fraqueza e anorexia. Mastite subclínica A reação inflamatória só é detectada por meio de testes para verificar o teor de leucócitos no leite. janeiro

4 Mercado agrícola por João Carlos Pires Referente a dezembro de 2012 Soja A cotação na Bolsa de Chicago oscilou, negativamente, entre US$ 14,96 e US$ 14,08 o bushel, encerrando o ano em U$ 14,18 o bushel. Os fatores que influenciaram negativamente a Bolsa de Chicago foram o cancelamento de embarques de origem norte-americana, por parte da China, e o clima favorável na América do Sul. Internamente, o mercado acompanhou a queda da Bolsa de Chicago e do dólar. E o menor apetite, por parte da indústria gaúcha, pressionou os preços. O preço pago ao produtor caiu de R$ 68,04 para R$ 65,04 a saca. João Carlos Pires Supervisor comercial Milho O mercado de milho inverteu a tendência de alta. Isso ocorreu devido ao clima favorável à cultura e a queda na Bolsa de Chicago. A previsão de colheita dentro da normalidade e a perspectiva de concentração de oferta deixaram o mercado mais fraco. Além disso, a queda no preço para o comércio externo pressionou o mercado. O preço pago ao produtor caiu de R$ 29,04 para R$ 28,50 a saca.. Trigo A cotação na Bolsa de Chicago oscilou para baixo entre US$ 8,62 e US$ 7,72 o bushel. O trigo tipo ração, destinado para exportação, esteve muito ativo no mês, principalmente até meados de dezembro. O mercado interno subiu fortemente devido à grande procura pelo trigo de boa qualidade à indústria moageira. O preço pago ao produtor subiu de R$ 31,02 para R$ 34,02 a saca. Dólar A cotação do dólar oscilou entre R$ 2,045 e R$ 2,119. No início do mês, a cotação ficou em R$ 2,119 e depois inverteu a tendência de alta, caindo, acentuadamente, até a casa de R$ 2,04. O Banco Central interferiu, via mercado, vendendo dólares. Também foram utilizados mecanismos de controle cambial, para derrubar as cotações ao patamar estabelecido, informalmente, pela autoridade monetária. Leite & Mercado Estabilidade se mantém, mas há previsão de baixa O preço pago pelo leite entregue em novembro permaneceu estável, frente ao mês anterior, na maioria dos laticínios. Essa manutenção ocorreu também com a produção, que não elevou seus números. Para o próximo mês, cerca de 60% dos laticínios apontam baixa no preço e 40% na manutenção. Isso acontece em virtude das férias, já que muitas pessoas estão viajando e as escolas fechadas, o que causa uma diminuição no consumo. Um cuidado importante que os produtores precisam ter agora para garantir uma boa produtividade de leite é com a preparação da silagem. Uma alimentação de qualidade garante melhores resultados na hora da ordenha. 04 janeiro 2013

5 MKT-Cotripal 02 demaio Pneus agrícolas e de carga Óleos lubrificantes Peças agrícolas Sem juros juntos somos mais Crédito sujeito à análise. Pagamento só em

