INCLUINDO SOCIALMENTE JOVENS E ADULTOS ATRAVÉS DA INCLUSÃO DIGITAL

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1 INCLUINDO SOCIALMENTE JOVENS E ADULTOS ATRAVÉS DA INCLUSÃO DIGITAL Andrea da Paixão Fernandes 1 Elaine Camillo Gonçalves 2 Érica da Costa Lima 3 Juliana de Almeida Silva 4 RESUMO: O avanço das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) possibilita que se tornem visíveis na sociedade uma nova modalidade de excluídos: os excluídos digitais. A partir dessa situação a inclusão digital surge como uma nova demanda, sendo, também uma possibilidade de inclusão social. O projeto que trazemos para o diálogo neste trabalho nasce da concepção de que é necessário promover espaços de inclusão digital para pessoas jovens e adultas de diferentes níveis de escolaridade. Desenvolvido no Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira CAp-UERJ, abordamos no presente trabalho o Projeto de Inclusão Digital na Educação de Jovens e Adultos. A inclusão digital, ao permitir a construção de múltiplas redes de conhecimento, contribui para efetiva integração na sociedade dos sujeitos participantes de projetos que tem o computador e a internet como ferramentas. Essas redes construídas permitem trazer para o espaço de ensinaraprender a realidade vivida pelos jovens e adultos, considerando seus diferenciados pontos de partida e territórios de convivência. O desenvolvimento de ações voltadas para a inclusão digital é uma necessidade e, por sua vez, uma das emergências do século XXI. Ao proporcionar a inclusão social dos sujeitos participantes, o projeto IncluEJA associa o resgate de um direito que foi negado em algum momento da vida a esses jovens e adultos, aos usos e potencialidades da informática na educação de jovens e adultos (EJA), como uma forma diferente e, cada vez mais, necessária de produção de saberes. Dessa forma, vimos procurando com o projeto em tela colaborar para o resgate das cidadanias desses sujeitos, além de buscar inseri-los na cibercultura e oferecer-lhes os subsídios necessários ao desenvolvimento do raciocínio em rede. PALAVRAS-CHAVE: Inclusão, cibercultura, integração, leituras

2 2 DIÁLOGO INICIAL... O presente ensaio procura abordar a organização de um projeto de extensão universitária que tem como foco atender a uma nova modalidade de excluídos que se torna visível na nossa sociedade: os excluídos digitais. Constituindo-se a partir da compreensão de que, devido ao avanço das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) é preciso investir em outras possibilidades de letramento, o Projeto de Inclusão Digital na Educação de Jovens e Adultos IncluEJA, desenvolvido no Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira CAp-UERJ, visa atender aos jovens a partir de 15 anos e adultos de diferentes idades que veem na interação com o computador e a internet um desafio a ser superado. Segundo Rebêlo (2005, p. 1) em termos concretos, incluir digitalmente não é apenas alfabetizar 5 a pessoa em informática, mas também melhorar os quadros sociais a partir do manuseio dos computadores (...). É exatamente esta a perspectiva que desenvolvemos no projeto, uma vez que conjugamos da ideia de que a inclusão digital é, antes de tudo, uma das muitas possibilidades de se viabilizar a inclusão social de pessoas jovens e adultas. Nesse movimento que articula a inclusão digital à social, buscamos a construção de diferentes redes de conhecimento pela Web e para além dela. Com práticas socioeducativas, o que pretendemos é provocar os jovens e adultos participantes do projeto a perceberem que as TICs são um meio de ampliação de conhecimento e de produção de novas leituras de mundo. Todavia, além dessa percepção, investimos em outras leituras as literárias, por exemplo que, na associação entre o mundo do livro de literatura e o mundo virtual, permitem a tessitura de novos enredamentos e diálogos. Incluindo socialmente... incluindo digitalmente O desenvolvimento de ações voltadas para a inclusão digital é uma necessidade e, por sua vez, uma das emergências do século XXI. Ao proporcionar a inclusão social dos sujeitos participantes, o projeto IncluEJA associa o resgate de um direito que foi

