CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA

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1 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTONIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA MAGALI ARAUJO MANGOLIN MILENA BEATRIZ MARCELINO SANCHES IMPACTOS DA LOGÍSTICA NO PLANO DE NEGÓCIOS: ESTUDO DE CASO EM MICROEMPRESAS DA REGIÃO DE LINS LINS/SP 2ºSEMESTRE/2012

2 CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA FACULDADE DE TECNOLOGIA DE LINS PROF. ANTONIO SEABRA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA MAGALI ARAUJO MANGOLIN MILENA BEATRIZ MARCELINO SANCHES IMPACTOS DA LOGÍSTICA NO PLANO DE NEGÓCIOS: ESTUDO DE CASO EM MICROEMPRESAS DA REGIÃO DE LINS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de Lins Prof. Antonio Seabra, para obtenção do Titulo de Tecnólogo em Logística. Orientador: Prof. Me. Silvio Ribeiro LINS/SP 2ºSEMESTRE/2012

3 MAGALI ARAUJO MANGOLIN MILENA BEATRIZ MARCELINO SANCHES IMPACTOS DA LOGÍSTICA NO PLANO DE NEGÓCIOS: ESTUDO DE CASO EM MICROEMPRESAS DA REGIÃO DE LINS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade de Tecnologia de Lins, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do título de Tecnólogo (a) em Logística sob orientação do Prof. Me. Silvio Ribeiro Data de aprovação: / / Me. Silvio Ribeiro Orientador Me. Sandro da Silva Pinto Me. Cláudio Cesar dos Santos

4 DEDICATÓRIA Eu, Magali dedico esse trabalho à minha família, pela compreensão e apoio, a minha mãe que sempre sonhou em ter um filho formado e a todos que de alguma forma usarão meu exemplo como incentivo na busca de suas realizações. Eu, Milena dedico esse trabalho a minha mãe e aos meus avos, pela formação ética, moral e cristã, sempre mostrando o caminho a seguir e me incentivando buscar pelos meus sonhos, e ao meu esposo, pelo carinho, compreensão, e por estar presente quando mais precisei.

5 AGRADECIMENTOS Eu, Magali agradeço aos meus pais Rosália da Silva Araujo e João Ferreira de Araujo por acreditarem no meu potencial, ao meu esposo Jurandir Mangolin e meus filhos Loreini Araujo Mangolin e Jhonatan Araujo Mangolin por ter apoiado nos momentos em que mais precisei. Eu, Milena agradeço a Deus pela sabedoria, e pela sua eterna presença em minha vida. Agradecemos ao nosso orientador Professor Me. Silvio Ribeiro, pelo incentivo, paciência e por compartilhar conosco seus conhecimentos, e aos demais professores pelo apoio e dedicação.

6 RESUMO Aspectos específicos que correlacionam logística, empreendedorismo e o plano de negócios, podem auxiliar os empreendedores a tomar decisões estratégicas. A competitividade não da trégua e o empreendedor que enxerga a logística como diferencial competitivo planeja e coordena suas ações de uma forma integrada. Os 4 P s do marketing devem estar integrados a logística para atender de forma eficiente o consumidor final. Especialmente para os pequenos empreendedores, é notória a crescente importância da logística no cenário empresarial globalizado. Os aspectos logísticos do plano de marketing especialmente os 4 P s (Produto, Preço, Promoção e Praça), podem auxiliar o pequeno empreendedor a elaborar um plano de negócios para abertura de sua empresa. O objetivo desta pesquisa de demonstrar como o conhecimento, planejamento e execução dos aspectos logísticos de um plano de negócios podem auxiliar empreendedores no processo de implantação de um novo produto ou serviço foi atingido por intermédio de um estudo de caso múltiplo desenvolvido junto a empresas alocadas na Incubadora de Lins. Este estudo permitiu observar a significativa importância da integração da logística com o marketing proporcionando melhorias processuais, bem como, integração dos setores empresariais, relacionados às atividades de armazenamento, estocagem, transporte, processamento de pedidos, gerenciamento de informações, distribuição, manuseio de materiais e embalagens, além de evidenciar a importância de pesquisas futuras envolvendo o assunto. Palavras-chaves: Logística. Empreendedor. Plano de negócio. Marketing.

7 ABSTRACT Specific aspects which correlate logistics, entrepreneurship, and business plans, can assist entrepreneurs in making strategic decisions. The competitiveness of no truce and entrepreneur, who sees logistics as differential competitive, plans and coordinates his actions in an integrated way. The 4 P s of marketing should be integrated in Logistics to efficiently meet the final consumer. Especially for small entrepreneurs is the importance of logistics in the global business scenario. The Logistical aspects of the marketing plan especially the 4 P s (Product, Price, Promotion, and Place), can assist small entrepreneurs to develop a business plan for opening your business. This research aims to demonstrate how the knowledge, planning and execution of the logistical aspects of a business plan can support entrepreneurs in the process of developing a new product or service has been achieved through multiple case studies developed with the companies allocated in Incubator Lins. This Study showed the significant importance of integrating marketing with logistical process improvements, as well as the integrations of business sectors, activities related to storage, warehousing, transportations, order processing, information management, distribution, material handling and packing, and also highlights the importance of future research involving the subject. Keywords: Logistics. Entrepreneur. Business plan. Marketing.

