Cerimónia de Entrega Pública do Alvará de Loteamento da CostaTerra

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Cerimónia de Entrega Pública do Alvará de Loteamento da CostaTerra"

Transcrição

1 ANO N.º Cerimónia de Entrega Pública do Alvará de Loteamento da CostaTerra Visita do Executivo da C. M. Grândola à Costa Terra Obras de Infraestruturas

2 Índice pág. 03. Cerimónia de Entrega Pública do Alvará de Loteamento da CostaTerra 04. Marcação das Áreas Sensíveis Programa de Gestão dos Espaços Naturais / Florestais: Transplantes 05. Obras de Movimentos de Terras 06. Sessão Pública de Esclarecimento 07. Obras de Infraestruturas Visita do Executivo da C. M. Grândola à CostaTerra 08. Obras na estrada de acesso à Galé Campanha do Nemátodo 09. PROLUMP- Campanha contra o Nemátodo 10. Declaração de Principios Projectos da ADT das Fontaínhas: CostaTerra & Pinheirinho 11. Protocolo Aflops & CostaTerra Projectos de Demonstração 02 pág.

3 Tomaz d Eça Leal Cerimónia de Entrega Pública do Alvará de Loteamento da CostaTerra Com a presença dos Ministros da Economia e Inovação e do Ambiente e Ordenamento do Território foi celebrado a 23 de Março de 2007, o lançamento da 1.ª pedra do resort turístico da CostaTerra, na Herdade da CostaTerra Aberta Nova, Melides. O projecto da CostaTerra foi classificado como Projecto de Potencial Interesse Nacional (PIN) em Dezembro de Em Janeiro de 2006, por Despacho Conjunto dos Ministros do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Economia e Inovação foi reconhecido o Interesse Público deste projecto que ao longo de 18 anos passou por sucessivas etapas de apreciação técnica, e foi analisado e estudado sob todas as perspectivas possíveis. A sua preparação emvolveu mais de 70 empresas de consultoria, englobando mais de 350 especialistas, desde as áreas técnicas às questóes ambientais, paisagísticas, económicas, sociais, urbanísticas e arquitectónicas. O empreendimento da Herdade da CostaTerra terá um investimento total estimado em 535 milhões de euros nas suas 4 fases de desenvolvimento ao longo dos próximos 10 a 12 anos. Deverá gerar cerca de postos de trabalho directos e mais de postos de trabalho indirectos, quando totalmente concluído. O volume total de negócios acumulados, gerados ao longo de 20 anos está estimado entre e milhões de euros. O retorno fiscal será claramente significativo. O resort da CostaTerra propõe um retorno à arquitectura da terra, com morfologias e métodos de construção tradicionais (taipa e adobe, por ex.), e será objecto de certificações internacionais no plano ambiental. Inclui ainda um Centro de Documentação da Natureza, uma Reserva Ornitológica, um Parque de Flora Mediterrânica, um Borboletário, uma Quinta e Vinha Biológica com produções certificadas para consumo no empreendimento turístico. A CostaTerra propõe um conceito de empreendimento turístico assente no desenvolvimento sustentável do território nas suas vertentes ambiental, social e cultural, acreditando que a solidez do seu sucesso económico é uma função directa da qualidade, capacidade e empenho do conjunto de meios que invista para atingir aqueles objectivos. O projecto inclui 3 suites/hotéis, 4 aparthotéis, 4 aldeamentos turísticos, uma estalagem, 204 moradias de turismo residencial, 1 campo de golfe, 1 centro equestre do cavalo lusitano, 1 clínica de medicina desportiva, geriartria e talassoterapia, 2 clubes de ténis e ginásios, um fórum comercial e um centro ecuménico. Ocupará 124 dos ha da herdade. pág.03 COSTATERRA NEWSLETTER / ANO 2008 / N.º 1

