ANO XXV ª SEMANA DE JANEIRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 04/2014

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1 ANO XXV ª SEMANA DE JANEIRO DE 2014 BOLETIM INFORMARE Nº 04/2014 IPI ROTULAGEM DO PAPEL IMUNE - DISPOSIÇÕES CONSTANTES DA IN 1.341/ Pág. 76 ICMS DF/GO/TO ALÍQUOTAS DO ICMS NAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO - REGIÃO SUL - ATUALIZAÇÃO Pág. 77 ICMS - DF PILHAS E BATERIAS USADAS - PROCEDIMENTOS PARA DESCARTE... Pág. 82 LEGISLAÇÃO - DF DECRETO Nº , de (DODF de ) - Disposições Gerais Das Normas De Edificação Alteração... Pág. 83 ICMS - GO OPERAÇÕES COM ATIVO IMOBILIZADO, MATERIAL DE USO E CONSUMO E DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA... Pág. 84 LEGISLAÇÃO - GO LEI N , de (DOE de ) - Lei /2001 Alteração... Pág. 86 ICMS - TO CANCELAMENTO DE CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO PROCEDIMENTOS... Pág. 86 LEGISLAÇÃO - TO INSTRUÇÃO NORMATIVA N 01, de (DOE de ) - Pauta De Referência Fiscal - Alteração De Valores... Pág. 88

2 IPI ROTULAGEM DO PAPEL IMUNE Disposições constantes da IN 1.341/2013 Sumário 1. Introdução 2. Novas Medidas 3. Penalidades por Descumprimento 1. INTRODUÇÃO O presente trabalho aborda objetivamente o disposto na IN 1.341/2013 que apresenta normas complementares relativas à rotulagem nas embalagens do papel destinado à impressão de livros e periódicos, de que trata o art. 2 da Lei n / NOVAS MEDIDAS Desde 1 de outubro de 2013 oss fabricantes, importadores e comerciantes de papel, detentores do registro especial de que trata o art. 1 da Instrução Normativa RFB n 976/2009 deverão observar as seguintes medidas na circulação de papel imune: 1) as embalagens de papel destinado à impressão de livros e periódicos deverão estar rotuladas com a expressão "PAPEL IMUNE" com vistas à identificação e ao controle fiscal do produto, na forma e prazos estabelecidos na IN 1.341/2013; 2) Nas embalagens contendo folhas soltas e empilhadas em estrado de madeira ou plástico (SKIDS) a rotulagem será feita em cada face da embalagem primária, em cada unidade, por meio de etiquetas de tamanho, no mínimo, de 21 cm (vinte e um centímetros) por 29,7 cm (vinte e nove vírgula sete centímetros), coladas com firmeza e que não se desprendam do produto, de modo a permitir a imediata visualização da expressão "PAPEL IMUNE"; 3) Para o papel imune acondicionado em resma ou pacote, a embalagem deverá apresentar impressa a expressão "PAPEL IMUNE", com altura mínima da fonte de 2,5 cm (dois centímetros e meio), em toda a sua superfície, com espaçamento mínimo de 5 cm (cinco centímetros) e máximo de 15 cm (quinze centímetros) nos sentidos longitudinal e transversal; e 4) É obrigatória, ainda, a aplicação da etiqueta do fabricante ou marcação de embarque, contendo a expressão "PAPEL IMUNE", com tipologia padrão de cada fabricante e altura mínima de fonte de 2,5 cm (dois centímetros e meio), qualquer que seja o tipo de acondicionamento, inclusive em bobinas. No tocante à aquisição de papel imune, os estabelecimentos indicados nesse tópico deverão: a) - manter controle individualizado dos produtos sem a rotulagem exigida nesta Instrução Normativa existentes em estoque no dia 1 de outubro de 2013 e b) - apresentar a documentação fiscal comprobatória de aquisição dos produtos quando requisitado por Auditor- Fiscal da Receita Federal do Brasil. 3. PENALIDADE POR DESCUMPRIMENTO O papel cuja embalagem esteja em desacordo com o disposto no art. 1 não terá reconhecida, para fins fiscais, a regularidade da sua destinação, sujeitando o estabelecimento infrator às disposições contidas no art. 3 do Decreto n 7.882/2012, quais sejam: a)exigência do Imposto sobre Produtos Industrializados IPI; b) perda do direito ao benefício de redução das alíquotas de Contribuição para o PIS/PASEP, da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social - COFINS, da Contribuição para o PIS/PASEP-Importação e da COFINS-Importação de que trata o Decreto nº 6.842/2009. Fundamento Legal: Os citados no texto. IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

