INOVAÇÃO. é o que vale. Linha Direta EDUCAÇÃO POR ESCRITO ENSINO SUPERIOR DIGITAL PESQUISA

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1 LD Linha Direta EDUCAÇÃO POR ESCRITO INOVAÇÃO é o que vale Região que abriga grandes empresas, como a TOTVS, Vale do Silício tem o incentivo ao pensamento inovador como segredo do sucesso dessas companhias ENSINO SUPERIOR Especial VIII CBESP DIGITAL Tecnologia no desenvolvimento infantil PESQUISA Ciência em prol da educação INOVAÇÃO Compromisso com a tecnologia da educação Valmir Pereira FERRAMENTA Plataforma Fluig Gustavo Bastos FUMEC 50 ANOS Do sonho à excelência Luiz de Lacerda Júnior EDIÇÃO 206. ANO 18. MAIO 2015

2 EDITORIAL Marcelo Chucre, presidente da Linha Direta Edson Dutra VALE A PENA INOVAR Inovação é a palavra do momento. Cada vez mais necessário nos processos educacionais, o incentivo ao pensar de forma inovadora é ingrediente que há muito compõe a receita do sucesso de empresas ao redor do mundo. Neste mês, a Linha Direta te convida para uma viagem até a região mais inovadora do Planeta, o Vale do Silício. Esta edição traz, em sua matéria de capa, uma contextualização histórica que busca elucidar os fatores que contribuíram para o estabelecimento da região como o maior polo tecnológico do mundo e explica o porquê de o Vale ser hoje referência no que diz respeito ao desenvolvimento de produtos e processos no campo da tecnologia. O texto traz ainda depoimentos de pessoas que conhecem de perto a cultura da região e mostra que o ecossistema de inovação é algo que faz parte da tradição local. A importância da região é tanta que o VIII Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular irá sortear entre os presentes na festa de encerramento, intitulada Noite Carioca, uma viagem ao Vale do Silício. A TOTVS, empresa que desde 2012 possui um laboratório em Mountain View, cidade que faz parte do Vale, preparou uma agenda e irá receber e acompanhar o ganhador em visitas técnicas a importantes empresas da região. Boa leitura! VALE LA PENA INNOVAR Innovación es la palabra del momento. Cada vez más necesario en los procesos educacionales, el incentivo a pensar de forma innovadora es el ingrediente que hace mucho tiempo compone la receta del éxito de empresas al rededor del mundo. En este mes, Linha Direta lo invita para un viaje hasta la región más innovadora del Planeta, el Valle del Silicio. Esta edición trae, en su materia de tapa, una contextualización histórica que busca elucidar los factores que contribuyeron para el establecimiento de la región como el mayor polo tecnológico del mundo y explica el porqué del Valle ser hoy referencia en lo que se refiere al desarrollo de productos y procesos en el campo de la tecnología. El texto trae incluso exposiciones de personas que conocen de cerca la cultura de la región y muestra que el ecosistema de innovación es algo que integra la tradición local. La importancia de la región es tanta que el VIII Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular irá a sortear entre los presentes en la fiesta de clausura, intitulada Noite Carioca, un viaje al Valle del Silicio. TOTVS, empresa que desde 2012 posee un laboratorio en Mountain View, ciudad que hace parte del Valle, preparó una agenda e irá a recibir y acompañar al ganador en visitas técnicas a importantes empresas de la región. Buena lectura! LD Linha Direta EDUCAÇÃO POR ESCRITO A Revista Linha Direta (ISSN ) é uma publicação mensal da Linha Direta Ltda. Rua Felipe dos Santos, Conj. 305/306 - Lourdes - Belo Horizonte/MG - CEP: Tel.: (31) EDIÇÃO 206 ANO 18 MAIO 2015 Presidente Marcelo Chucre da Costa Diretora Executiva Laila Aninger Gerente Administrativo-Financeiro Flávia Alves Passos Consultor Editorial Ryon Braga Consultor em Gestão Estratégica e Responsabilidade Social Marcelo Freitas Consultora para o Ensino Superior Maria Carmen T. Christóvão Editores Renan Costa Coelho Valéria Araújo Editor de Arte Rafael Rosa Estagiária de Jornalismo Ana Karolina Machado Estagiária de Design Gráfico Michelle Pereira Revisora/Preparadora de Texto Cibele Silva Tradutores/Revisores de Espanhol Gustavo Costa Fuentes Green Word Language Services Conselho Consultivo Airton de Almeida Oliveira, Amábile Pacios, Anna Lydia Collares dos Reis Favieri Ferreira, Antônio Lúcio dos Santos, Átila Rodrigues, Benjamin Ribeiro da Silva, Bruno Eizerik, Dalton Luís de Moraes Leal, Emiro Barbini, Fátima de Mello Franco, Fátima Turano, Gabriel Mario Rodrigues, Gelson Menegatti Filho, Hermes Ferreira Figueiredo, Ignez Vieira Cabral, Ivana de Siqueira, Ivo Calado, Jacir J. Venturi, Jorge de Jesus Bernardo, José Carlos Barbieri, José Carlos Rassier, José Janguiê Bezerra Diniz, Krishnaaor Ávila Stréglio, Manoel Alves, Marco Antônio de Souza, Marcos Antônio Simi, Maria Augusta Oliveira Senna, Maria da Gloria Paim Barcellos, Maria Nilene Badeca da Costa, Miguel Luiz Detsi Neto, Odésio de Souza Medeiros, Paulo Antonio Gomes Cardim, Paulo Sérgio Machado Ribeiro, Pe. João Batista Lima, Suely Melo de Castro Menezes, Victor Maurício Nótrica Pré-Impressão e Impressão Tel.: (31) Tiragem e distribuição auditada por: Tiragem: exemplares As ideias expressas nos artigos ou matérias assinados são de responsabilidade dos autores e não representam, necessariamente, a opinião da Revista. Os artigos são colaborativos e podem ser reproduzidos, desde que a fonte seja citada.

