PLANEJAMENTO DE PROJETOS DE IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO SETOR DE MINERAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANEJAMENTO DE PROJETOS DE IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO SETOR DE MINERAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO"

Transcrição

1 PLANEJAMENTO DE PROJETOS DE IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NO SETOR DE MINERAÇÃO: UM ESTUDO DE CASO THAIS DE ALMEIDA FONTANA MAGALHAES (UFOP ) Priscilla Cristina Cabral Ribeiro (UFF ) Carlos Francisco Simoes Gomes (UFF ) As organizações tem investido cada vez mais em tecnologias que dão suporte à área de Logística. Porém, para que uma TI seja implantada com sucesso atendendo ao objetivo de assegurar a competitividade logística, é necessário um planejamento de projeto que siga uma metodologia predefinida com as etapas e os prazos a serem cumpridos. Esse trabalho teve como objetivo realizar um estudo de caso da implantação do WMS no almoxarifado de uma empresa do setor de mineração, definindo as etapas necessárias para o planejamento de projeto da TI. Para isso, foi realizada uma revisão de literatura sobre TIs e Logística e projetos de TI e, depois, através de uma abordagem qualitativa e entrevistas semiestruturadas, foi realizado o estudo de caso. Por meio da pesquisa, verificou-se que a empresa estudada segue uma metodologia própria de planejamento de projetos de TI, aplicando-a, também, para a implantação do WMS. Verificou-se que a organização utiliza uma metodologia bem definida de Planejamento de Projetos de TI, podendo ser resumida segundo as fases: preenchimento do RNS e definição da equipe multidisciplinar, homologação do RNS pelo Comitê de Projetos de TI, execução e conclusão. Palavras-chaves: Tecnologia da Informação, Implantação, Projeto

2 1. Introdução Segundo Ray (2008), as empresas que utilizam sistemas melhorados para suas operações logísticas - Tecnologia de Informação (TI) e Sistemas de Informação (SI) permanecem à frente dos seus concorrentes. Entre as soluções para as operações logísticas está o Sistema de Gerenciamento de Armazéns (Warehouse Management Systems WMS), que tem como objetivo principal controlar a movimentação e armazenagem de materiais, processando todas as informações associadas a essas operações, tais como: transporte, recebimento, armazenagem e separação de itens. (RAMAA, SUBRAMANYA, RANGASWAMY; 2012). Para elaborar, com êxito, projetos de planejamento de TI em uma organização, é preciso adequação, dinamismo e inteligência, utilizando metodologias para a elaboração do Planejamento de Sistemas de Informação, Conhecimentos e Informática (Psici) (REZENDE, 2011). Sem um alinhamento estratégico de TI com o negócio e uma implantação gradual do WMS, a empresa poderá gerar gastos desnecessários durante o projeto. Assim, para que a interação entre a estratégia de negócios e a estratégia de TI obtenha sucesso, segundo Abreu e Carneiro (2012), é fundamental a adoção de uma organização clara e objetiva das atividades executadas. Este tipo de pesquisa justifica-se na importância da implantação de um sistema WMS para operações logísticas e de movimentação de materiais em armazéns de uma empresa da indústria de mineração, já que nessa empresa essas operações são realizadas manualmente, reduzindo sua competitividade frente às suas concorrentes. Além disso, como as empresas veem a necessidade de implantar TI muitas vezes tardiamente, elas não observam suas necessidades reais e não obedecem às etapas do planejamento de um projeto de implantação de TI, provocando desperdício de recursos e levando esse processo a um erro entre o negócio e a TI. O artigo tem como objetivo realizar um estudo de caso da implantação do WMS no almoxarifado de uma empresa do setor de mineração, definindo as etapas necessárias para o planejamento de projeto da TI e está estruturado em seis partes: a primeira, essa introdução, a segunda apresentará o planejamento de projetos de TI, onde se tem a discussão entre o alinhamento do negócio e a TI e se apresenta as metodologias de implantação de projetos de TI, a terceira é o método, onde estão as escolhas quanto a abordagem, técnica de coleta de 2

3 dados, entre outras. Na quarta parte tem-se a discussão e análise de resultados e, por fim, as conclusões. 2. Planejamento de projetos de TI 2.1 Planejamento estratégico do negócio e da TI A inexistência do planejamento estratégico e a falta da integração da estratégia global da empresa com a TI, pode ocasionar a perda de lucros, a falta de otimização da produção e diversos sistemas não integrados, gerando um retorno menor que o esperado pela empresa (SUZUKI, ABREU e ABREU, 2006). Assim, primeiramente, deve-se obter o alinhamento estratégico entre o negócio e a TI, para que possa ser elaborado com sucesso um modelo de Planejamento de Projetos de TI. Esse modelo pode ser auxiliado pelo planejamento estratégico de TI (PETI), que é um recurso usado para identificar oportunidades e oferecer uma visão geral de conceitos, modelos, métodos e ferramentas de TI, que facilitam a estratégia de negócio e suportam as decisões, as ações empresariais e os respectivos processos da organização (GONÇALVES et al., 2010; LOBLER, BOBSIN e VISENTINI, 2008). Percebe-se a necessidade de elaborar um PETI, que apoiará as decisões estratégicas organizacionais e que tem como desafio desenvolver um processo integrador que ajude os gerentes a identificarem seu potencial, facilitando a comunicação entre os profissionais de TI, usuários e gestores e assegurando que os recursos disponíveis estejam sendo usados eficientemente (LOBLER, BOBSIN e VISENTINI, 2008; BERMEJO, 2009). Para isso, é necessário que seguir algumas etapas de um projeto de TI. 2.2 Metodologias de planejamento de projetos de TI O estudo do desenvolvimento de TIs visa elaborar, através de metodologias de implantação, um planejamento de projetos de TI que atenda aos requisitos da organização. Algumas dessas metodologias foram desenvolvidas, e neste artigo algumas delas (relacionadas aos seus autores) foram utilizadas: Côrtes (2008); Bio e Cornachione Jr. (2008); Albertin e Albertin (2009); Bermejo (2009); Rezende e Abreu (2010); e Rezende (2011). O modelo utilizado como base para o desenvolvimento do tópico será o de Rezende e Abreu (2010), por apresentar uma metodologia clara. As metodologias não serão apresentadas separadamente nesse trabalho devido à extensão de cada uma delas. Resumidamente, entendese que um Planejamento de Projetos de TI pode ser estruturado como ilustra a Figura 1. 3

