INCLUSÃO DIGITAL, CENTROS DE CONHECIMENTO OU TELE- CENTROS RURAIS PROGRAMA BEIJA-FLOR - Ensino e formação Profissional -

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1 INCLUSÃO DIGITAL, CENTROS DE CONHECIMENTO OU TELE- CENTROS RURAIS PROGRAMA BEIJA-FLOR - Ensino e formação Profissional - Antonio Marcos Feliciano 1 Instituto de Planejamento e Economia Agrícola de Santa Catarina Cepa/SC Danilo Pereira 2 Instituto de Planejamento e Economia Agrícola de Santa Catarina Cepa/SC Resumo O presente trabalho apresenta uma proposta de projeto de inclusão digital no meio rural catarinense, elaborado na Secretaria Estadual de Agricultura a Política Rural do Estado de Santa Catarina e dos estudos preliminares para a implementação de um projeto piloto a ser desenvolvido em cinco municípios do oeste catarinense, quais sejam: Mondaí, Maravilha, Riqueza, Flor do Sertão e Iraceminha. Um projeto de inclusão digital deve ser encarado como algo maior que simplesmente disponibilizar recursos de hardware e software para usuários pouco familiarizados com esse tipo de tecnologia. Incluir pessoas comuns num mundo onde a dinâmica das informações atinge uma velocidade humanamente impossível de acompanhar exige um processo de participação recíproco (comunidade e organizadores) cuja conseqüência virá com o total sucesso do empreendimento. Além disso, projetos dessa natureza direcionam os usuários para um mundo completamente novo, onde as interações sociais e choques culturais são inevitáveis, conseqüências do acesso livre à internet. Nos municípios citados, há uma necessidade real de implementação de tal projeto, tendo em vista o baixo IDH (ìndice de Desenvolvimento Humano) registrado em certas áreas dessa região, e o fato de não haver espaços atrativos para o desenvolvimento de atividades recreativas e culturais para os cidadãos. Nesses municípios, o projeto será implementado com apoio do Comitê para Democratização da Informação (CDI) (www.cdi.org.br) e Fundação Souza Cruz. O projeto Beija-Flor 3 pretende através de parcerias e recursos estatais, implementar projetos de centros de conhecimentos ou tele-centros rurais, com o objetivo de levar os agricultores para o mundo virtual, incrementando seus negócios, abrindo oportunidades de renda, novos conhecimentos, proporcionar à juventude rural um novo espaço de atuação e participação social. Este projeto está planejado para ser executado em 4 anos, com a atuação em todos os municípios de Santa Catarina, sendo que serão construídos 400 Núcleos com no mínimo 5 computadores em cada, o que totaliza computadores instalados. Estima-se como público alvo beneficiado pelo projeto, aproximadamente pessoas. Os primeiros frutos dessa investida estão sendo colhidos em Santa Catarina. Nossos agricultores possuem mais um canal de comunicação com o poder 1 Antonio Marcos Feliciano Pesquisador do Instituto Cepa/SC, Bacharel em Ciências Sociais pela UFSC. 2 Danilo Pereira - Gerente de Informação e Análise do Instituto Cepa. Mestre em Mídia e Conhecimento pela UFSC, graduado em Ciência da Computação pela UNIVALI 3 Projeto do Governo do Estado de Santa Catarina para acelerar o processo de inclusão digital no meio rural

2 público, além de estabelecerem em tempo real, intercâmbios dos mais diversos com outras comunidades rurais e urbanas espalhadas pelo mundo. Palavras-chave: inclusão digital, internet, desenvolvimento social. 