3 ESPECIAL VIII CBESP BRASIL: REALIDADE E TENDÊNCIAS PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR São muitos os desafios da Educação Superior Particular no Brasil, entre os quais se destacam: desenvolver visão estratégica na boa direção e nos requisitos de competência de gestão das instituições que atuam na área; atuar na representatividade do segmento de educação; e formar educadores. A velocidade com que a eletrônica se impõe ao desenvolvimento humano, as vertiginosas mudanças tecnológicas no ensino-aprendizagem, a necessidade do contínuo aperfeiçoamento das políticas de educação e a antevisão da formação de recursos humanos de que o País necessita para seu desenvolvimento estão entre os desafios que se apresentam cotidianamente ao setor. Equipe Linha Direta O VIII Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular (CBESP) tem como objetivo refletir sobre o tema Brasil: realidade e tendências para a educação superior. Em se tratando de um Congresso, busca-se trazer, para conhecimento, discussões e reflexões, um conjunto de informações e saberes atualizados, estratégicos e de ponta, que possam ser transmitidos e compartilhados. Sendo assim, as páginas seguintes deste especial trazem artigos de alguns palestrantes, além da programação completa do evento. VALE DO SILÍCIO: CONHEÇA A REGIÃO MAIS INOVADORA DO PLANETA Como o tema inovação será constante em todo o evento, o VIII CBESP irá sortear entre os presentes na festa de encerramento Noite Carioca uma viagem ao Vale do Silício. A TOTVS, que há três anos montou um laboratório em Mountain View, no Vale, preparou uma agenda para receber e acompanhar o ganhador em visitas técnicas a importantes empresas da região. Situado na Califórnia, Estados Unidos, o Vale do Silício é uma das maiores aglomerações de empresas com domínio de tecnologia de ponta do mundo. Dentre as empresas que iniciaram seus negócios e possuem sede na região, podemos citar Apple, Facebook, Google, Nvidia, Electronic Arts, Symantec, AMD, ebay, Yahoo!, HP, Intel, Microsoft, Adobe e Oracle, além da TOTVS. O Vale do Silício é conhecido como a região mais inovadora do Planeta. As empresas dessa região não poupam esforços de reinvenção e viabilização de novas ideias, as quais exigem muito conhecimento e investimento. Você não pode perder!!!

4 ESPECIAL VIII CBESP PÁTRIA LIVRE E EDUCADORA Celso Niskier Reitor da UniCarioca, presidente do Conselho Empresarial de Educação da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ) e membro da Diretoria da ABMES. Apresentador e orientador de debates no VIII CBESP 10 Nos dias 14 e 15 de maio, será realizada a oitava edição do Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular (CBESP). Acredito ser oportuno o fato de o tema central ser Brasil: realidade e tendências para a educação superior. Não haverá futuro para o Brasil sem que a educação seja tratada condignamente, como a mais alta prioridade social. Vejam alguns números recentes: ainda temos quase 10% de analfabetos em nossa população; no último Enem, mais de 529 mil candidatos tiraram zero na redação; apenas 15% da população entre 18 e 24 anos está na universidade. São dados que nos afligem, mostrando o quanto ainda é preciso melhorar. Com essa situação bem distante do ideal, devemos trabalhar para que a educação seja um projeto de toda a Nação, e não apenas de um governo. A frequente troca de ministros não deveria impactar o cumprimento das políticas públicas educacionais. As metas do Plano Nacional de Educação (PNE), aprovadas pelo Congresso, são de toda a sociedade, e por elas devem se guiar os atores que ocupam cargos de gestão da educação. Entre os principais desafios no ensino fundamental a serem enfrentados pelo novo ministro Renato Janine Ribeiro, um intelec-

5 Sadeugra/iStockphoto tual respeitado, estão a melhoria da gestão das escolas públicas, a valorização e capacitação dos professores e a implantação de currículos mais modernos e flexíveis, sintonizados com os avanços da tecnologia. Há que se melhorar a qualidade, e muito. No que tange ao ensino médio, é necessária uma nova proposta de currículo, para que ele não seja apenas um preparatório de alto luxo para o ingresso no ensino superior. Nesse nível, as universidades públicas e particulares podem e devem contribuir com parcerias na capacitação de professores, no apoio ao ensino de disciplinas críticas, como língua portuguesa e matemática, e também na orientação vocacional dos estudantes. Quanto à educação superior, o desafio é expandir o sistema com qualidade. O aumento excessivo da regulação nos últimos anos não deveria inibir o talento empreendedor dos educadores brasileiros, nem discriminar as pequenas e médias instituições de ensino, que prestam um serviço de alto relevo social. Grande parte delas atua em municípios onde a iniciativa pública não se faz presente. É preciso também fortalecer e ampliar programas exitosos, como o Pronatec e o Fies, fazendo os ajustes necessários para que eles tenham a desejada sustentabilidade. Nesse ponto, nunca foi tão importante o diálogo com o setor particular, detentor de mais de 70% da oferta de vagas no ensino superior. Acima de tudo, teremos a chance, no VIII CBESP, de promover o diálogo entre o setor público e a iniciativa privada, para que, de mãos dadas, possamos superar os grandes desafios da educação superior nesse momento delicado de ajuste da economia do País. Sempre com os dois pés no chão e com os olhos voltados para o futuro que queremos. Sem a necessária liberdade para empreender, não se constrói uma verdadeira Pátria educadora e soberana. 11

6 ESPECIAL VIII CBESP Débora Guerra CEO do Grupo Singular Educacional. Ministrará a palestra Desafios para sustentabilidade das pequenas e médias instituições de ensino superior: apresentação de cases de sucesso, no VIII CBESP DESAFIOS DAS PEQUENAS E MÉDIAS IES São muitos os desafios para a sustentabilidade das Pequenas e Médias Instituições de Ensino Superior (PMIES) no Brasil. A falta de sinergia e o abismo entre os setores acadêmico e administrativo em uma instituição podem ser algumas das principais causas para os problemas enfrentados por ela. Fala-se muito das questões externas, como a regulação do Ministério da Educação (MEC), e das ações dos grandes grupos educacionais, mas acredito totalmente que, se as pequenas e médias instituições buscassem soluções para os seus conflitos internos, conseguiriam se fortalecer e superar os problemas que enfrentam no dia a dia. Pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) em 2014, que teve como um dos objetivos entender a visão e a realidade dessas instituições, demonstra claramente tal situação. A falta de conhecimento quanto ao modo como utilizar com eficiência e qualidade os 20% de disciplinas online permitidos pelo MEC é um grande exemplo, assim como a ausência de setores específicos que tratassem da captação e retenção de alunos como diferencial na competitividade. erhui1979/istockphoto Fica evidente, nesses dois exemplos, que há um preconceito (leia-se pré conceito ) por parte da comunidade acadêmica, atrelado à falta de conhecimento e à dificuldade de argumentação dos gestores das IES. Estes, principalmente os mantenedores das PMIES, precisam entender que, se não houver em suas instituições baixo custo da sala de aula e alta performance nos indicadores externos acadêmicos, será muito difícil sobreviver em um momento tão competitivo. Novos conceitos surgem: blended learning (aprendizagem híbrida), flipped classroom (sala de aula invertida), adaptive learning (aprendizagem adaptativa), metodologias ativas de aprendizagem. São conceitos que, se utilizados corretamente, conferem exatamente o efeito que queremos: baixo custo e resultados acadêmicos com alta performance. Outros conceitos que são tão bem utilizados em outros setores devem também ser implantados nas nossas instituições urgentemente, como o de meritocracia. Em muitas IES, nos setores de captação e retenção de alunos, isso é bastante disseminado, mas deve ser implantado ainda na área acadêmica. A verdade é que, se não houver mudanças e quebra de paradigmas nas pequenas e médias instituições, sua sustentabilidade estará em risco. Melhoria no nível de gestão, agilidade nas tomadas de decisões, inovações na relação entre ensino e aprendizagem, meritocracia, dentre outros pontos, são fundamentais e precisam ser incorporados imediatamente; somente assim haverá uma estrutura de gestão eficiente e profissionalizada, com custos compatíveis com a qualidade superior que essas IES podem e devem oferecer.

