nº 32. ano VII.Departamento de Assuntos Legislativos. 19 de agosto de 2011 Notícias Federais

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1 1 Notícias Federais Assuntos Econômicos... 4 Plano Brasil Maior... 4 Parlamentares preveem apoio a projeto que beneficia empresa no Supersimples... 4 Mais cinco atividades poderão ser beneficiadas com inclusão no Simples Nacional... 5 PPS entra com ação para ampliar alcance da Lei do Empreendedor Individual... 6 Entidades vão lançar programa de apoio à inovação para microempresas... 6 Defesa do Consumidor aprova proibição de fidelização de clientes em contratos... 7 Projeto exige autorização do titular para registro de nome ou marca na internet... 8 Comissão aprova restrição a revista de consumidores... 8 Projeto fixa tempo máximo de 15 minutos para cliente pagar compras... 9 Projeto proíbe venda casada em operações de crédito rural... 9 Proposta que cria o fundo de defesa agropecuária é arquivada Iniciada consulta pública sobre NR para trabalho em abate e processamento de carnes e derivados Câmara debate, em seminário, diretrizes, metas e estratégias para a extensão tecnológica no País Infraestrutura CCJ rejeita criação de regras para a fabricação da cal Senado aprova projeto da TV por assinatura Projeto incentiva substituição de fontes de energia em padarias e pizzarias Projeto proíbe circulação de caminhões pesados nos fins de semana... 15

2 Tributos MP institui benefícios fiscais para impulsionar a indústria nacional Senado aprova reajuste das tabelas de Imposto de Renda Meio Ambiente Deputado Aldo Rebelo discute Novo Código Florestal com Comissões do Senado Federal Questões Institucionais Câmara instala Comissão Especial do CPC PEC das Medidas Provisórias já está na Câmara Política Social Comissão da Câmara dos Deputados aprova o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PRONATEC Relações do Trabalho Empresas poderão ser proibidas de monitorar s de funcionários Seguridade aprova proibição de dispensa de gestante durante aviso prévio Empresários rejeitam aviso-prévio retroativo CUT e Força Sindical rejeitam proposta para Previdência Notícias Estaduais Assuntos Econômicos Governo coloca em consulta pública o anteprojeto da Lei da Inovação Paraná cria Fórum de Desenvolvimento do Agronegócio... 31

3 Meio Ambiente Aprovado projeto que prevê multa para quem não descartar pilhas em local adequado Oficina indica fontes de crédito para setor florestal Política Social Deputados promovem adequação à legislação que estabelece passagem gratuita a deficientes Questões Institucionais Empresários e lideranças políticas são homenageados nos 67 anos da FIEP Deputados aprovam ampliação da Região Metropolitana de Curitiba Deputados debatem Pacto Federativo nesta segunda-feira (22) Projeto de Rossoni e Plauto garante prazo para aferição de regularidade financeira dos municípios Relações do Trabalho Secretário do Trabalho explica mudanças no seguro desemprego... 39

4 Notícias Federais 4 Assuntos Econômicos Plano Brasil Maior A Comissão de Assuntos Econômicos aprovou requerimento para realizar audiência pública para discutir o conjunto de medidas adotadas pelo Governo sobre a nova política industrial, tecnológica, de serviços e de comércio exterior do país no âmbito do Plano Brasil Maior, com as seguintes autoridades: _ Guido Mantega, ministro da Fazenda; _ Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; _ Aloizio Mercadante, ministro da Ciência e Tecnologia; _ Luciano Coutinho, Presidente do BNDES; _ Robson Braga de Andrade, Presidente da CNI; _ deputado Paulo Pereira da Silva, Presidente da Força Sindical; _ Wagner Gomes, Presidente da CTB; _ Ubiraci Dantas de Oliveira, Presidente da CGTB; _ Artur Henrique da Silva, Presidente da CUT; _ José Calixto Ramos, Presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores NCST; _ Ricardo Patah, Presidente da UGT; Fonte: CNI Microempresa: Parlamentares preveem apoio a projeto que beneficia empresa no Supersimples A decisão do governo de elevar em 50% os limites de faturamento das empresas que estão enquadradas no Supersimples deverá receber amplo apoio na Câmara dos Deputados. A medida, que tramita na forma de um substitutivo ao Projeto de Lei 865/11, do próprio Executivo, foi elogiada por deputados da base e da oposição, embora seja considerada acanhada por alguns, como o deputado Alfredo Kaefer (PSDB-PR). As novas regras elevam a receita máxima das empresas enquadradas no sistema de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões anuais. De acordo com a proposta, a empresa que estiver no teto poderá exportar o mesmo valor, podendo faturar até R$ 7,2 milhões. As mudanças também afetam os chamados microempreendedores individuais (MEI), que

5 terão a receita bruta total elevada em 67%, e o faturamento máximo passará de R$ 36 mil para R$ 60 mil. Os benefícios anunciados para o setor permitem ainda o parcelamento, em até 60 meses, dos débitos das micro e pequenas empresas com a Receita Federal. 5 Confiança O líder do PT, deputado Paulo Teixeira (SP), disse estar confiante na aprovação da medida sem alterações pela Câmara, já que, segundo ele, os termos estabelecidos pelo governo vão além do que havia sido produzido pelos deputados, especialmente na votação da MP 529/11, que, entre outras medidas, reduziu de 11% para 5% a alíquota de contribuição do MEI para a Previdência Social. O presidente da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, deputado Pepe Vargas (PT-RS), também elogiou o conjunto de medidas e considera que elas aproximam o setor do cenário ideal. Segundo Vargas, as demandas que ainda não foram atendidas pelo governo versam sobre a inclusão de segmentos do setor de serviços entre os optantes pelo Simples. Competitividade Já o deputado Júlio Cesar (DEM-PI) classificou como positiva a decisão do governo, especialmente para aumentar a competitividade da produção que compete com os produtos chineses. As medidas prejudicam um pouco os estados e os municípios, porque reduzem tributos que são compartilhados, mesmo assim eu apoio, porque a manutenção da renda e do emprego é uma obrigação dos três entes federados, concluiu. Fonte: Agência Câmara de Notícias Mais cinco atividades poderão ser beneficiadas com inclusão no Simples Nacional A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou a ampliação da lista de empresas tributadas pelo Simples Nacional. Além dos escritórios de engenharia e arquitetura - cuja inclusão foi proposta em projeto de lei (PLS 90/10 - Complementar) do senador Fernando Collor (PTB-AL) -, os prestadores de serviços nas áreas de desenho industrial, corretagem de imóveis, design de interiores e transporte turístico passarão a ser beneficiados por esse regime de tributação. O acréscimo desses últimos quatro setores ao Simples Nacional foi feito por emendas ao projeto apresentadas pelos senadores Demostenes Torres (DEM-GO), Francisco Dornelles (PP-RJ) e Cyro Miranda (PSDB-GO), e pelo ex-senador Adelmir Santana, que atuou como o primeiro relator da matéria. Na avaliação de Cyro Miranda, atual relator da proposta na CAE, a medida faz justiça a