1 Introdução Antes mesmo de iniciarmos outras linhas, abordando o tema proposto e tendo como pano de fundo uma pretensa política pública de inclusão digital e acesso ao conhecimento, cabem as seguintes perguntas: Quantos excelentes profissionais estão sendo perdidos pela exclusão digital? Quantas excelentes soluções tecnologicamente viáveis teriam sido desenvolvidas caso tivesse sido massificado o uso das ferramentas de tecnologia da informação? Portanto, até quando a sociedade brasileira vai esperar? Na história da humanidade, alguns adventos contribuíram para a idéia de que uma das saídas para as crises sociais e econômicas passa necessariamente pela adoção de medidas que visem oportunizar aos não-incluídos, acesso à informação e ao conhecimento, sobretudo, nesse início de século XXI, onde o conhecimento através do domínio das chamadas tecnologias de informação e comunicação (TICs), caracteriza um importante diferencial competitivo, tanto individual, como coletivo. Da era agrária, à era do conhecimento, muito se produziu, entretanto, talvez muito se tenha deixado de progredir, em função da desigualdade social. Ricos e pobres, letrados e analfabetos, saciados e famintos, com acesso e sem acesso, enfim, a sociedade de forma geral e especificamente a brasileira, tem muito que avançar em ações que visem o bem estar social. Somente a distribuição de ações sociais pode trazer perspectivas para o futuro. O problema que está sendo abordado, o da exclusão digital ou não-inclusão digital, também é reflexo da pouca efetividade das políticas públicas nacionais. Deter conhecimento, como veremos em dados estatísticos, significa maior estabilidade social, sobretudo quando um conjunto de ações tem seu desenvolvimento cujo fim último resume o bem estar social. O fato é que o conhecimento tornou-se fator decisivo de produção, suplantando os fatores clássicos: terra, capital e trabalho. Toffler (1994) aponta o conhecimento como substituto definitivo de outros recursos, elevando-o à condição de fonte de poder da mais alta qualidade. Em seu livro, As Mudanças do Poder, além de aponta-lo como a chave para essa mudança, argumenta que o conhecimento forma a base da nova economia, sendo assim, aqueles que detêm o conhecimento poderiam ser considerados aptos a assumir o poder. Em recente artigo para a Virtual (maio/junho 2003), Airton Embacher cita dados de Terra (2001) acerca do progresso das sociedades que estão investindo no conhecimento como forma de expandir poder, lucro e desenvolvimento. Segundo Embacher (2003), Terra aponta que na década de 1990, a inovação tecnológica respondeu por cerca de 70% do crescimento econômico mundial e entre 80% e 90% dos ganhos de produtividade; de 1995 a 1998, o setor high tech foi responsável por 35% do PIB norte-americano; investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) têm taxas privadas de retorno de 20% a 30% e taxas sociais superiores a 50%; enquanto em 1981 os investimentos em telecomunicações e informática nos EUA correspondiam à cerca de metade dos investimentos tradicionais, em 1997 passaram a responder pelo dobro dos mesmos investimentos tradicionais. Investimentos em educação são responsáveis por cerca de 25% do crescimento econômico. Para cada ano adicional de estudo do trabalhador, a produtividade aumenta em 8,5% no setor industrial e 13% no setor de serviços. Entre 1992 e 1997, houve um incremento significativo no faturamento das empresas que atuam no setor de informática no Brasil, chegando, de modo geral, a dobrar o faturamento. No mesmo período, observa-se que houve um aumento de 106% nos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), e de 90% em modernização e ampliação do parque instalado e de 88% em treinamento.

3 Os números mencionados mostram por si sós que os investimentos nas atividades que incentivam o saber incorporam maior valor agregado aos produtos gerados, trazendo maior produção econômica. Esses dados, associados a uma eficiente política social tende a tornar a sociedade mais eqüitativa. No Brasil, os números exclusão social são preocupantes e polêmicos por sua amplitude. O País possui uma população estimada pelo IBGE (2004) de habitantes. Conforme Medaest et al.