Produtos e serviços não têm valor a menos que estejam sob a posse do cliente quando e onde ele deseja consumi-los.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Produtos e serviços não têm valor a menos que estejam sob a posse do cliente quando e onde ele deseja consumi-los."

Transcrição

1

2 Sumário Introdução...3 Conceitos de logística...3 Componentes da logística...5 Funções logísticas...5 Exemplo de logística...6 Resumo do conceito de logística...7 Evolução da logística...7 Missão da logística...8 Ferramentas chaves de logística...17 Just in Time...17 KANBAN...18 Mais ferramentas da logística...18 Ferramentas de suporte...19 ERP...20 WMS...21 EDI...22 ECR...23 Mais ferramentas de suporte...24 Gerenciamento Logístico...25 Principais desafios...26 Logística reserva...27 Conceito...28 Evolução da Logística Reversa...28 Processos e fluxos logísticos reversos...29 Principais processos reversos...31 Conclusão e desafios futuros

3 Introdução A logística trata da administração do fluxo de bens e serviços em organizações orientadas ou não para o lucro. É um assunto vital e freqüentemente absorve parte substancial do orçamento operacional de uma organização. Suas atividades típicas incluem, entre outras: transportes, gestão de estoques, processamento de pedidos, compras, armazenagem, manuseio de materiais, embalagem e programação da produção. O problema enfrentado pela logística é diminuir o intervalo entre a produção e a demanda, de modo que os consumidores tenham bens e serviços quando e onde quiserem, e na condição física que desejarem. Vencer tempo e distância na movimentação de bens ou na entrega de serviços de forma eficaz e eficiente é a tarefa do profissional de logística. Ou seja, sua missão é colocar as mercadorias ou serviços certos no lugar e no instantes corretos e na condição desejada, ao menor custo possível. Iremos dar uma visão geral da administração em organização com atividades logísticas. Nesse módulo iremos buscar os seguintes conhecimentos: Conceito de Logística; Missão de Logística; Logística Internacional; Politicas Econômicas Internacional; Ferramentas Chaves da Logística; Ferramentas de Suporte; Gerenciamento Logístico e Logística Reversa. Conceitos de logística Produtos e serviços não têm valor a menos que estejam sob a posse do cliente quando e onde ele deseja consumi-los. Ronald H. Ballou Já ouviram falar nesta tal de Logística? Bom, iniciaremos vendo alguns dos muitos conceitos encontrados em livros, revistas, internet, etc., mas, que acabam por convergem em uma única linha de pensamento, que veremos a seguir: Segundo o Dicionário Aurélio (1986, 2ed. P 1045): Segundo o CLM Council of Logistics Management (Conselho de Administração Logística): 3

4 Parte da arte da guerra que trata do planejamento e da realização de: a) Projeto e desenvolvimento, obtenção, armazenamento, transporte, distribuição, reparação, manutenção e evacuação de material (para fins operativos ou administrativos); É o processo de planejamento, implementação e controle do fluxo eficiente e economicamente eficaz de matérias-primas, estoque em processo, produtos acabados e informações relativas desde o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes. b) Recrutamento...etc... Segundo MAGEE, 1997, p.6: A palavra logística é de origem francesa, do verbo loger, alojar. Era um termo militar que significava a arte de transportar, abastecer e alojar as tropas. Depois tomou um significado mais amplo, tanto para uso militar como industrial: A arte de administrar o fluxo de materiais e produtos, da fonte para o usuário. Segundo BALLOU, 1993: A logística estuda a maneira como a administração pode melhorar o nível de rentabilidade nos serviços de distribuição aos consumidores, por meio de planejamento, organização e controle efetivo das atividades de movimentação e armazenagem, cujo objetivo é facilitar o fluxo de produtos, diminuindo o hiato entre a produção e a demanda, de modo que os consumidores tenham bens e serviços quando e onde quiserem, e na condição física que desejarem. A partir da abordagem de diferentes autores no que diz respeito ao termo logística e seus elementos correlatos, conclui-se que ele vem sendo mais comumente empregado para designar a distribuição de produtos, ao passo que o termo logística integrada vem sendo utilizado para designar, de uma maneira mais abrangente, o gerenciamento do suprimentos de materiais e a distribuição de produtos. Pode-se definir logística integrada como gestão do fluxo de materiais, produtos, pessoas e informações, da fonte fornecedora até o consumidor final. Os conceitos básicos de logística estão fundamentados na teoria de sistema, em que se consideram entradas, os materiais no ponto de origem, e saídas, os produtos entregues no destino. O projeto e a administração do sistema logístico influenciam diversas funções dentro da empresa, principalmente aquelas que incluem compras, produção, finanças, contabilidade e marketing. 4

5 Componentes da logística O sistema logístico é composto pelos seguintes elementos ou componentes: Estoques de produtos: permite que o sistema se adapte às variações da demanda; Aquisição e controle da matéria-prima: estoque de matéria-prima é fator essencial na manutenção da capacidade produtiva; Meios de transporte e de entrega local: são consideradas todas as etapas do transporte, sendo o fornecedor ou consumidor o responsável pelo seu pagamento; Capacidade de produção e conversão: capacidade dos elementos (componentes) de produção do sistema logística de produzir os requisitos médios e de também enfrentar as variações da procura total e dos produtos; Armazém: inclui todos os armazéns da fábrica, os regionais, os locais e os estoques dos distribuidores; Comunicação e controle: todo o sistema logístico é administrado por um sistema de comunicação e controle, que processa os pedidos do comprador, recebe instruções para remover ou enviar materiais e mantém o registro da posição do material; Recursos humanos: o sistema também inclui pessoas responsáveis pela venda, pela tomada de decisões quanto à operação, e pessoas que transportam. Assim, concluimos que o sistema logístico influencia diversas funções dentro da empresa, principalmente, aquelas que incluem compras, produção, finanças, contabilidade e marketing. Funções logísticas Serviço ao cliente O serviço ao cliente é um componente fundamental da logística, pois todas as funções logísticas contribuem para o nível de serviço que a empresa presta a seus clientes. Portanto, para que uma empresa desenvolva uma eficiente estratégia de serviço ao cliente, é necessário que concentre esforços em sua estratégia logística. Um processo logístico coordenado e eficiente resulta nos fatores extras que o consumidor procura, como rapidez na entrega, disponibilidade do produto, bom atendimento, entre outros itens de serviços. Transporte É uma das principais funções logísticas, sendo fundamental para que os objetivos logísticos - o produto certo, na quantidade certa, na hora certa, no lugar certo e ao menor custo possível - sejam atingidos. Ou seja: a função transporte está fundamentalmente ligada aos fatores tempo, 5

6 utilidade e lugar. O transporte representa a maior parcela dos custos logísticos, significando 60% das despesas logísticas. Estoque São elementos reguladores entre as atividades de transporte, fabricação e o processamento, que permitem uma operação econômica e eficaz do sistema. Para que se estabeleça uma política de estoques, existem quatro questões básicas que devem ser bem definidas: quanto pedir, quando pedir, quanto manter em estoques de segurança e onde localizar/armazenar. Armazenagem Esta função tem como finalidade contribuir de forma eficiente para que a empresa alcance nível de serviço cada vez mais elevado, em termos de disponibilidade de estoque e tempo de atendimento. Exemplo de logística Mas, vamos a um exemplo, mais atual: Se você quiser encontrar a prova das habilidades e capacidades da indústria americana, onde você iria? Com muitas fábricas tendo se mudado para a China, onde está a vanguarda da indústria norte-americana? De acordo com a Bussinees Week, você tem que ir a um restaurante de fast food! Entre na cozinha do Taco Bell e encontrará fortes argumentos contra a idéia que os Estados Unidos perderam sua vantagem em sistemas de fabricação. Seja no Taco Bell, McDonald s, Wendy s ou Burger King você encontrará uma pequena fábrica, com um gerente que supervisiona uns 30 empregados, organiza os turnos, cuida dos estoques e dos fornecedores, administra uma linha de montagem produzindo com controle de qualidade invejável à muitas indústrias, com alto volume, gerando receitas de 1 milhão a 3 milhões de dólares por ano, tudo isso com clientes que aparecem no balcão da loja o dia inteiro para comprar o produto, e que o querem para ontem! O CEO do Taco Bell, Greg Creed, um veterano da divisão de detergentes e produtos pessoais da Unilever pensa assim: Eu acreditava que na Unilever nós tínhamos 5 fábricas. Bem, no Taco Bell hoje temos 6000 fábricas, muitas delas funcionando 24 horas por dia. 6

