Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha ISSN: Asociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C.

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1 Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha ISSN: Asociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C. México Daiuto, Érica Regina; Tremocoldi, Maria Augusta; Lopes Vieites, Rogério CONSERVAÇÃO PÓS COLHEITA DE ABACAT 'HASS' IRRADIADO. Revista Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, vol. 10, núm. 2, 2010, pp Asociación Iberoamericana de Tecnología Postcosecha, S.C. Hermosillo, México Disponível em: Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Sistema de Informação Científica Rede de Revistas Científicas da América Latina, Caribe, Espanha e Portugal Projeto acadêmico sem fins lucrativos desenvolvido no âmbito da iniciativa Acesso Aberto

2 CONSERVAÇÃO PÓS COLHEITA DE ABACATE HASS IRRADIADO Érica Regina Daiuto 1, Maria Augusta Tremocoldi 2, Rogério Lopes Vieites 2 1,2 Faculdade de Ciências Agronômicas, Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho UNESP, cidade de Botucatu, estado de são Paulo, Brasil. CP:237, tel: ( ), tel: (14) Palavras chave: vida de prateleira, refrigeração, irradiação, Persia americana RESUMO O abacate é um fruto climatérico que apresenta alta taxa respiratória e produção elevada de etileno após a colheita, o que resulta na sua alta perecibilidade sob condições ambientais. O objetivo desta pesquisa foi verificar o efeito da radiação gama sobre o amadurecimento de abacate Hass. As doses de irradiação gama foram de 0,2; 0,4; 0;6 e 0,8 kgy, caracterizando 4 tratamentos, e outro testemunha que não foi submetido à radiação. A fonte de irradiação foi 60 Co. Os frutos foram analisados por 35 dias (0, 7, 14, 21, 28 e 35 dias). Um grupo de frutos caracterizou as amostras destrutivas, nos quais fora realizadas análises de ph, acidez titilável, sólidos solúveis (brix), açúcar redutor e ratio. Em outro grupo, o controle, avaliou se a perda de massa e taxa respiratória. Em todos os tratamentos foram utilizadas 03 repetições e a unidade experimental constou de 03 frutos para cada dia de análise no grupo destrutivo e 6 frutos no grupo controle. Os diferentes tratamentos foram mantidos sob refrigeração à temperatura de ±10ºC e 90±5% de UR. A refrigeração foi efetiva na manutenção da conservação dos frutos de abacate da variedade Hass. As análises que mais demonstraram as diferenças entre os tratamentos foram a perda de massa, respiração e textura. As doses de 0,2 e 0,6 KGy demonstraram ser as mais efetivas na conservação dos frutos. GAMMA RADIATION IN AVOCADO HASS POSHARVEST QUALITY CONSERVATION Key words: shelf life, refrigeration, irradiation, Persia americana ABSTRACT The avocado is a climacteric fruit that presents high respiratory rate and high ethylene production after the crop, what results in an highly perishable under environmental conditions. The aim of this work was to verify the effect of gamma radiation on the avocado ripening 'Hass'. The gamma radiation amount were of 0,2; 0,4; 0;6 and 0,8 kgy, characterizing 4 treatments, and other witness that was not submitted to the radiation. The irradiation source was 60 Co. The fruits were analyzed by 35 days (0, 7, 14, 21, 28 and 35 days). A group of fruits characterized the destructive samples, us which out accomplished ph analyses, titrable acidity, soluble solids (obrix), sugar reducer and ratio. In another group, the control, was evaluated the weight loss and respiratory rate. In all of