Familiares de trabalhadores da construção participam de curso de Inclusão Digital

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1 INFORMATIVO SINDICATO DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL NO ESTADO DO PARANÁ 15 l MAIO l Familiares de trabalhadores da construção participam de curso de Inclusão Digital Começaram dia 12 de maio as aulas de Inclusão Digital, promovidas pelo Sinduscon-PR, em parceria com o SESI. O curso é oferecido gratuitamente a filhos e esposas dos trabalhadores da construção civil. Leia mais na página 5. CONSTRUÇÃO CIVIL CBIC e Sinduscon-PR discutem cenário atual da sustentabilidade no setor Página 3 CASA PRÓPRIA Feirão da CEF, que começa dia 15/05, oferece mais de 10 mil moradias Página 4 LINHA DE CRÉDITO CMN reduz exigências para contratação de linha de capital de giro da CEF Página 6

2 Cursos e eventos Diretoria Executiva Gestão 2007/2010 Presidente Hamilton Pinheiro Franck 1º Vice-presidente Normando Antonio Bau 1º Vice-presidente Administrativo Ubiraitá Antônio Dresch 2º Vice-presidente Administrativo Fredy Henrique Chevalier 1º Vice-presidente Financeiro Sérgio Gugelmin Motter 2º Vice-presidente Financeiro Waldemar Trotta Junior Vice-presidentes de Áreas Técnicas Política e Relações do Trabalho Euclésio Manoel Finatti Responsabilidade Social Gabriel Raad Indústria Imobiliária Hugo Peretti Neto (Relações com o Mercado), Nelson Luiz Campos Figueiredo (Habitação de Interesse Social) Obras Públicas José Eugênio Souza de Bueno Gizzi Tecnologia Renato Cláudio Keinert Junior Prestação de Serviços Sérgio Buerger Meio Ambiente Tiago Colaço Guetter Conselho Fiscal Erlon Donovan Rotta Ribeiro Geraldo Vieira Roberto Damiani Cardoso Hamilton do Vale Pansolin João Carlos Perussolo José Roberto Pegoraro Delegados representantes junto ao Conselho da FIEP Hamilton Pinheiro Franck Ramon Andres Doria Fredy Henrique Chevalier Gustavo Daniel Berman Conselho Consultivo Julio Cesar de Souza Araújo Filho Ramon Andres Doria Eliel Lopes Ferreira Júnior Gustavo Daniel Berman José Luiz Schuchovski Sérgio Bromfman Felippe Arns Hélio Brüggemann de Campos, Erlon Donovan Rotta Ribeiro Renato Volpi Júnior Moisés Artur Berger Alcy Vilas Boas Volmir Selig Amilcar Rafael Greca Sérgio Augusto Campos Figueiredo Carlos Ney Santos Benghi, João Cesar Fernandes Pessoa INFORMATIVO Publicação do Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná Administração: Rua João Viana Seiler, 116 Parolin Fone (41) CEP Curitiba PR Edição: Assessoria de Comunicação do Sinduscon-PR Jornalista responsável: Fabiane Ribas (DRT: PR 4004) Projeto gráfico, diagramação e editoração: SK Editora Ltda. Impressão: JEDS Comp. Gráfica Quais as responsabilidades das empresas em relação a acidentes de trabalho? TODOS OS DESDOBRAMENTOS desta questão serão abordados no I Simpósio sobre Legislação Acidentária e Impactos na Construção Civil, que será realizado pelo Sinduscon-PR, em parceria com o SESI-PR. O evento acontecerá no dia 20 de maio, das 14 às 17h30, no auditório da entidade localizado na Rua da Glória, 175, no Centro Cívico. Na primeira palestra, que será das 14 às 15h30, o especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho, Rodrigo Meister de Almeida (membro titular do Conselho da Previdência Social no Paraná representando a FIEP), irá explanar sobre as responsabilidades civil e criminal decorrentes de acidentes do trabalho. Das 16 às 17h30, acontecerá a segunda palestra, com o especialista em Gestão Ambiental e Engenharia de Segurança, Roberto Sgrott da Silva (Coordenador Técnico de Negócio na Gerência de Projetos de Articulação Estratégica do SESI). Ele, em Sinduscon-PR comemora 65 anos e promove debate econômico PARANÁ, BRASIL E O MUNDO: Desafios e Oportunidades para a Construção Civil. Este será o tema do debate que será promovido pelo Sinduscon-PR, em comemoração aos 65 anos da entidade. O evento, que será realizado no dia 8 de junho, irá contar com a presença do consultor econômico Raul Velloso, Ph.D em economia pela Universidade de Yale, nos EUA, e Gilmar Mendes Lourenço, coordenador do Curso de Ciências Econômicas da UniFAE. A mediação do debate ficará a cargo da jornalista Cristiana Lôbo, da