Modelos do rio São Francisco criados por visitantes do aquário da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte

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1 Modelos do rio São Francisco criados por visitantes do aquário da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte Pablo Alves Couto Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Ronaldo Luiz Nascem Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais Ana Maria Senac Figueroa Universidade de São Paulo Felipe Vieira Freitas Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais RESUMO: Esta pesquisa surgiu a partir do interesse em relacionar dois temas: a educação não-formal e os modelos nos museus de ciências. A partir daí, foi escolhido como objeto de pesquisa o Aquário da Bacia do Rio São Francisco, pertencente à Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Esse Aquário é um provável facilitador do entendimento e da apreensão de questões socioambientais, culturais e ecológicas relacionadas à Bacia do rio São Francisco. Portanto, ele corresponde a um espaço não-formal de educação e foi estudado na perspectiva de um modelo análogo ao ambiente representado na exposição. O objetivo da pesquisa foi verificar como o Aquário da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte influencia seus visitantes na construção de concepções sobre o rio São Francisco por meio de sua exposição. Para a abordagem do Aquário como um modelo análogo ao ambiente representado, foi utilizado o conceito de analogia como uma comparação entre estruturas presentes em dois domínios diferentes, um conhecido e outro desconhecido. Além disso, foi utilizada a concepção de modelos como representações de ideias, objetos, eventos, processos ou sistemas. Dessa forma, o Aquário da Bacia do Rio São Francisco é um modelo representativo da Bacia do Rio São Francisco e essa representação se dá por meio de uma analogia com a realidade do local citado. Para o alcance do objetivo supracitado, foi realizada uma pesquisa com abordagem qualitativa que contou com a participação de doze visitantes do aquário. Foram escolhidos visitantes que buscaram a exposição para fins de lazer e de obtenção de conhecimento não formal. Eles foram classificados como visitantes espontâneos.

2 Os participantes da pesquisa foram abordados antes de sua visita ao Aquário e foram questionados se já conheciam ou não o rio São Francisco. Após esta etapa, esses participantes visitaram o aquário e observaram a exposição sem a interferência dos pesquisadores. Essa visita contribuiu para que os visitantes criassem modelos mentais representativos do rio São Francisco. Como os modelos mentais são pessoais e privados, foi solicitado, após a visita, que eles desenhassem o rio São Francisco baseando-se em aspectos observados na exposição. Esses desenhos correspondem a representações dos modelos mentais desses participantes. A interpretação dos desenhos foi feita pelos próprios visitantes logo após a visita. Após a explicação do desenho, foi solicitado que os visitantes fizessem uma comparação entre o rio São Francisco e alguma coisa qualquer. Por meio dessa comparação, foi possível que os visitantes indicassem as características que consideraram mais relevantes. Os doze desenhos foram divididos em quatro grupos. O primeiro grupo corresponde aos desenhos que mostraram a importância do rio. O segundo grupo é composto pelos desenhos que apresentaram informações relacionadas a impactos ambientais causados pelo homem e presentes no rio. O terceiro grupo é formado pelos desenhos que apenas descreveram a biodiversidade presente no rio e vista durante a visita ao Aquário. O quarto grupo contem os desenhos que apenas destacaram o tamanho do rio. Em relação às comparações, nove foram feitas entre o rio São Francisco e outros ambientes naturais. Os resultados obtidos durante a pesquisa mostraram que o modelo em estudo pode ser classificado de acordo com quatro tipologias de modelos encontradas na literatura: físico, de ensino, estrutural e funcional. Além disso, os desenhos criados pelos visitantes também podem ser classificados como modelos, dos tipos físico e imagético. Esses desenhos mostraram que o conhecimento da realidade do rio pode exercer uma influência maior na construção das concepções desse visitante do que a visita ao aquário. Além disso, os desenhos apresentaram evidências de que os conhecimentos prévios apresentados pelos visitantes podem influenciar na construção de suas concepções de rio São Francisco juntamente com a visita ao Aquário. As comparações feitas pelos visitantes espontâneos mostraram que os aspectos mais relevantes para eles são aqueles relacionados ao meio ambiente natural. Conclui-se, assim, que o modelo análogo ao rio São Francisco é importante para levar o conhecimento da realidade do ambiente representado para perto das pessoas que não o conhecem, evidenciando as características do processo analógico. PALAVRAS-CHAVE: Aquário da Bacia do Rio São Francisco; modelos; espaços não-formais de educação.