3 3 negado em algum momento da vida a esses jovens e adultos aos usos e potencialidades da informática na Educação de Jovens e Adultos (EJA), como uma forma diferente e, cada vez mais, necessária de produção de saberes. Nesse movimento, o uso das tecnologias da informação e comunicação passam a ter a função de potencializar mudanças nas formas de ser e de estar no mundo dos sujeitos que interagem com a tecnologia e suas múltiplas e diversas possibilidades. Mas como essas mudanças se concretizam? Ao falarmos da inclusão social através da inclusão digital, consideramos que novas práticas sociais e vivências façam parte desse processo. A interação se faz presente e a aprendizagem se configura a partir desse movimento que é social e interacionista. O ser humano, desde que nasce, está em interação com seu grupo social, inserido em uma determinada cultura. Essa interação permanente está carregada de instrumentos e signos de que o indivíduo vai se apropriando, através de processo de internalização (DURANTE, 1998, p. 16). De acordo com Vygotsky, os sujeitos desenvolvem suas ações a partir das interações produzidas entre indivíduo e o mundo em que vive. Consideram nesse processo as dimensões históricas, culturais e sociais para a elaboração do conhecimento. Esse movimento, conforme afirma Durante, se constrói a partir das interações de cada sujeito com o seu meio. Reflete e, portanto, é constituído a partir das experiências de vida que são individuais em suas conexões com as culturas, a partir de apropriações que são suficientemente capazes de promover processos de aprendizagem, a partir dos conhecimentos elaborados. Para tanto, os diferentes contextos sociais são considerados e a aprendizagem vai se constituindo de forma diretamente relacionada às experiências coletivas. Consideramos neste ensaio que as práticas pedagógicas desenvolvidas no projeto em tela são potencializadoras de transformação social ao promoverem a reflexão, discussões e interação social tendo como ponto de partida temáticas de interesse para o grupo atendido. Essas temáticas que valorizam aspectos, sociais, políticos, históricos, ambientais, de saúde e literários, dentre outros, possibilitam a elaboração de um pensamento crítico dos/pelos próprios sujeitos participantes do projeto, a partir de

4 4 trabalho de pesquisa desenvolvido por meio do suporte do computador e da internet e, também, por meio dos diálogos produzidos no grupo. O desenvolvimento das práticas pedagógicas no IncluEJA tem nos possibilitado reconhecer que a construção crítica do pensamento e do conhecimento pelos participantes potencializa sua transformação em sujeitos autônomos, ativos, capazes de interagir de forma dinâmica com outros cidadãos, lutar por seus direitos, refletir sobre as situações cotidianas, sobre as relações de opressão com as quais se deparam e desenvolver possibilidades de leitura que apontem para uma perspectiva crítica e libertadora (SILVA & FERNANDES, 2008, p.5) O movimento de incluir digitalmente como perspectiva para a inclusão social considera que cada jovem e adulto participante traz consigo características do meio em que vive. Essas características constituem a sua história e a sua cultura que, uma vez valorizadas, possibilitam a superação dos desafios apresentados pelo uso da máquina em um momento em que se constitui como novidade. Nesse movimento, vimos procurando com o projeto em tela colaborar, não só para inserí-los na cibercultura e oferecer-lhes os subsídios necessários ao desenvolvimento do raciocínio em rede, como também com a realização de práticas que contribuam para o resgate das cidadanias desses sujeitos. Conjugamos da ideia de que múltiplas redes de conhecimento podem ser construídas pelos sujeitos participantes de projetos que têm o computador e a internet como ferramentas. Novas formas de saberes são elaboradas, através da possibilidade de acesso às várias informações disponibilizadas em rede. Contudo, sabemos também o quanto o computador e a internet ainda estão distantes da realidade de muitos jovens e adultos em processos de escolarização, seja pelas vias da educação formal ou não formal, ainda que esta pareça ser uma demanda latente neste século. Como lidar com essa questão? Colocar o computador dentro da escola é o caminho? Acreditamos que sim. Mas este não é o suficiente. Não obteremos sucesso nas práticas de inclusão se o computador estiver dentro dos espaços escolares, sem seu acesso estar garantido aos estudantes. Não obteremos sucesso se tal tecnologia ficar a

