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1 Unimed Revista da ANO 34 Nº 172 Trimestre Av. Benjamin Constant, º andar - CEP Lajeado/RS Doença celíaca Reação do organismo ao glúten pág. 10 Audição Não abuse do volume pág anos de Unimed Confira as últimas quatro histórias da série Atitudes que fazem a diferença pág

2 Expediente Unimed Cooperativa de Serviços de Saúde dos Vales do Taquari e Rio Pardo Ltda. Revista da Unimed publicação que substitui o Jornal da Unimed, lançado em agosto de 1977 circulação trimestral Fotos: Melissa Braga, divulgação e arquivo pessoal Modelo da capa: Clindes Zanatta Projeto gráfico e diagramação: TaoS Comunicação e Marketing Redação: Daniel Silveira, Josiane Rotta e Melissa Braga Jornalistas responsáveis: Daniel Silveira (Mtb/RS 9758) Josiane Rotta (Mtb/RS 11834) Melissa Braga (Mtb/RS 13385) Equipe editorial: Dr. Paulo Roberto Jucá, Danielle Harth, Daniel Silveira, Josiane Rotta e Melissa Braga Impressão: Grafocem Impressos Gráficos Tiragem: exemplares Circulação dirigida: distribuição gratuita para cooperados, empresas conveniadas, clientes de planos familiares, serviços credenciados, co-irmãs, entidades médicas, entidades culturais. Os artigos assinados são de inteira responsabilidade de seus autores e não expressam necessariamente a opinião dos responsáveis por este jornal. SAC: Comercialização e Administração de Planos de Saúde Assistenciais. Comercialização de Programas de Saúde Ocupacional. editorial Mantenha a garganta protegida Atitudes O número de agosto da Revista da Unimed traz a terceira e última parte da série que reúne histórias de sustentabilidade, postas em prática por pessoas e instituições que dão sua contribuição para a construção de um mundo melhor. A iniciativa de apresentar essas pequenas atitudes faz parte das ações planejadas pela Unimed VTRP para comemorar seus 40 anos de fundação, que serão celebrados no próximo 11 de dezembro. Ao apresentar esses casos, a Cooperativa espera ter sensibilizado mais pessoas a tomarem iniciativas que contribuam para uma sociedade mais justa e fraterna, com mais respeito ao meio ambiente. Na matéria da capa, a Revista da Unimed traz como tema a intolerância ao glúten, também conhecida como doença celíaca. Saiba o que é essa enfermidade e como é possível tratá-la. Boa leitura! 03 Atenção aos sintomas do 08 Não Cuidados ajudam a manter a saúde do seu abuse do Reação do organismo ao glúten que fazem a diferença Parte 3 (final) 02

3 prevenção 03 Mantenha a garganta protegida O frio chegou e com ele as dores de garganta se tornam mais frequentes. Se esse inconveniente vier acompanhado de febre e dores no corpo, é melhor ficar esperto o problema pode estar sendo causado pela inflamação das amígdalas, conhecida como amigdalite ou tonsilite. As amígdalas, atualmente chamadas de tonsilas, ficam na parte posterior da garganta e fazem parte do tecido linfoide. A doença pode se manifestar de duas formas. Os casos de amigdalite viral cerca de 70% de incidência são mais fáceis de serem resolvidos com o uso de remédios para a dor, repouso e hidratação. Já a amigdalite bacteriana é responsável por aproximadamente 25% dos casos, ficando os 5% restantes a cargo de outros microorganismos menos prevalentes. Os principais sintomas são dor para deglutir, febre alta, aumento dos gânglios cervicais, placas amareladas nas amígdalas, halitose, dores no corpo e prostra- ção, explica a otorrinolaringologista Ingrid Wendland Santanna, de Santa Cruz do Sul. O tratamento nas amigdalites virais compreende o uso de medicação sintomática como antitérmicos, analgésicos e anti-inflamatórios. Nas bacterianas, acrescentam-se ainda os antibióticos. Além do uso da medicação, a médica salienta que é importante a pessoa enferma não descuidar da hidratação, ingerindo bastante líquido, repousar, evitar mudanças bruscas de temperatura e manter uma alimentação leve. Com o tratamento adequado, é possível que a recuperação ocorra em cerca de cinco a sete dias, estima. Mas se você está a fim de evitar todos esses transtornos, Ingrid Santanna dá algumas dicas sobre como escapar ileso da estação mais fria do ano. Elas incluem alimentação balanceada, evitar bebidas muito geladas e mudanças repentinas de temperatura, usar roupas adequadas no inverno, hidratar-se, respirar pelo nariz a respiração bucal pode agravar os problemas de garganta e tratar corretamente doenças alérgicas respiratórias. 03