Globonews. Associados interessados em participar do debate devem confirmar presença pelo telefone (41) ou pelo O evento será no auditório do Sinduscon, na Rua da Glória, nº 175, Centro Cívico, a partir das 18h30. Simpósio Brasileiro de Tecnologia das Argamassas ENTRE OS DIAS 19 E 22 DE MAIO será realizado pela primeira vez em Curitiba, no Expo Curitiba), o Simpósio Brasileiro de Tecnologia das Argamassas (oitava edição - VIII SBTA). A organização do evento está a cargo da Universidade Federal do Paraná UFPR. O SBTA tem como meta divulgar trabalhos técnicos e científicos na área de argamassas em geral, incluindo revestimento de paredes e tetos, pisos, assentamento de alvenaria de vedação, assentamento de cerâmica e rejunte. O evento busca ainda contribuições inovadoras na área de matérias-primas (aglomerantes aéreos ou hidráulicos, agregados, adições e aditivos, etc.), ou trabalhos científicos que possibilitem otimização do emprego de materiais convencionais. O evento também privilegia a divulgação de estudos focados em métodos de ensaio para argamassas e revestimentos. O primeiro dia do evento é o Dia do Construtor, uma oportunidade de encontro entre o meio acadêmico, empresas e profissionais da construção civil (com foco em Curitiba e região), com a finalidade de contribuir com a melhoria da qualidade dos sistemas de revestimento nas edificações. Mais informações no site Patrocínio conjunto com Meister, irá abordar os impactos do NTEP (Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário) e do FAP (Fator Acidentário Previdenciário) nas empresas da construção civil. Interessados em participar já podem se inscrever pelo telefone (41) , ramal 451 ou 407, ou pelo O valor da inscrição é um quilo de alimento não perecível, que será destinado à Fundação Iniciativa. Serviço Dia: 20 de maio Local: auditório do Sinduscon-PR Horário: das 14 às 17h30 Inscrições: um kg de alimento não perecível Informações: (41) , ramal 451 ou INFORMATIVO

3 RESPONSABILIDADE SOCIAL CBIC e Sinduscon-PR discutem cenário atual da sustentabilidade no setor A CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) e o Sinduscon-PR promoveram no dia 5 de maio o II Seminário Regional do Fasc (Fórum de Ação Social e Cidadania) da CBIC, em Curitiba. O encontro contou com a participação de empresários, diretores da entidade paranaense, além de representantes de Sinduscons/Seconcis do Tocantins, Maranhão, Ceará, Brasília, São Paulo e Espírito Santo. Para explanar sobre o tema Cenário Atual da Sustentabilidade para a Indústria da Construção, a CBIC convidou a Diretora Vice-presidente do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), Beatriz Bulhões. Após apresentar institucionalmente o Conselho, ela destacou que as empresas ligadas à cadeia da construção civil precisam assumir seu papel de desenvolvimento sustentável, fomentando a discussão de princípios e melhores práticas. Uma empresa sustentável precisa pensar e atender os objetivos econômicos (de crescimento, inovação e eficiência), os objetivos sociais (de inclusão social, identidade cultural e desenvolvimento institucional), bem como os objetivos ambientais (ecossistema, clima, biodiversidade e capacitação técnica), defende. Neste sentido, explica Beatriz, a empresa passa a ter como foco os valores intangíveis, como reputação e marca. A nova noção de risco corporativo passa a ter foco no médio e longo prazos, com abordagem holística, firmando novas parcerias, diz. Exemplos práticos Representantes de Seconcis do Tocantins, Maranhão, Ceará, Brasília, São Paulo, Espírito Santo e Paraná participaram, no dia 5 de maio, da 4ª Reunião Ordinária de 2009 do Conselho Consultivo do Fórum de Ação Social e Cidadania Fasc/CBIC. O encontro foi realizado na sala de reuniões do Sinduscon-PR, em Curitiba. Na oportunidade, foram debatidos temas relacionados à responsabilidade social e ações desenvolvidas pelos Sinduscons/Seconcis de todo o Brasil, prospecção de patrocinadores nacionais e estratégias de comunicação para o Dia Nacional da Construção Social, bem como o Projeto de Educação na Construção. Beatriz Bulhões citou exemplos de práticas sustentáveis que podem ser seguidas por empresas