ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII-XVI)

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1 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIIIXVI) Mário Viana * Dedicado à memória de A. H. de Oliveira Marques. O primeiro autor português a integrar preços de ce num trabalho de natureza historiográfica foi Fernão Lopes, na Crónica de D. Fernando, que os utilizou para caracterizar a situação económica do reino imediatamente posterior ao tratado de Alcoutim, celebrado entre o nosso rei e o monarca castelhano Henrique II a 31 de Março de 1371, e às cortes de realizadas em Julho e Agosto do mesmo ano 1. Mais tarde, Gaspar Frutuoso, nas Saudades da terra, com dados colhidos em cartórios tabeliónicos e no seu conhecimento pessoal, formou uma muito fiável série para o período entre 1513 e 1589, basicamente relativa à, nos Açores 2. Esta série foi utilizada por Ernesto do Canto no Arquivo dos Açores, em 1878, e por A. H. de Oliveira Marques na Revista de Economia, num artigo de Outro bom conjunto de preços, apenas para o ano de * Departamento de História, Filosofia e Ciências Sociais, Universidade dos Açores, 1 Tratase do capítulo 56 da crónica, intitulado Como elrrei dom Fernando mudou os preços a alguuas moedas e pôs almotaçaria em todallas cousas, que se inicia com as palavras Correndo estas moedas que teendes ouvido, e posto elrrei em paz como dissemos. 2 São mais de registos. 3 Cf. AA1, vol. 1, pp Quanto ao artigo de Oliveira Marques foi republicado em 1987 na colectânea de estudos quinhentistas deste autor. ARQUIPÉLAGO HISTÓRIA, 2ª série, XI XII ( )

2 MÁRIO VIANA 1515, mas abarcando vários géneros alimentares, incluindo,, e, repartidos por comarcas e almoxarifados, foi aproveitado por frei Joaquim de Santa Rosa de Viterbo, no seu conhecido Elucidário, em Integrando os preços de Viterbo e outros, A. de Sousa Silva Costa Lobo publicou também uma lista de preços dos principais géneros alimentícios, para o século XV e parte do XVI, na sua História da sociedade em Portugal no século XV, de Voltando de novo ao citado ano de 1962, surge, também pela mão de Oliveira Marques, o texto da Introdução à história da agricultura em Portugal, subintitulado A questão cerealífera durante a Idade Média, dotado de uma ampla lista de registos (mais de, contando com os de um livro quatrocentista do mosteiro de Alcobaça) 6 de preços de, com relevo especial para o século XV 7. Seguemselhe o artigo sobre preços no Dicionário de história de Portugal, que na parte devida a Vitorino Magalhães Godinho apresenta uma série de preços de do celeiro comum de entra 1578 e , e a excelente monografia de António de Oliveira sobre A vida económica e social de de 1537 a 1640, riquíssima nos mais variados dados, incluindo preços 9. Acrescentese a série de preços de bens (contando com alguns de, e ) e serviços em vigor na região do Porto na segunda metade do século XV, obtida por Iria Gonçalves a partir de vários cadernos de contas municipais 10. Por fim, mais recentemente, temos a lista fornecida por António dos Santos Pereira, para, e, abrangendo o período de 1487 a 1531 com 46 registos, infelizmente sem indicação das respectivas proveniências Como explicou Viterbo, o documento derivou da concessão feita pelo papa Leão X em 1514 à coroa portuguesa da faculdade de retirar dos mosteiros e igrejas do reino, anualmente, vinte mil cruzados destinados a dotar comendas. Na parte relativa às igrejas do padroado real, as rendas e frutos foram avaliados por uma taxa, ou preço, individualizada por géneros. 5 É um dos apêndices ao capítulo 5 da obra, intitulado Os haveres individuais. 6 Sobre esta fonte vejase GONÇALVES (I.), 1989, passim. 7 A primeira edição deste estudo integrava a quase totalidade do volume 6 da 3ª série da Revista da Faculdade de Letras (até à p. 345), na sua tiragem original. 8 O artigo teve a colaboração de A. H. de Oliveira Marques, para a Idade Média, de Vitorino Magalhães Godinho para os séculos XV a XIX e de Armando Castro para os séculos XIX e XX. 9 OLIVEIRA (A.), , os preços de ce encontramse pela maior parte no vol. 2, pp GONÇALVES (I.), 1987, publicada em apêndice (pp ). 11 PEREIRA (A.), 2003, vol. 1, p. 536 (quadro nº 308). 208

3 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) Este conjunto de exemplos, porventura dos mais significativos para o estudo dos preços cerealíferos nacionais até ao século XVI, inclusive, permite constatar, sem surpresa, que o número de repositórios específicos não é grande, que o seu alcance geográfico varia e que a riqueza da informação é maior, nas fontes existentes, a partir do século XV. No entanto, dada a frequência com que na abundante documentação inédita, em colecções documentais impressas, em artigos e monografias, me fui deparando com preços, apercebime da possibilidade de ampliar a quantidade de informação publicada. Desde que, naturalmente, alguém tentasse reunir e sistematizar os dados em causa, numa tarefa sempre lenta e inacabada. Não tenho, devo dizêlo, nenhuma tendência particular para tarefas penosas, embora, como historiador, me vá habituando. Algumas são de facto indispensáveis para que a nossa historiografia económica seja igualmente rica em reflexões e em factos. E há muitos factos por reunir e sistematizar, em áreas como os pesos e as medidas, os salários e os preços, a fiscalidade ou a moeda, para citar apenas as que me parecem tão decisivas quanto cheias de interrogações. A falta de instrumentos de trabalho tem sido sempre sentida entre nós, e compensada na medida do possível. Para algumas das áreas que mencionei, um excelente exemplo é dado pela História da sociedade em Portugal no século XV, de Costa Lobo, que tem mais de demografia histórica, de geografia histórica, de história económica e de história monetária do que de história social. Como refere José Mattoso, na segunda edição da obra (1984), o autor ficouse pelos preliminares e não chega a entrar propriamente no assunto. Não seria essa falta, realmente, um palpável demónio que perseguia os nossos melhores historiadores do século XIX 12, e cujo esconjuramento lhes roubava tempo para o essencial? * * * Os dados aparecem inscritos numa tabela em dez colunas. As primeiras quatro colunas apresentam para cada preço o seu número de ordem na lista, o ano ou anos a que está ligado, o espaço geográfico a que respeita e a referência à medida de capacidade utilizada e ao preço por unidade de medida. Nesta última coluna foram muitas vezes efectuados cálculos 12 Cf. pp. XII e XI do prefácio. 209

