Palavras-chaves: Logística, WMS, Gestão da Armazenagem, ERP

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1 XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. OS IMPACTOS DA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA WMS (WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEMS) COMO COMPLEMENTO DO SISTEMA ERP (ENTERPRISE RESOURCE PLANNING): ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA MINERADORA Fernanda Quadros Carneiro (UFOP) Frederico da Silva de Moraes (UFOP) Karine Araújo Ferreira (UFOP) Kéciler Reis (UNA) Thais Santos Pacheco (UFOP) Este artigo tem como objetivo analisar os principais resultados alcançados pela implantação de um software WMS como complemento para um sistema ERP, já existente em uma empresa do setor de mineração, destacando suas vantagens, desvantagens e dificuldades enfrentadas. Também foi de interesse da pesquisa discutir os impactos gerados na gestão de armazenagem e na gestão de estoque de acordo com o cenário em que a empresa estava inserida no momento da decisão por um software WMS. Entre os resultados obtidos pode-se destacar: maior monitoramento de entrada e saída de materiais; melhoria do fluxo de informações; e redução no tempo de armazenagem de materiais, o que mostra a importância da aplicação das tecnologias de informação e comunicação nas gestão logística de empresas modernas. Palavras-chaves: Logística, WMS, Gestão da Armazenagem, ERP

2 Os Impactos da implantação do Sistema WMS (Warehouse Management Systems) como complemento do Sistema ERP (Enterprise Resource Planning): Estudo de Caso em uma empresa mineradora 1. Introdução O atual ambiente sócio-econômico mundial, caracterizado por exigências como: menores custos, diferenciação de produtos, confiabilidade, redução dos prazos de entrega, melhoria no controle de qualidade e da flexibilidade, têm forçado as empresas cada vez mais a satisfazer plenamente seus clientes. Para não serem excluídas do mercado, as empresas tem que se adequar a esta nova realidade, utilizando cada vez mais as tecnologias de informação e comunicação (TIC) e a logística. Segundo Ballou (2001), a missão da logística é dispor a mercadoria ou o serviço certo, no lugar certo, no tempo certo e nas condições desejadas, ao mesmo tempo em que fornece a maior contribuição à empresa. Para Ribeiro (2006), os avanços tecnológicos, particularmente na tecnologia da informação e comunicação (TIC), permitem antecipar as vantagens competitivas oferecidas pelas novas estruturas que emergem no ambiente econômico atual. Já Fleury (2000) afirma que existem evidências de que empresas da mesma cadeia de suprimentos cada vez mais irão integrar-se aos meios de sistemas de informação, reduzindo incertezas, duplicações de esforços e, conseqüentemente o custo com operação. Corroborando com está idéia, Ferreira (2005) diz que a agilidade na troca eletrônica de informações contribui para que o sistema logístico seja um recurso competitivo da empresa, permitindo alcançar ambas vantagens de redução de custos e agilidade. Dentre as várias TIC s existentes, estão os sistemas de gestão empresarial (ERP - Enterprise Resource Planning) e o sistema de gestão de armazéns (WMS- Warehousing Management Systems) como ferramentas de gerenciamento de estoques e armazenagem. Este artigo pretende investigar como os sistemas WMS atuam juntamente com um sistema ERP na gestão de estoques e armazenagem, destacando suas vantagens, desvantagens e problemas enfrentados durante sua implantação em uma empresa do ramo de mineração. Nos sistemas ERP, o WMS é um dos muitos módulos já disponíveis no mercado, cujo principal objetivo é gerenciar o fluxo de informações, através do controle de posições, lote e regra FIFO (First in, First out), entre outras funcionalidades. Entretanto, o WMS pode ser também um aplicativo analítico que não necessariamente faz parte do ERP (sistema transacional), sendo, portanto um software que pode ser comercializado à parte. O WMS aliado a um ERP possibilita uma troca de dados maior entre eles. Dessa maneira, evitam-se retrabalhos, como por exemplo, a atualização de cadastros (BARROS, 2005). A pesquisa realizada neste trabalho é de natureza qualitativa, onde foi realizada pesquisa bibliográfica aprofundada sobre os temas armazenagem, sistemas WMS e ERP, seguido por estudo de caso em uma empresa do setor de mineração. Na seção 2 apresentam-se os principais conceitos sobre gestão de armazéns. As definições e conceitos sobre sistemas ERP são abordados na seção 3. Na seção 4, as principais características dos sistemas WMS, bem como sua aplicação na logística são discutidas. O 2

