PROCESSOS DA NOBREZA BRASILEIRA

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1 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA GERAL DE COMUNICAÇÃO E DIFUSÃO DO CONHECIMENTO MUSEU DA JUSTIÇA PROCESSOS DA NOBREZA BRASILEIRA CATÁLOGO DESCRITIVO E SELETIVO Agosto de 2014

2 Catálogo Descritivo e Seletivo dos Processos da Nobreza Brasileira existentes no acervo documental do Museu da Justiça do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro Presidente - Leila Maria Carrilo Cavalcante Ribeiro Mariano Comissão de Preservação da Memória Judiciária Desembargador Antônio Izaias da Costa Abreu Desembargador Décio Xavier Gama Desembargador Elmo Guedes Arueira Desembargador Mauricio da Silva Lintz Desembargador Orlando de Almeida Secco Desembargador Ronald dos Santos Valladares Museu da Justiça Diretor Marco Antonio Vianna Moreira Sampaio Serviço de Gestão de Acervos Textuais e Audiovisuais Chefe de Serviço - Gilmar de Almeida Sá Equipe Responsável pela elaboração do Catálogo Adriana da Costa Camelo Assistente de Pesquisa Aline de Jesus dos Santos Assistente de Pesquisa Edilaine Vieira Costa Assistente de Pesquisa Gilmar de Almeida Sá Chefe de Serviço

3 SUMÁRIO PREFÁCIO... 7 Considerações Acerca da Nobreza Brasileira Família Imperial Brasileira Dona Amélia de Bragança, Imperatriz Dom Pedro II, Imperador Dona Isabel, Princesa Imperial Dom Luiz Gastão de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial Dom Pedro de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial Nobreza Titulada AGARES, Visconde e Conde de (1º - Títulos Portugueses) ALCANTARA, Barão e Visconde de (1º) ALIANÇA, Barão da ALJEZUR, Visconde e Conde de (Títulos Portugueses) ALMEIDA RAMOS, Barão de ALVES MACHADO, Visconde e Conde de (Títulos Portugueses) AMAMBAI, Barão de AMPARO, Barão do (2º) ANGRA, Barão de AQUINO, Barão de ARAUJO FERRAZ, Barão de ARCOZELO, Visconde de (Título Português) AVELAR, Visconde e Conde de (Títulos Portugueses) BAEPENDY, Visconde (1º) e Marquês de BAEPENDY, Visconde e Conde (2º) BANANAL, Barão de BARCELLOS, Barão de BARREIRO, Visconde de (2º - Título Português) BENEVENTE, Barão e Visconde de BELFORT, Visconde de (Título Português) e Barão de Gurupy CAMBOLAS, Conde de e Marquês de Palharin (Títulos Franceses) MENDES DE ALMEIDA, Conde de (1º - Título concedido pela Santa Sé) CANINDÉ, Barão de CANTAGALO, Barão; Visconde e Marquês de CAPANEMA, Barão de CARAVELAS, Visconde de (2º) CARAVELAS, Visconde de (3º) CARMO, Barão de CARVALHÃES, Barão de CASTELLO, Barão de CAXIAS, Barão; Visconde; Conde; Marques e Duque de CEDOFEITA, Visconde e Conde de (Títulos Portugueses) CRUZEIRO, Visconde de DRUMMOND, Barão de

4 ENGENHO NOVO, Barão do ENTRE RIOS, Barão de (1º) ENTRE RIOS, Barão (2º) e Visconde de ESCRAGNOLLE, Barão; Visconde* e Marquês de* (*Títulos Franceses) FAMALICÃO, Barão de (Título Português) FEITOSA, Visconde e Conde de (Títulos Portugueses) FLAGHAC, Barão de GARCÊS, Visconde de e 2º Barão da Varzea do Ouro (Títulos Portugueses) GUANABARA, Barão da GUARACIABA, Barão de GUARAREMA, Barão de GUIMARAES, Barão de IBIRA-MIRIM, barão de IBITURUNA, Barão e Visconde INHAÚMA, Barão e Visconde de IPANEMA, Barão de (2º) IPIABAS, Barão e Visconde de (1º) ITACURUSSÁ, Barão de ITAGUAHY, Barão de; Visconde de (com Grandeza) e Conde de ITANHAÉM, Barão e Marquês de IVAHI, Barão de JAPURÁ, Barão de JEQUITINHONHA, Visconde de JERUMERIM, Visconde de JUGUEIROS, Barão de (Título Português) JUPARANÃ, Barão de KALDEN, Barão de LADÁRIO, Barão do LAGOA, Barão de (1º) - (Título Português) LAGOA, Barão de (2º) - (Título Português) LENGRUBER, Visconde de (Título Português) LORETO, Barão de LUCENA, Barão de MAROIM, Barão de MARUIÁ, Barão de MASSAMBARÁ, Barão de MERITI, Barão e Visconde com Grandeza de MESQUITA, Barão de (2º) MIRANDA REIS, Barão de MODESTO LEAL, Conde de (Título concedido pela Santa Sé) MONIZ DE ARAGÃO, Barão de MONSERRATE, Barão e Visconde de MONTE ALEGRE, Barão (1º), Visconde e Marquês de MONTE CASTELO, Barão de MONTE VERDE, Barão de (2º)

5 MOREIRA LIMA, Barão, Visconde e Conde de MURITIBA, Barão de (2º) NOGUEIRA DA GAMA, Barão e Visconde de NOVA FRIBURGO, Barão de (1º) NOVA FRIBURGO, Barão, Visconde e Conde de (2º) NOVAES, Barão de OLIVEIRA E CASTRO, Barão de PALMEIRAS, Barão de (2º) PAULO DE FRONTIN, Conde de (Título concedido pela Santa Sé) PAQUETÁ, Barão de PARAÍBA, Barão e Visconde da PARANÁ, Barão de PARANAGUÁ, Visconde e Marquês de PARANAPIACABA, Barão de PARATI, Conde de (2º - Título Português) PASSAGEM, Barão da PAQUEQUER, Barão de e Visconde de Pinheiro PEIXOTO SERRA, Barão de (Título Português) PENAMACOR, Conde de (3º - Título Português) PEREIRA FRANCO, Barão de PEREIRA MACHADO, Visconde de (2º - Título Português) PERES DA SILVA, Barão (Título Português) PIABANHA, Barão do (Título Português) PILAR, Barão do PIMENTEL, Visconde de (Título Português) PINHEIRO, Visconde de PIRAHY, Barão de POCONÉ, Barão de POMBEIRO, Conde de (10 º - Título Português) PONTE FERREIRA, Visconde de (Título Português) POTENGY, Barão de RIBEIRO DE SÁ, Barão de RIO BONITO, Barão do (1º) RIO BRANCO, Barão do RIO DAS FLORES, Barão do RIO NEGRO, Barão do RIO NOVO, Barão e Visconde do RIO NOVO, Condessa do RIO PRETO, Barão e Visconde de (1º) RIO PRETO, Barão de (2º) SALGADO ZENHA, Barão de SANTA CRUZ, Barão de SANTA FÉ, Barão de SANTA IZABEL, Barão de SANTA JUSTA, Barão de (2º)