4 MÁRIO VIANA de divisão de um valor expresso em moeda por outro de natureza metrológica 13. As colunas seguintes destinamse a individualizar o tipo de cereal, o preço por unidade de medida de capacidade e a moeda utilizada ( até 1397 e desde 1394) 14. No caso do múltiplo maior das medidas de capacidade para ce, o moio, considerei o moio de 64 alqueires até meados do século XV e daí em diante o moio de 60 alqueires 15. Estabeleci a equivalência dos submúltiplos teiga e fanga em quatro alqueires. Alguns preços podem resultar de duplas equivalências, metrológicas e monetárias 16. A coluna de observações inclui, entre outros dados, a qualidade do cereal, o mês de emissão do preço, a origem ou destino do cereal, a base dos cálculos efectuados e, sobretudo, o contexto climático, económico ou legal da informação. Por fim, cada registo é atribuído a uma fonte, manuscrita ou impressa. Sempre que possível, procurei confirmar os registos obtidos a partir de fontes secundárias. * * * A presente lista conta com 1042 preços de ce, oriundos de fontes muito diversificadas, tais como sentenças judiciais, alvarás régios, vereações municipais, livros de receita e despesa, etc. Um número que julgo ainda poder crescer bastante 17. Foram recolhidos desde meados do século XIII até ao final do século XVI e expressos em moeda portuguesa. Embora relativos ao abastecimento de Portugal ou das suas possessões 13 Três exemplos, entre muitos: no nº 246, de 1495, relativo a Torres Novas, a fonte fornece uma equivalência entre vinte da moeda corrente e dois alqueires de segunda e a referência inscrita foi «1 alqueire de segunda = 10»; no nº 277, de 1314, relativo a, a fonte atribui ao valor total da venda de dez moios de e a referência inscrita foi «1 moio de = 2430»; no nº 334, de 1512, relativo às ilhas [dos Açores], a fonte equivale 30 alqueires de a 7 e a referência inscrita foi «1 alqueire de =». 14 As equivalências monetárias foram principalmente estabelecidas com a ajuda de ARAGÃO (A.), Cf. LOPES (L.), 2003, p Vejamse, por exemplo, os ns., de 1334, relativo a Lamego (maravedi e teiga), e 26, de 1341, relativo a Barroso (maravedi velho, moio). Cf., para a equivalência do maravedi velho, por exemplo, KRUS (L.), ANDRADE (A.) e outros, , vol. 1, nº 109, de Informações e sugestões podem ser enviadas por para: Todas as referências a preços serão creditadas num trabalho mais alargado sobre esta matéria, em preparação, desde que acompanhadas das devidas fontes. 210

5 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) ultramarinas, foram excluídos os numerosos preços expressos em cafizes e maravedis da Andaluzia 18. Foram também excluídos os preços do cereal farinado 19. Do total 75% pertencem à centúria de Quinhentos, com destaque para os arquipélagos dos Açores (em geral a ) e da Madeira e as regiões de, e. A distribuição por tipos de cereal é conforme ao seguinte quadro: tipo de cereal número de preços até (, anafil, galego, tremês, mourisco) segunda pão (pão, pão meado, pão terçado) aveia rabeira totais As cartas régias de quitação e os documentos do Corpo Cronológico da Torre do Tombo fornecem abundantes registos, bem como SILVA (J.), , CORTEREAL (M.), Na última década do século XV o alqueire de farinha de variava entre 35 e 40, em e MontemoroNovo. : AHP, vol. 2, p. 435 (1490,, 1 alqueire de farinha = 40 ); PMA, vol. 2, nº 172 (1497,, 1 alqueire de farinha = 40 ); FONSECA (J.), 1998, p. 1 (1499, MontemoroNovo, 1 alqueire de farinha = 35 ). 20 Uma das ocorrências (nº 92) explicita que a segunda é composta de, e (claro que o termo admite várias combinações de ce, como por exemplo, apenas e ; cf. GONÇALVES (I.), 1989, p. 147). A diferença de ocorrências entre os séculos XIIIXV e XVI reflecte apenas a natureza das fontes. 21 Uma das ocorrências (nº 773) é em conjunto com o. 22 O termo rabeira (cf. nº 582) designará, provavelmente, cereal de refugo, após a joeira, ou com sujidade. 23 Contando apenas uma das ocorrências de aveia (a outra foi contada junto com o )

6 MÁRIO VIANA N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce [1719] Alenquer [reino] 1 alqueire de = 20 a 30 3 [1719] [reino] 1 alqueire de = 20 a [1719] [1719] [reino] [reino] Pedroso Alvaiázere 1 alqueire de = 20 1 alqueire de = 15 1 alqueire de = alqueire de segunda = 1 soldo segunda alqueire de = [3] alqueire de segunda = [1,7] segunda Preço do ce ,7 17: mau ano agrícola, em correspondência com a crise europeia. Neste ano o rei Afonso III manda um seu almoxarife junto com um escrivão de Alenquer comprar moios de e este responderam que não tinham onde. Preço estimado a partir da informação que 12 moios de e 6 moios de segunda, valem 270 libras. Foi considerado o moio de 64 alqueires. MARQUES (A.), 1978, p. 220 AHCML, Alqueidão, liv. 1, fls. 5, 7, 9, 10. Cf. MARQUES (A.), 1978, p. 38, nota 17 (mau ano). AHCML, Alqueidão, liv. 1, fls. 5, 7, 9, 10. Cf. MARQUES (A.), 1978, p. 38, nota 17 (mau ano). AHCML, Alqueidão, liv. 1, fl. 10. AHCML, Alqueidão, liv. 1, fl. 9. MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p ANTT, SCS, mç. 12, nº 877; VENTURA (L.), e OLIVEIRA (A.) nº 660. ANTT, SCS, mç. 12, nº 877; VENTURA (L.), e OLIVEIRA (A.), 2006, nº 660. AHP, vol. 7, p AHP, vol. 7, p

