EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA

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1 Cltaves, 23 de Novembro de 2001

2 EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA PLANO DE AULA DE HISTÓ~UA- 9' ANO Ano lectivo Conteúdos : Objectivos : Actividades : O conceito de cidadania. A importância da cidadania. A cidadania na escola. Compreender a evolução do conceito de cidadania. Identificar etapas importantes da cidadania. Inferir dos valores da cidadania. Compreender o papel da escola na educação para a cidadania. Estimular para o exercício da cidadania. Breve referência histórica sobre o conceito de cidadania. Observação e análise de quadros esquemáticos e imagem. Análise de documentos im~ortantesobre cidadania. Diálogo professor I alunos. Quadros esquemáticos sobre as sociedades ateniense e romana. Documentos sobre a Revolução Francesa. Declaração Universal dos Direitos do Homem Extractos da Constituição da República Portuguesa. Imagem sobre cidadania europeia. Extractos do Regulamento Interno da Escola.

3 EVOLUÇÃO DO CONCEITO DE CIDADANIA O conceito de cidadania data do tempo dos gregos, das cidades-estado, e desde aí tem-se alterado, ao longo da História, de acordo com as evoluç6es sociopolíticas e socioeconómicas. O termo «cidadão», habitante da cidade, traduz um conceito grego, «político», habitante da pólis, a cidade-estado. A democracia ateniense foi uma democracia directa pois era a comunidade de cidadãos (os demos) que governavam a póliq preenchendo assembleias e cargos, em condições de igualdade e sem distinees de mcimento ou fortuna. Os cidadãos - os homens livres, maiores, mos de pai e tsãe atenienses e inscritos nos demos - usufiuiam dos seguintes direitos: igualdade perante a lei, igualdade no acesso aos cargos públicos e igualdade no uso da palavra. A democracia ateniense aplicou-se, contudo, a um número muito reduzido da sua população: apenas aos cidadãos, estando excluídos as mulheres, os estrangeiros (metecos) e os escravos. No imenso Império Romano, a cidadania implicava uma honra recheada de regalias, conferindo ao indivíduo um estatuto especial, por oposição aos outros que o não eram. Na época imperial, a sociedade romana dividia-se, juridicamente, em homens livres (os cidadãos) e os escravos. Contudo, a situação económica condicionava o acesso aos cargos públicos e políticos permitindo assim estabelecer, entre cidadãos, uma ((hierarquia da fominab, em cujo topo encontramos as ordens censitárias (a senatorial e a equestre). A mobilidade social assentava,em parte, no critério da riqueza A Revolução Francesa retoma a palavra cidadania num contexto novo de democracia. - Uma democracia revolucionária. A cidadania, encarada como conceito político, teve muito mais força do que em qualquer outro momento da História. Os que fizeram triunfar a revolução transformaram o conceito de cidadania numa forma de distinguir os que estavam com a revolução dos que não estavam com ela, e os que não estavam eram os aristocratas, os partidários do rei, os que representavam os interesses do Antigo Regime, tendo sido contra eles que a revolução se fez. De acordo com a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, de 26 de Agosto de 1789, ser cidadão era nascer permanecer livre e igual em direitos. Época libertadora vai ser o embrião das sociedades modernas. Com a Revolução Francesa inicia-se uma nova era no Ocidente, orientada pelo lema ((Liberdaáe, Igualdade, Fraternidade)~. Ao longo do século XE, o conceito de cidadania consolida-se nas lutas dos imperios que vão caindo e das nações que vão emergindo. O conceito de cidadania evolui, grandemente, ao sabor de um clima instável onde sopram os vento dos nacionalismos.