6 SANTA MÔNICA, Barão Com Grandeza de SÃO CARLOS, Barão de SÃO CLEMENTE, Barão; Visconde e Conde de (1º) SÃO COSME DO VALLE, Visconde e Conde de (Títulos Portugueses) SÃO FINS, Visconde de (Título Português) SÃO FRANCISCO, Barão de (3º) SÃO JOÃO DA BARRA, Barão e Visconde de (2º) SÃO JOÃO DA MADEIRA, Visconde de (Título Português) SÃO JOÃO DE ICARAHY, Barão de SÃO JOSÉ DEL REY, Barão de SÃO JOÃO MARCOS, Barão e Marquês de SÃO MAMEDE, Conde de (3º - Título Português) SÃO NICOLAU, Barão de (Título Português) SÃO ROQUE, Barão de SÃO SALVADOR DE MATOSINHOS, Visconde e Conde de (2º - Títulos Portugueses) SÃO VICENTE, Visconde e Marquês de SÃO VICTOR, Barão de SILVA FIGUEIRA, Visconde de (1º - Título Português) SIMÃO DIAS, Barão de SOUZA FRANCO, Visconde de TAÍDE, Visconde de (Título Português) TAQUARA, Barão da THERESÓPOLIS, Barão de TINGUÁ, Barão do (2º) TOURINHO, Visconde de (Título Português) VAL FORMOSO, Barão de VALMOR, Visconde de (Título Português) VARGEM ALEGRE, Barão e Visconde de (2º) VASSOURAS, Barão de VILA DA BARRA, Barão de VILA FLOR, Barão de VILA NOVA DO MINHO, Barão e Visconde de (Títulos Portugueses) VISTA ALEGRE, Barão da WERNECK, Barão de WERTHER, Barão de WILSON, Conde de (Título Português)

7 PREFÁCIO O Museu da Justiça do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, enquanto Unidade Organizacional do Poder Judiciário estadual responsável pela preservação e difusão da memória judiciária, tem satisfação em disponibilizar a comunidade acadêmica e científica e aos pesquisadores em geral um instrumento de pesquisa que vem atender solicitações de usuários que consultam o acervo do Museu e também concretizar um antigo objetivo do departamento. O Catálogo Descritivo e Seletivo de Processos da Nobreza Brasileira, ora disponibilizado é a descrição das ações judiciais em que figuraram como parte membros da nobreza do Brasil e de outras nacionalidades, além de processos de membros da família imperial brasileira identificados no acervo histórico sob a guarda do Museu da Justiça até o ano de O objetivo deste instrumento de pesquisa é disponibilizar informações que auxiliem os pesquisadores na identificação e acesso aos processos judiciais que envolvam personagens referentes às suas pesquisas, estejam eles custodiados no Museu da Justiça ou em outras instituições com guarda de documentos judiciais relativos aos mesmos personagens. A ideia deste trabalho nasceu de dois fatores em especial. Primeiro, da constatação da necessidade de divulgação destes documentos, visto que muitos nobres cujos processos fazem parte do acervo têm sido alvos de vários estudos científicos e biográficos, elaborados prescindindo a consulta a estas preciosas fontes de informação, fato que decorre mais pela não divulgação por parte da instituição, que gera o desconhecimento dos pesquisadores em relação existência e disponibilidade destes processos, e em segundo lugar em decorrência da missão do Museu da Justiça de Resgatar, preservar, divulgar e promover o acesso à memória do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro. O catálogo é formado por 166 fichas onde são descritos 322 autos de processos judiciais constantes na coleção de Processos da Nobreza Brasileira do Museu da Justiça e cobre o período de 1833 a Neste trabalho foram incluídos os detentores de títulos nobiliárquicos de barão, visconde, conde, marquês e duque concedidos pelos Imperadores do Brasil ou de outras nacionalidades, em especial portugueses, ou ainda pela Santa Sé, bem como os membros da Casa Imperial. Cada ficha refere-se aos processos de um nobre ou de seu cônjuge, de forma que processos dos personagens que usavam o titulo de nobreza em decorrência do casamento com titulares (em geral as esposas) estão contemplados nas fichas dos respectivos consortes. Documentos

8 identificados ou recolhidos posteriormente ao acervo poderão vir a ser objeto de atualizações do trabalho. RETOMANDO UM CAMINHO A elaboração de um catálogo com informações a respeito dos processos judiciais de titulares do Império do Brasil é uma ideia antiga que se torna realidade no Museu da Justiça. Um projeto semelhante, intitulado Inventário, Fonte Viva da História foi iniciado no ano de 1993 e tinha por objetivo identificar autos processais de inventários de figuras de destaque da história do Brasil, descrevendo suas principais informações. Por diversos motivos tal projeto não obteve a devida repercussão nem continuidade, dele restando apenas um rascunho datilografado no Serviço de Gestão de Acervos Documentais. O antigo objetivo começou a ganhar nova forma no final de 2011, quando o Serviço de Gestão de Acervos Documentais elaborou projetos que foram apresentados à direção do Museu da Justiça e à Administração Superior para o biênio seguinte, dentre os quais a elaboração e publicação deste trabalho A primeira etapa desenvolvida foi a identificação de todos os processos de detentores de títulos de nobreza, quer os agraciados no Brasil ou em outros países, recolhidos ao acervo. Para tanto, recorreu-se a algumas listagens de processos de nobres e vultos históricos elaboradas em períodos anteriores, além da busca no sistema informatizado do Museu da Justiça. Visto que as duas ferramentas eram insuficientes, tanto por ausência de informações no ato do cadastramento no sistema quanto pela falta de padronização e atualização das listagens, foi necessário trabalhar com ambas as ferramentas de forma complementar. À identificação dos documentos, seguia-se a alimentação de uma planilha com todos os processos referentes a cada personagem e o número de suas respectivas caixas para solicitação de desarquivamento. Paralelamente a isto, precisava-se definir o formato do catálogo, quais e de que forma as informações seriam apresentadas. Partindo do princípio de que o instrumento deveria apresentar uma linguagem universal para servir a um público eclético de pesquisadores nem sempre afeito a terminologia judicial, optou-se por adotar a padronização internacional de descrição arquivística, que no Brasil tem como congênere a NOBRADE. Esta decisão foi um passo importante, tanto para a qualidade do instrumento de pesquisa como para o próprio amadurecimento das práticas de gestão do acervo desenvolvidas na instituição, na medida em que seu estudo e utilização têm agregado conhecimento que tem auxiliado na catalogação e organização da documentação. A utilização da norma, além de possibilitar a descrição

