GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA E EVASÃO ESCOLAR: O QUE A ESCOLA TEM A VER COM ISSO?

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1 39 GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA E EVASÃO ESCOLAR: O QUE A ESCOLA TEM A VER COM ISSO? Andréia Graziela Ferreira Mônico Faculdade Cenecista de Vila Velha Resumo: Construído a partir de uma investigação realizada no ano de 2009, em uma escola pública de ensino fundamental, localizada em Vila Velha, ES. Buscou-se identificar a percepção das alunas e dos profissionais de uma escola sobre as possibilidades de prevenção da gravidez de adolescentes e da evasão escolar dessas menores. Os dados foram analisados com um olhar voltado para o enfrentamento da questão pela escola. Traz informações sobre o que é a adolescência e como se processa a gravidez, além de observar o que os Parâmetros Curriculares Nacionais indicam para nortear o trabalho da escola no seu currículo escolar. A análise das informações dos profissionais e das alunas permitiu uma reflexão sobre o que pedem as alunas e o que sugerem os professores sobre o papel da escola neste assunto. Em todas as respostas, a prevenção foi apontada como a principal contribuição da escola tanto para evitar a gravidez indesejada como para impedir a evasão daquelas que já estão na situação de gestação e precisam ser apoiadas. Palavras-chave: Adolescência; Gravidez precoce; Escola; Prevenção; Orientação. Introdução A origem deste trabalho foi uma investigação realizada ao final do curso de Graduação em Pedagogia. Os dados foram coletados em uma escola pública no município de Vila Velha - ES. O estudo inicial constitui-se em uma reflexão sobre o desafio e a responsabilidade da escola em não deixar a aluna-mãe abandonar os estudos, uma vez que já existem políticas públicas que se voltam para garantir a frequência dessa mãe à instituição escolar. A intenção de saber o que a escola estava fazendo para que as adolescentes grávidas não abandonassem a escola foi mudada quando na pesquisa de campo descobriu-se que não havia conhecimento desses casos na escola. Passou-se a indagar o que a escola faz ou faria nessas circunstâncias já que a instituição tem ocorrência de evasão e pode ser que alguns tenham sido motivados pela gravidez, sem que a escola fosse informada. Do trabalho feito no curso de graduação, duas questões constantes do questionário aplicado são reanalisadas neste artigo porque tratam do que pensam as alunas adolescentes e os profissionais sobre o trabalho que a escola deveria fazer como prevenção da gravidez e da evasão da adolescente. Os instrumentos usados para coleta de dados continham perguntas que exigiam respostas abertas. Estas foram transcritas na integra, sendo que o das alunas foi subdividido trazendo as opiniões das adolescentes sobre como a escola poderia contribuir para a prevenção da gravidez na adolescência e caso ela ocorra, que a evasão não seja o triste fim da aluna mãe, mas a continuidade dos estudos. Para discutir esse tema buscou-se obter informações sobre a gravidez na adolescência e as

2 consequentes mudanças na vida da futura mãe. Em seguida, o foco foi o papel da escola no processo de prevenção, analisando o que as adolescentes esperam e os profissionais propõem como forma de intervenção escolar. O abandono da escola após a gravidez instalada e ocorrida muito compromete o acesso e a permanência da aluna-mãe na escola, razão pela qual não se pode separar a prevenção da gravidez e a da evasão escolar. Nesse aspecto, é imprescindível educar para uma adolescência mais saudável, evitando ao máximo, uma gravidez precoce. Metodologicamente, o presente estudo passou pela pesquisa exploratória e descritiva, com levantamento bibliográfico que subsidiou a análise das respostas dadas pelos profissionais e alunas sobre a questão. Os quadros selecionados se caracterizam como dados qualitativos, pois fornecem informações subjetivas e vivenciadas, de opinião e expressão. Pedem, portanto, uma análise também qualitativa porque [...] a pesquisa qualitativa é descritiva, tem maior interesse no processo do que meramente nos resultados ou produtos (VERGARA, 2000, p. 47). 