the treatments 03 repetitions were used and the experimental unit consisted of 03 fruits for every day of analysis in the destructive group and 6 fruits in the group control. The different treatments form maintained under refrigeration to the temperature of ± 10ºC and 90±5% of UR. The refrigeration was effective in the maintenance of the conservation of the fruits of avocado Hass variety. Analyze them that more demonstrated the differences among the treatments were the weigth loss, respiratory rate and texture. The doses of 0,2 and 0,6 KGy demonstrated to be the most effective in the conservation of the fruits. INTRODUÇÃO Os cultivares de abacate mais utilizados no Brasil são Simmonds, Barbieri, Collinson, Quintal, Fortuna, Breda, Reis, Solano, Imperador, Ouro Verde e Campinas (Franciso e Baptistella, 2005). As variedades Hass e Fuerte são comercializadas no mercado sob a denominação Avocado. São variedades de calibres menores e que têm sido valorizadas no mercado, principalmente para exportação e com selo de certificação. O abacate é um fruto climatérico que apresenta alta taxa respiratória e produção elevada de etileno após a colheita, o que lhe 94 Rev. Iber. Tecnología Postcosecha Vol 10(2):94-100

3 confere alta perecibilidade sob condições ambientais (Kader, 1992), portanto, o controle do amadurecimento é fundamental para o aumento da vida útil após colheita, visando mercado interno e exportação de frutas (Kluge et al., 2002). No Brasil, conforme já destacado por Kluge et al. (2002) a comercialização do abacate a varejo, ocorre sem refrigeração o que torna a aplicação de tecnologias de conservação em temperatura ambiente bastante desejável, pois a ampliação do período entre a colheita e o amadurecimento pode proporcionar o transporte a longas distâncias e aumento do período de comercialização. A literatura apresenta formas retardar ou inibir o amadurecimento dos frutos, entre elas a refrigeração, uso de ceras (Gayet et al., 1995; Oliveira et al., 2000) e outros revestimentos além do uso de 1 metilciclopropeno (Kluge et al., 2002). Associada aos procedimentos pós colheita normalmente empregados, as radiações gama, em baixos níveis de dose, são um excelente método para prolongar a vida comercial das frutas, retardando os processos de amadurecimento e senescência, bem como reduzindo significativamente o apodrecimento causado por fungos e bactérias patogênicas (Käferstein e Moy, 1993). Segundo Chitarra e Chitarra (2005), há alguns inconvenientes em usar a irradiação, pois dependendo da dosagem, pode provocar escurecimento, perda de firmeza, aparecimento de depressões superficiais, amadurecimento anormal e perda de aroma e sabor nos produtos. O abacate mostrou se como sendo uma das frutas mais sensíveis às radiações ionizantes, sendo que, para a maioria das variedades estudadas, doses acima de 100 ou 200 Gy causam severas descolorações da polpa e escurecimento da casca. Observou se que a dose ótima varia bastante entre variedades e mesmo para abacates da mesma variedade, quando cultivados em regiões diferentes (Germano et al., 1996) O objetivo desta pesquisa foi verificar o efeito da radiação gama sobre o amadurecimento de abacate Hass. MATERIAIS E MÉTODOS Matéria prima Os frutos da cultivar Hass foram cuidadosamente colhidos no ponto de maturação fisiológica e selecionados quanto a ausência de danos mecânicos. Tratamento do frutos As doses de irradiação gama foram de 0,2; 0,4; 0;6 e 0,8 KGy, caracterizando 4 tratamentos. A fonte de irradiação foi 60 Co.O tratamento testemunha