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1 AC no /001 1 Poder Judiciário do Estado da Paraíba Tribunal de Justiça Gabinete da Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira ACÓRDÃO APELAÇÃO CÍVEL No /001 - CAPITAL RELATOR: Juiz Aluízio Bezerra Filho, convocado, em substituição à Desembargadora Maria das Neves do Egito de A. D. Ferreira APELANTE: Espólio de Teresinha Lins de Sá, representado pelo seu inventariante, Afonso de Ligore Lins ADVOGADO: Pablo Ricardo Honório da Silva APELADO: Condomínio Residencial Expedicionários ADVOGADO: Márcio Steve de Lima PRELIMINAR. CONTESTAÇÃO INTEMPESTIVA. DESENTRANHAMENTO. DESNECESSIDADE. DECRETAÇÃO DA REVELIA. CONSEQUÊNCIA PREVISTA NO ART. 319 DO CPC. ACOLHIMENTO. - Embora deva ser decretada a revelia em caso de contestação intempestiva, o desentranhamento da peça de defesa não é efeito da revelia, podendo permanecer nos autos, contudo sem que produza efeitos jurídicos. APELAÇÃO CÍVEL. EXISTÊNCIA DE ALGUMAS TAXAS CONDOMINIAIS JÁ PAGAS ENTRE AS COBRADAS. ALEGAÇÃO DE AUSÊNCIA DE BOA-FÉ E DE TENTATIVA DE LOCUPLETAMENTO ILÍCITO DO CREDOR NA COBRANÇA. PLEITO DE PAGAMENTO EM DOBRO DO INDÉBITO. FATOS QUE NÃO PODEM SER REPUTADOS VERDADEIROS. EXISTÊNCIA DE CONTRADIÇÃO ENTRE OS FATOS ALEGADOS NO PEDIDO CONTRAPOSTO E OS NARRADOS NA EX RDIAL Ó 0\ 0) 4C)C'Iè CP

2 AC no /001 2 MÁ-FÉ QUE NÃO SE PRESUME PEIA SIMPLES COBRANÇA. EXISTÊNCIA DE INÚMERAS TAXAS CONDOMINIAIS EM ATRASO. IMPRUDÊNCIA NA COBRANÇA DE ALGUMAS JÁ PAGAS. AUSÊNCIA DE DOLO. REDUÇÃO DA MULTA CONDOMINIAL DE 10% PARA 2%. POSSIBILIDADE APENAS EM RELAÇÃO ÀS TAXAS CONDOMINIAIS VENCIDAS A PARTIR DA ENTRADA EM VIGOR DO CÓDIGO CIVIL/2002. JURISPRUDÊNCIA DO STJ. PROVIMENTO PARCIAL. 1. Apesar de decretada a revelia do autor, não podem ser reputados verdadeiros os fatos alegados pelo réu no pedido contraposto, quando incompatíveis com a tese apresentada na exordial. 2. A simples cobrança de taxas condominiais já pagas não configura a má-fé do credor, ainda mais quando elas estão em meio a inúmeras ainda não pagas, o que revela apenas imprudência, e não dolo. 3. Não havendo má-fé, não incide o art. 940 do Código Civil, não havendo repetição em dobro do indébito. 4. Sendo pleiteado, através de ação de cobrança, o pagamento de taxas condominiais vencidas tanto em momento anterior quanto em data posterior à vigência do Código Civil de 2002, no primeiro caso, o percentual de limite da multa condominial a ser paga é de 20% (vinte por cento), nos termos do art. 12, 3 0, da Lei no 4.591/1964, enquanto que, no segundo caso, o limite é o de 2% (dois por cento), imposto pelo art , 2 0, do citado Código. VISTOS, relatados e discutidos estes autos. ACORDA a Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, à unanimidade, acolher a preliminar suscitada, para reconhecer a revelia do apelado, e, no mérito, dar provimento parcial à apelação, reformando a sentença, ficando estabelecido que, apenas para as taxas condominiais vencidas a partir ekiã e, ()o V - 6 Cr) s

