Faculdade de Direito da Fundação Escola Superior do Ministério Público Curso de Pós-Graduação lato sensu em Direito dos Seguros JOSÉ CARLOS TAVARES

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1 Faculdade de Direito da Fundação Escola Superior do Ministério Público Curso de Pós-Graduação lato sensu em Direito dos Seguros JOSÉ CARLOS TAVARES PANORAMA DO MERCADO DE RESSEGUROS BRASILEIRO APÓS A QUEBRA DO MONOPÓLIO DO IRB-INSTITUTO DE RESSEGUROS DO BRASIL Porto Alegre 2014

2 JOSÉ CARLOS TAVARES PANORAMA DO MERCADO DE RESSEGUROS BRASILEIRO APÓS A QUEBRA DO MONOPÓLIO DO IRB-INSTITUTO DE RESSEGUROS DO BRASIL Monografia apresentada ao curso de Pós-Graduação, realizado na Faculdade de Direito da Fundação do Ministério Público, como requisito parcial para a conclusão do referido curso de Pós-Graduação em Direito de Seguros. Orientadora Professora Me Ana Maria Blanco Montiel Alvarez Porto Alegre 2014

3 Para Mariel, Minha querida companheira, meu amor e minha inspiração.

4 AGRADECIMENTOS Agradeço em primeiro lugar a minha orientadora Profª Ana Maria Blanco Montiel Alvarez, pela beleza pragmática de suas aulas que me despertaram para o resseguro, como tema importante dentre tantos neste mercado que labuto a mais de trinta e oito anos, primeiro como empregado e gerente da área de seguros de várias Companhias e Bancos, e depois como corretor de seguros e Atuário. Estudo seguros desde os idos de 1976, primeiro na Escola Cruzeiro do Sul, no curso de Assistente técnico de seguros, na Funenseg no curso básico de seguros e depois na Faculdade PortoAlegrense Fapa onde cursei a faculdade de Ciências Atuariais, agora já avô, neste Curso de Direito de Seguros. Trabalhando neste mercado, também, desde 1976, e há tanto tempo estudando seguros, ainda hoje acho que nada sei realmente sobre o tema. Agradeço à minha companheira Mariel pela força e dedicação durante o curso e a elaboração do trabalho. matéria. Agradeço aos professores do curso, todos me ajudaram com novas luzes sobre a Agradeço a todos os colegas, pela colaboração que me deram especialmente quando fiquei doente e não pude acompanhar aulas.

5 Eis um registro de Francesco di Prato e Cia. Residente em Pisa no qual constarão todos os seguros que faremos por outrem; que Deus disso nos dê proveito e nos proteja dos perigos (3 de agosto de 1384) Jacques Le Goff- A Idade Média e o Dinheiro.

6 10 RESUMO O mercado ressegurador brasileiro foi marcado e determinado pela criação do IRB- Instituto do Resseguros do Brasil, como monopolizador do sistema, detinha totalmente o controle do mercado interno e as relações com o mercado global. Atuava na administração, normatização, fiscalização e operação dos resseguros brasileiros. Foram décadas de fechamento. Em 2007 começou uma gradual abertura do mercado que culminou na privatização do IRB, e sua transformação em IRB Brasil Resseguros SA. A nova conformação societária inaugura efetivamente um novo modelo, ainda a ser estudado. Analisar a nova realidade do mercado ressegurador, à luz da nova legislação introduzida pela abertura do sistema, é o principal objetivo do trabalho. Sempre com vistas às efetivas alterações promovidas no mundo da vida.a relevância do tema advém da importância do mercado segurador brasileiro, uma vez que seu comportamento é fortemente marcado pelo modelo ressegurador. Palavras-chave: Resseguros. IRB Brasil. Monopólio. Mercado Segurador. Privatização. ABSTRACT The Brazilian reinsurance market was marked and determined by the creation of the IRB Instituto do Resseguros do Brasil, as monopolizing the system, fully had control of the internal market and relations with the global market. Worked in administration, regulation, supervision and operation of the Brazilian reinsurance. Were closing decades. In 2007 began a gradual market opening that led to the privatization of IRB, and its transformation into IRB Brasil Resseguros SA. The new corporate conformation effectively opens a new model, yet to be studied. To analyze the new reality of the reinsurance market in the light of new legislation introduced by the system opening is the main objective of the work. Always with a view to effective changes introduced in the world of life.the importance of the topic stems from the importance of the Brazilian insurance market, since their behavior is strongly influenced by the reinsurer model. Keywords: Reinsurance. IRB Brazil. Monopoly. Insurance Market. Privatization.