3 ICMS DF/GO/TO Sumário 1. Introdução 2. Relacionando os Estados da Região Sul 1. INTRODUÇÃO ALÍQUOTAS DO ICMS NAS UNIDADES DA FEDERAÇÃO Região Sul - Atualização 2014 Nesse Boletim publicaremos a 4ª parte das alíquotas internas das unidades da Federação, atualizadas até o mês de janeiro/ RELACIONANDO OS ESTADOS DA REGIÃO SUL PARANÁ Alíquotas Operações/Prestações 29% Nas operações com os seguintes produtos: a) nas operações com os seguintes produtos classificados na Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema Harmonizado NBM/SH: 1. bebidas alcoólicas (posições 2203, 2204, 2205, 2206 e 2208); 2. fumos e sucedâneos manufaturados (posições a ); b) nas operações com energia elétrica, exceto a destinada à eletrificação rural; c) nas prestações de serviços de comunicação; Fund. Legal: art. 14, V, do RICMS/PR. 28% a) gasolina, exceto para aviação; b) álcool anidro para fins combustíveis; Fund. Legal: art. 14, IV, do RICMS/PR. 25% Nas operações com os seguintes produtos: a) armas e munições, suas partes e acessórios (NCM Capítulo 93); b) balões e dirigíveis; planadores, asas voadoras e outros veículos aéreos, não concebidos para propulsão com motor ( ); c) embarcações de esporte e de recreio (8903); d) energia elétrica destinada à eletrificação rural; e) peleteria e suas obras e peleteria artificial (NCM Capítulo 43); f) perfumes e cosméticos (3303, 3304, 3305, exceto , e 3307, exceto ); Fund. Legal: art. 14, III, do RICMS/PR. 18% Nas demais prestações e operações não abrangidas por alíquotas específicas. Fund. Legal: art. 14, VI, do RICMS/PR. 12% Nas prestações de serviço de transporte intermunicipal e nas operações com os seguintes bens e mercadorias: a) canetas esferográficas, canetas e marcadores, com ponta de feltro ou com outras pontas porosas, canetas tinteiro (canetas de tinta permanente) e outras canetas, cargas com ponta, para canetas esferográficas, lápis, minas para lápis ou lapiseiras, lousas e quadros para escrever ou desenhar, cores para pintura artística, atividades educativas e recreação ou de desenho, colas e adesivos, borrachas de apagar ( a , a , , a , a , ); b) animais vivos; c) hortifrutigranjeiros e agropecuários, em estado natural; casulos do bicho-da-seda; sêmens, embriões, ovos férteis, girinos e alevinos; d) água de coco; água mineral (2201); alimentos; sucos de frutas (2009); e) rações, farinhas, farelos, tortas e resíduos destinados à alimentação animal ou utilizados na sua fabricação; f) refeições industriais ( ) e demais refeições quando destinadas a vendas diretas a corporações, empresas e outras entidades, para consumo de seus funcionários, empregados ou dirigentes, bem como no fornecimento de alimentação de que trata o inciso I do art. 2º, exceto no fornecimento ou na saída de bebidas; g) fármacos, medicamentos, drogas, soros e vacinas, inclusive veterinários; cápsulas vazias para medicamentos; h) de higiene pessoal e limpeza: 1. xampus ( ); 2. dentifrícios ( ); 3. desodorantes corporais e antiperspirantes ( ); 4. papel higiênico ( ); 5. absorventes e tampões higiênicos, fraldas para bebês e geriátricas e artigos higiênicos semelhantes ( ); 6. escovas de dentes ( ); 7. protetor solar (3304); i) calçados, tecidos, artefatos de tecidos, artigos de cama, mesa e banho, e artigos de vestuário, inclusive roupas íntimas e de banho, camisolas e pijamas, gravatas, meias, luvas, lenços, xales, echarpes, cachecóis, mantilhas e véus; j) sacolas ecológicas; k) de uso doméstico: 1. artigos para serviço de mesa ou de cozinha, de plástico, madeira, porcelana, cerâmica e vidro ( , , , e a ); talheres ( , , e 8215);panelas; 2. fogões de cozinha de até quatro bocas; 3. refrigeradores e freezers de até 300 litros com apenas uma porta; 4. máquinas de lavar roupa (8450.1) até seis kg; 5. máquinas de costura para fins doméstico ( ) e ferros elétricos de passar ( ); IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

4 12% 6. chuveiros e duchas; 7. aparelhos receptores de televisão de até 29 polegadas; l) assentos (9401); móveis (9403); suportes elásticos para camas ( ) e colchões (9404.2); m) destinados à construção civil: 1. areia, argila, saibro, pedra bruta, brita graduada e pedra marruada; 2. tijolo, telha, tubo e manilha, de argila ou barro; 3. telhas e lajes planas pré-fabricadas, painéis de lajes, pré-lajes e prémoldados, de cimento, de concreto, ou de pedra artificial, mesmo armadas; 4. cal (2522); calcário ( ); e gesso ( ); 5. blocos e tijolos ( ); 6. ladrilhos e placas de cerâmica (6907 e 6908); 7. pias, lavatórios, colunas para lavatórios, banheiras, bidês, sanitários e caixas de descarga, mictórios e aparelhos fixos semelhantes para uso sanitário, de porcelana ou cerâmica ( e ); n) madeiras e suas obras: 1. lenha ( ); 2. madeira em bruto (4403 e 4404); 3. painéis de fibras ou de partículas e painéis semelhantes, mesmo aglomeradas com resinas ou com outros aglutinantes orgânicos (4410 e 4411); 4. molduras de madeira (4414); caixotes, caixas, engradados, barricas e embalagens semelhantes, carretéis para cabos, paletes simples, paletes-caixas e outros estrados para carga e taipais de paletes (4415); barris, cubas, balsas, dornas, selhas e outras obras de tanoeiro e respectivas partes de madeira, incluídas as aduelas (4416); ferramentas, armações e cabos, de ferramentas, de escovas e de vassouras; formas, alargadeiras e esticadores, para calçados (4417); obras de marcenaria ou de carpintaria para construções, incluídos os painéis celulares, os painéis para soalhos e as fasquias para telhados ( shingles e shakes ) (4418); o) plásticos e suas obras: 1. blocos de espuma ( ); 2. perfis de polímeros de cloreto de vinila ( ); 3. tubos e seus acessórios (3917); 4. outras chapas, folhas, películas, tiras e lâminas, de plásticos não alveolares (3920); 5. artigos de transporte ou de embalagem; rolhas, tampas, cápsulas e outros dispositivos para fechar recipientes (3923); p) combustíveis: 1. gasolina de aviação ( ); 2. óleo diesel ( ); 3. mistura óleo diesel/biodiesel ( ); 4. gás liquefeito de petróleo ( ); 5. gás natural ( e ); 6. gás de refinaria ( ); 7. biodiesel ( ); q) máquinas, implementos, tratores e micro-tratores, agropecuários e agrícolas (8201, , 8432, 8436, 8437, 8701, , , ) e outras partes ( ); r) máquinas e aparelhos industriais, exceto peças e partes (8417 a 8422, 8424, 8434 a 8435, 8438 a 8449, 8451, 8453 a 8465, 8468, 8474 a 8480 e 8515); s) empilhadeiras ( , e ); trator de esteira ( ); rolo compactador ( ); motoniveladoras ( ); carregadeiras ( ); escavadeira hidráulica ( ); e retroescavadeiras ( ); t) elevadores e monta-cargas ( ); escadas e tapetes rolantes ( ); partes de elevadores ( ); eixos, exceto de transmissão e suas partes (8708.5) e outros reboques e semirreboques, para transporte de mercadorias (8716.3); u) veículos automotores novos e peças para veículos automotores, inclusive para veículos, máquinas e equipamentos agrícolas e rodoviários, quando a operação seja realizada sob o regime da sujeição passiva por substituição tributária, com retenção do imposto relativo às operações subsequentes, sem prejuízo do disposto na alínea v ; v) independentemente de sujeição passiva por substituição tributária, os veículos classificados na NBM/SH, com o sistema de classificação adotado até 31 de dezembro de 1996: , , , , , , , , , , , e ; w) da indústria de automação e eletrônica: 1. máquinas e aparelhos de impressão por meio de blocos, cilindros e outros elementos de impressão da posição 8442; 2. máquinas de calcular programáveis pelo usuário e dotadas de aplicações especializadas; caixa registradora eletrônica ( ); partes e acessórios reconhecíveis como exclusiva ou principalmente destinados a máquinas e aparelhos da subposição , do item , da posição 8471, dos subitens , e , e dos itens e desde que tais máquinas e aparelhos estejam relacionados nesta alínea (8473); partes e acessórios das máquinas da posição 8471 ( ); outros ( ); 3. motores de passo ( ); transformadores elétricos, conversores elétricos estáticos (retificadores, por exemplo), bobinas de reatância e de alta indução (8504); 4. discos, fitas, dispositivos de armazenamento não volátil de dados à base de semicondutores, cartões inteligentes ( smartcards ) e outros suportes para gravação de som ou para gravações semelhantes, mesmo gravados, incluídos as matrizes e moldes galvânicos para fabricação de discos (8523); 5. aparelhos transmissores (emissores) com aparelho receptor incorporado baseados em técnica digital (8525); receptores pessoais de radiomensagens - pager ( ); 6. aparelhos digitais de sinalização acústica ou visual, exceto os aparelhos residenciais (8531); 7. condensadores elétricos próprios para montagem em superfície - SMD ( , , , , e ); resistências elétricas próprias para montagem em superfície - SMD (8533); circuitos impressos multicamadas e circuitos impressos flexíveis multicamadas, próprios para as máquinas, aparelhos, equipamentos e dispositivos constantes neste item ( ); interruptor, seccionador, comutador e codificador digitais ( ); conectores para circuito impresso ( ); comando numérico computadorizado ( ); controlador programável ( ); controlador de demanda de energia elétrica ( ); 8. diodos, transistores e dispositivos semelhantes semicondutores; dispositivos fotossensíveis semicondutores, incluídas as células fotovoltaicas, mesmo montadas em módulos ou painéis; diodos emissores de luz; cristais piezelétricos montados (8541); circuitos integrados e microconjuntos, eletrônicos (8542); máquinas e aparelhos elétricos com funções próprias, não especificados nem compreendidos em outras posições (8543); IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