7 Resumo do conceito de logística É como se os grandes avanços da civilização humana, desde a criação de animais até matemática, passando pela arquitetura e pela manufatura e tecnologia de informação, todos fossem entregues com uma bandeja no balcão. (MAGEE, 1997, p. 1) Evolução da logística Agora iremos voltar um pouco no tempo e conhecer a evolução da logística, para isso, clique na linha do tempo abaixo. Até os anos 40 O foco estava nas questões de transporte para o escoamento da produção agrícola, uma vez que a demanda existente, na maioria dos casos, superava a capacidade produtiva das empresas. 40 até os anos 60 A ênfase estava nos aspectos relativos ao fluxo de materiais, e em especial nas questões de armazenamento e transporte, tratadas separadamente no contexto da distribuição de bens. 60 até os anos 70 Estabelecimento de visão integrada das questões logísticas, explorando-se aspectos como custo total e uma abordagem sistêmica do processo produtivo. O foco deixa de recair na distribuição física para abranger um leque mais amplo de funções, sob a influência da economia industrial. 70 até os anos 80 O foco estava no cliente, com ênfase na produtividade e nos custos de estoques. Surgem modelos matemáticos sofisticados para tratar as questões estocásticas, novas abordagens para a questão dos custos não só dos processos logísticos, mas ainda, da questão contábil. 7

8 80 até os anos 90 Retoma-se, com maior ênfase, a visão da logística integrada e inicia-se a visão da administração da cadeia de abastecimento (Supply Chain Management) cujo pano de fundo é a globalização e o avanço da tecnologia da informação - TI. 90 até os dias atuais Apresenta um enfoque mais estratégico, em que a logística passa a ser vista como um elemento diferenciador para as organizações. Surge o conceito de Supply Chain Management (SCM), com a utilização das ferramentas disponibilizadas pela tecnologia da informação -TI. Missão da logística A missão da logística é dispor a mercadoria ou o serviço certo, no lugar certo, no tempo certo e nas condições desejadas, ao mesmo tempo em que fornece a maior contribuição à empresa. A logística de uma empresa é um esforço integrado com o objetivo de ajudar a criar valor para o cliente pelo menor custo total possível. A logística existe para satisfazer às necessidades dos clientes, facilitando as operações relevantes de produção e marketing. O desafio é equilibrar as expectativas de serviços e os gastos de modo a alcançar os objetivos do negócio. Para melhor definição, a empresa deve manter um pensamento único, tentando substituir os planos convencionais e isolados de marketing, distribuição, produção e compra de materiais. A logística é um conceito integrador que procura desenvolver uma visão da empresa como amplo sistema, ou seja, é um conceito de planejamento que tenta criar uma estrutura na qual as necessidades do mercado possam ser realizadas em uma estratégia e em um plano de fabricação. Resumindo, essa é a missão do gerenciamento logístico. 8

9 Logística internacional Inicialmente, é preciso considerar que o mercado externo é formado por países com idiomas, hábitos, culturas e leis muito diversas, dificuldades estas que devem ser consideradas pelas empresas que se preparam para exportar / importar. Vai de longe o tempo em que as nações produziam para consumo próprio ou mesmo quando começaram as trocas sistemáticas de mercadorias entre os povos. O comércio internacional deu os primeiros passos na Antiguidade e atravessou a Idade Média marcado por intensas rotas marítimas e, depois de percorrer diversos momentos históricos, com a ajuda da logística internacional, chega ao século XXI com alto grau de profissionalismo e exigências. Não há a menor dúvida sobre a importância da logística internacional para o desenvolvimento da economia tanto na escala nacional como na mundial. De fato, entre outros aspectos, a logística internacional tende a promover uma relativa equalização da distribuição mundial de bens e serviços, reduzindo a disparidade entre o escasso e o abundante. Por outro lado, tende também a promover uma relativa equalização dos custos de produção, reduzindo a disparidade entre preços de oferta e de demanda. Dessa forma, torna-se um instrumento que aproxima nações distintas com objetivos similares: a melhoria do bem-estar social de suas populações. A logística internacional demanda eficiência na produção e na negociação das mercadorias. A colocação de produtos no mercado externo exige o aproveitamento adequado dos meios de transporte disponíveis, sendo que o transporte internacional é fator fundamental na definição do custo final da mercadoria e no atendimento das condições acertadas entre o importador, prazo e condições de entrega. Com a globalização, há o acirramento da concorrência, numa economia aberta, empresas de diversas partes do planeta passam a disputar o mercado antes dominado por empresas locais. Novas empresas surgem, trazendo vantagens competitivas: menor preço, menor prazo na entrega, qualidade e outros benefícios. As implicações desse fenômeno para a logística são várias e importantes. Aumentam o número de clientes e pontos-de-venda, crescem os números de fornecedores e os locais de fornecimento, aumentam as distâncias a serem percorridas e a complexidade operacional, envolvendo legislação, cultura e modais de transporte. 9

10 Canais de distribuição internacional Sabe-se que o transporte marítimo é o mais utilizado, mas, em alguns casos específicos dá-se prioridade ao transporte aéreo, quando a mercadoria a ser entregue está com o prazo de entrega estourado, para que se cumpram o acordo de prazo de entrega com o cliente internacional. Os navios onde são transportadas as mercadorias, na maioria das vezes são de propriedade particular, sendo que os cais e os portos pertencem a entidades públicas locais, repartições governamentais ou empresas privadas. O s navios apresentam diversos tipos de tamanhos, características e tipos. Tem capacidade para transportar grandes cargas de mercadorias de qualquer natureza, sendo estas a granel, soltas ou unitizadas em paletes ou contêineres. Por meio de equipamentos de refrigeração, os navios denominados reefers, podem transportar cargas com controle de temperatura. Os navios mais modernos são os porta contêineres, que a princípio são adaptáveis e apropriados a qualquer tipo de carga. Existem diversas linhas de navegação, podendo ser de longo curso, as quais realizam transporte entre países com trajetos de extensão variada; e as de pequeno e médio percurso as quais podem ser entre países no mesmo continente, bem próximos uns aos outros. Como exemplo de linha de longo percurso, podemos citar: Lisboa-Itajaí, Rotterdam-New York, entre outros, e de médio percurso Santos-Buenos Aires, etc. Você conhece um porto e seus navios? Visite o site em destaque então, pois este mostra todos os navios e portos em tempo real de movimentação! Acesse Observe agora os principais tipos de comerciantes no exterior: Importador-distribuidor: É o tipo de comércio no país de destino, que se dedica ao comércio de importação e distribuição de mercadorias por ATACADO; Subsidiária de vendas do produtoexportador: Empresa criada no país de destino, que se responsabiliza pela montagem e manutenção de rede de distribuição própria naquele mercado; Rede de comércio atacadista e varejista: Estabelecida no país de destino, habitualmente mantém departamento próprio de importação e providencia a distribuição do produto, inclusive por intermédio de subsidiárias. 10