4 saúde 04 Cuidados ajudam a manter a saúde do seu Órgão localizado no de regeneração e causar cirrose. A até cânceres bastante agressivos. Os abdômen e estrategi- hepatite C, para a qual ainda não há tumores malignos do fígado - chamacamente protegido vacina, atinge cerca de 3 milhões de dos primários - acontecem na maioria pelas costelas, o fíga- brasileiros e é uma das principais das vezes nas pessoas portadoras de do coordena centenas indicações de transplante de fígado. A doenças crônicas, como hepatite ou de funções vitais para transmissão varia conforme o tipo de cirrose. Células malignas que se deso equilíbrio de nosso vírus: o da hepatite A pode ser facil- prendem de tumores localizados em corpo. Ele produz substâncias como mente transmitido através de alimentos outros órgãos, como o intestino, proteínas e hormônios, elimina diversas contaminados, mas só provoca hepati- podem ser retidas no fígado (metástasubstâncias tóxicas ou as transforma te aguda, ou seja, não existe hepatite ses), que funciona como um filtro, e ali em produtos inofensivos e tem papel A crônica. Outros vírus, como os da crescem originando os chamados fundamental na imunidade e produção hepatite B ou C, têm transmissão por tumores secundários do fígado, basde anticorpos. Também auxilia na contato sanguíneo (transfusões sanguí- tante freqüentes, diz o especialista digestão através da produção da bile, neas, procedimentos odontológicos, em cirurgia do aparelho digestivo. elimina células sanguíneas envelheci- seringas compartilhadas, etc) e podem Silvio Balzan, que se dedica especidas, armazena substâncias como ferro, levar à hepatite crônica e cirrose, almente à cirurgia de fígado e pâncrecobre e carboidratos (na forma de explica o médico. Para agravar ainda as, lembra ainda que há alguns anos, glicogênio) e participa da regulação mais a situação, entre as diversas e a retirada cirúrgica dos tumores do dos níveis de glicose. Ainda transforma graves complicações da cirrose está o fígado - um dos tratamentos mais o excesso de carboidratos e proteínas surgimento de câncer no fígado, e o eficazes em muitas situações - era em gordura para uso posterior, e mais tratamento é bastante complexo. Mas possível em apenas uma pequena uma diversidade de funções. não são apenas os vírus os causado- parcela dos casos. Porém, a capaci- O fígado é a central metabólica do res de hepatite aguda ou crônica. O dade ímpar de regeneração do órgão organismo, e através dele passa cons- álcool e outras drogas, como alguns tem sido amplamente explorada em tantemente um grande volume de san- analgésicos e anti-inflamatórios, tam- tratamentos cirúrgicos atuais, colabogue (cerca de 1,5 litros por minuto), bém são causas frequentes da doen- rando de forma essencial ao surgialém de possuir uma grande capacida- ça. mento de uma área da medicina em de de reserva e regeneração. Com Entretanto, conforme Silvio Balzan, o plena revolução, a cirurgia hepática apenas 30% do fígado todas as fun- problema mais comum e que atinge (ou cirurgia de fígado). Diversos avanções necessárias ao organismo são quase 20% da população brasileira, é ços da medicina têm colaborado para supridas. Se parte dele for destruída o acúmulo de gordura nas células do tal, incluindo novas tecnologias, trataou retirada, o restante cresce podendo fígado, conhecido como esteatose. O mentos quimioterápicos mais eficienatingir praticamente o tamanho inicial. excesso de peso, já considerado uma tes, melhor conhecimento das funções Com tantas atividades, o órgão tam- pandemia mundial, o uso de álcool, e das doenças crônicas do fígado, bém é alvo de diversas doenças. Entre excesso de colesterol e o diabetes entre outros. Assim, inúmeros casos as mais conhecidas estão as hepatites estão entre os principais vilões relacio- antes considerados incuráveis recevirais que, segundo a Organização nados à doença. A gordura no fígado bem atualmente tratamento com intuito Mundial da Saúde (OMS), acometem 2 pode gerar um processo inflamatório e, curativo. Os grandes centros mundiais a 3% da população mundial. com o passar dos anos, levar a ocor- de tratamento de tumores de fígado O especialista em cirurgia do apare- rência de cirrose e favorecer o surgi- recomendam que todos os pacientes lho digestivo Silvio Pergoraro Balzan, mento de tumores, salienta o médico. sejam avaliados ao menos uma vez que atua em Santa Cruz do Sul, diz Ele ressalta que o fígado ainda pode por um oncologista e um cirurgião que a hepatite crônica pode levar à hospedar uma multiplicidade de tumo- especialista nesta área antes de serem destruição progressiva das células do res, que variam de lesões inofensivas, rotulados como não-curáveis, comfígado, além de prejudicar o processo que não necessitam tratamento algum, plementa o cirurgião. 04

5 Manifestações como icterícia (pele e olhos de cor amarelada), urina excessivamente escura, fezes esbranquiçadas, dor abdominal, dificuldade de coagulação, vômitos ou evacuações com sangue, cansaço e perda de peso podem ser decorrentes de doenças do fígado e devem ser avaliadas por um profissional da área. No caso da hepatite, a prevenção passa pela vacinação, cuidados com a limpeza e esterilização de instrumentos (em dentistas, manicures, etc), consumo controlado de álcool e medicamentos e uso de preservativos nas relações sexuais são medidas eficazes de prevenção da hepatite. Para aqueles que já tem a doença é imperativo o acompanhamento médico com o intuito de evitar sua progressão e detectar precocemente as complicações. No caso da esteatose, a prevenção e tratamento dessa condição reversível incluem perda de peso, controle dos níveis de gordura no sangue e especialmente realização de atividades físicas aeróbicas, como caminhadas, já que nenhum medicamento se mostrou altamente eficaz. Apesar de ser mais freqüente na idade adulta, pode estar presente em adolescentes e até crianças. 05

6 alerta 06 Atenção aos menor suspeita de um AVC em evolu- ção deve ser tratado como emergên- cia médica. O paciente precisa ser levado imediatamente a um serviço de emergência (pronto-socorro, pronto- atendimento), para que não haja demora em iniciar o tratamento, tendo em vista que a doença pode ter evolução fatal ou deixar sequelas graves, adverte. Alexandre Espírito Santo salienta que os sinais e sintomas do AVC podem se manifestar de várias formas, dependendo da área cerebral acometida. Por isso, dificuldade para falar ou compreender, perda ou dimi- nuição da força e/ou sensibilidade, descoordenação, desequilíbrio e alteração na visão, entre outras manifestações, devem ser analisadas com atenção. Uma característica importante do AVC no diagnóstico diferenci- al de outras patologias é o início súbi- to dos sintomas, conta o médico. Uma vez constatada a doença, o tratamento, em sua fase inicial, inclui o monitoramento do paciente, com o controle de itens como a glicose san- guínea, a hipertensão arterial e disfun- ções cardiorrespiratórias, entre outros. No caso do AVC isquêmico, podem ser usadas medicações que contribu- em para a desobstrução da artéria o recomendável é que o uso ocorra em até três horas a partir do início dos sintomas, para que tenham um resul- tado favorável ou até mesmo trata- mento cirúrgico, no caso de edemas ou hemorragias graves. Na fase tardia, o tratamento está mais relacio- nado ao controle dos fatores de risco e melhora das sequelas, com a ajuda da fisioterapia e fonoaudiologia, explica o médico. Alexandre do Espírito Santo esclarece que o tipo e a gravidade das sequelas, quando ocorrem, vão depender de vários fatores, desde a região do cérebro afetada e a extensão da lesão, o tempo entre o início dos sintomas e o começo do tratamento e o rigor com que é feito o tratamento na fase tardia. S ocorrer rapidamente uma vítima de acidente vascular cerebral, o AVC, popularmente conhecido como derrame, é fundamental para a posterior recuperação do enfermo. O AVC ocorre quando há uma interrupção do fluxo sanguíneo para uma determinada área do cérebro, por tempo suficiente para causar lesão cerebral. Esta interrupção pode ocorrer por obstrução (quando é chamado isquêmico, sendo o tipo mais comum, ocorre em 70 a 80% dos casos) ou ruptura (hemorrágico) dos vasos, explica o neurologista Alexandre Aníbal Cunha do Espírito Santo, de Estrela. Conforme o médico, as causas para a ocorrência do derrame variam. No caso do AVC isquêmico, a doença aterosclerótica dos grandes vasos, lesões nos pequenos vasos (consequente da hipertensão e diabete melito) e embolia cardiovascular são as mais comuns. Quando se trata do AVC hemorrágico, os fatores desencadeadores mais recorrentes são aneurismas, malformações arteriovenosas, doenças da coagulação, tumores e angiopatia amilóide. A prevenção ao AVC se baseia principalmente no controle rigoroso dos fatores de risco (hipertensão, colesterol elevado, diabete, tabagismo, abuso de bebidas alcoólicas, sedentarismo) que podem ser modificados a partir da adoção de hábitos mais saudáveis. Alexandre do Espírito Santo ainda aponta como fatores de risco a idade, doenças cardíacas, histórico familiar de AVC e história prévia de acidente isquêmico transitório (isto é, sinais/sintomas sugestivos de AVC, mas que melhoram totalmente nas primeiras 24 horas após sua ocorrência). O neurologista destaca que qualquer sinal ou sintoma que gere a 06

