Relatório de Atividades do Conselho Estadual das Cidades da Bahia

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1 Relatório de Atividades do Conselho Estadual das Cidades da Bahia Exercício 2014 Secretaria Executiva 1

2 Conselho Estadual das Cidades da Bahia Presidente Manuel Ribeiro Filho Secretária Executiva Maria do Carmo Barreto de Sá (Micau Barreto) Câmaras Técnicas Habitação Marcos Cohin - Raquel Mattedi Saneamento Raimundo de Freitas Neves - Sérgio Tomich Mobilidade Grace Gomes Planejamento e Gestão Territorial Urbana Lívia Gabrielli Equipe Administrativa Afonso Araújo, Maria Ângela Dultra, Janailson Almeida, Maria José Chaves. Colaboradores: SGT Aldaíra Angélica, Graça Silva, Janicéia Veloso e Luciana Marques. Mobilidade Rosevânia da Paixão Saneamento Dora Abreu, Vanessa Cardoso, Mateus Cunha Habitação Adalva Tonhá, Aida Mª Rebouças, Cláudio Roberto Cardoso, Izabel Campos, Joeliete de Matos, Juçara Amorim, Juliana Rego, Juvenal Neiva, Leríssia de Carvalho, Maria das Graças Carvalho, Maria de Lourdes Souza, Maria Cristina Nascimento, Mª Luiza Petitinga, Maria Rosa Viana, Raimunda Moreira, Roberta Chaves, Sílvia Escudero. 2

3 Palavra do Presidente do ConCidades/BA Cada dia mais cresce a importância das cidades na vida dos países. O processo acelerado de urbanização porque passaram as nações no século XX resultou na concentração nas grandes cidades do desenvolvimento econômico, da renda, dos empregos, dos serviços públicos, aí incluídos a energia, saneamento, telecomunicações, educação e saúde e, também, dos grandes problemas sociais. Esta concentração assumiu a forma de uma espiral: quanto maior a concentração, maior a migração, resultando demandas crescentes com a oferta cada vez mais limitada, principalmente na habitação, por falta de recursos e de políticas públicas. No Brasil, as capitais, onde o fenômeno da urbanização foi mais acelerado e intenso, os migrantes do campo, fugindo da fome e atraídos por um novo eldorado, analfabetos, sem formação profissional e sem preparo para a vida num ambiente de economia puramente monetária como a da cidade, passaram a ocupar os espaços livres não infraestruturados das áreas de risco, encostas, fundos de vale e periferia, para conseguirem sobreviver e morar nas cidades. Se adotarmos a década de quarenta como o início efetivo do processo de urbanização, temos mais de setenta anos que os primeiros migrantes vieram construir as nossas cidades e a riqueza proporcionada por uma nova economia industrial e de serviços. Esta dívida continua sem resgate e os descendentes dos migrantes, em sua maioria, continuam morando de forma precária nas periferias, com pouca qualificação profissional, sujeitos ao subemprego e acesso limitado aos serviços públicos. Hoje o migrante não chega sequer à cidade, ficando numa zona de amortecimento nas periferias e municípios dormitórios. Paralelamente, a questão tributária, a falta de prioridade no investimento social, a política do laissez-faire no ordenamento, uso e ocupação do solo, a opção de uma política industrial de supervalorização do transporte individual, esgarçaram de forma irreversível, ou quase, o tecido urbano. Habitação popular, saneamento, mobilidade, sustentabilidade e meio ambiente transformaram-se em problemas que foram se agravando com repercussões mais fortes na área social. As áreas de características subnormais ocupadas espontaneamente por fluxo de migração foram tomando a forma de guetos sem acessibilidade e praticamente sem a presença do poder público. Como não existe vácuo nas relações sociais, o poder foi tomado e passou a ser exercido, em grande parte dos casos, por quadrilhas e traficantes que se encastelam nestas áreas e dominam a população local pelo terror de um código de justiça próprio, duro e 3

4 perverso, eliminando centenas de pessoas por ano, mormente jovens. As quadrilhas fizeram dos assentamentos populares verdadeiras poliarquias, concorrendo com o Estado brasileiro. Não há força policial, com ou sem UPP, capaz de reverter esta situação sem políticas compensatórias e sem um processo de urbanização que leve acesso viário e poder público, integrando os assentamentos à cidade. Não há plano diretor de segurança pública que possa dar certo, senão no âmbito de um plano diretor de desenvolvimento urbano voltado para as periferias e assentamentos de características subnormais e que preveja políticas compensatórias, acessos viários, integração e a presença do governo e dos serviços públicos. Até lá, não há guerra vencida; no máximo algumas batalhas. Apenas para ficar na Bahia, a última pesquisa do IPEA sobre assentamentos subnormais identificou, em dezembro de 2013, cerca de 820 mil pessoas vivendo nestas áreas. Fiz esta introdução sobre temas que os senhores estão cansados de conhecer para ressaltar a importância que o ConCidades/BA pode vir a desempenhar na vida dos cidadãos. Na Bahia, por visão e mérito do Gov. Jaques Wagner, o ConCidades teve existência legal antes de qualquer obrigatoriedade, ou seja, não como liberalidade, mas como uma política de Governo. Ademais, aqui, o ConCidades passou a ter caráter deliberativo em políticas públicas de desenvolvimento urbano e tornou-se, por lei, um Órgão Colegiado da Secretaria de Desenvolvimento Urbano. Não sei se tecnicamente os membros do Conselho são considerados servidores públicos, mas no meu entendimento o são: nomeados pelo Governador mediante decreto e fazem parte de um Órgão Colegiado de uma Secretaria. Assim, neste meu entendimento os senhores passam a ter fé pública e as obrigações de um servidor público com deveres de lealdade, probidade e, sobretudo, de zelar pelo interesse público acima de interesses próprios, de grupos e outros interesses privados no exercício da elaboração ou da discussão de políticas públicas. Sei das dificuldades para agirmos desta forma. Régis Debray adverte, a propósito do Estado sedutor ou midiático em que vivemos:... hoje, ao contrário, temos um estado obcecado pela opinião pública, pela lógica da demanda e não pela oferta. Procura-se determinar o mais precisamente possível o que as pessoas desejam. Com este objetivo, elas são entrevistadas, o mercado é explorado; em seguida, a política é orientada de acordo com as opiniões e necessidades. Isso não favorece nem a vontade política, nem a racionalidade, mas sim o cunho da emoção, da demagogia e de uma certa docilidade. Estamos vivendo no contexto do Estado Sedutor e acabamos, por mais que não queiramos, absorvendo alguns dos seus valores. É preciso no exercício da nossa função exercer constante autocrítica para evitar os reflexos negativos da sedução e da midiatização na elaboração de políticas públicas. Aqui não deixamos de ser, de alguma forma, um exemplo da prática da democracia direta. Creio que a democracia representativa está em crise e sob questionamento no mundo inteiro por dois motivos principais. O primeiro, o deus mercado que subjugou e manteve refém as instituições da democracia representativa e as obriga a agir de acordo com suas regras, pouco importando convicções e interesse público nacional. O mercado, concentrado na mão de poucos, com a globalização e instantaneidade de mover recursos e investimentos pode destruir da noite para o dia a economia de um país que teime em ser soberano e obter rendição incondicional dos poderes constituídos sem consulta à população que vai pagar a conta: qualquer rebaixamento do ranking de um país ou declará-lo sem grau de investimento é um tumulto na economia e provoca reações e demonstrações imediatas de subserviência ao mercado. Este mercado paira acima de ideologias e partidos. 4

