A Informática Abrindo Novos Horizontes para a Inclusão Digital e Social

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1 A Informática Abrindo Novos Horizontes para a Inclusão Digital e Social Carlos Klein 1, Liliana Maria Passerino 2 1 Licenciatura em Computação Centro Universitário Feevale Rs 239, 2755 Vila Nova Novo Hamburgo /RS Brasil CEP Licenciatura em Computação /Centro Universitário Feevale. Rs 239, 2755 Vila Nova Novo Hambrgo/RS Brasil CEP Resumo O computador é capaz de realizar várias tarefas, comunicar, transmitir informações, sendo um objeto valioso para o processo de inclusão digital. Segundo a UNESCO, inclusão digital se refere em alguns projetos e ações que facilitam o acesso de pessoas de baixa renda às Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). A Inclusão Digital (ID) seria um meio para promover a qualidade de vida, garantir maior liberdade social, gerar conhecimento e troca de informações. Contudo, existe um setor da população que sofre um processo duplo de exclusão, as PNE (Pessoas com Necessidades Especiais) que sofrem as exclusões sociais e digitais decorrente de fatores econômicos e sociais. Este artigo traz a experiência de implantação do projeto de ID realizado na ALDEF (Associação Leopoldense de Portadores de Necessidades Especiais e Educacionais) unido com o Programa de Acessibilidade e Inclusão Digital do curso de Licenciatura em Computação da FEEVALE. Para a ralização das atividades, a metodologia de trabalho construtiva contribuiu para o bom andamento das aulas. Desta forma, foi possível, através de várias atividades, abrir novos horizontes educacionais de conhecimento junto aos alunos, tornando o processo de ID um ponto fundamental na história da instituição. 1. Introdução A utilização de Tecnologias de Apoio (TA) para pessoas com Necessidade Especiais conceito mais abrangente que o de Tecnologias de Reabilitação classicamente usado terá sempre de ter em conta a necessidade de potenciar e aumentar as capacidades funcionais dessas pessoas, ajudando-as a enfrentar a sociedade atual. Modernos desenvolvimentos das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) têm permitido a sua utilização como tecnologias de apoio, promovendo a inclusão e o aumento da qualidade de vida de Pessoas com Necessidades Especiais e Educacionais (PNEEs). No caso de crianças e jovens com deficiências neuromotoras graves portadores de incapacidades graves de Comunicação, Mobilidade e Manipulação as tecnologias de apoio são instrumentos poderosos de apoio à sua integração escolar e social, desde que devidamente enquadradas em práticas pedagógicas adequadas. Torna-se também essencial que familiares, os próprios utilizadores e os profissionais que os apóiam, tenham formação adequada não só na área das tecnologias de apoio, como ainda na área da Comunicação Aumentativa, domínio científico relativamente recente, mas que tem conhecido desenvolvimentos importantes nos últimos anos. Mas nem sempre as PNEEs especiais precisam de ferramentas de apoio especiais ou diferentes das comumente utilizadas pelos usuários em geral. Muitas vezes as tecnologias de comunicação e de informação usuais são suficientes para promover e aumentar o nível de inclusão digital e social das PNEEs. As tecnologias de informação e comunicação (TIC), de forma geral, incluem produtos tais como computador e equipamentos periféricos; software aplicativos, sistemas operacionais, Internet, vídeo, TV, e demais produtos especializados. Nesta pesquisa, a acessibilidade às tecnologias de informação e comunicação (TIC) tem o mesmo significado de acessibilidade a ambientes de aprendizagem telemáticos, digitais ou virtuais [1]. Historicamente, os PNE têm sido considerados pela sociedade como pessoas diferentes, separadas das demais. Sua integração ao grupo não acontece automaticamente, mas é fruto de um processo que requer esforço e planejamento, envolvendo famílias, escola, de modo especial; e a comunidade, com todas as suas instituições. O presente trabalho é o relato e análise de atividades de ensino realizadas na ALDEF no 2º semestre de A proposta do curso foi de promover o a inclusão digital como uma das possibilidades para a inclusão social para PNE. As turmas foram divididas com Alunos portadores de necessidades educacionais especiais e comuns, com o objetivo de proporcionar a esses alunos a interação social. Superando qualquer tipo de barreira imposta pela sociedade: interação, dificuldades de aprendizagem e possibilidades de inclusão com o uso de novas tecnologias.