5 12% 9. fios, cabos (incluídos os cabos coaxiais) e outros condutores, isolados para usos elétricos (incluídos os envernizados ou oxidados anodicamente), mesmo com peças de conexão; cabos de fibras óticas, constituídos de fibras embainhadas individualmente, mesmo com condutores elétricos ou munidos de peças de conexão (8544); cabos de fibras óticas ( ); fibras óticas ( ); feixes e cabos de fibras óticas ( ); dispositivos de cristais líquidos - LCD ( ); 10. instrumentos e aparelhos digitais para medicina, cirurgia, odontologia e veterinária (9018); aparelhos digitais de mecanoterapia, de ozonoterapia, de oxigenoterapia, de aerossolterapia, aparelhos digitais respiratórios de reanimação e outros aparelhos digitais de terapia respiratória (9019); x) implantes dentários em geral, de qualquer material, inclusive os de titânio, de todas as formas, diâmetros e alturas, próprios para serem fixados nos ossos da mandíbula, maxilar ou zigomático, suas partes, acessórios e complementos (8108). RIO GRANDE DO SUL Alíquotas Operações/Prestações 25% I) Serviços de Comunicação; Fund. Legal: Livro I, art. 28, I, do RICMS/RS. 25% II) Operações e prestações internas e de importação, de produtos relacionados no Apêndice I, Seção I: a) Armas e munições, classificadas no capítulo 93 da NBM/SH-NCM; b) Artigos de antiquários; c) Aviões de procedência estrangeira, para uso não comercial; d) Bebidas, exceto: vinho e derivados da uva e do vinho, assim definidos na Lei Federal nº 7.678, de 08/11/88; sidra e filtrado doce de maçã; aguardentes de cana classificadas no código da NBM/SH-NCM; água mineral e sucos de frutas não fermentados, sem adição de álcool, com ou sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes; e refrigerante; e) Brinquedos, na forma de réplica ou assemelhados de armas e outros artefatos de luta ou de guerra, que estimulem a violência; f) Cigarreiras; g) Cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos, fumos desfiados e encarteirados, fumos para cachimbos e fumos tipo crespo; h) Embarcações de recreação ou de esporte; i) Energia elétrica, exceto para consumo em iluminação de vias públicas, industrial, rural e, até 50 KW por mês, residencial; j) Gasolina, exceto de aviação, e álcool anidro e hidratado para fins combustíveis; l) Perfumaria e cosméticos (posições 3303, 3304, 3305 e 3307, da NBM/SH-NCM).(*) (*) No período de 1º de junho de 2010 a 30 de junho de 2011, cosméticos, perfumaria, artigos de higiene pessoal e de toucador, relacionados no item XXII da Seção III do Apêndice II, nas saídas promovidas por estabelecimento de substituto tributário dessas mercadorias, relativamente ao débito fiscal próprio têm alíquota de 12%. Fund. Legal: Livro I, art. 27, I, Apêndice I, Seção I, e art. 29, II, do RICMS/RS. 20% Energia elétrica destinada à iluminação de vias públicas. Fund. Legal: Livro I, art. 27, IV, do RICMS/RS. 18% Refrigerantes. Fund. Legal: Livro I, art. 27, III, do RICMS/RS. Nas demais operações e prestações de serviços, internas e de importação que não estiverem relacionados com alíquotas 17% específicas.. Fund. Legal: Livro I, art. 27, VII, e art. 29, II, do RICMS/RS. No período de 1º de setembro a 31 de dezembro de 2010, quando se tratar de cal destinada à construção civil classificada na 13% posição 2522 da NBM/SH-NCM 12% Operações e prestações internas e de importação: I) Arroz; II) aves e gado vacum, ovino, bufalino, suíno e caprino, bem como carnes e produtos comestíveis resultantes do abate desses animais, inclusive salgados, resfriados ou congelados; III) Batata; IV) cebola V) Farinha de trigo; VI) Feijão de qualquer classe ou variedade, exceto o soja; VII) Frutas frescas, verduras e hortaliças, exceto amêndoas, nozes, avelãs e castanhas; VIII) Leite fresco, pasteurizado ou não, esterilizado ou reidratado, em qualquer embalagem; IX) Massas alimentícias, biscoitos, pães, cucas e bolos de qualquer tipo ou espécie; X) Ovos frescos, exceto quando destinados à industrialização; XI) Pescado, exceto adoque, bacalhau, merluza, pirarucu, crustáceos, moluscos e rã; XII) Refeições servidas ou fornecidas por bares, lanchonetes, restaurantes, cozinhas industriais e similares NOTA - Não se incluem nesta alíquota o fornecimento de bebidas. XIII) Trigo e triticale, em grão; XIV) Adubos, fertilizantes, corretivos de solo, sementes certificadas, rações balanceadas e seus componentes, sal mineral, desde que destinados à produção agropecuária; NOTA - Esta alíquota, em relação a componentes de rações balanceadas, somente se aplica às saídas com destino a fabricante de rações. XV) Aviões e helicópteros de médio e grande porte e suas peças, bem como simuladores de vôo, compreendidos na posição 8803 e nas subposições , , e , da NBM/SH-NCM XVI) Cabines montadas para proteção de motorista de táxi XVII) Carvão mineral XVII) Empilhadeiras, retroescavadeiras e pás carregadoras, classificadas nas subposições e , da NBM/SH-NCM XIX) Máquinas, equipamentos, aparelhos e instrumentos industriais, bem como acessórios, sobressalentes e ferramentas que acompanhem estes bens NOTA - Esta alíquota somente se aplica: a) às operações efetuadas pelo estabelecimento fabricante e desde que, cumulativamente: 1 - o adquirente seja estabelecimento industrial; 2 - as mercadorias se destinem ao ativo permanente do estabelecimento adquirente; 3 - as mercadorias sejam empregadas diretamente no processo industrial do estabelecimento adquirente; b) às importações do exterior, desde que satisfeitas as condições previstas na alínea anterior IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

