ANÁLISE QUALITATIVA DOS CUSTOS DA QUALIDADE EM UM ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE: UM ESTUDO DE CASO

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ANÁLISE QUALITATIVA DOS CUSTOS DA QUALIDADE EM UM ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE: UM ESTUDO DE CASO"

Transcrição

1 ANÁLISE QUALITATIVA DOS CUSTOS DA QUALIDADE EM UM ESCRITÓRIO DE CONTABILIDADE: UM ESTUDO DE CASO Francisca Jeanne Sidrim de Figueiredo (FALS) FLAVIO MENDONCA BEZERRA (FALS) Suyana Silvestre Bezerra (FALS) Analisar os custos da qualidade na gestão da empresa, tanto em relação à identificação quanto à mensuração, torna-se uma atividade essencial para a empresa que almeja atender melhor aos aspectos de qualidade exigidos pelos clientes. Em vistta disso, analisar tais custos possibilita a prevenção, avaliação e detecção das falhas internas e externas de uma empresa e, também, a determinação das atividades do processo, que ao invés de agregar valor aos produtos e/ou serviços, acabam gerando acréscimo nos custos. Nessa perspectiva, o presente estudo tem como objetivo propor ações para a qualidade através da identificação das falhas internas e externas em um escritório de contabilidade. Para a realização do trabalho de pesquisa foram realizadas conversas informais com o proprietário e funcionários de um escritório, observando e analisando os procedimentos necessários para a prestação do serviço contábil. Como resultado da pesquisa, conclui-se que a contabilidade tem muito campo a explorar em relação à qualidade, criando uma oportunidade de melhorar, minimizar e/ou até erradicar as falhas. Palavras-chaves: Qualidade; Custos da Qualidade; Serviço Contábil.

2 1 Introdução Uma das ferramentas de gestão da qualidade chamada de Custos da Qualidade tem como objetivo auxiliar, por meio da quantificação e da análise, as categorias de custos especificamente associados a ganhos e perdas no processo de obtenção da qualidade. O tema Custos da Qualidade não é recente, o assunto chegou ao país na década de 70 de forma simples, através de empresas multinacionais. Com o aumento da importância dada à questão da qualidade, ocorreu um maior número de implantações dessa ferramenta. Para Crosby (1994), o que custa não é a qualidade, mas sim a não conformidade ou a não qualidade. Para este mesmo autor, qualidade é um investimento com retorno certo. Em vista disso, analisar os custos da qualidade possibilita a prevenção, avaliação e detecção das falhas internas e externas de uma empresa e, também, a determinação das atividades do processo, que ao invés de agregar valor aos produtos e/ou serviços, acabam gerando acréscimo nos custos. Identificar essas atividades e estudar cuidadosamente as tarefas envolvidas nesse processo, cria uma oportunidade para a empresa de analisar e desenvolver novos métodos, reduzir seus custos e estabelecer condições cômodas para aumentar sua competitividade no mercado. O presente artigo foi desenvolvido na área de Custos da Qualidade na Prestação de Serviços, mais especificamente em um escritório de contabilidade, se tratando assim de um estudo de caso. De acordo com Yin (2005, p. 19), Em geral, os estudos de caso representam a estratégia preferida quando se colocam questões do tipo como e porque, quando o pesquisador tem pouco controle sobre os acontecimentos e quando o foco se encontra em fenômenos contemporâneos inseridos em algum contexto da vida real. Este mesmo autor define estudo de caso como uma investigação empírica, que investiga um fenômeno contemporâneo dentro do seu contexto da vida real (Ibid, p.19). Sendo assim, estudo de caso funciona como uma estratégia escolhida ao se analisar acontecimentos atuais, mas que não se podem forjar comportamentos valiosos. O objetivo principal deste artigo é propor ações para a qualidade através da identificação das falhas internas e externas em um escritório de contabilidade. Com isso, busca-se evidenciar os aspectos qualitativos existentes na detecção de erros, como um meio de se apurar quais fatores podem representar custos relevantes para a organização. 2 Custos, Qualidade e Serviços O grande desafio encontrado pelas empresas na atualidade é a redução dos custos ao mesmo tempo em que busca sempre a melhoria da qualidade dos seus produtos e serviços. Manter baixos os custos ou procurar reduzi-los através do aumento da qualidade é uma excelente forma de manter as empresas no mercado. Segundo Feigenbaum (1994), a redução de custos está profundamente vinculada ao acréscimo da qualidade. Se a empresa investe em qualidade, poderá reduzir suas perdas e o retorno do 2

3 que foi investido em qualidade será percebido através da redução da parcela dos custos operacionais decorrentes da má qualidade. Sendo assim, a importância de se apurar os custos da qualidade nas organizações, torna-se proeminente na medida em que programas de qualidade são implementados na empresa. 2.1 Custos Para que o gerenciamento de custos aconteça de forma eficiente, é necessário que os conceitos básicos referentes a este tema sejam corretamente compreendidos. Na literatura contábil encontram-se diversas interpretações que podem levar a diferentes entendimentos dos fatores definidos a seguir, com base na obra de Martins (1998). Gastos: É todo e qualquer sacrifício financeiro que a empresa tem que arcar em troca da obtenção de um produto ou serviço; Investimentos: São gastos efetuados na aquisição de ativos que trarão benefícios futuros à empresa; Despesas: Valor dos bens ou serviços consumidos de forma direta ou indireta para a obtenção de receitas; Perdas: Ocorrências involuntárias ou indesejadas decorridas de situações excepcionais que fogem à normalidade das operações da empresa; Custos: São os gastos efetuados no processo de fabricação de bens ou de prestação de serviços; Desperdícios: Gastos utilizados de forma não eficiente, ou seja, todas as atividades que não agregam valor e adicionam custos desnecessários aos produtos. 2.2 A Importância do Setor de Serviços O setor de serviços é o que mais crescerá e se diversificará no futuro, porque as pessoas, especialmente os consumidores, os exigirão cada vez mais específicos e sofisticados, ou seja, que sejam, cada vez mais, feitos com qualidade. É por isso que crescem assustadoramente, no mundo todo, as reclamações e os protestos contra os serviços de baixa qualidade. Essa baixa qualidade dos serviços vem de indivíduos que não são competentes o bastante (em conceitos e habilidades) para a prestação de um serviço de qualidade, mas sobretudo do sistema que não está estruturado e planejado para a qualidade. A mão de obra não está capacitada para pensar, para reagir e para comunicar-se, não está integrada nos objetivos da organização (nem os conhece), não se sente responsável e nem bem paga, e, além disso, não respeita o cliente (que muitas vezes a incomoda em seu descanso e a sobrecarrega). Os serviços também não estão organizados para melhor atender à disponibilidade de tempo dos clientes (desde os consultórios médicos e odontológicos até a sapataria). Pouca também é a importância dada ao cliente após a prestação dos serviços, dá-se muita ênfase às finanças e ao marketing e pouco se conhece sobre a maneira de se fornecer um serviço de qualidade. 3