7 sintomas do Confira os principais sintomas do AVC 1. Dor de cabeça súbita, normalmente intensa, que pode começar sem um motivo aparente, pode ser um sinal do derrame (hemorrágico) ; 2. Dificuldades motoras ou na sensibilidade, como a diminuição da força ou dormência em um dos membros ; 3. Alterações no equilíbrio, coordenação ou visão ; 4. Perda da consciência, convulsões ; 5. Dificuldades na fala (fala diferente do habitual ou não compreende o que é falado). 07

8 alerta 08 Não abuse do E scutar música é muito subestimam bastante o problema ta, as discotecas, o MP3 player e bom. Mas tem muita porque os sintomas geralmente apare- outros aparelhos de áudio portáteis gente principalmen- cem anos depois da exposição. com fones de ouvido. Na idade adulta, te os jovens exage- Andresa Borba relata que a perda a exposição nociva pode ser de 8 a rando no volume e auditiva pode ser irreversível, e por 12 horas por dia, em média, no ambitransformando essa isso é necessário atuar ativamente na ente de trabalho, sem esquecer dos atividade tão prazero- proteção dos ouvidos. Às vezes, um ruídos domésticos e do trânsito. Qusa em algo prejudicial à própria saúde. único episódio de som muito intenso ando o ruído é intenso e a exposição A perda auditiva pode ocorrer a pode causar perda irreversível pela a ele é continuada, em média 85 decipartir da exposição exagerada e conti- lesão às células sensoriais auditivas, béis oito horas por dia, ocorrem alteranuada a sons de natureza diversa. Não alerta. A exposição por tempo prolon- ções estruturais na orelha interna, é à toa que os protetores auriculares, gado ao ruído pode levar a perda causando perda auditiva, dificuldade equipamentos de proteção individual auditiva, geralmente em ambos os de compreensão de fala, zumbido e para os ouvidos, usados por operários ouvidos. Quanto maior o tempo de intolerância a sons intensos, relata a que trabalham em locais muito baru- exposição, maior é o dano. Além dis- otorrinolaringologista. lhentos, já passaram a ser adotados so, outros sintomas também podem A audição deve ser avaliada logo inclusive por diversos músicos princi- surgir, tais como dificuldade de com- após o nascimento, pelo teste da palmente os bateristas. preensão de fala, zumbido, intolerân- orelhinha. O diagnóstico precoce de A intensidade do som é mensurada cia a sons intensos, queda de rendi- alterações auditivas pode representar em decibéis (db), numa escala que mento laboral e estresse. Pessoas mais possibilidades de tratamento. varia de 0 a 150dB. Conforme a otorri- com perda auditiva tendem a falar Depois desse período, exames devem nolaringologista Andresa Thier de cada vez mais alto, pedem para que ser feitos sempre que surgirem sinto- Borba, de Santa Cruz do Sul, o ouvido se repita o que é dito em tom normal e mas como diminuição da audição, humano é capaz de tolerar até 85dB. assistem TV em volume alto, esclare- zumbidos, dificuldade de entendimen- Na medida em que o volume passa ce. to nas conversas e necessidade de dos 100 decibéis (intensidade facil- Ela ressalta que já na infância as volume da TV mais alto. Andresa mente atingida em cinemas, baladas e pessoas são expostas a ruídos exces- Borba frisa que, quando ainda está na shows), aumenta o risco de lesões na sivos de alguns brinquedos, que fase inicial, o problema auditivo pode cóclea, órgão dentro da orelha respon- podem atingir 100 decibéis. Na esco- cessar logo que a exposição aos sável pela audição, explica a profissi- la, onde as crianças permanecem em ruídos seja interrompida. Porém, em onal. média quatro horas por dia, o barulho uma fase mais tardia, já não há o que A médica destaca que, ao longo da pode chegar até 94,3 decibéis. Já na fazer. A perda auditiva é irreversível e, vida, os indivíduos convivem continua- adolescência, o cardápio sonoro é nestes casos, está indicado o uso de mente com ruídos elevados. Porém, ampliado pelos motores de motocicle- aparelhos auditivos, afirma. Fone de ouvido não precisa ser o vilão Para Andresa Borba, a melhor medi- A especialista também esclarece da a ser tomada é a prevenção, atra- que os fones de ouvido só trazem vés de programas educativos que prejuízo à audição quando utilizados levem conhecimento à população com volume excessivo. Com nível sobre os riscos da exposição a ruídos sonoro de 85 decibéis, o máximo elevados. Quando não for possível recomendado por especialistas, o evitar níveis de ruído constantes em usuário pode ouvir oito horas de músi- 80 decibéis ou mais, protetores de ca ininterruptamente. Nesse volume, ouvido devem ser usados, recomen- é possível escutar a voz de um interloda. cutor próximo, explica. 08