7 ESPECIAL VIII CBESP FIES: IMPACTOS FISCAIS DE CURTO E LONGO PRAZO Samuel Pessôa Pesquisador sênior do Instituto Brasileiro de Economia da FGV. Ministrará a palestra Fies: Viabilidade e dificuldades - apresentação de recentes estudos realizados, no VIII CBESP 14 Desde a década de 1980 até hoje, o número de ingressantes no ensino superior (ES) cresceu em mais de um milhão de alunos por ano. Apesar de isso implicar, para as próximas décadas, aumentos substanciais na proporção da população com alguma formação superior, esse movimento ainda é insuficiente para que sejam atingidos os padrões educacionais dos países desenvolvidos. Além disso, o Brasil tem hoje uma das piores posições no ranking da educação superior, mesmo quando comparado somente com seus pares da América Latina. Portanto, apesar dos aumentos esperados na escolaridade do terceiro grau, certamente ainda há espaço para a criação de políticas públicas que reforcem esse movimento. Porém, a sustentabilidade de uma política de expansão do ES via financiamento requer a existência de um amplo contingente de pessoas que poderia frequentá-lo e que não o faz unicamente por necessidade financeira. Esse contingente existe? Na comparação dos estoques até 2010,

8 jammydesign/istockphoto o Brasil era, entre seus pares, um dos países com menor proporção de pessoas com alguma formação superior em relação ao número de pessoas com ensino médio completo, de acordo com o Educational attainment for total population, , realizado por Barro e Lee. Por outro lado, os dados de fluxo do Censo Educacional indicam que o número anual de formandos do ensino médio tem se tornado cada vez mais incompatível com o atual ritmo de ingressos no ES, de forma que o aumento de estudantes nesse nível educacional tem sido explicado mais pela existência de um grande estoque de pessoas com ensino médio completo do que por um aumento de formandos com essa qualificação. Consequentemente, sem que haja uma expansão no número de concluintes no ensino médio, o atual ritmo de entrada de alunos em instituições de ensino superior parece insustentável. Combinando todas as evidências, parece haver, ao menos nas próximas décadas, um déficit de alunos no ES brasileiro e, concomitantemente a esse déficit, vários dados e estudos indicam que o ES brasileiro gera um alto prêmio salarial, de mais de 100%. Logo, os efeitos tributários da expansão da educação superior, dado que o Brasil tributa mais de 30% da renda total da economia, não são desprezíveis. Inclusive, são geralmente muito maiores do que as despesas educacionais incorridas para gerar esse resultado. Nesse sentido, subsidiar a educação superior pode ser uma política superavitária para o governo (mesmo com empréstimos concedidos a 3,4% de juros nominais ao ano), pois tem efeitos no aumento da mobilidade social e na distribuição de renda. Porém, o superávit do programa requer que a qualidade da educação fornecida seja suficiente para garantir a empregabilidade e o prêmio salarial dos estudantes em relação ao ensino médio: 15

9 ESPECIAL VIII CBESP... gerando impactos educacionais, o programa é superavitário e cumpre sua função social; sem gerar impactos educacionais, o programa é deficitário e não melhora a vida dos estudantes. gerar impactos educacionais, o programa é deficitário e não melhora a vida dos estudantes. Como experimento de política pública, a manutenção desse programa no patamar de 580 mil alunos entrantes por ano durante os próximos anos deve fazer com que a despesa do Fies atinja rapidamente a marca de 0,3% do PIB. Dada a restrição fiscal do futuro próximo e a necessidade de aumento de carga tributária vislumbradas para reequilibrar as contas públicas, o programa tem um volume de despesas bastante alto. Como consequência dessa análise, existem dois fatores cruciais para a sustentabilidade econômica e o sucesso social do Fies: 16 como parte significativa da renda é tributada, o alto prêmio salarial faria com que a arrecadação governamental fosse maior do que os gastos com educação a valor presente. Além disso, essa seria uma fonte de aumento de produtividade da economia, elevando o ritmo de crescimento econômico. Não atendidos esses critérios, o programa tende a ser deficitário: desconsiderando a inadimplência, em função do subsídio no empréstimo, o valor presente dos pagamentos é somente 62% do valor presente do custo de captação do Tesouro. Além disso, se o programa não gerar impacto na renda, ele tende a apresentar maiores taxas de inadimplência. Portanto, existe uma clara dicotomia de resultados em que o resultado do programa (melhorar a vida da população que não tem acesso ao ensino superior) e seu impacto econômico-financeiro estão intrinsecamente ligados: gerando impactos educacionais, o programa é superavitário e cumpre sua função social; sem A garantia de padrões mínimos na relação custo-qualidade da educação fornecida; A capacidade do programa para identificar os alunos com real necessidade de auxílio financeiro (na ausência do programa, não cursariam o ES). Ambos os pontos são atualmente atacados pelo desenho do programa, mas de forma insuficiente: o requisito de que as instituições de ensino superior (IES) que usam o Fies tenham nota superior a 3 no Enade visa a atender a padrões mínimos de qualidade, enquanto os critérios de renda familiar visam a identificar os alunos com real necessidade de auxílio financeiro. A primeira restrição, de que somente as instituições com nota superior a 3 no Enade podem participar do Fies, garante um padrão mínimo de qualidade no ensino, mas não fornece incentivos adequados para a melhoria educacional e nem é capaz de premiar os melhores cursos. Para isso, seria necessário distinguir as instituições com nota maior do que esse limite, atrelando, por exemplo, a qualidade da educação fornecida pela IES ao seu limite de crédito global e ao valor

