Nenhuma obra é melhor que seu projeto. Falta de planejamento e de projetos inviabiliza obras. Lei de Saneamento. Ano VIII nº 58 julho / agosto 2006

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1 Ano VIII nº 58 julho / agosto 2006 Controle tecnológico permite projetos e obras de qualidade Página 3 Sinaenco/PE busca expandir-se na Paraíba, Alagoas e Rio Grande do Norte Página 2 Nenhuma obra é melhor que seu projeto Falta de planejamento e de projetos inviabiliza obras Afirmação de Hugo Marques da Rosa, diretor-presidente da construtora Método Engenharia, fornece o mote para uma ampla discussão sobre a importância do bom projeto para obras de qualidade, públicas e privadas. Menores custos de execução, prazos mais rígidos e qualidade elevada são os ganhos propiciados pela aquisição bemfeita de projetos, dizem os contratantes. Páginas 4 e 5 DILVULGAÇÃO MADARIM Os administradores públicos brasileiros, em todos os níveis de governo, têm tido problemas para desenvolver obras de infra-estrutura por falta de projetos, mesmo com recursos disponíveis. Os governantes, explicam os técnicos, precisam resgatar o conceito de planejamento, visando à contratação de projetos executivos previamente para licitar obras e não desperdiçar os recursos existentes nos cofres públicos. Página 6 Lei de Saneamento Aprovação pelo Senado de Lei de Saneamento é considerada positiva pelo setor de construção. Página 7 Arquiteto Paulo Mendes da Rocha conquista o prêmio Pritzker, a principal distinção mundial de arquitetura. Homenagem é considerada um reconhecimento internacional da qualidade do projeto brasileiro. Página 8 1

2 NOTAS Faleceu Roberto Amá O arquiteto Roberto Amá, vice-presidente nacional do Sinaenco nas gestões e , faleceu aos 47 anos, no último 4 de junho, vítima de ataque cardíaco. Formado em 1984 pela Universidade do Estado de Louisiana, nos EUA, e certificado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (FAU /USP), Amá militou pelas causas da arquitetura brasileira, participando de entidades de classe, entre elas Sinaenco e Asbea. No início da carreira, trabalhou com profissionais de destaque, como Salvador Cândia e Ricardo Julião e, em 1989, abriu seu próprio escritório, o Amá Arquitetos Associados, que tem na arquitetura corporativa seu principal enfoque. Seu escritório destacou-se em diversos concursos arquitetônicos; recebeu menção honrosa no Concurso Nacional TRANSFOTO de Idéias para um Novo Centro de São Paulo, e venceu o Concurso Nacional de Propostas para Centro Cultural de Diadema/SP. Na reunião da diretoria nacional ocorrida em 9 de junho, o engenheiro Antonio Moreira Salles Netto, que ao lado de Amá desenvolvia um trabalho voluntário na Casa dos Velhinhos Ondina Lobo, uma entidade beneficente com mais de 50 anos e que abriga cerca de 90 idosos carentes em São Paulo, fez uma justa homenagem ao arquiteto. Em sua passagem pelo Sinaenco e Asbea, ele sempre esteve engajado na luta pela união dos profissionais em torno dos interesses comuns da classe e de um futuro melhor para a comunidade dos arquitetos. Contribuiu para o desenvolvimento de uma arquitetura consciente, a serviço da relação perene e harmoniosa entre o homem e seu meio ambiente. Foi com esta visão que deixou, junto com vários colaboradores, um grande trabalho para os arquitetos de hoje e do futuro, relembrou Salles, com emoção. n II Enop - Realizado nos dias 1º e 2 de julho, no Instituto de Engenharia, em São Paulo, o 2º Encontro Nacional de Obras Públicas (Enop) reuniu administradores públicos, empresários e as principais entidades da área de produção e engenharia, dentre elas o Sinaenco. O evento teve quatro painéis, um deles, intitulado Planejamento, infra-estrutura e projeto, tema apresentado pelo presidente do Sinaenco, José Roberto Bernasconi, que analisou os problemas e desafios a serem enfrentados pelos governantes e pela sociedade brasileira nos próximos anos, a fim de permitir o crescimento sustentável e equiparado aos concorrentes do Brasil entre os chamados BRIC s (Brasil, Rússia, Índia e China). n Curso e nova sede - Neste mês de agosto acontece o curso básico para autocad Com patrocínio do Sinaenco/MG as aulas são ministradas no Senai Paulo de Tarso em Belo Horizonte. O Sinaenco/MG está com nova sede: Av. Francisco Sá, 1.435, sl. 406, Gutierrez, Belo Horizonte, CEP , telefones: (31) / e fax: (31) , n Rumo a Paraíba - Com o objetivo de consolidar o espaço institucional da Regional