DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÃO DE COMÉRCIO ELETRÔNICO SEGMENTADO VOLTADO PARA COMPRA COLETIVA

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1 UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO Curso de Engenharia de Computação FABÍOLA CALIXTO MATSUMOTO DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÃO DE COMÉRCIO ELETRÔNICO SEGMENTADO VOLTADO PARA COMPRA COLETIVA Itatiba 2011

2 FABÍOLA CALIXTO MATSUMOTO - RA DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÃO DE COMÉRCIO ELETRÔNICO SEGMENTADO VOLTADO PARA COMPRA COLETIVA Monografia apresentada ao Curso de Engenharia de Computação, da Universidade São Francisco, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Engenharia de Computação. Orientador: Prof. Marcelo Augusto Gonçalves Bardi. Itatiba 2011

3 AGRADECIMENTOS Em primeiro lugar agradeço a Deus, por permitir e me tornar capaz de tantas coisas em minha vida. Por me amparar nos momentos de fraquezas. Por fechar janelas e abrir milhares de portas no caminho que eu escolhi percorrer. A minha família principalmente ao meu esposo e minha filha que mesmo sentindo minha ausência souberam compreender e me motivar durante toda a graduação. E de modo especial me refiro ao professor Marcelo Augusto Gonçalves Bardi pela sua tão importante orientação, dedicação e disposição constante em todos os momentos da realização deste trabalho, proporcionando-me grande estímulo e motivação para realização do mesmo.

4 RESUMO O comércio eletrônico, também conhecido por e-commerce ou loja virtual, contribui para o desenvolvimento, distribuição, produção e vendas pela internet, tornando as transações mais rápidas e econômicas. Os sites de compras coletivas, apresentam ofertas de anunciantes com grandes descontos, possibilitando alcançar consumidores que não seriam atingidos em condições normais, trazendo o cliente para conhecer o seu produto em promoção e, eventualmente adquirir outros produtos. Dessa forma, o objetivo deste trabalho é projetar e desenvolver um sistema segmentado de compra coletiva que tem como diferencial focar uma base de usuários com ofertas específicas aos seus interesses, discutindo os fundamentos da prática e as metodologias de desenvolvimento inerentes a essa classe de aplicação Web. O sistema é desenvolvido em Magento que é uma plataforma completa de comércio eletrônico em código aberto que tem como base o framework Zend, o que lhe permite a separação em MVC. Adicionalmente, a linguagem base da plataforma é PHP, banco de dados MySQL além de outras tecnologias, como XML e AJAX. Neste projeto são abordadas as diversas etapas para a criação, formas de divulgação e administração de um site de compras coletivas. No qual se obteve uma solução customizada funcional. Palavras-chave: E-commerce.tecnologias livres.compra coletiva. magento.

5 ABSTRACT Electronic commerce, also known as e-commerce or online store, contributes to the development, distribution, production and sales over the Internet, making transactions faster and more economical. The group sales sites, offers advertisers have deeply discounted, allowing to reach consumers who would not be achieved under normal conditions, bringing the customer to know your product promotion, and possibly acquire other products. Thus, the objective of this work is to design and develop a segmented system of group sale which is a differential focus on user base with offers specific to your interests, discussing the basics of the practice and development methodologies inherent to this class of Web application. the system is developed in Magento which is a complete e-commerce platform in open source is based on the Zend framework, which allows the separation of MVC. Additionally, the language of the platform is based on PHP, MySQL database and other technologies such as XML and AJAX. This project addresses the various stages for the creation, dissemination and forms of administration of a group sale site. In which he obtained a customized solution functional. Keywords: E-commerce. free technologies. collective purchasing. magento.

6 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO Fundamentação teorica Histórico da Web Comércio eletrônico Comércio eletrônico voltado para compras coletiva O ciclo da compra coletiva Sites de compra coletiva segmentado Tipos de sistemas de compra coletiva Frameworks Web Zend Framework Plataforma oscommerce Plataforma Magento Padrões de Projeto Arquitetura MVC Linguagem de programação e ferramentas PHP JAVASCRIPT AJAX XML Banco de dados Software código aberto MÉTODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO Ferramentas utilizadas Diagramas de caso de uso Protótipos do site Instalação e configuração do Magento Interface do Magento Estrutura de arquivos do Magento Site de compras coletivas customizações Cadastro de cidades para ofertas Criação de categorias e subcategorias Inserindo ofertas para o site Visualizando promoção na página principal... 55

7 Calculando tempo restante da oferta Exibir preço normal e desconto da oferta Exibir quantidade de ofertas vendidas Conexão com redes sociais e microblogs Configurações para realização de uma venda Configurações de pagamento (PagSeguro) Configurações do marketing Configurações gerais pós venda Backup do banco de dados RESULTADOS E DISCUSSÕES CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 83

8 LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS AJAX Asynchoronous JavaScript and XML ASP Active Server Pages ARPANET Advanced Research and Projects Agency CERN Organização Européia de Pesquisa Nuclear CSAIL Laboratório da Ciência da Computação e Inteligência Artificial CMS Content management system CSS Cascading Style Sheets CPF Cadastro de Pessoas Físicas CPU Central processing unit FTP File Transfer Protocol GNU General Public Licence HTML HyperText Markup Language MIT Instituto de Tecnologia de Massachusetts MVC Model, View, Controler MySQL Structured Query Language NCP Network Control Protocol OSI Open Source Initiative OSL Open Source Lab PDF Portable Document Format POO Programação Orientada a Objetos PHP Hypertext Preprocessor PHTML Hypertext Preprocessor Markup Language RAM Random Access Memory RSS Really Simple Syndication SEO Search Engine Optimization SGDB Sistema de gerenciamento de banco de dados SGML Standard Generalized Markup Language SQL Structured Query Language SSL Secure Sockets Layer WAIS Wide Area Information Service W3C Word Wid Web Consortium XML Extensible Markup Language URL Uniform resource locator

9 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1: Tim Berners Lee, o inventor da Web FIGURA 2: Computador NeXT FIGURA 3: Parte da interface do primeiro navegador criado por Tim Berners Lee FIGURA 4: Etapas do ciclo de compra coletiva FIGURA 5: Modelo de um site de compra coletiva segmentada FIGURA 6: Modelo de um site de compra coletiva segmentada FIGURA 7: oscommerce Online demonstração FIGURA 8: Magento Online demonstração FIGURA 9: Arquitetura MVC em aplicações Web FIGURA 10: Diagrama de caso de uso do ator cliente FIGURA 11: Diagrama de caso de uso do ator administrador FIGURA 12: Diagrama de caso de uso do ator sistema FIGURA 13: Protótipo da oferta do dia (página principal) FIGURA 14: Protótipo das ofertas anteriores FIGURA 15: Criando subdomínio: 40 FIGURA 16: Criando banco de dados através do cpanel FIGURA 17: Criando usuário fabiola ao banco de dados FIGURA 18: Todas as permissões foram dadas á usuária fabiola FIGURA 19: Instalação do Magento FIGURA 20: Conexão com o banco de dados FIGURA 21: Frontend default do site FIGURA 22: Painel de login ( interface de administração) FIGURA 23: Backend do site (área administrativa) FIGURA 24: Destacando os diretórios app e skin, que abrigam todos os principais FIGURA 25: dentro do diretório app FIGURA 26: dentro do diretório dos layouts contidos na pasta app FIGURA 27: dentro do diretório dos templates em PHTML, contido na pasta app FIGURA 28: dentro do diretório skin. Esta pasta contém os arquivos CSS, imagens e arquivos JavaScript FIGURA 29: Projeto website compra coletiva FIGURA 30: Cadastrando a loja da cidade de Itatiba FIGURA 31: Lojas de Itatiba e Morungaba mostrada no backend FIGURA 32: Visão das cidades de Itatiba e Morungaba... 49

10 FIGURA 33: Cadastrando categoria para a loja de Itatiba FIGURA 34: Categorias e subcategorias criadas FIGURA 35: Categorias e subcategorias criadas FIGURA 36: Criando atributo quantidade mínima para ativar a oferta FIGURA 37: Criando Cupom FIGURA 38: Criando produto FIGURA 39: Informações de produtos FIGURA 40: Inserindo preço no produto FIGURA 41: Configurando novos produtos para pagina principal FIGURA 42: Relógio Regressivo FIGURA 43: Exibindo Desconto FIGURA 44: Cupons FIGURA 45: Quantidade de ofertas vendidas FIGURA 46: Avisar um Amigo FIGURA 47: Após clicar em Compartilhe no Facebook FIGURA 48: Configuração para desativar pedido de visitante e exibir termos e condições FIGURA 49: Campos adicionais para clientes FIGURA 50: Criando conta vendedor FIGURA 51: Modelo de uma conta vendedor FIGURA 52: Ativando URL de retorno FIGURA 53: Token de segurança gerado FIGURA 54: Configurando PagSeguro no Magento FIGURA 55: Criando Termo de Condição FIGURA 56: 56 Fila de envio de marketing FIGURA 56: 56 de transação personalizado FIGURA 58: Links no rodapé do site FIGURA 59: Alterando URL Padrão FIGURA 60: Alterando Grupo de Clientes FIGURA 61: Alterando Layout de Categorias FIGURA 62: Desligando Módulos do Sistema FIGURA 63: Relatório de Vendas no Período FIGURA 64: Backup pode ser salvo em lugar seguro... 79

11 LISTA DE QUADROS QUADRO 1: Dados Globais da empresa GrounpOn QUADRO 2: Dados da empresa GroupOn no Brasil QUADRO 3: Dados da empresa Peixe Urbano QUADRO 4: Código Relógio Regressivo em JavaScript QUADRO 5: Código desconto QUADRO 6: Código quantidade de ofertas vendidas QUADRO 7: Código exibe mapa de localização da empresa QUADRO 8: Código exibe mínimo para ativar oferta QUADRO 9: Código exibe número de ofertas mínima para ativar ofertas QUADRO 10: Código para envio de oferta destaque por twitter QUADRO 11: Código para compartilhar oferta pelo facebook QUADRO 12: Código para enviar s aos amigos do produto destaque QUADRO 13: Código exibe mensagem Siga-nos no Twitter QUADRO 14: Código em AJAX chama URL checkout para agilizar o processo ao clicar em comprar QUADRO 15: Código alterado de 2 colunas para 1 coluna lateral QUADRO 16: Campo sobrenome pode ser apagado ou comentado QUADRO 17: Validação dos campos de endereço