4 Bráulio Marques Autor: Rui David / Paula Bento Marcação de Áreas Sensiveis O assumir das responsabilidades sociais, económicas e ambientais é um factor decisivo em todos os processos desenvolvidos pela CostaTerra. Programa de Gestão dos Espaços Naturais / Florestais: Transplantes A CostaTerra, antes de iniciar os trabalhos de desmatação e de movimentos de terras, procedeu a acções de preservação de áreas naturais e accionou o programa para espécies de flora classificada e a metodologia de transplantes e de viveiros. No âmbito desta linha orientadora, a Gestão Ambiental da CostaTerra apoiada numa equipe multidisciplinar de Engenheiros Florestais, Biofísicos, Engenheiros Ambientais e Biólogos, dotada dos meios tecnológicos adequados, como Sistemas Globais de Posicionamento (GPS), procedeu, tal como previsto na Declaração de Impacto Ambiental e no RECAPE do projecto de Loteamento, à delimitação e sinalização de todas as áreas dentro dos limites do Loteamento denominadas nos documentos atrás referidos como áreas sensíveis pelo seu valor relevante para a conservação da natureza (habitats e flora classificada). Esta tarefa teve início ainda em 2006, previamente ao início das Obras de Urbanização previstas no Alvará, e foi concluída em Novembro de Neste sentido e como previsto nas Medidas de Minimização referidas na Declaração de Impacte Ambiental (DIA), decorreram durante o mês de Março de 2007 recolha de vegetação para transplantes das áreas afectadas pelas Obras de Urbanização das 1.ª e 2.ª Fases do Alvará, para áreas previamente definidas fora da área urbanizável. Realizaram-se, assim, transplantações de exemplares isolados ou em pequenos grupos: Os indivíduos transplantados Juniperus navicularis e Santolina impressa foram sequentemente monitorizados, tendo sido sujeitos a regas com recurso a um tractor acoplado com cisterna. Legenda: Áreas de compensação dos zimbrais Juniperus navicularis A delimitação física das zonas foi feita com estacas e fitas balizadoras tendo ficado delimitados cerca de metros quadrados. Cada uma das manchas demarcadas foi assinalada com placas de interpretação dando conta das espécies presentes e a preservar, visando não apenas a sua salvaguarda durante as obras em curso como também sensibilizar os intervenientes na obra e os futuros funcionários, visitantes e utentes do empreendimento para a importância dos valores ambientais em presença. COSTATERRA NEWSLETTER / ANO 2008 / N.º 1 04 pág.

5 Rui David Obras de Movimentos de Terras ERA Arqueologia Uma das características marcantes da CostaTerra é o seu relevo ondulado que será forçosamente de manter com os necessários ajustes enquanto o partido do projecto for a potenciação do sítio e das suas especificidades. Assim, a minimização dos movimentos de terras foi uma das preocupações sempre presentes no trabalho preparatório do Projecto de Loteamento da CostaTerra. Como potencialmente maior geradoras de movimentos de terras no loteamento, podemos considerar três grandes áreas de trabalhos: 1-Arruamentos públicos; 2-Sistema de Lagos; 3-Obras de infra-estruturas. As obras de terraplanagens incluindo movimentos de terra decorreram entre 23 de Março de 2007 e 9 de Junho de O Projecto de arruamentos públicos da CostaTerra foi desenhado de molde a adaptar-se o mais possível, dentro dos constrangimentos previstos na legislação portuguesa para o cálculo de estradas, à configuração do terreno existente, o que teve como consequência a minimização dos movimentos de terras. Os lagos previstos no Loteamento da CostaTerra, não sendo em valores absolutos algo que se possa considerar de muito significativo numa intervenção que abrange uma área de 200 ha, constituiram a parcela mais significativa em termos de movimentos de terras. Na prática, a escolha da localização dos lagos obedeceu a uma análise das configurações do terreno, procurando confiná-los a depressões e reduzindo assim drasticamente as necessidades de escavação. As infra-estruturas que equiparão o loteamento da CostaTerra, Estações de bombagem, elevatórias, Pts, etc., foram construídas ou aproveitando desníveis de terreno ou em superfície pelo que os valores globais a considerar são irrisórios no contexto de uma avaliação global dos impactos dos movimentos de terras num loteamento de 200ha. pág.05 COSTATERRA NEWSLETTER / ANO 2008 / N.º 1