6 XX) Máquinas e implementos, destinados a uso exclusivo na agricultura, classificados na posição 8437 (exceto ), na subposição e nos códigos , , e , da NBM/SH-NCM XXI) Máquinas e implementos agrícolas, classificados nas posições 8201 (exceto ), 8432 (exceto ), 8433 (exceto e ) e 8701 (exceto tratores rodoviários do código ), da NBM/SH-NCM XXII) Produtos de informática classificados na posição 8471 e nas subposições , e , e, desde que de tecnologia digital, nas posições 8536, 8537, 9029, 9030, 9031 e 9032, da NBM/SH-NCM, nas saídas do estabelecimento fabricante XXIII) Silos armazenadores, exclusivamente para cereais, com dispositivos de ventilação e/ou aquecimento incorporados, classificáveis no código da NBM/SH-NCM XXIV) Tijolos, telhas e cerâmicas vermelhas, classificados na posição 6907 e nas subposições e , da NBM/SH- NCM XXVI) Veículos automotores terrestres, até 31 de dezembro de 1998, quando tais operações sejam operações sejam sujeitas ao regime de substituição tributária com retenção do imposto NOTA - Esta alíquota também é aplicada, mesmo que a operação não esteja sujeita à substituição tributária, nos seguintes casos: a) em relação aos veículos classificados nos códigos , , , , , , , , , , , e , da NBM/SH; b) no recebimento, pelo importador, de veículo importado do exterior; c) na saída promovida pelo estabelecimento fabricante ou importador, diretamente a consumidor ou usuário final, inclusive quando destinado ao ativo permanente. XXVII) Energia elétrica rural e, até 50 KW por mês, residencial NOTA - Considera-se energia elétrica rural a destinada à atividade agropecuária, nos termos de instruções baixadas pelo Departamento da Receita Pública Estadual. XXVIII) Óleo diesel, biodiesel, GLP, gás natural e gás residual de refinaria XXIX) Vagões para transporte de mercadorias sobre vias férreas, classificados na posição 8606 da NBM/SH-NCM XXX)Café solúvel, classificado no código da NBM/SH-NCM, até 31 de julho de 2007 XXXI) Basalto, classificado no código da NBM/SH-NCM XXXII) Elevadores, classificados no código da NBM/SH-NCM XXXIII) artefatos de joalharia, de ourivesaria e outras obras, classificadas nas posições 7113, 7114 e 7116, da NBM/SH-NCM; NOTA - Esta alíquota somente se aplica se houver incremento da produção dessas mercadorias no Estado, se forem mantidos, no mínimo, os níveis de arrecadação do imposto do exercício de 1997, e, ainda, se atendidas as demais condições estabelecidas em Termo de Acordo firmado entre o Setor da Indústria Joalheira e de Lapidação de Pedras Preciosas e o Estado do Rio Grande do Sul. XXXIV) retroescavadeiras, motoniveladoras, tratores de lagarta, caminhões com caixa basculante, rolos compactadores e pás carregadoras, classificadas no posição 8429 e nos códigos e , da NBM/SH-NCM, até 31 de agosto de 1998, desde que adquiridas por governo de município localizado no Estado; NOTA 01 - A partir de 1º de setembro de 1998, esta alíquota somente se aplica às operações de saídas efetuadas, desde que, até 31 de agosto de 1998, o adquirente das mercadorias: a) tenha obtido aprovação de financiamento pelo Conselho Diretor do Fundo de Investimentos do Programa Integrado de Melhoria Social - FUNDOPIMES, instituído pela Lei nº 8.899, de 04/08/89, na hipótese de estar adquirindo as mercadorias com recursos provenientes desse Fundo; ou b) tenha aberto processo licitatório para aquisição das mercadorias, nas demais hipóteses. NOTA 02 - O contribuinte que efetuar operações de saídas com as mercadorias referidas nesta alínea, sujeitas à alíquota de 12%, deverá conservar documentos necessários à comprovação do cumprimento, pelo adquirente das mercadorias, das condições previstas na nota anterior. XXXV) no período de 24 de setembro de 2004 a 31 de dezembro de 2009, vestuário, calçados e móveis, de produção própria, classificados nos Capítulos 61, 62 ou 64 ou nas posições 9401 a 9404, da NBM/SH-NCM, nas saídas promovidas por estabelecimento industrial, com destino a órgãos e entidades da Administração Pública Direta e suas Fundações e Autarquias, bem como aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário; NOTA - A alíquota prevista nesta alínea somente se aplica se for consignado no documento fiscal o respectivo número do empenho. Fund. Legal: Livro I, art. 27, V, Apêndice I, Seção II, art. 28, II, e art. 27, VI, do RICMS/RS. XXXVI no período de 1º de agosto de 2010 a 30 de junho de 2011, telhas de concreto classificadas na subposição da NBM/SH-NCM; XXXVII no período de 1º de março a 31 de agosto de 2010, cal destinada à construção civil classificada na posição 2522 da NBM/SH-NCM; XXXVIII a partir de 1º de julho de 2010, máquinas e aparelhos relacionados no Apêndice I, Seção III. SANTA CATARINA Alíquotas Operações/Prestações 25% Nas operações internas e de importação com as seguintes mercadorias: I) Operações com energia elétrica, exceto os casos previstos com alíquota de 12% II) Produtos supérfluos: a) cervejas e chope, da posição 2203; b) demais bebidas alcoólicas, das posições 2204, 2205, 2206 e 2208; c) cigarro, cigarrilha, charuto e outros produtos manufaturados de fumo, das posições 2402 e 2403; d) perfumes e cosméticos, das posições 3303, 3304, 3305 e 3307; com exceção de protetor solar cuja alíquota passou a ser de 17%, a partir de e) peleteria e suas obras e peleteria artificial, do Capítulo 43; f) asas-delta do código ; g) balão e dirigíveis, do código ; h) iates e outros barcos e embarcações de recreio ou esporte, barcos a remo e canoas, da posição 8903; i) armas e munições, suas partes e acessórios, do Capítulo 93. III) Prestações de serviços de comunicação; IV) Operações com gasolina automotiva e com álcool carburante. Fund. Legal: Art. 26, II, do RICMS/ % Operações e prestações não abrangidas pelas alíquotas de 12% ou 25%. IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