Pernambuco nos demais Estados que representa, o Sinaenco/PE está iniciando um trabalho de aproximação com as empresas de consultoria de arquitetura e engenharia da Paraíba, Alagoas e Rio Grande do Norte. O passo inicial foi a realização do 1º Encontro Sinaenco-PE/PB, realizado em 21 de julho, em João Pessoa. O evento, ocorrido no escritório sede da Arco, do empresário George Cunha, reuniu oito empresas, totalizando 22 participantes. O Sinaenco/PE esteve representado pelo presidente Maurício Andrade, pelos vice-presidentes Abel Oliveira (Administração e Finanças) e Luiz Teixeira (Ética e Proteção à Consultoria), pelo diretor de Arquitetura Luiz Neves, pelo conselheiro Bernardo Monteiro e por Micheline Siqueira, secretária executiva do Instituto de Qualificação (IQ). Andrade apresentou breve perfil da Regional Pernambuco, falou do papel do Sinaenco Nacional e do convênio com a entidade alemã bfz. Nova reunião foi agendada para o dia 18 de agosto. O próximo passo será levar essa experiência para Alagoas e Rio Grande do Norte. n Diretores do Sinaenco na nova gestão da Asbea - O arquiteto e membro do Conselho Fiscal do Sinaenco/RS, Ronaldo Rezende, foi eleito presidente da Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura (Asbea) para a gestão Rezende tomou posse no último dia 21 de junho, no Centro Brasileiro Britânico, em São Paulo, com a presença de associados e autoridades. Na nova diretoria atuará também o VP de Arquitetura do Sinaenco, José Eduardo Tibiriçá, que assumiu na Asbea o cargo de vice-presidente de Relações Político- Institucionais. Criar um marketing de relacionamento mais agressivo é uma das prioridades da administração de Ronaldo Rezende. A arquitetura tem de ser enxergada aqui no Brasil como ela é vista nos paises desenvolvidos do mundo, com um modelo mais atual, mais moderno. n IAB - O arquiteto Gilberto Belleza, homenageado como personalidade da arquitetura pelo Sinaenco em 2005, assumiu em julho a presidência do IAB nacional. Belleza dirigirá a entidade no período 2006 a n ProSinal - Após encerrar oficialmente o Programa Emergencial de Trafegabilidade e Segurança nas Estradas, apelidado de Operação Tapa-Buracos, o governo federal lançou o ProSinal - Programa de Sinalização nas Rodovias Federais, que tem como objetivo implementar placas de sinalização, dispositivos de segurança e painéis de mensagem em todas as estradas brasileiras. Diretoria Nacional: José Roberto Bernasconi (presidente), Luiz de Gonzaga Bompastor (VP de Gestão e Assuntos Institucionais), Antonio César Bastos (VP de Administração e Finanças), Roberto Lemos Muniz (VP de Ética e Proteção à Consultoria), João Alberto Viol (VP de Engenharia), José Eduardo Tibiriçá (VP de Arquitetura), João Coelho da Costa (VP de Ciência e Tecnologia), Alexandre Miguel López (VP de Relações Trabalhistas e Assuntos Intersindicais) e Antonio Othon Pires Rolim (diretor Executivo) Consulte é uma publicação do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva. Rua Marquês de Itu, 70 3º. andar CEP São Paulo SP tel.: (11) fax: (11) site: Editora Mandarim: Silvério Rocha - MTb (jornalista responsável e editor) e Rodrigo Prada (reportagem e redação) Projeto Gráfico e diagramação: Juca Zaramello Ilustrações: Filipe Rocha Fotolitos e impressão: Indusplan Tiragem desta edição: 8.o00 exemplares 2

3 PALAVRA DO PRESIDENTE Cidadania e paz O surto de violência que atingiu São Paulo a partir de março último, com repique agora em julho, deve servir como um grave sinal de alerta para a sociedade brasileira. A capacidade demonstrada por um grupo organizado de bandidos de paralisar a maior cidade da América do Sul, o terceiro maior orçamento do país logo após a União e o Estado de São Paulo, o maior centro financeiro e principal economia individual do Brasil é sintomática, não apenas pelo fato em si, mas principalmente pelo que representa. Acontecimentos desse gênero só são possíveis pela combinação de ineficiência da gestão pública da Segurança com a omissão, em maior ou menor grau, da chamada sociedade civil, aí incluídos desde entidades empresariais e de trabalhadores, partidos políticos de todos os matizes, grupos religiosos, associações de bairro, Rotarys, Lyons Club, organizações não-governamentais, empresários, trabalhadores, aposentados e donas-de-casa, entre inúmeros outros. Não é admissível que os cidadãos de São Paulo, assim como de qualquer outra cidade brasileira vítima de tal atentado às leis, assimilem