3 AC no /001 3 da vigência do novo Código Civil, deve a multa condominial ser reduzida de 10% (dez por cento) para 2% (dois por cento). Cuida-se de apelação cível interposta pelo ESPÓLIO DE TERESINHA LINS DE SÁ contra sentença (fls. 131/135) proferida pelo Juízo de Direito da 8a Vara Cível da Capital que, nos autos da ação de cobrança, movida por CONDOMÍNIO RESIDENCIAL EXPEDICIONÁRIOS, julgou parcialmente procedente o pedido exordial, condenando o apelante ao pagamento de taxas condominiais em mora, com exceção dos meses comprovadamente pagos, e julgou parcialmente procedente o pedido contraposto, reduzindo os juros moratórios para 1% (um por cento) ao mês, nos termos do art. 12 da Lei no 4.591/64, determinando a compensação na dívida do crédito do apelante. Nas razões recursais (fls. 144/151), o apelante alega, preliminarmente, que a contestação ao pedido contraposto, apresentada pelo apelado é intempestiva, devendo ser desentranhada e decretada sua revelia. Aduz que faz jus ao dobro da diferença entre o que foi cobrado indevidamente pelo apelado a título de taxas condominiais e o que é devido de fato, pois o apelado agiu de má-fé, tentando locupletar-se. Por fim, requer a redução da multa moratória de 10% (dez por cento) para 2% (dois por cento) do valor devido, ante a limitação estabelecida com a vigência do art , 1, do Código Civil de Prazo para contra rrazões transcorrido in albis (fls. 170). Neste grau de jurisdição, instada a manifestar-se, a Procuradoria de Justiça opinou pelo provimento parcial da apelação, de modo que, em relação às prestações vencidas até o advento do Código Civil, incida a multa prevista na convenção de condomínio e no art. 12, 3 0, da Lei no 4.591/64, fixada em 10% (dez por cento) do débito, aplicando-se, em relação às prestações posteriores, a multa de 2% (dois por cento), nos termos do art , 1, do Código Civil. No mais, entendeu não ser devida a devolução em dobro dos valores indevidamente cobrados do apelante, por ausência de má-fé do apelado. Concebeu, ainda, que, mesmo sendo a contestação ao pedido contraposto intempestiva, não há revelia, ante a conexidade com a ação principal (fls. 176/179). É o relatório. <083 es <0 G2' el- ocp <I>13 <>4é Si'' opb'e'

4 AC no /001 4 VOTO: Juiz Convocado ALUíZIO BEZERRA FILHO Relator DA PRELIMINAR: Inicialmente, o apelante alega ser a contestação do autor intempestiva, motivo pelo qual deveria ser decretada sua revelia e desentranhada a petição de contestação ao pedido contraposto. Citado em audiência no dia 25/11/2008 (fls. 64), uma terçafeira, para apresentar resposta ao pedido contraposto, em 10 (dez) dias, prazo que se encerrou dia 08/12/2012 (segunda-feira), o apelado só peticionou no dia 10/12/2012 (quarta-feira), sendo intempestiva sua manifestação, ocorrendo a revelia. Apesar da citada revelia, entendo desnecessário o desentranhamento da contestação apresentada a destempo pelo apelado, podendo a petição permanecer nos autos, contudo sem efeitos jurídicos, o que não causa qualquer prejuízo ao apelante. Esse é, inclusive, o entendimento do Egrégio Superior Tribunal de Justiça, conforme se vê adiante: PROCESSUAL CIVIL - AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO - RESPONSABILIDADE CIVIL - DEMANDA INDENIZATÓRIA POR DANOS MORAIS E MATERIAIS - VÍCIOS DE CONSTRUÇÃO - QUESTÃO PROCESSUAL - CONTESTAÇÃO INTEMPESTIVA - DEVOLUÇÃO DOS AUTOS ALÉM DO PRAZO LEGAL - PEDIDO DE DESENTRANHAMENTO - INVIABILIDADE - PRINCÍPIO DA DOCUMENTAÇÃO DOS ATOS PROCESSUAIS. I - A previsão legal (CPC, artigo 195) de desentranhamento de peças e documentos apresentados juntamente com os autos - devolvidos em cartório além do prazo legal - não impede permaneçam nos autos, conquanto sem efeito jurídico, em observância ao princípio da documentação dos atos processuais. II - O desentranhamento da contestação intempestiva não constitui um dos efeitos da revelia. O réu revel pode intervir no processo a qualquer tempo, de modo que a peça intempestiva pode permanecer nos autos, eventualmente, alertando o Juízo sobre matéria de ordem pública, a qual pode ser alegada a qualquer tempo e grau de jurisdição. Agravo regimental improvido. 1 AgRg no Ag /RS, Rel. Ministro Sidnei Beneti, Terceira Turma, julgado em 17/02/2009, DJe 03/03/

