MENSAGEM DO PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL DO XX CONGRESSO DO PARTIDO COMUNISTA DA UNIÃO SOVIÉTICA

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1 . MENSAGEM DO PARTDO COMUNSTA DO BRASL DO XX CONGRESSO DO PARTDO COMUNSTA DA UNÃO SOVÉTCA TODO O PARTDO A AÇÃO DE MASSAS! ws quo nunca* o rumo úm acoiileclmontoi oli» licn,., rio ai. en da articiação allvn dnij n H-_i oãbum, Alriv-rmnmoi momento* cihivoj. com o...: : imei > dn luta entre a minoria, ; ta um n, que tu faz or submergir nossa átria mt:ii.i ditadura terrorista a serviço imerialismo norte-americano, c a mensa maioria ovo brasileiro, outro n. que seja o reseito à Constituição, a garanti t <i ííím-i-i.... mocráticas e a ntisfaçâo.«ii.! «i«..1 >i.... mal* Mentidas. Deseserada ante o continuo ascenso das forças mocráticas, a minoria golista rebra suas rovocações, chegan a recorrer a uma tentativa subversivo armada, eomo sc evincia na aventura alguns oficiais da FAB em Jacareacnnga. i > audaciosa rovocação c os ronunciamentos alguns cabeças gole, como Amorim Vale. Benjamim Sodré e Gues Muni*, monstram que os golistas náo recuaram nem recuam seus intentog. CONTUDO, or mais ousada que sc moslrc essa minoria traires da átria, sfio ns forças dcmocr.iticas que avançam e reforçam suas osições, que marcham ara novas e maiores vitórias. Na medida cm que os trabalhares e o ovo tomem em suas mãos a salva» guarda dc seus direitos e liberdas essa minoria será totalmente batida e isolada, assim como batis e isola» s scrfto os reacionários que, ten articia da coallzão antigolista, disõemse a aunhalar o ovo elas costas, transigin com os criminosos golistas e iei» tean medidas que a titulo reforma regime reresentam ara a nação um erigoso retrocesso. NOSSO ovo vem conquistan significativas vitórias na batalha que trava ara medir que os moria» listas ianques consigam imlantar no ais uma ditadura à maneira que fizeram na Guatemala e em outros aíses da América Latina. As massas oulares obrigaram o governo Café Filho a realizar as eleições outubro e sua luta ossibilitou o movimento novembro, que afastou or a camarilha golista, abrin caminho à osse s eleitos. Nesses meses árduas batalhas e brilhantes vitórias, as forças mo» cráticas amliaram suas fileiras, fortaleceram sua uni» da, consolidaram suas osições, modificaram, a favor ovo, a correlação das forças olíticas no ais. Agora, nio maiores as ossibilidas ara a amliação da unida mocrática e atriótica, o ascenso das lutas massas, a obtenção resultas mais concretos e ositivos na ação olítica e um maior e mais rái avanço rocesso mocrático. UlOBLZAR ;i^ massas _> levá-las à ação é, ois, no atual momento, uma questão cisiva. «A ação olítica elo avanço rocesso mocrático afirmou Diógcnes Arruda, em seu discurso encerramento último Pleno C.C. P.CB. é insearável da articiação ativa das massas oulares, esecialmente s oerários e camoneses. Precisamos levar o Parti nteiro ara o trabalho olítico entre as massas*. O MOMENTO exige que as massas venham às ruas, erguer suas baniras combate. A realização comícios é, orisso mesmo, o elo caaz ôr as massas em movimento, amliar o movimento massas ela anistia, o reatamento relações com. a U-JF 3._S._e mais aíses camo socialista, or medidas con» cretas contra a carestia, ela garantia das liberdas e contra as rovocações golistas. E necessário saber mobilizar as massas, levantar suas Reivindicações mais sentidas, convocá-las a manifestarem-se na raça ública. das manifestações rua, s comícios, o ATRAVÉS ovo e tôdas as forças mocráticas unidas amlia» rão suas fileiras, conseguirão isolar e rrotar os reacio» nar ios e golistas e levarão o governo sr. Kubits» chek a cumrir a vonta ovo e enfrentar a solução seus roblemas. Para que isso se concretize, cabe aos comunistas um ael da máxima imortância, o força roulsora movimento massas, gael abe-lhes, ortanto, atenr ao aelo Comitê Central Parti: to o Parti à ação olítica massas! «40 XX CONGRESSO HO PARTDO COMUNSTA DA UNÃO SOVÉTCA. COMTÊ CENTRA* DO PARTDO CUMU- O NSTA DO BRASL certo traduzir os sentinu ntos mais rofuns da classe ofierária e tos os trabalhares Brasil envia ua XX Congresso Parti Comunista da Vnlâo Soviética sua fraternal g calorosa saudação combate, exressão igualmente da confiança l afeto qur os comunistas Brasil dicam ao glorioso Parti lãnin e Siálin e ao seu Comitê Central. Saudámos os heróicos ovos soviéticos, suas conquistos e seus triunfem sem recentes na- Malária da humanida. Milhões trabalhares Brasil vtdtam-se ara o XX Congresso Parti Comunista da União Soviética orque acomanham eom carinho e entusiasmo a ativida invencível Parti Comunista da União Soviética no qual sabem que está a força vital regime soviético que (ornem ossivel, ela rimeira vez no mun, a construção da stteieda socialista e a assagem gradual ao comunismo. O ovo brasileiro sabe que a nião Soviética é contrária or rinciio a toda olitica dc guerra, a qualquer atitu agressiva diante s outros oros e que cemstilui o mais firme e oroto baluarte da lutq ela a: no mun inteirei. Alaudimos cerni entusiasmo a olitica az e coexistência acifica entre tos os Estas fendida ela governo soviético. Sentimo-nos felizes com os grans rogressos da ciência soviética no terreno da energia nuclear e dc suas alicações acificas, etrque constituem uma das maiores garantias contra uma guerra atômica c fator imortante a favor da luta s ovos elo sarmamento e ela interdição das armas extermínio em massa. Os trabalhares Brasil, que lutam contra a oressão colonial e a exloração crescente s monoólios s Estas Unis, sabem que contam nesta luta com a solidarieda, com a simatia e com ; >_... *y..-".. " ** -& - LUZ CARLOS PRESTES *" - \ _.*- - &. /-<& / rã - ;í:j.j**""" ^^HsiS í-0: <>-* %-.ji^b vê< ^8w^ B*f^ y _! %_ L*cM: i r * _- f M < - - ^^^^^5^_Hfc K* -" * *-W_bS H _>* Íj1»_---_ _- *&& im*?- i, >..- ^.Jmm^mtmmmWmmmmK^^mmmmmmmmlmmmmWmh-^-í&wSt^^Qs&SBtk _$_B *->_ #w$^ \,*«. -^_í^_s Bf mwímmw "* " ít-fpp v-^** ".V" >,_^ e \.PÍÍbL.-. «-v -.-_Í_3 WkWmmm Wmm- _J_W- N. S. KRUSCHÓV o aoio s POVOS seniétictis. A visita à índia, Birmánia e Afganistâo s dirigentes soviéticos mostrem com clareza meridiano às grans massas etulares nosso ais que a orosa União Stniética está intransigentemente ao la s ovos que lutam contra a exloração colonial e ela libertação nacional e que estes om contar com a cooeração Esta soviético, na base reseito mútuo e na lena igualda direitos. No Brasil, uma minetria reacionária serviçtiis e agentes imerialismo norte-americano não oua esforços ara reduzir o aís à situação colônia s Estas Unis, quer arrastá-lo aos blocos agressivos Hemisfério Ocintal e Atlântico Norte e fazer nosso ovo carne canhão ara as aventuras guerreiras s círculos dirigentes s Estas Unis. Através goles Esta, tenta imlantar no Brasil uma ditadura militar tio fascista. Contra isso lutam, orém, com êxito crescente, as forças rogressistas ovo brasileiro e em rimeiro lugar a classe oerária, centro e força roulsiva da unida dc ação, cada dia mais amla e orosa, que tem consegui conter e rrotar as investidas imerialismo norte-americano no Brasil. Sabemos, no entanto, que veremos ainda enfrentar sérias lutas. Os trabalhos e as cisões XX Congresso Parti Comunista da União Soviética muito nos ajudarão, Dar-nos-ão novas armas e maior confiança ~~ in^nossas rórias forças. Com a nova disosição. forças nó mun, cada vez mais favorável aos ovos que lutam contra o colonialismo e elo rogresso social, rosseguiremos em nossos esforços em rol da az, das liberdas, rogresso e da inendência nacional. O Parti Comunista Brasil agrace com rofunda emoção a amiza fraternal Parti Comunista da União Soviética. Guias ela utrina Marx, Engels, Lênin e Stálin e elas ricas exeriências P.C.U.S., elaboramos o Programa nosso Parti e temos obti êxitos na realização nossas tarefas. À luz s ensinamentos XX Congresso P.C.U.S. nos sentiremos mais fortes ara rosseguir e obter maiores êxitos à frente ovo brasileiro em seu ingente esforço or colocar o Brasil no concerto das nações que lutam ela coexistência acífica e elo entendimento entre tos os Estas em é igualda. Viva a União Soviética, a gran átria sócia- Usta e baluarte da az no mun inteiro! Salve o XX Congresso Parti Comunista da União Soviética! Glória ao gran Parti Lênin e Stálin! Pelo Comitê Central Parti Comunista Brasil LUZ CARLOS PRESTES Sccrctário-GeraLyi

2 fl irsunsra ie ií us rns 1 "tirar AO JORNAL «funta», ÓRGÃO H> t».\lit W CM-MKTA TALANO, toník*:t LUZ CARLOS PKKSTKS A WOKTA.NTK KNTRKVN- TA QUE ci ii.nm z:\jns a SMillli; PERGUNTA: (,a trabalhatiorea e cm mocrata» tiaii;m..:$ vara «4*guin e seguem com muito intertew, articularmente noa último» anos, a luta ovo brasileiro ola» liberda» mocràtica», elo rorrenaa aoeíal e jieb a*. Noa últimos acontecimentos surgiu com gran força o ael Parti Comunista Brasil. Sena onm V., atra* véo «l/unitá», dizer ao» trabalhares e ao ovo italianos, que também lutam \*?\o cumrimento da Constituirão reublicana, contra a miséria e elo rogresso, >ela inendência nacional e contra o imerialismo, seria jwssivel, reetimos. V. dizer algo nobre o (juc ocorreu nos últimos temos no Brasil? RESPOSTA: ^artt OH comunistas llrasil e ara rnint c.ssihdmcnte constitui gran satisfuçãu or transmitir or intermédio *LUnitns nossas saudações fruternais ao ovo italiano, cuja luta ela realização da Constituição reublicana, tlo rogresso e eta inendência nacional acomúnhamos com vivo interesse. O Urasil é um ois scmicolonial cujo ovo sofre duramente com a minação s monoólios norte-americanos e s governos tle latifundiários e grans caitalistas que aos mesmos se submetenu Nosso ovo tem uma gran tradição amor à az. Todas as Constituições rcublicanas nis roíbem exressamente a articiação Urasil em guerras agressão c recomendam a solução acifica dc quaisquer conflitos com outros Estas. Em 1950, o governo Truman quis, no entanto, que troas brasileiras articiassem da criminosa aventura bélica contra o heróico ovo da Coréia..\ão o conseguiu orque o ovo brasileiro, dirigi tla classe oerária, rrotou todas as tentativas feitas neste senti elos governos brasileiros da éoca. Simultániítmcnte, nosso ovo fenu o etróleo brasileiro, imedin através memoráveis camanhas massas qualquer concessão à Standard OU. sto levou à criação da «Petrobrás», emresa sob a direção estatal que tem o monoólio da esquisa e exioração das jazidas etrolíferas. Os imerialistas ianquês quiseram então utilizar-se da crescente imoularida governo Vargas em 1954 ara tentar imlantar no Urasil uma ditadura militar tio fascista. O ovo, no entanto, foi à rua, atacou a cmbaixada s Estas Unis e numerosos seus consulas, assim como a se diversas emresas norte-americanas e fêz dia 24 agosto 1954, em que Vargas foi obriga a renunciar à Presincia da Reública e em seguida suiciu-se, um gran dia luta antiimerialista e em fesa das liherdas mocráticas e suas conquistas sociais. Com o gole Esta subiu, no entanto, ao or a ior camarilha agentes e serviçais imeria- Ustna neste americana quc, durante mais um ann, fés numerosa* tentutttu* no senti imlantar no ais a ditadura militar, Nàtt o conseguiu, orém, gra- * ai á luta da arte rogressista da nação e, muito eaihciulntentr, da classe oerária em fesa das liberdas mocrática* e da Constituição, contra qualquer </<>//«Esta ou militar reacionário. Esta luta tomou caráter massas com a camanha eleitoral ela sucessão resincial. Em tãrnn s nomes s srs. Juscelino KubitscheA e João Goulart, que euun hostilizas ilo governo, formou-se uma amla coalizão eleitoral que articiou inclusive o Parti Comunista que foi vitoriosa nas urnas.1 outubro, rrotan o candidato s monoiuia* norte-americanos. Cstem ameaçaram então não ermitir a osse s eleitos intensificaram os rearati tos um gole Esta, Seguin o mesmo méto já alica em numerosos aises da América Latina. O caso da Guatemala, or exemlo, è bem conheci. Mas a luta ela osse s eleitos amliou ainda mais a unida ação em fesa das liberdas mocráticas e da Constituição e isto criou as condições quc levaram ao movimento militar lt novembro último. O Exército brasileiro, que tem uma tradição mocrática eu rório, hoje secretário-geral Parti Comunista Urasil, fui eaitão Exército, levanttm-se contra a tentativa já em começo execução or arte da camarilha que estava no governo instaurar no ais uma ditadura dc tio fascista. Com o aoio da maioria Congresso Nacional t da maioria esmagara da nação, exulsou governo os srs. Café Filho, Carlos Luz, brigairo Gomes, almirante Amorim e outros agentes e serviçais s monoólios norte-americanos. Em 11 novembro o ovo brasileiro obteve uma gran vitória em sua luta elas liberdas, contra as tentativas imerialismo ianque no senti intervir nos negócios internos da nação. Em resumo, os circulos reacionários s Estas Unis quc lutam conlra o esírito Genebra e que querem reduzir a América Latina a uma colônia, reserva dc matérias- rimas e carne canhão ara suas aventuras guerreiras, vêm sofren no Brasil nos últimos temos sérias e sucessivas rrotas, orque, graças aos esforços da classe oerária dirigida elo Parti Comunista, o ovo brasileiro tem uni suas forças e luta em fesa das liberdas e da Constituição. PERGUNTA* O8 trabalhares, os mocratas e os comunistas italianos areciam e conhecem o dirigente Parti Comunista Brasil, o «Cavaleiro da Eserança» e auguram ver o Parti Comunista Brasil aaaar à legalida nr» qoe (Missa melhor lutar ela felicida seu ovo. Que jíensa V. sobre aa ersectiva» existentes nente senti? RESPOSTA: ntantt t>ovo brasileiro abrem-se agora notvs e maiores ossibilidas ara o avtuiço com êxito no senti da mocracia e rogresso. O ovo brasileiro recebeu com satisfação as resultas ositivas alcanças na Conferência Genebra s Chefes Esta das quatro grans otências e aatmanhou eom eivo nteresse a viagem s dirigentes soviéticos à índia, tlirmánla e Aíganistão que mostrou claramente aos ovos da América Latina como i ossível uma estreita cooeração, fraseada no reseito mútuo e na lena igualda direitos, eom a orosa União Soviética. Nestas condições, a situação internacional e a situação interna abrem novas e maiores ossibilidas no senti uma ráida amliação da unida mocrática e atriótica, unida que ermitirá à arte, rogressista da nação obter resultas concretos e ositivos na ação olitica, alcançar novos e maiores êxitos. O ovo brasiteiro já manifestou claramente através das eleições 3 outubro e aoio entusiástico que u ao movimento 11 novembro que quer modifica ções na olítica interna c externa governo. O ovo brasileiro quer o estabelecimento relações comerciais e dilomáticas com a União Soviética, com a Reública Poular da China e mais Estas. camo socialista, abolição dc todas as discriminações olíticas e iológicas, o que significa a revogação certas leis reacionárias, o reconhecimento da legalida ara o Parti Comunista e anistia ara seus dirigentes que são erseguis s Para facilitar a luta ur estas e oulras reivindicações, assim como a unida e a ação tos os atriotas e mocratas, o Parti Comunista llrasil acaba roor uma lataforma dc unida concreta e viável, claran uo mesmo temo que aoiará o governo se este se disuser efetivamente a realizá-la. Enfim, os últimos acontecimentos no llrasil mostram claramente que não tem futuro nenhum governo que não se aoie no ovo, ixe satisfazer suas reivindicações mais imediatas e sensíveis, ou que retenda realizar a olitica s círculos reacionários s Estas Unis. O governo sr. Kubitschek dificilmente orá ixar atenr aos reclamos oulares. O Urasil marcha, assim, no senti ocuar o osto que lhe cabe no concerto nações que lutam ela coexistência acífica, ela mocracia e elo rogresso. E este orá ser o caminho da libertação ovo brasileiro jugo oressor imerialismo norte-americano. Em janeiro 1956, SMULTANEAMENTE: AUMENTO DO SALÁRO- -MÍNMO E CONGELAMENTO DOS PREÇOS! salário-mlnimo e congelamento AUMENTO s reços, estas são duas reivindicações que, no momento, mobilizam os trabalhares brasileiros. São duas reivindicações que não se om searar, uma vez que, sem o congelamento s reços, qualquer elevação salário-minimo seria ráidamente anulada ela elevação senfreada custo da vida. Os dirigentes oerários e sindicais to o aís, ten à frente a Comissão Nacional Estus e Defesa das Leis Sociais, vêm toman medidas no senti imulsionar a gran camanha s trabalhares brasileiros ela ráida vitória daqueles objetivos. Trabalho, sr. Parsifal Barroso clarou que era roósito governo convocar, imediatamente, as comissões salário-minimo, com o fim iniciar os es* tus necessários a elaboiação das novas tabelas. A convocação, orém, até agora não foi feita, e o sr. Par* sifal Barroso já revelou sua intenção nomear, segun critério seu, r>«novos membros das comissões. Tal, orém, não é nem o ser aceito elos trabalhares. Os membros das comissões salário-minimo vem ser eleitos em assembléias s sindicatos e associações rofissionais. O ministério Trabalho não o violar êsse receito legal, claramente exresso na Consolidação das Leis Trabalhistas (artigo 87). O que exigem os trabalhares é a convocação imediata das comissoes, com eleição seus novos membros. Êsse é o rimeiro asso concreto a* ra a alegação salário-ml* nimo e. ao senti alcan*; çá-lo, dirige-se, no momento, a camanha s sindicatos. Pelo congelamento s reços Simultaneamente com a elevação salário-minimo, os trabalhares exigem o congelamento s reços, nos níveis 1* fevereiro. Os reços s gêneros e artigos rimeira necessida elevam-se diariamente. No Distrito Feral e em São Paulo, está-se verifican uma senfreada corrida altista, levan os reços certos gêneros a brarem oi a mais que isso. Nas últimas semanas o= reços gêneros como o café. o feijão, os legumes e as fru* tas alcançaram aumentos que, em certos casos, vão a mais 200%. A COFAP continua cen aos tubarões, ten creta ze* to salário. O fato é que, no erio corri entre a coleta das, e a conclusão s estus, elas comissoes, os reços em que se basearem tais estus já estarão sueras elo encarecimento contínuo. sso quer dizer que, sem o con* gelamento s reços, as comissões salário-minimo se verão na contingência fixar novos níveis salário aue já estarão sueras ela carestia no momento mesmo em que sejam fixa* s e transformas em lei! Tal aconteceu em 1954 e, Na última reunião Birô da Feração Sindical Mundial foi arovada uma im* ortante resolução aoio à niciativa da convocação uma Conferência nternanal Mulheres Trabalharas, a realizar-se 14 a 1? junho 1956, cm Viena, caital da Áustria. A realização sta Conferência é gran imortância ara o senvolvimento da unida das mulheres tra* balharas, ara o reforço das lutas ela conquista das suas reivindicações mais sentidas. Nela serão batidas questoes vital interesse ara as trabalharas, tais como: a conquista sala- se não vier o congelamento, acontecerá agora, em escala rio igual ara igual traba* lho, aumento muito maior. O congelamen* geral salarios, assistência social, meto s reços não o, ois, horia das condições vida Convocação imediata searar-?e da elevação sa* e trabalho, como também, a necessida refôr- das comissões lãrio-minimo. Essas duas rei* vindicações serão a banira s trabalhares e em* mulheres trabalharas ço da camanha ela sbidlcallzaçüo e organização das Em entrevista com os dirlgentes sindicais Distrito íâs nas aumentos ültimamen* te, entre os quais oe das tari- Feral, na rimeira quinzena fevereiro, o ministro rida s reços que será im- assalarias agrícolas, Conferência verão luz e gás. Tal é a cor- regas das cidas e s tos "Na os aises. ossível às rórias comis* cuja mobilização, ação unida estar resente oerárias, soes salário-minimo fixa*- camonesas, e drgalüz&da1 comercia* en Pág. 2 -~ sua vi* VOZ OPJDEÂRXA ^ EÍOt rem níveis justos «a aumen- tórla. \ i rias, mésticas, funcionarias, médicas, advogadas, m- ).*J e> j V ^>. ** %a*-/> 1? fim, iodas aquelas que vfc vam seu salário ou remuneração. Elas se reunirão ara bater suas reivindica* ções mais sentidas, inen» ntemente suas oiniõea olíticas, religiosas ou fllo> soficas, raça ou eôr. Se» rá uma reunião em que tra» balharas tos os ai* ses estarão unidas em torna um único ial a n» cessida fazer valer ot seus direitos e. amlia-lofl cada vez mais. No Brasil secundan eo» ta iniciativa, foi criada eni janeiro uma Comissão No> cional Aoio à Confere» cia. Dela fazem arte inúma» ros dirigentes sindicais e ra» fissionais, trabalharas d* diversos setores roflsslonais e stacadas ersonau» das. A Comissão Nacional a* çou um Manifesto aoia a Conferência e tem realiza* inúmeros atos e alea* tias nos bairros, municíio* e Estas exlican os ofr> jetivos e imortância da rea* r/açâo sse conclave. Em, Sfto Paulo foi organizada a Comissão Estadual aoio, à Conferência. No Distrito Feral Já foram realizadas i alestras sobre a Conferên* cia nos Sindicatos s Têx«teis, Saateiros, Hoteleiros o outros. Nos mais Estadão são tomadas novas inicial* vas ara a amla divulga da Conferência..