40 Gravidez na adolescência Por muito tempo, esse assunto quase não era discutido até que após a metade do século passado passou a merecer atenção do Ministério da Saúde. O tema gravidez na adolescência passou a atrair a atenção dos profissionais da saúde, no Brasil, há aproximadamente 20 anos, até porque a partir dessa época, a adolescência como categoria social, começou a ser constituída na área da saúde. E também devido ao aumento da fecundidade na adolescência, embora a fecundidade no Brasil como um todo tenha diminuído. O aumento não ocorreu de forma homogênea: foi intenso a partir dos nos 70 e sobretudo nos anos 80 e permaneceu estável no quinquênio 90 a 95. Nos últimos anos tem havido um crescimento, embora leve, na adolescência inicial, abaixo de 15 anos. Os primeiros ensaios do Ministério da Saúde para implantar um programa de saúde para adolescentes datam somente de 1985 (GUIMARÃES; ALVES; VIEIRA, 2004, p. [on-line]). Atualmente, entretanto, não só ao Ministério da Saúde cabe o tratamento desse assunto, mas os outros setores da sociedade estão cada vez mais tendo que se preocupar com ele. Embora vivenciemos um período em que as informações estão mais acessíveis, a questão da gravidez na adolescência ainda é um tema que requer atenção e debate. Discutir sexualidade tem deixado de ser um drama em muitos espaços onde as relações humanas acontecem seja na escola, na mídia, nas famílias ou rodas de amigos, mas ainda há muito que ser feito. A adolescência consiste num período de mudanças fisiológicas, psicológicas e sociais que separa a infância da fase adulta (MONICO; NASCIMENTO, 2009). Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente no Brasil - ECA essa fase se estabelece dos 12 aos 18 anos de idade cronológica (BRASIL, 2005). Embora haja quem considere a adolescência começando e terminando um pouco mais cedo ou mais tarde. Há ainda alguns autores que levem em conta também a idade emocional

3 41 para identificar alguém como adolescente. A idade precisa da adolescência não faz diferença quando se trata dos riscos de uma gestação precoce. No ano 2000, foram realizados 689 mil partos de adolescentes brasileiras e isso representa 30% do total dos partos no país (FRANGE, 2008). Ainda nesse sentido, estudos apontam que são mais de 700 mil partos por ano, e esse número mostra que ainda não se faz prevenção de forma efetiva (FRANGE, 2008). Trata-se, portanto, de um problema de saúde pública que se reflete diretamente na escola e nas famílias que são diretamente atingidas. A expressão adolescência tem sua procedência etimológica no Latim olescere e quer dizer, crescer; portanto, adolescência significa crescimento. Podemos dizer que é um dos mais agitados períodos da vida humana, sendo um tempo muito comum para a contestação da sociedade, uma época de conflito interior e de transformações no corpo, quando as estruturas cognitivas caminham mais rapidamente para a maturidade. O começo da adolescência é chamado de puberdade podendo-se conceitua-la como sendo a época em que os órgãos sexuais começam a amadurecer (ESTEVES, 2003) e esse processo se inicia por volta dos 10 e se estende até os 14 anos, e todas essas mudanças são coordenadas pelos hormônios sexuais produzidos nos testículos e ovários. Sendo assim, [...] todas as mudanças biológicas provenientes da adolescência resultam o despertar do relógio endócrino, ou seja, o despertar do centro sexual [...] não se é criança, mas também não se é adulto (ALMEIDA, 2003, p. 47). É nessa época da vida, a puberdade, que começam as diversas e marcantes transformações psicológicas e físicas. O sexo é uma das fontes de satisfação e prazer para o ser humano e é também uma forma que as pessoas encontram para demonstrar carinho e afeto para com a