7 11 SUMÁRIO: 1 INTRODUÇÃO O IRB : DA SUA CRIAÇÃO ATÉ A QUEBRA DO MONOPÓLIO A criação do IRB Seis décadas de centralização Quebra de Monopólio RESSEGUROS E O MERCADO SEGURADOR O interesse do mercado e as mudanças O contrato de Resseguros e a quebra do monopólio O IRB Brasil RE e a nova realidade CONCLUSÃO REFERÊNCIAS...42

8 12 INTRODUÇÃO A história dos seguros no mundo surge junto com as atividades comerciais, estimase que na China de A.C. os comerciantes de mercadorias via Rio Amarelo distribuíam entre várias embarcações sua carga para minimizar as perdas em caso de naufrágio 1. Possibilitar a atividade comercial minimizando as perdas frente os riscos continua sendo o principal objetivo da atividade seguradora até o advento do incremento da atividade econômica em geral, oriundo da Revolução Industrial, com a chamada economia de mercado fruto da industrialização das nações houve uma natural expansão da atividade seguradora, em termos quantitativos e qualitativos. Foi na Inglaterra o grande berço da Revolução Industrial que surgem as primeiras sociedades seguradora. Até este período, apesar de o primeiro contrato escrito de seguros que se conhece datar de 1347, e ter sido criado na Cidade de Gênova os riscos eram garantidos por pessoas físicas ou agentes comerciais não seguradores. 1 LE GOFF, Jacques. A Idade Média e o dinheiro. 1ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, P. 157.

9 No Brasil a criação da primeira Companhia de Seguros data da abertura dos Portos em 1808, a Companhia de Seguros Boa-Fé que trabalhava com riscos marítimos. 13 A história do Resseguros segue este caminho, visto que Ressegurar é essencialmente redistribuir o risco entre outras Companhias, visando garantir a reposição do risco segurado originalmente com a repartição da responsabilidade. Na época das grandes navegações as partes mais perigosas da viagem eram resseguradas, e com muitos incêndios ocorridos na Europa no Século XVII houve a necessidade de se ressegurar os riscos dos patrimônios para que não houvesse uma interrupção da atividade industrial e quebra das seguradoras ao atender estas indenizações. Deve-se sempre ter em vista que a atividade do Ressegurador é diversa do segurador, visto serem contratos diferentes e autônomos. Mas são ramos interligados e intrincados na medida que hoje já se pode dizer que não existe seguros sem o Ressegurador, como por óbvio não existe Ressegurador sem seguros. Além de garantir a possibilidade de as companhias contratarem grandes riscos, o Resseguro, garante também riscos de pequeno volume individual mas que podem ocorrer em grande escala, atingindo grande número de pessoas ou empresas, como por exemplo os desastres e catástrofes naturais do tipo: terremotos, furacões e Tsunamis. O Resseguro é, como demonstra sua história, uma atividade de mercado, e sua criação e expansão regidas pelas leis de mercado, como tal deveria ser uma atividade sempre

10 voltada para a iniciativa privada com a menor interferência Estatal, assim como as demais atividades financeiras. 14 IRB. Porém, o Brasil escolheu outra via, a do monopólio estatal, através da criação do O Tema do Resseguro no Brasil se confunde com o IRB, antigo INSTITUTO DO RESSEGUROS DO BRASIL e atual IRB Brasil Resseguros SA, a tal ponto que talvez não se possa falar em mercado de Resseguros nacional antes da criação do Instituto. E de resto, de mesma forma, talvez não exista um verdadeiro mercado nacional de seguros antes do IRB. Resume-se toda a importância da criação do IRB para o mercado segurador brasileiro quando se verifica que o grande objetivo de sua criação foi possibilitar o fortalecimento e expansão de um mercado genuinamente brasileiro de seguros. Os ditames e urgências de sua criação em 1939, vem na esteira das mesmas necessidades de se formar e consolidar todo um mercado brasileiro, especialmente financeiro. E certamente em anos de Estado Forte, centralizado, regulamentador, tais características se espelham na sua conformação. O país precisa crescer, aumentar e manter o volume financeiro de recursos circulantes entre seus limites territoriais, ou se além destes, na mão e de acordo com os ditames do estado nacional.