3 1. Introdução Esta pesquisa surgiu a partir do interesse em relacionar dois temas: a educação não-formal e os modelos nos museus de ciências. Partindo desta proposta, percebemos que o Aquário da Bacia do Rio São Francisco, localizado dentro do zoológico da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte (FZB-BH), era um local adequado para a realização da pesquisa. Esse Aquário é um provável facilitador do entendimento e da apreensão de questões socioambientais, culturais e ecológicas relacionadas à Bacia do rio São Francisco. Portanto, ele corresponde a um espaço não-formal de educação e foi estudado na perspectiva de um modelo análogo ao ambiente que está representado na exposição. Partindo dessa delimitação, foi estabelecido como objetivo dessa pesquisa verificar como o Aquário da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte influencia seus visitantes na construção de concepções sobre o rio São Francisco por meio de seus objetos de exposição. Com base nessa questão, é importante discutir o conceito de educação não formal, que, segundo La Belle (1982), é um termo que foi introduzido no final da década de 1960 para sinalizar a necessidade de responder às novas e diferentes demandas para a educação, relacionadas a atividades realizadas fora da escola. A partir desse conceito, Gohn (2011) considera a educação não formal como um processo onde a aprendizagem de conteúdos referentes à educação formal e escolar acontece de maneiras e em ambientes diferenciados. Nessa perspectiva, Jacobucci (2008) sugere duas categorias para os espaços onde acontece a modalidade não formal de educação. Para ela, existem os locais que são instituições, que são regulamentados e cujas atividades executadas ficam a cargo de uma equipe técnica. Como exemplos podem ser citados os museus, os centros de ciências, parques zoobotânicos, aquários, zoológicos, etc.; e existem também os locais onde a adoção de práticas educativas é possível, mas não existe uma estruturação institucional. Dessa forma, exposições diversas, inclusive de animais vivos, quando proporcionam aprendizagem ou o aprimoramento dos conteúdos trabalhados em ambiente escolar, podem ser considerados espaços não formais de educação. Além disso, exposições como os aquários podem ser consideradas como museus, visto que esses espaços estão a serviço da sociedade e

4 de seu desenvolvimento, exibindo o patrimônio tangível e intangível da humanidade para o seu público (INTERNATIONAL COUNCIL OF MUSEUMS, 2007). Portanto, o Aquário da Bacia do Rio São Francisco, devido às suas características, pode ser um exemplo dos chamados museus de ciências que, segundo Figueroa (2012), têm sido tratados como locais bastante adequados para a realização de atividades de educação não formal em ciências. Dentro dessa problemática, Borges (1997) afirma que as maneiras pelas quais as novas situações são compreendidas tem sido objeto de estudo de pesquisadores de diversas áreas. Para esse autor, as pessoas só podem aprender algo novo com base naquilo que elas já conhecem. Giordan & Vecchi (1995) complementam essa ideia ao afirmarem que as concepções pré-existentes são importantes para a construção do conhecimento. Além disso, essas concepções evoluem, partindo da curiosidade, por meio de atividades de comparação com outras concepções e com os fatos. Com base nesse conceito, é importante discutir o significado do termo analogia, que, segundo Duit (1999), pode ser definida como uma comparação entre estruturas presentes em dois domínios diferentes. Além disso, Dagher (1995) afirma que as analogias podem promover uma ponte entre o que é conhecido e o que é pouco conhecido. Os domínios conhecido e desconhecido recebem nomes específicos e, no presente artigo, serão utilizadas as denominações veículo e alvo, como em Nagem, Carvalhaes e Dias (2001). De acordo com Duit (1991), não apenas as analogias, mas também os modelos estão relacionados aos mapeamentos estruturais de domínios diferentes. Para esse autor, os modelos representam partes de estruturas do domínio alvo. Ele conclui, portanto, que os modelos podem promover analogias, ou seja, o modelo só existe a partir de existência de uma relação analógica. Dentro desse contexto, Borges (1997) propõe que modelos são representações de ideias, objetos, eventos ou processos, envolvendo analogias. Para Gilbert & Boulter (1998), um modelo pode ser definido como a representação de uma ideia, um objeto, um evento, um processo ou um sistema. A partir daí, Giordan & Vecchi (1995) citam que essa realidade que é representada através do modelo não é clara nem acessível diretamente. Ela deve ser decodificada, ou seja, simplificada, sem conservar-se nada além dos elementos e das relações que sejam pertinentes para o tema abordado. Concluindo, um modelo é uma estrutura que pode ser utilizada como referência: uma imagem análoga que