4 O &culo a o controverso e conturbado século XX, palco de terríveis eventos, deixa um mundo devastado nos fins da década de 40. A Declaraçãu Universal dos Direitos do Homem, pensada e escrita quando o mundo ainda recuperava de uma guerra mundial teve e tem um papel fundamental em matéria de cidadania A Humanidade tinha acabado de ap~ender mais uma amarga e trágica lição e, por isso, voltou aos princípios da &atemidade da igualdade, da solidarkdade e da esperança, do humanismo e da tolerância pata evitar o regresso a uma nova e ainda mais destruidora guerra. Apesar de, &quentemente, os seus princípios serem ignorados e violados, a Declaraçgo Universal dos Direitos do Homem mantém intacta a sua actualidade, mostrando que a questão da cidadania está no centro &e tudo o que verdadeiramente conta para ahumanidade. O século XX é também Q século em que a solidariedade humana se institucionaliza: as lutas das minorias junta-se o movimento das Sun-apistas. Na década de 60, um vento de contestação varre o mundo ocidental. O movimento hippy e o Maio de 68, pbem em causa os símbolos da pátria, associados aos crimes cometidos em nome dela. *ta-se pela justi% pela liberdade, pela igualdade, pelo direito à felicidade de todos; grita-se contra a hipocrisia das poiticas bélicas que sacrificam os interesses do cidadão comum. Após 48 anos de regime de ditadura, em Abril de 1974, restaurava-se a democracia em Portugal num país sem tradições para ela. Com o regresso democracia, foi possível a sua entrada na CEE, em Em 1992, com o Tratado de Maastnch, a CEE adoptou a designação de EU - União Europeia, pretendendo-se avançar no &ido de se conseguir - uma maior participação do cidadão na vida comunitária; - uma cidadania europeia paralela a cidadania nacional; - mais meios para garantir a segurança e a paz. A crescente globalização, quer da economia, quer da infiuência das estruturas políticas europeias e mundiais, tem vindo a descaracterizar os modelos nacionais, com as respectivas nas pouticas educativas. A Escola é solicitada a educação para a cidadania, uma cidadania que ultrapassa o espaço nacional e se a$sume cada vez mais global. O duplo papel da educação, quer wmo ensino quer como desenvolvimento, formação e cultura, põe em evidência a necessidade de dar cada vez mais ênfase aos valores humanos - liberdade, justiça, solidariedade e tolerância. Num mundo multicultural e em constante mudança, cabe a Escola educar pam a cidadania numa dimensão nacional, europeia e mundial. A educação no século XXi coloca a Escola perante um enorme desafio, com a certeza de que a qualidade da educação é a chave do sucesso.

5 a. A sociedade ateniense b. Funcionamento das instituições atenienses

6 Sociedade e poder polititcofl0 ~d:db!idg

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9 FUNCIONAMENTO DE UM REGIME CONSTITUCIONAL: O EXEMPLO DA FRANÇA (1791) T~TULO I -A Constituição garante como direitos naturais e civis: 1."- que todos os cidadãos são admissíveis aos lugares e empregos sem outra distinção que a das virtudes e talentos; 2." -que todos as contribuições serão repartidas igualmente entre todos os cidadãos em proporção das suos faculdades; 3." -que os mesmos delitos serão punidos com as mesmas penas, sem qualquer distinção de pessoas. (...I T~TULO Art. 1 -A soberania é uma (...) pertence d Nacão (...) Art. 2 - (...) A Constituicão francesa é representativa: os representantes são o corpo legislativo e o rei. Art. 3 -O poder legislativo é delegado a uma Assembleia nacional composto de representantes temporários, livremente eleitos pela povo, para ser exercido por ela, com a sanção do rei. Art. 4 - O Governo é monárquico: o poder executivo é delegado ao rei, para ser exercido sob a sua autoridade por ministros e outros agentes responsáveis. I...) Art. 5 - O Poder judicial é delegado a iuízes eleitas por tempo limitado pelo povo. CAP~TULO I - Art. 1 - Para formar a Assembleia nacional legislativa os cidadãos activos reunir-se-ão todos os dois anos em ossembleio primária nas cidades e cantões. Art. 2 - Para ser cidadão activo é preciso: ter nascido ou ter-se tornado francês, ter 25 anos de idade completos; pagar (...) de contribuição directa pelo menos o valor de três dias de trabalho. A Constituisão de 1791 (esquema)

10 AS CQNQUIWAS 6A n~vo,~uçhq FRANCESA E O SEU ÚNI\TERSALI~TA Fig. 1 -Uma reunião político feminina. Uma das conqui expressõo. ja Revoluçòo francesa foi erdade de asso