6 Entrevista Foto: Luana Trevisol O cooperativismo pode construir um mundo melhor 06 janeiro 2013

7 O ano de 2012 proporcionou grande visibilidade ao cooperativismo, como explica o entrevistado do mês da revista Atualidades Cotripal Vergilio Perius, presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS (Organização das Cooperativas do Rio Grande do Sul). O primeiro destaque aconteceu devido à ONU (Organização das Nações Unidas) ter instituído 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas. E o segundo momento de evidência foi a reconstrução dos caminhos do cooperativismo no Rio Grande do Sul, através da Cavalgada do Cooperativismo Caminhos do padre Theodor Amstad A ONU declarou 2012 como o Ano Internacional das Cooperativas. Entretanto, no Rio Grande do Sul, o cooperativismo já tem uma longa história que, inclusive, foi retratada na Cavalgada do Cooperativismo Caminhos do padre Theodor Amstad Qual é a importância dessa história? Bom, para começar gostaria de falar que a cavalgada foi realizada, justamente, com o intuito de valorizar a história do cooperativismo no nosso estado. Pois o Rio Grande do Sul é o berço deste sistema no Brasil. Nós, gaúchos, fomos pioneiros na formação de cooperativas. E quando isso começou exatamente? Foi em 1902, em linha Imperial, distrito do município de Nova Petrópolis, que a primeira cooperativa foi fundada. Era uma cooperativa de crédito, a Caixa de Economia e Empréstimos Amstad, que evoluiu e se transformou no Sicredi. Logo nos anos seguintes, outras cooperativas foram fundadas. E vale recordar que toda a movimentação inicial do cooperativismo é atribuída ao padre Theodor Amstad, que difundiu os conceitos de cooperação por onde passou. De lá para cá, elas cresceram e se multiplicaram, sendo, hoje, a base de sustentação de muitas cidades do Brasil e do mundo. Como o padre Theodor Amstad conseguiu difundir o ideal cooperativista no Brasil? Theodor Amstad é suíço de nascença, mas se ordenou padre jesuíta na Inglaterra. No ano de 1885 chegou ao Brasil, e logo recebeu seu primeiro trabalho missionário: doutrinar famílias de imigrantes que chegaram ao Rio Grande do Sul, na maioria alemães e italianos. Trabalhou na região do Vale do Rio Caí de 1885 a 1905, na sede da paróquia de São Sebastião do Caí. Mas o seu caminho era longo. Ele atendia às comunidades de São Salvador, Pareci Novo, Bom Princípio, Santo Inácio da Feliz, Nova Petrópolis, Caxias do Sul e Cima da Serra algumas dessas cidades mudaram de nome. Ainda preciso lembrar que o padre Amstad falava alemão, mas em pouco tempo passou a dominar o italiano, com o objetivo de facilitar as visitas nas regiões de imigração italiana. Em suas andanças, o padre constatou que muitas famílias passavam por necessidades. E é de conhecimento geral que a situação dos imigrantes europeus, que chegaram ao Brasil no século 18, era difícil, tanto nas grandes cidades como no meio rural, e isso facilitou o surgimento de cooperativas. Dá para perceber que o percurso do padre Amstad foi longo. Com certeza. Entre 1885 e 1905, ele percorria de mula a Metade dos gaúchos está, de alguma forma, ligado ao cooperativismo. Como em Panambi, por exemplo, mesmo quem não é associado ou colaborador, é cliente da Cotripal. vasta extensão territorial da paróquia de São Sebastião do Caí. E foi neste período que ele percebeu as carências dos imigrantes. Então, no ano de 1899, o padre Amstad lança sua plataforma cooperativista e associativista, fundando o Bauerverein Associação de Agricultores, que posteriormente se tornou uma cooperativa. No total, ele desenvolveu, durante 38 anos, atividades pastorais e percorreu, segundo depoimentos, cerca de 80 mil quilômetros no lombo de mulas uma média de 40 quilômetros por semana. Como esta história afeta o dia a dia de cada gaúcho? De diversas maneiras. Metade dos gaúchos está, de alguma forma, ligado ao cooperativismo. Como em Panambi, por exemplo, mesmo quem não é associado ou colaborador, é cliente da Cotripal. Além disso, 82% dos agricultores gaúchos estão filiados às cooperativas. Sem isso, os pequenos e médios produtores já teriam abandonado a atividade por falta de estrutura e dificuldade de investimento. As cooperativas auxiliam os produtores na medida em que têm assistência técnica, custeios das lavouras, garantias na comercialização das safras, entre outros benefícios. O que quero dizer é que não há outro tipo de organização que auxilie tanto as pessoas como as cooperativas, nem mesmo o Estado. Como o senhor avalia os resultados do Ano Internacional das Cooperativas? O mais importante deste destaque foi a visibilidade que o cooperativismo teve. Além disso, o momento foi ideal para mostrar ao mundo que existe mais de uma forma de fazer negócios e que, em uma economia globalizada, todos nós devemos trabalhar juntos, com um modelo centrado nas pessoas e não no dinheiro. O que desejamos é inserir as pessoas no centro das decisões econômicas e não ficar à mercê dos acontecimentos. Como disse a ONU, as cooperativas constroem um mundo melhor. O que é possível esperar para o futuro com o cooperativismo? Em longo prazo, há indícios de que o mundo será de cooperação entre os seres humanos. Quando tratamos de médio prazo, haverá uma reestruturação do agronegócio, inclusive já fizemos um projeto para montar sete novas plantas agroindustriais, com investimento de R$ 2 bilhões. Além disso, esta novidade gerará 15 mil empregos diretos e mais 40 mil indiretos. Isto é uma tentativa de segurar o homem no campo, principalmente os jovens e oferecer melhor qualidade de vida. E, em curto prazo, o cooperativismo está sendo visibilizado de forma mais concreta. janeiro

8 Cooperativismo Sescoop/RS promove o 15º Seminário Gaúcho do Cooperativismo O evento lembrou a história do cooperativismo gaúcho, promoveu reflexões e debates sobre o tema e ainda projetou possíveis aprimoramentos para o sistema. Ocorreu, nos dias 29 e 30 de novembro, o 15º Seminário Gaúcho do Cooperativismo. Promovido pelo Sescoop/RS, o tema do evento foi Princípios do cooperativismo: teoria e prática na atualidade. Segundo o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Vergilio Perius, o objetivo foi discutir a identidade do cooperativismo no novo milênio. A abertura do Seminário, que ocorreu na PUCRS, em Porto Alegre, se deu com a recepção da Cavalgada do Cooperativismo Caminhos do Padre Amstad, que refez o trajeto percorrido pelo padre cooperativista no Rio Grande do Sul, mais de cem anos atrás. Um grupo de cavalarianos adentrou o local do evento com as bandeiras do Brasil, do Rio Grande do Sul, de Porto Alegre, do Sescoop/RS e da ONU, que declarou 2012 o Ano Internacional das Cooperativas, e as entregou a autoridades políticas e cooperativistas. As comunidades gaúchas abençoadas pelo cooperativismo estão agradecidas. É possível fazer um mundo melhor através das cooperativas, afirmou o comandante da Cavalgada, Elton Saldanha. Perius agradeceu aos homens e mulheres que participaram da Cavalgada, pelo esforço e pelo orgulho que demonstraram ao percorrer o Estado levando as bandeiras, em um projeto de intercooperação que integrou diversos ramos e regiões. O presidente agradeceu também à Cootravipa, cooperativa de Trabalho de Porto Alegre que acompanhou todo o trajeto fazendo a limpeza do caminho percorrido. A Cotripal esteve representada por seu gerente de Comunicação e Marketing, Marco André Regis, que atuou como relator dos trabalhos de intercooperação. Segundo Marco, o cenário contemporâneo de globalização exige ações mais amplas de cooperação e intercooperação do que antes. Pois, se durante a Revolução Industrial, quando surgiu o modelo moderno de cooperativismo, uma pessoa tinha de se unir a outras para sair do formato artesanal e criar linhas de produção eficientes em seu negócio, a fim de competir num ambiente de mercado industrializado, hoje, grupos de pessoas precisam se unir para ganhar escala e encarar as grandes corporações internacionais. No primeiro dia, o Seminário teve palestras de Ernildo Stein, que falou sobre Fundamentos Éticos e Doutrinários dos Princípios do Cooperativismo, e de Mailson da Nóbrega, que tratou de Perspectivas e Cenários Econômicos. A tarde foi encerrada com trabalhos em grupo, que dividiram os participantes em reflexões a respeito de cada um dos sete princípios. A abertura do Seminário contou com as presenças do ministro do Trabalho e Emprego, Brizola Neto, do secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Caio Rocha, do secretário estadual de Desenvolvimento Rural e Cooperativismo, Ivar Pavan; do deputado federal e secretário da Frencoop nacional, Giovani Cherini; do superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, e do desembargador Genaro José Baroni Borges. Todas as autoridades e palestrantes receberam a moeda em homenagem ao Ano Internacional das Cooperativas, lançada com tiragem limitada pelo Banco Central em A palestra que deu início às atividades do segundo dia foi ministrada pelo advogado e doutor em Direito da Universidade de Buenos Aires, Dante Cracogna, e teve como tema Aspectos Jurídicos de los Princípios Cooperativos. Dentre inúmeros aspectos jurídicos, construídos ao longo dos 160 anos da Legislação Cooperativa, suas adequações e o papel da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), o advogado comentou sobre a grande importância e necessidade de debates e reflexões sobre o cooperativismo. Após o intervalo, os relatores dos grupos de trabalho apresentaram as reflexões feitas no final da tarde do dia anterior, acerca dos sete princípios do cooperativismo. Cada grupo respondeu às seguintes perguntas propostas pela organização do evento: Qual a importância do princípio para o cooperativismo no novo milênio, quais as dificuldades para implantá-lo e quais as sugestões para superar as dificuldades? Em seguida, o presidente Vergilio Perius abriu o último painel do Seminário, O Parlamento e o Cooperativismo Frencoops Nacional, Estadual e Municipais, juntamente com o deputado federal Giovani Cherini, deputado estadual Heitor Schuch e o vereador Mauro Zacher. Posterior à apresentação dos três parlamentares, Perius pediu a cada um deles que intercedam em suas esferas legislativas a favor do cooperativismo. O encerramento do 15º Seminário Gaúcho do Cooperativismo foi marcado pela entrega de troféus do Sistema Ocergs-Sescoop/RS a todas as cooperativas classificadas na etapa estadual do Prêmio Cooperativa do Ano 2012, promovido pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Em seguida, o Sistema também presenteou representantes dos 13 ramos de cooperativas do Rio Grande do Sul com a moeda comemorativa, criada pelo Banco Central, em homenagem ao Ano Internacional das Cooperativas. Após, os cooperativistas presentes participaram de um almoço de confraternização na PUC. Fonte: Sistema Ocergs-Sescoop/RS Fotos: Luiz Junior 08 janeiro 2013

