CONCORRÊNCIA AA - 01/2008 RELATÓRIO DE APRECIAÇÃO TÉCNICA DOS RECURSOS E CONTRA-RAZÕES APRESENTADOS PELOS LICITANTES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONCORRÊNCIA AA - 01/2008 RELATÓRIO DE APRECIAÇÃO TÉCNICA DOS RECURSOS E CONTRA-RAZÕES APRESENTADOS PELOS LICITANTES"

Transcrição

1 No presente relatório estão as considerações da Comissão Técnica, em ordem alfabética pelo nome da empresa, sobre os recursos e contra-razões apresentados na fase de julgamento das propostas técnicas referentes à Concorrência AA 01/ ERNST & YOUNG AUDITORES INDEPENDENTES S/S Segue a análise da Comissão Técnica referente ao recurso impetrado pela Ernst & Young, que apresentou considerações sobre o julgamento de sua proposta técnica e das outras duas licitantes, KPMG e PricewaterhouseCoopers Sobre o julgamento do subitem 1.2 do recurso da Ernst & Young A Ernst & Young questiona o julgamento relativo aos atestados emitidos pelas seguintes empresas a seu favor, afirmando que deveriam ser considerados válidos para pontuação: o BNP Paribas Brasil S/A; o Banco Rabobank Brasil S/A; o Banco WestLB do Brasil S/A; o Banco Calyon Brasil S/A; o Banco ABC Brasil S/A; o Telecomunicações de São Paulo S/A Telesp; o Alstom; o Grupo Pão de Açúcar Casino; o Grupo Telecom Itália; e o Iberdrola. Estes atestados foram considerados inválidos para pontuação por apresentarem ativos INFERIORES a R$ 20 bilhões. Em seu recurso, a impetrante alega que os atestados devam ser considerados em função dos ativos globais que estas entidades possuem, e não restritamente aos ativos no Brasil. A recorrente justifica o pleito com base na seguinte afirmativa, citada às fls. 9 (nove) do recurso:...a Ernst & Young está organizada mundialmente como uma rede de escritórios que possuem subordinação e compromisso com padrões de qualidade e normas técnicas comuns e que, portanto, quando falamos da contratação da Ernst & Young, deve-se 1-12

2 entender não somente um escritório e sim uma rede de escritórios que trabalham de forma padronizada e coordenada. A respeito desta parte do recurso da Ernst & Young, houve manifestação da PricewaterhouseCoopers às fls. 5 (cinco) de suas contra-razões, conforme transcrito a seguir:...a pessoa jurídica que prestou o serviço no Banco BNP Paribas Brasil S/A, cujo ativo não chega a R$ 20 bi foi a Ernst Young (sic) brasileira enquanto na França ou em outros países a Ernst Young (sic) brasileira não prestou o serviço de auditoria em IFRS. Neste sentido, também não poderão ser considerados os atestados dos Rabobank Brasil S/A, Banco WestLB do Brasil S/A, Banco Calyon Brasil S/A e Banco ABC Brasil S/A. A Comissão Técnica entende que, o que se quer aferir, é a experiência da licitante na prestação dos serviços requeridos no Edital. Sendo assim, foi considerado o total dos ativos do atestante. Cabe ressaltar que esta questão foi esclarecida no item 3 (três) do questionamento 1 (um) no endereço eletrônico A Comissão Técnica ratifica o entendimento anteriormente expresso e mantém a decisão de DESCONSIDERAR tais atestados para pontuação Sobre o julgamento do subitem 2.1 do recurso da Ernst & Young A Ernst & Young questiona o julgamento relativo ao atestado emitido pela empresa Odebrecht S/A em favor da PricewaterhouseCoopers, afirmando que deveria ser considerado inválido para pontuação. Em seu recurso a Ernst & Young afirma às fls. 11 (onze) de seu recurso que:...fica claro que o escopo dos serviços se restringiu à unidade Odebrecht Overseas Ltd., referindo-se a trabalho de auditoria de acordo com o IFRS e não de consultoria. Clara está a impropriedade do documento que se pretende juntar. O valor do ativo total indicado é o do Brasil que não foi auditado pela recorrida de acordo com o IFRS e, portanto, não pode ser considerado. Desta maneira, a pontuação atribuída a esse documento há que ser desconsiderada tanto para consultoria como para auditoria em IFRS. 2-12

3 A PricewaterhouseCoopers apresentou dois atestados da Odebrecht, um referente a consultoria em IFRS do Grupo Odebrecht (cuja controladora é a Odebrecht S/A), e outro da Odebrecht Overseas Ltd, com sede nas Bahamas, relativo a auditoria das demonstrações contábeis em IFRS. A Comissão Técnica atribuiu pontos apenas ao atestado relativo a consultoria, uma vez que a Odebrecht Overseas Ltd. não possui ativos superiores a R$ 20 bilhões. Entende-se que não há motivos para a não atribuição de pontos ao atestado referente à Odebrecht S/A, já que atende aos requisitos do edital, quais sejam, (a) total de ativos superior a R$ 20 bilhões e (b) serviços da mesma natureza ou similares ao objeto da contratação. A Comissão Técnica mantém o entendimento anteriormente expresso e ratifica a decisão de considerar VÁLIDO o atestado emitido pela Odebrecht S/A e INVÁLIDO o atestado emitido pela Odebrecht Overseas Ltd., ambos em favor da licitante PricewaterhouseCoopers Sobre o julgamento do subitem 2.2 do recurso da Ernst & Young A Ernst & Young questiona o julgamento relativo ao atestado emitido pela empresa Banco Votorantim S/A em favor da PricewaterhouseCoopers, afirmando que deveria ser considerado inválido para pontuação. O referido atestado declara que: E ainda:...a PricewaterhouseCoopers...vem prestando desde o exercício findo em 31 de dezembro de 2003 ao Conglomerado Financeiro Votorantim serviços profissionais de auditoria das demonstrações financeiras em IFRS, considerando que a agência e a subsidiária, sediadas em Nassau, do Banco Votorantim S.A. apresentam suas demonstrações financeiras nesse padrão contábil. Informamos para os devidos fins que os ativos consolidados do Grupo Financeiro Votorantim...em 31 de dezembro de 2007 é acima de R$ ,00. A interpretação das informações constantes do atestado leva ao entendimento de que a PwC presta serviços de auditoria das demonstrações financeiras em IFRS para todo o Conglomerado Financeiro Votorantim, e que estas demonstrações seriam utilizadas por suas 3-12

4 instituições em Nassau, já que estas apresentam suas demonstrações financeiras nesse padrão contábil. Entretanto, após diligência efetuada, constatou-se que o trabalho da PwC em IFRS se restringe apenas ao Banco Votorantim Nassau Branch e ao Votorantim Bank Limited, cujos ativos são inferiores a R$ 20 bilhões. Assim, a Comissão Técnica entende que o referido atestado é INVÁLIDO para pontuação, não atendendo ao disposto no item do Edital, devendo a pontuação da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes ser diminuída em 6 (seis) pontos, por se referir a auditoria de instituições financeiras em IFRS, conforme item Sobre o julgamento do subitem 2.3 do recurso da Ernst & Young A Ernst & Young questiona o julgamento relativo ao atestado emitido pela empresa Metalúrgica Gerdau S/A em favor da PricewaterhouseCoopers, afirmando que a atestante não possui ativos superiores a R$ 20 bilhões. Às fls. 13 (treze) a impetrante afirma que: No atestado apresentado pela Metalúrgica Gerdau é demonstrado o total do ativo da Gerdau S/A. A licitante não apresentou comprovação através de atestados sobre o total do ativo da Metalúrgica Gerdau. A respeito desta parte do recurso da Ernst & Young, houve manifestação da PricewaterhouseCoopers às fls. 5 (cinco) de suas contra-razões, conforme transcrito a seguir: Por fim, quanto à alegação de que os ativos da Metalúrgica Gerdau S/A não atingem R$ 20 bi não pode prosperar, até porque na própria diligência dessa r. Comissão de Licitação, há cópia do Balanço Patrimonial da referida empresa confirmando que o atestado colocou corretamente o seu ativo, qual seja R$ O atestado em epígrafe apresentado pela licitante PricewaterhouseCoopers está em conformidade com o item do Edital, qual seja: (b) Atestado de capacidade técnica, expedido por pessoa(s) jurídica(s) de direito público ou privado, nacional ou estrangeira, com valor de ativos iguais ou superior a R$ 20 (vinte) bilhões (grifo nosso), que comprove(m) que o Licitante executou ou está executando serviços da mesma natureza ou similares ao objeto da contratação (consultoria na implantação das normas internacionais de contabilidade em IFRS). 4-12

