Curso on-line de Aperfeiçoamento em Agricultura Orgânica Prof. Silvio Penteado Aula 11. Adubação Verde e Produção de Biomassa Vegetal

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1 Curso on-line de Aperfeiçoamento em Agricultura Orgânica Prof. Silvio Penteado Aula SAIBA O QUE É ADUBO VERDE Adubação Verde e Produção de Biomassa Vegetal A adubação verde é a forma de empregar plantas, chamadas de adubos verdes, visando à nutrição, proteção superficial, bem como a manutenção e melhoria das características físicas, químicas e biológicas do solo. Em determinadas condições, a adubação verde pode substituir completamente os adubos químicos e orgânicos, tal o potencial de produção e teor de nutrientes, de alguns adubos verdes. Em condições de climas tropicais e subtropicais como os nossos, podemos plantar adubos verdes o ano todo, utilizando as diversas espécies disponíveis (ver tabela abaixo), dado a simplicidade do cultivo e aproveitamento da massa vegetal. A adubação verde utiliza plantas específicas, apropriadas para a produção de biomassa vegetal, com alto valor agregado, podendo ser feito plantio isolado, rotação, sucessão ou consorciação com as culturas principais ou comerciais, incorporando-as ao solo ou deixando-as na superfície, para proteger e serem decompostas. Além destes objetivos, partes das plantas usadas como adubos verdes podem ser utilizadas para produção de sementes, fibras, compostagem, forração de hortas, alimentação animal, etc. 2. BENEFÍCIOS DOS ADUBOS VERDES Excelente material para cobertura vegetal, de baixo custo de produção. Eleva o teor de matéria orgânica, quando constantemente plantada e manejada. Protege o solo das chuvas fortes e enxurradas, proporcionando diminuição dos níveis de erosão. Aumenta a infiltração das águas das chuvas, por favorecer a permeabilidade e eleva a retenção de água no solo. Aumenta a disponibilidade de nutrientes e a eficiência dos fertilizantes, devido sua elevada capacidade tampão. Diminui o alumínio trocável e eleva o ph do solo, permitindo o cultivo em solos em solos com baixa incorporação de calcários (2 ton/ano). (1 of 10)11/6/ :16:28

2 Reduz a temperatura do solo e diminui a perda de água por evaporação. Recupera solos degradados e adensados, aumentando o teor de matéria orgânica e melhorando sua estrutura. Promove mobilização e ciclagem de nutrientes, como a solubilização de fósforo natural, realizando pelos microrganismos, em presença da matéria orgânica. Diminui a perda de nutrientes, como o nitrogênio, pois possui alto poder de retenção dos nutrientes. Acrescenta nitrogênio ao solo através da fixação biológica, realizada pelas leguminosas (nódulos nas raízes / média acima de 30kg N/ha/ano). Reduz a quantidade de plantas invasoras, sendo em muitos casos com efeito alelopático. Favorece a vida e a biologia do solo e no ambiente, isto é, favorece a presença de micro e macrorganismos (minhocas, micorrizas, rhizobium) e de inimigos naturais das pragas. Controla ou reduz a população de algumas espécies de nematóides, como as crotalárias. Quebra o ciclo e reduz o ataque de pragas e doenças num terreno, seja no ambiente ou no solo. Possibilita a utilização complementar na alimentação animal como fonte de proteína. 3. FORMAS DE UTILIZAÇÃO DOS ADUBOS VERDES Primavera/verão (outono a janeiro) - Pode produzir elevada quantidade de massa verde e boa proteção do solo. Produções de 15 a 54 ton/biomassa verde e 5 a 16 ton/seca. Milheto, mucunas, feijão-de-porco, guandu, crotalárias, labe-labe, tefrósia Outono/inverno (fevereiro a abril) Recomendado para cultivo na entressafra de culturas comerciais de verão, com os objetivos de: aumentar o teor de matéria orgânica no solo, ocupação de terras ociosas, controle da erosão, diminuição de infestação por plantas invasoras, possibilidade de utilização na alimentação animal. Adubos verdes indicados: Aveia preta, azevém, ervilhaca, nabo forrageiro, tremoço e chícharo. Em locais sem risco de geadas, crotolária juncea e mucuna-preta. (2 of 10)11/6/ :16:28