8 LISTA DE QUADROS Quadro 1 Balanço Patrimonial Quadro 2 Demonstrativo de resultados Quadro 3 Fluxo de Caixa... 47

9 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS CIETEC Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia CNPJ Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica EDI Eletronic Data Interchange F.O.F.A Forças, Oportunidades, Fraquezas, Ameaças GEM Global Entrepreneurship Monitor MPE Micro e Pequenas Empresas PAE Posto SEBRAE de Atendimento ao Empreendedor ROI Retorno Sobre o Ativo Total SEBRAE Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas SMART Específicas, Mensuráveis, Atingíveis, Relevantes, Temporais. S.W.O.T Strenghts, Weakness, Opportunities, Threats TI Tecnologia da Informação TIR Taxa Interna de Retorno USP Universidade de São Paulo VPL Valor presente líquido PE Ponto de Equilíbrio Fn Fluxo de caixa após imposto do ano n N Vida do projeto em anos K Taxa de desconto INV Investimento inicial

10 LISTA DE SÍMBOLOS % - Porcentagem + - Adição - - Subtração * - Multiplicação / - Divisão = - Igual

11 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO JUSTIFICATIVA OBJETIVO METODOLOGIA ESTRUTURA O Empreendedorismo no Brasil GLOBAL ENTREPRENEURSHIP MONITOR (GEM) INCUBADORA DE EMPRESAS Incubadora de Lins PLANO DE NEGÓCIOS A IMPORTÂNCIA DO PLANO DE NEGÓCIOS Como elaborar um plano de negócios A Influencia do plano de negócios para as microempresas ESTUDO DE CASO DADOS COLETADOS ANÁLISE DE DADOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXO... 67

12 11 INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO Na literatura pesquisada é notória a falta de percepção da maioria das pessoas de que a logística é fundamental para o crescimento e manutenção de todas as atividades administrativas de uma organização, e não somente na área de transporte. No conceito principal que deve ser tratado, atualmente a logística envolve os processos desde a matéria prima até o produto final, tendo sua origem discutida por muitos especialistas. Presente há muito tempo, sendo identificada até nos tempos bíblicos, a logística também é utilizada para gerenciar todos os processos, analisando os resultados e índices que levam até os pontos que precisam de melhorias. O conceito de logística também é utilizado para a idéia de empreendedorismo, a qual, com visão de novas tendências, aproveitamento de habilidades entre outras características, qualquer pessoa que decida abrir a sua própria empresa é considerada empreendedora, assumindo responsabilidades de crescimento de seu negócio. Novas oportunidades, autoconfiança, persistência, criatividade, bom relacionamento, são consideradas algumas das características do empreendedor. No Brasil esta prática começou nos anos 90 quando entidades como SEBRAE foram criadas tendo um crescimento significativo. Para o bom funcionamento da logística e do empreendedorismo, é necessário um plano de negócios que descreve todos os objetivos e quais passos devem ser tomados para alcançá-los. Este plano é fundamental para que o empresário possa identificar informações relacionadas aos produtos e serviços que serão fornecidos, observar como o mercado esta se comportando a este produto, e quais as condições necessárias para atingir o objetivo final. O mesmo deve se basear em todas as áreas da empresa, financeiro, contabilidade, vendas, gerencia entre outras, impactando significativamente nas pequenas e grandes empresas, dando maior possibilidade de crescimento e estabilidade. JUSTIFICATIVA

13 12 Conforme apresentado anteriormente, este trabalho justifica-se pela grande importância no que se refere ao crescimento estruturado ou manutenção da empresa utilizando um plano de negócios bem elaborado, demonstrando ao leitor que ao pensar em lançar determinado produto ou começar uma nova empresa várias questões devem ser pensadas, planejadas e elaboradas estrategicamente utilizando todas as áreas da empresa atingindo com maiores possibilidades seus objetivos. Destarte percebe-se que os empreendedores são pessoas inovadoras que pensam em lançar seus produtos ou serviços, através de estudos, utilizando o plano de negócios e os aspectos logísticos como foco principal. OBJETIVO O principal objetivo desta pesquisa é analisar como o conhecimento, planejamento e execução dos aspectos logísticos de um plano de negócios podem auxiliar empreendedores da região de Lins no processo de implantação de um novo produto ou serviço. Os objetivos secundários são conhecer melhor os aspectos logísticos do plano de marketing, especialmente os 4 P s (Produto, Preço, Praça, Promoção) conhecer o empreendedorismo e o plano de negócios. METODOLOGIA Para elaborar-se uma metodologia utilizam-se vários estudos, neste trabalho serão desenvolvidas pesquisas aplicada, qualitativa, múltipla e exploratória. Segundo Naurelita (2011), metodologia é o conjunto de métodos e técnicas aplicadas para um determinado fim. É o caminho percorrido, a maneira utilizada para atingir o objetivo. A classificação das pesquisas é baseada quanto à natureza de pesquisa básica e pesquisa aplicada. A pesquisa básica tem por objetivo gerar conhecimentos novos e uteis para o avanço da aplicação prática prevista, a qual envolve verdades e interesses universais. A pesquisa aplicada é a prática dirigida à solução de problemas específicos e envolve verdade e interesses locais, entretanto, a pesquisa aplicada é o foco deste trabalho por ser de fácil acesso nas empresas. Segundo Gil (1991), quanto à forma de abordagem, utiliza-se a pesquisa quantitativa que significa traduzir números opiniões e informações para classificá-los

14 13 e analisá-los, e a pesquisa qualitativa não requer os usos de métodos e técnicas estatísticas, a mesma é descritiva e os pesquisadores tendem a analisar seus dados indutivamente, sendo que, os processos e seu significado são os focos principais de abordagens. Sendo assim, utilizou-se a pesquisa quantitativa por se tratar de um estudo feito em mais de uma empresa, as quais transmitiram suas opiniões, objetivando as informações necessárias. Quanto aos objetivos, existe a pesquisa exploratória, que visa proporcionar maior familiaridade com o problema com vistas a torná-lo explícito ou construir hipóteses. Pesquisa descritiva assume em geral, a forma de levantamento, porém a pesquisa explicativa visa identificar os fatores que determinam ou contribuem para a ocorrência dos fenômenos. Segundo Oliveira (2008), o estudo de caso contribui para compreender melhor os fenômenos individuais, os processos organizacionais e políticos da sociedade. Ele é um estudo empírico que busca determinar ou testar uma teoria, e tem como uma das fontes de informações mais importantes, as entrevistas. O estudo de caso é uma estratégia de pesquisa que compreende um método que abrange tudo em abordagens específicas de coletas e analise de dados (Yin apud OLIVEIRA, 2008). O estudo de caso divide-se em estudo simples ou múltiplo. O estudo de caso simples envolve pesquisas bibliográficas e científicas, em contrapartida, o estudo de caso múltiplo, requer pesquisas mais especificas, abordando duas ou mais empresas, o qual utilizou-se para o desenvolvimento desta pesquisa. ESTRUTURA No capítulo 1 é apresentado o que é a logística, quais as suas definições, origens e evolução. Neste mesmo capítulo são abordados os conceitos de logística empresarial e como pode ser utilizada, em seguida a logística voltada para o empreendedor, suas definições e aplicações. No Capítulo 2 é abordado o empreendedorismo, suas definições e quais as características do empreendedor. Também é abordada a historia do empreendedorismo no Brasil, e sua evolução, em seguida é apresentada a ferramenta Global Entreprenership Monitor, que visa estudar a dinâmica