5 A Comissão Técnica mantém o entendimento anteriormente expresso e ratifica a decisão de considerar VÁLIDO o atestado emitido pela Metalúrgica Gerdau S/A em favor da licitante PricewaterhouseCoopers Sobre o julgamento do subitem 3 do recurso da Ernst & Young A Ernst & Young questiona o julgamento relativo aos atestados emitidos em favor da licitante KPMG Auditores Independentes pelas seguintes empresas: o Banco Bradesco S/A; o Bradesco Leasing S/A Arrendamento Mercantil; o Banco Finasa S/A; e o Bradesco Seguros. A licitante solicita, às fls. 14 (catorze) de seu recurso, que sejam atribuídos pontos a apenas um atestado, alegando que: Claro se torna que o projeto de consultoria é efetuado para o Banco Bradesco consolidado e não para cada entidade integrante do grupo econômico. A respeito desta parte do recurso da Ernst & Young, houve manifestação da KPMG às fls. 3 (três) de suas contra-razões, conforme transcrito a seguir: Os serviços prestados pela KPMG foram conduzidos por operação, isto é, os trabalhos foram conduzidos considerando a atividade operacional de cada uma dessas entidades, que têm campo de atuação próprio, negócios distintos, e conseqüentemente, cada entidade possui sistemas operacionais próprios, com sistemas contábeis que são processados de forma individualizada e segregada das demais sociedades. Assim, os serviços foram prestados de forma individualizada e autônoma para cada entidade, considerando suas particularidades próprias, independentemente da marca sob a qual atua ou se fazem parte do mesmo conglomerado econômico. A Comissão Técnica entende que os atestados emitidos pelas empresas são válidos, independentemente de serem de um mesmo Grupo ou Conglomerado, caso o atestante possua ativos superiores a R$ 20 bilhões, estando o escopo também dentro dos preceitos do edital. 5-12

6 Dessa forma a Comissão Técnica mantém o entendimento anteriormente expresso e ratifica a decisão de considerar VÁLIDOS tais atestados e a conseqüente pontuação atribuída. 2. KPMG AUDITORES INDEPENDENTES Segue a análise da Comissão Técnica referente ao recurso impetrado pela KPMG, que apresentou considerações sobre o julgamento das propostas técnicas das outras duas licitantes, Ernst & Young e PricewaterhouseCoopers Sobre o julgamento do subitem 3.1 do recurso da KPMG A KPMG questiona o julgamento relativo ao atestado emitido pelo Banco Votorantim S/A a favor da PricewaterhouseCoopers, afirmando que deveriam ser considerados válidos para pontuação. As considerações quanto a este atestado já foram abordadas no item 1.3 deste Relatório Sobre o julgamento do subitem 3.2 do recurso da KPMG A KPMG questiona o julgamento relativo aos atestados emitidos pelas seguintes empresas a favor da PricewaterhouseCoopers, afirmando que deveriam ser considerados inválidos para pontuação: o Cia. Vale do Rio Doce ( vale ); e o Grupo Odebrecht; A licitante alega que o serviço prestado pela PwC para estas empresas não contempla o escopo requerido na alínea b do subitem do Edital, qual seja:...que comprove(m) que o Licitante executou ou está executando serviços da mesma natureza ou similares ao objeto da contratação (Consultoria na implantação das normas internacionais de contabilidade IFRS). Em seu recurso a KPMG afirma, às fls. 6 (seis) que: Conforme atestado emitido pela Companhia Vale do Rio Doce, o escopo dos serviços prestados pela PwC correspondeu exclusivamente à identificação das diferenças entre as práticas contábeis atualmente adotadas pela Companhia Vale do Rio Doce para fins de USGAAP (conforme acima) e as IFRS. Neste mesmo sentido, o atestado técnico emitido pelo Grupo Odebrecht para a licitante PwC descreve os serviços prestados da seguinte nos seguintes termos: 6-12

7 identificação das principais diferenças entre as práticas contábeis adotadas no Brasil para elaboração de demonstrações financeiras locais e o IFRS. E ainda: Em nenhum dos dois atestados consta indicação de serviços de assessoria, consultoria ou acompanhamento na implantação das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS) na elaboração das demonstrações financeiras das sociedades emissoras dos respectivos documentos. A respeito desta parte do recurso da KPMG, houve manifestação da PwC às fls. 4 (quatro) de suas contra-razões, conforme transcrito a seguir: Quanto aos atestados emitidos pela Companhia Vale do Rio Doce e pelo Grupo Odebrecht, mais uma vez a KPMG tenta induzir a erro essa r.comissão já que ambos atestam plenamente a experiência da PwC em serviços de consultoria em IRFS (sic) em instituições não financeiras. No atestado emitido pela Vale pode-se ler: 2) DISCRIMINAÇÃO DOS SERVIÇOS PRESTADOS Fase I Diagnóstico Identificação das diferenças entre as práticas contábeis atualmente adotadas pela Companhia Vale do Rio Doce para fins de US GAAP (conforme acima) e as IFRS. Para as diferenças identificadas, pesquisamos a literatura técnica com o objetivo de apresentar as conclusões preliminares sobre tratamento contábil. Preparação do diagnóstico preliminar e apresentá-lo à administração da Companhia. O Diagnóstico foi apresentado na forma de slides em Power Point e contém cada uma das diferenças significativas identificadas, juntamente com a base técnica suporte. Definimos os assuntos que, por sua relevância, complexidade ou por não se enquadrarem em uma norma contábil específica, que exigiram pesquisas técnicas detalhadas, assim como a participação de nosso escritório técnico especializado em IFRS (Global Accounting Consulting Services ACS IFRS) sediado em Londres. Coordenamos a revisão do ACS-IFRS. Ainda no atestado emitido pela Odebrecht, pode-se ler: 7-12

8 2) DISCRIMINAÇÃO DOS SERVIÇOS PRESTADOS Identificação das principais diferenças entre as práticas contábeis adotadas no Brasil para elaboração de demonstrações financeiras locais e o IFRS. Da análise dos atestados em epígrafe, depreende-se que o escopo dos trabalhos é similar ao escopo dos trabalhos solicitado no Edital, indicando que a prestadora do serviço foi obrigada a entender as operações dessas empresas, suas especificidades, e identificar os pronunciamentos em IFRS adequados às transações. A Comissão Técnica entende que os atestados emitidos pelas empresas são VÁLIDOS, estando os respectivos escopos dentro dos preceitos do edital Sobre o julgamento do subitem 4 do recurso da KPMG A KPMG questiona a proposta comercial apresentada pela Ernst & Young e pede a desclassificação da proposta: A Comissão Técnica entende que o julgamento deste item deve ser observado e/ou efetuado pela Comissão de Licitação Sobre o julgamento do subitem do recurso da KPMG A KPMG questiona o julgamento relativo ao atestado emitido pelo Banco Central do Brasil em favor da Ernst & Young, afirmando que deveria ser considerado inválido para pontuação. A licitante alega que o serviço prestado pela Ernst & Young não especifica se foi prestado pela Ernst & Young Auditores Independentes S/S (Brasil) ou pela firma membro da Rede Ernst & Young na França, conforme transcrito abaixo: Assim, o atestado não especifica que experiência o escritório de São Paulo da licitante EY possui, de modo que não pode ser considerado. A respeito desta parte do recurso da KPMG, a Ernst & Young explica, em suas contra-razões, que o serviço foi prestado pela empresa brasileira, conforme exposto a seguir: A Ernst & Young Auditores Independentes S/S foi responsável pelo desenvolvimento de todo o projeto junto ao Banco Central do Brasil, ficando a Ernst & Young França como revisora técnica ao final do trabalho. A Ernst & Young Auditores Independentes S/S foi responsável por aproximadamente 80% das horas dedicadas ao projeto. 8-12