6 atividades que exigem conhecimentos técnicos específicos e, por isso, precisam ser valorizadas e profissionalizadas. Na justificação do PLS 90/10 - Complementar, Fernando Collor admite que o regime do Simples Nacional - regulado pela Lei Complementar nº 123/06, a ser alterada pelo projeto - já permite a adesão de empresas ligadas à construção de imóveis e a obras de engenharia em geral, bem como à execução de projetos e serviços de paisagismo e de decoração de interiores. Mas não permitiria a engenheiros e arquitetos transformarem seus escritórios em micro ou pequenas empresas para se beneficiarem desse sistema de tributação simplificado. Na discussão da matéria, o senador Francisco Dornelles (PP-RJ) disse não ver motivo para discriminação de empresas por ramo de atividade no enquadramento no Simples Nacional. A matéria segue, agora, para votação no Plenário do Senado, em regime de urgência, conforme requerimento do senador Gim Argello (PTB-DF). 6 Fonte: Agência Senado PPS entra com ação para ampliar alcance da Lei do Empreendedor Individual O PPS entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) para retirar da Lei do Empreendedor Individual (12.441/11) o dispositivo que enquadra na categoria de empresa individual de responsabilidade limitada apenas o empreendedor que tenha capital social não inferior a 100 vezes o salário mínimo. Esse trecho da lei fere frontalmente a Constituição Federal, que é clara ao proibir qualquer indexação ao salário mínimo. Com esse piso, hoje em R$ , a grande maioria dos pequenos empreendedores ficaria fora da abrangência da lei, disse o presidente do partido, deputado Roberto Freire (SP). A Lei , de 11 de julho de 2011, só entrará em vigor 180 dias após essa data. A lei foi aprovada com o objetivo de facilitar a formalização dos empresários individuais. Por meio dessa formalização, se houver dívidas da empresa, o patrimônio pessoal do dono do negócio fica preservado, já que ele se constituirá em pessoa jurídica. Fonte: Agência Câmara de Notícias Entidades vão lançar programa de apoio à inovação para microempresas O presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), Glauco Arbix, afirmou que será lançado neste ano o Programa de Apoio à Inovação em Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. Esse programa será desenvolvido pela FINEP (entidade vinculada ao

7 Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), juntamente com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Em seminário sobre inovação tecnológica promovido na Câmara, Arbix disse que, atualmente, as empresas evitam contrair empréstimos com o fim de promover a inovação tecnológica porque têm dificuldades de usar o crédito. Conforme Arbix, o edital para o programa será de R$ 220 milhões, e mais R$ 50 milhões serão disponibilizados pelo SEBRAE. Esse será o primeiro edital lançado pela FINEP no Governo Dilma Rousseff. O programa prevê que os recursos de suporte da FINEP sejam repassados para um agente operacional, que, por sua vez, os repassará às empresas. As empresas terão plano de trabalho para cumprir e deverão oferecer contrapartidas à FINEP. Cada empresa poderá formular projeto de inovação com valor máximo de R$ 400 mil. 7 Fonte: Blog RT Direito do Consumidor Defesa do Consumidor aprova proibição de fidelização de clientes em contratos A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou o Projeto de Lei 1257/11, do deputado Márcio Marinho (PRB-BA), que proíbe cláusulas de fidelização em contratos, comuns na assinatura de serviços de telefonia. A proposta classifica como abusivas as cláusulas contratuais que obriguem a fidelização do consumidor, definam períodos mínimos de vigência do contrato, estipulem multas para o cancelamento antecipado dos serviços ou autorizem a venda de produtos bloqueados para serviços concorrentes. Conforme o texto, que altera o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), essas cláusulas também serão consideradas nulas. O relator, deputado Vilalba (PRB-PE), recomendou a aprovação da proposta. As práticas listadas no projeto, disse ele, configuram um desrespeito dos grandes fornecedores de produtos e serviços com o consumidor brasileiro. Tramitação A proposta, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Agência Câmara de Notícias

8 8 Projeto exige autorização do titular para registro de nome ou marca na internet A Câmara analisa o Projeto de Lei 835/11, do deputado Claudio Cajado (DEM-BA), que proíbe o registro de nomes de domínio de internet nas categorias sob o domínio.br idênticos ou bastante similares a nomes de marcas, de empresas ou de pessoas previamente conhecidas, sem autorização do titular. Também não serão registráveis expressões contrárias à moral e aos bons costumes, que ofendam a honra ou imagem de pessoas ou atentem contra a liberdade de consciência, crença e culto religioso. Os domínios registrados anteriormente à lei, caso aprovada, e que estiverem em desacordo com as novas regras não poderão ser renovados. A proposta considera aptos a solicitar o registro pessoas físicas e jurídicas, legalmente representadas ou estabelecidas no Brasil, possuidoras de número de CPF ou CNPJ regular. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Agência Câmara de Notícias Comissão aprova restrição a revista de consumidores A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou o Projeto de Lei 779/11, do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que proíbe estabelecimentos comerciais de revistar consumidores ou vistoriar suas mercadorias após o pagamento das compras e a entrega da nota fiscal. O relator da proposta, deputado Gean Loureiro (PMDB-SC), afirmou que as relações de consumo, pela definição do próprio Código de Defesa do Consumidor, se baseiam no princípio da boa-fé e no equilíbrio entre consumidores e fornecedores. A proposta altera o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), incluindo um inciso entre as práticas consideradas abusivas. Tramitação O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisada pelo Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Agência Câmara de Notícias