9 Confira mais dicas externo. sobre a utilização de fones de próximos do canal do ouvido que os 85dB; som forte do piano = 95dB; modelos de concha equivale à furadeira = 105dB; show de rock = volume para competir com o som - Quanto maior o volume, menor o tempo de uso dos fones: 95 decibéis, - Não utilize fone em apenas um quatro horas; 100 decibéis, duas ouvido, pois isso pode causar perda horas; 105 decibéis, 1 hora. assimétrica da audição. - Conversação a um metro de distân- Os fones de inserção estão mais cia = 60dB; avenida movimentada = ouvido comparação entre maior e menor de 105 a 120dB; serra elétrica = 110 distância entre uma pessoa e uma db. - Por segurança, nunca chegue ao caixa de som, por exemplo. Assim, o - Existe uma predisposição individual volume máximo do tocador digital: o mesmo volume definido pelo tocador para desenvolver ou não perda audiideal é ir até 60% da capacidade. (60% de sua capacidade, por exem- tiva. Portanto, aquele amigo que usa - Não use fones em ambientes baru- plo) pode ser mais alto quando se o tocador digital num volume alto e lhentos (metrô ou uma avenida movi- usa um fone de inserção do que um não apresenta problemas não deve mentada) porque será preciso muito de concha. ser uma referência. Ocontrabaixista e luthier Claudemir Drury's Pedroso, 40 anos, de Santa Cruz do Sul, iniciou na música aos 10, acompanhando o pai em bandas de baile de carnaval. Depois de 30 anos de música 15 deles pontuados por ensaios com muito rock n' roll em pequenas garagens ele já sente os efeitos da música excessivamente alta. Drury's brinca que percebeu que estava com problemas auditivos quando a esposa começou a se queixar que ele não a ouvia mais. Piadas à parte, as dificuldades para ouvir estavam prejudicando seu trabalho como músico. Não conseguia escutar os sons agudos do instrumento, relata. Além disso, os donos dos bares onde se apresentava e os colegas de banda começaram a se queixar do volume alto que ele usava em seu instrumento. O pessoal começou a pedir para eu tocar mais baixo, lembra. O baixista também constata que muitos de seus amigos do meio musical também estão sofrendo perda auditiva. Hoje, sempre oriento meus clientes e alunos para que não usem tanto volume, mas sei que é difícil conter a empolgação com o rock n' roll, conclui. 09

10 Alimentação adequada 10 Reação do organis A doença celíaca tam- como dor ou desconforto abdominal, A resposta à dieta adequada pode bém conhecida como distensão intestinal, constipação ou variar de pessoa para pessoa. enteropatia glúten- diarreia. Pode ocorrer intolerância ao Conforme Leandro Müller, uma melhoinduzida é uma leite. Em alguns casos ocorrem queixas ra parcial pode ser percebida já na enfermidade onde há não associadas ao trato digestivo, primeira semana de dieta livre de glúsimultaneamente uma como lesões cutâneas, deficiência de ten. A maioria dos pacientes vai percealergia alimentar ao ferro, fraqueza, cansaço, dores articula- ber uma melhora significativa em 4 glúten e uma reação imunológica con- res, depressão e osteoporose. Na semanas sem glúten, sendo que a tra o próprio organismo, chamada de infância pode ocorrer atraso no desen- resolução total dos sintomas pode reação autoimune. Conforme a nutricio- volvimento físico e intelectual, esclare- levar até 6 meses. Ele diz ainda que a nista da Unimed VTRP Carine Goulart ce o médico. Ele diz ainda que existem resposta costuma ser mais lenta em Schariff, o glúten (derivado do latim situações em que a doença celíaca é pacientes com idades mais avançagluten) é obtido através da mistura de descoberta casualmente durante uma das. proteínas que se encontram natural- endoscopia digestiva. Em primeiro Apesar de a alimentação sem glúten mente na semente de muitos cereais, lugar, o médico deve suspeitar da doen- parecer extremamente difícil a princícomo trigo, cevada, centeio, aveia e ça. Em casos suspeitos diagnostica- pio, algumas famílias têm tido muito malte. mos pela presença de anticorpos espe- sucesso com ela. É possível substituir A patologia afeta o intestino delgado cíficos no sangue e pela biópsia do as farinhas proibidas por fécula de de adultos e crianças geneticamente intestino delgado, realizada por endos- batata, farinha de milho, amido de predispostos em função da ingestão de copia, explica. milho, polvilho doce ou azedo, farinha glúten. A reação imunológica leva a Não há medicamento para a doença ou creme de arroz, farinha de araruta uma inflamação, especialmente na celíaca. O único tratamento é a dieta ou fubá. Nutricionistas e grupos de mucosa do intestino delgado, que pode sem glúten. É importante que o paci- apoio podem ajudar as famílias a se ser desde leve a grave com comprome- ente tenha uma dieta sem glúten e que ajustar a essa dieta. Ana Paula Kroth, timento severo da absorção dos alimen- seja muito rigoroso em seus cuidados, nutricionista da Unimed VTRP, lembra tos. pois a mínima quantidade de glúten que as pessoas com intolerância à O médico gastroenterologista ingerida, mesmo que esporadicamente, proteína do glúten devem sempre Leandro Bizarro Müller, que atua em é suficiente para impedir a total recupe- consultar os rótulos dos alimentos. De Santa Cruz do Sul, diz que os sintomas ração da mucosa intestinal, enfatiza o acordo com a lei nº 8.543, de 23 de da doença celíaca são extremamente médico gastroenterologista. A dieta dezembro de 1992, é obrigatório inforvariados. O quadro mais clássico é a inadequada do paciente com doença mar nos rótulos dos alimentos a prediarreia intensa e desnutrição devido à celíaca, além de manter a doença ativa sença de glúten. Portanto, para saber má absorção intestinal. Porém, este e frequentemente sintomática, aumenta se o alimento contém ou não glúten, quadro típico não é o mais comum. Os as chances de desenvolver complica- devemos ler os rótulos, salienta a sintomas podem ser gastrointestinais, ções como o linfoma intestinal. nutricionista. kos" (aqueles que sofrem do intestino). Tudo leva a crer que já naquela época ele se referia à doença que, em 1888, Samuel Gee, um médico pesquisador inglês, descreveu em detalhes, achando que as farinhas poderiam ser as causadoras da moléstia. Gee desig- nou-a por "afecção celíaca", aproveitando o termo grego, e, em seus escritos, previa com grande intuição que "...controlar a alimentação é parte principal do tratamento... a ingestão de farináceos deve ser reduzida... e se o doente pode ser curado, há de sê-lo atra- vés da dieta...". Há milhares de anos, os povos verificaram que era possível semear a terra e obter colheitas de cereais diversos, entre eles o trigo, conhecido na fabricação de um dos mais antigo dos alimentos, o pão. A partir daí, o seu rendimento era tal que lhes permitiu viverem no mesmo local sem a necessidade de andarem constantemente à procura de alimentos. Uma consequência desta descoberta foi a civilização, e outra foi o risco de se ter a doença celíaca. No século II um grego, Aretaeus da Capadócia, descreveu doentes com um determinado tipo de diarreia, usando a palavra "Koilia- Fonte: ACELBRA Associação dos Celíacos do Brasil - 10