não recebeu nenhuma dose de irradiação. Os frutos foram analisados por 35 dias a cada 7 dias (0, 7, 14, 21, 28 e 35 dias). Um grupo de frutos caracterizou as amostras destrutivas, nos quais fora realizadas análises de ph, acidez, sólidos solúveis ( o Brix), açúcar redutor e ratio. Em outro grupo, o controle, avaliou se a perda de massa e taxa respiratória. Em todos os tratamentos foram utilizadas 03 repetições e a unidade experimental constou de 03 frutos para cada dia de análise no grupo destrutivo e 6 frutos no grupo controle. Os diferentes tratamentos forma mantidos sob refrigeração em câmara fria à temperatura de ± 10ºC e 90±5% de UR Sólidos solúveis totais (SST), em leitura refratométrica em graus Brix, a 20 o C, em 5 amostras, com o refratômetro digital tipo Palette PR 32, marca ATAGO, conforme metodologia de Tressler e Joslyn (1961); Acidez titulável (ATT), expresso em g de ácido cítrico x 100g 1 de polpa, determinado em cinco atmosferas, através da titulação de 10g de polpa homogeneizada e diluída para 90ml de água destilada, com solução padronizada de hidróxido de sódio a 0,1 N, tendo como indicador o ponto de viragem de fenolftaleína, que se dá quando o Rev. Iber. Tecnología Postcosecha Vol 10(2):

4 potenciômetro atinge 8,1, conforme recomendação do Instituto Adolfo Lutz (2005). Textura, avaliada através do texturômetro modelo STEVENS LFRA texture analyser com a distância de penetração de 20mm e velocidade de 2,0mm/seg., utilizando se a ponta de prova TA 9/1000, o valor obtido para se determinar a textura em gramas/força, é definido como a força máxima requerida para que uma parte do ponteiro penetre na polpa dos produtos; ph realizado por potenciometria conforme técnica descrita pelo Instituto Adolfo Lutz (2005); Relação SST/ATT (ratio) determinado pela relação entre os sólidos solúveis e a acidez titulável, conforme metodologia de Tressler e Joslyn (1961); Perda de massa fresca pela pesagem dos frutos do início do experimento e a cada 3 dias, permitindo o cálculo da perda de massa fresca em porcentagem. PM (%) = (pi pj/pi) x 100 Onde : PM = perda de massa (%), Pi = peso inicial dos frutos controle, Pj = peso no período subseqüente a Pi (g) Respiração. A determinação da taxa de respiração, feita de forma indireta, é efetuada em respirômetro, pela medida do CO 2 liberado, de acordo com metodologia adaptada de Bleinroth et al. (1976). A taxa de respiração foi calculada pela seguinte fórmula: TCO 2 = 2,2(Vo V1).10/ P.T. Onde: TCO 2 = Taxa de respiração (ml CO 2 kg 1 h 1 ); Vo = Volume gasto de HCl para titulação de hidróxido de potássio padrão antes da absorção de CO 2 (ml) (branco); V1 = Volume gasto de HCl para titulação de hidróxido de potássio após a absorção do CO 2 da respiração (ml); P = peso dos frutos; T = Tempo da respiração (hs); 2,2 = Inerente ao equivalente de CO 2 (44/2), multiplicado pela concentração do ácido clorídrico; 10 = Ajuste para o total de hidróxido de potássio usado no experimento. Delineamento experimental e análise dos dados. Os dados foram submetidos a teste de média por Tukey. Foi também realizada uma análise de correlação simples entre os parâmetros pós colheita avaliados. RESULTADOS E DISCUSSÕES Na Tabela 1 observa se que houve poucas correlações significativas, sendo duas positivas e duas negativas. Tabela 1. Correlações lineares para os parâmetros pós colheita avaliados acidez brix ph textura açúcar redutor ratio taxa respiratória perda de massa Acidez 1,00 0,10 0,04 0,14 0,06 0,67* 0,12 0,30 Brix 1,00 0,08 0,05 0,14 0,59* 0,32 