da construção civil, como investir em sistema de redução do consumo de água e energia, coleta e uso da água da chuva, reuso da água, eliminação de materiais que possam significar risco ao trabalhador ou aos usuários, tecnologia para reduzir custo de limpeza e manutenção, gestão da cadeira de fornecedores que têm práticas sustentáveis, dentre outros. Após a explanação de Beatriz, Normando Bau, vice-presidente do Sinduscon-PR, sugeriu que o CEBDS convide mais empresas e entidades do setor da construção civil para discutir sobre sustentabilidade. Inscrições abertas para apresentação de cases na área socioambiental REVOLUÇÃO INDUSTRIAL, econômica, social e política no pós-crise mundial é tema da III Mostra Sistema Fiesp de Responsabilidade Socioambiental. O Comitê de Responsabilidade Social (Cores) Fiesp realiza anualmente sua mostra, com data marcada para os dias 25, 26 e 27 de agosto, na sede da entidade, em São Paulo. Voltado para o setor empresarial e universitário, o evento conta com a parceria do Departamento de Meio Ambiente (DMA), Ciesp, Sesi-SP e Senai-SP. Até o mês de julho poderão ser encaminhados cases para avaliação do Comitê e apresentação na Mostra. Serão aceitos cases que se enquadrem nas seguintes categorias: meio ambiente, nova economia, sustentabilidade, cultura, inclusão de minorias, saúde, educação, qualidade de vida, responsabilidade social e diversidade e/ou gestão de pessoas. O material, incluindo gráficos, tabelas, figuras e fotos, deverá ser enviado para o Comitê de Responsabilidade Social da Fiesp aos cuidados de Juliana Avona, à Av. Paulista, 1313, 5º andar, São Paulo, SP, CEP Os cases também podem ser encaminhados para o Mais informações pelo telefone (11) Gostou da matéria? Envie críticas e sugestões para o a INFORMATIVO 3

4 CASA PRÓPRIA Feirão da Caixa Econômica em Curitiba oferece mais de 10 mil moradias A CAIXA ECONÔMICA Federal promove, de 15 a 17 de maio, a quinta edição do Feirão CAIXA da Casa Própria, no Marumby Expo Center, em Curitiba. Considerada a maior feira do setor do País, o evento promete impulsionar o segmento habitacional em mais nove cidades brasileiras. Por aqui, serão oferecidos mais de 10 mil imóveis, entre novos, usados e na planta. O horário de funcionamento será das 10 às 21 horas, na sexta e no sábado, e das 10 às 18 horas, no domingo. O Feirão é uma excelente oportunidade de negócio tanto para quem quer adquirir um imóvel quanto para os agentes do mercado imobiliário. O evento reúne, num único espaço, representantes de toda a Evento acontece entre os dias 15 e 17 de maio cadeia da habitação: construtoras, incorporadoras, imobiliárias e cerca de 400 empregados técnicos da CAIXA, responsáveis por analisar e autorizar os financiamentos. No Feirão, o cliente pode conhecer o imóvel, dar entrada nos papéis do financiamento e até fechar o negócio. A expectativa da CAIXA é de que cerca de 40 mil pessoas visitem o Feirão em Curitiba durante os três dias do evento. Também está sendo esperada a geração de 1,5 mil negócios, com um volume de recursos da ordem de R$ 120 milhões. Participam do evento aproximadamente 60 construtoras, 100 imobiliárias e parceiros institucionais como a Associação dos Dirigentes das Empresas do Mercado Imobiliário (ADEMI), o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado do Paraná (SINDUSCON-PR), o Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI), Sindicato da Habitação e Condomínios (SECOVI), e Associação dos Comerciantes de Material de Construção (ACOMAC), que ocuparão os 77 estandes distribuídos em uma área de mais de seis mil metros quadrados. A expectativa da CAIXA é de que cerca de 40 mil pessoas visitem o Feirão em Curitiba durante os três dias do evento. Atendimento Das mais de 10 mil unidades habitacionais, cerca de quatro mil são novas e em torno de sete mil são usadas. As unidades oferecidas pela própria CAIXA (imóveis adjudicados, ou seja, que foram retomados de antigos mutuários por falta de pagamento, que somam 89 bens), pelas construtoras, incorporadoras e corretoras têm a garantia de financiamento, que pode chegar a até 100% do valor do imóvel. As linhas de financiamento para a casa própria da CAIXA