5 Assim a democracia representativa está sendo humilhada pelo mercado e caindo no descrédito das sociedades. Paradoxalmente, outra globalização, por razões diametralmente opostas, põe em xeque a democracia representativa: a internet, entendida principalmente como uma tecnologia de troca que permite que todos os excluídos de um espaço público, que foi vedado há muito tempo pela comunicação institucional, tomem a palavra, dirigindo-se aos seus amigos, a sua comunidade e também, e exatamente, com a mesma facilidade, a todo o planeta. É um dos últimos locais que se pode escapar à dominação onipresente da propriedade privada. Antes da internet, a oposição entre pontos de vista era apresentada de maneira assimétrica: de um lado, os discursos mantidos pelos responsáveis econômicos e políticos na defesa do que, na realidade, em sua maioria, não passam de uma soma de interesses privados. Do outro lado, as demandas populares que se exprimem sob a forma de reivindicações sociais, expressão direta, não midiatizada ou pouco midiatizada. Havia um acesso desigual à palavra pública da parte dos interesses que estivessem em conflito nos sistemas social e econômico com clara vantagem para o establishment. A internet promoveu o acesso e a simetria, restabeleceu o acesso ao espaço público ainda que virtual e, sobretudo, ressaltou a percepção que as razões impeditivas do exercício da democracia direta como a dificuldade de consulta constante à sociedade estão sendo extintas pela tecnologia e comunicação em tempo real. Então para que a democracia representativa, se posso exercê-la diretamente? E, em decorrência, o que vemos no mundo inteiro é a contestação da democracia representativa e a rejeição dos seus agentes pelas redes sociais e pelos movimentos e manifestações de rua. Sabemos, entretanto, que mesmo com a consulta permanente tornando-se possível, existem grandes dificuldades para o exercício da democracia direta e, por uma questão metodológica, a democracia representativa deverá sempre ser mais eficiente sob o aspecto de gestão. Cabe inferir, então, que caminharemos para um modelo híbrido onde a formulação e elaboração de políticas públicas e diretrizes gerais serão objeto de uma democracia direta e a gestão será exercida mediante a democracia representativa. Não deixa de ser o modelo adotado pelo Governo do Estado da Bahia para a política de desenvolvimento urbano e para o ConCidades. Deveremos, portanto, procurar seriamente desenvolver este novo modelo de governança que reúne a democracia direta e a democracia representativa. Temos que exercitar pacientemente a negociação, pois este modelo é novo, sem experiência prévia, iniciado no Brasil com a adoção do orçamento participativo e agora mediante Conselhos de Políticas Públicas. A nova gestão do ConCidades é o início de mais um trabalho que, tenho certeza, será profícuo. Parabéns a todos os Conselheiros. Manuel Ribeiro Filho Presidente do Conselho Estadual das Cidades da Bahia Secretário de Desenvolvimento Urbano 5

6 . Apresentação No dia 27 de março de 2014 deu-se o início dos trabalhos do Conselho Estadual das Cidades da Bahia, com a cerimônia de posse dos seus novos integrantes, eleitos na 5ª Conferência das Cidades realizada em agosto de 2013, para a gestão 2014/2016. O evento foi conduzido pelo Governador da Bahia, Jaques Wagner e pelo Presidente do ConCidades/BA, Manuel Ribeiro Filho. Em seu discurso de abertura dos trabalhos de 2014, o Governador deu ênfase ao papel do ConCidades/BA, a sua importância na vida dos cidadãos e a relevância da democracia participativa, ainda que existam dificuldades para o exercício da mesma no que se refere a articulá-la com o exercício da democracia representativa. Deve-se buscar incessantemente construir uma metodologia de gestão onde a formulação e elaboração de políticas públicas e diretrizes gerais sejam objetos de uma democracia direta, participativa, e a gestão seja exercida mediante a democracia representativa. Este pode ser um novo e mais legítimo modelo de governança. Tanto Jaques Wagner como Manuel Ribeiro Filho, durante a posse dos/as Conselheiros/as, reafirmaram a concepção de que a política deve ser a expressão da decisão da sociedade, sobre o que ela pensa e o que quer para si. A rigor, os interesses da sociedade é que deveriam apontar quais as políticas a serem implementadas, mas, infelizmente, o quadro atual é de hegemonia absoluta da economia, que determina a política, quando deveria ser exatamente o inverso. Ainda hoje não se compreende o real papel da democracia participativa e, por isso, esta vive em permanente ameaça. O Governador Wagner, no seu discurso durante a posse dos novos membros do ConCidades/BA, fez uma afirmativa absolutamente verdadeira quanto a esta questão: As instâncias democráticas são diferenciadas, legitimidades diferenciadas, mas absolutamente complementares. Da mesma forma, o caráter deliberativo do ConCidades/BA impõe aos seus membros a compreensão do seu papel dentro da organização do Estado no sentido de se ter a real dimensão de como funciona para, então, subverter o modelo, instituir e consolidar a cultura da democracia participativa. São exatamente estes aspectos abordados, tanto pelo Governador como pelo Presidente do Conselho, que têm norteado as ações do ConCidades/BA. A gestão iniciada em 27 de março de 2014 recebeu ônus e bônus da gestão que se encerrou em dezembro de Felizmente a herança é mais positiva, pois a expressiva maioria das ações desenvolvidas no último período referenciou as inúmeras ações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano 6

