FATORES INFLUENCIADORES NO PROCESSO DE INOVAÇÃO, ATRAVÉS DE UMA ANÁLISE EXPLORATÓRIA, NO MERCADO BRASILEIRO

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1 FATORES INFLUENCIADORES NO PROCESSO DE INOVAÇÃO, ATRAVÉS DE UMA ANÁLISE EXPLORATÓRIA, NO MERCADO BRASILEIRO Carolina Resende de Souza Carvalho (UESC) Mara Telles Salles (UFF) Este projeto tem a intenção de delinear os principais fatores que influenciam diretamente no processo de inovação no mercado brasileiro. Foram analisados três aspectos identificados como críticos para o sucesso do processo de inovação no Brrasil. O primeiro diz respeito às condições culturais existentes nos países de origem, a relação do indivíduo com o trabalho, e como isso interfere no processo de inovação, através do empreendedorismo. Assim, o processo de inovação seria uma habilidade desenvolvida durante todo o processo de aprendizado, não se restringindo apenas às instituições educacionais, uma vez que os valores culturais influenciam neste processo. O segundo aspecto trata dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento e do perfil de escolaridade brasileiro, analisando a interação entre estes fatores, o mercado e o governo. Esta análise ressalta o baixo índice de qualificação da mão-de-obra brasileira, e do baixo investimento privado neste setor, resultando num baixo nível de produção científica, medida em número de artigos publicados e patentes depositadas por brasileiros. O terceiro e último fator relata alternativas para a banimento dos percalços que atrasam a performance e prejudicam a vantagem competitiva do país; a eliminação de gargalos à burocracia alfandegária, lidando com os temas de carga tributária, problemas de infra-estrutura e tudo que onera os produtos e serviços brasileiros, e os transforma, comparativamente com outros países, menos competitivos no exterior. Palavras-chaves: Inovação, Empreendedorismo, Cultura, Pesquisadores, Investimento em P&D e Custo Brasil.

2 1. Introdução O presente projeto se estrutura no campo dos estudos em inovações e na concepção do conhecimento, fomento à pesquisa e empreendedorismo. Tem como foco as características das universidades brasileiras, centros de pesquisas e agências governamentais, ou seja, os fatores influenciadores no processo de transferência do conhecimento gerado nas atividades de fomento à pesquisa ao mercado. Apresenta-se alinhado, também, com estudos desenvolvidos por pesquisadores da área que buscam analisar novos formatos organizacionais que propiciem ambientes favoráveis à transferência de conhecimentos/tecnologia gerados na universidade, tais como incubadoras e parques tecnológicos e as interações universidade mercado governo. A universidade é o instrumento de partida para a geração e disseminação do conhecimento que possibilita a capacitação de recursos humanos para o mercado de trabalho, seja na área tecnológica ou de pesquisa. No Brasil, trata-se de um desafio à sociedade, uma vez que envolve a ruptura de paradigmas consolidados durante toda nossa história; promover a capacidade inovadora da sociedade é uma faceta multidimensional e, portanto, esforços isolados de alguns atores não gerarão resultados consistentes. Uma transição paradigmática envolve o desenvolvimento de novos valores, congruentes em toda a sociedade. Com a regulamentação da Lei nº a Lei de Inovação no ano de 2004, que tem por objetivo transformar o potencial acadêmico de pesquisa em produção tecnológica inovadora e ajudar a diminuir os riscos de perda de investimento nas relações entre universidades, empresas e governo (APPOLONI, 2003). Essa perspectiva vem melhorando visto que abrange todas as universidades públicas brasileiras a fim de estimular a produção de conhecimento científico em aplicações para o mercado. Diversos fatores influenciam no processo de empreendedorismo e inovação, como a carga tributária, taxas de juros, políticas públicas voltadas para a micro e pequena empresa, renda desigual, escolaridade, acessibilidade ao crédito, entre outras. A figura 1, a seguir, exemplifica bem o foco da pesquisa. 2