3 estudo de caso é apresentado na seção 5, descrevendo a implantação do sistema WMS como um complemento do sistema ERP na empresa estudada. Por fim, são apresentadas as considerações finais do trabalho (seção 6), seguido pelas referências bibliográficas. 2. Gestão de Armazenagem e Estoque: conceitos e abordagens Ballou (2003) define estoques como acumulações de matérias primas, suprimentos, componentes, materiais em processo e produtos acabados que surgem em numerosos pontos do canal de produção e logística das empresas. Estoques estão localizados normalmente em lugares como armazéns, pátios, chão de fábrica, equipamentos de transporte e em armazéns das redes de varejo. Para Slack (2007) os gerentes de produção precisam gerir as tarefas do dia-a-dia em cada ponto no sistema de estoque. Os pedidos recebidos dos consumidores internos e externos; são despachados e a demanda vai gradualmente consumir o estoque. Para isso, são necessárias colocações de pedidos para reposição de estoques, ao mesmo tempo que as entregas chegam e requerem armazenamento. Nesse processo de gestão dos estoques os gerentes de produção estão envolvidos em três principais tipos de decisões: - Quanto pedir. Cada vez que um pedido de reabastecimento é colocado, de que tamanho ele deve ser (algumas vezes chamadas de decisões de volume de ressuprimento)? - Quando pedir. Em que momento, ou em que nível de estoque, o pedido de reabastecimento deveria ser colocado (Algumas vezes chamadas de decisões de momento de reposição)? - Como controlar o sistema. Que procedimentos e rotinas devem ser implantados para ajudar a tomar essas decisões? Diferentes prioridades deveriam ser atribuídas a diferentes itens do estoque? Como a informação sobre estoque deveria ser armazenada? A gestão de estoque é o ramo da administração de empresas que está relacionado com o planejamento e o controle de estoques de materiais ou produtos que serão utilizados na produção de bens ou serviços. Cada vez mais, as empresas buscam a minimização de estoques e priorizam sua administração devido ao seu alto custo de manutenção, à crescente variedade de produtos e pedidos e à redução de capital circulante líquido. Por outro lado, a manutenção de estoques insuficientes pode trazer conseqüências drásticas à cadeia de abastecimento, afetando recursos e serviços. (BERTAGLIA, 2003) Segundo Bowersox (2001), o comprometimento com determinado nível de estoque e a subseqüente expedição de produtos para mercados, em antecipação a vendas futuras, acarretam várias atividades logísticas. Sem um estoque adequado, a atividade de marketing poderá detectar perdas de vendas e declínio da satisfação dos clientes. Por outro lado, o planejamento de estoque também tem papel crítico para a produção. Faltas de matérias-primas podem parar linhas de produção ou alterar programações da produção, o que, por sua vez, aumenta os custos e a possibilidade de falta de produto acabado. Além de falta, que pode prejudicar tanto o planejamento de marketing quanto as operações de produção, o estoque excessivo também gera problemas: aumenta custos e reduz a lucratividade em razão de armazenagem mais longa, imobilização de capital de giro, deterioração, custos de seguro e obsolescência. Existem diferenças entre os conceitos de gestão de estoques e gestão de depósitos ou armazéns. Para Bertaglia (2003), o sistema de gerenciamento gestão de estoque deve garantir que exista estoque disponível, já o sistema de gestão de depósito aumenta a produtividade, utilizando menos recursos e produzindo menos erros. A gestão de depósito apresenta um 3