2 2. Educação Especial, Inclusão social / digital de PNEES A Educação Especial surge com o advento da sociedade industrial, no intuito de atender crianças que não conseguiam acompanhar o processo de educação regular de ensino, revelando o risco da padronização em diferentes momentos históricos [2]. Na teoria vygotskyana [3], o fator social é o fator de desenvolvimento. A integração hoje é uma preocupação humana, necessitando de respostas humanizadas que se refletem no presente, estarão refletidas no futuro de pessoas que, independente das suas potencialidades, têm direito às mesmas oportunidades de inserção, inclusão e realização. Vygotsky aponta também para a necessidade das pessoas dialogarem, duvidarem, discutirem, compartilharem e questionarem saberes onde há espaço de transformação para as diferenças, para o erro, para as contradições, para a colaboração mútua e para a criatividade [3]. Nos trabalhos desenvolvidos no laboratório de informática, tem-se observado as extremas dificuldades evidenciadas pelas turmas, em trabalharem uns com os outros. Mais difícil ainda é o desenvolvimento de atividades cooperativas, de troca com o outro e de construção conjunta. Possivelmente tais entraves estejam relacionados à dificuldade de colocar-se no ponto de vista do outro. Contudo, os ambientes informatizados têm um incrível potencial de instigar/desenvolver a produção de materiais cooperativos, descobriu-se o grande potencial que o computador e suas ferramentas podem representar, nessa perspectiva. Um dos motivos para que a barreira digital exista é a inadequação do ambiente em relação ao sujeito, ou seja, a falta de acessibilidade dos equipamentos, software e da Internet em relação aos PNEEs e o desconhecimento de muitos educadores. A apropriação tecnológica, os fatores culturais, afetivos, entre outros, variam de sujeito para sujeito, o que exige abordagens técnico-pedagógicas diferenciadas e personalizadas para dar conta dessa diversidade, ou seja, os sujeitos que utilizam as TIC possuem diferentes tipos e níveis de necessidades educacionais especiais (NEEs). Para Vygotsky, a interação social representa um elemento necessário ao processo de aprendizagem e de desenvolvimento do indivíduo. A noção de interação entendida como "ação entre/junto com é a ação conjunta e interdependente de dois ou mais participantes que produz mudanças tanto nos sujeitos como no contexto no qual a interação se desenvolve[4]. Quanto à idéia de integrar realmente as crianças, [5] coloca que a inclusão causa uma mudança de perspectiva educacional, pois não se limita a ajudar somente os alunos que apresentam dificuldades na escola, mas apóiam: professores, alunos, pessoal administrativo, para que obtenham sucesso na corrente educativa geral. Mas, a inclusão total deve se aplicar para todas as crianças, sem excluir as severamente incapacitadas, como apontam Ferguson, Meyer e colaboradores. A abordagem inclusiva pode ser igualmente considerada como uma "educação integrada à comunidade". 3. Caracterização da Prática A ALDEF - é uma Organização Não Governamental (ONG) de fins sociais e educacionais, sem fins lucrativos, fundada em 25 de novembro de 1985, localizada na cidade de São Leopoldo - Rio Grande do Sul. Os membros disponibilizam de Grupos de Convivência; Acompanhamento Social, Psicológico, Jurídico e Psicopedagógico; Grupo de Esporte; Oficina de teatro; Aulas de Canto e Música; Aulas de Pintura, Aulas de Braile e Informática. Com dez computadores, que foram doados para a instituição, foi possível iniciar o projeto de informática na ALDEF, distribuindo no ambiente de amplo espaço, os 11 computadores posicionando-os de frente a parede um de cada lado. Este layout foi definido de tal maneira devido à possibilidade de participação nas atividades de alunos cadeirantes. Com isso, evitando possíveis choques entre os alunos. As condições do laboratório não prejudicaram aos alunos, contudo influenciou de certa forma no desempenho das atividades. Todas as dificuldades estavam direcionadas a dois fatores: configuração dos computadores e instalação elétrica. Com baixa configuração dos computadores, se tornou muito difícil a instalação de aplicativos nos computadores. De qualquer maneira, instalou-se em 3 máquinas o Windows 98, para que fosse possível construir atividades e apresentar o uso do computador aos alunos. Um fator interessante, que cabe ser ressaltado, foi à quantidade de pessoas que estavam envolvidas no projeto. Um ponto negativo observado foi à questão de várias pessoas estarem manipulando os computadores na instituição sem nenhum controle rígido. Desta forma, a incerteza no inicio das atividades foi predominante no pensamento do professor. Porém, mesmo com várias situações adversas, foi possível realizar o projeto, possibilitando aos alunos o acesso ao computador, à informática.