9 9 Projeto fixa tempo máximo de 15 minutos para cliente pagar compras A Câmara analisa o Projeto de Lei 683/11, do deputado Weliton Prado (PT-MG), que estabelece tempo máximo de 15 minutos de espera para o cliente do comércio varejista pagar suas compras. A proposta também obriga os estabelecimentos comerciais de venda direta ao consumidor a divulgar, em local de fácil acesso e em suas páginas na internet, a relação de todos os bens disponíveis para venda, com informações atualizadas sobre marca, preço e peso do produto. Multas As normas não se aplicarão aos estabelecimentos classificados como micro e pequenas empresas. As multas pelo descumprimento das normas serão de R$ 2 mil a R$ 20 mil, atualizada pela taxa Selic na data do pagamento. O Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90) já garante o direito à informação adequada e clara sobre os produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidades, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados. Mas, para o autor, é preciso estabelecer "métodos mais eficientes para a devida informação do consumidor". Tramitação O projeto terá análise conclusiva das comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Agência Câmara de Notícias Projeto proíbe venda casada em operações de crédito rural A Câmara analisa o Projeto de Lei 755/11, do deputado Hugo Leal (PSC-RJ), que proíbe os bancos de condicionar a concessão de crédito rural à contratação de seguro ou a outras formas de reciprocidade. Para o autor, a prática é anticompetitiva e configura venda casada. Segundo Leal, é comum bancos adotarem a estratégia de concessão de crédito associada à imposição de certas exigências, como saldo médio ou compra de produtos, como seguro de vida. Os preços cobrados são, não raro, muito superiores aos de mercado e aos custos incorridos na prestação dos serviços correspondentes, afirma.

10 Tramitação A proposta, de caráter conclusivo, será analisada pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. 10 Fonte: Agência Câmara de Notícias Política Agroindustrial: Proposta que cria o fundo de defesa agropecuária é arquivada A Comissão de Finanças e Tributação rejeitou a criação do Fundo Nacional para o Fortalecimento da Defesa Agropecuária (FNFDA), previsto pelo Projeto de Lei 2539/07, da deputada Sandra Rosado (PSB-RN). Como foi rejeitada em caráter terminativo, a proposta será arquivada, a não ser que haja recurso. O fundo realizaria ações de controle e erradicação de doenças e pragas, assistência técnica a agricultores e criadores de animais, além de ações de informação e pesquisa. Ele seria composto de recursos orçamentários da União, doações e outras receitas. O relator, deputado Jairo Ataíde (DEM-MG), votou pela inadequação financeira da proposta, já que a comissão tem uma súmula que limita a criação de fundos com recursos da União. Ele argumenta que as atribuições do fundo proposto já são exercidas pelo Ministério da Agricultura e, portanto, não caberia criar um fundo voltado para atividades já realizadas. A proposta já tinha sido rejeitada pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural. Fonte: Agência Câmara de Notícias Iniciada consulta pública sobre NR para trabalho em abate e processamento de carnes e derivados Foi publicada dia 17/08, pelo Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, a Portaria 273/2011, que disponibiliza para consulta pública o texto base para norma regulamentadora (NR) sobre trabalho em atividades de abate e processamento de carne e derivados. Os interessados têm 60 dias, contados a partir da publicação da Portaria, para apresentar sugestões ao texto da NR. As contribuições devem ser enviadas por ao endereço ou por correio à Secretaria de Inspeção do Trabalho - SIT do MTE.

11 Maiores detalhes podem ser obtidos na íntegra da Portaria, disponível no link abaixo. Portaria n.º 273 (Consulta Pública - Frigoríficos) 11 Fonte: Blog RT Fomento e Desenvolvimento Tecnológico Câmara debate, em seminário, diretrizes, metas e estratégias para a extensão tecnológica no País A Câmara realizou seminário para discutir diretrizes, metas e estratégias para a extensão tecnológica no País. O evento teve dois temas principais: assistência tecnológica às micro e pequenas empresas e capacitação tecnológica da população. O evento foi promovido pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; pelo Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica; e pela Comissão Especial do Plano Nacional de Educação. Como autor do requerimento que deu origem ao Seminário, o Deputado Ariosto Holanda (PSB-CE) afirmou que é necessário discutir formas de aplicar nas empresas o conhecimento gerado nas universidades e nas escolas técnicas do País. A transferência de conhecimento tecnológico seria uma forma de inserir trabalhadores no mercado e de evitar o fechamento de empresas. O parlamentar apontou que, por ano, enquanto 720 mil micro e pequenas empresas são abertas no País, 650 mil fecham suas portas por incapacidade de inovar. O presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), afirmou que a extensão tecnológica pode contribuir com a interligação do conhecimento gerado nos grandes centros do País com áreas mais afastadas e menos populosas. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante, disse esperar que o setor privado financie 25 mil bolsas de estudo para brasileiros em instituições no exterior, que vão se somar às 75 mil bolsas a serem concedidas pelo governo por meio do Programa Ciência Sem Fronteira. Afirmou que o setor privado ainda investe pouco em pesquisa e desenvolvimento. Ele lembrou que, no ranking global de inovação, o Brasil ocupa a 47ª ocupação. Destacou que atualmente o Setor Produtivo, liderado pela CNI, está focando mais na área de inovação. Informou que o Brasil ocupa o 11º lugar em gasto público e privado em pesquisa e desenvolvimento. A empresa que mais investe é a Petrobras, com previsão de R$ 1,2 bilhão para este ano. Frisou, ainda, que o governo concederá nos próximos três anos, por meio do Programa Ciência sem Fronteira, 75 mil bolsas de estudos, sendo 27 mil bolsas de graduação, 34 mil de doutorado e 8,9 mil de pósdoutorado, entre outras bolsas previstas. As primeiras 2 mil bolsas serão anunciadas nesta tarde pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