3 Hf *in f M e Lonis as 3- c Pai**! O Uií ãb li & i w ü yerrotar o eiviiíiiicações um s» <a REALZAM-SE EM VARAS. CDADES MPORTANTES DEMONSTRAÇÕES DE MASSAS Várias e mortantes monstrações massas vem ao realizan em diversas cidas ais. Traiu-se das rimeira» manifestações oulares jiols emossa o governo sr. Kubitschek. Sua significação resi entretanto em que constituem uma manifestação concreta que o nosso ovo seja ver atadas elo governo medidas concretas contra a carestia vida, ela amliaçüo das liberdas mocráticas através da cretação dc uma anistia amla, elo reatamento das relações dllomátlcns e comerciais com a Unifto Soviética, em fesa monoólio estatal etróleo c ela melhoria geral s salários c ornas. O exemlo Sorocaba e Divinóolis Dentro essas manifestações, stacam-se as realizadas nos ceniros oerários Sorocaba tsfto Paulo) e Divinoolis (Minas). Em Divinóolis realizou-se uma asseata mais 700 essoas ara rotestar contra a carência água na cida. O refeito íol força a se comrometer com o ovo a tomar as rovidências necessárias. E ara fiscalizar o cumrimento suas romessas começam a ser formas Comitês Poulares nos bairros da cida. A manifestação Sorocaba resultou um trabalho Êrearatório mais ou menos rolonga. Uniram-se os traalhares, as nas casa, o refeito da cida, Gualberto Moreira, eldto com o aoio MNPT. Nessa base formou-se uma comissão ara combater a alta reço fto ntegrada elos sindicatos, a Associação Feminina, o MNPT, vereares, ersonalidas da cida e o refeito. Esta realizou duas concentrações, na segunda das quais foi organizada uma asseata ela cida, encabecada elo refeito Gualberto Moreira. As adarias na base sse movimento assaram a reseitar a tabela da COFAP. o que nfto vinham fazen, e toda a oulação local luta agora ela rebaixa reço da farinha. As massas trilham o caminho certo As reivindicações oulares sfto assim a base ara o êxito das monstrações massas. Tal é o segre êxito comício ela autonomia Distrito Feral, realiza em Jacareaguá, e que contou com a resença três mil essoas. Simultaneamente nos grans centros como São Paulo e outras caitais reajízam-se ou estfto convocadas monstrações massas regozijo ela revogação sítio e ela amliação das liberdas mocráticas, através da cretaçfto da anistia. Tu sto indica que as massas trilham o caminho certo no senti levar à vitória as reivindicações contidas na Plataforma quatro ontos aresentada elo P.C.B. Trata-se agora é não dar rovas timiz, comreenr que o esta esirito das massas é favorável à realização das monstrações massas e que estas, no final constas, é que terminarão a osiçfto govêmo em face das mais legítlmas asirações oulares e s comromissos assumis no curso da camanha eleitoral. últimos acontecimentos, na terreno olítico e militar, monstram qua o* golista* 0,1 não sistiram teus roósitos dn imor ao aia uma ditadura terrorista, a serviço s monojsálha norte americano», Menu» um mês ois da osse dc» eleito* a $ outubro, já He» rocuravam tomar a ofensiva e tentavam exaretbar o clima golista que lhes ermitisse abrir caminho a seu» ia nos. Atenn a um coman únko, o* jor«tii.» dirigis ela Embaixada mngue ublicavam editoriais concltanda á rearação gole, o rovocar imccrda conclamava à oryanic*/iç«1o um novo "utth e conhecis caboças golistas, como o» almirantes Amo rim Vale, Pena Boto e fíen)amtn Hadré, davam entrevistas com insolentcs aelos à consiração contra as liberdas. Ao mesmo temo sencaiaso uma camanha intrigas visan à missão ministro da Guerra «comowfiunfe movimento dc 11 novem bro e o sr Juarezt Távora, volta ao Exercita am consirar. E* nesse clima que alguns oficiais da FAB, conheci» or suas ligações com o esta-maior gole s o famlge rada "inquérito Galeão", o id agora úbli* comente estimulas elo brigairo Oucs Munts, lançam+o á aventura Jacareacan* ga. Esta avuntura mostra am os golistas estão dttotío* a recorrer a toda» o* meio*, ot mais criminosos que sejam, ara alcançar seus ro-liiíoí sinistro*. Cube au ovo iiifrrnt ar os atoiiteeimt-utom CRADA A COMSSÃO DE DEFESA DA CONSTTUÇÃO Oran Comício Unida mocrática a 9 Março no Rio face recrus» EM cimento da crimino* a ativida golista a da criação um foco luta armada nos sertoes da Amazônia, mobl» lizam-se as forças moeróticas em fesa das conquistas oulares ameaçadas ela ação s inimigos das liberdas ie da soberania nacional mascaras salvares aís. Esse movi» mento se encarna, no Dis» trito Feral, entre ou» trás iniciativas na cria» ção amla Comissão Defesa da Constitui» cão quo romoverá um gran comi a 9 março róximo, ET o se» guinte o texto da nota criação da referida entl» da. divulgada na Cá» mara s Deutas: sa Comissão, que se constitui or asão à resente, convoca o ovo sta caital a fim articiar gran comício a realizar-se no dia 9 março, às 18 ho* ras, na Eslanada Castelo, O ovo manifestará seu aoio ao governo na fesa da Constituição, na luta contra a carestia, ela anistia amla e ir* restrita, elas relações com tos os aíses, ela autonomia Distrito Feral e ela acifica* ção da família brasileira, a.) Flores da Cunha, Osval Aranha, Mozart Lago. João Macha. Sérgio Magalhães. Vas» Mis% Mrê-im yoz OPERARA Pág. * STUAÇÃO exige cisão e energia A governo, ara enfrentar e rrotar a consiração golista, >ara liquidar > focos subversivos hoje localizas, tu indica que nfto or acaso na bacia etrolífera Amazonas. O que se vê, no entanto, é que alguns setores reacionários, que articiam governo ou o aoiam, lançam-se ao caminho dc uma retensa conciliação com as inl» mlgos ovo e das liberdas, tentam encontrar um terreno «entendimento» com eles, terreno que só oria ser o.-sacrifício das liberdas, da soberania nacional, e s direitos oulares. Esse é o senti da chamada «reforma constitucional», que visa liquidar as conquistas oulares inscritas na Constituiçfto. Esse é o senti das manobras tenntes a um novo esta dc sitio e à já insinua* da «reforma-* das leis tle segurança e imrensa o que. como monstra a exeriência recente seria volta contra o movimento oerário e mocrático, ftsst é o sen» ti dns tentativas, muito significailvamente artidas s Juarez, Pena Boto e comarsas, com aoio certos setores reacionários que articiaram da coalizão antigi iista. trazer a rimeiro lano a esfarraada banlra anticomunismo. Essa gente os golistas e os reacionários que aoiam ou articiam governo ntifica-se no ódio e no me ao ovo, no servilismo aos imerialistas norte-americanos. Por sso mesmo é ao ovo, às forças mocráticas e atrióticas, que cabe enfrentar os acontecimentos, imrimin ft ação govêrno um rumo consenlôneo com o* interês ses da nação. Solidarieda ao governo na luta contra os golistas OS trabalhares e o ovo brasileiros saberão exressar sua solidarieda ao resinte da Reública e ao seu ministro da Guerra atualmente o mais visa elos golistas que tu fazem ara afastá-lo ministério, visan facilitar o caminho à consiração nos quartéis na ação enérgica e cidida que les exige ara enfrentar e rrotar os golistas. Mas não se trata da solidarieda ela solidarieda. O ovo e os trabalhares aoiarão o govêmo na luta-ela garantia e amliação das liberdas, ela satisfação das asirações oulares. Das rdvindicacões mocráticas incluídas na Plataforma aresentada à nação elo Comitê Central P.C.B. estão em rimeiro lanoí no momento, a anistia amla e irrestrita aos resos e erseguis olíticos, com Luiz Carlos Prestes à frente, o imediato reatamento relações comerciais e dilomáticas com a U.R.S.S. e mais aises camo socialista e a ação medidas concretas ara ter a carestia. Estas reivindicações caazes unir a maioria esmagara da nação estão no centro da luta nosso ovo o em torno sua conquista há erguer-se o grandioso movimento tle massas que levará o governo a marchar no senti s interesses oulares. Milhões e milhões brasileiros, à cuja frente vem colocar-se. sem vacilações e com audácia, os comunistas, levantar-se-ão ara exigir a satisfação ssas reivindicações, ara levar o governo a enfrentar e rrotar os golistas i assegurar o congraçamento da família brasileira, a ga*"an- Ür a az ao novo brasileiro. l MORREU MARCEL WLLARD PERDA SENSÍVEL PARA A FRANÇA E PARA A CULTURA JURÍDCA MUNDAL % Mareei Wlllard, o gran Atuan acor com advoga francês saareci, ertencia àquela esé- num lano ainda suerior, essa nobre tradição, mas ra, Bruzzi Mennça, cie aaixonas da justi- em virtu relevo olítl- concelos Costa, Último Carvalho, Silvio Sanson, Cid Carvalho, Georges Galvão, Frota Morei- Leônidas Carso, Aarão Steinbruck, Hélio Walcacer.y> ça e direito que a França ô revelar ao mun or ocasião rocessos célebres como o caso Dreyfus. 10? ANVERSÁRO DE FUNDAÇÃO DO "0 DEMOCRATA", DO CEARÁ "O DEMOCRATA", órgão das asirações mocráticas e rogressistas ovo cearense, comemora a V março seu 10 aniversário fundação. Em sua vida lutas a serviço da liberda e bem-estar ovo cearense, foi o "O DEMOCRATA" vitinia sucessivas invasões oliciais, sofreu arbitrárias susensões, mas não interromeu sua circulação, enfrentan semre com valentia e aoio oular as investidas YGfteiOTKÍViCiS Comemoran o seu 109 aniversário fundação, a direção bravo jornal cearense rogramou uma série atos e festejos ligas à melhoria conteú e dd difusão "O DEMOCRATA", ntre os quais se staca a roveitosa realização um encontro corresonntes jornal.. co-mundial que adquiriram rocessos famosos nosso temo, como o incêndio Reichstag, Mareei Willard consagrou-se como um mestre no ramo direito que abraçou. Advoga gran lír ovo bú:"raro, George Dmitrov, e ois advoga Luiz Carlos Prestes recusa ela feroz reação em nosso aís, na tribuna judiciária ou como ublicista semre se distinguiu como um combatente rimeira linha. A erda Mareei Willard, notável batalhar da causa direito e da mocracia, é muito sensível ara a França e articularmente ara o roletaria arisiense que várias vezes lhe confiou honrosos cargos eletivos. Esses cargos, o gran advoga os semenhava com a dignida e o atriotismo que eram aanágio da sua vida» FATOS ííx A.S forca* got&*tto *» ocuaram o aeroorto Jaeare-aeanga. ôlúmo redução f oficial* rebels da FAB, O ma- Jor Paulo VHor e o caitáo Umclráo conaefiul» ram fugir. Na vésera o major Veloso havia il reso, sem oferecer resistência, no Rio Ta» ajôs. Assim foram extintos os focos rovocaçoes golistas na Amazônla. ti dc dirigen COMSSÃO tes sindicais e te- i raçòes oi>erúrms \ estiveram no Catete, entregan ao sr. Jusceltno Kubitschek memorial em que exressam a solidarieda s trabalhares ao governo i*ara a luta contra as últimas rovocações golistas e tío fesa das liberdas. No mesmo senti vêm-se dirigin ao resinte da Reública e ao ministro da Guerra, general Teixeira Lott, numorosas entidas oerarias, oidares e estudantis. TEATRO Municial, Rio, estfto cx- NO ostos ao úblico os murais Portinari, "Guerra" e "Paz", stinas à ONU. Centenas essoas estudantes, intelectuais, trabalhares e homens ovo têm comareci à exosição alaudin a obra gran intor nacional. ti envia um TENDO insolente telegrama ao comandante da oeração Jacaréacanga, foi recolhi reso a um quartel, or z dias, o brigairo gqlista, Gues Muniz. ti CÂMARA Municial j A Maceió arovou moção, aresentada elo verear Hamilton Morais (PSD) reclaman a legalida Parti Comunista Brasil. ti os PROSSEGURAM trabalhos rearatórios Congresso Pró-Autonomia Distrito Feral, ten-se reuni as comissões encarregadas das rearação conclave. ti PROGRAMA radiofônico da Agência 0 Nacional, "A Voz Brasil", ixou informar diariamente as cotações cacau na Bolsa Nova York, "conincidin" que o Reórter Esso, que também noticiava a cotação roduto em uma suas edições diárias, ixou fazê-lo. As cotações cacau estão baixan em Nova York. -

4 Sl d Brasil Entre as ru.beres 1 f liiliállíilir ilí 1 m c* s s. - i# i vvmiíiiiu mw a % *liüecuisa RESOUÇÂO DO COMTÍ. CENTRAL 1)0 PCB. NO PLENO AMPLADO DE MARÇO DE ;... O *!*, - revolução n&o tfvlr»*m1 JSwfsJ. jmt»acao i ana massas femininas. eutatfa ai*. # ladls* - «atrióticos &jjeuv»* que * úo Paruoo Comunista iremoi ttttetóãfiea io ovo Pre*t«* no V Gsnjuvsia úo Parti: - <> Parti tem em conta que a vitoria da laivel sem a artirjaçào das gran* ma», levanta com vigor e clareza todas $es «ia mulher, vitrina disairouiações no terreno m,mòmice» das sigualda» sociais c jurklieas, oi i arrastada ela miséria à rostituição e que e.»em duvida, quem mais sofre eom a carestia vida, eom o abanno em que se encontra a nfância e eom as comequeridas sangrentas dt uma guerra», i: mossível organizar a ação vitoriois das forças mocrârfeaa e atriótica* cm fesa da a*, alas liberdas e ela nendência nacional sem a articiação das gran*» massas mulheres oerárias, camonesas, nas casa, comcrclárias. funcionárias úblicas. arte»&s, intelecmais, etc, Aa grans mamas feminina* nosso ovo om e vem ser ganha* ara a açflo em fsss seu» interesses e direitos e ara a frente mocrática libertaçáo nacional. Sem s articiação da mulher náo o ha* vet nennum veroairo movimento oe missas. O trahalfto Parti entre as grans massas femininas ê ainda muno equeno e náo se senvolve acor com us ossibilidas exiatentes. Hà rofunda subcstimaçáo trabamo temmtno na» Oleiras Parti. K acentuada a resistência em colocar o trabalho entre a» mulheres como uma nossas rinciais tarefas. Náo è o conjunto Partino que senvolve sua ativida entre os diversas camadas na oulação feminina. Esta subestímação trabalho feminino causa menso rejuízo ao senvolvimento da luta revolucionária no Brasil. A negligência, a subestímaçüo, o srezo elo movlmento feminino constituem sério obstáculo a alicação da olittca uo raiuoo e irauuztui grave iciiuencia uonunisia que íieve ser energicamente combatida nas fileiras nosso Parti. JE tarefa nmacial Parti Comunista travar uma luia intatigávcl ara libertar da influência s latifundiários e da burguesia as massas femininas, sertá-las, educá-las ]M)liticamente e organizá-las sob a banira roletaria. Um amlo movimento massas feminino só orá senvolver-se se tiver à sua frente a vanguarda esclarecida e organizada roletaria, se fôr dirigi oliticamente elo Parti Comunista, único caaz dar solução a todas as questões que afligem as mulheres. Só os comunistas, como lutares conseqüentes contra toda esécie oressão, ela liberda e a mocracia, são lutares intransigentes eia emanciação da mulher, or tos os seus direitas e asirações. 1 A Situação da Mulher no Brasil A mulher no Brasil sofre um dulo jugo, A mulher trabalhara, seja oerária, camonesa, artesa, simles na casa, emregada ou intelectual, sofre como qualquer trabalhar as conseqüências da minação Brasil elos imerialistas norte-americanos e o eso regime latifundiários e grans caitalistas, que imem o rogresso Brasil e mantêm seu ovo no atraso, na miséria e na ignorância. Simultaneamente, é vítima, como mulher, das mais injustas e brutais discriminações no terreno econômico, olitico e social e, até no terreno jurídico, enco:/ra-se em osição inferiorida, já que as leis não lhe garantem os mesmos direitos que ao homem. As mulheres são vítimas toda esécie reconceitos feudais e burgueses. Em sua esmagara maioria, vivem na eescravidão méstica;, esmagadas elo trabalho mais árduo, subalterno e embrutecer da cozinha. No Brasil, uma oulação ativa essoas, são mulheres. Cerca is milhões mulheres articiam da ativida rodutiva na indústria, na agricultura e no comércio. Mais 400 mil mulheres trabalham na indústria, sen que na indústria têxtil Jabutam 190 mil oerárias, o que reresenta 59% total da mão--obra neste ramo industrial, Além sofrer com as éssimas condições trabalho comum a tos os oerários, estão as mulheres oerárias sujeitas a toda sorte discriminações e recebem, em geral, ara o mesmo trabalho realiza elos homens, um salário inferior ao stes. As leis roteção das mulheres oerarias, registradas na atual legislação trabalhista, não assam ael, uma vez que os atrões não tomam conhecimento das mesmas, nem são obrigas a cumri-las. Difícil é também, nas grans cidas, a vida eentenas milhares comerciárias, bancárias, rofessoras, funcionárias úblicas, intelectuais e artistas. Em geral, recebem salários ou vencimentos inferiores ao mínimo indisensável à rória subsistência. Nos centros urbanos, agrava-se cada dia a situação da mulher, seja oerária, lavaira, emregada méstica, comerciária, rofessora ou simles na casa, esosa, mãe ou filha trabalhar. sto se verifica em conseqüência da crescente carestia vida. das dificuldas moradia, da falta dágua, s transortes cada vez mais difíceis, assim corno vi ao número reduzi escolas, jardins áe infância e creches. E reduzidíssimo o número leitos nas maternidas e hositais infantis. No Rio Janeiro, mais 100 mil mulheres habitam nas favelas, sem qualquer conforto e a menor higiene. Em MüMAtes condições, eneontramse eestrnae milhares mulheres que habitam nos eortiços da cida Sâo Paulo» noi mocambo* Kecife, nm malocas Põno Alegre e em moradia» semelhantes nas mais cidas braiileira» No interior ais. u mulheres camonesas que em sua maioria articiam ao la nai ou mari no tra* telho rural ndisensável á»utmi»ttnri«da lamina, sofrem as mai* dura» conseqüências da mitei exlora semifeudal nos latifúndios. Privada quaisquer direito», mulheres camonesa* *ão muita» vtaw obrigadas elos fareniros a abannar os filhos e afsaérai mésticos ara trabalhar cerne servas na casa fazeniro, *em qualquer remuneraçáo. Suas condições dc vida sáo sinda iores que as das mulheres que trabalham nas tídadce, O Código Civil imõe rv*ti1ções absurda» aos direitos da mulher. Além disto á mulher»ao vedadas fm geral quaisquer o»»ibilida» are sc senvolver e rogredir. Des milhóe» e meio mulheres fâo mantidas no analfnbetismo e. em conaeqqêdds, rftvadsi direitos olítico», Já que náo,>m votar nem $er eleita*. Vitimas das mais tores exlorações, «eduzidas e enganadas, milhares mulheres Jovens nào connada» á roatitulçâo, a uma vida miséria e sem ersectiva. As forças reacionárias se utilizam atraso cm que sc encontra a mulher ara aumentar a exloração e a oressão em que vivem as massas femininas, ara eretuar a atual situação e manter o regime dc latifundiários e grans tattstss. A