12 12 1 INTRODUÇÃO Numa sociedade cada vez mais apta à adoção de novas tecnologias, a internet passou a ser uma ferramenta indispensável na vida das pessoas procurando aumentar a qualidade de vida e o bem-estar da sociedade. Do ponto de vista econômico, pode ser utilizada para o comércio eletrônico sendo um diferencial estratégico para os empreendedores e consumidores, pois é uma oportunidade de atuar em ambiente comercial global (LASTRES, 1999). O comércio eletrônico, também conhecido por e-commerce ou loja virtual, contribui para o desenvolvimento, distribuição, produção e vendas pela internet, tornando as transações mais rápidas e econômicas. Por exemplo, nos Estados Unidos, o volume de vendas on-line começou a crescer a partir de 1995, com o surgimento da empresa Amazon, e diversas outras empresas. Já no Brasil este processo começou cerca de cinco anos depois, com diversas lojas iniciando suas atividades on-line (FELIPINI, 2011). Desde então, as vendas de e-commerce não param de crescer no Brasil e no mundo, ainda mais após o surgimento de lojas de compra coletiva. Os sites de compras coletivas são uma nova categoria de e-commerce com algumas particularidades tais como: apresentar ofertas de anunciantes com grandes descontos, possibilitando alcançar consumidores que não seriam atingidos em condições normais, trazendo o cliente para conhecer o seu produto em promoção e, eventualmente adquirir outros produtos. Visando explorar essa nova modalidade de negócio o objetivo deste trabalho é desenvolver um sistema segmentado de compra coletiva que tem como diferencial o uso de ferramentas open souce além de focar uma base de usuários com ofertas específicas aos seus interesses, discutindo os fundamentos da prática e as metodologias de desenvolvimento inerentes a essa classe de aplicação web.

13 13 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Histórico da Web De acordo com SILVA (2008), a Web, palavra de origem inglesa que significa teia, é usada para marcar a rede mundial de computadores, no qual o seu funcionamento é parecido com uma gigantesca teia de aranha, conectando computadores de todo o mundo. A história da Web se confunde com a de seu idealizador e desenvolvedor, o físico britânico Tim Berners-Lee (FIGURA 1). O físico Tim iniciou suas pesquisas durante os anos 1980 quando trabalhava no CERN, com sede em Genebra, visando descobrir uma maneira que permitisse cientistas de todo o mundo compartilhar seus textos e pesquisas de forma eletrônica. Assim, como primeira contribuição, define o conceito de hyperlinks (SILVA, 2008). Fonte: (SILVA, 2008) FIGURA 1 Tim Berners Lee, o inventor da Web. Já em 1990, Tim criou o protótipo do primeiro navegador para rodar em computadores da NeXT, uma empresa fundada por Steve Jobs em A FIGURA 2

14 14 mostra o computador usado por Tim na época, enquanto que a FIGURA 3 mostra partes da interface do navegador de Tim. Fonte: SILVA (2008) FIGURA 2 Computador NeXT. Fonte: SILVA (2008) FIGURA 3 Parte da interface do primeiro navegador criado por Tim Berners Lee.

15 Comércio eletrônico E-commerce, comércio eletrônico, comércio virtual ou loja virtual é a forma de compra e venda por meio da Web. Deste modo, podem-se comprar os mais variados produtos e serviços através das lojas virtuais, escolher, pesquisar colocar todas as descrições como modelo, cor, tamanho, formas de pagamento. Ao final do processo, o cliente recebe, dentro de um prazo determinado, o produto ou serviço em casa (LUPI, 2010). As lojas virtuais surgiram conforme a Web foi evoluindo, se difundindo e se popularizando, o que é possível observar na GRAFICO 1 que mostra uma evolução no aumento em bilhões de compras feitas via Web entre o ano de 2006 a 2010, devido as tantas facilidades e variedades (ARAYA, 2008). Fonte: ARAYA (2008) GRAFICO 1 Volume de negócios na Web. Num primeiro momento, o objetivo maior era diminuir o número de pessoas envolvidas em uma venda, além de auxiliar na globalização da economia através da diminuição de limites geográficos, parcerias e negócios. Entretanto, logo o modelo de atendimento ao cliente também foi evoluindo, pois a internet esta o tempo todo disponível para a troca de informações, por um valor baixo. No início, algumas empresas implementaram os chamados call-centers, que nada mais é do que uma infra-estrutura de um centro de atendimento ao cliente. Logo surgiram os sistemas de informação, os bancos de dados, profissionais de atendimento telefônico e a interação entre voz e dados, que representa o topo de evolução do atendimento virtual. Assim, os recursos de telefonia juntamente com sistemas de banco de dados mais uma

16 16 filosofia de televendas contribuíram para o início do comércio eletrônico que se juntou com os recursos da internet, browsers, servidores Web e provedores de acesso. Em virtude disto os clientes podem fazer suas compras a qualquer hora, sem precisar enfrentar problemas de ordem alheia à sua vontade, como mau-atendimento, trânsito, entre outros (LUPI, 2010). Para PEIXOTO (2001), comércio eletrônico tem conceitos diversos formulados sob diferentes prismas. Segundo o autor: Conceito técnico comércio eletrônico é uma combinação de tecnologias, aplicações e procedimentos negociais que permitem a compra e venda on-line de bens e serviços entre governos, sociedades, corporações privadas e o público. Antes dos fenômenos da internet; Conceito econômico comércio eletrônico é a realização de toda a cadeia de valor dos processos de negócios, realização esta efetuada no ambiente digital; Conceito administrativo (privado) comércio eletrônico é um termo genérico que descreve toda e qualquer transação comercial que se utiliza de um meio eletrônico para ser realizada. Com o uso de tecnologia se obtém a otimização do relacionamento da cadeia de suprimentos até o ponto de venda, bem como a melhora da comunicação entre a empresa e o cliente final; Conceito jurídico comércio eletrônico é a atividade comercial explorada através de contrato de compra e venda com a particularidade de ser este contrato celebrado em ambiente virtual, tendo por objeto a transmissão de bens físicos ou virtuais e também serviços de qualquer natureza. De acordo com BOGO (2000), para entender melhor o funcionamento do comércio eletrônico torna-se necessário entender um pouco sobre o funcionamento do mecanismo de atendimento e vendas por telefone, que foi a primeira tentativa de venda virtual que surgiu no inicio da década de Segundo o mesmo autor, os seguintes conceitos são inerentes ao comércio eletrônico: Desmaterialização Trata-se da substituição do contato físico e do movimento por informações através do telefone, catálogos ou até mesmo um contato virtual; Desintermediação Exclusão de intermediários na cadeia de venda do produto; Grupo de afinidades São serviços e produtos que possuem alguma semelhança quando se trata de consumo e divulgação e que

17 17 oferecem ao consumidor serviços apenas visuais, no qual as características são inquestionáveis em termos de garantias, qualidade e preços. Ainda conforme (BOGO, 2000) o mundo virtual, com filosofias de consumo próprias ainda não claramente estabelecidas e compreendidas, envolve basicamente a facilidade de manipulação de um browser juntamente com ás necessidades do cliente e a oferta de produtos e serviços e serviços até a efetivação da compra, segundo os seguintes critérios: Buy Trata-se da facilidade do consumidor de preencher um pedido de compra onde não existe a necessidade de um contato pessoal. Essas informações são suportadas por múltiplas formas de pagamento e deve ser livre de erros e ágil no processamento do pedido de compras; Learn São informações focadas e direcionadas nas necessidades dos usuários do browser; Shop São informações que se baseiam nas preferências do consumidor e na sequência de ações no browser, que auxiliam o consumidor a tomar decisões; Support Trata-se de um atendimento 24 horas por 7 dias além de toda comunicação referente a pergunta/resposta escrita, além de contar com uma organização de processos e profissionais que identificam um problema e encaminham a solução com rapidez. Além das características próprias de sistemas e-commerce, existem alguns critérios que são comuns com os sistemas tradicionais de comércio segundo (BOGO,2000), que são: Atendimento ao Cliente É necessário estabelecer um canal de comunicação preciso, transparente e veloz, pois é muito importante essa interação no processo de venda, seja virtual ou não, para que os consumidores continuem sendo clientes; Estoque A maneira de gerenciar deve ser similar a de um estoque normal, com informações precisas de custo, giro e tempo de reposição. É muito importante separar fisicamente o estoque dos produtos vendidos pela Web para ganhar eficiência nas vendas; Logística É importante estar preparado para entregar produtos com rapidez e individualmente. Levando em consideração que os custos de transporte não devem ser muito elevados; Merchandising Todos os comerciantes sabem que um produto bem apresentado sai mais rápido das prateleiras. Na Web isso quer dizer preços claros, informações completas dos produtos expostos, imagens

18 18 de qualidade. Deve-se levar em consideração a localização dos produtos. Enquanto os clientes entram nas lojas atraídas pelos produtos expostos na vitrine. Na Web, esses produtos ficam na página inicial; Monitoramento Manter sistemas de monitoramento informatizados e precisos; Promoção Anúncios em jornais, televisão ou revistas estão sendo substituídos por banners animados, promoções hot sell (promoções relâmpagos) ou s; Pagamento É necessário oferecer formas de pagamento diferenciadas na Web, como: boleto, depósito, cheque entre outros; Pós-venda O serviço pós-venda precisa ficar disponível para os clientes na Web, incluindo normas para devolução de produtos, troca, perguntas e respostas mais frequentes e informativos periódicos por s sobre lançamentos, novidades, etc.; Segurança É muito importante que recursos de segurança sejam utilizados, pois a segurança é um dos pontos mais importantes do comércio eletrônico, o cliente ainda tem medo de comprar com cartão pela internet. Portanto processos de encriptação de dados, adoção de SSL devem ser adotados e comunicados com clareza para o consumidor; Vendas Para obter êxito nas vendas, é muito importante uma equipe de vendedores motivados e bem preparados. Na Web, isso pode ser feito com muito mais firmeza e com um custo relativamente menor. Os serviços e produtos oferecidos precisam apresentar informações detalhadas, além de apresentar seus diferenciais em relação aos concorrentes, além de análises de consumidores ou jornalistas referente a qualidade e outras informações importantes que podem ajudar o cliente a decidir a compra com mais rapidez.