3 A prática desenvolvida no segundo semestre de 2005 contemplou um processo de inclusão digital de PNEEs com as mais variadas deficiências. Para poder dar um melhor atendimento, as PNEEs foram divididas em duas turmas que freqüentavam o laboratório uma vez por semana, aos sábados. Portando na ALDEF diversas atividades foram realizadas com a intenção de fornecer aos alunos a tranqüilidade e a forma de utilizarem o computador sem nenhuma restrição, sabendo também interagir com o seu colega e questionar o professor. 3.1 As turmas A expectativa perante os alunos e também dos envolvidos no projeto era que o inicio das aulas não levasse muito tempo. Com isso, as aulas tiveram seu início no dia 17/09/2005 contando com a presença de 14 alunos. Após uma breve explanação sobre o projeto e as aulas, cada pessoa se apresentou comentando suas intenções em relação às aulas de informática. Essa apresentação também teve como objetivo integralizar os colegas. Tipos de Deficiência encontrada nos alunos das duas turmas: visão baixa visão média mental leve físico, motor fala As turmas poderão aumentar gradativamente à medida que as condições do laboratório são melhor estruturadas. Futuramente a estrutura pode ter 40 alunos divididos em duas turmas, de 20 alunos cada. Com esta apresentação foi possível integrar logo no inicio os alunos com o grupo. Aos alunos foi passada a escolha do horário da qual seria melhor para si. Desta forma os horários disponibilizados foram: 08:05 as 09:35 e das 09:40 as 11:10. Antes de iniciar as atividades as seguintes metas que foram traçadas: Atividades utilizando o computador e integralizando com a tecnologia utilizada atualmente. Elaborar conceitos básicos de hardware / software Diferenciar Sistema Operacional de Software / Aplicativos Gerenciar arquivos e pastas Construir com os alunos um vocabulário próprio de informática através de conceitos e dúvidas que irão surgindo. Explorar os principais serviços da Internet: navegação, pesquisa, correio e Chat. Construindo um planejamento semanal de cada aula, foi possível manter um controle das atividades que foram realizadas com as turmas. Procurou-se trabalhar os mesmos conteúdos com as duas turmas. Observando os resultados e adicionando comentários no planejamento após cada aula. A participação dos alunos nas aulas foi um fator importante para o andamento das atividades. A sua cooperação era permitida a qualquer momento, tornando o laboratório um ambiente aberto para a troca de idéias. Nas atividades o uso de vários métodos de ensino contribuiu para que várias dificuldades fossem ultrapassadas. Dois métodos foram os mais importantes: O método Expositivo, que permitiu aos alunos a visualização e compreensão do estudo através de exemplificações. Outro foi o Método dos Problemas, onde os problemas para serem solucionados devem conter pesquisas e contribuições constantes dos alunos. Com isso, independente das realidades de cada aluno foi possível, com auxílio de o computador, facilitar a acessibilidade dos alunos com o mundo da informática. A principal idéia não é faze-los com que decorem algum conteúdo, mas possibilitar a compreensão simples de como utilizar o computador como ferramenta de apoio. Desta maneira abrindo novas oportunidades de acesso na sociedade destas pessoas que estão participando das aulas Aulas O projeto iniciou com duas turmas com 7 alunos cada. As turmas foram denominadas da seguinte forma: Turma A e turma B. Inicialmente, foram realizadas atividades com ênfase na parte física do computador (hardware). Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer um computador de uma forma mais técnica, seus componentes e até como esta distribuído internamente. Todos os principais componentes do computador foram vistos, onde os alunos também tiveram a oportunidade de, com o computador aberto, tocar nos principais componentes que resultam no funcionamento do computador: Após este primeiro contado, alguns ficaram impressionados com o que estavam vendo, e conseguiam entender que o computador não representa nenhum bicho de 7 cabeças. Na verdade era uma máquina, uma ferramenta, que tem a função de facilitar a vida de todos que o utilizam. Uma atividade já estava preparada para os alunos, que foi realizada em casa. Esta atividade consistia de, através de uma lista do jornal, dos

