REFLEXÕES SOBRE O TRABALHO PRECÁRIO NOS CONDOMÍNIOS FECHADOS EM LONDRINA

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1 REFLEXÕES SOBRE O TRABALHO PRECÁRIO NOS CONDOMÍNIOS FECHADOS EM LONDRINA Jussara Romero Sanches 1 Universidade Estadual de Londrina GT7 - Trabalho e Classes Sociais Resumo: O presente trabalho aborda algumas reflexões desenvolvidas no relatório final de Iniciação Científica entitulado Construindo Londrina com trabalho precário, apresentado no 22º Encontro Anual de Iniciação Ciêntífica em 2013, na Universisdade Estadual do Oeste do Paraná, em Foz do Iguaçu. O objetivo principal do trabalho foi observar de que modo a reestruturação produtiva, que marcou a implementação das políticas neoliberais no país, vêm se refletindo nas condições de trabalho no setor da construção civil, sub-setor de construção de edifícios, classificação 41, de acordo com a Tabela de Classificação Nacional de Atividades Econômicas CNAE. A pesquisa contou num primeiro momento com uma revisão bibliográfica sobre o tema e, num segundo momento, com a coleta de dados, através de questionários aplicados a um grupo de 15 trabalhadores do referido condomínio. Os questionários buscaram investigar o perfil socioeconômico desses trabalhadores e resultaram nas informações a seguir. Percebeu-se que a idade dos entrevistados variou de 22 a 60 anos, com uma média de 49 anos. O enquadramento profissional e as demais informações foram auto declaratórias e consistiram em: seis pintores, dois pedreiros, dois meio-oficiais de pedreiro, um servente, um eletricista, um gesseiro e dois azulejistas. As atividades que envolvem menor especialização, como pedreiro, meio-oficial de pedreiro e servente são as que apresentam menor remuneração, não ultrapassando dois salários mínimos. Enquanto as atividades de azulejista e eletricista ficam em torno de dois salários mínimos e meio. A escolaridade média é ensino médio incompleto, sendo que dos quinze, apenas dois chegaram a conclui-lo e um nunca estudou. Em relação à formalização dos contratos de trabalho, seis dos entrevistados estavam trabalhando com carteira assinada, enquanto os outros nove trabalhavam sem registro. Dos nove que não possuíam vínculo empregatício formalizado, somente quatro recolhiam a previdência social como trabalhadores autônomos. O estudo permitiu observar, portanto, que as estratégias de desenvolvimento local que vêm sendo adotadas pelas administrações municipais desde o final da década de 1990, calcadas no fortalecimento de determinados setores econômicos como o da construção civil, não se reverteram em melhores condições de trabalho para esta categoria de trabalhadores. Na cidade de Londrina assiste, nos últimos anos, a um crescimento 1 Universidade Estadual de Londrina. PIBIC/CNPq. Graduanda de Ciências Sociais. Graduada em Direito e pósgraduanda em Direito do Estado, concentração em Direito Constitucional. 1

2 dos condomínios exclusivos de alto padrão. De cerca de 40 condomínios em 2004, de pequeno e grande porte, para mais de 60 em Londrina e região nasceram e cresceram assentadas em uma economia agrícola. Com o seu declínio a partir do final da década de 1970 e a falta de uma tradição industrial, a especulação imobiliária vem se apresentando como um recurso artificial de aquecimento da economia local. Para compreender as relações de trabalho no condomínio, escolheu-se como objeto os trabalhadores inseridos no interior de um condomínio fechado de alto padrão, localizado na zona sudoeste da cidade de Londrina-Pr, o qual se insere na categoria de construções residenciais. Foi possível verificar que apesar da expansão dos condomínios exclusivos de alto padrão na cidade e do significativo valor com que são comercializados, bem como da introdução de tecnologias avançadas no desenvolvimento dos seus projetos, os dados levantados permitiram identificar que suas atividades continuam a ser marcadas pelo trabalho precário. Este se expressa tanto nas formas de contratação, que reitera a tradição de alto grau de informalidade e baixa remuneração no setor, como na rotina do canteiro de obras, cujas atividades permanecem manuais e desprovidas das proteções laborais exigidas a este tipo de atividade. Os resultados levaram a perceber que o crescimento dos loteamentos exclusivos de alto padrão na cidade, destinados predominantemente à comercialiação imobiliária, com valores relativamente altos, é sedimentado no trablaho precário, falta de condições de segunrança de trabalho e baixa remuneração dos trabalhadores envolvidos na sua construção. Palavras-chaves: Construção Civil; Desenvolvimento Local e Trabalho Precário. Introdução Com a adoção de medidas econômicas de cunho neoliberal no país, a partir de 1990, o local e as regiões passaram a se revestir de especial relevância, através de novos conceitos calcados na noção de desenvolvimento local e empreendedorismo urbano (POCHMANN, 2004; HARVEY, 2005). Com isto, algumas cidades e regiões no mundo passam a ser identificadas como novos atores presentes no ambiente econômico (POCHMANN, 2004, p.42). Na cidade de Londrina, uma das estratégias para o desenvolvimento local é a especulação imobiliária, particularmente aquela voltada para a construção de condomínios exclusivos de alto padrão. O chamado empreendedorismo urbano é uma das estratégias de desenvolvimento econômico na medida em que confere ênfase ao local. Porém, Harvey (2005, p.166) destaca que esse investimento assume cada vez mais a forma de negociação entre capital financeiro internacional e os poderes locais. A expansão dos condomínios de alto padrão está atrelada ao que 2