9 da documentação dentro de um padrão internacional, tem ajudado a melhor conhecer e gerir o acervo. A ELABORAÇÃO DO CATÁLOGO No decorrer do ano de 2012, o SEGAD incluiu às suas atividades a descrição dos documentos cujos desarquivamentos eram solicitados paulatinamente, apesar da diminuição da equipe e de não haver funcionário exclusivo para execução da atividade. Inicialmente, houve alguma dificuldade no preenchimento dos campos definidos pela norma com as informações contidas nos processos. Esta dificuldade foi, aos poucos, contornada com pesquisa e exemplos de outras instituições. Um exemplo consultado foi o projeto desenvolvido pela Seção Judiciária do Rio de Janeiro em parceria com a Universidade Federal Fluminense para organização do acervo histórico da Justiça Federal relatado no livro Autos da Memória: A História Brasileira no Arquivo da Justiça Federal. Outro exemplo observado foi o Arquivo Nacional, instituição de referência e que possui um vasto acervo composto por processos judiciais. A participação de parte da equipe do SEGAD em encontros e seminários ajudou a elucidar dúvidas sobre a utilização da norma, o que contribuiu sobremaneira para o desenvolvimento do projeto. Aos poucos a equipe, composta quase integralmente por bacharéis e estudantes de Historia e Arquivologia, familiarizava-se com a terminologia de modo a identificar nos documentos as informações solicitadas pela norma. Algumas reavaliações e correções nos fizeram retornar algumas vezes ao documento e às fichas até se chegar a um consenso quanto à descrição. Para tanto, algumas convenções foram adotadas. A primeira delas foi a utilização apenas dos campos de uso obrigatório, além daqueles que a instituição julgou pertinentes e de maior relevância para os pesquisadores. Os processos foram reunidos na coleção temática denominada Processos da Nobreza Brasileira, sob a sigla PNB, que por sua vez fora dividida em duas séries (Matéria Cível e Matéria Criminal), nas quais os documentos foram ordenados cronologicamente. Na Área de Identificação, o campo Código de Referência foi preenchido com o código do Museu da Justiça inscrito no CONARQ, mais a sigla da coleção e da respectiva série e, por fim, o número atribuído ao item documental dentro da série. Acordou-se preencher o campo Título com o(s) nome(s) da(s) ação(ões). Neste campo optamos por priorizar a ação originária, informando quanto à existência de apelação ou recurso; Quanto às Datas-limites, indicaram-se o ano da autuação e do último andamento registrado nos autos. Quando ocorre de haver mais de um processo do personagem, recorremos à data da primeira

10 autuação e a do último andamento de todos os processos para evidenciar o período coberto pelos documentos. O nível de descrição utilizado foi o de Processo (4), mas tendo em vista que muitos nobres possuem mais de um processo na coleção, optou-se por reuni-los todos numa mesma ficha como medida de economia e para evitar a repetição de informações em diferentes fichas. Sendo assim, procurou-se preencher o código de referência da Área de Identificação com o código da Coleção e evidenciar os códigos relativos aos processos no campo Âmbito e Conteúdo da Área de Conteúdo e Estrutura. Na Área de Contextualização, indicou-se como Produtor os Juízos que atuaram no processo, que algumas vezes inclui órgãos jurisdicionais de instancias superiores em julgamento de apelações ou recursos como Tribunais, ou Juízos de Direito revendo decisões de Juízos Municipais e Pretorias. Por se tratar de um instrumento de auxílio à pesquisa, procurou-se ofertar informações básicas a respeito do personagem em questão e a opção adotada foi incluí-las no campo História Administrativa/Biografia. Para tanto, foram escolhidos os subitens a serem identificados (nome, nascimento, filiação, casamento, cargos ou atividades, filhos, falecimento e data de aquisição do título) e procurou-se obter as informações a partir de fontes primárias, como certidões de óbito, juntadas aos autos e em duas obras específicas, a saber: Nobreza de Portugal e do Brasil 1 e no Archivo Nobiliarchico Brasileiro 2. Na área de Conteúdo e Estrutura, o campo Âmbito e Conteúdo foi utilizado para registrar os nomes dos personagens (partes) do processo e suas atuações (inventariante, credor, réu etc.). Também foram relacionados neste campo os documentos juntados ao processo no decorrer de seu trâmite e que o compõem como certidões, avaliações, recibos, jornais etc. Quanto à grafia dos nomes próprios, procurou-se reproduzi-los tal como constam nos autos, informando as divergências encontradas nas pesquisas. Na área de fontes relacionadas procuramos informar o pesquisador das instituições que também possuem processos judiciais referentes aos mesmos personagens de modo que possam encontrar mais elementos para suas pesquisas. Os autos de processos judiciais constituem riquíssima fonte de informações, pois registram dados pessoais dos personagens envolvidos, sua forma de pensar evidenciadas em suas argumentações contidas nos autos, características da sociedade etc. Por isto acreditamos que muitos 1 ZÜQUETE, Afonso Eduardo Martins, Nobreza de Portugal e do Brasil, Lisboa, Editorial Enciclopédia, v. 2 Disponível em:

11 pesquisadores poderão vir a ser beneficiados com a publicação deste catálogo, visto que a nobreza e seus membros são alvo de inúmeras pesquisas históricas e biografias, das quais boa parte tem sido realizada sem a utilização desta importantíssima fonte, em muito pelo desconhecimento de sua existência e disponibilidade. Este trabalho está longe de ser algo acabado e a equipe do SEGAD e do Museu da Justiça tem a consciência de que se trata de um primeiro passo na direção de estabelecimento de melhores práticas na gestão e acesso a um acervo rico e que deve estar a serviço da sociedade enquanto instrumento de produção de conhecimento.