15 14 empreendedora no mundo, mostrando a seguir o conceito de incubadora de empresas e como é seu funcionamento na cidade de Lins. No capítulo 3 é apresentado o plano de negócios, sua definição, a importância em pequenas e grandes empresas explicando como deve ser desenvolvido o passo a passo, englobando todas as áreas da empresa, deixando claro sua devida importância no desenvolvimento empresarial. No estudo de caso, é apresentada a aplicação de um questionário composto por treze questões, respondidas por três diferentes empresas da incubadora, as quais serão identificadas como empresa A, B e C e logo após são apresentadas as considerações finais.

16 15 1 LOGÍSTICA Atualmente a logística é vista como algo que nunca para estando presente e ocorrendo em todo o mundo e a todo o momento. Sendo assim, percebe-se a importância de ressaltar neste trabalho algumas considerações relevantes que possibilitem o conhecimento sobre o termo logístico uma vez que também é vista como um paradoxo, pois não é algo novo, no entanto é um constante desafio. A logística moderna também é um paradoxo. Existe desde o início da civilização: não constitui de modo algum uma novidade. No entanto, a implementação das melhores práticas logísticas tornou-se uma das áreas operacionais mais desafiadoras e interessantes da administração nos setores privado e público (BOWERSOX; CLOSS; COOPER, 2001, p.19). Basicamente a logística é uma área da administração responsável pelo gerenciamento dos processos logísticos a fim de tornar possível a execução de todas as atividades de uma empresa, tendo como atividades o armazenamento, o transporte, estocagem, processamento de pedidos, gerenciamento de informação, distribuição, manuseio de materiais e embalagem. Segundo Bowersox, Closs e Cooper (2001) a logística envolve a integração de todas essas atividades por ela desenvolvidas que combinadas tornam o gerenciamento integrado da logística uma profissão desafiante e compensadora. A logística é o processo de gerenciar estrategicamente a aquisição, a movimentação e o armazenamento de materiais, peças e produtos acabados (e os fluxos de informações correlatados) por meio da organização e dos seus canais de marketing, de modo a poder maximizar as lucratividades presentes e futuras com o atendimento dos pedidos a baixo custo (GOMES; RIBEIRO, 2004, p. 01). A logística irá desenvolver operações dentro e fora da empresa de forma integrada com o objetivo de coordenar o conhecimento de cada tarefa individualmente que deverá estar sempre concentrada à satisfação do cliente. A coordenação deverá transcender a própria empresa e amplia-se para incluir clientes, assim como fornecedores de materiais e serviços (BOWERSOX; CLOSS; COOPER,2001, p.20).

17 16 A logística é responsável por uma das maiores parcelas quando se trata do custo final do produto e neste caso o objetivo central é atingir um nível desejado de serviço ao cliente pelo menor custo total possível. Portanto, o desafio da logística deve ser constante, buscando tornar os resultados combinados da integração interna e externa numa das principais competências da empresa. 1.1 DEFINIÇÕES DA LOGÍSTICA Segundo Martin (2011), logística é o processo de gestão estratégica desde as matérias-primas até a entrega do produto final que coordena todas as atividades necessárias para se atingir os níveis desejados e qualidades ao menor custo possível. A missão da logística é dispor a mercadoria ou o serviço certo, no lugar certo, no tempo certo e nas condições desejadas, ao mesmo tempo em que fornece a maior contribuição à empresa (BALLOU, 2001, p. 21). Para Dias (1993), a logística é responsável pela movimentação de materiais e produtos, através da utilização de equipamentos, instalações e mão de obra, para que o consumir tenha acesso ao produto quando desejar e ao menor custo possível. Para que essas atividades funcionem é imperativo que as atividades de planejamento logístico, quer sejam de materiais ou de processos, estejam relacionadas com as funções de marketing. As atividades voltadas para administrar o fluxo de materiais e de informações relacionadas com esse fluxo ao longo da cadeia de suprimento constituem o que genericamente se denomina logística (BARBIERI, 2006, p. 03). A logística é a parte do processo da cadeia de suprimentos que planeja e controla de forma eficiente e eficaz, a expedição, o fluxo reverso e armazenagem de bens e serviços, assim como do fluxo de informações relacionadas, entre o ponto de origem e ponto de consumo, como propósito e atender às necessidades dos clientes (FARIA; COSTA, 2007, p.16) A Origem e Evolução da Logística A logística existe desde os primórdios e sua origem esta ligada às operações militares, que também era utilizada em batalhas desde os tempos bíblicos quando as