atendem a todas as faixas de renda familiar, possuem prazo de pagamento de até 30 anos e prestações decrescentes. Os juros variam entre 4,5% e 11,4% ao ano, mais TR. Para aprovação do crédito é indispensável, além dos documentos de identidade e CPF, o comprovante de Serviço residência e os três últimos comprovantes de renda. Para renda informal, serão pedidos extratos bancários e fatura dos três últimos meses do cartão de crédito. Informações podem ser obtidas em todas as agências da CAIXA, ou pela Central de Telemarketing da CAIXA, que atende entre 7h e 20h, pelo telefone Para quem tem acesso à Internet, nem precisa sair de casa para fazer o orçamento. Por meio do simulador habitacional, disponível no portal do banco (www.caixa.gov.br), é possível calcular e visualizar vários cenários e valores, podendo escolher a opção que mais se encaixa no rendimento familiar. Desde a criação da ferramenta, em julho do ano passado, mais de 73 milhões de simulações foram realizadas, sendo 17,3 milhões somente entre abril e maio de Feirão da Caixa Econômica Data: dias 15 e 16/05, das 10h às 21h e dia 17/05, das 10h às 18h Local: Marumby Expo Center Endereço: Avendia Wenceslau Braz, 1046 Vila Guairá 4 INFORMATIVO

5 PARCERIA Seconci-PR e Sesi realizam aula inaugural do curso de Inclusão Digital FILHOS E ESPOSAS de profissionais da construção civil deram início, no dia 12 de maio, às aulas de Inclusão Digital que estão sendo oferecidas pelo Sinduscon/Seconci-PR, em parceria com o Sesi. O curso, que faz parte das ações de responsabilidade social da entidade, é gratuito, terá 80 horas/aula e tem como proposta favorecer o acesso aos recursos tecnológicos para quem nunca teve oportunidade de estudar informática. Ao todo, são três turmas, com 15 estudantes cada, que terão noções de digitação e serão capacitados para a utilização das principais ferramentas do Windows (Word, Excel, Power-Point). Além disso, terão acesso à Internet, viabilizando o primeiro contato com as novas tecnologias de informação e comunicação. Eles recebem integralmente o material didático e o vale-transporte para custear as despesas de locomoção. Durante a aula inaugural, o presidente do Sinduscon-PR, Hamilton Franck, destacou que este é um projeto com foco social, que visa aproximar a família do trabalhador da construção, bem como oportunizar acesso a um ensino de qualidade. Diante da turma jovem, com idade entre 14 e 30 anos, Franck deixa um conselho. Acreditem na educação. O estudo Turma integra filhos e esposas de trabalhadores da construção civil Curso irá favorecer o acesso aos recursos tecnológicos para quem nunca teve oportunidade de estudar informática permite que o cidadão vença na vida. Quem se qualifica tem maior chance de ingressar no mercado de trabalho e de crescer profissionalmente. Portanto, aproveitem esta oportunidade ímpar o máximo que podem, frisa. A gerente da Unidade de Negócios do Sesi Portão, Tânia Rinaldi, e a pedagoga do Sesi responsável pelo curso, Cheila Friedrich, dizem que este é um projeto piloto com familiares de trabalhadores da construção civil, especialmente por ser um curso de 80 horas. O aumento da carga horária foi uma demanda do próprio alunado. Por isso, aprofundamos mais os conteúdos repassados, destaca Tânia. Expectativa Os irmãos Thais da Silva França, 14 anos, e Jean Marcel da Silva França, 16 anos, estavam ansiosos para entrar em sala de aula. Eles não têm computador em casa e, no pouco contato que tiveram até hoje com a Internet, ficaram limitados a sites de relacionamento e de batepapo. Quero aprender a mexer nas ferramentas básicas para fazer os trabalhos da escola e, futuramente, ter mais chances de conseguir um bom emprego, diz Jean. GFIP ainda gera dúvidas quanto ao preenchimento A SIMPLIFICAÇÃO da liberação da CND (Certidão Negativa de Débitos), conforme a Instrução Normativa 910/2009, publicada dia 30 de janeiro, foi um dos destaques da palestra da auditora da RFB (Receita Federal do Brasil), Sandra Consuelo Chuves, dia 12 de maio, no Sinduscon-PR. Segundo a auditora, empresas que tiverem com a contabilidade regular terão a liberação imediata da CND, se toda documentação for entregue corretamente. É