3 Consorciação com cultivos anuais Deverá ser semeada na entrelinha da cultura principal. Milho + feijão-de-porco ou mucuna preta. A mucuna preta é plantada depois da colheita da espiga. Outra indicação é o consorcio: arroz + calopogônio. Intercalada com culturas perenes: Poderão ser empregadas espécies de adubos verdes não muito agressivas conduzidas nas entrelinhas, que não subam na copa das plantas. Recomenda-se alternar o plantio de adubos verdes, em cada ano. As principais recomendações são: - Cultura da banana : feijão-de-porco, soja perene, crotolárias, mucunaanã. - Cultura do café : mucuna-anã, crotolárias e leucena. - Cultura do citros : crotolária spectabilis, siratro, guandu, mucuna-anã, calopogônio, nabo forrageiro. - Culturas da goiaba e do caqui : mucuna-anã, crotolária spectabilis. - Cultivos de Hortaliças : tefrósia, crotolária juncea, mucuna-anã, girassol. - Culturas da maçã e do pêssego : trevo, tremoço, aveia preta, mucunaanã, crotolárias. - Cultura do maracujá: tefrósia, mucuna-anã e aveia preta. - Cultura da seringueira : kudzu, mucunas, siratro. - Cultura da uva : ervilha forrageira, ervilhaca ou chícaro, amendoim rasteiro, aveia preta Cultivos em faixas: Para promover a biodiversidade de cultivos na propriedade e obter material verde para forragem ou forração de hortaliças ou produção de sementes, recomenda-se cultivo da cultura comercial e adubo verde em faixas niveladas. As faixas deverão ser rotacionadas a cada ciclo. - Milho ou feijão, em faixas com leucena nos terraços. - Mandioca, em faixas com crotolárias ou guandu. - Pastagem ou arroz de sequeiro, em faixas com guandu e leucena. - Trigo, em faixas com tremoço. - Algodão, em faixas com soja. Área de pousio ou recuperação de áreas degradadas: Fazer o cultivo de espécies perenes ou de semeadura natural, que possuem sistema radicular profundo e que produzem grande quantidade de massa verde: guandu, leucena, tefrósia, (3 of 10)11/6/ :16:28

4 mucuna-preta. Banco de proteínas: Indicado para o cultivo adubos verdes, escolhendo espécies ricas em nutrientes e palatáveis, para e suplemento protéico a animais: leucena, guandu, aveia. 4. Coquetel de adubos verdes A recomendação é também que a adubação verde não deve ser monocultiva, por negar o princípio da biodiversidade. São indicados o plantio de adubos verdes com um coquetel de sementes, sendo chamadas por Pena(2002), de 12 espécies essenciais e 8 optativas. Esta técnica consiste no consórcio de espécie de adubos verdes, complementares com relação ao hábito de crescimento, exploração de diferentes extratos, profundidade de raízes e demanda nutricional. São as seguintes espécies e sementes (quantidade/ha), indicadas parao coquetel de adubos verdes (Fonte: Instituto Biodinâmico de Desenvolvimento Rural- Botucatu). Essênciais= 1. Milho- porte alto (24 kg);2.mucuna Preta (16 kg); 3. Feijão de porco (16 kg); 4. Lab lab (12 kg); 5. Guandu (10 kg); Girassol (8 kg); Crotalária (5 kg); Mamona ( 5 kg); Feijão catador (4 kg); Painço (4 kg); Leucena ( 2 kg) e Tefrósia ( 1 kg). Opcionais: Feijão (8kg); Crotálaria africana (5 kg); Calapogônio (4 kg); Sorgo forrageiro (4 kg); Anageroides (3 kg); Milheto (2 kg); Trigo sarraceno (2 kg) e abóbora (5 kg). 5. Como plantar adubos verdes Em solos novos e pouco adubados, fazer antes a fosfatagem e depois de 30 dias a calagem. Inocular as sementes em solos cultivados intensivamente, sem vida ou mesmo aqueles orgânicos. Misturar 100 ml de água e 100 g de inoculantes, até formar uma massa uniforme, misturando em seguida às sementes, que deverão ser secas na sombra. Neste caso o plantio deve ser imediato, até o dia seguinte à inoculação. Para maior sobrevivência do rizobium, a poderá ser revestida com a mistura do inoculante com goma arábica 40% ou goma caseira (araruta, mandioca ou farinha de trigo). Em seguida, poderá a semente ser misturada com calcário, micronutrientes, biofertilizantes (ex: Supermagro). ou fosfato de rocha finamente moído Distribuir as sementes ( á lanço) no solo úmido, sem deixar falhas. (4 of 10)11/6/ :16:28

