DOMANDO OS CUSTOS DO ESCRITÓRIO. Profª Regina Galhardi de Camargo

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2 DOMANDO OS CUSTOS DO ESCRITÓRIO Profª Regina Galhardi de Camargo

3 Colaboraram para o presente trabalho os alunos do curso de Ciências Contábeis do SENAC: GIULINE PIAULINO OSMAR GALANI

4 Grandes empresas Tradicionalmente Departamentos de contabilidade

5 Pequenas empresas Micro empreendedores Tradicionalmente Escritórios de Contabilidade

6 Alguns dados estatísticos

7 Dados estatísticos Conforme informações do SEBRAE, o Brasil possui atualmente cerca de 5,7 milhões de micro e pequenas empresas.

8 Dados estatísticos Ainda, segundo o SEBRAE a taxa de empreendedorismo em estágio inicial no Brasil é de 17,5%.

9 Taxa de empreendedorismo Dados estatísticos 20% 15% 10% 5% 0%

10 Dados estatísticos Isto quer dizer que, de cerca de 120 milhões de pessoas, que é a população brasileira, 21 milhões delas estão à frente de atividades empreendedoras.

11 Dados estatísticos Mercado promissor para a área contábil!

12 Dados estatísticos De acordo com o CFC Conselho Federal de Contabilidade, o Brasil possui cerca de 490 mil contabilistas, dos quais, 135 mil estão no estado de São Paulo.

13 Dados estatísticos PROFISSIONAIS BRASIL SÃO PAULO 22% 78%

14 Dados estatísticos De acordo com o CFC Conselho Federal de Contabilidade, o Brasil possui cerca de 77,5 mil Organizações Contábeis, sendo que cerca de 19 mil estão no estado de São Paulo.

15 Dados estatísticos ORGANIZAÇÕES CONTÁBEIS BRASIL SÃO PAULO 20% 80%

16 Precisa-se de contabilistas O Brasil precisa de mais profissionais da área contábil! O mercado é crescente...

17 Precisa-se de contabilistas Nosso país precisa de contabilistas e organizações contábeis que agreguem valor ao serviço contábil, tanto na escrituração contábil quanto na orientação aos empresários, visando dotá-los de todas as informações necessárias para a tomada de decisão no dia-a-dia.

18 Custos de um escritório contábil Custos de um escritório contábil -Escritório de Contabilidade Escritório de Contabilidade Quais são Custos os de custos?? um escritório contábil Quais são os custos??????

19 Custos de um escritório contábil Segundo diversos autores, CUSTOS são todos os gastos realizados na produção de um bem ou serviço e que serão incorporados posteriormente no preço dos produtos ou serviços prestados.

20 Custos de um escritório contábil Exemplos de custos de um escritório contábil : Aluguel, condomínio,água, luz, telefone, Salários,despesas comerciais, Insumos consumidos no processo de produção e execução de serviços, depreciação de maquinário e instalações e outros.

21 Custos mensais básicos de um escritório de contabilidade R$ Aluguel 800 Condomínio 200 Energia eletrica 100 Telefone 300 Internet 150 Sistema contábil 250 Publicações e Informações Legais 80 Funcionário Funcionário - piso Pro Labore Total 8.780

22 Custos do pessoal R$ Salário Custo Funcionário Funcionário - piso Total 2.900

23 Ponto de equilíbrio Considerando os custos mensais de R$ e uma receita média de honorários profissionais de R$ 430 (80% do S.M), é necessário que o escritório tenha no mínimo 20 clientes, para atingir seu ponto de equilíbrio.

24 Domando os custos...

25 Redução de Custos O cuidado na administração e redução de todos os custos envolvidos nos serviços que compõem o negócio, indica que o empreendedor poderá ter sucesso ou insucesso, na medida em que encarar como ponto fundamental a redução de desperdícios, a compra pelo melhor preço e o controle de todas as despesas internas.

26 Redução de Custos Quanto menores os custos, maior a chance de ganhar no resultado final do negócio.

27 Possibilidades de redução de custos no escritório 1) Compartilhamentos das publicações e informações legais com outro escritório 2) Utilização do correio para o envio de correspondências e documentos aos clientes 3) Reutilização de papéis ( usar o verso)

28 Possibilidades de redução de custos no escritório 4) Manter no escritório somente os documentos e livros fiscais do(s) último(s) exercício(s), devolvendo os mais antigos aos clientes. Isto reduzirá o espaço com arquivos no escritório, podendo reduzir o custo da locação. Nesse sentido, o SPED Sistema Público de Escrituração Digital, deverá promover uma redução de espaços em arquivos físicos nos escritórios contábeis.

29 Novos Custos com algumas adequações R$ Aluguel 600 Condomínio 200 Energia eletrica 100 Telefone 300 Internet 150 Sistema contábil 250 Publicações e Informações Legais 40 Funcionário Funcionário - piso Correio 80 Pro Labore Total 7.420

30 Novo ponto de equilíbrio Considerando os custos mensais readequados para R$ uma receita média de honorários profissionais de R$ 430 (80% do S.M), agora são necessários cerca de 17 clientes, para que o escritório atinja seu ponto de equilíbrio.

31 Domando os custos do escritório A administração e redução dos custos de um escritório contábil é um dos fatores de sucesso no empreendimento. Mas só isso não basta!!! É necessário que o empresário contábil tenha algumas características básicas:

32 Características do empresário contábil para seu sucesso 1) Ter forte conhecimento da contabilidade, da tecnologia atual e dos diversos tipos de serviços que podem ser oferecidos e prestados aos seus clientes

33 Características do empresário contábil para seu sucesso 2) Conhecer e estar preparado para as tendências de mercado, e sempre buscar a melhora do nível de seu negócio, com a participação em cursos específicos sobre os mais diversos assuntos e temas contábeis.

34 Características do empresário contábil para seu sucesso 3) Manter bom relacionamento com seus pares (concorrentes), já que a troca de informação entre profissionais da área contábil poderá ensejar aprendizado, além de compartilhamento de custos.