4 conjunto diferenciado de funções. Ela determina onde o estoque deve se localizar fisicamente e quando deve ser movimentado. Sua função principal é controlar as operações do depósito, incluindo o recebimento de materiais ou produtos, localização, armazenagem, abastecimento, administração dos pedidos ou ordens, separação de produtos e transporte. Armazenagem é a parte da logística responsável pela descarga de veículos, conferência, classificação, inventários, estocagem temporária de produtos em geral e expedição. De acordo com suas características, o produto deve ser armazenado em locais adequados, como por exemplo: local coberto, local descoberto e local com temperatura controlada. O investimento em estoques pode representar mais de 20% dos ativos de um fabricante e mais de 50% dos ativos totais de atacadistas e varejistas (LAMBERT et al., 1998). No entanto, eles são importantes para gestão logística, para equilíbrio entre oferta e demanda, assegurando disponibilidade de produtos necessários aos clientes industriais, dos canais de distribuição e finais. Por fim, Bowersox (2001) destaca que os sistemas de suporte as decisões relativas a estoques estão crescendo em importância, basicamente em virtude da ênfase que vem sendo dada à racionalização de estoques, para a redução do nível de ativos. A exigência de acompanhar de maneira mais minuciosa as variações na demanda tem aumentado a necessidade por técnicas de análise de estoques mais sofisticadas. Nesse sentido, as empresas de software têm correspondido, desenvolvendo ambos programas de uso independente, e de uso integrado com outros sistemas. Dentre os diversos sistemas de gestão de estoque e armazenagem, procurou-se analisar nas seções 3 e 4 os softwares ERP e WMS respectivamente, bem como sua aplicação em uma empresa do setor de mineração, apresentado no estudo de caso, (seção 5). 3. Sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) O sistema ERP, do inglês, Enterprise Resource Planning, é um software com a função de facilitar o fluxo de informações entre as diversas atividades de uma empresa. É um banco de dados único que opera em uma plataforma comum, consolidando as operações de negócio em um ambiente computacional. A utilização desse sistema também facilita o acesso aos dados operacionais. Com informações mais consistentes baseadas em dados que refletem a realidade da empresa, a possibilidade de tomada de decisão torna-se mais clara. Outro benefício da sua implantação é a adoção de melhores práticas de negócio, suportadas pelas funcionalidades dos sistemas, que resultam em maior produtividade e maior velocidade de resposta da organização. (GOMES & VANALLE, 2001). De acordo com (O BRIEN, 2004), o planejamento de recursos empresariais (ERP) é um sistema interfuncional que atua como uma estrutura para integrar e automatizar muitos dos processos de negócios que devem ser realizados pelas funções de produção, logística, distribuição, contabilidade, finanças e de recursos humanos de uma empresa. O mesmo autor destaca que o programa ERP é uma família de módulos de software que apóia as atividades da empresa envolvidas nesses processos vitais internos. Para uma empresa industrial, por exemplo, o software ERP geralmente irá acompanhar a situação das vendas, estoques, expedição e faturamento, como também as necessidades previstas de matérias-primas e de recursos humanos. 4

5 Segundo Corrêa et al (2001) o conceito onde se apóiam os sistemas MRP II nasceu do que hoje é conhecido como módulo MRP o cálculo de necessidade de materiais. A partir daí, agregamos os módulos de programação-mestre de produção (MPS), cálculo grosseiro de necessidade de capacidade (RCCP), cálculo detalhado de necessidade de capacidade (CRP), controle de fábrica (SFC), controle de compras (PUR) e, mais recentemente, Sales & Operations Planning (S&OP). O sistema, então, deixou de atender apenas as necessidades de informação referentes ao cálculo de necessidade de materiais para atender às necessidades de informação para tomada de decisão gerencial sobre outros recursos de manufatura. MRP passou a merecer, então, a denominação MRP II, passando significar sistema de planejamento de recursos de manufatura. Entretanto, a partir desse momento, outros módulos integrados ao MRP II continuaram a ser agregados pelos fornecedores de sistemas e oferecidos no mercado (...). Quando os fornecedores passam a considerar que