19 Comércio eletrônico voltado para compra coletiva De acordo com GAVIOLI (2011) a compra coletiva é uma categoria de loja virtual que tem como principal objetivo vender produtos e serviços com grandes descontos para certa quantidade de pessoas. Segundo FELIPINI (2011) a verdadeira raiz da compra coletiva é chinesa, cuja população, há muito tempo, tem como costume a associação com outros compradores para que assim possam conseguir melhores negociações. A infra-estrutura da internet que foi utilizada como meio para unir e chamar as pessoas para comprar produtos com maiores descontos foi o grande diferencial do sistema de compra coletiva. Ainda de acordo com FELIPINI (2011), a definição de compras coletivas pode adquirir diferentes pontos de vista a partir do ângulo que desejarmos visualizar. Para o usuário da Web, o sistema de compra coletiva é uma forma de comprar produtos ou serviços com descontos generosos. Já para o comerciante, é visto como uma ferramenta de marketing, uma forma eficaz de adquirir clientes em massa. Finalmente, para os empreendedores, compra coletiva representa um novo seguimento negócio a ser explorado. Assim, se bem aplicado representa uma excelente oportunidade de negócio para todos os envolvidos. Uma das primeiras empresas a aderir a compra coletiva foi o site chinês TeamBuy.com.cn, que iniciou suas atividades em 2006, dois anos antes que a empresa GroupOn nos Estados Unidos. De fato, o modelo era bem simples mas já usava compradores na negociação e a internet como intermédio ou seja o modelo de compra coletiva já estava presente no modelo chinês. Mas foi nos Estados Unidos que o modelo de sites de compra coletiva se desenvolveu e passou a ser utilizado em todo o mundo. Nos Estados Unidos o primeiro site de compras coletivas foi o GroupOn, modelo criado por Andrew Mason em novembro Alguns dados a respeito da empresa são apresentados nas TABELAS 1 e 2.

20 20 QUADRO 1 Dados Globais da empresa GrounpOn Sede Chicago USA Atuação Maiores cidades dos Estados Unidos e 29 países Fundação Novembro 2008 Valor estimado 2011* US$ 5 a 7 bilhões Capital fechado Fundos privados Faturamento estimado 2010 US$ 2 bilhões Lucro estimado 5 milhões Clientes cadastrados 70 milhões de cadastrados no mundo Transações realizadas Mais de 50 milhões de cupons vendidos em todo o mundo. Valor médio dos descontos 57% Fonte: FELIPINI (2011); *Valor estimado por analistas de mercado. QUADRO 2 Dados da empresa GroupOn no Brasil Entrada no Brasil Junho de 2010 Sede São Paulo Principal executivo Florian Otto _CEO Cidades ativas 41 Quantidade de clientes cadastrados Quase 10 milhões Fonte: Felipini (2011) Já no mercado brasileiro, o sistema de compra coletiva Peixe Urbano foi pioneiro. O criador foi o jornalista Júlio Vasconcelos e o desenvolvedor de software Alex Tabor, ambos com experiência na área de internet e tecnologia da informação (FELIPINI, 2011). Alguns dados a respeito da empresa são apresentados na TABELA 3.

21 21 QUADRO 3 Dados da empresa Peixe Urbano Sede Rio de Janeiro Fundação Março 2010 Fundadores Julio Vasconcelos, Alex Tabor Cidades ativas 56 Quantidade de clientes cadastrados Cerca de 10 milhões Fonte: FELIPINI (2011) O ciclo da compra coletiva Para que o sistema funcione são necessários um comerciante, compradores interessados no produto e um site de compra coletiva que vai fazer a intermediação entre ambos. Segundo (FELIPINI, 2011) existe um ciclo na compra coletiva mostrado na (FIGURA 4) segue descrição: Fonte: FELIPINI (2011) FIGURA 4 Etapas do ciclo de compra coletiva.

22 22 (I) Comerciante contrata site de compra coletiva: O processo geralmente se inicia com a decisão do comerciante realizar uma promoção. Para o fechamento do acordo entre o comerciante e o site, algumas variáveis importantes devem ser discutidas como, por exemplo; o produto ofertado, o desconto oferecido, o prazo de encerramento da oferta e a duração da oferta. O percentual da venda repassado ao site de compra coletiva também depende do volume de venda dos cupons, sendo parte totalmente interessada no sucesso dessas vendas e deverá utilizar sua experiência na montagem de uma campanha de sucesso. Nos dias atuais alguns setores de negócios como restaurantes, prestadoras de serviços de beleza e estética, concentram a maior parte das ofertas, porém a tendência será ampliar cada vez mais o seu alcance incluindo novos produtos. (II) Site de compra coletiva divulga a oferta: O site de compras coletivas tem o papel de intermediar entre o comerciante e o cliente. Ele é um tipo de corretor que recebe uma comissão de até 50% do valor das vendas, deste modo seu interesse é que as vendas sejam concretizadas e que o comprador fique satisfeito com o produto. Para isso serão montadas páginas de divulgação no site, além de peças publicitárias para chamar a atenção dos compradores na internet. A ferramenta mais importante utilizada neste tipo de negócio é o marketing. Os sites de compra coletiva possuem um imenso cadastro de clientes interessados e diariamente é enviado pelo menos um com novas ofertas. Além de marketing, campanhas são realizadas na internet em inúmeros portais com o objetivo de atrair novos clientes. O número de usuários cadastrados por alguns dos maiores sites do Brasil já atingiu um volume relativamente grande, como, por exemplo; Groupon: 10 milhões; Peixe urbano: 8 milhões; ClickOn: 6 milhões; Oferta única: 2 milhões. Porém é desconhecida a quantidade exata de usuários, até mesmo porque grande parte das pessoas se cadastra em mais de um site. (III) Comprador adquire a oferta: É nesta etapa que o comprador aparece. O comprador pode ter recebido o do site de compra coletiva, se o mesmo já tiver se cadastrado ou pode ter se interessado por algum anúncio de oferta. De qualquer maneira o comprador deverá estar cadastrado no site para que possa efetuar uma compra. O cadastro é muito simples de ser feito, após o cadastro e a confirmação do cadastro através da resposta a um , o usuário passa a receber ofertas enviadas por diariamente. O processo de compra também é bem simples. Após a leitura das condições da oferta, basta clicar no botão comprar e pagar o cupom com cartão de crédito ou transferência bancária. Essa

23 23 operação é realizada em um ambiente seguro das operadoras de cartão ou bancos. É necessária uma quantidade mínima de compradores para que a oferta seja validada. (IV) Site gerencia pagamentos e entrega de cupons: O pagamento é feito no próprio site, a liberação do cupom, fica disponível para o usuário na página de gerenciamento. Logo após o período de oferta, o site de compra coletiva repassa as informações ao comerciante, já descontando o valor da comissão. Uma questão que gera algumas dúvidas é referente aos tributos sobre as transações ocorridas. Há duas transações no sistema de compra coletiva no qual a primeira é uma prestação de serviço do site de compra coletiva para o comerciante. Então, deve ser emitida uma nota fiscal de serviço pelo site de compra coletiva no valor acordado. A segunda transação ocorre entre o comprador e o comerciante no momento de adquirir o produto ou utilizar o serviço. Assim o comerciante deve emitir a nota fiscal constatando o valor do produto e o valor final com o desconto. A nota fiscal pode ser de venda ao comprador, no caso de um restaurante, por exemplo, ou de prestação de serviços. Conseqüentemente o comerciante é o emissor da nota fiscal e responsável pelo pagamento dos tributos devidos. Algumas dúvidas podem surgir com relação a responsabilidade fiscal pelo fato do comprador pagar o cupom para o site de compra coletiva, mas ele é apenas um intermediário, pois quem esta vendendo um produto é o comerciante. Uma situação parecida ocorre com os integradores de meios de pagamento, como é o caso do PagSeguro. Eles também prestam um serviço ao comerciante que inclui o recebimento do valor e o repasse do pagamento, mas, assim como os sites de compra coletiva, não são responsáveis pelo tributo, por serem apenas intermediários prestadores de serviços. (V) Comprador recebe o produto adquirido: Com o cupom em mãos, o comprador pode ir até o local de entrega do produto e receber ou utilizar o serviço. O prazo de validade pode variar de acordo com a promoção e o produto, mas geralmente giram em torno de cinco meses após a aquisição. Logo após o recebimento do cupom, o comprador pode retirar o produto dentro de um prazo de validade pré-estabelecido. A oferta indicará o prazo inicial e final para a utilização do cupom de acordo com a conveniência do comerciante e também do site de compra coletiva. Os comerciantes evitam encaixar as promoções em períodos ou dias de movimento, para não criar problemas que afetem a qualidade no atendimento.

24 Sites de compra coletiva segmentado De acordo com VALLE (2011) o empreendedor digital enfrenta atualmente um cenário favorável e desafiador. O acompanhamento de ofertas em sites de compra coletiva já se transformou em um hábito em grande parte dos internautas, o que inclusive já causou a primeira conseqüência dos sites de compra coletiva, os sites agregadores de ofertas como o Save.Me. A tendência é que esse comportamento venha a ser seguido pelos novos usuários que chegam ao mercado, principalmente os que pertencem às classes C e D, os novos e importantes participantes do mercado digital que já respondem por mais de 50% das compras online. O desafio portanto é desenvolver uma estratégia que não só atraia estes novos usuários, mas que também os fidelize transformando-os em visitantes assíduos dos sites de ofertas. O caminho natural dos sites de compra coletiva daqui para frente é a segmentação e já estamos vendo isso acontecer como mostra a FIGURA 5 e FIGURA 6. Recentemente foram lançados sites de compra coletiva altamente segmentados, como os que tem como destaque pet shops, mercado rural, hoteleiro e até de cursos online. As opções são as mais variadas possíveis e o que cria o diferencial é o foco em uma base de usuários altamente segmentada e ofertas focadas nos interesses dessa base, o que é a tendência que se desenha no cenário atual. Fonte: <http://www.valejunto.com.br/compra-coletiva/ofertas.php> FIGURA 5 Modelo de um site de compra coletiva com segmentação.