9 Agricultura De olho no pomar O Brasil é líder mundial na comercialização de citros e seus derivados. No mercado interno, os principais produtos são as frutas frescas. Quando se trata de exportação, o suco tem papel de destaque. Mas, para que o sucesso dos negócios aconteça, é preciso manejo adequado. Os pomares destinados à citricultura são alvo do ataque de micro-organismos e de inúmeras espécies de fitófagos. Muitos deles podem causar a redução de safras e, em caso de ataque intenso, levam plantas à morte. Portanto, insetos e pragas são fatores limitantes na produção de citros, pois, quando encontram condições favoráveis ao seu desenvolvimento, causam danos irreversíveis. No verão, há maior ocorrência de larva minadora Phyllocnistis citrella, por isso, os cuidados devem ser redobrados, visto que ela ataca brotações e folhas, responsáveis pela produtividade. O adulto desta praga é um microlepidóptero de atividade crepuscular, que vive, em geral, 2 dias no verão e 12 dias no inverno, tempo destinado ao acasalamento e postura dos ovos. Cada fêmea pode colocar de 20 a 80 ovos durante sua vida. As larvas, ao nascer, já iniciam a destruição interna, alimentando-se exclusivamente das células situadas logo abaixo da pele das folhas. Elas formam galerias sinuosas cobertas com uma camada fina de epiderme, semelhante ao material plástico transparente, com uma linha escura ao centro composta pelos excrementos da larva. Isso causa redução na taxa fotossintética, queda prematura das folhas, diminuição no crescimento e, consequentemente, na produtividade dos pomares. Além dos danos causados pela minadora, ela ainda facilita a entrada de micro-organismos que causam doenças, como fungos e bactérias. De acordo com pesquisadores da Embrapa, havendo mais de três larvas por folha, as perdas em área foliar podem chegar a até 50%. Uma larva com 2 a 3 mm (milímetros) de comprimento consome de 1 a 7 cm (centímetros) da folha. Quando há uma perda de área foliar acima de 30%, os danos são suficientes para reduzir a produção até um ano após a infestação. As plantas com menos de três anos de idade têm crescimento reduzido. E os prejuízos aumentam com a brotação de verão, chegando ao seu máximo no outono. Fora isso, há os danos indiretos, entre eles, o ataque do cancro cítrico e de outras pragas, como ácaros, moscas brancas e pulgões, que se aproveitam da debilidade das folhas para penetrarem na planta, explica o engenheiro agrônomo da Cotripal, Edvaldo Junio Pires Novais. C o m b a s e nisso, o melhor método de controle é inspecionar o pomar, observando 3 brotos novos por planta. O ideal é verificar pelo menos 20 plantas, totalizando 60 brotos, diz Edvaldo. Depois disso, anotar o número de brotos com insetos, e se for constatado 20% de ataque, ou seja, 12 brotos, é recomendado realizar o controle químico. Para que o método de controle seja eficiente, precisa ser aplicado em brotações novas com, no máximo, 12 dias. Isso porque, a partir deste período, a larva da praga se encontra no seu último estádio e não se alimenta mais, esclarece o engenheiro agrônomo. Outra forma de controle da larva minadora, que tem se mostrado eficiente, é a introdução de seus inimigos naturais nos pomares, especialmente através da utilização do parasitoide Ageniaspis citrícola espécie de microvespa. Ela parasita o ovo e o primeiro estádio da larva minadora, garantindo o eficiente controle biológico, finaliza Edvaldo. janeiro