suas soluções integradas são suficientemente capazes de suportar as necessidades de informação para todo o empreendimento, passam a se autodenominar fornecedores, não mais de sistemas MRP II mas de sistemas ERP (Enterprise Resource Planning). Atualmente os módulos disponíveis no sistema ERP são módulos relacionados a operações e supply chain management, gestão financeira, gestão contábil, gestão fiscal, e gestão de recursos humanos. A configuração dos módulos mencionados e sua evolução dão-se conforme o diagrama abaixo: DRP Vendas / Previsão Faturamento Contabilidade geral Custos Gestão de transporte s RCCP CRP S&O P MP S MR P MRP II ERP Workflow Gestão de ativos Folha de pagamento Recursos Humano s PUR SFC Gestão financeira Contas a pagar Contas a receber Recebimento Fiscal Manutenção Figura 1 Módulos ERP Fleury et al (2000) complementa que os sistemas ERP possuem módulos de gerenciamento de armazéns, cujo principal objetivo é gerenciar o fluxo de informações, mediante o controle de posições e lote, regra FIFO, entre outras funcionalidades. Entretanto, funções relacionadas com a existência de inteligência, em geral, não são disponibilizadas. 5

6 Para Padilha et al (2005), pode-se identificar alguns pontos importantes acerca da sua arquitetura e funcionalidades: - possuem uma arquitetura de software que facilita o fluxo de informações entre todas as atividades da empresa. São um amplo sistema de soluções e informações; - através de um banco de dados único, operam em uma plataforma comum que interage com um conjunto integrado de aplicações, consolidando todas as operações do negócio em um simples ambiente computacional; - suas funcionalidades representam uma solução genérica que reflete uma série de considerações sobre a forma como as empresas operam em geral. Para flexibilizar sua utilização em um maior número de empresas de diversos segmentos, os sistemas ERP são desenvolvidos de forma que a solução genérica possa ser personalizada em um certo grau. Associando sistemas ERP à funcionalidade de sistemas de informações logísticas, é possível verificar, sobre o ponto de vista logístico, que o principal objetivo de um sistema ERP é atuar como um sistema transacional, solucionando problemas com a ausência de integração entre as atividades logísticas. A falta de foco na logística pode trazer uma série de problemas após o processo de implementação, devido a nem todas as implementações de ERP considerarem as atividades logísticas de maneira integrada. 4. WMS (Warehouse Management Systems) Para Lacerda (2000), o número de projetos de automação na armazenagem é cada vez maior no Brasil. Essa automação é feita desde os projetos envolvendo apenas sistemas de separação de pedidos até os mais sofisticados, onde a operação tem um mínimo de intervenção humana. Ainda segundo o mesmo autor, a implantação de sistemas automáticos é uma reação às demandas de um novo ambiente de negócios, com clientes cada vez mais exigentes e competição acirrada. Esta leva a empresa, muitas vezes, a implementar mudanças radicais nas estruturas de armazenagem e distribuição. Atualmente, o grande número de itens a serem controlados e manuseados em armazéns diminuem a produtividade e ainda tem maior necessidade de espaço e custos mais altos. Esse número é cada vez maior em função dos tamanhos reduzidos, maior freqüência dos pedidos de clientes e ainda das variações nos tamanhos das embalagens de produtos comercializados no varejo. (RIBEIRO et al, 2006) Segundo Barros (2005) o WMS (Warehouse Management Systems ou sistema de gestão de armazéns) é um sistema de gestão de armazéns que otimiza todas as atividades operacionais e administrativas dentro do processo de armazenagem. Dentre essas atividades estão: recebimento, inspeção, otimização de espaço, endereçamento, armazenagem, separação, expedição e monitoramento dos dados de entrada e saídas de material. Este sistema tem como principais objetivos: aumentar a precisão do fluxo de informações (o WMS avalia as mudanças assim que ocorrem e fornece acesso imediato à nova informação); otimizar a armazenagem de materiais (o sistema identifica o melhor local de armazenagem, aumentando a produtividade do pessoal e dos equipamentos); aumentar a qualidade e reduzir o tempo das operações pela utilização de coletores de dados através de códigos de barras e a migração de informações on-line por rádio frequência, fazendo com que as transações de estoques sejam feitas com alto grau de certeza e maior agilidade (SUCUPIRA, 2002). Sucupira (2002) complementa dizendo que as principais funcionalidades deste sistema são: 6