25 25 Fonte: <http://radardedescontos.com.br> FIGURA 6 Outro modelo de um site de compra coletiva com segmentação Tipos de sistemas de compras coletivas De acordo FAUST (2011) os principais tipos de sistemas de compras coletivas são: Scripts de compra coletiva: Muitos desses tipos de sites foram traduzidos para o português e adaptados para necessidades brasileiras, e encontram-se à venda pela rede. Há inclusive, versões gratuitas, de código aberto que prometem rodar as promoções ofertas diárias. Porém essa opção é indicada apenas para empreendedores com conhecimentos tecnológico avançado, é preciso fazer customizações que se bem feito pode salvar muito tempo e dinheiro. Plataformas prontas: Essa é uma opção que vem cada vez mais sendo utilizada. No Brasil, ClickOn e Peixe Urbano fizeram associações com grandes companhias de mídia, rodando sistemas em um tipo de parceria. Mas essas são negociações de grande porte, que envolvem grandes marcas dos dois lados. Já entre sites menores, está se tornando cada vez mais comum a associação para o compartilhamento de plataformas. Sistema próprio: Mais indicado para quem tem conhecimentos em programação, experiência com companhias de internet ou fácil acesso a desenvolvedores, além de saber exatamente o que quer. Porém as dificuldades de se desenvolver um sistema são inúmeras, por isso indicada apenas para especialistas pois os riscos são vários. Desenvolver um

26 26 sistema desde o início, pode acabar sendo uma alternativa até mais cara do que usar um sistema pronto. Porém se bem desenvolvido, os benefícios são exclusivos além de uma solução única do mercado Frameworks Web Quando uma empresa procura implementar um sistema de comércio eletrônico de forma a agilizar seus negócios e se tornar mais competitiva, ela possui uma série de soluções técnicas e comerciais para escolher, incluindo soluções empacotadas ou seja soluções baseadas em um framework BOOCH(2004). Uma solução baseada em framework tem como paradigma a capacidade de se desenvolver e implantar novos componentes independentes, dividindo uma solução completa em partes menores que incorporam, além da codificação, a análise e o projeto de uma funcionalidade da solução. O framework poderia ser evoluído continuadamente com a criação de novos componentes responsáveis por novas funcionalidades individuais de cada componente utilizado. Os componentes são facilmente reutilizáveis, pois constituem blocos independentes, com interfaces bem definidas. Assim os benefícios de usar um framework de qualidade usando código aberto são claros em termos de: Redução de custos; Redução de time-to-market; Motivos: Maximização de re-uso (análise, design, código, testes); Desenvolvedores se concentram em adicionar valor em vez de reinventar o que já existe; Menos manutenção; Melhor consistência e compatibilidade entre aplicações; Alavancagem do conhecimento de especialistas; Framework oferece uma forma de empacotar o conhecimento de especialistas sobre domínios de problemas; Assim, não se perde o conhecimento com a saída de especialistas e o conhecimento pode ser usado/estudado sem a presença do especialista.

27 Zend Framework O Zend Framework é um framework para aplicações Web de código aberto, orientado a objetos, que utiliza PHP 5. Foi lançado em 2005 sobre a licença New BSD Licence, aprovada pela OSI. O Zend Framework, muitas vezes chamado de ZF, foi criado para ser uma plataforma leve e flexível, que segue as melhores práticas de programação, já tendo sido adotado por várias grandes corporações incluindo a IBM, Adobe e Oracle (MCCOMBS e BANH, 2009) Plataforma oscommerce Conforme o site oficial oscommerce (2011), este é um framework voltado para o comércio eletrônico lançada em março de 2000, que permite funcionalidades de loja on-line para ser configurada rapidamente com facilidade. E está disponível gratuitamente pois é baseada na filosofia open source, é desenvolvido em PHP e MySQL. O oscommerce conta com uma comunidade grande e ativa, no qual os membros discutem questões referentes ao desenvolvimento do mesmo, a (FIGURA 7) exibe um modelo de loja com a plataforma. Fonte: <http://demo.oscommerce.com> FIGURA 7 Demonstração oscommerce Online.

28 Plataforma Magento Segundo MCCOMBS e BANH (2009) o Magento é uma plataforma de comércio eletrônico open source lançado oficialmente em março de 2008 por Varien (FIGURA 8). O Magento é baseado no Zend Framework o que possibilitou à Varien desenvolver o Magento em um intervalo de tempo relativamente curto, além de permitir a separação em Model-View-Controler (MVC), podendo ser personalizado tendo conhecimentos de HTML, CSS, XML, MySQL, PHP para customizações mais avançadas. Fonte: <http://www.magentocommerce.com/demo> FIGURA 8 Demonstração Magento Online. Uma das grandes vantagens do Magento é que ele permite que sejam projetados múltiplos websites que podem compartilhar da mesma interface, não sendo preciso se conectar a múltiplos locais para administrar vários websites, ou seja o Magento tem capacidade de administrar todos em um único backend. O mesmo ainda oferece suporte a mais de 60 idiomas, múltiplas moedas e taxas de impostos. Isso oferece habilidade de expandir seu negócio facilmente mundialmente (MCCOMBS e BANH, 2009). O CMS possui em sua estrutura de arquivos em três seções principais: núcleo (core), funcionalidade e design. Isso permite fácil atualização de imagens e estilos CSS, sem afetar a funcionalidade do site. A funcionalidade da loja também pode ser customizada

29 29 sem afetar o core do Magento. Como resultado, é possível modificar o programa sem que as atualizações futuras afetem a atual. Oferece também várias funções para emissão de relatórios, que permitem fácil visualização dos relatórios de vendas, produtos mais vendidos e informações dos consumidores. Além de ter um grande apoio da comunidade, conta com um fórum publico e monitoramento de bugs, também tem seu próprio repositório publico de extensões chamado Magento Connect. Uma vez que o Magento está licenciado sob licença de tipo OSL, a Magento Community Edition encontra-se disponível sem qualquer custo adicional. Assim permite que os desenvolvedores e proprietários de websites de E-commerce possam diminuir seus custos com softwares Padrões de Projeto Os padrões de projeto também conhecido como Design Patterns propõe soluções para problemas relacionados ao desenvolvimento de software orientados a objetos. GAMA (1995) relata que a idéia de padrões foi apresentada por Christopher Alexander em 1977 no contexto de Arquitetura (de prédios e cidades): Cada padrão descreve um problema que ocorre repetidamente de novo e de novo em nosso ambiente, e então descreve a parte central da solução para aquele problema de uma forma que você pode usar esta solução um milhão de vezes, sem nunca implementa-la duas vezes da mesma forma. PIMENTEL (2010), diz que os padrões de projetos podem ser classificados em três tipos diferentes: Padrões de criação: Está relacionado ao processo de criação de objetos a partir da instanciação de classes. Padrões estruturais: Os padrões estruturais se preocupam com a forma como as classes e objetos são compostos para formar estruturas maiores. Padrões comportamentais: Preocupam-se com algoritmos e a atribuição de responsabilidade entre objetos ou seja é a maneira na quais objetos interagem.

30 Arquitetura MVC De acordo com GAMA (2000) o MVC tem como principal objetivo: separar dados (Model) da interface do usuário (View) e o fluxo da aplicação (Controller) conforme mostra a FIGURA 9. Consiste em três elementos, conforme descrito abaixo: Modelo ou Model: Representa os objetos de dados. É o que está sendo manipulado e apresentado ao usuário. Visão ou View: Apresentação do modelo na tela. É o objeto que apresenta o estado dos objetos de dados. Controlador ou Controller: Define a forma com que a interface com o usuário reage às entradas de um usuário, ou seja, manipula o objeto. A ideia é permitir que uma mensagem da lógica de negócios possa ser acessada e visualizada através de várias interfaces. Na arquitetura MVC, á lógica de negócios, ou seja, o Model não sabe quantas nem quais as interfaces com o usuário esta exibindo seu estado, a view não se importa de onde esta recebendo os dados, mas ela tem que garantir que sua aparência reflita o estado do modelo, ou seja, sempre que os estados do modelo mudam, o modelo notifica as view para que as mesmas atualizem-se (BAPTISTELLA, 2010). Suas principais características são: Separação entre os códigos, View e Controller que gerencia as relações entre o Model e a View. Separa a lógica de negócios da apresentação. Possui re-usabilidade, é possível criar bibliotecas e adicionar interfaces facilmente. É possível desenvolvê-lo em paralelo, ou seja, pode começar o projeto por qualquer camada. Divide as responsabilidades, ou seja, programadores na programação e Web designers na construção visual do software. Reduz o esforço na manutenção do software, pois as alterações são efetuadas separadamente não afetando as outras camadas do sistema.