6 Mónica Faísca Sessão Pública de Esclarecimento No âmbito do arranque das Obras de Urbanização da 1.ª fase do Alvará de Loteamento da CostaTerra promoveu-se no dia 25 de Maio de 2007 a uma Sessão Pública de Esclarecimento à população local, administração local, OCS local, etc. com o objectivo de divulgar informações relevantes quanto ao arranque das obras e à sua progressão, esclarecer a população local dos meios e acções accionados no âmbito do ambiente, da segurança e saúde em obra, etc. e apresentação da equipa técnica em obra e as suas respectivas competências. Presidiu à Sessão o Senhor Presidente da Câmara Municipal de Grândola, Dr. Carlos Beato. Intervenção do Dono da Obra: CostaTerra por Arq.º Tomaz d Eça Leal, Administrador e, da equipa técnica em obra: Preza Plus Acompanhamento Ambiental no âmbito do Plano de Gestão Ambiental - Eng.ª Paula Bento; Geodesenho Acompanhamento Ambiental da Obra - Dr. Daniel Ribeiro; HSA Coordenação de Segurança da Obra - Eng.º José Mesquita; ERA Acompanhamento Arqueológico da Obra - Drª. Ana Penisga; Engexpor Fiscalização da Obra Eng.º Vítor Pimentel / Eng.º Jonatas Rodrigues; Tecnovia Empreiteiro Geral - Eng.º Hermínio Martinho / Eng.º Rui Mano. Esta Sessão de Esclarecimento foi aberta a perguntas e respostas. COSTATERRA NEWSLETTER / ANO 2008 / N.º 1 06 pág.

7 Rui David Autor: Mónica Faísca Obras de Infraestruturas As Obras de Urbanização das 1.ª e 2.ª Fases do Alvará de Loteamento decorreram entre 9 de Julho de 2007 e 19 de Setembro de 2007 e consistiram na execução das seguintes infra-estruturas: totalidade das redes de drenagem doméstica e pluvial em arruamentos; totalidade dos leitos de pavimento dos arruamentos públicos. Desde 21 de Setembro de 2007, encontram-se em execução os seguintes trabalhos: Conclusão de Lagos do sistema de abastecimento da irrigação do campo de golfe a partir de efluente tratado na ETAR; Visita do Executivo da C. M. Grândola à CostaTerra O Presidente da Câmara Dr. Carlos Beato e o seu Executivo Camarário visitaram no passado dia 16 de Novembro de 2007 a Obra da CostaTerra. Esta visita, acompanhada por representantes da Administração do Empreiteiro Tecnovia e da CostaTerra, teve como objectivo fazer um balanço das obras de infraestruturas que iniciaram em Julho de Esta iniciou-se com uma visita ao local das obras com paragem no vértice geodésico da Malha Branca e concluiu com uma apresentação dos trabalhos em curso a cargo do Arqt.º Tomaz D Eça Leal, Administrador da CostaTerra. Adução de água ao empreendimento; Rede de distribuição de águas das 1.ª e 2.ª Fases; Rede de telecomunicações das 1.ª e 2.ª Fases; Rede de distribuição de energia eléctrica das 1.ª e 2.ª Fases; Rede de Gás das 1.ª e 2.ª Fases; Lancis em arruamentos. A conclusão da instalação das infra-estruturas e das faixas de rodagem da 1.ª Fase do Empreendimento está prevista para final de Janeiro de pág.07 COSTATERRA NEWSLETTER / ANO 2008 / N.º 1

8 Rui David Autor: Rui David Obras na estrada de acesso à Galé Campanha do Nemátodo Com o início das Obras de Urbanização, as condições de transitabilidade do caminho municipal de acesso à CostaTerra, ao Parque de Campismo da Galé e à Urbanização da Galé, a partir da EN 261, têm sido alvo de particular atenção. Em Junho de 2007, a CostaTerra instruiu o empreiteiro Tecnovia no sentido de proceder ao melhoramento do troço alcatroado existente no referido caminho municipal. Esse trabalho foi realizado entre 6 e 8 de Junho de 2007 e consistiu na regularização do pavimento com colocação de um tapete de betuminoso. Por exigência das Obras de Urbanização, procedeu-se desde 11 de Setembro de 2007 ao desvio de trânsito no troço alcatroado do acesso ao Parque de Campismo que atravessa a propriedade para um caminho alternativo devidamente sinalizado as- segurando a boa transitabilidade e o cumprimento das regras de segurança após o respectivo projecto ter sido aprovado pela Câmara Municipal de Grândola. Erradicação de Árvores com sintomas de nemátodo da madeira do pinheiro bravo na Herdade da CostaTerra No âmbito do Programa Nacional de Luta contra o Nemátodo e de acordo com a legislação aplicável (Portaria n.º 103/2006, de 6 de Fevereiro, modificada pela Portaria n.º 815/2006, de 16 de Agosto alterada pelo Despacho n.º /2006, de 27 de Novembro) procedeu-se na Herdade da CostaTerra ao abate das árvores com sintomas de doença provocada pelo Nemátodo da Madeira do Pinheiro (NMP), identificadas com faixa branca. Foram igualmente objecto de corte outras árvores mortas ou em declíneo já atingidas pelo NMP, cujos sintomas surgiram após a marcação. Todo o material lenhoso e sobrantes resultantes do abate foram queimados ou triturados e transportados para unidades industriais, dentro da zona de restrição. O desvio de trânsito vigorará até ao início de 2008, data em que estará concluído. COSTATERRA NEWSLETTER / ANO 2008 / N.º 1 08 pág.