7 - Rastreabilidade das operações: todas as movimentações, recebimentos, separações, expedições e outras atividades cadastradas nas regras de negócio do sistema, são registradas em tempo real, inclusive quanto à identificação do operador ou equipamento que realizou a tarefa, permitindo, portanto, a recuperação da história de cada uma das atividades realizadas no armazém. - Inventários físicos rotativos e gerais: através de regras parametrizadas pelo usuário, o sistema convocará operadores para a realização de inventários rotativos ou gerais, sejam inventários orientados por item ou orientados por endereço. - Planejamento e controle de capacidades: através do cadastramento de centros de trabalho como docas de recebimento, docas de expedição, operadores, empilhadeiras, etc., e também cadastrando o consumo de recursos de cada uma das tarefas, pode-se fazer um planejamento de atividades como agendamento de entregas dos fornecedores ou separação de pedidos de clientes, com a possibilidade de se analisar antecipadamente os gargalos, de maneira a tomar medidas de realocação de recursos com a necessária antecedência. - Definição de características de uso de cada local de armazenagem: através do mapeamento dos locais de armazenagem, pode-se identificar para o sistema todos os endereços e as características dos itens que possam ser armazenados em cada um dos locais.tendo-se as características dos itens, o sistema convocará os operadores para colocar os materiais em endereços adequados para a correta proteção e máxima produtividade das movimentações dos itens trabalhados. - Sistema de classificação dos itens: o WMS deverá ter um módulo de cadastramento dos itens de maneira a permitir o cadastramento de parâmetros em um nível, possibilitando que os materiais pertencentes aquela classe cadastrada possam absorver os parâmetros automaticamente, reduzindo o trabalho de cadastramento individual de cada item. - Controle de lotes, datas de liberação de quarentenas e situações de controle de qualidade: O sistema deve manter registro em cada uma das unidades de armazenagem, das informações dos lotes de fabricação de produtos sujeitos a este tipo de controle, de maneira a permitir a identificação futura de para quais clientes, internos ou externos, as mercadorias de um lote foram enviadas. É fundamental que o sistema consiga informar a situação de cada material em sua unidade de armazenagem, em termos de aprovação, rejeição, quarentena, inspeção ou outras situações de bloqueio exigidas pelas características do item ou do processo. - Separação de pedidos picking: O sistema deve permitir que se faça a separação das mercadorias da área de armazenamento para a expedição ou de uma área de armazenamento consolidada para uma área de separação secundária. Estas movimentações devem ser parametrizadas por métodos como FIFO, LIFO ou mesmo métodos especiais para situações de excesso de carga ou falta de equipamentos de movimentação em altas estantes. Também deve permitir a separação por ondas, onde um grupo de pedidos é consolidado ou separar por pedido, quando assim for conveniente. - Interfaceamento com clientes e fornecedores: O sistema deve permitir a fácil comunicação, por meios como internet, de maneira a receber dos fornecedores os documentos de remessa de mercadoria, notas fiscais, antecipadamente, possibilitando programar as operações de recebimento com antecedência. Da mesma forma, deve permitir o recebimento de informações da empresa-cliente, quanto aos pedidos colocados nos fornecedores e das notas fiscais de venda para impressão no local do 7