31 31 Fonte: GAMMA (2000) FIGURA 9 Arquitetura MVC em aplicações Web. Ainda de acordo com GAMMA (2000), os padrões de projetos auxiliam para um melhor entendimento d a arquitetura MVC, no qual é possível perceber que por traz do MVC pode conter um conjunto de padrões em uma mesma estrutura trabalhando juntos como por exemplo padrão comportamental e padrão estrutural Linguagem de programação e ferramentas PHP A linguagem utilizada no projeto é o PHP, que é uma linguagem de script, muito utilizada para o desenvolvimento de aplicações Web e pode ser embutida no HTML. De acordo com o site oficial do PHP, as maiores vantagens para a escolha do PHP como linguagem de programação são: Eficiente suporte matemático, sistema multiplataforma, suporte a um grande número de banco de dados, código aberto além da simplicidade que oferece em contraposição aos recursos avançados de que dispõe a

32 32 linguagem. Cada porção de código PHP é iniciada pela instrução de processamento <?php e finalizada pela instrução?>. O código é executado do lado do servidor, gerando HTML que então é enviado para o cliente, onde o cliente pode receber os resultados da execução do script, mas não pode ver o código fonte. A linguagem possui diversas funcionalidades como: coletar dados de formulários, gerarem páginas com conteúdo dinâmico ou enviar e receber cookies entre muitas outras funcionalidades JavaScript De acordo com SILVA (2010) JavaScript é uma linguagem desenvolvida para rodar do lado do cliente ou seja a interpretação e o funcionamento da linguagem dependem de funcionalidades do navegador do usuário que tem um interpretador JavaScript hospedado no navegador, então para que a linguagem possa ser executada é preciso um navegador.. Tanto a Microsoft quanto a Netscape desenvolveram interpretadores JavaScript para serem hospedados no servidor, tornando possível rodar JavaScript no lado do servidor. A empresa Mozilla lançou duas versões do interpretador: Spider Monkey escrita em C e Rhino escrita em Java. Com o JavaScript é possível escrever marcação HTML e inserir a marcação dentro de um documento já existente, como: Inserir data/hora, inserir mensagem de boas vindas, gerar HTML de uma página, controlar o comportamento do navegador como: mostrar mensagens ao usuário, criar janelas pop-up, alterar as dimensões do navegador, fechar e abrir janelas, interferir na barra de status, retirar menus, interagir com formulários, interagir com outras linguagens dinâmicas, além da linguagem suportar programação orientada a objetos.

33 AJAX AJAX refere-se a um conjunto de tecnologias que tem como objetivo o carregamento de conteúdos de uma página Web com o uso de JavaScript e XML, HTML, PHP, ASP ou qualquer linguagem de marcação ou programação capaz de ser recuperada de um servidor (SILVA, 2010). O AJAX agiliza as tarefas de requisição ao servidor, ou seja, com ele é possível renderizar uma página, utilizando recursos de scripts rodando pelo lado cliente, buscando e carregando dados em background sem a necessidade de reload da página. Esta técnica só funciona graças a linguagem JavaScript no qual é totalmente dependente (ROSA, 2009). Em uma aplicação Web comum o navegador precisa buscar as informações no servidor e retornar para o cliente, no AJAX acontece de outra maneira. Quando ocorre o carregamento da página, toda a lógica de processamento é passada para o cliente. Então quando o usuário faz uma requisição, quem busca e traz essas informações é o JavaScript de forma assíncrona que impede que aconteça o reload na tela. O script fica responsável pelo tratamento dos dados e formato de exibição. Inicialmente o processo é mais lento que normalmente devido ao fato de que muitas informações estão sendo pré-carregadas. Logo, o site se torna mais rápido pois somente os dados são carregados (ROSA, 2009) XML XML é uma linguagem de marcação de dados extensível no qual provê um formato para descrever dados estruturados que facilita declarações mais precisas do conteúdo. É uma linguagem utilizada para descrever outras linguagens no qual permite que o usuário defina a própria marcação. XML é escrito em SGML, uma metalinguagem padrão para marcação de texto (NESI,2009).

34 Banco de Dados De acordo com SILBERCHATZ (2006) um SGDB, trata-se de uma coleção de dados inter-relacionados e um conjunto de programas para acessar esses dados. A coleção de dados normalmente é conhecida como banco de dados no qual pode conter informações importantes de uma empresa. O objetivo principal de um SGDB é fornecer uma maneira de recuperar informações de um banco de dados eficientemente. O sistema de banco de dados precisa garantir a segurança das informações armazenadas, além do mais o gerenciamento de dados envolve definir estrutura para que informações possam fornecer mecanismos para manipulação de informação. Algumas aplicações do banco de dados: -Banco: Para transações bancárias, informações de clientes, empréstimos, contas. -Transações de cartões de crédito: Para compra com cartão de crédito. -Vendas: Para informações de cliente produto e compra. O banco de dados utilizado no projeto é o MySQL que é um SGDB Open Source, que utiliza a linguagem SQL como interface (site oficial do MySQL). Algumas de suas características são: - Facilidade de uso -Portabilidade - É um software livre - Compatibilidade com linguagens de programação como: (PHP, ASP,Java, Delphi, C/C++, Ruby, Phython) -Não exige muitos recursos de hardware -Excelente desempenho e estabilidade -Suporta Triggers Além de ser executado em mais de 20 plataformas como: Linux, Windows, Solaris, Mac OS, etc.

35 Software código aberto Em 1983, Richard Matthew Stallman lançou o Projeto GNU, para criar um sistema operacional gratuito, do tipo Unix. Esse projeto levou a criação de softwares livres como o gcc, o GNU C Compiler, entre outros softwares livres instrumentais que originaram o Linux (MCCOMBS e BANH, 2010). O software open source deve oferecer acesso ao código-fonte como também ser distribuídos como software livre. O que dá ao usuário o direito de modificar, redistribuir, e utilizar o software, seja em formato modificado ou não CAMPOS (2006).

36 METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO Ferramentas utilizadas Linguagem de Programação PHP Framework Web Magento na versão Banco de Dados MySQL Diagramas de caso de uso Os diagramas apresentados a seguir representam os caso de uso do sistema. Os três atores são o cliente, o administrador e o sistema. A FIGURA 10 representa o cliente que possui os processos "Cadastrar cliente", "Efetuar compra", "Obter cupom", "Autenticar cliente" e "Listar histórico de compras". FIGURA 10 Diagrama de caso de uso do ator cliente.

37 37 Os processos do administrador mostrado na FIGURA 11 são: "Cadastrar oferta" e "Cadastrar fornecedor". FIGURA 11 Diagrama de caso de uso do ator administrador. Já o sistema possui os processos: "Processar pagamento", "Disponibilizar oferta", "Desativar oferta", "Notificar resultado da oferta", "Notificar oferta ao cliente" representado na FIGURA 12. FIGURA 12 Diagrama de caso de uso do ator sistema.

38 Protótipos do site Na FIGURA 13 é mostrado o protótipo da página principal com as principais funcionalidades de um site de compra coletiva. FIGURA 13 Protótipo da oferta do dia (página principal) Já em ofertas anteriores é possível visualizar a segmentação, onde o cliente poderá verificar as ofertas por categoria como mostra a FIGURA 14.

39 39 FIGURA 14 Protótipo das ofertas anteriores Instalações e configurações do Magento Para instalação do Magento é preciso um servidor Web rodando ou servidor local, que tenha suporte a PHP além de um servidor de banco de dados, foram utilizados para instalação um servidor Web na plataforma Linux, servidor Apache, PHP e banco de dados MySQL. Primeiramente foi criado um subdomínio (FIGURA 15) que pode ser acessado através do endereço logo em seguida um novo banco de dados com o nome de loja_virtual foi criado através do cpanel como mostra a FIGURA 16.

40 40 FIGURA 15 Criando subdomínio: FIGURA 16 Criando banco de dados através do cpanel. Logo em seguida foi criado um usuário com o nome de fabiola que irá acessar a base de dados (FIGURA 17) e foi dado todos os acessos a este usuário (FIGURA 18).

41 41 FIGURA 17 Criando usuário fabiola ao banco de dados. FIGURA 18 Todas as permissões foram dadas á usuária fabiola. Neste momento é possível acessar diretamente o servidor, através do endereço e ser direcionado ao programa de instalação (FIGURA 19).

42 42 FIGURA 19 Instalação do Magento. Depois de aceita a licença, é preciso informar o servidor de banco de dados, login, senha, ou seja, aquelas informações que foram criadas anteriormente através do cpanel, será necessário informar o e senha do administrador em seguida (FIGURA 20). Feito isso está pronto, será mostrado o login e senha do administrador que já poderá acessar a parte administrativa do site através do endereço e a página principal através do subdomínio criado anteriormente. FIGURA 20 Conexão com o banco de dados.

43 Interface do Magento De acordo com MCCOMBS e BANH (2009) o Magento é composto por duas interfaces diferentes. Existe uma interface pública aberta a todos que visitam o website, e uma interface de administração que pode ser visualizada apenas por aqueles que possuem acesso. A interface pública do Magento permite o usuário manipular a forma pela qual a loja é projetada e também alterar como é feita a promoção dos produtos. Com o Magento é possível editar layout, esquema de cores, fotos e conteúdo para que se encaixem á cada situação em particular a FIGURA 21 mostra a frontend padrão do Magento MCCOMBS e BANH (2009). FIGURA 21 Frontend default do site. Já a interface de administração é responsável por controlar tudo que é visualizado na interface pública. Nela, é possível gerenciar e examinar pedidos, atualizar informações de clientes e adicionar novos produtos à loja MCCOMBS e BANH (2009).

44 44 É possível se conectar à interface administrativa do site acessando o endereço: Uma vez feito o login (FIGURA 22), o administrador será redirecionado para o painel administrativo (FIGURA 23). FIGURA 22 Painel de login ( interface de administração). FIGURA 23 Backend do site (área administrativa) Estrutura de arquivos do Magento De acordo com MCCOMBS e BANH (2010) a arquitetura de templates do Magento foi estruturada com o objetivo de permitir a atualização de múltiplas páginas ao mesmo tempo, o mesmo separa a camada de conteúdo da camada de apresentação. Um tema pode ser dividido nas três áreas:

45 45 Templates em PHTML O PHTML é herdado do Framework Zend. Semelhante ao HTML, os arquivos PHTML são responsáveis pelo core dos temas do Magento, oferecendo uma estrutura básica da loja. Layouts em XML Os layouts em XML podem ser utilizados para especificar quais blocos devem ser exibidos em um grupo de páginas. Nos quais esses blocos podem ser: textos, imagens, um carrinho de um cliente, etc. A skin Esta sessão skin refere-se a uma pasta que contém os arquivos CSS, imagens e arquivos JavaScript. Basicamente, todos os arquivos não relacionados a estrutura são colocados nessa pasta. Fazendo uma analogia: É possível pensar nos temas do Magento como um jogo de futebol americano no qual os layouts em XML são o livro de jogadas e definem o que o arquivo PHTML deve carregar. Os arquivos PHTML são os jogadores, cada um seguindo a própria rota. Skin representa as cores dos uniformes dos jogadores. Os templates em PHTML e os layouts em XML estão contidos no diretório app, enquanto os arquivos e pastas da skin estão todos contidos no diretório da skin, a FIGURA 24 mostra os arquivos visualizados através de um FTP. FIGURA 24 Destacando os diretórios app e skin, que abrigam todos os principais componentes de um tema do Magento.