minação crescente Brasil cai- elo imerialismo norte-americano vai agravan até ao extremo limite a sltuaçao das mulheres. A luta atual das mulheres or seus direitas, contra todas as discriminações injustas, ela rória dignida humana, contra o atraso e a ignorância, ela vida e a educação s filhos, elo bem<*tar e or uma vida feliz está estreitamente ligada à luta da classe oerária e ovo brasileiro ela az c a inendência nacional, elas liberdas mocráticas e elo rogresso social. A emanciação da mulher está na endência direta da vitória ovo brasileiro em sua luta ara libertar nossa átria jugo imenalismo norte-americano e ara substituir o regime latifundiários e grans caitalistas or um regime mocrático- -oular, conquistan um governo mocrático libertaçáo nacional. O movimento feminino, ara ser vitorioso, ve ser um movimento massas, que una e organize todas as mulheres, ve ser arte movimento massas em geral, organiza e dirigi ela classe oerária e sua vanguarda, o Parti Comunista BraslL Eliminar as Causas Que Dificultam o Rái Desenvolvimento Trabalho Massas Parti Entre as Mulheres Contra a intolerável situação em que vivem, erguem-se as mulheres brasileiras. Grans são suas tradições Juta, seu esirito sacrifício e sua abnegação. Cada vez maior é a sua articiação ros grans movimentos nosso ovo ela az, ela liberda, ela inendência nacional e or melhores condições vida. As mulheres têm articia ativamente das lutas da classe oerária e combati ombro a ombro com os maris, filhos, irmãos e noivos nas greves e monstrações. Nas lutas em fesa etróleo, contra a bomba atômica, contra a guerra da Coréia, contra o Acôr Militar Brasil-Estas Unis e em outros movimentos atrióticos, foi consirável a contribuição ativa da mulher. Já existem no Brasil a Feração Mulheres, Associações estaduais, inúmeras Uniões municíios e bairros. Essas organizações massa têm atrocina numerosas camanhas e realiza imortantes Congressos e Conferências em fesa das reivindicações da mulher. Tem avança, assim, a organização e a unida das amlas massas femininas. Mulheres todas as classes e camadas sociais se unem, como irmãs, inenntemente oiniões olíticas e cres religiosos. Tu isso, entretanto, não é senão um bom inicio. Mi- hões mulheres exloradas e orimidas continuam sorganizadas, comletamente alheias às lutas ovo. São milhões que vivem afastadas, não aenas qualquer ativida olítica, mas das menores lutas suas irmãs mais esclarecidas, em fesa da az e da infância, contra a miséria e ela emanciação da mulher. Precisam ser sertadas. aguardam quem as oriente e dirija na luta or seus direitos e asirações. A mulher oerária quase não articia movimento sindical. A mulher camonesa, na sua esmagara maioria, ermanece esquecida e sorganizada. Aesar da influência crescente da Feração Mulheres Brasil, não se sente na vida olítica brasileira a existência um oroso movimento feminino massas. As mulheres ainda não influem cisivamente, como oriam o veriam fazê-lo, no senvolvimento s acontecimentos olíticos. A causa disto resi em boa arte na débil e falha ativida nosso Parti entre as grans massas femininas. As resoluções e diretivas da direção Parti sôbre a necessida maior ativida s comunistas e das organizações artidárias entre a arte feminina da oulação foram, até agora, insuficientes ara vencer a negligência, a ouca atenção e o srezo or esse trabalho, quase semre esqueci ou relega à condição tarefa secundária. Há, nas fileiras Parti, incomreensões e subesti- raação a reseito da imortância da ativida artidária no - senti sertar ara a luta as grans massas mulheres. O trabalho feminino esta, mo geral, A margem ds* atividas ti*«qrganíraçêes Ba*e e mais organiza-... * artidárias. Heits!*se a colocar o trabalho entre aa mulheres eomo uma nossas rinciais tarefa». l>reva» im- a déia que Hse trabalho * uma ativida à ane, resonsabilida exclusiva «la* Seções e das encarregadas trabalho feminino * da» Organizaçõe» tle lia» feminina*. Nas reuniões artldarins raramente st dbwtitem o» roble* mas trabalho entre as mulheres. Aa tarefa» trabalho feminino massss, qne alguma-» comanheiras realiram, nâo contam tom a vida ajuda ou náo recebem ajuda ai» guma. As camarada» que realiram trabalho feminino comu» mente»áo sloeadas ara outras ativida*. Tu Mo causa sérios rejuízo* ao movimento revolucionário, reflete nflu» ência da iologia burguesa en nos«aa fileiras, revela oortunismo. Determinan esta situação, rofundamente íiuuitufutó» lia, encontramos nas fileiras Parti uma c*u*a ar» m iológica. Multo» dc DOSS0S militantes ;..*. ortares da vellis 00ÍMS çâo que fen a sueriorida homi-rn sobre a mulher, a velha idéia homem como «senhor». A gran ndústria morns gualou o homem e a mulher como trabalhares e a construçõo socialismo na UnlAo Soviética revelou a imensa energia criara das nmllmfos. Refutada ela ciência, esta conceção *úbrc a inferiorida da mulher è rofundamente antlioleiárin, conduz a subea» timar o ael da mulher na luta revolucionária. Em conseqüência ssa errônea DOSlÇio iológica, mesmo quan ocasionalmente se reconhece a necessida trabalho entre as mulheres e o valor um oroao movi. rnento feminino sob a lirança Parti Comunista, «co* mum ficar-se nas alavras, sem se mostrar uma reocuaçáo constante nem se realizar um trabalho sistemático. Não se comreen que esta é uma obrigação cio Parti. Por isso, a questáo nâo è vidamente estudada. Sáo gran» as incomreensões a reseito s rinciais objetivos que vemos ter em mira no trabalho entre as mulheres, assim como sôbre as formas organização e luta que vemos atar, sobre a maneira fazer um roveitoso trabalho agitação e roaganda, sobre as reivindicações que vemos levantar, etc. Na verda, nâo contamos ainda em nosso Parti com «um conjunto quadros homens e mulho* res bem rearas teórica e raticamente, ara scnvolver a ativida Parti entre as mulheres, conjunto quadros cuja formação já era ndicada elo gran Lênin, em 1921, como tarefa necessária e imediata tos os Partis Comunistas. sto se manifesta inclusive no reduzi número mulheres que integram as direções Parti. gualmente vemos combater as tendências sectárias ainda existentes entre comanheiros e comanheiras Panti, no que se refere â ativida s comunistas entre as massas femininas da oulação. O.s militantes Parti que realizam o trabalho entre as mulheres nâo levam cm conta o baixo nível comreensão em que se encontram as grans massas mulheres em «osso ais, na sua maioria analfabetas, minadas or uma sicologia aoiitiea, atrasadas, em conseqüência da rória esfera ativida isolada a que estão relegadas e a toda sua maneira viver. Por isso, não se consegue r além um número reduzi mulheres oliticamente mais esclarecidas, simatizantes nosso Parti ou já ganhas ar.i sua influência e ara a ativida olítica. O sectarismo se manifesta ainda em outros asectos nosso trabalho com as massas femininas. Translantamos freqüentemente ara os movimentos massa os métos ação Parti. Muitas vezes confundimos a organização massas com a organização Parti. Dirigimonos as massas femininas, em geral, numa linguagem ouco acessível, sem gran força érsuasiva. Resistimos ao trabalho aciente e rolonga entre as massas femininas mais atrasadas or suas reivindicações imediatas e sensiveis. A reciitação ara alcançar resultas ráticos imediatos conduz a srezar a verda que só através da luta elas mais sensiveis reivindicações é que conseguiremos sertar os milhões mulheres e levá-las a se colocarem em oosição às aluais relações sociais minantes no Brasil, a começarem a comreenr a conexão olítica que existe entre seus rórios sofrimentos e asirações e a luta que os comunistas travam or um novo regime, o re gime mocrâtico-oular. E imrescindível e urgente realizar em to o Parti a luta contra as conceções e tendências que entravam nossa ativida entre as amlas massas femininas, modificar radicalmente nossos métos trabalho entre as mulheres. Colocar o trabalho feminino como uma das rinciais tarefas Parti é uma exigência da luta ela vitória Programa Parti. lll Nossa Tarefa Princial no Trabalho Feminino Desertar Para a Luta as Grans Massas Femininas, Organizar e Unir as Mulheres Num Amlo Movimento Massas Sob a Lirança Comunista O trabalho s comunistas entre as mulheres ve constítuir arte imortante toda a ativida artidária, ve corresonr, na verda, ao fato que 50% da oulação aís são mulheres. E esta uma tarefa mortante e er> manente todas as Organizações Base Parti, nas fábricas e nas fazendas, nos bairros e nas concentrações oerárias e camonesas. Pág. 4 VOZ OPERARA Rio,

5 ii.1 Sôbre o Tratalbo io Pai 1 CimunisaBrasilEn ll G Oo i UillGüú RKSOüJttO 1)0 COMTÊ CENTRAL DO PCB. NO PLKNO AMPLADO DE MARÇO DE 1955 * _*_«_ J...A», «..,.,>.?. m«i,,»i.i,i,-ili,í A orientação fundamental trabalho Parti é no eenii.to ganhar ara o vida olítica, ara os objetivos t > Uffeltta Programa Parli e arn a treme mo* tralha libertação nacional, as grans massas mulho* res, artfrulanncnte oj»eiãria* e camonet*i!«. efijtôsa». mães, trm.v. e fillm» oerário» 8 OUQPMMi ver cada.comunista, on quer que atue, na fabrica, na fazenda, no bairro, no sindicato, no movimento da az, em qualquer or* guniwiçao ue massa, tu fazer ara atrair aa massas fcml* ninas ara ukos oa movlmenios mocráticos e aro a luta, tu fazer ara organizar e unir as mulheres num amlo movimento mnstuis sob a lirança Parti Comunista. Atenção «csjhtlal ve ser dada ao trabalho entre as massas femininas mais atrasadas, que só om ser sertadas, organizadas o unidas através da luta or suas reivindica* çôcs esecificas, mais elementares e mediatas. Sem isto, dl* flcllmcme conseguiremos arrancar a mulher jugo oresaoi e embrutecer atual regime, atraso, dn gnorftn* cia. isolamento a que esta relegada, s velhos recon* tcltos feudais e burgueses a qur» ainda esti escravizada. Cada Organlznçflo Ba«*e Parti ve encontrar, na fabrica, na fazenda, no bairro ou nas concentrações oerárías e camonesas, no ambiente enfim cm que atue, qual a melhor maneira organizar e unir as mulheres ara a luta or suas reivindicações mais mediatas e mais sentidas, acima qualsouer diferenças olíticas ou crenças religlosas. Em contacto com as rórias mulheres, ouvin-as c rocuran connccer seus interesses e suas asirações, é que os comunistas orão formular com jus*eza suas reivindicações e encontrar a maneira serta-las ara a luta e organizá-las num amlo movimento massas. Esta a melhor maneira traze-las ao contacto com o Parti* e ganhá-las ara a influência Parti. O êxito nossa ativida entre as massas femininas en em gran arte sabermos atar as justas formas trabalho massas entre as mulheres. Semre vemos ter em vista seu caráter esecifico, que exige uma linguagem simles, caaz, falar aos sentimentos da mulher, além formas eseciais dc organização, caazes unir mais facilmente as grans massas femininas. A organizaçüo das mulheres o ter inicio elas formas mais simles, tais como a constituição dc uma eomissão luta or uma única reivindicação, a instalação uma escola, a rebaixa reço dc um termina gênero alimentício, o calçamento uma rua. etc. niciativas como aulas corte e costura ou dc culinária, instalação cre* ches ou simles berçários, venda gêneros consumo bailes, alestras, cursos alíabetização, etc, se Eoular, em emregadas, são gran utilida ara sertar as mulheres ara a ativida olitica. Particular atenção ve ser dada aos roblemas da infância, que táo erto tocam às mulheres e que mais facilmente om convence- Jas da necessida se organizar e lutar. A aciência e erseverança são indisensáveis no trabalho ara esclarecer e organizar as mulheres. Deve revaleccr semre o rincíio da ersuasão e jamais o da imosição. E através convencimento que as mulheres comreonrão a orientação Parti e ara ela serão ganhas. O essencial 6 que os comunistas comreendam que ao trabalhar entre as mulheres seu objetivo imediato consiste em contribuir efetivamente no senti a mulher conquistar a liberda, a satisfação suas necessidas mais remem tes e esecificas mãe, trabalhara e cidadã. A luta ela emancia 5o cia mulher está ntimamente ligada à luta nosso Parti elos objetivos e tarefas seu Programa. Lutar elo Programa Parti é lutar também ela conquista e ela fesa s direitos da mulher. Por sua vez, sen ganha ara a luta or sua rória emanciação, a mulher o transformar-se mais facilmente, ao la nomem, em uma combatente revolucionária ela vitória Programa Parti Comunista. Os direitos e as reivindicações que o Programa Parti levanta a favor da mulher e or cuja conquista lutamos mostram que nós, comunistas, somos os mais abne* gas combatentes or tais asirações. O Parti Comunis* ta Brasil, len como objetivo abolir todas as sigualdas econômicas, sociais e jurídicas que esam sobre a mulher lula Hec-dldámente nara garantir a cada lamina um lar qual sejam afastadas a fome, a miséria e a intrâri* qüilida correntes das ameaças guerra. A luta ela az é a luta elos direitos da mulher, em fesa da infancia e ela felicida. Não se o lutar elos direitos da mulher em fesa da criança e ela felicida sem lutar ela âz, contra uma nova guerra mundial. Para elevar o nível comreensão das mulheres à altura Programa Parti, elevem os comunistas, ortanto, emenhar-se nr* ihemente na luta elas reivindicações mais sentidas da mulher, ela conquista s direitos da mulher, em fesa da az e da infância. O Parti Comunista Brasil, na fesa s interes* ses das massas femininas, emenha-se cididamente na luta ela conquista das seguintes reivindicações da mulher: Garantia uma vida tranqüila ara seus filhos e ara seus lares livres s horrores da guerra. Abolição todas as sigualdas econômicas, so- Ciais e jurídicas que ainda esam sôbre as mulheres. Garantia direitos iguais aos s homens era caso herança, casamento, divórcio, exercício or sobre os filhos, rofissão, cargos úblicos, etc. " -Proteção esecial e gratuita elo Esta à maternida e à infância. Licença remunerada à gestante antes e ois arto. Criação maternidas, hositais. infan* tis ceatros uericultura, creches, escolas maternais, jardliis infância e escolas, em número suficiente, tanto nas «idas como no interior aia. Direito à nstrução em seus diírrcnta grau* à for* mação rofissional Direito ao trabalho e a livre eacolha da* ro!liu»ôes. gualda direito à romoção em tos os setores trabalho. Garantia salário gual ara trabalho gual: gual* da direito h assistência a A revidência social. Abono familiar a artir rimeiro filho. Concessão As trabalharas agrícolas s mesmos dl* reltob reconhecis a ocrárlaa ndustriais, quanto ao salariomtmmo, á roteção ao trabalho c a roteção a mãe e à criança. Garantia a mulher camonesa, através da reforma ngrarln. gual direito & osse c ao uso da terra. Garantia dc teto o todas as famílias, através um lano construção cosas higiênicas e aluguel acesslvel a tos. Emréstimos eseciais aos recém-casas ara sua instalação. Garantia um nivel vida digno a todas as fa* millas. Combate sistemático à carestia vida, Direito assoclaçfio e livre ativida das orga* nizações mocráticas femininas. Estas reivindicações são justas, süo sensíveis ao cora* ção todas as mulheres e om ser conquistadas. Neste senti é reciso mobilizar c unir ara a luta os mais amios setores da oulação feminina. Só assim o movimento feminino raidamente crescerá e se consolidará, as mulhe* res comreenrão ela rória exeriência a justeza Programa Parti Comunista e facilmente incororar- -se-ão à frente mocrática libertação nacional. Sen a Feração Mulheres Brasil um oroso instrumento que já disõem as mulheres ara luta or suas reivindicações olíticas a econômicas, or sua emanciação, vemos orientar tcia a nossa ativida no senti organizar as massas femininas ten semre em mira amliar o fortalecer aquela organização. Os comunistas e as organizações Parti vem aoiar firmemente a Feração Mulheres Brasil, vem articiar ativãmente suas camanhas, contribuir ara amliar o mais ossível sua esfera ação o tu fazer ara assegurar-lhe uma sólida base oerária e camonesa. Defensores intransigentes da unida, vem os comunistas saber trabalhar em todas as organizações massa femininas já existentes, inclusive religiosas, e não ouar esforços no senti encontrar semre o terreno comum que ermita a mais amla unida ação todas as mu- \h0v^ infionnnnternonte suas crenças religiosas e suas tendências olíticas. Dentro da FMB., as militantes comunistas vem fenr ermanente e intransigentemente a mais amla olitica unida, saber trabalhar com as mulheres todas as tendências, todas as crenças e lutar infatigàvelmente ela unida ação da í.m.u. com as mais organizações femininas existentes no aís. Lutan ela educação internacionalista da mulher, vem os comunistas tu fazer ara estreitar e reforçar os laços amiza e solidarieda movimento feminino brasileiro com as organizações femininas s outros aíses, em articulár com a Feração Democrática nternacional Mulheres. V Transformar o Trabalho Feminino Num Dever To o Parti- Aumentar os Efetivos Femininos Parti e ntensificar a Educação Quadros Esecializas Para o Trabalho Entre as Massas Femininas A fim intensificar o trabalho Parti entre as grans massas mulheres, é indisensável que este trabalho seja toma como um ver to o Parti em conjunto. E tarefa obrigatória todas as Organizações Base Parti, tenham ou não mulheres, dicar atenção ao trabalho entre as diversas camadas da oulação feminina. Aumentar raidamente os efetivos femininos nosso Parti é tarefa inadiável. As mulheres nas casa, comerciárias, estudantes, funcionárias úblicas, esecialmente oerárias e camonesas têm um osto luta no Parti Comunista. Em nosso Parti, ela ação rática e ela elevação da rória consciência, com o estu e a assimilacão marxismo-leninismo, a mulher torna-se socialmente ativa criara uma nova vida. feliz e nobre, ara si e ara to o ovo. Os Comitês Regionais vem tomar imediatamente as medidas necessárias ara organizar nas fabricas, esecialmente naquelas em que remina o braço feminino assim como nos bairros oerários e oulares e nas erarís fazendas e concentrações camonesas, uma camanha recrutamento visan elevar