4 A própria administração, muitas vezes despreparada e ineficiente, não se dá conta da importância de serviço de qualidade, como forma e caminho de integração da empresa com a comunidade (consumidor). Existem, por outro lado, muitas empresas de serviços que estão passando por uma evolução e progresso incríveis, justamente porque optaram pela qualidade, ou seja, pelo respeito ao consumidor. A tendência é se ter cada dia mais serviços, mas eles não sobreviverão se não tiverem qualidade. 2.3 Qualidade nos Serviços Contábeis O acelerado crescimento do setor de prestação de serviços e a necessidade de se obter informações que melhorem a qualidade do referido setor, especificamente no setor contábil, podem ser observados pelos proprietários de escritórios de contabilidade, como uma ferramenta de alta importância dentro das organizações. Deste modo, com o aumento do número de empresas prestadoras de serviços contábeis e de profissionais nessa área, torna-se indispensável fixar estratégias para aumentar a qualidade dos seus serviços, como uma forma de obter vantagem competitiva e permanecer no mercado. Atualmente, a contabilidade vem vivenciando significativas mudanças em seu processo de trabalho. Ela deixa de ser algo apenas burocrático e passa a ser utilizada como um instrumento ou ferramenta de gestão para o planejamento, controle e tomada de decisões. Assim, através da visão das corporações, do mercado e dos clientes, a contabilidade presta um serviço de consultoria que permite auxiliar o cliente por completo. O investimento em qualidade nos serviços contábeis revela-se determinante para a busca da excelência organizacional. A permanência das empresas prestadoras de serviços contábeis no mercado depende especialmente da competência administrativa, da dedicação e da diferenciação do serviço oferecido. Cada escritório contábil deve, então, estar ciente de sua capacidade de serviço e com que qualidade este serviço está chegando ao cliente, sendo possível atingir a excelência nos serviços prestados expandindo dessa forma suas possibilidades, pois a satisfação dos clientes irá trazer novas indicações. Fica claro que a qualidade tem uma enorme importância e uma vasta relação com os serviços prestados. A qualidade nos serviços tem como principal característica o fato de ser avaliada no momento que o produto (serviço) é produzido. Produção e consumo ocorrem simultaneamente e isso torna crítico o erro (a não qualidade), que é apresentada de forma direta ao consumidor/cliente. 3 Custos da Qualidade Os conceitos de custos de qualidade mudam conforme a definição de qualidade e as estratégias adotadas pela empresa que levam a aplicações e interpretações. Segundo Juran e Gryna, apud Wernke (2008, p. 109), os custos da qualidade são aqueles custos que não existiriam se o produto fabricado fosse perfeito na primeira vez, e estão 4

5 associados com as falhas na produção que levam a retrabalho, desperdícios e perda de produtividade. Garantir a qualidade dos produtos e/ou serviços significa livrar-se das falhas de origem humana por falta de formação, inexperiência ou más condições de trabalho ou de origem material. Segundo Feigenbaum, apud Wernke (Ibid), os custos da qualidade são classificados em dois grupos: os custos do controle e os custos de falhas no controle. Os custos de controle se dividem em custos de prevenção e custos de avaliação e os custos de falhas em custos de falhas internas e externas, conforme figura 01.X Avaliação Controle Prevenção Falhas Internas Falhas no controle Falhas Externas FIGURA 01 Classificação dos custos da qualidade Fonte: Wernke (2008) Custos de prevenção são os custos incorridos para que sejam evitadas não-conformidades em relação à qualidade dos produtos, ou seja, criar formas de prevenir que falhas aconteçam. O objetivo desses custos é controlar a qualidade dos produtos ou serviços, de maneira que possa evitar gastos derivados de erros no sistema produtivo ou de prestação de serviços. São exemplos de custos de prevenção: treinamento e desenvolvimento de pessoal, manutenção preventiva de equipamento de processo, desenvolvimento e implantação de projetos de melhoria de qualidade, avaliação e desenvolvimento de fornecedores, desenvolvimento e implantação de auditorias do sistema de qualidade, aferição de instrumentos de medição e desenvolvimento de sistemas à prova de falhas. Os custos de avaliação são aqueles associados ao controle da qualidade, que visam checar se ocorreram erros no início, durante e/ou no fim do processamento do bem ou serviço. Classificam-se como custos de avaliação: inspeção e teste de material comprado, inspeção e testes ao longo do processo, inspeção e testes do resultado do serviço prestado, operação de sistemas de controle do processo, sistemas de avaliação da qualidade do serviço pelo cliente Os custos de falhas internas são aqueles que visam lidar com erros que ocorreram e foram detectados enquanto o cliente ou seu bem ainda estão na organização. Quanto antes for detectada a falha, menores serão os custos envolvidos para a sua correção. Exemplos: refazer 5