11 Condições de venda (incoterms) Os direitos e obrigações recíprocos do exportador e importador são, dentro da estrutura de um contrato de compra e venda internacional, definidos pelos chamados Incoterms (International commercial terms) ou Termos internacionais de comércio, que estabelecem um conjunto-padrão de definições determinando regras e práticas neutras. Por exemplo: Onde o exportador deverá entregar a mercadoria? Quem paga o frete? Quem é o responsável pela contratação de seguro? Os Incoterms são os agentes determinantes na Logística internacional, são eles que definem os direitos e obrigações mínimos do vendedor e do comprador quanto a fretes, seguros, movimentação em terminais de cargas, liberações em alfândegas e obtenção de documentos. Mas, isso será visto mais detalhado na parte de comércio exterior. Para simplificar, a idéia de conhecer estes termos, seria para mostrar como os mesmos, influenciam diretamente a Logística Internacional. A utilização de 14 destes termos internacionais, foi disciplinada pela Câmara de Comércio Internacional e divididos em grupos, para facilitar o atendimento. Abaixo uma breve apresentação destes: Grupo E (Partida) Grupo F FAS FOB Grupo C CFR CIF CPT CIP Grupo D DES DEQ DDU DDP E de Ex (partida - mínima obrigação para o exportador) EXW - Ex works - A partir do local de produção (... local designado): fábrica, armazém, etc. Transporte internacional não pago F de Free (Transporte principal não pago pelo exportador) ou FCA - Free Carrier - Transportador livre (... local designado). Free alongside ship - Livre no costado do navio (... porto de embarque). Free on board - Livre a bordo (...porto de embarque designado). Transporte internacional pago C de Cost ou Carriage (Transporte principal pago pelo exportador). Cost and freight - Custo e frete (...porto de destino designado). Cost, insurance amd freight - Custo, seguro e frete (... porto de destino designado). Carriage paid to - Transporte pago até (...local de destino designado). Carriage and insurance paid to - Transporte e seguros pagos até (...local de destino). Chegada - D de delivery (Chegada - máxima obrigação para o exportador). Delivered ex ship - Entregue a partir do navio (... porto de destino designado). Delivered ex quay - Entregue a partir do cais (... porto de destino designado). Delivered duty unpaid - Entregue, direitos não pagos (... local de destino designado). Delivered duty paid - Entregue, direitos pagos (... local de destino designado). 11

12 Política econômica internacional Com a abertura de mercado, circulação de informações e a formação dos blocos econômicos, a globalização acabou aproximando os povos e consequentemente aumentando a importância das relações internacionais na vida cotidiana de cada um. A nível de governo, atualmente, a globalização faz com que as ações de política externa afetem diretamente a política interna e vice-versa, de modo que a linha que as separam seja quase imperceptível. Sendo assim, analisando as características do processo de globalização vivido atualmente, pode-se perceber que ela constitui, de fato, um novo direcionamento ideológico no contexto das relações internacionais, pois atua como linha mestra nas relações político-econômicas em todo o mundo. Globalização O termo globalização, embora comporte diversas conceituações no âmbito da política econômica, caracteriza-se pelo crescimento da atividade econômica para além das fronteiras políticas, regionais e nacionais de um Estado, em proporções mundiais, possibilitando aos diversos atores, em movimentos migratórios, buscar nas trocas e nos investimentos o lucro pela livre concorrência. É um processo centrífugo e microeconômico. O primeiro destes aspectos abrange o comportamento e as estratégias das empresas, com ativos financeiros, com tecnologia e controle de haveres. As forças microeconômicas, de sua vez, podem ser estimuladas, como se asseverou anteriormente, pela atuação do poder público, tal como através da desregulamentação de mercados financeiros, reforço ou rebaixamento de entraves políticos à concorrência, às trocas, ao investimento. Os efeitos da globalização, de modo muito sucinto, podem ser descritos como: Redução da distância econômica entre países, regiões e agentes; Limitação da soberania dos governos nos planos nacional e internacional; Perturbação dos oligopólios existentes, através da mudança das regras de mercado na luta pela vantagem competitiva entre empresas de um país ou entre países; Interação das formas microeconômicas. A resultante destes efeitos é uma interdependência internacional, à luz das intrincadas relações entre os mercados. De modo geral, dentro do espírito de livre concorrência, o mundo globalizado busca a criação de economias de escala e o aumento de eficiência econômica das trocas, obviamente, ideais também almejados nos processos de regionalização. 12

13 Blocos Econômicos Um dos aspectos mais importantes na formação dos blocos econômicos é a redução ou a eliminação das alíquotas de importação, com vistas à criação de zonas de livre comércio. Os blocos aumentam a interdependência das economias dos países membros. Agora que você já sabe o que são Blocos Econômicos, vamos conhecer cada um deles, para isso, clique nos blocos abaixo: União Europeia Tem sua origem em 1957 na antiga CEE - Comunidade Econômica Européia. Em 1991 é aprovado em Maastricht (Holanda) o Tratado da União Européia, em 1992 consolida-se o Mercado Comum Europeu, com a eliminação de barreiras alfandegárias entre os países membros. O tratado da União Européia, já composto de dois outros, o da União Política e o da União Monetária e Econômica, que estabelece a criação de uma moeda única (o EURO), entra em vigor em 1993, com a participação de 15 países, tornando-se o segundo maior bloco econômico do planeta, com uma população de 374 milhões de habitantes e um PIB de 8 trilhões de dólares. Em janeiro de 2007 com a entrada da Romênia e Bulgária a UE passa a ter 27 integrantes. Com essa nova configuração a União Européia passa a contar com uma população de quase 500 milhões de pessoas, 20 línguas oficiais, o PIB (Produto Interno Bruto) em 2004 de aproximadamente 12,6 trilhões de dólares, superior ao PIB americano (11,5 trilhões de dólares), tornando-se o maior bloco econômico do planeta. Nafta North American Free Trade Agreement O Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) é um instrumento de integração das economias dos EUA, do Canadá e do México. Iniciado em 1988 por norte-americanos e canadenses, o bloco recebe a adesão dos mexicanos em Com ele, consolida-se o intenso comércio regional da América do Norte. O Nafta entra em vigor em janeiro de 1994, com um prazo de 15 anos para a total eliminação das barreiras alfandegárias entre os três países membros, Canadá, EUA e México. 13

14 Mercosul Mercado Comum do Sul: Criado em Em 1995, instala-se uma zona de livre comércio, situação em que cerca de 90% das mercadorias fabricadas nos países membros podem ser comercializadas internamente sem tarifas de importação. O Mercosul cuja estrutura física e administrativa esta sediada em Montevidéu, tem um mercado potencial de 220 milhões de consumidores e um PIB de 1,1 trilhão de dólares. Deve-se considerar também que, no decorrer do século 21, a água será um elemento estratégico essencial, e neste caso é importante destacar que dentro do Mercosul estão as duas maiores bacias hidrográficas do planeta: a do Prata e a da Amazônia. O Mercosul tem como atuais membros Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Venezuela. Alca A Área de Livre Comércio das Américas (Alca) surge em 1994 com o objetivo de eliminar as barreiras alfandegárias entre os 34 países americanos, exceto Cuba. As negociações para consolidação da Alca estão congeladas, pois, entre os seus objetivos não revelados, um era minimizar a influência do Brasil no Mercosul, essa influência não aconteceu. APEC A Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec) é um bloco econômico formado para promover a abertura de mercado entre 20 países e Hong Kong (China), que respondem por cerca de metade do PIB e 40% do comércio mundial. Oficializada em 1993, pretende estabelecer a livre troca de mercadorias entre todos os países do grupo até Membros - Austrália, Brunei, Canadá, Indonésia, Japão, Malásia, Nova Zelândia, Filipinas Cingapura, Coréia do Sul, Tailândia, EUA (1989); China, Hong Kong (China), Taiwan (Formosa) (1991); México, Papua Nova Guiné (1993); Chile (1994); Peru, Federação Russa, Vietnã (1998). ASEAN A Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) surge em 1967, na Tailândia, com o objetivo de assegurar a estabilidade política e de acelerar o processo de desenvolvimento da região. Hoje, o bloco representa um mercado de 510 milhões de pessoas e um PIB de 725,3 bilhões de dólares. A eliminação das barreiras econômicas e alfandegárias entrará em vigor no ano Em 1999, a Asean admite como membro o Camboja. Membros - Indonésia, Malásia, Filipinas, Cingapura, Tailândia(1967), Brunei (1984), Vietnã (1995), Mianmar, Laos (1997), Camboja (1999). 14