18 17 guerras eram longas, distantes e havia a necessidade de se deslocar dos recursos. Quando era decidido avançar suas tropas seguindo uma determinada estratégia militar, os generais precisavam ter a sua disposição equipes efetivamente preparadas na hora certa, de munição, equipamentos de socorro médico para o campo de batalha. Segundo Novaes (2001), nesse período a logística era utilizada para combinar a maneira mais eficiente, designando estratégicas de abastecimento aos exércitos, nos campos de guerras, com a intenção de suprir as necessidades de armamentos, munições, medicamentos, alimentos, vestuários adequados nas quantidades certas e no momento certo, visando melhoramento do exercito no campo de batalha e evitando falhas nas operações e a falta de suprimentos suficientes para manter as estratégias de guerra, tendo como objetivo: vencer batalhas. Para Hara (2009), a evolução da logística teve início há cerca de meros 20 anos atrás e o termo logística não era tão difundido, porém nas indústrias era conhecido como transporte, o que traduz uma visão muito reducionista, compatível com o pouco conhecimento da época. Ao longo da história a logística recebeu denominações diversas Distribuição, engenharia de distribuição, logística empresarial, logística de marketing, logística de distribuição, administração logística de materiais, administração da cadeia de suprimento, logística industrial. Embora denominações diferentes, as mesmas referiam-se sempre à mesma coisa: a gestão do fluxo de bens de um ponto de origem a um ponto de consumo (RAZZOLINI, 2006, p. 22). Até os anos 40, a preocupação central da logística era com as questões relativas ao transporte para o escoamento da produção agrícola, pois as empresas se preocupavam unicamente em produzir nos maiores volumes possíveis, deixando de lado possíveis perdas que poderia ter naquela época. A partir dos anos 70 até os anos 80, houve um avanço na logística fazendo com que as empresas começassem a se preocupar com a satisfação de seus clientes, foi então que motivados os consumidores passaram a ser mais exigentes nos produtos e serviços oferecidos, assim, surgiu o conceito de logística empresarial.

19 Foco no cliente, com ênfase na produtividade e nos custos de estoques, ou maior eficiência operacional. Surgem modelos matemáticos sofisticados para tratar a questão estocástica nova abordagens para a questão dos custos não só dos processos logísticos, mas, ainda, da questão contábil. O foco industrial concentra-se no aumento da produtividade, uma vez que é necessário atender a mercados emergentes e a logística, por sua vez, passa a preocupar-se com as questões do processo produtivo, como a armazenagem e a movimentação mais racional de produtos em processo (RAZZOLINI, 2006, p.23). 18 De acordo com Bowersox, Closs e Cooper (2001), a revolução na logística foi marcada pelo surgimento de novas tecnologias na comunicação. Os anos 80 foram marcados pela tecnologia do código de barras promovendo a curiosidade entre os executivos em utilizarem-se deste recurso para o desempenho logístico. Esta mesma época foi marcada pelo surgimento do intercâmbio eletrônico de dados (EDI Eletronic Data Interchange) o que facilitou em muito a transferência de dados entre as empresas. O impacto imediato de todos os tipos de leitura e de transferências eletrônicas foi um aumento na disponibilidade de informações em tempo hábil, relativas a quase todos os aspectos do desempenho logístico (BOWERSOX; CLOSS; COOPER, 2001, p.29). O início da década de 90 foi marcado pelo surgimento das tecnologias ativadas pela voz, o que aumentou a precisão e a facilidade de acesso. Um exemplo disso é o fac-símile que se tornou amplamente difundido. Surge também a capacidade de obter informação em tempo real por via satélite. Para Bowersox, Closs e Cooper (2001, p. 29): o resultado de uma tecnologia de informação rápida, precisa e abrangente introduziu a era da logística baseada em prazos. Segundo Bowersox, Closs e Cooper (2006), nos anos 90, o processo de entrega de pedidos era menor, sendo que variava em torno de 15 a 20 dias, se o procedimento ocorria de acordo com o planejamento, porém, quando algo dava errado, o que era frequente naquela época o tempo aumentava rapidamente. Esse tipo de dificuldade continuava devido à situação de falta de estoque, pois a variedade de produtos demandados era muito grande. No século XX essa estrutura era conhecida como canal de distribuição. O poder de compra dos consumidores e o interesse por uma escolha maior de produtos e serviços aumentam aceleradamente, Na verdade o consumidor de hoje quer uma gama vasta de opções que possam ajustar segundo suas especificações próprias. Os desejos dos consumidores

20 passaram de uma aceitação passiva para o envolvimento ativo no projeto e na entrega de produtos e serviços específicos. A capacidade de transporte e desempenho operacional têm se tornado cada vez mais econômicos e confiáveis, já que o transporte de hoje conta com uma tecnologia sofisticada que facilita entregas previsíveis e previstas (BOWERSOX; CLOSS; COOPER, 2006, p.22). 19 Segundo Razzolini (2006), no período dos anos 90 até os anos 2000, a logística passa a ser vista como um diferencial para as organizações, e então surge o conceito de Supply Chain Management, com a utilização das ferramentas disponibilizadas pela tecnologia da informação (TI), possibilita ganhos de tempo e melhorias nos processos gerenciais. No início do século XXI, período atual, a realidade é bem diferente da década de 90: Nessa nova ordem das coisas produtos podem ser manufaturados segundo especificações exatas, e ser entregues rapidamente aos clientes em diferentes locais do globo. O pedido do cliente e a entrega de um produto podem ser efetuados em horas. A frequência ocorrência de falhas de serviços que caracterizava o passado esta sendo substituído por um crescente comprometimento gerencial com uma taxa zero de imperfeição (BOWERSOX; CLOSS; COOPER, 2006 p. 22). As empresas são cada vez mais pressionadas pela necessidade da redução de custos aliada às mudanças nos desejos, necessidades e/ou expectativas dos clientes (RAZZOLINI, 2006). Segundo Santos (2012), atualmente pode-se afirmar que a logística trata de todas as atividades de movimentação e de armazenagem, as quais facilitam o fluxo de produtos (e/ou serviços) desde o ponto de aquisição da matéria-prima até o ponto de consumo final. Dessa forma, a logística empresarial tornou-se a responsável pela movimentação de produtos através da utilização de equipamentos, de mão de obra e de instalações adequadas (SANTOS, 2012) Logística Empresarial Todas as atividades de armazenagem e movimentação, que facilitam as entregas para os clientes no tempo esperado com níveis de serviços adequados e com um custo razoável, fazem parte da logística empresarial. Por incontáveis razões