7 quanto à implementação de Políticas de Habitação, Saneamento Básico, Mobilidade e Gestão Territorial. Feitas essas reflexões sobre o contexto conceitual e institucional em que o ConCidades está inserido, o presente relatório trata das ações e atividades desenvolvidas nas instâncias do ConCidades/BA, ao longo de A atuação das Câmaras Técnicas - onde se travam os debates e se elaboram as políticas específicas de Habitação, Saneamento, Mobilidade e Gestão Territorial Urbana -, foi muito positiva, com os seguintes destaques: 1. A Câmara Técnica de Habitação (CT HAB) se consolidou como integrante do Sistema Estadual de Habitação de Interesse Social SEHIS -, e contribuiu de forma propositiva para as ações de melhoria da habitação de interesse social no Estado da Bahia. A institucionalização dos três grupos de trabalho - Pós-ocupação, Cadastro e Urbanização de áreas precárias -, consolida este processo, influenciando objetivamente também na consolidação do Fórum Pós-ocupação da RMS, cuja coordenação está sob a responsabilidade da Coordenadora do Trabalho Social da CAIXA. Essa experiência foi ampliada para o interior do Estado da Bahia, levando aos municípios alternativas quanto ao tratamento dos problemas da pós-ocupação. Ao recomendar que as Superintendências Regionais da CAIXA também criem seus Fóruns Pós-Ocupação nas outras quatro SRs, o ConCidades/BA cumpre um nobre papel de pensar na qualidade das políticas públicas de desenvolvimento urbano para todo o estado da Bahia. Vale ressaltar que esta ação tem sido referência em nível de outros estados brasileiros. Os demais GTs da CT HAB também apontaram a interiorização de suas ações. O GT Cadastro indica a necessidade de constituição do Cadastro Único de Demandas por Habitação de Interesse Social, e o GT Urbanização de Assentamentos Precários indica a necessidade de articulação com os movimentos sociais, iniciando diálogos com a CONDER, o SINDUSCON e a CAIXA para equacionar as obras paralisadas do PAC e do FNHIS. 2. A Câmara Técnica de Mobilidade (CT MOB), em que pese a Coordenação da CT MOB ter se envolvido diretamente na estruturação da COPA do Mundo em Salvador, discutiu temas estratégicos, a exemplo do Plano de Desenvolvimento Socioeconômico da Macro Área de Influência da Ponte Salvador - Ilha de Itaparica, dos Projetos de Mobilidade Urbana da RMS, da criação da Entidade Metropolitana da Região Metropolitana de Salvador, do Programa de Restauração e Manutenção de Rodovias no Estado da Bahia - PREMAR II e da Política de Segurança nas rodovias baianas. A CT MOB discutiu também sobre o Processo Licitatório do Sistema de Transporte Coletivo de Salvador e avaliou sobre como foi a mobilidade em Salvador durante a Copa do Mundo No balanço geral do seu funcionamento, o prejuízo ficou por conta da impossibilidade, ocasionada por diversos fatores, de retomada do GT Mobilidades, instituído em meados de Este GT, junto com a CT, tem a responsabilidade de refletir e elaborar minuta da Política de Mobilidade Urbana (PMU) e do Plano de Mobilidade Urbana (PLANMOB), tarefa que será retomada em A Câmara Técnica de Planejamento e Gestão Territorial Urbana (CT PGTU) ao longo de 2014 focou no fortalecimento da própria CT, redefinindo, inclusive, o seu papel e atribuições quanto ao incentivo à criação dos Conselhos Municipais. Produziu a Resolução nº 005, homologada pelo Governador Jaques Wagner e publicada em Diário Oficial do Estado em 30/06/2014, que visa ao fortalecimento, criação e 7

8 instalação de CONCIDADES Municipais, consolidando seu papel, em parceria com a Secretaria Executiva deste Conselho. Esta parceria se estende na construção dos instrumentos de participação social, em especial do Potencial de Criação de Conselhos Municipais com a participação do Conselheiro Estadual, no contexto do Programa de Assistência Técnica aos Municípios que será desenvolvido pela Superintendência de Gestão Territorial (SGT) 4. A Câmara Técnica de Saneamento (CT SAN) contribuiu efetivamente com a capacitação dos Conselheiros em cada encontro realizado em 2014, através de palestras e discussões sobre saneamento básico, sempre direcionadas ao aperfeiçoamento da CT. Um tema muito debatido, ao longo do ano, foi o Conselho Consultivo da AGERSA, que, pela Lei de sua criação, é a CTSAN. Entretanto, considerando que a CTSAN é parte da estrutura do ConCidades/BA, impõe-se a necessidade de se refletir qual o modelo de funcionamento deste Conselho na AGERSA, uma vez que, além do ConCidades/BA ter caráter deliberativo, a AGERSA não se submete ao seu crivo. Do acúmulo destas discussões, aponta-se para a necessidade de um regimento próprio, que atue de forma independente da CTSAN, ainda que tenham os mesmos integrantes, para que se possa, efetivamente, incorporar as questões de regulação e fiscalização das ações de saneamento no Estado. Por fim, pode-se afirmar que o funcionamento do primeiro ano deste terceiro período de gestão do ConCidades/BA foi igualmente positivo, em que pese a conjuntura política do segundo semestre de 2014, quando foram suspensas as atividades dos meses de setembro e outubro por conta do período eleitoral, um momento que compreensivelmente envolveu os/as conselheiros/as, enquanto sujeitos políticos, no processo democrático em suas regiões/territórios de identidade. Saudações Democráticas! Micau Barreto Secretária Executiva Conselho Estadual das Cidades da Bahia (ConCidades/BA) 8