35 SUCESSO A TODOS!!!!!

36 A GESTÃO DE TRIBUTOS NA EMPRESA MODERNA

37 CENTRO UNIVERSITÁRIO SENAC SP CAMPUS NOVE DE JULHO SANTO AMARO JABAQUARA EDITORA SENAC SP LIVRO A GESTÃO TRIBUTÁRIA NA EMPRESA MODERNA PRIMEIRA EDIÇÃO ---- SEGUNDO SEMESTRE 20 AUTORES PROFESSOR DOUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL PROFESSOR MESTRE PAULO ROBERTO GALVÃO PROFESSOR MESTRE FLÁVIO FERNANDES PACETTA PROFESSOR MESTRE JOSÉ EDUARDO MOGE PROFESSOR ESPECIALISTA JOÃO ANTONIO PIZZO PROFESSOR ESPECIALISTA ROGÉRIO LEITE DE ARAÚJO

38 PROFESSOR DOUTOR ANTONIO DE LOUREIRO GIL PROFESSOR DE PÓSGRADUAÇÃO DO CENTRO UNIVERSITÁRIO SENAC SP (CAMPUS NOVE DE JULHO; SANTO AMARO; JABAQUARA) DOUTOR E MESTRE EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP) PROFESSOR TITULAR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR). SÓCIO DIRETOR DE CONTROLADORIA DA VINDEX CORRETORA DE CÂMBIO OFICIAL DA MARINHA DE GUERRA DO BRASIL FORMADO NA ESCOLA NAVAL AUTOR DE 19 LIVROS NO BRASIL E PORTUGAL 70 MIL EXEMPLARES VENDIDOS. (EDITORAS SENAC SP; SARAIVA; ATLAS; PUBLICAÇÕES EUROPA-AMÉRICA) ARTIGOS PUBLICADOS; PALESTRANTE; CONSULTOR NO BRASIL; ESTADOS UNIDOS; FRANÇA; ISRAEL; ESPANHA; PORTUGAL; MÉXICO; ARGENTINA; URUGUAI; PANAMÁ. DIRETOR; GERENTE; PROFISSIONAL ESPECIALIZADO NAS ÁREAS DE GESTÃO; CONTROLADORIA; AUDITORIA; TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI); SEGURANÇA; QUALIDADE NAS EMPRESAS PRIVADAS E GOVERNAMENTAIS. PROFESSOR DE DOUTORADO (USP -- UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO) E DE MESTRADO ACADÊMICO (USP UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO; UFPR UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; FECAP -- FUNDAÇÃO ESCOLA DE COMÉRCIO ÁLVARES PENTEADO; FUNDAÇÃO VISCONDE DE CAIRÚ -- SALVADOR BAHIA) ---- ÁREAS DE CONTABILIDADE; ADMINISTRAÇÃO; TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (TI). PROFESSOR DE CENTENAS DE CURSOS DE PÓSGRADUAÇÃO (1) MESTRADO PROFISSIONALIZANTE (MBA) E (2) ESPECIALIZAÇÃO DE DEZENAS DE UNIVERSIDADES E FACULDADES NO BRASIL.

39 MENSAGENS PALESTRA A GESTÃO DE TRIBUTOS NA EMPRESA MODERNA GOVERNANÇA CORPORATIVA TRIBUTÁRIA ---- (TRANSPARÊNCIA PRIVADA OU GOVERNAMENTAL EM AÇÃO) O PENSAR TRIBUTÁRIO QUANDO DA INTEGRAÇÃO GOVERNO / EMPRESA NO CICLO DE VIDA DA TRIBUTAÇÃO É MANDATÓRIO. GERAR E EMITIR INDICADORES/ MÉTRICAS DE DESEMPENHO OU DE FALHAS TRIBUTÁRIAS. GERENCIAR O CICLO DE VIDA TRIBUTÁRIO COM MODELO DE GESTÃO TRIBUTÁRIA COM LÓGICA SIMILAR A MODELO DE GESTÃO DE NEGÓCIO PRIVADO OU GOVERNAMENTAL. AUDITAR O CICLO DE VIDA TRIBUTÁRIO COM MODELO DE AUDITORIA PRIVADA / FISCALIZAÇÃO PÚBLICA COM SINTONIA A (1) MODELO DE GESTÃO TRIBUTÁRIA / ARRECADAÇÃO GOVERNAMENTAL E A (2) MODELO DE GESTÃO DE NEGÓCIOS / GOVERNAMENTAL.

40 O CONHECIMENTO TRIBUTÁRIO NA EMPRESA MODERNA ---- VISÃO HOLÍSTICA ---- A GESTÃO DE TRIBUTOS NA EMPRESA MODERNA DIREITO TRIBUTÁRIO CONTABILIDADE TRIBUTÁRIA ADMINISTRAÇÃO DE TRIBUTOS O PERFIL PROFISSIONAL DO GESTOR DE TRIBUTOS ---- DAS EMPRESAS OU CONSULTORES (TERCEIROS) ---- FIGURA 01: A GESTÃO DE TRIBUTOS NA EMPRESA MODERNA ---- O PENSAR TRIBUTÁRIO NO CONTEXTO DOS NEGÓCIOS EMPRESARIAIS ----

41 CICLO DE VIDA DA TRIBUTAÇÃO ---- MOMENTO DO CONHECIMENTO TRIBUTÁRIO ---- GOVERNO EMPRESAS MODELO DE GESTÃO E OPERAÇÃO DO CICLO DE VIDA DA TRIBUTAÇÃO CICLO DE VIDA DA TRIBUTAÇÃO ---- VETORES DO CONHECIMENTO TRIBUTÁRIO ---- DESEMPENHO FALHAS FIGURA 02: A LÓGICA PARA A GESTÃO DO CICLO DE VIDA DA TRIBUTAÇÃO.