4 4

5 Figura 1 Etapas do planejamento de projetos de TI Fonte: Magalhães (2013) A parte inicial é composta pela identificação de necessidades, que foi proposta por Albertin e Albertin (2009) para descrever o uso da TI a ser implantada e sua estimativa inicial de custo. Porém, ela pode ser complementada pelo conceito de concepção do projeto de Côrtes (2008), onde são identificados o problema ou a oportunidade. Além disso, observa-se que é necessário o uso da análise de Força, Fraqueza, Oportunidades e Ameaça (FOFA - Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats - SWOT). Depois de identificadas as necessidades, a primeira fase do planejamento de projetos de TI é o anteprojeto (primeira da Figura 1), quando serão realizadas as seguintes etapas: definição dos objetivos e da metodologia do projeto, fundamentada nos métodos elaborados por Côrtes (2008), Bio e Cornachione Jr. (2008), Rezende e Abreu (2010) e Rezende (2011); avaliação da viabilidade do projeto; nominação (organograma) e capacitação da equipe, etapa que foi baseada nos métodos de Côrtes (2008), Bio e Cornachione Jr. (2008), Rezende e Abreu (2010) e Rezende (2011); definição do cronograma, como destacado por Bio e Cornachione Jr. (2008); e estimativa dos custos, baseado nos modelos de Côrtes (2008) e Albertin e Albertin (2009). Durante a fase de análise do ambiente organizacional, segunda fase do planejamento de projeto de TI (segunda da Figura 1) deverão ser realizados: a avaliação do desempenho dos recursos de TI atuais, proposta nos modelos de Bermejo (2009) e Rezende e Abreu (2010); a 5

6 análise de processos críticos, etapa que também foi ressaltada por Bermejo (2009); planejamento de informações e conhecimentos, proposta por Rezende (2011); e avaliação e planejamento de sistemas de informação e de conhecimentos, quando os recursos propostos deverão ser avaliados quanto à aquisição e/ou desenvolvimento para dar continuidade ao projeto. A próxima fase é a de especificação do projeto (terceira da Figura 1), e terá como etapas: definição da necessidade dos requisitos funcionais, etapa que foi baseada nos métodos propostos por Bermejo (2009), Rezende e Abreu (2010) e Rezende (2011); detalhamento da lógica ideal do projeto, que foi proposta nos trabalhos de Rezende e Abreu (2010) e Rezende (2011); e detalhamento das informações do projeto, destacada por Albertin e Albertin (2009) e complementada pelo modelo de Côrtes (2008), realizando também o planejamento de questões operacionais, tudo isso para constituir a base para o início efetivo do projeto. A fase de execução do projeto (quarta da Figura 1) contempla as etapas: acompanhamento e controle dos recursos financeiros e humanos, que foi fundamentada pelos modelos de Côrtes (2008) e Rezende (2011); formulação de serviços e estratégias de aquisição e terceirização, quando serão realizadas as atividades necessárias para providenciar a execução das estratégias previstas no plano estratégico de TI, como propõe Bermejo (2009) em sua metodologia; e confecção de programas e testes, baseada na proposta de Rezende e Abreu (2010). Ainda na fase de execução do projeto, Côrtes (2008) ressalta que, após a estruturação e o desembolso atingirem um ápice, o projeto vai se encaminhando para a conclusão, podendo aumentar o esforço pontual para a solução de problemas específicos que poderão surgir eventualmente. A última fase do Planejamento de Projetos de TI é a conclusão (última da Figura 1), quando serão realizadas as seguintes tarefas: finalização das atividades programadas e pendentes, como propôs Côrtes (2008); avaliação final do projeto, fase baseada nos modelos de Rezende e Abreu (2010) e Albertin e Albertin (2009), que é quando o sistema que está sendo implantado deverá ser revisado, melhorando a base de testes para testar integralmente o software; divulgação, treinamento e capacitação do cliente e/ou usuário, ressaltado por Rezende e Abreu (2010) e Rezende (2011); desconstituição da equipe, fase proposta por Côrtes (2008); e acompanhamento pós-implantação, quando será possível analisar a satisfação do cliente e/ou usuário, verificando o atendimento aos requisitos funcionais e garantindo a qualidade total, para enfim finalizar o projeto (REZENDE e ABREU, 2010). 6