11 15 Cria-se o monopólio, ou o órgão monopolizador, ao qual se dá todo o controle de um mercado aberto para a expansão e crucial para que o desenvolvimento do mercado como um todo esteja amparado por um guarda-chuva confiável que garanta os riscos indenizáveis oriundos da atividade econômica. E após sessenta anos de monopólio em 2007, através da Lei 126/2007 abriu-se o mercado para as Resseguradoras privadas operarem no Brasil, e as seguradoras passaram a poder Ressegurar seus riscos com resseguradoras escolhidas por elas e não somente através do IRB. O objetivo desse trabalho é discutir a quebra do monopólio e os desdobramentos para o mercado de seguros que essa mudança pode trazer para o mercado segurador e em última análise para os agentes e beneficiários deste mercado, qual sejam seguradoras e segurados. O primeiro capítulo apresenta uma breve história da formação do monopólio, com a acriação do IRB, o largo espaço de tempo que perdurou a concentração na mão do Instituto do Resseguro no Brasil e a lenta e gradual abertura do mercado, com vistas a analisar os fatores que levaram a conformação centralizadora do modelo escolhido. O segundo capítulo pretende verificar a importância da nova conformação pretendida para o Resseguros brasileiro pelos legisladores, através da determinação dos interesses do mercado frente as mudanças, assim como os operadores nacionais e internacionais privados passam a operacionalizar as alterações.

12 16 O terceiro e último capítulo, apresenta aspectos econômicos e sociais do novo modelo, com a conceitualização de alguns institutos do Resseguros e possíveis ponto de atrito com a nova realidade, analisa também a privatização do IRB, segunda etapa das alterações e a demora em sua implantação.

13 1 O IRB : DA SUA CRIAÇÃO ATÉ A QUEBRA DO MONOPÓLIO 1.1 A CRIAÇÃO DO IRB O IRB- Instituto de Resseguros do Brasil, foi criado pelo Decreto-Lei nº 1.186, de 3 de abril de 1939, e o art. 3º do texto legal de criação determinava o objeto do órgão:... regular os resseguros no país e desenvolver as operações de seguros em geral. 2 Em sua estrutura inicial era uma empresa de economia mista, administrada por um Presidente e um Conselho Técnico de seis membros, sendo que o Presidente da república nomeava o Presidente e três membros do Conselho, e os outros três membros eram eleitos em reunião dos acionistas. A regulamentação do mercado Ressegurador Brasileiro nasceu, portanto, já com um caráter monopolista e estatal, com um órgão de estrutura pública e que além de regular o Resseguro como Instituto, delimitava totalmente o mercado, uma vez que as sociedades seguradoras eram obrigadas a ressegurar no IRB todas as responsabilidades que excedessem seus limites de retenção própria, limites estes determinados por outro órgão de estrutura estatal, o Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitalização. Se faz necessário ressaltar, também, que a norma legal desde a criação destinava tão somente ao IRB a escolha das seguradoras, locais ou internacionais, que poderiam compartilhar os riscos ressegurados através da retrocessão. 2 VITAL, João Carlos. A Criação e Organização do Instituto de Resseguros do Brasil. 1ª Ed. Rio de Janeiro: IRB, P.14.

14 18 Restava ao mercado, ou às seguradoras privadas, apenas o cosseguro, mecanismo que, como se verá adiante não é o ideal para garantir e compartilhar grandes riscos. Toda esta centralização e controle visava principalmente evitar fuga de divisas nacionais ao exterior e fortalecer o mercado interno e a economia nacional com a utilização das reservas acumuladas, em resumo a criação do IRB possibilita a nacionalização e ampliação de um mercado de seguros brasileiros, que antes estava na mão de empresas internacionais. (BERCOVICI, 2008) 3. A preocupação com o controle e regulação estatal do seguros e resseguros na década de quarenta não é apenas brasileiro, manifesta-se também em todos os países Europeus e Latinoamericanos que neste período da história estavam governados por Governos de natureza ditatorial, quaisquer que fossem suas conformações. No início do Século XX fortalecer as economias nacionais era imprescindível, especialmente em países de curta história independente, e que por este motivo ainda continham largas parcelas de serviços e produtos disponibilizados de forma incipiente pelo mercado nacional, e entre eles o seguro, e claro neste item o resseguro. Garantir um mecanismo de proteção estatal para que as seguradoras brasileiras pudessem operar riscos além de sua capacidade de retenção própria era garantir a expansão das 3 BERCOVICI, Gilberto. IRB - Brasil Resseguros S. A. Sociedade de economia mista. Monopólio de fato, dever de contratar e proteção à ordem pública econômica Disponível em:

15 19 seguradoras brasileiras, que passaram a operar sem dependerem das empresas internacionais e suas exigências, com o IRB e o monopólio estatal apenas este podia recusar riscos e impor condições, e estas deveriam estar delimitadas pela lei e pelo interesse público. Como já ressaltado a criação do IRB, e a garantia do controle monopolista do sistema de resseguros precedeu a nacionalização do mercado segurador, com companhias de seguros efetivamente brasileiras e de capital nacional, o que possibilitou o que mercado aumentasse de forma visível em menos de uma década. Segundo a página eletrônica oficial do IRB, quando da criação do Instituto existiam operando no Brasil 103(cento e três) companhias seguradoras, das quais setenta eram nacionais e trinta e três estrangeiras. Em 1949, de acordo com a mesma fonte, as seguradoras que atuavam no país eram 149(cento e quarenta e nove) sendo 123(cento e vinte e três) nacionais. 4 Observe-se ainda que, segundo o IRB, em 1939, o volume de prêmios do mercado brasileiro era de Cr$ , em 1946, já chegava a Cr$ Independente da concentração de riscos que não é visível nestas estatísticas o crescimento do mercado é notável. A história da evolução do mercado segurador do Brasil segue, como em qualquer lugar do planeta, a evolução e percalços da economia, veja-se que apesar da expansão inicial, até a década de noventa o volume negócios envolvendo seguros (incluem-se nestes dados 4 IRB. Disponível em:

16 estatísticos os seguros saúde e previdência privada) não passa de 1% do PIB, aumentando para 3,4% apenas na primeira década do Século XXI. 20 Todo o período de recessão econômica provocou um movimento pouco acentuado de termos de volume de prêmios e participação do mercado no PIB nacional, acelerando esta posição com a melhora dos patamares econômicos dos últimos anos. 1.2 SEIS DÉCADAS DE CENTRALIZAÇÃO O monopólio e controle estatal durou sessenta anos, para o bem e para o mal, somente em 2008 pode-se falar em abertura do mercado ressegurador. A atividade seguradora no Brasil sempre foi fortemente rgulada por Lei, em sentido lato, ou seja, por atos normativos emanados do poder governamental, e sempre expressando uma forte atuação do Poder Executivo, tornando-se atividade interligada a políticas governamentais de ordem financeira. Apesar de as Companhias de seguros brasileiras serem privadas desde a primeira, a Companhia de Seguros Boa-Fé, o mercado sempre teve rígido controle estatal. O Código Comercial de 1850 foi a primeira Lei a regular o mercado de Seguros em solo pátrio, formenete voltada para os seguros marítimos, expressamente proibia o seguro de vida, por exemplo.

17 21 Nesta época, as principais empresas que atuavam no país eram internacionais, e acabavam por transferir para suas matrizes o grosso dos recursos arrecadados com os seguros marítimos, florescentes no Século passado, tanto pelo tráfico de escravos como de trocas de matérias primas que daqui embarcavam para a Europa e mercadorias de vinha para cá de todas as partes do mundo, visto ser incipiente a indústria nacional. Para evitar a evasão de divisas foi promulgada a Lei 294 de setembro de 1895, determinando reservas técnicas para as companhias que atuavam no Brasil e que estes recursos fossem aqui mantidos para fazer frente a riscos a serem assegurados pela legislação brasileira ou aqui assumidos. Neste período a repartição dos riscos entre as Companhias seguradoras, atividade resseguradora, era exercido normalmante entre Campanhias nacionais e internacionais. O Decreto n 4.270, de 10/12/1901, regulamento conhecido como "Regulamento Murtinho", passou a regular o funcionamento das companhias de seguros de todos os ramos que já atuavam ou viessem a atuar em solo Braileiro. Criou-se a "Superintendência Geral de Seguros", subordinada diretamente ao Ministério da Fazenda, concentrando em um único órgão estatal todas as questões atinentes aos seguros. Com o Código Civil Brasileiro de 1916 o Contrato de Seguros passou a ser definitivamente moldado e regulamentado. Em 1937 com o advento do Estado Novo uma crescente onda de nacionalização toma conta do país, e nesta esteira cria-se o IRB- Instituto de Resseguros do Brasil.