7 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce Arcos de Valdevez 1 alqueire de = Arcos de Valdevez Aguieira e Moreira Alenquer Alenquer [Panóias] [Lamego] julgado de Bouças Lamego «1 maravedi velho por 15 alqueires de segunda» 1 quarto [de alqueire] de ou 1 soldo por ele 1 alqueire de (pela medida coimbrã) = 21 1 alqueire de (pela medida coimbrã) = 13 1 alqueire de (pela medida coimbrã) = 16 1 teiga de = c. 1/2 maravedi segunda Barroso 1 moio de pão = 1 maravedi velho pão Alcobaça 1 alqueire de ou 5 por ele 1 alqueire de = 13 1 alqueire de segunda = 9 segunda Preço do 3 2, , ,9 5 11, 13 ce 1, ,9 1,9 9 1 maravedi velho = 27. A expressão «um quarto de» foi interpretada em relação com o alqueire. annus malus (seca) idem idem 1 maravedi = teiga = 4 alqueires. 1 maravedi velho = 27. Foi considerado um moio pequeno de 14 alqueires. KRUS (L.), ANDRADE (A.) e outros, , vol. 1, nº 78. KRUS (L.), ANDRADE (A.) e outros, , vol. 1, nº. MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), , vol. 1, nº 292. CRUZ (A.), 1968, pp. 79. CRUZ (A.), 1968, pp. 79. CRUZ (A.), 1968, pp. 79. SARAIVA (A.), 2003, nº 36. MARQUES (A.), , vol. 3, nº 295. ANTT, SMA, mç. 2, nº 34. MARQUES (A.), 1978, p ANTT, OSB, ALC, mç. 27, nº 6. ANTT, OSB, ALC, mç. 27, nº

8 MÁRIO VIANA N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce Grijó 1 moio de segunda = 8 libras segunda Alvorge Alvorge Alvorge Alvorge [1 alqueire de velho de 3 anos = 8 dinheiros] [1 alqueire de velho de 2 anos = 12 dinheiros] [1 alqueire de novo de 1 ano = 16 dinheiros] [1 alqueire de = 10 a 15 dinheiros] Alvorge Almada Almada [1 alqueire de = 10 a 15 dinheiros] 1 alqueire de = 12 1 alqueire de = Algarve Algarve Entre Tejo e Odiana Entre Tejo e Odiana Entre Tejo e Odiana Estremadura Estremadura Estremadura 1 alqueire de = 5 libras 1 alqueire de = 1 alqueire de = 3 libras 1 alqueire de = 30 1 alqueire de = 30 1 alqueire de = 40 1 alqueire de = 20 1 alqueire de = 20 Preço do 0,7 1 1,3 ce 2,5 0,8 1, Foi considerado o moio de 64 alqueires. Trigo velho. Valor base proposto para uma arrematação por dívidas. Valor base proposto para uma arrematação por dívidas. Valor de uma arrematação por dívidas (10 dinheiros era o valor base proposto e 15 dinheiros o valor arrematado). Preço baixo. Preço corrente ("tempos que som em grandes despesas"). Tabelado. ALARCÃO (J.), e AMARAL (L.), 1986, p. 78. COELHO (M.), 1990, vol. 2, p.. COELHO (M.), 1990, vol. 2, p.. COELHO (M.), 1990, vol. 2, p.. COELHO (M.), 1990, vol. 2, p.. COELHO (M.), 1990, vol. 2, p.. MARQUES (A.), , vol. 1, p. 68. MARQUES (A.), , vol. 1, p. 68. Cf. MARQUES (A.), 1978, p. 9. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo

9 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce [131382] Beira e Entre Douro e Minho Porto Porto Porto Porto TrásosMontes TrásosMontes TrásosMontes TrásosMontes Entre Douro e Minho e Beira Entre Douro e Minho e Beira Torres Vedras Torres Vedras Torres Vedras Torres Vedras 1 alqueire de = 20 1 alqueire de = 30 1 alqueire de = 10 1 alqueire de = 10 1 alqueire de = 10 1 alqueire de = 30 1 alqueire de = 15 1 alqueire de = 15 1 alqueire de = 15 1 alqueire de = 5 1 alqueire de = 2 1 alqueire de = 12 a 15 1 alqueire de = 12 a 15 1 alqueire de = 2 a 3 1 alqueire de = 2 a 3 1 alqueire de = 40 dinheiros 1 alqueire de velha = 14 dinheiros 1 alqueire de nova = 16 dinheiros 1 alqueire de = 16 dinheiros 1 alqueire de = 30 Preço do , ce ,2 1,3 1,3 30 Preço baixo (tabelado). LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. LOPES (F.), 1975, capítulo 56. MARQUES (A.), , vol. 1, p MARQUES (A.), , vol. 1, p COELHO (M.), 1989, vol. 2, nº 42. COELHO (M.), 1989, vol. 2, nº 42. COELHO (M.), 1989, vol. 2, nº 42. COELHO (M.), 1989, vol. 2, nº 42. JOHNSON (H.), 2002, p. 58. JOHNSON (H.), 2002, p. 58. JOHNSON (H.), 2002, p. 58. JOHNSON (H.), 2002, p. 58. PEREIRA (G.), , p. [160] (títulos relativos aos atafoneiros)