passivamente esse estado de coisas. É necessário que comecemos a discutir, de forma organizada e com foco na questão da Segurança Pública, as possibilidades de erradicação dessa verdadeira praga social, que destrói vidas, prejudica a todos os cidadãos em suas atividades profissionais e pessoais e ocasiona uma insegurança coletiva que beira a paranóia, infelizmente com origens bem concretas e conhecidas. Evidentemente não se pode descurar das causas sociais e econômicas que jogam lenha na fogueira das organizações criminosas, mas essa constatação, embora importante, não é suficiente para alcançar todas as origens e apresentar as soluções para esse problema. O aparente descaso e a falta de ação da sociedade levou países como a Colômbia, por exemplo, a ter extensas regiões de seu território dominado por terroristas e narcotraficantes, que agem em conluio, e obrigam a população civil a viver sob permanente terror, quando não a força à migração. Há 1,8 milhão de colombianos desterrados em seu próprio país, desalojados de suas casas e expulsos de suas cidades, pela ação dos criminosos, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), ou 2,5 milhões de pessoas, de acordo com o governo colombiano. Essa terrível condição serve de alerta para nós, brasileiros, caso não encontremos os meios de erradicar esse flagelo social. A sociedade civil organizada brasileira deve se articular visando a discutir e alcançar meios efetivos de coibir a ação do crime organizado. A pressão da sociedade é forma legítima e uma das mais eficazes, em Estados democráticos, de atingir melhor estruturação social. Nós, do setor de A&EC, comprovamos a força da pressão popular, quando participamos, em 2005, em conjunto com centenas de outras entidades e organizações da sociedade, do vitorioso repúdio à implantação da MP 232. É hora de a sociedade brasileira deixar claro que quer e necessita de paz, e os futuros legisladores e governantes precisam estar atentos a isso e agir para corresponder a essa expectativa. José Roberto Bernasconi, Presidente TRANSFOTO CONTROLE TECNOLÓGICO Controle que garante a boa obra O controle tecnológico é um dos itens que as empresas do setor de consultoria boa parte delas filiadas ao Sinaenco prestam ao segmento de obras de infra-estrutura e de construção em geral. Ele deve estar presente em todo tipo de obra na pavimentação, em moradias, no metrô, rodovias, obras públicas e de saneamento, entre outras. E as empresas do segmento da construção civil têm neste serviço que deve ser contratado na fase de projeto e na execução da obra a garantia de qualidade de seus empreendimentos. O diretor da Concremat, Fernando Mentone, explica que o conceito de controle tecnológico não se restringe a ensaios de materiais, mas deve se estender à sua aplicação. Para que todo o ciclo de qualidade se cumpra, é importante o planejamento prévio de quais materiais serão ensaiados, quando e como isto poderá ser feito. O passo 3 Ensaios da construção civil concreto e argamassas (ensaios físicos e químicos) componentes da construção civil (caixilhos, placas cerâmicas, vidro, madeira, portas, tubulações etc.) solos e pavimentação controle tecnológico em obras laudos, inspeções e relatórios técnicos recuperação de estruturas seguinte é o acompanhamento da aplicação dos materiais ensaiados na obra, destaca. Esta é também a posição da L. A. Falcão Bauer. Segundo seu diretor, Roberto Falcão Bauer, na fase de projeto, a especificação da qualidade é dada pela análise dos materiais a serem utilizados, definindo-se parâmetros de execução e de controle tecnológico, elaborando planos de amostragem e critérios de analise dos resultados. Já durante a execução, diz Bauer, a produção e controle da qualidade advêm de medidas como: listas de verificação, relatórios de ocorrências de não-conformidade (e ações corretivas), realização de ensaios de caracterização e desempenho. Por último, deve-se providenciar a documentação, registrando a qualidade da obra. Os laboratórios devem seguir rigorosamente a norma ISO/IEC e serem acreditados pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial), que fiscaliza periodicamente ensaios, equipamentos e procedimentos, além de instalações e capacitação da equipe técnica. Os investimentos para implantação desses serviços oscilam entre 0,5% a 2,5% do custo total da obra, com variações dependendo do tipo de edificação, padrão de acabamento e abrangência do controle.