5 permite materializar uma ideia ou uma concepção, tornando-a mais diretamente assimilável (GIORDAN & VECCHI, 1995). Dentro desse contexto, Gilbert & Boulter (1998) também destacam que os modelos permitem a visualização do alvo mediante sua simplificação. Isso acontece a partir da seleção de apenas alguns atributos para serem representados. Além disso, a seleção desses atributos deve ser altamente específica de acordo com o propósito para o qual o modelo será utilizado. Alguns estudos apresentam tipologias específicas de modelos, com base em diversas características. Para Gilbert & Boulter os seguintes tipos de modelos podem ser descritos: modelo mental (uma representação pessoal e privada de um alvo); modelo expresso (uma versão do modelo mental que é expressa por um indivíduo através da ação, da fala ou da escrita); modelo consensual (um modelo expresso que foi submetido a testes por um grupo social[...]; e modelo pedagógico (um modelo especialmente construído e usado para auxiliar na compreensão de um modelo consensual (GILBERT & BOULTER, 1998, p. 16). Krapas et al. (1998) complementam o conceito de modelos mentais ao afirmarem que eles são pessoais, elaborados pelo indivíduo e a ação, a fala, a escrita e o desenho são formas pelas quais ele pode ser expresso. Portanto, apesar de os modelos mentais não serem acessíveis, os desenhos podem ser utilizados como uma forma de representar os mesmos. Em uma abordagem mais extensa, Nagem & Condé (2011, p. 15) definem dezoito tipos diferentes de modelos, sendo alguns coincidentes com definições apresentadas pelos autores já citados. Podem ser citados, então: 1. o modelo alternativo, que tem intenção de falsear ou confirmar a conclusão sobre algum fato. Ele é um novo modelo criado a partir de um modelo anterior; 2. o modelo base, que é utilizado como modelo inicial para que novos modelos sejam construídos; 3. o modelo catacrético, que não está sujeito a modificações por não existir outro termo específico para caracterizá-lo. Como exemplo podem ser citados o pé de mesa, a cabeça de alho, o buraco na camada de ozônio, etc.; 4. o modelo conceitual, que foi inventado por um profissional para facilitar a compreensão e/ou o ensino de sistemas físicos, por meio de apenas uma definição. Como exemplo, temos as peças de um quebra-cabeças que representam as células de um tecido epitelial.