21 20 a logística se transforma cada vez mais em processo de agregação de valores contribuindo para um bom planejamento e execução do mesmo. No mundo empresarial a logística intercede para obter qualidade e diferencial do produto final e para que o consumidor fique satisfeito, o que provavelmente o leva a comprar mais, pagando um preço mais alto, porém, sabendo que existe qualidade no determinado produto. De acordo com Bowersox, Closs e Cooper (2001), o serviço logístico é medido pela disponibilidade de estoque para atender às necessidades do cliente, o desempenho operacional que considera o tempo decorrido desde o recebimento do pedido até a entrega e a confiabilidade do serviço que é a qualidade. A confiabilidade está relacionada à disponibilidade e ao desempenho. Assim, é necessário que os executivos compreendam que os clientes são diferentes e que os serviços devem ser ajustados de modo à satisfazer de forma específica às preferências e ao potencial de compra dos clientes. [...] A incapacidade de atender [...] pode resultar em maiores problemas operacionais [...] (BOWERSOX; CLOSS; COOPER, 2001, p.24). Para Ballou (2010, p. 23): logística empresarial associa estudo e administração dos fluxos de bens e serviços e da informação associada que os põe em movimento. A logística empresarial trata de todas as atividades de movimentação e armazenagem que facilitam o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição de matéria-prima até o ponto de consumo final, assim como dos fluxos de informação que colocam os produtos em movimento, com o propósito de providenciar níveis de serviço adequados aos clientes a um custo razoável (POZO, 2010, p.1). A logística empresarial é considerada uma ferramenta de integração que gerencia toda cadeia de suprimentos, cujo principal objetivo consiste em apoiar as empresas em suas decisões estratégicas, buscando atender de forma eficiente às necessidades do consumidor final. Serão através do gerenciamento das ferramentas logísticas que empresas estão fidelizando seus clientes, criando barreiras à entrada de novos competidores, e principalmente desenvolvendo serviços específicos a cada necessidade que as asseguram maior competitividade. Notadamente tem-se percebido que o ciclo de vida dos produtos está diminuindo e o serviço logístico reverso aplicado a serviço das organizações poderá desencadear o que se denomina vantagem competitiva, tanto ao prestador de serviço, quanto às

22 21 empresas que dela fazem uso, uma vez que, aos produtos retornáveis ao seu ciclo produtivo de origem, seja por defeito, assistência técnica, reciclagem, descartabilidade, dentre outros fatores, possibilitará agregar algum tipo de valor que resultará em ganhos financeiros, ecológicos e sociais (CARRERA, 2008). Logística empresarial é dividida em atividades primárias e atividades de apoio. As atividades de transporte, manutenção de estoques e processamento de pedidos são de importância primária, para o atingimento dos objetivos logísticos de custo e nível de serviço. Transporte é a atividade mais crítica dentro de uma operação logística, pois responde por 30% a 60% dos custos logísticos, os métodos de transporte mais utilizados são rodoviários, ferroviários e aeroviários. A manutenção de estoques em média é responsável por aproximadamente um a dois terços dos custos logísticos. Para se atingir um grau razoável de disponibilidade de produto, é necessário manter estoques, que agem como amortecedores entre a oferta e a demanda. A administração de estoques envolve manter seus níveis tão baixos quanto possível, ao mesmo tempo em que provê a disponibilidade desejada pelos clientes. A importância do processamento de pedidos deriva do fato de ser um elemento crítico em termos do tempo necessário para levar bens e serviços aos clientes. É a atividade primária que inicializa a movimentação de produtos e a entrega de serviços. Como o resultado final de qualquer operação logística é prover serviço por conseguir mercadorias para os clientes quando e onde eles quiserem estas três atividades são centrais para cumprir esta missão. Por isso elas são chamadas de atividade primárias (BALLOU, 2010). O processamento de pedidos é o inicio da movimentação de produtos em resultado aos pedidos dos clientes. Apesar da atividade citadas acima serem os principais ingredientes que contribuem para a disponibilidade e a condição física de bens e serviços, ainda existe uma serie de atividades adicionais que apoiam as atividades primárias, sendo elas: armazenagem, manuseio de materiais, embalagem de proteção, obtenção, programação de produtos e manutenção de informação (BALLOU, 2010). Armazenagem refere-se ao espaço necessário para manter os estoques em ordem, e o manuseio de materiais esta associado com a armazenagem devido à movimentação do produto no local da estocagem, já a embalagem de proteção é extremamente importante para movimentação do produto para não ser danificado.

23 22 Obtenção trata do suprimento, ou seja, do fluxo de entrada enquanto a programação do produto lida com a distribuição que se trata do fluxo de saída. Segundo Ballou (2010), a manutenção de informação é essencial para o correto planejamento e controle logístico para manter a base de dados com informações importantes que apoiam as atividades primárias e de apoio. Para Bowersox, Closs e Cooper (2007), a organização tem crescido e passa concentrar seus esforços em seu produto principal terceirizando atividades de apoio ou etapas do processo que não estão diretamente ligadas a sua atividade principal. Com isso, amplia-se o numero de fornecedores, agrega valor ao processo produtivo, e as variações no tempo de entrega e qualidade dos produtos entregues por esses fornecedores. No ambiente empresarial além das responsabilidades, têm-se a necessidade de otimização dos recursos para manter-se no mercado, porém, dominar uma ação empreendedora ajuda transformar sonhos em realidade, pois a falta de empresários com visão para o crescimento da empresa cresce a cada ano, causando prejuízos sócios e econômicos na vida do empreendedor Logística do Empreendedor Logística do Empreendedor é mais do que resultados, é uma nova forma de analisar resultados, valorizar o cliente, ser competitivo continuadamente, inovando a cada oportunidade que é dispensada ao empresário. A logística é, e será por longos tempos o diferencial que sustentará o empresário em sua trajetória, do contrário sucumbirá e fará parte dos 65% das empresas que nascem e morrem em menos de dois anos (ZOCATELLI, 2007). Destaca-se aqui uma valiosa informação sobre a importância da logística para as empresas, através da logística os empreendedores poderão ser competitivos e ter uma visão sistêmica mais aguçada obtendo melhores resultados a cada passo dado em sua trajetória empresarial. Segundo Zocatelli (2007), a logística interna bem planejada leva a um melhor acompanhamento dos departamentos, dos setores, dos colaboradores, melhor relacionamento pessoal e interpessoal, o espírito de equipe aflora, as ideias inovadoras serão sempre presentes, os controles, parte importantíssima de qualquer empreendimento começam a inspirar confiança e respeitabilidade, e daí para um