5 5 cargo de determinado professor porque ele tem mais intimidade com a máquina, ou gosta de usar o computador em suas aulas. Não obteremos sucesso se ficarmos esperando o professor de informática chegar, em realidades nas quais este profissional não existe por não fazer parte do quadro de profissionais da escola. Mais uma vez a mesma questão se apresenta: como lidar com essa questão? O fracasso na aprendizagem, característico das desigualdades sociais, marca o sistema educacional brasileiro há muitas décadas. Uma das consequências desse fato é o alto índice de analfabetismo total e funcional verificado entre jovens e adultos brasileiros. Assim, os compromissos relativos à alfabetização e à Educação de Jovens e Adultos (EJA) firmados pelo Ministério da Educação (MEC), em nome do governo brasileiro, em encontros internacionais, desde a Conferência Educação Para Todos, em Jomtien/Tailândia (1990), seguido da V Conferência Internacional de Educação de Adultos (CONFINTEA), em Hamburgo/Alemanha (1997), da Cúpula Mundial de Educação, em Dakar/Senegal (2000) e, mais recentemente, da Organização das Nações Unidas (ONU) Década de Alfabetização (2003), incluem a necessidade das tecnologias digitais para o esforço de alcançar as metas da Educação Para Todos. No projeto que desenvolvemos no CAp-UERJ objetivamos transpor barreiras e preencher lacunas, possibilitando aos jovens e adultos participantes do projeto acessar o computador e a internet e, dessa forma, descobrir um vasto mundo de conhecimento. Acreditamos que, assim, e com a colaboração de bolsistas e professora, a superação das dificuldades vai se materializando. O INCLUEJA E A INCLUSÃO SOCIAL O presente projeto trabalha com o objetivo de usar o computador/internet para aproximar os alunos das TIC s, e das necessidades do mundo globalizado. Visa também a construção crítica do conhecimento entre os alunos. As aulas acontecem seguindo um planejamento elaborado pelos bolsistas junto com a professora orientadora, coordenadora do projeto. Nas reuniões de elaboração das aulas são discutidos os temas que serão trabalhados em períodos estipulados neste planejamento. Geralmente estes temas são

6 6 atuais e estão em foco. Procuramos sem pré considerar a participação e a opinião dos participantes do projeto na escolha dos temas a serem trabalhados. Dessa forma, são valorizadas suas contribuições, com a sugestão de outros temas e atividades. Este ano, como exemplo, trabalhamos com: Centenário de Tancredo Neves, 50 anos de Brasília, 90 anos de João Cabral de Melo Neto, Copa do Mundo e Eleições Encontram-se em desenvolvimento os temas Eclipse Lunar e Centenário de Noel Rosa. Com isso o desenvolvimento do projeto visa sociabilizar e engrandecer saberes em redes de conhecimento, procurando não descartar, e mais do que isso, valorizar e aproveitar os saberes trazidos pelos sujeitos participantes do projeto. As aulas têm como ferramenta principal o uso do computador. A pesquisa na internet também é uma prática constante, já que os participantes utilizam esta ferramenta de pesquisa para fazerem novas descobertas sobre a temática proposta, buscarem conteúdos que se relacionem ao tema em pesquisa e, assim, construírem ou reelaborarem seus conhecimentos, elaborando as atividades propostas. Nessa nova etapa de elaboração de atividades que se segue às pesquisas realizadas, os sujeitos partem para a confecção dos trabalhos. A partir das ferramentas Word, Excel e Power Point, produzem cartilhas, gráficos, mensagens eletrônicas, enfim, uma variedade de materiais que têm características formativa, informativa e instrucional, além de estimularem outros e novos meios de comunicação e de interação. Em todo este processo são respeitados os limites dos sujeitos participantes. Visando compartilhar as produções de cada um no grupo, cada participante apresenta seu trabalho em dia estabelecido para isto. Nesta fase utilizamos também o e- mail como outra forma de integração, onde os trabalhos e saberes são trocados entre eles e entre nós coordenação e bolsistas. Outra forma de interação com os alunos é a utilização do Blog 6, onde são postados comentários, informações, eventos e os trabalhos produzidos pelo grupo. Assim podemos nos manter atualizados e em comunicação contínua, além de ser um meio de divulgação do projeto. Cabe ressaltar que, durante a realização das atividades, pode ser observado o comportamento dos participantes. Num primeiro momento de contato com o

