AS CIDADES DO AGRONEGÓCIO NO SUL DE MINAS: A CONSTITUIÇÃO DE MUZAMBINHO COMO UMA CIDADE FUNCIONAL À PRODUÇÃO CAFEEIRA.

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1 AS CIDADES DO AGRONEGÓCIO NO SUL DE MINAS: A CONSTITUIÇÃO DE MUZAMBINHO COMO UMA CIDADE FUNCIONAL À PRODUÇÃO CAFEEIRA. Larissa Chiulli Guida Discente do curso de Geografia - Unifal-MG Palavras-chave: região competitiva, circuito espacial produtivo do café, cidades do agronegócio, cafeicultura. Introdução A partir da internacionalização do capital (CHESNAIS, 1996), foi necessária uma nova conceituação da antiga noção de região. Atualmente, a especialização regional produtiva caracteriza um tipo de região funcional aos mercados internacionais (SANTOS, 1985; 1997). Tais regiões são adjetivadas, por Castillo (2008, p.06), de competitivas, "trata-se de um compartimento produtivo do espaço geográfico, cujas forças de coesão se estabelecem, via de regra e teoricamente, a partir de uma combinação de competências técnicas locais com interesses políticos distantes, cuja melhor designação parece ser a de região competitiva". Esta pesquisa deriva de um projeto maior intitulado "Montanhas do café: a constituição de uma região competitiva no Sul de Minas", que tem como objetivo principal analisar como o Sul de Minas vem se constituindo como uma região competitiva (CASTILLO, 2008), vinculada às demandas produtivas do café. O Sul de Minas, ao longo do século XX, se consolidou como a principal região brasileira produtora de café, na safra 2006, foram produzidas pouco mais de 10 milhões de sacas, correspondente a metade da produção do estado e 25% da produção nacional (Anuário Estatístico do Café, 2008). A inserção significativa do Sul de Minas no circuito espacial produtivo do café (SANTOS E SILVEIRA, 2001; SANTOS 1986) fez com que vários sistemas técnicos e normativos fossem criados para viabilizar a fluidez da produção. Tais sistemas se fazem presentes nas cidades, onde estas se tornam funcionais às exigências produtivas do campo moderno, transformando as relações entre o campo e a cidade. Elias (2007) denomina estas cidades funcionais ao agronegócio globalizado de cidades do agronegócio. Encontramos na região cafeicultora do Sul de Minas diversas cidades que 1

2 atendem à produção cafeeira, entre as quais pretendemos analisar como o município de Muzambinho se consolidou como uma cidade do agronegócio (ELIAS, 2007) funcional à cafeicultura moderna. Resultados Para comprovarmos nossa hipótese de que Muzambinho se constitui como uma cidade funcional à produção cafeeira, analisaremos embasados em Elias (2007), os seguintes temas e processos: novas relações campo-cidade; mercado e trabalho agropecuário e dinâmica populacional; e as desigualdades sócio-espaciais, Novas relações campo-cidade As cidades do agronegócio, de acordo com Santos (1996, p.54), atendem às demandas de consumo produtivo e consumptivo (familiar). Consumo produtivo é aquele vinculado diretamente à produção, (mão-de-obra, revendas de insumos e fertilizantes, transportes, pesquisas e inovações, comercialização e escoamento do produto). Consumo consumptivo constitui-se das instalações da cidade tais como: hospitais, restaurantes, hotéis, centros de compras, áreas de cultura e lazer, entre outros. Forma-se desta maneira uma rede intersetorial de serviços vinculados à produção agrícola. Pretendemos demonstrar neste eixo os diferentes serviços ofertados por Muzambinho que respondem pelo consumo produtivo e consumptivo (SANTOS, 1996, p.54), que demonstram sua funcionalidade à produção cafeeira. Tabela 1- Relação dos serviços intersetoriais ofertados por Muzambinho/MG para produção cafeeira. Tipos de estabelecimentos Empresas (indústria e comércio) ou atividades Insumos e implementos agrícolas Estabelecimentos de Minasfértil Comércio e Representação de Fertilizantes revendas de insumos e Ltda., ACR Agropecuária, Casa do Produtor, Agroliveira, fertilizantes. Agrovecal e Rodrigues Agropecuária. Equipamentos agrícolas Manutenção de maquinários e equipamentos agrícolas Mobicar s Peças, Serviços Equipamentos. Mecânica de Tratores; Serralheria Teixeira, Serralheria Barbieri e Serralheria Agrifer credenciada para maquinários Pinhalense. Assistência técnica, administrativa e Especialização da mão-de-obra Institutos de pesquisa e educação Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas, campus Muzambinho (cursos técnicos em 2