3 Figura 1 Sistema Nacional de C,T&I. Fonte: MCT Tendo em vista o cenário acima, o objetivo maior deste trabalho consiste em melhor apresentar, através de uma análise exploratória de dados qualitativos e quantitativos, os fatores que contribuem para a inovação e para o desenvolvimento do empreendedorismo bem como o ambiente onde estão inseridos; sendo estas as principais questões que irão nortear o programa de pesquisa e contribuir para o avanço do conhecimento. A importância permanente e fundamental, no entanto, é o de preservar, atualizar e expandir a competência científica e de pesquisa residente nas universidades, pelo influxo seletivo de projetos cooperativos com empresas, brasileiras ou internacionais. Para tal, foi necessária uma pesquisa bibliográfica em busca das formas de interação entre universidades e o mercado, além da busca por estudos de indicadores que poderiam, de fato, influenciar o processo de fomento às pesquisas e seus reais produtos e da análise da realidade atual dessa atividade no Brasil. A metodologia adotada neste trabalho consistiu na coleta de dados qualitativos e quantitativos relacionados ao crescimento e ao investimento no fomento às pesquisas nas universidades brasileiras. Posteriormente, foram realizadas criação e análise de gráficos destes dados quanto aos fatores citados abaixo que influenciam diretamente neste processo de inovação e empreendedorismo. Sendo estes a cultura, o financiamento e alocação de Pesquisadores e o custo Brasil. 2. Inovação Com a globalização e a enorme facilidade em se obter informações, o mercado atual se destaca por ter como característica, mudanças rápidas e crescentes de organizações que em busca de ampliar seu mercado, procuram desenvolver uma vantagem sustentável para se destacarem em seus setores (HEERDT, 2002). A informação e o conhecimento são os progenitores da inovação e acabam por constituírem os pilares de sustentação do desenvolvimento de países, sociedades e empresas; eles refletem a constatação de que a gestão eficiente do conhecimento é cada vez mais fundamental (BARBAIS e SOUSA, 2006). Os processos de inovação envolvem fatores como: sociedade, cultura, economia, política, educação, etc. Porém a inovação depende especificamente da criação e do uso do conhecimento. 3

4 O termo Inovação é definido como fazer mais com menos recursos a fim de potencializar a competitividade possibilitando ganhos de eficiência tanto em processos tanto na prestação de serviços; podendo assim ser considerada fator fundamental no crescimento econômico de uma sociedade. De acordo com Freeman (1984), inovação é o processo que inclui as atividades técnicas, concepção, desenvolvimento, gestão e que resulta na comercialização de novos (ou melhorados) produtos, ou na primeira utilização de novos (ou melhorados) processos. As inovações podem ser diferenciadas em inovação do produto, inovação do processo, inovação organizacional e inovação de marketing. Além disso, pode-se distinguir inovação como sendo aberta (Open Innovation) ou fechada (Closed Innovation). Na primeira é permitida a utilização tanto do o conhecimento interno da empresa quanto de informações externas (como licenças, patentes, etc.); já a segunda, conhecimento limita ao conhecimento interno. De acordo com Simantob (2003, p.20), as inovações podem ser classificadas em dois grandes grupos: Inovação radical ou de ruptura que se caracteriza pela incessante busca de ruptura e quebra de paradigmas e inovação incremental ou inovação por processo de melhoria contínua que se caracteriza por uma busca de aperfeiçoamento constante e gradual. 