0,15 ph 1,00 0,54* 0,06 0,06 0,07 0,05 Textura 1,00 0,11 0,09 0,07 0,07 Açúcar redutor 1,00 0,16 0,10 0,38 Ratio 1,00 0,11 0,30 Taxa respiratória 1,00 0,68* Perda de massa 1,00 (P<0,05) Segundo Shimakura e Ribeiro Júnior (2005), quando o coeficiente de correlação linear (r) entre duas variáveis é, em módulo, menor que 0,199, considera se que houve uma correlação muito fraca. Quando o coeficiente de correlação linear, em módulo, estiver entre 0,20 e 0,39, a correlação é considerada fraca, entre 0,40 e 0,69, a correlação é considerada moderada, entre 0,69 e 0,89, a correlação é considerada forte e superior a 0,90, a correlação é considerada muito forte. 96 Rev. Iber. Tecnología Postcosecha Vol 10(2):94-100

5 Portanto para perda de massa e taxa respiratória houve uma forte correlação positiva, ou seja, à medida que aumenta a taxa respiratória aumenta também a perda de massa. Uma forte correlação foi observada também para ratio e acidez, porém negativa. À medida que aumenta acidez diminui os valores de ratio. Já para ratio e brix a correlação foi moderada e positiva, ao aumentar o valor de brix, valores maiores de ratio são observados. A Figura 1 mostra a tendência da taxa respiratória para os diferentes tratamentos. Taxa respiratória Dias de análise TESTEMUNHA 0,2 0,4 0,6 0,8 Figura 1. Taxa respiratória obtida em frutos de abacates Hass submetidos a diferentes doses de irradiação, armazenados a 10±1º C e 85 90% UR. Observou se que na dose de 0,2 kgy ocorreu um menor taxa de respiração comparando se aos demais tratamentos dos 14 ao 28 dias de armazenamento, sendo o pico de respiração retardado em relação às demais doses. Para perda de massa não foi observada diferença significativa ao longo do período de armazenamento, no entanto a Figura 2 mostra a tendência para este parâmetro avaliado. As doses 0,2 e 0,6 KGy e tratamento testemunha foram as que propiciaram menores perda de massa dos 15 aos 35 dias de armazenamento aproximadamente. Nas doses de 0,4 e 0,8 KGy, houve maior perda de massa. A perda de água, que resulta em murchamento, enrugamento da casca e perda de peso são fatores que comprometem a qualidade dos frutos (Awad, 1993; Chitarra e Chitarra, 2005). Produtos perecíveis como o abacate mesmo quando colocados em condições ideais, sofrem alguma perda de peso durante o armazenamento devido ao efeito combinado da respiração e da transpiração (Chitarra e Chitarra, 2005). perda de m assa (% ) 4 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0, dias de análise TESTEMUNHA 0,2 0,4 0,6 0,8 Figura 2. Perda de massa fresca obtida em frutos de abacates Hass submetidos a diferentes doses de irradiação, armazenados a 10±1º C e 85 90% UR pro 35 dias. Para ph e acidez também não houve diferenças significativas ao nível de 5% de probabilidade pelo Teste de Tukey (Tabelas 2 e 3). Tabela 2. Valores médios do ph obtidos em abacates Hass submetidos a diferentes doses de irradiação, armazenados a 8±1º C e 85 90% UR durante trinta e cinco dias. 0,0 kgy 6,52A 6,43A 6,48A 6,58A 6,55A 0,2 kgy 6,38A 6,53A 6,52A 6,44A 6,71A 0,4 kgy 6,46A 6,53A 6,56A 6,56A 6,45A 0,6 kgy 6,27A 6,51A 6,49A 6,32A 6,55A 0,8 kgy 6,38A 6,41A 6,35A 6,43A 6,43A CV% 3,65 3,34 1,86 3,12 3,22 significativamente entre si ao nível de 5% de probabilidade pelo Com a maturação esperava se um aumento nos valores de ph, conseqüência da diminuição de acidez total titulável que ocorre normalmente em todos os frutos durante o amadurecimento (Chitarra e Chitarra, 2005). Oliveira et al. (1996) também não Rev. Iber. Tecnología Postcosecha Vol 10(2):