11 A cidadania europeia $.r t : Iin dos principais objectivas da Uni30 Europeia é o de infmdudr o cidadonmo eumgeia. Este conceito foi introduzido pela primeim vez pelo Trotado de Mamtrichf, nos segujntes termas: d cidaúdo da Unido qualquer pessoa que tenha o nacimaiidade de um Estado- -Mernbro~. O Tmtodo de Amestenido de 1997 e1drfflm a reioçeo entm a cidadania europeia e a cmoafnnka rlacfonai, estabelecendo inequkcameinte que ul cidadania da U&&o é complementar da cidadania nacional e &o o substituir. O Tmtoda de Rmestem'bo confere atifdo a todos os cidudiios do Unido o direita de se din'gimm por eserito a ~alpuer das instituiçaes da UE numo das li Ilnguas dos Tmtodos e obter msposta redigiido no mesma linguo.

12 Escol& Secundária Dr. Antánio Granjo A CIDADANIA NA ESCOLA EXTRACTOS DO REGULAMENTO INTERNO DA ESCOLA 5.1 Direitos e Deveres dos Alunos qireitos dos Alunos I- O direito à educa950 e a uma jnsta e efeetiya iguaidade de oportiinidades no acesso e sucesso escolares compreende os seguintes diteiros gerais do aluno: Ser tratado com respeito e conecçáo px qualquer elemento da comunidade escolar. Ver dvaguardada a sua segurança na fiquêticia da Escola e respeitada a sua integridade física. Ser pronta e adequadamente socomdo em caso de acidente ou doe- súbita ocorrida no âmbito das actividades escolares. Ver respeitada a confidencialidade dix elementos constantes do seu processo individual de natureza pessoal ou relativos ti famiíia. Utilizar as instalações a si destinadas e outras com a devida autorhção. Participar, através dos seus representantes, no processo de elaborqão do Projecto Educativo e do Regulamento Interno e acompanhar o respectivo desenvolvimento e concrdzação. Apresentar críticas e sugestões relativas ao funcionamento &Escola. Ser ouvido, em todos os assuntos que lhe digam respeito, pelos professores, Directores de Turma e Órgãos de Administração e Gestão da Escok Eleger e ser eleito para órgãos, cargos e demais funções de representação no ambiente da Escola, nos termos da legislação em vigor. Organizar e participar em iniciativas que promovam a sua ~oimação e ocupação de tempos livres. Conhecer o Regulamento Interno. 11- O aluno tem ainda o direito de ser informado sobre todos os assuntos que ihe digam respeito, nomeadamente: a) Modo de organização do seu plano de estudos ou curso, programa e objectivos essenciais de cada disciplina ou área disciplinar e processos e critérios de avaliação, em linguagem adequada ii sua idade de ensino fiequentado. ' b) Matrícula, abono de familia e regimes de candidatura a apoios sócio-educativos. c) Noms de utilização e de segurança dos materiais e equipamento da Escola. Pagina 40