10 jammydesign/istockphoto máximo de mensalidade financiado: inclusive, a garantia do equilíbrio econômico-financeiro do programa requer que o valor máximo de mensalidade financiado seja função da empregabilidade e do salário dos formandos. Por sua vez, os limites globais de crédito poderiam ser atribuídos com base nas notas do Enade. Dessa maneira, seria possível compatibilizar os incentivos de alunos e governo (que querem uma educação melhor) com o das instituições de ensino (que maximizam o valor presente de seus lucros). Isso não seria uma inovação brasileira: o sistema de financiamento americano, na administração de Barack Obama, passou por mudanças para alinhar a concessão de financiamentos por instituição com o desempenho dos alunos no mercado de trabalho. Por sua vez, a segunda restrição, que envolve a concessão de empréstimos com base na renda familiar, é míope. Além de a necessidade financeira real requerer uma análise não só da renda, mas das despesas de cada candidato, a informalidade ainda é bastante comum no Brasil. Adicione- -se a isso o fato de que a capacidade financeira de um indivíduo pode ser influenciada pelo seu patrimônio e também pela renda e pelo patrimônio de pessoas fora do núcleo familiar mais restrito. Nota-se que a necessidade financeira real é uma informação privada; a análise de crédito, portanto, deve considerar a existência dessa assimetria de informação. Assim faz a experiência australiana, oferecendo incentivos para que o indivíduo revele a sua real capacidade de pagamento: é possível, por exemplo, dar descontos para a quitação antecipada dos empréstimos. Isso funciona como um mecanismo para compatibilizar os incentivos do emprestador, que só quer emprestar recursos para quem realmente precisa deles, e do tomador, que teria vantagem financeira em ser elegível ao programa e não acioná-lo, ou acioná-lo apenas parcialmente. 17

11 ESPECIAL VIII CBESP Afora os fatores mencionados para equilibrar a estrutura de incentivos do Fies, sua cobertura é muito limitada para o público que ele pretende atingir: uma característica comum aos programas americano, canadense e australiano é o financiamento não só das mensalidades, mas das despesas acessórias da atividade estudantil (e, em alguns casos, inclusive das despesas com custo de vida). Para que os efeitos econômicos e sociais do programa sejam maximizados, é muito importante que o aluno consiga concluir o curso iniciado. Sendo assim, é importante que o programa ofereça alívio financeiro real para seus participantes, inclusive oferecendo cobertura financeira para o caso em que o aluno sofra choques adversos de renda ou despesa. Consequentemente, além do realinhamento de incentivos, o programa precisa passar por uma redefinição de cobertura. Por fim, tratar o financiamento estudantil subsidiado como um empréstimo tradicional é um complicador da política. Primeiro porque o fato de ele ser um empréstimo faz com que sejam necessárias garantias patrimoniais (raramente disponíveis para alunos sem condições de financiar seus estudos e, portanto, favorecendo o efeito crowding-out, e segundo porque, em caso de inadimplência (especialmente nos casos em que a garantia patrimonial é dispensada), a cobrança dos empréstimos estudantis pode ser politicamente difícil e juridicamente custosa. Embora a tecnologia de concessão dos empréstimos seja facilmente replicável, a cobrança dos inadimplentes depende da eficiência da justiça para a busca dos bens dos devedores. Para que os efeitos econômicos e sociais do programa sejam maximizados, é muito importante que o aluno consiga concluir o curso iniciado. Sendo assim, é importante que o programa ofereça alívio financeiro real para seus participantes... Como a maior fonte de recursos do programa para o governo é o aumento da remuneração do trabalho (ou, indiretamente, o aumento do PIB e da arrecadação fiscal), ele poderia usar a sua prerrogativa de tributar e conceder empréstimos com base na renda futura do estudante. Isso seria feito vinculando-se o pagamento das prestações ao imposto de renda, num modelo similar ao australiano. Além da necessidade de garantias na operação, isso resolveria parte da questão da inadimplência e permitiria a cobrança de taxas de juros mais adequadas à realidade brasileira (o que poderia ajudar a financiar o aumento de cobertura proposto). Em resumo, o programa atende a uma demanda social legítima, com amplo benefício fiscal, mas pode ser redesenhado para ser mais efetivo em seus objetivos. Primeiro, propondo um sistema mais voltado para a qualidade da educação; segundo, criando mecanismos de revelação de capacidade privada de pagamento; terceiro, ampliando a cobertura de financiamento; quarto, vinculando seus pagamentos não a parcelas fixas, mas a uma alíquota marginal adicional de imposto de renda; e quinto, reduzindo o volume dos incentivos com taxas de juros (inclusive para viabilizar financeiramente a cobertura de um maior conjunto de despesas acessórias da atividade de estudo).

