Luisa Maria Sarmento Soares Museu de Biologia Prof. Mello Leitão- Zoologia Av. José Ruschi, 4- Santa Teresa- ES

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1 Unidades de Conservação como Pólos de soluções sustentáveis para a população do entorno. Luisa Maria Sarmento Soares Museu de Biologia Prof. Mello Leitão- Zoologia Av. José Ruschi, 4- Santa Teresa- ES Como começaram as Unidades de Conservação (UCs)? As mais antigas UCs foram estabelecidas pela beleza cênica, a exemplo do pioneiro Parque Yellowstone, criado em 1872 nos Estados Unidos, e que hoje cobre uma área de quase nove mil km², no noroeste americano. Aqui no Brasil o Parque de Itatiaia foi o pioneiro, em 1937, em terras que haviam sido do Visconde de Mauá, nos contrafortes da Serra da Mantiqueira, entre Rio de Janeiro e Minas Gerais. Apenas a partir da década de 1940 começaram a surgir UCs com sentido de proteção de ecossistemas. A primeira área protegida pública no Espírito Santo foi a Reserva Biológica de Sooretama, criada em Ainda na mesma década, em 1948, foram reservadas terras para estudo pelo Estado em Lombardia, Santa Teresa e que hoje correspondem a Reserva Biológica Augusto Ruschi. O Parque Nacional do Caparaó, única unidade do Espírito Santo a receber a categoria de Parque, foi estabelecido bem mais tarde, em Passados aproximadamente 70 anos desde o estabelecimento das primeiras áreas protegidas, os ecossistemas nativos do Espírito Santo tem sido gradualmente suprimidos. Na ânsia de guardar amostras do que seria essa natureza no passado, o poder público foi criando novas áreas protegidas, visando uma conservação dos processos ecológicos e evolutivos. Atualmente sabe-se que as unidades de conservação, mais do que amostras do passado, tem uma importância fundamental nas políticas públicas, prestando diversos serviços ambientais, além de seu papel educativo, cultural e científico (Projeto DIVERSIDADES, 2010). A importância da área de entorno Inicialmente a área de entorno foi definida inicialmente pelo CONAMA como compreendida dentro de dez quilômetros dos limites das Unidades. Esta resolução foi contestada na justiça, pois a legislação estabelecia que a área de entorno deveria ser definida por critérios técnicos nos planos de manejo. Recentemente esta distância foi revista para três quilômetros provisoriamente e foi estabelecido um prazo limite para que elas passem a ser definidas no Plano de Manejo da UC. Considerando a área de entorno do ponto de vista da biota aquática, diversas formas de perturbação ambiental e seus efeitos podem ser transmitidos rio abaixo ou mesmo rio acima através do movimento de materiais e organismos pela água (Saunders et al., 2002; Moulon e Souza, 2006). A alteração no entorno dos rios pode influenciar de forma negativa os ambientes aquáticos, com efeitos sobre a estrutura das comunidades dos peixes de riacho. A interdependência entre floresta e biota aquática tem sido ressaltada em diversos estudos sobre riachos de Mata Atlântica (e.g. Oyakawa et al., 2006; Menezes et al., 2007; Mazzoni & Iglesias-Rios, 2002; Sarmento-Soares et al., 2009). Muitos dos peixes de riacho têm íntima 15