42 MODELO DE GESTÃO / OPERAÇÃO DO CICLO DE VIDA DA TRIBUTAÇÃO NO MOMENTO (GOVERNO / EMPRESA) E COM OS VETORES (DESEMPENHO / FALHAS) JUSTIFICATIVAS 1 -- O PLANEJAMENTO E CONTROLE TRIBUTÁRIO É FATOR DECISIVO PARA A SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL OU GOVERNAMENTAL OS IMPOSTOS, AS TAXAS E AS CONTRIBUIÇÕES DEVEM GUARDAR COERÊNCIA COM O MOMENTO HISTÓRICO DA SOCIEDADE E COM AS CARACTERÍSTICAS DA ECONOMIA NACIONAL OU REGIONAL A CRESCENTE INSERÇÃO DO BRASIL NA SOCIEDADE MUNDIAL IMPÕE NOVAS IDÉIAS, PRÁTICAS E PRINCÍPIOS PARA A LEGISLAÇÃO E A CONTABILIZAÇÃO DOS TRIBUTOS NOS ÂMBITOS PRIVADO OU GOVERNAMENTAL A MUDANÇA DE FOCO PARA AS NECESSIDADES DO PAÍS ---- MAIOR HOMOGENEIDADE SOCIAL, NECESSIDADES TECNOLÓGICAS OU DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO, CAPACIDADE DE COMPETIÇÃO INTERNACIONAL ---- IMPLICA NA REVISÃO DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA DAS ORGANIZAÇÕES E NA DESTINAÇÃO DOS IMPOSTOS, TAXAS E CONTRIBUIÇÕES COBRADOS A DINÂMICA DA SOCIEDADE DO SÉCULO XXI IMPLICA NA MAIOR INTENSIDADE DAS MUDANÇAS TRIBUTÁRIAS A AGILIDADE GOVERNAMENTAL NO CAMPO DA TRIBUTAÇÃO É DECISIVA PARA O SUCESSO DAS POLÍTICAS DE DESENVOLVIMENTO BRASILEIRAS. FIGURA 03: O CENÁRIO TRIBUTÁRIO DO SÉCULO XXI.

43 MODELO GESTÃO E OPERAÇÃO DO NEGÓCIO MODELO GESTÃO E OPERAÇÃO TRIBUTÁRIA FIGURA 04: O MODELO DE GESTÃO E OPERAÇÃO TRIBUTÁRIA COMO SUBCONJUNTO DO MODELO DE GESTÃO E OPERAÇÃO DO NEGÓCIO.

44 ENTIDADES CICLO VIDA TRIBUTAÇÃO MODELO GESTÃO OPERAÇÃO FERRAMENTAS INSTRUMENTOS CONHECIMENTO CCM COMPORTAMENTAL DEQ DESEMPENHO / FALHA CONTINGÊNCIA/RISCO SWOT PROBLEMA BSC ESTRATÉGIA PMBOK/DEQ (TÁTICA/PROJETO) BIN / MARCA PRÓPRIA (RECOMPENSA)

45 INDICADORES / MÉTRICAS TRIBUTÁRIAS FERRAMENTA ESSENCIAL PARA A GESTÃO DO CICLO DE VIDA DA TRIBUTAÇÃO MOMENTO EMPRESA VALOR DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CONCEDIDOS ID TRIB (BENFTRIB/TRIBDEV) = VALOR TOTAL DOS TRIBUTOS DEVIDOS VALOR CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS RECUPERADOS ID TRIB (CRTRIBR/CRTRIBA) = VALOR CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS AUFERIDOS VALOR TOTAL GANHO PROCESSOS FISCAIS ID TRIB (GPF/PF) = VALOR TOTAL PROCESSOS FISCAIS VALOR TOTAL MULTA PUNITIVA POR INFRAÇÃO À LEGISLAÇÃO IF TRIB (MPIL/TRIBDEV) = VALOR TOTAL DOS TRIBUTOS DEVIDOS VALOR DOS ACRÉSCIMOS LEGAIS POR ATRASO IF-TRIB (ACRELEG/TRIBDEV) = VALOR TOTAL DOS TRIBUTOS DEVIDOS FIGURA 06: A FERRAMENTA CENTRAL DOS MODELOS DE GESTÃO DE NEGÓCIOS ---- INDICADORES / MÉTRICAS TRIBUTÁRIAS EM AÇÃO ----

46 INDICADORES / MÉTRICAS TRIBUTÁRIAS FERRAMENTA ESSENCIAL PARA A GESTÃO DO CICLO DE VIDA DA TRIBUTAÇÃO MOMENTO GOVERNO VALOR DOS BENEFÍCIOS FISCAIS CONCEDIDOS ID TRIB (BENFCON/VTEG) = VALOR TOTAL EMPREGOS GERADOS VALOR CRÉDITOS TRIBUTÁRIOS CONCEDIDOS ID TRIB (CRTRIBC/VRTOTAR) = VALOR TOTAL ARRECADAÇÃO TRIBUTÁRIA VALOR TOTAL PROCESSOS JUDICIAIS-FISCAIS GANHOS ID TRIB (PRJUDG/PRJUDA) = VALOR TOTAL PROCESSOS JUDICIAIS-FISCAIS ACIONADOS VALOR DOS PROCESSOS FISCAIS PERDIDOS IF TRIB (VPFP/VTPF) = VALOR TOTAL DOS PROCESSOS FISCAIS VALOR DA RECEITA DE MULTAS TRIBUTÁRIAS REALIZADAS IF-TRIB (VRMTR/MRMTP) = VALOR DA RECEITA DE MULTAS TRIBUTÁRIAS PREVISTAS FIGURA 07: A FERRAMENTA CENTRAL DOS MODELOS DE GESTÃO GOVERNAMENTAL ---- INDICADORES / MÉTRICAS TRIBUTÁRIAS EM AÇÃO ----