5 AC no /001 5 Ante o exposto, acolho a preliminar, para reconhecer a revelia do apelado. NO MÉRITO: O apelante alega o direito de receber em dobro os valores que lhe foram cobrados referentes aos meses de dezembro de 2001, janeiro de 2002, agosto de 2003, junho de 2004, janeiro e fevereiro de 2005, outubro a dezembro de 2006, janeiro de 2007 e abril de 2008, os quais foram comprovadamente pagos. O apelante aduz que, em razão da revelia, devem ser reconhecidos como verdadeiros os fatos por ele afirmados, razão pela qual deve ser julgado procedente seu pedido. No julgamento de Recurso Especial, em que foi discutida a aplicação dos efeitos da revelia, previstos no art. 319 do CPC, em caso de não apresentação de contestação à reconvenção, pelo reconvindo, caso semelhante ao presente, o Egrégio Superior Tribunal de Justiça decidiu nos seguintes termos: RECURSO ESPECIAL. PROCESSO CIVIL RECONVENÇÃO. REVELIA. EFEITOS. SÚMULA 07/ST3. I Conquanto, em princípio, tenha aplicação o art. 319 do CPC ao reconvindo que não contesta, a presunção de veracidade dos fatos alegados na reconvenção em face da revelia é relativa, cedendo passo a outras circunstâncias constantes nos autos, tendo em conta que adstrito o julgador ao princípio do livre convencimento motivado. A conseqüência da falta de resposta à reconvenção não conduz, necessariamente, à procedência do pedido reconvencional. II - Por outro lado, o e. Tribunal a quo, soberano na análise do acervo probatório, ao confirmar a decisão monocrática, asseverou que o material cognitivo não dava amparo às alegações deduzidas na reconvenção. Percebe-se, pois, que entender em sentido contrário demandaria a vedada incursão em seara probatória (Súmula 07/ST3). Recurso não conhecido.' Em seu voto, o Ministro Relator Félix Fischer, citando Joel Dias Figueira Junior, adverte que apenas os fatos que não forem comuns às duas demandas (do autor e do réu) é que poderão ser reputados verdadeiros. 2 REsp /SE, Rel. Ministro Félix Fischer, Quinta Turma, julgado em 16/10/2001, D3 12/11/2001, p. 168.