2.1 A Lei da Inovação A Lei de Inovação representa um marco na legislação brasileira. Nas últimas décadas, tem sido cada vez mais destacada a interação entre a pesquisa acadêmica e a inovação industrial. Dessa maneira, objetivando o fortalecimento do sistema nacional de inovação, ao prever mecanismos que facilitem a integração entre centros de pesquisa e empresas, a Lei de Inovação, Lei nº , foi regulamentada no ano de 2004 estabelecendo um novo regime fiscal a fim de facilitar e incentivar as empresas a investirem em pesquisa e desenvolvimento. Essa nova forma de gestão do conhecimento extinguiu a necessidade de seguir a Lei de licitação (8666) para a transferência de inovação ao setor privado, ou seja, está liberado o licenciamento de patentes e transferência de tecnologias desenvolvidas pelas instituições públicas de pesquisa. Os contratos podem ser realizados, agora, diretamente entre as instituições de pesquisas e as empresas, e a transferência com exclusividade do direito sobre um produto ou processo deve ser feita por chamada pública. Dentre alguns pontos importantes da lei pode-se destacar: As empresas poderão compartilhar laboratórios e equipamentos com as instituições públicas de pesquisa, mediante remuneração estabelecida em cláusulas do contrato; pesquisadores de instituições públicas poderão licenciar-se a fim de realizar pesquisas em outras instituições ou empresas, ou ainda se decidirem constituir uma empresa de base tecnológica; sendo nesta última uma licença não remunerada; as empresas privadas poderão professar produtos e processos inovadores que forem obtidos por instituições de pesquisa; os pesquisadores serão estimulados, através da bolsa de estímulo à inovação, que será financiada pela agencia de fomento ou instituição de apoio, a trabalharem em parceria com as empresas. Além de poder obter licença para se tornar empreendedor e a obrigatoriedade da criação de NIT's (Núcleo de Inovação Tecnológica) como elo oficial com o setor empresarial e com a instituição. 4

5 2.2 Tecnologia XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO A palavra tecnologia que vem do grego "ofício", "estudo" é um termo que envolve o conhecimento técnico e científico e as ferramentas, sendo processos ou materiais, utilizados a partir de tal conhecimento. Generalizando, a tecnologia é o encontro entre ciência e engenharia (FINEP). A tecnologia é um termo que uni desde as ferramentas e processos simples até os mais complexos já criados pelo ser humano e que carrega em seu conceito alguns conflitos no que diz respeito questões sobre preocupações naturais de nossa sociedade, como o desemprego, a poluição e outras muitas questões ecológicas, filosóficas e sociológicas. Segundo Mansfield (1985) a tecnologia é o conjunto de conhecimentos da sociedade tocantes às atividades industrial e agrícola, que se fundamenta nos conhecimentos, fazendo ainda uma distinção de tecnologia e das técnicas em uso. Para ele, tecnologia volta-se para a aplicação enquanto a ciência pura está orientada a compreensão. De acordo com Gonçalves e Gomes (1983), "tecnologia serve como um espelho e uma metáfora: as pessoas são usuários das ferramentas e construtores dessas ferramentas, sem deixarem de ser artífices". Já nas palavras de Fleury (1990): "Tecnologia é um pacote de informações organizadas, de diferentes tipos (científicas, empíricas...), provenientes de várias fontes (descobertas científicas, patentes, livros, manuais, desenhos...), obtidas através de diferentes métodos (pesquisa, desenvolvimento, cópia, espionagem...), utilizado na produção de bens e serviços". Portanto, tecnologia pode ser conceituada como o processo integrado de conhecimentos, técnicas, ferramentas e procedimentos utilizados na constituição de bens e serviços. É uma união entre o conhecimento humano, a sociedade e suas expectativas. 