24 23 planejamento estratégico é questão de tempo e maturidade empresarial, planejamento este, que leva o empreendimento através da missão, visão, valores e conhecimento do seu negócio a transpor barreiras. Para que se possa ter ciência da situação de eficiência e eficácia em que a logística interna se encontra, desenvolveram-se os indicadores de desempenho, com o intuito de facilitar a gestão da movimentação interna (DORN, 2010). Segundo Dorn (2010), os indicadores de desempenho são índices utilizados na avaliação dos processos da empresa permitindo o acompanhamento dos resultados obtidos. A competitividade de uma organização depende muito de seu desempenho, portanto o sistema logístico interno deve estar em boas condições para que o atendimento ao cliente não seja comprometido. Desta forma é necessário que os recursos logísticos sejam apropriados de forma eficiente e eficaz, na busca do melhor aproveitamento das variáveis que envolvem o tema. A logística externa é a distribuição física, ramo da logística empresarial que trata da movimentação, estocagem e processamento de pedidos dos produtos finais da empresa, também define os canais de distribuição que, ao fazer parte da cadeia, agregam mais valor a ela e ao produto. Costuma ser a atividade mais importante, em termos de custo, para a maioria das empresas, já que absorve cerca de dois terços dos custos logísticos (EURIDES, 2005). A logística integrada é também uma das formas empreendedoras de competitividade, o sistema onde todas as operações logísticas da empresa, incluindo transito de materiais e informações, estão interligadas em um sistema inteligente que consegue administrar o fluxo logístico dentro da organização de forma eficiente. Uma empresa que deseja ser uma organização de classe mundial deve realizar um projeto de integração de todas as suas operações com objetivo de alcançar essa integração, deixando claro o papel que a logística desempenha na empresa. Sendo assim, a logística integrada é o processo de planejamento, implementação, e controle da eficiência, do custo efetivo relacionado ao fluxo de armazenagem de matéria-prima, material em processo e produto acabado, bem como do fluxo de informações do ponto de origem, ao ponto de consumo, com o objetivo de atender as exigências dos clientes (GARBELLINI, 2010). Segundo Giffoni (2010), tantas alterações na sistemática do comércio e no relacionamento com clientes, torna-se necessário que as organizações se voltem para os aspectos que estão dominando as relações de mercado. Neste sentido, a

25 24 logística torna-se um dos pontos indicados enquanto diferencial competitivo, especificamente quando voltada para o marketing de relacionamento com clientes, a satisfação e a fidelização destes. Uma boa estratégia empresarial seria aliar a eficiência logística ao marketing de relacionamento para satisfazer e fidelizar clientes; utilizando-se das tecnologias de ponta para dinamizar o processo obtendo total eficiência dos recursos disponíveis. A eficiência logística tornou-se muito ampla e se faz necessário atuar em várias áreas ao mesmo tempo para que se mantenha a eficiência e a eficácia cobrada pelo mercado atual, desenvolvam-se estratégias competitivas; fidelizem-se clientes e torne-se realmente uma referência para seus concorrentes (GIFFONI, 2010). Os empreendedores que enxergam na logística um diferencial competitivo planejam e coordenam suas ações gerenciais de uma forma integrada, avaliando todo o processo desde o Fornecimento da Matéria Prima até a certeza de que o cliente teve suas necessidades e expectativas atendidas pelo produto ou serviço entregue. O resultado é a superação dos desafios apresentados e consequentemente um melhor posicionamento no mercado (MEIRIM, 2004).

26 25 2 EMPREENDEDORISMO A ideia de realizar determinado empreendimento irá surgir pela observação, percepção e análise de atividades, tendências e desenvolvimentos na cultura, sociedade, hábitos sociais e de consumo envolvidos neste contexto. As oportunidades detectadas ou visualizadas, racional ou intuitivamente, das necessidades e das demandas prováveis, atuais e futuras, e necessidades não atendidas definem a ideia do empreendimento (BERNARDINI, 2003, p.63). Um empreendimento é algo bastante subjetivo e pode nascer de habilidades, gosto e de outras características pessoais. O termo empreendedor vem do francês entrepreneur que significa aquele que assume riscos e começa algo novo, a qual se deu origem á palavra inglesa entrepreneurship. A pessoa que decide criar uma empresa, uma organização de negócios é uma pessoa empreendedora. O empreendedor tem um compromisso com a sua prosperidade, são otimistas, têm visão para o sucesso, gostam de buscar autonomia e não temem possíveis fracassos. Procuram resolver problemas e alcançar resultados ótimos, pois quando alcançam seus objetivos estão sendo recompensados pelos seus esforços (MAXIMIANO, 2006). Segundo Chiavenato (2008), o empreendedor é a pessoa que inicia ou opera um negócio para analisar uma ideia ou projeto pessoal assumindo riscos e responsabilidades e inovando continuamente. Os empreendedores são heróis populares do mundo dos negócios. Inovam, fornecem empregos e incentivam o crescimento econômico, sendo assim, milhares de pessoas de todas as classes sociais e adultas estão abrindo seu próprio negocio e agregando liderança dinâmica que conduz ao desenvolvimento econômico e ao progresso das nações. Segundo Dornelas (2008), o empreendedor é aquele que detecta uma oportunidade e cria um negócio para capitalizar sobre ela, assumindo riscos calculados. Os empreendedores procuram de forma cautelosa se posicionar no mercado inovando, aproveitando oportunidades e agregando valor aos produtos e serviços já existentes, buscando como foco principal atender os clientes de maneira satisfatória.