7 Fund. Legal: Art. 26, I do RICMS/ % Nas operações e prestações internas e de importação: I) Operações com energia elétrica de consumo domiciliar até os primeiros 150 kw (cento e cinqüenta por quilowatts); II) Operações com energia elétrica destinada a produtor rural e cooperativas rurais redistribuidoras, na parte que não exceder a 500 KW (quinhentos quilowatts) mensais por produtor rural; III) Prestações de serviço de transporte rodoviário, ferroviário e aquaviário de passageiros. IV) Mercadorias de consumo popular: a) carnes e miudezas comestíveis frescas, resfriadas, congeladas ou temperadas de aves das espécies domésticas; b) carnes e miudezas comestíveis frescas, resfriadas, congeladas de bovino, bufalino, suíno, ovino, caprino e coelho; c) charque e carne-de-sol; d) erva-mate beneficiada; e) açúcar; f) café torrado em grão ou moído; g) farinha de trigo, de milho e de mandioca; h) leite e manteiga; i) banha de porco prensada; j) óleo refinado de soja e milho; I) margarina e creme vegetal; m) espaguete, macarrão e aletria; n) pão; o) sardinha em lata; p) vinagre; q) sal de cozinha; r) queijo V)Operações com óleo diesel e coque de carvão mineral; VI) Operações com veículos automotores arrolados na Seção IV do Anexo I do RICMS/2001; VII) pias, lavatórios, colunas para lavatórios, banheiros, bidês, sanitários e caixas de descarga, mictórios e aparelhos fixos semelhantes para uso sanitário, de porcelana ou cerâmica, e ; VIII) ladrilhos e placas de cerâmica, exclusivamente para pavimentação ou revestimento, classificados segundo a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias - Sistema Harmonizado - NBM/SH nas posições 6907 e 6908 (Lei nº /06); IX) blocos de concreto, telhas e lajes planas pré-fabricadas, painéis de lajes, pré-moldados, classificados, segundo a Nomenclatura Comum do Mercosul - NCM, respectivamente, nos códigos , , ; X) mercadorias integrantes da cesta básica da construção civil, relacionadas no Anexo 1, Seção XXXII; a) Areia b) Plásticos b.1) pias e lavatórios b.2) calhas beiral e respectivos acessórios, para chuva b.3) tubos soldáveis para água fria b.4) tubos soldáveis para esgoto b.5) conexões soldáveis para água fria b.6) conexões soldáveis para esgoto b.7) torneiras b.8) assentos e tampas, para sanitário b.9) caixas de descarga para sanitário b.10) caixas d'água de até litros b.11) registros de esfera, de pressão ou gaveta c) Madeira de pinus ou eucalipto c.1) tábuas c.2) caibros e sarrafos c.3) assoalhos e forros c.4) janelas, portas, caixilhos e alizares d) Fibrocimento d.1) caixas d'água de até litros d.2) telhas de até 5 mm de espessura e) Vidros planos de até 3 mm de espessura f) Cubas e pias de aço inoxidável de até 1,30 m de comprimento, para cozinha g) Portas, janelas, caixilhos, alizares e soleiras, de ferro h) Ferragens para portas e janelas, com acabamento de ferro zincado i) Quadros para medidor de luz monofásico j) Metais sanitários j.1) torneiras de pressão para pia ou lavatório, de cartucho rotativo e sem misturador, com acabamento em metal cromado registros de pressão ou gaveta j.2) Fios elétricos de cobre de até 6 mm de diâmetro, isolados para até 750 Volts XI) Produtos primários (Seção III do Anexo I do RICMS/2001): a) animais vivos: a.1) das espécies cavalar, asinina e muar; a.2) da espécie bovina; a.3) da espécie suína; a.4) das espécies ovina e caprina; a.5) aves das espécies domésticas; a.6) coelhos; a.7) abelha rainha; a.8) chinchila; b) peixes, crustáceos e moluscos: IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

8 b.1) peixes frescos, congelados ou resfriados; b.2) crustáceos, mesmo sem casca vivos, frescos, congelados ou resfriados; b.3) moluscos, com ou sem concha, vivos, frescos, congelados ou resfriados; c) produtos hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestíveis frescos: c.1) batata; c.2) tomates; c.3) cebolas, alho comum, alho-poró e outros produtos aliáceos; c.4) couves, couve-flor, repolho ou couve, frisada, couve-rábano e produtos comestíveis semelhantes; c.5) cenouras, nabos, beterrabas para salada, cercefi, aipo-rábano, rabanetes e raízes comestíveis semelhantes; c.6) pepinos e pepininhos; c.7) ervilhas, feijão, grão-de-bico, lentilhas e outros legumes de vagem, legumes com ou sem vagem; c.8) alcachofras; c.9) berinjelas; c.10) aipo; c.11) cogumelos; c.12) pimentões e pimentas; c.13) espinafres; c.14) raízes de mandioca, de araruta e de salepo, topinambos, batatas-doces, inhame e outras raízes e tubérculos comestíveis; d) frutas frescas; e) café, chá, mate e especiarias: e.1) café não torrado; e.2) chá em folhas frescas; e.3) mate em rama ou cancheado; e.4) baunilha; e.5) canela e flores-de-caneleira; e.6) cravo-da-índia (frutos, flores e pedúnculos); e.7) noz-moscada, macis, amomos cardamomos; e.8) sementes de anis, badiana, funcho, coentro, cominho e de alcaravia, bagas de zimbro; e.9) gengibre, açafrão-da-terra (curcuma), tomilho, louro; f) cereais: f.1) trigo; f.2) centeio; f.3) cevada; f.4) aveia; f.5) milho em espiga ou grão; f.6) arroz, inclusive descascado; f.7) sorgo; f.8) trigo mourisco, painço e alpiste; g) sementes e frutos oleaginosos, palhas e forragens: g.1) soja; g.2) amendoins não torrados, mesmo descascados; g.3) copra; g.4) sementes de linho, colza, girassol, algodão, rícino, gergelim, mostarda; g.5) cana-de-açúcar; h) fumo em folha; i) lenha e madeiras em toras; j) casulos de bicho-da-seda; l) ovos de aves, com casca, frescos; m) mel natural. Fund. Legal: Art. 26, III, do RICMS/2001 Fundamento Legal: Os citados no texto. ICMS - DF Sumário 1. Introdução 2. Dispensa da Emissão de Documentos Fiscais 2.1 Envelope-Resposta 3. Relação de Controle e Movimentação de Materiais Coletados 1. INTRODUÇÃO PILHAS E BATERIAS USADAS Procedimentos Para Descarte Os contribuintes do ICMS que, nos termos da Legislação pertinente, estiverem obrigados a coletar, armazenar e remeter pilhas e baterias usadas, obsoletas ou imprestáveis aos respectivos fabricantes ou importadores deverão emitir os respectivos documentos fiscais para acobertar as operações. Porém, com a publicação do Decreto nº IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