2 I Simpósio Sobre a associação com a floresta e enorme importância como fonte de informações sobre a qualidade ambiental (MMA, 2000; Oyakawa et al., 2006). Neste sentido, as áreas de entorno são de fundamental importância para animais como peixes e outros organismos aquáticos. Fig. 1- Aspectos do Parque Nacional do Caparaó e entorno, em Minas Gerais e Espírito Santo. O que é a Biogeografia de Ilhas? MacArthur e Wilson (1963, 1967) desenvolveram a teoria de Biogeografia de Ilhas, composta, basicamente de duas diretrizes principais: (a) A probabilidade de uma espécie chegar a uma determinada ilha é inversamente proporcional à distância entre a ilha e a fonte (continente ou mancha-fonte) e diretamente proporcional ao tamanho da ilha. (b) A probabilidade de extinção da espécie na ilha é função do tamanho da ilha. Assim, a teoria de biogeografia de ilhas foi um paradigma no projeto das unidades de conservação, estimulando debates sobre critérios de estabelecimento e desenho das reservas. Foi proposto que reservas naturais fossem consideradas como ilhas com taxas de extinção previsíveis. Na época (entre 1970 e 1980) a política de unidades de conservação foi grandemente influenciada pela teoria. Um dos pressupostos seria de que reservas grandes seriam preferíveis a várias pequenas, pela tendência do número de espécies aumentarem com a área da ilha. Embora o modelo de biogeografia insular continue a fornecer esclarecimentos quanto a fatores que afetam a riqueza de espécies em biotas isoladas, ainda há muitas outras interpretações possíveis (Brown & Lomolino, 2006). O tamanho da ilha e a distância da fonte tornam-se menos relevantes na medida em que aumenta a capacidade de dispersão da espécie. Um fragmento grande preservaria um maior número total de espécies, mas ele poderia ser 16

3 devastado inteiramente com um único evento catastrófico. Contrastando, os fragmentos pequenos poderiam abrigar menos espécies, mas há uma probabilidade maior de ao menos um deles sobreviver a um evento catastrófico, possibilitando assim uma colonização dos demais (Turner & Gardner, 2001). Nos dias de hoje avaliações metapopulacionais tem substituído os modelos de biogeografia de ilhas na abordagem da fragmentação de hábitats (Turner & Gardner, op. cit.). Muitas Unidades de Conservação foram implantadas a partir do conceito biogeográfico de ilhas. Isto criou um sério problema social. Pois se implanta uma ilha em uma área que antes era ocupada por populações habituadas a transitar e usar livremente este território. A prática das Unidades em relação às populações tem sido a de diversas proibições. Para que as Unidades sejam eficientes, hoje sabemos que elas dependem fundamentalmente de sua relação biológica e social com o entorno. Transformar as "fortalezas" fechadas que se defendem dos moradores do entorno em um "foco de desenvolvimento sustentável" que caminhe junto com a população é um grande desafio para as UCs. Mas a relação da Unidade de Conservação com o entorno ainda hoje é conflituosa. Porque? Num determinado momento chegou a UC. Qual a aceitação do morador que já estava lá antes da UC? A relação que o poder público sempre teve foi limitar a UC e algumas atividades do entorno passaram a ser coibidas. Diante das relações conflituosas entre a população do entorno e a unidade de conservação em si, se fazem necessários diálogos e parcerias. As soluções para esses problemas não são simples e o desafio atual é desenvolver indicadores eficientes capazes de avaliar o estado ambiental através da pesquisa científica. Do ponto de vista dos sistemas hídricos, o combate a erosão hídrica, a degradação dos solos, e em longo prazo, a recuperação das matas ciliares nas sub-bacias, são algumas ações que poderiam contribuir para a restauração dos ecossistemas nos vales fluviais com benefícios diretos para a população do entorno. Algumas medidas fundamentais para transformar as UCs em focos de desenvolvimento sustentável. Atuar... - junto as Universidades para que desenvolvam pesquisas no sentido de determinar melhor a relação para a conservação biológica da UCs com seu entorno; 17