10 2012 Agricultura ano de aprendizados e conquistas O ano de 2012 jamais será esquecido, e os motivos para que isso aconteça são muitos. Entre eles, a seca prolongada no verão e a frustração da safra de inverno, em virtude das intempéries climáticas. Contudo, houve acontecimentos bons também, como o 1º Dia de Campo Pecuário e os 55 anos da Cotripal. Agora, é hora de comemorar as conquistas e aprender com os percalços do caminho. A primeira coisa a se dizer de 2012 é que foi um ano complicado, principalmente para os agricultores. Eles sofreram com a estiagem prolongada que atingiu as lavouras de verão soja e milho e foram pegos de surpresa pelas chuvas e ventos que prejudicaram as lavouras de inverno trigo. Com isso, as perdas estiveram em um alto patamar e 2012 será lembrado como um ano de frustrações no campo. O contraponto ficou por conta do mercado de commodities, que atingiu picos estratosféricos de preços e, em meio à crise, amenizou os efeitos das perdas das lavouras. Mas, neste período, também houve muitas conquistas e destaques. Alguns deles foram: o Frigorífico Cotripal recebeu a certificação do Sisbi-Poa (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal); a conquista do associado Daniel Cechilero, de Carlos Barbosa, que alimenta seu plantel com rações da Cotripal e teve uma vaca premiada no concurso Vaca Leiteira Jovem, na Expointer 2012; o Frigorífico Cotripal, em parceria com os Irmãos Soldera Agropecuária e a Tortuga, promoveu o primeiro Dia de Campo Pecuário; o destaque da ONU, (Organização das Nações Unidas) que declarou 2012, como o Ano Internacional das Cooperativas ; e, em especial, o aniversário de 55 anos da Cotripal, com o lançamento da promoção Festa Premiada. Cenário agrícola Não dá para lembrar 2012 sem pensar em seca. As lavouras de soja e milho foram frustradas, e em alguns casos ultrapassaram os 60% em perdas. Quando os produtores imaginaram que o cenário havia voltado à normalidade, com a proximidade da colheita de inverno, houve uma série de intempéries climáticas chuvas, geadas, ventos e granizos, que prejudicaram a produtividade e a qualidade das lavouras de trigo. Segundo Denio Oerlecke, supervisor do Detec Cotripal e engenheiro agrônomo, as médias de colheita da área de abrangência da Cotripal foram baixas. A média da soja foi de 20 sacas/ha, do milho 43 sacas/ha e do trigo 30 sacas/ha. Os números do trigo não ficaram tão ruins, mas a qualidade dele foi bastante prejudicada pela alta umidade nas proximidades do período de colheita. Os produtores de leite também foram atingidos, pois as pastagens não se desenvolveram dentro da normalidade, devido à seca. Além disso, os preços das rações subiram, em virtude da quebra do milho e da soja, principais grãos utilizados no preparo de rações. A Cotripal sempre tem um papel importante na vida do associado, e neste ano não foi diferente. Inclusive, houve um incremento nos auxílios prestados durante a crise. Os bancos também tiveram papel de destaque neste cenário, já que refinanciaram dívidas. Claro que os produtores vão ter que saldar os valores deixados para trás. É uma pena, porque as safras estavam indo bem e os associados capitalizados. Desta forma, conseguiam fazer melhores negócios, comprar cedo, investir em maquinários e tecnologias, explica Denio. Apesar de todos estes tropeços, ao que tudo indica, as próximas safras serão mais tranquilas e com boas produtividades, assim, todos poderão se recuperar e voltar a crescer. Além das temáticas que sempre surgem em anos de crise, outros dois temas apareceram com força em 2012 a irrigação e os seguros agrícolas. De acordo com Denio, em 2013 esses assuntos estarão em alta. As questões ligadas aos seguros devem ser bastante estudadas, até pelo que vimos acontecer com o trigo nesta última safra. E o que nós esperamos é que as ações, por parte do governo e das seguradoras, fiquem cada vez melhores e mais eficientes, para evitar perdas e endividamento dos produtores rurais. A irrigação também deve seguir entre os temas a serem tratados e estudados, nós estaremos atentos e nos manteremos informados sobre todas as novidades ligadas ao agronegócio. No entanto, vale lembrar as palavras de José Ruedell, pesquisador da CCGL TEC, que diz que irrigar uma extensa área não é tarefa fácil, pois demanda relevo adequado, água em abundância e autorização para usá-la, além de exigir baixo impacto ambiental e energia suficiente, seja advinda de hidrelétricas ou diesel. Além disso, o custo da lavoura aumenta significativamente, exigindo recursos financeiros e conhecimento técnico. O presidente da Cotripal Germano Döwich comenta que 2012 foi um ano de aprendizagem. Em anos como esse, é preciso parar, pensar e refletir. Os percalços do caminho contribuem para que haja planejamento do futuro e trazem à tona assuntos esquecidos. Além disso, mostra que é preciso estar prevenido para evitar maiores problemas. 10 janeiro 2013