2.3 Spin-offs Acadêmicos (SOA's) Os Spin-offs Acadêmicos têm sido parte da realidade de universidades americanas por décadas. Por outro lado, o fenômeno de SOA na Europa e especialmente no Brasil está ainda na infância. Embora os primeiros SOAs tenham aparecido na Europa na década de 70, muitas autoridades acadêmicas foram indiferentes ou mesmo contra o seu desenvolvimento (MARIA H. ARAÚJO E ROCHEL M. LAGO, 2005). Assim, para a criação de SOA, além dos pesquisadores e idéias de produtos ou processos, é fundamental uma cultura empreendedora na Universidade que dê suporte à iniciativa do pesquisador empreendedor. A comunidade acadêmica deve se conscientizar de que o empreendedorismo tecnológico e o processo de capitalização do conhecimento via criação de empresas de base tecnológica a partir de resultados de pesquisa, são alternativas muito positivas para a Universidade, a cidade, o estado e o país A Importância dos SOA's As empresas SOA's têm um grande impacto especialmente no desenvolvimento econômico local afetando não somente a comunidade local, mas também o país, com a geração de empregos, o desenvolvimento e diversificação da economia, além da cultura da população, uma vez que a base para este movimento é a cultura empreendedora, ou, a maneira de se fazer negócios, lidando com riscos. 5

6 2.3.2 O Papel das Universidades XXXI ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO As universidades vivenciam agora um período de mudança, procurando incorporar aos seus objetivos o apoio ao desenvolvimento econômico e social. O interesse maior, não é apenas formar mão de obra, mas também fomentar a geração de empreendimentos de base tecnológica. Este assunto é de tamanha importância, que a União Européia criou um fórum para discutir esse tema e estruturar um mecanismo entre governos, empresas e as universidades. Nesse momento, expressões como empresários acadêmicos, empreendedorismo tecnológico e spin-off acadêmico surgem como peças chaves que molduram esse novo posicionamento da universidade, o qual ocorre mediante a comercialização de resultados de pesquisa e a participação nos negócios desenvolvidos por seus docentes e estudantes. Este processo pode ser divido em quatro etapas, segundo o centro de empreendedorismo tecnológico e inovação da escola de engenharia da UFMG (Empreende), como mostrado na figura abaixo, as quais são os pilares da cadeia da inovação: geração de ideias de negócio a partir de pesquisa; construção de um plano de negócios e desenvolvimento do protótipo a partir das idéias geradas na primeira fase; criação do empreendimento; criação/geração de valor econômico. Figura 2 - A Cadeia da Inovação. Fonte: Nesse sentido, o papel da Universidade é dividido em duas partes independentes: na etapa I com a criação de centros de empreendedorismo e na etapa II com as incubadoras. Historicamente, o Brasil não era pressionado por uma concorrência aberta em muitos setores, principalmente, se falarmos de indústrias que tinham mercado protegido por reservas e subsídios. Isso fez com que o país não desenvolvesse a capacidade de inovar. Com raras e nobres exceções, o Brasil não tem em sua história a prática de inovação, sendo muito vinculado ao passado e, desde os tempos da colônia, nunca produzimos o novo como uma proposta cultural. E inovação é cultura. No século passado, as grandes inovações também vinham de fora, da matriz, da multinacional. Um exemplo do pouco interesse em inovação no país é o fato que 80% dos doutores e PhDs do Brasil estão na universidades e apenas 20% nas indústrias, sendo que em economias mais avançadas, esta proporção é inversa. Dessa forma, este conhecimento é subutilizado, pois nem a indústria, nem as universidades utilizam este know-how de maneira produtiva, uma vez que 6