7 7

8 3. Método Para elaboração desse artigo, foi utilizado o método de estudo de caso, que foi escolhido porque a poucos anos, as empresas não se preocupavam com o alinhamento entre o negócio e a TI, sua avaliação e a estruturação de um projeto para a implantação dessas ferramentas (MIGUEL, 2007). Para esta pesquisa foi adotada a abordagem qualitativa que, de acordo com Marconi e Lakatos (2008), preocupa-se em analisar e interpretar aspectos mais profundos de uma implantação de uma TI, por exemplo, e é capaz de fornecer uma análise mais detalhada sobre as investigações, hábitos, atitudes, tendências de comportamento, entre outros, como deve ser realizada essa pesquisa, dado que se trata de um projeto com muitas fases. Para realizar o estudo houve a necessidade de compreender a metodologia utilizada pela empresa para a implantação do WMS, utilizando, para isso, como sugere Yin (2010), métodos de observação direta e entrevistas com os envolvidos para o levantamento dos dados da amostra. Como técnica de coleta de dados foi utilizada a entrevista semiestruturada com a observação. O roteiro de perguntas foi estruturado previamente baseando-se no conteúdo teórico da pesquisa, porém, durante a entrevista, o entrevistador pôde desenvolver mais perguntas, de acordo com o desenvolvimento da conversa, para que o assunto fosse explorado de forma mais detalhada. Na análise de dados, todos os conteúdos levantados nos questionários baseados na revisão de literatura, foram sistematizados e, em alguns pontos, contrapostos com a teoria, para a realização da discussão dos casos. 4. Estudo de caso Este estudo de caso foi realizado em uma empresa de grande porte do setor de mineração, que atua há 35 anos no mercado, possui duas instalações industriais no Brasil, e três escritórios de vendas, sendo um nacional, e outros dois internacionais. A empresa solicitou confidencialidade quanto sua identidade, então será denominada de A. A pesquisa realizada investigou o projeto de implantação de uma TI no almoxarifado de uma instalação industrial brasileira, pertencente à Gerência de Materiais. Um operador logístico é o responsável por todas as operações de movimentação e armazenagem do almoxarifado pertencente a essa 8

9 unidade industrial, e os funcionários dessa unidade serão os principais usuários do WMS a ser implantado. 5. Análise dos resultados Quanto ao uso de TI, algumas já fazem parte da rotina da empresa no apoio à área de Suprimentos, como: Enterprise Resource Planning (ERP) SAP: que tem o módulo MM (Material Management), utilizado para operações logísticas, de armazenagem e gestão de materiais; Portal Quadrem: um Electronic Data Interchange (EDI) que se comunica diretamente com o ERP SAP; Módulo Transportation do SAP: é responsável pelas medições de fretes, melhorando o controle sobre os valores financeiros dos conhecimentos de frete. Atualmente, na organização, todo o controle dos materiais (entrada e saída, estocagem e inventário) é realizado por meio do módulo MM do ERP SAP, gerando grande esforço de recursos para garantir níveis de estoque adequados, nível de atendimento ao cliente alto e a localização de componentes de grande porte. Porém, ao se implantar o WMS, a empresa pretende garantir a precisão do estoque, integrando todas as operações para atender às necessidades logísticas, evitar falhas e maximizar os recursos da empresa. Quanto ao alinhamento estratégico do negócio com a TI e metodologias de planejamento de projetos de TI, o planejamento estratégico de negócios na organização é dividido em: planos econômicos financeiros, planejamento de cinco anos e planejamento estratégico de dez anos. Os planos econômicos financeiros são determinados a cada ano através da elaboração ou revisão do planejamento de cinco anos, em que os diversos setores da empresa participam ativamente, buscando efetivar as ações necessárias para o alcance das metas estabelecidas no planejamento estratégico de dez anos, incluindo projetos de melhorias. Assim, o projeto de TI que é previsto no plano econômico financeiro de cada área, precisa, primeiramente, ser homologado pela área de TI, para que depois a área do processo impactado detalhe as Despesas de Capital (Capital Expenditure CAPEX), que classificará o projeto em 9

10 termos de custos para a organização. O projeto de implantação do WMS foi submetido apenas ao processo de priorização de investimentos corporativos e alinhado ao plano econômicofinanceiro da área responsável. No que tange ao alinhamento estratégico do negócio com a TI na empresa, observa-se que o modelo de planejamento de cinco anos, é revisado ano a ano pelo plano econômico-financeiro de cada área, e é alinhado ao Planejamento Estratégico do negócio, garantindo que todos os projetos de TI que serão desenvolvidos na organização estejam alinhados ao Planejamento Estratégico Organizacional. Os projetos de TI da organização são todos terceirizados no nível de execução, mas o planejamento em si, é realizado quase completamente pela empresa, salvo a participação de consultorias para a gestão e/ou pesquisa de TI, que podem dar apoio para a detecção de melhorias, que trazem um grande benefício para a empresa A, devido às experiências adquiridas pelas consultorias em desenvolvimento de TIs para outras empresas. O Planejamento de Projetos de TI (PPTI) visa atender aos requisitos da organização, e a parte inicial do projeto da empresa foi composta pela identificação de necessidades, quando são identificadas as oportunidades de melhoria pela área responsável e detalhadas no plano econômico-financeiro, como na teoria. Para o projeto de implantação do WMS, a oportunidade foi identificada através de um projeto Lean Six Sigma para redução do tempo de atendimento ao usuário no almoxarifado da empresa. De acordo com a Figura 2, na empresa A, o primeiro passo do PPTI é o detalhamento do CAPEX. Para estimar esses custos e os prazos (cronograma) da implantação do software, foram realizadas três visitas de benchmarking em empresas que já possuem o WMS implantado e consolidado, além de pesquisas no mercado de consultorias especializadas. O CAPEX é avaliado pela Gerência Geral de Projetos, que definirá se o projeto é viável ou não e, depois, esse detalhamento é realizado em um documento padrão, denominado de Requisição de Nível de Serviço (RNS), que contempla também a motivação do projeto, os riscos, os benefícios capturados, os ganhos esperados, o escopo do processo impactado, os prazos, e os objetivos da TI a ser implantada. Paralelamente ao preenchimento do RNS, é também definida a equipe multidisciplinar que participará do projeto. 10