8 CD. Tais informações deverão sempre respeitar os padrões de EDI estabelecidos pelas entidades responsáveis. - Cálculo de embalagens de despacho e listas de conteúdo: Um WMS deve ter algoritmos para calcular as embalagens necessárias para acondicionar as diversas mercadorias a serem enviadas para um cliente, possibilitando também a emissão de listagem do conteúdo e pesos bruto e líquido de cada embalagem. - Controle de rotas e carregamento de veículos: O sistema deve permitir o cadastramento de rotas e controlar os volumes carregados em cada veículo. Documentos de transporte como conhecimentos e manifestos devem poder ser transmitidos aos transportadores, visando agilizar o tempo de liberação dos veículos. Tal integração com transportadoras deve permitir, também, a transmissão de dados de recebimento pelos clientes (canhoto da nota fiscal), visando permitir a avaliação de desempenho do transportador e informações de rastreabilidade de encomendas para os clientes. Na próxima seção apresenta-se a empresa abordada para o estudo de caso, seus processos de Gestão de Armazenagem e Gestão de Estoque, o sistema ERP inserido na mesma e o processo de implantação do sistema WMS. 5. Estudo de Caso 5.1. A Empresa A empresa estudada é uma mineradora situada no interior do estado de Minas Gerais. Dentre seus principais produtos estão: minério de ferro, níquel, cobre, carvão, alumínio e manganês, que são componentes de produtos essenciais para o dia-a-dia de todos, como aparelhos eletroeletrônicos, automóveis, computadores, materiais de construção civil e insumos agrícolas. A empresa tem mais de 100 mil empregados entre próprios e terceirizados. Em 2007, seu principal produto, minério de ferro, atingiu recorde de produção de 296 milhões de toneladas produzidas. Como a empresa retratada aqui solicitou sigilo sobre sua identidade, a mesma será apresentada como Empresa X A Gestão de Armazenagem e Gestão de Estoque na Empresa O local investigado na Empresa X é um armazém de peças MRO (peças de reposição que atendem à manutenção, reparo dos equipamentos instalados ou estão envolvidas diretamente no processo produtivo da empresa) localizado em Minas Gerais. Os materiais armazenados podem ser classificados quanto à necessidade de aplicação, que podem ser: - Garantia Operacional: Itens de altíssimo custo de falta, insubstituíveis ou sem alternativas de contingência em caso de ruptura de estoque. Geralmente são de difícil aquisição, cuja falta em estoque compromete a operacionalização/produção; - Crítico: Itens de alto custo de falta ou com poucas ou nenhuma alternativa de contingência em caso de ruptura de estoque. Sua não disponibilização imediata acarreta em altíssimos custos para a empresa, em razão de parada de equipamentos chave para o processo produtivo; - Normal: São os itens MRO que não se encaixam nas alternativas acima. O armazém retratado tem cerca de nove mil metros quadrados e tem um valor de estoque em torno de 38 milhões de reais, sendo 10 milhões referentes a materiais críticos. O objetivo dos armazéns da Empresa X é garantir a armazenagem e manuseio de materiais dentro das condições técnicas necessárias, aplicando as normas de segurança e meio 8

9 ambiente, de modo a preservar a integridade do material, da saúde dos trabalhadores e do meio ambiente, e assegurar ao cliente interno que em qualquer época que requisitar o material, o receba em condições de funcionamento. Um trabalho realizado pela gestão de estoque é a identificação de itens sem consumo, inservíveis e/ou obsoletos para as operações da empresa. Identificam materiais em excesso, questionam clientes internos, quando julgar necessário, sobre alterações na demanda de materiais a fim de verificar possíveis alterações na cobertura de estoque destes itens. É então analisada a possibilidade de transferência dos materiais obsoletos, sem consumo ou em excesso para organizações de inventário onde o item seja consumido e caso exista a possibilidade de transferência. São também reparametrizados, disponibilizados para venda ou sucateados os itens que houver necessidade. A figura 2 abaixo mostra o fluxograma de gestão de estoques e armazéns da Empresa X, onde é retratado detalhadamente todo o caminho desde a identificação de necessidade de material pelo cliente interno até a entrega do material. GESTÃO DE ESTOQUE E ARMAZÉNS CLIENTE INTERNO TRATAMETO TÉCNICO DO ITÉM (TTI) 1. PLANEJAMENTO DE ESTOQUES COMPRAS 2. ARMAZÉNS 3. GESTÃO DE TRANSPORTE Inicio 3.1 Entregar materiais Usuário necessita de material Cadastramento do item 1.1 Vincular item na organização de inventário e definir parâmetros de estoque do item 2.1 Receber e conferir materiais Item está vinculado e cadastrado? N 1.2 Avaliar níveis de estoque 3.2 Realizar medição de frete S 2.2 Inspecionar materiais Emitir requisição interna N 1.3 Repor estoque Aquisição 2.3 Preservar e conservar materiais Possui estoque? S 2.4 Atender materiais Cliente interno necessita devolver material para estoque FIM Solicitar devolução de 1.4 Analisar a solicitação de 9