preciso que a GFIP esteja com os códigos certos (150 prestador de serviços, 155 proprietário ou construtora) e não pode haver divergência entre os valores declarados na GFIP e os valores efetivamente recolhidos, destaca Sandra Chuves. Apesar de a GFIP ser um documento de 1999, a maior dificuldade do contribuinte, na opinião da auditora da RFB, é quanto ao preenchimento da guia. A relação entre contratante e contratado ainda gera dúvidas ao contribuinte. Por isso, é muito importante este trabalho que o Sinduscon vem desenvolvendo em parceria com a Receita, a fim de aproximar a RFB e os contribuintes, e abrir um canal de comunicação para que possamos orientar as pessoas, bem como ouvir suas principais dificuldades, frisa. Sandra Chuves relata que, a partir de junho deste ano, Curitiba e Canela (no RS) serão cidades onde será realizado um projeto piloto de gerenciamento de obra da Receita Federal do Brasil. Com as informações repassadas pelas respectivas prefeituras (de alvarás liberados para construção e de concluídos), o órgão passará a intimar os contribuintes para que regularizem a obra. Como a Receita tem no sistema estas informações repassadas pela prefeitura, passaremos a trabalhar de forma pró-ativa com estes dados, diz. Gostou da matéria? Envie críticas e sugestões para o a INFORMATIVO 5

6 LINHA DE CRÉDITO CMN reduz exigências para contratação de linha de capital de giro da Caixa Econômica O CONSELHO Monetário Nacional (CMN) decidiu, no dia 30 de abril, reduzir as exigências feitas às construtoras para a linha de capital de giro de R$ 3 bilhões, a ser viabilizada pela Caixa Econômica Federal, com recursos da caderneta de poupança. Com a mudança, as construtoras não terão mais de constituir o chamado patrimônio de afetação para ter acesso à linha de crédito. Ótimo que o CMN tenha reduzido as exigências para liberar o capital de giro. Agora, aguardamos as regras internas da Caixa para saber se realmente as medidas surtirão efeito, destacou o presidente da CBIC, Paulo Safady Simão. De acordo com o coordenador-geral da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Esteves Pedro Colnago, com a mudança as garantias serão aquelas exigidas somente pela Caixa Econômica Federal, que está fazendo uma revisão de parâmetros. Segundo ele, também acabou o prazo final para a contratação da linha de crédito, que era dezembro de 2009, assim como o prazo para registro do empreendimento em cartório, que era até junho deste ano. Outra facilidade é o fim da necessidade de dar como garantia 130% do valor do empréstimo. Para poder pegar os empréstimos, as construtoras têm de financiar projetos habitacionais. O prazo de pagamento permanece em 60 meses, e os juros máximos de 11% ao ano, mais Taxa Referencial (TR). Se a Caixa quiser, pode cobrar menos, concluiu o coordenador. Do valor total de até R$ 3 bilhões da linha de crédito, de responsabilidade da Caixa Econômica Federal, menos de 10% (R$ 300 milhões) foram emprestados até o momento, revelou o coordenador. O objetivo é que o dinheiro chegue às construtoras. A gente estava sendo restritivo demais, disse Colnago. CBIC prevê crescimento de 3% do setor em 2009 O PRESIDENTE da CBIC, Paulo Safady Simão, avalia que o crescimento do setor em 2009 será de 3%. A previsão foi feita durante palestra realizada no Fórum Abrafati da Indústria de Tintas Revisão Ainda que tenhamos dificuldades, a previsão é de crescimento de 3%. Nosso setor tem ótima desenvoltura e podemos ter uma performance melhor do que a média dos demais setores, afirmou. Segundo Simão, o setor imobiliário certamente não atingirá o patamar de 2008, mas ainda assim não vamos fazer feio, com o crédito atingindo um resultado acima dos R$ 25 bilhões. O presidente da CBIC embasa sua previsão em três fatores: a melhora da execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em seu terceiro ano de vigência, o lançamento do Minha Casa, Minha Vida, programa habitacional do governo federal, e o início das obras de infraestrutura para a Copa do Mundo de Depois que forem definidas as cidades-sedes da Copa, terão início os trabalhos. As primeiras obras deverão ser as de mobilidade urbana, que já tem projetos