11 mo ao glúten A microempresária Clindes Zanatta atua na área da alimentação há 17 anos. Há sete ela tem sua própria panificadora no centro de Santa Cruz do Sul. Desde que descobriu que tem intolerância ao glúten, há três anos, começou a apostar na produção de alimentos diferenciados e que ela também pudesse consumir. Clindes já tinha diagnosticado intolerância a lactose no ano anterior, e a padaria passou então a produzir pães, bolos, bolachas, e outros itens sem lactose e sem glúten. Por ser um trabalho que requer cuidados de manipulação, optou por trabalhar sozinha e inventar novos produtos sem o glúten e também sem lactose. Hoje, são mais de 20 opções entre doces e salgados, e uma clientela que cresce a cada dia não só em Santa Cruz, mas em outros municípios dos Vales do Rio Pardo e Taquari. Ela conta que sua vida mudou desde que diagnosticou a doença. Até descobrir o que eu tinha sofri muito. Me sentia cansada, irritada, com fortes enxaquecas e inflamações nas articulações. Depois que comecei o tratamento através da adequação alimentar, me sinto melhor, com saúde e disposição, declara. 11

12 GRUPOS PERMITIDOS PROIBIDOS Farinhas e Féculas (Cereais, Tubérculos e seus subprodutos, que encontramos em forma de pó) As mais indicadas: Arroz, Batata, Milho e Mandioca. Arroz = farinha de arroz, creme de arroz, arrozina, arroz integral em pó e seus derivados. O creme de arroz não é um creme ou pasta, e sim um pó. Milho = farinha, amido de milho, flocos, canjica e pipoca. Batata = fécula ou farinha. Mandioca ou Aipim = fécula ou farinha, como a tapioca, polvilho doce ou azedo. Macarrão de cereais = arroz, milho e mandioca. Cará, Inhame, Araruta, Sagú, Trigo sarraceno. Trigo = farinha, semolina, germe e farelo. Aveia = flocos e farinha. Centeio Cevada = farinha. Malte Todos os produtos elaborados com os cereais citados acima. Bebidas Sucos de frutas e vegetais naturais, refrigerantes e chás. Vinhos, champagnes, aguardentes e saquê. Cafés com selo ABIC. Cerveja, whisky, vodka, gin, e ginger-ale. Ovomaltine, bebidas contendo malte, cafés misturados com cevada. Outras bebidas cuja composição não esteja clara no rótulo. Leites e derivados Leite em pó, esterilizados (caixas tetrapack), leites integrais, desnatados e semidesnatados. Leite condensado, cremes de leite, leite fermentado. Queijos frescos, tipo minas, ricota, parmesão. Pães de queijo. Para iogurte e requeijão, verifique observações nas embalagens. Leites achocolatados que contenham malte ou extrato de malte, queijos fundidos, queijos preparados com cereais proibidos. Na dúvida ou ausência das informações corretas nas embalagens, não adquira o produto. Açúcares Doces Achocolatados Açúcar de cana, mel, melado, rapadura, glucose de milho, malto-dextrina, dextrose, glicose. Geléias de fruta e de mocotó, doces e sorvetes caseiros preparados com alimentos permitidos. Achocolatados de cacau, balas e caramelos. Para todos os casos, verifique as embalagens. Carnes (boi, aves, porco, cabrito, rãs, etc), peixes e produtos do mar, ovos e vísceras (fígado, coração) Todas, incluindo presunto e linguiça caseira. Patês enlatados, embutidos (salame, salaminho e algumas salsichas) carnes à milanesa. Gorduras e óleos Manteiga, margarina, banha de porco, gordura vegetal hidrogenada, óleos vegetais, azeite. - Grãos Feijão, broto de feijão, ervilha seca, lentilha, amendoim, grão de bico, soja (extrato protéico de soja, extrato hidrossolúvel de soja). Extrato protéico vegetal, proteína vegetal hidrolizada. Hortaliças Legumes e verduras: todas. - Condimentos Sal, pimenta, cheiro-verdecaseiros, maionese caseira, vinagre fermentado erva, temperos de vinhos tinto e de arroz. Mainoese, catchup, mostarda e temperos industrializados podem conter o glúten. Leia com muita atenção o rótulo. 12