27 CARACTERÍSTICAS DO EMPREENDEDOR Segundo Longenecker (2007), os empreendedores são caracterizados por descobrirem as necessidades do mercado e satisfazerem essas necessidades mediante a abertura de novas empresas e para tanto, assumem riscos em busca de mudanças, inovação e progresso econômico. Segundo o mesmo autor, é importante considerar que apesar de muitas semelhanças, o termo empreendedor e gestor de empresas não são sinônimos. Segundo Bernardini (2003), o empreendedor possui um perfil característico e típico que definem sua personalidade dentre os quais se destacam: o senso de oportunidade, a dominância, agressividade e energia para realizar, autoconfiança, otimismo, dinamismo, independência, persistência, flexibilidade e resistência a frustrações, criatividade, propensão ao risco, liderança carismática, habilidade de equilibrar sonho e realização e habilidade de relacionamento. [...] sem uma boa dose dessas características de personalidade, é difícil imaginar o progresso de um empreendimento. Portanto, este é o primeiro passo ao empreender, uma auto avaliação honesta, realista e criteriosa (BERNARDINI, 2003, p.64). O empreendedor é a pessoa que faz as coisas acontecerem devido à capacidade de identificar oportunidades e através disso transforma ideias em realidade, gerando beneficio próprio e para beneficio da comunidade. Por ter criatividade e um alto nível de energia, o empreendedor demonstra imaginação e perseverança, estes aspectos sendo combinados de forma adequada, pode transformar ideias simples e mal - estruturada em algo concreto e bem-sucedido no mercado (CHIAVENATO, 2008). Para Dornelas (2008), os empreendedores de sucesso possuem características extras: Fazem a diferença sabendo agregar valor aos serviços e produtos colocados no mercado, sabem explorar ao máximo as oportunidades, executam suas ações com total comprometimento, passam por cima das adversidades, ultrapassa os obstáculos, com o objetivo de fazer acontecer, são dedicados, incansáveis e loucos por trabalho, são otimistas e apaixonados pelo o que fazem, porque o otimismo faz com que sempre enxerguem o sucesso, em vez de imaginar o

28 27 fracasso. Querem ser independentes, em vez de ser empregados, ficam ricos, porém, ficar rico não é o principal objetivo dos empreendedores, pois eles acreditam que o dinheiro é consequência do sucesso dos negócios, sabem valorizar seus funcionários, estimulá-los e recompensá-los porque têm um senso de liderança incomum, constroem uma rede de contatos que os auxiliam no ambiente externo da empresa, junto a clientes, fornecedores e entidades de classe. São organizados, fazem com eficiência seus planejamentos, desde o primeiro rascunho do plano de negócio até a apresentação do plano a investidores, possuem conhecimento, pois aprendem continuamente para obter maior chance de êxito, assumem riscos calculados, quanto maior o desafio, mais estimulante será a jornada empreendedora, criam valor para a sociedade com a geração de empregos, sempre usando sua criatividade em busca de soluções para melhorar a vida das pessoas. Segundo Chiavenato (2008), a necessidade de realização, disposição para assumir riscos e autoconfiança são características básicas que identificam o empreendedor. O empreendedor assume variados riscos ao iniciar seu próprio negócio, riscos financeiros, riscos psicológicos pela possibilidade de fracassar, abandono do emprego seguro e de carreiras definidas, portanto, empreender não depende apenas de abrir um negocio e seguir em frente, às vezes em contraste com situações de jogo em que o resultado depende apenas de sorte. A preferência pelo risco moderado reflete a autoconfiança do empreendedor (CHIAVENATO, 2008, p.9). Ter disposição para enfrentar os riscos em situações difíceis, é algumas vantagens do empreendedor. Segundo Maximiano (2006), as maiores vantagens do empreendedor para tomar decisões são independência e liberdade, ou seja, ter autonomia, pois ser chefe de si mesmo para algumas pessoas é a melhor satisfação. Iniciar um negócio significa ter despesas, sendo assim, é necessário ter o investimento inicial para suprir as necessidades com instalações, aluguéis, salários, impostos e taxas. Operar um negócio próprio, enfrentar desafios e obter ganhos favoráveis para a empresa é vantajoso para o empreendedor, porém o sacrifício pessoal, a sobrecarga de responsabilidades e pequena margem de erro, são desvantajosos para o empreendedor.

29 28 Quem possui autoconfiança sente que pode enfrentar os desafios que existem ao seu redor e tem domínio sobre os problemas que enfrenta. Segundo Chiavenato (2008), existem pessoas que entram em negócios para escapar de algum fator ambiental, são eles os refugiados estrangeiros, refugiados corporativos, refugiados dos pais, refugiados do lar, refugiados feministas, refugiados sociais e refugiados educacionais. As pessoas que encontram desvantagens de cultura, língua, entre outras são considerados os refugiados estrangeiros, devido o fato de estarem em um país a qual não estão acostumados. Os refugiados corporativos são aqueles que fogem do ambiente burocrático, iniciando negócios por conta própria, já os refugiados dos pais, são aquelas pessoas que deixam a família para ser independentes, portanto os refugiados do lar, são aqueles que começam o próprio negócio após o crescimento dos filhos e quando se sentem livres das responsabilidades da casa. As mulheres que sentem discriminação ou restrições em uma empresa e preferem iniciar um negócio que possam dirigir independentemente dos outros são consideradas refugiados feministas. Os refugiados sociais prevalecem na empresa e buscam uma atividade com empreendedores, já os refugiados educacionais preferem iniciar um novo negócio, pois estão cansados da rotina dos cursos acadêmicos. Segundo Maximiano (2006), existem várias formas de surgir um empreendedor considerando-se as circunstâncias que podem estar relacionadas ou não à personalidade. Alguns tipos de empreendedores considerados pelo autor são o empreendedor nato, herdeiro, funcionário de empresa, excelentes técnicos, vendedores, opção de desemprego, desenvolvimento paralelo e aposentadoria. A motivação para o empreendimento também vai ser um aspecto importante para a decisão do sujeito para empreender. Dependendo do grau de importância e da escala relativa de pesos que cada pessoa atribui a cada uma das motivações, independentemente do grau de persistência e abstinação típicas do empreendedor, os custos e benefícios pessoais adquirem grau de conflitos diferenciados (MAXIMIANO, 2006, p.66). Neste processo de empreender se faz necessário considerar também a questão dos custos e benefícios, pois envolve a complexidade de decisão que pode