prontos, disse. Diversos expositores participaram do fórum. O consultor Juan Jensen, da Tendências Consultoria, fez palestra sobre a economia brasileira em meio à crise internacional. Ele abordou o tema da construção que, segundo a previsão da Tendência, crescerá em Acreditamos, sim, que haverá recuperação do setor da construção. O resultado só não vai ser melhor porque a queda no primeiro trimestre foi muito alta. O programa habitacional lançado pelo governo recentemente contribuirá para o crescimento, afirmou. Nota Regulamentação do RET para as incorporações imobiliárias Foi publicada dia 29 de abril, no Diário Oficial da União, a Instrução Normativa 934, da Secretaria da Receita Federal do Brasil, que trata do regime especial de tributação aplicável às incorporações imobiliárias e sobre o pagamento unificado de tributos aplicável às construções de unidades habitacionais contratadas no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida. Íntegra da IN pode ser acessada site da CBIC, na área de Legislação - Instrução Normativa. Licenciamento Ambiental A Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou o PLP 12/03 (PLP 388/07 - PAC), que define as competências da União, Estados, DF e Municípios para o licenciamento ambiental. A matéria ainda será apreciada pelo Plenário, onde depende de quorum qualificado. Um dos pontos é a permissão para que a fiscalização do empreendimento seja feita por mais de um órgão ambiental. Destaque para Votação em Separado (DVS) do deputado Gerson Peres (PP/PA) permitiu construção de acordo com o relator na CCJC, com apoio da CNI, pelo qual se admite a multiplicidade de fiscalizações, mas, em contrapartida, limita a emissão de auto de infração somente pelo órgão licenciador. Com isso, impede-se que mais de um órgão possa multar, embargar ou adotar outras medidas punitivas em relação aos empreendimentos. Os demais pontos, que envolvem questões como competência do Conama para definir a tipologia dos empreendimentos que serão licenciados pelo Ibama e a competência dos Estados para autorizar a supressão de vegetação em propriedades rurais, foram objeto de debate na reunião. Integra da nota sobre o assunto está à disposição dos interessados no CBIC Legislativo, no site 6 INFORMATIVO

7 MEIO AMBIENTE Consultor ambiental orienta empresários sobre a execução do PGRCC Os associados do Sinduscon-PR que participaram do curso de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil, promovido pela entidade, tiveram oportunidade de sanar muitas dúvidas quanto a esta questão. O consultor ambiental Elcio Herbst explanou sobre a organização dos canteiros de obras, na segregação e armazenagem dos resíduos, a fim de reduzir desperdícios, viabilizar a reutilização ou reciclagem, bem como destinar adequadamente o material residual. Só desta maneira pró-ativa as empresas terão menos vulnerabilidade às sanções legais e contribuirão para melhoria da imagem do setor, quanto ao gerenciamento dos resíduos gerados na obra, frisa o consultor. Na avaliação de Herbst, a maioria dos participantes esta ciente da necessidade e Cumprindo o PGRCC, empresas terão menos vulnerabilidade às sanções legais importância do PGRCC (Projeto de Gerenciamento de Resíduos na Construção Civil), para conseguir o alvará de construção ou licença ambiental. Porém, alguns demonstraram dificuldades para implementar o projeto. Uma coisa é o documento, outra coisa é a execução das ações, comprovar os dados e os números reais do processo de gestão da obra, frisa, acrescentando que as empresas têm de cumprir com a legislação, buscar mais informações e capacitar funcionários para atender a esta demanda. O vice-presidente da área de Meio Ambiente do Sinduscon-PR, Tiago Guetter, salienta que a forte adesão ao curso demonstra a importância que as empresas associadas e o setor empresarial da construção dão ao assunto. Com o passar do tempo, o PGRCC estará consolidado nas Na avaliação do consultor, a grande dificuldade das empresas está na execução do projeto empresas e será incorporado na rotina de cada obra, considera. Gostou da matéria? Envie críticas e sugestões para o a INFORMATIVO 7