13 Receitas sem glúten Colaboração das Nutricionistas da Unimed VTRP Ana Paula Kroth e Carine Goulart Schariff. *Receitas extraídas do site da Acelbra Associação dos Celíacos do Brasil. Ingredientes: 2 tabletes de fermento para pão 1 colher (sopa) de açúcar 1 copo americano (150 ml) de leite morno 1 caixa (200g) de creme de arroz 1 caixa (200g) de fécula de batata 2 colheres (sopa) de margarina 3 ovos 1 colher (sobremesa) de sal 2 batatas grandes cozidas Modo de preparo: Misture o fermento com o açúcar e 1/2 caixa de creme de arroz. Deixe descansar por 10 minutos. Numa tigela, amasse as batatas, junte a margarina, o leite, o resto do creme de arroz, a fécula, os ovos inteiros e o sal. Misture bem com colher de pau ou batedeira. Junte esta mistura com a que estava descansando. Unte uma forma de bolo inglês e polvilhe com creme de arroz. Deixe descansar 10 minutos e asse em forno pré-aquecido por 50 minutos. Ingredientes: 4 ovos 3 copos de leite 1 copo de creme de arroz 1 copo de amido de milho 1 colher de fermento em pó 2 tabletes de caldo de galinha 1 colher (sopa) de margarina Modo de preparo: Bata tudo no liquidificador. Deixe descansar por algum tempo. Mexa e prepare as panquecas. Use recheios de sua preferência. Modo de preparo: Misture o creme de arroz, polvilho doce, açúcar, sal, fermento e a liga neutra. Acrescente o ovo e o vinagre e reserve. Derreta a manteiga (ou margarina) em 1/2 xícara de leite, acrescente mais 1 xícara de leite e deixe amornar. Despeje o leite com a manteiga sobre os ingredientes secos e bata bem até formar bolhas. Se necessário, adicione mais leite até ficar uma massa mole. Experimente para verificar o sal e o açúcar. Despeje em uma forma de pão caseiro (bolo inglês) de 24 X 10 cm ou em forminhas, caso queira fazer pãezinhos. Estas devem estar untadas e enfarinhadas (utilize apenas as farinhas permitidas). Em seguida pincele com óleo e gema, cubra com um pano e aguarde a massa crescer até dobrar de volume (30 ou 40 minutos). Leve para assar em forno pré-aquecido até ficar dourado. Ingredientes: 2 xícaras (chá) de creme de arroz 1 xícara (chá) polvilho doce 1 colher (sopa) de açúcar 1 colher (chá) de chá de sal 1 colher (sopa) de fermento para pão (fermento seco) 3 colheres de (chá) liga neutra (liga de sorvete) 1 ovo 1 colher (chá) de vinagre 2 colheres (sopa) de margarina 1 1/2 xícara (chá) de leite Observações: O óleo não deixa o pão ficar cascudo ; Você encontra a liga neutra em lojas de produtos para sorveteria; Esta massa pode ser usada para fazer pizzas, esfiha aberta e pão recheado; Se acrescentarmos muito sal a uma massa que utiliza fermento, esta não cresce; Quando se coloca pouco sal na massa, o pão fica esfarelento e sem gosto; O açúcar ajuda a deixar o pão mais coradinho - cuidado para não deixar muito doce. 13

14 meio ambiente & sociedade 14 Atitudes que fazem A Unimed VTRP levanta a bandeira da sustentabilidade e sabe que nessa missão muitas forças se somam. Às vésperas de completar 40 anos - em 11 de dezembro de a Cooperativa continua apostando em ações sustentáveis e retratando exemplos de atitudes que fazem a diferença. Nesta edição, contamos mais histórias que são exemplos de valores que queremos continuar cultivando: amor, solidariedade, responsabilidade, cuidado com as pessoas e respeito à vida do planeta. Compartilhando aprendizados Uma ação realizada com amor e com desejo de mudança contribui para um mundo melhor. É com essa declaração que a assistente social Jelcí Danieli Southier demonstra sua motivação para participar do Programa de Voluntariado da Unimed VTRP desde a sua criação,em Jelcí, colaboradora da Cooperativa Médica há quase 20 anos, atualmente coordena a área de Gestão de Responsabilidade Socioambiental, que atua no planejamento, implantação e monitoramento de ações, projetos e programas socioambientais, com iniciativas ligadas à saúde e educação. Ela lembra que inicialmente as ações de voluntariado da Cooperativa eram pontuais. Hoje, o Programa Voluntariado conta com um grupo de 90 pessoas, entre colaboradores e cooperados, que participam de ações educativas, programas e projetos que visam promover a cidadania, a cultura e o cuidado com o meio ambiente e com o outro. Entre elas, parceria com escolas estaduais através de oficinas e aulas, campanhas de prevenção de doenças e promoção à saúde, assistência a crianças especiais e outras. Ser voluntária é ser solidária com o outro. É compartilhar amor, sabedoria, educação, conhecimento e tempo. É refletir sobre o nosso papel social, enquanto indivíduos únicos, partilhar o que temos de melhor, sem cobranças de um ou de outro. O maior retorno de ser voluntário é o aprendizado de vida e de cidadania, conclui Jelcí. Jelc Southier, colaboradora Unimed. 14

15 a diferença - Parte 3 (final) Solidariedade que transforma vidas O médico cooperado da Unimed VTRP Cristiano Firpo Freire é especialista em neuropediatria e, desde 2006, participa do Projeto Ação Crianças Especiais da Cooperativa junto com outros médicos. Cristiano atende crianças encaminhadas pela rede de ensino municipal e estadual, assim como das Apaes Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - e dos conselhos tutelares de Santa Cruz do Sul e de todo o Vale do Rio Pardo. A intenção é melhorar o curso de vida de pelo menos algumas dessas crianças e de suas famílias, através de um atendimento de qualidade, enfatiza. Cristiano diz que vale a pena ajudar quem precisa. Em alguns casos, conseguimos mudar radicalmente o desfecho de vida de algumas crianças, que serão adultos muito mais felizes e aptos a enfrentar o mundo no futuro, diz. Cristiano trabalha em parceria com outros profissionais que prestam atendimento psicológico, pedagógico e de assistência social às crianças e famílias. Tento fazer a minha parte, e faço com convicção e dedicação, mas tenho noção de que é preciso muito mais. Não podemos nos acomodar. Temos que continuar trabalhando, mas é de fundamental importância que existam políticas públicas que realmente invistam na educação e não apenas busquem índices. Acho que os governantes precisam ouvir os professores e demais profissionais que trabalham efetivamente com as crianças, finaliza. Medico Cristiano Firpo Freire, cooperado Unimed. 15