18 22 A partir da criação do IRB em 1936 além das atividades de Resseguradora única, o Instituto detinha a hegemonia de todas as atribuições em relação ao mercado ressegurador brasileiro, desde a definição de políticas de operações até a fiscalização de toda a cadeia de atividades dos resseguros no território nacional. As Companhias seguradoras, de acordo com o Dec. Nº 1186/39 eram obrigadas a ressegurar no IRB as responsabilidades excedentes de sua retenção própria em cada risco isolado (art. 209), e se agissem de forma diversa, ressegurando qualquer operação fora do IRB, estavam sujeitas à cassação da autorização para funcionar (art.3º). O Decreto 73 de 21 de novembro de 1966 criou a SUSEP- Superintendência de Seguros Privados, que passa a ser o órgão regulador das atividades relacionadas aos seguros em geral, mas mantém o IRB como órgão regulador do resseguro no país, e de continuar a exercer a atividade empresarial ressecuritária (art. 44), podendo, de acordo com o caso concreto, autorizar sociedades seguradoras a aceitar operações isoladas de resseguros (art. 82). Mas de qualquer forma as responsabilidades excedentes aos limites técnicos em cada ramo de operação, por Companhia, deviam continuar a serem ressegurados através do IRB (art. 79), podendo, excepcionalmente, contratar no exterior, quando os riscos não encontrassem cobertura no país ou que não conviessem aos interesses nacionais ( art. 6º), mas a transferência de riscos através de resseguros para companhias internacionais continuava a ser penalizada, agora com multa( art.113), se mantando ainda a hipótese de aplicação de sanção de proibição para funcionar( art.117). Foi uma abertura minúscula no universo das operações de resseguros nacionais, o controle ainda permanecia fortemente centralizado no IRB, com rígido controle estatal,

19 fazendo com que os grandes riscos e grandes operações obedecessem uma pauta politica de funcionamento. 23 Boa parte destes riscos eram provenientes de atividades estatais, como por exemplo: a construção de hidroelétricas, portos, implantação de plataformas de petróleo, transportes marítimos e terrestres de grandes estruturas prontas para estas e outras obras públicas. Mas os riscos privados de grande porte também estavam sujeitos ao monopólio, permanecendo sendo ressegurados através do IRB, ou com a autorização deste. Sobrava às seguradoras nacionais o cosseguros, que sendo uma forma de repartição do risco exercida diretamente entre seguradoras, instituto que não serve para grandes riscos, apenas cobrindo os excedentes de limites próprios das seguradoras, mas limitado em possibilidades, pois como ensina o mestre Paulo Luiz de Toledo Piza (pag. 87, 2002) 5 : Mas há reconhecer que o co-seguro é útil apenas dentro de certas limitações, pois a importância segurada máxima pertinente a um risco depende, antes de mais nada, do número de co-seguradores que colaborem e de suas respectivas capacidades econômicas individuais para a assunção de responsabilidades, valendo aduzir que, tecnicamente, todo o acordo de co-seguro supõe o exercício de um controle no sentido de que o intercâmbio de operações entre co-seguradoras seja equitativo, tanto em seu volume quanto em sua qualidade- o que, alías, frequentemente, gera uma série de problemas administrativos e comerciais. A Constituição de 1988, manteve todo o sistema brasileiro de seguros dentro do guarda-chuva estatal do chamado Sistema Financeiro Nacional, fortemente regulado, porque voltado para o desenvolvimento equilibrado do país e para atender os interesses da comunidade, mas sem determinar monopólio do Estado.