8 OPINIÃO Diminui tributação no patrimônio de afetação Reinaldo Chaves Rivera - Advogado, Assessor tributário do Sinduscon/PR PELA Medida Provisória nº 460, de , foi modificado o regime especial tributário do patrimônio de afetação (RET), que foi instituído pela Lei nº /2004. A alíquota única do RET que era de 7% passou a ser de 6% (seis por cento), incidente sobre a receita bruta mensal recebida pela incorporadora. Os impostos agregados nesta alíquota continuam os mesmos (imposto de renda das pessoas jurídicas, contribuição social sobre o lucro, PIS e COFINS). Esta diminuição, na verdade, nada mais é que o reconhecimento pelo governo federal de que a alíquota de 7% era o arredondamento para maior (em favor do fisco, pois) do somatório das alíquotas devidas pelas construtoras pelo regime do lucro presumido (base presumida de 8%, considerando o fornecimento de materiais para aplicação na obra). Isto basicamente porque a carga tributária nestes casos somente se aproxima de 7% se for considerado o adicional de 10% do IRPJ, o que nem sempre acontece e, quando ocorre, pode ser dar em níveis muito inferiores aos considerados para o arredondamento feito pelo governo anteriormente. Ou seja, a diminuição da alíquota para 6% é justa adequação da carga tributária ao caso das incorporações imobiliárias que antes eram feitas pelo regime do lucro presumido. No mais, ficam mantidas as demais regras do RET. Uma outra novidade importante trazida pela Medida Provisória nº 460/2009 diz respeito à criação de um RET para o caso de construção de moradias populares. Podemos chamá-lo de RET- Social. Dispõe a MP 460 que, até 31 de dezembro de 2013, para os projetos de incorporação de imóveis residenciais de interesse social, cuja construção tenha sido iniciada a partir de 31 de março de 2009, o percentual correspondente ao pagamento unificado dos tributos de que trata o caput será equivalente a 1% (um por cento) da receita mensal recebida. Consideram-se projetos de incorporação de imóveis de interesse social os destinados à construção de unidades residenciais de valor comercial de até R$ ,00 (sessenta mil reais) no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida - PMCMV, de que trata a Medida Provisória no 459, de 25 de março de As condições para utilização do benefício de que trata o 6o serão definidas em regulamento (ainda não editado). Até 31 de dezembro de 2013, a empresa construtora contratada para construir unidades habitacionais de valor comercial de até R$ ,00 (sessenta mil reais) no âmbito do Programa Minha Casa, Minha Vida - PMCMV, de que trata a Medida Provisória no 459, de 2009, fica autorizada, em caráter opcional, a efetuar o pagamento unificado de tributos equivalente a 1% (um por cento) da receita mensal auferida pelo contrato de construção. O pagamento dos impostos e contribuições na forma do disposto no caput será considerado defi- nitivo, não gerando, em qualquer hipótese, direito à restituição ou à compensação com o que for apurado pela construtora. As receitas, custos e despesas próprios da construção sujeita a tributação na forma do RET-Social não deverão ser computados na apuração das bases de cálculo dos impostos e contribuições embutidos na alíquota única (ou seja, IRPJ, CSLL, Pis, Cofins), devidos pela construtora em virtude de suas outras atividades empresariais. O RET-Social somente se aplica às construções iniciadas a partir da publicação da Medida Provisória 460 (que se deu no DOU de ). Por fim, a MP 460 estipula que o pagamento unificado de tributos efetuado na forma do RET- Social deverá ser feito até o décimo dia do mês subseqüente àquele em que houver sido auferida a receita. Trata-se, como se vê, de medidas salutares que visam desonerar os altos custos da construção civil com tributos. A esta medida soma-se a da diminuição do IPI para alguns itens de materiais de Construção. São, sem dúvida, medidas bem recebidas pelo setor, mas sem dúvida ainda há muito o que se fazer quanto ao complexo sistema tributário brasileiro, que mesmo com umas e outras desonerações continua a sufocar o contribuinte brasileiro, que amarga uma carga tributária total que beira os absurdos 40% do PIB.

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