4 classificados, na parte de informática, o aluno deveria ler e tentar entender o que estava escrito. Por exemplo, normalmente aparecem as seguintes informações: HD 40 gb, 256 Mb, drive 1,44; e assim sucessivamente. O objetivo desta atividade era de fazer os alunos entenderem o que estavam lendo, principalmente se algum dia estiverem interessados em adquirir um computador. Além disso, uma folha contendo figuras dos componentes foi entregue para que os alunos completassem com a descrição de cada componente. Em um determinado momento na turma b, uma aluna questionou de uma forma interessante o que estava sendo estudado, seu comentário foi o seguinte ao menos vamos sair daqui sabendo tudo sobre como montar um computador..., partindo disso foi passado para a turma a importância de conhecer e saber os componentes do computador, pois no futuro isso será utilizado. Após as aulas técnicas, iniciamos então a utilização dos softwares disponíveis. Um ponto que foi bastante observado era a forma de como os alunos utilizavam tanto o mouse como o teclado. Partindo daí, as atividades foram focadas diretamente em exercícios de digitação e utilização do mouse com freqüência. Para a digitação dos trabalhos, foram utilizados revistas e editores de texto. Nos primeiros momentos, houve um processo de alfabetização, pois se observou que algumas palavras que eram digitadas os alunos não conheciam, ou não conseguiam soletrar. A maior dificuldade que foi ultrapassada por eles, estava ligada ao colocar acentos nas palavras. Após isso, a digitação foi realizada, de uma forma lenta, contudo, construtiva. Após as atividades com o teclado, outro acessório utilizado foi o mouse. Com este dispositivos, foram realizadas diversas atividades. Utilizando editores de desenho, buscou-se aprimorar as atividades que os alunos realizavam. Diferentes desenhos livres foram criados, porém, era consideração à forma de como o aluno construía seu desenho, criatividade e utilização dos recursos disponíveis pelos softwares. Como atividade final, todos construíram uma imagem, com diversos recursos, usando a criatividade. O objetivo desta atividade era de representar de forma gráfica o que mais chamou a atenção dos alunos na atividade realizada após as visitas pelo centro da cidade. Buscando aplicar a inclusão social dos alunos, cada turma teve a oportunidade de realizar uma visita ao centro da cidade. O objetivo desta visita foi de fazer com que eles observassem de forma crítica tudo que chamasse a atenção. Alguns aspectos observados pelos alunos foram: Diferentes tipos de placas de propaganda encontradas nas ruas Diferentes tipos de letra em cada placa Diferentes formas que representavam estas propagandas Características das casas e apartamentos Observando a reação dos alunos das duas turmas, contatou-se o um interesse muito grande vindo dos alunos em relação à todas as atividades que são possíveis de serem realizadas utilizando o computador. A participação dos alunos nesta atividade foi constante e muito interessante. Além de socializar os alunos e principalmente apresentar o que foi estudado na prática, foi interessante perceber a interação dos alunos com a atividade proposta. O fundamental foi de exemplificar aos alunos, a maneira de como era possível construir tudo o que foi visto, utilizando o computador e alguns softwares de edição gráfica. Outro ponto positivo encontrado nas atividades, foi à visita realizada pelos alunos no centro Universitário Feevale localizado em Novo Hamburgo, que disponibilizou um laboratório com 20 computadores, com diversos recursos tecnológicos disponíveis, para que fossem realizadas atividades utilizando o computador. É importante salientar que os objetivos da visita foram de disponibilizar o acesso à internet aos alunos, como também a utilização de softwares de acessibilidade existentes atualmente, oportunizar a eles o acesso ao acervo de computadores disponíveis na instituição. Praticamente, se obteve resultados satisfatórios que contribuíram de forma significativa para o processo de inclusão social e digital de todas as pessoas que participaram da atividade. 4. Considerações Finais A revolução tecnológica tem mudado a realidade de crianças, jovens e adultos da sociedade contemporânea. Diante do desafio e do atrativo do som, da imagem, das cores e de seu poder de motivação, a velocidade com que mudam as tecnologias de comunicação e informação. É preciso incorporar as mídias eletrônicas ao fazer educativo, favorecendo a reflexão sobre suas características, desenvolvendo uma prática educativa que contemple situações que incentivem o pensar, o criar, o imaginar, o sentir e o agir, em direção a uma atitude comprometida e crítica, no intuito de tirar proveito das características dos meios tecnológicos enquanto ferramentas de apoio ao ensino, à aprendizagem e à educação em seu sentido mais amplo. Conclui-se, a partir deste levantamento, que tanto na experimentação, criação, produção e discussão