3 o autor denomina de criação de uma imagem urbana atraente. Como Harvey aponta (idem, p. 174), acima de tudo, a cidade tem de parecer um lugar inovador, estimulante, criativo e seguro para se viver ou visitar, para divertir-se e consumir. Em Londrina-Pr, assiste-se um boom deste tipo de construção nos últimos anos, apesar da dificuldade de se estabelecer o número exato de condomínios exclusivos na cidade. Uma pesquisa de campo, realizada por Zanatta (2010, p.75) destaca que, de 40 condomínios listados em 2004 no início da pesquisa, o número salta para mais de 60 condomínios em Londrina e região nasceram e cresceram assentadas em uma economia agrícola. Com seu declínio a partir do final da década de 1970 e a falta de uma tradição industrial, a especulação imobiliária vem se apresentando como um recurso artificial de aquecimento da economia local. Assentados na base do processo de criação de uma cidade tecnológica, fisicamente atraente a investimentos externos através da comercialização imobiliária dos lotes desses condomínios, estão o setor da construção civil e seus trabalhadores. Por isto, tornam-se importante estudar as relações de trabalho no setor da construção voltadas às obras de alto padrão. Construção civil e suas particularidades As atividades de construção civil em condomínios fechados, por serem edificações do tipo residencial, enquadram-se na classificação 41 da Tabela de Classificação Nacional de Atividades Econômicas CNAE. Essas atividades apesentam características próprias e algumas das suas peculiaridades serão desenvolvidas a seguir. Em relação aos processos de trabalho realizados na construção civil, Costa (2011, p. 416) aponta que há uma mescla de modelos de produção e esta se dá em função as especificidades do setor. Revelando-se em inúmeras condições, sociais, econômicas, culturais, técnicas, estéticas etc., definindo a construção por um modo próprio de ser e de fazer, diferente daquele de outros setores industriais. Para o autor, se de um lado o uso do planejamento e de concepções técnico-científicas na organização do trabalho na construção civil a aproxima dos setores industriais, por outro, a natureza das tarefas aproxima o setor do artesanato. As atividades da construção civil possuem outra peculiaridade própria: seu caráter descontínuo. Costa (2011, p. 413) aponta que no setor predomina o princípio da sucessão (em que há etapas somadas para dar origem a um produto final, e não a simultaneidade das atividades, como ocorre em vários setores industriais). Acentuando continuamente a mobilidade da força de trabalho, e dando-lhe uma característica específica. 3