9 Lúcio do Rosário PROLUMP Campanha contra o Nemátodo O nemátodo da madeira do pinheiro (NMP), Bursaphelenchus xylophilus (Steiner & Burher, 1934) Nickle 1970, verme de dimensões microscópicas pertencente ao grupo das lombrigas, é considerado um dos organismos mais prejudiciais para a madeira de coníferas (resinosas). O contágio dos pinheiros bravos pelo NMP ocorre através de um insecto vector, em Portugal o longicórnio do pinheiro (Monochamus galloprovincialis), e o resultado final da afectação é a morte do arvoredo. Os sinais ou sintomas de afectação dos pinheiros bravos evidenciam-se por perda da cor verde das agulhas, que se tornam amareladas e murchas, começando a clorose pelas agulhas mais jovens, que ficam na árvore por longos períodos de tempo. Tendo em conta a necessidade de salvaguarda do valor económico dos pinhais do Norte e Interior do país, com vista também à salvaguarda dos compromissos internacionais assumidos para tentar limitar as afectações no território europeu, considerou-se imperioso tomar todas as medidas para conter a expansão da doença, pelo que foram adoptadas medidas dirigidas em relação a todas as reconhecidas espécies hospedeiras do insecto vector do NMP, o Monochamus galloprovincialis, conjunto de coníferas em que se incluem, para além do Pinus pinaster (pinheiro bravo), ainda Picea orientalis, Pinus halepensis, Pinus nigra, Pinus nigra austriaca, Pinus nigra laricio, Pinus radiata e Pinus sylvestris, designadamente: Delimitação de uma faixa de contenção fitossanitária zona tampão (ZT) -, com cerca de 3 km de largura orlando a zona afectada, com vista a criar uma zona livre de hospedeiros de Monochamus galloprovinciallis, onde se deverá proceder ao corte raso e à remoção de todo o arvoredo das espécies antes citadas, ainda que existam apenas em situação ornamental; O abate obrigatório das árvores com sintomas do NMP na zona de restrição, podendo a DGRF proceder também à remoção de todos os pinheiros bravos que se encontrem num raio de 5 m a partir daquelas em operações por si realizadas; Medidas específicas de controlo do material prove-niente dos abates (material lenhoso, sobrantes e cascas destinadas a queima, a trituração, uso como combustível, tratamento pelo calor ou tritu-ração fumigação em locais apropriados na ZR ou transporte para unidades industriais), do seu armazenamento e transporte e ainda da respectiva transformação industrial; Medidas aplicadas às plantas de viveiro localizados na ZR; (v) Medidas de análise para despiste do NMP das coníferas que apresentem sintomas suspeitos de ataque; Obrigatoriedade de registo dos operadores económicos da ZR que importem, produzam, comercializem ou transformem coníferas hospedeiras, material lenhoso e plantas dessas coníferas e dos exteriores à ZR que recebam material lenhoso daquela origem. pág.09 COSTATERRA NEWSLETTER / ANO 2008 / N.º 1

10 Mónica Faisca Declaração de Príncipios Declaração de princípios dos promotores turísticos da Área de Desenvolvimento Turístico (ADT) das Fontaínhas inserida no Sítio Comporta-Galé para a protecção e promoção dos valores públicos de conservação da natureza Os projectos que integram a ADT das Fontainhas foram desenhados respeitando os valores ecológicos em presença, tendo essas propriedades apresentado Planos de Gestão Ambiental (PGA) que garantem, para o conjunto das suas propriedades, medidas de acções de promoção gestão e financiamento de valores naturais existentes e potenciais com o objectivo de manter a coerência do Sítio. Este compromisso garante, com base nas receitas geradas pela actividade turística das ADT s, o financiamento da elaboração dos Planos de Gestão Ambiental, e também da sua execução, nomeadamente através de acções de plantação, gestão, monitorização, de protecção e de promoção. As propostas que constam destes Planos de Gestão Ambiental, foram integradas nos Estudos de Impacte Ambiental apresentados para Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) e deram origem a medidas de compensação e de minimização de impactes, de modo a garantir, por um lado, o cumprimento dos objectivos da Rede Natura 2000 na sua globalidade e, por outro, as orientações específicas do Estado Português para o efeito. A concretização destes PGA s é um compromisso privado para que se atinja um objectivo de interesse público, para cerca de ha (1.350 ha Herdade da Costa Terra e 800 ha Herdade do Pinheirinho) do Sítio da Comporta-Galé, o que corresponde a cerca de 6,67% da área classificada e à totalidade da área das ADT s. COSTATERRA NEWSLETTER / ANO 2008 / N.º 1 10 pág.