7 não possuem compromisso com a inovação, devido ao viés cultural. Outro exemplo, de acordo com Donabela no IT fórum de 2009, é o fato do crescente interesse dos jovens em concursos públicos, o que mostra uma cultura de aversão ao risco, característica presente em qualquer atividade de pesquisa e inovação. 3. Empreendedorismmo A palavra empreendedor (entrepreneur), segundo GEM (Global Entrepreneurship Monitor, 2005), surgiu na França por volta dos séculos XVII e XVIII, a fim de designar pessoas destemidas capazes de estimularem o progresso econômico, mediante novas e melhores formas de agir. Segundo um dos mais importantes economistas do século XX, Joseph Schumpeter, em 1950, empreendedorismo foi caracterizado como sendo uma pessoa com criatividade e capaz de fazer sucesso com inovações. Posteriormente, Kenneth E. Knight (1967) e Peter Drucker (1970), o pai da administração moderna, introduziram neste conceito que uma pessoa empreendedora precisa saber arriscar, transformar as oportunidades em reais negócios, mobilizando recursos externos, valorizando as mais variadas áreas do conhecimento e da experiência e alcançar seus objetivos. E, em 1985, Gifford Pinchot definiu o que seria o Intra-empreendedor como sendo um empreendedor dentro uma organização. Hoje, a definição de empreendedorismo mais aceita e respeitada no meio é a do estudioso Robert Hirsch que, em seu livro Empreendedorismo, afirma que empreendedorismo é o processo de desenvolver maneiras ou negócios diferentes, dedicando tempo e o esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psicológicos e sociais correspondentes e recebendo as conseqüentes recompensas da satisfação econômica e pessoal. De acordo com pesquisas realizadas o empreendedor pode ser classificado como: Empreendedor nato; empreendedor que aprende (inesperado); empreendedor serial ( que cria novos negócios); empreendedor coorporativo; empreendedor social; empreendedor por necessidade (sendo o mais frequente no Brasil INOVA- UFMG) empreendedor herdeiro (sucessão familiar) e, por último, empreendedor normal (planejado). 3.1 INEI (Instituto Nacional de Empreendedorismo e Inovação) O I.N.E.I é uma organização de direito privado, sem fins lucrativos, fundada em janeiro de 2007, sob a forma de uma associação. Em dezembro de 2008, foi homologada como OSCIP - Organização Social Civil de Interesse Público. Tem como base de sustentação: Pessoas, conhecimento e conectividade. As Pessoas e sua idoneidade expressam o maior ponto de inovação e renovação; o conhecimento entra como sendo o motor da inovação e a conectividade integra os dois pilares anteriores permitindo a troca de entre os autores para que possam gerar soluções inovadoras. Tem, portanto, como objetivo principal apoiar as empresas brasileiras para que sejam capazes de desenvolver sua capacidade de inovar de maneira contínua e sustentável. No Brasil, a falta de informação e conhecimento de fontes de fomento e financiamento à inovação tem se tronado a razão para as baixas iniciativas inovadoras. Dessa maneira, condição essencial para que o país seja sustentável e sistemático é fundamental a identificação e disseminação destas fontes. 7

8 Segundo publicado na página oficial do INEI, o programa de fomento e financiamento à inovação possui as linhas de atuação como: Programas de capacitação e ensino em empreendedorismo inovador; projetos de pesquisas e estudos setoriais; desenvolvimento de tecnologias inovadoras; desenvolvimento de redes de inovação e conhecimento; assessoria e consultoria em gestão empreendedora e inovação; desenvolvimento de times e projetos inovadores; avaliação do grau de inovação organizacional e assessoria na captação de recursos em programas de financiamento e fomento à projetos de inovação. 4. Análise Exploratória Dos Indicadores 4.1 Valor Cultural Do Trabalho Esse é o principal desafio que a educação e a sociedade precisam superar, para estimular o empreendedorismo. Empreender é sonhar e trabalhar para alcançar esse sonho. Segundo Fernando Dolabela: Todos nós nascemos empreendedores e deixamos de desenvolver esta capacidade. Quem não desenvolve esta capacidade é porque não está imerso em condições favoráveis. Uma das variáveis que interferem no desenvolvimento desta capacidade é a relação do brasileiro com o trabalho. Uma vez que é necessário trabalho para realizar esta visão inicial do empreendedorismo, o