9 Ademais, a KPMG questiona, às fls. 10 (dez) de seu recurso, o período da prestação do serviço e alega que o atestado não atende ao item do edital, conforme descrito a seguir: De fato, o atestado pode ter sido solicitado em 2004, sendo que os serviços podem ter sido prestados em 2003 e, portanto, fora o (sic) período de comprovação exigido no Edital ( serviços prestados nos últimos 4 (quatro) anos ), devendo, portanto ser excluído para fins de pontuação. Em relação ao período de prestação dos serviços, a Ernst & Young afirma, em seu contrarecurso, que: Os trabalhos foram realizados no período que compreendeu os anos de 2003 e Após diligência solicitada pela Comissão Técnica e devidamente efetuada pela Comissão de Licitação, conclui-se, pela resposta do atestante, que o trabalho executado pela EY começou em março de 2004, com o relatório final emitido em julho de Além disso, os profissionais da EY Brasil (São Paulo) fizeram todo o trabalho de discussão das operações, elaboração das notas técnicas e relatório final. O escritório da EY França ficou com a responsabilidade de revisão das notas técnicas. Assim, a Comissão Técnica ratifica a pontuação atribuída ao atestado emitido pelo Banco Central do Brasil em favor da Ernst & Young Auditores Independentes, considerando-o VÁLIDO para pontuação, de acordo com os preceitos do referido edital Sobre o julgamento do subitem do recurso da KPMG A KPMG questiona o julgamento relativo ao atestado emitido pelo Banco ABN Amro Real em favor da Ernst & Young, afirmando que deveria ser considerado inválido para pontuação. A licitante alega que o escopo do trabalho de consultoria pode ter sido limitado, abrangendo apenas a fase de diagnóstico, uma vez que a Ernst & Young audita a entidade, fato que impede a prestação de alguns serviços de consultoria, conforme demonstrado a seguir: Isso porque, os mencionados serviços de consultoria prestados pela EY podem referir-se apenas a serviços de diagnóstico ou outros serviços que não possuem a mesma abrangência e profundidade dos serviços objeto do Edital. 9-12

10 Sobre o questionamento referente ao escopo do serviço, em seu contra-recurso, a Ernst & Young esclarece que: Nos exercícios de 2003, 2004 e 2005 (data da primeira demonstração financeira em IFRS) participamos do diagnóstico das diferenças entre BR GAAP, Dutch GAAP e IFRS, discussões sobre planos de ação, revisões de qualidade sobre as políticas contábeis adotadas e os ajustes calculados, revisão da metodologia desenvolvida pelo Banco para cálculo da Provisão para Devedores Duvidosos e participação no Steering Committee de IFRS para discussão de assuntos relevantes. Nos exercícios de 2006 e 2007: (i) ministramos treinamentos de IFRS para as áreas de contabilidade, políticas contábeis e auditoria interna do Banco; (ii) efetuamos trabalho de revisão e sugestões de melhorias para o processo de elaboração do CBS (Collective Balance Sheet), relatório que contempla as planilhas para a elaboração das notas explicativas em IFRS. Em relação à impossibilidade de prestação do serviço, a Ernst & Young afirma que: O trabalho de consultoria não envolveu responsabilidades relativas ao gerenciamento do projeto, remodelagens de sistemas, definições de políticas contábeis, cálculos e avaliações, tomadas de decisões em nome da administração do Banco ou quaisquer outros serviços que pudessem impactar nossa independência profissional junto ao Banco Real. Outrossim, a KPMG menciona que, no mesmo período, a licitante PricewaterhouseCoopers prestou serviço de consultoria relativo às normas internacionais de contabilidade para o Banco ABN Amro Real. Da análise do atestado emitido pelo Banco ABN Amro Real, deduz-se que o escopo dos trabalhos é similar ao escopo dos trabalhos solicitado no Edital, indicando que a prestadora do serviço foi obrigada a entender as operações do referido banco, suas especificidades, e identificar os pronunciamentos em IFRS adequados às transações. Ademais, a prestação do serviço foi ratificada através de diligência. Dessa forma, a Comissão Técnica entende que o atestado emitido pelo banco é VÁLIDO

11 2.6. Sobre o julgamento do subitem do recurso da KPMG A KPMG questiona o julgamento relativo ao atestado emitido pela Vivo Participações S/A em favor da Ernst & Young, afirmando que deveria ser considerado inválido para pontuação. A licitante menciona, às fls. 13 (treze), que o escopo do trabalho de auditoria prestado pela Ernst & Young teve escopo e relevância limitados, uma vez que foi auditado o Reporting Package da Brasilcel N.V., conforme exposto abaixo: Isto porque, nos serviços de auditoria de Reporting Package nem todas as contas do balanço são auditadas, somente aquelas que possuem materialidade em face das contas da controladora. Sobre este questionamento, em seu contra-recurso, a Ernst&Young afirma que: Cabe esclarecer que a Vivo Participações S.A. é uma subsidiária relevante da Brasilcel N.V., cujo investimento representa aproximadamente 75% do total dos ativos da Brasilcel N.V. em 30 de junho de Dessa forma, os serviços de auditoria em IFRS são efetuados com base na materialidade calculada no Brasil e com base nos parâmetros da Vivo Participações S.A. e envolvem procedimentos completos de auditoria para todas as contas relevantes, diferentemente do que alega a KPMG. Com base no exposto, a Comissão Técnica julga que o escopo do serviço atende aos requisitos do Edital e que o atestado é VÁLIDO para pontuação, entendendo que o serviço foi prestado para a Vivo Participações, que reporta seus demonstrativos em IFRS para a BRASILCEL N.V. 3. Conclusão Face ao exposto, a Comissão Técnica sugere ACATAR os recursos administrativos impetrados pela Ernst & Young Auditores Independentes e pela KPMG Auditores Independentes, estritamente quanto ao atestado emitido pelo Banco Votorantim à PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes referente a serviço de auditoria em suas demonstrações financeiras em IFRS

12 Quanto aos demais itens dos recursos impetrados tanto pela KPMG Auditores Independentes quanto pela Ernst & Young Auditores Independentes, não foram consideradas válidas as argumentações técnicas das recorrentes no sentido de alterar a pontuação atribuída, restando ainda à Comissão de Licitação observar os questionamentos que não contemplam assunto da alçada desta Comissão Técnica. Assim, a Comissão Técnica sugere a ALTERAÇÃO da pontuação atribuída à PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes e a manutenção da pontuação das demais licitantes, apresentando a nova pontuação e os respectivos Índices Técnicos no quadro a seguir: Empresa Total de Pontos Recomendados Índice Técnico 1. PricewaterhouseCoopers ,00 2. KPMG 44 78,57 3. Ernst & Young 34 60,71 Rio de Janeiro, 10 de novembro de Suzana Costa Ribeiro João Carlos Fernandes Luzio Alexandre Cordeiro de Andrade José Wagner Morais de Paiva Andrea Azevedo Simões Luiz Felipe Fernandes Cunha (integrantes da Comissão Técnica) 12-12

CONCORRÊNCIA AA Nº 04/2011 - BNDES ATA DA REUNIÃO DE JULGAMENTO DOS DOCUMENTOS DE PROPOSTA TÉCNICA

CONCORRÊNCIA AA Nº 04/2011 - BNDES ATA DA REUNIÃO DE JULGAMENTO DOS DOCUMENTOS DE PROPOSTA TÉCNICA CONCORRÊNCIA AA Nº 04/2011 - BNDES ATA DA REUNIÃO DE JULGAMENTO DOS DOCUMENTOS DE PROPOSTA TÉCNICA Aos 30 (trinta) dias do mês de novembro de 2011, reuniram-se os membros da Comissão Especial de Licitação

Leia mais

ANEXO III DO EDITAL FAO 001/2008 CRITÉRIOS E PARÂMETROS DE PONTUAÇÃO TÉCNICA

ANEXO III DO EDITAL FAO 001/2008 CRITÉRIOS E PARÂMETROS DE PONTUAÇÃO TÉCNICA ANEXO III DO EDITAL FAO 001/2008 CRITÉRIOS E PARÂMETROS DE PONTUAÇÃO TÉCNICA 1. FATOR DESEMPENHO A nota técnica deste quesito será atribuída à licitante que possuir melhor desempenho na prestação de serviços

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.220/09 Aprova a NBC TA 510 Trabalhos Iniciais Saldos Iniciais. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO o processo de

Leia mais

CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S/A COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO. Recorrente: SELL COMÉRCIO SERVIÇOS E CONSTRUÇÕES LTDA.

CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S/A COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO. Recorrente: SELL COMÉRCIO SERVIÇOS E CONSTRUÇÕES LTDA. Processo: CONVITE N.º 007/2008 Assunto: JULGAMENTO RECURSO ADMINISTRATIVO Recorrente: SELL COMÉRCIO SERVIÇOS E CONSTRUÇÕES LTDA. A Comissão Permanente de Licitação - CPL da Centrais Elétricas de Rondônia

Leia mais

COMUNICADO AO MERCADO

COMUNICADO AO MERCADO . COMUNICADO AO MERCADO Convergência às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS Apresentamos as principais alterações em nossas demonstrações contábeis decorrentes da adoção do padrão contábil internacional

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

NOTA DE ESCLARECIMENTO. EDITAL DE CONCORRÊNCIA Nº. 001/2012 SGG/Gabinete do Secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo

NOTA DE ESCLARECIMENTO. EDITAL DE CONCORRÊNCIA Nº. 001/2012 SGG/Gabinete do Secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo NOTA DE ESCLARECIMENTO EDITAL DE CONCORRÊNCIA Nº. 001/2012 SGG/Gabinete do Secretário de Estado Extraordinário da Copa do Mundo 1. Tendo em vista as características do projeto objeto desta licitação e

Leia mais

VALEC: Desenvolvimento Sustentável do Brasil RELATÓRIO DE JULGAMENTO DA PROPOSTA TÉCNICA

VALEC: Desenvolvimento Sustentável do Brasil RELATÓRIO DE JULGAMENTO DA PROPOSTA TÉCNICA RELATÓRIO DE JULGAMENTO DA PROPOSTA TÉCNICA 1. EDITAL: Edital de Concorrência Pública N o 005/2009 Concorrência para a contratação de empresa de consultoria para elaborar e apoiar a implantação de um novo

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA 03/2010-BNDES ATA DA REUNIÃO DE JULGAMENTO DO RECURSO DA PROPOSTA TÉCNICA

CONCORRÊNCIA AA 03/2010-BNDES ATA DA REUNIÃO DE JULGAMENTO DO RECURSO DA PROPOSTA TÉCNICA CONCORRÊNCIA AA 03/2010-BNDES ATA DA REUNIÃO DE JULGAMENTO DO RECURSO DA PROPOSTA TÉCNICA Aos quinze dias do mês de fevereiro do ano de dois mil e onze (15/02/2011), nas dependências do BNDES, reuniram-se

Leia mais

Guia das Demonstrações Financeiras Pontos para Fechamento de 2013 Aspectos contábeis

Guia das Demonstrações Financeiras Pontos para Fechamento de 2013 Aspectos contábeis www.pwc.com.br Guia das Demonstrações Financeiras Pontos para Fechamento de 2013 Aspectos contábeis Novembro de 2013 Agenda 2013 Normas novas e revisadas IAS 1 Apresentação das demonstrações financeiras

Leia mais

Processo nº 72000.002655/2009-70 Assunto: Pregão Eletrônico nº 08/2009 - Recurso Administrativo interposto pela empresa: MINDWARE SISTEMAS LTDA.

Processo nº 72000.002655/2009-70 Assunto: Pregão Eletrônico nº 08/2009 - Recurso Administrativo interposto pela empresa: MINDWARE SISTEMAS LTDA. Ministério do Turismo Secretaria Executiva Diretoria de Gestão Interna Coordenação Geral de Recursos Logísticos EMI Bloco U - 2º Andar Sala 232 CEP: 70065-900 Telefone: (61) 321-8202 Processo nº 72000.002655/2009-70

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA - 01/2007 RELATÓRIO DE APRECIAÇÃO TÉCNICA DOS RECURSOS E CONTRA- RAZÕES APRESENTADOS PELOS LICITANTES

CONCORRÊNCIA AA - 01/2007 RELATÓRIO DE APRECIAÇÃO TÉCNICA DOS RECURSOS E CONTRA- RAZÕES APRESENTADOS PELOS LICITANTES No presente relatório estão as considerações da Equipe Técnica, em ordem alfabética pelo nome da empresa, sobre os recursos e contra-razões apresentados na fase de julgamento das propostas técnicas referentes

Leia mais

ATO CONVOCATÓRIO 002 2013. OBJETO: Credenciamento de Consultores

ATO CONVOCATÓRIO 002 2013. OBJETO: Credenciamento de Consultores ATO CONVOCATÓRIO 002 2013 OBJETO: Credenciamento de Consultores O INSTITUTO QUALIDADE MINAS, pessoa jurídica de Direito privado sem fins lucrativos, qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse

Leia mais

CONCORRÊNCIA Nº 06/2015 PERGUNTAS E RESPOSTAS

CONCORRÊNCIA Nº 06/2015 PERGUNTAS E RESPOSTAS CONCORRÊNCIA Nº 06/2015 PERGUNTAS E RESPOSTAS Pergunta 1: Com relação a qualificação econômico-financeira, o item 3.8.3.2 requer um capital social integralizado não inferior a R$ 800.000,00. Esse valor

Leia mais

Comissão Especial de Licitação Concorrência nº 397/2010 Verificador Independente RESPOSTA AOS QUESTIONAMENTOS REALIZADOS EM 08/02/2011

Comissão Especial de Licitação Concorrência nº 397/2010 Verificador Independente RESPOSTA AOS QUESTIONAMENTOS REALIZADOS EM 08/02/2011 RESPOSTA AOS QUESTIONAMENTOS REALIZADOS EM 08/02/2011 EDITAL DE LICITAÇÃO 1. É dito no item 9.6.3 que os atestados de capacitação técnica a que se refere o item 9.6.1 (I a III) deverão ser fornecidos por

Leia mais

PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 30/2009 BNDES ANEXO IX MODELOS DE DECLARAÇÕES E ATESTADOS

PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 30/2009 BNDES ANEXO IX MODELOS DE DECLARAÇÕES E ATESTADOS PREGÃO ELETRÔNICO AA Nº 30/2009 BNDES ANEXO IX MODELOS DE DECLARAÇÕES E ATESTADOS MODELO 01 DECLARAÇÃO DE PERTENCER AO QUADRO DE PARCEIROS OU DISTRIBUIDORES DO FABRICANTE DO APLICATIVO Licitante: CNPJ:

Leia mais

LOTE 2 - MÉDIA PONTUAÇÃO

LOTE 2 - MÉDIA PONTUAÇÃO Página 1 de 15 RETIFICAÇÃO ATA DE JULGAMENTO DAS PROPOSTAS TÉCNICAS Quesitos Processo: CONCORRÊNCIA Nº 002/2014 SEBRAE/RS Data: 23/07/2014 A Comissão de Licitação no uso das atribuições que lhe são conferidas,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO Nº 86/2008 PROCESSO ADMINISTRATIVO N.º 23034.

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO Nº 86/2008 PROCESSO ADMINISTRATIVO N.º 23034. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO PREGÃO ELETRÔNICO Nº 86/2008 PROCESSO ADMINISTRATIVO N.º 23034.001954/2008-11 JULGAMENTO DE RECURSO Trata-se de contratação, mediante

Leia mais

SEMANA DE CONTABILIDADE

SEMANA DE CONTABILIDADE SEMANA DE CONTABILIDADE ABN AMRO Real - Políticas e Consultoria Contábil 02/05/2007 Desafio Necessidades Acertos Erros Depoimentos 2 Desafio Implementar uma nova prática contábil, que exigiria da instituição

Leia mais

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TRIATHLON

CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TRIATHLON Vitória, ES, 08 Janeiro de de 2014. À CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE TRIATHLON Rua Castelo Branco, 2.111 Vila Velha/ES REF.: PROPOSTA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS DE AUDITORIA EXTERNA INDEPENDENTE

Leia mais

VALEC: Desenvolvimento Sustentável do Brasil RELATÓRIO DE JULGAMENTO DAS PROPOSTAS TÉCNICAS

VALEC: Desenvolvimento Sustentável do Brasil RELATÓRIO DE JULGAMENTO DAS PROPOSTAS TÉCNICAS RELATÓRIO DE JULGAMENTO DAS PROPOSTAS TÉCNICAS 1. EDITAL: Edital de Concorrência Pública N o 022/2010 Contratação de empresa de consultoria para realização de serviços de apoio técnico ao gerenciamento

Leia mais

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS CONTABILIDADE AVANÇADA PROF FÁBIO BRUSSOLO CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS CONTABILIDADE AVANÇADA PROF FÁBIO BRUSSOLO CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS CONTABILIDADE AVANÇADA PROF FÁBIO BRUSSOLO CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONCEITO É uma técnica contábil que consiste na unificação das

Leia mais

Pergunta: 4- No RF_39 e RF_$1 fala-se em carta de pagamento e carta de apresentação, o que seriam tais documentos?