12 Considerações Acerca da Nobreza Brasileira Ao longo de sua existência, o Império do Brasil teve na nobreza um elemento de grande importância em sua organização política e social. A nobreza de corte brasileira inspirou-se nos exemplos europeus, em especial na antiga metrópole portuguesa, reproduzindo em solos tropicais uma tradição das monarquias europeias da Era Moderna. Se, por um lado, a versão brasileira seguiu as cortes do velho continente, por outro guardou peculiaridades que a tornaram um exemplo único no mundo. Deslocada no tempo e no espaço, a nobiliarquia imperial brasileira crescia enquanto a instituição entreva em decadência na Europa, onde o modelo de sociedade estamental típico do Antigo Regime desmoronava-se a partir do advento das Revoluções. Segundo Lilia Moritz Schwarcz 3, a importância das cortes europeias crescera a partir do Renascimento, tendo atingido seu auge nos séculos XVII e XVIII. Além disto, o processo de independência das Américas gerou sistemas republicanos de Norte a Sul do continente, o que torna o modelo local um elemento que expressa a peculiaridade do Império brasileiro neste lado do Atlântico. De acordo com Vera Lucia Tostes 4, a concessão dos primeiros títulos em terras brasileiras se deu por ocasião da presença do príncipe regente D João e da corte portuguesa, haja vista nunca terem sido concedidos durante o período colonial, quando a metrópole agraciava aqueles que se estabeleciam na colônia apenas com foros de fidalgos, uso de brasão de armas e graus de cavaleiros das ordens militares. Após a Independência, cabia ao monarca, conforme previa a Constituição de 1824, a exclusividade na concessão dos títulos, bem como de outras mercês, prerrogativa da qual nossos soberanos muito se utilizaram. Enquanto prerrogativa do Monarca, a concessão de títulos foi utilizada como um importante instrumento na busca por apoio político e arrecadação. Corrobora para esta conclusão o aumento no número de concessões nos momentos de maior desgaste político. Lilia Schwarcz 5 salienta que tanto no período de promulgação das Leis abolicionistas, quanto nos últimos anos do Império, quando a imagem do imperador desgastava-se frente às elites agrárias, o numero de concessões aumentou de forma significativa como estratégia de compensação pelos prejuízos causados. Já no período Joanino, 3 SCHWARCZ, 1998, pag TOSTES, 1996, pag SCHWARCZ, op. cit. Pag. 193.

13 o Príncipe Regente teria realizado várias concessões em busca de fidelidade em um momento de extrema dificuldade na manutenção da Monarquia. Os títulos nobiliárquicos apresentavam uma hierarquia na qual os Duques, Marqueses, e Condes (em ordem decrescente de importância) possuíam, além do status de nobres, o de grandes do Império, privilégio que não acompanhava os títulos de visconde e barão, a exceção daqueles concedidos com status de com grandeza. Lilia Schwarcz 6 explica que Conselheiros de Estado, Fidalgos e Oficiais das Casas Real e Imperial formavam, junto com a Nobreza titulada, o grupo especial, que durante o segundo reinado viveu, na América, uma nova versão da Corte, só incomodada pelo sol de quarenta graus, mais próprio ao clima dos trópicos. Ainda não há um consenso entre os pesquisadores quanto ao número exato de títulos concedidos no Brasil. A autora citada acima contabilizou 1439 concessões em suas pesquisas, observando que uma pessoa, muitas vezes, recebia mais de um título. O processo de titulação dependia de dois elementos em especial: o desejo do Imperador e o pagamento das custas, que ficavam totalmente a cargo do agraciado. Eram comuns cartas de indicação, nas quais se procurava demonstrar, com auxílio de documentos autênticos, o mérito do indicado. Por decreto, o Imperador concedia o título, no qual o agraciado só seria investido após a emissão da carta imperial, o que também dependia do pagamento de taxas, como explica Vera Lucia Tostes 7. Estando dispensados destas apenas os militares, conforme Lei a 719 de 28 de setembro de A aquisição de um título de nobreza permitia ao agraciado a utilização de um símbolo que o representava evidenciando suas características e qualidades, os brasões de armas. Os símbolos brasonados surgiram, de acordo com a autora 8, para identificação dos cavaleiros, que utilizavam armaduras nos jogos e combates típicos da época medieval, sendo pintados sobre os seus escudos, e tornando-se, posteriormente, símbolos de família. As representações, aos poucos, ganham regras e significados guardados pela heráldica. No Brasil, o uso destas representações simbólicas recebeu uma nova roupagem, de leitura menos simbólica e mais pragmática, suavizando a rigidez das normas heráldicas, especialmente quanto ao uso das cores e figuras. Apesar da utilização de muitos símbolos já em uso de longa data em solo europeu, como a cruz e outros motivos religiosos, ou o leão, muito utilizado tanto na Europa 6 SCHWARCZ, 1998, pag TOSTES, 1996, pag TOSTES, op. cit. pag. 93.

14 quanto no Brasil, outros elementos representativos da fauna e flora local demonstram a força do aspecto agrário do Império. Figuras indígenas foram utilizadas na esteira do Romantismo de cunho indianista que vigorou no século XIX e também se manifestou em vários nomes adotados por alguns titulares. O uso do brasão não era obrigação e sim uma faculdade do agraciado. Lilia Schwarcz 9 enumera 166 cartas de brasão para 1400 titulados em todo o Brasil, o que demonstra que o número dos que se dispuseram a pagar pela ostentação de um brasão de armas, além da titularidade em si, foi proporcionalmente pequena. Muitos escudos ostentados no Brasil eram, na realidade, referentes a títulos concedidos em outros países, pois a legislação imperial previa um procedimento judicial para confirmação de títulos e armas a que nobres de outras nacionalidades podiam recorrer para obterem autorização para uso local. Vários desses nobres estrangeiros que por aqui passaram ou viveram deixaram registros importantes em processos judiciais, como os que o leitor irá se deparar neste instrumento de pesquisa. Quanto às mulheres, essas utilizavam os títulos concedidos aos maridos, cabeça do casal, sendo reconhecidas como nobres pelo matrimonio. Ocorria também a elevação do título adquirido pela via do casamento após a viuvez, como foi o caso de Mariana Claudina Pereira de Carvalho, Baronesa e Viscondessa por casamento e elevada a Condessa do Rio Novo após o falecimento de seu consorte, e de quem há processos relacionados neste catalogo. Os títulos concedidos em solos brasileiros eram apenas honoríficos e não guardavam qualquer referência aos seus significados originais 10. Na alta Idade Média, época em que predominavam as constantes lutas por terras, os nobres eram guerreiros e, ao mesmo tempo, representantes da autoridade central, imbuídos de poderes policiais e judiciários nos mais longínquos pontos do Reino, única forma viável para manutenção da unidade territorial. Com o passar do tempo e na ausência de conflitos em que a liderança Real precisasse fazer-se presente para unir os súditos contra a ameaça externa, os antigos emissários do Rei (condes, marqueses etc.) passam a desfrutar de uma grande autonomia no território que passam a administrar como seus. A História da Era Moderna foi também a da recuperação da autoridade Real frentes à nobreza de sangue e hereditária, descendentes dos antigos emissários do Rei. Norbert Elias em O 9 SCHWARCZ, 1998, pag Para significados originais dos títulos de nobreza, ver TOSTES, 1996, pag. 30.