12 O secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio de Oliveira, afirmou que o ministério pretende criar laboratórios móveis (ônibus, caminhões ou barcos) para capacitação tecnológica da população em municípios de baixa densidade populacional, com menos de 10 mil habitantes. Detalhou o programa de implantação de Centros Vocacionais Tecnológicos (CVTs) do ministério. O foco dos centros será a extensão tecnológica, a inclusão digital e a educação profissional de base tecnológica. Lembrou que, atualmente, os CVTs são criados por iniciativa parlamentar e que o ministério também quer fazer chamada pública para os interessados em constituir os centros, para tornar mais democrático o processo de criação. Até o momento, o ministério teria apoiado a criação de 236 CVTs, instalados em todo o Brasil desde O presidente do Conselho Deliberativo do SEBRAE, Roberto Simões, afirmou que hoje esta entidade está focada no programa SEBRAETEC, para assistir à micro e pequena empresa na inovação de produtos, processos, marketing e gestão. Sérgio Luiz Souza Motta, Gerente de Serviços Técnicos e Tecnológicos do SENAI, afirmou que o SENAI ainda precisa se apresentar mais no campo da inovação e tecnologia, tendo, hoje, como sua principal missão promover a inovação no país. 12 Fonte: CNI Infraestrutura CCJ rejeita criação de regras para a fabricação da cal A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania rejeitou o Projeto de Lei 7374/06, do Senado, que regulamenta o processo de fabricação da cal, com o objetivo de reduzir a emissão de poluentes, principalmente dioxinas e furanos. Com a decisão, a proposta será arquivada, a menos que haja recurso pela sua análise pelo Plenário. O projeto exigia licença ambiental prévia para construção, instalação, ampliação e funcionamento de estabelecimentos destinados à extração de rocha calcária e à produção da cal virgem, hidratada ou hidratada recuperada. O relator na CCJ, deputado Luiz Couto (PT-PB), recomendou a rejeição da proposta por considerá-la inconstitucional. O projeto também havia sido rejeitado pela Comissão de Minas e Energia, mas fora aprovado pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

13 13 Situações desproporcionais As regras previstas na proposta, segundo Couto, não estão em sintonia com a realidade. O projeto de lei e as emendas podem gerar três situações desproporcionais, causando a inconstitucionalidade: o potencial risco associado às dioxinas e aos furanos, compostos altamente tóxicos e cancerígenos que se acham normalmente presentes no meio ambiente e se acumulam na cadeia alimentar; o controle da cal apenas coibindo a queima de combustíveis irregulares pelos maus produtores; o prejuízo ao produtor artesanal da cal, explicou. O parecer de Luiz Couto substituiu o do relator original, deputado Sarney Filho (PV-MA), que havia recomendado a aprovação da proposta. Como não foi acatado pela comissão, o relatório de Sarney Filho passou a constituir voto em separado e o de Luiz Couto tornou-se o parecer vencedor. Fonte: Agência Câmara de Notícias Senado aprova projeto da TV por assinatura O Senado aprovou o PLC 116/2010, que dispõe sobre a organização e exploração das atividades de comunicação social eletrônica. Como tramitava em regime de urgência desde junho deste ano, o projeto foi incluído na Ordem do Dia do Plenário do Senado, mesmo sem ter sido apreciado anteriormente pelas Comissões. O relator em Plenário foi o senador Walter Pinheiro (PT/BA), que apresentou parecer favorável ao texto recebido da Câmara dos Deputados. O PLC foi aprovado apenas com uma emenda redacional. O projeto unifica em um só texto as diretrizes legais para a televisão paga brasileira, colocando fim à regulamentação dos serviços de TV paga tendo como critério a tecnologia de distribuição. Cria um novo serviço de telecomunicações: o Serviço de Acesso Condicionado, ou seja, o serviço de distribuição de conteúdo audiovisual no formato de canal, ofertado mediante assinatura por protocolos quaisquer, inclusive por protocolo IP. Acaba com restrições para a participação de capital estrangeiro e para a participação das concessionárias do Serviço de Telefonia Fixa Comutado (STFC) no mercado de TV a cabo. Faculta às concessionárias do STFC a exploração de outros serviços de telecomunicações, além da telefonia fixa, sem a necessidade da constituição de empresa coligada, desde que as concessionárias obedeçam aos princípios estabelecidos na regulamentação da Anatel. Determina que prestadoras de serviços de telecomunicações não possam deter mais de 30% do capital total e votante de empresas de radiodifusão e produtoras ou programadoras com sede no Brasil. Estabelece que empresas de radiodifusão, produtoras e programadoras com sede no Brasil não poderão ter mais do que 50% do capital total e votante de empresas