Pergunta: 4- No RF_39 e RF_$1 fala-se em carta de pagamento e carta de apresentação, o que seriam tais documentos? RESPOSTA AOS PEDIDOS DE ESCLARECIMENTOS Nº 01/2014 Licitação: Concorrência nº 0047/2014 Objeto: Aquisição de licença permanente de um sistema para gestão hoteleira para a realização de reservas, definição

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.008/04

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.008/04 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.008/04 Aprova a NBC T 14 Norma sobre a Revisão Externa de Qualidade pelos Pares. O, no exercício de suas atribuições legais e regimentais; CONSIDERANDO que o controle de qualidade constitui

Leia mais

Novo nível de confiança e transparência

Novo nível de confiança e transparência www.pwc.com/br Novo nível de confiança e transparência Uma perspectiva na transição do SAS 70 para o SSAE 16 e o ISAE 3402 Introdução As organizações que prestam serviços os quais impactam as demonstrações

Leia mais

AUDITORIA COMO FERRAMENTA DE CONTROLE. Jackson

AUDITORIA COMO FERRAMENTA DE CONTROLE. Jackson AUDITORIA COMO FERRAMENTA DE CONTROLE 1 Jackson Auditoria É um conjunto de técnicas que devem ser aplicadas, para permitir ao auditor emitir uma opinião sobre a razoabilidade das demonstrações contábeis

Leia mais

EMPRESA MUNICIPAL DE INFORMÁTICA S/A IPLANRIO COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO ESCLARECIMENTO PROCESSO 01.300.180/2012 PE 0266/2012

EMPRESA MUNICIPAL DE INFORMÁTICA S/A IPLANRIO COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO ESCLARECIMENTO PROCESSO 01.300.180/2012 PE 0266/2012 EMPRESA MUNICIPAL DE INFORMÁTICA S/A IPLANRIO COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO ESCLARECIMENTO PROCESSO 01.300.180/2012 PE 0266/2012 Trata-se de impugnações interpostas pelas licitantes abaixo relacionadas,

Leia mais

CONSULTA PÚBLICA até 28/08/2009. até a data acima mencionada

CONSULTA PÚBLICA até 28/08/2009. até a data acima mencionada CONSULTA PÚBLICA O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social BNDES está preparando processo licitatório para contratação de serviços de consultoria técnica especializada, conforme detalhado

Leia mais

O entendimento está correto, conforme a Cláusula Quarta, Parágrafo Quinto da Minuta do Contrato (Anexo IV do Edital).

O entendimento está correto, conforme a Cláusula Quarta, Parágrafo Quinto da Minuta do Contrato (Anexo IV do Edital). Questão 1 4.4.3 (edital) A empresa líder do Consórcio deverá apresentar o instrumento de constituição ou de compromisso de constituição do Consórcio, o qual não deverá revelar dados contidos na Proposta

Leia mais

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORAMENTO FISCAL, CONTABIL E DEPARTAMENTO PESSOAL.

PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORAMENTO FISCAL, CONTABIL E DEPARTAMENTO PESSOAL. PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORAMENTO FISCAL, CONTABIL E DEPARTAMENTO PESSOAL. OBJETIVO DOS TRABALHOS a) Revisão e diagnóstico sobre os procedimentos legais aplicáveis as operações financeiras e fiscais

Leia mais

PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO CDURP COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO DA REGIÃO DO PORTO DO RIO DE JANEIRO

PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO CDURP COMPANHIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO DA REGIÃO DO PORTO DO RIO DE JANEIRO ANEXO 2 MODELOS DE CARTAS E DECLARAÇÕES Modelo de Pedido de Esclarecimentos Ref.: Concorrência Pública nº [ ]/2011 Pedido de Esclarecimentos, [qualificação], por seu(s) representante(s) legal(is), apresenta

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO DECISÃO DE RECURSOS ADMINISTRATIVOS TOMADA DE PREÇOS Nº 002/2013 PROCESSO Nº 021/2013 FASE: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA RECURSO INTERPOSTO POR ADVOCACIA LUCIANO CEOTTO RELATÓRIO Cuida-se de recurso administrativo

Leia mais

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO - DAD COORDENAÇÃO GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS CGADM COORDENAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA COINF SERVIÇO DE LICITAÇÃO - SELIC

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO - DAD COORDENAÇÃO GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS CGADM COORDENAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA COINF SERVIÇO DE LICITAÇÃO - SELIC DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO - DAD COORDENAÇÃO GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS CGADM COORDENAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA COINF SERVIÇO DE LICITAÇÃO - SELIC Of. n.º 319/2009 Brasília, 11 de maio de 2009. Ref.:

Leia mais

VALEC: Desenvolvimento Sustentável para o Cerrado Brasileiro 1ª ERRATA EDITAL DE CONCORRÊNCIA Nº 008/2008

VALEC: Desenvolvimento Sustentável para o Cerrado Brasileiro 1ª ERRATA EDITAL DE CONCORRÊNCIA Nº 008/2008 1ª ERRATA EDITAL DE CONCORRÊNCIA Nº 008/2008 1) INSTRUÇÕES ÀS LICITANTES ITEM 6.2.4 QUALIFICAÇÃO TÉCNICA Onde se lê: 6.2.4 Qualificação Técnica a) Registro/Certidão de inscrição no CREA e/ou CRA, da empresa

Leia mais

RESPOSTAS AOS QUESTIONAMENTOS REALIZADOS PELA FSB COMUNICAÇÃO

RESPOSTAS AOS QUESTIONAMENTOS REALIZADOS PELA FSB COMUNICAÇÃO COMUNICADO DE QUESTIONAMENTOS nº 002/2010-CEL Prezados(as) Senhores(as), O presente tem por objetivo divulgar respostas às solicitações de esclarecimentos/questionamentos, referentes à Concorrência nº

Leia mais

BROOKFIELD INCORPORAÇÕES S.A. 2ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2010.

BROOKFIELD INCORPORAÇÕES S.A. 2ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2010. BROOKFIELD INCORPORAÇÕES S.A. 2ª. EMISSÃO PÚBLICA DE DEBÊNTURES RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2010. Rio de janeiro, 29 de Abril de 2011. Prezados Senhores Debenturistas, Na qualidade

Leia mais

C o n s o l i d a ç ã o

C o n s o l i d a ç ã o Comparações entre Práticas Contábeis IAS 22 e 27 SIC 12 e 33 Pontos-chave para comparar diferenças ARB 51, APB 18, SFAS 94, 125 e 140 EITFs 90-15, 96-16, 96-20, Topic D-14, 96-21, 97-2, C51 FIN 46R D i

Leia mais

QUESTÃO 14: Pergunta 1: Resposta: Pergunta 2: Resposta: QUESTÃO 15: Pergunta 1: Resposta: Pergunta 2: Resposta:

QUESTÃO 14: Pergunta 1: Resposta: Pergunta 2: Resposta: QUESTÃO 15: Pergunta 1: Resposta: Pergunta 2: Resposta: QUESTÃO 14: O Edital cita no subitem d.1, do item d, tópico 7.3.4 Qualificação Técnica : "No caso da Área de Especialização 2, o atestado, para fins desta habilitação, deverá se referir a uma experiência

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO Ofício nº 077/2005/CPL/SAA/SE/MEC Brasília, 04 de maio de 2005. Aos interessados REFERÊNCIA: Concorrência

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA 01/2010 QUESTIONAMENTO 12

CONCORRÊNCIA AA 01/2010 QUESTIONAMENTO 12 CONCORRÊNCIA AA 01/2010 QUESTIONAMENTO 12 Questionamento 12.1: No item 2.1, p. 02 do edital, informa-se que poderão participar da concorrência, os interessados cadastrados e habilitados parcialmente no