substancialmente, no total s efetivos Parti, a ercentagem mulheres em nossas fileiras. Para a realização sta tarefa vem ser mobilizadas todas as forças. Parti. Cadi romitê Regional e os Comitês Zona mais im. ortante* vem criar suas Seções Trabalho Feminino, dan lhes ajuda solicita e eficaz. As Seções já existente^ r?oi?,am ser urgentemente reforçadas Tos os Comitês Zona e Comitês Distritais vem ter encarregas trabamo femudno O trabalho entre as mulheres é a rincial tarefa todas as militantes comunistas. Paralelamente, é indisensável travar uma luta sistemática e tenaz em nossas fileiras contra a subestimação ohel revolucionário da mulher e contra o* reconcelioi leu* Sui e a mentalida buruesa; que fenm a reierwa su* èriorlda homem sôbre a mulher. A teoria reanfc* na ue uue or uma laiiuiua u,uio«ita a mulher e mie* nor no homem ve mt smascarada e aniquilada on surgir, seja qual iôr a forma tle que se revista. A mulher comunista é um membro Parti, exata* mente como outro qualquer, com iguais direitos e verc* e ve, ortanto, articiar da Organlzaçfto Base c*í*u;}>* te em teu local dc trabalho ou residência. Para faclu* tar a estruturação da» mulheres no Parti, semre que fôr conveniente, em»er criadas Organizações Base exclusivamente mulheres. Desta maneira orão ser veneldas as dificuldas e os reconceitos ainda comuns cm nosso ais. O mortante é recrutar mais e mais mulheres ara o Parti, trazen ara as Organizações Base leml* ninas as mulheres que, em conseqüência s afazeres mestiços ou or qualquer outro motivo, catão imossioiu* tadas articiar das Organizações Base cm que também milham os homens. Entretanto, não se ve ermitir que a Organizações Base femininas rebaixem seu ael vanguarda e sçam à categoria simles frações daa uniões femininas, coníundinao-se com ss organizações massa femininas. Tu ve ser feito ara oue as Organizações Base femininas se diquem a toda a ativida olítica Parti, sirvam escolas ráticas ara a elevação nivel olítico e iológico seus membros e sóli cio dc ligação Parti com as massas femininas. Em todas as escolas Parti vem ser feitos cursos esecializas sôbre o trabalho Parti entre as mulheres, ten or objetivo formar um bom número quadros, homens e mulheres, caacitas ara a direção seme* lhante ativida e erfeitamente esclarecis sôbre os rin* dios teóricos e as diretrizes ráticas que norteiam a ati* vida Parti entre as mulheres. A formação e a romoção quadros femininos vem merecer i maior atençáo to o Parti. Para tanto, é indisensável que as militantes não fiquem relegadas à sim* ies ativida rática, como em geral acontece, mas que juntamente com os homens articiem da vida olítica Parti, tomem narto nas Assembléias Gerais suas Or* ganizações Base. Os quadros femininos vem ser convocas, com lrequencia, ara ativos e reuniões s or(íanísmos dirigentes, ara discutir os roblemas Parti e, muito articularmente, o trabalho feminino. Aos cursos e escolas Parti vem ser chamadas, em roorção cada vez maior, todas as militantes que revêlem ossibilidas, or menores que sejam, se formar como quadros Parti. Particular atenção ve ser dada ao trabalho elevação nível cultural das militantes. Séria luta é reciso travar ara alfabetizar todas as militantes Parti. O Parti ve estudar cuidasamente quais as medi* das a tomar ara melhorar ráida e radicalmente a agita ção e roaganda Parti entre as massas mulheres, dican esecial atenção ã questão da imrensa ara as mulheres. O Parti ve divulgar entre as massas femininas as grans conquistas das mulheres da União Soviética, na China Poular e nas mocracias oulares, como imortante meio ara sertá-las ara a luta or sua emanciação e or um governo mocrático libertação nacional. As questões trabalho feminino enfim, e, articularmente, a resente Resolução, vem ser obrigatoriamente discutidas em todas as organizações Parti, as quais vem ôr em execução, imediatamente, as medidas indicadas. O Comiê Central termina que tos os membros Parti se emenhem na gran tareía ganhar as mu- - TTviC.O 4heFes-trnr-ar Una ela az, efas- liberdas-moçráticas^ JJdl Ci «U. n.<iu [*"vjv. ^-m*-, i %..»«*«-. ~ ela inendência nacional e or um regime mocrático** oular. O Parti Comunista Brasil é o mais conseqüente 6 arroso lutar elos direitos da mulher, o verdairo dafensor da família e da infância. Nenhum outro arti olitico o aresentar solução ara os roblemas da mulher. O Parti Comunista Brasil encarna as asirações mais nobres da mulher, exressa suas eseranças uma vida livre e feliz. Só o Parti Comunista em seu Programa indica á mulher o caminho sua comleta emanciação. Só o Parti Comunista orienta e dirige a luta das mulheres ela conquista seus direitos como mãe, trabalhara e cidadã e ela fesa da felicida seus filhos e da az. E* re ciso mostrar ao ovo, em articular às mulheres, esta osição, marcar nitidamente essa diferença entre a atitu Parti Comunista e a s outros artis olíticos. A luta que travamos ela vitória Programa Parti imõe que as massas mulheres exloradas e orimidas nossa átria se transformem em arcela oroso e invencível exército que libertará o Brasil da minação s imoerialistas norte-americanos, latifúndio e s restos feudais, que imlantará no Brasil o regime mocratiòo-oular e um governo mocrático libertação nacional ; j Março 1955 O COMTÊ CENTRAL, DO PARTDO COMUNSTA DO BRASL. Rio, VOZ OPERARA Pág. 5

6 ... *~s i>^^.-. yyy"yy- ROTERO P\R.\ KSTDO DO NFORME 1)0 CAiMAH \ DA LUZ CARLOS PRESTES Èêê N".u -. dias, ot >;!., i. *s c»»nu»nuia».. d(m irahalhalorc», toda* us i-.» rogie%n «taii ifb>lw term \ Sííuacão Aluai, a TáJca e as Tarefas Parti Comunista Damos a seguir um roteiro sobre um questões fun. aumentai* tratadas no informe camarada Prestes aresenta aa Comitê Central em janeiro dr 1956, O informe dite ser estuda em conjunto ann o artigo sa unida, chave triunfot, t com entrensta camarada Prestes ublicada em 22a dê fevereiro 195b\ ÊSU roteiro ve ser utiliza ara o estu intlmtiuul, ara a realização sabatinas e e tombem ara a orientação s circulas alestras estu. Com o fim facilitar o estu, dividimos o informe em cinco artes. As erguntai se referem as questões rinciais abordadas em cada incho informe, l (TRECHO NCA i NCLUNDO ATÉ O SUB-TÍTULO «AS CARACTERÍSTCAS DO NOVO GOVERNO») Neste trecho, o camarada Prestes analisa o senrolar s acontecimentos olíticos no ais s o gole 24 agosto, arecia a camanha eleitoral, a crise vêrno novembro e as gocaracterísticas novo govêrno. - Qual a significação leito 3 outubro e que indicam seus resultas? Por que foi ossível 3 a rrota ** s golistas nas eleições e na crise governo novembro? A A rrota s ^ tas significou umagolismo* diíicaçáo regime olítico? EJ Quais as caracterlsti* ** cas governo sal s acontecimentos novembro? ** Como se caracteriza ^ a mudança da correia* çáo forças olíticas favoràvelmente ao ovo? Que é necessário g ** zer ara consolidai iaas vitórias ovo e rosseguir o ascenso mocrático? 91 Por que tem caráter r*ukmáiio a reforma oo»». tltunal anunciadat 9) Por que é ossivel levar c governo ê reousar * danças na olitica interna «externa? W Çue è necessário faser ara imulsionar o avance das forças mocráticasf Quais as tarejat cisivas M atual momento? V (TRECHO NTTULADO *A TÁTCA B AS TAREFAS M) PARTDO» O camarada Prestes exõe aqui a osição Parti mi face governo, a olítica frcnte-únlca Parti e suas tarefas em relaçao ao trabalho mansas. A scguif aresenta a lataforma que roomos ara facilitar a uni. da e a ação das massas. Qual a osição Parti em íace atual governo? ) Nossa osição é aoiar os atos mocráticos a combater os atos reacionários governo? Contra setores vemos concentrar o fog«? 2\ Por que?quc g ) Quais as nossas tarefas no trabalho massas? JA ) ^ Por quc é necessário dar atenção esecial ao trabalho entre as massas camonesas? ALGUMAS DÉAS FUNDAMENTAS O «-.novo» O camarada Prestes estuda neste trecho Parti na crise governo novembro,a articiação os las ositivos e critican os las negativosassinalan nossa atuação. - houve ositivo na atuação Parti ante os ) Que acontecimentos novembro?, ^Parti no lano nacional e local.) (analisar a atuação C) f Que ossibilidas existem ara acors com as mais correntes e artis olíticos? Que lataforma roomos ara a unida e a ação g) com"m; Por Q«e aresentamos recisamente este»,t* quatro ontos? (TRECHO NTTULADO «AS FÜRCAS DEMOCRÁTCAS ESTÃO EM ASCENSO») Constatan o avanço das forças mocráticas em nosso ais, o informe staca as causas ste avanço no iano nacional e internacional è aeentuí as novas ossibílidas ara a obtençfio. maio- res êxitos. :, >. )., :j t i ( - Quais è&o os fatores internos què contribuem, ara o ascenso moylmetc mocrático nò. Brasil? O Como o alívio da tenfr são internacional influi iio avanço das forças mo«ráticas em nos60 ais? Que imortância tem js ara o Brasil a viagem s dirigentes soviéticos à Índia, Birmânia e Afganis- (TRECHO NTTULADO «COLOCAR O PARTDO A ALTURA DOS ACONTECMENTOS») Concentran o fogo nossa luta contra os setores rea. clonários que querem medir o avanço mocrático e bus* cam substituir junto aos monoólios norte-americanos e à embaixada s Estas Unis a camarilha golista sa* lojada governo, vemos simultaneamente exigir atual governo rigoroso reseito às garantias mocráticas regia* tradas na Constituição, anistia ara tos os connas % rocessas or motivos olíticos, revogação dt leis segurança e imrensa, comleta liberda sindical, me. didas ráticas eficazes contra a carestia da vida, mudança na olítica externa no Benti estabelecimento relações amistosas com tos os ovos mun e fesa intranslgente s nteresses nacionais contra a voracida e a ilha* gem s monoólios norte-americanos. Sem ixar ticar e combater as osições antimocráticas atual j?ri* «o* vêrno, vemos mobilizar as massas ara ressioná-lo no senti da mocracia ô da satisfação das remndlcflcce» oulares. íatos os êxitos obtis elo Par* íí,,e ti a artirçaracterizam 24 agosto? tão? " : - fatos caracter!4 zamque a agravàção da luta olítica e social, o arofuh-) damento da luty claswe o novo sertar olítico dás massas? (Citar também fatos 2oeaia.), 2) PERGUNTAS SOBRE 0 ARTGO «A UNDADE, CHAVE DO TRUNFO» E SOBRE A ENTREVSTA DE A orientação governo en d» ação das massas Mais que nunca, nas atuais condições ao mun üs nosso ais, a orientação governo en MtfMo Mate«à% força, da consciência, da unida «da ri V A situação nacional se caracteriza elo ascenso os Wtojecuq das forças mocráticas e atrióticas f (citar t»mltndrfâfconc *SÕ e ÍWW m atml govérm * /éw #» #> -^f U \"*7a O que é reciso estudar SOBRE A FRENTE-ÚNCA FMâo na orm-dia os roblemas tática e, entro, a questão da frento única. Para ajudar os roaganaistas e, cm tos os ores, no estu sta imortante questão,geral, damos abaixo a seleção materiais sobre a frente única. A rimeira arte inclui.nateriais nosso Parti ro a frente única no Brasil. Bates materiais vem ser udas em estreita relação com * exeriência s últimos ntcdmentos (camanha eleitoral, crise governo wnbro, inicio governo Juscelino Kubitschek). A segunda arte contêm indicações s clássicos rxismo e exeriência outros artis. Ai é reciso estu as teses teóricas sobre a elítica única, os nciios gerais alicáveis a qualquer aisfrente e as exeriên da jx)utica rcntc única <vn outros aíses. HO P.C.B. V caitulo. {ÍKÍRAMA myl CARLOS PRESTES nforme ao V Congresso P.C.B. f,roblemns> c OGENES ARRUDA L UBNEN K STÁLN r».m< Í10-M Í8M3E.j?-;l 1/ " -a ak i &%wí\ h! M!-W-y lf; c! 9AlÜ< v«-! ltlv.;i.:.!j í:iflji-iil, - 1«T f iii* ) fil i... ) ;; * / \. < U,^..^^UU^^-,:t" ;:,}.,.._ : ; ; (^rv^v>,í»>%^v n» 64 ág Comunistas e trabalhistas ombro a ombro na luta contra o nimigo comum «Problemas n«62. srtbro o Programa P.C.B. arte «Problemass n» 54. Ab eleições resinciais 1955 e as tarefas nosso Parti «Problemas* n» 66 caitulo. A oslvfto Parti na sucessão resincial e nossas tarefas atuais «Problemas* n» 69 &g. 23 a 30. A situação atual, a tauca e as tarefas Parti Comunista (informe Janeiro 1956) ca. intitula <A t&tlca e as tarefas Parti». A unida, chave triunfo. nforme ao V Congresso P.C.B. «Problemas» n* 64 ág. 119 a 122. Tu o Parti na ac&o oliuca massas intervenção no Pieno 4& Janeiro WrMÍTROV L~,y n ovo», Exigir governo medidas mocráticas Referin-se aos êxitos alcanças elo Parti nos Prestes staca as a Í5í?0!lbilidas ^ontecimentos, o camarada duas rinciais, em cuja correção vemos concentrar nossos esforços, e indica os meios ara suerá-las. ser ganhas ara a luta or moméi^ã Q**na /^VM.yom aificações olitica interna e externa áo governot 9) A unida stas forças em torno da lataforma #&M m nã0 Vom existir -;entre -. SB SES?. w^j ffênçias nem interesses oostos?, ^ dçsta amla coalizão os oomxm mámfiíj^. ^icimréi nistas renunciam ao seu Programai f; M&i caminho elo qual há avançar o «iooi. mento libertação naciona} no atuai Zomnfot 1 P.G.R.*) Qual o osição éo em governo áo m» u. Juscelino Kubitscheh? face n^^mo A tarefa fundamental e urgente que têm agora à sua,ote as forças aulótkaii e mocráticas, tos os que n&o neoraan com o nstauração cm nosso ais uma dltadu tio íaschua a serviço s monoólios norte-americah. totlos o* que nslnim or mudanças da olhlcn nterna rtema governo no senti mocrático e rogresslsconsiste em unir suas fôrçaa ara exigir o efetivo resto às liberda» mocráticas e sindicais, abollçáo dns?timlnaçõcs olíticas e ológicas, medidas ráticas que õgurem a melhoria nas condições vida das massas balharas, olítica externa fesa da soberania na e estabelecimento dc relações amistosas com tos na atual situa A vida vem comrovan dia a dia a justeza Pr* grama Parti e da linha geral traçada elo V Congresso. Devemos encontrar, orém, ntro das eculiaridas da éoca em que vivemos e da situação Brasil, o caminho esecifico, o caminho brasileiro, ara chegar ao regime mocrático oular. Este caminho brasileiro é que vai sen agora elabora or nós através da luta olítica concreta cada dia. Não o ser inventa nem duzi fórmulas gerais, é elabora ela rória vida e exige nós a caacida arenr com a rória exeriência saber corrigir com raiz e audácia os erros cometis. dua,s Parü ara a corís8/8 5ebillda<tesconcentrar reção das quais vemos nossos esforços? nece.ssário faz*r ara fortalecer orgânica e 3) 2ün5é *» oliticamente as bases Parti? (resnonr 1*! Por a organização O) Parti (na região, zona, que levan em conta a exeriência local) *f distrito ou emresa) via tomar iniciativa naquela «resonr situação? ^ue «íiimvuu: Que era necessário fazer? fazer? -v.., raticamente a formação s quadros 4) Come.ajudar (citar exemlos da exeriência local). Como ser encontra o caminho o brasileiro ~ ê\ chegarmos ara arti. ao regime mocrático oular?. C) Que ensinamentos vemos tirar nossa atuação ** neste erío, no que se refere «o lançamento dc alavras orm? Q) Q"ais as rinciais ficiências na atuação Par" ti ante aqueles fatos? (verificar como estas ficiências se manifestaram nn innn local). A tarefa fundamental c urgente O caminho brasileiro ara a mocracia oular PCB- ve ap iar o governo que so T) disuser?.or que a realizar esta lataforma? O) Qual o caráter da coalizão forças quc se unem w em torno sta lataforma? De en Q) w atua)quesituação? mais a orientação governo na 11 ) ik> que.t..ri.oi..i. s «<-J«. e tntcpqflc du» hobmm rr fonnam o governo. NAo noa CM)ueçamoa que os «lionàrloji mnntímds no or nác aenas j»ela força, rem íwm etn conseqüêmla baixo nível úe OOMataSi num. tio anío au» velhos liábltos, da timiz da (alta gtgmhmxao, or i>arto das massas trabalharas. Atualmente, a luta contra as ameaças golistas, contra uma ditadura terrorista, venha on vier, só orá ter êxito na medida em que as forças mocráticas e atriótlcas, ao mesmo temo que amliarem e reforçarem suo unida, conseguirem novas conquistas mocráticas, conseguirem eliminar, uma a uma, as restrições ainda existentes à rática efetiva das liberdas mocráticas consagradas na Constituição, conseguirem enfim umo articiação mais efetiva da» grans massas oulares na vida olitica ate. (TRECHO NTTULADO «A ATUAÇÃO DO PARTDO NOS ACONTECMENTOS DE NOVEMBRO») liféiiél Unida í Coesão P. C. D. S. AABfAA^Êm > i Duas táticas da social-mocracla na revolução mocrática ca...i 5, 6, 10, 12 e aêndice item 3. A ença nfantil esqu^rdismo no coiriunlsnio ca. 6, 7, 8,. 9 e Sobre us fundamentos lenlnls it mo ca. 5 e 7. _Em torno d«s roblemas leninismo ca.5. revolução Outubro e o rofl-ablema das camadas médias Obras, tomo 5, ag Sobre as tarefas olíticas da Unis Povos. Oriente nverslda arte em «O Marxismo e o Problema nacional e colonial». Sobre o roblema da China im. Comentários sobre temas atuais «Problemas» n» 25. «Sôbí-e us ersectivas da revo.- lução na China «Problemas» n» 27. Palestra com ob estudantes da Universida Sun Yat Sen «Problemas» n» 29. QuestOeB da revolução chinesa"., «Problemas» n» 30. A revolução na China «Problemas» nc 31 Problemas da Frente única ~nforme ao Vil Congresso da nternacional Comunista.. Trabalhar mais e melhorela revolucão chinesa «Problemas» n» 11. :! í A nova mocracia na China «Problemas» h«20. Sobre a ditadura da «mocracia «Problemas» n» 80. oular Aresentan, «fo Comunistas «Problemas» b* 37. A revolução chinesa e o P.C. b» 06. da China «Problemas» ^-A tática da lula contra o teir*«problsromi rlallsmo Jaonto m es. lt! *. M » \-.m ositaram»am <*«t*ranças em um oc *ível dmwicêrto ms lilt-ira* P.C.U.S.. vm oitlvrl* tro oouvqhnun i>ara omoíl on no GÉta PiíàeSo liuicórdiüii no wío aua dlmçtot em o&slvt-i» VMÜQOil Kremlin celobrouüe o huiôrlco XX OoagWMO Parti M iiliração sua olítica nterna e externa. No entancomunista ila Unífio Soviética, o Congresso ilot vitorio- lo. i-*sa«eserança* tnoaiaatrum. O Parti Comunica agruoufw aimia maix e«treiiameiue em torno seu ios construtores comunkmo. Central e reforçou *ua unida monolítica. Comitê. O Parti Comunfota <la UnlAo So\i6 ica chegou a XX Congresso lctôrico lncagot/ivela forças erlarjuí, On lm M*rlaliitas bitavam attii-ular eserança ejn cerca carinho e da limitada confiança ovo so- Bêria. u velho agente. Mas,:r..