6 encontraram diferenças siginificativas para o ph em frutos da variedade Fuerte avaliados sob temperatura ambiente e refrigerada tratados com cera. Tabela 3. Valores médios da acidez titulável (g de ácido cítrico. 100g 1 de polpa) obtidos em abacates Hass submetidos a diferentes doses de irradiação, armazenados a 8±1º C e 85 90% UR durante trinta e cinco dias. 0,0 kgy 0,63A 0,95A 0,69A 1,03A 0,57A 0,2 kgy 1,10A 0,78A 0,69A 0,90A 0,89A 0,4 kgy 0,74A 0,86A 0,68A 0,92A 0,79A 0,6 kgy 0,76A 0,59A 1,10A 0,72A 0,98A 0,8 kgy 1,10A 0,76A 1,14A 1,06A 1,06A CV% 39,46 25,05 35,67 20,87 26,08 A Tabela 4 apresenta os valores de sólidos solúveis obtidos em abacates Hass submetidos a diferentes doses de irradiação. Não houve diferenças significativas. Observase de modo geral um aumento dos valores de sólidos solúveis até os 28 dias para a maioria das doses de irradiação e tratamento testemunha. Entre os tratamentos, aos 14 dias de armazenamento, observouse diferenças significativas. A dose 0,8 KGy diferiu significativamente dos demais tratamentos alcançando os maiores valores de sólidos solúveis assim como o tratamento testemunha. As doses 0,2 e 0,6 KGy apresentaram valores menores indicando um retardo do amadurecimento em relação aos outros tratamentos, mas foi a dose 0,6 KGy que manteve melhor o teor de sólidos solúveis até os 28 dias de armazenamento refrigerado. A textura do abacate está estreitamente relacionada com a solubilização de substâncias pécticas. Durante a maturação há a conversão da pectina insolúvel em pectina solúvel, amolecendo e diminuindo a resistência dos frutos (Chitarra e Chitarra, 2005). Para este parâmetro observou se diferença em função da dose de irradiação (Tabela 5). Tabela 4. Valores médios do teor de sólidos solúveis (ºBrix) obtidos em abacates Hass submetidos a diferentes doses de irradiação, armazenados a 8±1º C e 85 90% 0,0 kgy 17,00A 20,60AB 22,90A 24,66A 12,53A 0,2 kgy 14,86A 17,73B 19,00A 21,03A 15,30A 0,4 kgy 18,40A 19,76AB 17,53A 18,00A 12,76A 0,6 kgy 17,30A 17,40AB 17,00A 18,36A 12,20A 0,8 kgy 19,70A 21,90A 20,23A 20,83A 15,73A CV% 18,90 8,96 13,84 19,01 29,46 No tratamento testemunha a queda da textura dos 7 para os 14 dias foi de 86% em relação ao valor inicial, para as doses 0,2 e 0,4 foi em torno de 35%. Já para as doses de 0,6 e 0,8 foi respectivamente de 20 3e 23 %. No entanto a dose 0,6 foi a mais efetiva na manutenção da textura dos frutos ao longo do período de armazenamento observando se esta tendência inclusive nos 28 e 35 dias de armazenamento. Tabela 5. Valores médios da textura (g/f) obtidos em abacates Hass submetidos a diferentes doses de irradiação, armazenados a 8±1º C e 85 90% UR durante trinta e cinco dias. 0,0 kgy 646,66A 87,83B 60,66B 44,66C 24,50B 0,2 kgy 707,33A 455,16A 207,00AB 144,16BC 55,33B 0,4 kgy 735,00A 474,83A 232,00AB 150,00BC 97,50B 0,6 kgy 623,66A 495,33A 399,66A 315,00A 216,16A 0,8 kgy 479,16A 367,16AB 244,16AB 189,66AB 96,50B CV% 39,86 35,77 41,19 28,56 31,12 Para açúcares redutores totais e ratio (Tabelas 6 e 7) também não houve diferenças significativas entre os tratamentos. A refrigeração parece ter sido efetiva na conservação dos frutos independente da aplicação de radiação gama. 98 Rev. Iber. Tecnología Postcosecha Vol 10(2):94-100