11 Mercado de grão apresentou elevação nos preços O ano de 2012 foi marcado pelos níveis recordes nos preços dos grãos, especialmente soja e milho. As cotações da Bolsa de Chicago e o preço pago aos produtores estiveram no mais alto patamar da história. A soja atingiu picos de US$ 18,04 o bushel. O milho chegou a US$ 8,31. E o trigo alcançou US$ 9,48, no entanto, esta não foi a cotação mais alta da história quando se trata deste grão. Em março de 2008, o valor do bushel alcançou US$ 13. Os preços no mercado interno acompanharam as altas na Bolsa de Chicago. A soja chegou a R$ 77,04 a saca, o trigo a R$ 33,54 e o milho a R$ 29,04. João Carlos Pires, supervisor do departamento comercial da Cotripal, explica que a elevação dos preços esteve relacionada com as perdas nas safras da América do Sul, especialmente Brasil e Argentina. Mas o aumento nos valores também foi influenciado pelas quebras nas lavouras de milho dos Estados Unidos e de trigo do Leste europeu. Ainda há indicativos de que a exportação de milho do Brasil seja recorde, mas os números não foram finalizados. Vale lembrar que a quebra na safra de milho ficou restrita ao Rio Grande do Sul. Nos demais estados, tanto o milho da safra de verão como o da safrinha obtiveram produtividade recorde. E, por isso, os níveis de exportação chegaram a, aproximadamente, 20 milhões de toneladas, esclarece João Carlos. O dólar foi outro que auxiliou na elevação dos preços. O valor máximo da moeda norte-americana foi de US$ 2,1270. Isso mostrou que a estratégia do governo de manter o dólar em um patamar mais alto melhorou a competitividade dos produtos brasileiros no mercado externo. Tanto que o milho e mesmo o trigo, que não se destacava nas exportações, tiveram papel importante nos negócios. Tenho ouvido muito que 2012 é um ano para esquecer, mas não sou desta teoria. Para mim, é um ano para lembrar e aprender com as dificuldades. Uma das lições incide sobre as questões de planejamento e tecnologia, que ainda são os maiores aliados dos produtores. Além disso, todos devem manter reservas financeiras e investir com consciência para passar pelos períodos difíceis com mais tranquilidade, diz João Carlos. O universo da Cotripal Dentro do contexto agrícola, as circunstâncias foram difíceis, mas a Cotripal também teve bons momentos nesse ano. O primeiro que pode ser ressaltado é a ONU ter declarado 2012 como Ano Internacional das Cooperativas, o que deixou o cooperativismo mundial em evidência. De acordo com Marco André Regis, gerente de Comunicação e Marketing da Cotripal, a ONU ofereceu o destaque às cooperativas pois percebeu que, para construir um mundo melhor, mais seguro, justo e igualitário, é preciso incentivar o cooperação entre as pessoas. O Frigorífico Cotripal também teve um ano importante, com dois momentos de destaque. O primeiro foi a certificação do Sisbi-Poa (Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal), que permite ao estabelecimento comercializar seus produtos em todo o território nacional. Esta certificação é excelente, tanto para o frigorífico como para os consumidores, pois padroniza os procedimentos de inspeção de produtos de origem animal para garantir inocuidade e segurança alimentar, conta Marco André. O segundo destaque de 2012 foi a realização do 1º Dia de Campo Pecuário. O evento teve o intuito de apresentar as necessidades do Frigorífico Cotripal para os criadores de gado de corte. Desta forma, ganha o estabelecimento, que produz carnes de qualidade, e ganham os produtores, que recebem pela qualidade do animal entregue, esclarece o presidente da Cotripal. Para finalizar, vale lembrar que em 2012 a Cotripal completou 55 anos de sua fundação. E apesar de ter sido um ano de muitas dificuldades, também foi um período de conquistas e fortalecimentos. A Cotripal, nestes anos, escreveu uma história bonita, tornou-se referência em cooperativismo e é reconhecida por seu trabalho. Esperamos que 2013 seja um ano melhor, repleto de altas produtividades e conquistas em todos os setores da Cooperativa, afinal, como diz o nosso slogan, juntos somos mais, conclui o gerente de Comunicação e Marketing. janeiro

12 Tbio Iguaçu Tbio Itaipu BRS Parrudo Tec 003/12 BRS 327 Tbio Sinuelo Quartzo Tbio Alvorada Tbio Pioneiro Tbio Mestre Fundacep 52 Amestista CD 114 BRS Guamirim Campeiro BRS 328 Tec Frontale Fundacep Horizonte CD 122 Mirante Tec 002/12 Fundacep Vigore BRS 331 CD 124 CD 1550 Topazio CD 123 Fundacep Bravo Fundacep Raízes Tbio Seleto Campo Experimental Cotripal Avaliação de cultivares de trigo com uso de redutor de crescimento Safra em sacas/ha 48,4 47,9 47,7 51,2 50,9 50,2 52,3 55,0 54,7 54,0 60,4 59,8 59,5 58,9 58,5 58,0 57,9 57,6 57,5 57,4 56,8 56,7 62,7 62,0 61,9 61,8 64,5 63,6 66,6 65,9 (sacas/ha) 12 janeiro 2013 Quartzo Mirante Campeiro Ametista Topázio Tbio Pioneiro Tbio Itaipu Tbio Iguaçu Tbio Seleto Tbio Alvorada Tbio Mestre Tbio Sinuelo CD-123 CD-124 CD Tabela com dose e data de uso do redutor de crescimento (Moddus) Cultivar Data da aplicação 10/ago 10/ago 06/ago 10/ago 10/ago 17/ago 10/ago 10/ago 06/ago 10/ago 10/ago 10/ago 06/ago 17/ago 10/ago Dose de Moddus (ml/ha) 400 Cultivar Fundacep 52 Fundacep Vigore Fundacep Bravo Fundacep Horizonte Fundacep Raízes TEC Frontale TEC 002/12 TEC 003/12 BRS Parrudo BRS Guamirin BRS 327 BRS 328 BRS 331 CD-114 CD-122 Data da aplicação 06/ago 10/ago 17/ago 10/ago 06/ago 17/ago 17/ago 17/ago 06/ago 06/ago 10/ago 10/ago 06/ago 06/ago 10/ago Dose de Moddus (ml/ha) Dados do ensaio de cultivares:. Data de plantio: 14/06/2012. Adubação de plantio: DAP 200 kg/ha Cloreto de potássio: 100 kg/ha. Aplicação de Nitrogênio em cobertura: 125 kg/ha de uréia em 27/07/ kg/ha de uréia em 13/08/2012. Aplicação de fungicida: 4 aplicações em 02/08, 20/08, 06/09 e 21/09 em todas as cultivares