6 de imediato um serviço mal prestado, refugos e retrabalhos em bens do cliente por falhas na prestação do serviço, reorganizar processos e procedimentos após a falha, diagnóstico das causas das falhas, custos com recuperação do cliente. Os custos das falhas externas são aqueles que foram observados depois que os serviços foram prestados e o cliente já deixou a organização. Como falhas externas classificam-se garantia do serviço, retrabalho e re-serviço, responsabilidade civil por falhas no serviço prestado, gerenciamento de reclamações, perda de fidelidade do cliente afetando futuros negócios, testemunho desfavorável do cliente insatisfeito a outros clientes em potencial. Analisar os custos da qualidade na gestão da empresa, tanto em relação à identificação quanto à mensuração, torna-se uma atividade essencial para a empresa que almeja atender melhor aos aspectos de qualidade exigidos pelos seus clientes, refletindo-se nos resultados que a empresa pode alcançar. 4 Procedimentos Metodológicos A empresa objeto deste estudo, trata-se de um escritório de contabilidade localizado na região do Cariri. Contando atualmente com 17 funcionários e atendendo a mais de 80 clientes, o escritório presta serviços de contabilidade a diversos segmentos de mercado, tais como indústria, comércio, clínica, posto de combustível, dentre outros. Para a realização deste artigo, foi utilizada a análise qualitativa que, de acordo com Godoy, apud Forli (2004), pesquisa qualitativa não busca enumerar ou medir os eventos estudados, nem faz uso de instrumental estatístico na análise dos dados, pois procura compreender e entender o fenômeno de forma contextualizada. Sendo assim, a análise qualitativa trabalha com descrições, comparações e interpretações, ao invés de estatísticas, regras e outras generalizações. Um dos tipos de pesquisa qualitativa é o estudo de caso que, ainda na visão de Godoy, apud Forli (ibid, p. 56), visa ao exame detalhado de um ambiente, de um simples sujeito ou de uma situação em particular. No presente trabalho, o tipo de estudo de caso foi único, aplicando-se a observação participante, que segundo Moreira (2002, p. 52), a observação participante é conceituada como sendo uma estratégia de campo que combina ao mesmo tempo a participação ativa com os sujeitos, a observação intensiva em ambientes naturais, entrevistas abertas informais e análise documental. Em relação ao nível de envolvimento, o pesquisador é conhecido pelos participantes dos eventos, porém não realiza nenhuma interferência no processo. Concretizando o conceito acima mencionado, foram coletados os dados através de conversas informais com o proprietário e funcionários do referido escritório, observando e analisando os procedimentos necessários para a prestação do serviço contábil. 5 Demonstração e Análise dos Dados Coletados Devido à empresa não possuir um programa de qualidade, não se pode trabalhar com os custos de avaliação e prevenção, pois os mesmos não existem. Desta forma, visou-se exclusivamente à categoria de falhas internas e externas. Na pesquisa dos tipos de falhas internas que podem sobrevir nos setores da empresa, constatou-se a possibilidade de ocorrência de: 6

7 Erro na digitação de lançamentos; Erro no cálculo de impostos por falta de conhecimento, por parte do funcionário do escritório, em relação à empresa e aos produtos: o funcionário deve estar sempre atento às mudanças na legislação tributária, observando as alíquotas referentes a cada produto ou serviço. No que se refere às falhas internas, o erro é identificado antes do imposto ser entregue ao cliente; Erro no cálculo do imposto por falha no sistema (como no caso anterior, o erro também é identificado antes da entrega do imposto ao cliente); Equívoco no arquivamento de documentos: arquivar, por exemplo, documento de determinada empresa na pasta de outra e/ou arquivar um imposto na pasta de despesas; Falta de protocolo interno: não utilização de protocolo para a movimentação de documentos entre funcionários e setores da empresa. Já em relação às falhas externas verificou-se: Falta de discriminação no protocolo de solicitação de documentos ao cliente: o funcionário deve descrever detalhadamente quais documentos deverão ser requeridos (ex: Extratos Bancários Nome do Banco número da conta corrente e agência período: especificando mês/ano); Erro no cálculo de impostos por falta de conhecimento, por parte do funcionário do escritório, em relação à empresa e aos produtos: o funcionário deve estar sempre atento às mudanças na legislação tributária observando as alíquotas referentes a cada produto ou serviço. Contudo, neste caso de falhas externas, o erro é identificado após a entrega do imposto ao cliente; Erro no cálculo do imposto por falha no sistema (como no caso anterior, o erro também é identificado após a entrega do imposto ao cliente); Falta de conhecimento para transmitir informação; Esquecimento no cumprimento de obrigações (como por exemplo, o envio de documentos para o Fisco, o que poderá acarretar restrições ao cliente); Atraso na entrega de documento para o cliente; Recobrar honorários ao cliente por falta de baixa no recebimento dos mesmos. 6 O Tratamento de Falhas Internas e Falhas Externas No contexto do que foi supramencionado e com a finalidade específica de apontar o que pode ocasionar as falhas internas e externas em um escritório de contabilidade, bem como propor possíveis soluções para o problema, está demonstrado nas tabelas I e II, a seguir apresentadas: 7

8 8

9 6.1 Desdobramento das Sugestões a) Treinamento O treinamento tende ao aprimoramento de desempenhos e a uma crescente produtividade, preparando a potencialidade humana frente às mudanças do mercado de trabalho e às inovações tecnológicas. Assim, o treinamento torna-se indispensável para a constante busca da qualidade total. Para os autores Tachizawa, Ferreira e Fortuna (2001), o treinamento tem a finalidade de preparar as pessoas para o desempenho imediato das várias tarefas típicas da organização; oferecendo oportunidades para o desenvolvimento pessoal, não somente em relação ao cargo ocupado atualmente, mas também em outros que possa vir a ser exercido pelo indivíduo; transformação nas atitudes das pessoas, podendo vir a criar entre elas um clima bem mais 9

10 satisfatório, tornando-as mais receptivas às técnicas de supervisão e aumentando-lhes a motivação. A imagem de treinamento leva a perguntas como o por que, em que, quem e quando treinar. Para tanto existem etapas onde, primeiramente, deve ser diagnosticada a necessidade de treinamento (neste caso, em que setor e com quais funcionários houve a detecção de falhas internas e externas dentro do escritório), depois deve ser feita uma programação de treinamento que venha a atender às necessidades antes identificadas, em seguida vem a aplicação e execução e, por fim, a avaliação dos resultados alcançados. Investir no treinamento de pessoas significa investir na qualidade de serviços que determinada empresa oferece. b) Problemas no sistema Para efetivar a contabilidade e a informação contábil dentro da organização é necessária a utilização de um Sistema de Informação Contábil ou Sistema de Informação de Controladoria, para que exista uma exatidão e rapidez nas informações. Para Padovese (2000, p. 45), o Sistema de Informações, pode ser conceituado como: Um conjunto de recursos humanos, materiais, tecnológicos e financeiros agregados segundo uma sequência lógica para o processamento dos dados e tradução em informações para, com seu produto, permitir às organizações o cumprimento de seus objetivos principais. Não só o escritório do presente estudo, mas também todos os escritórios de contabilidade, para que tenham uma maior segurança no fornecimento de informações aos seus clientes, além de uma maior eficiência e qualidade no fornecimento de seus serviços, necessitam estar sempre atentos na ocorrência de falhas do Sistema de informação. Assim, para que falhas não aconteçam, é imprescindível estreitamento na relação entre o gestor do escritório e o provedor do sistema. Assim, o gestor contábil precisa exigir do servidor do sistema que os erros que vierem a ocorrer não se repitam, ou, em último caso, ir à procura de programas e sistemas que atendam com mais eficiência as demandas exigidas pelo escritório. c) Padronização para utilização de protocolo interno O protocolo é um livro onde se registra as correspondências de uma empresa. Nos escritórios de contabilidade, é no protocolo que é registrada a saída e entrada de documentos, também sendo utilizado em forma de formulário. A necessidade da utilização de protocolo interno, entre os setores da empresa e, até mesmo, entre funcionários do mesmo setor, é imprescindível para evitar extravio de documentos, perda de tempo, dúvidas e desentendimentos no ambiente de trabalho. d) Criação de Checklist Checklist é uma lista de verificação, com itens a serem observados e/ou tarefas a serem cumpridas, que pode variar de acordo com o setor no qual é utilizada. Pode ser preparada para conferir as atividades já efetuadas e ainda a serem realizadas. 10