(2003), baseados em dados fornecidos pelo IBGE para o Projeto Fome Zero, o Brasil possui um contingente de excluídos de cerca de 46 milhões de pobre e indigentes. Em se tratando de Santa Catarina, Borchardt et al. (2003) argumentam que à utilização do critério da renda como parâmetro para medir os níveis de exclusão social é mundialmente utilizado e referendado por consagradas instituições que lidam com o tema. Em seu trabalho, Diagnóstico da Exclusão Social em Santa Catarina Mapa da Fome, consideram indigentes ou com renda insuficiente, aquelas pessoas que recebem até U$ 1,00/dia e consideram como indivíduos pobres àqueles que recebem entre U$ 1,00 e U$ 2,00/dia. No meio rural catarinense, 19,7% da população não possui renda suficiente; 44,9% são considerados pobres. Como dados das famílias, 17,1% pertencem ao estrato que compreende as famílias com renda insuficiente. No meio urbano, 10,5% da população é constituída por pessoas com renda insuficiente, 29,4% são pobres. 9,1% de famílias encontram-se no extrato daquelas com renda insuficiente. Na mesma publicação, são apresentados dados da população total de Santa Catarina com habitantes, dividida em: população rural, com habitantes, e população urbana, com habitantes. Em termos de exclusão digital, conforme CDI e Instituto Ethos (2004), o número de brasileiros sem acesso a internet chega aos 148 milhões de habitantes. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2004 assinala que 16,3% dos domicílios brasileiros possuem computador, 12% com acesso a internet. Para Santa Catarina os dados apresentados são os seguintes: 21% dos domicílios possuem computador, sendo que 14,5% com acesso à internet. Deve-se destacar que esse levantamento foi realizado apenas nos grandes centros, ou seja, no meio urbano dos maiores municípios de cada estado da federação. Em termos gerais, o IBGE (2001) através da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), apontava que 12,46% da população brasileira, dispunha de acesso a computador. Desse número, 8,31% à internet. Na mesma pesquisa os dados de acesso por setor de atividade, apontam a taxa de acesso à computador na ordem de 1,41%, dentro do universo dos 12,46%, e a taxa de acesso à internet em 0,64%, dentro dos 8,31%. No Brasil, iniciativas de projetos de inclusão digital estão amadurecendo. Projetos originados pela associação entre empresas privadas e o terceiro setor, além de alguns bem sucedidos projetos desenvolvidos por instituições públicas. Dentre outros, cabe ressaltar os projetos da Prefeitura Municipal de São Paulo, Prefeitura Municipal de Porto Alegre, as Ongs CDI e Ritz, empresas privadas como Bradesco, Sadia, Esso, Hp, IBM, Microsoft e muitas outras instituições que vem executando ações nesse rumo. Uma política pública mais agressiva para o setor, que contemple as várias regiões do país, ainda não se tornou realidade. Como já mencionado não seria apenas uma política de inclusão digital que resolveria todos os problemas, o Brasil necessita investir em políticas sociais gerais. Serão essas ações conjuntas que garantirão a base social sólida para o desenvolvimento de políticas que visem a inclusão digital e acesso ao conhecimento. Em Santa Catarina, inúmeras ações estão sendo desenvolvidas para melhorar a qualidade de vida de nossos cidadãos. Na área agrícola, dentre as diversas ações já implementadas, há a necessidade de levar aos pequenos produtores rurais meios de os inserir na era do conhecimento e permitir-lhes acesso a novas tecnologias de informação. O projeto Beija-Flor, que consiste numa política publica de inclusão digital, sendo o instrumento catarinense para reverter os dados de pouco acesso dos catarinenses, sobretudo os do meio rural. O conceito desse projeto está baseado em experiências consagradas já em desenvolvimento no Brasil. Os telecentros rurais ou centros de acesso ao conhecimento, ou mesmo espaços de democratização da informática e cidadania, são locais públicos e de fácil acesso, onde são disponibilizados serviços de acesso à micro computadores e internet, capacitação na área de informática, atividades culturais, dentre outras, que fortaleçam a cidadania.