15 Processo Civilizador 11 demonstra como a partir do final da Idade Média, juntamente com a crescente centralização monárquica ocorre um processo de cooptação das nobrezas tituladas, que passam a gravitar em torno da autoridade central, que se fortalecia. Enquanto no medievo o rei era, de fato, o principal entre os nobres, mas sem maior ingerência nos territórios controlados pelos outros nobres, com o crescimento da autoridade central este cenário muda definitivamente. Portugal é um exemplo desse processo de domesticação da nobreza. Segundo Vera Lúcia Tostes 12, já no fim do século XV, a autoridade Real procurou se impor de forma a evitar as constantes usurpações de terras da Coroa, instituindo um procedimento de confirmação das concessões de terras aos vassalos a cada novo reinado, momento em que se verificava a existência de usurpações. Outra medida foi a definição dos direitos da nobreza, bem como a necessidade de comprovação de serviços prestados ao rei para o gozo dos direitos e privilégios inerentes a fidalguia, limitado a três gerações. Quanto ao Brasil, a peculiaridade mais importante da nobreza, talvez tenha sido a não hereditariedade de seus títulos. Diferentemente da tradição europeia, em que os títulos de nobreza eram transmitidos pelo sangue, a Carta Magna de nossa jovem nação instituiu no país uma nobreza pessoal e vitalícia, de modo que após a morte do titular, o título voltava ao patrimônio heráldico do Império até que o soberano o concedesse, livremente, a outro indivíduo que julgasse merecedor e não necessariamente um descendente do antigo titular. Outra importante característica era a total discricionariedade 13 do Imperador na concessão de títulos e honrarias aos futuros membros da Nobreza. Característica esta que, aliada à primeira, garante ao Estado Imperial Brasileiro um valioso instrumento na manutenção da Ordem e da governabilidade, o que os Estados absolutos europeus só conquistaram após séculos de tensão e disputas entre Coroa e Nobreza, como foi sucintamente abordado. Analisando os aspectos apresentados, pode-se concluir que a nobreza brasileira já nasceu sob a influência do Soberano, com prerrogativas constitucionais que fortaleciam um caráter centralizado e político atribuído a esta instituição. Apesar do desdenho de vários críticos, em especial de republicanos, a nobreza brasileira teve suma importância em um período especial da história do país, tendo desempenhado um papel 11 ELIAS, TOSTES, 1996, pag Não se pretende discutir as pressões políticas que possam ter inferido nas escolhas dos Imperadores, apenas evidenciar a prerrogativa de exclusividade que este dispunha, por intermédio da Constituição, para e escolha dos titulares.

16 relevante na condução da vida política e econômica do Império. As adaptações e improvisos que aqui se fizeram, bem como a frouxidão na observação das regras da heráldica não invalidaram o imaginário da população, que via na instituição o caminho aberto para a ascensão e distinção social daqueles que conseguissem alcançar o favor do Soberano. Os títulos foram oficialmente abolidos pelo sistema republicano, mas esta medida não foi de todo exitosa, tendo em vista que muitos continuaram a utilizar seus títulos ao invés dos nomes de batismo, inclusive nos processos judiciais, como o leitor poderá perceber adiante. Gilmar de Almeida Sá Chefe do Serviço de Acervos Textuais e Audiovisuais do Museu da Justiça

17 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: TOSTES, Vera Lucia Bottrel. Títulos e brasões, sinais da Nobreza: Titulares brasonados do Império. Rio de Janeiro e São Paulo; Rio de Janeiro, JC Editora, SCHWARCZ, Lilia Moritz. As Barbas do Imperador: D. Pedro II; São Paulo. Companhia das Letras, ELIAS, Norbert ( ). O Processo Civilizador; Rio de Janeiro, Jorge Zahar Ed., 1993, V2.

18 Família Imperial Brasileira

19 IMPERATRIZ AMÉLIA DE BRAGANÇA Dona Amélia de Bragança, Imperatriz ÁREA DE IDENTIFICAÇÃO Código de Referência Título BR RJTJMJ. PNB Inventário Datas-limite Nível de Descrição Processo Dimensão e Suporte Documento Textual com 467 folhas e 1 apenso ÁREA DE CONTEXTUALIZAÇÃO Nome do Produtor Biografia Juízo da Provedoria do Rio de Janeiro Nome: Amélia Augusta Eugênia Napoleão de Beauharnais Nascimento: Milão, 31 de julho de 1812 Falecimento: Lisboa, 26 de janeiro de 1873 Filiação: Eugênio de Beauharnais, Duque de Leuchtenberg e Príncipe de Eichstatt e Augusta Amélia, Princesa da Baviera Cônjuge: Segundas núpcias de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal Filhos: Maria Amélia de Bragança, que falecera em tenra idade Outras honrarias: Duquesa de Bragança; Rainha de Portugal; Princesa de Leuchtenberg Aquisição do Título: 16ª Duquesa de Bragança e Imperatriz do Brasil por seu casamento com o Imperador D. Pedro I em 2 de agosto de 1829; Rainha de Portugal; Princesa de Leuchtenberg ÁREA DE CONTEÚDO E ESTRUTURA

20 Âmbito e Conteúdo Inventário (BR RJTJMJ. PNB ) Inventariado: Amélia de Bragança Inventariante: Agostinho Marques Perdigão Malheiros Juntada: Relação de bens; publicação oficial; certidão de óbito (Maria Antonia Gomes da Silva, Maria do Carmo Xavier e Primislour Sperling); recolhimento de impostos; escritura de transferência de garantia; alvará de autorização para transferência das apólices na caixa de amortização. ÁREA DE CONDIÇÕES DE ACESSO E USO Condição de acesso Versão digital disponível para consulta no Museu da Justiça Características físicas e requisitos técnicos Instrumentos de pesquisa Leitura paleográfica Portal corporativo do PJERJ endereço eletrônico: ÁREA DE FONTES RELACIONADAS Unidades de descrição relacionadas Entidade Custodiadora: BR RJTJRJ - Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro / Arquivo Central ÁREA DE NOTAS Notas gerais Páginas iniciais deterioradas pala ação do tempo, com perda de informação Documento restaurado no laboratório de conservação do Museu da Justiça em 2013 ÁREA DE CONTROLE DA DESCRIÇÃO Nota do arquivista Referencias Biográficas: Archivo Nobiliarchico Brasileiro disponível em Pág. 14 e seguintes. Consultado entre fevereiro e maio de Imagem (brasão da família imperial brasileira): Consultado entre fevereiro e maio de 2013.