-.. á vigilância Co* vlétlco. O Confrre**o coitatitul um hruhaniuidmo teste- mltê Central P.C.U.S. e a sua açôo enérgica. ôi«e munho da gran intificação f\\-u-.><- entre o Parti fim. sem h-da, & criminosa ativida coiwlratjvn sse e o ovo, da unida monolítica das fileiras P.C.U.S., erigoso nimigo e seus aoqua*e*. O smascaramento da mü.. e liulchirutlvel - o-u» Parti em torno a da quadrilha Dêria foi uma gran vitória P.C.U.S., seu Comitê Central leninista, «Ablo dirigente coletivo que uma vitória sua direção coletiva. cm toda a sua ativida m* aõla na utrina marxuta» Na solução todas as questões o Comitê Central leninista. alicou uma linha conseqiu nicmente leninista. salvaguar^ No nforme Comitê Central, aresenta elo u e fortaleceu a unida das fileiras Parti, restarimeiro -secretário Comitê Central Parti, camarn- beleceu e consoliu or tos os oieios as normas lenida N. S. Krusehiõv, ge monstra com extraordinária nistas vida Parti com freqüência nfringidas anclareza que durante os últimos anos se fortaleceram ainda tea XX Congresso P.C.U.S. sso constituiu uma mais a coesito e a unida Parti. O P.C.U.S. tomou remissa suma imortância ara os enormes êxitos ncertadamente cm consiração as necessidas alltan- olíticos c econômicos e ara os êxlios da olítica exterior tes da olítica nterior e exterior da U.R.S.S. e, no com que o P.C.U.S. chegou ao XX Congresso. vi temo, artin da utrina marxista-leninista, dn Teve a maior imortância o restabelecimento rlnexeriôncia e s interesses vitais das massas, traçou o cllo leninista da direção coletiva, tanto no Comitê Cencaminho ara a soluçfto s mais comlexos roblemas trai como em tos os mais escalões P.C.U.S. O que teve diante si o ais e tem manti elevada a n- CC. P.C.U.S. manlíestou-se maneira resoluta vencivel banira imortal Lênin. O nforme CC. contra o culto á ersonalida t esclareceu amlamente P.C.U.S. ó um gran cumento marxismo cria- a conceção marxistaleninista das massas e r, um cumento gran mortância olitica e hls- ndivíduo na história. Reforçanael os vínculos com as tórica. Nele se faz uma rofunda análise marxlsta-enl- massas, aconselhan-se constantemente com elas. resnista da situação internacional e interna da U.R.S.S., tan ouvi atento à sua voz. a >oianrio-se em sua exeexamina-se cm tos os asectos a ativida Parti riencia coletiva e senvolven a critica c a autocrítica, ois XX Congresso e se aresenta um amlo ro* o Parti Comunista, com seu Comitê Central». frente, grama futuro trabalho Parti. Para o P.C.U.S., soube ligar-se com mais força ainda ao ovo e elevar ainda o movimento comunista e oerário mundial têm mais a ativida criara ste na luta ara realizar as Kara nensa transcendência teórica e r&tica questões rln- grandiosas tarefas da edificação comunismo. O PCUS ciio relativas ao senvolvimento lnternaciona contem- restou gran atenção ao estu da teoria marxista-leorftneo c elaboradas no informe, come as da coexistên- nlnista elos comunistas em ligação indissolúvel com a cia acifica s is sistemas, a ossibilida evitar da construção comunista, o que contribuiu ara a.s guerras na e.ica aiuaí, as formas trans*çâo uos rática reforçar a unida iológicoolitica e orgânica Pardiferentes aises ao socialismo. Reveste-se, mesmo ti. O Parti Comunista da União Soviética está hoje mo, gran significação a questão da atitu em mais uni que nunca. A unida P.C U.S. e relação aos artis social-mocratas. A correta íormu- seu núcleo direção tem como base a unida moral e lação marxistaleninista stes roblemas, no informe olítica toda a socieda soviética e os rincíios lncc. P.C.U.S., semenhará imortante ael na tangíveis marxismo-leninismo. organização osterior da luta das forças rogressistas Com sua olitica interna e externa, que exerce umo mun inteiro contra a ameaça guerra, ela az influência cada dia maior sobre toda a marcha da história e a felicida s ovos. universal e com sua absoluta dicação ao ovo, o PCUS A discussão informe CC. P.C.U.S., sen- grangeou um imenso restigio não só entre os trabalhavolvida em nivel excecional altura, sob o signo res da U.R.S.S. mas também no movimento comuuma amla critica e autocrítica, mostrou com to o vigor nista e oerário internacional e entre as massas oulao caráter combativo e senti rático verdairamente res Oriente e Ocinte. Os chefes das legações s bolchevique Congresso. Os bates se transformaram Partis Comunistas e oerários irmãos, em suas internuma gran monsl ração da unida Parti, venções no Congresso, dizem que o P.C.U.S. íoi e será sua confiança sem limites no Comitê Central. Em suas exemlo ara os Partis Corm.nistas e Oerários intervenções, os legas ao Congresso stacaram com to o mun e que a exeriência P.C.U.S. tem ara toda a clareza como, no erío comreendi entre o eles um valor inareciável. XX e o XX Congressos, cresceu o restigio Comitê «O Parti Comunista da União Soviética disse Central, como o CC P.C.U.S. resolveu com sabe- em sua o chefe da legação Parti Coria leninista todas as questões internas e externas munista intervenção da China, camarada Chu-The foi semre «Esta soviético. Os legas foram unânimes em assi- continua sen o melhor exemlo ara o Parti Comunalar que na direção Parti e aís o Comitê CenChina. Regen-se nista da elo marxismo-leninismo < U-al u rovas saberia e flexibilida excecionais rica P.C.U.S. na construção alican a exeriência e que no seu CC Parti têm uma coletivida sóe outras esferas, o Parti Comunista da socialista em lida, coesa, temerada nos combates, digna gran China chinês conduz o o socialismo.* ovo ara sua o Parti, to. A unida Parti Comunista. coesão em torno Comitê Central encontraram clara Exressan os sentimentos s comunistas franceses exressão na Decisão, unanimemente arovada elo < oníi s trabalhares da França, o camarada Maurice Thorez clarou: «O Parti Comunista Francês insira-se gresso, sobre o informe CC. P.C.U.S. na rica exeriência glorioso Parti Comunista da «Deois ouvir e discutir o informe rimeiro-seunião Soviética, que indica o caminho aos roletários cretário CC P.C.U.S., camarada N. S. Krusehiõv, mun inteiro e cuja ajuda tem si inestimável ara os Comunista sobre o trabalho Comitê Central Parti franceses, ao longo toda a história seu comunistas da União Soviética diz-se na Decisão o XX ConParti.^ gresso Parti Comunista da União Soviética ci: Arovar lena e integralmente a linha olitica e a «Aqui em vosso Congresso clarou, dirigin-se ativida rática Comitê Centra! P.C.U.S.» aos legas, o camarada Togliatti adquirimos nova que nossa causa, a causa socialismo, è Esta Decisão exressa a oinião s sete milhões certeza invencível.-* comunistas da União Soviética e todòs os1 frabalhares Tos os reresentantes s Partis Comunistas e da U.R.S.S. Nos comícios e reuniões celebras em irmãos falam com singular reconhecimento Oerários saúcongresso, os cidadãos soviéticos XX ao homenagem dam calorosamente está Decisão Cóngíesso sobre o que o gran trabalho criar que está realizan a P.C.U.S. e a olítica externa or êle traçada revestem-se informe CC, P.C.U.S. e claram que darão tô um formidáyei significa histórico ara a causa da cabo levar a das as suas energias ^conhecimentos ara i os acors Congresso. ri "jíj. -V.-.- az e rogresso. no XX Congresso P.C.U.S. 55 A Na discussão informe camarada N. A. Bulgânin,. legaçõesresença s Partis Comunistas e Oerários, fraternais resinte Conselho dè Ministros da U.R.S.S., sobre chefes das mesmas e as calorosas s intervenções as as Diretivas XX Congresso P.C.U.S. ara o V Congresso constituem uma emodirigidas ao saudações Plano Qüinqüenal senvolvimento da «economia nainterna cionalismo roletário, manifestação cionante cional da U.R.S.S. ( ). o Congresso monstrou to o trabalho Congresesírito está cujo enetra gualmente sua total unanimida esua coesão em torno internacional da solidarieda manifestação uma so, ao Comitê Central P.C.U.S., seu arnte dèsejo e s ovos os trabalhares tos oerária, classe seguir firmemente o caminho traça elo gran Lênin. inteiro. mun Os legas examinaram, à maneira bolchevique, lenio XX Congresso Parti Comunista da Unlfio n ta, ftom um gran senti rático e em tos os seus é um acontecimento relevante na história Soviética asectos, as Diretivas. Congresso, í cujo cumrimento na história to o movimento comunista P.C.U.S., reresentará um novo e gran asso da U.R.S.S. rumo As cisões atadas neste graninternacional. oerário e ao comunismo..,... Congresso iluminarão com a reslanscente luz A unida leninista P.C.U.S; íol semre e conmarxismo-leninismo o caminho triunfal da construç&o da coniuiiista na U.R.S.S. è estimularão,as tésocieda força è Sua orio. tinuà sen a condição rincial to o mun ara sustentar uma soas rogressistas Os inimigos ovo soviético btén t%^x&^jím. \A luta ainda mais ativa ela az, a felicida e o future vez semear a discórdia nas fileiras dò Parti, mas todas tos os, Jwaiinoso ovos. as tentativas s inimigos çomuni$líó íojrám"vás: rom-,. «POR UMA PAZ DURADOURA, (Editorial eram-se encontro à gránitica unida; leninista.. \!"!. POR UMA DEMOCRACA POPULAR!», 24 M Dèbois dà morte T. V. Stálin, os inimigos sócia- r; 3b vereiro 1954.) *" ",*., ,-..-- «MiAjfeji,.

7 ndicações Para o Estu Das Concentrações Camonesas autniíestaçâo comum subestimarão i< io slin UMA fundamentitl roletaria o eamoiie*es és ausineia gcwrati/ada d<*?«tus «Abre aa diversa* fxmccittraçâcs eamiminesas ala, mesmo cm Comitês Regietmbt mortantes. Entretanto, salta ás vistas a mor* tftncia s estus ssa esécie. Sabe-se, or exemlo, que 08 latifundiários kao a minoria em tôdn a arte. Mas or falta um conhecimento exato daa carnelerisilras cada região, nâo se trava a luta or neutralizar ou ganhar os cami>oncst»s ricos, eonfundituloo» riêjise morlo com o nlrnt*- go a combater no camo. Sem que haja um estu sério nâo se om terminar as camadas reminantes no municíio, na rogláo ou uo distrito: se afio os cami>onescs obres, médios ou os assalarias agrícolas. Ainda mais: como saber se ura termina sindicato organiza na região congrega a maioria e no senti que camada ve se orientar ara ser uma orünni/açfio realmente forte se náo há um estu arofunda? Finalmente, a slstematfração. o bate, o estu dc todas as informações sôbre uma tcrmlnada conrentraçáo camonesa <H»ntrlbulráo sem dúvida ara dar ao nosso trabalho no camo a característica que ve fer, um trabalho r^rmimr-me e náo eventual. Visan contribuir ara um maior conhecimento da sttuaçáo real das massas camonesas e on esláo localizadas, damos a seguir algumas ndicações sugeririas ela exeriência concreta na reallzacfto rto estutlo dc terminadas concentrações camonesas ais. Deve-se stacar a existência um gran material estatístico caaz dc facilitar essa tarefa. Já existem ublicações em seara com o resulta comleto s das coletas olo Censo Agrícola 1950 relativos o cada Ksta. Além disto, tos os Anu.«rios Estatisticos Estaduais ncluem os das Censo Agrícola. Várias Secretarias da Agricultura nos Estas têm emrecn* di estus interessantes, além que há ublicações esetfrtyiohiedúée na UB.S.S. EM QUE CONSSTE A PROPREDADE COOPERATVO -COLCOSEANA E QUAS AS STAS CARACTERÍSTCAS? A segunda forma rorieda socialista é constitulda ela rorieda eooerativo-colcoseana. Trata-se da rorieda das fazendas coletivas (colcoses) e da rorieda das organizações cooerativas. São rorieda s colcoses os rebanhos e os instrumentos trabalho (à exceção s tratores o das grans máquinas emregadas na agricultura que são colocadas à disosição s colcoses mas que ertencem ao Esta), a rodução agricola or eles realizada e o dinheiro advin sua venda, bem como os edifícios construís elos colcoses e que se stinam a atenr as necessidas da rodução ou da oulação camonesa. A rorieda das organizações cooerativas (constituídas reminantemente elas cooerativas venda no camo e elas cooerativas artesãos nas cidas) consiste nos instrumentos rodução e no roduto seu trabalho, bem como nos edifícios e instalações necessários à realização suas atividas. A terra não é rorieda das fazendas coletivas. Pertence a to o ovo. O Esta Soviético entregou-a em usufruto erétuo às fazendas coletivas, livre qualquer agamento. A cada fazenda coletiva o Esta fornece um cumento em que certifica isto. Tanto a rorieda das fazendas coletivas como a das cooerativas ertence a cada" uma ssas entidas, individualmente. São uma rorieda gruo social e isto recisamente é que as distingue da rorieda estatal, to o ovo. A rorieda eooerativo-colcoseana tem as seguintes características: 1») surgiu através da coletivização voluntária s meios rodução que disunham e que anteriormente eram rorieda rivada s equenos rodutores individuais: 2") senvolvem-se na base trabalho coletivo, güian-se elos objetivos s lanos econômicos estatais; 3") é vedada a utilização s meios e instrumentos rodução ertencentes às organizações cooerativas e às fazendas coletivas ara a exloração homem elo homem. Tu isto significa que a rorieda cooerativo-col- Císeana tem o mesmo cunho da rorieda estatal, to o ovo, em conseqüência que é uma forma rorieda socialista. As fazendas coletivas regem-se em sua ativida elo Estatuto Arte! Agrícola, ata elo camesinato colcoseano. Segun esse Estatuto os camoneses que se reuniram ara formar uma economia coletiva são os nos seus bens. que ficam à disosição da assembléia geral colcós, órgão administrativo suremo na fazenda coletiva. As atribuições da assembléia colcós são: cidir sôbre os lanos rodução e outros lanos éconômicos da fazenda, sôbre seu orçamento, a quantia a ser stinada aos funs colcós e a quantia a ser stinada à distribuição entre os çolcoseanos. Além disto, a assembléia colcós elege o conselho da fazenda, cuja atribuiçáo é dar cumrimento às resoluções da assembléia. O sistema osse e usufruto da rorieda elas cooerativas é o mesmo que rege as fazendas coletivas. As leis soviéticas rotegem a rorieda das íazendas cooerativas e das organizações cooerativas. (r«# o VU56 OrsuMiASUA mor. 3-<3-19«>6 cincas sôbre as diversas culturas sgrlenlss. O nstituto rio Açúcar c rio Álcool, or exemlo, ublica boletins mensais com tlas relativos s cada regi açuearelra, No estu s materiais estatísticos ve-se em ortmhro wtsr stacar quais os rinciais roduto* cultivas na re* giáo que se estuda. Agin assim verificaremos, or exemio, que no Esta Sáo Paulo as culturas reminantes sáo o café o algodão e a cana açúcar tmals 80% ris área cultivada». Em agsn lugmr ve-se vêr a locallraçao uses rodutos onto rie vista geográfico. Os municíios da zonn da mata cm Pernambuco, or exemlo, roduzem raticamente aenas cana açúcar. Ao estudar a cultura e sua localização abrimos o caminho ara saber quais são os municíios economicamente mais mortantes, o que se torna ndisjicnsável. ara o trabalho olítico no camo. A cultura cacau no sul da Bahia, or exemlo, está esalhada em 29 municíios. Entretanto, WV- dc rodução estão situas em aenas 6 municíios. 0 ESTUDO DAS CAMADAS A finição das culturas mala mortantes e sua localizaçâo facilita a jiosterior verilicaçár das camadas remlnantes cm caria região. Mo Brasil, a cana açúcar, o cafã ou o cacau são culturas tíicas emrego trabalho assalarlauo. Em várias regiões o algodão é lanta or equenos camoneses íequenos rorietários ou m^eiros). Entretanto. o estu das camadas que comõem a oulação em caria regiáo ou municíio ve artir levantamento número rorietários e da área das roriedas. Ao fazê-lo, a rimeira reocuação ve ser estabelecer ttanto quanto ossível ouvin essoas «lo local) a área tíica da rorieda latifundiária c os limites entre os quais oscilam as roriedas s camoneses obres, médios e ricos. A terminação ssas áreas varia muito lugar ara lugar, mas nem or sto há motivos ara ixar estabelecê-las. sto só o terminar um bate sob tos os asectos ositivo. Além das áreas das roriedas, o Censo Agrícola nforma o número arrendatários, arceiros e assalarias ttsccifican aqueles que trabalham na ecuária). Quanto aos arrendatários, entre estes há camoneses ricos ou médios, e às vezes camoneses obres. Os arceiros ou meeiros sáo quase semre camoneses obres ou médios, na maioria das regiões. Tais sâo em linhas gerais algumas indicações ara a roalizaçâo um tal estu. Os das estatísticos não vem ser subestimas, s que servem base a qualquer estu sério. Devem entretanto, na medida ossível, ser comletas or informações locais. Por exemlo: é mossível terminar o número exato rorietários basean-se unicamente no censo, s que este não leva em conta que uma só essoa tem várias roriedas. A realização estus ssa orm não só no âmbito s Regionais, bem como nas zonas e distritos trará inestimáveis vantagens ao nosso trabalho no camo s que o significar um conhecimento mais exato das eculiaridas cada local bem como das reivindicações cada camada camonesa. A VOZ OPERÁRA abre suas áginas à ublicação s estus que forem sen realizas elas diversas organizações Parti ou or quaisquer estudiosos assunto, sob a condição única que estes sejam honestos, objetivos, feitos com resonsabilida. ^*$33S^^ PLENO DO CC. DO PARTDO COMUNSTA MEXCANO ss -". 20fatos **sé*w^*ãs*«*j Hfíriücos havida Jimmm 0 V CONGRESSO (l<mm>) O V Congreaso realizou ae em Ki foro/mo, em 1906\ Dele articiaram U legas ibol:he,iiquea e meneht* ligue*) com direito â vos, qus reresentavam 57 organieoedü Parti. AWm dêaaea, OMitíiont no Congreuao o«rrtrc*cní«inie# Bund tl) f O organizações sonrjj» iltmocratua da Polônia e da t*vlônia. tfsse foi o cosgreaso chama unida. A questão da unida das fúrçits Parti, da unificação daa forças rotela* í rut neste erio imortanio da revolução oular na \ Pusiia, foi colocada elos rórios oerários. 