9 25.887, de (DOE de ), e por força do Ajuste SINIEF nº 12/2004, o Distrito Federal dispensa a emissão de Nota Fiscal relativa à coleta, armazenagem e remessa de baterias usadas de telefone celular promovidas por intermédio da SPVS - Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental. 2. DISPENSA DA EMISSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS Fica dispensada a emissão de Nota Fiscal para documentar a coleta, a remessa para armazenagem e a remessa de baterias usadas de telefone celular, considerada como lixo tóxico e sem valor comercial, dos lojistas até os destinatários finais, fabricantes ou importadores, quando promovidas por intermédio da Sociedade de Pesquisa de Vida Selvagem e Educação Ambiental - SPVS, com base em seu Programa de Recolhimento de Baterias Usadas de Celular, sediada no município de Curitiba, na Rua Gutemberg nº 296, inscrita no CNPJ sob o nº / , mediante a utilização de envelope encomenda-resposta, que atenda aos padrões da EBCT - Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - e da ABNT NBR 7504, fornecido pela SPVS Sociedade de Pesquisa de Vida Selvagem e Educação Ambiental, com porte pago. 2.1 Envelope-Resposta No envelope conterá a seguinte expressão: Procedimento Autorizado - Ajuste SINIEF nº 12/ RELAÇÃO DE CONTROLE E MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS COLETADOS A SPVS Sociedade de Pesquisa de Vida Selvagem e Educação Ambiental remeterá à Secretaria de Estado de Fazendo do Distrito Federal, até o dia 15 (quinze) de cada mês, relação de controle e movimentação de materiais coletados em conformidade com o Ajuste SINIEF nº 12/2004, de forma que fique demonstrada a quantidade coletada e encaminhada aos destinatários. Na relação de que trata o parágrafo anterior, a beneficiária informará também os contribuintes participantes do referido programa, atuantes na condição de coletores das baterias usadas de telefone celular. Fundamentos Legais: Art. 251-B do Decreto nº /97 RICMS/DF e os citados no texto. LEGISLAÇÃO - DF DISPOSIÇÕES GERAIS DAS NORMAS DE EDIFICAÇÃO ALTERAÇÃO DECRETO Nº , de (DODF de ) Inclui nota no item 18 - Disposições Gerais das Normas de Edificação, Uso e Gabarito NGB 103/2009, do Setor de Administração Federal Sul - SAF/Sul, da Região Administrativa Plano Piloto - RAI. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que lhe confere o art. 100, incisos VII e XXVI, da Lei Orgânica do Distrito Federal, tendo em vista a Decisão nº 16/2013 do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal - CONPLAN e o que consta dos autos do Processo Administrativo nº /2009, DECRETA: Art. 1º Fica incluída nota no item 18 - Disposições Gerais das Normas de Edificação, Uso e Gabarito NGB 103/2009, aplicáveis ao Lote 1 da Quadra 3 do Setor de Administração Federal Sul - SAF/Sul, da Região Administrativa Plano Piloto - RAI, com a seguinte redação: "Nota: O subsolo do Lote 1 da Quadra 3 de que trata esta norma poderá atingir os limites do lote nas divisas com as vias públicas, sem prejuízo da taxa máxima de ocupação (60%) com garagem e da reserva de 35% da área do lote em superfície para implantação de área verde permeável ajardinada e/ou arborizada, excluídos os estacionamentos, mesmo que arborizados." Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário. Brasília, 22 de janeiro de 2014, 126º da República e 54º de Brasília. Agnelo Queiroz IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

10 ICMS - GO OPERAÇÕES COM ATIVO IMOBILIZADO, MATERIAL DE USO E CONSUMO E DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA Sumário 1. Introdução 2. Ativo e Material de Uso e Consumo Transferência Interna Transferência Interestadual Saídas Internas de Ativo Para Fornecimento de Serviços Saídas Interestaduais de Ativo Para Fornecimento de Serviços Alienação do Ativo Imobilizado 3. Diferencial de Alíquota Fato Gerador Forma de Pagamento Crédito Isenção 1. INTRODUÇÃO A matéria a seguir abordará todas as principais operações com bem do ativo imobilizado, material de uso e consumo e diferencial de alíquota, dando ênfase aos benefícios fiscais previstos pela legislação do Estado de Goiás. 2. ATIVO E MATERIAL DE USO E CONSUMO Transferência Interna Está isenta, por prazo indeterminado, a saída interna entre estabelecimento de uma mesma empresa, de bem integrado ao ativo imobilizado cujo a entrada no estabelecimento do remetente tenha ocorrido até 31 de dezembro de 1996 e de produto que tenha sido adquirido de terceiro e não seja utilizado para comercialização ou para integrar um novo produto ou, ainda, consumido no respectivo processo de industrialização (Art. 6º, XXVIII do Anexo IX do RCTE) Transferência Interestadual É concedido crédito outorgado para efeito de compensação com o ICMS devido, para o estabelecimento remetente, no valor correspondente à diferença apurada, quando resultar crédito inferior, do confronto entre crédito e débito do ICMS. Na transferência interestadual de bem integrado do ativo imobilizado, ou de material de uso ou consumo, observado o seguinte (Art. 11, II do Anexo IX do RCTE): a) emitir Nota Fiscal indicando como valor da operação o da última entrada do bem imobilizado ou do material de uso ou consumo, aplicando-se a alíquota interestadual; b) lançar os créditos originários cobrados, a qualquer título, sobre o respectivo bem ou material de consumo. Na entrada no estabelecimento destinatário, este deve pagar o diferencial de alíquotas, correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual, sobre a base de cálculo constante da letra a. É exigido o estorno de crédito, se no valor correspondente à diferença constatada do confronto resultar crédito superior Saídas Internas de Ativo Para Fornecimento de Serviços Está isenta, por prazo indeterminado, a saída interna de bem integrado ao ativo imobilizado, bem como molde, matriz, gabarito, padrão chapelona e estampa, para fornecimento, ou com destino a outro estabelecimento inscrito como contribuinte, para serem utilizados na elaboração de produto encomendado pelo remetente e desde que devam retornar ao estabelecimento de origem (Art. 6º, XXIX do Anexo IX do RCTE) Saídas Interestaduais de Ativo Para Fornecimento de Serviços Está isenta, por prazo indeterminado, a saída interestadual de bem integrado ao ativo imobilizado, bem como de molde, matriz, gabarito, padrão, chapelona, modelo e estampa, para fornecimento de serviço fora do IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