21 IMPERADOR DOM PEDRO II Dom Pedro II, Imperador ÁREA DE IDENTIFICAÇÃO Código de Referência Título BR RJTJMJ. PNB Inventário Datas-limite Nível de Descrição Dimensão e Suporte Processo Documento Textual com 2136 páginas em 3 volumes mais 2 apensos ÁREA DE CONTEXTUALIZAÇÃO Nome do Produtor Biografia Juízo da 1ª Vara de Órfãos do Rio de Janeiro Nome: Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Miguel Gabriel Rafael Gonzaga. Nascimento: Rio de Janeiro, 2 de dezembro de 1825 Falecimento: Paris, 5 de dezembro de 1891 Filiação: D. Pedro I e D. Maria Leopoldina Cônjuge: Teresa Cristina Maria de Bourbon, 3ª. Imperatriz do Brasil Filhos: Príncipe Dom Alfonso Pedro Christiano Felippe; Princesa Isabel Christina Leopondina Aquisição do Título: Sucedeu ao trono após a abdicação de seu pai, Dom Pedro I, em 7 de abril de Assumiu o governo após completar a maioridade em 23 de julho de 1840 e governou até 15 de novembro de 1889 AREA DE CONTEÚDO E ESTRUTURA Âmbito e Conteúdo Inventário (BR RJTJMJ. PNB ) Inventariado: Dom Pedro II Inventariante: Conselheiro Silva Costa; Sabino Batista Lopes e Américo

22 Mendes de Oliveira Castro Juntada: petições; certidão de óbito; registro de óbito; registro de nascimento (príncipe Augusto Leopoldo de Saxe-Goburg e Gotha); precatória; procuração; declaração de falecimento; traduções de documentos; conta de custas; publicação oficial; alvará da caixa de amortização; recolhimento de impostos; agravo de petição; avaliação de bens; certidão de procuração; memorando de saldo de conta corrente; certidão de tradução; partilha de bens; recolhimento de impostos; escritura de imóvel; recibo de pagamento; telegrama. ÁREA DE CONDIÇÕES DE ACESSO E USO Condição de acesso Características físicas e requisitos técnicos Instrumentos de pesquisa Versão digital disponível para consulta no Museu da Justiça Leitura paleográfica. Portal corporativo do PJERJ endereço eletrônico: ÁREA DE FONTES RELACIONADAS Unidades de descrição relacionadas Entidade Custodiadora: BR RJTJRJ - Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro / Arquivo Central ÁREA DE NOTAS Notas gerais Documento restaurado no laboratório de conservação do Museu da Justiça em 2013 ÁREA DE CONTROLE DA DESCRIÇÃO Nota do arquivista Dados Biográficos: Archivo Nobiliarchico Brasileiro disponível em Pág. 18. Imagem (brasão da família imperial brasileira): CoA_Empire_of_Brazil ( ).svg. Consultado entre fevereiro e maio de 2013

23 PRINCESA ISABEL Dona Isabel, Princesa Imperial ÁREA DE IDENTIFICAÇÃO Código de Referência Título BR RJTJMJ. PNB Inventário; Comisso Datas-limite Nível de Descrição Dimensão e Suporte Processo Inventário com 2 volumes, 611 folhas e 6 apensos Ações de Comisso impetradas pelos herdeiros do casal (3) 161 folhas ÁREA DE CONTEXTUALIZAÇÃO Nome do Produtor Biografia Juízo da 1ª Vara de Órfãos e Ausentes do Rio de Janeiro; Juízo de Direito de Petrópolis Nome: Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon Nascimento: Rio de Janeiro, 29 de julho de 1846 Falecimento: Eu, França, 14 de novembro de 1921 Filiação: Pedro II do Brasil e Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias Cônjuge: Gastão de Orléans, Conde d'eu (desde 1864) Filhos: Luísa de Orléans e Bragança (1874); D. Pedro de Alcântara de Orléans e Bragança, príncipe do Grão-Pará, Príncipe Imperial do Brasil e Príncipe-titular de Orléans-Bragança ( ); D. Pedro Gastão, D. Francisca; D. João (Falecido à època do Inventário), D. Teresa (Falecido à època do Inventário); - D. Luís Maria Filipe de Orléans e Bragança, príncipe imperial do Brasil e príncipe de Orléans-Bragança ( ) casado com Maria Pia de Bourbon e tiveram como herdeiros: D. Pedro Henrique, D. Luis e D. Maria Pia;- D. Antônio Gastão de Orléans e Bragança, príncipe do Brasil e príncipe de Orléans-Bragança ( )

24 Cargos: A princesa Isabel a primeira senadora do Brasil, cargo a que tinha direito como herdeira do trono a partir dos 25 anos de idade, segundo a constituição imperial brasileira de a primeira carta constitucional do Brasil. Com a morte de seu pai, em 1891, tornou-se a chefe da Casa Imperial do Brasil e a primeira na linha sucessória ao extinto trono imperial brasileiro, sendo considerada, de jure, Sua Majestade Imperial, Dona Isabel I, Imperatriz Constitucional e Defensora Perpétua do Brasil, conforme a constituição de a primeira constituição do Brasil Aquisição do Título: Linha sucessória familiar AREA DE CONTEÚDO E ESTRUTURA Âmbito e Conteúdo Inventário 1921 (BR RJTJMJ. PNB ) Inventariados: Izabel Condessa D'eu Inventariantes: Jose da Silva Costa Juntada: Alvará para Administração de bens, Procurações, Declaração de bens, Balancetes de administração de bens, Certidão de óbito original em francês da condessa D Eu, Isabel Christina Augustina Michella Gabriella Raphaella Gonzaga Bragança, tradução da certidão de óbito, Mandado de intimação, Auto de avaliação de bens, Contas demonstrativas de receita e despesas de bens, Recibo de seguro, Recibos de prestação de serviços, canhotos de talões dos correios, Termo de Agravo, Tradução da certidão de óbito do conde D Eu, Louis Philippe Marie Fernand Gastón d Orleans, Minuta, Precatório para cálculo de custas, Cálculos para verificação de arbitramento, Relação de conta Corrente, Talão de Imposto de Expediente, Recibos do Jornal do Comércio, Cálculo da Vintena, Partilha, Talões de imposto de Transmissão de propriedade, Original, em francês, de Ato Probatório de depósito, Tradução do Ato Probatório, Esboço de sobrepartilha, Tradução da certidão de nascimento de Pierre Henri Alphonse Philipe Gastón, Tradução da certidão de nascimento de Pia Maria Amelie Isabelle Antoinette, Traslado de escritura de emancipação do príncipe D. Luiz Gastão de Orleans e Bragança e da princesa Pia Maria de Orleans e Bragança, Esboço de Partilha, Petições, Plantas, Auto de entrega de laudo, Talões de Imposto da Coletroria de Rendas do Rio de Janeiro, Bilhete postal, Testamento de Conde D Eu, Termo de Ratificação, Imposto de Transmissão de Propriedade causa-mortis Ação de Comisso/1924 (BR RJTJMJ. PNB ) Suplicantes: Herdeiros do Conde D Eu Suplicado: Domingos Pereira Nunes Juntada: Escrituras de contratos de Aforamento perpétuo, Procurações, Certificado de Registro de títulos, Petições, Mandados de Comparecimento, Talão de Imposto de taxa judiciária, Traslado de Edital de citação, Recortes de Jornais (Jornal do Commércio), Termos de Audiência,