7 7 computador, têm certo receio e isso os leva a ter maiores dificuldades, além do fato de a maioria dos ingressantes não terem acesso à rede em casa e não poderem treinar e praticar as atividades dos encontros. Segundo os dados do PNAD 2009 que mostra que a tecnologia da informação se tornou um tema permanente, e a pesquisa registrar que o número de usuários de Internet mais que dobrou, aumentando de 31,9 milhões em 2005 para 67,9 milhões em 2009 (www.ibge.gov.br.), ainda encontramos os excluídos digitais, como relata Baggio: Estamos falando de 70 milhões de brasileiros que acessam a internet. É um dado gigante. Mas ainda são 110 milhões de brasileiros sem internet, o que cria uma casta de excluídos digitais (www.veja.abril.com.br.). Passado esse momento inicial e com mais aproximação com as ferramentas das TIC s, eles passam a desenvolver seus trabalhos com maior autonomia e com mais propriedade, sem medo de errar. Nesse processo, vai sendo superado um dos maiores desafios enfrentados pelos sujeitos participantes. Para contribuir com esse movimento, uma das metas que traçamos ao longo do processo de aprendizagem é mostrar que, errando é que surgem as dúvidas e estas, ao serem trabalhadas coletivamente, ajudam na obtenção de soluções e na troca de conhecimentos. É interessante registrar que um dos temas desenvolvidos em 2010 e que mais gerou resistências por parte dos participantes foi o intitulado Biografias. A superação dessas resistências tornou-se um desafio para nós e, com a conquista a confiança dos participantes, foi possível desenvolvê-lo. Para isso, os participantes foram estimulados a trazer nomes de personalidades da literatura brasileira. Pesquisaram sobre suas vidas e trajetórias, aprofundando os conhecimentos prévios que alguns tinham e possibilitando, também, construir novos conhecimentos. Dessa forma, foi possível analisar características que serviriam de base para a elaboração de suas autobiografias. Ainda assim, foi possível observar certa dificuldade, por parte dos sujeitos participantes do IncluEJA, na exposição de partes de suas vidas, as quais traziam inclusive certo bloqueio com o registro de memória, devido ao fato de acharem que diante das personalidades lidas, não haveria muita relevância os fatos vividos por eles.

8 8 Recorrendo aos estudos sobre o campo da memória, podemos afirmar que algumas delas são por nós esquecidas nas nossas trajetórias de vida. Esta é uma opção feita, de acordo com os processos de seleção do que queremos ou não - lembrar. Na verdade, escolhemos esquecer aqueles acontecimentos que nos trazem lembranças negativas ou de sofrimento. O modo de lembrar é individual tanto quanto social: o grupo transmite, retém e reforça as lembranças, mas o recordador, ao trabalhá-las, vai paulatinamente individualizando a memória comunitária e, no que lembra e no como lembra, faz com que fique o que signifique. O tempo da memória é social, não só porque é o calendário do trabalho e da festa, do evento político e do fato insólito, mas também porque repercute no modo de lembrar (BOSI, 1994, p. 31). Nesse movimento que é individual e, também, social, cada um e o grupo vai tecendo suas escolhas entre lembrar-esquecer a partir das relações estabelecidas. Então, como fizemos ao nos depararmos com a necessidade de conquistar o grupo para que revelassem suas lembranças? Identificando essas dificuldades elaboramos fichas onde os participantes preenchiam relatando os principais acontecimentos de suas vidas e, a partir daí, eles conseguiam conjecturar as ideias, inclusive em ordem cronológica, com maior facilidade e vontade de compartilhar suas histórias, o que trouxe inclusive um contentamento pessoal, observada também em outras atividades. O entusiasmo com que eles compartilharam esse trabalho nos trouxe satisfação profissional e sensação de realização. Mas, para chegarmos até aqui, foi preciso desenvolvermos um outro lado da inclusão: a convivência e o aprofundamento teórico das bolsistas com o campo da EJA. Para isso, a escolha feita foi investir na formação permanente e continuada. O grupo de bolsistas composto por graduandas na área de Educação e de Matemática, tem como espaços prioritários de sua formação: o Grupo de Estudos de Educação de Jovens e Adultos (GE-EJA), onde são lidos e debatidos textos sobre temáticas relacionadas à área em tela, o curso de extensão universitária no campo da EJA 7, além de participações em congressos, seminários e fóruns da área. Além desses espaços, o contato e a atuação junto aos participantes do projeto é outro espaço vivo de formação, onde a escuta das histórias reveladas por cada um deles