4 Por fim, a ênfase do projeto é o de formar parceiros, de qualquer esfera de poder e ramos de atividade, que em conjunto com a sociedade local definirão as atividades a serem desenvolvidas. 2 O Projeto Segundo Castells (2001), Desenvolvimento sem a internet seria o equivalente a industrialização sem eletricidade na era industrial. É por isso, que a declaração freqüentemente ouvida sobre a necessidade de se começar com os problemas reais do Terceiro Mundo, designando com isso: saúde, educação, água, eletricidade, dentre outros; antes de chegar a internet, revela uma profunda incompreensão das questões atuais relativas ao desenvolvimento. Porque, sem uma economia e um sistema de administração baseados na internet, qualquer país tem pouca chance de gerar os recursos necessários para cobrir suas necessidade de desenvolvimento, num terreno sustentável.... O analfabetismo digital à que estão submetidos atualmente às famílias do campo e os pescadores é um importante fator exclusão social. A inclusão digital dos cidadãos menos favorecidos, como agricultores e os pescadores, possibilita melhoria da qualidade de vida e inclusão social, na medida em que proporciona acesso ao conhecimento necessário para ampliar as oportunidades, a empregabilidade e, portanto a renda destas pessoas. O projeto Beija-Flor, iniciativa catarinense de inclusão digital, pretende garantir aos cidadãos, sobretudo os residentes no meio rural e pesqueiro, acesso gratuito não somente ao ambiente onde estarão concentrados equipamentos de informática, mas sim, num espaço onde a cultura, a informação, a educação, o espírito coletivo, enfim, estarão sendo inseridos num local de fortalecimento da cidadania. Por tratar-se de um projeto cuja implementação possui uma complexidade maior em função não somente dos custos, mas do nível de integração que deve haver entre todos os envolvidos, desde os idealizadores, passando pelos executores, até os beneficiários. O projeto selecionará os municípios de mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O IDH varia de 0 (zero) (nenhum desenvolvimento humano) a 1 (um) (desenvolvimento humano total). Outro critério será o da implementação do projeto onde os parceiros oferecem condições totais para funcionamento. Nas próximas páginas, serão apresentados aspectos referentes ao projeto objeto desse trabalho. 2.1 Objetivos Objetivo geral Gerar oportunidade aos agricultores e pescadores, de acesso ao uso do computador e da tecnologia da informação (via internet) para ampliar suas oportunidades de trabalho, renda e de qualidade de vida, formando núcleos nas comunidades rurais e pesqueiras para a capacitação profissional em informatização Objetivos específicos Reduzir a desigualdade de acesso à tecnologia da informação das populações do meio rural e pescadores; Combater o analfabetismo e a exclusão digital, promovendo a inclusão social; Possibilitar o acesso das pessoas menos favorecidas do meio rural e pescadores à rede mundial de computadores, através da Internet;

5 Melhorar a qualidade de vida, aumentando assim a atratividade do meio rural como local de permanência das pessoas, principalmente dos jovens; Re-qualificar o espaço rural e sua força de trabalho fazendo com que sejam competitivos; Incentivar a participação popular, através dos conselhos gestores de telecentros; Oportunizar maior agregação de valor com o uso da tecnologia e acesso ao conhecimento e informação; Garantir a qualificação permanente da mão-de-obra no processo de formação de uma nova geração de agricultores, oferecendo condições para gerenciar eficientemente o próprio negócio; Garantir a universalização da educação e acesso à informação; Oportunizar ao jovem rural, por meio de equipamentos e programas de informática, o acesso a informações universais disponíveis para a construção do conhecimento intelectual e profissional; Gerar conteúdo e informações que possam ser utilizados para melhorar o processo de aprendizagem oferecendo-lhes novos horizontes de atuação; Disponibilizar programas (softwares) de gestão de propriedades agrícolas (Contagri, Planagri, Crediagri e Embrapa-Agrolivre); Disponibilizar informações governamentais, dados mercadológicos, climáticos e outras informações capazes de auxiliar na melhoria do desempenho técnico-gerencial da pequena propriedade rural. Incentivar a criação de redes de usuários que permitam a troca de experiências entre as diversas comunidades e grupos de agricultores; Prover as pequenas cidades com instrumentos tecnológicos de acesso e disseminação de informações já existentes no meio urbano, aproximando esses ambientes; Estudar a criação de linha de crédito para financiamento de equipamentos de informática, visando viabilizar sua aquisição por parte dos agricultores; Promover e incentivar a criação da rede virtual da agricultura familiar; Criar um banco local/regional de oportunidades. 3 - Opções para resolver o problema Incentivar parcerias entre instituições estatais, iniciativa privada, organizações nãogovernamentais, dentre outras instituições, visando potencializar o acesso à informação. Inclui-se a possibilidade de doação de equipamentos novos e usados e outros recursos para uso no projeto; Criar uma linha de crédito para financiamento de equipamentos de informática, visando viabilizar sua aquisição por parte dos agricultores e pescadores.