11 Rui David / Paula Bento Protocolo Aflops & CostaTerra A AFLOPS, Associação de Produtores Florestais e a CostaTerra celebraram um protocolo de parceria destinado a enquadrar a colaboração das duas partes no âmbito do projecto do Fundo Florestal Permanente sob o número Proj , com a designação Rede de Projectos de Demonstração para a Protecção de Sistemas Florestais Autóctones da Região de Setúbal. A CostaTerra cedeu algumas áreas da Herdade de Costa Terra para a realização dos ensaios de demonstração, durante o período de tempo do Projecto. O objectivo geral do Projecto visa o estabelecimento e o desenvolvimento de uma Rede Regional de Áreas de Demonstração de Boas Práticas de Instalação, Gestão e Conservação de Habitats Florestais Classificados, nas áreas identificadas e delimitadas da Herdade de Costa Terra e onde realizar-se-ão em concreto as seguintes intervenções: I - No caso das florestas dunares: Sinalização e identificação de espécies a preservar; Instalação de espécies companheiras (Pistacia lentiscus, Rhamnus lyciodes, Rhamnus alaternus, Phyllirea angustifolia, Osyris quadripartita); Ensaios de processos de condução destas formações; Estabelecimento de protecções e controlo de acessos; Acompanhamento e monitorização dos ensaios. II- Nas formações de zimbrais de piorro (Juniperus navicularis): Ensaio soluções dos processos reprodutivos; Processos de condução destas formações; Estabelecimento de protecções e controlo de acessos; Acompanhamento e monitorização dos ensaios. pág.11 COSTATERRA NEWSLETTER / ANO 2008 / N.º 1

12 Santolina impressa COSTATERRA NEWSLETTER / ANO 2008 / N.º 1 12 pág.

13 CostaTerra Sociedade Imobiliária de Grândola, S.A. Herdade da CostaTerra Lugar das Fontainhas, 7570 GRÂNDOLA Palácio Sant Anna Rua do Instituto Bacteriológico, n.º LISBOA Tel Fax: Para mais informações:

Ameaças bióticas aos ecossistemas florestais: o caso da doença do nemátode da madeira do pinheiro

Ameaças bióticas aos ecossistemas florestais: o caso da doença do nemátode da madeira do pinheiro Ameaças bióticas aos ecossistemas florestais: o caso da doença do nemátode da madeira do pinheiro Manuel Mota (mmota@evora.pt) (Prof. Auxiliar com agregação da Universidade de Évora) Paulo Vieira Instituto

Leia mais

CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO

CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO CAPÍTULO 7 EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO ÍNDICE DE TEXTO VII. EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO...219 217 218 VII. EVOLUÇÃO DA ÁREA NA AUSÊNCIA DO PROJECTO O presente capítulo tem como

Leia mais

L 52/34 Jornal Oficial da União Europeia 23.2.2006

L 52/34 Jornal Oficial da União Europeia 23.2.2006 L 52/34 Jornal Oficial da União Europeia 23.2.2006 DECISÃO DA COMISSÃO de 13 de Fevereiro de 2006 que requer que os Estados-Membros adoptem temporariamente medidas suplementares contra a propagação de

Leia mais

A problemática do Nemátodo nas Madeiras, tendo em conta a importância que o mesmo representa para o nosso sector.

A problemática do Nemátodo nas Madeiras, tendo em conta a importância que o mesmo representa para o nosso sector. FORUM E EXPOSIÇÃO DE NORMALIZAÇÃO, METROLOGIA E QUALIFICAÇÃO - 2013 Saudação e apresentação A problemática do Nemátodo nas Madeiras, tendo em conta a importância que o mesmo representa para o nosso sector.