9 9 é potencializadora de novas leituras e olhares sobre as relações e interações necessárias no campo da EJA. UMA PAUSA NESTE DIÁLOGO... PORQUE O PERCURSO SEGUE ADIANTE Dessa forma, o objetivo central de incluir digitalmente e, consequentemente, socialmente, consiste em romper as barreiras de uma educação bancária que mantém e estimula a contradição, que perpetua a transmissão de valores e conhecimentos (FREIRE, 2005). Propomos também que estes sujeitos sejam capazes de gerar novas soluções para si mesmos e para a comunidade em que vivem (CASTRO, 2007, p. 329). Ou seja, o que tentamos colocar em prática é exatamente uma proposta de educação transformadora e que torne os sujeitos participantes seres capazes de questionar a realidade em que vivem e de reconstruí-la. O projeto desenvolvido no CAp-UERJ é só um grão de areia perante a vontade de mudar vidas e incluir os menos favorecidos. Pensamos que se em todas as regiões houvessem mais projetos voltados para o social, muitas pessoas teriam suas vidas mudadas e se sentiriam participantes engendrados na sociedade. A vontade e o desejo que temos é de constituir na vida desses sujeitos uma mudança, seja ela mínima ou não, através de uma educação significativa e inclusiva, dando importância ao que eles têm a contribuir para as aulas e para a sociedade em geral. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS BOSI, Ecléa. Memória e sociedade: lembranças de velhos. São Paulo: Cia das Letras, DURANTE, Marta. Alfabetização de jovens e adultos GONZÁLEZ DE GÓMEZ, M. N. Novas fronteiras tecnológicas das ações de informação: questões e abordagens. Ciência da Informação, v. 33, n. 1, MEDEIROS, L.D. e CARVALHO, M.M. Inclusão Digital como perspectiva positiva na sociedade da informação. Pesquisa Brasileira em Ciência da Informação e Biblioteconomia. Vol. 1; n IBICT.

10 10 FREIRE, I.M. Conhecimento para o desenvolvimento: reflexões para o profissional da informação. Informação & Sociedade: estudos, v. 9, n. 1, O desafio da inclusão digital. Transinformação, v. 16, n. 2, 2004a. Disponível em:http://revistas.puccampinas.edu.br/transinfo/include/getdoc.php?id=191&article=68 mode=pdf. Acesso em: FREIRE, G. H. de A. Navegando a literatura: o hipertexto como instrumento de ensino. Transinformação, v. 10, n. 2, maio/ago SORJ, Bernardo e GUEDES, L.E. Exclusão Digital : problemas conceituais, evidências empíricas e políticas públicas. Novos estud. - CEBRAP no.72 São Paulo. Julho, Professora Assistente do Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (CAp-UERJ); Professora da Rede Municipal de Educação do Rio de Janeiro; Coordenadora do Projeto Inclusão Digital na Educação de Jovens e Adultos IncluEJA ; Doutoranda em Educação (UNICAMP). 2 Graduanda do 6º período de Matemática do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Bolsista do Projeto Inclusão Digital na Educação de Jovens e Adultos. 3 Graduanda do 4º período de Pedagogia da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Bolsista do Projeto Inclusão Digital na Educação de Jovens e Adultos. 4 Graduanda do 6º período de Matemática do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Bolsista do Projeto Inclusão Digital na Educação de Jovens e Adultos. 5 Grifos do autor. 6 O acesso ao blog do IncluEJA é feito por: 7 Fazemos referência ao Curso de Extensão Universitária Educação de Jovens e Adultos nos Anos Iniciais: contexto histórico, cotidiano e currículo, realizado no CAp-UERJ.

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