12 ESPECIAL VIII CBESP Mauro Noé Consultor em Gestão Educacional. Ministrará a palestra Entender o aluno: fator fundamental para a aprendizagem produtiva, no VIII CBESP 20 O ALUNO NO CENTRO DAS ATENÇÕES É preciso entender o aluno de hoje, conhecer suas aspirações e expectativas, seus comportamentos e, principalmente, saber como retê-los. Comportamentos passados podem predizer atitudes futuras. As escolas investem milhões de reais na captação de alunos, mas são raras aquelas que dedicam parte do seu tempo, de seus colaboradores e de seus orçamentos para entender, de fato, seu público: o aluno. Em mercados competitivos, as empresas devem adotar estratégias para obter vantagem competitiva sustentável. Assim, o marketing de relacionamento, aliado à estratégia de retenção de clientes, torna- -se uma alternativa atraente. De acordo com Reichheld e Sasser Jr., dependendo do setor de atuação, as empresas podem aumentar seus lucros de 25% a 85%, reduzindo em apenas 5% a perda de clientes. Segundo Asbrand e Knowles, a retenção pode custar de quatro a oito vezes menos do que a aquisição de clientes. Qual o custo de entendê-los ou de perdê-los? De onde vêm e para onde irão? Essas são importantes perguntas que esse público pode ajudar a responder, GlobalStock/iStockphoto criando fortes alicerces, de modo que a escola saiba o que fazer para atender às expectativas de seus alunos. Pesquisas simples e direcionadas, relacionamento via corpo docente e interação dentro da unidade são ótimos caminhos para entender melhor essa turma, que há tempos vem passando pelas IES apenas como um número. A tomar como exemplo algumas Instituições de Ensino Superior (IES) norte- -americanas, notamos a preocupação com o conhecimento do seu público: réguas de relacionamento com ações direcionadas, utilizando ferramentas como marketing, SMS, contatos telefônicos e investimentos em uma solução robusta de banco de dados que permita o armazenamento de informações de seus alunos (Customer Relationship Management - CRM) são iniciativas que vêm dando certo. O resultado é simples: satisfação e encantamento! Aqui no Brasil já percebemos uma movimentação nesse sentido, ainda que incipiente. Uma parte das escolas já saiu da inércia e tem voltado suas atenções não só para os caminhos para se conseguirem novos alunos, mas para os atalhos para se ter nítido entendimento de seu corpo discente. Não basta largar a responsabilidade nas mãos do professor e do coordenador. Claro que essas são peças muito importantes no contato direto com os alunos e exercem um poder de influência gigantesco sobre eles, mas somente isso não basta! Criar processos efetivos e contínuos de coletar, armazenar e retroalimentar o sistema, intensificando o conhecimento de cada aluno, será um enorme diferencial para quem quiser prosperar nesse setor. Quem colocar os alunos no centro de suas atenções irá descobrir que essa é uma excepcional forma de reduzir custos, fortalecendo os laços entre as partes, contribuindo para a melhor aprendizagem e reduzindo, consequentemente, os níveis de evasão. Educação se faz com sintonia! E sintonia está na arte de amar o que se faz, cuidando daquele que é o maior e melhor patrimônio de uma instituição de ensino: o aluno.

13 ESPECIAL VIII CBESP Maurício Garcia Professor. Vice- -presidente de Planejamento e Ensino da DeVry Brasil. Apresentador e orientador de debates no VIII CBESP O PERVERSO CICLO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR BRASILEIRA Os dados do último censo do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), referente ao ano de 2013, repetiram uma informação conhecida: três em cada quatro estudantes do ensino superior brasileiro estão matriculados em instituições particulares. Isso representa um universo de mais de 5 milhões de pessoas que estão sendo assistidas pela iniciativa privada, o que faz do Brasil um caso único no mundo em termos de importância desse segmento para a educação. Além disso, o censo do Inep revela que 73% desses alunos estudam à noite. São pessoas que precisam passar por uma dura jornada, combinando o trabalho durante o dia com o estudo à noite. A julgar pelo seu perfil socioeconômico, ao chegar em casa, ainda precisam dar conta de tarefas domésticas, como limpar, lavar, cozinhar e cuidar da família. Nas instituições públicas, paradoxalmente, somente 38% dos alunos estudam à noite. Esse é um dos lados mais perversos do modelo educacional brasileiro: os que podem pagar estudam de dia e de graça, e os que não podem estudam à noite, pagando duas vezes, ou seja, pagam sua mensalidade e pagam, por meio de seus impostos, a mensalidade dos que estudam de graça. Não poderia ser mais injusto. Outro ponto que esse censo mostra é a diferença na relação candidato/vaga entre instituições públicas e privadas: 13,8 para 1 nas públicas e 1,6 para 1 nas privadas. Isso significa que as instituições públicas recebem, aproximadamente, os 10% melhores dentre aqueles que as procuram, enquanto nas particulares não há esse filtro de entrada. Assim, lidando com bons alunos, provenientes de famílias abastadas e que não precisam trabalhar enquanto estudam, as instituições públicas têm um desafio educacional muito mais simples do que aquele enfrentado pelas instituições privadas, que lidam com o aluno pobre e trabalhador. A perversidade desse modelo está no cruel ciclo vicioso salário versus renda familiar: famílias com maior poder aquisitivo conseguem proporcionar melhor educação aos seus filhos, fazendo com que consigam passar no vestibular da universidade pública. Como elas têm maior prestígio, os egressos da universidade pública conseguem os melhores empregos e, por consequência, os melhores salários. Com melhores salários, essas pessoas poderão assegurar uma melhor educação aos seus filhos, perpetuando o ciclo. Em outras palavras, no atual modelo educacional brasileiro, cabe ao setor privado a missão de proporcionar a inclusão e a justiça social através da educação. Ao setor público, pago com o imposto de todos, cabe a missão de fazer com que a elite continue sendo elite. Nos dias 14 e 15 de maio, as principais lideranças da educação superior particular estarão reunidas no Rio de Janeiro para discutir formas de enfrentar o enorme desafio que têm. Urge que se desenvolvam novos modelos pedagógicos, próprios para lidar com alunos com sérias deficiências cognitivas, fruto do processo de exclusão social de suas famílias. Mas, mais do que isso, urge que sociedade, imprensa, movimentos sociais e governo reconheçam o enorme papel e a insubstituível importância da iniciativa privada na redução das desigualdades sociais brasileiras através da educação. Pogonici/iStockphoto 21