14 prestadoras de serviços de telecomunicações. Além disso, cria cotas de conteúdo nacional e independente para a TV paga e prevê recursos adicionais, estimados de forma preliminar em mais de R$ 300 milhões por ano, para a Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine), a ser destinado ao financiamento da produção nacional, a partir da redução de 11% da contribuição das operadoras de telecomunicações ao Fistel. Por fim, proíbe prestadoras de serviços de telecomunicações de contratarem talentos artísticos nacionais e direitos sobre obras de autores nacionais e de adquirirem ou financiarem a aquisição de direitos de exploração de imagens de eventos de interesse nacional. Este projeto compõe a Agenda Legislativa da Indústria de A CNI entende que a aprovação do projeto é um avanço para o setor de telecomunicações, na medida em que a oferta integrada de serviços de telefonia e TV a cabo representa forte estímulo à competição no mercado de telecomunicações. Face à convergência dos serviços e com a regulamentação favorável, o setor terá capacidade de ampliar as redes e atender às demandas dos usuários. As diretrizes propostas pelo projeto aumentarão a produção nacional de audiovisual, com geração de receitas e empregos no País, e diminuirão o custo da assinatura do serviço, com democratização no acesso à informação. A ampliação das redes de telecomunicações em conjunto com as redes dos serviços de TV por assinatura possibilitará o processo de convergência ideal para a implantação do Programa Nacional de Banda Larga, uma vez que todos os sinais poderão trafegar simultaneamente nestas redes, possibilitando a geração de milhares de empregos diretos e indiretos. O projeto será encaminhado para sanção presidencial. 14 Fonte: CNI Energia Projeto incentiva substituição de fontes de energia em padarias e pizzarias A Câmara analisa o Projeto de Lei 806/11, do deputado Márcio Macêdo (PT-SE), que cria o Programa Nacional de Substituição e Suprimento de Fontes de Energia para Estabelecimentos Alimentares. Márcio Macêdo afirma que, no Semiárido, muitas padarias e pizzarias usam lenha de vegetação nativa da Caatinga como principal fonte energética. Para ele, a lenha deve ser substituída por outras fontes de energia, tais como a biomassa de plantios comerciais, o gás de cozinha e o gás natural.

15 De acordo com a proposta, a substituição de fontes de energia deverá basear-se nas especificidades de cada região. O projeto prevê a abertura de linhas de financiamento com taxas de juros mais baixas para a implementação do programa. Isso poderá ser feito por instituições oficiais ou privadas, em especial com o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), o Banco do Nordeste, o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e bancos estaduais de fomento. 15 Tramitação De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Agência Câmara de Notícias Transporte Projeto proíbe circulação de caminhões pesados nos fins de semana A Câmara analisa o Projeto de Lei 782/11, do deputado Edson Silva (PSB-CE), que proíbe a circulação de veículos de carga com mais de 3,5 toneladas (peso bruto total) em rodovias e estradas durante os fins de semana. Se aprovada, a proibição valerá para as vias federais, estaduais e municipais, das 13 horas dos sábados às 6 horas das segundas-feiras. O projeto, que acrescenta a medida ao Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97), classifica a infração como gravíssima, punível com multa e apreensão do veículo. O objetivo, segundo Edson Silva, é evitar acidentes de trânsito envolvendo caminhões de carga nos fins de semana, quando aumenta nas estradas o fluxo de carros de passeio e de ônibus. Tramitação O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Fonte: Agência Câmara de Notícias

16 16 Tributos MP institui benefícios fiscais para impulsionar a indústria nacional A Câmara analisa a Medida Provisória (MP) 540/11, que institui o Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra); reduz o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para a indústria automotiva; e desonera a folha de pagamento das empresas que prestam serviços de tecnologia da informação e da comunicação (TIC), das indústrias moveleiras, de confecções e de artefatos de couro. A medida faz parte da política de estímulo à indústria nacional, anunciada pelo governo no início de agosto, chamada de Plano Brasil Maior. De acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, as medidas visam à manutenção da competitividade externa da indústria. Segundo ele, a redução da demanda externa por parte dos países desenvolvidos, decorrente da crise financeira internacional de 2008/2009, tem desestimulado as exportações brasileiras. Esse efeito, aliado ao forte ciclo dos preços das commodities e de redirecionamento dos fluxos de capitais em direção aos países emergentes, tem causado forte valorização da taxa de câmbio, reduzindo a competitividade da indústria nacional e deteriorando nosso saldo comercial, explica. Reintegra O Reintegra, com duração até 31 de dezembro de 2012, permitirá que empresas exportadoras de produtos manufaturados reintegrem parcial ou integralmente valores referentes a custos tributários residuais (impostos pagos ao longo da cadeia produtiva e que não foram compensados) existentes nas suas cadeias de produção. O objetivo, segundo o ministro da Fazenda, é reduzir os custos tributários na produção, para garantir a competitividade da indústria doméstica e a geração de emprego e renda. A empresa poderá compensar esses resíduos tributários com débitos próprios ou solicitar seu ressarcimento em espécie, em termos estabelecidos pela Secretaria da Receita Federal do Brasil. A medida atribui ao Poder Executivo, mediante decreto, a prerrogativa de aumentar ou reduzir a reintegração até o percentual limite de 3% sobre a receita decorrente da exportação de bens industriais pelas empresas, bem como de diferenciar o percentual aplicável por setor econômico e por tipo de atividade exercida. Automóveis A medida prevê a redução da alíquota do IPI para o setor automobilístico nacional até 31 de dezembro de 2016, observados os critérios de desenvolvimento da competitividade, níveis