20 24 Mas de qualquer forma o teor do artigo 192 da Carta Magna, cria a denominação normativa de órgão oficial ressegurador, leia-se IRB, que continua a ser o regulador e controlador de toda a politica e operações nacionais de resseguro, é o a seguir, o teor do citado artigo, em sua redação original: Art O sistema financeiro nacional, estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade, será regulado em lei complementar, que disporá, inclusive, sobre: (...) II autorização e funcionamento dos estabelecimentos de seguro, resseguro, previdência e capitalização, bem como do órgão oficial fiscalizador; Seguiu-se à entrada em vigor da Constituição a discussão da recepção ou não do Decreto 73/66, no que tange a continuidade do monopólio estatal nas mãos do IRB, que foi resolvida com o entendimento de que o indigitado decreto teria sido recepcionado com status de Lei Complementar pelo art. 192 do texto Constitucional. E passou a se entender que o monopólio de atuação se manteve, porque, apesar de não ter sido explicitamente reservado ao estado a condição de monopólio do resseguros, existiam outros setores do chamado Sistema Financeiro que também não eram nomeado na redação art. 117 e que se mantiam em atuação vedada á iniciativa privada, como por exemplo, o Banco Central. 5 PIZA, Paulo Luiz de Toledo. A mora da Seguradora e controle da regulação de sinistro para Resseguradora. 1 ed. Rio de Janeiro: Funenseg, 2003.

21 25 A emenda Cosntitucional 13/96 alterou a redação do Inciso II, que passou a ter interpretação desqualificadora do monopólio e entendimento de que o IRB passaria ser um órgão híbrido, ou seja, passava a ter atuação como uma companhia resseguradora e continuava atuando como fiscalizador e regulamentador do mercado. Mas a questão da continuidade do monopólio estatal pelo IRB este entendimento em permanecendo, a condição Constitucional do IRB, que passa a ser resseguradora atuante no mercado ressegurador, e continuasse a regular e fiscalizar o setor, sendo que uma das resseguradoras, mais forte porque oficial atuaria como concorrente e fiscal de suas co-irmãs e ainda mais grave, reguladora do mercado em que todas atuavam em concorrência. Na condição em que se encontrava a quebra de monopólio já existia no texto, mas, as condições de sua existência na realidade do mercado, precisava ser novamente discutida e normatizada. 1.3 QUEBRA DO MONOPÓLIO As implicações da temática do monopólio, na realidade do mercado brasileiro de resseguros, devem ser amplamente analisadas, e especialmente investigadas. Tantos anos de centralização e exclusividade não se explica simplesmente pela necessidade de controle de evasão de divisas e incremento das atividades das seguradoras nacionais. abertura do mercado. O segundo argumento, especialmente, aparece como principal amparo para a

22 26 A partir da década de 90, com a diminuição da inflação e expansão do comércio e das atividades mercantis no país, ao contrário a manutenção do monopólio dos resegruso passou a ser um sério entrave à expansão do mercado de seguros de grandes riscos e de catástrofes naturais ou mesmo riscos relevantes em razão do grande número de indenizações que podem ser devidas em decorrência de apenas um evento ou pequenos eventos individuais mas que possam atingir um grande número de segurados. Restava a quebra do monopólio através de atuação legislativa via Congresso Nacional, uma vez que a manutenção do monopólio era apoidada por medidas judiciais de pedido de reconhecimento de Inconstitucionalidade pela oposição, na época, fortemente liderada pelo PT-Partido dos Trabalhadores. A edição da Lei Lei n 9.482/97, que produziu alterações na denominação do IRB, que passou a ser IRB Brasil resseguros SA, e transformou o IRB em sociedade anônima, ainda com maioria de ações na mão da União. Ato do poder executivo o decreto nº 2.423, colocou o Instituto no Programa Nacional de Dessestatização, por meio do n,º 2.423/97. E a Lei nº 9.932/99 transferiu as atribuições regulatórias e fiscalizatórias do IRB para a SUSEP- Superintendência de Seguros Privados. A próxima medida era concretizar a privatização do IRB com a realização de leilão público do controle acionário, que marcado por duas vezes acabou não se efetivando por força de medida liminar, na Ação Direta de Inconstitucionalidade n , depois mantida pelo