16 Sustentabilidade que vem do berço Educar através do exemplo é a podemos cuidar do meio ambiente mesmo diz que está na hora de filosofia da consultora de vendas onde vivemos com pequenas atitu- dormir pois o Tio do Poste desligou da Unimed VTRP em Encantado, des. a luz. Foi uma maneira diferente Marciana Bertoldi. Assim como no Como Miguel não queria desligar que encontramos de incentivar o ambiente de trabalho, em casa ela a luz na hora de dormir e teimava Miguel a mudar algumas práticas separa o lixo seco do orgânico e em demorar no banho, ela e o mari- do dia a dia. desliga as luzes ao sair de qual- do inventaram o personagem Tio Com simples mudanças de comquer cômodo. Também não deixa do Poste para convencer o filho. portamento, Marciana quer deixar as torneiras abertas enquanto esco- O Tio do Poste é o nosso amigo e para o filho bons exemplos e um va os dentes e não demora no antigo pedreiro Neuri. Começamos futuro mais saudável e com menos banho. E ainda estimula o filho a dizer para o Miguel que foi o Tio desperdício. Pequenas atitudes e Miguel, de 4 anos, a doar os brin- do Poste quem apagou a luz ou boa vontade podem contribuir para quedos e roupas que não usa mais. desligou o chuveiro. Hoje, quando um mundo melhor e mais sustentá- Tento mostrar para meu filho que desligamos a luz à noite, ele vel, comenta. Marciana Bertoldi, colaboradora Unimed, e o filho Miguel 16

17 Est mulo à formação dos jovens Contribuir com a comunidade de atendimento odontológico e partici- alunos e disponibilizando seu conheforma sustentável é um dos papeis de pam das campanhas e ações da cimento técnico e profissional a favor Solane Azambuja, coordenadora do empresa. O curso é certificado e do desenvolvimento profissional dos projeto Formare da empresa Duratex, reconhecido pelo Ministério da jovens, salienta. de Taquari. O projeto é uma parceria Educação. Os jovens têm a possibili- A voluntária acredita na educação da empresa com a Fundação Iochpe. dade de ser contratados, posterior- como ferramenta de transformação. A iniciativa foi implantada em 2003 mente, pela Duratex. Os jovens que participam do prograpara contribuir com a formação pro- Além de coordenar o projeto desde ma são beneficiados por um procesfissional de jovens em situação de sua implantação na empresa, Solane so educacional para inserí-los na vulnerabilidade social, através do também atua nele como educadora sociedade como profissionais e cida- Curso de Educação Profissional de voluntária. Os colaboradores da dãos. Para nós, educadores voluntári- Agente de Serviços Administrativos e empresa são convidados, anualmen- os, participar deste processo também Comerciais. Os alunos recebem ali- te, a atuarem como educadores nos transforma em seres muito melhomentação, bolsa-auxílio, transporte, voluntários, ministrando aulas para os res, comenta. Solane Azambuja, Duratex, cliente Unimed. 17

18 notícias Unimed 18 II Simpósio de Medicina da Unimed VTRP contou com bom público primeiro dia do evento. São oportunidades para aprender, o que sempre é importante, disse. Os participantes da atividade doaram alimentos não- perecíveis, que serão entregues ao Programa Mesa Brasil SESC para serem revertidos em favor de entidades dos vales do Taquari e Rio Pardo. O II Simpósio de Medicina, promoção da Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo (Unimed VTRP),aconteceu nos dias 12 e 13 de agosto no Bloco 1 da Unisc, em Santa Cruz do Sul. O evento busca promover a atualização entre seus cooperados e médicos não-cooperados, além de ser aberta a estudantes de medicina e de outras áreas da saúde. Nessa edição, o evento incluiu em sua programação considerações sobre as implicações jurídicas na atividade médica por isso, também era indicado a advogados, juízes e promotores. O assessor de Capacitação da Unimed VTRP, médico Marcelo Fonseca, considera importante a participação de profissionais da saúde e do direito em atividades como o simpósio para a troca de informações. Assim, podemos alinhavar condutas, ações e atitudes do dia-a-dia que beneficiem pacientes, médicos e demais envolvidos no processo assistencial, declarou. A estudante do sétimo semestre de medicina Ana Letícia Piaia foi uma das participantes da primeira tarde do simpósio. Para ela, a oportunidade de atualização científica foi o grande atrativo. É bom poder ouvir a opinião de profissionais reconhecidos sobre os assuntos que serão abordados, afirmou. O cirurgião geral Luiz Fernando Eggler Ferrugem, cooperado da Unimed VTRP, também esteve presente ao Evento reuniu estudantes de medicina, médicos e profissionais de outras áreas da saúde Para Unimed VTRP, cultura também é saúde A Unimed VTRP chamou atenção de uma forma diferente para a 6ª Feira do Livro de Lajeado, que aconteceu entre os dias 6 a 14 de agosto. No dia 9 de agosto, a cidade amanheceu repleta de livros esquecidos em diferentes lugares. A Cooperativa Médica espalhou cerca de 150 exemplares do livro A Favor do Vento, do patrono da feira Duca Leindecker. Junto ao livro, um bilhete com os dizeres Achei você! Me leva pra casa? Sou um presente da Unimed para você. A jornalista Mariana Bechert encontrou o livro sob a mesa do local onde almoçou na terça-feira. Chegou a questionar outras pessoas que estavam no local se alguém havia esquecido, e ficou surpresa e contente quando leu o bilhete dizendo que era um presente, tanto que reproduziu a notícia no seu blog A jornalista Mariana encontrou um exemplar do livro (http://cronicavida.blogspot.com/2011/08/o-encontro-como-livro.html), Twitter e outras mídias sociais. As pessoas do livro. O diretor de marketing da Unimed VTRP, Paulo dizem que nunca mudaremos o mundo. Mas isso Jucá, lembra que a cooperativa tem uma parceria de acontece com iniciativas como a da Unimed. Essa me muitos anos com o SESC, que envolve eventos artísticos e animou, por gostar de leitura e por me oportunizar culturais. Entendemos que cultura também é saúde, por conhecer uma das obras do patrono da Feira do Livro de isso promovemos a ação. Além de divulgar a feira do livro, E espero que os hábitos de outras pessoas mudem incentivamos o hábito da leitura de uma maneira com atitudes sustentáveis como essa, diz. inusitada. Dada a repercussão positiva da ação, A ação foi inspirada em uma campanha semelhante, poderemos repetí-la em outros momentos, enfatiza o realizada em São Paulo há alguns anos durante a semana diretor. 18