8oo o res* f i «ia*»ii«i*«os o/*rrdnu*, on mcnehe.tguea foram cons* trangttiva a aceitar a unificação. L4**a cro tgualment* ela unificação, com a coadiçrlo que fôaae realisiida numa base dt> rinciioa..is organizações bolchcviqucs, tlo falo terem ai duramente aacrifwadaa no trananino da Revolução, es* enalmente dcvuto à rrota da inaurreiçáo zembro 1903, cm Moscou, não uram enviar ara BstOOOÍmo o numero dclcgaa a que tinham direito. Em conao* <-, i i disto» oa menchenquea, cujas organizuçôea nào so haviam emenha noa combatca rt tc.uríondrioi ano contavam com a maioria V Congresso. Üs rineifiaia ontoa examinaa no tv Congreaao foranii a questão agrária, a aitttação momento c os objetivos dc claase roletaria, a atitu a tomar. cm ralação à Duma Eata t2), as questões da orga* l nização. Se bem que oa mcnchcviqucs contassem com a maioria no Congresso, resolveram, ara náo ae isolai d»a ojterários, atar a fórmula reconizada or Lênin ara o artigo rimeiro a Estatta Parti que, ao finir a condição membro Parti, aresentava como ex%- gência a articiação numa dc suas organizações Aaaim, o fórmula oortunista roosta or hlartov e que havia si atada no fl Congresso (1903), foi eliminada, ara semre» s Estatutos Parli. Entretanto, a sueriorida numérica a legas mencheviquca não ixou influir nas resoluções i Congresso. Na questão agrária, or exemlo, o Congresso í atou o rograma mencheríque, da municialisaçào da i terra. Segun esse rograma, as terras s latifúndio* i rios eram ostas à disosição das municialidas, guc se l incumbiriam arrendá-las aos camoneses. Como as ) municialidas eram controladas elos latifundiários o rograma menchevique tinha um cunho magógico e l,nã atendia ãs asirações s camoneses. Lênin, cujo orto vista foi rrota no Congresso, fendia a ; nacionalização da terra. O V Congresso não conseguiu "jolchcviques a almejada unificação l Parti. A luta entre c menchrviqucs, ao invés saarecer, aguçou-se. Por ocasião da dis- \ cussão dc suas resoluções elas organizações Parli,? a maioria s membros Parti atou os ontos vista fendis no Congresso elos bolcheviques. Também a massa s oerários formava ao la s bov ch eviques. (1) Bund nominação dada â União Geral s Oerários Juus da Lituânia, Polônia e Rússia, tenucia nacional-reformlsta. Fundada em sei ombro 1897 no Congresso Viena. Uma arte seus membros, Í sobretu os oerários, ariu ao P.C. (b) da Rússia,! entre 1919 e (2) Duma Ksta Parlamento instituí elo go- * vêrno tsàrista ois da greve geral outubro PLENO DO CC. 00 PARTDO COMUNSTA DE SRAEL Realizou-se um Pleno i ^ Comi lê Central Foi recentemente realiza na cida neses e ovo contra a enetração intensiva áà merialismo norte-americano no srael, no qual o cama f Parti Comunista México um Pleno Comitê Central Parti Comunista Mexicano, com a seguinte México. O informante frisou que há no aís rada T. Tubi, membro orm dia: 1) A situação olítica nacional, a luta Parti Comunista Mexi- mudança olítica favorável ao ovo e que forças e ossibilidas ara terminar uma Birô Político e Secre taria. aresentou um Ú cano elo registro eleitoral e as tarefas o roblema fundamental, é unir essas fôrças, unificar sua ação na luta elos interês- olitica o as tarqfas 1 informe sôbre a situação ú Parti; 2) Melhoramento trabalho feminino Parti Comunista. ses comuns. organização Parti, i O camarada Mannel Terrazas, da Comlssão Política Comitê Central, aresentou Central, informou sôbre o segun A camarada Paula Mcdrano, Comitê Os bates sôbre êste.... ^ onto, o informe sôbre o rimeiro onto, analisan- ten o Pleno si encerra onto foram encerras elo secretario-geral P a situação afs e stacan as crêsú centos lutas da classe oerária, s camo- Encina. 0 elo camarada S. Mi- Parti, camarada Dloniss» kunls, Secretário-Geral Parti. Foram arova- Ú ü das resoluções sôbre a ""f HOMENAGEM À MEMÓRA DE JÚLO.ANTÔNO MELLA necessida intensificar a luta Os comunistas cubanos restaram recentemente comovidas homenagens ela az, em à memória fesa das liberdas mocráticas e das reivin- Júlin Antônio Mella, lír da juventu estudantil sua átria e fundar Parti ú Socialista Poular, cuja morte gloriosa, assassina elos agentes imerialismo ameriú cano, no ano 1929, é um vigoroso incentivo à luta dicações oulares, ela mocracia e ela inendência solidarieda à luta Ú nacional Cuba. ovo da Jordânia e g, Júlio Antônio Mella morreu ela Revolução e seu nome ê hoje uma banira luta ^.mic Chire. kj O camarada (-nmíu-ium Uu.» ú -não somente ara os.comunistas masx ara tos os oerários, estudantes e cidadãos dife- Bursteln, secretário-geraí 1 rentes cres olíticas que querem a libertação Cuba imerialismo norte-americano, da União da Juventu ú d aa da oressão e da miséria. edtiitn Comunista e n membro ^omhrn sulente Comitê Central, «. i Ú Por ocasião, das comemorações da morte gloriosa Júlio Antônio Mella, oparti * Socialista Poular, P(arti ds comunistas cubanos, lançou uma roclamação concitàn aresentou um informe P os jovens universitários, os oerários e camoneses, e to o ovo cubano, a seguirem 6 sôbre ás tarefas da UJC, Ú exemlo daquele herói da luta antiimerialista e a cerrarem fileiras em torno Parti sen arovada uma resolução a funda or Mella, ara levar à vitória a luta oerária e oular ela salvação nacionai. reseito. libssaaaimm^

8 UMA VTORA DO MrfT NO NO.TK DO PARANÁ «a«io» em Camo Mourão (Paraná} vigora um clima tle vk»m*nclas. O.M.-r.-*i<, i»! da U.D.N., rocura dificultar or tot oo mo* a dlttrtbuleáo «te* jornais da tittii> -f, m oular, O agente con elo tem volvi exemlares ila VOÍ5 OPERARA alegan nao coimecer seu rk**t inata rio, quan* âo na verda se trata ite essoa que mora a cida há mal* tle 10 anos. Também em Paraná doeste os elemento* golistas tém c*omcil toda uma *_*_rle violência*. Por duas vezes arrancaram a faixa M.N.P.T. Da segunda vez fica» ram irritas com o êxito alcança ela asseata que aquela organização romoveu no dia 31 Janeiro, em regozijo ela osso s eleitos. No dia V fevereiro 25 Jagun» ços arrancaram a faixa colocada na se M.N.P.T. A diretoria da entida reuniu-se e dirigiu um abaixo assina ao Juiz, con» ten 144 assinaturas. O abaixo-assina foi entregue no dia 3 ao Juiz e direito Camo Mourão. Outro abaixo -assina foi entregue no dia 3 ao Juiz direito Camlimou os rovocares a recolocar a faixa, o que foi feito. Essa vitória nos enche júbilo orque a banira M.N.P.T. reresenta os direitos s osseiros e foi com ela que alcançamos a gran vitória nas urnas, rrotan aqueles que retendiam rasgar a Constituição e nstaurar no aís uma ditadura (Do corresonnte da VOZ em Camo Mourão, Paraná.) «555-^-j^ÃNíSSiíir^^ mim Diretor-Resonsávol Aydano Couto Ferraz MATRZ: Av. Rio Branco, 257, 17» 1 and., s/ Tel. -12*7344 SUCURSAS: í SAO PAULO - Rua s! Estudantes n 81 s/ 29, ; 1 2 and. - Tel J $ PORTO ALEGRE - Rua s Andradas, * i s/ 74, 7» and. í RECFE Rua Floriano í Peixoto n* 85-3* j sala 326. FORTALEZA Rua Ba- Ú rão Rio Branco n 1.218, 8/ 22. SALVADOR - Ru»,,1311- rão Cotegie, 67 ~ «Edifício Zacarias s/ 203 (Calçada). JOÃO PESSOA - Rua Duque Caxias, 5o8, 1» and., sala 13. Enreço telegráfico da Matriz e das Sucursais: YOZPÉRA ASSNATURAS: Anual Cr* 60,00 Semestral... Cr* Trimestral... Crf Núm. avulso.. Crf 1,50 Núm. atrasa Cr? 1,50 Este semanário é reimres.o em SAO PAULO, PORTO ALEGRE, SAL- VADOR, RECFE e FOR» TALEZA. f Ml ^ -^V r à -_i ^^ L?. mwjmw^f*---! *É r f 1 WifW mm *» W lc %& ii-_h ^Z^-^1*^^ DEnlSSÂO EM MASSA DE TRVW-imMM.KS "Quarenta e u$n trabalha» r*;* da Coowss dt Sê* trada Rodai, eta Nato Gr mm foram dst mt lis trabalho, no dia il fero» reiro, m$n avíto*réok>, teni indmutíçfa o tem «tt-tauwi.í* * diteitm atttguroãos na CmmltdaçAa das mm 4o Trabalho, A t*u-«.i»*4o >%ui rtxolhmda ura sm w em Cuibã.«.«s o* trabalha* Exigem Punirão Para os Assassinos tle* DO Corresonnte <la VOZ em Porto Alegre rece i- ii... cóia seguinte abaixo-assina, envia ao ministro da Justiça: «Nós. abaixo-asi-lnns, mo» rarc* da Vila Jardim, em Porto Alegre, vimos or ntermédlo ste edir que se- Jam imediatamente unis os covars criminosos que assassinaram o jornalista Ozéas Ferreira.» Srgucmse as assinaturas Maria Perca. Paulo Correla e mais 28 essoas. *. - O Corresonnte da VOZ em Marilia nforma-nos que foi arova or unanimlda na Câmara Municial daquela cida aulista uma moção rotesto contra o assassinato Ozéas Ferreira. aresentada elo verear Bernar Scverlano da Silva.»: O leitor Juvenal Ribeiro Penny. Porto Alegre, en- Do Cárcere Clama Pela Anistia Para Prestes LETOR Canuto Oliveira dc Melo, que O Josó Rio Preto, enviou-nos comovi queto residio. Seara sua famili sequer o receber seus jornais, já que o i sejam resa* as essoas que tentem levar-lh transcorrer seu aniversário no dia 19 ja familiares e amigos "sem a festinha costume meus filhos e a esosa, sem a liberda e at Ao terminar sua carta, Canuto refere- Prestes e manifesta eserança que mui ara o convívio ovo brasileiro. Carestia e Exloração em São Sebastião Paraíso CO reson* RECEBEMOS nte da VOZ em São Sebastião ilo Paraíso, Minas Gerais, a seguinte carta: «Durante o mês fevereiro o leito em São Sebastião Paraíso teve três aiunentos: Cri. 1,50 assou a Cr$ 5,00, ois a Crf 5,30 e no dia 20 assou a Cr$ 0,00. sto ocorre orque existe aqui uma cooerativa leite que ertence a latifundiários e q U e tem em suas mãos lôda a rodução leite. Um les é o rofeito da cida, o unista Sebastião Pimenta Montans, que esqueceu-se das romessas que fêz ao ovo. Éle não FUNDADA A «OPERÁROS está arbitrariamente reso na cata dc Sao da carta relatan algo dn que se assa naa sem or ajudar sua mãe, Canuto nem ega regional ie olicia u orm ara que cs jornais. Encarcera nessas condições, viu neiro sem or receber o abraço seus ira, sem as músicas e sem meus colegas, sem é sem meu violão." r>n*if>* se à camanha eta anistia ara lml- ^a^os to brevemente o Cavaleiro da Eserança volte aga o salârio-minimo aos seus colonos e nem aos trabailiares da refeitura, que ganham Cr$ 25,00 a Cr $ 35,00 or dia, não rocebem férias e nem os mingos e ferias a que têm direito. Para or exlorar mais, o refeito contrata ara o trabalbo nas ruas essoas isas e entes e crianças, aos quais aga uma minharia. A carestia da vida é terrível nesta cida, basta ver o reço ão. que é mais caro qne no Rio: CrS 13,00. A carne custa Cr$ 35,00 ( orco, Cr$ 40,00) e o toueinho custa Crf 40,00.» ASSOCAÇÃO UNDOS» «Por iniciativa oerário Bento José Sousa, foi fundada nesta «cida uma associação trabalhares, nominada «Oerários Unis». Esta associação tem como objetívos fenr os interesses e reivindicações s trabalha» res, rorocionar-lhes esortes, recreações e beneficiem cia. No dia 11 fevereiro foi formada a diretoria ruviso» ria, residida or Bento José Sousa. A noite, mais 100 trabalhares concentraram-se ara uma asseata ela cuia» ten o resinte feito um discurso sobre a nova entida. Em seguida os trabalhares articiaram carna» vai, ten si o único cordão que aareceu na cida. Estão sen elaboras os estatutos ara o registro da associação, aós a realização algumas reuniões.» ^D^oSonnte da VOZ em tuyérava, São Paulo) e L_ Anistia a Tos os Presos Processas Políticos DO Corresonu : da VOZ em Suinana. municíio d( Olímia (São Paulo), re* cebemos cóia seguinte abaixo assina envia ao resinte dá Câmara Deutas: «Nós, a b a i x o-assinas, essoas resintes em Suinana, municíio Olímia, vimos or intermédio ste solicitar a V. Excia. que tu faça nesta augusta assembléia ara que seja cretada anistia a tos os resos e rocessas oliticos, legalida ara tos os artis olíticos, inclusive o Parti Comunista Brasil. Estas, senhor resinte, são medidas que vem ser tomadas, ara que fato nossa átria caminhe ara a mocracia ** Seguem-se 102 assinaturas. No mesmo senti foi envia ao senar Auro Moura Andra outro abai» -xo-assina cem (São Paulo), com 27 assinaturas. vlounoa uma carta ara ex iflui o meu mal» veemente rotesto contra o covar ato ratica ela olicia olitica. ao miilnil cruelmenie nonsu comianheiro Ozéoj Ferreira.» i «forra -ft» estão um twtmat ao lenao das miradas, far**! mirnwndéla* mm a éuntmh t forma tm»m titada, t ainda ntgantlo-lkm o & amento rfo* mhbitn ij*t> nho*. Atodm eeontetim * >* ** Min iurmat quan esora* vam o agamento na m, os chefes retiraram** e* ío» funs ara min efetuar o soanumto. Xnirrumto, diante s ínjuif* nte* ro* testo* s tmbalkeamt, qutf trmnneeertnn no /wift-tf roósito da vi mirem qmn* recebesiiem os *»í«**^ o* chefe* tfaef**** *! ** ***! dê-los*. (Da Correscmdsnrr MPUNEMENTE ASSASSh.Auu,-ur. POLCAS 0 JOVEM CAMPOHtS corri * K*nd.iite dn VOZ mu K»mt«lu» RECKBR.MOS (Mato QroaOO) as dua. carta** «.u<*»e í.*-bilwn: -Qr&UÚmmUHSi os índios sla edi-tl- a-a ôr um arairo aos abusos e aos toumin ratkwkm *»» SOM lotei Mlo nduiduo Almir Duarte, dinlor tmúo M S.TVÍÇO Proteção aos ndiin. que rruba nia-l-ra**-, lei s lote* e rtdbe a*n ndluetian lerem mia^uer árvore em himis terrenos. A maihira n-tirada.wlo «0 Alaor é vendida a articulare>. eml>okanjo Ha oluda» quantias. Os índios estão dis iostos a roibirem uo sr. Alaor continuar rouban suas madi-ira*. quer» m dí^-mr las, das quais sáo letimos nos, ara renr a qu.*ih melhor bes ai;ue. Pretenm íh OODVOcmr uma reunião ara elegerem seis índios que irão ao Rio t«\ar. u rotesto ao marechal Ronn a exlirlr n «tolo d»» MAvo «ie seu» lotes.» «O lu-çar nomina l_a-.a botuta,.» u_ri_..-iu _.i*-h.«i Klo DouraOo. foi aico mais um nionslriio»»o eme. Alsuns elementos da olicia, acomanhas indivíduo Ai-tônio Silva Lima, foram arisionar duis lianiltiviros, em seguida ao que, dirienram-se ao rancho _* * an cam» onês José Melo Lima, natural d <auta t aiarina o que morava ali erto. ÊStc camonês era i.amorado unia moça du localida e Unha or rival Antônio Silva Lima, que lhe votava ódio < ciían motivo elo qual serviu alcaguete da olicia. Quan os oliciais chegaram u*> r_aicho, <> j*nem estava ralan milho ver ara fazer um bolo. Deram» lhe então voz risão. Assusta eom to aquele aarato bélico é julgan tratar-se um assalto, -ío-é õs-se a correr, sen alveja várias vezes e *lii*io : or uma bala no rim e no fíga. Aesar balea, conseguiu»os-. chegar 4 in casa um seu ami-.o, on ermaneceu três dias sem nenhum recurso médico. Ao notificarem ao lega, major Hcrmenegil Teoro Nascimento. t"iu resonn: «Que morra or lfi». Trazi or seus amigos ara o hosital; -los. ta eceu aós a oeração vi ao adianta sta dc gangrena. Quan seu transorte ara o hosita. José ediu que esse crime fosse nuncia nos jornais da mrensa oular. Tos os morares da região eseram que o governar -foão Ponce tome rovincias en.rgicas ara acabar com esse terror legaliza contra os colonos Douras.!» - "W-rr? > nin -«- * Que há Por Trás Emréstimo 35 Milhões a Volta Renda? 0 LETOR Geremias, Distrito Feral, enviou-nós uma carta da qual stacamos os trecho. seguintes: "Como *"~^_ leitor contínuo e \_\ Jta ~- f Í^ -^ admirar ste órgão da imrensa mocrática, que» ro enviar-lhe algumas ala» vras com referência ao fala emréstimo 35 milhões iares governo note-americano a Volta Re» nda. Como se sabe, Volta Renda roduziu em toneladas aço ara nossas indústrias, imedin a saída divisas em dólares, que ficaram ara o ro» gresso da dita usina sirúrgica, aumentan seu atrs» mônio em benefício ovo brasileiro. sso rova quo omos industrializar nossas riquezas básicas sem neces» sida caitais americanos, evintemente ofereci» com a intenção obter concessões lesivas aos interesses nacionais. A nossa indústria etrolífera lutou e está ven» cen sem "ajuda" dólares, abastecen já 65% consumo ais gasolina e outros rivas etróleo, Eseramos que o governo exlique qual a verdaira oeração feita ara obter o emréstimo, que certamente virá ara rejudicar a economia nacional e ara beneficiai os trustes americanos",

9 í-afe^^..-.«^---r-:-.:> -#» w i^w^rvw^s^v^í^v w*t#i$gi ->-m^>comnstji os COLOR *1 Fláfl OS tima imfatnantu»lma vitória fttibe er conquutad* elo» eokmos tle eafé municíio Franca, no Eata ia Sfto Paulo, O Juta direito da comarca u ganho ds eausa ms colonos eafé que reivindicavam receber o sala» rio mínimo na seguinte base: o colono receberá or cada mq e» eafé Ct$ 7.600,00, com direito a lantar, sen essa imortância eorrvwonnte ao salário mínimo vigente no municíio. Reuni em assembléia no Sindicato» Assa» larbnloft Agrícolas S Colonos Franca resolveu que tot «eolonoa e nsaalarias das fazendas munlet conu» nuaasan requerer ao JuU o agamenh salário-mínimo, bem como o direito As férias e ao reouso semanal remune* ra. Desta mo a medida m extenrá a tos os tr*b* ham dm dlverwu fazendas café municíio. Vitória da luta e tia organização SAUUH04WMO CAFÉ OE FBAMCA Bms conquista a eolonce café Franca náo caiu céu. V? fruto uma dura luta. No ano assa us colo nos Kibeírâo Preto chegaram até a entrar em greve ara conquistar o cumrimento da lei que lhes assegura o direito ao salário-minlmo. A vitória s colonos Franca mostra também a Justeza da niciativa usar todas as formas luta inclusive entran com etições Junto à Justiça ara fazer valer seus direitos. «UHnmlnfl^íí^ * dprpel oscrito Qu«trabalhar nunu*í? rural tem oireit., a, X r\m"ss?*í.»2s dc 1% «1954. Os fazeniros,28las2$k consira trabalhar autônomo. KS^SSCS1* A,c«am q«c »»o Nessa mesma dc café nâo o ser,wso reouso remunera, necainlhe ao o direito ha férias ao horário, tos esto trabalhares saasaumsu5 ^teridasíttratolh^ «rurais. Entretanto, o Tribunal^, ;Xcín ^l«lh^^sf^ffisí..iã? tll S# % fj5?^l^s?1«?ip!r,<n; d0 relator, Trabalho ministro Tostes reafirmou, Malta basean-se no 25 L que o «,,000 trabalhar autônomo, raíí é trabalhar niral e ntlo lmi elo que tem direito aos benefícios da lerislaslo traijnikya m«menciona voto aquele ministro T.8.T.% SfSS Muíe*? eoss^rêis Stindad^lqhUuZ^T^ad f.tartíeír0, 8anhand0 Pc,os **s "? r0ça,,e í,ca"^tprc S& tssss» titads Srlí22 ÍSffiSÍ1 à disosição da fazenda ara a restação f-fl^síhltt:,quate.re!f,e«dtór,a ««Píementar. E certo que a família colono wstumes sfigura o contrato trabalho? segun os usos e ha bt mtnimí0 5!!sHÍt0HnnaCnhVma fegal ara "^ ao colüno café o direito ao salário- 5 X.* «tiniu 2ii!^0,S;0tDiFi;nca ve servlr exempl0 a tos os co nos fíflí. a?!? ^ ree,0es dc,?âx0 Pful0, í? rte Paraná, Minas e Esirito Santo. ETS ^tes entrar com etições junto às Juntas Conciliação da Justiça Trabalho, ou, ÍLn5Lw toíe? nos da Justiça,esta8, fa*6rios comum. sem duvida Nessa fortalecer luta seus os sindicatos colonos ou saberão organizá-los ali on ainda não íoram que a exeriência s últimos crias, anos vem sdém comrovan lenamente que o caminho da ali- SSStaSto QUe * legíslaç5 traba,hista lhes assegura é o caminho da luta e da A V CONFERÊNCk Rl^AL E A REFORMA AGRÁRA «eallioa-se entre os dias 19 e 26 fevereiro a V Conferência fbrtalera. Conforme Eural estava Brasileira, em revisto a quest ao que suscitou maiores bates foi heter Sfnea. a da refor- ^P^JÍÍ:.