11 É de suma importância definir os pontos importantes daquilo que se pretende fazer, para organizar os serviços a serem feitos e checar os já cumpridos. No caso da contabilidade, existem vários tipos de checklist que podem ser elaborados. Em relação ao esquecimento de envio de documentos, por exemplo, deve-se fazer uma listagem de todos os procedimentos que devem ser realizados no que diz respeito à determinada empresa: tudo que deve ser feito, por etapas, e todos os documentos que devem ser enviados, constando a data para envio à empresa e/ou ao órgão competente. A checklist não deve ser redigida como relatório, deve ser resumida e ir diretamente a cada ponto pertencente a um processo em questão. É uma checagem simples que atua na prevenção para que um pequeno engano não se transforme num desastre de enormes proporções. e) Sistema Kanban para gerenciamento de prioridades Segundo Rocha (1993, p. 209), Kanban significa sistema de controle de fluxo usando cartões. Há cartões para movimentação e há para produção. Ainda para o mesmo autor O sistema Kanban permite controlar tudo o que está ocorrendo na produção pela visualização dos cartões, (Ibid, p. 209). O sistema Kanban se baseia na utilização de sinalizações, na maioria das vezes cartões coloridos e painéis porta cartões, para iniciar a produção e/ou movimentação de determinado item pela empresa. Existem múltiplas opções para a implantação desse sistema, que dependerão de criatividade e dos recursos que a empresa disponibilizará. Utilizando esse sistema na área de serviços, mais especificamente em um escritório contábil, essa visualização através de sinalizações em cores, pode se voltar para as empresas/clientes de forma a indicar: qual carece de prioridade? O que é urgente? O que pode esperar? Estabelecendo as empresas responsáveis por determinado funcionário/colaborador, pode-se utilizar o sistema Kanban, criando um quadro com as respectivas empresas e utilizando sinalizações em cores para a identificação das necessidades, do que está atrasado ou do que é urgente. Seria uma forma de controle e de procurar manter as empresas atualizadas, evitando atrasos na solicitação de alguma demonstração contábil pelo cliente. f) Recobrança de honorários Para evitar este acontecimento, é sugerido que haja uma outra pessoa, ou mais de uma, pessoa esta de confiança, que venha a ser responsável, também, pelo recebimento dos honorários. Como também a criação de um sistema único (criado no excel, por exemplo), com senha, no qual terão acesso somente as pessoas indicadas. Assim, quando o responsável pelo setor financeiro estiver ausente, uma outra pessoa poderá receber e acessar o sistema, atualizando o recebimento de determinado cliente no mês correspondente. 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS Devido a real importância no que se refere ao potencial informativo e às varias formas de redução dos gastos, o gestor ou proprietário deve levar a empresa a ter uma especial atenção no que diz respeito à mensuração dos custos da qualidade, especialmente com as falhas internas e externas, dada a sua elevada participação no total dos custos da qualidade. No decorrer da realização desse estudo, houve dificuldade no que diz respeito ao cálculo dos custos. Essa mensuração não foi possível devido ao tempo disponível para a elaboração do 11

12 mesmo. Diante disso, o trabalho tornou-se apenas qualitativo, tendo como foco principal as falhas internas e externas. Detectando assim a realidade do escritório estudado, analisando as falhas, classificando-as e posteriormente sugerindo a implantação de melhorias simplistas e significativas, concretizouse a oportunidade de melhorar, minimizar e/ou até erradicar tais falhas. Fica claro no estudo apresentado, que o embasamento do ponto de vista dos custos da qualidade está diretamente relacionado ao gerenciamento da organização de forma linear, onde o conjunto de atividades está interligado e deve ser estudado desde o início até a sua finalização, pois o processo atravessa diversos setores da empresa. Se a concretização de cada processo depende de várias pessoas de uma organização, conclui-se que a aplicação da metodologia de gerenciamento da rotina, que incide em sistematizar e verificar os processos, torna-se essencial, pois é através dela que se comprova o papel de cada pessoa na organização, quais seus compromissos e responsabilidades. Ou seja, verificar os custos da qualidade em uma determinada empresa, sobretudo em escritórios de contabilidade, é um dos principais meios para se obter os melhores resultados e satisfação dos clientes. Conclui-se que a contabilidade tem muito campo a explorar em relação aos custos da qualidade e, quanto às pesquisas e trabalhos publicados, vale ressaltar que há uma carência muito grande sobre a matéria, comprovando que a continuidade deste estudo é imprescindível para colocá-la em evidência neste novo rumo que as empresas estão seguindo. REFERÊNCIAS CROSBY, P. B. Qualidade é investimento. Rio de Janeiro: José Olympio, FEIGENBAUM, Armand. Controle da qualidade total. V. 1,2,3 e 4. Tradução de Regina Cláudia Loverri; revisão técnica José Carlos de Castro Waeny. São Paulo: Makron Books, FORLI, Daniela de Cássia M. Análise Qualitativa dos Relatórios da Administração das Companhias Abertas Brasileiras no Setor de Alimentos, campus de Ribeirão Preto, USP, Disponível em: <http://www.cepefin.org.br/publicados_pdf/analise_qualitativa_relatorios_adm_cias_abertas. pdf>. Acesso em: 20 out MARTINS, Eliseu. Contabilidade de Custos. 6a edição, editora Atlas, MOREIRA, Daniel Augusto. O método fenomenológico na pesquisa. São Paulo: Pioneira Thomson,

13 PADOVEZE, Clóvis Luís. Sistemas de Informações Contábeis: fundamentos e análise. 2ª Ed. São Paulo:Atlas, ROCHA, Duílio R. Fundamentos Administrativos da Produção. Fortaleza, CE: UNIFOR, TACHIZAWA, Takeshy; FERREIRA, Victor Cláudio Paradela; FORTUNA, Antônio Alfredo Mello. Gestão com Pessoas: uma abordagem aplicada às estratégias de negócios. 2ª Ed. São Paulo: FGV, WERNKE, Rodney; BORNIA, Antônio Cezar. Considerações acerca dos Conceitos e Visões sobre os Custos da Qualidade. FAE, Curitiba, v. 3, n. 2, maio/ago Disponível em: <http://www.fae.edu/publicacoes/pdf/revista_da_fae/fae_v3_n2/consideracoes_acerca_dos.pd f>. Acesso em: 07 out YIN, Robert K. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos. 3 ed. Porto Alegre: Bookman,