46 46 No diretório app para navegar até a página do tema-padrão é possível encontrar as pastas layout e template (FIGURA 25) no qual estão contidos na pasta template todos os templates ems PHTML (FIGURA 26), enquanto os arquivos de layout XML, estão na pasta layout conforme mostra a FIGURA 27. FIGURA 25 No diretório app. FIGURA 26 No diretório dos layouts contidos na pasta app.

47 47 FIGURA 27 No diretório dos templates em PHTML, contido na pasta app. A FIGURA 28 mostra os arquivos dento do diretório skin. Onde todos os arquivos CSS,HTML, JavaScript estão contidos. FIGURA 28 No diretório skin. Esta pasta contém os arquivos CSS, imagens e arquivos JavaScript.

48 Customizações no site de compra coletiva Depois de instalado o Magento, configurado seu idioma, moeda, dentre outras configurações iniciais, o próximo passo foi configurar e customizar o Magento para que ele seja transformado em um modelo de site de compra coletiva Cadastro de cidades para as ofertas Primeiramente é preciso ter as cidades onde serão disponibilizadas as ofertas. O projeto utilizará a cidade de Itatiba e Morungaba. As duas cidades serão administradas em um único backend, pois o Magento possui um gerenciamento de múltiplas lojas e as ofertas serão separadas por cidade e categoria. De acordo com SAM (2010) essa funcionalidade já está implementada e é composta por website, loja e visão e cada uma dessas citadas tem uma função: Website: O website funciona com um shopping pois dentro dele torna-se possível ter várias lojas que no projeto serão as cidades de Itatiba e Morungaba. No projeto o webstite será chamado de Website compra coletiva como mostra FIGURA 29. FIGURA 29 Projeto website compra coletiva. Loja: É nesse ponto que as lojas são criadas (FIGURA 30 e FIGURA 31) (Itatiba/Morungaba), elas funcionam como um ponto de venda pois cada cidade é um ponto de venda que pode vender produtos distintos. No projeto cada cidade irá funcionar como um

49 49 grande lojista onde poderá criar um ponto de venda para cursos, eletrônicos, roupas, estética, etc. FIGURA 30 Cadastrando a loja da cidade de Itatiba. FIGURA 31 Lojas de Itatiba e Morungaba mostrada no backend. Visão: A visão funciona como a vitrine da loja (a parte visual), somente uma visão por vez pode ser apresentada, porém uma loja pode ter diversas visões (FIGURA 32). FIGURA 32 Visão das cidades de Itatiba e Morungaba.

50 Criação de categorias e subcategorias Os produtos ou promoções são separados por cidade e cada produto esta vinculado a uma categoria. Sendo assim foi preciso criar uma categoria principal para cada loja criada (FIGURA 33) e na seqüência criar uma subcategoria que se refere ao tipo de produto disponível no site (FIGURA 34). Logo é possível a visualização da segmentação na frontend (FIGURA 35). FIGURA 33 Cadastrando categoria para a loja de Itatiba.

51 51 FIGURA 34 Categorias e subcategorias criadas. FIGURA 35 Categorias e subcategorias criadas.

52 Inserindo ofertas no site De acordo com FAUST (2011) a oferta deve ser muito bem trabalhada pois se o cliente abre a oferta e vê uma imagem tentadora, um preço irresistível, com um texto e descrição bem informativo no qual dá detalhes de como o cliente irá se divertir se participar daquela promoção. No canto da tela um relógio marca o tempo em contagem regressiva. O cliente vai achar que é preciso comprar e logo! É muito importante uma oferta bem apresentada, pois esse tipo de negócio trata-se de compras por impulso SAM (2011). Conforme MCCOMBS e BANH (2010) no Magento é possível observar que existem seis tipos de produtos que podem ser cadastrados. Segue descrição: 1-) Produto Simples: Como o próprio nome já diz é um produto simples porém com muitos recursos. 2-) Produto Configurável: Permitem aos consumidores escolherem atributos referentes a compra como: cor, tamanho. Ex: sapatos, roupas. 3-) Produto Agrupado: Permite que seja vendido um grupo de produto simples que tenha sido agrupado. Ex: Uma camisa e uma gravata que combina com talheres (colheres, facas, garfos). 4-) Produto Virtual: Produtos virtuais podem ser adquiridos mais tipicamente não são produtos físicos. Ex: Um cupom (que será utilizado no site de compra coletiva), garantias, suporte técnico, etc. 5-) Pacote de Produtos: É um produto que é a soma de outros produtos. Ex: Livros em série, computadores e seus acessórios como: gabinetes, CPU, memórias RAM, monitores. 6-) Produto Digital: Sua entrega pode ser feita através de download após a compra. Ex: arquivos PDF, softwares, cupons, fotos, imagens, música. Além do tipo de produto a ser vendido é necessário informar também o grupo de atributos deste produto comercializado. O Magento traz por padrão o grupo padrão que é um conjunto de atributos genéricos para um produto. Porém ele oferece a opção de criar novos grupos de atributos, assim é possível criar grupos especializados para determinados produtos como exemplo: Um CD que possui faixas de músicas, ou um livro que possui informações como: autor, número de páginas, etc.

53 53 É possível personalizar um grupo de atributos para vender um cupom promocional. Assim para começar serão criados todos os atributos que serão necessários e que ainda não existem cadastro no Magento, como por exemplo: a quantidade mínima para cadastrar ofertas, entre outras peculiaridades que a oferta venha oferecer. A FIGURA 36 mostra o atributo quantidade mínima para ativar a oferta que será utilizada mais adiante. FIGURA 36 Criando atributo quantidade mínima para ativar a oferta. Depois de criado o atributo qtd_min_ativar_oferta terá que ser criado o atributo cupom (FIGURA 37) FIGURA 37 Criando Cupom.

54 54 Logo em seguida foi criado um produto mostrado na FIGURA 38, na seqüência as informações dos produtos (FIGURA 39) e preço do produto (FIGURA 40). FIGURA 38 Criando produto. FIGURA 39 Informações de produtos.

55 55 FIGURA 40 Inserindo preço no produto Visualizando promoção na página principal A oferta do dia deverá ficar na página principal da loja, para isso foi editada á página home, que por padrão é a página a ser exibida inicialmente na frontend. Foi utilizado um recurso do Magento chamado Widget (FIGURA 41). FIGURA 41 Configurando novos produtos para pagina principal.

56 Calculando tempo restante da oferta A fim de exibir um temporizador que mostra em tempo real quanto tempo falta para a oferta terminar, foi implementado um recurso do tipo timer. Esta fase do projeto envolve a customização de recursos que não estão prontos no Magento. Portanto foram criadas as próprias funcionalidades personalizadas para que assim possam se adaptar ao sistema as necessidades. Para isso foi inserido um código JavaScript que funciona como um contador regressivo e atualizará a página constantemente, exibindo o cronômetro com o tempo restante como mostra a FIGURA 42. Em primeiro lugar a preocupação não é com a parte gráfica do relógio e sim com a funcionalidade e eficiência do sistema. Segue código JavaScript do cronômetro e regressivo inserido no arquivo new_list.phtml. QUADRO 4 Código Relógio Regressivo em JavaScript. <!-- CODIGO ADICIONADO DENTRO DA DIV f-fix --> <script type="text/javascript"> function cal_time( secs, num1, num2 ) { var s = ((num1==3600)? ((Math.floor(secs/num1))).toString() : ((Math.floor(secs/num1)%num2)).toString()); if ( s.length < 2 ) s = "0" + s; return ""+ s +""; } <?php $data_limite = Mage::getModel('catalog/product')- >getresource()->formatdate( $_product->getnews_to_date(),false ).' 23:59:59';?> var dt_fim = "<?php echo gmdate("m/d/y h:i:s A", strtotime( $data_limite ));?>"; var dt_ini = "<?php echo gmdate("m/d/y h:i:s A", strtotime( Mage_Core_Model_Locale::date(null, null,"en_us",true)));?>"; function Contador(secs) { if (secs < 0) { document.getelementbyid("cntdwn").innerhtml = "<span

57 57 class='hour'>00</span>:<span class='min'>00</span>:<span class='sec'>00</span>"; //vc pode esconder botao de compra aqui usando um display none! return; } DisplayStr = DisplayFormat.replace(/%%D%%/g, cal_time(secs,86400,100000)); DisplayStr = DisplayStr.replace(/%%H%%/g, cal_time(secs,3600,96)); DisplayStr = DisplayStr.replace(/%%M%%/g, cal_time(secs,60,60)); DisplayStr = DisplayStr.replace(/%%S%%/g, cal_time(secs,1,60)); document.getelementbyid("cntdwn").innerhtml = DisplayStr; if ( RelogioOn ) settimeout("contador(" + (secs+countstepper) + ")", SetTimeOutPeriodo); } if ( typeof(displayformat) == "undefined" ) DisplayFormat = "<span class='hour'>%%h%%</span>:<span class='min'>%%m%%</span>:<span class='sec'>%%s%%</span>"; if ( typeof(relogioon) == "undefined" ) RelogioOn = true; if ( typeof(countstepper)!= "number" ) CountStepper = -1; CountStepper = Math.ceil(CountStepper); if (CountStepper == 0 ) RelogioOn = false; var SetTimeOutPeriodo = (Math.abs(CountStepper)-1)* ; document.write("<span id='cntdwn'></span>"); //pode ser colocado direto no codigo tb! var dthen = new Date(dt_fim); var dnow = new Date(dt_ini); var ddiff = (CountStepper>0)? new Date(dnow-dthen) : new Date(dthen-dnow); var gsecs = Math.floor(ddiff.valueOf()/1000); Contador(gsecs); </script> <!-- FIM DO CODIGO ADICIONADO -->

58 58 FIGURA 42 Relógio Regressivo Exibir preço normal e desconto da oferta No site serão exibidos dois preços, o normal e o promocional. O calculo dinâmico de percentual de desconto aplicado ao produto foi adaptado, pois não esta implementada no Magento. Foi incluída a linha de código em PHP dentro do arquivo new_list.phtml. QUADRO 5 Código desconto. <!-- CODIGO ADICIONADO ABAIXO DA LINHA getpricehtml --> <p style="clear: both;">desconto de <?php echo (100-ceil(($_product- >getspecial_price() / $_product->getprice()) * O que o código acima fez foi receber os preços (normal e promocional) e depois aplicar um cálculo matemático simples para chegar ao percentual de desconto aplicado no produto, como mostra a FIGURA 43.