30 29 afetar econômico e psicologicamente e são consideradas um peso relativo na escala motivacional para o empreendedorismo. Para Maximiano (2006, p.67): [...] custos econômicos e emocionais que não são bem refletidos, cuidados e trabalhados findam em situações paradoxais e delicadas. O que definirá a personalidade empreendedora durante o processo de decisão será a possibilidade de realizar uma correta modelagem do negócio e um planejamento bem elaborado e pode aumentar as chances de sucesso e diferenciará um empreendedor bem sucedido. O empreendedorismo é essencial para a geração de riquezas dentro de um país, promovendo o crescimento econômico e melhorando as condições de vida da população. É também um fator importantíssimo na geração de empregos e renda O Empreendedorismo no Brasil O empreendedorismo no Brasil começou a tomar forma na década de 90, quando entidades como o SEBRAE e a Sociedade Brasileira para Exportação de Software (Softex) foram criadas. Antes disso o empreendedor não encontrava as informações necessárias para abertura de seu próprio negócio (ARCANJO, 2012). Segundo Arcanjo (2012), o resultado do primeiro relatório executivo do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), divulgado no ano de 2000, o Brasil foi destaque como o país que possuía a melhor relação entre o número de habitantes adultos que começaram um novo negócio e o total da população. Cerca de um em cada oito adultos. Uma pesquisa do SEBRAE feita com pessoas entre março e abril revelou que o número de empreendedores individuais cresceu 84% no país, hoje são 2,5 milhões de pessoas que saíram da informalidade (CAPUCCI, 2012). Segundo Capucci (2012), as brasileiras têm dado uma contribuição fundamental nesse mercado de trabalho. Elas já são 46% dos empreendedores individuais e dominam a área de serviços de estética e beleza que cresceu entre 2011 e 2012: 132%. De acordo com o IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário) de 1º de janeiro a 30 de julho de 2012, houve um crescimento de novos empreendimentos do tipo MEI (Microempreendedor Individual) em relação ao mesmo período no ano anterior, sendo que São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro

31 30 e Rio Grande do Sul foram os estados que mais registraram empresas nessa modalidade (LAM, 2012). Segundo Lam (2012), das novas empresas criadas em 2012, são voltadas ao comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, por cabeleireiros e no setor de construção e obras de alvenaria. Segundo Arcanjo (2012), com o crescente aumento do empreendedorismo por oportunidade percebe-se que as pessoas estão diminuindo cada vez mais o seu interesse pelas áreas operacionais e técnicas das empresas brasileiras, pois algumas organizações estão solicitando ao mercado um profissional com bastante experiência, fluência em uma, duas ou até mesmo três línguas estrangeiras, que tenha disponibilidade para viagens e principalmente que ganhe pouco. Com isso, as pessoas começam a perceber que trabalhar nesse tipo de organização não lhe trará o retorno que estão esperando, e que com o "pouco" conhecimento que obtém, com algumas ideias inovadoras e com muita coragem, elas conseguem abrir o seu próprio negócio, realizar por muitas vezes seus sonhos pessoais e em um médio prazo conseguir um retorno financeiro muito maior do que se estivessem trabalhando no setor privado (ARCANJO, 2012). 2.2 GLOBAL ENTREPRENEURSHIP MONITOR (GEM) Segundo Global Entrepreneurship Monitor (2000; 2001), é o maior estudo contínuo sobre dinâmica empreendedora no mundo. Começou como uma parceria entre a London Business School e Babson College e teve inicio no ano de 1999 com 10 países, e apenas a partir de 2010 cresceu para 59 economias. O Brasil participou pela primeira vez no ano de Os principais objetivos do estudo são: medir a diferença entre o nível empreendedor entre os países que participam do trabalho e descobrir os fatores favoráveis e limitantes à atividade empreendedora no mundo, identificando possibilidades que favoreçam o empreendedorismo nos países envolvidos. O resultado do GEM incluem comparações globais, relatórios nacionais e tópicos especiais baseados no ciclo de coleta de dados anual. Na pesquisa GEM esses dados são obtidos por meio de pesquisa quantitativa com uma população na faixa etária entre 18 e 64 anos e são observadas diferentes características relativas ao empreendedorismo, conforme o estagio do

32 empreendimento nascente ou novo, ou seja, com menos de 42 (quarenta e dois) meses de existência INCUBADORA DE EMPRESAS Segundo Magalhães (2012), incubadora de Empresas é um programa de assistência temporária para empresas iniciantes e é criado para oferecer uma estrutura planejada, organizada e orientada para apoiar o desenvolvimento de micro e pequenas empresas, de pessoas ou grupos, que queiram criar empresas de base tecnológica ou mesmo de base tradicional. As incubadoras visam o aprimoramento das empresas que estão por vir no mercado, e prestam total consultoria para pessoas físicas empreendedoras e micro e pequenas empresas já atuantes no mercado. O movimento brasileiro de incubadoras expandiu-se a partir da década de 90, firmando-se em anos recentes, porém o Brasil tem se destacado em várias pesquisas publicadas pelo GEM (GEM, 2000; 2001). As incubadoras não estão somente na vanguarda do desenvolvimento de inovações, novas tecnologias, berçários de empreendedores, desenvolvimento de novos produtos/serviços, mas também numa nova era de princípios empreendedores (LEITE, 2011). Segundo Soares (2012), incubadora de empresas é uma entidade que oferece as condições e facilidades necessárias para o surgimento e crescimento de novas empresas e negócios, gerando emprego, renda e desenvolvendo a cultura empreendedora nas comunidades em que estão inseridas. Os objetivos das incubadoras de empresas são: diminuir a mortadlidade das pequenas e médias empresas, preparar a empresa para enfrentar a concorrencia, oferecer apoio estratégico durante os primeiros anos de exitencia das micros e pequenas empresas, transferencia de conhecimento e de tecnologias de Universidades e Instituições de ensino e pesquisas, estimular a parceria entre as empresas, apoiar projetos de revitalização de empresas (SOARES, 2012). Segundo Ferreira (2012), uma ideia nova de negócio basta para empreendedores buscarem auxílio de uma incubadora de empresas. Essas instituições oferecem suporte gerencial e infraestrutura para que projetos inovadores se tornem possíveis, abrindo uma oportunidade de realização e sucesso.

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