TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC /2010-7

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 010.765/2010-7"

Transcrição

1 GRUPO II - CLASSE V - PLENÁRIO TC / (com 2 anexo) - Fiscalis nº 506/2010 Natureza: Relatório de Levantamento de Auditoria Órgão/Entidade: Ministério da Fazenda (vinculador); Caixa Econômica Federal (CAIXA) Interessado: Tribunal de Contas da União, 2ª Secretaria de Controle Externo (Secex-2) Advogados constituídos nos autos: Alexandre Wagner Vieira da Rocha, OAB/DF ; Ana Cecília Costa Ponciano, OAB/DF ; André Luis Tucci, OAB/SP ; André Yokomizo Aceiro, OAB/DF ; Bárbara Bianca Sena, OAB/DF ; Carla Beatriz Hamu Silva, OAB/DF ; Carlos Augusto de Andrade Jenier, OAB/ES ; Cintia Mara Dias Custódio, OAB/DF ; Cintia Tashiro, OAB/DF ; Carlos Henrique Bernardes Castello Chiossi, OAB/DF ; Davi Duarte, OAB/RS ; Estanislau Luciano de Oliveira, OAB/MG ; Fabiana Calviño Marques Pereira, OAB/DF ; Fernanda Christina Martins de Castro, OAB/MG ; Flávio Queiroz Rodrigues, OAB/DF ; Frederico Gazolla Rodrigues Renno, OAB/MG ; Girlana Granja Peixoto Moreira, OAB/DF ; Giselle Davila Honorato Furtado, OAB/MG ; Grey Bellys Dias Lira, OAB/RO 2.743; Guilherme Lopes Mair, OAB/SP ; Irene Amorim Knupp Miranda, OAB/MG ; João Roberto de Toledo, OAB/MG ; José Linhares Prado Neto, OAB/DF ; José Nicodemos Rodrigues Varela, OAB/DF ; Julio Vitor Greve, OAB/DF 7.677; Leonardo da Silva Patzlaff, OAB/DF ; Keila de Medeiros Duarte, OAB/DF ; Luiz Eduardo Alves Rodrigues, OAB/DF ; Marcos Ulhoa Dani, OAB/MG ; Mario Luiz Machado, OAB/DF 4.848; Mary Carla Silva Ribeiro, OAB/MG ; Osival Dantas Barreto, OAB/DF ; Renata Costa Silva Brandão, OAB/MG ; Ricardo Tavares Baraviera, OAB/DF ; Salvador Congentino Neto, OAB/SP ; Samir Nacim Francisco, OAB/DF 1.640A, Sérgio Luiz Guimarães Farias, OAB/DF 8.540; Wesley Cardoso dos Santos, OAB/DF ; Adriana Sousa de Oliveira, OAB/DF ; Alberto Cavalcante Braga, OAB/DF 9.170; Alexander da Silva Moraes, OAB/MG ; Alexandre Duarte de Lacerda, OAB/DF 7.658; Alison Miranda de Freitas, OAB/DF ; André Banhara Barbosa de Oliveira, OAB/SP ; Antônio Gilvan Melo, OAB/DF 5.974; Augusto Cláudio Ferreira Guterres Soares, OAB/DF 8.906; Cristina Lee, OAB/DF ; Damião Alves de Azevedo, OAB/DF ; Daniel Aquino Schneider, OAB/DF ; Daniela Alves Cruz de Carvalho, OAB/DF ; Daniella Gazzetta de Camargo, OAB/DF 7.529; Deocleciano Batista, OAB/DF 6029; Elga Lustosa de Moura, OAB/DF ; Everardo da Silva Amaral, OAB/DF 6.608; Felipe Vasconcelos Soares Montenegro Mattos, OAB/DF 1

2 23.409; Flavio Silva Rocha, OAB/MG ; Gustavo Adolfo Maia Junior, OAB/DF ; Gustavo Pereira Mendes, OAB/MG ; Inessa do Amaral Madruga Guimarães, OAB/DF ; Isabel de Fátima Ferreira Gomes, OAB/PR ; João Cardoso da Silva, OAB/MG ; José Carlos Izidro Machado, OAB/DF ; Josnei de Oliveira Pinto, OAB/DF ; Jucileia Gomes de Oliveira, OAB/DF ; Juliana Varella Barca de Miranda Porto, OAB/DF ; Lenymara Carvalho, OAB/MG ; Leonardo Groba Mendes, OAB/DF ; Luciano Caixeta Amâncio, OAB/MG ; Ludmila Viana Barbosa, OAB/DF ; Luiz Ramos Rego Filho, OAB/DF ; Manoel Moreira Filho, OAB/DF ; Márcio de Assis Borges, OAB 916-A; Maria Eliza Nogueira da Silva, OAB/PA ; Marta Bufaiçal Rosa, OAB/DF 7.292; Murilo Oliveira Leitão, OAB/DF ; Rafaela Dornelles Fittipaldi, OAB/DF ; Regynaldo Pereira Silva, OAB/DF ; Roberta Muratori Athayde, OAB/MG ; Suzana Rodriguez Alves Moreira, OAB/DF ; Thais Severo Barbosa, OAB/DF ; Ubiraci Moreira Lisboa, OAB/DF ; Welisangela Cardoso de Menezes, OAB/DF ; Wilson de Souza Malcher, OAB/DF Sumário: RELATÓRIO DE LEVANTAMENTO DE AUDITORIA. OBJETIVO DE VERIFICAR A REGULARIDADE DOS PROCEDIMENTOS DE CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS OU FINANCIAMENTOS AOS GOVERNOS ESTADUAIS OU MUNICIPAIS PARA AS OBRAS DE MOBILIDADE URBANA RELACIONADAS COM O EVENTO COPA DO MUNDO DE FUTEBOL DE DETERMINAÇÕES. MONITORAMENTO. CIÊNCIA AOS ÓRGÃOS E ENTIDADES ENVOLVIDOS COM O EVENTO. AUTORIZAÇÃO DE PUBLICAÇÃO NO PORTAL MANTIDO PELO TCU. RELATÓRIO Cuidam os autos de relatório de levantamento de auditoria realizado pela 2ª Secretaria de Controle Externo (2ª Secex) na Caixa Econômica Federal (CAIXA) com o objetivo de verificar a regularidade dos procedimentos de concessão de financiamentos aos governos estaduais ou municipais para as obras de mobilidade urbana relacionadas com a Copa do Mundo de Futebol de 2014 (Portaria de Fiscalização/Fase Planejamento nº 760, de 22/4/2010). 2. A unidade técnica iniciou o relatório com breve introdução do tema e, em seguida, abordou as características da linha de financiamento do programa Pró-Transporte, as obras de mobilidade urbana para a Copa de 2014 e a Matriz de Planejamento e Acompanhamento pelo Tribunal de Contas da União. 3. Trata-se de importante trabalho de planejamento das ações vinculadas às obras de mobilidade urbana, realizado com competência pela unidade técnica, que transcrevo na forma abaixo: 1. INTRODUÇÃO 1.2 Escopo 2

3 1.2.1 Em conformidade com o modelo definido para o acompanhamento das ações de preparação para a Copa de 2014, consubstanciado no Acórdão nº 678/2010-TCU-Plenário, cabe à 2ª Secex analisar os procedimentos de concessão dos financiamentos pela Caixa Econômica Federal em relação às obras de mobilidade urbana. A fiscalização da aplicação dos recursos, abrangendo os processos de licitação e de contratação, está a cargo dos respectivos TCEs e TCMs O financiamento das obras de mobilidade urbana está sendo conduzido pela CAIXA no âmbito do Programa Pró-Transporte, uma linha de financiamento já operada pelo banco e lastreada em recursos do FGTS Dessa forma, o escopo deste trabalho limita-se à verificação das ações da CAIXA na qualidade de Agente Financeiro do Pró-Transporte, considerando as regras do Programa, os normativos internos da CAIXA e demais normas aplicáveis A atuação da CAIXA como Agente Operador do Pró-Transporte não é objeto da presente auditoria. Eventuais financiamentos concedidos para obras que não tenham relação com a Copa de 2014 também não fazem parte do escopo desta fiscalização. Da mesma forma, este trabalho não abrange o financiamento das obras de mobilidade urbana na cidade do Rio de Janeiro, uma vez que, conforme definido na Matriz de Responsabilidades, serão financiadas pelo BNDES, e a fiscalização está a cargo da 9ª Secex. 1.3 Metodologia A metodologia adotada nesta fase do trabalho compreendeu: (i) revisão da legislação relativa à matéria; (ii) análise documental, a partir de informações encaminhadas pela CAIXA e obtidas diretamente pela equipe; (iii) reuniões com gestores da CAIXA; (iv) participação nas reuniões do Grupo de Trabalho Copa de 2014 organizado pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal Tendo em vista o objetivo da fiscalização, procurou-se identificar as características gerais do Programa Pró-Transporte, em especial o papel de cada agente e as regras de aplicação dos recursos. No mesmo sentido, procurou-se identificar as alçadas e os procedimentos internos da CAIXA para contratar os financiamentos e realizar os respectivos desembolsos Adicionalmente, buscou-se verificar as providências até então adotadas em função dos projetos de mobilidade urbana previstos na Matriz de Responsabilidades Reunidas todas essas informações, foram identificados os critérios para subsidiar a elaboração da matriz de planejamento, apresentada no Apêndice A Nenhuma operação foi efetivamente contratada com a CAIXA no período coberto pela Portaria de Fiscalização. Em consequência, a equipe considerou que os procedimentos da matriz de planejamento devem ser aplicados em momento oportuno, à medida que as operações forem sendo contratadas. Tal aspecto será abordado com mais detalhes no curso deste relatório As informações colhidas pela equipe de auditoria que subsidiaram a elaboração da matriz de planejamento estão sintetizadas nos tópicos a seguir: a seção 2 apresenta as características gerais do Pró- Transporte; a seção 3 trata das obras de mobilidade urbana que serão financiadas pela CAIXA, conforme definido na Matriz de Responsabilidades, informando sobre as providências já adotadas para celebrar os contratos de financiamento; a seção 4 discorre sobre o acompanhamento a ser realizado pelo Tribunal, dadas as informações sobre o estágio das contratações; na seção 5 são apresentadas as conclusões e na seção 6 a proposta de encaminhamento. 2. CARACTERÍSTICAS GERAIS DA LINHA DE FINANCIAMENTO 2.1 O Programa Pró-Transporte O Pró-Transporte foi aprovado pela Resolução nº 567/2008, do Conselho Curador do FGTS (CCFGTS), e regulamentado pelas Instruções Normativas nº 22 e 23 do Ministério das Cidades, ambas de 10/5/2010. Antes da edição dessas instruções, a IN nº 44/2008 era a norma do Ministério das Cidades que regulamentava o Programa O Pró-Transporte visa financiar empreendimentos destinados à implantação, ampliação, modernização e/ou adequação da infraestrutura dos sistemas de transporte público coletivo urbano sobre trilhos, pneus e hidroviário, incluindo-se obras civis, equipamentos, sinalização e/ou aquisição de veículos, barcas e afins O público-alvo dos financiamentos são os estados, Distrito Federal, municípios, órgãos públicos gestores e respectivas concessionárias ou permissionárias do transporte coletivo urbano, assim como as sociedades de propósitos específicos (SPEs). 3