4 As fronteiras entre as modalidades de contratação não são delineadas de modo claro no setor. Costa (idem, p. 414) ressalta que a construção civil sempre praticou formas ilegais de contratação, com as quais as fronteiras entre o formal e o informal se revelam fluidas. Os contratos informais se destacam no setor da construção civil. Apesar do avanço das contratações protegidas, é elevado o índice de informalidade. A dinâmica das relações de trabalho estabelecidas nos canteiros no interior do condomínio é variada, podem ocorrer com diversas configurações. A execução da obra pode ser realizada através da contratação de empresa de construção: a construtora. Com engenheiro, mestre de obra e demais funcionários contratados sob a responsabilidade da contratada, gerando, neste caso, uma relação comercial de prestação de serviços entre o proprietário do terreno e a construtora. Os trabalhadores podem ser contratados diretamente pelo proprietário do lote e este fica responsável pessoalmente pelos contratos estabelecidos, gerando entre os contratados e contratantes vínculos de emprego, nos quais o proprietário configura como o responsável legal de todos os direitos trabalhistas dos empregados. Assim ocorrem contratações sem nenhum tipo de formalização, estabelecidas à margem da legislação trabalhista vigente. Em relação aos processos de trabalho, prevalecem as atividades artesanais, nas quais os saberes dos trabalhadores predominam. De acordo com Costa (2011, p. 415) a elevada rotatividade, sazonalidade e instabilidade das atividades do setor tornam uma necessidade a alta flexibilidade em relação ao trabalho, a qual, conjugando-se às flutuações conjunturais, faz do recurso a uma mão de obra pouco qualificada e pouco remunerada a principal alternativa, mesmo que isso provoque a desregulamentação das condições salariais e das proteções sociais. Neste sentido o autor aponta que o setor, com efeito, funciona, há muitas décadas, com formas precárias de trabalho. O crescimento do setor da construção civil e suas formas precárias de trabalho estão atrelados diretamente ao novo modelo econômico, adotado pelo país nas ultimas décadas. De acordo com Paulino, (2007, p. 172) a ausência de políticas industriais e outras políticas de desenvolvimento no Brasil, nos últimos 20 anos, levaram, se não a uma reversão do processo de industrialização do país, pelo menos a um relativo empobrecimento de sua produção industrial. Paulino (idem, p. 163) destaca que é inegável que o Brasil depende de forma crescente das commodities para geração dos saldos na balança comercial e o crescimento econômico. Os efeitos dessa dependência não são claros. Paulino (idem, p. 163) destaca que na melhor das hipóteses, ela não contribui para reduzir a elevada concentração de renda, dada a elevada concentração da propriedade sobre os recursos naturais. 4

5 Paralelo a este processo de desindustrialização, determinados setores econômicos como a mineração, petróleo, agroindústria e construção civil, se desenvolvem. No entanto, o crescimento desses setores não está vinculado a uma melhora real nas condições de vida dos trabalhadores. Braga (2012, sem paginação) destaca que esse motores econômicos não são conhecidos por contratar predominantemente força de trabalho complexa. Muito pelo contrário, eles empregam largamente força de trabalho não-qualificada. Como consequência, a base da pirâmide alarga, mas remunera muito mal. Mudanças econômicas e o novo papel do Estado A partir da década de 1990 o capitalismo brasileiro passa por mudanças profundas, inspiradas em medidas conservadoras disseminadas internacionalmente. Medidas estas que foram sintetizadas por Cano (1993, apud CAIADO; RIBEIRO; AMORIN, 2004) e que refletem também no setor da construção: Necessidade de forte ajuste macroeconômico ortodoxo, para eliminar o déficit público, promover enxugamento nas funções do Estado e reorientar o pagamento de dívidas externas através de acordos internacionais referendados pelo FMI e pelo BIRD. Desregulamentação das relações trabalho-capital, eliminando direitos sociais dos trabalhadores e flexibilizando as regras da política salarial. Redução ou fim das barreiras tarifárias e consequente liberalização do comércio exterior, para que possa haver livre competição entre as estruturas produtivas internas e internacional. Desregulação da economia, com a privatização fazendo parte do enxugamento do Estado e liberalização dos fluxos internacionais de capitais. Contrário ao modelo desenvolvimentista anterior, que tomava o Estado como um articulador da estrutura produtiva voltada ao mercado interno e responsável pela difusão de recursos materiais, ideológicos e tecnologia, se instala um novo modelo econômico no país. Baseado na busca pela eficiência econômica, o emprego passa a ser menos importante que a competitividade e o Estado se retira de arenas estratégicas, ampliando as bases para a retomada de fluxos de capital internacional (CAIADO; RIBEIRO; AMORIN, 2004). Abrindo espaço para novas estratégias de desenvolvimento local. 1. Desenvolvimento local, Londrina como uma cidade do futuro? De acordo com Pochmann (2004, p.10) é neste cenário de mudanças no papel do Estado, com uma diminuição de tarefas sob sua responsabilidade, flexibilização de direitos, liberalização do comércio e de fluxos de capital e consequente crescimento do desemprego, precarização dos postos de trabalho, acirramento de problemas urbanos, como violência e favelização das cidades, que a 5