17 de investimento, grau de inovação tecnológica de produção local e agregação de conteúdo nacional. Os percentuais de redução serão definidos em decreto do Poder Executivo. Conforme Mantega, o setor é estratégico para a economia do País e tem apresentado perda de competitividade, decorrente, em grande medida, do agravamento da situação econômica internacional. 17 Desoneração da folha de pagamento A MP estabelece ainda, até 31 de dezembro de 2012, a substituição da contribuição previdenciária patronal (ou seja, a contribuição de 20% sobre a folha de salários e sobre a remuneração paga a prestadores de serviços) das empresas de tecnologia da informação (TI) e tecnologia da informação e comunicação (TIC) por alíquota de 2,5% incidente sobre a receita bruta. Está prevista também a substituição da contribuição previdenciária patronal das empresas que fabriquem vestuário, produtos têxteis, calçados, bolsas, móveis e outros artigos por alíquota de 1,5% incidente sobre a receita bruta. O ministro da Fazenda considera que esses setores têm enfrentado maiores dificuldades em retomar seu nível de atividade, após a crise de 2008/2009, e a que a medida favorece a sua recuperação, ao reduzir os custos de produção. A MP também aumenta em 1,5 ponto percentual a alíquota da Cofins incidente na importação de produtos dessas indústrias ou seja, calçados, vestuários e móveis, por exemplo. Dessa forma, passará a ser devida a alíquota de 9,1% na importação de tais bens. O objetivo é onerar produtos que prejudicam a indústria brasileira. Tramitação A MP será votada pelo Plenário. A partir de 17 de setembro, o texto passará a trancar a pauta da Casa onde estiver tramitando Câmara ou Senado. Fonte: Agência Câmara de Notícias Impostos Senado aprova reajuste das tabelas de Imposto de Renda O Plenário do Senado aprovou Projeto de Lei de Conversão (PLV) 18/2011, decorrente da Medida Provisória (MP) 528/2011, que reajusta em 4,5% ao ano os valores da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) até Apesar das críticas da oposição, a proposta foi aprovada por unanimidade e segue agora para sanção. Relatora da matéria no Senado, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), defendeu a relevância, urgência e necessidade da MP com o argumento de que o reajuste dos

18 rendimentos isentos de tributação recompõe a renda familiar de parte da população, permitindo assim que as famílias "possam consumir e investir, mantendo o dinamismo da atividade econômica". Com dez artigos ao todo, o PLV 18/2011 trata prioritariamente de alterações no cálculo do Imposto de Renda. Outras matérias, entretanto, foram incluídas ao texto por meio de emendas na Câmara dos Deputados, onde o PLV foi relatado pelo deputado Maurício Trindade (PR-BA). Em seus três primeiros artigos, o projeto reajusta a faixa de rendimentos isenta do IR, que passa de até R$ 1.499,15 mensais para até R$ 1.566,61 em Nos próximos anos, a renda mensal isenta do IR subirá para R$ 1.637,11 em 2012; R$ 1.710,78 em 2013; e, por fim, R$ 1.787,77 em O índice de correção de 4,5% - aplicado desde 2006 e duramente criticado pela oposição, que o considerou abaixo do necessário - corresponde à meta de inflação estabelecida pelo governo e resultará numa renúncia fiscal de R$ 9,3 bilhões durante todo o período, segundo estimativa do Executivo. 18 Emenda em destaque A oposição votou pela aprovação do PLV 18/2011, por concordar que a correção das tabelas de Imposto de Renda não poderia mais esperar. Mas os senadores oposicionistas criticaram o reajuste de apenas 4,5%, que estaria bem abaixo da inflação, estimada em quase 7%. Para o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), o reajuste adequado seria de 54%. O PSOL chegou a apresentar emenda neste sentido na Câmara dos Deputados, que foi rejeitada. O partido queria isenção para ganhos mensais de até R$ 2.311, sob o argumento de que o governo tem penalizado a classe média. A líder do partido no Senado, senadora Marinor Brito (PA), pediu destaque para votação desta emenda mais uma vez, mas ela acabou também rejeitada pelo Plenário. O líder do DEM no Senado, senador Demóstenes Torres (GO), lembrou que o ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal, "está com o voto pronto" sobre o índice de correção do IR. Ele disse que, enquanto o Congresso corrige a tabela em cerca de 4%, o ministro irá propor algo em torno de 7% "ou, se definir por um prazo mais alongado, pode chegar a um valor até superior a 50%". - Então veja que nós estamos votando algo muito aquém do desejado - protestou o senador. Em defesa do índice de reajuste, o líder do PT, senador Humberto Costa (PE), afirmou que o número foi definido depois de ampla discussão do governo com as centrais sindicais. - A correção de 4,5% não é um número que surgiu do nada, não é um número cabalístico. Chegamos a ele por consenso. Reflete a busca para chegarmos a um número de inflação que seja aceitável, no centro de sua meta - afirmou Humberto Costa, salientando que o reajuste da tabela do IR estabelecido pela MP 528/11 foi aceito pelas centrais sindicais, já

19 que esse número estaria relacionado, também, às metas de inflação e ao aumento do valor do salário mínimo. Humberto Costa também criticou o governo de Fernando Henrique Cardoso ( ), que, segundo ele, não reajustou a tabela do IRPF. O senador se referiu ao período de seis anos em que, durante o governo FHC, não houve reajuste da tabela, que foi alterada nos anos de 1995 e de Dedução de despesas Ainda sobre Imposto de Renda, o PLV 18/2011, por meio de emenda aprovada na Câmara dos Deputados, prorroga até o exercício de 2015 a possibilidade de dedução da contribuição previdenciária patronal paga pelo empregador doméstico. Os deputados também definiram como 30 dias o prazo mínimo para que contribuintes atendam às intimações da Receita Federal e apresentem documentos solicitados. Além da correção das tabelas do IR, o projeto reajusta os limites para despesas dedutíveis com dependentes, educação, aposentadoria e o desconto simplificado das declarações de ajuste anual. Os novos valores mensais começaram a valer em 1º de abril, uma vez que a medida foi editada em março. Os valores anuais valem para as declarações que serão entregues em SUS e bebidas O PLV 18/2011 trata também das regras para ressarcimento ao Sistema Único de Saúde (SUS), por parte dos planos de saúde privados, pelo uso de serviços de prestadoras conveniadas ao sistema público. Anteriormente, o pagamento poderia ser feito ao SUS ou à conveniada. Agora deverá ser feito exclusivamente ao SUS, por meio do Fundo Nacional de Saúde. O projeto prevê ainda que caberá à Secretaria da Receita Federal do Brasil exigir que fabricantes de bebidas frias (cerveja, refrigerante e água mineral) instalem o Sistema de Controle de Produção de Bebidas (Sicobe), criado para contar a quantidade de produtos fabricados pelos estabelecimentos industriais a fim de melhorar a fiscalização do mercado. A intenção é monitorar os setores de maior produção e menos formalizados, como a fabricação de aguardente de cana. Fonte: Agência Senado