5 6. Como incorporar os adubos verdes A fitomassa produzida pode ser cortada e deixada para decomposição sobre a superfície do solo ou ser incorporada ao mesmo. Ainda, pode ser dessecada, para que se prorrogue o início da rebrota e seja facilitado seu posterior manejo. Em espécies com grande aptidão para produção de fitomassa, como as crotalárias e o guandu, semeados em outubro e, particularmente quando cultivados nas ruas de perenes, podem-se realizar podas preliminares em dezembro-janeiro, a cm da superfície do solo. Com isso, tem-se rebrota e redução da altura das plantas, o que facilita bastante o manejo posterior da fitomassa e sobretudo a colheita das sementes, seja ela manual ou mecânica (Wutke, 1993). Os meios mecânicos de corte, por sua vez, podem ser os mais variados, em função do equipamento disponível na propriedade e das devidas adaptações e regulagens efetuadas no mesmo. Para tanto, poderão ser utilizados, por exemplo (Wutke, 1993): a) alfanje, foice ou gadanho: pode-se cortar toda a planta, parte dela (quando se prevê rebrota) ou apenas suas extremidades (no caso de culturas intercaladas a outras perenes); b) arado: utilizado geralmente na primavera, quando o material cortado anteriormente e deixado para decomposição sobre a superfície do solo apresenta maior facilidade para manuseio; c) grade e grade-aradora: muito utilizadas em situações de grandes quantidades de fitomassa produzidas, particularmente por espécies volúveis e agressivas, como a mucuna-preta, sendo às vezes necessária mais de uma passagem do implemento. Entretanto, com o uso da grade pode haver erosão da camada superficial do solo, sua pulverização e redução no diâmetro dos agregados (Silveira & Kurachi, 1985); d) picadora: utilizada com muita eficiência na picagem de parte aérea de plantas com diferentes hábitos de crescimento e idade; os restos vegetais picados permanecem sobre a superfície do solo para posterior decomposição ou podem ser incorporados; e) roçadoras: muito interessantes para culturas intercaladas a outras perenes. Com a utilização desse equipamento obtém-se uma melhor relação dos agregados, pelo maior diâmetro destes, e, uma melhoria na capacidade de armazenamento de água e ar, pelo aumento da macroposidade do solo (Silveira & Kurachi, 1985). Entretanto, em algumas espécies poderá haver rebrota quando se utilizar esse processo; f) rolo-faca: promove o acamamento ou até mesmo o corte das restevas e de plantas pela criação de uma situação estressante às mesmas, facilitando a incorporação de massa verde de algumas espécies e, também, viabilizando o cultivo mínimo e o plantio direto com outras. Em geral, é utilizado na época de plena (5 of 10)11/6/ :16:28

6 floração e início de formação das vagens nas plantas a serem manejadas, exceto na aveia (fase de grão leitoso) (Wutke, 1993; Calegari, 1997). Em Santa Catarina desenvolveu-se o rolo-disco, principalmente para o acamamento de fitomassa de mucuna (Monegat, 1991). Em situações de produção de grande quantidade de fitomassa podem-se realizar operações conjuntas, como a passagem de roçadora ou rolo-faca seguida de arado/ grade, para melhor incorporação do material. Em plantas perenes os cortes poderão ocorrer com maior freqüência durante o ano agrícola. 7.ÉPOCA DE CORTE DOS ADUBOS VERDES: A época de corte deve ser também definida particularmente em função do sistema adotado pelo agricultor. A época de semeadura das plantas de cobertura, sobretudo daquelas desenvolvidas no verão-outono, é determinante da altura final daquelas com crescimento ereto ou da expansão lateral daquelas volúveis, trepadoras. Assim é que, para as espécies eretas guandu e crotalárias, semeaduras cada vez mais tardias a partir do início do período chuvoso (setembro-outubro) resultam em sensível redução da altura das plantas (de 3,0 para até 1,0-1,5m), com conseqüente diminuição da quantidade de fitomassa produzida, facilitando, porém a colheita de vagens e grãos. Em geral, a poda em espécies perenes semeadas na época tradicional pode ser feita por ocasião da floração e formação das primeiras vagens, a uma altura suficiente à rebrota destas plantas, que retomam então o seu crescimento vegetativo. Ainda, as plantas utilizadas como cobertura do solo podem também ter seu ciclo finalizado, quando então se procederá à colheita de seus grãos. Mesmo no caso de espécies trepadoras, desenvolvidas em cultivo exclusivo (mucunas cinza e preta, por exemplo), é possível realizar a colheita mecânica de suas vagens, apesar do rendimento ser menor do que aquele obtido no processo de colheita manual das mesmas quando tutoradas (Wutke, 1993). Quando as plantas anuais e eretas forem destinadas à produção e colheita mecânica de sementes, recomenda-se adiar a semeadura para -abril, visando a obtenção de plantas mais baixas e maior facilidade desse processo, apesar da redução de fitomassa produzida. 8. PRINCIPAIS ESPÉCIES DE ADUBOS VERDES Espécie Tipo de planta Ciclo de florescimento (dias) Espaçamento entrelinhas (m) N. de sementes por metro de sulco Quantidade de sementes (kg/ha) Época de semeadura (6 of 10)11/6/ :16:28