25 Cálculos Ação de Comisso/1927 (BR RJTJMJ. PNB ) Suplicantes: Herdeiros do Conte D Eu Suplicado: José Carlos Guimarães Juntada: Escritura de Contrato de Aforamento perpétuo, Procuração, Talão de Imposto de Rendas da Coletoria de Petrópolis, Recorte de Jornais (O Comércio), Termos de Audiência, Cálculos Ação de Comisso/1928 (BR RJTJMJ. PNB ) Suplicante: Herdeiros do Conde D Eu Suplicado: João de Deus Campos Juntada: Petições, Procuração, Escritura de Contrato de Aforamento perpétuo, Certidão escritura de prorrogação de Laudêmio, Talão de recolhimento de Impostos, Termos de Audiência ÁREA DE CONDIÇÕES DE ACESSO E USO Condição de acesso Características físicas e requisitos técnicos Instrumentos de pesquisa Versão digital disponível para consulta no Museu da Justiça Leitura paleográfica Portal corporativo do PJERJ endereço eletrônico: ÁREA DE FONTES RELACIONADAS Unidades de descrição relacionadas - ÁREA DE NOTAS Notas gerais Documento restaurado no laboratório de conservação do Museu da Justiça em 2013 ÁREA DE CONTROLE DA DESCRIÇÃO Nota do arquivista Dados biográficos: Archivo Nobiliarchico Brasileiro disponível em P. 19.

26 Imagem (brasão da família imperial brasileira): erial_1_maior.htm. Consultados em maio de 2013

27 PRÍNCIPE DOM LUIZ GASTÃO DE ORLEANS E BRAGANÇA Dom Luiz Gastão de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial ÁREA DE IDENTIFICAÇÃO Código de Referência Título BR RJTJMJ. PNB Inventário Datas-limite 1931 Nível de Descrição Dimensão e Suporte Processo Documento Textual com um volume de 95 folhas ÁREA DE CONTEXTUALIZAÇÃO Nome do Produtor Biografia 4ª Vara Cível do Distrito Federal Nome: Príncipe Luiz Gastão Antoine Marie Philippe de Orleans Bragança Nascimento: Cannes, 19 de fevereiro de 1911 Falecimento: França, 08 de setembro de 1931 Filiação: Luis Maria Filipe de Orleans e Bragança e de Dona Pia de Orleans Bragança ÁREA DE CONTEÚDO E ESTRUTURA Âmbito e Conteúdo Inventário (BR RJTJMJ. PNB ) Inventariado: Luiz Gastão Antoine Marie Philippe de Orleans Bragança Inventariante: Princesa Pia de Orleans Bragança ÁREA DE CONDIÇÕES DE ACESSO E USO Condição de acesso Versão digital disponível para consulta no Museu da Justiça. Características físicas e Leitura paleográfica

28 requisitos técnicos Instrumentos de pesquisa Portal corporativo do PJERJ endereço eletrônico: ÁREA DE FONTES RELACIONADAS Unidades de descrição relacionadas 1. Entidade Custodiadora: BR RJTJRJ - Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro/Arquivo Central 2. Entidade Custodiadora: BR RJAN - Arquivo Nacional ÁREA DE NOTAS Notas gerais Documento restaurado no laboratório de conservação do Museu da Justiça em 2013 ÁREA DE CONTROLE DA DESCRIÇÃO Nota do arquivista Dados Biográficos: Archivo Nobiliarchico Brasileiro disponível em Pág. 14 e seguintes. Consultado entre fevereiro e maio de Imagem (brasão da família imperial brasileira): Consultado entre fevereiro e maio de 2013.

29 PRINCIPE DOM PEDRO DE ORLEANS E BRAGANÇA Dom Pedro de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial ÁREA DE IDENTIFICAÇÃO Código de Referência Título BR RJTJMJ. PNB Inventário; Despejo Datas-limite Nível de Descrição Dimensão e Suporte Processo Inventário com 212 folhas; Despejo com 85 folhas ÁREA DE CONTEXTUALIZAÇÃO Nome do Produtor Biografia Juízo da 4ª Vara Cível de Petrópolis Juízo da 7ª Vara Cível do Estado da Guanabara Nome: Príncipe Dom Pedro de Alcântara Orleans e Bragança Nascimento: Petrópolis, 15 de outubro de 1875 Falecimento: Petrópolis, 29 de janeiro de 1940 Filiação: Principe Gastão de Orleans (Conde D eu) e Princesa Isabel de Orleans e Bragança (Condessa D eu) Cônjuge: Princesa Elisabeth de Orleans e Bragança Filhos: D. Isabel de Orleáns e Bragança ( ); D. Pedro de Alcântara Gastão de Orleásn e Bragança (( ); D. Maria Francisca de Orleáns e Bragança ( ); D. João Maria de Orleáns e Bragança ( ); D. Teresa Teodora de Orleáns e Bragança ( ) Aquisição do Título: Príncipe do Grão Pará ( ); Príncipe Imperial do Brasil ( ) AREA DE CONTEÚDO E ESTRUTURA Âmbito e Conteúdo Inventário (BR RJTJMJ. PNB )