4 V A L O R I Z A Ç Ã O D O P R O J E T O Nenhuma obra é melhor que seu projeto O projeto como item fundamental para determinar a qualidade da obra foi um dos temas da palestra Inovação O futuro da Construção Civil Brasileira proferida pelo engenheiro Hugo Marques Rosa, diretor-presidente da Método Engenharia, durante o evento de lançamento dos Manuais de Escopo de Contratação de Projetos e Serviços para a Indústria Imobiliária, que ocorreu em 7 de junho, na sede do Sindicato da Habitação (Secovi), na capital paulista. Enger Engenharia, concorda: A qualidade, o custo e o valor agregado à obra são definidos no projeto, enquanto a execução mantém ou acresce o custo, mantém ou deteriora a qualidade e nada agrega de valor. Valorização do projeto O fato positivo é que o mercado da construção civil brasileira começa a se dar conta que projetos malfeitos revertem-se, quase sempre, em reparos mais custosos que a contratação dos serviços de um projetista. O preço do projeto varia de acordo com o porte da obra e pode chegar a 5% do seu valor global. Quando o projetista não é contratado, o custo adicional fica embutido no orçamento da construção, só que na forma de reparo, que nunca será a solução ideal, lembra Rosa. Para que o pro- DILVULGAÇÃO A qualidade da obra, assim como a de qualquer produto, está intrinsecamente relacionada ao seu projeto Projeto de qualidade para a segunda pista da rodovia dos Imigrantes, em São Paulo, garante prêmio internacional à obra Ao evidenciar a importância da integração das competências e do trabalho multidisciplinar, Rosa aproveitou a oportunidade para discorrer sobre a influência do projeto executivo na qualidade final, na performance e no custo global da edificação. A qualidade da obra, assim como a de qualquer produto, está intrinsecamente relacionada ao seu projeto, enfatiza. O tema gera grande discussão no mercado. Item indispensável, mas em geral pouco prestigiado por grande parte da cadeia de construção, o projeto executivo é responsável pelo valor da edificação e pode contribuir significativamente para a redução do custo final da obra. Na concepção, cria-se o valor; no detalhamento e na contratação, agrega-se valor; na execução, deve-se preservar o valor do projeto, argumenta o dirigente da Método. Rosa também salienta que uma obra nunca será melhor que seu projeto, mas pode ser pior. O engenheiro Antonio Moreira Salles Netto, conselheiro do Sinaenco e vice-presidente da 4

5 jeto atinja a excelência, ele deve contemplar três aspectos fundamentais: a qualidade, a vida útil e a garantia da obra. Entretanto, segundo Rosa, a média dos projetos brasileiros ainda apresenta um grau de indefinição muito grande. Não pela qualidade dos profissionais, mas pelos preços praticados. A conseqüência da economia nessa etapa é um nível de detalhamento bem abaixo do que se espera de um bom projeto. Há vários exemplos de obras mal-sucedidas devido a projetos de má qualidade. Mas se investigarmos a causa dos projetos ruins, com certeza encontraremos a falta de um ou mais dos pré-requisitos fundamentais: independência, tempo para reflexão e justa remuneração, observa Salles Netto. Segundo Mauricio Bianchi, coordenador do comitê de tecnologia e qualidade do Sinduscon/SP, cabe ao cliente exigir que essa etapa da construção seja cumprida. Ele afirma que uma das conseqüências mais graves do desprezo ao projeto é o não-cumprimento das normas brasileiras. Quem constrói sem projeto executivo descumpre totalmente as normas brasileiras, fomentando a informalidade nesse segmento, que chega a 60%, enfatiza Bianchi. DILVULGAÇÃO Hotel Unique, com arquitetura de Ruy Ohtake e executado pela Método Engenharia, contou com um projeto equivalente aos dos melhores hotéis do mundo Hidrelétricas de Itá, localizada na divisa dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul (foto acima), e Itabepi, na Bahia (foto ao lado), construídas pela Construtora Norberto Odebrecht, são exemplos da mudança