10 Figura 2: Gestão de Estoques e Armazéns da Empresa X 5.3. O Sistema ERP na Empresa e a implantação do WMS Na Empresa X, o controle das operações logísticas, desde a compra do material à entrega ao fornecedor era realizado por um dos módulos do sistema ERP. Dentre suas vantagens, uma importante de se destacar era a acessibilidade a consulta de materiais em outros armazéns e a descrição completa do material. Uma grande desvantagem desse sistema era a lentidão na pesquisa de relatórios. Porém, diante do cenário em que a empresa se encontrava, situação na qual o armazém crescia cada vez mais em número de ordens e pedidos, era necessário agilizar a operação logística no mesmo para aumentar a eficiência de resposta aos clientes e fornecedores. Ao mesmo tempo era necessário controlar o estoque com maior acuracidade e otimizar o espaço e tempo de operação de atendimento e recebimento de materiais. Com isso, a empresa constatou a necessidade de um sistema WMS como forma de complementar seu atual sistema. A Empresa X comprou um software WMS à parte do sistema ERP, e não como um dos módulos existentes no ERP. A implantação durou quase três semanas e os técnicos responsáveis pelo sistema auxiliaram os operadores logísticos por mais duas semanas. Foi de fácil adaptação aos operadores logísticos, atendendo todas as funcionalidades esperadas no armazém. Algumas mudanças ocorreram nos processos operacionais e no layout do armazém. Coletores de dados e sistema de rádio freqüência foram comprados e instalados para dar o suporte ao WMS. As áreas de estocagem foram separadas por tipo de material: EPI s (equipamentos de proteção individual como luvas, capacetes, máscaras de poeira, óculos de proteção, etc.), minuterias (materiais de pequeno porte, porém de alto valor), volumosos (peças de grande porte), pneus fora de estrada, correias transportadoras, peças de poliuretano, etc. Dentre os principais resultados alcançados pode-se destacar o monitoramento completo de entrada e saída dos materiais, e fornecimento de dados atuais da situação do armazém. Outra vantagem proporcionada pelo WMS é a informação do melhor local para se armazenar uma 10

11 mercadoria e informação dos locais que ainda têm espaço para estocagem, economizando assim, tempo na operação e preservando a integridade do material, uma vez que coloca os materiais em endereços adequados para a correta proteção, e facilita a realização de inventários. É possível destacar também como resultado alcançado a ênfase dada à satisfação do cliente, uma vez que o principal indicador utilizados para medir a performance de atendimento ao cliente, o OTIF (junção de dois indicadores: o ON TIME que quer dizer entregar no tempo certo, e IN FULL que quer dizer entregar o pedido completo) passou a ser priorizado na empresa. Com o WMS o índice de falhas na operação diminuiu, como entregas atrasadas e pedidos incompletos. Esse indicador permite destacar as falhas no processo de atendimento ao cliente e a análise da eficiência do planejamento da empresa. Ao se medir o indicador deve-se listar as causas de desvios sobre os resultados esperados, elaborar um plano de ação e determinar as atividades prioritárias para que os principais objetivos relacionados ao atendimento ao cliente sejam atendidos e o sistema seja constantemente melhorado. Um dos grandes problemas verificados após a implantação do sistema WMS foi a lentidão na migração de dados entre esse sistema e o ERP. Outro problema também enfrentado está relacionado com a transmissão de dados entre os dois sistemas ser via ondas de rádio e os usuários não terem acesso