10 MÁRIO VIANA N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce alqueire de 1 alqueire de = 40 1 alqueire de segunda = 1 alqueire de (antes) 1 alqueire de (antes) 1 alqueire de (agora) 1 alqueire de (agora) 1 alqueire de = 4 libras 1 alqueire de = 40 1 alqueire de = 20 segunda Loulé 1 alqueire de = [1389] [1403] 1404 Paço de Sousa Paço de Sousa Braga Braga Braga Porto Salvaterra Porto 1 alqueire de = 4 libras 1 alqueire de = 1 alqueire de = 30 1 alqueire de = 20 1 alqueire de = 17,5 1 alqueire de velho = 12,5 1 alqueire de = 9 1 alqueire de = 10 Preço do ce 3, , ,5 12,5 Preço adquirido numa sentença. Cerco de. Tabelado. Bom. Tabelado. Preço adquirido numa sentença. = 5. Preço adquirido numa sentença. Da colheita de Tabelado Preço em Abril. Tabelado Preço em Julho. PEREIRA (G.), , p. [151]. ANTT, CHE, mç. 65, nº ANTT, CHE, mç. 65, nº PEREIRA (G.), , p. [151]. PEREIRA (G.), , p. [151]. PEREIRA (G.), , p. [151]. PEREIRA (G.), , p. [151]. LOPES (F.), 1977, capítulo 148. LOPES (F.), 1977, capítulo 148. MARQUES (J.), , vol. 2, tomo 1, p. 348, nota 2. PEREIRA (G.), , p. [161]. MARQUES (J.), , vol. 2, tomo 1, p. 348, nota 2. ANTT, OSB, ALC, mç. 60, nº 8. MARQUES (A.), 1978, p MADAHIL (A.), 1959, nº 78. MADAHIL (A.), 1959, nº 78. MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARTINS (A.), 2001, nº 76. MARTINS (A.), 2001, nº 76. MARTINS (A.), 2001, nº 76. FERREIRA (J.), 19, nº 75. MARQUES (A.), 1978, p FERREIRA (J.), 19, nº

11 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce Porto Porto Valença do Minho 1 alqueire de = 5 1 alqueire de = 10 1 alqueire de segunda (, e ) = 6 1 alqueire de 73 búzios de = 00 libras da moeda corrente 1 alqueire de = 22 segunda Porto (Pero Escouche) (Pero Escouche) 1 alqueire de = 12 1 alqueire de = 10 1 alqueire de segunda = 5 1 alqueire de = 20 brancos 1 alqueire de segunda = 10 brancos 1 alqueire de = 15 brancos segunda segunda Ceuta 1 alqueire de segunda = 10 brancos 1 alqueire de = 14 brancos segunda Alcobaça Preço do 10 9, ce Preço adquirido numa sentença. Tabelado. Preço para Abril. 1 búzio = 4 alqueires.a moeda corrente é o real de 3,5 libras. Mau ano agrícola (seca). brancos brancos brancos brancos brancos Preço adquirido numa sentença. Preço adquirido numa sentença. Trigo importado com destino a Ceuta. FERREIRA (J.), 19, nº 86. ANTT, SDS, 2ª inc., mç. 15, s/nº. ANTT, SDS, 2ª inc., mç. 15, s/nº. FERREIRA (J.), 19, nº 166. MAIA (C.), 1986, nº 167. ANTT, CHE, mç. 77, nº 1531, fl. 3. Cf. OLIVEIRA (E.), 1887, tomo 1, pp (más colheitas de 1412 e 1413). ANTT, CHE, mç. 77, nº 1531, fl. 3. ANTT, SAL, mç. 8, s/nº. ANTT, SAL, mç. 8, s/nº. MARQUES (A.), 1978, p ANTT, CHE, mç. 42, nº 834. ANTT, CHE, mç. 42, nº 834. ANTT, EST, mç. 2, nº 73. ANTT, EST, mç. 2, nº 73. RAU (V.), 1956, nº 1. MARQUES (A.), 1978, p

12 MÁRIO VIANA N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce reino [ ] Alcobaça Beja Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça reino 1 alqueire de = 6 1 alqueire de = 4 1 alqueire de = 12 1 alqueire de = 6 1 alqueire de = 7 1 alqueire de = 12 1 alqueire de = 10 1 alqueire de = 11 1 alqueire de = 15 a 16 1 alqueire de = 15 a 16 1 alqueire de = 22 a 23 1 alqueire de = 22 a 23 1 alqueire de = 1 alqueire de = 30 1 alqueire de = 5 a 6 (antes da escassez) 124 [ ] reino 1 alqueire de = 5 a 6 (antes da escassez) Preço do ce 4 6 Mau ano agrícola. Preço adquirido numa sentença. Preço em Dezembro. Preço em Maio. Preço em Junho. Preço em Setembro. Preço em Dezembro. Carta de perdão por furto de (passada em 1441). Seca. MARQUES (A.), 1978, p Cf. OLIVEIRA (E.), 1887, tomo 1, p. 314 (má colheita de 1426). MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p ANTT, OSB, ALC, mç. 60, nº 14. ANTT, OSB, ALC, mç. 60, nº 14. ANTT, OSB, ALC, mç. 58, nº 6. ANTT, OSB, ALC, mç. 58, nº 6. MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p BARROS (H.), , tomo 9, p. 72. Cf. MARQUES (A.), 1978, pp (para um enquadramento da escassez de ). BARROS (H.), , tomo 9, p. 72. Cf. MARQUES (A.), 1978, pp (para um enquadramento da escassez de )

13 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce [ ] [ ] reino reino Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça 1 alqueire de = a 60 (durante a escassez) 1 alqueire de = a 60 (durante a escassez) 1 alqueire de = 30 a 35 1 alqueire de = 30 a 35 1 alqueire de = 30 1 alqueire de = 40 1 alqueire de = 35 1 alqueire de = 40 1 alqueire de = 35 1 alqueire de = 1 alqueire de = 40 1 alqueire de = 40 brancos reino 1 alqueire de = 40 brancos Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça Alcobaça 1 alqueire de = 40 1 alqueire de = 45 1 alqueire de = 55 1 alqueire de = 55 1 alqueire de = 16 1 alqueire de = 10 1 alqueire de segunda = 7 segunda Preço do ce 7 brancos brancos Preço em Janeiro. Preço em Fevereiro. Preço em Março. Preço em Abril. Preço em Junho. Preço em Agosto. Preço em Outubro. Preço em Novembro. Preço adquirido numa sentença. Preço máximo permitido pelo rei. Preço em Janeiro. Preço em Fevereiro. Preço em Maio. Preço em Junho. Preço em Abril. Preço adquirido numa sentença. BARROS (H.), , tomo 9, p. 72. BARROS (H.), , tomo 9, p. 72. MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p ANTT, SCS, mç. 7, nº 343. MARQUES (J.), , vol. 2, nº 878. MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p ANTT, SMA, mç. 16, nº 301. ANTT, SMA, mç. 16, nº