20 Meio Ambiente 20 Deputado Aldo Rebelo discute Novo Código Florestal com Comissões do Senado Federal As Comissões de Agricultura (CRA), Ciência e Tecnologia (CCT) e Meio Ambiente (CMA) do Senado Federal realizaram audiência pública conjunta tendo como convidado o deputado Aldo Rebelo (PCdoB/SP), que fez uma explanação e participou de debate como os senadores do texto do Projeto de Lei do Novo Código Florestal Brasileiro aprovado na Câmara dos Deputados. O deputado Aldo Rebelo (PCdoB/SP) iniciou sua exposição com um histórico da legislação sobre florestas e reserva legal no país até chegar à situação atual, onde pouco resta do texto do Código Florestal de Destacou que o Código Florestal trata dos institutos da reserva legal (RL) e das áreas de preservação permanente (APP) apenas em propriedades privadas, que representam menos de 40% do total do território nacional as florestas públicas são tratadas em outros dispositivos e o Brasil as tem preservadas como nenhum outro país do mundo. Também lembrou que o conceito de reserva legal foi sendo gradativamente alterado do intuito original. No código de 1934 era o de servir como reserva de recursos florestais para uso sustentável pelo proprietário e pelo poder público. Hoje o conceito é o de reserva biológica de fauna e flora. Segundo ele, esse conceito da RL com função ecológica, ao invés de estimular a conservação promoveu a sua destruição o proprietário deixou de reconhecer seu valor para uso fazendo como que mais de 90% das propriedades no Brasil estejam hoje na ilegalidade com relação à RL. O deputado esclareceu que o trabalho realizado na Câmara dos Deputados foi o de produzir uma solução de equilíbrio de preservar o meio ambiente e regularizar a situação dos pequenos agricultores ele apresentou vários dados e casos. Este pacto de dupla consolidação o acordo que foi possível para resolver o impasse protege de forma rigorosa as áreas verdes ainda existentes e regulariza o que já está consolidado. Ele admite que restem pontos a serem aperfeiçoados, especialmente APPsde mata ciliar (beira de rio), área que é densamente ocupada tanto por pequenos produtores rurais quanto em áreas urbanas. Esclareceu também que a emenda n 164 resultou da falta de consenso sobre quais atividades de utilidade pública, interesse social e baixo impacto ambiental, mas que a emenda subordina qualquer possibilidade de consolidação a critérios técnicos de análise de risco e conservação do solo e dos recursos hídricos. Houve consenso entre os senadores que participaram dos debates que o texto aprovado na Câmara dos Deputados representa um grande avanço na busca pela conciliação entre a necessária preservação ambiental e as condições para o desenvolvimento da agricultura nas mais diversas escalas, mas que existem oportunidades de melhoria. Eduardo Braga

21 (PMDB/AM), Rodrigo Rollemberg (PSB/DF), Waldemir Moka (PMDB/MS) e Jorge Viana (PT/AC) acreditam que devam ser incluídos dispositivos para a adoção de instrumentos econômicos que estimulem a recomposição e remunerem a manutenção da RL. Rodrigo Rollemberg, Ana Amélia (PP/RS), Ricardo Ferraço (PMDB/ES) e Kátia Abreu (DEM/TO) questionaram diferentes pontos da emenda n 164, ratificando que é possível uma nova redação com relação à definição das atividades passíveis de intervenção de APPs e ao ente federativo competente e instrumento normativo para tal. Vários senadores e senadoras apresentaram contribuições de aperfeiçoamento a pontos específicos do texto, bem como questionaram o deputado quanto à possível anistia de multas aplicadas por desmatamentos no passado e quanto à adoção dos quatro módulos fiscais como critério de isenção da exigência de recomposição. O deputado esclareceu que, no ponto de vista dele, não há anistia já que não há perdão de dívidas; o que há é a possibilidade de regularizar a situação com a conversão da multa recebida para cobrir os custos de recuperação ou de promover compensação no mesmo bioma, condicionado ao fato de aderir ao programa e assumir o compromisso de atender à legislação. Esclareceu, também, que a utilização dos módulos fiscais se deu para conseguir distinguir e traduzir melhor as diferenças da estrutura da propriedade, renda dos municípios e principio da atividade rural em todo país, e porque o limite de quatro módulos fiscais é a definição legal da propriedade de agricultura familiar. Quanto ao prazo necessário para a análise da proposição no Senado Federal, preocupação manifestada por alguns senadores durante os debates, os senadores Luiz Henrique (PMDB/SC) relator na CCJ, CRA e CCT e Jorge Viana (PT/AC) relator na CMA e os presidentes das respectivas comissões foram unânimes em manifestar sua confiança de que a aprovação dos aperfeiçoamentos ao texto do Novo Código Florestal, e o retorno à Câmara dos Deputados, ocorrerá ainda este ano. 21 Fonte: CNI Questões Institucionais Câmara instala Comissão Especial do CPC A Câmara dos Deputados instalou a Comissão Especial (CESP) que debaterá o PL 8046/2010 (PLS 166/2010), que trata do Novo Código de Processo Civil, de autoria do senador José Sarney (PMDB/AP). Durante a solenidade de instalação o Presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT/RS),