47 CICLO DE VIDA DA TRIBUTAÇÃO ---- TERCEIRIZAÇÃO NO MOMENTO EMPRESA VANTAGENS. 1.1 FOCO NO CORE BUSINESS. 1.2 MENOR QUANTIDADE DE PESSOAL QUALIFICADO PARA EXERCÍCIO DO PROCESSO / PRODUTO TRIBUTÁRIO. 1.3 CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS INTEGRADOS DE CONTABILIDADE E GESTÃO E OPERAÇÃO TRIBUTÁRIA COM GANHOS DE CUSTOS NECESSIDADES GERENCIAR OS CONTRATOS COM CONSULTORES TRIBUTÁRIOS INDEPENDENTES OU ESCRITÓRIOS DE CONSULTORIA TRIBUTÁRIA OU DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CONTÁBIL-FISCAL COM RELAÇÃO À VIGÊNCIA DE CLÁUSULAS FLEXÍVEIS DE HONORÁRIOS E DE ALCANCE DE RESULTADOS FINANCEIROS DE NATUREZA TRIBUTÁRIA. 2.2 MEDIR O VALOR AGREGADO DA CONSULTORIA TRIBUTÁRIA FACE ÀS ESTRATÉGIAS, OBJETIVOS E METAS DO NEGÓCIO A CADA PLANO ESTRATÉGICO ANUAL OU PROJETO TÁTICO ORGANIZACIONAL. 2.3 INSERIR A TERCEIRIZAÇÃO TRIBUTÁRIA NO CONTEXTO DA GESTÃO / OPERAÇÃO E DA AUDITORIA DO NEGÓCIO ---- OS MODELOS PARA ADMINISTRAÇÃO DOS NEGÓCIOS DEVEM ABRANGER TODOS OS MOMENTOS E TECNOLOGIAS NECESSÁRIAS À SUSTENTABILIDADE DO NEGÓCIO, MESMO QUANDO TERCEIRIZADOS. 2.4 ESTABELECER O USO DAS DIRETRIZES PARA GESTÃO / OPERAÇÃO TRIBUTÁRIA DA ORGANIZAÇÃO PELOS CONSULTORES TRIBUTÁRIOS. 2.5 AFERIR A QUALIDADE DOS TRABALHOS DA TERCEIRIZAÇÃO TRIBUTÁRIA ATRAVÉS DE INDICADORES / MÉTRICAS DE DESEMPENHO OU DE FALHAS ---- PLANEJAMENTO E CONTROLE TRIBUTÁRIO EM AÇÃO. 2.6 VERIFICAR O CUMPRIMENTO DE DIRETRIZES, O NÍVEL DA QUALIDADE, A APLICAÇÃO DOS FUNDAMENTOS DO MODELO DE GESTÃO / OPERAÇÃO TRIBUTÁRIA PRECONIZADO PELA ORGANIZAÇÃO CLIENTE ---- AUDITORIA DA CONSULTORIA TRIBUTÁRIA EM AÇÃO. FIGURA 08: A ABORDAGEM TERCEIRIZAÇÃO DO CICLO DE VIDA DA TRIBUTAÇÃO.

48 GOVERNANÇA CORPORATIVA TRIBUTÁRIA (VISÃO TRANSPARÊNCIA) CONHECIMENTO TRIBUTÁRIO OBRIGAÇÃO DOS MOMENTOS 1 GOVERNO. 2 EMPRESAS FERRAMENTAS; INSTRUMENTOS; CONHECIMENTO TRIBUTÁRIO EM AÇÃO (INDICADORES DE DESEMPENHO OU DE FALHAS NO FOCO ON THE SPOT ) MODELO / METODOLOGIA PARA GESTÃO OU AUDITORIA DA GESTÃO TRIBUTÁRIA EMPRESARIAL OU GOVERNAMENTAL É MANDATÓRIA. CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK (DEQ); BIN; MARCA PRÓPRIA (GESTÃO) AUD; CCM; DEQ; SWOT; BSC; PMBOK (DEQ); BIN; MARCA PRÓPRIA (AUDITORIA) FIGURA 09: A GOVERNANÇA CORPORATIVA TRIBUTÁRIA COMO FOCO DO PENSAR CONTÁBIL TRANSPARÊNCIA TRIBUTÁRIA É DEVER DOS MOMENTOS GOVERNO / EMPRESA ----

49 RAZÕES DA GOVERNANÇA CORPORATIVA TRIBUTÁRIA AS MEDIDAS DE RETALIAÇÃO TRIBUTÁRIA SÃO ANTÍDOTO GOVERNAMENTAL PARA A GUERRA COMERCIAL E A MANIPULAÇÃO CAMBIAL DA SOCIEDADE GLOBALIZADA DO SÉCULO XXI ---- UNIÃO DOS INTERESSES TRIBUTÁRIOS GOVERNO / EMPRESA EM AÇÃO. MUDANÇA É A ÚNICA CERTEZA DAS ORGANIZAÇÕES DE PADRÃO MUNDIAL NO SÉCULO XXI ---- MUDANÇA NO CICLO DE VIDA TRIBUTÁRIO EM AÇÃO. A QUALIDADE DA SUSTENTABILIDADE TRIBUTÁRIA DOS NEGÓCIOS É VERTENTE INDISPENSÁVEL AO SUCESSO DAS EMPRESAS E DOS GOVERNOS DO SÉCULO XXI. A GUERRA (1) COMERCIAL, (2) FISCAL, (3) CAMBIAL MOVIDA POR POLÍTICA TRIBUTÁRIA É A REALIDADE DAS NEGOCIAÇÕES NACIONAIS OU INTERNACIONAIS DO SÉCULO XXI. A CAPACIDADE CONTRIBUTIVA EMPRESARIAL É A VARIÁVEL DEPENDENTE DO PODER DE COMPRA / AQUISITIVO DA POPULAÇÃO E ESTA É A LÓGICA PARA O PROGRESSO E A JUSTIÇA SOCIAL. O CERTIFICADO DA QUALIDADE DA TERCEIRIZAÇÃO TRIBUTÁRIA É A IDÉIA CENTRAL PARA O SUCESSO DA TERCEIRIZAÇÃO TRIBUTÁRIA ---- INSTRUMENTO DA AUDITORIA DA GESTÃO / OPERAÇÃO TRIBUTÁRIA. FIGURA 10: A SOCIEDADE DO SÉCULO XXI E A GESTÃO DO CICLO DE VIDA TRIBUTAÇÃO.

50 Gestão eletrônica com a evolução do Sped e NF-e Edson Carlos dos Santos

51 PROPOSTA Gestão contábil/fiscal/tributária antes do Sped O Sistema Público de Escrituração Digital Sped Contábil Fiscal NF-e Outros (Fcont, CT-e, NFS-e, EFD-PIS/Cofins etc.) Gestão eletrônica com a evolução do Sped e NF-e Certificados digitais Relação Fisco-Contribuintes e-cac / DEC Desafios, Oportunidades e Fatores Críticos de Sucesso Dúvidas e debates

52 Gestão Contábil Atual

53 Emissão NF tradicional

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56 Tributos / Cálculos Gestão Fiscal Sobre o lucro (IRPJ e CSLL) Real, Presumido etc. Sobre o faturamento (PIS e Cofins) Cumulativo etc. Conforme atividade (ICMS, IPI e ISS) Subst. / Retenção Sobre folha (CPP, RAT, Terceiros etc.) Outros (IOF, CIDE, Importações, Taxas etc.) Retenções na fonte (IRRF, CSRF, INSS e ISS) Simples Nacional, MEI etc. Apuração, Recolhimento e Escrituração Diária, Semanal, Decendial, Quinzenal e Mensal DARF / GPS / DAMSP_NF-e / GARE / etc. (códigos e regras específicas) Livro de Entrada, Saída, Apuração, Serviços etc. Obrigações/Declarações Acessórias Federais (DCTF, Dacon, PER/Dcomp, DIPJ, DIRF, IN/86, Manad etc.) Estaduais (GIA, Sintegra etc.) Municipais (DES, GISS, e-iss, DISS, ISS on-line etc.)