valor cultural associado ao trabalho é essencial para este processo. Dessa forma, seria necessária uma mudança na metodologia educacional brasileira. O próprio Fernando Dolabela criou uma metodologia com uma abordagem acentuadamente humanista, elegendo como tema central não o enriquecimento pessoal, mas a preparação do indivíduo para participar ativamente da construção do desenvolvimento social, com vistas à melhoria de vida da população e eliminação da exclusão social, chamada Pedagogia Empreendedora. Em sua totalidade a Pedagogia Empreendedora já foi aplicada em 93 cidades, atingindo professores, alunos e uma população de cerca de dois milhões de habitantes. Dessa forma, a característica empreendedora do brasileiro seria desenvolvida, desde a educação infantil ao ensino médio, criando uma verdadeira cultura empreendedora. 4.2 Financiamento e Alocação de Pesquisadores Para termos uma melhor compreensão do cenário nacional relacionado à P&D, faz-se necessário analisar os recursos envolvidos, financeiros e humanos, analisando a capacidade inovativa brasileira. Quanto maior o índice de investimento em P&D pelo PIB mais recursos são aplicados em P&D, segundo o setor de financiamento, governo, empresas ou, estrangeiros (indivíduos ou instituições localizados fora do país), e por fim, o índice de investimento em P&D por pesquisador. Segundo dados do MCT, o Brasil investe 1.1% de seu PIB em P&D, enquanto que países como a Alemanha, China, Estados Unidos e Japão, investem 2.5%, 1.4%, 2.8% e 3.4% de seus PIBs em P&D, respectivamente. Além disso, podemos avaliar que a maior parcela do financiamento brasileiro é governamental (53%), investindo 0.6% de seu PIB em P&D, estando bem próxima de países como Espanha, 8

9 Itália, Japão, Portugal e Reino Unido. Porém, estes países investem mais em P&D que o Brasil devido à participação dos recursos privados e estrangeiros. Dessa forma, vale ressaltar também, que o Brasil possui uma das menores relações de investimento/pib nestes setores, 0.5% e 0.03%, respectivamente. O Brasil possui o menor índice de pessoas com nível superior do total da população economicamente ativa dos países selecionados. Dessa forma, apenas 10% dos brasileiros possuem diploma superior; isto mostra que o Brasil possui uma grande parte de sua mão-de-obra não graduada, justificando o baixo índice de investimento em P&D pelo PIB. Quanto ao índice brasileiro de pesquisadores e de pessoas envolvidas em P&D, apenas 0.1% das pessoas empregadas no Brasil são pesquisadores, enquanto que em países como a Alemanha e Estados Unidos este índice atinge 0.7% e 1%, respectivamente. A distribuição dos pesquisadores nos setores governamentais, empresariais e no ensino superior aparece da seguinte maneira: pesquisadores no ensino superior (57%) e índices de pesquisadores em empresas (37%), o que justifica o baixo investimento privado em P&D no Brasil, uma vez que a própria mão-de-obra de pesquisa não se encontra no setor privado. Tendo em vista que o produto de uma pesquisa materializa-se, na maioria dos casos, em uma publicação ou uma patente, o número de artigos publicados e depósito de patentes são considerados indicadores da produção científica nacional. No ranking dos países com maior participação relativa de artigos publicados em periódicos científicos, os Estados Unidos lideram com 32% da produção mundial, e o Brasil aparece em décimo quinto neste ranking, com 1.9% da publicação mundial; além disso, foi percebido que metade dos depósitos de patentes feitos no Brasil é feitos por não residentes. Apesar disso, vale ressaltar que existe uma corrente de estudiosos que acredita que as patentes devem ser encaradas predominantemente como um mecanismo de proteção de mercado, ao invés de um indicador da capacidade inovativa. 