13 Tbio Itaipu Tbio Sinuelo Fundacep 52 Tbio Mestre Mirante Campeiro CD 124 BRS 331 CD 114 Tbio Alvorada CD 1550 CD 122 BRS 328 Quartzo BRS Guamirim BRS 327 Tbio Iguaçu CD 123 Ametista Fundacep Raizes Fundacep Vigore Topazio BRS Parrudo TEC 002/12 TEC 003/12 TEC Frontale Tbio Seleto Tbio Horizonte Fundacep Bravo Tbio Pioneiro Avaliação de cultivares de trigo sem uso de redutor de crescimento Safra em sacas/ha 57,5 56,5 56,4 56,3 56,3 56,0 55,7 55,7 55,4 54,9 54,4 54,4 54,0 53,7 53,5 53,3 52,6 52,6 51,1 50,5 50,0 49,6 49,3 49,2 47,4 46,4 44,1 43,8 38,2 36,9 (sacas/ha) Observações referentes ao uso de redutor de crescimento (Moddus) Nesta safra, a cultura do trigo foi atingida por condições adversas de clima, principalmente pelo excesso de chuva, ventos fortes, granizos e geada. E isso favoreceu o acamamento da cultura. Em função disso, observou-se excelente resultado quando foi utilizado o Moddus redutor de crescimento. Ele evitou, de forma eficiente, o acamamento do trigo, resultando em expressivo aumento da produtividade na grande maioria das cultivares. Na comparação dos dois gráficos, é possível observar as diferença de produtividade. janeiro

14 Brasil produzirá 3% mais carne bovina em 2013, aponta Rabobank A produção da carne brasileira deve ter um aumento de 3% em 2013 em relação a este ano, apontaram os analistas do banco Rabobank, Guilherme Melo, Don Close e David Nelson, em relatório ao mercado. A expectativa é baseada na continuidade da maior oferta de boi gordo para o abate. Embora a oferta aumente, o espaço para uma queda ainda maior nos preços do boi gordo está limitada ao fornecimento de carne bovina do resto do mundo. E o que se percebe é uma estagnação do produto oriundo de outros países, o que ajudará a aumentar a demanda por carne bovina brasileira, indicam os analistas. Além disso, a produção das carnes de aves e suínos diminuirá como resultado do aumento dos preços de grãos, citam. No contexto, os especialistas esperam que as margens das empresas brasileiras do setor devem continuar melhorando. Fonte: Após um ano de perdas, agricultura do Rio Grande do Sul está se reerguendo, diz Fetag A Fetag (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Rio Grande do Sul) realizou uma coletiva para apresentar o balanço de 2012 na produção agrícola gaúcha. Para a entidade, 2012 foi um ano difícil. A estiagem no início do ano provocou perdas de mais de 50% em culturas como soja e milho. No entanto, para o presidente da entidade, Elton Weber, a agricultura gaúcha está se reerguendo, em virtude de créditos emergenciais destinados aos produtores. Com esses incentivos, a expectativa é de um 2013 muito mais produtivo e com boa safra. Foi um ano de muita preocupação, desafios, mas que a agricultura não se intimidou ao ponto de recuar; ao contrário, na metade do ano, os agricultores negociando dívidas, retomando sua capacidade de financiamento e prevendo e plantando uma nova safra, analisou Weber. O presidente da Fetag anunciou ainda programas destinados à irrigação no Estado. Serão construídas cisternas e casas nas regiões mais afetadas pela seca e que também tenham índices de desenvolvimento humano mais baixos. Fonte: Percentual de embalagens de agrotóxicos com destinação adequada aumenta 8% Mais de 34,6 mil toneladas de embalagens de agrotóxicos usadas nas propriedades rurais do país, entre janeiro e novembro de 2012, foram tratadas adequadamente e até reaproveitadas. O volume é 8% maior do que o levantado pelo Sistema Campo Limpo, no mesmo período de Isso mostra que o sistema atingiu a maturidade e se tornou uma rotina na cadeia de produção, avaliou João Cesar Rando, presidente do InpEV (Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias), formado por 95 empresas e dez instituições de outros segmentos. O Brasil é um dos líderes dessa cadeia de reciclagem e, segundo dados da entidade, 80% do volume total de embalagens colocadas no mercado são recolhidos e tratados adequadamente. Ainda assim, o sistema não alcança todo o país. Desde que a logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos se tornou obrigatória há dez anos agricultores, fabricantes e comerciantes se organizaram para atender às novas regras. Pelo sistema, cada agente da cadeia produtiva assume algumas responsabilidades para cumprir as determinações previstas na Política Nacional de Resíduos Sólidos. Enquanto os consumidores se comprometem a devolver as embalagens após o uso dos defensivos, o comércio fica obrigado a receber e armazenar esses resíduos. As indústrias têm o compromisso de tratar o material e transformar as embalagens em novas ou em outros produtos como conduítes tubos de ferro ou plástico usados na construção civil. Há um crescimento do mercado agrícola, com mais produção e maior uso de tecnologia, com isso, está aumentando o volume de embalagens pós-consumo, explicou Rando, ao destacar que o volume totalizado nos 11 meses de 2012 mostra que o agricultor das regiões produtoras tem respondido proporcionalmente ao incremento da atividade. Rando explica que as unidades de recebimento e o processo de recolhimento e transformação estão concentradas nas regiões onde a agricultura é mais intensa, mas reconhece que é preciso ampliar as medidas para outros estados, com modelos diferenciados. Estamos na fase de sintonia fina. Em alguns estados, onde a agricultura é menos expressiva, há sempre um trabalho de melhoria a se fazer para buscar um comprometimento maior dos agricultores e revendedores, disse. Segundo ele, as empresas têm estudado alguns modelos para que a cadeia de reciclagem de embalagens chegue a essas regiões, como muitos estados da Amazônia brasileira. Não há regiões que tenham problemas tão sérios que precisem ser priorizadas, mas atuamos onde podemos criar mecanismos que ajudem a melhorar o índice de retirada dessas embalagens do campo, que pode se tornar até um problema de saúde pública, acrescentou. A tendência é que os fabricantes estabeleçam uma espécie de calendário para essas regiões, definindo um período fixo para o recolhimento dos resíduos. Isso atenderia a regiões de horticulturas, por exemplo, que, geralmente, estão mais afastadas, explicou. A intenção dos responsáveis pela logística reversa é estimular o envolvimento desses produtores menos habituados à prática a partir de campanhas educativas. Fonte: Frete será 30% mais caro devido à logística precária, diz Agroconsult Os gargalos logísticos e uma frota de caminhões aquém do necessário encarecerão o frete para transporte da safra agrícola brasileira em 30% no ciclo 2012/2013, estima o sócio-diretor da Agroconsult, André Pessôa. Não fizemos nenhum investimento em logística e já estamos com frota de caminhões reduzida, afirmou após reunião do Cosag (Conselho Superior do Agronegócio), que discutiu perspectivas para o setor em 2013 na Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Segundo Pessôa, por causa disso, os agricultores não se beneficiarão totalmente da combinação mais do que favorável vinda da desvalorização cambial com preços internacionais remuneradores. Ainda assim, Pessôa prevê que a rentabilidade será muito positiva para milho e soja. No caso do milho, estimou que as exportações brasileiras continuarão firmes. Além disso, a oferta só deve crescer com a safrinha, a ser plantada no inverno. No verão, a área cultivada com o cereal 14 janeiro 2013