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

COMO APURAR OS CUSTOS DA QUALIDADE DE FORMA A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DA EMPRESA

COMO APURAR OS CUSTOS DA QUALIDADE DE FORMA A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DA EMPRESA COMO APURAR OS CUSTOS DA QUALIDADE DE FORMA A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DA EMPRESA Prof. Ms. Sidney E. Santana 1. Identificando os custos da qualidade Controlar a origem das receitas, produto da venda de

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ANA LAURA CANASSA BASSETO (UTFPR) alcanassa@hotmail.com Caroline Marqueti Sathler (UTFPR)

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

CONSULTORIA MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO

CONSULTORIA MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO MUDAR NEM SEMPRE É FÁCIL, MAS AS VEZES É NECESSÁRIO CONTEÚDO 1 APRESENTAÇÃO 2 PÁGINA 4 3 4 PÁGINA 9 PÁGINA 5 PÁGINA 3 APRESENTAÇÃO 1 O cenário de inovação e incertezas do século 21 posiciona o trabalho

Leia mais

CUSTOS DA QUALIDADE. Docente: Dr. José Carlos Marques

CUSTOS DA QUALIDADE. Docente: Dr. José Carlos Marques CUSTOS DA QUALIDADE Docente: Dr. José Carlos Marques Discentes: Estêvão Andrade Nº. 2089206 Maria da Luz Abreu Nº. 2405797 Teodoto Silva Nº. 2094306 Vitalina Cunha Nº. 2010607 Funchal 30 de Abril de 2008

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais

Auditoria Interna Como assessoria das entidades

Auditoria Interna Como assessoria das entidades Auditoria Interna Como assessoria das entidades Francieli Hobus 1 Resumo A auditoria interna vem se tornando a cada dia, uma ferramenta indispensável para as entidades. Isso está ocorrendo devido à preocupação

Leia mais

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA Daniela Vaz Munhê 1 Jenifer Oliveira Custódio Camara 1 Luana Stefani 1 Murilo Henrique de Paula 1 Claudinei Novelli 2 Cátia Roberta Guillardi

Leia mais

A CONTABILIDADE E SUA IMPORTÂNCIA PARA UM GRUPO DE EMPRESAS COMERCIAIS 1

A CONTABILIDADE E SUA IMPORTÂNCIA PARA UM GRUPO DE EMPRESAS COMERCIAIS 1 A CONTABILIDADE E SUA IMPORTÂNCIA PARA UM GRUPO DE EMPRESAS COMERCIAIS 1 SILVA, Cleusa Pereira da 2 ; FELICE, Luciana Maria Vizzotto 4 ; LORENZETT, Daniel Benitti 3 ; VIERO, Claudinei 4 1 Trabalho de Pesquisa

Leia mais

Private Equity ADVISORY

Private Equity ADVISORY Private Equity ADVISORY Private Equity Excelentes profissionais que trabalham em equipe, transformando conhecimento em valor, em benefício de nossos clientes. Private Equity 1 Qualidade e integridade são

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO

CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO CUSTOS DA QUALIDADE EM METALURGICAS DO SEGMENTOS DE ELEVADORES PARA OBRAS CÍVIS - ESTUDO DE CASO José Roberto Santana Alexandre Ripamonti Resumo: Com a globalização da economia, as empresas, enfrentam

Leia mais

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS

AUDITORIA INTERNA DA ATLAS AUDITORIA INTERNA DA ATLAS A auditoria interna serve à administração como meio de identificação de que todos os processos internos e políticas definido pela ATLAS, assim como sistemas contábeis e de controle

Leia mais

Proposta de avaliação de desempenho através dos custos da qualidade em sistemas de gestão da qualidade certificados

Proposta de avaliação de desempenho através dos custos da qualidade em sistemas de gestão da qualidade certificados Proposta de avaliação de desempenho através dos custos da qualidade em sistemas de gestão da qualidade certificados Ana Carolina Oliveira Santos Carlos Eduardo Sanches Da Silva Resumo: O sistema de custos

Leia mais

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE CENECISTA DE SETE LAGOAS

Leia mais

O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques

O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques O Plano Financeiro no Plano de Negócios Fabiano Marques Seguindo a estrutura proposta em Dornelas (2005), apresentada a seguir, podemos montar um plano de negócios de forma eficaz. É importante frisar

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011

ISO NAS PRAÇAS. Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade. Julho/2011 Oficina ISO 9001-2008 Formulação da Política da Qualidade Julho/2011 GESPÚBLICA Perfil do Facilitador Servidor de carreira que tenha credibilidade Bom relacionamento interpessoal Acesso a alta administração

Leia mais

Comparando as metodologias Lean Enterprise, Six Sigma e de Gestão da Qualidade

Comparando as metodologias Lean Enterprise, Six Sigma e de Gestão da Qualidade Página 1 de 6 NOTÍCIAS CARREIRAS & GESTÂO CURSOS & SEMINÁRIOS LIVROS DANÇA DAS CADEIRAS PESQUISAS COMPRAS ENTREVISTAS EM VÍDEO LAZER & TURISMO HOME Artigos Comparando as metodologias Lean Enterprise, Six

Leia mais

Sumário. (11) 3177-7700 www.systax.com.br

Sumário. (11) 3177-7700 www.systax.com.br Sumário Introdução... 3 Amostra... 4 Tamanho do cadastro de materiais... 5 NCM utilizadas... 6 Dúvidas quanto à classificação fiscal... 7 Como as empresas resolvem as dúvidas com os códigos de NCM... 8

Leia mais

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica por Camila Hatsumi Minamide* Vivemos em um ambiente com transformações constantes: a humanidade sofre diariamente mudanças nos aspectos

Leia mais

Gerenciamento da produção

Gerenciamento da produção 74 Corte & Conformação de Metais Junho 2013 Gerenciamento da produção Como o correto balanceamento da carga de dobradeiras leva ao aumento da produtividade e redução dos custos (I) Pedro Paulo Lanetzki

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

Gerenciamento de Incidentes

Gerenciamento de Incidentes Gerenciamento de Incidentes Os usuários do negócio ou os usuários finais solicitam os serviços de Tecnologia da Informação para melhorar a eficiência dos seus próprios processos de negócio, de forma que