4.3 Custo Brasil Como último ponto a ser analisado o chamado Custo Brasil para que possamos ter idéia da influência da burocracia, dos impostos, das taxas de juros, dentre outros fatores sobre a criação de uma nova empresa no país. Tudo que produzimos é sempre vinculado a um valor de produção diretamente ligado à unidade produtiva. Não difere, então, quando analisam os custos específicos à produção em determinado país onde são levados em consideração fatores como: a carga tributária, política cambial, estabilidade da moeda, as opções de transporte, custo de mão-de-obra, oferta de matéria-prima e infra-estrutura em geral. Isto visto numa abordagem macroeconômica é denominado Custo Brasil. Este conceito, portanto, deve ser conjeturado no sentido relativo, de forma a confrontar, mediante as variáveis acima identificadas e apresentadas por cada país, o lugar menos custoso para produzir determinado produto, o que irá interferir diretamente na decisão de onde se fazer o investimento produtivo. Para tornar mais claros os dados explorados neste ponto do trabalho está posicionada a seguir a tabela resumo com os fatores que influenciam diretamente no custo Brasil e de que maneira se comportam. 9

10 Figura 3 Principais Fatores que Influenciam o Custo Brasil. Fonte: Adaptado da Revista Custo Brasil 5. Considerações Finais O presente trabalho identificou e relacionou os fatores que compõem um ambiente favorável ao desenvolvimento do processo de inovação e, consequentemente, o sucesso de empresas emergentes de base tecnológica. A metodologia foi adotada de forma a conseguir atrelar a essência desses fatores e evidenciar de que maneira estes estão ligados ao processo de inovação e empreendedorismo. Assim, após um estudo prévio, foi possível chegar a 3 (três) fatores que influenciam diretamente no cenário inovativo do mercado brasileiro. Como primeiro fator analisado aparece o empreendedorismo como fenômeno cultural, na medida em que valores da sociedade podem moldar, ou não, o processo empreendedor. Neste contexto, o empreendedorismo seria uma habilidade desenvolvida durante todo o processo de aprendizado, desde a pré-escola ao nível superior, não se restringindo apenas às instituições educacionais, uma vez que todos os indivíduos influenciam os valores culturais de uma sociedade, inclusive na relação desta com o trabalho. O segundo fator analisado foi a interação entre os agentes do processo de inovação: governo, empresas e recursos humanos. Nessa análise, os dados mostraram a baixa qualificação da mãode-obra brasileira, possuindo baixos índices de pessoas com nível superior e número de pesquisadores, resultando numa baixa produção científica (artigos publicados e depósito de patentes). Outro ponto levantado neste aspecto foi a fraca interação das empresas no processo de P&D no Brasil. Comparando com outros países selecionados, os dados mostram que o setor privado brasileiro investe pouco nesse aspecto, tornando o governo o principal agente deste processo no Brasil, tendência essa, oposta a dos mercados mais desenvolvidos. O último fator analisado foi o Custo Brasil, que seria, em linhas gerais, o quanto se gasta para se produzir no Brasil; sendo um conceito de fácil compreensão para os empreendedores. Mediante este conceito, temos como ponto base para escolha do empreendedor em investimento o cenário 10

11 onde este ocorrerá; aqui o investidor decidirá se é melhor investir em ações ou títulos ou montar/investir em uma empresa, isso ocorre tanto para o cenário nacional como para o internacional. Essa decisão é afetada por alguns fatores como, por exemplo, a mão-de-obra, se é barata e o país possui os impostos baixos, promove o empreendimento. Se os inputs são alcançados/explorados/transportados com facilidade, acaba por se tornar um grande benefício; da mesma maneira se o mercado é próspero. Para se tornar completa a analise do cenário, basta saber se o câmbio e a inflação estão controlados, se sim, este ponto está concluído. Com relação à realidade do Brasil comparada a outros países com relação às medidas de custo temos