15 CARICOM O Mercado Comum e Comunidade do Caribe (Caricom), criado em 1973, é um bloco de cooperação econômica e política formado por 14 países e quatro territórios. Em 1998, Cuba foi admitida como observadora. O bloco marca para 1999 o início do livre comércio entre seus integrantes. Membros - Barbados, Guiana, Jamaica, Trinidad e Tobago (1973); Antígua e barbuda, Belize, Dominica, Granada, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, São Cristóvão e Névis (1974); Suriname (1995); Bahamas torna-se membro em 1983, mas não participa do mercado comum. O Haiti é admitido em julho de 1997, porém suas condições de acesso ainda não foram concluídas. Territórios: Montserrat (1974); ilhas Virgens Britânicas, Ilhas Turks e Caicos (1991); Anguilla (1999). CEI A Comunidade dos estados Independentes (CEI) é uma organização criada em 1991 que reúne 12 das 15 repúblicas que formavam a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Ficam de fora apenas três países bálticos: Estônia, Letônia e Lituânia. Organiza-se em uma confederação de Estados, que preserva a soberania de cada um. A comunidade prevê a centralização das Forças Armadas e o uso de uma moeda comum: o rublo. Membros - Armênia, Belarus, Cazaquistão, Federação Russa, Moldávia, Quirguistão, Tadjiquistão, Turcomenistão, Ucrânia, Uzbequistão (1991); Georgia, Azerbaijão (1993). CAFTA DR Central American Free Trade Agreement- Dominican Republic - O Congresso norte-americano aprovou o Cafta-DR (Acordo de Livre Comércio da América Central e República Dominicana) por 217 a 215 votos, na madrugada desta quinta-feira (28/07/2005). O projeto vem sendo tratado como alternativa dos países desenvolvidos à Alca (Área de Livre Comércio das Américas), cujas negociações estão emperradas. Apesar de o Brasil não participar diretamente do acordo, a aprovação do tratado pode beneficiar o país, pois o açúcar brasileiro ganharia competitividade com a eventual eliminação de cotas de importação ao produto nos EUA. O Cafta envolve, além dos EUA, Costa Rica, El Salvador, Nicarágua, Honduras, Guatemala e República Dominicana. PACTO ANDINO Bloco econômico instituído em 1969 pelo Acordo de Cartagena - seu nome oficial - com o objetivo de aumentar a integração comercial, política e econômica entre seus países-membros. Também é conhecido como Grupo ou Comunidade Andina. Membros: Bolívia, Colômbia, Equador e Peru (1969); Venezuela (1973). O Chile sai em O Panamá participa como observador. 15

16 SADC A Comunidade da África Meridional para o Desenvolvimento (SADC) é estabelecida em 1992 para incentivar as relações comerciais entre seus 14 países-membros, com o objetivo de criar um mercado comum e também promover esforços para estabelecer a paz e a segurança na conturbada região. Há planos de adotar uma moeda comum em Membros: Angola, África do Sul, Botsuana, Lesoto, Malauí, Maurício, Moçambique, Namíbia, República Democrática do Congo, Seicheles, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbábue. 16

17 Ferramentas chaves de logística Quando falamos de ferramentas logísticas, estamos falando de uma maneira apropriada de administrar nosso estoque. Caberá a cada um de nós profissionais de logística analisarmos e sabermos qual delas se aplicará melhor à nossa realidade. Não adianta termos somente os melhores softwares se não tivermos a(s) melhor(es) ferramenta(s) para nos auxiliar na logística, se não tivermos pessoal treinado e qualificado para executá-las. A tecnologia está sempre presente. Os softwares trabalham de acordo com as informações que alimentamos o sistema, para nos dar as informações que solicitarmos, no momento em que precisarmos. A seguir veremos algumas das ferramentas mais utilizadas nas empresas, para que possamos conhecê-las melhor e analisarmos qual delas devemos aplicar de acordo com a realidade de cada empresa. Siga em frente. Just in Time O just in time surgiu no Japão, em meados da década de 70. Sua idéia básica e seu desenvolvimento, são creditados à Toyota Motor Comapny, que buscava um sistema de administração que pudesse coordenar, precisamente a produção, com a demanda específica de diferentes modelos e cores de veículos, com o tempo mínimo de atraso. O sistema de puxar a produção à partir da demanda, produzindo em cada estágio somente os ítens necessários, nas quantidades necessárias e no momento necessário. O JIT é muito mais que uma técnica ou um conjunto de técnicas de administração da produção, é considerado como uma ferramenta que inclui aspectos de administração de materiais, gestão da qualidade, arranjo físico, organização do trabalho, gestão de recursos humanos, entre outros. 17

18 KANBAN Metodologia de programação de compras, produção e controle de estoques extremamente precisa e ao mesmo tempo barata; que se utiliza de cartões, que permitem o controle visual da posição de estoque de qualquer ítem, a qualquer momento. Veja agora as principais ferramentas do KANBAN, para isso, clique nas abas abaixo. Cross-Docking Cross-Docking é um método que movimenta os produtos de um fornecedor através de um centro de distribuição, ou não, sem armazenar o produto por um longo tempo, permitindo a uma companhia acelerar o fluxo dos produtos para o consumidor. VMI - Vendor Managent Inventory Gerenciamento do estoque do cliente, efetuado pelo fornecedor com parâmetros acordados entre as duas partes. Condomínio ou Just-In-Sequence Sistema de fornecimento onde os fornecedores estão instalados nas imediações das empresas, abastecendo as mesmas diretamente na linha de produção. Em seqüência, pré-estipula em tempos determinados. Mais ferramentas da logística Vejamos agora mais algumas ferramentas utilizadas na logística. Consórcio Modular: Sistema de parceria entre modulistas e empresas, onde os fornecedores estão instalados dentro da planta das empresas e participam diretamente da produção das mesmas. Milk Run: É um sistema de coleta programada de materiais, que utiliza um único equipamento de transporte, normalmente de algum Operador Logístico, para realizar as coletas em um ou mais fornecedores e entregar os materiais no destino final, sempre em horários pré-estabelecidos. Transit Point: Tem como objetivo atender à determinada região, distante da fonte de abastecimento. Em um veículo maior, como uma carreta, as cargas são consolidadas e enviadas, serão repassadas em um local pré-determinado para outros veículos menores, facilitando o acesso até entrega ao cliente. 18

19 Ferramentas de suporte Agora vamos analisar, quais as ferramentas que nos darão um suporte ideal, para que possamos aprimorar nossa gestão logística. Vamos começar falando sobre a tecnologia da irnformação e a logística, veja! A Tecnologia da Informação consiste em várias tecnologias que coletam, processam, armazenam e transmitem informações com suporte de hardware e software, utilizados por toda uma cadeia logística para agrupar e analisar informações. Os sistemas de informação que automatizam as áreas funcionais de uma empresa vendas, marketing, produção, finanças contabilidade e recursos humanos, são cada vez mais procurados. É importante ressaltar que devemos ter muito cuidado na hora da aquisição. Estes sistemas são os primeiros a serem implantados na maioria das empresas. Os principais sistemas de informações gerenciais dão suporte aos processos globais da empresa, abrangendo todas as unidades organizacionais e conectando a empresa a seus clientes e fornecedores. Assim destacamos dentro dos processos logísticos os sistemas (ERP) sistemas para toda a empresas, (WMS) sistemas para centros de distribuição, (TMS) sistemas para empresas de transporte. Para se fazer uso adequado da Tecnologia da Informação na Logística é importante que se tenha o conhecimento dos processos logísticos, sabendo quais são as melhores práticas a serem utilizadas para cada momento de seu processo. Na grande maioria das vezes, ainda, muitas empresas mal conhecem o conceito de Logística e menos ainda as ferramentas que podem dar a sustentação para o bom desempenho de suas atividades. 19