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58 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Constituição da República Federativa do Brasil de 1998 Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: (...) XXII - as administrações tributárias da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, atividades essenciais ao funcionamento do Estado, exercidas por servidores de carreiras específicas, terão recursos prioritários para a realização de suas atividades e atuarão de forma integrada, inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais, na forma da lei ou convênio. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 42, de ) Lei n.º /02 Art e Decreto n.º 6.022/07 Institui o SPED

59 INs/RFB n.ºs 787/07, 825/08 e 926/09 etc. Substituições: - Livro Diário / Razão - Demonstrações - IN/86 (Sinco) - Manad? (EFD-Social) Obrigatoriedade: / 2009/10/11 Lucro Real Tratamento Diferenciado Sociedade empresária

60 Convênio ICMS n.º 143/06 Substituições: - Registro de Entradas - Registro de Saídas - Registro de Inventário - Apuração do IPI - Apuração do ICMS - Apuração do ISS??? - Apuração do PIS e Cofins??? EFD-PIS/Cofins IN/RFB n.º 1.052/10 Obrigatoriedade: - Analisar ATOs/COTEPE - Demais legislações Estaduais etc.

61 Ajuste SINIEF n.º 07/05 Substituições: - Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A (Papel para Arquivo XML ) Obrigatoriedade: - Analisar Protocolos ICMS / Atividades

62 Gestão eletrônica Validade Jurídica Garantia de autenticidade e-cnpj A3 / e-cnpj A1 / e-cpf / e-pj / e-pf / e-nfe etc. Programa Cartão Empresa SP Res. SF 48/2011

63 Relação Fisco-Contribuintes

64 Relação Fisco-Contribuintes

65 Relação Fisco-Contribuintes

66 Relação Fisco-Contribuintes

67 Relação Fisco-Contribuintes Lei Mun. São Paulo/SP /11 - Lei do Município de São Paulo/SP nº de DOM-São Paulo: CAPÍTULO X DOMICÍLIO ELETRÔNICO DO CIDADÃO PAULISTANO - DEC Art. 41. Fica instituída a comunicação eletrônica entre a Secretaria Municipal de Finanças e o sujeito passivo dos tributos municipais por meio do Domicílio Eletrônico do Cidadão Paulistano - DEC, sendo obrigatório o credenciamento para as pessoas jurídicas, observadas a forma, condições e prazos previstos em regulamento.

68 Desafios e Oportunidades Mudança de Paradigma => Eliminação Papel Controle em Tempo Real das Operações Realizadas Fomento no uso da Tecnologia de Certificação Digital Validade Jurídica do Documento Eletrônico Melhoria da qualidade da informação Política de Contingências e Segurança Redução de custos (aquisição de papel, impressão, armazenamento etc.) Preservação do meio ambiente pela redução do consumo de papel

69 Desafios e Oportunidades Atuação integrada dos Fiscos (Federal, Estadual e Municipal) Incentivo ao uso de relacionamentos eletrônicos (B2B, B2C) Eliminação de digitação de notas fiscais na recepção de mercadorias/serviços e conseqüentes erros de escrituração e apuração de tributos Redução na possibilidade de fraudes Celeridade na identificação de ilícitos tributários Redução do Custo Brasil

70 Fatores Críticos de Sucesso Apoio da Presidência / Diretoria Geral Apoio e Sinergia com o setor de Tecnologia de Informação TI Apoio e Sinergia entre a Contabilidade, o Fiscal, o Contas a Receber, o Contas a Pagar, o RH, o Jurídico etc. Acompanhamento diurno, noturno e diuturno da legislação tributária Criação de uma equipe multidisciplinar e definição de sua Coordenação Definição clara e objetiva dos sistemas de geração dos arquivos (ERP ou sistema(s) autônomo(s)) Participação em eventos sobre o assunto (cursos, seminários etc.) Treinamento dos usuários Dependência de links de comunicação Definição e Acompanhamento do Planejamento/Cronograma (Geração, Testes, Entrega, Backup etc.)

71 Dúvidas? Obrigado!!!

72 O ENSINO DA CONTABILIDADE FACE AS NORMAS BRASILEIRAS

73 O ENSINO DA CONTABILIDADE Diretrizes Curriculares ENADE Exame de Suficiência Currículo UNESCO - IFAC Formação de profissionais preocupados com a Educação Profissional Continuada 73

74 A formação geral Devemos nos preocupar com a capacidade dos alunos de relatar, analisar, sintetizar, comunicar-se com clareza e coerência: 1. sociodiversidade, 2. multiculturalismo e inclusão de minorias, 3. biodiversidade, ecologia, novos mapas sócio e geopolíticos; 4. globalização, arte e filosofia; 5. política, educação, habitação saúde e segurança, redes sociais e responsabilidade. 6. Setor público e privado, relações interpessoais, vida urbana e rural, cidadania, avanços tecnológicos e relações de trabalho 74

75 Formação geral A formação de um profissional ético, competente e comprometido com a sociedade em que vive.devemos formar os estudante para: 1. analisar, sintetizar, criticar, deduzir, construir hipóteses, 2. estabelecer relações, 3. fazer comparações, 4. detectar contradições, 5. decidir, organizar, trabalhar em equipe e administrar conflitos. 75

76 Formação Específica 1. Nível de compreensão em relação as questões sociais, econômicas e financeiras; 2. Grau de domínio de elaboração das demonstrações financeiras e de analise e interpretação de suas informações, e consecutiva utilização no processo decisório; 3. Os conhecimentos das funções de prestação de contas, auditorias, perícias e arbitragem; 4. O conhecimento de análise qualitativa de dados e informações; 5. A capacidade de reconhecer, de avaliar e de utilizar tecnologias de informação 76