pessoa amada. Na adolescência as sensações físicas e os sentimentos são muito intensos. Especificamente na adolescência, surgem vigorosos os impulsos sexuais, devido à produção dos hormônios sexuais e o desenvolvimento dos órgãos sexuais, trazendo o prazer ao jovem adolescente (MIELNIK, 1984, p. 86). Junto com outras mudanças dentro da sociedade brasileira, houve mudanças também na vida dos adolescentes. Muitos passaram a ter vida sexual ativa de forma precoce por vários motivos: Trata-se de uma procura de identidade, identidade que encontram no seu papel de grávidas. É o uso do sexo com fins não sexuais.trata-se, algumas vezes, de afirmar sua feminilidade, de competir com a mãe, ou, então, de ter algo em comum com a mãe; outras vezes, é a vontade de magoar seriamente o pai; em algumas, parece à necessidade de autopunição [...] pelo contrário, noutros casos, parece haver necessidade de compensação de carências afetivas. Raparigas que antes de engravidar não se sentiam gente e que procuraram uma identidade, tornando-se alguém desde que passam a ser mãe de alguém. A curiosidade, o desejo de correr riscos ou de agir contra as normas estabelecidas a cultura, a escola e a sociedade ou, ainda, uma vontade invencível de emancipação, são outras tantas razões (ALMEIDA, 2003 p. 233). É importante lembrar que a relação sexual na adolescência é, geralmente, um momento muito importante na vida das pessoas. No caso dos jovens, envolve descobertas e sentimentos muito íntimos de cada um. Entretanto, esse momento requer responsabilidade quanto às possíveis consequências. No caso das adolescentes, os resultados são o aumento do número de gravidez, do número de abortos e das complicações no parto, além do aumento dos índices de doenças sexualmente transmissíveis

4 42 (ALMEIDA, 2003). De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a adolescência se processa dos 10 aos 19 anos e se divide em etapa precoce que vai dos 10 aos 14 anos e a etapa tardia que abarca dos 15 aos 19 anos (VELASCO, 1998). Há diversos registros de gravidez no grupo de 10 a 14 anos, mas a maior incidência ainda é na etapa tardia. De qualquer forma, os riscos se mostram com intensidade e facilidade, aumentando os transtornos emocionais que chegam a levar à negação da gravidez (VELASCO, 1998). As pesquisas mostram que toda a vida das adolescentes sofre mudanças e isso varia muito de acordo com a classe social (VELASCO, 1998). Tais informações reforçam a ideia de é preciso fazer alguma coisa, é necessário prevenir, é urgente fazer orientação sexual nas escolas. Orientar faz parte das relações, do afeto que se constrói e do processo educacional. Quando se aborda o papel da escola no enfrentamento da evasão escolar ocasionada pela gravidez na adolescência, está se direcionando aos profissionais que nela atuam. Os parâmetros curriculares nacionais e a orientação sexual De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), na parte de Orientação Sexual, deve-se levar em consideração a sexualidade como algo essencial à vida e ao bem-estar da pessoa, e a temática deve ser trabalhada pelos profissionais relacionando o direito ao prazer com a responsabilidade que é necessária (BRASIL, 2000). O documento inclui a Orientação Sexual nas escolas como tema transversal nos currículos. Assim, os profissionais têm referências necessárias para tratar o assunto, a partir de um material que surgiu em debate nacional entre educadores de todas as regiões do país. Ao tratar do tema Orientação Sexual, busca-se considerar a sexualidade como algo inerente à vida e à saúde, que se expressa desde cedo no ser humano. Engloba o papel social do homem e da mulher, o respeito por si e pelo outro, as discriminações e os estereótipos atribuídos e vivenciados em seus relacionamentos, o avanço da AIDS e da gravidez indesejada na adolescência, entre outros, que são problemas atuais e preocupantes (BRASIL, 2000, p. 73). A educação ocorre a todo o momento seja em casa, na igreja, na