59 59 FIGURA 43 Exibindo Desconto Quantidade de ofertas vendidas Com o fim de concluir as customizações da tela de promoção em destaque, foi implementado um código que exibe a quantidade de ofertas vendidas e informa quantas ainda faltam vender para que a oferta entre em vigor. Foram utilizados alguns daqueles atributos do tipo cupom que foi criado anteriormente. Primeiramente foi criado o código de como exibir o número de vendas mínimas exigidas para que a oferta entre em vigor. Anteriormente foi criado um atributo chamado qtd_min_ativar_oferta que foi utilizado nesta etapa do projeto. Dentro do arquivo news_list.phtml foi inserido o código a seguir que é responsável por chamar o atributo produto: QUADRO 6 Código quantidade de ofertas vendidas. <!-- CODIGO ADICIONADO ABAIXO DO foreach --> <?php $_product->load( $_product->getid() );?>... <!-- CODIGO ADICIONADO ABAIXO DO desconto --> <?php $qtd_ativar = $_product->getresource()- >getattribute('qtd_min_ativar_oferta')->getfrontend()->getvalue( $_product );?> <p style="clear: both;">mínimo de <?php echo $qtd_ativar;?> para ativar a Oferta!</p>

60 60 Depois de chamar um atributo do produto, é possível fazer o mesmo para exibir o mapa de localização da empresa ao lado de sua descrição. Foi criado um campo para o Google maps com o nome de url_google_maps. Então o código ficou da seguinte maneira: QUADRO 7 Código exibe mapa de localização da empresa. <!-- CODIGO ADICIONADO ABAIXO DO script de timer --> <!-- mais informacoes sobre google maps em: BR/apis/maps/documentation/staticmaps/ --> <img src="http://maps.google.com/maps/api/staticmap?center=<?php echo $_product->getresource()->getattribute('url_google_maps')- >getfrontend()->getvalue( $_product );?>&zoom=14&size=400x400&markers=color:red label:a <?php echo $_product->getresource()->getattribute('url_google_maps')- >getfrontend()->getvalue( $_product );?>&sensor=false" alt="mapa localizacao google"> Logo foi preciso criar um método que exibe quantos itens já foram vendidos ou solicitados esse foi um pouco mais trabalhoso, pois envolve as regras de negócios particulares da empresa como exemplo: Existe uma diferença entre comprar e pagar no Magento. Quando um cliente compra o produto/cupom automaticamente é gerado um pedido que fica sob status de pendente até que o pagamento seja confirmado ou recusado. Então até esse ponto já é possível observar que já existe uma decisão estratégica que irá contar e exibir na tela o número de pedidos realizados (somando pendentes e faturado) ou apenas somar os que foram pagos/faturados. Nesse caso foi escolhida a opção de exibir apenas os pedidos confirmados com pagamento. Então será enfrentado um problema. Já que os operadores de cartão de crédito podem levar até quarenta e oito horas para aprovar um pagamento e depósito bancário também só é compensado no dia seguinte. E se for usado um sistema anti-fraude o tempo de resposta pode ser ainda mais lento. Ou seja, é possível ter pedidos que tenham pagamentos confirmados em até uma semana depois de realizado o pedido. Então se imaginar a situação faltando uma venda para ativar a oferta, o tempo se esgotando e o site com mais de dez pedidos em aberto aguardando confirmação de pagamento.

61 61 Uma outra estratégia seria informar sempre um número alto de cupons no estoque (FIGURA 44), algo como (dez mil). Assim, tudo que teria que fazer é subtrair dez mil pela quantidade de itens atual em estoque do produto para saber quantos foram vendidos. Isso resolve dois problemas citados acima. Não é preciso controlar datas de pedidos, e não importa se foi comprados para amigos ou não, o que importa é somente a quantidade que resta em estoque. O único problema é que sempre um pedido é feito (pendente) é dado baixa no estoque. Então será contado os pedidos pendentes e pagos. FIGURA Cupons. Porém quando um pedido pendente é cancelado, a quantidade deste pedido volta ao estoque. Então no final das contas, se for cancelado todos os pedidos pendentes e manter apenas os pedidos pagos, será obtido um valor real de cupons vendidos. Um bom sistema de pagamento, bem integrado, de resposta rápida, pode fazer toda a diferença SAM(2011). Para tentar manter a simplicidade foi optado pela opção de controlar apenas o estoque com base nos dez mil itens. Porém é possível criar outras soluções. Abaixo é mostrado o código que foi utilizado para controlar a quantidade vendida através do numero em estoque. QUADRO 8 Código exibe mínimo para ativar oferta. <!-- CODIGO ADICIONADO ABAIXO DO minimo p/ ativar --> <?php $qtd_vendida = ( Mage::getModel('cataloginventory/stock_item')- >loadbyproduct($_product)->getqty());?> <p style="clear: both;">foram Vendidos <?php echo $qtd_vendida;?> Cupons</p>

62 62 Depois que se obtém o número de ofertas vendidas, é possível verificar se o seu valor ultrapassa o número de ofertas mínimas para entrar em vigor através do código listado abaixo: QUADRO 9 Código exibe número de ofertas mínima para ativar ofertas. <!-- CODIGO ADICIONADO ABAIXO DO foram vendidos --> <p style="clear: both;">oferta <?php if ($qtd_vendida>=$qtd_ativar) echo 'ativa'; else echo 'em stand by';?></p> FIGURA 45. Isso irá informar aos visitantes se a oferta já está valendo ou não como mostra a FIGURA 45 Quantidade de ofertas vendidas.

63 Conexão com redes sociais e microblogs Atualmente as mídias sociais estão crescendo rapidamente, e tudo indica que continuarão crescendo cada vez mais. E um site de compras coletivas casa muito bem com redes sociais SAM (2011). Como o Magento não oferece muitos recursos nativos de compartilhamento de mídias sociais será preciso customizar. Com o Magento é possível que a página do produto em oferta seja enviada para um amigo, a página também pode ser divulgada em uma lista de RSS (recurso já implementado). Redes sociais como orkut, facebook, linkedin, livemocha ou microblogs como o twitter. é possível criar e customizar na aplicação. De acordo com SAM (2011) uma pesquisa realizada pela escola Magento no setor de compra coletiva foi possível verificar que muitos sites do setor não utilizam essas poderosas ferramentas para divulgação. Outros disponibilizam apenas suas páginas oficiais (facebook, orkut, twiter) para quem quiser segui-los. E os que usam para divulgar a oferta, ainda o fazem de um jeito muito particular, ou seja, não existem padrões a serem seguidos. Em meio a tantas possibilidades será implementado no site um exemplo da rede social facebook e outro do microblog twiter. Mas a partir deles é possível expandir a idéia para outros meios de divulgação social. Então foi aberta a página de oferta em destaque, o arquivo new_list.phtml e inserido o seguinte código para o twitter: QUADRO 10 Código para envio de oferta destaque por twitter. <!-- CODIGO ADICIONADO ACIMA DO nome do produto --> <p style="clear: both;"><a href="http://twitter.com/home?status=<?php echo $this- >striptags($_product->getname(), null, true)?>.:http://modelo.fcmdesign.com.br/" target="_blank">twittar esta Oferta!</a></p>

64 64 Nesse caso foi usado o nome da própria oferta. Mas poderia ser criado um atributo novo para o produto/cupom chamado msg_twitter, e personalizar essa mensagem no backend sempre que for criado uma nova oferta. O mesmo poderia ser feito para o facebook ou qualquer mídia social. E quanto a divulgação pelo facebook, poderia ser utilizado um recurso do próprio facebook chamado de Curtir/Like. Ou escrever no murar para compartilhar com os amigos do usuário, como o código abaixo: QUADRO 11 Código para compartilhar oferta pelo facebook. <!-- CODIGO ADICIONADO ABAIXO DO twittar --> <p style="clear: both;"><a href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http://loja.fcmdesign.com /&t=<?php echo $this->striptags($_product->getname(), null, true)?>." target="_blank">compartilhe no Facebook!</a></p> Para que o usuário possa enviar s aos amigos referente a oferta, foi utilizado um recurso nativo do Magento bastando inserir o código abaixo na página. QUADRO 12 Código para enviar s aos amigos do produto destaque. <!-- CODIGO ADICIONADO ABAIXO DO compartilhar facebook --> <p><a href="<?php echo $this->helper('catalog/product')- >get tofriendurl($_product)?>"><?php echo $this-> (' to a Friend')?></a></p> O resultado é mostrado na FIGURA 46 e ao clicar no link o usuário será direcionado para o facebook conforme FIGURA 47.