de paradigmas no setor de infra-estrutura DILVULGAÇÃO DILVULGAÇÃO Obras públicas Embora ainda falte ao mercado uma cultura mais ampla de valorização do projeto, Carlos Hermani, responsável pelo departamento de engenharia da Construtora Norberto Odebrecht (CNO), cita o caso das hidrelétricas para ressaltar uma mudança de paradigma no setor de obras públicas. Ele lembra que, a partir de 1997, com o processo de privatização das usinas hidrelétricas, estas passaram a ser construídas por entidades privadas e os contratos, por preço fechado, exigiram que as obras fossem executadas dentro do orçamento e do prazo previstos, porém, com qualidade igual ou superior à daquelas já construídas. Esse novo modelo de construção teve forte impacto no mercado e hoje essa prática não se restringe apenas às obras de hidrelétricas, enfatiza Hermani. Os projetistas tornaram-se sócio-parceiros dos construtores, completa. Com uma vasta experiência internacional, Gustavo Assad, diretor-adjunto da área internacional também da CNO, observa que obras de infra-estrutura construídas em outros países exigem projetos rigorosamente detalhados. Nesse caso, diferentemente de qualquer outro mercado, o produto que exportamos só fica pronto no próprio país e, por isso, é necessário um alto grau de envolvimento com a realidade local, informações sobre a legislação trabalhista e considerações sobre todas as especificidades de solos e condições climáticas, por exemplo. E isso só o projeto é capaz de fornecer, diz. Outras obras, como as de hospitais, por exemplo, também demostram a relevância de projetos rigorosamente detalhados para o sucesso da operacionalização desse tipo de edificação. São edifícios que dificilmente podem deixar de operar em função de uma reforma, portanto, precisam ser minuciosamente pensados, lembra Bianchi. 5

6 PLANEJAMENTO Faltam projetos, sobram recursos TRANSFOTO A argumentação tradicionalmente utilizada por administradores públicos dos mais diversos níveis de governo (federal, estaduais, municipais, empresas estatais) de que não puderam desenvolver obras de infra-estrutura por falta de recursos é verdadeira apenas em parte. Segundo editorial do jornal O Estado de S.Paulo de 1º de junho último, o governo federal dispunha de R$ 2,7 bilhões em 2005 para financiar obras de saneamento, por exemplo, mas até o fim de novembro só havia emprestado 1,2% desse valor R$ 32,4 milhões. E boa parte desse montante não foi utilizado por uma questão básica: faltavam projetos a ministérios, Estados e prefeituras para solicitar financiamento a obras de saneamento. Não há nenhuma área da gestão pública brasileira com estoque de projetos, diz Norma Gebran Pereira, do Conselho Diretor do Sinaenco e ex-presidente da entidade. Quando o governante ou o administrador quer executar uma obra, não consegue porque não tem sequer projeto para contratar a licitação, reclama ela. Essa situação se repete, em escalas variadas, nos governos estaduais e municipais, devido principalmente ao problema de gestão: A receita é simples, precisa projetar num ano e contratar a obra no ano seguinte, diz João Alberto Manaus Correa, VP de Gestão e Assuntos Institucionais do Sinaenco São Paulo e diretor-presidente da Herjack Engenharia. Confirmando essa tese, a presidente da Caixa Econômica Federal, Maria Fernanda Ramos Coelho, declarou em entrevista ao jornal Valor Econômico que antes não havia recursos e os municípios disputavam o dinheiro. João Antonio del Nero: A contratação de projetos permite investimentos programados e bem-executados, a um percentual muito baixo do custo global da obra Hoje o recurso existe e não há projetos. Na mesma linha, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, também se queixou, durante a assinatura de protocolos de intenção do programa Saneamento para Todos, da falta de projetos em grande parte dos pedidos de verbas nessa área. Agora, segundo Lula, todo candidato a financiamento federal deve apresentar um projeto