própria escola, na rua e todos estão envolvidos com ela, seja ensinando ou aprendendo (MONICO; NASCIMETO, 2009). Respeitar a si mesmo e ao outro faz parte do papel social do ser humano que deve ser levado a sério pelos educadores. Neste sentido, a proposta dos PCN s tem como finalidade estabelecer a parceria entre a escola e a família que são instituições sociais e educacionais. Ainda neste sentido, a ação pedagógica dentro do âmbito escolar ganhará maior integração e apoio da sociedade. Os PCN s enfatizam que, para a aplicabilidade e eficácia do processo pedagógico, se faz necessário compreender a pluralidade de valores. É necessário que a escola tenha um ambiente para a reflexão

5 43 como parte do processo que envolverá a todos (BRASIL, 2000). O trabalho de Orientação Sexual também contribui para a prevenção de problemas graves como o abuso sexual e a gravidez indesejada. As informações corretas aliadas ao trabalho de autoconhecimento e de reflexão sobre a própria sexualidade ampliam a consciência sobre os cuidados necessários para a prevenção desses problemas (BRASIL, 2000 p. 79). Os PCN s ainda fazem menção à postura dos professores. Eles devem estabelecer a confiabilidade entre as partes e os profissionais devem se despir de qualquer tipo de preconceito para se manterem atualizados, promovendo nos educandos o bem estar, conscientizando-os sobre os cuidados com o corpo. A escola caracteriza-se por reconhecer e valorizar as diferenças, a heterogeneidade das turmas e a diversidade dos processos de construção coletiva e individual do conhecimento (MANTOAN, 2003) e a formação das crianças e dos adolescentes é construída por meio das relações que constituem uma dinâmica social (HAIDT, 2003). Essas duas autoras reforçam a ideia de que a interação faz com que o adolescente assimile melhor o conhecimento, hábitos, e atitudes de convívio social, inclusive os relativos à vida sexual. Essas convicções são necessárias para que todos possam ter acesso à informação, ficando claro para os adolescentes que ter relações sexuais é saudável, mas que para que eles possam exercer esse direito devem estar conscientes de eventuais consequências que irão implicar no futuro como doenças sexualmente transmissíveis, gravidez precoce e suas consequências. Conforme os PCN s a proposta da Orientação Sexual em âmbito escolar é fazer com que os adolescentes entendam o comportamento da sociedade, permitir ao adolescente ampliar seu conhecimento e suas ações, construir uma opinião a respeito (BRASIL, 2000). Prevenção da gravidez precoce e da evasão escolar: com a palavra, professores e alunas A Unidade Municipal de Ensino Fundamental (UMEF) que serviu de campo para este estudo conta atualmente, com 900 alunos em três turnos. Tem uma estrutura física que, em tese, possibilita um bom trabalho educacional de orientação e de prevenção. Conta com 10 salas de aulas, sala de vídeo, biblioteca, sala de professores, sanitários, pátio, sala da direção, sala dos pedagogos, secretaria, depósito, cozinha industrial, refeitório, pátio descoberto extenso e quadra de esportes. Está localizada em um bairro periférico e atende à demanda de vagas dos bairros vizinhos. Os alunos atendidos por ela são oriundos de famílias com poucos recursos econômicos e sociais. Com essa realidade, a escola é quase o único espaço para ajudar as adolescentes a evitarem uma gravidez precoce. Procurou-se saber dos profissionais que participaram da pesquisa, quais as intervenções que podem ser adotadas para evitar que a adolescente grávida abandone a escola. Orientar como proceder em relação à gravidez precoce foi uma das sugestões de um dos profissionais. Nesta afirmativa, a palavra-chave é a orientação, embora não esteja claro qual é o tipo de orientação. Há que se entender que existe a possibilidade de se orientar, pelo menos, sob duas abordagens: quanto à atividade sexual precoce e quanto ao uso dos métodos contraceptivos, o que foi sugerido por uma aluna.