7 Tabela 6. Valores médios de açúcares redutores (%) obtidos em abacates Hass submetidos a diferentes doses de irradiação, armazenados a 8±1º C e 85 90% UR durante trinta e cinco dias. 0,0 kgy 0,270A 0,483A 0,243A 0,243A 0,353A 0,2 kgy 0,266A 0,390A 0,273A 0,363A 0,213A 0,4 kgy 0,306A 0,396A 0,363A 0,386A 0,226A 0,6 kgy 0,316A 0,266A 0,243A 0,273A 0,406A 0,8 kgy 0,310A 0,446A 0,240A 0,356A 0,310A CV% 28,70 41,34 25,37 37,61 48,67 Tabela 7. Valores médios de ratio obtidos em abacates Hass submetidos a diferentes doses de irradiação, armazenados a 8±1º C e 85 90% UR durante trinta e cinco dias. Tratamentos Dias de conservação 0,0 kgy 28,09A 29,68A 36,56A 23,69A 22,42A 0,2 kgy 15,38A 21,72A 28,80A 23,45A 19,08A 0,4 kgy 27,21A 22,84A 28,38A 19,28A 17,02A 0,6 kgy 22,46A 29,92A 16,20A 26,92A 12,54A 0,8 kgy 19,82A 30,48A 19,08A 19,67A 15,00A CV% 36,41 29,17 37,15 23,93 44,95 Germano et al. (1996) observaram que as radiações gama do 60Co na variedade Fortuna induziram um prolongamento na vida de prateleira. que na testemunha era de sete dias, para 11,2 dias quando irradiados com a dose de 75 Gy e para 15,2 dias se irradiados com 100 Gy. A variedade Quintal não se mostrou sensível às radiações. A refrigeração induziu nos frutos do abacate um aumento significativo de suas vidas de prateleira, independentemente da irradiação. Os autores comentam que os resultados já obtidos em experimentos para incremento da vida comercial de abacates, indicam que não há uma dose ou faixa de doses uniforme que poderia ser preconizada para todas as variedades. CONCLUSÃO A refrigeração foi efetiva na manutenção da conservação dos frutos de abacate da vairedade Hass. As análises que mais demonstraram as diferenças entre os tratamentos foram a perda de massa, respiração e textura. As doses de 0,2 e 0,6 KGy demonstraram ser as mais efetivas na conservação dos frutos. AGRADECIMENTOS À empresa Jaguacy (Bauru SP) pelo apoio e participação nas pesquisas, à Fundação de Apoio a Pesquisa no Estado de São Paulo (FAPESP) e CAPES. REFERÊNCIAS Awad, M Fisiologia pós colheita de frutos. São Paulo: Nobel, p. Bleinroth, E. W., et al Determinação das características físicas e mecânicas de variedades de abacate e sua conservação pelo frio. Coletânea ITAL,Campinas, 7(1): Chitarra, M.I.F.e A.B. Chitara Pós colheita de frutos e hortaliças: Fisiologia e Manuseio. Lavras: ESAL/FAEPE. Francisco,V.L.F.dos.S.e C.da S.L. Baptistella Cultura do abacate no estado de São Paulo. Informações Econômicas, São Paulo, 35 (5): Kader, A, A Postharvest technology of horticultural crops. Okland: University of California, 292p.. Kluge, R. A. et al. Inibição do amadurecimento de abacate com 1 metilciclopropeno. Pesquisa Agropecuária Brasileira, 37(7): Gayet, J.P. et al Abacate para exportação: procedimentos de colheita e pós colheita.: FRUPEX, Brasília. 37p. Germano, R.M. de A., et al Conservação pós colheita de abacates Persia americana Mill., variedades Fortuna e Quintal, por irradiação. Scientia Agricola, Piracicaba, 53 (2 3): Rev. Iber. Tecnología Postcosecha Vol 10(2):

8 Instituto Adolfo Lutz Métodos físicos e químicos para análise de alimentos. 5.ed. Brasília: Anvisa. 533 p. Käferstein, F.K.e G.G. Moy Public health aspects of food irradiation. Journal of Public Health Policy, 14 (2): Oliveira, M.A.de. et al Ceras para conservação pós colheita de frutos de abacateiro cultivar Fuerte armazenados em temperatura ambiente. Scientia Agricola, Piracicaba, 57 (4): Shimakura, S. E. e P.J.Ribeiro Junior. Estatística, Disponível em: <http://www.est.ufpr.br/~paulojus/ce003/ ce003/> Acesso em: 05 de dezembro de Tressler, D. J.e M.A. Joslyn Fruits and vegetables juice processing. Westport: AVI p. 100 Rev. Iber. Tecnología Postcosecha Vol 10(2):94-100

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