6 temática do local e regional voltou a ganhar ênfase, revestida de novos conceitos, como o de desenvolvimento local. As políticas de desenvolvimento local enfatizam a estratégias de incremento da economia local e regional. Conforme Pochmann (2012, p. 42) aponta, algumas cidades e regiões no mundo passam a ser identificadas como novos atores no ambiente econômico. No Brasil, como aponta Franco (2000, apud RUIZ, 2011), na maioria dos casos, tais espaços são municipais ou microrregionais, envolvendo certa quantidade de municípios de uma unidade federativa. Por isso, as administrações locais e regionais necessitam ser muito mais inovadores e empreendedores, com disposição de explorar todos os tipos de possibilidades para minorar sua calamitosa situação e, assim, assegurar um futuro melhor para suas populações (HARVEY, 2005, p. 164). As cidades, de acordo com Harvey (2005, p. 174) devem parecer um lugar inovador, estimulante, criativo e seguro para se viver ou visitar, para divertir-se e consumir. Como aponta Harvey (idem, p. 174), as políticas empreendedoras adotadas pelos governos locais devem focar: A valorização de regiões urbanas degradadas, a inovação cultural e a melhoria física do ambiente urbano (incluindo a mudança para estilos pós-modernistas de arquitetura e design urbano), atrações para consumo (estádios esportivos, centros de convenções, shopping centers, marinas, praças de alimentação exóticas) e entretenimento (a organização de espetáculos urbanos em base temporária ou permanente) se tornam facetas proeminentes das estratégias para regeneração urbana. As políticas urbanas empreendedoras adotadas para introdução e fortalecimento de um pólo tecnológico em Londrina se refletem em todas as esferas da dinâmica social. A cidade precisa se apresentar como um ambiente favorável aos negócios, e para a elaboração de todos os tipos de chamarizes para atrair esse capital (HARVEY, 2005, p. 178). O município de Londrina, localizado no norte do Paraná, no final da década de 1970 e início de 1980, passa pro um processo acentuado de expansão urbana, provocado pelo fim do ciclo da cafeicultura. De acordo com Ruiz (2011, p. 6), aflui para a cidade um grande contingente de migrantes da região cafeeira paranaense. Isto impulsiona o comércio e os serviços, que continuam a crescer na década de 90. Culminando em um setor de serviços bastante expressivo. Com o término do ciclo da cafeicultura, de acordo com Dias (2004, p. 1) algumas iniciativas visando discutir novos rumos para o desenvolvimento da cidade de Londrina e da região Norte do Paraná foram tomadas. Assim, em 1990, inspiradas nas experiências importadas da Europa (Terceira Itália), se passou a discutir estratégias de desenvolvimento local calcadas na implementação de um pólo tecnológico na cidade. 6

7 As coligações, entre governo local e empresariado organizado, destinadas ao fortalecimento de determinadas atividades presentes no município e o processo de desenvolvimento urbano, caminham no sentido de criar uma imagem urbana atraente. São estratégias adotadas pelas lideranças locais, uma vez que consideram o crescimento grandioso como uma tática de atração de outras formas de progresso (HARVEY, 2005, p. 182). Neste sentido, Harvey (2005, p. 183) aponta que nas duas últimas décadas, parte do que vimos é a tentativa de criar uma imagem física e social das cidades adaptada para essa finalidade competitiva. Os novos rumos propostos para cidade de Londrina se basearam na fomentação da cidade como um pólo educacional, cultural artístico, científico e tecnológico, industrial turístico, com as características positivas das melhores experiências existentes no país e no mundo (DIAS, 2004, p. 5), e se refletiram no processo de expansão físico-territorial do município. A partir de 1980, e mais intensamente na década de 1990, ocorreu um aumento do número de loteamentos particulares na cidade. De acordo com Fresca (2002, p. 252) essa expansão foi intensificada por conjuntos habitacionais, por loteamentos implantados pela iniciativa privada e por aumento do número de plantas industriais. A região sudoeste do município começa a se desenvolver de modo peculiar, a partir da inauguração do Shopping Center Catuaí, em Fresca (2002, p. 243) destaca que em função da inauguração ocorreu a valorização imobiliária da área em seu entorno, os empreendimentos imobiliários passaram a ser direcionados a uma população de alto poder aquisitivo, através de condomínios exclusivos de altíssimo padrão e chácaras de lazer. A escolha da localização da construção do shopping envolve diversos fatores e entre eles Fresca (2002, p. 257) destaca: Estar relativamente afastado da área de maior densidade de ocupação urbana recaindo a escolha na porção sudoeste onde o terreno adquirido constituía-se, à época, em área de uso rural, estar junto às principais vias de circulação tanto local como regional às margens da PR 445, que faz a ligação com o sul do Estado e de fácil acesso à BR 369, que liga quase todo o norte do Paraná com o Estado de São Paulo. Como elementos atrativos, ainda, para a localização do shopping center, tem-se nas proximidades do mesmo, o Campus da Universidade Estadual de Londrina UEL e o Instituto Agronômico do Paraná IAPAR que congregam elevado número de pessoas com deslocamento facilitado para este empreendimento. De acordo com Zanata (2010, p. 75) havia aproximadamente 26 condomínios fechados horizontais de grande porte 2, localizados na região sudoeste do município. O autor ressalta que do 2 Para uma maior caracterização desses condomínios de grande porte se estabeleceu um limite mínimo de 45 lotes e ao menos parte da infraestrutura já detalhada de um condomínio de grande porte. Dentro dessa categoria são encontrados 7