6 A afirmação do professor se volta, corretamente, para medidas preventivas, pois ainda que se tenha uma informação mais acessível, a gravidez de adolescentes ainda existe e, possivelmente, sempre ocorrerá. É preciso sim, trabalhar com a educação para a prevenção, mas é também preciso pensar na aluna que já está grávida e cuidar para que a mesma não abandone a escola. Uma outra profissional comentou que a gravidez na adolescência traz muitas mudanças, entre elas, os cuidados com o bebê e a rotina da jovem mãe que se volta para os cuidados com a criança. Essa profissional enfatiza que essas orientações são obrigações da família. Não se pode negar que nos cuidados práticos com o bebê quase que somente as famílias poderão ajudar à adolescente, mas a escola também pode orientar, tanto nas medidas preventivas quanto no atendimento à aluna mãe. Se as famílias têm dificuldades em dar conta de algumas questões e se a escola tem o compromisso de colaborar para uma sociedade melhor, não há como se excluir deste processo alegando que a obrigação é da família. Informações sobre os cuidados com a alimentação, encaminhamento para palestras, e outras ações, principalmente, voltadas para a mãe e sua vida estudantil não devem ser negadas pela escola e nem por outros setores da sociedade. Não há como esquecer que as consequências do que acontece com um cidadão abrange outras pessoas e outros setores. Muitos problemas sociais se originam na gravidez precoce. Muitas adolescentes não possuem estrutura para criar e educar seus filhos e, a partir daí, a formação humana da criança fica comprometida, podendo se tornar uma pessoa que trará prejuízos à sociedade, que sofrerá com o abandono e com a educação dada por uma adolescente que ainda não tem maturidade para educar. Além disso, a gravidez na adolescência é uma grande perda para todos, no sentido de saúde pública, há muitos gastos do governo com remédios, tratamentos de DST s, além da falta de oferecimento de direitos básicos para a população. A comunicação entre família e escola também foi lembrada por outro profissional. Este profissional percebe o lugar da família, mas o faz pensando na interação com a escola. Ele ressalta que é importante que a família acompanhe o desenvolvimento do aluno na escola, sempre monitorando a sua frequência. Tal afirmação é de suma importância, pois ainda existe a cultura de matar aula na adolescência brasileira. Nesses momentos, muitos perigos rondam essa faixa etária ainda tão imprudente. Ainda em relação a comunicação entre família e escola é preciso não esquecer da abordagem sobre a atividade sexual precoce e não apenas a gravidez precoce. Um dos perigos da atividade precoce sem prevenção é o risco de se contrair DST s, além da gravidez. É preciso lembrar que a comunicação abordada aqui, passa pelo diálogo, ou seja, troca de informações através de ouvir e do falar. Por isso, não basta vigiar e avisar, é preciso ouvir a aluna, conhecer suas dúvidas e angústias. Um dos professores afirmou que e importante incentivar as alunas para que não abandonem a escola, orientando-a como proceder com relação à gravidez e após o nascimento da criança. Segundo ele, normalmente a aluna abandona a escola antes que se saiba da sua gestação. Nesta declaração, podese perceber um sentimento de co-responsabilidade desse professor que ressalta a necessidade do 44

7 incentivo e da orientação, mas principalmente destaca que há situações em que a escola não dá conta de saber do que ocorre. Se a escola não fica sabendo que uma aluna vai abandonar os estudos, fica difícil saber as razões. Seria a vergonha e o medo falando mais alto? Será que as alunas não confiam nos educadores para lhes contar o que se passa com elas? Como estreitar esses vínculos entre adolescentes e adultos, seja na escola ou em casa? Esses e outros questionamentos deveriam ser feitos pelos educadores e todos os envolvidos no processo de desenvolvimento dos adolescentes. Mais um professor destaca que é importante incentivar as alunas para que não abandonem a escola. Mas, de que forma? Como seriam esses incentivos? Os direitos garantidos pela legislação não bastam? O que