6 AC no /001 6 In caso, o apelado afirmou, na exordial, que os meses que o apelante assevera comprovadamente pagos estavam em atraso, enquanto que, no pedido contraposto, o apelante sustenta que o apelado, afrontando a boa-fé processual e buscando o enriquecimento ilícito, realizou a cobrança de taxas condominiais que sabia estarem pagas. Entendo que se o apelado, na inicial, efetuou a cobrança das taxas condominiais, não era necessário apresentar contestação ao pedido contraposto que alegava já estarem pagas, pois a contestação seria uma mera reafirmação do que já constava na petição inicial, no sentido de que as taxas condominiais eram devidas. Portanto, as alegações do apelante não podem ser reputadas verdadeiras. Conforme jurisprudência do Egrégio Superior Tribunal de Justiça, para fazer jus à devolução em dobro, o interessado deve comprovar que aquele que lhe cobrou agiu de má-fé. Vejamos: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. PEDIDO DE DEVOLUÇÃO EM DOBRO NÃO ACOLHIDO POR AUSÊNCIA DE PROVA DE MÁ-FÉ. REEXAME. SÚMULA N. 7/ST3. 1. Esta Corte Superior firmou entendimento quanto à aplicação do disposto no artigo 940 do CC/2002 somente quando comprovada a má-fé do credor. 2. O exame de existência de má-fé na conduta da agravada, tese afastada pelo tribunal de origem, demanda reanálise do conjunto fático-probatório, o que é inviável em recurso especial. Súmula n. 7/ST3. 3. Agravo regimental a que se nega provimento.' Da análise dos autos, não verifico qualquer indício de que tenha o apelado agido de má-fé. Essa conclusão é tão verdadeira que o apelante afirma que a parte adversa agiu de má-fé e buscou enriquecimento ilícito com base apenas na cobrança em si, o que não configura má-fé. Vale salientar que a cobrança do apelado abrange diversas taxas condominiais em atraso, nada impedindo que em uma conduta imprudente, agindo, portanto, com culpa em sentido estrito, ele tenha incluído indevidamente parcelas já pagas, o que não configura má-fé com intenção de locupletamento ilícito, não fazendo o apelante, jus, portanto, à devolução em dobro do que foi cobrado indevidamente. 3 AgRg no AREsp /SP, Rel. Ministro Antônio Carlos Ferreira, Quarta Turma, julgado em 06/09/2012, DJ 9/ > e0 Ç) (0 (pç, spg2'

7 AC no /001 7 O apelante requer, ainda, a reforma da sentença, de modo que o valor da multa condominial seja reduzido de 10% (dez por cento), conforme previsão constante do art. 33 da Convenção Condominial do Apelado, para 2% (dois) por cento, tendo em vista a limitação prevista no art , 1, ia fine, do Código Civil de 2002, o qual dispõe o seguinte: Art São deveres do condômino: [.-.] 1 O condômino que não pagar a sua contribuição ficará sujeito aos juros moratórios convencionados ou, não sendo previstos, os de um por cento ao mês e multa de até dois por cento sobre o débito. O dispositivo legal supracitado acabou revogando o art. 12, 3 0, da Lei no 4.591/64, o qual permitia a estipulação de multa de até 20% (vinte por cento), ia verbis. Art. 12. Cada condômino concorrerá nas despesas do condomínio, recolhendo, nos prazos previstos na Convenção, a quota-parte que lhe couber em rateio. [...] 3 O condômino que não pagar a sua contribuição no prazo fixado na Convenção fica sujeito ao juro moratório de 1% ao mês, e multa de até 20% sobre o débito, que será atualizado, se o estipular a Convenção, com a aplicação dos índices de correção monetária levantados pelo Conselho Nacional de Economia, no caso da mora por período igual ou superior a seis meses. Ressalte-se que os vencimentos das taxas condominiais devidas ocorreram tanto em período anterior, quanto em período posterior ao advento do Código Civil de As duas turmas da 2a Seção do Superior Tribunal de Justiça, especializadas em direito privado, entendem que, nesses casos, em face da existência de conflito de leis no tempo, os encargos de inadimplência referentes às despesas condominiais devem ser regulados pela Lei no 4.591/64 até antes da entrada em vigor do novo Código Civil, enquanto que as posteriores a esse momento, por óbvio, devem ser reguladas pelo citado Código. Eis jurisprudência do STJ nesse sentido: CIVIL. RECURSO ESPECIAL. AÇÃO DE C