65 65 FIGURA 46 Avisar um Amigo. FIGURA 47 Após clicar em Compartilhe no Facebook. Inegavelmente que além de conectar essas mídias de divulgação nas ofertas, também é interessante ter um link para a página oficial do twiter e /ou facebook. Um link simples como o mostrado abaixo já resolve o problema:

66 66 QUADRO 13 Código exibe mensagem Siga-nos no Twitter. <a href="http://twitter.com/fcmdesign">siga-nos no Twitter</a> Configurações para realização de uma venda Logo após uma série de customizações e configurações torna-se possível trabalhar na tela de checkout do sistema, no qual entram em discussão a forma de pagamento, cadastro do cliente, entre outros detalhes a serem tratados. Em primeiro lugar, quando o usuário clicar no botão comprar ele não será direcionado para uma tela de carrinho de compras mais pode ser direcionado para uma tela de checkout. Com a finalidade de facilitar o máximo do processo, já que a essência desse modelo de vendas é baseada na compras por impulso. Então o que for possível fazer para agilizar e simplificar deve ser feito. Essa alteração pode ser feita no arquivo new_list.phtml é onde esta sendo feita toda a customização. Atualmente o que o botão de compras faz, é chamar uma URL, que adiciona o produto ao carrinho de compras e depois redireciona a página. O que foi feito foi alterar a ação desse botão. Será adicionado o produto ao carrinho por AJAX assim que o cliente entrar na página (para agilizar o processo), e quando ele clicar no botão comprar será chamado a URL de checkout (como um link). QUADRO 14 Código em AJAX chama URL checkout para agilizar o processo ao clicar em comprar. <!-- CODIGO ADICIONADO ABAIXO DO ->issaleable() --> <button type="button" title="<?php echo $this-> ('Add to Cart')?>" onclick="setlocation('<?php echo $this->geturl('checkout')?>')"><span><span><?php echo $this-> ('Add to Cart')?></span></span></button> <script type="text/javascript"> //<![CDATA[ new Ajax.Request( "<?php echo $this->getaddtocarturl($_product)?>", { method: 'post', oncomplete: function(transport) {} }); //]]> </script>

67 67 A tela de checkout tem quatro etapas: Identificação, informação de cobrança, forma de pagamento e confirmar pedido. No projeto serão mantidas todas as etapas, porém com algumas customizações. A parte de identificação é de extrema importância, é preciso tomar cuidado nas configurações de backend para evitar que visitantes efetuem compras, logo foi desativada a opção que permite que visitantes façam pedidos e sim para exibir termos e condições (FIGURA 48). FIGURA 48 Configuração para desativar pedido de visitante e exibir termos e condições. Para deixar a tela cheia, sem aquela coluna lateral que exibe os passos dos processos, foi preciso editar o checkout.xml como mostrado abaixo. QUADRO 15 Código alterado de 2 colunas para 1 coluna lateral. <!-- alterado template da reference root de 2columns para 1column em checkout_onepage --> <action method="settemplate"><template>page/1column.phtml</template></action > cupom. O passo 2 foi chamado de beneficiário, ou seja a pessoa a quem se destina o

68 68 O passo 3 foi referente a opções de pagamento e o passo 4 é referente a exibição de uma caixa com termos de uso do site. A página de informações de cobrança foi renomeada para beneficiário, nela encontra-se muitas informações pessoais e de endereço porém não será preciso tanta informação. O problema são os campos obrigatórios do cadastro de novo usuário. Pois a validação dos campos são feitas client-side e server side, ou seja duas vezes (por questões de segurança). Então nesse ponto é possível ter duas opções básicas. Desligar as validações básicas feitas no JavaScript ou PHP ou ocultar os input s e deixar um value preenchido por padrão para todos os cadastros. A segunda opção é a mais fácil e rápida de implementar, porém menos elegante. Por isso foi usado a primeira opção. O arquivo billing.phtml foi aberto e apagados os campos que não são necessários no cadastro. Os campos julgados necessários foi tirado a opção de validação e removido o valor required-entry do atributo class do input. No código alguns campos que foram considerados desnecessários foram retirados como: Last name, profissão, além de vários campos referente ao endereço, fax, etc. No backend ainda é possível adicionar os campos CPF e data de nascimento como mostra a FIGURA 49. FIGURA 49 Campos adicionais para clientes. Nesse momento o sistema não fará mais a validação de client-side em JavaScript, mais ao chegar no server-side, a validação em PHP entra em ação e interrompe o processo com um alerta de erro. Então o usuário será direcionado para o arquivo Customer.php e

69 69 Abstract.php onde está localizado uma função validate () que faz a validação dos campos do formulário novamente. Dentro da função é encontrado diversas linhas com Zend_Validate e o nome dos campos que estão sendo validados. Bastando apagar ou comentar as validações que desejar retirar. Neste caso foi apenas o campo Sobrenome, pois os campos Fax e Profissão não eram obrigatórios. QUADRO 16 Campo sobrenome pode ser apagado ou comentado. if (!Zend_Validate::is( trim($this->getlastname()), 'NotEmpty')) { $errors[] = $customerhelper-> ('The last name cannot be empty.'); } Ainda o arquivo Abstract.php fica localizado a validação dos campos de endereço. QUADRO 17 Validação dos campos de endereço. if (!Zend_Validate::is($this->getStreet(1), 'NotEmpty')) { $errors[] = $helper-> ('Please enter the street.');} if (!Zend_Validate::is($this->getCity(), 'NotEmpty')) { $errors[] = $helper-> ('Please enter the city.'); } $_havingoptionalzip = Mage::helper('directory')- >getcountrieswithoptionalzip(); if (!in_array($this->getcountryid(), $_havingoptionalzip) &&!Zend_Validate::is($this->getPostcode(), 'NotEmpty')) { $errors[] = $helper-> ('Please enter the zip/postal code.'); } if (!Zend_Validate::is($this->getCountryId(), 'NotEmpty')) { $errors[] = $helper-> ('Please enter the country.'); } if ($this->getcountrymodel()->getregioncollection()->getsize() &&!Zend_Validate::is($this->getRegionId(), 'NotEmpty')) { $errors[] = $helper-> ('Please enter the state/province.'); }

70 70 De acordo com SAM (2011), não é aconselhável alterar os arquivos core do sistema, pois uma atualização de versão do Magento pode sobrepor seus arquivos. É mais viável criar um arquivo na pasta local para fazer tais alterações Configurações de Pagamento (PagSeguro) No projeto do site foi escolhida a opção de PagSeguro ou pagamento digital que garantem segurança, evitam fraudes, possuem opções de pagamento e parcelamento. O primeiro passo foi criar uma conta vendedor (FIGURA 50) no PagSeguro e em seguida foram feitas as configurações necessárias para uma conta vendedor, a FIGURA 51 mostra como é uma conta vendedor. FIGURA 50 Criando conta vendedor.

71 71 FIGURA 51 Modelo de uma conta vendedor. Uma página de retorno é solicitada na configuração (FIGURA 52) além do número do Token que é gerado dentro da página do PagSeguro (FIGURA 53). FIGURA 52 Ativando URL de retorno.

72 72 FIGURA 53 Token de segurança gerado. Logo foi baixado um plugin correspondente e compatível com a versão do Magento e configurado o módulo com as informações de conta no Magento (FIGURA 54). FIGURA 54 Configurando PagSeguro no Magento E por ultimo o aceite de termos de condições, onde foi colocada uma caixa texto solicitando que o cliente marque, informando que entendeu e que aceita todas as condições os termos de condições do uso do site e da promoção em vigor. Para isso foi criado um termo direto no backend do site e colocado todas as informações necessárias e logo o termo já está disponível do checkout da loja (FIGURA 55).

73 73 FIGURA 55 Criando Termo de Condição. Assim que o usuário aceitar as condições, o botão inicializar pedido que foi renomeado para efetuar pagamento vai estar disponível e o processo de venda estará finalmente terminado. Depois de efetuado o pagamento esses módulos costuma redirecionar o controle para a loja. Geralmente para uma página de sucesso Configurações do marketing De acordo com FAUST (2011) o envio regular de ofertas por é um dos maiores triunfos do modelo de compra coletiva. No projeto foi utilizado para enviar marketing uma ferramenta já disponível no Magento, no qual foi necessário criar um modelo de , e em seguida bastando selecionar a lista de cliente que pode estar organizada por cidade, categoria, etc. A FIGURA 56 mostra um marketing sendo enviado.

74 74 FIGURA 56 Fila de envio de marketing Configurações gerais pós venda É correto afirmar que um projeto como esse não costuma ter um fim, pois sempre terá alguma coisa para ser feita ou melhorada. Então será preciso abordar alguns detalhes que compõem a estrutura de um e- commerce desse porte. Eventualmente depois da venda concluída pelo usuário, será preciso enviar s de transação assim como também será preciso customizar as páginas de conteúdo além de desativar algumas funções nativas do Magento. São exemplos de transações: Fechar um pedido, cadastrar um novo usuário, confirmar um pagamento. Essas ações geram envio de , então podem ser consideradas s de transação. Esse modelo de pode ser formatado a partir de um modelo padrão existente no backend como mostra a FIGURA 57. FIGURA 57 Transação Personalizado.

75 75 Páginas do tipo perguntas e respostas, quem somos, política de segurança, etc, podem ser criadas e gerenciadas no backend (FIGURA 58). FIGURA 58 Links no rodapé do site. Algumas URL s do Magento são exibidas em inglês, como checkout, cart, acount, etc. Essas URL s podem ser alteradas para o nome de preferência como mostra a FIGURA 59. FIGURA 59 Alterando URL Padrão.

76 76 Como o site tem mais de uma loja uma para representar cada cidade como Itatiba e Morungaba é interessante separar os clientes por grupos de cidades. No backend é possível criar um grupo para cada cidade e em seguida é possível editar a guia de opções ao criar uma nova conta e selecionar o grupo padrão de cadastro para cada loja como mostrado na FIGURA 60. FIGURA 60 Alterando Grupo de Clientes. Quando o usuário visualiza as ofertas anteriores no frontend, é carregada uma lista de produtos. Esse arquivo list.phtml precisa ser editado para tirar o botão comprar e a opção de link para detalhes do produto também. Para retirar eventuais colunas (esquerda/direita) nas telas de categorias, foi editado o layout como mostra a FIGURA 61.

77 77 FIGURA 61 Alterando layout de categorias. Outra configuração interessante nessa situação foi desligar o módulo de busca para economizar recursos do sistema e evitar possíveis problemas como por exemplo o Google indexar a página de busca. Então o módulo CatalogSearch foi desligado (FIGURA 62). FIGURA 62 Desligando Módulos do Sistema.

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