4 - junto aos órgãos técnicos para discutir e sugerir atividades que sejam produtivas e adequadas à conservação para a população do entorno. - junto aos poderes públicos para que os financiamentos ambientais privilegiem os moradores das áreas de entorno. No sentido de atender ao primeiro requisito foi criado o Projeto DiversidadES Efetividade de Unidades de Conservação no Estado do Espírito Santo para a proteção da biodiversidade. A idéia é verificar a efetividade de unidades de conservação no território do Espírito Santo na proteção de espécies da fauna raras, ameaçadas ou sensíveis a alterações ambientais. Dentro deste projeto nossa equipe vem trabalhando o grupo de peixes de riachos. Direcionar pesquisas para os entornos das unidades buscando soluções de sobrevivência da população com propostas ambientalmente adequadas é o desafio. Políticas públicas para uma possível conciliação Conforme o estudo Avaliação Ecossistêmica do Milênio, da Organização das Nações Unidas (ONU), a natureza silenciosamente presta serviços ambientais. Pode ser exemplificada pela beleza cênica, conservação da biodiversidade, proteção de solos e regulação das funções hídricas e ainda a regulação de gases - como a produção de oxigênio e seqüestro de carbono (Portal ODM, 2012). Desta forma, o proprietário de uma fazenda com produção agropecuária poderia substituir sua atividade econômica pela prestação de serviços ambientais, bastando, por exemplo, manter o ecossistema original da propriedade. O custo para tal preservação deve ser assumido por toda a sociedade: este é o argumento utilizado pelos defensores do pagamento por serviços ambientais (PSA) para justificar sua adoção em políticas públicas e investimentos em preservação da natureza. O pagamento por serviços ambientais tem assumido uma importância crescente nas discussões em torno das estratégias de desenvolvimento ambientalmente sustentável no mundo (Peixoto, 2011). Para que o PSA tenha sentido, evidentemente, a preservação do meio ambiente tem de ser mais lucrativa do que sua destruição (Portal ODM, 2012). A idéia básica do PSA é remunerar quem preserva (direta ou indiretamente) o meio ambiente. O valor econômico total de um serviço ambiental pode ser estimado a partir dos diferentes tipos de uso que a eles damos: uso direto (como extrativismo, pesca, educação ou recreação), uso indireto (controle dos mananciais hídricos e qualidade do ar) e o valor de se manter aberta uma opção de usá-los mais tarde (Peixoto, 2011). Iniciativas de políticas públicas de conservação baseadas no PSA estão sendo implantadas em âmbito estadual, através de ações que visam o aumento da cobertura vegetal, como o Fundo Estadual de Recursos Hídricos (Fundágua) e o Programa Estadual de Ampliação da Cobertura Florestal (Reflorestar) (IEMA, 2011; SEAG, 2012). A idéia é que, além do serviço ambiental prestado pelo homem do campo, os recursos suportem também a implementação de técnicas mais amigáveis ao solo (sistemas silvipastoris e agroflorestais, por exemplo) e a aquisição de insumos (cercas, mudas, adubação orgânica entre outros) (SEAG, 2012). Trabalhar parcerias e cobrar por resultados quanto a propostas que contemplem o entorno das UCs é uma possibilidade que pode ser alcançada. Os serviços ambientais, embora essenciais, nunca haviam sido calculados antes porque nunca se chegou a um nível de degradação ambiental tão significativo quanto nos dias de hoje. O 18