14 MÁRIO VIANA N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce [Alcobaça] [Óbidos] Porto Alcobaça almoxarifados de Guimarães e Ponte de Lima almoxarifados de Guimarães e Ponte de Lima almoxarifados de Guimarães e Ponte de Lima almoxarifados de Guimarães e Ponte de Lima Faro 1 alqueire de = 10 1 alqueire de = real de carreto 1 alqueire de = 4 1 alqueire de = 4 1 alqueire de = 5 1 alqueire de = 12 1 alqueire de = 8 1 moio de pão meado = 0 brancos 1 alqueire de = 10 1 alqueire de segunda = 8 1 alqueire de = 19 a 20 pão segunda Faro 1 alqueire de = 19 a 20 Preço do , ce ,3 8 Preço adquirido numa sentença. Com destino a Ceuta. Com destino a Ceuta. Posto na nau. Com destino a Ceuta. Posto em Vila do Conde. Com destino a Ceuta. Posto no Porto. brancos Preço adquirido numa sentença. Foi considerado o moio de 60 alqueires. Agravo apresentado em cortes (preço corrente). MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p ANTT, XPO, mç. 6, nº 30. MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p AZEVEDO (P.), , tomo 1, nº 364. AZEVEDO (P.), , tomo 1, nº 364. AZEVEDO (P.), , tomo 1, nº 364. AZEVEDO (P.), , tomo 1, nº 364. ANTT, SJE, mç. 2, nº 1. ANTT, SJE, mç. 2, nº 1. ANTT, SMA, mç. 6, nº 115. ANTT, ALC, 2ª inc., liv. 4, fls. 5556v. ANTT, ALC, 2ª inc., liv. 4, fls. 5556v. BARROS (H.), , tomo 9, p. 73. BARROS (H.), , tomo 9, p

15 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce alqueire de = 8, alqueire de = [] [Moreira] Setúbal [] [Alentejo] 1 alqueire de = 10 1 alqueire de = 12 1 alqueire de = 8 1 alqueire de = 10 1 alqueire de = 6 1 moio de = 614, [Alentejo] [Alentejo] 1 alqueire de = 15 1 alqueire de = 8 1 alqueire de = alqueire de = comarca de Entre Douro e Minho 1 alqueire de = 18 1 alqueire de = 9 1 alqueire de = 15 a 18 Preço do 8, , ce Valor médio da venda de 139 alqueires de por Valor médio da venda de 270 alqueires de por Preço adquirido numa sentença. Valor médio da compra de 261 moios e 40 alqueires de por Agravo apresentado em cortes (preço corrente). BARROS (H.), , tomo 9, pp. 7273, nota 4. BARROS (H.), , tomo 9, pp. 7273, nota 4. AZEVEDO (P.), , tomo 2, nº 6. MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p ANTT, SMO, mç. 2, nº 51. ANTT, SMO, mç. 2, nº 51. AZEVEDO (P.), , tomo 2, nº 321. AZEVEDO (P.), , tomo 2, nº 7. AZEVEDO (P.), , tomo 2, nº 145. AZEVEDO (P.), , tomo 2, nº 145. AZEVEDO (P.), , tomo 2, nº 145. AZEVEDO (P.), , tomo 2, nº 19 (do apêndice). AZEVEDO (P.), , tomo 2, nº 19 (do apêndice). MARQUES (J.), , vol. 2, nº 228. MARQUES (J.), , vol. 2, nº 228. MARQUES (J.), , vol. 2, nº

16 MÁRIO VIANA N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce comarca de Entre Douro e Minho comarca de Entre Douro e Minho comarca de Entre Douro e Minho comarca de Entre Douro e Minho comarca de Entre Douro e Minho comarca de Entre Douro e Minho comarca de Entre Douro e Minho Porto Porto Ceuta 1 alqueire de = 15 a 18 1 alqueire de = 12 1 alqueire de = 10 1 alqueire de = 6 1 alqueire de = 5 a 6 1 alqueire de = 5 a 6 1 alqueire de = 5 1 alqueire de = 10 1 alqueire de = 6 1 alqueire de = 10 1 alqueire de = 7 1 alqueire de = alqueire de = 10 1 alqueire de = alqueire de = alqueire de segunda = 8 segunda Preço do ce ,5 8 Agravo apresentado em cortes (preço pago pelo rei). Agravo apresentado em cortes (preço corrente). Agravo apresentado em cortes (preço pago pelo rei). Agravo apresentado em cortes (preço corrente). Agravo apresentado em cortes (preço pago pelo rei). Preço adquirido numa sentença. Preço adquirido numa sentença. MARQUES (J.), , vol. 2, nº 138. MARQUES (J.), , vol. 2, nº 138. MARQUES (J.), , vol. 2, nº 138. MARQUES (J.), , vol. 2, nº 138. MARQUES (J.), , vol. 2, nº 138. MARQUES (J.), , vol. 2, nº 138. MARQUES (J.), , vol. 2, nº 138. ANTT, NA, nº 274, fls ANTT, NA, nº 274, fls ANTT, SCS, mç. 6, nº 279. GONÇALVES (I.), 1987, p GONÇALVES (I.), 1987, p MENDONÇA (H.), MARQUES (A.), 1978, p ANTT, TRI, 1ª inc., mç. 9, nº 36. ANTT, SAL, mç., 7, nº 232. ANTT, SAL, mç., 7, nº