^e^ U,n,!,«entÍdad,e que congrega s latifundiários oneses ricos e médios, diversas foram a cam as te ses aresentadas, que refletiam os nteresses Í.??*JU,S ãeístisss^mst latlfund^rlos agmaram-se Associação Rural em torno Ribeirão Preto d! que negava a necessida a foi rrotada reforma agrár^essa elo lenário. Tamouco ficou te a Conferência Rural aresenta com o onto vista elacomissso Paraense ai? ela Reforma Agrária, mna reforma que fendlka aárla com características i-eaüzadto as mais mocráticas, nclusive com a distribuirência Rural o ser caracteriza como ntermediário, o da reresentação cearense SL6 duttasí * ^ * rcf5mw agtárla * Cr,aÇ5 mn f^a7szltl esrorta- ^P sar1 caráter Umlta sse ronunciamento, reveste-se da maior mortância a ÍÜSSÜ? ftti/und,áralos "? conc,ave-sto í"ostra M ^and^ ossibilidas anha ela Reforma Agrária S dí c?m* que vem sen senvolvida nismos ela ÜLTAB. se os diverso? oríl. que s coornam nos Estas e mumcílos souberem ncororar ao movimento A aa SdKnMr,!,aS8a8lCíUnfQneSaS- W Conferência Rural é um atesta também ossibilidas existentes dat^ands ara ser alcança o comleto isolamento s latifundiários! que a sua rrota naquele conclave é s atribuída ela imrensa ao fato da reresentação n rtístas s * norstinos ter sid0 m** numerosa PrineSrlS!>P^etóri0S quetíos^ds w*\":r \\l/ J. at,\, -, «* // /f?,m i i-^fr-lsl Vr-- i»/ ^\**v dmirê ijvf, Ja.v : /j>. vi ^WEMã m/1rfl Í2* -5. OS ASSALARADOS AGRÍCOLAS E A CAMPANHA DO SALÁRO-MÍNMO Os Sindicatos Oerários lançaram em to o aís a camanha saláriomínimo vúun eleed-o acor com os índices atuais custo vida, s que o última revisão u-se em i954. Os trabalhares rurais foram beneficias ela última lei salário-mlnimo (creto 35.$ $). Entretanto, nem tos estão receben acor com essa lei. Recebem salário- -mínimo os trabalhares na lavoura cana dc açúcar na maioria das regiões aís. Ainda assim, muitos usinciros scontam sses miseráveis salários exorbitantes imortâncias elo agamento aluguel casa. A sconto ilegal idêntico estão submetis os trabalhares da zona cacau na Bahia. Sen um s maiores contingentes assalarias agrícolas, os colonos café ainda não estão receben o salário-mínimo, ois que só no municíio Franca, em S. Paulo, acabam conquistar a alicação sse direito. sto significa que oa assalarias agrícolas estão no ver aroveitar camanha a que senvolvem em to o aís os Sindicatos oerários ara conseguir que a lei salário-minimo encontre sua efetiva alicação no camo. Os 8alarias asagrícolas são uma enorme força, cerca 3 milhões e 800 mil Algumas zenas milhares contam com seus sindicatos. já Trata-se encontrar ortanto as formas fazer com que se movimente toda essa massa enorme trabalhares. E duvida está fora que a camanha unificara se momento nes- é a salário-minimo. Os Sindicatos Assalarias Agri colas sta vez, como em outras oortunidas, contarão com a ajuda e a solicitu s Sindicatos oerários, além que o sua asão o essa luta multir licará a força da camanha. NAS FAZENDAS DE CAFÉ DES. PAULO A faiwttt* it.» tr. CatlJ Jao, hi» a 1 idadr* dr f*nimltatf tui*» l*udl<. lr»ti i.i.ii, UU MtrhM*.! ".,,,1 ^» tjc* rafe. O -.»i liti.. ti i.i a r«<»it.-v i.i (Mir tuloruw, s.i-i rit«m earitat onm nirm.i*. Ue fníirruelrtw e jmr ía. %*&$* \m ituo-iros Mir ndl i»..ir uii. o uuiílfu*. a diária, ti nmto n* lm..urn e*(a d,, um inri/.i. iu hultirlit reclm thlr «roração ebi bóra ara fasw a emreitada eorre«imm4eote a AS * 43 rrureiro» or dia. "«luli*. ii..«j.i.lu., tmu»«mr*r»»i>. in.. i,iri.., m fonre..i..i. o salário >.».. -i.u., o Mt*tenfo d» r»imii>«. Andam m.»tn..ni.,*v rnfrai itril«i. O que *# 08BM " )*«.?, fubá e bruto mato. (um.,»ui. u. un n.n.-*»»ó (mms toithar, CètaSTi noiim. A banha eunin n, rrttirtro*, i- ij.«o 13, urros, fubá Se? crurrlro*. O... (ri Como tt o»! ;..!.. *» viver eom. u eamflaf» " " o italârlo ffwwef Já i *(..*>..., 4...i difanai» < -. rom o encarrega NffSlee --«i!. o Aumrutn..-. BO re<i Miudrni qur vai i*ii-r«r o it.iir.n. chegar «i«sul.u o i««.-» O errto é que ae nso ii.is ftrfnnlmntftl numa vnl ttrnr rui mhhis.i. Vár» Memre < *-»ttin11.*r.1.-, vobmtsbm " duit nssainln <*>«-ru qus osd» mu «K eajuoiirtc* il.si.i faxenda > -.l.io hiin.»**..*, \>m-it qu«.nii» logo a rcfurnia ugrárln. tjiiereiu urninmr um edft-.mil-» il» terra ara ter OO lunim o MU luantimeritu, ara ficarem ii\r. *- r hdscndsàtss <li-s.s liiiifiinill:ifín*. que su* "- quo í.u. iu m nos*,;* inf.. ilnd. v a nuvsi». iiiíh. riii. (>.uni -< s ilrsin 7MA exigem que o nr. Juscelino cumra sm romesssa que th m.s-. M*ntbJo durante a camanha «leltorsl. (Vo corrcayouiieute ds V035.1 AS KKV1NDCAÇÕES DOS POSSEROS Os osseiros constituem uma numeiuu» camada trabalhares rurais e têm tra. va sérias lutas ela conquista finitiva da osse da terra. De Cascavel, no Oeste ara» naense, escreve nos o corresonnte da VOZ ara tratar da situação ssa camada car» onesa: <Aqul é um centro latifundiário. Estamos limitan com a faixa fronteira, haven grans áreas terras volutas. Tivemos até aqui uma grllagem quase que geral. No municíio Cascavel são inúmeros oa requerimentos áreas que variam entre 80 e 200 alqueires e mil até hectarea (na serra Boi Preto, em St... Tereza, Pi» quirl e Boi Picuá). Trata-se um negócio renso ara os grileiros. Muitos -sslm têm enriqueci em trimento osseiro, sitiante e trabalhar agrícola. Os osseiros têm direito à osse da terra, A maioria tem o recibo rotocolar da entrada requerimento no Deartamento Terraa Esta. Assim mesmo não são reseita? s seus legítimos direitos. E aqueles grilei» ros autorizas a localizar as osses mensae ganham às suas custas grans somas ds dinheiro, A nossa luta tem se concentra na d* fesa s direitos s osseiros e ara garaiv tl-los nos seus edaços dé terra. Grana lutas temos levanta aqui. Já foi fundada uma Associação, a União s Posseiros e Tra» balhares Agricolas Cascavel, em véa«eras se registrar. A nossa luta entre» tanto não cessou da a que os grileiros são ricos e orosos e tu têm consegui far zer. Ao mesmo temo lutamos ara asso» gurar ao osseiro e ao colono a garantia da venda seus rodutos, com vistas a combater a exloração comércio Cascavel.* (Do corresonnte da VOZ em Cascavel.)] a Usina Saucaia, rorieda ex-ministro João Cleofas, bate qualquer recor em matéria exloração. Através diversas modalidas emreitadas, os trabalhares da lavoura (assalarias agrícolas) mal ganham or dia, em sua maioria, 15 a 20 cruzeiros, oucas vezes atingin um máximo 35. O admlnistrar, Vival, anda arma até os ntes e fala até em matar trabalharas. Ramlro Laurin é cameiro da usina. No dia 20 janeiro sofreu um acinte quan la laçar uma vaca, quebran a elavfcula, a á NAS USNAS DE AÇÚCAR DE CAMPOS (homolata) e algumas costelas. Na Santa Casa levou cinco dias ara ser atendi. Sua família acha-se em comleto abanno. E um retrato da exloração na usina. Vinte or cento da rodução da usina é cana forn e c i d a or contratistas. Também a êstes o sr. João Cleofas exlora rouban na balança ou ixan agar. Os colonos que fomecem cana estão há 3 anos em receber seus sals. Um fornecer cana ara receber um sal 90 mil cruzeiros teve que ficar com um trator velho, no valor 120 mil cruzeiros O Ministério da Agricultura negou-se a venr-lhes um trator or nâo ser este rorietário terra. Os trabalhares da lavou» ra vão unir-se no seu sindicato ara exigir usineiro a abolição trabalho em forma emreitadas e ta» refas. Também oa eontratíotas vão ingressar na Associação Fluminense s Plantares cana ara exigir suas reivindicações, tais como, tratores, adubos, sêmentes. nseticida, formicida, fertilizantes, etc. A Usina Outelro há 5 meses nào faz agamento. Os oerários da usina receberam um atwno 50 e 100 cruzeiros nas véseras carnaval. sto orque os oefartos exigiram o agamen- 11 U «MWWH^WWWMWO to qualquer maneira. Além da falta to, há agamen- 5 meses também não há fornecimento. Até o açúcar está raciona Só comrar o 3 quilos, cada famllia. Há dias o médico connou o eixe que vendiam no fornecimento, -lo or julgateriora. O manu gerente lavar o eixe e venu assim mesmo,, on em erigo a saú e até a vida multa gente.,, Os assalarias, agrícolas não receberam nada e ainda tiveram fechadas as ortas fornecimento. O usineiro Maciel Filho quer assim matar fome a seus trabalhares, tanto os oerários da usina como os assarias agrícolas. Mas o usineiro ve ficar certo que seus oerários e trabalhares da lavoura estão disostos a organizar- se nos seus sindicatos ara exigir não só o agamento atrasa como outros direitos que a lei trabalhista lhes assegura e o usineiro náo cumre. (Do corresonnte ds VOZ em Camos.).

10 MOVMENTO o&lwiiít i > io grandf: ihj hul XV ~* O* metalúrgicos ; Caxias Sul, > em concorrida aswmihuha éu Sindicato, -tr. i.t»f<wn MM!!*M à luta ela ela» í vaçfto salário mínimo, j a O» íerrováiioh gaúchos ram um razo ao governo ft VttQM Férrea ara agarem até o dia 3 marco as vantagem que lhes «.-.<,;-n»*i-»-- e- a lei n* 2.H8, em o que entrarfto em greve, Uma assembléia ettadual dt ferrovtftrtos ettft convocada ara o dia «março. PAULO Jletar SÃO da osição contnlrta da diretoria 8indicato, o* oerário* da fírahma conseguiram realiaar uma assembléia na qual cidiram lutar ila elevação nnmho-roíhímu e or um aumento 50% nus seus salários. Os trabalhares conseguiram que fâssc convocada ara o dia ti março uma assembléia tos os trabalhares bebidas, quan voltarão a drcuhr sobre a luta olo aumento.? Foi marcada ara o dia i* março a Conferência s Ferroviários Paulistas cm Defesa das Leis Sociais. Vinte legas da Santos-Jundlal já foram cieitos, cm assemblãas. -- O Sindicato j BAHA s Têxteis aresentou aos atrões uma contraroosta que revê um aumento 40% sôbre os salãrlos atuais s oerários. Os reresentantes s trabalhares, s atrões e da Delegacia Trabalho foram convocas ara discutir a contraroosta em mesa-renda.? O Conselho Dirigentes Sindicais da Bahia adiou, ara 8 abril, a Conferência Estadual Estus e Defesa das Leis Sociais. HORZONTE - BELO Decidin sôbre o dissídio coletivo s têxteis da caital, a -ustiça Trabalho conce-, u aos trabalhares um? aumento 30% nos sa- * lários vigentes. * Os trabalhares da secção RECFE estamaria da Fábrica Peixe estão lutan elo agamento da taxa insalubrida, a que têm direito e que lhes vem sen sonegada. Os oerários realizaram uma reunião com a diretoria Sindicato, cidin as medidas a tomar. LUS Os oerarios da Fábrica San- SÂO ta zábel estão inãignas com a olítica osta em rática elos atrões com relação às gratificações anuais. Esses rêmios são concedis somente aos trabalhares que não tiverem qualquer articiação nas lu* tas or melhores salários e contra a exloração atronai. Sste ano a oera* ria que conquistou o rimeiro lugar na rodução i teve o rêmio nega, orque havia feito uma reclamação na Justiça Trabalho, ( - W-W-MM-M e Trab Não ham 10 Horas Por Dia Conseguem o Salário-Mí^o Dctcnfreiulo regime exlorar V> e OTMlffa aa Fábrica S&o Joaé, Forialeta -a- U baixaria* a* tarifa* dt* r-mii-rçâo NÃO UA um só ano em qu*> as ença* roveniente* da submuinçãu * a tul*ete%lam «lancem ao semrego ou A morte tonas Ue trabalhares tui Fábrica São José (rttnedt sr. Pramcisco Ptíom*mo Gomas! dn Partalesa, Ceará, Cada aao o otráo embolsa lucro* sviiorof, enquanto aumenta a miséria s oerário*.  fábrica ossui is mil oerário». Tal é a erforoç que, ten o» trabalhares fossa a ganhar o saulritt mínimo dd Cri i.notto, a emreso refeita* sj tanta* i* a «%. <f* mo que atà mesma aquele salário ê dificilmente alcança. A rebaixa das tarifa* Quan gnnhavnm um «a A rio Cri adulto, durante 10 hora» or dia. e lamaia 800,00 eram as seguintes as tarifas: or ganham mais Cri orna toalha tio A or semana. 0,330; ela tio Na secçfto Lkvlraa as oerárias mal fazem Cri 100,00 or semana e a* menores B 0,40; ela tio C ~- O.fti. O salário mínimo via trazer um au» Cri 190,00. A exloraçfto dus diaristas -Wi menlo cerca OO*-*» nas tarifas, mas elas s diaristas sfto menores) à gualmente foram rebaixadas, mo que, ganhan brutal. or rodução, oi tecelões nunca ía/ern ot CrS 1.120,00 mensais. Se sso ocorre rui secçfto Tecelagem, nas mais seeçoes a exloraçfto nâo é menor. Nn secçfto dc Esulhas os menores realizam trabalho Os atrões mantêm uma equie trelnada "fiscais" ara erseguir os oerftrlos da Sfto José. Os "fiscais" nfto ermltem que o oerário fique ara nem um nstante, sob ena multa; roíbem que o oerário sala da fábrica ois das 15 horas; quan uma máquina ára. em conseqüência dc algum feito, o oerário er o temo em que a máquina esteve arada; chegar atrasa é uni com multa uma oerária foi multada em Cri Regime Pcrueguicoeü Protesto no sindicato Vigora, na fftbrica. o franco sreseito à jornada 8 horas, obrigan ot atrões a que os oerários trabalhem a 10 horas or dia. or ter um dia chega com ft minutos atraso e foi ameaçada com multa Cri 60,00 se reincidisse. No ílm ano assa, ás véseras Natal, os atrões, em lugar abono, ram " resente" aos trabalhares "Ot 10 Mandamentos Tecclfto". Trata-se uma ortaria com "mandamentos" arrocho, que visam esilmular o aumento da rodutivida & custa maior exloraçfto s oerários, e qne. or isso mesmo, foi recebida com revolta. Os oerários da São José comareceram a uma assembléia Sindicato ara rotestar contra o regime dc crloraçâc-e i*ersegmçòcs que são vitima*. Uma cowtastio foi *»* colhida ara estudar c aresentar uma tabela aumento salários. Os trabalhares da Sâo José, que têm uma bela tradição luta, saberão organizar-se c reforçar sua unida, ara lutar e conquistar melhores salários e condições trabalho dignas. (Corresondência J. A. SLVA) TRABALHO ESCRAVO NA MNA DO RECREO O C.A.n K M.. além di* -»xlorac&o hrutal m, que submete on mineiro* ds lluua, esta lmon um redime trabalho encravo a 500 oerário* da Mim» Recreio. K-it» mina e conhecida como «.Mina d.t ton-ii»». Ali oa mineiro- não têm qualquer direito, nan agam i» 1ulxii nem o sindicato e vivem tiranlza* - or um ndivíduo chatiutilo Jofté Percí, que executa as orm C.A.D.K.M. A mina roduz, em media, 15 a 18 mil toneladus carvão or mes. O C.A.U.E.M. aga $ U0.JO or tonelnda ($ 80,00 ara a arrancada ntro da tombelra e $ ara o transorte até o silo). Sabe-se que, no último mês novembro, a Mina Recreio u um lucro liqui S ,00 aos nsaciáveis tubarões. Os mineiros recisam comreenr que só orão ór um fim :\ brutal exloraçfto C.A.D.E.M, se lutarem, unis no sindicato, or suas reivindicações. As ortas sindicato estão abertas aos oerários da Mina Recreio. Oe Mauro Taquarense, corresennte da VOZ nas Minas Butlá.)? Reivindicações» Ferroviários Ramtz Galvão OS FERROVÁROS Ramiz Galvão (R. G. Sul), além aoiarem a luta seus comanheiros to o Esta elas reivindicações comuns, em}>cnham-$r cm conquietar sentidas reivindicações locais. Entre estas stacam-se as seguintes: 1) Higienização das Oficinas. Ai ficam emoçadas as áçuas quj saem s injetores das máqumas, tornan-se o ch^ um lamaçal. Os oerários, em conseqüência, trabalham na umiua, o que sc tor.xa mais arave quan faz frio. sso os ~>briga a trabalhar isan em tijolos e edras, que falseiam a cada momento, ameaçan a segurança s oerários 2) Aít1/ioraínenío das casas. As resincias s ferroviários são maira e estão velhas, encontran-se :m éssimo esta. A direção da ferrovia romete conscrtá-las, fornecer material e tinta, etc mas até hoje não assou das romessas. A exeriência s ferroviários gaúchos mostra aos quatrocei.tos ferroviários Ramiz Galvão que id om alcançar suas reivindicações organizan-se e inin suas fileiras ara lutar até à vitória. (Do corresonnte da VOZ em Rami? Galvão.) MPORTANTE PASSO PARA A UNDADE MOS WtTALüHCriü. O» ULTAi-í ÜÜLX.* utslml i*tt*u*ía mtimtf.^ com a resença numswmm d*l*wdm mm» m* -rs* *dft «r r.» «le onu tuti frrrmla ao trabalho n&o ae forrio* qoe ralialruuii nai ofi t»rwiii luta*, nem niaataraa, da i-í-alr BrmaUrlro. nr-m a»-*nlaín Nào U rotoçlfl a hjjiv*- 0 qiijiut»» 01 em s«l, talar. r-*»üu obrlcattoa a trabalhar rm dlfí-reu cnn i..- làrum «rcem lèm dlfli-umaiie r-lii o li "» di.,*«v»*, Men-lhes wi-ada*» tn outl» rlnnt-nlare-* dlrrltn* irí** a dlrr-hui da Wi* r-xlge <i nt/ttíwi» qur tuui t^»n- th* irahaihar-r*. A dlrrçfto da frrrotia nio rr*-rila *»> filam a» lirnçma «-diila*. nunca rrahtou a jornada tlr> M hora*. (H ferrovia* BraKltrlro começam a orxav th frrrovarltht da svnus rlot «i»«- trabalham oo l-mlni, barratô*r-, oficina», Krrroviario da H 8 *. nl*«r.»e, no Dr iartam-nto ek*. vfto constatiu-iih-nle obrlgas a trabalhar rm horas eomrrendt-ndn qu«* tfl õttê tar» tntar or **m* direito*, extras, qur ttao sfto aonta* m luta orcanlaada od«,m m\- daa nem aga*, tmantn ao* rançar vitórias. trabalhar*-* da via (M-rtoa (Do corteaomlt-nt* da neste, a situação ior. Muitoa negam a trnl>alruu* SOO Bahia.) VOZ ns ijmtte «rmalmro, horas or m-í**, wm reerber extraordinários. Al.m disso, as i.