4 2.1.4 O Conselho Monetário Nacional-CMN, por meio da Resolução nº 3.831, de 13/1/2010, acrescentou o art. 9º-R à Resolução CMN nº 2.827/2001, autorizando a contratação de novas operações de crédito com o setor público no âmbito do Pró-Transporte, especificamente para financiar empreendimentos de mobilidade urbana associados à Copa de De acordo com a Resolução, a autorização limita-se ao valor de R$ 8 bilhões e é valida até 31/12/ Para viabilizar as contratações, o Conselho Curador do FGTS, por meio da Resolução nº 625, de 12/1/2010, alterou o orçamento do Fundo e aprovou a alocação adicional de R$ 7 bilhões a favor da área de infraestrutura urbana para o exercício de O orçamento original, aprovado por meio da Resolução nº 610, de 27/10/2009, já havia alocado R$ 1 bilhão na mesma rubrica. 2.2 O papel dos agentes Como informado, a CAIXA já opera a linha de financiamento do Pró-Transporte. O Manual de Fomento do Programa, divulgado no site do banco (www.caixa.gov.br), estabelece procedimentos operacionais para a contratação das operações de crédito financiadas por intermédio do Programa. O Manual contempla os papéis dos principais agentes no processo. 2.3 Ministério das Cidades Como Gestor da Aplicação, deve estabelecer as diretrizes para seleção, contratação e acompanhamento dos projetos a serem financiados pelo Programa, bem como promover o enquadramento final, hierarquizar e selecionar as propostas de operações de crédito. As propostas selecionadas devem ser publicadas pelo Ministério das Cidades no Diário Oficial da União e remetidas à Secretaria do Tesouro Nacional para análise da capacidade de endividamento. 2.4 Caixa Econômica Federal A CAIXA desempenha segregadamente os papéis de Agente Operador do FGTS, por intermédio da Superintendência Nacional de Fundo de Garantia (SUFUG) e suas representações regionais (GIFUG), e de Agente Financeiro, por intermédio da Superintendência Nacional de Saneamento e Infraestrutura (SUSAN) e suas representações regionais (SUDES/GIDUR) Na qualidade de Agente Operador, tem a atribuição de controlar e acompanhar a execução orçamentária do Programa, encaminhando informações ao Gestor da Aplicação (Ministério das Cidades) e ao CCFGTS Como Agente Financeiro, a CAIXA é responsável pela emissão do parecer de enquadramento prévio quanto ao preenchimento dos requisitos do Pró-Transporte, à compatibilidade do valor solicitado e à viabilidade de execução da obra. Após a seleção das propostas pelo Gestor da Aplicação, a CAIXA tem a atribuição de contratar as operações de crédito com os tomadores, assim como realizar o acompanhamento das obras e serviços, responsabilizando-se pelo retorno dos recursos desembolsados e assumindo o risco das operações. Assim, desempenha atividades como a análise de risco de crédito, a análise da capacidade de pagamento/suficiência das garantias e o acompanhamento e controle da execução física e financeira do objeto contratado Embora não seja prática comum, os proponentes podem escolher outros agentes financeiros que estejam habilitados pelo Agente Operador A atuação da CAIXA no âmbito do Pró-Transporte é regulamentada nos seus normativos internos. A equipe verificou que diretrizes específicas para fazer frente às demandas da Copa de 2014 foram incorporadas nesses normativos, como a relação das obras previstas para receberem os recursos e cronogramas indicativos para a contratação. 2.5 Secretaria do Tesouro Nacional Após a seleção da proposta pelo Ministério das Cidades, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) verifica a capacidade de endividamento do estado ou município proponente, conforme os requisitos da Lei de Responsabilidade Fiscal. 2.6 Governos Estaduais e Municipais Como proponentes ao financiamento e potenciais tomadores do crédito, os governos estaduais e municipais elaboram a carta-consulta, na qual são apresentadas informações gerais sobre a obra proposta, como a sua compatibilidade com o Plano Diretor e o Plano de Transporte da cidade. A carta-consulta tem como destinatário o Ministério das Cidades, que verifica o seu enquadramento nos requisitos do Pró-Transporte, após o enquadramento prévio promovido pela CAIXA Os governos estaduais e municipais são os responsáveis pelo planejamento, licitação, contratação, execução, fiscalização e acompanhamento do projeto, na forma em que este vier a ser 4

5 aprovado. Também são responsáveis pela alocação de recursos adicionais não previstos no investimento inicial, caso verificada sua necessidade. 2.7 Parâmetros de contratação De acordo com o Manual de Fomento do Pró-Transporte, os juros do empréstimo são cobrados mensalmente, na data estabelecida no contrato, nas fases de carência e de amortização, à taxa nominal entre 5,5% a.a. e 6% a.a. O Agente Financeiro faz jus a diferencial de juros, a título de remuneração, de 2% a.a., pagos mensalmente junto com os juros contratuais, incidente sobre o saldo devedor da operação de crédito. O Agente Financeiro pode, ainda, cobrar o percentual de até 1% a.a. do tomador final, a título de taxa de risco de crédito O percentual mínimo de contrapartida de responsabilidade do tomador, sobre o valor total do investimento, é de 5% A carência é limitada a 48 meses. Por sua vez, o prazo máximo de amortização é de até 20 anos, sendo que para sistemas de transporte sobre trilhos, o prazo máximo é de até 30 anos São admitidos os seguintes tipos de garantias: (i) vinculação de receitas tarifárias e/ou outras garantias reais; (ii) outras garantias previstas na legislação vigente, a critério do Agente Financeiro. Nos financiamentos concedidos pela CAIXA ao setor público, as garantias normalmente aceitas são cotas do FPM/FPE ou receitas de ICMS. 3. OBRAS DE MOBILIDADE URBANA PARA A COPA As obras selecionadas para adequação da mobilidade urbana nas cidades-sede foram discriminadas no Anexo A da Matriz de Responsabilidades assinada entre os entes da federação. Os projetos financiados pela Caixa Econômica Federal, com os respectivos prazos previstos para início e conclusão, foram consolidados no Apêndice B. 3.2 Na área de mobilidade, foram selecionadas obras entre veículos leves sobre trilhos (VLT), corredores expressos de ônibus (BRT - Bus Rapid Transit), monotrilhos e obras viárias. O Governo Federal denominou essa lista de obras como o PAC da Mobilidade Urbana. 3.3 As intervenções previstas foram estimadas em R$ 11,48 bilhões, dos quais R$ 7,6 bilhões serão investidos pela União, sendo R$ 6,4 bilhões via financiamento CAIXA com recursos do Pró-Transporte, e R$ 1,2 bilhão via BNDES, este último para financiar as obras na cidade do Rio de Janeiro. O restante será custeado por meio de contrapartidas prestadas pelos governos locais. 3.4 A Matriz de Responsabilidades prevê que eventual alteração no orçamento que gere necessidade de aporte de recursos superior ao previsto no referido instrumento será de responsabilidade exclusiva da parte executora do empreendimento, ou seja, dos Estados, Distrito Federal e Municípios. Da mesma forma, a Matriz define que intervenções não previstas serão de responsabilidade única do executor, a menos que um aditamento venha a ser acordado entre os entes envolvidos. 3.5 Segundo informações prestadas pela CAIXA, os financiamentos seguirão as condições gerais aplicáveis ao Programa Pró-Transporte, descritas na seção 2 deste relatório. 3.6 Ao prolatar o Acórdão nº 678/2010-TCU-Plenário, o Tribunal expressou preocupação quanto às garantias vinculadas aos financiamentos. Os normativos internos da CAIXA prescrevem que as operações do Pró-Transporte com o setor público devem ser garantidas por recursos futuros do FPE/FPM e ICMS dos tomadores. Para possibilitar a execução dessas garantias em caso de inadimplência, foi verificado que existe um convênio com o Banco do Brasil para retenção dos valores de FPE/FPM. No caso do ICMS, existe a previsão de que o banco depositário do imposto deva ser parte interveniente do contrato de financiamento, autorizando a retenção dos valores a partir do requerimento da CAIXA. 3.7 De acordo com informações obtidas junto à CAIXA, nenhuma operação de crédito com esse tipo de garantia está lançada em prejuízo na carteira do banco. Ademais, nos casos em que foi necessário o bloqueio dessas garantias, a CAIXA informou que não foram registradas dificuldades no recebimento dos valores. 3.8 Outro ponto crítico a ser considerado refere-se à tempestividade. A legislação brasileira, especialmente a Lei nº 9.504/1997 e a Resolução nº 43/2001, do Senado Federal, impõe condições e prazos que limitam a aprovação dos financiamentos em ano eleitoral, como é o caso de 2010 para a União e os Estados. Considerando as regras vigentes, existem dois prazos a observar nos contratos a serem celebrados com os governos estaduais: (i) contratação e início das obras até 3/7/2010, para permitir o desembolso de recursos no período que antecede o dia da eleição; e (ii) perdido o prazo anterior, contratação até 2/9/2010, para que os desembolsos possam ser realizados após a data de proclamação, 5