8 AC no /001 8 CONFLITO DE LEIS NO TEMPO. TAXAS CONDOMINIAIS. JUROS MORATÓRIOS ACIMA DE 1% AO MÊS. PREVISÃO NA CONVENÇÃO DO CONDOMÍNIO. POSSIBILIDADE. 1. Em face do conflito de leis no tempo e, conforme prevê o art. 2 0, 1 0, da LICC, os encargos de inadinnplência referentes às despesas condominiais devem ser reguladas pela Lei 4.591/64 até 10 de janeiro de 2003 e, a partir dessa data, pelo Código Civil/ Após o advento do Código Civil de 2002, é possível fixar na convenção do condomínio juros moratórios acima de 1% (um por cento) ao mês em caso de inadimplemento das taxas condominiais Recurso especial provido. 4 CIVIL E PROCESSUAL. ACÓRDÃO ESTADUAL. NULIDADE NÃO CONFIGURADA. COTAS CONDOMINIAIS EM ATRASO. MULTA CONDOMINIAL DE 10% PREVISTA NA CONVENÇÃO, COM BASE NO ART. 12, 3 0, DA LEI N /64. REDUÇÃO A 2% DETERMINADA PELO TRIBUNAL A QUO, EM RELAÇÃO À DÍVIDA VENCIDA NA VIGÊNCIA DO NOVO CÓDIGO CIVIL, ART , 1 0. REVOGAÇÃO DO TETO ANTERIORMENTE PREVISTO, POR INCOMPATIBILIDADE. LICC, ART. 2 0, 1 0. I. Acórdão estadual que não padece de nulidade, por haver enfrentado fundamentadamente os temas essenciais propostos, apenas com conclusão desfavorável à parte. II. A multa por atraso prevista na convenção de condomínio, que tinha por limite legal máximo o percentual de 20% previsto no art. 12, parágrafo 3 0, da Lei n /64, vale para as prestações vencidas na vigência do diploma que lhe dava respaldo, sofrendo automática modificação, no entanto, a partir da revogação daquele teto pelo art , parágrafo 1 0, em relação às cotas vencidas sob a égide do Código Civil atual. Precedentes. III. Recurso especial não conhecido. 5 Dessa forma, é legal a cobrança da multa condominial de 10% (dez por cento) em relação às taxas condominiais vencidas até o advento do novo Código Civil. Quanto às taxas condominiais vencidas após esse momento, a multa a incidir é de 2% (dois por cento). 4 REsp /DF, Rel. Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, julgado em 16/09/2010, D3e 22/09/ REsp /RS, Rel. Ministro Aldir Passarinho Junior, Quarta Turma, julgado em 15/08/2006, D3 18/09/2006, o ocr c, 4-0)

9 AC no /001 9 Ante o exposto, acolho a preliminar suscitada, para reconhecer a revelia do apelado, e, no mérito, dou provimento parcial à apelação, reformando a sentença, ficando estabelecido que, apenas para as taxas condominiais vencidas a partir da vigência do novo Código Civil, deve a multa condominial ser reduzida de 10% (dez por cento) para 2% (dois por cento). É como voto. Presidiu a Sessão o Excelentíssimo Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, que participou do julgamento com ESTE RELATOR (Juiz de Direito Convocado, em substituição à Excelentíssima Desembargadora MARIA DAS NEVES DO EGITO DE A. D. FERREIRA) e com o Excelentíssimo Doutor RICARDO VITAL DE ALMEIDA (Juiz de Direito Convocado, com jurisdição limitada, para substituir a Excelentíssima Desembargadora MARIA DE FÁTIMA MORAES BEZERRA CAVALCANTI). Presente à Sessão o Excelentíssimo Doutor FRANCISCO SAGRES MACEDO VIEIRA, Procurador de Justiça. Sala de Sessões da Segunda Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa/PB, 23 de janeiro de Juiz Convoca ÍZII EZERRA FILHO Relator

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