5 de idéias como na produção efetiva dos exercícios, os alunos, em sua maioria, foram se apropriando dos mecanismos de sua ação e tomando consciência das suas reais possibilidades, dentro do espaço proporcionado pelo ambiente informatizado. A cada aula, se torna muito fácil perceber na face dos alunos a vontade que possuem para utilizar o computador. O mais interessante que isso não é particular somente de um, mas sim de todos. Explorando os recursos existentes e buscando aqueles mais agradáveis, é possível criar estratégias de intervenção que possibilitem trabalhos cooperativos e colaborativos, utilizando os ambientes web, que estão inseridos na realidade do aluno. O trabalho construído focando o interesse do grupo/aluno e mediado por atividades estruturadas em ambientes de interação/cooperação que enfatizem o desenvolvimento de dimensões cognitivas e sócioafetivas, constitui uma das alternativas mais promissoras no contexto que tem sido oferecido, nas tecnologias da informação e comunicação. A primeira aula que o computador foi utilizado, um aluno foi direto ao servidor, até então, era a única que estava funcionando. Todos ficaram em volta da máquina e então foi possível apresentar as ferramentas que seriam utilizadas ao longo das aulas. Muito gratificante para o professor, quando vê seus alunos se esforçarem para entenderem o que estão fazendo. Um exemplo foi de uma aluna com baixa visão, que apesar de sua dificuldade com a visão demonstra um grande esforço. O que é mais importante e o objetivo principal das aulas é passar aos alunos a importância de utilizar o computador, mas não na forma de simplesmente saber utiliza-lo, mas sim, como trabalhar de forma evolutiva com o computador. Como atividade futura, pretende-se instalar na ALDEF um telecentro. É um espaço de universalização do acesso aos recursos tecnológicos e de capacitação de pessoas para o uso dos computadores e da Internet, além de se constituir num ambiente de comunicação e informação para uso das comunidades. Tem finalidade social, constituindo um local de livre acesso da população com equipamentos conectados à internet, através dos quais poderá ser disponibilizada uma série de serviços, contando também com uma programação permanente de atividades para atrair o interesse nas possibilidades do mundo virtual, incorporar a mudança cultural nos hábitos da comunidade, fazendo com que a mesma reverta em qualidade de vida. Para que a implantação do Telecentro seja possível, pretende-se fazer com que a comunidade participe das aulas de informática e divulgue para os associados o projeto. Dentro das diretrizes governamentais estabelecidas, os Telecentros constituem elementos que contribuem para a inversão de prioridades e o combate à exclusão. A alfabetização cibernética é um dos aspectos que fortalecem esta linha de atuação, no momento em que há um processo mundial acelerado que causará um distanciamento cada vez maior entre países centrais e periféricos. Quando nos depararmos com alguma pessoa portadora de necessidades especiais, deficiente, deve-se tomar cuidado com a forma de como vaio acontecer esta interação. Para [6] as pessoas agem de diferentes formas ao depararem com uma cadeira de rodas. Tem de tudo: gente que me olha com pena (tudo bem!); que torce o nariz ao me ver como se eu fosse portadora de alguma doença contagiosa (que ódio!); que se dirige a mim como se eu tivesse uma idade mental de 5 anos (ridículo!); que fala comigo de igual para igual (quase esqueço como é ser tratada com naturalidade!). Por isso, é muito importante que todos tratem as Pessoas com Necessidades Especiais com maior naturalidade possível, transmitindo para eles não pena, mas sim segurança e carinho. Enquanto cidadãos de uma sociedade que se projeta democrática, deve-se propugnar por uma educação de qualidade para todos, que não aceite qualquer tipo de exclusão. Esta luta depende de cada um de nós e de todos nós. Isso tudo para que os objetivos da Inclusão Social e Digital não sejam somente fatos, mas sim uma realidade a ser alcançada. 5. Referências Bibliográficas [1]SANDHOLTZ, Judith H; RINGSTAFF, Cathy; DWYER, David C. Ensinando com Tecnologia: Criando Salas de Aula Centradas nos Aluno. 3ª ed. Porto Alegre: Artmed, p [2]BIANCHETTI, L. Aspectos históricos da Educação Especial. Revista Brasileira de Educação Especial. V. 2. N. 3. São Paulo: Universidade Federal de São Carlos e Universidade Metodista de Piracicaba, p. [3]VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, [4]PASSERINO, L. e SANTAROSA, L. M. A Interação Social em Ambientes Telemáticos. Revista Informática na Educação Teoria e Prática. V.5 n. 1, 2002, p [5]MANTOAN, Maria Tereza E. A Integração da Pessoa com Deficiência. São Paulo: Memmon, [6]SCOTTI, Luciana. Sem Asas ao Amanhecer... 4ª ed. São Paulo: Nome da Rosa, p. pg 9.

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