3 Escritórios de contabilidade Cooperativas e Sindicatos Exportadores de café Escritórios de corretagem e comercialização Armazéns cadastrados à Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). Beneficiamento e processamento agroindustrial Indústrias de torrefação e moagem de café e agroindústrias Sistema financeiro Cooperativas de crédito Financeiras específicas Bancos Elaboração: Larissa Chiulli Guida Agricultura, Agroindústria, Agropecuária, Administração e Contabilidade; cursos superiores em Agronomia, Informática e Cafeicultura; pós-graduação em Tecnologia da Cafeicultura). 08 escritórios Cooperativa dos Cafeicultores de Guaxupé Ltda. (Cooxupé); Cooperativa SICOOB Agrocredi (Sistemas de Cooperativas de Crédito do Brasil); Sindicato dos Trabalhadores, Assalariados e Agricultores Familiares do Município de Muzambinho; Sindicato dos Produtores Rurais de Muzambinho. Stockler Comercial e Exportadora Ltda. Indústria e Comércio de Café Ouro Verde Ltda., RV Comércio Atacadista de Café Ltda., Verde Grão Escritório de Corretagem de Café e Central do Café. Central do Café Armazéns Gerais, Armazéns Gerais Novo Horizonte, Muzambinho Armazéns Gerais Ltda., Verde Grão Armazéns Gerais, AGP Armazém Geral do Produto, Cafeeira de Armazéns Gerais Ltda. Café e Cachaça Muzambinho Indústria e Comércio Ltda., Artezanalle Café Expresso e o Café da Escola; Indústria e Comércio de Café Ouro Verde Ltda; Laticínios Aprim Ltda., Laticínios Múúúsa; Agroindústria da Escola. Cooperativa SICOOB Agrocredi ; Cooxupé. Banco BMG; Intermedium Financiadora Banco Bradesco; Banco do Brasil; Banco Itaú; Caixa Econômica Federal. Através da análise destes diferentes fatores que compõem a rede das atividades encontradas nas cidades que promovem a produção agrícola, é que podemos entender as novas relações que se estabeleceram nas cidades e no campo. A dinâmica populacional e mercado de trabalho agropecuário Os variados tipos de serviços que as cidades do agronegócio oferecem atraem diferentes migrantes. De acordo com Santos (1993, 1996, p.84), há dois tipos de migração: uma ascendente, caracterizada pelo êxodo rural e outra descendente, exemplificado pela migração de profissionais qualificados de cidades maiores para as cidades do agronegócio. 3

4 No período de colheita do café, a grande demanda de trabalhadores provoca mudanças no número de pessoas empregadas nos diferentes serviços da cidade. O gráfico a seguir demonstra a oscilação na contratação e demissão de trabalhadores ao longo dos meses da colheita entre os anos de 2005 a 2008 demonstrando a grande especialização da cidade no agronegócio do café. Gráfico 1- Admissões e desligamentos de trabalhadores rurais no período coevo entre os anos de 2005 a 2008 em MuzambinhoMG Total mensal dos quatro anos variação empregatícia A D A D A D A D A D Maio Junho Julho Agosto Total de cada ano Admissões e desligamentos por mês Fonte: Caged, 2005, 2006, 2007 e O gráfico nos mostra que durante os meses da colheita do café é crescente o número de admissões de trabalhadores em Muzambinho/MG. Desigualdades sócio-espaciais nas cidades do agronegócio Nem sempre o número de serviços oferecidos pela cidade, supre a procura de empregos. Na ilusão de melhores condições de vida os migrantes sazonais se alojam na cidade, o que somado a outros fatores, agrava as desigualdades sociais. O gráfico a seguir demonstra a variação no número de atendimentos no Ambulatório Municipal de Muzambinho em

5 Gráfico 1- Atendimento no Ambulatório de Muzambinho MG em 2008 Fonte: Secretaria Municipal da Saúde de Muzambinho, 2008 * valores arredondados A oscilação no número de atendimentos do Ambulatório Municipal evidencia a sobrecarga que ocorre nos serviços públicos nos meses após a colheita de café. Considerações Finais A tendência do agronegócio globalizado é a de fragmentar o território agrícola, esta fragmentação e especialização crescentes na divisão territorial do trabalho proliferam também desigualdades sócio-econômicas. O café por ser uma commoditie depende diretamente do mercado internacional, neste sentido, nem sempre os pequenos produtores conseguem se manterem porque o valor da produção é muito alto e não compensa. Em Muzambinho esta ocorrência tem sido comum, como alternativa os pequenos cafeicultores buscam na produção familiar (fabricam artesanato, lingeries e produtos alimentares em geral) outra fonte de renda. Dessa forma o agronegócio globalizado não permite a inserção dos pequenos produtores, o que fomenta as desigualdades sócio-econômicas e torna o espaço agrícola cada vez mais seletivo e fragmentado. 5

6 Referências Bibliográficas CASTILLO, R. A Região competitiva e logística: expressões geográficas da produção e da circulação no período atual. In: IV Seminário Internacional sobre Desenvolvimento Regional, 2008, Santa Cruz do Sul RS. Anais do I Seminário Internacional sobre Desenvolvimento Regional. Santa Cruz do Sul RS: Unisc, v. 1. CHESNAIS, F. A Mundialização do Capital, São Paulo, Ed. Xamã, ELIAS, Denise Agricultura e produção de espaços urbanos não metropolitanos: notas teórico-metodológicas. In: SPOSITO, Maria Encarnação B. (Org.) Cidades médias: espaços em transição. São Paulo: Expressão Popular. SANTOS, Milton. A natureza do espaço, técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996a.. A urbanização brasileira. 2ª ed. São Paulo: Ed. Hucitec, 1996b.. Espaço e método. 3ª ed. São Paulo: Hucitec, (1988) 1997b. Metamorfoses do espaço habitado. São Paulo: Ed. Hucitec Circuitos espaciais da produção: um comentário. In: A construção do espaço, Souza, M. A., Santos, M. (Orgs.) São Paulo: Ed. Nobel. SANTOS, M. & SILVEIRA, M. L. O Brasil, território e sociedade no inicio do século XXI. Rio de Janeiro & São Paulo: Ed. Record,

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