6 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do candidato eleito ao cargo de chefe do Poder Executivo estadual, observada a possibilidade de 2º turno. 3.9 Vencidos esses prazos, novas operações de crédito com os governos estaduais só poderão ser contratadas em Por oportuno, vale lembrar que a autorização concedida para o setor público obter financiamento para as obras de mobilidade urbana expira em 31/12/2010, conforme Resolução CMN nº 3831/ Mesmo não havendo eleições nos Municípios, também existe limitação de prazo para as contratações celebradas com esses entes. Caso a contratação com os governos municipais seja realizada após 3/7/2010, os desembolsos devem ser contratualmente condicionados para momento posterior ao período eleitoral do governo estadual Nesse sentido, a IN 23/2010 do Ministério das Cidades estabeleceu os seguintes prazos para o processo de contratação dos financiamentos visando à Copa de 2014: (i) apresentação da carta-consulta ao Agente Financeiro: até 12/5/2010; (ii) enquadramento prévio das cartas-consulta pelo Agente Financeiro: até 21/5/2010; (iii) enquadramento final das cartas-consulta pelo Ministério das Cidades: até 31/5/2010; (iv) emissão de autorização pela STN: até 25/6/2010; (v) conclusão da análise de viabilidade pelo Agente Financeiro e a celebração dos contratos: até 2/7/ Segundo apurado pela equipe de auditoria, nenhuma operação de crédito foi efetivamente contratada com a CAIXA até o término do período abrangido pela Portaria de Fiscalização (até 28/5/2010), embora todas as cidades-sedes tenham encaminhado suas cartas-consultas ao banco. Até então, o processo de concessão dos financiamentos encontra-se na etapa de enquadramento final das cartas-consulta e publicação dos projetos selecionados pelo Ministério das Cidades, de modo que os prazos definidos na IN 23/2010 estão sendo obedecidos O Ministério já fez publicar no DOU (fls. 81/83) a seleção das cartas-consulta de trinta e dois dos quarenta e seis projetos de mobilidade urbana que serão financiados pela CAIXA, referentes a oito cidades-sede: Belo Horizonte, São Paulo, Manaus, Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília e Curitiba. Cabe mencionar que, em relação à cidade Manaus, só foi publicada a seleção do projeto do Monotrilho, estando pendente a aprovação do projeto do BRT Nas publicações no DOU, pode-se verificar que houve alteração nos valores da contrapartida estimados na Matriz de Responsabilidade dos projetos de Belo Horizonte, Recife, Salvador, Brasília e Curitiba. Contudo, o valor do financiamento a ser concedido pela CAIXA está em conformidade com a previsão da Matriz. 4. MATRIZ DE PLANEJAMENTO E ACOMPANHAMENTO PELO TCU 4.1 Considerando-se as características do Programa Pró-Transporte, a atual situação dos projetos das cidades-sede para obras de mobilidade urbana e os pontos críticos acima apontados, a equipe de auditoria elaborou a matriz de planejamento da fiscalização. Foram propostas duas questões de auditoria: 4.2 Questão 1: Os procedimentos anteriores à contratação foram realizados conforme as normas vigentes, possibilitando uma análise confiável sobre a viabilidade da operação financiada? 4.3 Questão 2: Os procedimentos adotados pela CAIXA para acompanhamento da execução contratual e efetivação dos desembolsos observaram as normas vigentes, assegurando a liberação dos recursos somente após comprovada a viabilidade dos projetos e o cumprimento do cronograma físicofinanceiro das obras? 4.4 Com base nessas questões e na aplicação dos respectivos procedimentos, espera-se concluir sobre a regularidade do processo de concessão dos financiamentos pela CAIXA, atendendo ao objetivo definido no Acórdão nº 678/2010-TCU-Plenário. 4.5 Para permitir a execução dos procedimentos da matriz de planejamento, será proposta ao Tribunal a conversão do presente processo em Relatório de Acompanhamento, nos termos do art. 241 e art. 242 do Regimento Interno do TCU, uma vez que não há operação efetivamente contratada. Assim, propõe-se que as aprovações das cartas-consulta pelo Ministério das Cidades, assim como as assinaturas dos contratos de financiamento entre a CAIXA e os Estados/Municípios, sejam acompanhadas de forma seletiva e concomitante pela 2ª Secex. Para tanto, será proposta determinação para que a CAIXA encaminhe ao Tribunal cópia dos contratos de financiamento, assim que forem celebrados. 4.6 As operações deverão ser avaliadas quanto à materialidade e relevância, com base na matriz de planejamento, constituindo-se anexo específico para cada operação de crédito analisada. 4.7 Como informado, os contratos de financiamento devem ser assinados até 2/7/2010 para atender ao prazo estabelecido pela IN 23/2010 do Ministério das Cidades. Tendo em vista o tempo limitado para 6

7 que a CAIXA realize as análises necessárias à contratação das operações de crédito, há risco de que os contratos sejam celebrados com pendências a serem resolvidas pelos tomadores. Nesses casos, as normas do Pró-Transporte prescrevem que o saneamento integral dessas pendências é condição para que o banco realize o primeiro desembolso. 4.8 Dessa forma, entende-se que o momento mais adequado para aplicação dos procedimentos da matriz de planejamento seria logo após o primeiro desembolso das operações contratadas, quando todas as condições exigidas pelo Programa já deverão estar atendidas. Agindo assim, eventuais problemas no processo de concessão do financiamento poderão ser identificados e corrigidos com tempestividade, assegurando a regularidade das demais liberações de recursos. A necessidade de estender o acompanhamento de uma operação específica dependerá dos resultados da análise do primeiro desembolso, a critério do Tribunal. Por isso, também será proposta determinação para que a CAIXA encaminhe informações sobre o primeiro desembolso de cada operação contratada, assim que forem aprovados. 4.9 Por fim, cabe registrar que os auditores desta Unidade Técnica devem continuar participando das reuniões do Grupo de Trabalho Copa de 2014 organizado pelo Ministério Público Federal, para avaliação e discussão da atuação da CAIXA como agente financiador dos projetos de mobilidade urbana destinados ao evento. 5. CONCLUSÃO 5.1 Por meio do Acórdão nº 678/2010-TCU-Plenário, o Tribunal determinou à 2ª Secex que verificasse a regularidade dos procedimentos adotados pela Caixa Econômica Federal na concessão de financiamentos aos governos estaduais ou municipais para as obras de mobilidade urbana relacionadas com a Copa do Mundo de Futebol de Atendendo à determinação, esta Unidade Técnica fez publicar a Portaria de Fiscalização/Fase Planejamento nº 760, de 22/4/ No planejamento do trabalho, procurou-se identificar as características gerais da linha de financiamento, com destaque para o papel de cada agente e para as regras de aplicação dos recursos. Também se buscou identificar as alçadas e os procedimentos internos da CAIXA para contratar os financiamentos e realizar os respectivos desembolsos. Adicionalmente, examinaram-se as providências até então adotadas em função dos projetos de mobilidade urbana a serem financiados. 5.3 Das informações obtidas, verificou-se que os projetos e os valores que serão financiados pela CAIXA foram relacionados na Matriz de Responsabilidades divulgada no site do Ministério do Esporte, firmada entre a União, os Estados e os Municípios. Conforme o documento, a CAIXA deverá financiar R$ 6,4 bilhões do total estimado em R$ 11,48 bilhões para investimentos em mobilidade urbana nas cidades-sede. 5.4 As operações de crédito serão realizadas no âmbito do Programa Pró-Transporte, com recursos do FGTS. As garantias das operações deverão ser constituídas pelos recursos do FPE/FPM e receitas de ICMS dos entes públicos tomadores. 5.5 É importante destacar que os governos estaduais e municipais são os responsáveis pela contratação e execução dos projetos. Por isso, essas ações deverão ser acompanhadas pelos respectivos Tribunais de Contas Estaduais e/ou Municipais. Isso não impede que, verificadas irregularidades na execução contratual, o TCU as comunique aos órgãos de controle interessados. 5.6 Reunidas as informações, elaborou-se uma matriz de planejamento para avaliar a regularidade dos financiamentos. Entretanto, até o final do período abrangido pela Portaria de Fiscalização (até 28/5/2010), nenhuma operação foi efetivamente contratada. 5.7 Para permitir a execução dos procedimentos da matriz de planejamento, será proposta ao Tribunal a conversão do presente processo em Relatório de Acompanhamento, com a criação de anexo específico para cada operação de crédito analisada. Assim, as ações adotadas pela CAIXA na concessão dos financiamentos poderão ser acompanhadas de forma seletiva e concomitante pela 2ª Secex. Para tanto, será proposta ainda determinação para que a CAIXA encaminhe ao Tribunal cópias dos contratos de financiamento, assim que forem celebrados. 5.8 Pelo prazo estabelecido na IN 23/2010 do Ministério das Cidades, a assinatura dos contratos deve ocorrer até 2/7/2010. Nessas condições, há risco de que os contratos sejam firmados com pendências a serem resolvidas pelos tomadores, cuja solução deve ser condicionante para o primeiro desembolso. 5.9 Dessa forma, entende-se que o momento mais adequado para aplicação dos procedimentos da matriz de planejamento seria logo após o primeiro desembolso das operações contratadas, de modo que eventuais problemas no processo de concessão do financiamento possam ser identificados e corrigidos 7

8 com tempestividade, assegurando a regularidade das demais liberações de recursos. A necessidade de estender o acompanhamento de uma operação específica dependerá dos resultados da análise do primeiro desembolso, a critério do Tribunal. Por isso, também será proposta determinação para que a CAIXA encaminhe informações sobre o primeiro desembolso de cada operação contratada, assim que forem aprovados Adicionalmente, será proposto encaminhar cópia do Acórdão que vier a ser adotado pelo Tribunal, bem como do Relatório e do Voto que o fundamentarem para os seguintes destinatários envolvidos na execução e no controle das ações preparatórias para a Copa 2014: a) Ministro de Estado do Esporte; b) Ministro de Estado das Cidades; c) Presidente da Caixa Econômica Federal; d) Presidente da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado Federal; e) Presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados; f) Procurador- Geral da República, para subsidiar as atividades do Grupo de Trabalho Copa 2014 instituído no âmbito do Ministério Público Federal; g) Secretaria Adjunta de Planejamento e Procedimentos do TCU, de modo a subsidiar as atividades de acompanhamento das ações da Copa Por fim, será proposto que o Anexo 2 deste processo tenha tratamento sigiloso no âmbito do Tribunal, nos termos dos art. 9º e 10 da Resolução TCU nº 191/2006 e do art. 6º inciso VII da Resolução TCU nº 229/2009, uma vez que contém informações que merecem esse resguardo, conforme indicação da CAIXA. 4. Em face das análises acima, a 2ª Secretaria de Controle Externo formulou proposta no sentido de: a) converter o presente processo em Relatório de Acompanhamento, nos termos dos arts. 241 e 242 do Regimento Interno do TCU, de modo que os procedimentos de concessão de empréstimos ou financiamentos pela Caixa Econômica Federal aos governos estaduais ou municipais para as obras de mobilidade urbana relacionadas com o evento Copa do Mundo de Futebol de 2014 possam ser acompanhados de forma seletiva e concomitante pelo Tribunal, com a criação de anexo específico para cada operação de crédito analisada; b) determinar à Caixa Econômica Federal, nos termos do art. 250, inciso II, do Regimento Interno do TCU, que: b.1) encaminhe ao Tribunal cópia dos contratos de financiamento celebrados com os Estados/Municípios no âmbito do Pró-Transporte para fazer frente às obras de mobilidade urbana relacionadas com a Copa do Mundo de Futebol de 2014, em até 15 dias após a assinatura de cada instrumento contratual; b.2) informe o Tribunal sobre a realização do primeiro desembolso relativo aos contratos de financiamento definidos no item anterior, em até 15 dias após cada aprovação para liberar os respectivos recursos; c) encaminhar cópia do Acórdão que vier a ser proferido pelo Tribunal, bem como do Relatório e do Voto que o fundamentarem para os seguintes destinatários envolvidos na execução e no controle das ações preparatórias para a Copa 2014: a) Ministro de Estado do Esporte; b) Ministro de Estado das Cidades; c) Presidente da Caixa Econômica Federal; d) Presidente da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado Federal; e) Presidente da Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados; f) Procurador-Geral da República, para subsidiar as atividades do Grupo de Trabalho Copa 2014 instituído no âmbito do Ministério Público Federal; g) Secretaria Adjunta de Planejamento e Procedimentos do TCU, de modo a subsidiar as atividades de acompanhamento das ações da Copa 2014; d) determinar que o Anexo 2 deste processo tenha tratamento sigiloso no âmbito do Tribunal, nos termos dos art. 9º e 10 da Resolução TCU nº 191/2006 e do art. 6º, inciso VII, da Resolução TCU nº 229/2009. É o relatório. 8