ainda falta para que a aluna-mãe dê continuidade aos seus estudos? É importante trabalhar de forma preventiva sim, ensinando desde a educação infantil que o aluno precisa e deve cuidar de si mesmo, de seu corpo, de suas emoções, e de sua saúde. Mas, não se pode pensar em nada a fazer com aqueles que se envolvem em situações complexas e perigosas. É preciso acreditar no ser humano e pensar que sempre há uma forma de continuar e não parar. A aluna-mãe sofre com muitos preconceitos e, por isso, ela se priva de continuar sua vida, ou então, ela abandona a criança e não assume a maternidade. É preciso trabalhar pensando também: na aluna como mãe, e na aluna como estudante que tem uma carreira promissora pela frente. Às alunas foi perguntado sobre a forma preventiva de lidar com a gravidez na adolescência. Elas mesmas indicaram algumas possibilidades que nos fazem pensar também na prevenção. Isso é possível notar quando uma delas declara que é preciso conversar mais sobre como evitar a gravidez, e outra aluna, lembra da possibilidade de distribuição gratuita de preservativos na escola, além de promoção de eventos e palestras sobre o tema. É importante ressaltar que mesmo as perguntas que enfocaram o abandono da escola pela aluna-mãe, a prevenção foi a principal sugestão tanto dos professores quanto das alunas que participaram da pesquisa. Mesmo assim, as alunas acrescentaram uma alternativa que não foi sequer levantada pelos profissionais: os preservativos. Os adultos sugerem mais informações e debates; as alunas propõem a mesma coisa acrescentando a possibilidade de distribuição gratuita do preservativo na escola. A partir das respostas de cada grupo surgem muitos questionamentos, como por exemplo: por que os educadores não indicaram esta saída? O que seria abordado nos debates? Esses preservativos seriam entregues a meninos e meninas? Ou somente às meninas? Será que elas conhecem o preservativo feminino? Preservativo sem informação coerente poderá mudar as atitudes e a vida dessas adolescentes? Teriam elas convicção e autonomia pra decidir realizar o ato sexual apenas com uso do preservativo? A resposta de uma adolescente muito nos chamou a atenção. Quanto à prevenção da gravidez na adolescência, essa aluna respondeu o seguinte: Olha na minha opinião, deveriam incentivar mais o adolescente a fazer o que gosta. Por exemplo, na Escola Aberta poderia colocar mais coisa para as meninas adolescentes, como a prática de, por exemplo, uma dança, um ache, um balé. As adolescentes adoram dançar e com certeza teria essa coisa para se preocupar de querem engravidar. Elas teriam um motivo a mais e ver que sexo não é tudo na vida e sim um bom estudo, um emprego, e isso 45

8 46 seria um bom incentivo para a adolescente. Interessante é observar as soluções propostas. Elas também se voltam para a prevenção e não para a adolescente que já é mãe. Contudo, as possibilidades se direcionam para a ludicidade, para a diversão e até para o estudo e a profissionalização. Tal sugestão pode indicar que a vida sexual precoce com todas as suas implicações pode ser apenas uma falta de outras opções. Para esta adolescente, se houver outros interesses e outros atrativos há possibilidade de não se ter o sexo como única opção de prazer que acabaria em uma gravidez antes do tempo. Como as entrevistadas ainda não são mães ou gestantes, essa declaração precisa ser considerada como de alguém que não deseja viver essa experiência. A aluna cita um dos mais inovadores programas de cultura e educação brasileiros, o Programa Escola Aberta que tem por objetivo prevenir que a criança, o adolescente e o jovem fiquem ociosos e estejam vulneráveis ao mundo das drogas e da criminalidade. O Programa do Governo Federal Escola Aberta consiste em abrir os portões das escolas públicas de ensino fundamental nos finais de semana, promovendo atividades lúdicas, esportivas, musicais e artesanais para a comunidade (SECRETARIA..., 2009). Tanto nas respostas dos professores quanto das alunas percebe-se a ênfase na prevenção da gravidez e quase nada se refere ao futuro de quem já engravidou. Estão as adolescentes grávidas esquecidas pelas