9 Março A primeira reunião de 2014 ocorreu em 28 de março, sob a coordenação do Secretário de Desenvolvimento Urbano e também Presidente do ConCidades/BA, Manuel Ribeiro Filho. Alguns temas importantes foram tratados, a exemplo da criação do GT Pós-Ocupação dentro da Câmara Técnica de Habitação, composto por representantes dos movimentos sociais, SEDUR, CONDER, CAIXA, construtoras, prefeituras da RMS (Camaçari, Candeias, Lauro de Freitas, Simões Filho). Este GT discute os graves problemas enfrentados nas unidades entregues do PMCMV, sobretudo quanto aos contemplados na primeira etapa do programa, as dificuldades do acesso ao transporte coletivo, pavimentação, saneamento básico, entre outras questões, além de acompanhar esses passivos e produzir diagnósticos de demanda dos novos empreendimentos habitacionais pelas prefeituras e construtoras envolvidas. Ou seja, aqueles empreendimentos acima de 500 unidades habitacionais terão que relacionar todos os serviços oferecidos num raio de até um quilômetro, e, onde não tiver garantia de construção de escolas, postos de saúde etc., as construtoras terão que assegurar a construção. O GT também acompanha a disponibilidade de outros serviços, como Correio, Coelba e Embasa etc., promovendo visitas de representantes desses setores aos locais onde estão localizados os empreendimentos habitacionais para constatação desta realidade. Pode-se afirmar que tem produzido resultados positivos. Do total de noventa e seis (96) empreendimentos na Região Metropolitana, quarenta e cinco (45) estão localizados na cidade do Salvador. O GT Pós-Ocupação apresentou os seguintes encaminhamentos: 1) Garantir espaço de diálogo e aprofundamento das questões e alternativas de solução; 2) Estreitamento das relações entre os entes envolvidos; 3) Segmentação das demandas por órgão; 4) Priorização das demandas por empreendimento; 5) Reunião com a administração dos Correios para melhorar a entrega de correspondências nos empreendimentos; 9

10 6) Reunião com SSP e Polícia Militar para estabelecer um diálogo sobre a segurança nos empreendimentos; 7) Documento ao Governador solicitando priorizar as famílias do MCMV nos programas estaduais; 8) Documento à CAIXA, com demandas específicas; 9) Reunião com Síndicos e Subsíndicos para identificar as prioridades de cada condomínio; 10) Articulação com a Coordenação do Programa Vida Melhor na Casa Civil do Governo, visando estabelecer parcerias para ações de geração de trabalho e renda em: Projetos experimentais com a EBDA (hortas, frutas, meliponicultura, etc); Articulação da Secretaria de Desenvolvimento Social com as prefeituras para atuação das Unidades de Inclusão Socioprodutiva (UNIS); Inserção da atuação das UNIS nos projetos do Estado; Ações de orientações e prospecção de parcerias com as entidades do PNHR; 11) Ação de Cidadania no Bosque das Bromélias (2.400 uh) com os serviços, através de: Tribunal Regional Eleitoral, para transferência e emissão de título de eleitor, criação de seções eleitorais no empreendimento; Secretaria Estadual de Trabalho para emissão de carteiras de trabalho, cadastramento no serviço de intermediação de mão de obra, inscrição em cursos profissionalizantes; Secretaria Municipal de Combate à Pobreza para atendimento ao Programa Bolsa Família e orientações sobre a desnutrição infantil, com pesagem de crianças; 12) Reunião com a Supervisão Técnica de Engenharia (CAIXA) para discutir alguns itens do projeto, visando atender melhor às necessidades do público do MCMV nos projetos em análise; 13) Reunião com as concessionárias COELBA e EMBASA sobre orientações e ajuste de procedimentos para as ligações domiciliares; 14) Constituição de Grupo de Estudo das normas do MCMV e das normas reguladoras da ANEEL e ANA, buscando estabelecer uma atuação articulada para coibir as transferências irregulares de imóveis; 15) Reunião com Ministério Público do Estado, para solicitar apoio nas questões relacionadas à falta de atuação do poder público; 16) Documento ao Ministério Público solicitando intervir junto à Prefeitura para resolver os problemas de transporte público nas áreas da Av. Assis Valente (onde estão localizados 04 empreendimentos), Bosque das Bromélias, Quinta da Glória e Recanto das Margaridas. Foram apresentados os seguintes Resultados Indiretos: Emissão das doze primeiras prestações do imóvel, para entrega do carnê no ato de assinatura do contrato; 10

11 Entrega do cartão do Programa Minha Casa Melhor na assinatura do contrato; Formação de grupos de trabalho intersetoriais nas prefeituras. Para o planejamento de 2014, a Câmara Técnica de Habitação definiu como prioridade discutir sobre: 1) Segurança Pública para assegurar o direito à permanência dos beneficiários nos imóveis; 2) Trabalho Social para acelerar a implantação dos projetos pelo Poder Público; 3) Equipamentos Públicos dialogar com as prefeituras para definir prioridades; 4) Dar continuidade às parcerias iniciadas em 2013, para viabilizar os projetos. A Câmara Técnica de Mobilidade iniciou seus trabalhos apresentando os critérios para o seu funcionamento: 1) Horário de funcionamento com tolerância de 15 minutos; 2) Divulgação do local em que ocorrerá a Câmara, somente após confirmação, e com antecedência; 3) Local acessível para locomoção das pessoas; 4) Indicação de linhas de ônibus para auxiliar os conselheiros a chegar ao local de funcionamento da Câmara; 5) Definição de pauta de trabalho para as próximas reuniões da CT; 6) Indicação de dois Conselheiros da Câmara Técnica de Mobilidade para atuar junto aos projetos do SVO: Dejanira Roberta de Morais Borges (Vera Cruz) e Cláudio Lisboa da Silva (Taperoá); 7) Solicita-se que a Câmara Técnica de Habitação tome conhecimento sobre alguns problemas ligados à temática da ocupação e pós-ocupação das unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida na região de Itabuna e Ilhéus. 8) Plano de Trabalho para o primeiro semestre de 2014: Acompanhar os projetos do SVO; Discussões sobre a política estadual de mobilidade urbana; Discussão sobre o transporte público e mobilidade urbana na RM; Discussão sobre os pedágios. A Câmara Técnica de Planejamento e Gestão Territorial Urbana (PGTU), por sua vez, definiu dois eixos básicos de discussão: 1. O Sistema Viário Oeste (SVO), sendo apresentados os objetivos e as questões técnicas do Projeto, chegando-se a conclusão da necessidade de se constituir um grupo de acompanhamento dessa discussão técnica, pois a ponte Salvador/Itaparica é um projeto grande e polêmico; 2. A Implantação do Programa de Assistência Técnica aos Municípios, considerando a atual situação dos Conselhos Municipais na Bahia, que, no quadro geral, identificou setenta (70) Conselhos instituídos, contudo, apenas quarenta e três (43) em atividade. O NÚCLEO da SGT, que acompanha o CONCIDADES, aponta a necessidade de: 11