mais ou menos pronto e qualificado. A forma de melhorar esse desempenho, que resultaria em melhoria na infra-estrutura brasileira e, conseqüentemente, no incremento da nossa competitividade no cenário internacional, exige planejamento e programas de governo mais efetivos. Até meados da década de 1980, havia planejamento e, portanto, estoque de projetos e de estudos nos organismos públicos. Assim, quando havia financiamento disponível, os setores governamentais e estatais podiam se habilitar, algo que não acontece hoje, compara Norma. A conselheira do Sinaenco preconiza a formação de um estoque de projetos para áreas específicas, como método de planejamento e gestão de obras em infra-estrutura. O projeto básico, ou estudo, nunca seria invalidado, no máximo exigiria atualização e os governantes teriam, a um custo muito baixo, condições de licitar obras em muito menos tempo, argumenta Norma. A pequena disponibilidade de recursos para dotar os governos de projetos, no nível básico Rodoanel, trecho oeste, na Grande São Paulo: projetos precisam ser contratados previamente para permitir a licitação de obras Conjunto habitacional em Goiás: falta de planejamento impede desenvolvimento do setor de infra-estrutura (exigido para licitações), pode ser avaliada pelos números apresentados por João Antonio del Nero, presidente do Sinaenco São Paulo. O orçamento do governo estadual paulista para 2006, segundo del Nero, prevê cerca de R$ 7 bilhões para investimentos, que porém não poderão ser efetivados, em boa parte, devido à falta de projetos necessários às licitações das obras. Se o governo paulista tivesse destinado 1% desse montante nos últimos dois anos, ou cerca de R$ 35 milhões por ano, teria projetos básicos suficientes para levar à prática os investimentos necessários, analisa del Nero. Aos governantes, portanto, fica a lição: planejar antecipadamente é fundamental à boa administração pública. 6

7 S A N E A M E N T O Lei de Saneamento é aprovada no Senado O plenário do Senado aprovou, em 12 de julho último, em votação simbólica, o marco regulatório do saneamento básico no País. Tido como um dos raros momentos de acordo entre governo e oposição, em apenas dois dias o projeto de lei que institui regras para investimentos no setor foi aprovado em uma comissão especial e no Senado, em dois turnos. Agora, para vigorar, a proposta terá de passar por duas votações no plenário da Câmara. Se aprovado, será levado à sanção presidencial. A adoção do marco regulatório setorial é considerada pelas entidades ligadas ao saneamento no Brasil como um grande avanço, após duas décadas sem um arcabouço legal para o setor. É melhor termos uma lei, qualquer que seja, do que ficarmos sem nenhuma legislação, como tem acontecido nos últimos vinte anos, avalia Luiz de Gonzaga Bompastor, VP de Gestão e Assuntos Institucionais do Sinaenco e que atua nessa área há longo tempo. Essa também tem sido, em linhas gerais, a posição defendida por entidades como a Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes) e a Associação Brasileira da Infra-Estrutura e Indústrias de Base (Abdib), entre outras. O governo e o Congresso construíram uma grande engenharia política que permitiu elaborar um projeto de lei que agrada a todos, disse Paulo Godoy, presidente da Abdib. Acreditamos que há consenso suficiente também entre os deputados para aprovar o projeto (de lei do saneamento) ainda este ano. Ao menos, os acordos e a aprovação dele na comissão mista e no Senado refletiu esse consenso, explicou Godoy. Essa lei em tramitação é bastante razoável porque não tem preconceito em relação à participação de empresas privadas e tem o mérito de deixar para o Supremo Tribunal Federal a definição sobre quem é o responsável pela titularidade, se é o município ou o Estado, questão que travou a possibilidade de uma regulamentação, anteriormente, explica Bompastor. Outro mérito do atual texto em discussão no Congresso é a grande flexibilidade de