13 Esoola Secundária Dr. António Granjo d) Normas de utilização de específicas desigdamente Biblioteca, laboratórios, Refeiirio e Bufete, e) Iniciativas em que possa participa e ds: que a Escola tenha conhecimento. iii- O direito à educação e a aprendbgehs bem sucedidas compreende, para cada aluno, as seguintes garantias de equi&de: a) Beneficiar de de discr' positiva no áimbito das Serviços de Acção Social Escolar, b) Beneficiar de actividades e medidas de apoio especílicas, designadamente no âmbito de intervenção dos Serviços de Psicologia e Orientação Escolar e Vocacional; c) Beneficiar de apoios adequados às suas necessidades educativas. IV- Direito à representação a) Os alunos têm direito de participar na vida da Escola nos termos íixados no Regime de Autonomia, Adminisiração e aiti%; b) Os aluno têm ainda o direito a ser representados pelo Delegado e Subdelegado da respectiva tumia, os quais são eleitas no início do ano lectivo; a) Cada turma pode solicitar uma reuni30 da mesma. b) As reuniões referentes ao ponto anterior deverão ser solicitadas ao Presidente do Conselho Executivo, com 8 dias de antecedência e com a indicação dos assuirtos a abordar. c) As reuniões deverão ocorrer obrigatoriamente em periodos não lectivos. d) De cada reunião deverá ses elaborada a respectiva acta, assinada por todos os presentes que deveao constituir, pelo menos, dois terços dos alunos efectivos da tllima. e) Da acta devem ainda constar as matérias a abordar posteriormente com o Director de Turma bem como a solicitação, se necessário, da presença do representante dos Encarregados de Educação da turma f) A reunião com o Ditor de Turma deve ser solicitada com 48 horas de antecedência. g) Se todos os requisitos anteriores forem cumpridos, o Director de Turma não se poderá recusar a participar na reuniao referida no ponto anterior. VI- Direitos Específicos dos Representantes dos Alunos a) O Delegado e Subdelegado de turma, bem como os representantes dos alunos nos diferentes órgãos de gestão, têm o direito a serem respeitados como Página 41

14 legítimos representantes daqueles que os elegeram, por toda a educativa. O Delegado e Subdelegado de turma têm o direito de. solicitar a precedido de reunião dos alunos para determinação das matérias a ab&. Deveres Gerais do Aluno A realização de uma escolaridade bem sucedida, numa perspectiva de formação integral do cidadão, implica a responsabiiiião do aluno, enquanto elemento nuclear da comunidade educativa, e assunção dos seguintes deveres gerais: 1, i Tratar comrespeito e correcç?& qualquer elemento da comunidade educativa. Seguir as orientaçáes dos docentes relativas ao seu processo de ensinoaprendizagem. Respeitar as instruçi3es do pessoal docente e náo docente. Respeitar o exercício do direito à eáuwç& e ensino dos outros alunos. Ser assíduo, pontual e responstivel no cumprimento dos horários e das tarefas que ihe forem atribuídas. Participar nas actividades desenvolvidas pela Escola. Permanecer na Escola durante o seu horário, salvo autorização escrita do Encarregado de Educação. Zelar pela preservação, consemqão e asseio da Escola, nomeadamente no que diz respeito a instalações, material didáctico, mobiiiiirio e espaços verdes, fazendo uso adequado dos mesmos. Respeitar a propriedade dos bens de todos os elementos da comunidade educativa. Ser diamente portador do cartão de estudante. Conhecer as normas e horários de funcionamento de todos os serviços da Escola. Participar na eleição dos seus representantes e prestar-lhes colaboração. Cumprir o Regulamento Interno Deveres Específicos I - Atitudes e valores a) O aluno deve adquirir e trazer para as aulas, em bom estado de conseiwg& e uso, todos os livros, cadernos e restante material indicado pelo professor como indispensável. b) O caderno diário é um auxiliar destinado a, para além do sumário, tomar apontamentos, facilitando a revisão das matérias e a preparação de provas de avaliação, devendo estar limpo e em ordem. c) Logo que a campainha assinale o fim do intervalo, os alunos devem dirigir-se para a sala de aula e permanecer ordeiramente junto à porta. aguardando a chegada do professor. Página 42

15 ~a f) No s;. )6id-ater :dorn a sala, :o aiuno deve de- o: i_.~. seu lugar Mii.i$ Ç:.mrpO- &: > : ~ & & ~ g ~ : ~, & p ~.. 6 a disciiiiies, todos os comportamentos inconectos, mnxztdmente: falta de respeito, agressão, furtos, prsticas de jogos de azar e consumo de bebidas dcooiicas e droga.,i) mm,que um.,~u~ Jeja,oM&ó na p&i~ de &OS dupw8 a realização de um teste escrito, o me- será anulado, mrn a citriição de zero valores e sem que o ahuio tenha direito à reaiiião de wn segundo teste.? n) Devem evitar-& bdos ag, que -& ;á em tenda em a cyiv&e!&e. dos,alum>s que. a &q+*e,o.,,wp&a.pela concepções morais de d a ym e da commiidade em geral Página 43

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