9 VOTO Cuidam os autos de relatório de levantamento de auditoria realizado pela 2ª Secretaria de Controle Externo (2ª Secex) com o objetivo de verificar a regularidade dos procedimentos adotados pela Caixa Econômica Federal (CAIXA) na concessão de financiamentos aos governos estaduais e municipais para as obras de mobilidade urbana relacionadas com a Copa do Mundo de Futebol de Na fase de planejamento do presente trabalho, motivado pela determinação assente no item 9.2 do Acórdão nº 678/2010-TCU-Plenário (TC /2010-3), a unidade técnica procurou identificar as características gerais da linha de financiamento, os procedimentos internos de gerenciamento da CAIXA para a citada linha e as providências até então adotadas em função dos projetos de mobilidade urbana a serem financiados. 3. Em face das informações obtidas, a 2ª Secex verificou que os projetos e os valores a serem financiados pela CAIXA foram relacionados na Matriz de Responsabilidades divulgada no site do Ministério do Esporte (www.portal.esporte.gov.br), firmada entre a União, os Estados e os Municípios das cidades que sediarão o importante evento futebolístico. 4. De acordo com o documento, do total estimado de R$ 11,48 bilhões em investimentos nas obras de mobilidade urbana nas cidades-sede, a CAIXA deverá financiar R$ 6,4 bilhões e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) R$ 1,2 bilhão, especificamente para as obras da cidade-sede do Rio de Janeiro. 5. As operações de crédito da CAIXA serão realizadas no âmbito do Programa Pró- Transporte, com recursos do FGTS, e garantidas com recursos do FPE/FPM e de receitas de ICMS dos entes públicos tomadores de crédito. 6. Os principais agentes no processo são o Ministério das Cidades e a CAIXA. O Ministério das Cidades, na qualidade de gestor da aplicação, deverá estabelecer as diretrizes para seleção, contratação e acompanhamento dos projetos a serem financiados pelo Programa, bem como promover o enquadramento final, hierarquizar e selecionar as propostas de operações de crédito. A CAIXA, como agente operador do FGTS, tem a atribuição de controlar e acompanhar a execução orçamentária do Programa, encaminhando informações ao Ministério das Cidades e ao Conselho Curador do FGTS (CGFGTS), e, como agente financeiro, é responsável pela emissão do parecer de enquadramento prévio quanto ao preenchimento dos requisitos do Pró-Transporte, à compatibilidade do valor solicitado e á viabilidade de execução da obra. 7. Reunidas e examinadas todas as informações, a equipe elaborou matriz de planejamento para avaliar a regularidade dos financiamentos e informou que até o final do período abrangido pela Portaria de Fiscalização nenhuma operação havia sido efetivamente contratada. 8. Sobre o momento mais adequado para aplicar os procedimentos da matriz de planejamento, acolho a proposta da 2ª Secex no sentido de que seja na ocasião do primeiro desembolso das operações contratadas, quando todas as condições exigidas pelo Pró-Transporte deverão estar satisfeitas. De igual modo, entendo que a necessidade de estender o acompanhamento de uma operação específica dependerá dos resultados da análise do primeiro desembolso. 9. Manifesto também a minha concordância com as proposições de converter o presente processo em relatório de acompanhamento, de modo a que os procedimentos de concessão de empréstimos ou financiamentos possam ser acompanhados de forma seletiva e concomitante pelo Tribunal, com a criação de anexo específico para cada operação de crédito analisada; e de determinar à CAIXA que encaminhe ao Tribunal cópia dos contratos de financiamento e informações sobre o primeiro desembolso de cada operação contratada, assim que essas ações forem realizadas. Para verificar as assinaturas, acesse informando o código

10 10. Com respeito ao ponto crítico da tempestividade da contratação das obras de mobilidade urbana, observo que a legislação brasileira, especialmente a Lei nº 9.504/1977 e a Resolução nº 43/2001 do Senado Federal, impõe condições e prazos que limitam a aprovação dos financiamentos em ano eleitoral. 11. Ante a peculiaridade da legislação eleitoral e para tornar o controle externo mais efetivo, entendo que esta Corte de Contas deva solicitar ao Ministério das Cidades informações acerca de todos os contratos de obras de mobilidade urbana vinculadas diretamente Copa do Mundo de Futebol de 2014, por cidade-sede, efetivamente firmados até 2 de julho de 2010, prazo estabelecido pela IN nº 23/2010 do citado Ministério. 12. Para os contratos ainda não celebrados até essa data, é pertinente, a meu ver, alertar aos tomadores de financiamentos de que a contratação deverá efetivar-se até 2 de setembro de 2010, com vistas a que os desembolsos possam ser realizados após a data de proclamação, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do candidato eleito ao cargo de chefe do Poder Executivo estadual, observada a possibilidade de segundo turno. 13. No que se refere às cartas-consulta dos quarenta e seis projetos de mobilidade urbana relativos a oito cidades-sede que serão financiados com recursos da CAIXA, creio que se deva estabelecer o prazo de quinze dias para que o Ministério das Cidades, na qualidade de gestor da aplicação, informe ao Tribunal, por intermédio da 2ª Secex, qual a atual situação de cada financiamento de projeto. 14. Quanto à participação dos auditores da 2ª Secex nas reuniões do Grupo de Trabalho Copa de 2014 organizado pelo Ministério Público Federal para avaliação e discussão da atuação da CAIXA como agente financiador dos projetos de mobilidade urbana destinados ao evento, manifesto a minha aquiescência. 15. No que se refere ao Anexo 2 deste processo, acolho a proposta da unidade técnica de que lhe seja dado tratamento sigiloso no âmbito do Tribunal, nos termos dos arts. 9º e 10 da Resolução TCU nº 191/2006 e do art. 6º, inciso VII, da Resolução TCU nº 229/ Finalmente, entendo oportuno autorizar a publicação no Portal de Fiscalização da Copa de 2014, mantido pelo TCU, do relatório completo produzido pela 2ª Secex. Por todo o acima exposto e considerado, VOTO no sentido de que o Tribunal adote a deliberação que ora submeto ao Colegiado. TCU, Sala das Sessões Ministro Luciano Brandão Alves de Souza, em 7 de julho de VALMIR CAMPELO Ministro-Relator Para verificar as assinaturas, acesse informando o código

11 ACÓRDÃO Nº 1583/2010 TCU Plenário 1. Processo nº TC / (com 2 anexos) - Fiscalis nº 506/ Grupo II Classe V - Assunto: Relatório de Levantamento de Auditoria 3. Órgão/Entidade: Ministério da Fazenda (vinculador); Caixa Econômica Federal (CAIXA) 4. Interessado: Tribunal de Contas da União, 2ª Secretaria de Controle Externo (Secex-2) 5. Relator: Ministro Valmir Campelo 6. Representante do Ministério Público: não atuou 7. Unidade Técnica: 2ª Secretaria de Controle Externo (Secex-2) 8. Advogados constituídos nos autos: Alexandre Wagner Vieira da Rocha, OAB/DF ; Ana Cecília Costa Ponciano, OAB/DF ; André Luis Tucci, OAB/SP ; André Yokomizo Aceiro, OAB/DF ; Bárbara Bianca Sena, OAB/DF ; Carla Beatriz Hamu Silva, OAB/DF ; Carlos Augusto de Andrade Jenier, OAB/ES ; Cintia Mara Dias Custódio, OAB/DF ; Cintia Tashiro, OAB/DF ; Carlos Henrique Bernardes Castello Chiossi, OAB/DF ; Davi Duarte, OAB/RS ; Estanislau Luciano de Oliveira, OAB/MG ; Fabiana Calviño Marques Pereira, OAB/DF ; Fernanda Christina Martins de Castro, OAB/MG ; Flávio Queiroz Rodrigues, OAB/DF ; Frederico Gazolla Rodrigues Renno, OAB/MG ; Girlana Granja Peixoto Moreira, OAB/DF ; Giselle Davila Honorato Furtado, OAB/MG ; Grey Bellys Dias Lira, OAB/RO 2.743; Guilherme Lopes Mair, OAB/SP ; Irene Amorim Knupp Miranda, OAB/MG ; João Roberto de Toledo, OAB/MG ; José Linhares Prado Neto, OAB/DF ; José Nicodemos Rodrigues Varela, OAB/DF ; Julio Vitor Greve, OAB/DF 7.677; Leonardo da Silva Patzlaff, OAB/DF ; Keila de Medeiros Duarte, OAB/DF ; Luiz Eduardo Alves Rodrigues, OAB/DF ; Marcos Ulhoa Dani, OAB/MG ; Mario Luiz Machado, OAB/DF 4.848; Mary Carla Silva Ribeiro, OAB/MG ; Osival Dantas Barreto, OAB/DF ; Renata Costa Silva Brandão, OAB/MG ; Ricardo Tavares Baraviera, OAB/DF ; Salvador Congentino Neto, OAB/SP ; Samir Nacim Francisco, OAB/DF 1.640A, Sérgio Luiz Guimarães Farias, OAB/DF 8.540; Wesley Cardoso dos Santos, OAB/DF ; Adriana Sousa de Oliveira, OAB/DF ; Alberto Cavalcante Braga, OAB/DF 9.170; Alexander da Silva Moraes, OAB/MG ; Alexandre Duarte de Lacerda, OAB/DF 7.658; Alison Miranda de Freitas, OAB/DF ; André Banhara Barbosa de Oliveira, OAB/SP ; Antônio Gilvan Melo, OAB/DF 5.974; Augusto Cláudio Ferreira Guterres Soares, OAB/DF 8.906; Cristina Lee, OAB/DF ; Damião Alves de Azevedo, OAB/DF ; Daniel Aquino Schneider, OAB/DF ; Daniela Alves Cruz de Carvalho, OAB/DF ; Daniella Gazzetta de Camargo, OAB/DF 7.529; Deocleciano Batista, OAB/DF 6029; Elga Lustosa de Moura, OAB/DF ; Everardo da Silva Amaral, OAB/DF 6.608; Felipe Vasconcelos Soares Montenegro Mattos, OAB/DF ; Flavio Silva Rocha, OAB/MG ; Gustavo Adolfo Maia Junior, OAB/DF ; Gustavo Pereira Mendes, OAB/MG ; Inessa do Amaral Madruga Guimarães, OAB/DF ; Isabel de Fátima Ferreira Gomes, OAB/PR ; João Cardoso da Silva, OAB/MG ; José Carlos Izidro Machado, OAB/DF ; Josnei de Oliveira Pinto, OAB/DF ; Jucileia Gomes de Oliveira, OAB/DF ; Juliana Varella Barca de Miranda Porto, OAB/DF ; Lenymara Carvalho, OAB/MG ; Leonardo Groba Mendes, OAB/DF ; Luciano Caixeta Amâncio, OAB/MG ; Ludmila Viana Barbosa, OAB/DF ; Luiz Ramos Rego Filho, OAB/DF ; Manoel Moreira Filho, OAB/DF ; Márcio de Assis Borges, OAB 916-A; Maria Eliza Nogueira da Silva, OAB/PA ; Marta Bufaiçal Rosa, OAB/DF 7.292; Murilo Oliveira Leitão, OAB/DF ; Rafaela Dornelles Fittipaldi, OAB/DF ; Regynaldo Pereira Silva, OAB/DF ; Roberta Muratori Athayde, OAB/MG ; Suzana Rodriguez Alves Moreira, OAB/DF ; Thais Severo Barbosa, OAB/DF ; Ubiraci Moreira Lisboa, OAB/DF ; Welisangela Cardoso de Menezes, OAB/DF ; Wilson de Souza Malcher, OAB/DF Para verificar as assinaturas, acesse informando o código