15 diminuiu de 7,55 milhões de hectares em 2011/12 para 7,14 milhões de hectares em 2012/2013, conforme a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Os preços vão continuar elevados no 1º trimestre de 2013, disse, projetando US$ 7 o bushel, em média, na Bolsa de Chicago. Para a soja ele também vê bons resultados para o agricultor brasileiro. 60% do farelo de soja brasileiro já foi comercializado. A ração permanecerá muito cara no 1º semestre do ano que vem. Já no 2º semestre, vai depender do tamanho da safra dos Estados Unidos, acrescentou. A Agroconsult projeta preço médio da soja de US$ 13,50 o bushel no atual ano-safra. A consultoria estimou a produção brasileira de soja em 83 milhões de toneladas em 2012/2013, acima dos 82,6 milhões de toneladas esperadas pela Conab. No caso do milho, a previsão é de 70 milhões de toneladas, sendo 33 milhões de toneladas no verão e 37 milhões de toneladas na safrinha Fonte: Rio Grande do Sul terá investimentos de R$ 187 milhões para irrigação O Rio Grande do Sul vai receber um incentivo expressivo para sua produção agrícola. O estado gaúcho terá investimentos de R$ 187 milhões para a criação de três perímetros de irrigação Canal Jaguari, Canal Taquarembó e Arambaré, que abrangem hectares. Os recursos serão disponibilizados pelo Programa Mais Irrigação, lançado em 13 de novembro de 2012 pelo Ministério da Integração Nacional. Entre os municípios nos quais se encontram os perímetros contemplados no Mais Irrigação estão Arambaré, Lavras do Sul, Rosário do Sul e Dom Pedrito. A expectativa é de que o programa possa criar, no Rio Grande do Sul, aproximadamente 19 mil empregos, beneficiando cerca de 70 mil pessoas. O Programa Mais Irrigação visa contribuir para superar a pobreza extrema e promover o crescimento sustentável de todo o Brasil. Estão previstos investimentos na estruturação de cadeias produtivas da agricultura irrigada por meio de parcerias público-privadas, desenvolvendo a economia regional de forma sustentável, gerando mais emprego e renda, e levando mais alimentos de qualidade para a mesa dos brasileiros. O investimento total está estimado em R$ 3 bilhões, por meio do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento). Outros R$ 7 bilhões devem ter origem na iniciativa privada. Além do Rio Grande do Sul, o Mais Irrigação vai atuar em 15 estados: Alagoas, Pernambuco, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Paraíba, Ceará, Piauí, Rio Grande do Norte, Minas Gerais, Roraima, Sergipe e Tocantins. São 538 mil hectares de projetos com vocação para a produção de biocombustíveis, fruticultura, leite, carne e grãos, que irão incluir os agricultores familiares na cadeia produtiva, garantindo mercado, assistência técnica e preço justo. Fonte: Plantio de soja transgênica no Brasil atinge quase 90% do total O plantio de soja transgênica do Brasil deverá atingir 24,36 milhões de hectares na temporada 2012/13, ou quase 90 por cento da área total semeada com a oleaginosa, apontou estudo da consultoria Céleres. Na safra 12/13, com plantio de soja praticamente encerrado, a área total foi estimada pela consultoria em 27,46 milhões de hectares. Comparando com a safra anterior, projeta-se um crescimento de quase 3 milhões de hectares na área semeada com variedades de soja geneticamente modificada, afirmou a Céleres, em relatório. Segundo a consultoria, o avanço no uso da tecnologia ocorre com agricultores motivados por mais um ano de margens favoráveis, após recordes no preço da oleaginosa na bolsa de Chicago neste ano. A soja transgênica utilizada no Brasil é tolerante a herbicidas, o que permite aos produtores um controle mais eficaz de ervas daninhas. Os produtores brasileiros investem cada vez mais em tecnologias que favorecem os ganhos de produtividade, como forma de potencializar o retorno da atividade, observou a Céleres. De acordo com a consultoria, a área total na safra 2012/2013 deve crescer 2,3 milhões de hectares. A Céleres estima uma produção recorde de 79 milhões de toneladas de soja em 2012/13, crescimento de quase 20% ante o volume registrado na temporada passada, quando a seca afetou a produção no Sul e o país cultivou uma área menor. Fonte: Complexo soja e milho sustentam balança comercial do agronegócio As exportações do complexo soja e milho sustentaram o desempenho da balança comercial do agronegócio brasileiro nos 11 primeiros meses do ano. No acumulado de janeiro a novembro de 2012, as exportações de produtos agropecuários geraram receita de US$ 88,65 bilhões, valor 1% acima do verificado em igual período do ano passado. A receita das exportações do complexo soja no período cresceu 11%, enquanto a do milho aumentou 87%. Os cálculos sem as commodities do complexo soja e milho mostram queda de 6% na receita das exportações do agronegócio, para US$ 58,6 bilhões. Os dados da balança comercial do agronegócio foram divulgados pela Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura. Segundo o levantamento, nos primeiros onze meses de 2012 as importações do agronegócio recuaram 5%, para US$ 15,09 bilhões. O superávit foi de US$ 73,56 bilhões. A participação do setor no total das exportações brasileiras cresceu de 37,5% no ano passado, para 39,8%. O levantamento mostra que as vendas externas de soja em grãos em 2012 atingiram US$ 17,3 bilhões, valor 11,2% acima do verificado no acumulado até novembro de Os embarques de farelo de soja cresceram 15%, para US$ 6,14 bilhões. A receita com exportação de óleo de soja cresceu 0,3%, para US$ 2 bilhões. O complexo carnes, que ocupa o segundo lugar entre os segmentos do agronegócio, apresentou queda de 0,6% na receita, para US$ 14,3 bilhões, devido à redução do preço médio, pois o volume exportado cresceu 3,7%. A carne de frango apresentou queda de 5,8% na receita, para US$ 6,53 bilhões, também pressionada pela retração de 4,2% nos preços, uma vez que o volume embarcado se manteve estável. As exportações de carne bovina cresceram 6,4% em valor, sustentadas pelo aumento de 12,3% no volume embarcado, uma vez que preço médio caiu 5,2%. As vendas externas de carne suína cresceram 4,2% em receita, que atingiu US$ 1,39 bilhão. O aumento de 12% no volume exportado compensou a queda de 7% observada no preço médio. Fonte: janeiro