22 afirmou que o projeto receberá tratamento diferenciado na tramitação e amplas contribuições da sociedade por meio de seus representantes eleitos. Marco Maia ressaltou que há uma dificuldade brutal para definir quem será o relator diante do interesse dos deputados no tema e diversos pedidos recebidos dos partidos que compõem a Comissão Especial. Maia ainda defendeu a indicação de João Paulo Cunha (PT/SP), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, para a presidência da CESP e informou que a partir desta sexta-feira está aberto o prazo de 20 sessões para apresentação de emendas ao projeto. Ao final, Marco Maia declarou que este ano será o ano dos códigos na Câmara, fazendo referência à aprovação do Código Florestal; ao avanço do Código da Aeronáutica e à apresentação da proposta do Novo Código Comercial (PL 1572/11) pelo deputado Vicente Cândido (PT/SP), que está aguardando instalação de Comissão Especial. Entre os parlamentares cotados para a relatoria geral do projeto estão os deputados Eduardo Cunha (PMDB/SP) e Arthur Maia (PMDB/BA). Na próxima quarta-feira (24/8), 14h30min, está agendada a primeira reunião da CESP para eleição do Presidente e Vice- Presidente e definição dos relatores. Participaram da cerimônia o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux; o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo; o advogado-geral da União, Luís Inácio Adams; e o ministro do STJ, Teori Albino Zavascki. O ministro da Justiça e o representante dos parlamentares membros da CESP, deputado Miro Teixeira (PDT/RJ), ressaltaram em seus pronunciamentos que é preciso avançar na reformulação da legislação processual sem descuidar das garantias constitucionais que embasam o estado democrático de direito. 22 Fonte: CNI PEC das Medidas Provisórias já está na Câmara Um dia após a aprovação em primeiro turno, o Senado aprovou dia 17/08, em segundo turno a PEC 11 de 2011 que dá novo rito de tramitação às Medidas Provisórias. Norma regimental determina que entre o primeiro e segundo turno haja um interstício de, no mínimo, cinco dias úteis e que após sua inclusão na Ordem do Dia, para o segundo turno, será aberto o prazo de três sessões deliberativas ordinárias para discussão. Para dar cumprimento ao regimento, o Senado aprovou, primeiramente, a quebra do interstício e após convocou e realizou sucessivas sessões extraordinárias para aprovar o segundo turno da proposta. O texto aprovado estabelece os seguintes prazos para votação das MPs nas duas Casas do Congresso nacional: Câmara Deputados 80 dias;

23 Senado Federal 30 dias; e 10 dias para a análise, pela Câmara dos Deputados, das eventuais emendas aprovadas no Senado Federal. Define, também, que na hipótese de a Câmara dos Deputados e o Senado Federal não se manifestarem, respectivamente, em até 70 e 20 dias, a medida provisória entrará em regime de urgência, sobrestando todas as demais deliberações legislativas da respectiva Casa, com exceção das que tenham prazo constitucional determinado, até que se ultime a votação. Prevê, ainda, que preliminarmente ao exame das medidas provisórias pelo Plenário, elas serão submetidas, para juízo sobre o atendimento de seus pressupostos constitucionais, à comissão competente (CCJ) para examinar a constitucionalidade das matérias da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal. A decisão da comissão pela inadmissibilidade dispensa a competência do Plenário, salvo se houver recurso, assinado por 1/10 um dos membros da respectiva Casa. Se a comissão não se manifestar no prazo de dez dias a decisão sobre a admissibilidade transfere-se para o Plenário da respectiva Casa. Se a medida provisória não for admitida, será ela transformada em projeto de lei em regime de urgência constitucional ( 1º do art. 64), com tramitação iniciada na Câmara dos Deputados. Deixa claro no texto constitucional que matéria constante de medida provisória que tenha sido rejeitada ou que tenha perdido sua eficácia por decurso de prazo, não poderá ser reeditada na mesma sessão legislativa. Dispõe, ao final, que a MP e o projeto de lei de conversão não conterão matéria estranha a seu objeto ou a este não vinculada por afinidade, pertinência ou conexão. 23 Fonte: CNI Política Social Educação Comissão da Câmara dos Deputados aprova o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PRONATEC A Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados (CTASP) aprovou o PL 1209/2011, do Poder Executivo, que institui Programa Nacional de

24 Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PRONATEC, na forma do substitutivo apresentado pelo relator, deputado Alex Canziani (PTB/PR). O PRONATEC é um Programa que visa a ampliar as oportunidades de educação profissional e tecnológica, com recursos federais, seja por meio de aproveitamento de capacidade física disponível nas instituições, seja por meio de expansão das redes físicas e consequente aumento das capacidades de atendimento. Nas duas formas os Serviços Nacionais de Aprendizagem (Sistema S) são "chamados" a participar, em evidente reconhecimento da competência das instituições. O Programa cumprirá suas finalidades e objetivos em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, com a participação voluntária dos serviços nacionais de aprendizagem e instituições de educação profissional e tecnológica Os serviços nacionais sociais poderão participar do PRONATEC por meio de ações de apoio à educação profissional e tecnológica. O PRONATEC atenderá prioritariamente: (i) estudantes do ensino médio da rede pública, inclusive da educação de jovens e adultos; (ii) trabalhadores; (iii) beneficiários dos programas federais de transferência de renda. Será desenvolvido por meio de diversas ações, entre as quais destaca-se a oferta de bolsa-formação, nas modalidades: a) Bolsa- Formação Estudante; e b) Bolsa- Formação Trabalhador. A Bolsa-Formação Estudante será destinada ao estudante regularmente matriculado no ensino médio público, para cursos de formação profissional técnica de nível médio, na modalidade concomitante. A Bolsa-Formação Trabalhador será destinada ao trabalhador e aos beneficiários dos programas federais de transferência de renda, para cursos de formação inicial e continuada ou qualificação profissional. Prevê, ainda, que o financiamento da educação profissional e tecnológica poderá ser contratado pelo estudante, em caráter individual, ou por empresa, para custeio da formação de trabalhadores nas instituições habilitadas na forma da Lei. Na modalidade denominada FIES-Empresa, a empresa figurará como tomadora do financiamento, responsabilizando-se integralmente pelos pagamentos perante o FIES, inclusive os juros incidentes, até o limite do valor contratado. No FIES Empresa poderão ser pagos com recursos do FIES exclusivamente cursos de formação inicial e continuada e de educação profissional técnica de nível médio. A empresa tomadora do financiamento poderá ser garantida por fundo de garantia de operações ( Lei /2009). Regulamento disporá sobre os requisitos, condições e demais normas para contratação do financiamento. 24

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