11 No detalhamento do escopo do projeto, também contemplado no RNS, os sistemas existentes nos processos da área onde a TI será implantada, são avaliados por um analista de TI. Esse detalhamento pode ser comparado com a segunda fase da estrutura de PPTI proposta, como pode ser visto na Figura 2, que é a análise do ambiente organizacional. Assim, quando um analista de TI avalia os sistemas existentes nos processos da área requisitante, ele está realizando uma avaliação do desempenho dos recursos de TI atual e a análise dos processos críticos. A definição das necessidades reais de informação e de TI também são detalhadas no RNS, e se identifica com a terceira fase da estrutura de Planejamento de Projetos de TI, que é a especificação do projeto (Figura 2). Na Figura 2 observa-se um resumo comparativo entre a literatura revisada e a empresa A. Figura 2 Comparação entre a literatura revisada e a metodologia da empresa A 11

12 Fonte: Magalhães (2013) O projeto Lean Six Sigma realizado pela gerência de Suprimentos detectou, através de estudos estatísticos e pesquisas no mercado, os benefícios da aquisição das tecnologias de código de barras e radiofrequência. Assim, no detalhamento do RNS, foram definidos os requisitos funcionais do sistema (detalhamento da lógica ideal do projeto, de acordo com a literatura estudada) a ser implantado: integração dos módulos MM e WM do ERP SAP; recebimento de mercadorias; movimentação de insumos e materiais auxiliares; transferências entre centros e depósitos; recuperação de materiais em fornecedores homologados; saída de mercadorias/expedição; inventário; e utilização de radiofrequência e leitor de código de barras. Na etapa de detalhamento das informações do projeto, toda a sua estrutura foi detalhada no documento RNS para aprovação do Comitê de Projetos de TI. A próxima e quarta fase do Planejamento de Projetos de TI da literatura revisada é a execução do projeto que, pode ser considerada, também, a próxima fase da metodologia utilizada pela empresa. Para que se dê início a essa fase na organização, é necessária a homologação do projeto e contratação da consultoria que realizará a implantação da TI. Assim, depois que o 12

13 RNS é aprovado pelo Comitê de Projetos de TI, é solicitada a liberação de um gasto para a utilização no projeto, e o documento (RNS) é enviado às consultorias especializadas que já foram pesquisadas anteriormente pela área de TI, para que as mesmas enviem as propostas técnicas da implantação do WMS, para avaliação e homologação da empresa. Nessas propostas técnicas, as consultorias deverão detalhar o valor total, o escopo e o cronograma do projeto, contendo também a metodologia utilizada para a implantação da TI. Com as propostas técnicas em mãos, a equipe multidisciplinar avaliará cada consultoria, considerando a experiência de cada uma, o escopo e o prazo de atendimento. Ao final dessa avaliação, serão eliminadas as consultorias que obtiverem menor pontuação dos critérios acima, e será iniciado o processo de concorrência. Posteriormente, a consultoria vencedora emitirá uma proposta final e será convidada para participar de uma reunião para elaborar o plano de execução do projeto. O processo descrito acima pode ser considerado a etapa de formulação de serviços e estratégias de aquisição e terceirização. Após a definição do plano de execução, o projeto passa para a fase de Business Blueprint, que é uma das etapas de uma metodologia para implantação de TIs proposta pela empresa alemã SAP, e é utilizada pela empresa A como uma homologação final do projeto antes da sua execução. Nessa fase, toda a informação detalhada no RNS é revisada com a consultoria contratada para a execução e delimitação do escopo oficial do projeto. Há uma revisão dos custos estimados, que visa garantir a viabilidade econômica do projeto, e pode ser comparada com a etapa descrita na literatura como acompanhamento e controle dos recursos financeiros e humanos. Após o processo de homologação, inicia-se a fase de execução do projeto. Na revisão da literatura, a próxima etapa da fase de execução do projeto é a confecção de programas e testes, que também é realizada pela empresa. Durante a execução do projeto são realizados - pelos usuários - vários testes de validação do sistema, que são definidos e requisitados pela equipe do projeto. Essa etapa é denominada de ciclo de homologação. Porém, para a realização desses testes, é importante que os usuários já possuam algum conhecimento do sistema, por isso, o treinamento específico para o software deve ser iniciado antes dos testes, e continuar durante toda a execução do projeto. A quinta e última fase do Planejamento de Projetos de TI da literatura revisada é a conclusão do projeto, que também é a última fase na empresa A. 13