19 Cooperativa oferece atendimento odontológico através do Cartão Mais Benefícios Benefícios. O cliente terá inicialmente, com um projeto piloto direito ao atendimento de nas cidades de Santa Cruz do Sul, urgência nos Lajeado, Venâncio Aires e ambulatórios da Encantado, e, hoje, expandimos para Uniodonto e nos os demais municípios do Vale do Rio consultórios dos Pardo e Taquari atendidos pela cirurgiões-dentistas Unimed VTRP, afirmou Carlos Rech. cooperados. Para O presidente da Uniodonto aposta procedimentos eletivos, o em ações em comum para os beneficiário fará uma clientes. Atuando em conjunto, consulta de avaliação e oferecemos um serviço mais efetivo receberá o atendimento em saúde e fortalecemos o mediante autorização, cooperativismo, ressaltou Dittmar liberada após Atualmente clientes pagamento. possuem o Mais Benefícios Unimed Os presidentes da com desconto em medicamentos, Unimed VTRP, Carlos Antonio da Luz auxílio funeral e material de As duas maiores cooperativas de Rech, e da Uniodonto, Ditmar Ary convalescença. Para saber onde saúde da região, Unimed Vales do Kühn, apresentaram a parceria, em conseguir os descontos e consultar a Taquari e Rio Pardo e Uniodonto, Santa Cruz do Sul (20/07) e em lista de dentistas conveniados com a firmaram uma parceria que irá Lajeado (03/08). Nossa parceria Uniodonto, além de outras informabeneficiar os clientes da Cooperativa busca dar assistência à saúde de ções sobre o Mais Benefìcios, acesse Médica através do produto Mais forma integral. Começamos, Escola produz outdoors com materiais recicláveis para campanha institucional O documentário Lixo Extraordinário, que retratou a relação entre o artista plástico Vik Muniz e catadores de lixo do estado do Rio de Janeiro, inspirou uma das ações comemorativas dos 40 anos da Unimed Vales do Taquari e Rio Pardo (Unimed VTRP). Uma parceria com o Colégio Marista São Luís, de Santa Cruz do Sul, permitiu a alunos da instituição de ensino produzirem outdoors da campanha institucional da Cooperativa com materiais reaproveitáveis. Com a utilização de garrafas pet, tampinhas plásticas de garrafa e argolas de latas de bebidas, entre outros materiais, estudantes da oitava série preencheram as figuras que ilustrarão os painéis. O trabalho foi coordenado pela professora de Arte Anete Schuenke Schmitt, dentro do Ecoprojeto, iniciativa da escola para discutir sustentabilidade e responsabilidade ambiental. Conforme a docente, o trabalho permitiu aos alunos refletirem sobre o impacto que suas atitudes podem causar ao planeta. A partir da iniciativa, foi possível desenvolver discussões sobre as consequências do consumo desenfreado e outros temas de relevância para a questão ambiental. Vimos o quanto é importante ter a consciência de que os recursos naturais são finitos e que as escolhas que fazemos irão influenciar as nossas vidas, comentou Anete. Os outdoors serão instalados nas cidades de Fazenda Vilanova e em Venâncio Aires a partir de setembro de 2011 e ficarão expostos até o final do ano que vem. 40 anos de Unimed VTRP Em alusão às suas quatro décadas de fundação a Cooperativa completa 40 anos no dia 11 de dezembro, a Unimed VTRP definiu diversas ações para desenvolver e apoiar ao longo de 2011, todas de alguma forma relacionadas à sustentabilidade. Para promover essas atividades e criar um espaço de discussão sobre esse tema, a Cooperativa também criou o Blog Unimed (www.blogunimed.com.br). Nele, os internautas encontrarão um espaço interativo para divulgar informações e estimular o debate sobre sustentabilidade. 19

20 pílulas médicas À prova de superaquecimento A temperatura do corpo humano fica em torno de 36,5 C e, em dias de com 30 C, sentimos calor. Isso acontece porque a temperatura corpórea é controlada pelo equilíbrio entre o calor que o organismo produz e o que ele perde. Quando a temperatura ambiente fica entre 22 e 24 C, a quantidade de calor gerada pelo corpo e a que ele perde praticamente se equiparam. Em dias quentes, essa equivalência deixa de existir e o corpo passa a expelir menos calor. Quando isso ocorre, o organismo adota medidas de resfriamento: a produção de suor e a diminuição do metabolismo. Assim, o calor não se acumula e o corpo não ultrapassa a temperatura de 37 C. Sono depois da refeição Todo mundo já sentiu aquele soninho depois do almoço. E isso é completamente normal. Tudo porque o fluxo sanguíneo no estômago e no intestino se intensifica para auxiliar a digestão, provocando um aumento da acidez gástrica que gera o fenômeno chamado alcalose pós-prandial, que também diminui a circulação de sangue no cérebro e a oxigenação do sistema nervoso. Isso faz com que as pessoas sintam sono depois de uma refeição. Dúvidas do leitor???? Quais cuidados devo ter com meu Em caso de perda, roubo ou cartão magnético? extravio, comunique imediatamente ao Serviço de Ao receber seu cartão, confira Atendimento ao Cliente - todos os seus dados pessoais. Em caso de erro, entre em contato pelo Em caso de plano empresarial, telefone comunique ao departamento O cartão deve ser obrigatoriamen- responsável da empresa para que te assinado pelo usuário, salvo solicitem a segunda via à Unimed para menores de 16 anos, quando VTRP. será assinado pelo responsável legal. O que significa a expressão Cliente Evite: Intercâmbio? Uso de clipes no cartão; Expor o cartão a raios solares; Cliente Intercâmbio é aquele que Deixar o cartão em contato com está fora da área de cobertura da areia ou umidade; Unimed com a qual ele tem Envergar o cartão; contrato. Existe o intercâmbio Deixar o cartão em contato com nacional (com outros estados) e aparelhos elétricos ou campos regional (que acontece entre magnéticos. cidades no mesmo estado). BLOG FACEBOOK ORKUT Perfil: Unimed VTRP YOUTUBE SITE Mala Direta Postal USO EXCLUSIVO DOS CORREIOS DR/RS UNIMED VALE DO TAQUARI CORREIOS DEVOLUÇÃO GARANTIDA CORREIOS REMETENTE: UNIMED - Av. Benjamin Constant, º andar - CEP Lajeado/RS 20

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