12 1. Incentivar a estruturação e fortalecimento dos Conselhos; 2. Buscar formas de interlocução entre os Conselhos Municipais; 3. Estimular a troca de experiências e integração nas políticas públicas; 4. Sistematização de Informações sobre os Municípios Baianos; 5. Mapeamento das Informações Sistematizadas; 6. Elaboração de Banco de Dados; 7. Apoio Técnico para instituição dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Urbano. A Câmara Técnica de Saneamento apresentou os seguintes encaminhamentos: 1. Criar site do ConCidades capaz de armazenamento de informações diversas; 2. Apresentar e aprovar o decreto da Lei /08; 3. Capacitação permanente 1ª oficina: panorama geral do saneamento; data sugerida: 10 e 11/04 ou 08 e 09/05; 4. Estabelecer um calendário e temas para as reuniões da Câmara Técnica de Saneamento. Podemos extrair as seguintes reflexões com relação à: 1. Habitação a) A burocracia é um entrave quando se trata de obter informações sobre as obras em andamento, as obras paralisadas, os conjuntos habitacionais inacabados, pois estes, às vezes, não permitem acesso a todos os dados. b) É preciso apresentar à Caixa e ao Ministério das Cidades uma matriz, quanto à localização, infraestrutura (principalmente transporte coletivo), inclusive de equipamentos que não sejam apenas comunitários, mas também os particulares (como açougue, padarias etc.), assim como o tamanho do equipamento - para dimensionar as ações que se devam tomar e fazer as intervenções necessárias, com o apoio da SEDUR. c) É necessário que se estabeleça um programa de melhoria qualitativa e urbanização dos assentamentos. Com relação ao último item, vale ressaltar que o Presidente do Conselho informou que está em curso a elaboração de um concurso público para mostrar o tipo de urbanização para as áreas informais e, a partir daí, tentar traçar uma política pública para deixar como legado para o próximo governo. 2. Mobilidade e PGTU a) É fundamental a integração do sistema intermodal interligado com uma política tarifária, e um olhar sobre a mobilidade nas periferias. Em Cajazeira, por exemplo, o simples fato de haver um caminhão parado na via provoca transtornos irreparáveis na vida das pessoas, e isso não é só uma questão de disciplina, é de geografia. Assim como se busca solução para o problema do tráfego nos grandes corredores da cidade, devem-se resolver os problemas vividos pela população das periferias, para que estas áreas não fiquem intransitáveis. 12

13 b) Como a questão da mobilidade está interligada com uso e ocupação do solo de forma racional e planejada, se a política de mobilidade urbana não estiver interligada com o uso adequado do solo, essa política não vai a lugar algum. c) A política do transporte coletivo deve ser clara por parte dos governos para que as ações implementadas surtam efeitos na mobilidade. Se forem feitas apenas intervenções pontuais na cidade do Salvador, por exemplo, o problema da mobilidade persistirá. d) O Sistema Viário Oeste (SVO) é muito mais que um projeto financeiro, é um projeto de desenvolvimento urbano e econômico, considerando que no futuro se terá muito mais que uma demanda habitacional e, para atender a demanda que vai surgir com a implementação desse projeto, deve-se ter propostas viáveis e capazes de enfrentar os problemas, caso contrário, a ocupação desordenada da Ilha de Itaparica será intensificada. Deve-se atentar para a questão econômica do projeto, sobretudo com sua viabilidade no aspecto da quilometragem reduzida, menor quantidade de combustível consumido, redução no tempo do percurso, melhoria do transporte, uma série de questões que impactam diretamente na vida das pessoas. Portanto, se faz necessário projetar qual o impacto desse projeto para a sociedade, porque uma coisa é ter noção da melhoria que uma obra dessa natureza vai trazer para o cidadão, e a outra, é que beneficio se trará para a iniciativa privada, pois são concepções antagônicas: ao empresariado interessa o lucro, à sociedade interessa quais melhorias que impactarão diretamente na qualidade de vida da população envolvida. e) Quanto ao PDDU e à LOA, em Salvador, é lamentável viver em uma cidade onde não se tem nenhum dos projetos mais importantes que regulam a convivência harmoniosa entre sociedade e o ente federativo responsável em adotar medidas necessárias e eficazes para disciplinar o uso racional do solo, a convivência conflituosa entre os diversos grupos que convivem na cidade. O judiciário está decidindo essa questão, na forma de modulação, como uma brecha encontrada na lei para regular a questão. A justiça diz que projeto de lei que não cumpre sua função social e não obedeça ao trâmite legal, volta para a lata do lixo. O Presidente do Conselho ressalta que concorda com a avaliação de que o PDDU não obedeceu ao trâmite legal, mas discorda que desembargadores fiquem criando PDDU, pois quem deve elaborar o projeto é urbanista, porque é quem, de fato, entende do assunto. 3. Saneamento Básico a) Saneamento é uma questão séria e deve-se ter uma política para o setor, porque a Embasa não tem vocação para atender às pequenas localidades, sobretudo considerando que a Bahia tem 417 municípios onde a maior parte deles tem essa característica, além dos distritos, povoados desses municípios, que sequer são contemplados com os serviços de água e esgoto. É fundamental se pensar uma política para reestruturar o setor, levando em consideração essas particularidades dos pequenos municípios do nosso Estado. b) A contaminação do solo nos pequenos municípios, devido à questão dos resíduos sólidos, tem que ser resolvida. O governo federal vem ajudando, mas o passivo dos municípios é muito grande, sacrificando-os ainda mais porque eles não podem instituir cobrança de taxas de lixo. Devem-se equacionar esses problemas. 13