14 Após a homologação final da TI já implantada (conclusão do projeto), é agendada a data do Go Life do sistema, e há um período de pós implantação, que é um suporte fornecido pela consultoria que realizou a implantação do sistema, e recomenda-se aos usuários que realizem o máximo de testes no sistema nesse período, para que depois não haja nenhum problema que não possa ser resolvido pela própria empresa. Seis meses após a implantação da TI, é realizada uma avaliação geral para descrever quais os resultados obtidos e se o objetivo inicial foi atingido. Observa-se, também, que a finalização das atividades programadas e pendentes e a desconstituição da equipe - etapas da revisão da literatura -, apesar de não terem sido detalhadas, são etapas imprescindíveis em qualquer projeto de implantação de TI, por isso podem ser consideradas, também, para a metodologia da empresa do estudo de caso. A etapa de divulgação, treinamento e capacitação do cliente e/ou usuário, é realizada pela empresa durante a quarta fase da sua metodologia - fase anterior -, quando os usuários recebem treinamento específico do sistema. 6. Conclusão Na mineradora abordada a maior parte do controle de entrada e saída, locação e inventário dos materiais estocados, é realizado inadequadamente através de um módulo do sistema ERP, gerando grande esforço de recursos para garantir níveis de estoque e de atendimento ao usuário adequados, dificuldade na localização de componentes de grande porte, e baixa acuracidade do inventário rotativo mensal. Com a integração ERP/WMS, torna-se possível a disseminação das informações sobre pedidos, níveis de estoque, recebimento de materiais, dentre outros, em tempo real, aumentando a satisfação do cliente interno. Observou-se que a empresa A tem uma metodologia bem definida para seus projetos de TI e a utiliza atualmente para a implantação do WMS. Algumas etapas ela segue a metodologia escolhida pelos autores da pesquisa, em outros pontos, diverge. A sugestão para a empresa é que ela mapeie e desenhe o processo de Planejamento de Projetos de Implantação de TIs, detalhando suas etapas e as principais atribuições de cada uma delas, para que seja possível um melhor entendimento e uma melhor identificação de gargalos durante os projetos (associados aos riscos). Isso possibilitaria a adaptação dessa metodologia às especificidades 14

15 de cada projeto e às eventuais mudanças organizacionais no nível estratégico. Além disso, percebeu-se também a dificuldade no envolvimento e comprometimento das áreas requisitantes, diminuindo as chances de sucesso na execução e conclusão do projeto. Para diminuição desse risco, seria interessante atuar na conscientização dessas áreas - que são essenciais para identificar os requisitos funcionais dos sistemas a serem implantados - realizando reuniões com os seus representantes ao término de cada fase do projeto. 15

16 REFERÊNCIAS ABREU, M. M.; CARNEIRO, T. C. J. Análise Comparativa de Aplicação de Metodologia de Gerenciamento de Projetos em uma grande empresa mineradora. Revista Gestão Industrial, Paraná, v. 08, n. 03, p , ALBERTIN, A. L.; ALBERTIN, R. M. M. Tecnologia de informação e desempenho empresarial: as dimensões de seu uso e sua relação com os benefícios de negócio. 2. ed. São Paulo: Atlas, BERMEJO, P. H. S. Planejamento estratégico de tecnologia da informação com ênfase em conhecimento f. Tese (Doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento) Programa de Pós-Graduação em Engenharia e Gestão do Conhecimento, Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, BIO, S. R.; CORNACHIONE JUNIOR, E. B. Sistemas de Informação - Um Enfoque Gerencial. 2. ed. São Paulo: Atlas, CÔRTES, P. L. Administração de sistemas de informação. 1. ed. São Paulo: Saraiva, LOBLER, M. L.; BOBSIN, D.; VISENTINI, M. S. Alinhamento entre o plano de negócio e o plano de tecnologia de informação das empresas: análise comparativa através dos níveis de maturidade e fatores críticos de sucesso. Revista de Gestão da Tecnologia e Sistemas de Informação, São Paulo, v. 5, n. 1, p , MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de pesquisa: planejamento e execução de pesquisas, amostragens e técnicas de pesquisa, elaboração e interpretação de dados. 7. ed. São Paulo: Atlas, MIGUEL, P. A. C. Estudo de caso na engenharia de produção: estruturação e recomendações para sua condução. Produção, v. 17, n. 1, p , Jan./Abr RAMAA, A.; SUBRAMANYA, K. N.; RANGASWAMY, T. M. Impact of Warehouse Management System in a Supply Chain. International Journal of Computer Applications, Nova Iorque, EUA, v. 54, n. 1, p , REZENDE, D. A. Planejamento de SI e Informática: guia prático para planejar a TI integrada ao planejamento estratégico das organizações. 4 ed. São Paulo: ATLAS, REZENDE, D. A.; ABREU, A. F. Tecnologia da informação: aplicada a sistemas de informação empresariais. 7. ed. São Paulo: Atlas, SUZUKI, E.; ABREU, A. F. DE; ABREU, P. F. DE. Alinhamento estratégico da tecnologia da informação aos negócios de uma pequena empresa de software. Revista Produção Online, Florianópolis, v. 6, n. 2, p. 5, YIN, R.K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 4. ed. Porto Alegre: Bookman,

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI

CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI CONCORRÊNCIA AA Nº 05/2009 BNDES ANEXO X PROJETO BÁSICO: DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TI 1. PI06 TI 1.1. Processos a serem Atendidos pelos APLICATIVOS DESENVOLVIDOS Os seguintes processos do MACROPROCESSO

Leia mais

Este trabalho visou a caracterização da utilização dos aplicativos APS pelas empresas.