6 Criar com a comunidade atividades alternativas que contribuam para uma melhor colocação no mercado de trabalho dos beneficiários pelo projeto. 4 - Produto ou serviço a serem disponibilizados Cursos de introdução à informática, edição de textos, planilhas eletrônicas; Equipamentos e aplicativos de internet Utilização da internet no agronegócio; Gestão de pequenas propriedades com uso da informática; Aplicativos gerenciais domésticos; Acesso a dados e serviços governamentais disponíveis na internet; Oficinas culturais; Implementar programa de e-learning; Atividades sugeridas pela comunidade. 5 Metas O projeto tem por meta atingir todos os cidadãos do entorno do projeto. Além disso, foi estabelecido como metas anuais, a implementação de: 08 empreendimentos para o ano 2004; 22 para o ano 2005, e 33 telecentros a serem implementados no ano de O primeiro público alvo Quanto os municípios que fazem parte do projeto piloto e já citados nesse trabalho, estaremos nas próximas linhas descrevendo alguns aspectos para melhor situar os leitores no cenário dessa ação. Todos os cinco municípios estão localizados na região Oeste Catarinense, cuja base da economia deriva da agricultura e pecuária. Cabe ressaltar, que nesses municípios, as ações de inclusão digital estarão sendo desenvolvidas em parceria com Comitê de Democratização da Informática (CDI). Os municípios de Iraceminha, Maravilha e Flor do Sertão, fazem parte da região administrativa de Maravilha, composta por doze municípios. Segundo Borchard et al (2003), a região administrativa de Maravilha é composta por habitantes, sendo no espaço rural e no urbano. A renda per cápita mensal total da região é de R$ 233,03, a renda per cápita mensal rural é de R$ 177,13, e a renda per cápita mensal urbana é de R$ 281,82. Iraceminha com base nos dados do IBGE (2000) a população total de Iraceminha naquele momento era de habitantes, sendo que no meio rural e no meio urbano. A renda per cápita total mensal do município é de R$ 206,04, a renda per cápita rural é de R$ 189,11 e a renda per cápita urbana é de R$ 231,34. A taxa de alfabetização de adultos é de 89,4%; a taxa de freqüência escolar é de 84,2%, e o IDH é 0,788. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, em Mapa da Exclusão Digital, no município de Iraceminha, 3,44% da população total tem acesso a computador.

7 Flor do Sertão a população total do município é de habitantes, sendo que no meio rural e 195 no meio urbano. A renda per cápita total mensal do município é de R$ 175,46, a renda per cápita rural é de R$ 173,85 e a renda per cápita urbana é de R$ 187,19. A taxa de alfabetização de adultos é de 81,3%; a taxa de freqüência escolar é de 82,6%, e o IDH é 0,724. Segundo a Fundação Getúlio Vargas (2003), em Mapa da Exclusão Digital, no município de Flor do Sertão, 2,43% da população total tem acesso a computador. Maravilha - a população total do município é de habitantes, sendo que no meio rural e no meio urbano. A renda per cápita total mensal do município é de R$ 295,35, a renda per cápita rural é de R$ 219,23 e a renda per cápita urbana é de R$ 315,83. A taxa de alfabetização de adultos é de 93%; a taxa de freqüência escolar é de 93,6%, e o IDH é 0,817. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, em Mapa da Exclusão Digital, no município de Maravilha, 8,25% da população total tem acesso a computador. Os municípios de Mondai e Riqueza, fazem parte da região administrativa de Palmitos, composta por oito municípios. Segundo Borchard et al (2003), a região administrativa de Palmitos é composta por habitantes, sendo no espaço rural e no urbano. A renda per cápita mensal total da região é de R$ 286,83, a renda per cápita mensal rural é de R$ 245,50, e a renda per cápita mensal urbana é de 358,39. Mondai - a população total do município é de habitantes, sendo que no meio rural e no meio urbano. A renda per cápita total mensal do município é de R$ 223,03, não há nas estatísticas oficiais a renda per cápita rural. A renda per cápita urbana é de R$ 373,06. A taxa de alfabetização de adultos é de 93,7%; a taxa de freqüência escolar é de 91,1%, e o IDH é 0,809. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, em Mapa da Exclusão Digital, no município de Mondaí, 4,31% da população total tem acesso a computador. Riqueza - a população total do município é de habitantes, sendo que no meio rural e no meio urbano. A renda per cápita total mensal do município é de R$ 207,73, a renda per cápita rural é de R$ 168,05 e a renda per cápita urbana é de R$ 435,67. A taxa de alfabetização de adultos é de 88,8%; a taxa de freqüência escolar é de 77,0%, e o IDH é 0,795. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, em Mapa da Exclusão Digital, no município de Riqueza, 2,01% da população total tem acesso a computador. 7 Condições para acesso cidadão Inspirado nos critérios de acesso real, estabelecidos pela Bridges.org para implementação de projetos dessa natureza, o projeto beija-flor pretende seguir também os seguintes critérios: Acesso Físico os computadores e todos os meios físicos, bem como todas as atividades desenvolvidas precisam ser acessíveis e estar disponíveis ao usuário; Adequação as soluções tecnológicas devem ser adequadas às condições locais de vida; Preço Acessível o custo da tecnologia e de seu uso precisa estar de acordo com a capacidade que a maioria das pessoas e organizações tem de pagar por elas; Capacidade as pessoas precisam conhecer o potencial de uso da tecnologia de maneira ampla, de forma a poder emprega-la criativamente nos diversos momentos de sua vida; Conteúdo Relevante é necessário haver conteúdo adequado aos interesses e às atividades da comunidade local, bem como linguagem acessível;

8 Integração a tecnologia não pode se tornar uma dificuldade na vida das pessoas, mas deve se integrar ao dia-a-dia da comunidade; Fatores Socioculturais questões como gênero e raça não podem ser barreiras ao acesso à tecnologia. Muito pelo contrário, devem ser explorados ao máximo enquanto conteúdo pedagógico e temas de atividades a serem desenvolvidas; Confiança as pessoas precisam ter condições de confiar na tecnologia que usam e entender suas implicações no que diz respeito a questões como privacidade e segurança; Estrutura Legal e Regulatória as leis e regulamentos devem ser elaboradas com o objetivo de incentivar o uso da tecnologia; Ambiente Econômico Local deve haver condições que permitam o uso da tecnologia para o crescimento da economia local; Ambiente Macroeconômico a política econômica deve dar sustentação ao uso da tecnologia, em questões como transparência, desregulamentação, investimento e trabalho. Vontade Política os governos precisam de vontade política para fazer as mudanças necessárias para uma adoção ampla de tecnologia, com base em forte apoio da população. Ao adotar tais critérios, o projeto de inclusão digital aqui proposto, apresenta uma solução que transcende os aspectos tecnológicos. 8 Conclusão A iniciativa catarinense de inclusão digital busca mais do que disponibilizar acesso a internet ou ao mundo virtual, visa fortalecer a cidadania, a eqüidade social, fazendo com que a sociedade em geral tenha condições de ter conhecimento suficiente para elevar a qualidade de vida, e da sociedade rural, que terá disponível recursos tecnológicos já usuais no meio urbano. Nesse sentido, o projeto pretende com segurança contribuir para a construção do conhecimento. O projeto inicia sem muitos recursos financeiros, o que o torna mais fascinante, tanto do ponto de vista de sua implementação pelos técnicos que estão envolvidos, como sob o prisma da participação social que o levará ao sucesso, ou seja, a sua efetivação enquanto ação governamental e social. De uma lado, as instituições governamentais, privadas e as que representam o terceiro setor, trabalharão para implementar e manter o projeto, de outro, os cidadãos que procurarão esses locais de acesso, legitimarão e darão ao projeto possibilidades de desenvolver atividades até então não pensadas. 9 - Literatura Consultada BORCHARDT, Ilmar; FELICIANO, Antonio M.; SILVA, Cesar Augusto F. Diagnóstico da exclusão social em Santa Catarina: mapa da fome. Florianópolis: SDS/Instituto Cepa/SC, p. Cruz, Renato. O que as empresas podem fazer pela inclusão digital. São Paulo: Instituto Ethos, FGV. Mapa da Exclusão Digital. Rio de Janeiro: FGC/IBRE, CPD, 2003.

9 IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Rio de Janeiro, IBGE. População estimada por unidade da federação e município. Disponível em: <http://www.ibge.gov.br>. acesso em: 27 fev IBGE. Síntese de indicadores sociais Rio de Janeiro : IBGE, IBGE. Tabulação avançada do censo demográfico 2000: resultados preliminares da amostra. Rio de Janeiro: IBGE, SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. Exclusão digital: a miséria na era da informação. São Paulo: Fundação Perseu Abramo, 2001.

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