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17 Denio Oerlecke Supervisor do Departamento Técnico Agronômico Direto do campo por Denio Oerlecke Atenção com as doenças neste início de ano O ano de 2012 encerrou muito bom para os produtores da área de abrangência da Cotripal. As chuvas chegaram em quantidades adequadas e favoreceram o bom desenvolvimento da soja. Elas mantiveram a umidade do solo e do ambiente. Se formos voltar um pouco na memória, a virada de 2011 para 2012 não era animadora, visto que se apresentava uma estiagem que prejudicou a cultura. Sempre torcemos por um clima como este, no entanto, as precipitações, que são boas para a soja, permitem o aparecimento da ferrugem nas lavouras. Ela é uma doença muito agressiva, mas é controlável, desde que seja feita a aplicação preventiva de fungicida. Se a ferrugem se instalar e não houver controle, há grandes chances de ocorrer uma queda significativa de produtividade, ainda mais porque as previsões pluviométricas para janeiro apontam bastante chuva. Alguns produtores já realizaram essa atividade, mas o momento exige observação constante. Quem merece atenção também neste início de ano são as lagartas. Elas têm aparecido em muitas lavouras da região, porém, a maioria dos produtores já fez o controle preventivo desta praga. No ano passado, em virtude do tempo seco, pragas como tripes e ácaro se desenvolveram em grande escala, e o mesmo pode acontecer neste ano com as lagartas. O clima mais úmido e quente favorece o seu aparecimento e desenvolvimento, por isso, o agricultor deve ficar atento à sua lavoura. Mais adiante pode aparecer o percevejo, mas o produtor deve verificar e observar se já ocorre incidência. O milho também apresentou ótimo desenvolvimento. Algumas áreas foram prejudicadas pela geada no final do inverno. Em virtude disso, estimamos que cerca de 500 hectares na nossa região foram replantados com soja ou milho. No momento, o milho está na fase de enchimento de grão, finalizando seu ciclo. Vários produtores já estão fazendo silagem, que tem demonstrado uma excelente produtividade e qualidade. De maneira geral, as plantações apresentam bom aspecto, dando indícios de uma boa produtividade. Vale frisar a importância de estar atento às doenças da lavoura neste início de ano. A ferrugem, por exemplo, pode acarretar perdas de 70 a 80% da produtividade de uma lavoura, como aconteceu em 2007 em algumas áreas da região. Ela é tão grave quanto uma seca, porém tem controle, então, é preciso fazer as aplicações dentro dos intervalos indicados para evitar prejuízos. Ocorrência de chuvas/dezembro precipitação (mm) Panambi Condor Belizário Esquina Beck Mambuca Gramado Pejuçara Capão Alto S. Bárbara Ajuricaba janeiro

redução dos preços internacionais de algumas commodities agrícolas; aumento dos custos de

redução dos preços internacionais de algumas commodities agrícolas; aumento dos custos de Desempenho da Agroindústria No fechamento do primeiro semestre de 2005, a agroindústria registrou crescimento de 0,3%, taxa bastante inferior à assinalada pela média da indústria brasileira (5,0%) no mesmo

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