Este trabalho visou a caracterização da utilização dos aplicativos APS pelas empresas. 6 Conclusão Este capítulo tem como objetivo a apresentação dos resultados diretos e indiretos deste trabalho. São apresentadas sugestões para futuras pesquisas sobre o tema aqui abordado. 6.1. Resultados

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP A IMPORTÂNCIA DA CONSULTORIA NA SELEÇÃO / IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO - ERP Alinhamento das expectativas; O por que diagnosticar; Fases do diagnóstico; Critérios de seleção para um ERP; O papel da

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP

SISTEMAS DE GESTÃO - ERP A IMPORTÂNCIA DA CONSULTORIA NA SELEÇÃO / IMPLANTAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO - ERP Para as corporações, as mudanças são absorvidas pelas equipes internas, envolvendo tecnologia, contabilidade, logística

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting Soluções personalizadas para acelerar o crescimento do seu negócio Estratégia Operacional Projeto e Otimização de Redes Processos de Integração Eficácia

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

ARMAZENAGEM E T.I. Prof.: Disciplina Integrantes

ARMAZENAGEM E T.I. Prof.: Disciplina Integrantes ARMAZENAGEM E T.I. Pós-Graduação em Gestão Integrada da Logística Turma: GIL131M - 2013 Universidade São Judas Tadeu Prof.: Ms. Maurício Pimentel Disciplina: Tecnologia da Informação Aplicada a Logística

Leia mais

a WZ é uma empresa de consultoria em logística que surgiu para melhorar e oferecer soluções simples e inteligentes.

a WZ é uma empresa de consultoria em logística que surgiu para melhorar e oferecer soluções simples e inteligentes. EMPRESA CRIADA EM 2007, a WZ é uma empresa de consultoria em logística que surgiu para melhorar e oferecer soluções simples e inteligentes. Além de fazer um diagnóstico e sugerir recomendações, a WZ acredita

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Recursos Humanos Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos 1.

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação

Estratégias em Tecnologia da Informação Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 6 Sistemas de Informações Estratégicas Sistemas integrados e sistemas legados Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Material de apoio 2 Esclarecimentos

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001 INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, Eng. MBA Maio de 2001 Apresentação Existe um consenso entre especialistas das mais diversas áreas de que as organizações bem-sucedidas no século XXI serão

Leia mais

LMA, Solução em Sistemas

LMA, Solução em Sistemas LMA, Solução em Sistemas Ao longo dos anos os sistemas para gestão empresarial se tornaram fundamentais, e por meio dessa ferramenta as empresas aperfeiçoam os processos e os integram para uma gestão mais

Leia mais

Planejamento de sistemas de informação.

Planejamento de sistemas de informação. Planejamento de sistemas de informação. O planejamento de sistemas de informação e da tecnologia da informação é o processo de identificação das aplicações baseadas em computadores para apoiar a organização

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

PLANO DE ENSINO 2009

PLANO DE ENSINO 2009 PLANO DE ENSINO 2009 Fundamental I ( ) Fundamental II ( ) Médio ( ) Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) Graduação (X) Pós-graduação ( ) I. Dados Identificadores Curso Superior de Tecnologia

Leia mais

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Pós-Graduação Latu-Sensu em Gestão Integrada da Logística Disciplina: TI aplicado à Logística Professor: Mauricio Pimentel Alunos: RA Guilherme Fargnolli

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP

Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP ERP Tecnologia da Informação. Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com

Sistema Integrado de Gestão ERP. Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Sistema Integrado de Gestão ERP Prof: Edson Thizon ethizon@gmail.com Tecnologia da Informação. O que é TI? TI no mundo dos negócios Sistemas de Informações Gerenciais Informações Operacionais Informações

Leia mais

estratégias operações

estratégias operações MERCADO FERRAMENTA NECESSIDADE O que é LOGÍSTICA? estratégias Fator de Diferenciação Competitiva Fator de Tomada de Decisão operações Busca pela Excelência na Gestão O que buscamos? EXCELÊNCIA LOGÍSTICA

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Coordenação Acadêmica: Prof. Jamil Moysés Filho OBJETIVO: Ao final do Curso, o aluno será capaz de: Conhecer

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI Secretaria/Órgão: Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM 5/5/2013 1 ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING 5/5/2013 2 1 Os SI nas organizações 5/5/2013 3 Histórico Os Softwares de SI surgiram nos anos 60 para controlar estoque

Leia mais

ACADEMIA DE MM (GESTÃO DE MATERIAIS)

ACADEMIA DE MM (GESTÃO DE MATERIAIS) A Academia é o melhor caminho para especialização dentro de um tema no ERP da SAP. Para quem busca uma formação com certificação em gestão de materiais, o mais indicado é participar da Academia de MM.

Leia mais

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO

IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO 503 IMPLANTAÇÃO E TREINAMENTO NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS ESTUDO DE CASO Christina Garcia(1); Franciane Formighieri(2); Taciana Tonial(3) & Neimar Follmann(4)(1) Acadêmica do 4º Ano do Curso de

Leia mais

Escolha os melhores caminhos para sua empresa

Escolha os melhores caminhos para sua empresa Escolha os melhores caminhos para sua empresa O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

Diagnóstico Empresarial. Porque a saúde da sua empresa é muito importante.

Diagnóstico Empresarial. Porque a saúde da sua empresa é muito importante. Diagnóstico Empresarial Porque a saúde da sua empresa é muito importante. Introdução Nos últimos anos as empresas têm focado pesadamente em gestão por resultados, proporcionando a seus gestores e equipes

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec ETEC PAULINO BOTELHO EXTENSÃO EE ESTERINA PLACCO Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento dos sistemas e demais aplicações informatizadas do TJAC.

Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento dos sistemas e demais aplicações informatizadas do TJAC. Código: MAP-DITEC-001 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaborado por: Gerência de Sistemas Aprovado por: Diretoria de Tecnologia da Informação 1 OBJETIVO Estabelecer os procedimentos para o gerenciamento

Leia mais

Classificações dos SIs

Classificações dos SIs Classificações dos SIs Sandro da Silva dos Santos sandro.silva@sociesc.com.br Classificações dos SIs Classificações dos sistemas de informação Diversos tipo de classificações Por amplitude de suporte Por

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação DCC133 Introdução à Sistemas de Informação TÓPICO 2 E-business global e colaboração Prof. Tarcísio de Souza Lima OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL

ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL 1 SUMÁRIO DIAGNÓSTICO GERAL...3 1. PREMISSAS...3 2. CHECKLIST...4 3. ITENS NÃO PREVISTOS NO MODELO DE REFERÊNCIA...11 4. GLOSSÁRIO...13 2 DIAGNÓSTICO GERAL Este diagnóstico é

Leia mais

Ricardo Scheurer Sonda Supermercado

Ricardo Scheurer Sonda Supermercado Tema: Apresentador: Plano Diretor de Tecnologia da Informação Ricardo Scheurer Sonda Supermercado Objetivo desta palestra será resolver as seguintes questões: Porque fazer um PDTI? Quais os benefícios

Leia mais

Gestão estratégica em finanças

Gestão estratégica em finanças Gestão estratégica em finanças Resulta Consultoria Empresarial Gestão de custos e maximização de resultados A nova realidade do mercado tem feito com que as empresas contratem serviços especializados pelo

Leia mais

BPM Uma abordagem prática para o sucesso em Gestão de Processos

BPM Uma abordagem prática para o sucesso em Gestão de Processos BPM Uma abordagem prática para o sucesso em Gestão de Processos Este curso é ideal para quem está buscando sólidos conhecimentos em como desenvolver com sucesso um projeto de BPM. Maurício Affonso dos

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir. 1. A administração de recursos humanos, historicamente conhecida como administração de pessoal, lida com sistemas formais para administrar pessoas dentro da organização. A administração de recursos humanos

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani Ementa Conceitos básicos de informática; evolução do uso da TI e sua influência na administração; benefícios; negócios na era digital; administração

Leia mais

Gerenciamento de Processos de Negócio

Gerenciamento de Processos de Negócio Gestão por Processos By Alan Lopes +55 22-99202-0433 alopes.campos@mail.com http://prof-alan-lopes.weebly.com Gerenciamento de Processos de Negócio - Conceitos e fundamentos - Modelagem de processo - Análise

Leia mais

Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI. Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios

Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI. Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios Garanta a eficiência e a competitividade da sua empresa Análise de Maturidade de Governança

Leia mais

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos

3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos 3 Metodologia de Gerenciamento de Riscos Este capítulo tem como objetivo a apresentação das principais ferramentas e metodologias de gerenciamento de riscos em projetos, as etapas do projeto onde o processo

Leia mais

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR

AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO DO FORNECEDOR Prezado Fornecedor, A Innova S/A, empresa certificada nas normas ISO 9001:2000, ISO 14001:1996, OHSAS 18001, avalia seus fornecedores no atendimento de requisitos relativos a Qualidade, Meio Ambiente,

Leia mais

Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza A logística integrada A expressão logística integrada surgiu nos EUA em um trabalho de três autores (Lambert, Stock e Ellram) Se destacou pela

Leia mais

6 Resultados e Conclusões

6 Resultados e Conclusões 6 Resultados e Conclusões Esta tese começou com a apresentação da importância das PMEs de manufatura para o desenvolvimento econômico-regional, focalizando especialmente o setor de alimentos e bebidas.

Leia mais

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014

Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro. Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 Gestão da Inovação no Contexto Brasileiro Hugo Tadeu e Hérica Righi 2014 INTRODUÇÃO Sobre o Relatório O relatório anual é uma avaliação do Núcleo de Inovação e Empreendedorismo da FDC sobre as práticas

Leia mais

Engenharia de Requisitos- como Previnir e Reduzir Riscos

Engenharia de Requisitos- como Previnir e Reduzir Riscos Engenharia de Requisitos- como Previnir e Reduzir Riscos Natasha de Souza Arruda natasha.arruda@ig.com.br FGS Resumo:Engenharia de Requisitos é um dos processos fundamentais para o desenvolvimento de software.

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta.

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta. Pesquisa IMAM/CEPEAD descreve os níveis de maturidade dos logísticos de empresas associadas Marcos Paulo Valadares de Oliveira e Dr. Marcelo Bronzo Ladeira O Grupo IMAM, em conjunto com o Centro de Pós-Graduação

Leia mais

Implantação da Governança a de TI na CGU

Implantação da Governança a de TI na CGU Implantação da Governança a de TI na CGU José Geraldo Loureiro Rodrigues Diretor de Sistemas e Informação Controladoria-Geral da União I Workshop de Governança de TI da Embrapa Estratégia utilizada para

Leia mais

Logística Integrada. Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente.

Logística Integrada. Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Logística Integrada Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Ballou (1993) Fonte: BALLOU, R. H. Logística Empresarial.