11 estabelecimento ou com destino a outro estabelecimento inscrito como contribuinte, para serem utilizados na elaboração de produto encomendado pelo remetente e desde que devam retornar ao estabelecimento de origem no prazo de até 180 (cento e oitenta) dias contados da saída efetiva (Art. 6º, XXXII do Anexo IX do RCTE) Alienação de Ativo Imobilizado Está beneficiada com a não-incidência do ICMS, a saída decorrente da alienação de mercadoria integrada ao ativo imobilizado do estabelecimento, seja na operação interna como na interestadual (Art. 79, I, m do RCTE). 3. DIFERENCIAL DE ALÍQUOTA O imposto correspondente à diferença de alíquota surgiu com o advento da Constituição Federal de 1998, que em seu artigo 155, inciso VIII, estabelece que caberá ao Estado de localização do destinatário, quando este for contribuinte do imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna do Estado destinatário e a interestadual do Estado remetente Fato Gerador Ocorre o fato gerador do imposto, no momento da entrada, no território goiano, de mercadoria ou bem oriundos de outro Estado, adquiridos por contribuinte, destinados a uso, consumo final ou integração ao ativo imobilizado do estabelecimento, ainda que o imposto não tenha sido cobrado na origem (Art. 4º, 1º, II do Decreto nº 4.852/97) Forma de Pagamento Relativamente ao diferencial de alíquotas, o contribuinte pode, opcionalmente: I - proceder o seu pagamento por meio de documento de arrecadação específico e distinto; ou II - escriturar o seu valor no livro Registro de Apuração do ICMS, no campo Outros Débitos, caso mantenha escrituração fiscal (Lei nº /91, art. 63, VI, b ) Crédito É assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se da diferença de alíquota devida nas operações ou prestações (Art. 46, V do RCTE). E A apropriação do crédito decorrente da entrada de bem destinado ao ativo imobilizado é feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês, proporcionalmente aumentada ou diminuída, pro rata die, se o período de apuração for superior ou inferior a um mês, devendo ser observado o seguinte: I - a apropriação do crédito é o resultado da multiplicação da razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) pelo resultado da divisão entre o valor das operações e prestações tributadas e o valor total das operações e prestações ocorridas no mesmo período, devendo ser observado, ainda, o seguinte: a) as saídas e as prestações com destino ao exterior consideram-se como sendo tributadas; b) não são computadas no total das operações os valores correspondentes às devoluções e as saídas de mercadorias, desde que retornem ao estabelecimento, tais como: remessa para armazém geral, depósito fechado, industrialização, exposição, feira e conserto; II - a apropriação deve ocorrer a partir do mês de entrada do bem no estabelecimento; III - o saldo remanescente do crédito passível de apropriação deve ser cancelado, quando: a) ocorrer o final do quadragésimo oitavo mês, contado da data da entrada do bem no estabelecimento; b) houver a alienação, transferência ou, na hipótese de arrendamento mercantil, restituição do bem antes de completado o quadragésimo oitavo mês. 3.4 Isenção É isento relativamente à aplicação do diferencial de alíquotas na aquisição interestadual de bem, exceto veículo automotor de transporte de passageiro ou de carga e de passeio, inclusive motocicleta, destinado ao ativo imobilizado de estabelecimento industrial, exceto o gerador de energia elétrica, e agropecuário, vedada sua IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

12 utilização, dentro de 24 (vinte e quatro) meses contados a partir da data de aquisição do bem, em atividades alheias à do estabelecimento, inclusive locação empréstimo, ou alienação, a qualquer título (Art. 7º, XCII do Anexo IX do RCTE). Fundamentos Legais: Os citados no texto. LEGISLAÇÃO - GO LEI /2001 ALTERAÇÃO LEI N , de (DOE de ) Altera a Lei , de 26 de dezembro de 2001, e dá outras providênciais. Art. 1 - O art. 3 da Lei n , de 26 de dezembro de 2001, revogado o seu parágrafo único, assa a viger com a seguinte redação: "Art. 3 - O valor arrecadado pela Bolsa Garantia será contabilizado pelo Fundo de Proteção Social do Estado de Goiás - PROTEGE GOIÁS - e destinado aos programas sociais sociais por ele custeados".(nr) Art. 2 - O inciso III do art. 1 da Lei n , de 30 de dezembro de 1998, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 1 (...) (...) III - os pagamentos deverão ser feitos ao Fundo de Participação e Fomento à Industrialização do Estado de Goiás - FOMENTAR -, no âmbito da Agência de Fomento do Estado de Goiás, agente financeiro do Programa FOMENTAR, mediante documento apropriado; (...)"(NR) Art. 3 - Fica revogado o art. 3 da Lei , de 18 de setembro de Art. 4 - Fica estabelecido que todos os pagamentos a serem realizados pelo órgãos e entidades da administração direta, autárquica, fundacional e fundos especiais do Poder Executivo, aos seus fornecedores e prestadores de serviços em geral, deverão ser efetivados por meio de crédito em conta corrente do favorecido em Instituição Bancária contratada para centralizar a sua movimentação financeira. Art. 5 - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação, retroagindo, porém, os seus efeitos, em relação ao disposto no art. 1, a 1 de janeiro de Palácio do Governo do Estado de Goiás, em Goiânia, 10 de janeiro de 2014, 126 da República. José Eliton de Figuerêdo Júnior em exercício ICMS - TO Sumário 1. Introdução 2. Pedido de Cancelamento 3. Agência de Atendimento 4. Delegado da Receita Estadual 5. Pedido Deferido 6. Pedido Indeferido 6.1 Prazo Expirado 7. Recurso 7.1 Departamento de Gestão Tributária Deferimento Indeferimento 8. Intimação e Notificação 1. INTRODUÇÃO CANCELAMENTO DE CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO Procedimentos IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