77 Formação específica tomará como referência o seguinte perfil 1. Domínio da Ciência Contábil; 2. Capacidade de abstração; 3. Habilidade numérica 4. Visão sistêmica 5. Habilidade de comunicação oral e escrita 6. Capacidade de assumir responsabilidades 7. Conduta ética 8. Capacidade de conviver em ambientes de conflitos 77

78 Formação específica tomará como referência o seguinte perfil 1. O uso adequado da terminologia e linguagem contábil 2. Visão sistêmica e interdisciplinar da atividade contábil 3. Elaboração de relatórios e pareceres 4. Aplicação das legislações específicas inerentes a profissão contábil 5. Desenvolver motivação, articulação, liderança e controles técnicos para gerar e divulgar as informações contábeis 6. Responsabilidade no domínio da função contábil 7. Desenvolver, analisar e implantar sistema de informação contábil e de controle gerencial 8. Ética e proficiência na execução das atividades profissionais 78

79 O bom profissional de Contabilidade deve: 1. Domínio da Ciência Contábil; 2. Capacidade de abstração; 3. Habilidade numérica 4. Visão sistêmica 5. Habilidade de comunicação oral e escrita 6. Capacidade de assumir responsabilidades 7. Conduta ética 8. Capacidade de conviver em ambientes de conflitos 79

80 Conteúdos 1. Teoria contábil 2. Ética geral e profissional 3. Escrituração contábil e elaboração de demonstrações contábeis e financeiras 4. Análise e interpretação das demonstrações financeiras 5. Contabilidade e analise de custos 6. Controladoria 7. Orçamento e administração financeira 8. Contabilidade e orçamento governamental 9. Noções de auditoria interna e externa 10. Noções de perícia e arbitragem 11. Noções de legislação societária, trabalhista e tributária 12. Noções de estatística e inferência especialmente probabilidade 13. Noções de sistemas e tecnologias de informações 80

81 Ensino da Contabilidade através das normas As Normas Brasileiras de Contabilidade classificam-se em Profissionais e Técnicas. As Normas Profissionais estabelecem regras de exercício profissional e classificam-se em: NBC PG Geral NBC PA - do Auditor Independente NBC PI - do Auditor Interno NBC PP - do Perito 81

82 Ensino da Contabilidade através das normas As Normas Técnicas estabelecem conceitos doutrinários, regras e procedimentos aplicados de Contabilidade e classificam-se em: NBC TG Geral Normas completas Normas simplificadas para PMEs Normas específicas 82

83 Ensino da Contabilidade através das normas: a Essência Ementa Resolução CFC nº Princípios de Contabilidade 750/93 (alt /10) Apêndice II - Princípios de Contabilidade 1.111/07 83

84 Ensino da Contabilidade através das normas: Legislação Profissional Decreto Lei nº 9295/46 consolidada com a Lei /10 Resolução CFC 560/82 Código de Ética atualmente em discussão inserir o Código Ética do IFAC Contextualizar os alunos sobre as As Normas Brasileiras de Contabilidade classificam-se em Profissionais e Técnicas. As Normas Profissionais estabelecem regras de exercício profissional e classificam-se em: NBC PG Geral NBC PA - do Auditor Independente NBC PI - do Auditor Interno NBC PP - do Perito 84

85 Contabilidade Básica Ementa Resolução CFC nº NORMAS PROFISSIONAIS NBC PG - GERAL NORMAS TÉCNICAS Contabilidade Básica NBC T 1 - Estrutura Conceitual para a Elaboração e 1.121/08 Apresentação das Demonstrações Contábeis NBC T Apresentação das Demonstrações Contábeis 1.185/09 (alt /10) NBC T Demonstrações Separadas 1.239/09 NBC T Demonstrações Consolidadas 1.240/09 (alt /10) IT 09 - Demonstrações Contábeis Individuais, Demonstrações Separadas, Demonstrações Consolidadas e Aplicação do1.262/09 Método de Equivalência Patrimonial

86 Contabilidade Societária Ementa Resolução CFC nº NORMAS PROFISSIONAIS NBC PG - GERAL NORMAS TÉCNICAS Contabilidade Societária NBC T Demonstração do Valor Adicionado 1.138/08 (alt /09) NBC T Demonstração dos Fluxos de Caixa 1.296/10 NBC T 7 - Efeitos das Mudanças nas Taxas de Câmbio e1.295/10 Conversão de Demonstrações Contábeis NBC T Operações de Arrendamento Mercantil 1.304/10 NBC T Entidades de Incorporação Imobiliária 1.154/09 (alt /10) NBC T 17 - Divulgação sobre Partes Relacionadas 1.297/10 NBC T Ativo Imobilizado 1.177/09 NBC T Tributos sobre o Lucro 1.189/09 NBC T Subvenção e Assistência Governamentais 1.305/10 NBC T Provisões, Passivos Contingentes e Ativos 1.180/09 Contingentes NBC T Ativo Intangível 1.303/10 NBC T Redução ao Valor Recuperável de Ativos 1.292/10

87 Contabilidade Societária Ementa Resolução CFC nº NORMAS PROFISSIONAIS NBC PG - GERAL NORMAS TÉCNICAS Contabilidade Societária NBC T Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro 1.179/09 NBC T Evento Subseqüente 1.184/09 NBC T Custos de Transação e Prêmios na Emissão de Títulos e Valores 1.313/10 Mobiliários NBC T Pagamento Baseado em Ações 1.314/10 NBC T Contratos de Seguro 1.150/09 NBC T Ajuste a Valor Presente 1.151/09 NBC T Estoques 1.170/09 (alt /10) NBC T Contratos de Construção 1.171/09 NBC T Custos de Empréstimos 1.172/09 NBC T Combinação de Negócios 1.175/09 NBC T Informações por Segmento 1.176/09 NBC T Propriedade para Investimento 1.178/09 NBC T Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação 1.188/09 Descontinuada NBC T Ativo Biológico e Produto Agrícola 1.186/09 NBC T Receitas 1.187/09