8 início da pesquisa em 2004 até agora, o número de condomínios saltou de pouco mais de 40, encontrados em um primeiro levantamento, para os 61 listados neste trabalho, além dos diversos novos empreendimentos que estão programados para serem lançados nos próximos anos. A região próxima ao Catuaí Shopping Center não se desenvolveu imediatamente à sua inauguração. Transcorreram cerca de 10 anos para que a área de fato fosse ocupada. Zanatta (2010, p. 78) demonstra que a implementação dos condomínios fechados em Londrina ocorreu em 1995, quando foi aprovado o Royal Golf Residence, loteamento de grande porte do grupo Teixeira e Holzman, dando início à ocupação da área da Gleba Palhano por inúmeros condomínios do mesmo porte. No entanto, o processo de criação da cidade tecnológica e fisicamente atraente a investimentos externos, através da especulação imobiliária, está diretamente ligado à proliferação da precarização do trabalho humano. Tendo como referências as experiências vigorosas de empreendedorismo urbano nos Estados Unidos, Harvey (2005, p. 181) destaca que: Em muitos casos, os tipos de empregos criados impedem qualquer mudança progressiva na distribuição de renda, visto que a ênfase nas pequenas empresas e na terceirização pode se transformar num estímulo direto ao setor informal como base para a sobrevivência urbana. Nas últimas duas décadas, particularmente nos Estados Unidos, o avanço das atividades produtivas informais em muitas cidades (Sassen-Koob, 1998) foi uma característica marcante. O setor da construção civil, como já foi demonstrado, convive intimamente com formas precárias de trabalho. Através da observação das condições de trabalho no setor da construção civil no processo de construção da tecnópolis londrinense e das formas como essas relações se estabelecem, foi possível verificar se o desenvolvimento de uma cidade urbana atraente não está permitindo uma melhora nas condições de vida dos trabalhadores envolvidos diretamente com esse processo. Para isso, foram observadas as relações de trabalho na construção civil no interior de um condomínio de alto padrão. 2. Condomínio α Londrina Para analisar quais as principais características das relações de trabalho na construção civil em Londrina, localizadas em um condomínio exclusivo de alto padrão da cidade, e qual o perfil dos postos de trabalho gerados no processo de fortalecimento desse ramo de atividade, foi selecionado condomínios com mais de 500 lotes, com lagos e bosques e todo um sistema viário próprio, e outros condomínios menores, com um número de lotes entre 45 e 80, mas que mesmo não apresentando a grandiosidade dos condomínios maiores, ainda sim tem um sistema viário interno, áreas de lazer e segurança reforçada, o que os diferencia dos condomínios de pequeno porte (ZANATTA, 2010, p. 72). 8