13 No Estado do Tocantins através da Portaria SEFAZ nº 1.165, de 13 de novembro de 2013, dispõe sobre os procedimentos relativos ao cancelamento de Conhecimento de Transporte Eletrônico CT-e, após o prazo definido no Manual de Integração Contribuinte. 2. PEDIDO DE CANCELAMENTO O pedido de cancelamento do Conhecimento de Transporte Eletrônico CT-e, após o prazo definido no Manual de Integração Contribuinte, poderá ser deferido, desde que não tenha iniciado a prestação de serviço de transporte. O contribuinte emitente do CT-e deverá dirigir o pedido de cancelamento ao Delegado Regional, protocolado na Agência de Atendimento do seu domicílio fiscal, com a indicação do motivo do cancelamento e instruído com a seguinte documentação: a) cópia do DACTE Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e a ser cancelado; b) cópia do DACTE do CT-e que substituiu o CT-e a ser cancelado, se for o caso; c) comprovante original de recolhimento da Taxa de Serviços Estaduais TSE; d) outros documentos que forem necessários para elucidação dos fatos. 3. AGÊNCIA DE ATENDIMENTO O responsável pela Agência de Atendimento deverá encaminhar o processo ao Delegado Regional. 4. DELEGADO DA RECEITA ESTADUAL O Delegado Receita Estadual receberá o processo e fará os seguintes procedimentos: a) conferência da documentação; b) verificação da assinatura constante do pedido, a fim de avaliar se quem a fez é legalmente habilitada; c) realização de diligências, se necessário; d) notificação da requerente para eventual juntada de documentos; e) emissão de parecer de um auditor fiscal quanto ao pedido. O Delegado da Receita Estadual deverá manifestar quanto ao parecer de que trata a alínea e deste item. 5. PEDIDO DEFERIDO Quando o Delegado da Receita Estadual concluir pelo deferimento do pedido, o processo deverá ter a seguinte tramitação: a) é encaminhado à Coordenação de Automação Fiscal para liberação do cancelamento no sistema; b) liberado o cancelamento no sistema, o processo deverá ser enviado à Agência de Atendimento para notificar o contribuinte a efetuar o cancelamento do CT-e, no prazo de 30 (trinta) dias a contar da data da ciência da notificação; c) após a ciência do contribuinte, o processo deverá ser encaminhado ao arquivo. 6. PEDIDO INDEFERIDO Quando o pedido for indeferido pelo Delegado da Receita Estadual, o contribuinte deverá ser intimado para no prazo de 20 (vinte) dias apresentar recurso ao Diretor do Departamento de Gestão Tributária. 6.1 Prazo Expirado IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

14 Expirado o prazo previsto no item 6 desta matéria, sem que seja apresentado recurso, o processo deverá ser encaminhado ao arquivo. 7. RECURSO O recurso de que trata o item 6 desta matéria, deverá ser protocolado na Agência de Atendimento de domicílio do contribuinte. O responsável pela Agência de Atendimento, após a juntada do recurso, deverá encaminhar o processo à Diretoria de Fiscalização para manifestação e encaminhamento ao Departamento de Gestão Tributária. 7.1 Departamento de Gestão Tributária Deferimento Quando o Departamento de Gestão Tributária concluir pelo deferimento, o processo deverá ter a seguinte tramitação: a) é encaminhado à Coordenação de Automação Fiscal para liberação do cancelamento no sistema; b) liberado o cancelamento no sistema, o processo deverá ser enviado à Agência de Atendimento para notificar o contribuinte a efetuar o cancelamento do CT-e, no prazo de 30 (trinta) dias a contar da data da ciência da notificação; c) após a ciência do contribuinte, o processo deverá ser encaminhado ao arquivo Indeferimento Quando a Superintendência de Gestão Tributária concluir pelo indeferimento, o processo deverá ser encaminhado à Agência de Atendimento para notificação do contribuinte e posterior arquivamento. Não cabe pedido de reconsideração quando do indeferimento do recurso. 8. INTIMAÇÃO E NOTIFICAÇÃO A intimação e notificação são feitas pela Agência de Atendimento, por: a) ciência direta ao contribuinte ou ao seu representante legal; b) via postal, mediante Aviso de Recebimento AR. Considera-se notificado ou intimado o contribuinte: a) na data em que este ou o respectivo representante legal assinar na via da manifestação proferida no processo; b) por via postal, na data de entrega no respectivo endereço. Quando realizada por via postal, a notificação ou intimação é acompanhada de uma via da manifestação. Fundamentos Legais: os citados no texto. LEGISLAÇÃO - TO PAUTA DE REFERÊNCIA FISCAL ALTERAÇÃO DE VALORES INSTRUÇÃO NORMATIVA N 01, de (DOE de ) Altera os valores dos Produtos, da Lista de Preços - Boletim Informativo, para efeito de determinar a base cálculo do ICMS. O DIRETOR DE DEPARTAMENTO DE GESTÃO TRIBUTÁRIA, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 2 da Portaria SEFAZ n 749, de 06 de julho de RESOLVE: IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

15 Art. 1 Fica alterado o subgrupo 63.11, na conformidade do Anexo único desta Instrução. Art. 2 Esta Instrução Normativa entra em vigor em 17 de Janeiro de Paulo Augusto de Miranda Diretor de Departamento de Gestão Tributária BOLETIM INFORMATIVO - LISTA DE PREÇOS GRUPO E SUBGRUPO ANEXO ÚNICO À INSTRUÇÃO NORMATIVA N 001, de 17 de Janeiro de 2014 Grupo: TRANSPORTES Subgrupo: TRANSPORTE DE CARGA SECA KM /T ITEM UN DISCRIMINAÇÃO VALOR ÚLT. ALTERAÇÃO I.N. VIGÊNCIA K/T QUILÔMETRO POR TONELADA 1 km rodado por tonelada 0, / /01/2014 INFORMAÇÕES ADICIONAIS: TRANSPORTES TRANSPORTE DE CARGA SECA KM /T 1 km rodado por tonelada IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS DF/GO/TO JANEIRO - 04/

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