20 ERP ERP (Enterprise Resource Planning) - Planejamento dos Recursos da Empresa Os sistemas ERP foram desenvolvidos nos anos 90. Estes sistemas integram e coordenam os principais processos da empresa através de um software, organizando e disseminando a informação de forma integrada entre as diferentes áreas da companhia. Essa integração faz uso de uma base de dados comum a toda empresa, consolidando assim toda a operação do negócio em um único ambiente computacional. Dessa forma, procura-se evitar redundâncias e inconsistências de dados, assegurando-se a integridade do fluxo de informações. A grande vantagem da implementação do ERP advém da sua própria concepção integrada, permitindo assim uma maior eficiência, eficácia e rapidez nos processos de coleta, armazenagem, transferência e processamento das informações corporativas. Esta concepção pode ser representada pelos seguintes benefícios: Unicidade de dados: utilização da mesma informação por todos os setores da empresa, conforme perfil do usuário; Integração das informações através da automação e padronização dos processos; redução dos inconvenientes proporcionados pela transferência de dados entre os diferentes setores de uma mesma empresa, eliminando interfaces complexas e caras entre sistemas não projetados para compartilhar dados; produção e acesso a informações em tempo real por toda a empresa; Adoção de melhores práticas de negócio: obtenção de ganhos de produtividade e de velocidade de resposta da empresa suportados pelas funcionalidades do ERP; Redução de custos: otimização do fluxo de materiais através de um maior controle da informação e dos processos permitindo uma redução dos estoques e uma redução das atividades que não agregam valor; Melhoria no nível de serviço: auxílio na tomada de decisões suportados por uma base de dados que reflete a realidade da empresa e do mercado, permitindo identificar qual, quanto, como, quando e onde os recursos podem ser utilizados, gerando melhorias de qualidade, produtividade e de serviço prestado ao cliente interno e externo à empresa. O sistema ERP hoje não é um diferencial competitivo, mas sim uma necessidade para as empresas continuarem competitivas no mercado. 20

BLOCOS ECONÔMICOS. Amanda Vasconcelos de Araújo 2º ANO 4 Tarde - Sala 402 Prof. Fernandes

BLOCOS ECONÔMICOS. Amanda Vasconcelos de Araújo 2º ANO 4 Tarde - Sala 402 Prof. Fernandes BLOCOS ECONÔMICOS Amanda Vasconcelos de Araújo 2º ANO 4 Tarde - Sala 402 Prof. Fernandes Blocos Econômicos Introdução Os blocos econômicos surgiram da necessidade de desenvolver a economia de determinados

Leia mais

Logística empresarial

Logística empresarial 1 Logística empresarial 2 Logística é um conceito relativamente novo, apesar de que todas as empresas sempre desenvolveram atividades de suprimento, transporte, estocagem e distribuição de produtos. melhor

Leia mais

Geografia: ROCHA Globalização A globalização é a mundialização da economia capitalista que forma o aumento do processo de interdependência entre governos, empresas e movimentos sociais. Globalização Origens

Leia mais

econômicos regionais e a economia brasileira

econômicos regionais e a economia brasileira 20 Blocos econômicos regionais e a economia brasileira Meta da aula Apresentar os principais blocos econômicos regionais e a relação com a economia brasileira. Objetivos Esperamos que, após o estudo do

Leia mais

Comércio (Países Centrais e Periféricos)

Comércio (Países Centrais e Periféricos) Comércio (Países Centrais e Periféricos) Considera-se a atividade comercial, uma atividade de alto grau de importância para o desenvolver de uma nação, isso se dá pela desigualdade entre o nível de desenvolvimento

Leia mais

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO A melhor formação cientifica, prática e metodológica. 1 POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA Marketing Vendas Logística ANTES: foco no produto - quantidade de produtos sem qualidade

Leia mais

Necessidade de visto para. Não

Necessidade de visto para. Não País Necessidade de visto para Turismo Negócios Afeganistão África do Sul Albânia, Alemanha Andorra Angola Antígua e Barbuda Arábia Saudita Argélia. Argentina Ingresso permitido com Cédula de Identidade

Leia mais

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi LOGÍSTICA 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA O conceito de Logística sempre envolve um fluxo de materiais de uma origem ou destino e, no outro sentido, um fluxo

Leia mais

Data: GEOGRAFIA TUTORIAL 5B. Aluno (a): Equipe de Geografia IMAGENS BASE. Fonte: IBGE, 2009.

Data: GEOGRAFIA TUTORIAL 5B. Aluno (a): Equipe de Geografia IMAGENS BASE. Fonte: IBGE, 2009. Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 5B Ensino Médio Equipe de Geografia Data: GEOGRAFIA IMAGENS BASE Fonte: IBGE, 2009. Colégio A. LIESSIN Scholem Aleichem - 1 - NANDA/MAIO/2014-488 TEXTO BASE Os blocos

Leia mais

GUIA PRÁTICO DE APOIO ÀS EXPORTAÇÕES

GUIA PRÁTICO DE APOIO ÀS EXPORTAÇÕES GUIA PRÁTICO DE APOIO ÀS EXPORTAÇÕES 1. Aspectos operacionais 1.1 Roteiro para exportação 1º Passo Efetuar o registro de exportador na Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento,

Leia mais

Cada grupo irá explorar os blocos econômicos que serão definidos em sala de aula.

Cada grupo irá explorar os blocos econômicos que serão definidos em sala de aula. Trabalho 01 dividido em 2 partes 1ª Parte Cada grupo irá explorar os blocos econômicos que serão definidos em sala de aula. 2ª Parte Perguntas que serão expostas após a apresentação da 1ª Parte, e que

Leia mais

Artigo publicado. na edição 09. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. março/abril de 2009

Artigo publicado. na edição 09. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. março/abril de 2009 Artigo publicado na edição 09 Assine a revista através do nosso site março/abril de 2009 a : : Artigos A Importância da TI nos Processos Logísticos Tecnologia da Informação: a base sólida dos processos

Leia mais

Blocos Econômicos. MERCOSUL e ALCA. Charles Achcar Chelala

Blocos Econômicos. MERCOSUL e ALCA. Charles Achcar Chelala Blocos Econômicos MERCOSUL e ALCA Charles Achcar Chelala Blocos Econômicos Tendência recente, com origens na década de 50, com a CEE Comunidade Econômica Européia Em 2007 fez 50 anos Objetivos Fortalecer

Leia mais

Logística Integrada. Prof. Fernando Augusto Silva Marins. fmarins@feg.unesp.br. www.feg.unesp.br/~fmarins

Logística Integrada. Prof. Fernando Augusto Silva Marins. fmarins@feg.unesp.br. www.feg.unesp.br/~fmarins Logística Integrada Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins 1 Sumário Cenário Fatores para o Desenvolvimento da Logística Bases da Logística Integrada Conceitos

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil País Afeganistão África do Sul Albânia Alemanha Andorra Angola Antígua e Barbuda Arábia Saudita Argélia Argentina Armênia Austrália

Leia mais

BLOCOS ECONÔMICOS EM UM MUNDO GLOBALIZADO

BLOCOS ECONÔMICOS EM UM MUNDO GLOBALIZADO BLOCOS ECONÔMICOS EM UM MUNDO GLOBALIZADO Colégio Salesiano São José Geografia 8º ano Profº Juliano DEFINIÇÃO Recebe o nome de Bloco Econômico a associação de países que estabelecem relações econômicas

Leia mais

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo O artigo aborda relações entre logística, formação profissional e infra-estrutura do país. São debatidas questões sobre a evolução da logística no Brasil, a preparação educacional do profissional de logística

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS. Tema Princípios de conduta, de igualdade e equidade

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS. Tema Princípios de conduta, de igualdade e equidade 1 de 5 Princípios de conduta, de igualdade e equidade OBJECTIVO: Assumir condutas adequadas às instituições e aos princípios de lealdade comunitária. 1 No seu relacionamento social como se posiciona face

Leia mais

Logística Reversa de Materiais

Logística Reversa de Materiais Logística Reversa de Materiais Aplicação de ferramentas de gestão e operação da Cadeia de Abastecimento na Logística Reversa Apresentador: João Paulo Lopez Outubro / 2.008 Objetivos: Conceituar Logística

Leia mais

O Uso dos Incoterms na Exportação

O Uso dos Incoterms na Exportação O Uso dos Incoterms na Exportação Por JOSÉ ELIAS ASBEG Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil Belém - Pará Nas exportações brasileiras, são aceitas quaisquer condições de venda praticadas no comércio

Leia mais

Organizações internacionais Regionais

Organizações internacionais Regionais Organizações internacionais Regionais Percurso 4 Geografia 9ºANO Profª Bruna Andrade e Elaine Camargo Os países fazem uniões a partir de interesses comuns. Esses interesses devem trazer benefícios aos

Leia mais

As instituições internacionais e a reorganização do espaço geográfico mundial

As instituições internacionais e a reorganização do espaço geográfico mundial As instituições internacionais e a reorganização do espaço geográfico mundial ONU A ONU (Organização das Nações Unidas) foi fundada no dia 24 de outubro de 1945, em São Francisco, Estados Unidos. O encontro