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL DE OBRAS

GESTÃO AMBIENTAL DE OBRAS GESTÃO AMBIENTAL DE OBRAS ACOMPANHAMENTO AMBIENTAL DE OBRA Luísa Pinto Maio. 2008, Tektónica Lisboa O que é? Definição, aplicação ou fiscalização da aplicação de medidas de gestão ambiental, incluindo

Leia mais

RESPOSTAS A PERGUNTAS FREQUENTES

RESPOSTAS A PERGUNTAS FREQUENTES EMISSOR Divisão de Proteção Florestal e Valorização de Áreas Públicas DATA DA VERSÃO 25 / 10 / 2013 ENTRADA EM VIGOR 25 / 10 / 2013 ASSUNTO DOCUMENTAÇÃO DE APOIO ÀS SESSÕES DE SENSIBILIZAÇÃO MO ÂMBITO

Leia mais

PRIMEIROS PASSOS DA AAE EM PORTUGAL APLICAÇÃO À ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO DO PARQUE ALQUEVA

PRIMEIROS PASSOS DA AAE EM PORTUGAL APLICAÇÃO À ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO DO PARQUE ALQUEVA PRIMEIROS PASSOS DA AAE EM PORTUGAL APLICAÇÃO À ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO DO PARQUE ALQUEVA Maria do Rosário Partidário, Sofia Antunes, Júlio de Jesus e Marta Garcia LOCALIZAÇÃO Localizado no Concelho

Leia mais

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico

Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico Empreendimentos Turísticos Como Instalar ou Reconverter Novo Regime Jurídico, Turismo de Portugal, I.P. Rua Ivone Silva, Lote 6, 1050-124 Lisboa Tel. 211 140 200 Fax. 211 140 830 apoioaoempresario@turismodeportugal.pt

Leia mais

MEMÓRIA DESCRITIVA E CONDIÇÕES TÉCNICAS

MEMÓRIA DESCRITIVA E CONDIÇÕES TÉCNICAS MEMÓRIA DESCRITIVA E CONDIÇÕES TÉCNICAS 1 MEMÓRIA DESCRITIVA Legenda: 1 Introdução 2 Descrição dos Arranjos Exteriores 3 Requalificação do Espaço de Estacionamento 4 Reperfilamento e Requalificação de

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO

CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO CONJUNTO COMERCIAL CENTRO COMERCIAL DE PORTIMÃO RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO (RECAPE) SUMÁRIO EXECUTIVO JULHO DE 2008 Inovação e Projectos em Ambiente 1 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO...

Leia mais

EDP. PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA

EDP. PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA EDP PREPARAR A ECONOMIA DO CARBONO Eficiência energética em alerta vermelho EMPRESA O Grupo EDP Energias de Portugal centra as suas actividades na produção, distribuição e comercialização de energia eléctrica,

Leia mais

PARQUE EÓLICO DA SERRA DA ALVOAÇA VOLUME 1 SUMÁRIO EXECUTIVO

PARQUE EÓLICO DA SERRA DA ALVOAÇA VOLUME 1 SUMÁRIO EXECUTIVO PARQUE EÓLICO DA SERRA DA ALVOAÇA PROJECTO DE EXECUÇÃO RELATÓRIO DE CONFORMIDADE AMBIENTAL DO PROJECTO DE EXECUÇÃO (RECAPE) VOLUME 1 SUMÁRIO EXECUTIVO ÍNDICE DE PORMENOR 1. INTRODUÇÃO...1 2. PROCESSO DE

Leia mais

PLANO DE PORMENOR DO PARQUE EMPRESARIAL DA QUIMIPARQUE ESTARREJA

PLANO DE PORMENOR DO PARQUE EMPRESARIAL DA QUIMIPARQUE ESTARREJA PLANO DE PORMENOR DO PARQUE EMPRESARIAL DA QUIMIPARQUE ESTARREJA Regulamento n.º S / N.ª Data de Publicação em D.R., 1.ª Série-B, n.º 124 de: 29/06/2006 (RCM n.º 81/2006) Aprovado em Assembleia Municipal

Leia mais

PLATAFORMA LOGÍSTICA DE LEIXÕES PÓLO 2 GATÕES / GUIFÕES (Área de Serviços Logísticos)