arranjos permitidos aos prestadores dos serviços: poderão ser associações entre entes federados (Estados e municípios), por meio de consórci- os públicos, ou ainda empresas privadas, municípios e autarquias, por exemplo, desde que exista documento de delegação de responsabilidade entre o dono da titularidade e o prestador dos serviços. Bompastor assinala ainda a o fato de que a legislação em análise pela Câmara Federal permite o estabelecimento de agências reguladoras no âmbito estadual ou municipal. Essas agências serão responsáveis pela fiscalização da qualidade dos serviços prestados e por dirimir eventuais divergências entre prestadores e titulares, entre outras importantes funções. Considero que esse projeto de lei é um grande avanço para o país, por finalmente vislumbrarmos a possibilidade de ter um marco regulatório para esse importante setor para o Brasil, que possibilitará os necessários investimentos, com controle, concorda Norma Gebran Pereira, conselheira e ex-presidente do Sinaenco e diretora da Coplaenge Projetos. Só assim, diz Norma, poderemos passar dos atuais R$ 3 bilhões anuais de investimentos em saneamento para R$ 10 bilhões/ano necessários. Projeto de Lei aprovado no Senado segue para a Câmara; aprovação é considerada positiva pelo setor da construção Situação atual do saneamento no Brasil Abastecimento de água (urbano) municípios 76,2 % do total 137,8 milhões hab. 93,2 % do total Esgotos (urbano) municípios 19,6 % do total 106,8 milhões hab. 72,3 % do total Base: SNIS 2004 / Fonte: Carlos Rosito ROBSON FERNAD JES / AE Pesquisa sobre situação de Saneamento no Brasil Universo pesquisado: Prefeitos, secretários municipais ou pessoas responsáveis pelo tema em questão, indicadas pelo prefeitos; Total: 550 entrevistas em todo o país; Período: 13 de fevereiro a 7 de março de Os municípios apresentam grande dependência de empresas estaduais para abastecimento de água. Somente um quinto considera ter suas necessidades atuais atendidas plenamente, e caminhar para a universalização dos serviços de água e esgoto. Um quinto não possui recursos físicos naturais para um sistema completo. Estes dividem-se entre achar que o município deve buscar uma solução somente com o Estado; e com Estado e outros municípios. Nas RMs e aglomerações urbanas o Estado deve definir com os municípios o planejamento e prestação dos serviços. Quatro quintos acham que a iniciativa privada deve participar dos processos de retomada de crescimento sempre que o investimento público não atender as necessidades. Esta participação deve abranger tanto financiamento quanto parceria na prestação e na gestão dos serviços. Metade dos gestores considera que as agências reguladoras, quando criadas, deveriam ter abrangência regional; as preferências dos demais se dividem entre agências municipais ou estaduais. Poucos acreditam que devam ser federais. As agências devem abranger tanto empresas públicas quanto privadas. Quanto ao tipo de vínculo com os municípios, os gestores mostramse muito divididos: pouco mais da metade considera que as agências devam ficar subordinadas aos próprios municípios. Os gestores consideram que o papel da União, embora deva ser principalmente o de financiar investimentos e formular políticas para o setor, não deva se limitar a essas atividades, estendendo-se também à participação nos projetos. Mais de quatro quintos consideram fundamental haver tarifa social para atendimento das populações mais carentes. Segundo estes, as principais fontes de recursos tanto para serviços de água quanto de esgoto seriam o orçamento da União, e os resultantes da tarifa. Os resíduos sólidos têm um destino tão irregular quanto inadequado: quase metade dos municípios utiliza-se de lixões no próprio município, e um quarto mantém aterros controlados. Confirma este caráter crítico o fato de a destinação dos resíduos ter sido o problema mais apontado dentre uma lista que incluía também coleta seletiva e reciclagem (citada em segundo lugar), e tratamento e limpeza pública. Para a maioria mais de quatro quintos os serviços de limpeza pública e destinação final dos resíduos sólidos devem ser solucionados de forma integrada, mas quase nove em cada dez gestores admite que sua cidade não possui recursos para investimento no conjunto de atividades que compõem o manejo dos serviços de limpeza pública. Fonte: Ibope/Abdib 7