Leia mais

Capítulo 03 Mercados regionais

Capítulo 03 Mercados regionais Capítulo 03 Mercados regionais As organizações decidem atuar no mercado global quando sabem que o crescimento externo será maior do que o interno. Nesse sentido, a China é um dos mercados para onde as

Leia mais

Distribuição Física. A distribuição física de produtos é realizada com a participação de alguns componentes, físicos ou informacionais, a saber:

Distribuição Física. A distribuição física de produtos é realizada com a participação de alguns componentes, físicos ou informacionais, a saber: Distribuição Física Objetivo da aula: Apresentar e discutir o conceito e os componentes do sistema de distribuição física, dentro do processo logístico. O objetivo geral da distribuição física, como meta

Leia mais

Logistica e Distribuição

Logistica e Distribuição Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição Armazenagem e Movimentação Primárias Apoio 1 2 A armazenagem corresponde a atividades de estocagem ordenada e a distribuição

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

Es t i m a t i v a s

Es t i m a t i v a s Brasileiros no Mundo Es t i m a t i v a s Ministério das Relações Exteriores - MRE Subsecretaria Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior - SGEB Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior

Leia mais

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO

SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO Rosenclever Lopes Gazoni Data MACROPROCESSO [1] AUTOMAÇÃO DE ESCRITÓRIO/COMERCIAL: Correio eletrônico; vídeo texto; vídeo conferência; teleconferência;

Leia mais

50º CONSELHO DIRETOR 62 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

50º CONSELHO DIRETOR 62 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 50º CONSELHO DIRETOR 62 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 27 de setembro a 1º de outubro de 2010 Tema 4.17 da agenda CD50/26

Leia mais

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Profª Caroline Pauletto Spanhol Cadeia de Abastecimento Conceitos e Definições Elementos Principais Entendendo a Cadeia de Abastecimento Integrada Importância

Leia mais

onda Logistics powered by Quantum

onda Logistics powered by Quantum onda Logistics powered by Quantum Sonda IT Fundada no Chile em 1974, a Sonda é a maior companhia latino-americana de soluções e serviços de TI. Presente em 10 países, tais como Argentina, Brasil, Chile,

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA Capítulo 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam

Leia mais

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração

DCC133 Introdução à Sistemas de Informação. E-business global e colaboração Curso de Bacharelado em Sistemas de Informação DCC133 Introdução à Sistemas de Informação TÓPICO 2 E-business global e colaboração Prof. Tarcísio de Souza Lima OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009 LOGÍSTICA EMPRESARIAL Rodolfo Cola Santolin 2009 Conteúdo Cadeia de suprimentos Custos Logísticos Administração de Compras e Suprimentos Logística Reversa CADEIA DE SUPRIMENTOS Logística Logística Fornecedor

Leia mais

9. INCOTERMS. CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTES: Exterior. São Paulo: Aduaneiras, 2010.

9. INCOTERMS. CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTES: Exterior. São Paulo: Aduaneiras, 2010. 9. INCOTERMS CURSO: Administração DISCIPLINA: Comércio FONTES: SILVA, Luiz Augusto Tagliacollo. Logística no Comércio Exterior. São Paulo: Aduaneiras, 2010. SOUZA, José Meireles de Sousa. Gestão do Comércio

Leia mais

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza Supply Chain Managment - SCM Conceito: Integração dos processos industriais e comerciais, partindo do consumidor final e indo até os fornecedores

Leia mais

Aula 11 TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO - (INTERNATIONAL COMMERCIAL TERMS - INCO- TERMS). MAIA (2007) apresenta a Convenção de Genebra

Aula 11 TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO - (INTERNATIONAL COMMERCIAL TERMS - INCO- TERMS). MAIA (2007) apresenta a Convenção de Genebra Aula 11 TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO - (INTERNATIONAL COMMERCIAL TERMS - INCO- TERMS). MAIA (2007) apresenta a Convenção de Genebra Em 1931, os países membros da Liga das Nações (Órgão, naquela época,

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA:

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: Prof. Jean Cavaleiro Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA: PRODUÇÃO E COMÉRCIO Introdução Entender a integração logística. A relação produção e demanda. Distribuição e demanda. Desenvolver visão sistêmica para

Leia mais

Agenciamento de Cargas Importação Marítima

Agenciamento de Cargas Importação Marítima Agenciamento de Cargas Importação Marítima Jailson de Souza Agenciamento de Cargas Definição Sistemática, como trabalha, intermediários, contratação de serviços Vantagens do Agenciamento de Cargas O que

Leia mais

SEGUROS E RISCOS EM TRANSPORTE INTERNACIONAL. Profª MSc Cristiana Rennó D Oliveira Andrade

SEGUROS E RISCOS EM TRANSPORTE INTERNACIONAL. Profª MSc Cristiana Rennó D Oliveira Andrade SEGUROS E RISCOS EM TRANSPORTE INTERNACIONAL Profª MSc Cristiana Rennó D Oliveira Andrade TRANSPORTE INTERNACIONAL Transporte Internacional: comercial e global progresso e desenvolvimento troca e circulação

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Termos Internacionais de Comércio EXW FCA FAS FOB CFR CIF CPT CIP DAP DAT DDP

Termos Internacionais de Comércio EXW FCA FAS FOB CFR CIF CPT CIP DAP DAT DDP Termos Internacionais de Comércio EXW FCA FAS FOB CFR CIF CPT CIP DAP DAT DDP Aspectos Gerais Cada vez mais as empresas recorrem às potencialidades do mercado global. Neste contexto é necessária a perfeita

Leia mais

SEMINÁRIO TEMÁTICO VII: COMÉRCIO EXTERIOR EXEMPLO 1 EXEMPLO 2 AULA 02: OS FLUXOS COMERCIAIS BRASILEIROS

SEMINÁRIO TEMÁTICO VII: COMÉRCIO EXTERIOR EXEMPLO 1 EXEMPLO 2 AULA 02: OS FLUXOS COMERCIAIS BRASILEIROS SEMINÁRIO TEMÁTICO VII: COMÉRCIO EXTERIOR AULA 02: OS FLUXOS COMERCIAIS BRASILEIROS TÓPICO 04: TERMOS INTERNACIONAIS DE COMÉRCIO No tópico anterior você teve a oportunidade de conhecer os órgãos responsáveis

Leia mais

LOGÍSTICA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS II. Prof. Alessandro Camargo

LOGÍSTICA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS II. Prof. Alessandro Camargo LOGÍSTICA DE OPERAÇÕES INTERNACIONAIS II Prof. Alessandro Camargo Logística Internacional As principais características das operações logísticas são: - Complexidade: que podem ser desde o produto até a

Leia mais

Geografia 03 Blocos Economicos 02 - Por Tabata Sato

Geografia 03 Blocos Economicos 02 - Por Tabata Sato Geografia 03 Blocos Economicos 02 - Por Tabata Sato União Europeia A Turquia apresentou o pedido de adesão em 1987 É candidata oficialmente desde 1999 Mas as negociações começaram apenas em 2005 União

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém Bloco Suprimentos WMS Gerenciamento de Armazém Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo WMS, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

Argentina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias. Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil

Argentina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias. Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil PAÍS Visto de Turismo Visto de Negócios Observação Afeganistão Visto exigido Visto exigido África do Sul Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Albânia Dispensa de visto,

Leia mais

ENCONTRO 1 Logística e Transporte

ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte ENCONTRO 1 Logística e Transporte TÓPICO 1: Contextualizando o encontro Olá! Você está iniciando o primeiro encontro do curso Logística Internacional. Neste encontro,

Leia mais

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP.

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. LOGÍSTICA GLOBAL Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados Introdução O atual cenário econômico é marcado por: a) intensa competitividade, b) pela necessidade de rápida

Leia mais

MBA em Gestão Logística

MBA em Gestão Logística Pág. 1/5 MBA em Gestão Logística Carga Horária: 360 horas/ aulas presenciais + monografia orientada. Aulas: sábados das 8h30 às 18h, com intervalo para almoço. Valor: 16 parcelas de R$ 380,00* * Valor

Leia mais

Unidade IV GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade IV GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade IV GESTÃO DE SUPRIMENTO E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Logística na cadeia de suprimentos Logística Parte do processo da cadeia de suprimentos, que, para atingir o nível de serviço desejado pelo

Leia mais

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht

Logística e Administração de Estoque. Definição - Logística. Definição. Profª. Patricia Brecht Administração Logística e Administração de. Profª. Patricia Brecht Definição - Logística O termo LOGÍSTICA conforme o dicionário Aurélio vem do francês Logistique e significa parte da arte da guerra que

Leia mais

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo?