6 5. o modelo conceptual, que significa um conjunto de conceitos e não apenas uma definição. Por exemplo, temos um quebra-cabeças montado, que representa o tecido epitelial. 6. o modelo físico, que corresponde a qualquer modelo concreto que pode ser percebido pelos sentidos. 7. o modelo virtual, que consiste em uma simulação apresentada em um ambiente virtual, computacional ou equivalente. 8. o modelo consensual, que é expresso e foi submetido a testes por um grupo social; 9. o modelo de ensino (ensinagem), que é representado por uma situação ou um objeto que foi trazido para o contexto do ensino, facilitando a visualização do sistema representado. 10. o modelo estrutural, que tem relação direta com a estrutura que é representada. Esse modelo é baseado na forma do que se tem a intenção de representar. Por exemplo, temos uma bola de vidro que representa um olho humano. 11. o modelo funcional, que é baseado na função do objeto que se deseja representar. Por exemplo, temos a formação da imagem na película de uma câmera fotográfica, representando a formação da imagem na retina do olho. 12. o modelo estrutural e funcional, que está relacionado à forma e à função de um conceito ou uma concepção. 13. o modelo histórico, que reúne teorias, ideias, práticas e situações paradigmas relacionadas a processos históricos. 14. o modelo mental, que é abstrato e parte do modelo conceitual. Ele corresponde à imagem formada na mente de cada pessoa. 15. o modelo simbólico, que sintetiza uma concepção, um produto, uma entidade, cujo significado e sentido constroem-se ao longo do tempo. 16. o modelo matemático, que faz uso do pensamento e da linguagem matemática para representar problemas ou fenômenos reais. 17. o modelo pictórico, formado por desenhos representativos de estruturas ou funções semelhantes para descrever ideias, fenômenos, estruturas, conceitos ou concepções. 18. o modelo imagético, que está relacionado a imagens captadas e registradas momentaneamente, por meio de artefatos diversos, como fotocópias, retratos, impressos e quaisquer outras imagens reproduzidas em uma superfície. Dentro da perspectiva dos tipos de modelos, Gilbert (2004) classifica também os diferentes possíveis modos de representação dos modelos: concreto ou material, verbal,

7 simbólico, visual e gestual. As características e os exemplos citados pelo autor estão apresentados na Tabela 01: Tabela 1 Modos de representação, características e exemplos de modelos MODO DE REPRESENTAÇÃO Concreto ou material Verbal Simbólico Visual CARACTERÍSTICAS Tridimensional, feito por materiais resistentes Descrição das partes individuais e das relações entre elas em uma representação. Podem ser falados ou escritos. Símbolo químico e a fórmula, equações químicas e expressões matemáticas. Gráficos, diagramas e animações; representações bidimensionais. EXEMPLO Modelo plástico colorido do sistema circulatório humano; modelo de metal de um avião. Veias e artérias. Partes de um modelo de avião. Gestual Faz uso do corpo ou de suas partes. Representação do movimento dos íons durante a eletrólise por meio de alunos se movendo em contrafluxo. Fonte: elaborado pelo autor a partir de informações obtidas em Gilbert (2004) Dessa forma, o Aquário da Bacia do Rio São Francisco, além de um espaço não formal de educação, é também um modelo representativo da Bacia do Rio São Francisco e essa representação se dá por meio de uma analogia com a realidade do local citado. 2. Metodologia Para o alcance do objetivo supracitado, foi realizada uma pesquisa com abordagem qualitativa que contou com a participação de doze visitantes do aquário. Foram escolhidos visitantes que buscaram a exposição para fins de lazer e de obtenção de conhecimento não formal. Eles foram classificados como visitantes espontâneos.

8 Segundo a Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde, pesquisas envolvendo seres humanos são aquelas que envolvem direta ou indiretamente seres humanos, individual ou coletivamente (BRASIL, 2014). Portanto, antes de seu início, a presente pesquisa foi registrada na Plataforma Brasil e encaminhada para apreciação e aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte (SMSA/BH) para a verificação do atendimento às diretrizes e normas da resolução. De acordo com a resolução citada, é exigido que toda pesquisa seja processada após consentimento livre e esclarecido dos sujeitos, indivíduos ou grupos que estejam dispostos a participar da mesma (BRASIL, 2014). Para atender a esses pré requisitos, foi criado um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, que foi lido e assinado pelos visitantes espontâneos. Os participantes da pesquisa foram abordados, inicialmente, antes de sua visita ao Aquário, e responderam a um questionário que tratava, inicialmente, de questões relacionadas a faixa etária, sexo e escolaridade. Depois, eles foram questionados se já conheciam ou não o rio São Francisco. Após esta etapa, esses participantes visitaram o aquário e observaram a exposição sem a interferência dos pesquisadores. Essa visita contribuiu para que os visitantes criassem modelos mentais representativos do rio São Francisco. Como os modelos mentais são pessoais e privados, foi solicitado, após a visita, que eles desenhassem o rio São Francisco baseando-se em aspectos observados na exposição. Esses desenhos correspondem a representações dos modelos mentais desses participantes. A interpretação dos desenhos foi feita pelos próprios visitantes logo após a visita. Após a explicação do desenho, foi solicitado que os visitantes fizessem uma comparação entre o rio São Francisco e alguma coisa qualquer. Por meio dessa comparação, foi possível que os visitantes indicassem as características que consideraram mais relevantes. 3. Resultados A primeira parte do questionário aplicado foi utilizada para caracterizar os visitantes e, como pode ser observado na Tabela 04, foram consideradas as características sexo, faixa etária e escolaridade dos mesmos. Dos 12 visitantes espontâneos que participaram da pesquisa, tivemos 6 homens e 6 mulheres; 4 visitantes pertencentes à faixa etária de 18 a 25 anos, 4 pertencentes à faixa etária de 26 a 35 anos e 4 pertencentes à faixa etária com mais de