íi. ina- da Let-» tn Salvar nâo ofereerni qualquer conforto ao.s oerários. Não há bebedoortis t> os trabalhares são obriga* a servir-se uma torneira cmnarn. A água, além ser quente, rovêm um tanqne snjo. Ainda não há um refeitório, aesar dr nsistentemente reivindiea. Não há roteção Oerários da Light Exigem Restaurante e Ambulatório UM EXEMPLO srezo s tubarões imerialistas Gruo Light elos direitos s trabalhares é a situação intolerável que imfíe aos oerários da Fábrica Postes da Rua Frei Caneca (Rio) ela falta um refeitório condigno. Ali, como em outras seções das oficinas, os trabalhares são obrigar. a almoçar em qualquer canto, sem higiene nem conforto. Os trabalhares da Fábrica Postes vêm exigin, há muito, a construção um restaurante que forneça refeições a reços módicos. Em resosta, a emresa imerialista transfornidu: um recanto coberto, sem qualquer requisito higiene V conforto, em! «refeitório», e isso mesmo orque num local ao ar livre, sem roteção contra a chuva e sol e on anteriormente os oerários faziam as refeições, foi constmida uma garagem. Prejuízos à saú s oerários Chefetes da Light romoveram uma «inauguração» novo «refeitório», com rasgas elogios à emresa, etc. Os oerários resonram a essa magogia reclaman que lhes fosse fomecida alimentação rearada acor com os receitos da higiene e a reços baratos. A Light. orém, não atenu a essa exigência e lá continua o «refeitório» antihigiênico. O local fica entre uma oficina e um lavatório. Há ocasiões em que ali se fazem fogueiras ara aquecer os ostes tubulares ferro, até que se srendam seus estensos. Em conseqüência, misturam-se à alimentação s trabalhares. trazida em marmitas e ali mesmo aquecida, vários tritos esmeril, solda elétrica, oeira da oficina, cinzas, etc, num verdairo atenta à saú e à higiene. Disostos a resolver o roblema Os oerários rejudicas* ensam em organizar-se a- Rio, VOZ OPEU1UA Pág. U \ nos dias 1» e #» ê* tsnmimro. ssm C*/** *** *» lf»iiiirt, y ; resos reresentante* ém Comissão ttfm*m$orn da * \ c&*fcré*im VMoiãai d*>» Ketalàriem #»mi**wm9 \ rtsrtwtyntmom ov» mmáh-atus. a Cmwenm» qm tere* mum um imortante MM i**** S tortattwimmmiu da * muta e da ur*msu*;*u» «fo* i*-i***»o**fr»*oe, ao* emila \ mfuioml afm*m remduçét>» d* grand* mamtkaeâo ara J ê*me imortante seterr mse u*t$araa. a * rrmt» «* í das quais * a luta elo aumtmln d* *o% no sal irio mini. j mo. A Ctmftfténem grow MOO0M edm a Tratamento \ relações 0OM toém o» aises e anistm nora <a arma* [9 ersegui* olítico*.,,} nsuficientes os A 1.KSTK NAO RESPETA A JORNADA DK 8 HORAS Salários Dos Estivares Santislas OS ESTVADORES Santos estão cmenhas em reforçar sua unida c aliança com os trabalhares da estiva dc to o ais, ara lutar or suas reivindicações. Alias aos seus comanheiros s vários ortos brasileiros, e unis em torno da Ft> ração s Estivares, os trabalharas orto Santos" conquistaram, ois meses luta. um aumento salários 30% e um aumento também 30% nas taxis rodução. A homologação sses aumentos en, atualmente, da COFAP. A maioria s estivares, orém, não está satisfeita com aquela ercentaerem. uma vez que o salário atual (Cri é muito baixo, é o mesmo há mais»s anos assas. Com as taxas ocorre fato mais grave: em 1940 elas sofreram unrm redução 50%. redução imosta aos estivares a titulo "sacrifício guerra" Os estivares estão convencis que é ossivel lutar or melhores salários e conquistá-los, se se fortalecer a cooeração e a unida entre tos os estivares ais, em torno seus sindicatos e da Feração Nacional s estivares. (Do Corresonnte da VOZ no orto Santos). i*-; "v -v;** ra exigir uma solução roblema um restaurante -condigno. Ao mesmo temo, levantarão uma outra reivindicação sentida, que é a da abertura um ambulatório médico caaz restar assitência urgente aos trabalhares. Surgiu, entre os oerários, a idéia organizar uma amla comissão ara continuar a luta e dirigi-la, até à vitória daquelas reivindicações. Os trabalhares muitos s quais têm conhecimento exeriências idêntidas outrás emresas, nas quais comissões local trabalho dirigem com êxito suas lutas eseram contar com a solidarieda sindicato. (Do corresonnte da VOZ nas Oficinas Frei -K.-S.yv/^-^-v Caneca* * Não Reconhece os Direitos Oerários a Comanhia Sirúrg i c a forambá A SDERÚRGCA Corumbá imõe ao* seus oerários um regime 10 horas âe trabalho or rf-u. mas sô aga 8 h oas, a CrS 6,50 e Crt tjio a hora. Os oerários dilar m-se entre os três iurnos f S às 6 da manhâi e o» que fazem o frebalho noturno não recebem o tartraordindrio, açor com o artigo 7«* da Consolidação das Leis Trabalhistas. Os trabalhares são vítimas constantes erseguições. Um individuo conheci elo vwgo Bugre que também realiza st?n?iços oliciais na emresa é o instrumento das erseguições atronais. Um oerário foi or êle recentemente reso durante 3 dias, além âe violentamente esanca. 0 armazém da emresa quase não tem gêneros e \ os que tem são carlssi- mos e em éssimo esta- í conservação. Mas é nas minas Urucum, rorieda da emresa, que a exioração é maior. O oerario recebe Gr$ 8,50 or cada vagonete com i nyetro cúbico minério. Dois oerários conseguem fazer, geralmente, 16 vagonetes or dia, mediãnte um enorme esforço fisico, emurran-os or uma via cheia altos e baixos, ara ganharem Crt 136,00 c-u.cr$ 68,00 cada. Os oerários não tém assistência médica nem hositalar e quan aecem são lanças ao abanno, limitan-se o administrar, quan um oerário lhe reclama assistência, a dizer "o que atrão não está". Na emresa trabalham cerca 500 oerários, sen que 120 na se e os mais no camo, noa fornos, na mina Vnicum e no corte lenha. Os trabalhares, que ainda nâo têem sin* dicato rório, ensam em, organizar-se ara lu* tar or seus direitos. Do Corresonnte da VOZ em Corumbá)

11 ._ S : - m% Bi ik dtía* om lend^ww*. ariament* rm 9 iiree rlíauitf.ltlí>a^ai olítico* exressão, troduhn o»entimmto gmwtemmmtmio d** noüo oi*o, tem-se manifesta for uma arnida anistio mu) nimm «i to» os resos, reces* ti4 e ewoiiidüt of litro*. Sâo ie frota «ma causa sue interesse aenas a um arti ou a amo corrente d$ oiwiílo. Tratase dé uma causa ntu> interessa a tos o» atriutaê. Anistio siondktt cumrimento da Constituição. Anistia si&nífko ttmhuç» liberdas mocráticas iá ÍMlsisnteB. Anisikt m*r*htca reintetjmi no cosheio da cale- Uv4 bmsileira *rrnndt* número atriotas, cujo contacto direto eom o tne e c«/a artieffmgso essoal no cenário»«o«*# forno ÍMdi#Cfl«di>c! aru a c/diroç Stitk0» rtmouista» ouiiwrm 11 e 21 novembro. ANDA K BAXO O NVEL DK ORGANZAÇÃO Por que, entretanto, ainda não adquiriu o mulso nect* slvo que a leve A vitoria a atuai camanha ro-antetta? Por que esse sentimento nosso ovo não ml concretiza sequer numa lei aresentada ne Parlamento, quan a seu lãvor iá se ronunciaram o resinte dn Cornara s Deu 0 C0MW" REVELAÇÃO K) DEPUTADO LAFEB NA GAMARA: 15 BLHÕES DE (Kl ZEROS, DOS.Ci BLHÕES EMTDOS NOS ÍLT.MOS & ANOS, DESTNOl-OS O GOVERNO A COM- PCA DK EXCEDENTES DA NOSSA PRODU- ÇAO AGRÍCOLA, QK PODERÍAMOS EX- PORTAR PARA O MERCADO SOCALSTA AO NVÉS DE AGRAVAR A NFLAÇÃO. s argumentos das UM ui gani/ações industriais, dc rodutores agrícolas e comerciais que vêm em nos* so aís reclaman o mc* diato estabelecimento comércio com a Jolãc Soviética é o vie que atu.dmente a quase totalida s ai ses ocintais mantém com o aís socialismo açors comerciais mutuamente benéficos. Efetivamente, em nossos dias, a União Sovié* tica tem acors comerciais bilaterais com 26 aíses ocintais. O total transações revistas or vinte dêsses acors ara o ano 1956 é suerior a um bilhào dólares. Nesse comute estão excluís os Paises Baixos, a Turquia, o Afganistão. o rã. a Siria e a Birmania, cujas revisões dc trocas com a URSS neste ano ainda não foram divulgadas. Consiran-se que as trocas comerciais entre a URSS e os aíses mencionas atingiram em 1931 mais 700 milhões dólares, quan o conjunto das transações da URSS com o Ocinte foi ouco mais um bilhão dólares, o- se estimar erfeitamente, sem exagero, que o montante comércio entre a URSS e a totalida s aises ocintais suerará este ano a cifra 2 bilhões dólares. sto mostra erfeitamente que o BrasiJ não o ignorar essa realida nova, mormente quan o exemlo s aíses euroeus, sueste da Ásia e Oriente Próximo jâ é segui na América Latina elo Uruguai e a Argentina. Que exorta a U.R.S.S.? A característica rincial isos 26 acors bilaterais enftre a URSS e os aíses ocintais consiste em que a União Soviética exorta recisamente aquilo que interessa à economia aís com o qual firma o acor. Não há, como se oria suor à rimeira vista, a reocuação da URSS exortar rodutos indusflrlais. A URSS, ao contrário, <8e certos aíses caitalistas, «usorta máquinas e eqüina- udui. gr«ttd«numero drutadu» tesulglo em seus artldím. e a maioria s senares7 Por que os reclamoi «w Dffuras raresentauvm s melou olíticos das rincial! cida* e também das imiulaçôes nterior nfto se inear* naram em medida» qne contribuam ara o govêmo atar casa medhla a que não o ne furtai, te quer marchar com o ovo e como lega sua vonta soberana? A CAMPANHA DA ANSTA ANDA NAO ATNGU O RUMO DESEJADO. PARA O QUE NO ENTANTO EXS- TEM CONDÇÕES FAVORÁVES. l»oitql*e O SEU NVEL DE ORGANZAÇÃO Í ANDA BAXO E NAO ESTA A ALTURA DAS MANFESTAÇÕES E PRONUNCAMENTOS JA BXlgrENTES, OS QUAS FORTALECEM CRESCES" TEMENTE A CAMPANHA E LHE DAO UM CARATGB NACONAL dai: cakatek organizativo a camanha Em face dlslo, que ve ser feito ara corrigir as hiliii.i.ii**. da camanha nacio* nal roanbula? TORNA-SE VSÍVEL QUE» NO MOMENTO. MPÕE-SE DAR A CAMPANHA UM C A R A T E R ORGANZA* J.U SWWMWWi. «ilwt i iiwri in nr "T-r wnrtmirit"" im t r r--**--*rnrm"k,-v^,v^^w^x^^ 00 BRASL COM A UÜJ.S, DF CO^BATF A ««fl»«0 Mais is mortantes ronunciamentos elo reatamento: srs. Jânio Quadros, governar São Paulo, e Matos Carvalho, governar Maranliâo Não admite mais rotelações o reatamcnto relações dilomáticas e comerciais Rra/dl com a União Soviética. mento:* ndustriais, ajuda nclusive aos aíses ouco senvolvis onto vista industrial a ôr em funcionamento fábricas mornas, a formar seus técnicos, a exemlo que faz com ;. Índia c outros aíses asiáticos com os quais mantém relações dilomáticas. Entretanto, simultaneamente, a URSS firma acors comerciais nos quais lhe incumbe exortar rodutos alimentícios. ré-fahricas ou matérlas-rimas. Tornemos o acor firma com a Áustria. A URSS exortará cm 1956 ara esse aís reminantemente matérias-rimas: trigo, milho, matéria-rima ara forra* gem. minérios e carvão. Ao mesmo temo, a URSS ex* ortará ara a Áustria equiamento esa, máquinas»; veículos e rodutos químlcos. Já no acor com a França a URSS exortará unicamente matéria-rima e ré-fabricas: milho, algodão, antracite, breu, manganês, mineral crômo, etróleo. latina e ael jornal. As exortações da U.R.S.S. ara o Uruguai e a Argentina Outro é o quadro quan se trata aíses economia semelhante à Brasil, cujo senvolvimento industrial é inciiente. Tal é o caso or exemlo Uruguai e da Argentina. A URSS exortará ara a Argentina em 1956, carvão edra, material erfuração, máquinas agrícolas, insfalações industriais, 500 mil toneladas etróleo, 200 mil toneladas aço, toneladas aços eseciais, 50 mil toneladas gasolina. O Uruguai no mesmo erío receberá rodutos etrolíferos, carvão e» A..K.S.S. FRMOU 2*» ACORDOS COMERCAS BLATERAS COM PASES OCDENTAS, MUTUAMENTE BENÉFCOS TUDO LEVA A CRER QE O COMERCO DA l.r.s.s. COM OS PASES CAPTALSTAS ULTRA- PASSARA* 2 BLHÕES DE DÓLARES EM 1956 O BRASL NAO PODE CONTNUAR GNORANDO ESTA REALDADE. quase a.meta, 15 milhões, stinou-se ao financiamento das safras agrícolas, ara a comra café, algodão, dra, rodutos aço, máquinas agrícolas, cimento e ael. Vê-se assim que os açor* s comerciais com a URSS caracterizam-se elos bene* ficios mútuos. Não inlicam em nenhuma formação da economia qualquer aís. Muito ao contrário, corresonm às rórias exigôncias da economia s ai* ses. E se a União Soviética acha-se em condições absorver toda sorte excentes s aíses caitalistas. isto se dá em conse* qüència da imensa caacida absorção seu merca, cuja característica essencial é o crescimento ilimita or aquisitivo das grans massas da * ulação. Novas comra» excentes ou reatar relações? Tu isto mostra as imensas vantagens que adviriam ara o nosso aís na base imediato reatamento relações com a União Soviéti-. ca. Ainda agora os cafeicultores aram-se cora vulto* sos excentes da rodução. Não são roícias as condições merca internacional ara a exansão da nos sa rodução açucareira, algodão, cacau, sisal, etc. Como vem agin o govêrno nos últimos z anos? O governo arca com os re* juízos que a limitação merca internacional ocasiona aos nossos rodutos agrícolas, comaran os excentes da rodução. Para que se tenha uma idéia das conseqüências que essa olitica traz ara a economia nacional basta mencionar a revelação contida no recente discurso sr. Horacio Lafer sôbre a situação finan* celra aís. Demonstrou aquele uta que s 35 milhões cruzeiros emitfc a mm tiítíraoa três anos, sisal e lã. Está nisto ortanto uma das molas roulsoras da lnilação e da conseqüente caréstia vida. Que fazer agora? Continuar emitin ara a comra exceutes da rodução agrícola ou buscar os novos mercas camo socialista ara o escoamento sses excentes? É fora dúvida que a resosta só o ser uma: imediato reatamento das relações comerciais e dilomáticasr com a URSS, no in* terêsse da economia nacional, no interesse to o ovo brasileiro. Novo e imortante ronunciamento À medida em que se torna imerativo ara a nossa economia o estabelecimento relações com a URSS, ganha o movimento novas e imortantes asoes. Nós últimos dias ronunciaram-se favoráveis à medida is governares Esta: o sr. Jânio Quadros, São Paulo. em. resosta a um ofício da FARESP, e o sr. José Matos Carvalho. Maranhão, em clarações à imrensa. Anteriormente jâ se haviam manifesta nesse senti os go* vernares da Bahia. Paraná e Santa Catarina- lã TVÔ. NUMA PALAVRA. MPÔKSK ORUANT/.AR A ALTURA DA8 SUAS NE* CBSSDADES ftsse GRAN- DK E PATRÓTCO MOV* MENTO, A FM DE QUE -OSSA Ê.E SER VTO- ROSO NO MAS BREVE PR ASO. Km nosso ais. da ser a anistia uma tradição olitica. que tem mal* um sé* culo. haven si cretada várias vftjei tio imério e nn Reública, não è difícil mobilizar e organizar as c* rodâ 1 «-,...,-, da* mal» diferente* ten* ci.-i.--i.i-i em torno uta medi* «a mocrática, E a camanha vitoriou a 18 abril ÍM3. que resultou a * l.<-i.k..t... Prestes e teus comanheiros e a volta exílio sr. Otávio Manga* beira e oulro* olítico*, trouxe uma gran «orna exeriências. E*sas ox»eríéii* cia» vem *cr hoje utiliza* dns, Toda* ti* niciativa*, * iij.m-i.iii. ms «Ao i»...i-. e un-. ura levar á vitória ema nobre camanha. AS TARKFA8 DAS (OMSSÕES Uma exeriência valiosa, or exemlo, que tem toda a oortunida. 6 a tia criação COMSSÕES PROANSTA Comissões ró anistia dc oerários, dc Jornalista», arla mentores, estudantes, mulheres, uc jovens. sto não quer dizer, entretanto, que só ossam ser organizadas eu* missões! or cororações. Devem ser organizadas também comissões bairro, fazenda, rua. ncluin essoas!«i.i** aa rofissões. O fundamental «que tais comissões sejam amlas, sto é, que não sejam sectárias, e que as ih-s* soas vanguarda que las articiam atuem verdairamente como essoas vanguarda, como mocratas que res* eitam as oiniões alheias c nfto como nos assunto que substituem, no tratat com as massas, o comrova méto convencimento elo connável méto imosltivo. O objetivo dns comissões ró anistia 6 obter a anistia c não outra qualquer medida no momento. Sua ativida, or issn ve-se concentrar aenas nn conquista ssa medida mo crãtlca. E a anistia que queremos é uma anistia amla, anistia que a tos abranja. Comissões como estas que citamos existiram e fun* naram com êxito na camanlin Tomaram sôbre seus ombros tarefas imortantes como a ercorrer as redações s jornais, edin aoio ara a camanha; a dc realizar equenos rogramas rádio nas estações alto- falantes interior; a conseguir a divulgação «slogans> da camanha nas estações das grans cidas; a confeccionar cartazes e faixas, ara isso mobilizan intores e senhistas; a rogramar e realizar comícios amlos, a fazer comlclos-rel&mago, etc. Todas essas tarefas o* m hoje ser realizadas elas comissões em areço. COMO ORGANZAR UMA COMSSÃO Como organizar uma CO- MSSÃO PROANSTA? Como fazé-la funcionar? Os muitos milhares essoas que tém assina memoriais e abaixo-assina* s ela anistia constituem como onto artida uma boa seara on o m ser recrutas membros das co* missões. Um bom número das essoas que subscrevem manifestações ró-a n s 11 a concordam em fazer arte das comissões. Obti isto (as comissões od<-m artir três ou quatro essoas), ve-se marcar uma ráida reunião oerativa em que se trate s objetivos da camanha e lano rático dr trabalho e õr-se nulos a obra. Mas isto não significa que sé omos buscar membros das comissões ró-nnistia entre signatários mentoriais, abaixo-assinas, etc. Em nenhuma hiótese. On houver um artidário anistia, o haver uma comissão ró-anistia. Para isto, esse lutar da anistia ve rocurar seus vizinhos, conhecls, comanheiros trabalho, etc., exor o.s objellvos da camanha, e formar a comissão, entran logo em seguida em ativlda. CHAVE DA VTÓRA DA CAMPANHA A formação comissões ró-anistia, tarefa imeriosa momento, não quer dizer, entretanto, que não se utilize na camanha da anistia as organizações classe, civis o atrióticas, sociedas, etc., que já existem. Assim é que na camanha articiaram a Liga da Defesa Nacional, a Socieda Amigos da América, a União Nacional s Estudantes e muitas outras. Os oerários, jornalistas, estudantes e artistas lásticos, or exemlo, tiveram stacada atuação na camanha. Os oerários nas fábricas e nos sindicatos. Os jornalistas atuanão junto aos jornais em que trabalham. Os estudantes nos comícios. Os artistas lásticos fazen ainéis, cartazes, etc, tos eles mobilizan a oinião ública, comoven-a, convencen-a da necessida levar à vitória, através sua articiação, a gran e nobre camanha. Assim é que triunfará no mais breve razo a camanha da anistia. A VOZ OPERÁRA E O NFORME DE N. S. KRUSCHOV 9 Em nossa última edição rometemos aos leitores um número constante duas seções, a segunda das quais seria o nforme N. S. Kruschiov ao XX Congresso Parti Comunista da União Soviética. Por motivos técnicos, entretanto, vimo-nos forças a adiar ara o róximo número (356) a ublicação tão imortante cumento da atualida, justamente consira como uma obra marxismo criar- Aelamos ara os nossos leitores, agências e sucursais a fim que lanifiquem uma melhor difusão jornal, à altura da imortância que se reveste nosso róximo número e s esforços que vimos emreenn ara dar ao úblico amlo conhecimento s cumentos XX Congresso d o P.C.U.S. Sen muito elevadas as sesas com o róximo número, a VOZ OPERARA aela/ara tos os que difunm este jornal a fim que aguem adiantadamente suas cotas. Somente sta maneira oremos enfrentar e vencer os gastos nossa oróxlmn edição, sem comrometer seriamente nossa situação econômica e financeira- 1 fl! - Ví.#*"

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