Leia mais

Q u al i f i c a ç ã o f o r m al d o s r e s p o n s á v e i s P ó s g r a d u a d o s

Q u al i f i c a ç ã o f o r m al d o s r e s p o n s á v e i s P ó s g r a d u a d o s Justificativa do trabalho As Empresas, com fim lucrativo ou não, enfrentam dificuldades para determinar o preço de seus produtos ou serviços, visto que o preço sofre grande influência do mercado, levando

Leia mais

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados

Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação Procedimentos Possíveis Achados Questão de auditoria Informações Requeridas Fontes de Informação s Possíveis Achados 1 As características da unidade de controle interno atendem aos preceitos normativos e jurisprudenciais? Ato que criou

Leia mais

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014

ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL. Guia Prático de Compra O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO. Edição de julho.2014 ERP SISTEMA DE GESTÃO EMPRESARIAL Guia Prático de Compra Edição de julho.2014 O QUE SABER E COMO FAZER PARA ADQUIRIR CERTO Í n d i c e 6 perguntas antes de adquirir um sistema 4 6 dúvidas de quem vai adquirir

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 RECURSOS HUMANOS EM UMA ORGANIZAÇÃO HOSPITALAR COM PERSPECTIVA DE DESENVOLVIVENTO DO CLIMA ORGANIZACONAL: O CASO DO HOSPITAL WILSON ROSADO EM MOSSORÓ RN

Leia mais

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao»

Proposta Comercial. Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing. Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Proposta Comercial Empresa «Nome_da_empresa» Solução BPO Business Process Outsourcing Número Proposta «Numero_Proposta» - «Versao» Data 14 de setembro de 2012 Preparado para: «Nome» «Sobrenome» 1. Objetivo

Leia mais

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1

Governança de TI. ITIL v.2&3. parte 1 Governança de TI ITIL v.2&3 parte 1 Prof. Luís Fernando Garcia LUIS@GARCIA.PRO.BR ITIL 1 1 ITIL Gerenciamento de Serviços 2 2 Gerenciamento de Serviços Gerenciamento de Serviços 3 3 Gerenciamento de Serviços

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

A Importância da Informática na Profissão Contábil

A Importância da Informática na Profissão Contábil A Importância da Informática na Profissão Contábil Sumário: I Introdução. II Importância da Informática na Contabilidade. III A Valorização do Profissional Contábil com o Uso da Informática. IV A Vantagem

Leia mais

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO

FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO CONTEÚDO DO CURSO DE FORMAÇÃO DE PREÇO DE SERVIÇO PROMOVIDO PELA www.administrabrasil.com.br - CONCEITO DE PREÇO NOS SERVIÇOS - FATORES DETERMINANTES DOS PREÇOS - ESTRATÉGIAS E ASPECTOS IMPORTANTES PARA

Leia mais

MANUAL GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

MANUAL GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO 1 - INTRODUÇÃO Define-se como risco de mercado a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado de posições detidas pela Cooperativa, o que inclui os riscos das operações

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TIC. ISO/IEC 20.000 / ITIL V2 e V3

Gerenciamento de Serviços de TIC. ISO/IEC 20.000 / ITIL V2 e V3 Gerenciamento de Serviços de TIC ISO/IEC 20.000 / ITIL V2 e V3 Agenda O que é serviço de TIC? O que é Qualidade de Serviços de TIC? O que é Gerenciamento de Serviços de TIC? ISO IEC/20.000-2005 ITIL versão

Leia mais

Gestão. Práticas. Editorial. Geovanne. Acesse online: 01. Indicador de motivo de não venda 02. DRE (demonstração dos resultados do exercício) 03 e 04

Gestão. Práticas. Editorial. Geovanne. Acesse online: 01. Indicador de motivo de não venda 02. DRE (demonstração dos resultados do exercício) 03 e 04 Práticas de Gestão Editorial Geovanne. 02 01. Indicador de motivo de não venda 02. DRE (demonstração dos resultados do exercício) Como faço isso? Acesse online: 03 e 04 www. No inicio da década de 90 os

Leia mais

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes

INVENTÁRIO ANUAL. Exercício 2011. Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes INVENTÁRIO ANUAL Exercício 2011 Orientações e Procedimentos para Comissões Inventariantes Elaboração: Fernando de Souza Guimarães : 3409-4674 / 3409-4675 : dimat@dsg.ufmg.br Belo Horizonte, 2011 SUMÁRIO

Leia mais

Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM

Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM Fábio Pires 1, Wyllian Fressatti 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil pires_fabin@hotmail.com wyllian@unipar.br RESUMO. O projeto destaca-se

Leia mais

IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA

IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA SILVA, Paulo Henrique Rodrigues da Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerencias E-mail: ph.rs@hotmail.com SILVA, Thiago Ferreira da Docente da Faculdade

Leia mais

Principais dificuldades

Principais dificuldades Principais dificuldades A maior dificuldade apontada pelas organizações contábeis pesquisadas foi receber informações dos clientes com qualidade e prazo. Apenas 16% delas indicaram problemas com a aderência

Leia mais

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO

GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO GESTÃO DE PROJETOS PARA A INOVAÇÃO Indicadores e Diagnóstico para a Inovação Primeiro passo para implantar um sistema de gestão nas empresas é fazer um diagnóstico da organização; Diagnóstico mapa n-dimensional

Leia mais

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico

Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Estratégia de Manutenção em Oficinas utilizando Caminho Critico RESUMO Entre as estratégias gerenciais em empresas de médio e grande porte existe o

Leia mais

CASO DE SUCESSO MICROWARE

CASO DE SUCESSO MICROWARE CASO DE SUCESSO MICROWARE CLIENTE: Jequiti Cosméticos SEGMENTO: Indústria JEQUITI INVESTE EM ESTRUTURA PRÓPRIA PARA GARANTIR MAIOR PROCESSAMENTO DE DADOS ÁREA DE ATUAÇÃO: Datacenter DEMANDA: Uma estrutura

Leia mais

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GESTÃO EMPRESARIAL E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO * César Raeder Este artigo é uma revisão de literatura que aborda questões relativas ao papel do administrador frente à tecnologia da informação (TI) e sua

Leia mais

Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S.

Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Disciplina: Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 4: Trilhas de Auditoria Existe a necessidade

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL

ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL ANEXO X DIAGNÓSTICO GERAL 1 SUMÁRIO DIAGNÓSTICO GERAL...3 1. PREMISSAS...3 2. CHECKLIST...4 3. ITENS NÃO PREVISTOS NO MODELO DE REFERÊNCIA...11 4. GLOSSÁRIO...13 2 DIAGNÓSTICO GERAL Este diagnóstico é

Leia mais

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir:

Os serviços, objetos desse termo de referência, deverão ser desenvolvidos em 03 (três) etapas, conforme descrição a seguir: Termo de Referência 1. Objeto Contratação de empresa especializada em gestão de saúde para execução de atividades visando a reestruturação do modelo de atenção à saúde, objetivando diagnosticar novas proposituras

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

Revista Eletrônica Aboré Publicação da Escola Superior de Artes e Turismo - Edição 03/2007 ISSN 1980-6930

Revista Eletrônica Aboré Publicação da Escola Superior de Artes e Turismo - Edição 03/2007 ISSN 1980-6930 AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS PRESTADOS NOS HOTÉIS DE CATEGORIA QUATRO ESTRELAS NA CIDADE DE MANAUS SEGUNDO A PERCEPÇÃO DOS COLABORADORES Érica de Souza Rabelo 1 Helen Rita Menezes Coutinho

Leia mais

ANALISTA DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL

ANALISTA DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL Indústria de Médio Porte do Noroeste do RS contrata: ANALISTA DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL Formação superior completa, preferencialmente em Contabilidade; Disponibilidade de fixar residência no Noroeste

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

Global Productivity Solutions Treinamento e Consultoria em Seis Sigma. Seis Sigma em Serviços: desafios e adequações necessárias

Global Productivity Solutions Treinamento e Consultoria em Seis Sigma. Seis Sigma em Serviços: desafios e adequações necessárias Global Productivity Solutions Treinamento e Consultoria em Seis Sigma Seis Sigma em Serviços: desafios e adequações necessárias A importância do Seis Sigma e da Qualidade em serviços As empresas de serviços

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

TÍTULO: CONTABILIDADE AMBIENTAL E COMUNICAÇÃO: OS TERMOS UTILIZADOS PELA CONTABILIDADE AMBIENTAL

TÍTULO: CONTABILIDADE AMBIENTAL E COMUNICAÇÃO: OS TERMOS UTILIZADOS PELA CONTABILIDADE AMBIENTAL TÍTULO: CONTABILIDADE AMBIENTAL E COMUNICAÇÃO: OS TERMOS UTILIZADOS PELA CONTABILIDADE AMBIENTAL CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: CIÊNCIAS CONTÁBEIS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA

ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA MANUAL DE VISITA DE ACOMPANHAMENTO GERENCIAL SANKHYA Material exclusivo para uso interno. O QUE LEVA UMA EMPRESA OU GERENTE A INVESTIR EM UM ERP? Implantar um ERP exige tempo, dinheiro e envolve diversos

Leia mais

CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA E INSTRUTORIA

CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA E INSTRUTORIA CREDENCIAMENTO DE PESSOAS JURÍDICAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA E INSTRUTORIA PERGUNTAS FREQUENTES Este guia com perguntas e respostas foi desenvolvido para possibilitar um melhor entendimento

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento

Leia mais

INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 1.1

INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 1.1 1.0 INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA 1.1 1.2 ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Qual o objetivo das empresas para a administração financeira? Maximizar valor de mercado da empresa; Aumentar a riqueza dos acionistas.

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DA QUALIDADE Profa. Adriana Roseli Wünsch Takahashi

GESTÃO ESTRATÉGICA DA QUALIDADE Profa. Adriana Roseli Wünsch Takahashi UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DA QUALIDADE GESTÃO ESTRATÉGICA DA QUALIDADE Profa. Adriana Roseli Wünsch Takahashi MARÇO/2010

Leia mais

Politicas de Segurança da Informação

Politicas de Segurança da Informação Politicas de Segurança da Informação Rodrigo Pionti¹, Daniel Paulo Ferreira² Faculdade de Tecnologia de Ourinhos FATEC INTRODUÇÃO Com o avanço da tecnologia de modo acelerado, o uso da internet tem se

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

A GESTÃO DA QUALIDADE COMO DIFERENCIAL NO DESENVOLVIMENTO DAS EMPRESAS

A GESTÃO DA QUALIDADE COMO DIFERENCIAL NO DESENVOLVIMENTO DAS EMPRESAS A GESTÃO DA QUALIDADE COMO DIFERENCIAL NO DESENVOLVIMENTO DAS EMPRESAS Laís da Silva Oliveira (G-UEM) Jéssica Moraes Andreossi (G-UEM) José Braz Hercos Junior Resumo O estudo de caso mostra a implantação

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Leia mais

Contratação de serviços de Limpeza

Contratação de serviços de Limpeza 19º Jornada de Controle de Infecção Hospitalar de Ribeirão Preto 1º Jornada de Inovação da Prática em Enfermagem Contratação de serviços de Limpeza próprio terceirizado Vantagens e desvantagens e como

Leia mais

Estrutura de Relacionamento:

Estrutura de Relacionamento: 1 Índice Por que ter Guia de Relacionamento e Suporte?... 3 Qual a Estrutura de Relacionamento com o Cliente?... 3 Agente de Atendimento (CAT):... 3 Gerente de Contas (GC):... 3 Gerente de Serviço (GS):...

Leia mais

FACULDADE MODELO POR DENTRO DA SENFF ADMINISTRADORA DE CARTÕES

FACULDADE MODELO POR DENTRO DA SENFF ADMINISTRADORA DE CARTÕES FACULDADE MODELO POR DENTRO DA SENFF ADMINISTRADORA DE CARTÕES CURITIBA 2009 MARCOS ANTONIO RIBAS PONT SAMUEL ANDRADE TAUFMANN POR DENTRO DA SENFF ADMINISTRADORA DE CARTÕES Trabalho apresentado à disciplina

Leia mais

Manual do Sistema de Demandas da FUNDEPAG

Manual do Sistema de Demandas da FUNDEPAG 2015 Manual do Sistema de Demandas da FUNDEPAG Manual do Sistema de Demandas da FUNDEPAG Cliente Institucional e Atualizado em: 11 de setembro de 2015 Sumário 1. Conceito do software... 1 2. Abertura de

Leia mais

PROJETO INTERDISCIPLINAR DO MÓDULO DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES ( PIMAT ): ESTUDO DE CASO TURISMO E HOTELARIA / SÃO JOSÉ

PROJETO INTERDISCIPLINAR DO MÓDULO DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES ( PIMAT ): ESTUDO DE CASO TURISMO E HOTELARIA / SÃO JOSÉ PROJETO INTERDISCIPLINAR DO MÓDULO DE AGÊNCIAS DE VIAGENS E TRANSPORTES ( PIMAT ): ESTUDO DE CASO TURISMO E HOTELARIA / SÃO JOSÉ Fabiano Ceretta 1 Resumo: O projeto interdisciplinar do módulo de Agências