9 45 anos. Não houve visitantes pertencentes à faixa etária de 36 a 45 anos; 2 visitantes possuíam apenas o Ensino Fundamental, 6 possuíam Ensino Médio completo e 4 possuíam e/ou estavam cursando o Ensino Superior. Tabela 2 Respostas dos visitantes espontâneos à questão 1 do Questionário I SEXO FAIXA ETÁRIA (ANOS) ESCOLARIDADE VE M F > 45 E. F. E. M. E. S. 1 X X X 2 X X X 3 X X X 4 X X X 5 X X X 6 X X X 7 X X X 8 X X X 9 X X X 10 X X X 11 X X X 12 X X X Fonte: dados da pesquisa Ao serem questionados se já conheciam ou não o rio São Francisco, dos 12 visitantes espontâneos (VE), 4 responderam Sim (01, 04, 06 e 08) e 8 responderam Não (02, 03, 05, 07, 09, 10, 11 e 12). Em relação à coleta de dados realizada após a visita ao aquário, foram obtidos doze desenhos que, de acordo com Gilbert (2004), são modelos cuja forma de representação é concreta ou material. Esses doze modelos foram divididos em quatro grupos. O primeiro grupo, formado pelos desenhos dos visitantes 01, 03 e 04, foi caracterizado pela intenção de se mostrar a importância do rio. O desenho feito pelo VE 01 (FIGURA 1), mostra as margens do mesmo, com vegetação em volta, uma ponte, o Vapor Benjamim Guimarães e alguns casebres na beira do rio. Esse visitante, que já conhecia o rio São Francisco, destacou que sua intenção era mostrar a natureza e que o rio São Francisco é um importante meio de navegação. A presença da ponte no desenho feito por esse visitante pode ser um indicativo de que o conhecimento da realidade do rio influenciou mais o seu desenho do que a observação do modelo análogo, conforme ele mesmo relatou. Figura 1 Desenhos feitos pelos VE 01 (à esquerda) e VE 03 (à direita)

10 Fonte: dados da pesquisa O desenho do VE 03 (FIGURA 1) corresponde a um mapa do Brasil que mostra o caminho que o rio percorre desde a sua nascente, no estado de Minas Gerais, até desaguar no oceano. De acordo com esse visitante, sua intenção foi mostrar que o rio tem uma grande importância para a população ribeirinha de vários estados brasileiros por onde ele passa. O VE 04 (FIGURA 2) fez um desenho das margens do rio, algumas árvores e peixes. Ele destacou que quis mostrar que o rio é importante para todas as formas de vida, inclusive o ser humano. Figura 2 Desenho feito pelos VE 04 (à esquerda) e VE 05 (à direita) da sa Fonte: dados pesqui O segundo grupo, formado pelos desenhos dos visitantes 05, 06 e 09, é caracterizado pela presença de informações relacionadas a impactos ambientais presentes no rio causados