17 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce Alentejo Porto Salvaterra Braga 1 alqueire de = 33 1 alqueire de = Braga Braga MontemoroNovo 1 alqueire de = 8 1 alqueire de = 5 1 [alqueire] de = 13 [] Leiria reino 1 alqueire de = 12 (valor mais afastado da realidade) 1 alqueire de = 20 (valor mais próximo da realidade) 1 alqueire de pão [meado] = 60 1 alqueire de = 15 1 alqueire de = a pão reino 1 alqueire de = a 1 alqueire de = alqueire de = 20 Preço do ce «Estimo e avaliamento que mandou fazer o arcebispo dom Fernando». Ano de carestia. Preço adquirido numa sentença. Regra do peso do pão em proporção inversa do preço do. Maus anos agrícolas. Uma carta régia de 1485 Dez. 20, relativa a, autoriza o levantamento do preço à razão de 2 ceitis por alqueire e por dia ( DAHCML. LR , l 3, n º 33). MARQUES (A.), 1978, p GONÇALVES (I.), 1987, p MARQUES (A.), 1978, p COSTA (A.), 1959, vol. 1, p. 279, vol. 2, nº 487. COSTA (A.), 1959, vol. 1, p. 279, vol. 2, nº 487. COSTA (A.), 1959, vol. 1, p. 279, vol. 2, nº 487. DIAS (A.), , vol. 1, p Cf. MARQUES (A.), 1978, pp PEREIRA (G.), , p. [361]. PEREIRA (G.), , p. [361]. GOMES (S.), 2004, nº 247. COELHO (P.), 1943, nº 188. COSTA (J.), 1995, p. 72. COSTA (J.), 1995, p. 72. COELHO (P.), 1943, nº 188. MARQUES (A.), 1978, pp. 222, MARQUES (A.), 1978, pp. 222, COELHO (P.), 1943, nº

18 MÁRIO VIANA N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce reino Funchal (Madeira) Funchal (Madeira) Entre Douro e Minho Entre Douro e Minho 1 alqueire de = alqueire de = 30 1 alqueire de = 40 1 alqueire de = 20 1 alqueire de = 1 alqueire de = [16] 1 alqueire de = 43, Açores 1 alqueire de = 30 1 alqueire de = 15 1 moio de = 842, Entre Douro e Minho Entre Douro e Minho Entre Douro e Minho Estremadura Sintra Porto [] [Alenquer] 1 alqueire de = 40 1 alqueire de = 20 1 alqueire de = 18 1 alqueire de = 12 1 alqueire de = 8 1 alqueire de = 30 1 alqueire de = 14 1 alqueire de = 15 Preço do , ce [16] 12 8 Importado. Preço adquirido numa sentença. Valor médio de 119 moios e 43,5 alqueires de vendidos pelo almoxarife dos fornos dos biscoitos de, por ,5, a «desvairados preços». Preço adquirido numa sentença. Valor médio da compra de 586 moios e 38,5 alqueires de por ,5. Preço adquirido numa sentença. MARQUES (A.), 1978, p COSTA (J.), 1995, p COSTA (J.), 1995, p ANTT, SJE, mç., 2, nº 19. ANTT, SJE, mç., 2, nº 19. LOBO (A.), 1903, p LOBO (A.), 1903, p PMA, vol. 2, nº 199. ANTT, ALM, mç., 3, nº 37. ANTT, ALM, mç., 3, nº 37. BARROS (H.), , tomo 9, p. 66. ANTT, ALM, mç., 3, nº 42. ANTT, ALM, mç., 3, nº 42. LOBO (A.), 1903, p LOBO (A.), 1903, p LOBO (A.), 1903, p LOBO (A.), 1903, p MARQUES (A.), 1978, p GONÇALVES (I.), 1987, p AHP, vol. 5, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p

19 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce Loulé Loulé Porto Porto Benavente Torres Novas Torres Novas 1 alqueire de = 35 a 40 1 alqueire de = 35 a 40 1 alqueire de = 16 1 alqueire de = 35 1 alqueire de = 36 1 moio de = alqueire de = 20 1 alqueire de segunda = 10 1 alqueire de = 20 a 30 segunda comarca dos almoxarifados de, Estremoz e Portalegre comarca dos almoxarifados de, Estremoz e Portalegre Tomar Tomar Olivença 1 alqueire de = 20 a 30 1 alqueire de = 14 1 alqueire de = 42 1 alqueire de = 24,5 1 alqueire de = 1 moio de = Torres Novas 1 moio de = 1639 Preço do ,5 27,3 ce 24,5 Tabelado. Preço em Novembro. Preço adquirido numa sentença. Baixou de 30 para 20 o alqueire devido ao aumento da oferta. Havendo muita oferta. Valor médio da venda de 1 alqueires de por Valor médio da compra de 137 moios e 30 alqueires de por , em Olivença, com destino aos lugares de Além. Valor médio da venda de 191 moios e 14,5 alqueires de por , a «desvairados preços». DUARTE (L.), 2004, pp DUARTE (L.), 2004, pp BEIRANTE (M.), 1995, p GONÇALVES (I.), 1987, p GONÇALVES (I.), 1987, p PMA, vol. 2, nº 187. LOPES (L.), 2001, p LOPES (L.), 2001, p RESENDE (G.), 1973, capítulo 202. RESENDE (G.), 1973, capítulo 202. RESENDE (G.), 1973, capítulo 202. AHP, vol. 2, p AHP, vol. 2, p MARQUES (A.), 1978, p MARQUES (A.), 1978, p PMA, vol. 2, nº 214. AHP, vol. 2, p AHP, vol. 4, p