7 Espécies de adubos verdes recomendadas para o Estado de São Paulo Espécie Tipo de planta Ciclo de florescimento (dias) Espaçamento entrelinhas (m) N. de sementes por metro de sulco Quantidade de sementes (kg/ha) Época de semeadura Aveia preta cespitoso , a maio Catopogônio trepador 150 0, outubro a Aveia preta cespitoso , a maio Catopogônio trepador 150 0, outubro a Crotolária ereto , setembro a juncea Crotolária ereto 140 0, setembro a spectabilis Feijão-deporco ereto , setembro a Guandu ereto , setembro a Labe-labe trepador , setembro a Leucena ereto 150 (1ª poda) 1, setembro a dezembro Mucuna-anã ereto , setembro a Mucuna-preta trepador , setembro a Chícharo trepador , a junho Nabo- ereto , a junho forrageiro Siratro trepador 180 0, setembro a Tremoço ereto 20 0, a junho Trevo-branco rasteiro 25 0, a junho Crotolária juncea ereto , setembro a Crotolária spectabilis ereto 140 0, setembro a Feijão-deporco ereto , setembro a Guandu ereto , setembro a Labe-labe trepador , setembro a Leucena ereto 150 (1ª poda) 1, setembro a dezembro Mucuna-anã ereto , setembro a Mucuna-pretatrepador , setembro a Chícharo trepador , a junho Naboforrageiro ereto , a junho Siratro trepador 180 0, setembro a (7 of 10)11/6/ :16:28

8 Tremoço ereto 20 0, a junho Trevo-branco rasteiro 25 0, a junho Consulte um engenheiro agrônomo para a recomendação da espécie de adubo verde mais indicada para a sua região. 9.REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AMBROSANO, E. J.; WUTKE, E. B.; TANAKA, R. T.; MASCARENHAS, H. A. A.; BRAGA, N. R.; MURAOKA, T. Leguminosas para adubação verde: uso apropriado em rotação de culturas. Campinas: CECOR/DCT/CATI, p. (Apostila) AMBROSANO, E.J.; WUTKE, E.B.; BRAGA, N.R.; MIRANDA, M.A.C. de. Leguminosas: alternativas para produção ecológica de grãos em diferentes regiões agroecológicas do Estado de São Paulo. In: AMBROSANO, E. J., coord. Agricultura Ecológica. Guaíba: Agropecuária, p BRAGA, N. R. A biofertilização do solo por leguminosas. In: Ciclo de palestras e debates Agricultura ecológica e alternativas tecnológicas para a agricultura. Piracicaba: AEASP/ESALQ/CALQ, p BRAGA, N. R. Adubação verde para os citros. Laranja, Cordeirópolis, n.7, v.1, 1986, p BULISANI, E. A. & ROSTON, A. J. Leguminosas: adubação verde e rotação de culturas. In: WUTKE, E. B.; BULISANI, E. A. & MASCARENHAS, H.A.A., coord. Curso sobre adubação verde no Instituto Agronômico, 1. Campinas: Instituto Agronômico,1993. p (Documentos IAC, 35) BULISANI, E. A.; COSTA, M. B. da C.; MIYASAKA, S.; CALEGARI, A.; WILDNER, L. do P.; AMADO, T. J. C.; MONDARDO, A. Adubação verde nos estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. In: COSTA, M. B. da C., coord. Adubação verde no sul do Brasil. Rio de Janeiro: AS-PTA, Parte II, p CALEGARI, A. Leguminosas para adubação verde de verão no Paraná. Londrina: IAPAR, p. CALEGARI, A. Culturas de cobertura para plantio direto em solos argilosos. In: Conferência Anual de Plantio Direto, , Passo Fundo, PR. Resumos de palestras, Editora Aldeia do Norte, Passo Fundo, RS p CALEGARI, A.; ALCÂNTARA, P.B.; MIYASAKA, S.; AMADO,T.J.C. Caracterização das principais espécies de adubo verde. In: COSTA, M. B. da, Coord. Adubação verde no sul do Brasil, Rio de Janeiro, AS-PTA, p. (8 of 10)11/6/ :16:28

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