11 pelo homem. O desenho feito pelo VE 05 (FIGURA 2) apresenta as duas margens, vegetação, peixes e objetos que representam lixo jogado no rio. Esse visitante, relatou que quis mostrar que ele apresenta uma parte preservada e outra poluída. O desenho feito pelo VE 06 (FIGURA 3) apresenta as duas margens do rio, porém a vegetação pode ser visualizada em apenas uma delas. Ele ressaltou algumas características do rio escrevendo-as: água escura e muito largo. Além disso, existem pessoas pescando em uma das margens. Apesar de mostrar por meio do desenho a importância do rio para os pescadores, o VE 06 destacou que sua intenção era representar uma grande área verde de um lado e o outro lado sem vegetação, com erosão e assoreamento causados por desmatamento. Portanto, ele foi inserido nesse grupo. O desenho feito pelo VE 09 (FIGURA 3) apresenta árvores e peixes que, segundo ele, foram vistos no Aquário. Além disso, o desenho apresenta a palavra lixo e o visitante destacou a grande quantidade do mesmo. Figura 3 Desenho feito pelos VE 06 (à esquerda) e VE 09 (à direita) : da isa Fonte dados pesqu Os desen h o s desse grupo foram caracterizados por uma representação que não estava presente no Aquário. O VE 06 já conhecia o rio São Francisco, o que influenciou a criação do seu desenho. Os visitantes VE 05 e VE 09 não conheciam o rio, mas seus desenhos foram influenciados por outros conhecimentos prévios adquiridos antes da visita do Aquário, já que a exposição não apresenta elementos que indicam a existência de poluição no ambiente representado. Além disso, o desenho feito pelo VE 09 não apresenta as duas margens do rio, como feito pelos outros visitantes. Ele apresenta um formato de lagoa. Entretanto, não é possível sabermos se essa concepção foi influenciada pela limitação vista nos tanques do Aquário ou se ela já existia antes da visita.

12 O terceiro grupo, formado pelos desenhos dos visitantes VE 02, VE 07, VE 10 e VE 12 (FIGURAS 4 e 5) é caracterizado por desenhos que apenas descreveram a diversidade presente no rio e vista durante a visita ao Aquário. Os quatro desenhos apresentam as margens do rios e traços que indicam a correnteza, mas apenas os desenhos feitos pelos VE 02, 07 e 10 apresentam peixes, e só os desenhos feitos pelos VE 07 e 12 apresentam vegetação nas margens do rio. Figura 4 Desenhos feitos pelo VE 02 (à esquerda) e VE 07 (à direita) Fonte: dados da pesquisa A descrição desses quatro desenhos feitos pelos visitantes 02, 07, 10 e 12 deixa clara a intenção de destacar a grande biodiversidade animal e vegetal que foi vista durante a visita ao Aquário, mas nenhum deles evidenciou outro aspecto que deva ser destacado. Figura 5 Desenhos feitos pelos VE 10 (à esquerda) e VE 12 (à direita) Fonte: dados da pesquisa

13 Por último, os desenhos feitos pelos VE 08 e 11 (FIGURA 23 e 24) destacam, respectivamente, a largura significativa do rio e o seu comprimento. O VE 08 mencionou que o rio é muito largo e o VE 11 declarou a intenção de mostrar que o rio atravessa vários estados brasileiros até desaguar no oceano Atlântico. Esses foram os únicos aspectos descritos durante a explicação do desenho. Figura 11 Desenho feito pelo VE 08 Fonte: dados da pesquisa É provável que o VE 11 tenha se interessado pouco pelos tanques, pelos peixes e pela vegetação que estão presentes no ambiente do Aquário. Devido à presença, no Aquário, de um mapa que mostra o caminho que o rio percorre no território brasileiro, esse visitante pode ter se interessado mais por esse aspecto da exposição do que pelos outros aspectos. Assim como os visitantes 01 e 06, que já conheciam o rio São Francisco, o VE 08 fez um desenho que contemplou mais os aspectos vistos no rio em si (a largura) do que no Aquário. Esse fato também pode ser um indicador de que os aspectos vistos na realidade do rio costumam ser mais significativos do que os aspectos vistos no Aquário.