Leia mais

Academia MM Gestão de Materiais

Academia MM Gestão de Materiais Academia MM Gestão de Materiais A Academia é melhor caminho para especialização dentro de um tema no ERP da SAP. Para quem busca uma formação com certificação em gestão de materiais, o mais indicado é

Leia mais

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1

Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii. Parte I - Empresa e Sistemas, 1 Apresentação, xix Prefácio à 8a edição, xxi Prefácio à 1a edição, xxiii Parte I - Empresa e Sistemas, 1 1 SISTEMA EMPRESA, 3 1.1 Teoria geral de sistemas, 3 1.1.1 Introdução e pressupostos, 3 1.1.2 Premissas

Leia mais

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação Capítulo 2 E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação 2.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever as principais características das empresas que são importantes

Leia mais

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Adilson Sérgio Nicoletti Blumenau, SC - setembro de 2001 Conteúdo Apresentação

Leia mais

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA

DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA DIRETRIZES PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS E SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO DA AUTORIDADE PÚBLICA OLÍMPICA 1 APRESENTAÇÃO Este conjunto de diretrizes foi elaborado para orientar a aquisição de equipamentos

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 3. Gestão empresarial 3.1 Gestão empresarial Objetivo: prover

Leia mais

Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal

Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Metodologia de Gerenciamento de Projetos da Justiça Federal Histórico de Revisões Data Versão Descrição 30/04/2010 1.0 Versão Inicial 2 Sumário 1. Introdução... 5 2. Público-alvo... 5 3. Conceitos básicos...

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA A informação sempre esteve presente em todas as organizações; porém, com a evolução dos negócios, seu volume e valor aumentaram muito, exigindo uma solução para seu tratamento,

Leia mais

Implementação do módulo LES Transportation para fretes de entrada

Implementação do módulo LES Transportation para fretes de entrada Implementação do módulo LES Transportation para fretes de entrada Palestrantes: Carine Antunes (Analista TI) Francisco Sá (Coordenador de Suprimentos) Marcos Rosa (Consultor MM) Data 15/03/2012 Agenda

Leia mais

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PALESTRANTE

ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PALESTRANTE 20-21 Maio de 2013 Tivoli São Paulo Mofarrej São Paulo, Brasil ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PALESTRANTE Fernando Cotrim Supply Chain Director, Rio 2016 Perguntas: Quais são os desafios de gerenciar o Supply

Leia mais

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor Gestão e Governança de TI Modelo de Governança em TI Prof. Marcel Santos Silva PMI (2013), a gestão de portfólio é: uma coleção de projetos e/ou programas e outros trabalhos que são agrupados para facilitar

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém Bloco Suprimentos WMS Gerenciamento de Armazém Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo WMS, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI ANALISTA DE GESTÃO RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES

CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI ANALISTA DE GESTÃO RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES CELG DISTRIBUIÇÃO S.A EDITAL N. 1/2014 CONCURSO PÚBLICO ANALISTA DE GESTÃO ANALISTA DE SISTEMA ÊNFASE GOVERNANÇA DE TI RESPOSTAS ESPERADAS PRELIMINARES O Centro de Seleção da Universidade Federal de Goiás

Leia mais

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 Índice 1. Importância do ERP para as organizações...3 2. ERP como fonte de vantagem competitiva...4 3. Desenvolvimento e implantação de sistema de informação...5

Leia mais

Referências internas são os artefatos usados para ajudar na elaboração do PT tais como:

Referências internas são os artefatos usados para ajudar na elaboração do PT tais como: Plano de Teste (resumo do documento) I Introdução Identificador do Plano de Teste Esse campo deve especificar um identificador único para reconhecimento do Plano de Teste. Pode ser inclusive um código

Leia mais

Administração de Sistema de Informação I

Administração de Sistema de Informação I Administração de Sistema de Informação I A gerência média precisa de sistemas que auxiliem a monitoração. o controle, a tomada de decisão e as atividades administrativas. A principal pergunta a que esses

Leia mais

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio

CBA. Comércio Internacional PÚBLICO-ALVO COMPLEMENTAÇÃO ACADÊMICA MATERIAL DIDÁTICO. Internacional. Comércio CBA Comércio Internacional Comércio Internacional A intensidade das relações comerciais e produtivas das empresas no atual contexto econômico tem exigido das empresas um melhor entendimento da complexidade

Leia mais

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS Entendendo o cenário atual As organizações continuam com os mesmos objetivos básicos: Prosperar em seus mercados de atuação

Leia mais

Aplicando Avaliações de Contextualização em Processos de Software Alinhados ao nível F do MR-MPS V1.2

Aplicando Avaliações de Contextualização em Processos de Software Alinhados ao nível F do MR-MPS V1.2 Aplicando Avaliações de Contextualização em Processos de Software Alinhados ao nível F do MR-MPS V1.2 IV Workshop de Implementadores W2-MPS.BR 2008 Marcello Thiry marcello.thiry@gmail.com Christiane von

Leia mais

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto

Processos de gerenciamento de projetos em um projeto Processos de gerenciamento de projetos em um projeto O gerenciamento de projetos é a aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas às atividades do projeto a fim de cumprir seus requisitos.

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Desenvolvendo o Plano de Gerenciamento do Projeto. Coletando Requisitos. Declarando

Leia mais

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO

PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA PROJETO IICA/BRA/09/005 TERMO DE REFERÊNCIA: MODALIDADE PRODUTO 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratar consultoria por produto para formular

Leia mais

DISASTER RECOVERY PLAN. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com

DISASTER RECOVERY PLAN. Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com DISASTER RECOVERY PLAN Eduardo Mayer Fagundes e-mail: eduardo@efagundes.com 1. Introdução O principal objetivo de um plano de continuidade de negócios (BCP Business Continuity Plan) é garantir a operação

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Disciplina: Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA

Leia mais