Leia mais

Circ.Demap/Dilic-571/2013 Brasília, 4 de dezembro de 2013 Pt. 1301581740

Circ.Demap/Dilic-571/2013 Brasília, 4 de dezembro de 2013 Pt. 1301581740 1 Circ.Demap/Dilic-571/2013 Brasília, 4 de dezembro de 2013 Pt. 1301581740 Às Licitantes da Concorrência Internacional Demap nº 133/2013 Prezados Senhores: Referimo-nos ao Edital da Concorrência Internacional

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.322/11

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.322/11 A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração deste Comunicado de CT 09 para CTA 04 e de outras normas citadas: de NBC T 19.16 para NBC TG 11; de NBC T 19.27 para NBC TG 26; e de CT 07 para

Leia mais

Faz saber que foi aprovada em seu Plenário a seguinte Norma Brasileira de Contabilidade (NBC), que tem por base o CT 04/2010 (R2) do Ibracon:

Faz saber que foi aprovada em seu Plenário a seguinte Norma Brasileira de Contabilidade (NBC), que tem por base o CT 04/2010 (R2) do Ibracon: Norma Brasileira de Contabilidade CFC/CTA Nº 2 DE 27/02/2015 Publicado no DO em 9 mar 2015 Dá nova redação ao CTA 02 que trata da emissão do relatório do auditor independente sobre demonstrações contábeis

Leia mais

JULGAMENTO DE RECURSO ADMINISTRATIVO

JULGAMENTO DE RECURSO ADMINISTRATIVO JULGAMENTO DE RECURSO ADMINISTRATIVO EMENTA: Edital 0259/2013-08, seleção de empresa especializada para prestação de serviços na área de condução de veículos oficiais da frota da Superintendência Regional

Leia mais

Relatório dos Auditores Independentes... 3. Relatório do Comitê de Auditoria... 4. Demonstração Consolidada do Resultado... 5

Relatório dos Auditores Independentes... 3. Relatório do Comitê de Auditoria... 4. Demonstração Consolidada do Resultado... 5 Demonstrações Contábeis Consolidadas de acordo com as Normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB 2014 Bradesco 1 Sumário oação de

Leia mais

ANEXO I DOS SERVIÇOS A SEREM CONTRATADOS

ANEXO I DOS SERVIÇOS A SEREM CONTRATADOS Concorrência DIRAT/CPLIC-009/2006 1 ANEXO I DOS SERVIÇOS A SEREM CONTRATADOS A empresa contratada deverá executar os serviços de auditoria contábil e outros correlatos, com emissão de pareceres e/ou relatórios,

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.321/11

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.321/11 NOTA - A Resolução CFC n.º 1.329/11 alterou a sigla e a numeração deste Comunicado de CT 08 para CTA 03; e de outras normas citadas: de NBC T 19.10 para NBC TG 01; de NBC T 3.8 para NBC TG 03; de NBC T

Leia mais

DECISÃO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2011

DECISÃO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2011 DECISÃO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2011 Impugnação ao edital da licitação em epígrafe, proposta por NORTH SEGURANÇA LTDA, mediante protocolo nº 2011/004806, datado de 06/09/2011. 1

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 821/97 Aprova a NBC P 1 Normas Profissionais de Auditor Independente com alterações e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais

Leia mais

M I N I S T É R I O P Ú B L I C O

M I N I S T É R I O P Ú B L I C O MANIFESTAÇÃO DE RECURSO ADMINISTRATIVO PREGÃO ELETRÔNICO Nº 075/2012-MP/PA PREGOEIRA: ANDRÉA MARA CICCIO EMPRESA RECORRENTE: PREMIUM SERVICE LTDA CONTRARRAZÕES: TREVO COMERCIO E SERVICO LTDA - ME OBJETO:

Leia mais

COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇOS Nº 10/2014 EDITAL PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA TÉCNICA (APOIO TÉCNICO)

COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇOS Nº 10/2014 EDITAL PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA TÉCNICA (APOIO TÉCNICO) COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇOS Nº 10/2014 EDITAL PARA CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE ASSESSORIA TÉCNICA (APOIO TÉCNICO) Tipo: Melhor Técnica O Instituto Brasileiro de Administração Municipal - IBAM, associação civil

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO EXERCÍCIO : 2007 PROCESSO Nº : 00217.000181/2008-02 UNIDADE AUDITADA

Leia mais

Rodovia das Colinas S.A.

Rodovia das Colinas S.A. Rodovia das Colinas S.A. Informações contábeis intermediárias Referentes ao Trimestre Findo em 31 de Março de 2013 e Relatório de Revisão dos Auditores Independentes sobre as informações contábeis intermediárias

Leia mais

BANCO BTG PACTUAL S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF n. 30.306.294/0001-45 Código CVM nº 22616 PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO

BANCO BTG PACTUAL S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF n. 30.306.294/0001-45 Código CVM nº 22616 PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO BANCO BTG PACTUAL S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF n. 30.306.294/0001-45 Código CVM nº 22616 PROPOSTA DA ADMINISTRAÇÃO A administração do Banco BTG Pactual S.A. ( Banco ), no contexto da proposta de incorporação

Leia mais

HARMONIZAÇÃO DE PRÁTICAS CONTÁBEIS

HARMONIZAÇÃO DE PRÁTICAS CONTÁBEIS HARMONIZAÇÃO DE PRÁTICAS CONTÁBEIS Professor 1 JOSÉ HERNANDEZ PEREZ JUNIOR Mestre em Controladoria e Contabilidade Estratégica e Bacharel em Ciências Contábeis. Professor de cursos de MBA da Fundação Getulio

Leia mais

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA 1- INTRODUÇÃO O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social, por meio do Decreto nº 5.212, de 22 de setembro de 2004, teve o seu Estatuto Social alterado

Leia mais

TECHNUM CONSULTORIA SS

TECHNUM CONSULTORIA SS ILUSTRÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO V DA SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO, MUNICÍPIO DE VILA VELHA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Edital da Concorrência Pública nº. 006/2014

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DE MINAS GERAIS AUTARQUIA CRIADA PELA LEI Nº 4.769, DE 09/09/1965

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DE MINAS GERAIS AUTARQUIA CRIADA PELA LEI Nº 4.769, DE 09/09/1965 COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO Referência : Processo n.º 6/2014 Carta Convite nº 01/2014 Ementa: Análise do recurso administrativo apresentado pela licitante Borges 2 Borges Consultoria e Treinamento

Leia mais

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO - DAD COORDENAÇÃO GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS CGADM COORDENAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA COINF SERVIÇO DE LICITAÇÃO - SELIC

DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO - DAD COORDENAÇÃO GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS CGADM COORDENAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA COINF SERVIÇO DE LICITAÇÃO - SELIC DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO - DAD COORDENAÇÃO GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS CGADM COORDENAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA COINF SERVIÇO DE LICITAÇÃO - SELIC Of. n.º 319/2009 Brasília, 11 de maio de 2009. Ref.:

Leia mais

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01999-2 TOTVS S/A 53.113.791/0001-22 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ 01999-2 TOTVS S/A 53.113.791/0001-22 3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 3/6/21 EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS Reapresentação Espontânea O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA, SENDO OS SEUS ADMINISTRADORES

Leia mais

TELEFÔNICA BRASIL S.A. Companhia Aberta CNPJ MF 02.558.157/0001-62 - NIRE 35.3.001.5881-4

TELEFÔNICA BRASIL S.A. Companhia Aberta CNPJ MF 02.558.157/0001-62 - NIRE 35.3.001.5881-4 F A T O R E L E V A N T E A Telefônica Brasil S.A. ( Telefônica ou "Companhia"), na forma e para os fins das Instruções CVM nº 319/99 e 358/02, conforme alteradas, e, em complementação ao Fato Relevante

Leia mais

Adoção e Aplicação da IFRS

Adoção e Aplicação da IFRS IFRS Normas internacionais de contabilidade PARTE I Adoção e Aplicação da IFRS AULA 2 Prof. MSc. Márcio de Souza e Silva Objetivos: Compreender como adotar e implementar pela primeira vez as normas internacionais

Leia mais

ERRATA II - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

ERRATA II - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO ERRATA II - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 1. INTRODUÇÃO Este documento contém a descrição dos procedimentos e critérios a serem adotados para avaliação, julgamento e classificação das propostas das licitantes