Leia mais

A ITIL e o Gerenciamento de Serviços de TI

A ITIL e o Gerenciamento de Serviços de TI A ITIL e o Gerenciamento de Serviços de TI A era da informação Informação, palavra derivada do verbo latim "informare", que significa "disciplinar", "ensinar", "instruir", juntamente com o seu significado

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória

Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Uso dos computadores e a Tecnologia da informação nas empresas: uma visão geral e introdutória Não há mais dúvidas de que para as funções da administração - planejamento, organização, liderança e controle

Leia mais

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES Cassia Uhler FOLTRAN 1 RGM: 079313 Helen C. Alves LOURENÇO¹ RGM: 085342 Jêissi Sabta GAVIOLLI¹ RGM: 079312 Rogério Bueno ROSA¹ RGM:

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

//Sobre VISÃO MISSÃO. Honestidade, Responsabilidade. Respeito. Colaboração.

//Sobre VISÃO MISSÃO. Honestidade, Responsabilidade. Respeito. Colaboração. . Quem somos //Sobre A Oficina1 é uma consultoria direcionada à tecnologia da informação, com foco na implementação dos ERPs Protheus e OpenBravo, além do aplicativo de Service Desk SysAid, abrangendo

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

Sistemas de Indicadores de Desempenho

Sistemas de Indicadores de Desempenho Sistemas de Indicadores de Desempenho Aula 11 Profª. Ms. Eng. Aline Soares Pereira Sistemas Produtivos I Indicadores Indicadores são formas de representação quantificáveis das características de produtos

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 Belo Horizonte

Leia mais

SPED Sistema Público de Escrituração Fiscal CONTROLES MÍNIMOS PARA A SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Prof. Ms. Edison Fontes, CISM, CISA, CRISC

SPED Sistema Público de Escrituração Fiscal CONTROLES MÍNIMOS PARA A SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Prof. Ms. Edison Fontes, CISM, CISA, CRISC NUCLEO CONSULTORIA EM SEGURANÇA Artigo SPED Sistema Público de Escrituração Fiscal CONTROLES MÍNIMOS PARA A SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO BRASIL, São Paulo Novembro, 2013 V.1.0 1. RESUMO Este artigo apresenta

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA SICOM - CONTABILIDADE

ORIENTAÇÃO TÉCNICA SICOM - CONTABILIDADE ORIENTAÇÃO TÉCNICA SICOM - CONTABILIDADE O principal objetivo do SICOM é exercer um controle concomitante dos atos e fatos realizados nas administrações públicas, criando condições para identificar de

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, mara@cnpma.embrapa.br RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

Avenida Jamaris, 100, 10º e 3º andar, Moema São Paulo SP 04078-000 55 (11) 5051-8880

Avenida Jamaris, 100, 10º e 3º andar, Moema São Paulo SP 04078-000 55 (11) 5051-8880 APRESENTAÇÃO DA EMPRESA E DOS SERVIÇOS AUDITORIA CONSULTORIA EMPRESARIAL CORPORATE FINANCE EXPANSÃO DE NEGÓCIOS CONTABILIDADE INTRODUÇÃO A FATORA tem mais de 10 anos de experiência em auditoria e consultoria

Leia mais

Controle Interno se refere a procedimentos de organização adotados como planos permanentes da entidade.

Controle Interno se refere a procedimentos de organização adotados como planos permanentes da entidade. Julio Cesar Medeiros Pasqualeto Contador, com 27 de experiência. Pós Graduado em Finanças pela FGV /RJ e Mestrando em Controladoria/Finanças pela Unisinos/RS. Membro CTNC ABRAPP e ANCEP, Membro do Conselho

Leia mais

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI

Objetivos. PDI - Plano Diretor de Informática. O que é? Como é feito? Quanto dura sua elaboração? Impactos da não execução do PDI Objetivos Assegurar que os esforços despendidos na área de informática sejam consistentes com as estratégias, políticas e objetivos da organização como um todo; Proporcionar uma estrutura de serviços na

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais.

Unidade de Projetos. Grupo Temático de Comunicação e Imagem. Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais. Unidade de Projetos de Termo de Referência para desenvolvimento da gestão de Marcas Setoriais Branding Agosto de 2009 Elaborado em: 3/8/2009 Elaborado por: Apex-Brasil Versão: 09 Pág: 1 / 8 LÍDER DO GRUPO

Leia mais

RHIND Group. Rhind Group. Nossa Equipe. Nosso objetivo

RHIND Group. Rhind Group. Nossa Equipe. Nosso objetivo Rhind Group É uma empresa estruturada para prover soluções em consultoria e assessoria empresarial aos seus clientes e parceiros de negócios. Com larga experiência no mercado, a Rhind Group tem uma trajetória

Leia mais

A Biblioteca: Gerenciamento de Serviços de TI. Instrutor : Cláudio Magalhães E-mail: cacmagalhaes@io2.com.br

A Biblioteca: Gerenciamento de Serviços de TI. Instrutor : Cláudio Magalhães E-mail: cacmagalhaes@io2.com.br A Biblioteca: Gerenciamento de Serviços de TI Instrutor : Cláudio Magalhães E-mail: cacmagalhaes@io2.com.br 2 A Biblioteca ITIL: Information Technology Infrastructure Library v2 Fornece um conjunto amplo,

Leia mais

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO

A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 A SATISFAÇÃO DOS CLIENTES DE UMA TRANSPORTADORA DA CIDADE DE SÃO PAULO: UM ESTUDO DE CASO Marcelo Cristian Vieira 1, Carolina Zavadzki Martins 2,Gerliane

Leia mais

Roteiro de orientações para uso do Contas Online

Roteiro de orientações para uso do Contas Online FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO FNDE Roteiro para registro de Prestação de Contas PNAE/2013 no SiGPC Contas Online Atualização: Agosto de 2013 Roteiro de orientações para uso do Contas Online

Leia mais

David Vicentin (dvicentin@setecnet.com.br) Gerente de Lean Six Sigma

David Vicentin (dvicentin@setecnet.com.br) Gerente de Lean Six Sigma Carta do Leitor Por: David Vicentin (dvicentin@setecnet.com.br) Gerente de Lean Six Sigma Engenheiro de produção pela Escola Politécnica da USP e especialista em PNL pela SBPNL. Gerente da área de Lean

Leia mais

1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit.

1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit. 1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit. 2 Regras e Instruções: Antes de começar a fazer a avaliação leia as instruções

Leia mais