14 Os desenhos, de um modo geral, mostram que a criação dos modelos mentais e de suas representações, como citado por Gilbert & Boulter (1998), aconteceu por meio de uma simplificação do alvo. Apesar da simplificação, é provável que esses modelos apresentem as características mais relevantes para a pessoa que os criou. Além disso, as características do rio São Francisco que foram representadas nos desenhos, que foram classificados como modelos físicos (NAGEM & CONDÉ, 2011), também confirmam Giordan & Vecchi (1995). Isso aconteceu porque os modelos criados permitiram a materialização das ideias e das concepções dos visitantes que participaram da pesquisa. As comparações descritas na Tabela 06 representam analogias, já que foi solicitado que eles descrevessem o rio São Francisco comparando-o com algo que eles achassem pertinente. Portanto, o rio São Francisco representou o alvo e o que eles utilizaram para descrevê-lo representou o veículo (DUIT, 1991; NAGEM, CARVALHAES & DIAS, 2001). Como as analogias são comparações entre estruturas presentes no análogo (veículo) e no alvo (DUIT, 1991), os aspectos semelhantes entre os dois domínios comparados corresponderam àqueles que mereciam destaque no ponto de vista dos visitantes espontâneos. Tabela 3 Comparações com o rio São Francisco feitas pelos visitantes espontâneos VE COMPARAÇÃO 01 O rio lembra praia e mar. 02 A grandeza do nosso viver. Mistério da Criação Divina. 03 Cultura mineira. 04 Natureza em geral. O rio representa a natureza como um todo. 05 Eu faço uma analogia, não diretamente com o mar, mas dá uma sensação de que estivesse próximo do mar, pela calmaria. 06 Compararia com a lagoa de Furnas, pois vi uma quantidade de água muito grande. 07 É comparável com os rios do Pantanal. 08 É igual a nossa Floresta Amazônica, por causa da fauna e da flora, que é a coisa mais bonita. 09 O fundo do mar, que a gente vê na televisão. 10 Um lago, uma floresta, uma coisa tranquila, calma. 11 Meio de convívio. Do mesmo jeito que as espécies vivem em harmonia, a gente tenta conviver. 12 Floresta Amazônica, que também tem um rio. Fonte: Dados da pesquisa

15 Entre os doze visitantes espontâneos que participaram da pesquisa, nove compararam o rio São Francisco com outros ambientes naturais (01, 04, 05, 06, 07, 08, 09, 10 e 12). Entre os nove, sete basearam a sua comparação em aspectos ecológicos presentes nos ambientes comparados, como a fauna, a flora e a água (01, 04, 06, 07, 08, 09 e 12). Já os visitantes 05 e 10 destacaram a calmaria e a tranquilidade presentes nos ambientes. O visitante 02 comparou o rio com a nossa vida, destacando que a característica que esses itens possuem em comum é a criação divina. O visitante 03 comparou o rio com a cultura mineira. Essa comparação pode indicar que os aspectos socioculturais se destacaram para esse visitante e correspondem ao desenho feito por ele. Ao explicar o desenho feito, esse visitante disse que quis representar a importância do rio para a população ribeirinha do rio. Outro fato que pode ser observado em relação a esse visitante é que o estado de Minas Gerais ganhou um destaque maior, tanto no desenho quanto na comparação, provavelmente por conter a nascente do rio. O visitante 11 comparou o rio à nossa sociedade. Essa ideia representa um fator ecológico, já que esse visitante destacou a harmonia dessa convivência. Provavelmente, ele se referiu ao equilíbrio com o qual as espécies e os indivíduos em uma sociedade convivem. 4. Conclusões O Aquário da Bacia do Rio São Francisco foi considerado no início desta pesquisa como um modelo análogo à realidade da bacia hidrográfica representada. De acordo com a caracterização dos modelos citada neste estudo, essa ideia foi confirmada. O Aquário (veículo) apresenta diversas características semelhantes à realidade do rio São Francisco e algumas dessas características foram representadas por todos os participantes da pesquisa. Entretanto, não foi possível classificar o modelo em estudo com base nas tipologias descritas pelos diversos autores. Baseados na classificação descrita por Nagem & Condé (2011), o Aquário apresenta características que permitem-nos classificá-lo como: a) modelo físico, devido a sua natureza concreta perceptível pelos sentidos; b) modelo de ensino, devido a possibilidade de utilização do mesmo no contexto do ensino, já que ele facilita a visualização do sistema que representa;