14 ESPECIAL VIII CBESP APRENDIZADO PERSONALIZADO O Brasil abriga uma comunidade tecnológica em ascensão, com empreendedores apaixonados atuando, por exemplo, nos ramos de educação, transporte e saúde. No entanto, para conseguir competir efetivamente em escala internacional, os profissionais precisam ter uma série de novas habilidades e aproveitar as oportunidades de crescimento atuais. Para os educadores, o desafio encontra-se justamente em preencher a lacuna existente entre as habilidades adquiridas, em geral, por universitários, e as habilidades necessárias para atender às demandas de uma nova economia brasileira. Hoje, seguir apenas um modelo educacional tradicional já não é o suficiente instituições convencionais estão sendo, cada vez mais, desafiadas pelo poder inovador de startups e pequenos empreendimentos que podem gerar soluções práticas no mundo real, além de oferecer resultados orientados por tecnologia. Equipe Voxy Alejandro Webelman A Voxy, uma startup de tecnologia em educação e líder mundial em ensino de inglês online, reconhece que a profi- Paul Gollash, fundador e CEO da Voxy. Ministrará a palestra As instituições de ensino superior e o desenvolvimento de startups: a experiência internacional, no VIII CBESP ciência em inglês está entre as muitas habilidades essenciais para promover a comunicação bem-sucedida que ultrapassa fronteiras e para atingir a liderança global em qualquer indústria. E, embora exista um mercado significativo para instrução de inglês no Brasil e no mundo, a Voxy pode fazer o que a maioria dos programas de idiomas tradicionais não pode: fornecer uma grade curricular eficaz e ajustável, adaptada às necessidades específicas do aluno. Para tanto, a Voxy utiliza mecanismos de recomendação, um algoritmo de aprendizado adaptativo e aprendizagem automática para conhecer infinitamente melhor seus alunos ao longo do tempo. Gigantes corporativos como a Amazon e a Netflix estão entre as primeiras startups a personalizar a experiência dos usuários ao tirar proveito do acesso à enorme quantidade de dados. Porém, agora esses recursos estão amplamente disponíveis entre as indústrias e, no tocante à educação, o aprendizado personalizado pode ser o grande equalizador em uma economia global em crescimento. À medida que a tecnologia se torna mais acessível, do ponto de vista econômico, e a penetração da banda larga aumenta, os educadores têm uma oportunidade sem precedentes não apenas para atingir a um público muito maior do que antes, como também para oferecer uma experiência de aprendizado adaptativo, com o uso de dados e de novas tecnologias. Em particular, com o aumento dos dispositivos móveis, a instrução também pode ser mais facilmente integrada ao dia a dia dos alunos. Se agora o maior varejista consegue personalizar minha experiência de compra, esse também deve ser o objetivo para a educação, diz Paul Gollash, fundador e CEO da Voxy.

15 ESPECIAL VIII CBESP 24 DIA 14 DE MAIO (QUINTA-FEIRA) 14h Credenciamento 15h - 16h30 Sessão Solene de Abertura com a presença do Ministro da Educação Renato Janine Ribeiro (Convidado) 16h30-18h Palestra Magna de Abertura - O Brasil de hoje e do futuro: o que a Nação espera Coordenador: Gabriel Mario Rodrigues (Presidente da ABMES) Palestrante: Carlos Alberto Sardenberg (Jornalista) 17h40-18h Debates Apresentador e orientador: Celso Niskier (Reitor da UniCarioca) 18h - 18h30 Coffee break e networking 18h30-20h30 Painel - Reflexões sobre o ensino superior: tendências e expectativas Coordenador: Paulo A. Gomes Cardim (Presidente da Anaceu) Palestra I - As instituições de ensino superior e o desenvolvimento de startups: a experiência internacional Palestrante: Paul Gollash (Fundador e CEO da Voxy) Palestra II - Ensino-aprendizagem e novas tecnologias na educação superior: tendências a curto e médio prazos Palestrante: Laércio Cosentino (Fundador e CEO do Grupo TOTVS) Palestra III - O Conselho Nacional de Educação (CNE) diante dos desafios do ensino superior Palestrante: Gilberto Garcia (Presidente do CNE) 20h10-20h30 Debates Apresentador e orientador: Maurício Garcia (Vice-presidente de Planejamento e Ensino da DeVry Brasil) 20h30 Coquetel e networking DIA 15 DE MAIO (SEXTA-FEIRA) 8h30-10h Painel - Instituições, alunos e professores: necessidade de um olhar diferenciado Coordenador: Altamiro Belo Galindo (Presidente da Anup) Palestra I - Entender o aluno: fator fundamental para a aprendizagem produtiva Palestrante: Mauro Noé (Consultor em Gestão Educacional) Palestra II - O professor diante dos novos desafios educacionais Palestrante: Josiane Tonelotto (Pró- -reitora Acadêmica da Universidade Anhembi Morumbi) 9h40-10h Debates Apresentadora e orientadora: Sueli Cristina Marquesi (Reitora da Universidade Cruzeiro do Sul) 10h - 10h30 Coffee break e networking 10h30-12h Palestra - O importante papel das lideranças para o êxito das instituições de ensino superior Coordenador: José Janguiê Bezerra Diniz (Presidente da Abrafi) Palestrante: César Souza (Expert em Gestão e Liderança) 11h40-12h Debates Apresentador e orientador: Jouberto Uchôa de Mendonça Júnior (Superintendente-geral do Grupo Tiradentes) 12h - 14h Almoço

16 14h - 15h30 Painel - Instituições de ensino superior: sustentabilidade e resultados Coordenador: Thiago Rodrigues Pêgas (Vice-presidente do Semesp) Palestra I - Adaptabilidade ao ingressar no ensino superior, evasão e empregabilidade: três desafios a serem superados na preparação dos alunos para a vida profissional Palestrante: Rogério Frota Melzi (Diretor- -presidente da Estácio Participações) Palestra II - Desafios para sustentabilidade das pequenas e médias instituições de ensino superior: apresentação de cases de sucesso Palestrante: Débora Guerra (CEO do Grupo Singular Educacional) 15h10-15h30 Debates Apresentadora e orientadora: Gislaine Moreno (Diretora da Kroton Educacional) 15h30-18h30 Painel - Financiamento estudantil: mudanças ocorridas e seus impactos nas instituições de ensino superior Coordenador: Antonio Carbonari Netto (Membro titular do Conselho da Presidência da ABMES) Palestra I - Fies: Viabilidade e dificuldades - apresentação de recentes estudos realizados Palestrante: Samuel Pessôa (Pesquisador sênior do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas) Palestra II - Oferta e demanda de ensino superior: tendências e perspectivas Palestrante: Bruno Giardino (Analista sênior do Santander) 16h35-17h Coffee break e networking 17h - 18h30 Continuação: Painel - Financiamento estudantil: mudanças ocorridas e seus impactos nas instituições de ensino superior Palestra III - Financiamento estudantil privado: tendências e novas alternativas Palestrante: Carlos Furlan (Diretor executivo da Ideal Invest) Palestra IV - O Sistema de Seleção Unificado (Sisu) do Fies e o financiamento estudantil: propostas, consequências e caminhos para IES e alunos Palestrante: Rodrigo Capelato (Diretor executivo do Semesp) 18h10-18h30 Debates Apresentador e orientador: Cosme Massi (Presidente do Conselho da Hoper Educação) 18h30-19h40 Palestra Magna de Encerramento - Criatividade para solução de problemas Coordenadora e apresentadora: Amábile Pacios (Presidente da Fenep) Palestrante: Murilo Gun (Professor especializado em Criatividade e especialista em Humor Criativo) 19h40-20h Apresentação e debates da Carta do Rio de Janeiro Coordenação: Dirigentes do Fórum 20h Festa de encerramento Noite Carioca com sorteio de prêmios Programação 25