Leia mais

ATO CONVOCATÓRIO 001 2013. OBJETO: Credenciamento de Consultores

ATO CONVOCATÓRIO 001 2013. OBJETO: Credenciamento de Consultores ATO CONVOCATÓRIO 001 2013 OBJETO: Credenciamento de Consultores O INSTITUTO QUALIDADE MINAS, pessoa jurídica de Direito privado sem fins lucrativos, qualificada como Organização da Sociedade Civil de Interesse

Leia mais

1.1. O consórcio AABP apresentou razões de recurso à habilitação do consórcio Brisa Alfapeople.

1.1. O consórcio AABP apresentou razões de recurso à habilitação do consórcio Brisa Alfapeople. GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão Superintendência Central de Governança Eletrônica Diretoria Central dos Canais de Atendimento Eletrônico NOTA TÉCNICA DCGCAE/SCGE

Leia mais

ANEXO II MODELOS DE DECLARAÇÕES E DOS COMPROMISSOS PREVISTOS NO EDITAL

ANEXO II MODELOS DE DECLARAÇÕES E DOS COMPROMISSOS PREVISTOS NO EDITAL ANEXO II MODELOS DE DECLARAÇÕES E DOS COMPROMISSOS PREVISTOS NO EDITAL 1 SUMÁRIO 1 MODELO 1 - CARTA DE ENCAMINHAMENTO DE DOCUMENTAÇÃO DE HABILITAÇÃO... 3 2 MODELO 2 - COMPROMISSO DE DISPONIBILIDADE DE

Leia mais

Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Contador Juarez Domingues Carneiro Presidente

Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Contador Juarez Domingues Carneiro Presidente RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.323/11 Aprova a NBC PA 03 Revisão Externa de Qualidade pelos Pares. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, e com fundamento no disposto

Leia mais

CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S/A CERON

CENTRAIS ELÉTRICAS DE RONDÔNIA S/A CERON Processo: CONCORRÊNCIA N.º 006/2006 Assunto: JULGAMENTO RECURSO ADMINISTRATIVO - HABILITAÇÃO Recorrente: ATLAS CONSTRUÇÕES ELÉTRICOS LTDA - EPP. A Comissão Permanente de Licitação - CPL da Centrais Elétricas

Leia mais

Pregão Eletrônico nº 04/2013-CGTI/DPF Processo administrativo nº 08206.000881/2012-14 JULGAMENTO DE RECURSO

Pregão Eletrônico nº 04/2013-CGTI/DPF Processo administrativo nº 08206.000881/2012-14 JULGAMENTO DE RECURSO Pregão Eletrônico nº 04/2013-CGTI/DPF Processo administrativo nº 08206.000881/2012-14 JULGAMENTO DE RECURSO Trata-se do Pregão Eletrônico para Formação de Registro de Preços para futura contratação de

Leia mais

I DA SÍNTESE DOS FATOS

I DA SÍNTESE DOS FATOS CONCORRÊNCIA Nº 189/2013 CONTRATAÇÃO DE EMPRESA DE ENGENHARIA ESPECIALIZADA PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE APOIO À SUPERVISÃO DA EXECUÇÃO DAS OBRAS DE MACRODRENAGEM DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MATHIAS.

Leia mais

AS ALTERAÇÕES NAS NORMAS DE AUDITORIA INDEPENDENTE VIGENTES NO BRASIL (2) O RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE

AS ALTERAÇÕES NAS NORMAS DE AUDITORIA INDEPENDENTE VIGENTES NO BRASIL (2) O RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE AS ALTERAÇÕES NAS NORMAS DE AUDITORIA INDEPENDENTE VIGENTES NO BRASIL (2) O RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE Um dos pontos mais polêmicos e de maior impacto nestas alterações das normas de auditoria independente

Leia mais

ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO

ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO ANEXO IV REFERENTE AO EDITAL DE PREGÃO Nº 022/2013 ESPECIFICAÇÕES DO OBJETO ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA DE Nº 001/2013 1. OBJETO DE CONTRATAÇÃO A presente especificação tem por objeto a Contratação de empresa

Leia mais

Dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento de capital.

Dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento de capital. RESOLUCAO 3.988 Dispõe sobre a implementação de estrutura de gerenciamento de capital. O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o Conselho

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União DESPACHO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União DESPACHO PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Controladoria-Geral da União Ouvidoria-Geral da União DESPACHO Referência: Processo n. 99901.000350/2013-11 Assunto: Recurso contra decisão denegatória ao pedido de acesso à informação

Leia mais

Concorrência Conjunta nº 03/2007. Perguntas e Respostas

Concorrência Conjunta nº 03/2007. Perguntas e Respostas Brasília, 02/08/2007 Concorrência Conjunta nº 03/2007 Perguntas e Respostas A Comissão Permanente de Licitação (CPL) registra a seguir perguntas de empresas interessadas em participar do certame em referência

Leia mais

Com relação aos argumentos apresentados pela recorrentes a Comissão Especial de Licitação tece os seguintes comentários:

Com relação aos argumentos apresentados pela recorrentes a Comissão Especial de Licitação tece os seguintes comentários: DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO - DAD COORDENAÇÃO GERAL DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS CGADM COORDENAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA - COINF COMISSÃO ESPECIAL DE LICITAÇÃO - CEL Ao Coordenador de Infra-Estrutura, Informamos

Leia mais

RELATÓRIO DE AUDITORIA

RELATÓRIO DE AUDITORIA RELATÓRIO DE AUDITORIA Ordem de Serviço: 03/2014/CGM-AUDI Unidade Auditada: Contrato de Gestão nº 001/2013 Celebrado entre a Fundação Theatro Municipal de São Paulo e o Instituto Brasileiro de Gestão Cultural

Leia mais

COMUNICADO 02 (RESPOSTA PEDIDO DE IMPUGNAÇÃO/ DESIGNAÇÃO DE DATA PARA ABERTURA DOS ENVELOPES)

COMUNICADO 02 (RESPOSTA PEDIDO DE IMPUGNAÇÃO/ DESIGNAÇÃO DE DATA PARA ABERTURA DOS ENVELOPES) COMUNICADO 02 (RESPOSTA PEDIDO DE IMPUGNAÇÃO/ DESIGNAÇÃO DE DATA PARA ABERTURA DOS ENVELOPES) ATA DE REUNIÃO DA COMISSÃO DE PERMANENTE DE HABILITAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E JULGAMENTO DE LICITAÇÕES. Aos vinte

Leia mais

CPC 15. Combinações de Negócios. Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT

CPC 15. Combinações de Negócios. Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT CPC 15 Combinações de Negócios Conselho Regional de Contabilidade - CE AUDIT Agenda Introdução e Objetivos Alcance Definições e Escopo Tipos de Aquisições Aplicação do Método de Aquisição Ativos e Passivos

Leia mais

MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS

MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS MUDANÇAS NO GERADOR DE DEMONSTRATIVOS CONTÁBEIS Visando a redução de riscos nos investimentos internacionais, além de ter mais facilidade de comunicação internacional no mundo dos negócios, com o uso de

Leia mais

RELATÓRIO DE JULGAMENTO DE RECURSO

RELATÓRIO DE JULGAMENTO DE RECURSO DNITMINlSrtRlO ~ TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES DIRETORIA GERAl ASSESSORIA DE CADASTRO E llcltaçoes RELATÓRIO DE JULGAMENTO DE RECURSO REFER~NCIA: EOITAL N 143/2004-00.

Leia mais

MENSAGEM PREGÃO ELETRÔNICO N. 61/2008 ESCLARECIMENTO 2

MENSAGEM PREGÃO ELETRÔNICO N. 61/2008 ESCLARECIMENTO 2 MENSAGEM Assunto: Esclarecimento 2 Referência: Pregão Eletrônico n. 61/2008 Data: 17/12/2008 Objeto: Contratação de empresa especializada para fornecimento de solução informatizada e integrada para o acompanhamento

Leia mais

VIVO PARTICIPAÇÕES S.A. Companhia Aberta CNPJ MF 02.558.074/0001 73 NIRE 35.3.001.587 92 TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A. TELESP FATO RELEVANTE

VIVO PARTICIPAÇÕES S.A. Companhia Aberta CNPJ MF 02.558.074/0001 73 NIRE 35.3.001.587 92 TELECOMUNICAÇÕES DE SÃO PAULO S.A. TELESP FATO RELEVANTE FATO RELEVANTE As administrações da Vivo Participações S.A. ( Vivo Part. ) e da Telecomunicações de São Paulo S.A. Telesp ("Telesp") (conjuntamente referidas como Companhias ), na forma e para os fins

Leia mais

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA.