14 Maio Um dos temas debatidos em maio foi o Concurso de Ideias de Arquitetura e Urbanismo para projetos de urbanização de favelas, que trata da seleção de ideia inovadora de caráter arquitetônico, urbanístico, paisagístico e, sobretudo, de promoção social para as áreas urbanas mais pobres das regiões metropolitanas e das cidades do Estado da Bahia. É um concurso de âmbito nacional, promovido pela SEDUR, organizado pelo Instituto de Arquitetura do Brasil (IAB), seção Bahia, e aberto a pessoas físicas e/ou jurídicas. O objetivo central do Concurso é receber propostas que possam contribuir com projetos de qualidade para a melhoria urbana das áreas precárias e sirvam de referencial para programas urbanos promovidos pelas próximas gestões do Estado. O objetivo é, portanto, aglutinar as melhores propostas de profissionais da área, sugerindo alternativas de urbanização dessas áreas, o que não aconteceria se fosse contratada a elaboração de um projeto de urbanização com os atuais padrões. Ou seja, seguindo o modelo tradicional. Os estudos elaborados pela SEDUR indicam que quase 70% (setenta por cento) de áreas urbanas de Salvador/RMS são áreas precárias e nelas residem as populações mais pobres, com renda familiar de até 03 salários mínimos. Para o concurso, foi selecionada a localidade de Baixinha do Santo Antonio, que fica em São Gonçalo do Retiro, em Salvador, onde mais de 70% (setenta por cento) dos domicílios a renda é de até 01 salário mínimo. Além da renda, a seleção da área foi feita utilizando critérios de densidade populacional, tipologia geográfica com o predomínio de encostas que oferecem riscos para a população e a inexistência ou baixo índice de oferta de prestação de serviços públicos urbanos. O processo de escolha das propostas apresentadas será feito por uma comissão julgadora, composta por sete membros, indicados pela SEDUR e IAB, e as propostas vencedoras receberão prêmios de: R$ 150 mil para o primeiro colocado, R$ 80 mil para o segundo e de R$ 50 mil para o terceiro. As propostas selecionadas passam a ser de propriedade do Estado, garantindo os direitos autorais. As propostas devem contemplar os seguintes eixos: planejamento urbanístico, infraestrutura, mobilidade urbana e acessibilidade, equipamentos públicos e comunitários, estudos habitacionais e ambientais, gestão e promoção social. 14

15 Com relação ao tema, foram ressaltadas as seguintes questões: 1. A importância da demarcação, nessas áreas, de espaços para implementação de equipamentos públicos, garantindo assim a prestação de serviços públicos, pois está acompanhando a implementação das Bases Comunitárias da Polícia Militar e essa questão é gritante; 2. Este concurso estimula a participação e o surgimento de boas propostas, a exemplo do projeto de Brasília, o BNH, entre outros; 3. Os recursos para a execução do concurso estão contemplados no orçamento da SEDUR, e a premiação será garantida pelo Governo do Estado da Bahia; 4. É importante para os profissionais contemplados verem seus projetos reconhecidos e executados; 5. A ideia do projeto, de acordo com os Termos de Referência, é de fazer as intervenções sem remoção das pessoas e, quando isso for necessário, deve-se garantir às famílias afetadas o direito de permanecer na sua comunidade de origem, ou seja, no próprio bairro; 6. A participação popular na construção deste projeto é importantíssima porque a moradia da família deve estar contextualizada com os equipamentos e serviços públicos, e os projetos habitacionais devem ser implantados em locais já com o mínimo de infraestrutura para não onerar ainda mais os municípios; 7. A elaboração de projeto desta natureza deve compreender a vida dos moradores e sua vivência com a coletividade, e é necessária uma avaliação pósocupação para ver se os resultados esperados foram atingidos, tanto por parte dos moradores, quanto por parte do Estado; 8. O CONCIDADES, a SEDUR e o IAB estão de parabéns pelo caráter democrático no processo de elaboração deste concurso, mas deve ficar claro se o projeto atende a uma necessidade de requalificação urbana ou uma reurbanização integrada, pois quando se faz uma reurbanização pode-se criar novos espaços levando-se em consideração a urbanização já existente. Nestas áreas, há necessidade de uma reurbanização, criando espaços urbanos adequados à realidade, considerando que a requalificação urbana só faz alguns melhoramentos nas localidades preexistentes; 9. A participação da comunidade e as questões sociais locais devem ser vistas com cuidado e deve ser criada uma Comissão com moradores da comunidade para ser consultada, permitindo a sua participação em todas as etapas do processo. As reuniões com a comunidade já estão acontecendo, pois um dos pressupostos fundamentais do projeto é a participação para a elaboração e execução dos projetos. O Termo de Referência contém objetivos, diretrizes e metas que foram discutidos com as lideranças comunitárias da Baixinha de Santo Antônio. CÂMARAS TÉCNICAS e seus encaminhamentos: a) CT Planejamento e Gestão Territorial Urbana (PGTU) Ampliação do Plano de Ação para a Criação e ou Fortalecimento dos Conselhos Municipais; Identificação dos Conselheiros em seus Territórios; 15

16 Inclusão do tema O Fundo de Desenvolvimento Urbano para os Municípios na pauta da próxima reunião. a) CT de Saneamento Promover um processo de aperfeiçoamento da CTSAN do ConCidades/BA, com ênfase nas questões que envolvem o setor de saneamento básico, visando dar suporte na estruturação e fortalecimento do Conselho Consultivo da AGERSA, o qual é constituído da própria CTSAN; Ampliar o nível de informações do Conselho Consultivo da AGERSA/ CTSAN do ConCidades/BA, de forma que possa melhorar seu desempenho no exercício de suas atribuições; Contribuir com a prática do controle social nas políticas públicas de saneamento básico. Considerações sobre o Programa de Aperfeiçoamento: a. O Programa tem caráter contínuo e permanente e será desenvolvido em módulos, detalhando apenas os dois primeiros, pois os demais deverão ser planejados de forma participativa nas reuniões da CTSAN e/ou Conselho Consultivo da AGERSA, sempre subsidiados pelas demandas emergentes dos/as conselheiros/as e pelos resultados obtidos em cada um dos módulos; b. Os módulos serão planejados e definidos no início de cada semestre, quando a AGERSA deverá realizar os devidos encaminhamentos, referentes ao levantamento de custos, logística e demais itens necessários para viabilizar os módulos em questão; c. Os módulos deverão ser realizados a cada dois meses, sempre nas semanas que ocorrem as reuniões ordinárias da CTSAN, sem Pleno, até no máximo oito dias antes da data marcada para esta reunião. A proposta inclui o item Contextualização /Justificativa, que aborda: O papel da CTSAN como Conselho Consultivo da AGERSA; As ações educativas, informativas e sensibilizadoras promovidas pela AGERSA; A CTSAN renovou com novos conselheiros e estes necessitam aprimorar seus conhecimentos sobre as questões do saneamento básico; A necessidade de capacitação permanente dos conselheiros; O interesse da AGERSA em possuir um Conselho Consultivo forte, atuante e competente, para fortalecer a própria Agência de Regulação. Sobre os Conteúdos/Temas dos Módulos do Programa de Capacitação: Módulo 1 Visão Geral dos principais aspectos, instrumentos e desafios referentes às Políticas de Saneamento Básico: 16