9 um empreendimento exclusivo de alto padrão, estabelecido na zona sudoeste da cidade. Área que sofreu uma valorização imobiliária a partir da inauguração do Shopping Catuaí em O condomínio selecionado possui cerca de 550 lotes, com infraestrutura própria, pavimentação, redes de esgoto e água potável, portarias, clube, rede de energia e iluminação. No site de divulgação do empreendimento é possível verificar diversas vantagens que são oferecidas aos futuros proprietários. Em relação à valorização do meio ambiente, o empreendimento oferece 135,310 m² de área verde, sendo 61,79 m² por habitante. As opções de lazer interno são compostas por quadras poliesportivas, piscina adulto e infantil, quadra de tênis, campo de futebol e playground. O sistema de segurança é composto por trabalhadores conjugados a um aparato tecnológico de última geração. Sendo o acesso ao empreendimento controlado e informatizado, com a utilização de software de última geração em gerenciamento de triagem e câmeras de alta definição. A administração do condomínio é realizada através da autogestão, os próprios condôminos associados elegem seus diretores a cada dois anos, estes promovem encontros periódicos com autoridades civis e policiais e criaram uma rede de autoproteção mantida por meio de um sistema integrado de comunicação com órgãos como a polícia, o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil. As unidades habitacionais do condomínio são comercializadas a valores expressivos. De acordo com uma busca realizada no site de compra e venda da Folha de Londrina, os valores variavam de 680 mil reais a 2 milhões e 100 mil reais. A pesquisa de campo foi realizada entre os meses de abril e agosto de Uma vez que a entrada e o trânsito no interior do condomínio é altamente controlados, foi solicitada à associação de moradores do empreendimento permissão para a livre circulação entre as obras em andamento, que totalizavam a época 102 e mais seis alvarás de construções liberados. No entanto, por motivos de segurança e privacidade, a associação declinou na autorização. Dessa forma, as visitas ocorreram em oito obras, em fases distintas de execução, e foram realizadas com a colaboração de um proprietário e engenheiro civil responsável por uma delas. A idade dos profissionais e as demais informações foram auto declaratórias e consistiram em: seis pintores, dois pedreiros, dois meio-oficiais de pedreiro, um servente, um eletricista, um gesseiro e dois azulejistas. As atividades que envolvem menor especialização, como pedreiro, meiooficial de pedreiro e servente são as que apresentam menor remuneração, não ultrapassando dois salários mínimos. Enquanto as atividades de azulejista e eletricista ficam em torno de dois salários mínimos e meio. A idade média dos entrevistados é de cerca de 40 anos e o tempo de exercício de atividades na construção civil é em torno de 20 anos. 9

10 Todos os entrevistados residiam em Londrina, mas quatro vieram para Londrina de cidades vizinhas, como Bela Vista do Paraíso e Centenário do Sul. As atividades desenvolvidas anteriormente, tanto por eles quanto pelos pais, estavam ligadas predominantemente a agricultura e a vinda para a cidade se mostrou como uma saída diante do declínio das atividades agrícolas. A escolaridade média é do ensino médio incompleto, sendo que dos quinze, apenas dois chegaram a conclui-lo e um nunca estudou. Em relação à formalização dos contratos de trabalho, seis dos entrevistados estavam trabalhando com carteira assinada, enquanto os outros nove trabalhavam sem registro. Dos nove que não possuíam vínculo empregatício formalizado, somente quatro recolhiam a previdência social como trabalhadores autônomos. Os quatro trabalhadores que vieram de atividades de cidades próximas e desenvolviam atividades agrícolas, todos trabalham com carteira assinada. Conclusões Da análise é possível depreender que diante de uma mudança do modelo econômico brasileiro a partir de 1990, com adoção de políticas voltadas para o enxugamento das atividades do Estado, liberalização do comércio exterior e dos fluxos de capitais estrangeiros para o desenvolvimento, o âmbito local volta a ter destaque. As cidades, neste novo contexto, devem buscar estratégias para dinamizar suas economias. Londrina não fica imune às mudanças macroeconômicas do país. Com o declínio da agricultura a partir da década de 1970 e a falta de uma tradição industrial, o município também buscou novos rumos para o fortalecimento da economia local. Uma das estratégias adotadas é o fortalecimento do setor imobiliário voltado para condomínios de alto padrão. Dessa forma, a especulação imobiliária vem se apresentando como um recurso artificial de aquecimento da economia local. Com a inauguração do Shopping Catuaí na que região sudoeste da cidade em 1990, a região sofre uma valorização imobiliária e se intensificam a construção de condomínios exclusivos voltados para uma população de alto poder aquisitivo. Durante sete visitas realizadas em um desses condomínios, entre os meses de abril e agosto de 2013, foram aplicados questionários a 15 trabalhadores de cinco obras diferentes. Da análise das visitas à obra e dos dados levantados foi possível perceber que a execução das tarefas no canteiro de obra do condomínio é essencialmente artesanal. Dependendo, portanto, em grande medida dos saberes e das habilidades de cada trabalhador, não sendo empregados materiais ou equipamentos tecnológicos que acelerem o processo de construção. Nos canteiros de obras do condomínio o que 10