12 9. Acórdão: VISTOS, relatados e discutidos estes autos de Relatório de Levantamento de Auditoria realizado pela 2ª Secretaria de Controle Externo (Secex-2) com o objetivo de verificar a regularidade dos procedimentos de concessão de empréstimos ou financiamentos aos governos estaduais ou municipais para as obras de mobilidade urbana relacionadas com o evento Copa do Mundo de Futebol de ACORDAM os Ministros do Tribunal de Contas da União, reunidos em Sessão do Plenário, ante as razões expostas pelo Relator, em: 9.1. converter o presente processo em relatório de acompanhamento, nos termos dos arts. 241 e 242 do Regimento Interno do TCU, de modo a que os procedimentos de concessão de empréstimos ou financiamentos pela Caixa Econômica Federal aos governos estaduais ou municipais para as obras de mobilidade urbana relacionadas com o evento Copa do Mundo de Futebol de 2014 possam ser acompanhados de forma seletiva e concomitante pelo Tribunal, com a criação de anexo específico para cada operação de crédito analisada; 9.2. determinar à Caixa Econômica Federal, nos termos do art. 250, inciso II, do Regimento Interno do TCU, que: encaminhe ao Tribunal cópia dos contratos de financiamento celebrados com os Estados/Municípios no âmbito do Pró-Transporte para fazer frente às obras de mobilidade urbana relacionadas com a Copa do Mundo de Futebol de 2014, em até 15 dias após a assinatura de cada instrumento contratual; informe o Tribunal sobre a realização do primeiro desembolso relativo aos contratos de financiamento definidos no item anterior, em até 15 dias após cada aprovação para liberar os respectivos recursos; 9.3. fixar o prazo de quinze dias para que o Ministério das Cidades informe ao Tribunal, por cidade-sede: acerca dos contratos de obras de mobilidade urbana efetivamente firmados até 2 de julho de 2010; a respeito da atual situação de cada financiamento de projeto, no que se refere às cartas-consulta dos quarenta e seis projetos de mobilidade urbana relativos a oito cidades-sede que serão financiados com recursos da CAIXA; 9.4. recomendar ao Ministério das Cidades que alerte aos entes públicos tomadores de financiamentos de que a contratação de obra de mobilidade urbana, ainda pendente, deverá efetivar-se até 2 de setembro de 2010, com vistas a que os desembolsos possam ser realizados após a data de proclamação, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do candidato eleito ao cargo de chefe do Poder Executivo Estadual, observada a possibilidade de segundo turno; 9.5. dar tratamento sigiloso no âmbito do Tribunal ao Anexo 2 deste processo, com base no disposto nos arts. 9º e 10 da Resolução TCU nº 191/2006 e no art. 6º, inciso VII, da Resolução TCU nº 229/2009; 9.6. encaminhar cópia deste Acórdão, bem como do relatório e do voto que o fundamentam e do relatório de levantamento de auditoria produzido pela 2ª Secex: aos Ministros de Estado do Esporte, das Cidades e à Presidente da Caixa Econômica Federal (CAIXA); ao Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para a adoção das providências cabíveis em relação às obras de mobilidade urbana da cidade-sede do Rio de Janeiro; aos Presidentes das Comissões Permanentes: de Fiscalização Financeira e Controle, e de Turismo e do Desporto, ambas da Câmara dos Deputados; de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização Financeira e Controle, e de Educação, Cultura e Esporte, ambas do Senado Federal; Para verificar as assinaturas, acesse informando o código

13 aos Presidentes da Subcomissão Permanente que Fiscaliza os Gastos Públicos com a Copa de 2014, da Câmara dos Deputados; e da Subcomissão Permanente de Acompanhamento da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016, do Senado Federal; aos Presidentes dos Tribunais de Contas dos Estados e dos Municípios das cidadessede da Copa do Mundo de Futebol de 2014, para que adotem as medidas cabíveis em face dos protocolos de execução assinados com este Tribunal; à Casa Civil da Presidência da República; aos titulares da Adplan, das 2ª, 6ª e 9ª Secex, das Secexs MT, MG, PR, CE, AM, RN, RS, PE, RJ, BA e SP, da Secob 2 e da Seprog; 9.7. autorizar a publicação no Portal de Fiscalização da Copa de 2014, mantido pelo TCU, do relatório completo produzido pela 2ª Secex. 10. Ata n 24/2010 Plenário. 11. Data da Sessão: 7/7/2010 Ordinária. 12. Código eletrônico para localização na página do TCU na Internet: AC /10-P. 13. Especificação do quorum: Ministros presentes: Benjamin Zymler (na Presidência), Valmir Campelo (Relator), Walton Alencar Rodrigues, Aroldo Cedraz, Raimundo Carreiro e José Jorge Auditores convocados: Augusto Sherman Cavalcanti e Marcos Bemquerer Costa Auditor presente: André Luís de Carvalho. (Assinado Eletronicamente) BENJAMIN ZYMLER Vice-Presidente, no exercício da Presidência (Assinado Eletronicamente) VALMIR CAMPELO Relator Fui presente: (Assinado Eletronicamente) PAULO SOARES BUGARIN Procurador-Geral, em exercício Para verificar as assinaturas, acesse informando o código

GRUPO I - CLASSE VII - PLENÁRIO TC-002.612/2015-1 Natureza: Administrativo Interessado: Tribunal de Contas da União

GRUPO I - CLASSE VII - PLENÁRIO TC-002.612/2015-1 Natureza: Administrativo Interessado: Tribunal de Contas da União TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 002.62/205- GRUPO I - CLASSE VII - PLENÁRIO TC-002.62/205- Natureza: Administrativo Interessado: Tribunal de Contas da União SUMÁRIO: ADMINISTRATIVO. PROJETO DE INSTRUÇÃO

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Número do documento: DC-0122-08/00-P. Identidade do documento: Decisão 122/2000 - Plenário

Tribunal de Contas da União. Número do documento: DC-0122-08/00-P. Identidade do documento: Decisão 122/2000 - Plenário Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0122-08/00-P Identidade do documento: Decisão 122/2000 - Plenário Ementa: Auditoria. CBTU. Obra de implantação do metrô de Belo Horizonte, trecho Calafate-Barreiro.

Leia mais

RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO - SINTÉTICO

RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO - SINTÉTICO RELATÓRIO DE FISCALIZAÇÃO - SINTÉTICO TC nº 006.064/2009-9 Fiscalização nº 259/2009 DA FISCALIZAÇÃO Modalidade: conformidade Ato originário: Acórdão 345/2009 - Plenário Objeto da fiscalização: Obras de

Leia mais

ACÓRDÃO Nº 1.081/2004 - TCU - Plenário

ACÓRDÃO Nº 1.081/2004 - TCU - Plenário ACÓRDÃO Nº 1.081/004 - TCU - Plenário 1. Processo TC-006.936/004-.. Grupo I - Classe V: Levantamento. 3. Entidade: Companhia Energética do Amazonas CEAM. 4. Interessado: Congresso Nacional. 5. Relator:

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 004.507/2015-0

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 004.507/2015-0 GRUPO I CLASSE II Plenário TC 004.507/2015-0 Natureza(s): Solicitação do Congresso Nacional Órgão/Entidade/Unidade: Agência Nacional de Telecomunicações Representação legal: Daniel Andrade Fonseca e outros,

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 008.130/2009-5

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 008.130/2009-5 GRUPO I CLASSE V Plenário TC-008.130/2009-5. Natureza: Levantamento de Auditoria. Entidade: Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Naturais do Estado do Piauí. Interessado: Congresso Nacional. Advogado

Leia mais

RELATÓRIO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 019.020/2011-2

RELATÓRIO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 019.020/2011-2 GRUPO I CLASSE V Plenário TC 019.020/2011-2 Natureza: Levantamento de Auditoria Interessado: Tribunal de Contas da União Entidade: Caixa Econômica Federal (Caixa) Advogado constituído nos autos: não há.

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Decisão 41/96 - Plenário - Ata 05/96 Processo nº TC 010.652/95-7 Interessado: Promotor de Justiça do Ministério Público do Estado do Rio Grande do Sul - Dr.

Leia mais

Interessados: Interessado: Ministério das Comunicações, Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Interessados: Interessado: Ministério das Comunicações, Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0483-30/01-P Identidade do documento: Decisão 483/2001 - Plenário Ementa: Acompanhamento. ANATEL. Licitação. Outorga de direito de concessão para a exploração

Leia mais

O TCU e a Copa de 2014

O TCU e a Copa de 2014 O TCU e a Copa de 2014 Presidente: Benjamin Zymler Ministro Relator: Valmir Campelo Copa 2014: Objetos de Fiscalização do TCU Gestão da Copa pelo Min. Esporte Atuação dos demais Ministérios Aplicação de

Leia mais

Responsável (CPF): Nelson Monteiro da Rocha (549.133.147-34)

Responsável (CPF): Nelson Monteiro da Rocha (549.133.147-34) Tribunal de Contas da União Data DOU: 19/07/2004 Colegiado: Segunda Câmara Número da Ata: 25/2004 Texto do Documento: RELAÇÃO Nº 58/2004 - Segunda Câmara - TCU Gabinete do Ministro Benjamin Zymler Relação

Leia mais

Sumário: ACOMPANHAMENTO. PARCERIA PÚBLICO- PRIVADA. CONSÓRCIO DATACENTER. APROVAÇÃO DO 5º ESTÁGIO. ARQUIVAMENTO. RELATÓRIO

Sumário: ACOMPANHAMENTO. PARCERIA PÚBLICO- PRIVADA. CONSÓRCIO DATACENTER. APROVAÇÃO DO 5º ESTÁGIO. ARQUIVAMENTO. RELATÓRIO GRUPO I CLASSE VII Plenário TC 026.755/2008-7 Apensos: TCs 9.004/2006-0, 25.763/2006-8, 25.914/2006-4, TC 25.926/2006-5, 17.059/2009-7 Natureza: Acompanhamento Entidades: Banco do Brasil S.A - BB e Caixa

Leia mais

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador INÁCIO ARRUDA

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador INÁCIO ARRUDA PARECER Nº, DE 2011 Da COMISSÃO DE SERVIÇOS DE INFRAESTRUTURA, sobre o Ofício S nº 9, de 2011 (Ofício GS nº 2.097, de 22 de novembro de 2010, na origem), da Secretaria do Planejamento e Gestão do Estado

Leia mais

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS CRITÉRIOS DE SELEÇÃO DE PROJETOS Lúcia Maria Mendonça Santos Marcos Daniel Souza dos Santos Paula Coelho da Nóbrega Departamento de Mobilidade Urbana Secretaria Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana

Leia mais

Interessados: INTERESSADA: ELESERVICE do Brasil - Componentes Eletrônicos Ltda.