30/09/2010. Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves. Como surgiu o termo? Engenheiro Agrônomo CCA/UFSCar 1998 Mestre em Desenvolvimento Econômico, Espaço e Meio Ambiente IE/UNICAMP 2001 Doutor em Engenhariade Produção PPGEP/UFSCar 2005 Prof. Dr. Daniel Bertoli Gonçalves Consultor

Leia mais

Comerçio exterior. Balança comercial positiva nas ilhas. Importações e exportações (em bilhões de US$)

Comerçio exterior. Balança comercial positiva nas ilhas. Importações e exportações (em bilhões de US$) Comerçio exterior O Comerçio exterior do espaço Caribe 1 representou em 2001 mais de 297 bilhões de dólares 2 em importações e mais de 290 bilhões em exportações, o que indica uma balança comercial deficitária

Leia mais

Prof. Fernando Augusto Silva Marins www.feg.unesp.br/~fmarins fmarins@feg.unesp.br Este material foi adaptado de apresentação de Marco Aurelio Meda

Prof. Fernando Augusto Silva Marins www.feg.unesp.br/~fmarins fmarins@feg.unesp.br Este material foi adaptado de apresentação de Marco Aurelio Meda Tecnologia da Informação Aplicada à Logística Prof. Fernando Augusto Silva Marins www.feg.unesp.br/~fmarins fmarins@feg.unesp.br Este material foi adaptado de apresentação de Marco Aurelio Meda Como garantir

Leia mais

Unidade II. Administração. Prof. Ms. Livaldo dos Santos

Unidade II. Administração. Prof. Ms. Livaldo dos Santos Unidade II Administração de Suprimentos Prof. Ms. Livaldo dos Santos Administração de Suprimentos Objetivos da Unidade Analisar os principais conceitos sobre: A medição do desempenho na cadeia de suprimentos

Leia mais

CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSTICO (fevereiro de 1999)

CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSTICO (fevereiro de 1999) CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSTICO (fevereiro de 1999) INDICE 1. INTRODUÇÃO 2. SERVIÇOS LOGÍSITICOS 3. O CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSITICO 3.1 DEFINIÇÃO 3.2 CARACTERIZAÇÃO DE OPERADOR LOGÍSTICO 4. DEFINIÇÕES

Leia mais

Importância da Logística. O lugar da Logística nas Empresas. Custos Logísticos são significativos

Importância da Logística. O lugar da Logística nas Empresas. Custos Logísticos são significativos IMPORTÂNCIA DA LOGÍSTICA Importância da Logística O lugar da Logística nas Empresas A logística diz respeito à criação de valor; O valor em logística é expresso em termos de tempo e lugar. Produtos e serviços

Leia mais

MÓDULO 5 Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS)

MÓDULO 5 Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS) MÓDULO 5 Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS) Os INCOTERMS são regras criadas pela Câmara de Comércio Internacional (CCI) para administrar conflitos que possam existir através da interpretação

Leia mais

AUTOR: PAULO ROBERTO LEITE REVISTA TECNOLOGÍSTICA MAIO / 2002. SÃO PAULO, EDIT. PUBLICARE LOGÍSTICA REVERSA NOVA ÁREA DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL

AUTOR: PAULO ROBERTO LEITE REVISTA TECNOLOGÍSTICA MAIO / 2002. SÃO PAULO, EDIT. PUBLICARE LOGÍSTICA REVERSA NOVA ÁREA DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA REVERSA NOVA ÁREA DA LOGÍSTICA EMPRESARIAL Introdução : Conceitos, Definições e Áreas de atuação A Logística Reversa tem sido citada com freqüência e de forma crescente em livros modernos de

Leia mais

Uma visão abrangente dos negócios. Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa

Uma visão abrangente dos negócios. Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa Uma visão abrangente dos negócios Solução para superar barreiras e otimizar recursos na sua empresa Negócios sem barreiras O fenômeno da globalização tornou o mercado mais interconectado e rico em oportunidades.

Leia mais

VISÃO GERAL - INCOTERMS COMÉRCIO INTERNACIONAL. Contratos e Termos Internacionais de Comércio: INCOTERMS 2000

VISÃO GERAL - INCOTERMS COMÉRCIO INTERNACIONAL. Contratos e Termos Internacionais de Comércio: INCOTERMS 2000 COMÉRCIO INTERNACIONAL VISÃO GERAL - INCOTERMS Contratos e Termos Internacionais de Comércio: INCOTERMS 2000 Prof.Nelson Guerra Concurso Receita Federal EXW Ex Works Tradução: Na Origem Exemplo: EXW-Curitiba

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Conceitos avançados da Logística com foco na TI 20/08/2011. O Efeito Chicote - (Bullwhip effect)

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras. Conceitos avançados da Logística com foco na TI 20/08/2011. O Efeito Chicote - (Bullwhip effect) Núcleo de Pós Graduação Pitágoras MBA Logística empresarial e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Conceitos avançados da Logística com foco na TI Disciplina: Tecnologia da Informação (TI) Aplicada à

Leia mais

APLICATIVOS CORPORATIVOS

APLICATIVOS CORPORATIVOS Sistema de Informação e Tecnologia FEQ 0411 Prof Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br Capítulo 3 APLICATIVOS CORPORATIVOS PRADO, Edmir P.V.; SOUZA, Cesar A. de. (org). Fundamentos de Sistemas

Leia mais

GLOBALIZAÇÃO DEFINIÇÃO

GLOBALIZAÇÃO DEFINIÇÃO DEFINIÇÃO O termo globalização surgiu no início dos anos 80, nas grandes escolas de administração de empresas dos Estados Unidos (Harvard, Columbia, Stanford, etc.), como referência às oportunidades de

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SUPRIMENTOS GESTÃO

ADMINISTRAÇÃO DE SUPRIMENTOS GESTÃO GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS DEFINIÇÃO DE CADEIAS DE SUPRIMENTOS (SUPLLY CHAIN) São os processos que envolvem fornecedores-clientes e ligam empresas desde a fonte inicial de matéria-prima até o ponto

Leia mais

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial

ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial ERP Enterprise Resourse Planning Sistemas de Gestão Empresarial Prof. Pedro Luiz de O. Costa Bisneto 14/09/2003 Sumário Introdução... 2 Enterprise Resourse Planning... 2 Business Inteligence... 3 Vantagens

Leia mais

Brasil 2012 SERVIÇOS E TARIFAS

Brasil 2012 SERVIÇOS E TARIFAS SERVIÇOS E TARIFAS Soluções FedEx para o seu negócio Caso você tenha necessidade de enviar documentos urgentes, economizar em remessas regulares ou enviar cargas pesadas, a FedEx tem uma solução de transporte

Leia mais

COMÉRCIO EXTERIOR. Incoterms 2000 PROF. NORBERTO RODRIGUES

COMÉRCIO EXTERIOR. Incoterms 2000 PROF. NORBERTO RODRIGUES COMÉRCIO EXTERIOR Incoterms 2000 PROF. NORBERTO RODRIGUES Histórico 1936 - Câmara de Comércio Internacional - CCI, publicou série de normas para interpretação dos mais importantes termos utilizados no

Leia mais

Nota de trabalho. Estado actual das negociações comerciais multilaterais sobre os produtos agrícolas REPRESENTAÇÃO COMERCIAL

Nota de trabalho. Estado actual das negociações comerciais multilaterais sobre os produtos agrícolas REPRESENTAÇÃO COMERCIAL MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO DA ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA Estado actual das negociações comerciais multilaterais sobre os produtos agrícolas

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1

Introdução e Planejamento Cap. 1 BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br L

Leia mais

Faculdade Salesiana Dom Bosco de Piracicaba

Faculdade Salesiana Dom Bosco de Piracicaba Faculdade Salesiana Dom Bosco de Piracicaba Ana Paula Haypas Olvera Gabriela Itália Sartori Lucas Selles Marina Feo Luís Henrique João Comércio Exterior Contrato de Compra e Venda Internacional Piracicaba

Leia mais

Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS 2010)

Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS 2010) PUCGO 2014 Termos Internacionais de Comércio (INCOTERMS 2010) Convenção das Nações Unidas sobre Contratos de Compra e Venda Internacional de Mercadorias (Convenção de Viena) Regras estándar internacionalmente

Leia mais

SISTEMAS DE ORDER FULFILLMENT REAL TIME SOLUTIONS

SISTEMAS DE ORDER FULFILLMENT REAL TIME SOLUTIONS SISTEMAS DE ORDER FULFILLMENT REAL TIME SOLUTIONS Sistemas de Order Fulfillment Real Time Solutions Atualmente, a operação de order fulfillment desempenha um papel primordial na cadeia de abastecimento

Leia mais

Exportar e Internacionalizar, Como?