88 Contabilidade Societária Ementa Resolução CFC nº NORMAS PROFISSIONAIS NBC PG - GERAL NORMAS TÉCNICAS Contabilidade Societária NBC T Benefícios a Empregados 1.193/09 NBC T Instrumentos Financeiros: Reconhecimento e Mensuração 1.196/09 NBC T Instrumentos Financeiros: Apresentação 1.197/09 (alt /11) NBC T Instrumentos Financeiros: Evidenciação 1.198/09 NBC T Investimento em Coligada e em Controlada 1.241/09 NBC T Investimento em Empreendimento Controlado em Conjunto (Joint Venture) 1.242/09 NBC T Resultado por Ação 1.287/10 IT 01 - Contabilização da Proposta de Pagamento de Dividendos 1.195/09 IT 02 - Instrumentos Financeiros: Reconhecimento, Mensuração e Evidenciação 1.199/09 IT 03 - Aspectos Complementares das Operações de Arrendamento Mercantil 1.256/09 IT 06 - Hedge de Investimento Líquido em Operação no Exterior 1.259/09 IT 07 - Distribuição de Lucros in Natura 1.260/09 IT 08 - Contratos de Concessão 1.261/09 IT 10 - Interpretação sobre a Aplicação Inicial ao Ativo Imobilizado e à Propriedade para Investimento 1.263/09 IT 11 - Recebimento em Transferência de Ativos dos Clientes 1.264/09 IT 12 - Mudanças em Passivos por Desativação, Restauração e Outros Passivos Similares 1.265/09 IT 13 - Contrato de Construção do Setor Imobiliário 1.266/09 IT 14 - Direitos a Participações Decorrentes de Fundos de Desativação, Restauração e Reabilitação 1.288/10 Ambiental. IT 15 - Passivos Decorrentes de Participação em Mercados Específicos - Resíduos de Equipamentos 1.289/10 Eletroeletrônicos. IT 16 - Extinção de Passivos Financeiros com Instrumentos Patrimoniais 1.316/10

89 Contabilidade em atividades específicas Ementa Resolução CFC nº NORMAS PROFISSIONAIS NBC PG - GERAL NORMAS TÉCNICAS Contabilidade aplicada a atividades especificas NBC TE 11 - Entidade Fechada de Previdência Complementar 1.272/10 NBC T Fundações 837/99 NBC T Entidades Cooperativas 920/01 NBC T IT Entidades Cooperativas 1.013/05 NBC T Entidades Desportivas Profissionais 1.005/04 NBC T Entidades Sindicais e Associações de Classe 838/99 (alt. 852/99) 877/00 (alts. 926/01 e NBC T Entidades sem Finalidade de Lucros 966/03) NBC T Entidades Cooperativas Operadoras de Planos de 944/02 Assistência à Saúde NBC T IT 1 - Regulamentação do item /03 NBC T IT 2 - Regulamentação do item Demonstração de 959/03 Sobras e Perdas NBC T 15 - Informações de Natureza Social e Ambiental 1.003/04

90 Contabilidade Pública Ementa Resolução CFC nº NORMAS PROFISSIONAIS NBC PG - GERAL NORMAS TÉCNICAS Contabilidade Pública NBC TSP - DO SETOR PÚBLICO NBC T Conceituação, Objeto e Campo de Aplicação 1.128/08 (alt /09) NBC T Patrimônio e Sistemas Contábeis 1.129/08 (alt /09) NBC T Planejamento e seus Instrumentos sob o Enfoque Contábil 1.130/08 NBC T Transações no Setor Público 1.131/08 NBC T Registro Contábil 1.132/08 NBC T Demonstrações Contábeis 1.133/08 (alt /09) NBC T Consolidação das Demonstrações Contábeis 1.134/08 NBC T Controle Interno 1.135/08 NBC T Depreciação, Amortização e Exaustão 1.136/08 NBC T Avaliação e Mensuração de Ativos e Passivos em 1.137/08 Entidades do Setor Público

91 Auditoria Ementa Resolução CFC nº NORMAS PROFISSIONAIS NBC PG - GERAL NORMAS TÉCNICAS Auditoria NBC TA - DE AUDITORIA INDEPENDENTE DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL HISTÓRICA NBC TA 01 - Estrutura Conceitual para Trabalhos de Asseguração 1.202/09 NBC TA Objetivos Gerais do Auditor Independente e a Condução 1.203/09 da Auditoria em Conformidade com Normas de Auditoria NBC TA Concordância com os Termos do Trabalho de Auditoria 1.204/09 NBC TA Controle de Qualidade da Auditoria de Demonstrações1.205/09 Contábeis NBC TA Documentação de Auditoria 1.206/09 NBC TA Responsabilidade do Auditor em Relação a Fraude, no1.207/09 Contexto da Auditoria de Demonstrações Contábeis NBC TA Consideração de Leis e Regulamentos na Auditoria de1.208/09 Demonstrações Contábeis NBC TA Comunicação com os Responsáveis pela Governança 1.209/09 NBC TA Comunicação de Deficiências de Controle Interno 1.210/09

92 Auditoria Ementa Resolução CFC nº NORMAS PROFISSIONAIS NBC PG - GERAL NORMAS TÉCNICAS Auditoria NBC TA - DE AUDITORIA INDEPENDENTE DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL HISTÓRICA NBC TA Planejamento da Auditoria de Demonstrações Contábeis 1.211/09 NBC TA Identificação e Avaliação dos Riscos de Distorção Relevante por meio do1.212/09 Entendimento da Entidade e do seu Ambiente NBC TA Materialidade no Planejamento e na Execução da Auditoria 1.213/09 NBC TA Resposta do Auditor aos Riscos Avaliados 1.214/09 NBC TA Considerações de Auditoria para a Entidade que Utiliza Organização Prestadora de1.215/09 Serviços NBC TA Avaliação das Distorções Identificadas durante a Auditoria 1.216/09 NBC TA Evidência de Auditoria 1.217/09 NBC TA Evidência de Auditoria - Considerações Específicas para Itens Selecionados 1.218/09 NBC TA Confirmações Externas 1.219/09 NBC TA Trabalhos Iniciais - Saldos Iniciais 1.220/09 NBC TA Procedimentos Analíticos 1.221/09 NBC TA Amostragem em Auditoria 1.222/09 NBC TA Auditoria de Estimativas Contábeis, Inclusive do Valor Justo, e Divulgações1.223/09 Relacionadas NBC TA Partes Relacionadas 1.224/09 NBC TA Eventos Subseqüentes 1.225/09 NBC TA Continuidade Operacional 1.226/09 NBC TA Representações Formais 1.227/09