20 MÁRIO VIANA N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce Torres Novas 1 alqueire de segunda = 10 segunda MontemoroNovo 1 alqueire de = 5 1 alqueire de = Sintra Sintra Sintra Sintra Óbidos, Aldeia Galega e Aldeia Gavinha Óbidos, Aldeia Galega e Aldeia Gavinha Santa Maria de Valada Santa Maria de Valada Serpa 1 alqueire de = 26 1 alqueire de = 26 1 alqueire de = 4 1 moio de = 10 1 alqueire de = 1 alqueire de = 26 1 alqueire de = 24,5 1 alqueire de = 1 alqueire de = 58 1 alqueire de = 40 1 alqueire de = 35 1 alqueire de = 23 1 moio de de compra = moio de = moio de = 10 1 moio de = 0 1 alqueire de = 34 Preço do , ce 10 13,5 16,6 Valor médio da venda de 364 alqueires de segunda por 3655,5, a «desvairados preços». Joeirado. Período de fartura. Valor médio de 7 alqueires de por 210. Importado de Castela. Importado de Castela. "velho de Castella" " de Mazagam" Tabelado. Pedese (Outubro de 13) ao rei que em 14 mantenha o mesmo tabelamento para evitar as especulações. AHP, vol. 4, p. 4. FRUTUOSO (G.), 1998, liv. 4, p FONSECA (J.), 1998, p PMA, vol. 3, nº 32. PMA, vol. 3, nº 51. FRUTUOSO (G.), 1998, liv. 4, p BAIÃO (A.), 19, p. 20. PMA, vol. 3, nº 55. PMA, vol. 3, nº. PMA, vol. 3, nº 94. PMA, vol. 4, nº 75. PMA, vol. 4, nº 75. PMA, vol. 4, nº 75. PMA, vol. 4, nº 75. PMA, vol. 3, nº 179. ANTT, LN, Reis, liv. 1, fls. 46v.49. ANTT, LN, Reis, liv. 1, fls. 46v.49. PMA, vol. 3, nº 191. PMA, vol. 3, nº 191. ANTT, CC,

21 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce moio de = alqueire de = 1 alqueire de = [14] [14] Entre Tejo e Odiana e Campo de Ourique Entre Tejo e Odiana e Campo de Ourique 1 moio de = 10 1 moio de = Ceuta 1 moio de = 10 1 moio de = 2083,3 284 [1617] 1 moio de = [1617] 1 alqueire de = 31, moio de pão = 4200 pão Funchal Alcácer (de África) 1 moio de = alqueire de = 5 1moio de = 6 tostões [1alqueire de = 10 ] 1 moio de = 0 1 moio de = 1 cruzado 1 fanga de «do mar» = 140 Preço do 40, ,9 34,7 71, ,3 6,5 35 ce 31,8 70 Valor médio de 10 moios de por Tabelado (autorização régia de Julho). Preço em Julho. Valor médio da venda de moios de por 1000, ao concelho de Tavira. Valor médio da compra de 445 moios e 15 alqueires de por 7990, pelo rei a «desvairados preços». Valor médio da venda de 12 moios de por 000. Valor médio da venda de 321 moios e 29 alqueires de por , em. Valor médio da venda de 114 alqueires de por Valor médio de 6 moios de pão por 200. «Em tempo que era fome.» Preço, na ilha, julgado elevado. 1 tostão =. 1 cruzado = fanga = 4 alqueires. AHP, vol. 1, p CARVALHO (J.), 1943, nº 10. OLIVEIRA (A.), , vol. 2, p. 181, nota 3. AHP, vol. 3, p AHP, vol. 3, p RIBEIRO (J.), , tomo 5, p. 3. AHP, vol. 6, p. 78. AHP, vol. 1, p AHP, vol. 1, p AHP, vol. 1, p ANTT, CC, FRUTUOSO (G.), 1998, liv. 4, p FRUTUOSO (G.), 1998, liv. 4, p FRUTUOSO (G.), 1998, liv. 4, p FRUTUOSO (G.), 1998, liv. 4, p AHP, vol. 4, p

22 MÁRIO VIANA N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce [19] Alcácer (de África) comarca de Entre Tejo e Odiana 1 fanga de «da terra» = moio de = moio de = 4 tostões [1 alqueire de = 6,666 ] 1 moio de = [] [1 alqueire de = 16 ] 1 alqueire de = 4 1 moio de = 0 1 moio de = moio de = Tomar moio de = moio de podre = Algarve 1 moio de = ilhas [dos Açores] ilhas dos Açores 1 moio de = 0 1 moio de = 10 Preço do 60 6, ,3 19,2 20,4 12,8 34,2 13,3 ce 4 Valor médio da venda de 187 moios e 6 alqueires de por moios de valiam 16 quintais de pastel, a 2 tostões o quintal. 1 tostão =. Menção a "quando o valia a cento". Grande fartura. Valor médio da venda de 3 moios de por 46. Valor médio da venda de 10 moios de por Valor médio de 26 moios e 36 alqueires de gastos em despesas ordinárias no almoxarifado de Tomar, avaliados em Valor médio da venda de 33 moios de por 420. Valor médio de 3 moios de podre por 720. Valor médio da compra de 2000 moios de por AHP, vol. 4, p PMA, vol. V, nº 141. FRUTUOSO (G.), 1998, liv. 4, p ANTT, CC, 22475; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 212. PMA, vol. 5, nº 208. FRUTUOSO (G.), 1998, liv. 4, p AA1, vol. 1, pp AHP, vol. 9, p AHP, vol. 9, p ANTT, NA532, fls. 165v.166. AHP, vol. 9, p AHP, vol. 9, p AHP, vol. 2, p. 37. ANTT, CC, ANTT, CC,

23 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce ilhas [dos Açores] ilhas [dos Açores] ilhas [dos Açores] ilhas dos Açores ilhas [dos Açores] ilhas [dos Açores] ilhas [dos Açores] ilhas dos Açores ilhas dos Açores ilhas dos Açores ilhas [dos Açores] ilhas dos Açores ilha de [São Miguel] 1 moio de = moio de = 0 1 moio de = 10 1 moio de = moio de = moio de = 10 1 moio de = moio de = 10 1 moio de = 10 1 moio de = 10 1 moio de = moio de = moio de = moio de = 10 1 moio de = moio de = moio de = 10 1 moio de = moio de = 1600 Preço do 21,7 8,3 23, ce ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC,