17 CAPA Equipe Linha Direta INOVAÇÃO é o que vale Região que abriga grandes empresas, como a TOTVS, Vale do Silício tem o incentivo ao pensamento inovador como segredo do sucesso dessas companhias

18 A geografia define vale como planalto localizado entre duas montanhas ou colinas, ou, ainda, depressão alongada da superfície terrestre entre duas vertentes. Espaço de fronteiras bem definidas, esculpidas cuidadosamente pela mão do tempo. Por sua vez, a mão do homem também foi capaz de construir seu próprio vale, lapidado pela necessidade do desenvolvimento tecnológico e pela globalização, que fazem do lugar um espaço de fronteiras bem mais maleáveis, ou quem sabe até mesmo inexistentes. Localizado no estado da Califórnia, nos Estados Unidos, o Vale do Silício situa-se em uma região denominada como polo industrial e é composto por um conjunto de cidades onde se encontra um grande número de companhias voltadas para o desenvolvimento tecnológico. Atualmente, a maioria das empresas instaladas na região é do ramo da eletrônica e informática. VALE A CONTEXTUALIZAÇÃO O desenvolvimento da região como um polo tecnológico tem origem na década de 1950 e, como grande parte das tecnologias já desenvolvidas até hoje, tem nas guerras o fator motivador de seu estabelecimento. À época, a necessidade de se produzirem armas e aviões para a Segunda Guerra Mundial e, posteriormente, para a Guerra Fria, fez das indústrias situadas no Vale as principais fornecedoras desse material. O tempo passou e hoje o Vale do Silício é uma das maiores aglomerações de empresas desenvolvedoras de tecnologia do mundo. Corporações de magnitude mundial como Google, Apple, Facebook, Intel e Microsoft, entre outras, nasceram na região. Atualmente, o local atrai cada vez mais empresas, isso porque desenvolve modelos acessíveis de financiamento voltados para o desenvolvimento de projetos tecnológicos, também conhecidos como startup companies. skegbydave/istockphoto Além dessas startups, outras empresas também migram para a região com o intuito de ficar mais perto das tendências tecnológicas e também para se apropriarem da cultura de inovação ali presente. Uma dessas empresas é a brasileira TOTVS, que atua na criação de softwares de gestão e que, desde 2012, conta com um laboratório voltado para o desenvolvimento de novas tecnologias situado no Vale. De acordo com Vicente Goetten, diretor do TOTVS Labs, o ambiente inovador presente na região foi o que motivou a ida da empresa para os Estados Unidos.

19 O Vale do Silício tem um ecossistema único no mundo todo, composto por universidades, empresas grandes e pequenas (startups) e investidores. Essa combinação atrai os melhores profissionais de diversas áreas do mundo todo. Para a TOTVS, é essencial estar no epicentro das inovações para trazer para seus clientes o que há de melhor no mundo. Vicente Goetten, diretor do TOTVS Labs Kevin Callahan - Callahan Photography Segundo ele, o modelo empreendedor vigente no Vale é algo singular, que propicia a experimentação e incentiva a todo o tempo o pensamento inovador voltado para o desenvolvimento de tecnologias cada vez mais modernas. Uma das principais características é a agilidade. As excelentes empresas do Vale do Silício tendem a mover-se de forma extremamente rápida, a inovação é constante. Evitam que burocracias desnecessárias criem um overhead exagerado na organização. Existe também o conceito de experimentação, segundo o qual falhar faz parte do aprendizado, e isso é verdade tanto para empresas pequenas, as startups, quanto para as grandes. Em seu livro Vale do Silício Entenda como funciona a região mais inovadora do planeta, Reinaldo Normand reforça esse pensamento. Para ele, a cultura do Vale pressupõe a necessidade do erro para o aprimoramento do que é pensado. O erro é considerado como algo normal. Ao contrário do que muitos pensam, ele não é glorificado, mas visto como um mal necessário, uma espécie de cicatriz de guerra, que irá forçar o empreendedor e sua startup a aprender mais rapidamente e a mudar os rumos, conta. O empreendedor e humorista brasileiro Murilo Gun, que passou dez semanas na Singularity University, escola de futurismo do Google situada no NASA Research Park, vivenciou esse modus operandi e diz que existem algumas diferenças em relação à cultura empreendedora que se observa no Vale do Silício e o que comumente se observa em grande parte do mundo. Talvez a principal delas seja no que diz respeito à aceitação do fracasso. Longe de ser uma ideia que incentive o erro, é apenas o estabelecimento de um ambiente onde as pessoas se sintam confortáveis perante o erro, para que, caso algo dê errado, ela não seja crucificada, conta ele, completando que outro diferencial do Vale e que, em seu modo de ver, faz toda a diferença para o estabelecimento dessa cultura de inovação, está no fato de as pessoas de lá serem estimuladas a sair da zona de conforto, se expor e buscar soluções diferentes para os problemas do mundo.

20 EU INOVO, TU INOVAS, TODOS INOVAM A cultura da inovação observada nas empresas do Vale não se limita a elas. O pensamento criativo é algo constantemente observado nas relações pessoais, de trabalho e também nas universidades locais, cujo o objetivo é fomentar a inovação e possibilitar a sustentabilidade dos processos de concepção de novos projetos nas empresas locais. Murilo Gun, empreendedor e humorista brasileiro Falando sobre a experiência que pôde vivenciar enquanto esteve na Singularity University, Murilo Gun diz que em relação à maneira de pensar vigente no Vale, a Universidade procura quebrar a forma como entendemos a evolução das tecnologias. Isso porque temos uma concepção de que ela se desenvolve de maneira linear, ao passo que as tecnologias atuais se desenvolvem de maneira exponencial. Segundo ele, esse é um paradigma que a instituição busca quebrar para que os alunos também consigam pensar de forma exponencial e trabalhar da maneira como as demandas tecnológicas pedem atualmente. Segundo Gun, a Singularity incentiva os alunos a apostar antes de todos, ou seja, se uma tendência foi vislumbrada, que ela seja pensada, trabalhada e, principalmente, testada. A Singularity parte da premissa de que as tendências precisam ser antecipadas e acredita que quem segue tendências está sempre atrás de alguém. Esse é um mindset muito evidente que a Universidade busca trabalhar com seus alunos, ou seja, olhar para o futuro de outra forma, pois a evolução será, cada vez mais, acelerada. Divulgação Em sua obra, Reinaldo Normand ressalta que, ao contrário de outros lugares, as universidades do Vale são ambientes totalmente amigáveis ao empreendedorismo e à inovação e abertos à iniciativa privada. E isso faz a diferença, conta ele, ressaltando que mais de 40 mil empresas foram fundadas, desde 1930, por alunos de Stanford ou com a ajuda da instituição. Essas empresas, entre elas Google, HP e Nike, criaram mais de 5 milhões de empregos e geram U$ 3 trilhões em receita por ano. É inacreditável, completa.