93 Auditoria Ementa Resolução CFC nº NORMAS PROFISSIONAIS NBC PG - GERAL NORMAS TÉCNICAS Auditoria NBC TA - DE AUDITORIA INDEPENDENTE DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL HISTÓRICA NBC TA Considerações Especiais - Auditorias de Demonstrações Contábeis de Grupos, 1.228/09 Incluindo o Trabalho dos Auditores dos Componentes NBC TA Utilização do Trabalho de Auditoria Interna 1.229/09 NBC TA Utilização do Trabalho de Especialistas 1.230/09 NBC TA Formação da Opinião e Emissão do Relatório do Auditor Independente sobre as1.231/09 Demonstrações Contábeis NBC TA Modificações na Opinião do Auditor Independente 1.232/09 NBC TA Parágrafos de Ênfase e Parágrafos de Outros Assuntos no Relatório do Auditor1.233/09 Independente NBC TA Informações Comparativas - Valores Correspondentes e Demonstrações Contábeis1.234/09 Comparativas NBC TA Responsabilidade do Auditor em Relação a Outras Informações Incluídas em1.235/09 Documentos que Contenham Demonstrações Contábeis Auditadas NBC TA Considerações Especiais - Auditorias de Demonstrações Contábeis Elaboradas de1.236/09 Acordo com Estruturas Conceituais de Contabilidade para Propósitos Especiais NBC TA Considerações Especiais - Auditoria de Quadros Isolado das Demonstrações1.237/09 Contábeis e de Elementos, Contas ou Itens Específicos das Demonstrações Contábeis NBC TA Trabalhos para a Emissão de Relatório sobre Demonstrações Contábeis1.238/09 Condensadas

94 Auditoria Ementa Resolução CFC nº NORMAS PROFISSIONAIS NBC PG - GERAL NORMAS TÉCNICAS Auditoria NBC TA - DE AUDITORIA INDEPENDENTE DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL HISTÓRICA CTA 05 - Emissão do Relatório do Auditor Independente Sobre Demonstrações1.331/11 Contábeis de Fundos de Investimentos. CTA 06 - Emissão do Relatório do Auditor Independente sobre Demonstrações1.332/11 Contábeis de Companhias Abertas, conforme facultado pela Deliberação CVM nº 656/11 CTA 07 - Emissão do Relatório do Auditor Independente dobre demonstrações1.333/11 Contábeis Individuais e Consolidadas de Entidades Supervisionadas pela ANS CTA 08 - Emissão do Relatório do Auditor Independente sobre demonstrações1.334/11 Contábeis das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC) CTA 09 - Emissão do Relatório do Auditor Independente sobre demonstrações1.335/11 Contábeis de Entidades de Incorporação Imobiliária CTA 10 - Emissão do Relatório (Parecer) do Auditor Independente sobre1.336/11 Demonstrações Contábeis de Pequenas e Médias Empresas CTA 11 - Emissão de Relatórios de Revisão das Informações Trimestrais do ano de1.338/

95 Auditoria Ementa Resolução CFC nº NORMAS PROFISSIONAIS NBC PG - GERAL NORMAS TÉCNICAS Auditoria NBC TA - DE AUDITORIA INDEPENDENTE DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL HISTÓRICA NBC TR - DE REVISÃO DE INFORMAÇÃO CONTÁBIL HISTÓRICA NBC TR Trabalhos de Revisão de Demonstrações Contábeis 1.275/10 NBC TR Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade 1.274/10 NBC TO - DE ASSEGURAÇÃO DE INFORMAÇÃO HISTÓRICA NBC TO Trabalho de Asseguração Diferente de Auditoria e Revisão 1.160/09 (alt /09) NBC TSC - DE SERVIÇO CORRELATO NBC TSC Trabalhos de Execução de Procedimentos Acordados Referentes a Informação Contábil NBC TI - DE AUDITORIA INTERNA NBC T 12 - Da Auditoria Interna 986/ /10 CT 07 - Emissão do Relatório do Auditor Independente sobre Demonstrações Contábeis 1.320/11 Individuais e Consolidadas. CT 08 - Emissão do Relatório do Auditor Independente sobre Demonstrações Contábeis Individuais e Consolidadas de Instituições Financeiras e Demais Instituições Autorizadas a1.321/11 Funcionar pelo Banco Central do Brasil (BCB). CT 09 - Emissão do Relatório do Auditor Independente sobre Demonstrações Contábeis Individuais e Consolidadas de Entidades Supervisionadas pela Superintendência de Seguros1.322/11 Privados (SUSEP).

96 Perícia Ementa Resolução CFC nº NORMAS PROFISSIONAIS NBC PG - GERAL NORMAS TÉCNICAS NBC TP - DE PERÍCIA NBC TP 01 - Perícia Contábil 1.243/09

97 Para ter acesso ao texto completo das normas clique Normas Brasileiras de Contabilidade.

98 Os Grandes Desafios de um Curso de Excelência Como integrar o aluno ao mundo empresarial e à pesquisa científica Como capacitar o aluno para que ele compreenda a dinâmica do mundo contemporâneo Como incorporar ao conhecimento dos docentes todas as mudanças que o mundo contábil promove Como integrar o professor ao mundo empresarial e acadêmico Como captar as tendências do mundo da educação, com relação a novos cursos e conteúdos mais dinâmicos (em suma, o que o sistema está demandando) Como compreender as novas demandas dos adolescentes, oferecendo cursos modernos e com aplicação intensiva de estudos de caso

99 As escolas estão se tornando cada vez mais empresas e as empresas cada vez mais escolas.

100 SENAC - SP Aprender a aprender; Aprender a ser Aprender a fazer Graduação Bacharelado em Ciências Contábeis entre os 32 cursos de Bacharelado e Tecnólogo Pós Graduação 60 títulos de Especialização Lato Sensu - Controladoria e Finanças - credenciado no CRC-SP desconto para contabilista In Company Cursos de curta, média ou longa duração desenvolvido especificamente para atender necessidades específicas da empresa Cursos e Treinamentos Ensino técnico e livre Programa Senac de Gratuidade

101 Obrigada, ATÉ A PROXIMA Convenção... Visite

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