escolas? Seriam vistas como sem jeito e nada a fazer? É importante ressaltar que a vida oferece diversas possibilidades e nunca pode ser vista como algo perdido que não mereça esforços para recuperar. A adolescente grávida ou mãe precisa encontrar na escola um apoio no sentido de dar continuidade a sua escolaridade e a escola deve desenvolver um currículo que atenda também às alunas-mães, abordando as questões de educação, família e saúde, por exemplo. Nunca se pode esquecer que a Constituição Brasileira (BRASIL, 1985) reza que a educação é direito de todos e a LDB em seu Artigo 3º no Inciso I garante igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. É preciso trabalhar para melhorar a auto-estima das alunas a fim de que se amem e se cuidem e não engravidem nessa fase tão conturbada que é a adolescência. Mas caso isto ocorra, que a aluna-mãe também não seja esquecida e que se sinta compreendida e aceita para que ela não se culpe, mas confie em si mesma para desempenhar seu papel de mãe da melhor forma possível, entendendo que, apesar de tudo, a vida continua, e muito há para se fazer. Em qualquer situação, a escola não pode deixar que essa aluna seja duplamente prejudicada assumindo responsabilidades para as quais ainda não está preparada e ainda sendo afastada do direito de estudar. Considerações finais A realização da presente pesquisa permitiu uma reflexão acerca de um dilema na vida de milhares de adolescentes e coloca a escola frente a grandes desafios: orientar quanto aos perigos da iniciação sexual precoce, prevenir a gravidez na adolescência e combater a evasão escolar das alunas decorrente da gravidez. Sendo a adolescência um período bastante conturbado do desenvolvimento do ser humano, a

9 orientação de adultos é sempre importante, pois tantas mudanças físicas, psicológicas, sociais e atitudinais colocam o adolescente num mar de insegurança e questionamentos. É preciso ouvir mais as nossas alunas e identificar as suas angústias e anseios. A abordagem da gravidez na adolescência demonstra quão profundas são as mudanças sociais, familiares, emocionais e biológicas, passando desde a puberdade quando a estrutura corporal muitas vezes ainda não estar preparada para uma gestação, caracterizando a gravidez como de risco. Isso tem ocasionado a morte de muitas adolescentes todos os anos, deixando muitos bebês órfãos. Além disso, a dedicação total que exige um bebê leva muitas adolescentes a deixarem a escola, ou seja, ocorre a evasão escolar como consequência de uma gravidez. Embora existam leis e respaldos legais que garantam o direito à amamentação, ainda ha ineficiência da escola em relação a esse novo ritmo de vida da adolescente. Muitas não se sentem à vontade e motivadas a continuar os estudos. A pesquisa também levou a reflexão sobre a importância das intervenções da escola tanto na prevenção quanto na assistência à aluna grávida. Apresentou e refletiu sobre as propostas dos Parâmetros Curriculares Nacionais para a Orientação Sexual, propondo que o tema seja trabalhado de forma transversal. Infelizmente, a transversalidade ainda não faz parte do cotidiano pedagógico da escola e isso exige coletividade e diálogo entre os professores, que muitas vezes não desfrutam desse momento juntos. Percebeu-se no discurso tanto dos profissionais quanto das alunas que professores e alunas pedem diálogo e debates, mas as alunas pedem também a distribuição gratuita de preservativos Diante disso, seria possível indagar se os assuntos que os professores querem discutir nos diálogos escolares já são do conhecimento das alunas e o que elas precisam agora seria de ações práticas e concretas? Ou será que as informações que são oferecidas são apenas informações e não temas para reflexão e tomada de decisões? Tanto o trabalho de prevenção quanto de apoio à adolescente grávida ou mãe é um trabalho que só poderá alcançar êxito se houver participação efetiva da família, em parceria com a escola. Todos juntos apoiando a aluna-mãe e as que ainda não o são podem produzir diversas possibilidades interventivas na tentativa de impedir a sua evasão escolar. As alunas parecem pedir socorro, pedem