Exportar e Internacionalizar, Como? Exportar e Internacionalizar, Como? WORKSHOP Ferramentas de Apoio à Internacionalização de Empresas 13 de Junho 2012 1 António Trigueiros de Aragão Uma moda? Uma tendência? Uma estratégia? Um novo mundo?

Leia mais

Introdução histórica a Administração de Materiais. Prof. Vianir André Behnem

Introdução histórica a Administração de Materiais. Prof. Vianir André Behnem Introdução histórica a Administração de Materiais Prof. Vianir André Behnem Origem - A origem da logística surge cerca de 10.000 AC; - Cerca de 6.000 anos, as civilizações da Mesopotâmia e do Egito já

Leia mais

INCONTERMS 2010. Grupo E (Partida) EXW EX Works A partir do local de produção ( local designado: fábrica, armazém, etc.)

INCONTERMS 2010. Grupo E (Partida) EXW EX Works A partir do local de produção ( local designado: fábrica, armazém, etc.) Numa negociação internacional, é muito importante que o gestor comercial esclareça com o seu cliente quais serão as condições de entrega a praticar para a mercadoria que vai ser transacionada, ou seja,

Leia mais

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Pós-Graduação Latu-Sensu em Gestão Integrada da Logística Disciplina: TI aplicado à Logística Professor: Mauricio Pimentel Alunos: RA Guilherme Fargnolli

Leia mais

INCOTERMS A importância da ferramenta no comércio internacional (revisão de 2010)

INCOTERMS A importância da ferramenta no comércio internacional (revisão de 2010) Universidade Tuiuti do Paraná Artigo de conclusão de curso MBA em Relações internacionais, negociação e comércio exterior INCOTERMS A importância da ferramenta no comércio internacional (revisão de 2010)

Leia mais

1 Habilitação: Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Administração de Logística

1 Habilitação: Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Administração de Logística Habilitação, qualificações e especializações: 1 Habilitação: Educação Profissional Técnica de Nível Médio em Administração de Logística Carga-Horária: 960 horas 1.2 Objetivo Geral do Curso O curso de Educação

Leia mais

Termos de acordos/blocos DEFINIÇÃO TERMO. Acordo Geral de Comércio de Serviços (GATS)

Termos de acordos/blocos DEFINIÇÃO TERMO. Acordo Geral de Comércio de Serviços (GATS) Termos de acordos/blocos TERMO Acordo Geral de Comércio de Serviços (GATS) Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio (GATT) Acordo Norte-Americano de Livre Comércio (NAFTA) Área de Livre Comércio das Américas

Leia mais

Contratos Internacionais de Compra e Venda & Incoterms

Contratos Internacionais de Compra e Venda & Incoterms Contratos Internacionais de Compra e Venda & Incoterms O contrato internacional é formal, bilateral, consensual, oneroso e comutativo, o que pressupõe agentes autônomos, livre formação de suas vontades

Leia mais

L A E R T E J. S I L V A

L A E R T E J. S I L V A MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

Armazenagem & Automação de Instalações. Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins

Armazenagem & Automação de Instalações. Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins Armazenagem & Automação de Instalações Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins 1 Sumário - Armazenagem Estratégica - Automação na Armazenagem 2 Armazenagem -

Leia mais

Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response )

Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response ) Aula Nº 15 Resposta Eficiente ao Consumidor (ECR- Efficient Consumer Response ) Objetivo da Aula Aprofundar os conhecimentos de ECR, suas vantagens e implicações. Introdução Na aula anterior, estudamos

Leia mais

Paulo Gadas JUNHO-14 1

Paulo Gadas JUNHO-14 1 Paulo Gadas JUNHO-14 1 Cadeia de Suprimentos Fornecedor Fabricante Distribuidor Loja Paulo Gadas JUNHO-14 2 Exemplo de cadeia de suprimentos Fornecedores de matériaprima Indústria principal Varejistas

Leia mais

Aula 9.1 Conteúdo: Tentativas de união na América Latina; Criação do Mercosul. FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES

Aula 9.1 Conteúdo: Tentativas de união na América Latina; Criação do Mercosul. FORTALECENDO SABERES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 9.1 Conteúdo: Tentativas de união na América Latina; Criação do Mercosul. 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Habilidade:

Leia mais

X CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA DEFESA DAS AMÉRICAS PUNTA DEL ESTE - REPÚBLICA ORIENTAL DO URUGUAI 8 A 10 DE OUTUBRO DE 2012

X CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA DEFESA DAS AMÉRICAS PUNTA DEL ESTE - REPÚBLICA ORIENTAL DO URUGUAI 8 A 10 DE OUTUBRO DE 2012 X CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA DEFESA DAS AMÉRICAS PUNTA DEL ESTE - REPÚBLICA ORIENTAL DO URUGUAI 8 A 10 DE OUTUBRO DE 2012 DECLARAÇÃO DE PUNTA DEL ESTE (10 de outubro de 2012) Os Ministros da Defesa e

Leia mais

Introdução à Logística e ao Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento CONCEITO DE LOGÍSTICA EVOLUÇÃO

Introdução à Logística e ao Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento CONCEITO DE LOGÍSTICA EVOLUÇÃO Introdução à Logística e ao Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento CONCEITO DE LOGÍSTICA DÉCADA DE 70 TRANSPORTE, ARMAZENAGEM E DISTRIBUIÇÃO DÉCADA DE 80 SISTEMA INTEGRADO DÉCADAS DE 90 / 00 SERVIÇO

Leia mais

Logística Reversa Uma visão sobre os conceitos básicos e as práticas operacionais

Logística Reversa Uma visão sobre os conceitos básicos e as práticas operacionais Logística Reversa Uma visão sobre os conceitos básicos e as práticas operacionais Introdução Leonardo Lacerda Usualmente pensamos em logística como o gerenciamento do fluxo de materiais do seu ponto de

Leia mais

JUST-IN-TIME & KANBAN

JUST-IN-TIME & KANBAN JUST-IN-TIME & KANBAN Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br 1 OBJETIVO DA AULA OBJETIVO: EVIDENCIAR O QUE É JUST IN TIME E QUAL É SUA UTILIDADE EM PROJETOS DE OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS EM OPERAÇÕES

Leia mais

Serviços em Comércio Exterior

Serviços em Comércio Exterior INCOTERMS Os Incoterms (International Commercial Terms / Termos Internacionais de Comércio) foram instituídos em 1936 pela Câmara Internacional do Comércio com o intuito de fornecer regras internacionais

Leia mais

Supply Chain Management. SCM e Ti aplicada à Logística Marco Aurelio Meda

Supply Chain Management. SCM e Ti aplicada à Logística Marco Aurelio Meda Supply Chain Management e TI aplicada à Logística 24 de Junho de 2004 SCM e Ti aplicada à Logística Cenário de Competição... Operações Globalizadas Operações Integradas Introdução LOGÍSTICA Tecnologia

Leia mais

5. Práticas de SCM na GSK

5. Práticas de SCM na GSK 5. Práticas de SCM na GSK Desde a fusão em 2001, a GSK estima que obteve cerca de 1 bilhão em economias relacionadas à racionalização da sua rede de suprimentos e das atividades de SCM. Além das economias

Leia mais