17 Lei nº /2007- Diretrizes nacionais para o saneamento básico e para a Política Federal de Saneamento Básico; Lei nº /2008 Política Estadual de Saneamento Básico e o processo de construção do Decreto que regulamenta esta lei por meio do GT RESAN; Lei nº 8.987/95 Concessão de Serviços Públicos (Regulamenta o art. 175 da Constituição) e Lei nº /2005 Normas Gerais de contratação de Consórcios Públicos; Lei nº /12, que cria a Agência Reguladora de Saneamento Básico do Estado da Bahia (AGERSA), com destaque no seu regulamento e estratégias de ação junto ao seu conselho consultivo. Módulo 2 Considerações referentes ao controle e participação social; Instrumentos de participação e controle social com ênfase no papel e competências dos Conselheiros; Tarifa social para saneamento e CadUnico; A Política Estadual de Educação Ambiental com ênfase no saneamento ambiental; O Programa de Educação e Mobilização Social para o Saneamento (PEAMSS). A CTSAN aponta a necessidade de dialogar com a AGERSA sobre a definição de tarifas de esgoto, considerando número de habitantes dos municípios (escalonamento), a exemplo do que já proposto pelo município de Várzea Nova. O presidente do ConCidades, Manuel Ribeiro, fez as seguintes considerações: 1. Antes de se falar da AGERSA, deve-se ter em mente a questão da Região Metropolitana e que a Prefeitura de Salvador já criou sua agência de regulação dos serviços de saneamento básico. Com isso, como a capital baiana passa a ter dois órgãos regulando os mesmos serviços, é possível que a questão venha ser judicializada para definição de competências. Por outro lado, como não se tem uma legislação federal que regule os serviços nas regiões metropolitanas, o poder judiciário deve ser chamado a definir essa questão através de ação de inconstitucionalidade. 2. No roteiro do programa de capacitação há uma gama de leis e direitos para se conhecer e discutir, mas também é necessária uma discussão técnica (sistema unitário), para não ficar focado só na legislação e tarifa. É fundamental que se discuta com a AGERSA um plano de contas, um contrato de gestão com o Estado da Bahia, para poder se apurar as tarifas. 3. É preciso criar um fundo, pois a taxa de esgoto no Nordeste é muito onerosa, os municípios não têm capilaridade financeira para custear o Sistema. 4. Observa a ausência da discussão sobre Resíduos Sólidos, cujo tema considera necessário por conta da grande quantidade de lixo 17

18 produzida pela sociedade, problema ainda muito grande tanto nos pequenos municípios, como nos municípios de médio porte no Estado, a exemplo de Ilhéus. 5. Deve-se pensar na ampliação da temática do programa de capacitação e inserir a questão dos resíduos sólidos nos módulos posteriores. b) CT de Mobilidade Sobre a duplicação da BR 415 Ilhéus/Itabuna e o acesso às praias de Ilhéus, o Diretor Geral do DERBA, presente na CT MOB, apontou a necessidade de discutir mais o tema e sobre as intervenções no Estado da Bahia (acostamento nas BAs, contornos), pois a apresentação ficou na superficialidade do debate, ressaltando que a discussão em torno do Porto Sul e da FIOL deve incluir as estradas porque estas obras irão interferir diretamente na mobilidade da região. Concluiu-se que, ainda que este tema seja de competência de outras secretarias, o ConCidades/BA precisa discuti-lo. c) CT Habitação A CT HAB, através dos seus Grupos Trabalho (GTs), pontuou as seguintes questões: GT CADASTRO Ampliação da ação de seleção por critérios no interior do estado, através do processo de adesão à SEHIS; Avaliação dos critérios de risco (inclusão de situações específicas: famílias com doentes terminais); Melhoria da qualificação dos cadastradores e do instrumento de cadastro (ficha); Análise do perfil da demanda x perfil da oferta; Discutir critérios para atendimento ao centro antigo; Elaborar resolução recomendativa no sentido da penalização dos invasores dos empreendimentos de Habitação de Interesse Social (HIS), que devem ser excluídos de qualquer programa de benefícios quando enquadrados na faixa de interesse social. GT URBANIZAÇÃO: Necessidade de enfrentamento dos projetos/obras paralisados de forma a dar resposta às comunidades beneficiadas; Acompanhamento dos projetos de urbanização dos assentamentos precários; Participação das comunidades beneficiadas; Apresentação do panorama destes projetos. 18