8 ARQUITETURA Paulo Mendes da Rocha recebe Prêmio Pritzker O arquiteto Paulo Mendes da Rocha recebeu, em 30 de maio último, no palácio Dolmabahce em Istambul, Turquia, a medalha de ouro do Prêmio Pritzker de Arquitetura, principal distinção da arquitetura mundial. Essa honraria só havia sido conquistada antes, na Amércia Latina, por um arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, que dividiu o prêmio com o norte-americano Gordon Bunshaft, em , e por um mexicano, Luis Barragán, em O arquiteto recebeu, merecidamente, homenagens das principais entidades da arquitetura brasileira, entre elas o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) e do Museu da Casa Brasileira (MCB), que realizou a Semana Paulo Mendes da Rocha, entre 20 e 24 de junho, com evento comemorativo no dia 23 de junho. Nesse evento, foi entregue, pelo vice-presidente de Arquitetura do Sinaenco, José Eduardo Museu da Língua Portuguesa: projeto de Paulo Mendes da Rocha e seu filho, Pedro Mendes da Rocha, na Estação da Luz, em São Paulo Gilberto Belleza, presidente do IAB, e José Eduardo Tibiriçá, vice-presidente de Arquitetura do Sinaenco e também vice-presidente da Asbea, entregam placa em homenagem a Paulo Mendes Tibiriçá, uma placa comemorativa do prêmio em nome das entidades nacionais da arquitetura brasileira, após discurso do presidente nacional do IAB, Gilberto Belleza. Paulo Mendes, em depoimentos à imprensa, destacou que esse prêmio é principalmente uma homenagem à arquitetura e aos arquitetos brasileiros e um reconhecimento internacional à qualidade do nosso projeto arquitetônico: Voltamos a ser reconhecidos pelo mundo, avaliou o arquiteto. Paulo Mendes da Rocha é sem dúvida um dos arquitetos de maior destaque do mundo, com uma trajetória profissional brilhante e projetos que só enaltecem a arquitetura brasileira. Esse prêmio é um reconhecimento à qualidade de nosso projeto, concorda Tibiriçá. O Pritzker coroa a trajetória de um dos principais arquitetos mundiais. Formado em 1954 pela Universidade Mackenzie/SP, Paulo Mendes da Rocha foi professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (FAU/USP), de onde foi afastado pelo regime militar em 1969, reintegrado em 1980 e aposentado em 1998 como professor-titular da cadeira de projeto arquitetônico. Ele teve como um dos seus principais inspiradores o arquiteto João Batista Vilanova Artigas, que também foi impedido pelo regime militar de dar aulas na FAU/USP, à qual retornou após a Lei de Anistia (1979). Paulo Mendes e Artigas são representantes do que se convencionou chamar de Escola Paulista de Arquitetura, em contraposição à Escola Carioca, na qual pontificavam Lucio Costa e Oscar Niemeyer. Dentre alguns dos projetos que destacaram a carreira de Paulo Mendes estão a reforma na Pinacoteca do Estado de São Paulo a obra pelo qual foi escolhido para o Pritzker ; a Galeria Vermelho; o Museu Brasileiro da Escultura; o pórtico de entrada da Galeria Prestes Maia, na Praça do Patriarca; a loja de móveis Forma; o restauro da Oca, no parque do Ibirapuera; e o Museu da Língua Portuguesa, todos na capital paulista; e o Estádio Serra Dourada, em Goiânia. No âmbito internacional, ele participou da final do concurso para o projeto do Centro Pompidou, em Paris, em 1972, e desenhou o pavilhão brasileiro na Expo 70 de Osaka, Japão. O arquiteto recebeu o prêmio Pritzker pelo projeto de restauro da Pinacoteca do Estado, em São Paulo O Museu Brasileiro da Escultura (Mube), uma das obras paulistanas de Paulo Mendes 8

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