Interessados: INTERESSADA: ELESERVICE do Brasil - Componentes Eletrônicos Ltda. Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0255-19/99-P Identidade do documento: Decisão 255/1999 - Plenário Ementa: Representação formulada por licitante. Possíveis irregularidades praticadas

Leia mais

Outros Representantes do Ministério Público: Dra. Maria Alzira Ferreira e Dr. Paulo Soares Bugarin.

Outros Representantes do Ministério Público: Dra. Maria Alzira Ferreira e Dr. Paulo Soares Bugarin. Tribunal de Contas da União Número do documento: AC-0569-42/00-1 Identidade do documento: Acórdão 569/2000 - Primeira Câmara Ementa: Tomada de Contas Especial. Convênio. FNDE. Prefeitura Municipal de Bom

Leia mais

Circular CAIXA nº 684, de 07 de agosto de 2015

Circular CAIXA nº 684, de 07 de agosto de 2015 CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Vice-Presidência de Fundos de Governo e Loterias Diretoria Executiva de Fundos de Governo Superintendência Nacional de Fundo de Garantia Gerência Nacional do Ativo do FGTS Circular

Leia mais

Representante do Ministério Público: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO

Representante do Ministério Público: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Tribunal de Contas da União Representante do Ministério Público: MARINUS EDUARDO DE VRIES MARSICO Assunto: Tomada de Contas Especial Acórdão: Vistos, relatados e discutidos estes autos de Tomada de Contas

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 008.336/2015-6

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 008.336/2015-6 GRUPO I CLASSE II Plenário TC 008.336/2015-6 Natureza: Solicitação do Congresso Nacional Entidade: Agência Nacional de Telecomunicações Representação legal: Daniel Andrade Fonseca e outros, representando

Leia mais

PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº. 229 DE 28 DE MAIO DE 2012 (Publicada no DOU, Seção 1, nº. 103,terça-feira, 29 de maio de 2012, página 96)

PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº. 229 DE 28 DE MAIO DE 2012 (Publicada no DOU, Seção 1, nº. 103,terça-feira, 29 de maio de 2012, página 96) PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº. 229 DE 28 DE MAIO DE 2012 (Publicada no DOU, Seção 1, nº. 103,terça-feira, 29 de maio de 2012, página 96) Dispõe sobre o Programa Nacional de Habitação Rural PNHR, integrante

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Decisão 217/94 - Plenário - Ata 12/94 Processo nº TC 014.056/93-3 Interessado: Dante Martins de Oliveira - Prefeito Entidade: Prefeitura Municipal de Cuiabá/MT

Leia mais

DELIBERAÇÃO NORMATIVA CGFPHIS Nº 016, DE 28 DE MAIO DE 2013

DELIBERAÇÃO NORMATIVA CGFPHIS Nº 016, DE 28 DE MAIO DE 2013 Deliberação Normativa nº 016, de 28 de maio de 2013. Reedita, com alterações, a Deliberação Normativa nº 014, de 11 de setembro de 2012, que aprovou a implantação do PROGRAMA CASA PAULISTA APOIO AO CRÉDITO

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO I V S E M I N Á R I O D E E X E C U Ç Ã O F I N A N C E I R A D E P R O J E T O S F I N A N C I A D O S C O M R E C U R S O S E X T E R N O S MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Número do documento: DC-0230-12/00-P. Identidade do documento: Decisão 230/2000 - Plenário

Tribunal de Contas da União. Número do documento: DC-0230-12/00-P. Identidade do documento: Decisão 230/2000 - Plenário Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0230-12/00-P Identidade do documento: Decisão 230/2000 - Plenário Ementa: Acompanhamento. Programa Nacional de Desestatização. Outorga de concessões

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 7 DE 23 DE ABRIL DE 2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 7 DE 23 DE ABRIL DE 2010 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 7 DE 23 DE ABRIL DE 2010 Estabelece as normas para que os Municípios, Estados e o Distrito Federal

Leia mais

RELATÓRIO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 006.076/2013-0

RELATÓRIO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 006.076/2013-0 GRUPO I - CLASSE V - Plenário TC 006.076/2013-0 Natureza: Relatório de Levantamento Interessado: Tribunal de Contas da União Unidade: Caixa Econômica Federal - Caixa Sumário: RELATÓRIO DE LEVANTAMENTO.

Leia mais

Entidade: Superintendência Regional da Receita Federal da 10ª Região Fiscal

Entidade: Superintendência Regional da Receita Federal da 10ª Região Fiscal Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0285-19/01-P Identidade do documento: Decisão 285/2001 - Plenário Ementa: Acompanhamento. Outorga de permissão da Estação Aduaneira em Novo Hamburgo

Leia mais

SUMÁRIO: RELATÓRIO DE AUDITORIA. FOLHA DE PAGAMENTO. INDÍCIOS DE IRREGULARIDADE. AUDIÊNCIAS. RELATÓRIO

SUMÁRIO: RELATÓRIO DE AUDITORIA. FOLHA DE PAGAMENTO. INDÍCIOS DE IRREGULARIDADE. AUDIÊNCIAS. RELATÓRIO GRUPO II CLASSE V Plenário TC 019.100/2009-4 Natureza(s): Relatório de Auditoria Órgão: Senado Federal (vinculador) Interessado: Congresso Nacional Advogado(s): não consta. SUMÁRIO: RELATÓRIO DE AUDITORIA.

Leia mais

CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 289, DE 30 DE JUNHO DE

CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 289, DE 30 DE JUNHO DE CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 289, DE 30 DE JUNHO DE 1998 Estabelece diretrizes para a aplicação dos recursos e a elaboração das propostas orçamentárias do FGTS,

Leia mais

RESOLUÇÃO N 173/2009-TCE/TO PLENO

RESOLUÇÃO N 173/2009-TCE/TO PLENO RESOLUÇÃO N 173/2009-TCE/TO PLENO 1. Processo nº: 04471/2008 2. Classe de Assunto: Contrato nº 084/2008 Pregão Presencial nº 075/2008 3. Origem: Secretaria de Estado da Saúde 4. Responsável: Eugênio Pacceli

Leia mais

Entidade: Unidade: Coordenação de Serviços Gerais da Secretaria de Administração-Geral do Ministério da Educação e do Desporto

Entidade: Unidade: Coordenação de Serviços Gerais da Secretaria de Administração-Geral do Ministério da Educação e do Desporto Tribunal de Contas da União Número do documento: AC-0237-21/99-1 Identidade do documento: Acórdão 237/1999 - Primeira Câmara Ementa: Tomada de Contas. Coordenação de Serviços Gerais da Secretaria de Administração-Geral

Leia mais

b) da análise procedida na prestação de contas apresentada constatou-se: b.1) ausência da documentação fiscal de despesa (notas fiscais);

b) da análise procedida na prestação de contas apresentada constatou-se: b.1) ausência da documentação fiscal de despesa (notas fiscais); GRUPO: I - CLASSE IV - Plenário TC-017.273/2003-8 NATUREZA: Tomada de Contas Especial. ENTIDADE: Município de Socorro do Piauí/PI. RESPONSÁVEL: Manoel Dionísio Ribeiro Neto (ex-prefeito). SUMÁRIO: Tomada

Leia mais

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO PORTARIA Nº 2.588, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições previstas nos incisos I e II do parágrafo

Leia mais

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS DECRETO Nº 15.114,DE 8 DE JANEIRO DE 2013 Disciplina a celebração de convênios e operações de crédito com previsão de ingresso de recursos financeiros que beneficiem órgãos e entidades da Administração

Leia mais

Assunto: Inspeção realizada por solicitação de Senador, aprovada pelo Senado Federal (Ofício nº 1.451-SF, de 23/10/96).

Assunto: Inspeção realizada por solicitação de Senador, aprovada pelo Senado Federal (Ofício nº 1.451-SF, de 23/10/96). Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Decisão 126/97 - Plenário - Ata 10/97 Processo nº TC 016.583/96-5 Interessado: Senador Teotonio Vilela Filho, Primeiro Vice-Presidente do Senado Federal, no

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Assunto: Levantamento de Auditoria. Colegiado: Plenário. Classe: Classe V

Tribunal de Contas da União. Assunto: Levantamento de Auditoria. Colegiado: Plenário. Classe: Classe V Tribunal de Contas da União Assunto: Levantamento de Auditoria Colegiado: Plenário Classe: Classe V Sumário: Fiscobras 2001. Obras de construção de contornos rodoviários no corredor Leste/BR- 259/ES. Irregularidades.