30 Inventariado: Dom Pedro de Orleans Bragança Inventariante: Dom Pedro Gastão de Orleans Bragança Juntada: certidão de óbito; procuração; tradução do contrato de casamento; escritura de emancipação; ofício do Banco de Londres; precatória; mandado de avaliação; recibo de avaliador; cálculo de imposto; recolhimento de imposto; apuração de monte-môr; recibo de corretagem; esboço de partilha; alvará de transferência de ações Despejo /1969 (BR RJTJMJ. PNB ) Autor: Dom Pedro de Orleans e Bragança Réu: Albeli de Carvalho Destéfano Juntada: Petições, Contrato de Locação, Fichas de registro de moradores, Memorando, Procurações, Guia de recolhimento de Imposto sobre serviços, Mandado de citação, Edital para citação, Recortes de Jornais (Diário Oficial, Gazeta de Notícias), Termo de conferência, Cálculos de custas de Honorários, Recibos por serviços de publicações, Atualização de cálculos de honorários, Mandado Executório ÁREA DE CONDIÇÕES DE ACESSO E USO Condição de acesso Características físicas e requisitos técnicos Instrumentos de pesquisa Inventário: Versão digital disponível para consulta no Museu da Justiça Despejo: Temporariamente Indisponível Leitura paleográfica Portal corporativo do PJERJ endereço eletrônico: ÁREA DE FONTES RELACIONADAS Unidades de descrição relacionadas Entidade Custodiadora: BR RJTJRJ - Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro / Arquivo Central ÁREA DE NOTAS Notas gerais Inventário restaurado no laboratório de conservação do Museu da Justiça em 2013 ÁREA DE CONTROLE DA DESCRIÇÃO Nota do arquivista Dados Biográficos: Archivo Nobiliarchico Brasileiro disponível em

31 up Pág. 20. Consultado entre fevereiro e maio de Imagem (brasão da família imperial brasileira): perial_1_maior.htm Consultado entre fevereiro e maio de 2013

32 Nobreza Titulada

33 AGARES, Visconde e Conde de (1º- Títulos Portugueses) VISCONDE E CONDE DE AGARÊS (Títulos Portugueses) ÁREA DE IDENTIFICAÇÃO Código de Referência Título BR RJTJMJ. PNB Embargo; Libelo; Inventário. Datas-limite Nível de Descrição Dimensão e Suporte Processo Embargo com 1 Volume e 30 folhas ; Libelo com 1 Volume e 19 folhas e Inventário com 1 volume e 32 folhas. ÁREA DE CONTEXTUALIZAÇÃO Nome do Produtor Biografia Juízo Municipal da Vila de Paraíba do Sul; Juízo da 2ª Vara Cível do Rio de Janeiro. Nome: Francisco Alves Machado, primeiro Visconde e Conde de Agarês. Nascimento: Trás-Os-Montes, Portugal, 1860 Falecimento: 1918 Filiação: Maria Mercedes do Carmo Alves Machado, condessa de Agarês. Outras honrarias: Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa Aquisição do Título: 1º Visconde de Agarês em data desconhecida do ano de 1908 e 1º Conde de Agarês por decreto de 5 de dezembro de 1908 ambos por D. Manuel II, como recompensa pelos serviços prestados à nação. AREA DE CONTEÚDO E ESTRUTURA Âmbito e Conteúdo Embargo/1837 (BR RJTJMJ. PNB ) Embargante: Francisco Alves Machado Embargado: Leocádia Maria de Jesus Juntada: Petição Libelo /1845 (BR RJTJMJ. PNB )

34 Autor: Francisco Alves Machado Réu: Francisco Antônio da Costa Barradas Juntada: Petição Inventário /1911 (BR RJTJMJ. PNB ) Inventariado: Condessa de Agarês, Mercedes do Carmo Alves Machado. Mãe do inventariante. Inventariante: Conde de Agarês, Francisco Alves Machado. Falecida em 01 de fevereiro de1911. Juntada: Certidão de Óbito; Procuração; Diário Oficial de 1911; Recibo, Cálculo de Imposto; Partilha ÁREA DE CONDIÇÕES DE ACESSO E USO Condição de acesso Características físicas e requisitos técnicos Instrumentos de pesquisa Libelo e inventário: Consulta irrestrita; Embargo: Temporariamente Indisponível Leitura paleográfica Portal corporativo do PJERJ endereço eletrônico: ÁREA DE FONTES RELACIONADAS Unidades de descrição relacionadas 1. Entidade Custodiadora: BR RJTJRJ - Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro/Arquivo Central 2. Entidade Custodiadora: BR RJAN - Arquivo Nacional ÁREA DE NOTAS Notas gerais Divergência de grafia Agarez ÁREA DE CONTROLE DA DESCRIÇÃO Nota do arquivista Referência biográfica: ZUQUETE, Afonso Eduardo Martins. Nobreza de Portugal. Lisboa: Edições Zairol, º Volume, pág Consultado em quatro de julho de 2012.

35 ALCANTARA, Barão e Visconde de (1º) 1º BARAO E VISCONDE DE ALCANTARA ÁREA DE IDENTIFICAÇÃO Código de Referência BR RJTJMJ. PNB Título Inventário Datas-limite Nível de Descrição Dimensão e Suporte Processo Documento Textual com um volume e 114 folhas ÁREA DE CONTEXTUALIZAÇÃO Nome do Produtor Biografia 2ª Vara de Órfãos do Rio de Janeiro Nome: João Inácio da Cunha, 1º Barão e Visconde de Alcântara Nascimento: São Luís, 23 de junho de 1781 Falecimento: Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 1834 Filiação: Bento da Cunha, natural de Lisboa, e de Marianna Mendes da Cunha, natural do Maranhão. Cônjuge: Violante Luiza de Vasconcellos, Baronesa e Viscondessa de Alcântara, filha do capitão Felippe Nery de Vasconcellos e de D. Antonia da Cunha de Vasconcellos Cargos: Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi ministro do Supremo Tribunal de Justiça, ministro da Justiça, ministro do Império conselheiro de Estado e senador do Império do Brasil de 1826 a 1834; Juiz de Órfão de Lisboa; Chanceler e Regedor da Casa de Suplicação; Desembargador do Paço; Conselheiro de Estado e Intendente Geral da Polícia Aquisição do Título: 1º Barão de Alcântara por decreto imperial em 12 de outubro de 1825 e depois 1º e único Visconde de Alcântara, título conferido por decreto imperial em 12 de outubro de 1826 AREA DE CONTEÚDO E ESTRUTURA Âmbito e Conteúdo Inventário (BR RJTJMJ. NPB ) Inventariada: Viscondessa de Alcântara

36 Inventariante: Thomaz da Cunha Vasconcellos Procuradores: Manoel de Araujo da Cunha, Jose Bonifacio de Andrada e Silva Juntada: petição; procuração; partilha; matrícula de escravos, lista de bens ÁREA DE CONDIÇÕES DE ACESSO E USO Condição de acesso Características físicas e requisitos técnicos Instrumentos de pesquisa Temporariamente indisponível. Leitura paleográfica Portal corporativo do PJERJ endereço eletrônico: ÁREA DE FONTES RELACIONADAS Unidades de descrição relacionadas - ÁREA DE NOTAS Notas gerais - ÁREA DE CONTROLE DA DESCRIÇÃO Nota do arquivista Referência biográfica: Archivo Nobiliarchico Brasileiro disponível em Pág. 48. Consultado em três de maio de 2013

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