orientação e conversa. É preciso ouvi-las, incluir o maior número de possibilidades sobre o assunto no projeto político pedagógico e no currículo escolar, pois a gravidez na adolescência e suas consequências é uma situação que pode atingir a qualquer aluna. Vale ressaltar ainda que todo trabalho nesse sentido precisa abranger os riscos da atividade sexual precoce, da gravidez e das suas consequências, sejam elas da atividade sexual, sejam da gravidez. É preciso trabalhar a auto-estima das alunas e mostrar que a vida está apenas começando e que há muito para se viver. É preciso mais, muito mais. É preciso discutir, criar e buscar outras formas de abordagens que possam trazer o efeito desejado na vida dos adolescentes. É preciso questionar, porque tantas adolescentes acabem grávidas, se isso representa tantas dificuldades que poderiam ser adiadas para outra fase da vida. É preciso, principalmente, que a escola encare o tema de frente, sem preconceito e com muita responsabilidade social. 47

10 Embora a família tenha sua responsabilidade, a escola não pode fugir do seu lugar de educação. A escola tem tudo a ver com o que acontece com alunos e alunas. Seus profissionais deveriam ouvir também os meninos, pois gravidez é assunto para todos e evasão escolar não é solução para nenhum problema. A escola não deveria abrir mão de propiciar aos seus alunos e alunas uma orientação marcada pelo direito a uma vida regida com responsabilidade e pela convicção de que há tempo para todas as coisas. 48 Referências: ALMEIDA, José Miguel Ramos. Adolescência e maternidade. 2. ed. São Paulo: Ed. Lisboa, BRASIL. Lei Nº de 17 de Abril de Atribui a estudante em estado de gestação o regime de exercícios domiciliares pelo Decreto nº 1.044, de Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/ /l6202.htm>. Acesso em: 01 ago Constituição Federal da República Federativa do Brasil, de 19 de outubro de Senado Federal, Brasília, Estatuto da criança e do adolescente. Senado Federal. Brasília: Parâmetros curriculares nacionais: orientação sexual. Ministério da Educação / Secretaria da Educação Fundamental, Brasília: Lei nº de 12 de dezembro de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Ministério da Educação. Senado Federal, Brasília, ESTEVES, Janine Raymundi. Trajetórias de vida: repercussões da maternidade adolescente na biografia de mulheres que vivem tal experiência f. Dissertação (Mestrado) Universidade Federal do Espírito Santo, UFES, Vitória, FRANGE, Paulo. Gravidez precoce. A voz do vereador Paulo Frange Disponível em: <http://paulofrange.blogspot.com/2009/02/gravidez-precoce.html>. Acesso em: 06 abr GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, GUIMARÃES, E. M. B.; ALVES, M. F. C.; VIEIRA, M. A. S. Saúde sexual e reprodutiva dos adolescentes um desafio para os profissionais de saúde no municípioadeagoiânia. Revista da UFG, Vol. 6, No. 1, jun Disponívelaem:a<http://www.proec.ufg.br/revista_ufg/juventude/reprodutiva.html.l>.- Acesso em: 5 abr HAIDT, Regina Celia Cazaux. Curso de didática geral. São Paulo: Ática, MANTOAN, Maria Tereza Egler. Produção de conhecimentos para a abertura das escolas às diferenças: a contribuição do LEPED. Campinas: Unicamp, 2003.

11 MIELNIK, Isaac. Os adolescentes: conceito, dinâmica e orientação do adolescente. São Paulo: IBRASA, MONICO, Andréia Graziela Ferreira; NASCIMENTO, Luciana Loureiro Ribeiro. O direito de permanência e o enfrentamento da evasão escolar de adolescentes grávidas no Ensino Fundamental: um estudo de caso em uma escola pública de Vila Velha. [Monografia] Vila Velha: Campanha Nacional das Escolas da Comunidade. Faculdade Cenecista de Vila Velha, SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL. Programa Escola Aberta. Disponível em: <http://www.se.df.gov.br/300/ asp?ttcd_chave=13515>. Acesso em: 20 out VELASCO, Victor Israel Pastrana. Estudo epidemiológico das gestantes adolescentes de Niterói. [Mestrado]. Rio de Janeiro: Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública, VERGARA, Sylvia Constant. Projetos e relatório de pesquisa em Administração. 3. ed. São Paulo: Atlas,

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