5 mercado de créditos de carbono, implementado pelo Protocolo de Quioto, é atualmente o esquema de PSA mais difundido no mundo. Trata-se de um assunto novo, e diversos projetos e políticas públicas de conservação baseados no PSA estão sendo implementados no país. Parece ser uma alternativa de conciliação, uma vez que a médio e a longo prazo, toda a sociedade seria beneficiada pela disponibilidade de água, a conservação do solo e a biodiversidade, com melhores condições de vida para todos. Consideração final Precisamos deixar de ver o entorno como uma ameaça e passar a vê-lo como uma oportunidade a economia sustentável e elevação da qualidade de vida de seus moradores. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BROWN, J.H. & LOMOLINO, M.V Biogeografia. 2a. ed. Funpec Editora, Ribeirão Preto. DEAN, W A ferro e fogo: a história e a devastação da Mata Atlântica brasileira. São Paulo: Companhia das Letras. 484 p. INSTITUTO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS IEMA Programa Estadual de Ampliação da Cobertura Florestal Reflorestar. MacARTHUR, R. H. & WILSON, E.O An equilibrium theory of insular zoogeography. Evolution 17: MacARTHUR, R. H. & WILSON, E.O The theory of island biogeography. Princeton University Press, Princeton, New Jersey, USA. MAZZONI, R. & IGLESIAS-RIOS, R Distribution pattern of two fish species in a coastal stream in the Southeast of Brazil. Brazilian Journal of Biology, 62: MENEZES, N.A., WEITZMAN, S.H., OYAKAWA, O.T., LIMA, F.C.T., CASTRO, R.M.C. & WEITZMAN, M.J Peixes de água doce da Mata Atlântica - Lista preliminar das espécies e comentários sobre conservação de peixes de água doce neotropicais. Museu de Zoologia, Universidade de São Paulo, São Paulo. 407 p. METZGER, J. P & CASATTI, L From diagnosis to conservation: the state of the art of biodiversity conservation in the BIOTA/FAPESP program. Biota Neotropica 6 (2), disponível em: <http://www.biotaneotropica.org.br/ v6n2/pt/abstract?pointof-view+bn ISSN >. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA Avaliação e Ações Prioritárias para a Conservação da e Campos Sulinos. Ministério do Meio Ambiente, Conservation International do Brasil, Fundação SOS Mata Atlântica, Fundação Biodiversitas, Instituto de Pesquisas Ecológicas, Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais. Brasília. MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA Lista Nacional das Espécies de Invertebrados Aquáticos e Peixes Ameaçadas de Extinção. Instrução Normativa nº 5, 21 de Maio de In: Diário Oficial da União, seção 1, nº 102, sexta-feira, 28 de maio de Imprensa Nacional, Brasília. MOULON, T.P. & SOUZA, M.L Conservação com base em bacias hidrográficas. In Biologia da conservação: essências (C.F.D. Rocha, H.G. Bergallo, M.V. Sluys & M.A.S. Alves, eds.). Rima Editora, São Carlos, p OYAKAWA, O.T., AKAMA, A., MAUTARI, K.C. & NOLASCO, J.C Peixes de riachos da Mata Atlântica. Editora Neotropica, São Paulo, 201 p. 19

6 PEIXOTO, M Pagamento por Serviços Ambientais Aspectos teóricos e proposições legislativas. Núcleo de Estudos e Pesquisas do Senado. Textos para Discussão p, disponível em <http://www.senado.gov.br/senado/conleg/textos_discussao/td105- MarcusPeixoto.pdf>. PORTAL ODM OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO Acompanhamento Municipal dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Pagamento por serviços ambientais (PSA): conheça como funciona. Disponível em <http://www.portalodm.com.br/pagamento-por-servicos-ambientais-psa-conheca-comofunciona--n--554.html> PROJETO DIVERSIDADES- Efetividade de Unidades de Conservação no Estado do Espírito Santo para a proteção da biodiversidade Parceria UFES/ MBML. Fomento: FAPES SAUNDERS, D.L., MEEUWIG, J.J. & VINCENT, A.C.J Freshwater protected areas: strategies for conservation. Conservation Biology 16: SARMENTO-SOARES, L.M., MAZZONI, R. & MARTINS- PINHEIRO, R.F A fauna de peixes nas bacias litorâneas da Costa do Descobrimento, Extremo Sul da Bahia, Brasil. Sitientibus, Série Ciências Biológicas, 9(2/3): SECRETARIA DA AGRICULTURA, ABASTECIMENTO, AGRICULTURA E PESCA SEAG Governo reformula leis para ampliar a cobertura florestal no ES. Disponível em <http://www.seag.es.gov.br/?p=24841> TURNER, M. G. & GARDNER, R. H Landscape Ecology - in theory and practice. New York: Springer-Verlag. 20

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