16 c) modelo estrutural, por causa da relação com a estrutura representada. Como exemplo podemos citar a lagoa marginal do Aquário, que apresenta uma forma semelhante a uma lagoa marginal real; d) modelo funcional, quando pensamos que ele desempenha a função do rio de permitir a sobrevivência das espécies que o habitam; Esses foram os tipos de modelos identificados pelo pesquisador. Dessa forma, concluímos que a caracterização dos modelos não é objetiva, ela deve considerar diferentes pontos de vista. Outras pessoas podem considerar outras características do modelo e classificá-lo de maneira diferente. Os resultados dessa pesquisa mostraram que o Aquário da Bacia do Rio São Francisco contribui para trazer a realidade do rio para pessoas que não o conhecem. Apesar de os visitantes que não conheciam o rio São Francisco já apresentarem concepções prévias sobre o mesmo, o aquário trouxe para eles informações novas que foram consideradas como relevantes, já que foram representadas nos desenhos e nas comparações criadas pelos participantes da pesquisa. 5. Referências BORGES, A. Tarciso. Um estudo de modelos mentais. Investigações em Ensino de Ciências, Porto Alegre, v. 2, n. 3, p , BRASIL. Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Saúde. Resolução nº 466, de 12 de dezembro de Dispõe sobre diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Disponível em: <http://conselho.saude.gov.br/resolucoes/2012/reso466.pdf>. Acesso em: 20 abr DAGHER, Zoubeida R.. Review of Studies on the Effectiveness of Instructional Analogies in Science Education. Science Education, v. 79, n. 3, p DUIT, Reinders. On the Role of analogies and Metaphors in Learning Science. Science Education, v. 75, n. 6, p FIGUEROA, Ana Maria Senac. Os objetos nos museus de ciências: o papel dos modelos pedagógicos na aprendizagem Tese (Doutorado em Educação) Universidade de São Paulo, São Paulo, GILBERT, John K. An evaluation of the use of analogy, símile and metaphor in science texts. Journal of Research in Science Teaching, v. 26, n. 4, p

17 GILBERT, John K.; BOULTER, Carolyn J.. Aprendendo ciências através de modelos e modelagem. In: COULINVAUX, Dominique (Org.). Modelos e educação em ciências. Rio de Janeiro: Ravil, GIORDAN, André; VECCHI, Gérard de. Los Orígenes Del saber: de las concepciones personales a lós conceptos científicos. Sevilla: Díada. 2 ed., GOHN, Maria da Gloria. Educação não formal e cultura política. São Paulo: Cortez, INTERNATIONAL COUNCIL OF MUSEUM. Museum definition. Disponível em <http://icom.museum/the-vision/museum-definition/>. Acesso em: 09 jul JACOBUCCI, Daniela Franco Carvalho. Contribuições dos espaços não-formais de educação para a formação da cultura científica. Em extensão, Uberlândia, v. 7, KAPRAS, S. et al. Modelos: uma análise de sentidos na literatura de pesquisa em ensino de ciências. In: COULINVAUX, Dominique (Org.). Modelos e educação em ciências. Rio de Janeiro: Ravil, LA BELLE, T. J.. Formal, nonformal and informal education: a holistic perspective on lifelong learning. International Review of Education, Hamburg, v. 28, n. 2, NAGEM, Ronaldo Luiz; CARVALHAES, Dulcinéia de Oliveira; DIAS, Jully Anne Yamauchi. Uma proposta de metodologia de ensino com analogias. Revista portuguesa de educação. Braga, ano 1, v. 14, NAGEM, Ronaldo Luiz; CONDÉ, Mauro Lúcio L. Analogy and model in the teaching and learning of science. Philosophical and educational aspects. Science and Education, (No prelo).

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