11 se verificou é que a execução dos processos de produção, mesmo que executados por empresas com pessoal especializado, é predominantemente manual. Também foi possível concluir que, apesar das políticas de desenvolvimento local, adotadas pelo munícipio visando a melhoraria das condições de vida da população local, através do fortalecimento do ramo imobiliário em condomínios e mesmo com os valores expressivos com que as unidades habitacionais destes empreendimentos são comercializadas, a remuneração dos trabalhadores é baixa, ficando nos dois salários mínimos e meio. Não permitindo uma mudança significativa nas condições de vida dessa população trabalhadora de um modo geral. Essa distribuição da renda extremamente desigual entre aqueles que vivem da renda da terra e os que vivem do trabalho, em cidades nas quais o empreendedorismo foi acentuado, como é o caso da construção de condomínios de alto padrão na cidade de Londrina, não é um fenômeno particular, mas segue a atual tendência de desenvolvimento econômico calcado na precarização do trabalho da maioria da população brasileira. Agradecimentos ao Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento (CNPq) pela concessão da bolsa de Iniciação Científica e à prof.ª Dr. Simone Wolff pela orientação. Referências Bibliográficas ALPHAVILLE LONDRINA II, disponível em acessado em julho de BRAGA, Ruy. A maldição do trabalho barato. Boitempo, Disponível em < acessado em maio de BRASIL. Receita Federal. Classificação Nacional de Atividades Econômicas CNAE. Disponível em <http://www.cnae.ibge.gov.br/divisao.asp?coddivisao=41&codsecao=f&tabelabusca=cnae_20 acessado em julho de CAIADO, S. C.; RIBEIRO, T. F. F.; AMORIN, R. L. C. Políticas neoliberais e reestruturação produtiva. In: POCHMANN, Márcio (Org.). Reestruturação produtiva: perspectivas de desenvolvimento local com inclusão social. Rio de Janeiro: Vozes, COSTA, Luciano Rodrigues. Subcontratação e informalidade na construção civil, no Brasil e na França. In: Caderno CRH. Revista do Centro de Recursos Humanos da UFBA, Salvador-BA, v.24, n.62, p , maio/agosto DIAS, Ivan Frederico Lupiano. O desenvolvimento de Londrina: análise histórica, perspectivas e propostas. Disponível em acessado em 15 de julho de

12 DIEESE, Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos. Estudo setorial da construção Estudos e pesquisas, nº 64. Maio de FOLHA DE LONDRINA. Compra e venda. Disponível em: < NA&bairro=ALPHAVILLE&imovel=casa&secao=Compra%20e%20Venda&secao=Lan%E7amen to&grupo=residenciais>. Acessado em junho de FRESCA, Tania Maria. Mudanças recentes na expansão físico-territorial de Londrina. Geografia. Londrina, vol. 11, nº 2, jul/dez HARVEY, David. A produção capitalista do espaço. São Paulo: Annablume, PAULINO, Luis Antonio. O Brasil e a divisão internacional do trabalho no século XXI: exportar commodities é solução?. In: CORSI, Francisco Luiz (et al). Dilemas da globalização: o Brasil e a mundialização do capital. Londrina: Praxis, POCHMANN, Márcio. Desempregados do Brasil. In: ANTUNES, Ricardo (Org.). Riqueza e miséria do trabalho no Brasil. São Paulo: Boitempo, O emprego na globalização: a nova divisão internacional do trabalho e os caminhos que o Brasil escolheu. São Paulo: Boitempo, O desenvolvimento capitalista e divisão do trabalho. In: POCHMANN, Márcio (Org.). Reestruturação produtiva: perspectivas de desenvolvimento local com inclusão social. Rio de Janeiro: Vozes, RUIZ, Mauro Silva. Londrina tecnópolis. ADETEC, WOLFF, Simone. Informatização do trabalho e reificação: uma análise à luz dos programas de qualidade total. Campinas: Editora Unicamp e EDUEL, ZANATTA, Igor Fernando Santini. Segregação residencial em Londrina: os condomínios fechados horizontais e as áreas subnormais Dissertação (Mestrado) Departamento de Geografia, Universidade Estadual de Londrina. Londrina,

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