PATACÃO DISTRIBUIDORA DE TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS LTDA. 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Patacão Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. ( Distribuidora ) tem como objetivo atuar no mercado de títulos e valores mobiliários em seu nome ou em nome de terceiros.

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOLUÇÃO INTEGRADA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA O ESTADO DE MINAS GERAIS PREGÃO ELETRÔNICO N 1501122000006/2014

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOLUÇÃO INTEGRADA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA O ESTADO DE MINAS GERAIS PREGÃO ELETRÔNICO N 1501122000006/2014 GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS PERGUNTAS E RESPOSTAS SOLUÇÃO INTEGRADA DE GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS PARA O ESTADO DE MINAS GERAIS PREGÃO ELETRÔNICO N 1501122000006/2014 PERGUNTAS 01 - SMEPN - Modelagem

Leia mais

IFRS INTERNATIONAL FINANCIAL REPORTING STANDARD IFRS NORMAS INTERNACIONAIS DE RELATÓRIOS FINANCEIROS

IFRS INTERNATIONAL FINANCIAL REPORTING STANDARD IFRS NORMAS INTERNACIONAIS DE RELATÓRIOS FINANCEIROS PARTE 1 - IFRS NORMATIVOS E SEUS EFEITOS NO PROCESSO DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS PARTE 2 MENSURAÇÃO DE RISCOS E GERENCIAMENTO DE PROJETOS DE RECUPERAÇÃO DE EMPRESAS IFRS GRUPO APLICABILIDADE IFRS FULL ENTIDADES

Leia mais

AUDITORIA EXTERNA PARECERES

AUDITORIA EXTERNA PARECERES 1 AUDITORIA EXTERNA PARECERES Breve conceito Auditoria externa é uma ramificação da contabilidade que dentre seus objetivos esta a análise das demonstrações contábeis/financeiras da empresa auditada. Por

Leia mais

CONCORRÊNCIA AA 03/2010-BNDES ATA DA REUNIÃO DE JULGAMENTO DO RECURSO DA HABILITAÇÃO

CONCORRÊNCIA AA 03/2010-BNDES ATA DA REUNIÃO DE JULGAMENTO DO RECURSO DA HABILITAÇÃO CONCORRÊNCIA AA 03/2010-BNDES ATA DA REUNIÃO DE JULGAMENTO DO RECURSO DA HABILITAÇÃO Aos dezessete dias do mês de novembro do ano de dois mil e dez (17/11/2010), nas dependências do BNDES, reuniram-se

Leia mais

OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SMI/Nº 1/2015 São Paulo, 8 de janeiro de 2015

OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SMI/Nº 1/2015 São Paulo, 8 de janeiro de 2015 OFÍCIO-CIRCULAR/CVM/SMI/Nº 1/2015 São Paulo, 8 de janeiro de 2015 Aos Custodiantes de Valores Mobiliários ( custodiantes ) Assunto: Adaptação à Instrução CVM Nº 542/2013 Prezados Senhores, 1. Nos termos

Leia mais

ANEXO 10 TDR AUDITORES

ANEXO 10 TDR AUDITORES ANEXO 10 TDR AUDITORES PROJETO DE SUSTENTABILIDADE HÍDRICA DE PERNAMBUCO PSHPE (N. DO EMPRÉSTIMO) TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA ESPECIALIZADA PARA AUDITORIA DO XX ANO DO PROJETO DE

Leia mais

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DA OPERAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DA COMPANHIA ALAGOAS INDUSTRIAL CINAL PELA BRASKEM S.A. Que entre si celebram

PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DA OPERAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DA COMPANHIA ALAGOAS INDUSTRIAL CINAL PELA BRASKEM S.A. Que entre si celebram PROTOCOLO E JUSTIFICAÇÃO DA OPERAÇÃO DE INCORPORAÇÃO DA COMPANHIA ALAGOAS INDUSTRIAL CINAL PELA BRASKEM S.A. Que entre si celebram COMPANHIA ALAGOAS INDUSTRIAL - CINAL, sociedade por ações de capital fechado,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO SECRETARIA FEDERAL DE CONTROLE INTERNO TIPO DE AUDITORIA : AUDITORIA DE GESTÃO UNIDADE AUDITADA : CONAB SUREG/PE CÓDIGO UG : 135285 RELATÓRIO Nº : 190674 UCI EXECUTORA : 170063 RELATÓRIO DE AUDITORIA Chefe da CGU-Regional/PE, Em atendimento

Leia mais

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A.

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. 31 de dezembro de 2014 com o relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes

Leia mais

VALEC: Desenvolvimento Sustentável para o Cerrado Brasileiro

VALEC: Desenvolvimento Sustentável para o Cerrado Brasileiro EDITAL: 001/2008 OBJETO DO EDITAL: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA PARA EXECUÇÃO DE SERVIÇOS DE LEVANTAMENTO, ESTUDO E PROJETO DE DESENVOLVIMENTO DO POTENCIAL DE BIOCOMBUSTÍVEL NA ÁREA DE INFLUÊNCIA

Leia mais

Divulgações sobre o envolvimento em entidades estruturadas

Divulgações sobre o envolvimento em entidades estruturadas CONTABILIDADE EM DESTAQUE Outubro de 2015 Edição: 001/15 Divulgações sobre o envolvimento em entidades estruturadas Esta edição da Contabilidade em Destaque tem como objetivo explicar mais profundamente

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO RESPOSTA À IMPUGNAÇÃO Pregão Presencial nº: 003/2009-UNEMAT. Processo Administrativo Unemat nº 007/2009-CPL. Processo Administrativo SAD Nº 340.148/2009/SAD. Referência: Pregão Presencial para a Locação

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: Pronunciamento Técnico Contábil; Ativo Intangível; Vida útil; Entidade.

RESUMO. Palavras-chave: Pronunciamento Técnico Contábil; Ativo Intangível; Vida útil; Entidade. ANÁLISE DO ATIVO INTANGÍVEL EM EMPRESAS DO SEGMENTO MOTORES, COMPRESSORES E OUTROS LISTADOS NA BM&F BOVESPA, A PARTIR DO PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CONTÁBIL 04 1 SILVA, Alini da 2 ; VARGAS, Alzenir José de

Leia mais

ERRATA Nº. 01 CONVITE 18/2008. A Comissão Permanente de Licitação informa alteração no referente Convite:

ERRATA Nº. 01 CONVITE 18/2008. A Comissão Permanente de Licitação informa alteração no referente Convite: 01/07/2008 ERRATA Nº. 01 CONVITE 18/2008 A Comissão Permanente de Licitação informa alteração no referente Convite: A data de abertura foi transferida para o dia 18/07/2008, às 14 horas; o prazo para realização

Leia mais

Ao FUNDO DISTRITAL DE ROTARY INTERNATIONAL DISTRITO 4620/BRASIL/SP Ilmo. Sr. EGD JOSÉ CARLOS MIGUEL PARECER PERICIAL

Ao FUNDO DISTRITAL DE ROTARY INTERNATIONAL DISTRITO 4620/BRASIL/SP Ilmo. Sr. EGD JOSÉ CARLOS MIGUEL PARECER PERICIAL Membro Titular do IBRACON 3615 Instituto dos Auditores Independentes do Brasil Câmara - Pós Graduado em Administração Financeira (UNISO) Milton Lucato Engenheiro Civil CREA/SP 152.257 Membro Titular do

Leia mais

CARTA CONVITE Nº 003/2013 TIPO: MENOR PREÇO

CARTA CONVITE Nº 003/2013 TIPO: MENOR PREÇO CARTA CONVITE Nº 003/2013 TIPO: MENOR PREÇO PROCESSO Nº 003/2013 Tipo de Licitação: MENOR PREÇO DATA: 19/03/2013 HORÁRIO: 10:00 Horas LOCAL: Universidade de Brasília Campus Universitário Darcy Ribeiro

Leia mais