23 Pleno do STF, porque a Lei 9.932/99, por se tratar de Lei ordinária não poderia revogar o Decreto 73/66, recepcionado pela ordem Constitucional, como Lei Complementar. 27 Em 2003 a Emenda Constitucional nº 40 revogou todos os Incisos do art. 192, e alterou sua redação. Como a ADI ainda não tivera julgamento final, e o Inciso questionado deixou de existir, a Ação restou prejudicada. Por fim foi votada a Lei Complementar 126/2007, que representou o marco legal definitivo da quebra do monopólio. As resseguradoras passarm a operar livremente no Brasil, inclusive as internacionais, e o IRB passa a ser mais uma resseguradora local, compartilhando mercado com as outras. De acordo com a Lei Complementar nº 126/2007, as Resseguradoras que operam no Brasil passaram a ser denominadas locais, admitidas e eventuais, sendo a a seguir a redação do artigo: Art. 4 o As operações de resseguro e retrocessão podem ser realizadas com os seguintes tipos de resseguradores: I - ressegurador local: ressegurador sediado no País constituído sob a forma de sociedade anônima, tendo por objeto exclusivo a realização de operações de resseguro e retrocessão; II - ressegurador admitido: ressegurador sediado no exterior, com escritório de representação no País, que, atendendo às exigências previstas nesta Lei Complementar e nas normas aplicáveis à atividade de resseguro e retrocessão, tenha sido cadastrado como tal no órgão fiscalizador de seguros para realizar operações de resseguro e retrocessão; e III - ressegurador eventual: empresa resseguradora estrangeira sediada no exterior sem escritório de representação no País que, atendendo às exigências previstas nesta Lei Complementar e nas normas aplicáveis à atividade de resseguro e retrocessão, tenha sido cadastrada como tal no órgão fiscalizador de seguros para realizar operações de resseguro e retrocessão.

24 28 As grandes Resseguradoras passam a poder operar no país, mas as estatísticas oficiais ainda apontam o IRB como detentor da maior fatia do mercado. O marco definitivo da privatização pode-se ter como a transformação do IRB em IRB Brasil RE, e o registro na Junta Comercial do Rio de Janeiro, em outubro de 2013 dos atos da nova estrutura societária, o controle deixou de ser exercido apenas pela União Federal e passou a ser exercido por um Conselho formado pela União, e seguradoras pertencentes ao Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e um Fundo de Praticipações composto por fundos de pensão, Previ(banco do Brasil), Petros(Petrobrás, Previrb (IRB Brasil RE), FUncef(Caixa Economica Federal) e Economus(Nossa Caixa- SP). A quebra do monopólio e a privatização do IRB viram uma página que abre o mercado brasileiro de resseguros para uma nova formatação. Em 2010 as estatísticas oficiais da SUSEP apontam que aproximadamente 93% dos prêmios de resseguros concentravam-se entre as resseguradoras locais, e as eventuais e admitidas apenas por 7%. E a média anual calculada entre 2008/2013 do crescimento do mercado de resseguros no Brasil foi de 25,6% medido entre as resseguradoras locais, e 117,2% medido entre locais, admitidas e eventuais (Relatório SUSEP 2013) 6, 6 Relatório de Gestão SUSEP Disponível em:

25 29 2 RESSEGURO E O MERCADO SEGURADOR 2.1 O INTERESSE DO MERCADO E AS MUDANÇAS O conceito de Resseguro já aponta para sua importância, sendo a repartição ou transferência de determinado risco, que excedam seu limite próprio, para empresas resseguradoras, a operação de resseguro tem por objetivo garantir o risco do segurador. O art. 2º da Resolução n. 1/2000 do CNSP, que apesar de estar com eficácia suspensa, define: Consideram-se operações de resseguro as cessões de risco realizadas pelos estabelecimentos de seguro para sua própria proteção, podendo tais cessões ser feitas de forma facultativa ou por contrato. A Professora Ana Maria Blanco Montiel Alvarez em uma perspectiva ampla, afirma que: é possível abordar o resseguro como a operação com que as seguradoras põem a salvo a higidez e solvabilidade do fundo garantidor, constituído pelos prêmios captados, frente aos riscos assumidos por força dos contratos estabelecidos junto aos segurados. (2014). No Brasil sempre que o risco segurado individual ultrapasse o limite técnico da companhia seguradora, o excedente deve ser ressegurado. De mesma forma a Companhia pode, por entender tecnicamente favorável ou necessário, frente a riscos individuais possíveis de serem objeto de sinistros simultâneos que ponham em risco sua possibilidade técnica de fazer frente às indenizações, ressegurar estes riscos, evitando mediatamente sua insolvência.

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