que, abordando os impostos, o Custo Brasil é muito alto, por possuir uma das mais elevadas cargas tributárias do mundo. Em infra-estrutura de transportes, apesar de termos uma das mais extensas malhas rodoviárias do planeta, não estamos no meio dos países mais desenvolvidos. Em contrapartida, quanto ao custo da mão-de-obra e a facilidade de obtenção de recursos naturais, somos um pais farto. Com relação às demasiadas taxas e impostos cobrados no país, seria possível propor a mudança de cobrança, que hoje ocorre sobre o produto, e fazê-la, talvez, sobre o lucro do empreendedor; o que possibilitaria abolir a cobrança de impostos. Isto permitiria uma redução do preço do produto e, independente do lucro da empresa, seria rendido o imposto apropriado à taxa estabelecida. No Brasil, o grande empecilho a ações deste gênero é a enorme sonegação existente, podendo amortizar a arrecadação do governo ao invés de adicionar. A principal mudança neste caso é a implementação de uma forte fiscalização, além de uma boa reforma tributária, largamente medida e negociada. Referências BARBAIS J.R. & SOUSA A.P. Capital Intelectual: Ativo Humano como demonstrativo de sucesso para o profissional. Revista contábil & empresarial Fiscolegis Contabilidade, BRASIL. CASA CIVIL DO GOVERNO BRASILEIRO. Lei Lei de Inovação. Disponível em <http://www.planalto.gov.br/>. Acesso em: Dezembro de BRASIL. EMPREENDE. Página Disponível em <www.empreende.eng.ufmg.br>. Acesso em: Fevereiro de BRASIL. FINEP. Brasil Inovador - Diretrizes para Coleta e Interpretação de Dados Sobre Inovação. Disponível em: Página visitada em Novembro de BRASIL. INEI. Página Oficial Do Instituto Nacional De Empreendedorismo E Inovação. Disponível em <http://www.inei.org.br/o-instituto>. Acesso em: Junho de BRASIL. INOVA (UFMG). Página Disponível em <http://www.inova.ufmg.br/portal/modules/wfchannel/index.php?pagenum=95>. Acesso em: Junho de BRASIL. MCT. Página Disponível em <http://www.mct.gov.br/>. Acesso em: Junho de BRASIL. Página Disponível em <http://www.artigonal.com/carreira-artigos/tipos-de-empreendedorismo html>. Acesso em: Junho de CASTELLANO, S. Proposição De Um Modelo Para Planejamento E Desenvolvimento De Projetos Em Empresas De Alta Tecnologia. Dissertação, Engenharia, Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, Abril de DONABELA, F. Entrevista ao fórum do IT Web. Página Disponível em: <http://www.itweb.com.br/noticias/index.asp?cod=61244>. Acesso em: Novembro de FLEURY, A. Capacitação Tecnológica e Processo de Trabalho. Revista de Administração de Empresas, pg 23-30, São Paulo, FGV, out/dez 90 11

12 FREEMAN, C. Prometheus Unbound, Futures, out 1984 in FLEURY, A. - artigo: Capacitação Tecnológica e Processo de Trabalho. Revista de Administração de Empresas, pg 23-30, São Paulo, FGV, out/dez 90. GLOBAL ENTREPRENEURSHIP MONITOR, GEM. Empreendedorismo no Brasil Relatório Nacional Curitiba, GONÇALVES, J.E.L. & GOMES, C.A.A. Tecnologia e a Realização do Trabalho. Revista de Administração de Empresas, pg 106 a 121, São Paulo, FGV, jan/fev HEERDT, A. P. S. Competências essenciais dos coordenadores de curso em uma instituição de ensino superior. UFSC. Dissertação de mestrado LIN CHIH CHENG & BENJAMIM MENEZES A busca pelos elos perdidos da cadeia de inovação: uma experiência de implementação de um centro de empreendedorismo tecnológico e de suas atividades MARIA H. ARAÚJO & ROCHEL M. LAGO Spin-Off Acadêmico: Criando Riquezas A Partir De Conhecimento E Pesquisa. Revista Química Nova, Vol. 28, Suplemento, S26-S35, 2005 SIMANTOB, MOYSÉS & LIPPI, ROBERTA. Guia Valor Econômico de Inovação nas Empresas. São Paulo: Globo, UMA NOVA PARCERIA PARA A MODERNIZAÇÃO DAS UNIVERSIDADES: FÓRUM DA UNIÃO EUROPÉIA PARA O DIÁLOGO UNIVERSIDADES-EMPRESAS Comunicação da Comissão ao Parlamento Europeu, ao Conselho, ao Comitê Econômico e Social Europeu e ao Comitê das Regiões. (Bruxelas, ) 12

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