Leia mais

INDEXAÇÃO Representação; MRE; Contrato; Pagamento Antecipado; Auditoria; Diárias; Passagem Aérea;

INDEXAÇÃO Representação; MRE; Contrato; Pagamento Antecipado; Auditoria; Diárias; Passagem Aérea; Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0245-12/00-P Identidade do documento: Decisão 245/2000 - Plenário Ementa: Representação formulada por Equipe de Auditoria do TCU. Possíveis irregularidades

Leia mais

MINISTÉRIO DO ESPORTE

MINISTÉRIO DO ESPORTE MATRIZ DE RESPONSABILIDADES QUE ENTRE SI CELEBRAM OS ENTES FEDERATIVOS ABAIXO NOMINADOS COM O OBJETIVO DE VIABILIZAR A EXECUÇÃO DAS AÇÕES GOVERNAMENTAIS NECESSÁRIAS À REALIZAÇÃO DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES

Leia mais

Acórdão 2066/2006 - Plenário

Acórdão 2066/2006 - Plenário Acórdão 2066/2006 - Plenário Acórdão VISTOS, relatados e discutidos estes autos que cuidam de Relatório Consolidado das auditorias realizadas em ajustes celebrados entre Organizações Não-Governamentais

Leia mais

O CORSAP - Consórcio Público de Manejo de Resíduos Sólidos e de Águas Pluviais

O CORSAP - Consórcio Público de Manejo de Resíduos Sólidos e de Águas Pluviais O CORSAP - Consórcio Público de Manejo de Resíduos Sólidos e de Águas Pluviais Eng. Marcos Montenegro Presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental Seção DF CLÁUSULA 7ª. (Dos

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA RESOLUÇÃO COEMA N 116, DE 03 DE JULHO DE 2014. Dispõe sobre as atividades de impacto ambiental

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Número do documento: AC-0538-44/99-2. Identidade do documento: Acórdão 538/1999 - Segunda Câmara

Tribunal de Contas da União. Número do documento: AC-0538-44/99-2. Identidade do documento: Acórdão 538/1999 - Segunda Câmara Tribunal de Contas da União Número do documento: AC-0538-44/99-2 Identidade do documento: Acórdão 538/1999 - Segunda Câmara Ementa: Tomada de Contas Especial. Convênio. MAS. Prefeitura Municipal de Jardim

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Decisão 111/97 - Plenário - Ata 09/97 Processo nº TC 0l5.766/96-9. Interessado: Identidade preservada. Entidade: Superintendência da Zona Franca de Manaus -

Leia mais

RICARDO BERZOINI Ministro de Estado do Trabalho e Emprego Presidente do Conselho Curador do FGTS

RICARDO BERZOINI Ministro de Estado do Trabalho e Emprego Presidente do Conselho Curador do FGTS CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE GARANTIA DO TEMPO DE SERVIÇO RESOLUÇÃO N 460, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2004 Estabelece diretrizes para a aplicação dos recursos e a elaboração das propostas orçamentárias do FGTS,

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Decisão 470/93 - Plenário - Ata 53/93 Processo nº TC 014.861/93-3 Entidade: Ministério da Justiça Relator: Ministra Élvia L. Castello Branco Redator da Decisão

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO DE AUDITORIA ANUAL DE CONTAS TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO Nº

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Decisão 563/97 - Plenário - Ata 35/97 Processo nº TC 003.561/94-1 Interessado: Murílio de Avellar Hingel, Ministro de Estado da Educação e do Desporto Órgão:

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.823, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Acórdão 212/98 - Segunda Câmara - Ata 19/98 Processo TC nº 375.248/97-8. Responsáveis: Léa Lúcia Cecílio Braga, Vânia Ferreira dos Santos, Aparecida dos Santos,

Leia mais

(SISP) (SISP) AFASTAMENTO DO PAÍS

(SISP) (SISP) AFASTAMENTO DO PAÍS (SISP) 10201 BRASIL. Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Instrução Normativa nº 2, de 12 de janeiro de 2015. Altera a Instrução Normativa nº 4, de 11 de setembro de 2014. D.O.U, Brasília, v.

Leia mais

Entidade: Órgão de Origem: Secretaria do Estado da Justiça e Cidadania de Santa Catarina

Entidade: Órgão de Origem: Secretaria do Estado da Justiça e Cidadania de Santa Catarina Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0776-48/99-P Identidade do documento: Decisão 776/1999 - Plenário Ementa: Inspeção. Secretaria de Justiça de Santa Catarina. Pedido de reexame de decisão

Leia mais

RESOLUÇÃO N 83/TCE/RO-2011

RESOLUÇÃO N 83/TCE/RO-2011 RESOLUÇÃO N 83/TCE/RO-2011 Dispõe sobre o exercício da fiscalização dos atos de gestão pelo Tribunal de Contas e dá outras providências. O TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RONDÔNIA, no uso de suas atribuições

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Assunto: Solicitação do Congresso Nacional. Colegiado: Plenário. Classe: Classe II

Tribunal de Contas da União. Assunto: Solicitação do Congresso Nacional. Colegiado: Plenário. Classe: Classe II Tribunal de Contas da União Assunto: Solicitação do Congresso Nacional. Colegiado: Plenário Classe: Classe II Sumário: Solicitação de Auditoria na Prefeitura Municipal de Cajuri - MG, para esclarecer questões

Leia mais

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008.

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 81, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos sobre a apresentação de relatórios de gestão e prestação de contas em Programas Especiais de Fomento. A DIRETORIA COLEGIADA

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Assunto: Representação. Colegiado: Plenário. Classe: Classe VII

Tribunal de Contas da União. Assunto: Representação. Colegiado: Plenário. Classe: Classe VII Tribunal de Contas da União Assunto: Representação Colegiado: Plenário Classe: Classe VII Sumário: Representação formulada pelo Tribunal de Contas do Espado de Pernambuco versando sobre possíveis irregularidades

Leia mais

RELATÓRIO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 016.760/2013-1

RELATÓRIO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 016.760/2013-1 GRUPO I - CLASSE V - PLENÁRIO TC 016.760/2013-1 Natureza: Auditoria de Conformidade Interessado: Tribunal de Contas da União Unidade: Banco Central do Brasil - Bacen Sumário: AUDITORIA DE CONFORMIDADE

Leia mais

Tribunal de Contas da União

Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Decisão 307/98 - Plenário - Ata 19/98 Processo TC nº 014.188/97-0 Interessado: Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados. Entidade:

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO.

CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO. Estado do Rio Grande do Norte Município de Mossoró CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL E DE VALORIZÃO DO MAGISTÉRIO. REGIMENTO

Leia mais

GRUPO I CLASSE II 2ª Câmara TC-031.085/2013-0

GRUPO I CLASSE II 2ª Câmara TC-031.085/2013-0 GRUPO I CLASSE II 2ª Câmara TC-031.085/2013-0 Natureza: Tomada de Contas Especial. Entidade: Município de Flores/PE. Responsável: Arnaldo Pedro da Silva, CPF n. 093.945.404-15. SUMÁRIO: TOMADA DE CONTAS

Leia mais

ANEXO: OUTROS FATOS RELEVANTES

ANEXO: OUTROS FATOS RELEVANTES ANEXO: OUTROS FATOS RELEVANTES Em atendimento à Decisão Normativa TCU no. 96 de 04/03/2009, especificamente quanto ao conteúdo expresso em seu Anexo II, letra A, item 16, cabe registrar as seguintes atividades:

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN-MPU Nº 2.898/2014

MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN-MPU Nº 2.898/2014 MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO AUDITORIA INTERNA SECRETARIA DE ORIENTAÇÃO E AVALIAÇÃO PARECER SEORI/AUDIN-MPU Nº 2.898/2014 Referência : Correio eletrônico, de 17/9/2014. Protocolo AUDIN-MPU nº 1693/2014.

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO ACÓRDÃO Nº 1.358/2004-TCU-Plenário

TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO ACÓRDÃO Nº 1.358/2004-TCU-Plenário TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO ACÓRDÃO Nº 1.358/2004-TCU-Plenário 1. Processo TC 003.181/2004-0 2. Grupo: I - Classe de Assunto: V - Relatório de Levantamento de Auditoria (Fiscobras 2004). 3. Partes: 3.1.

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Número do documento: AC-0397-24/01-2. Identidade do documento: Acórdão 397/2001 - Segunda Câmara

Tribunal de Contas da União. Número do documento: AC-0397-24/01-2. Identidade do documento: Acórdão 397/2001 - Segunda Câmara Tribunal de Contas da União Número do documento: AC-0397-24/01-2 Identidade do documento: Acórdão 397/2001 - Segunda Câmara Ementa: Tomada de Contas Especial. CEF. Ilícito praticado por ex-servidor. Responsável

Leia mais

RESOLUÇÃO N 08/2013 TCE, DE 23 DE ABRIL DE 2013

RESOLUÇÃO N 08/2013 TCE, DE 23 DE ABRIL DE 2013 RESOLUÇÃO N 08/2013 TCE, DE 23 DE ABRIL DE 2013 Dispõe sobre os procedimentos a serem adotados em auditoria operacional no âmbito do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte. O TRIBUNAL DE CONTAS

Leia mais

PORTARIA Nº 572, DE 22 DE MARÇO DE 2010

PORTARIA Nº 572, DE 22 DE MARÇO DE 2010 PORTARIA Nº 572, DE 22 DE MARÇO DE 2010 O MINISTRO DE ESTADO DO CONTROLE E DA TRANSPARÊNCIA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, nos termos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05 DE MARÇO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05 DE MARÇO DE 2015 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05

Leia mais

O TCU E A COPA 2014 Ministro-Relator: Valmir Campelo

O TCU E A COPA 2014 Ministro-Relator: Valmir Campelo O TCU E A COPA 2014 Ministro-Relator: Valmir Campelo Adalberto Santos de Vasconcelos Coordenador-Geral da Área de Infraestrutura e da Região Sudeste Rafael Jardim Assessor do Ministro Valmir Campelo Brasília

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE ALTO GARÇAS CONTROLE INTERNO

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE ALTO GARÇAS CONTROLE INTERNO 1/5 NORMA INTERNA : 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Disciplinar e orientar o fluxo das operações de crédito, bem como avais e garantias oferecidas para as operações de crédito; 1.2) Atender legalmente os dispositivos

Leia mais

DELPHOS INFORMA CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS RESOLUÇÃO Nº 133, DE 26 DE ABRIL DE 2002

DELPHOS INFORMA CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS RESOLUÇÃO Nº 133, DE 26 DE ABRIL DE 2002 DELPHOS INFORMA ANO 8 - Nº 35 ABRIL / 2002 CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS RESOLUÇÃO Nº 133, DE 26 DE ABRIL DE 2002 Ementa: Aprovar o Regulamento do Parcelamento de Débitos

Leia mais

RESOLUÇÃO TC n 227, DE 25 DE AGOSTO DE 2011 Publicação: D.O.E: 29.08.2011 Republicação: D.O.E: 02.09.2011 Republicação: D.O.E: 05.09.