21 DIGA-ME QUEM TE INSPIRA E DIREI O QUÃO INOVADOR ÉS Haja vista a magnitude e o poder das empresas situadas no Vale, pode-se inferir que a cultura ali presente é a filosofia que deve ser seguida por qualquer empresa que queira competir em um mercado cada vez mais globalizado e de tendências cada vez mais efêmeras. Seria possível introduzir essa cultura em nosso País? Vicente Goetten diz que o Brasil pode aprender a criar um ambiente de colaboração entre meio acadêmico, iniciativa privada e investidores, o que é muito comum no Vale do Silício. O Brasil deveria também ser mais aberto à vinda de engenheiros e cientistas de outros países para trabalhar em projetos inovadores aqui, ressalta. Murilo Gun segue a mesma linha de raciocínio e diz acreditar que, caso o Brasil queira implantar essa filosofia, será preciso investimento, conhecimento e apoio das famílias. É um conjunto de fatores que precisam se combinar para que o ambiente propício ao pensamento inovador seja criado. As escolas tentam mas, muitas vezes, o jovem vem com um mindset de casa que não bate com o que a instituição prega. Enquanto a escola fomenta a inovação, o pai incentiva que ele faça um concurso público, ou se candidate a um programa de trainee. Por mais que o aluno queira pensar e agir de forma diferente, o que está em seu entorno interfere negativamente. Por fim, Gun diz que alterações no âmbito fiscal e um maior incentivo à criação de novas empresas poderiam ser mais estimulados no País, assim como acontece na região do Vale. Lá, o acesso ao dinheiro é mais fácil e, no que se refere ao intuito de se abrir um negócio, por exemplo, a burocracia é muito menor, o que também acaba por estimular o empreendedorismo. Isso é algo que ainda percebo faltar na cultura empreendedora do Brasil, encerra. AnthroposKadmon/iStockphoto

22 TECNOLOGIA Luiz Antônio Ferreira Médico, especialista em Pediatria, professor da Faculdade de Ciências Médicas. Membro do Conselho de Administração da Unimed Belo Horizonte Influência da tecnologia digital na saúde e no desenvolvimento infantil Diariamente sou questionado por pais receosos em relação à possibilidade da liberação do uso de tecnologias móveis (smartphones, tablets e computadores) para crianças com idade entre 2 e 10 anos. A dúvida é pertinente; afinal, desde bem pequenas elas já têm contato com dispositivos supermodernos, aos quais muitas gerações tiveram acesso somente após adultos. Minha resposta é a seguinte: sejam prudentes na liberação das novas tecnologias para crianças e orientem para que elas se apresentem como ferramentas que podem potencializar a aprendizagem de competências, muitas vezes iniciada no espaço escolar. Os primeiros anos de vida são cruciais para o desenvolvimento mais acentuado do cérebro, bem como da inteligência, da personalidade e do comportamento social. Além disso, há um aumento importante do volume hipocampal. Nessa fase, 80% do cérebro humano está em formação, ou seja, todo estímulo, nesse período, tem um impacto direto na capacidade intelectual desses futuros adultos. A rápida formação de sinapses inicia-se nos primeiros meses de vida pós-natal e atinge o máximo de densidade aproximadamente aos três meses, no córtex sensorial, e entre 2 e 3,5 anos no córtex frontal, de modo que todo estímulo, nessa fase, inclusive o que os computadores possibilitam, pode potencializar esse processo, desde que monitorado pelos responsáveis. Mudanças positivas, trazidas pelo mundo digital mostram-se muito mais evolucionárias do que revolucionárias. Diante desse quadro, pais e escola têm o desafio de criar/definir estratégias para a aprendizagem, construídas também com o auxílio de aparatos tecnológicos. Não se pode deixar de recomendar, entretanto, a necessidade de especial atenção no que concerne ao acesso às redes sociais, uma vez que os pequenos navegadores ainda não têm o traquejo necessário à identificação de fakes, que podem colocar em risco sua estabilidade emocional. Apesar de apoiar o uso de computadores desde a infância, sou contra o michel74100 /istockphoto

23 incentivo e a liberação do uso de celular até os 10 anos de idade. Concordo com Yves de La Taille, professor do Instituto de Psicologia da USP, que adverte que o celular coloca a criança numa imitação do mundo adulto muito cedo e alimenta a febre de um pequeno consumista. Preocupa-me, também, o contato com a radiação não ionizante, assunto ainda pouco discutido com a sociedade em geral. É necessário pensar na utilização dos equipamentos como forma de promover o desenvolvimento cognitivo, com atenção à saúde da criança. Enfim, apesar de reconhecer as vantagens que a evolução tecnológica pode trazer para o desenvolvimento cognitivo das crianças, deixo um alerta: o uso ou não de equipamentos por elas deve ser permeado pelo bom-senso familiar. É necessário pensar na utilização dos equipamentos como forma de promover o desenvolvimento cognitivo, com atenção à saúde da criança. O atual contexto de modernização e criação de diversas tecnologias, principalmente as interativas, pode representar ferramenta essencial para o sucesso de projetos ou ações que visem à incorporação do uso de mídias aos processos de educação na era da informação. A incorporação mediada da tecnologia facilitará o processo de aprendizagem, embora a aprendizagem seja uma tarefa dialógica. Enquanto médico e pai, deixo algumas orientações: JohnnyGreig/iStockphoto Quanto mais telas uma criança tem em seu quarto, pior será para sua saúde. No caso, computadores e televisores podem atrapalhar o sono. Crianças devem praticar, pelo menos, 60 minutos de atividade física moderada por dia. A prática da atividade física não precisa ser contínua, deve haver intervalos, com períodos de sono e refeições. Televisão e computador podem fazer com que as crianças fiquem obesas, por isso cuide da alimentação delas. Estabeleça limites de tempo para assistir à televisão, utilizar o computador e jogar jogos eletrônicos, alternando períodos de atividade e inatividade; E lembre-se: crianças devem dormir, pelo menos, nove horas por noite.

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