19 GT PÓS-OCUPAÇÃO: Formação e expansão do GT - fórum de pós-ocupação com o apoio da caixa (2013/2014); Necessidade de ampliação do GT para as demais regionais da Caixa, sobretudo, para os municípios com população de 50 mil habitantes; Convidar prefeituras, conselheiros e regionais da Caixa para participar da capacitação de síndicos e conselheiros dos empreendimentos de SSA e Lauro de Freitas que acontecerá em junho, dias 9 e 10. O balanço do cadastro de demandas por Habitação de Interesse Social HIS - apontou: O GT Pós-Ocupação deve ser regionalizado; Alguns programas do PAC estão parados há dois anos, sendo preciso resolver judicialmente; A necessidade de criar o GT Urbanização para acompanhar essas execuções; Replicar o GT Cadastro para o interior do Estado, pois se na Região Metropolitana tem uma participação significativa, no interior isso ainda não aconteceu; É preciso fortalecer a discussão da Política Estadual de Habitação, unificando os cadastros. Após discutir o processo de invasão dos empreendimentos já destinados ao Programa MCMV por alguns grupos que caminham em contraposição aos critérios acordados e definidos entre o Movimento Social e Governo, indicou-se a necessidade de providências que penalizem os referidos invasores, reforçando a importância da Política de Habitação e a necessidade de se buscar uma forma inibidora de novas invasões. O CONCIDADES deve fazer urgentemente este debate, pois em Salvador essas invasões nas unidades habitacionais do MCMV estão acontecendo frequentemente. A SSP deve ser acionada para que proceda a abertura de inquérito policial e investigação quanto aos danos ao patrimônio público, para uma posterior ação civil do Ministério Público. A SEDUR deve consultar o Ministério Público e o setor jurídico do Estado sobre formas de evitar a continuidade deste processo, que tem prejudicado e danificado os bens já destinados. A CT HAB indica que as regionais da Caixa criem seus GTs Pós-Ocupação, tendo como referência o modelo da Regional de Salvador. 19

20 Julho O ConCidades/BA tem sido objeto de estudo de graduandos, mestrandos e doutorandos de diferentes instituições acadêmicas. No geral, se debruçam a investigar sobre o avanço do processo democrático quanto à definição de políticas públicas de desenvolvimento urbano, no nível de participação da sociedade civil e, sobretudo, em que medida a democracia participativa tem interferido na mudança de mentalidade nas gestões públicas, a partir do modelo de cogestão político-administrativo, que envolve a sociedade discutindo e construindo conjuntamente com gestores eleitos através da democracia representativa. A doutoranda da Universidade Federal da Bahia, Izabel Villela, também elegeu o ConCidades como objeto de estudo, que tem como tema para a sua tese A qualidade da Comunicação no Aprendizado Democrático em Conselhos Estaduais - Valor Educativo das Práticas e Estudo de Caso do ConCidades-Bahia. Em julho Villela apresentou ao Conselho parte da sua pesquisa, focando as normas e parâmetros estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), a partir de 1992, para o funcionamento da democracia participativa, ressaltando as críticas e posicionamentos antagônicos promovidos por diversos autores. Abordou três visões diferenciadas da democracia participativa, que consideram: 1. A efetividade da participação só será possível a partir da vontade do governo, atuação da sociedade civil organizada, pactuação política do legislativo; 2. A participação é resultado de uma construção política conjunta, que se efetiva com sua constante modulação diante da prática; 3. A comunicação é a ferramenta mais eficaz na democracia participativa. Baseada nestas três concepções, Izabel Villela se alinha com a última, onde a comunicação é uma ferramenta estratégica dentro da aprendizagem participativa e que funciona como um processo, ou seja, a aprendizagem pela prática. O debate sobre a temática apontou que a democracia participativa no Brasil é uma concepção recente, fruto da incansável luta dos movimentos populares e sociais, e, ainda hoje, o grande desafio é conciliar a democracia representativa com a democracia participativa. Entretanto, não há como negar a importância da participação e controle social no que se refere à implementação das políticas públicas para alavancar o desenvolvimento desse país. 20

21 Foi reiterado que Concurso de Ideias de Arquitetura e Urbanismo para projetos de urbanização de favelas é um Concurso Público Nacional de Ideias de Arquitetura e Urbanismo e que será desenvolvido pelo Estado da Bahia, através da SEDUR, em parceria com o Instituto dos Arquitetos do Brasil. O referido projeto trata das questões de infraestrutura urbana, tendo como referência a comunidade de Baixinho de Santo Antonio, localizado no bairro São Gonçalo do Retiro, cidade do Salvador, como representação das injustiças e desigualdades sociais das cidades brasileiras. Seu objetivo, enquanto projeto piloto, é deixar um diagnóstico de políticas públicas para as próximas gestões, a exemplo do Projeto Bairro da Gente, pois é difícil a convivência, dentro da mesma cidade, com situações antagônicas, a exemplo do IDH do Alto do Itaigara, comparado ao da Suíça, enquanto, ao lado, o Nordeste de Amaralina e Santa Cruz, com seus IDH de países periféricos. Outro tema tratado foi a Entidade Metropolitana da Região Metropolitana de Salvador, criada pela Lei Complementar nº 41/2014 e regulamentada pelo Decreto nº de julho 2014, apresentado pelo Presidente do Conselho, ressaltando os seguintes aspectos: Contextualização da Região Metropolitana de Salvador Região Metropolitana existe desde 1973 por força da Lei Complementar Federal n.º 14, de 1973, recepcionada pela Constituição Federal de O Estado da Bahia trouxe para a Lei a participação popular e transparência quando instituiu, no mecanismo de governança da Entidade, o Conselho Participativo, composto por trinta membros representando os legislativos municipais e a sociedade civil. Após a aprovação na Assembleia Legislativa da Lei Complementar Estadual, que cria a Entidade Metropolitana da Região Metropolitana de Salvador, o Estado optou por discutir as questões metropolitanas numa Entidade em que todos os Municípios participam e decidem à luz de um regimento, a ser elaborado pela própria Entidade, e não através de diálogos isolados. Principais impactos da decisão do STF na ADI 1842 RJ, impetrada pelo PDT: a. A Região Metropolitana é compulsória, só dependendo da Lei Complementar estadual (ou seja, não é necessário que o Município concorde); b. A criação da Região Metropolitana não transfere ao Estadomembro competências municipais, mas obriga que os Municípios exerçam algumas de suas competências de forma colegiada (regime metropolitano de exercício de competências); c. O Órgão Metropolitano é uma nova entidade por meio da qual devem ser exercidas as funções públicas de interesse comum. As decisões tomadas pelo Órgão Metropolitano vinculam todos os entes que o integram. Por exemplo: um plano editado pelo Órgão Metropolitano vincula tanto os Municípios localizados na Região Metropolitana, como os órgãos estaduais; d. Quem deve definir a estrutura de governança da Região Metropolitana é a Lei Complementar Estadual; 21

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