RESOLUÇÃO TC n 227, DE 25 DE AGOSTO DE 2011 Publicação: D.O.E: 29.08.2011 Republicação: D.O.E: 02.09.2011 Republicação: D.O.E: 05.09. RESOLUÇÃO TC n 227, DE 25 DE AGOSTO DE 2011 Publicação: D.O.E: 29.08.2011 Republicação: D.O.E: 02.09.2011 Republicação: D.O.E: 05.09.2011 Dispõe sobre a criação, implantação, manutenção e fiscalização

Leia mais

III - a regulamentação do art. 13 da Lei Federal nº 11.445, de 05 de janeiro de 2007, no âmbito da Região Metropolitana de Salvador;

III - a regulamentação do art. 13 da Lei Federal nº 11.445, de 05 de janeiro de 2007, no âmbito da Região Metropolitana de Salvador; LEI COMPLEMENTAR Nº 41 DE 13 DE JUNHO DE 2014 Cria a Entidade Metropolitana da Região Metropolitana de Salvador, dispondo sobre sua estrutura de governança e sobre o sistema de planejamento metropolitano,

Leia mais

Informações do Convênio N.o 001/2008 - Linha 3, Lote 2 do Metrô do Rio de Janeiro:

Informações do Convênio N.o 001/2008 - Linha 3, Lote 2 do Metrô do Rio de Janeiro: Informações do Convênio N.o 001/2008 - Linha 3, Lote 2 do Metrô do Rio de Janeiro: A - SeMOB participa do Convênio em questão na condição de Concedente. O Convênio n 00112008 foi celebrado em 30/12/2008

Leia mais

Luiz Carlos Bueno de Lima

Luiz Carlos Bueno de Lima A política nacional de transporte t e da mobilidade urbana Luiz Carlos Bueno de Lima Secretário Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana Ministério das Cidades Secretaria Nacional de Transporte e

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Número do documento: DC-0554-34/98-P. Identidade do documento: Decisão 554/1998 - Plenário

Tribunal de Contas da União. Número do documento: DC-0554-34/98-P. Identidade do documento: Decisão 554/1998 - Plenário Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0554-34/98-P Identidade do documento: Decisão 554/1998 - Plenário Ementa: Representação formulada por Parlamentar. Possíveis irregularidades nas operações

Leia mais

Copa do Mundo no Brasil: oportunidades, desafios e atuação do Governo Federal

Copa do Mundo no Brasil: oportunidades, desafios e atuação do Governo Federal BRA-MEB001-091126-1 Copa do Mundo no Brasil: oportunidades, desafios e atuação do Governo Federal Brasília, 26 novembro de 2009 BRA-MEB001-091126-2 Conteúdo do documento O que é a Copa do Mundo Atuação

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012.

INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. INSTRUÇÃO NORMATIVA TCE-TO Nº 003, DE 23 DE SETEMBRO DE 2009. Consolidada pela IN nº 03/2012 de 02/05/2012. Acresce o 7 ao artigo 9º da Instrução Normativa nº 003, de 23 de setembro de 2009, que estabelece

Leia mais

RELATÓRIO. (*) Pesquisa realizada em 17/6/2013 TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 006.368/2013-1

RELATÓRIO. (*) Pesquisa realizada em 17/6/2013 TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO TC 006.368/2013-1 GRUPO I CLASSE V PLENÁRIO TC 006.368/2013-1 Natureza: Relatório de Auditoria. Unidades: Governo do Estado do Piauí, Ministério da Integração Nacional e Ministério do Meio Ambiente. Responsável: Dalton

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI:

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE LEI: Lei nº 7.084, de 02 de julho de 2001. Cria o Fundo de Desenvolvimento de Campos dos Goytacazes - FUNDECAM e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE CAMPOS DOS GOYTACAZES DECRETA E EU SANCIONO A SEGUINTE

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO CONSELHO, ATRIBUIÇÕES E SUA COMPOSIÇÃO Art. 1.º- O Conselho Municipal de Educação de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº1.176 de

Leia mais

RELAÇÃO Nº 165/2008-2ª CÂMARA - TCU Gabinete do Auditor Augusto Sherman Cavalcanti PRESTAÇÃO DE CONTAS ACÓRDÃO Nº 2829/2008 - TCU - 2ª CÂMARA

RELAÇÃO Nº 165/2008-2ª CÂMARA - TCU Gabinete do Auditor Augusto Sherman Cavalcanti PRESTAÇÃO DE CONTAS ACÓRDÃO Nº 2829/2008 - TCU - 2ª CÂMARA RELAÇÃO Nº 165/2008-2ª CÂMARA - TCU Gabinete do Auditor Augusto Sherman Cavalcanti Processos submetidos à Segunda Câmara, para votação na forma do Regimento Interno, arts. 134, 135, 137, 138, 140 e 143.

Leia mais

INDEXAÇÃO Levantamentos de Auditoria; CEFET; RJ; Obra Pública; Execução Parcial de Obras e Serviços; Pagamento Antecipado;

INDEXAÇÃO Levantamentos de Auditoria; CEFET; RJ; Obra Pública; Execução Parcial de Obras e Serviços; Pagamento Antecipado; Tribunal de Contas da União Número do documento: DC-0065-09/00-1 Identidade do documento: Decisão 65/2000 - Primeira Câmara Ementa: Levantamento de Auditoria. Centro Federal de Educação Tecnológica RJ.

Leia mais

Tribunal de Contas da União. Dados Materiais: Apenso: TC-009.212/1999-0. Assunto: Representação. Colegiado: Plenário. Classe: Classe VII

Tribunal de Contas da União. Dados Materiais: Apenso: TC-009.212/1999-0. Assunto: Representação. Colegiado: Plenário. Classe: Classe VII Tribunal de Contas da União Dados Materiais: Apenso: TC-009.212/1999-0 Assunto: Representação. Colegiado: Plenário Classe: Classe VII Sumário: Representação formulada pelo Ministério Público Federal. Inquérito

Leia mais

Certificado de Origem

Certificado de Origem Mercadores Certificado de Origem Coletânea (Versão Histórica) Versão 2.00 - Maio de 2010 Atualizada até: Instrução Normativa RFB nº 777, de 19 de outubro de 2007 Paulo Werneck mercadores.blogspot.com www.mercadores.com.br

Leia mais

Capítulo I Das Organizações Sociais. Seção I Da Qualificação

Capítulo I Das Organizações Sociais. Seção I Da Qualificação Lei n.º 9.637, de 15 de maio de 1998 Dispõe sobre a qualificação de entidades como organizações sociais, a criação do Programa Nacional de Publicização, a extinção dos órgãos e entidades que menciona e

Leia mais

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 Súmula: Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno Municipal, nos termos do artigo 31 da Constituição Federal e do artigo 59 da Lei Complementar n 101/2000 e cria a

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 227, DE 2010.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 227, DE 2010. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 227, DE 2010. Dispõe sobre o capital mínimo requerido para autorização e funcionamento e sobre planos corretivo e de recuperação

Leia mais

A seguir são definidos os critérios, condições e procedimentos operacionais a serem observados no Programa.

A seguir são definidos os critérios, condições e procedimentos operacionais a serem observados no Programa. Classificação: Documento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR SUP/AOI N 39/2014-BNDES Rio de Janeiro, 12 de setembro de 2014 Ref.: Produto BNDES Automático Ass.: Programa BNDES para Composição de Dívidas

Leia mais

Diálogos Governo -Sociedade Civil COPA 2014. O que o Brasil já ganhou com a Copa

Diálogos Governo -Sociedade Civil COPA 2014. O que o Brasil já ganhou com a Copa Diálogos Governo -Sociedade Civil COPA 2014 O que o Brasil já ganhou com a Copa 2 O que o Brasil já ganhou com a Copa Investimentos A Copa do Mundo é um grande investimento para todos brasileiros Os únicos

Leia mais

ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES E IRRIGANTES DA BAHIA AIBA BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. BNB

ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES E IRRIGANTES DA BAHIA AIBA BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. BNB ASSOCIAÇÃO DE AGRICULTORES E IRRIGANTES DA BAHIA AIBA BANCO DO NORDESTE DO BRASIL S.A. BNB FUNDO PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRADO E SUSTENTÁVEL DA BAHIA FUNDESIS EDITAL PÚBLICO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

Pauta do Plenário 3. ORDEM DO DIA

Pauta do Plenário 3. ORDEM DO DIA 1 Pauta do Plenário Presidência: Cons. Carlos Pinna de Assis 12ª Sessão Ordinária Aracaju, 30 de Abril de 2015 às 09:00 horas. Pauta n.º 15 PRIORIDADE 1 1. ABERTURA DA SESSÃO 1.1. Verificação de Número

Leia mais

Portaria Interministerial N 416, de 23 de Abril de 2004

Portaria Interministerial N 416, de 23 de Abril de 2004 Portaria Interministerial N 416, de 23 de Abril de 2004 Portaria Interministerial N 416, de 23 de abril de 2004 Presidência da República Casa Civil OS MINISTROS DE ESTADO CHEFE DA CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA

Leia mais

República Federativa do Brasil Estado do Ceará Município de Juazeiro do Norte Poder Executivo

República Federativa do Brasil Estado do Ceará Município de Juazeiro do Norte Poder Executivo LEI Nº 4311, DE 28 DE ABRIL DE 2014 Dispõe sobre a qualificação de entidades sem fins lucrativos como organizações sociais e adota outras providências O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE JUAZEIRO DO NORTE,. FAÇO

Leia mais

ção o de Pleitos MIP, da Secretaria do Tesouro Nacional.

ção o de Pleitos MIP, da Secretaria do Tesouro Nacional. -Apresentaçã ção o sobre o Manual para Instruçã ção o de Pleitos MIP, da Secretaria do Tesouro Nacional. (Capítulo IV - Operaçõ ções de crédito interno.) Esta apresentação objetiva um primeiro contato

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPRAS

REGULAMENTO DE COMPRAS REGULAMENTO DE COMPRAS A SPDM /PAIS Associação Paulista Para O Desenvolvimento da Medicina, vem por meio deste dar publicidade ao Regulamento Próprio utilizado contendo os procedimentos que adotará para

Leia mais

Norma: DECRETO 44245 2006 Data: 22/02/2006 Origem: EXECUTIVO

Norma: DECRETO 44245 2006 Data: 22/02/2006 Origem: EXECUTIVO Norma: DECRETO 44245 2006 Data: 22/02/2006 Origem: EXECUTIVO Ementa: REGULAMENTA O PROGRAMA HABITACIONAL LARES GERAES - SEGURANÇA PÚBLICA NO ÂMBITO DO FUNDO ESTADUAL DE HABITAÇÃO - FEH. Fonte: PUBLICAÇÃO

Leia mais

EDITAL Nº001, DE 13 DE JANEIRO DE 2015.

EDITAL Nº001, DE 13 DE JANEIRO DE 2015. EDITAL Nº001, DE 13 DE JANEIRO DE 2015. A Presidente do no uso de suas atribuições legais e regulamentadas pela Lei Nº 2.750 de 31 de Dezembro publica as normas para o processo eleitoral das entidades

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Dispõe sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

POLÍTICA DO BANCO SOBRE A AUDITORIA DE PROJETOS E ENTIDADES. (Documento AF-100) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb.

POLÍTICA DO BANCO SOBRE A AUDITORIA DE PROJETOS E ENTIDADES. (Documento AF-100) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb. Banco Interamericano de Desenvolvimento POLÍTICA DO BANCO SOBRE A AUDITORIA DE PROJETOS E ENTIDADES (Documento AF-100) Washington, DC. Consultas: (202) 623-1617 y 2235 dev-fmr@iadb.org 1 Í N D I C E Página

Leia mais

Plano Especial de Auditoria de Obras 2002 Relatório Sintético

Plano Especial de Auditoria de Obras 2002 Relatório Sintético Plano Especial de Auditoria de Obras 2002 Relatório Sintético Caracterização da obra Ano orçamento: 2002 UF: MG Nome do programa de trabalho: Construção da Escola de Engenharia da UFMG no Campus da Pampulha

Leia mais