24 MÁRIO VIANA N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce ilhas [dos Açores] ilhas dos Açores ilhas [dos Açores] 1 moio de = moio de = moio de = moio de = moio de = moio de = moio de = 10 1 alqueire de = Madeira 1 moio de = alqueire de = 1 moio de = moio de = [Madeira] 1 moio de = [Madeira] 1 moio de = 1300 Preço do 11,7 23,3 8,3 23,3 21,7 ce É velho. Valor médio de 30 alqueires de por 7. Valor médio de 40 alqueires de por 1066,5. ANTT, CC, ANTT, CC, 235. ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 307. ANTT, CC, 23517; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 317. ANTT, CC, 23549; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº

25 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce Madeira 1 alqueire de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = ilhas dos Açores ilhas dos Açores ilhas dos Açores 1 moio de = moio de = moio de = 10 1 moio de = 10 1 moio de = moio de = moio de = moio de = 10 Preço do 33,3 23,3 ce Valor médio de 30 alqueires de por 0. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 327. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 328. ANTT, CC, 23611; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 329. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 335. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 337. ANTT, CC, 34105; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 19. ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC,

26 MÁRIO VIANA N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce ilhas [dos Açores] ilhas [dos Açores] 1 moio de = 10 1 moio de = moio de = 1 1 moio de = moio de = moio de = moio de = moio de = moio de = moio de = 10 1 moio de = moio de = moio de = moio de = moio de = 10 Preço do 18, ,3 23,3 23,3 21,7 23,3 21,7 23,3 23,3 ce ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC,

27 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce ilhas [dos Açores] Tomar Madeira 1 moio de = moio de = 10 1 moio de = 10 1 moio de = 10 1 alqueire de = 28,3 1 moio de = moio de = moio de = moio de = moio de = moio de = 0 1 moio de = 2 1 alqueire de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 alqueire de = Preço do 23, ,3 33,3 6,7 6,7 28, ,3 35 ce Valor médio de 30 alqueires de por 8. Preço por todo o ano. Valor médio de 30 alqueires de por 7. Valor médio de 30 alqueires de por 0. ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 340. ANTT, CC, 230; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 342. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 343. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº

28 MÁRIO VIANA N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce Madeira 1 moio de = Madeira 1 alqueire de = 23, Madeira 1 alqueire de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 alqueire de = Madeira 1 alqueire de = Madeira 1 moio de = [Madeira] 1 moio de = [Madeira] 1 moio de = Madeira 1 moio de = [Madeira] 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = 1400 Preço do 23,3 20 5, ,7 23,3 23,3 ce Valor médio de 30 alqueires de por 700. Valor médio de 30 alqueires de por 0. Valor médio de 40 alqueires de por 1066 e 4 ceitis. 1 real = 6 ceitis. Valor médio de 30 alqueires de por 7. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 346. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 347. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 349. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 3. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 351. ANTT, CC, 2381; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 354. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 359. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 366. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 367. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 370. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 371. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 372. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº

29 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 alqueire de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 alqueire de = Preço do ce Valor médio de 30 alqueires de por 0. Valor médio de 20 alqueires de por 533 e 2 ceitis. 1 real = 6 ceitis. ANTT, CC, 24231; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 374. ANTT, CC, 24232; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 375. ANTT, CC, 24234; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 376. ANTT, CC, 24235; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 377. ANTT, CC, 24238; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 378. ANTT, CC, 24240; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 379. ANTT, CC, 24241; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 3. ANTT, CC, 240; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 381. ANTT, CC, 246; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 382. ANTT, CC, 24260; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 383. ANTT, CC, 24263; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 384. ANTT, CC, 24270; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 385. ANTT, CC, 24288; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº

30 MÁRIO VIANA N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce Madeira 1 moio de = 1086, Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = Madeira 1 moio de = ilhas dos Açores ilhas [dos Açores] ilhas dos Açores ilhas [dos Açores] ilhas [dos Açores] ilhas [dos Açores] ilhas [dos Açores] 1 moio de = moio de = moio de = 0 1 moio de = moio de = moio de = 10 1 moio de = moio de = moio de = moio de = 1600 Preço do 18,1 8,3 5 28,3 21,7 23, ,3 23,3 23,3 ce Valor médio de 11 moio de por 119. É velho, do ano passado. Origem: Açores. É velho. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 387. ANTT, CC, 24320; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 388. ANTT, CC, 24383; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 391. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 394. ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 395. ANTT, CC, 3561; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 21. ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC,

31 ALGUNS PREÇOS DE CEREAIS EM PORTUGAL (SÉCULOS XIII XVI) N.º Ano (s) Região / Localidade Referência Ce ilhas [dos Açores] ilhas [dos Açores] 1 moio de = moio de = 10 1 moio de = alqueire de = Sabugal e Alfaiates Sabugal e Alfaiates Madeira 1 moio de = moio de = moio de = fanga de = 1 fanga de = 60 1 moio de velho = Madeira 1 moio de = [Açores] 1 moio de = [Açores] 1 moio de = Safim 1 moio de = Santa Cruz (Madeira) 1 alqueire de = 40 Preço do 23, , ce Valor médio de 40 alqueires de por 1066,5. Preço no Verão. 1 fanga = 4 alqueires. Valor médio de 6 moios e 40 alqueires de velho por Valor médio de 870 moios e 21 alqueires de por O total indicado inclui o custo de 420 sacos. Tabelado. Preço em Dezembro. ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, ANTT, CC, AHP, vol. 4, p AHP, vol. 4, p ANTT, CC, ; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 397. ANTT, CC, 3546; PEREIRA (F.), 1990, vol. 1, nº 24. ANTT, CC, 0163; GODINHO (V.), 1984, vol. 3, p ANTT, CC, 374; GODINHO (V.), 1984, vol. 3, p AHP, vol. 5, p. 477; GODINHO (V.), 1984, vol. 3, p COSTA (J.), 1998, p

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