ao sistema em caso de falta de energia ou problemas na rede. 6. Conclusão A informação sempre foi um elemento de vital importância nas operações logísticas. Mas, atualmente, com as possibilidades oferecidas pela tecnologia, ela está proporcionando a força motriz para a estratégia competitiva da logística. A transferência e o gerenciamento eletrônico das informações permitem às empresas reduzir seus custos mediante melhor coordenação. Além disso, possibilita também a prestação de um serviço de maior qualidade, devido principalmente à melhoria de oferta de informações aos clientes. Neste trabalho verificou-se a importância de softwares como ERP e WMS para o gerenciamento de estoques e armazéns. No estudo de caso foi possível verificar os principais benefícios adquiridos por uma empresa que combinou um sistema ERP á um sistema WMS para o controle das operações e troca de informações do seu armazém, e quais as limitações esse tipo de sistema pode ter. O sistema WMS com o ERP proporcionou um melhor planejamento estratégico e layout inteligente no armazém, visando otimizar equipamentos e tempo na operação. O conceito de OTIF foi priorizado buscando satisfazer os clientes internos. Outro fator importante foi a redução nas divergências de estoques e os controles de rastreabilidade, garantindo assim, a confiabilidade nos processos. Referências bibliográficas BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: Planejamento, organização e logística empresarial. Porto Alegre: Bookman, BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/logística empresarial. Tradução Raul Rubenich 5ª ed. Porto Alegre: Bookman, BARROS, Mônica. WMS no gerenciamento de depósitos, armazéns e centros de distribuição Disponível em: <http://www.ilos.com.br/site/index2.php?option=com_docman&task=doc_view&gid=28&itemid=44>. Acesso em: Fevereiro de BERTAGLIA, Paulo R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva,

12 BOWERSOX, Donald J.; CLOSS, David J. Logística Empresarial: o processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, CORRÊA, Henrique L.; GIANESI, Irineu G. N.; CAON, Mauro. Planejamento, programação e controle da produção : MRP II/ERP : conceitos, uso e implantação. São Paulo: Atlas, FERREIRA, Karine A.Impactos do EDI e da internet na logística de empresas da indústria de alimentos p. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção). Departamento de Engenharia de Produção da Universidade Federal de São Carlos. São Carlos, São Paulo, FLEURY, Paulo F.; WANKE, Peter; FIGUEIREDO, Kleber F. Logística empresarial: A perspectiva brasileira. São Paulo: Atlas, GOMES, Cristiane A. L.; VANALLE, Rosângela M. Aspectos críticos para a implementação de sistemas ERP Disponível em: <http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep2001_tr93_0166.pdf>.%3chttp://www.abepro.org.br/biblioteca/ ENEGEP2001_TR93_0166.pdf%3e. Acesso em: março de LACERDA, L. Armazenagem e localização das instalações. In: Fleury et al. (orgs.) Logística Empresarial - a perspectiva brasileira. cap. 5 (Coleção COPPEAD de Administração). São Paulo: Atlas, LAMBERT, D.M; STOCK, J.R.; VANTINE, J.G. Administração estratégica da logística. São Paulo: Vantine Consultoria, O BRIEN, JAMES A. Sistemas de informação e as decisões gerenciais na era da internet. Tradução Célio Knipel Moreira, Cid Knipel Moreira. São Paulo: Saraiva, PADILHA, Thais C. C.; MARINS, Fernando A. S. Sistemas ERP: características, custos e tendências. Revista Produção, v. 15, n. 1, p , Jan./Abr Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/prod/v15n1/n1a08.pdf>. Acesso em: abril de RIBEIRO, Priscilla C. C.; SILVA, Leonardo A. F.; BENVENUTO, Sandra R. S. O uso de tecnologia da informação em serviços de armazenagem. Revista Produção online. 2006, vol.16, n.3, pp Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=s &script=sci_arttext&tlng=pt>. Acesso em: março de SLACK, Nigel; CHAMMBERS, STUART; JOHNSTON, Robert. Administração da Produção. 2ª ed. - São Paulo: Atlas, SUCUPIRA, César. Gestão de Depósitos e Centros de Distribuição através dos Softwares WMS Disponível em: <http://www.cezarsucupira.com.br/artigos111.htm>. Acesso em: março de

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