PLATAFORMA LOGÍSTICA DE LEIXÕES PÓLO 2 GATÕES / GUIFÕES (Área de Serviços Logísticos) ! " Capítulo I Introdução Geral Capítulo II Antecedentes do Projecto Capítulo III Conformidade com a DIA Capítulo IV Planos de Monitorização Ambiental Capítulo V Conclusões ANEXOS TÉCNICOS BIBLIOGRAFIA

Leia mais

JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA

JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA JUSTIFICAÇÃO PARA A NÃO SUJEIÇÃO DO PLANO DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA DE SANTA CATARINA A AVALIAÇÃO AMBIENTAL ESTRATÉGICA CÂMARA MUNICIPAL DE SINES DEPARTAMENTO DE GESTÃO TERRITORIAL DIVISÃO DE

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS N. o 26 6 de Fevereiro de 2006 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B 881 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS Portaria n. o 103/2006 de 6 de Fevereiro No ano de 1999 foi detectado em

Leia mais

PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E ENERGIAS RENOVÁVEIS

PROMOÇÃO DA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA E ENERGIAS RENOVÁVEIS Enquadramento Protocolo de Quioto Cimeira de Joanesburgo Directiva Renováveis Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável Programa E4 Nova Resolução do Conselho de Ministros INTERREG Programas Regionais

Leia mais

Figura 3.1 Alcar-do-Algarve em flor... 4

Figura 3.1 Alcar-do-Algarve em flor... 4 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 2 2. O PROJECTO... 3 3. DESCRIÇÃO DO AMBIENTE AFECTADO... 3 4. PRINCIPAIS IMPACTES... 5 5. MEDIDAS MINIMIZADORAS... 6 6. PROGRAMAS DE MONITORIZAÇÃO... 6 ÍNDICE DE FIGURAS Figura

Leia mais

- Reforma do Tesouro Público

- Reforma do Tesouro Público - Reforma do Tesouro Público Em Novembro de 1997 foram definidas as opções estratégicas do Ministério das Finanças para a adopção da moeda Única ao nível da Administração Financeira do Estado. Estas opções,

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE SINES Plano de Pormenor da Cidade Desportiva. Proposta de Plano. Regulamento

CÂMARA MUNICIPAL DE SINES Plano de Pormenor da Cidade Desportiva. Proposta de Plano. Regulamento CÂMARA MUNICIPAL DE SINES Plano de Pormenor da Cidade Desportiva Proposta de Plano Regulamento Novembro de 2011 CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS... 2 ARTIGO 1º OBJECTIVO E ÂMBITO 2 ARTIGO 2º RELAÇÃO COM OUTROS

Leia mais

MAPA DE PESSOAL. Gabinete de Apoio ao Presidente. Gabinete de Fiscalização Sanitária

MAPA DE PESSOAL. Gabinete de Apoio ao Presidente. Gabinete de Fiscalização Sanitária Preenchidos A preencher Preenchidos Gabinete de Apoio ao Presidente Coordenar e executar todas as atividades inerentes à assessoria, secretariados, protocolos da Presidência e assegurar a interligação

Leia mais

Gestão e conservação de habitats prioritários dos Sítios de São Mamede e Nisa/Lage da Prata

Gestão e conservação de habitats prioritários dos Sítios de São Mamede e Nisa/Lage da Prata Projeto LIFE Natureza nº LIFE04/NAT/PT/000214 Gestão e conservação de habitats prioritários dos Sítios de São Mamede e Nisa/Lage da Prata Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo/José Conchinha 1. Como

Leia mais

FBD.01TP.35. CE-CTET-GERAL AAP+AECOPS GER 00X / 01TP.11.--.--.

FBD.01TP.35. CE-CTET-GERAL AAP+AECOPS GER 00X / 01TP.11.--.--. IV. NORMATIVA DE CUMPRIMENTO OBRIGATÓRIO FBD.01TP.35. CE-CTET-GERAL AAP+AECOPS GER 00X / 01TP.11.-- TÍTULO01TP TRABALHOS PREPARATÓRIOS CAPÍTULO.1-. PROTECÇÕES SUB.CAPº.11. PROTECÇÃO E SEGURANÇA DA OBRA

Leia mais

Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves

Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal. Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves Posição da SPEA sobre a Energia Eólica em Portugal Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves 1. Introdução A energia eólica é a fonte de energia que regista maior crescimento em todo o mundo. A percentagem

Leia mais

Regime jurídico da qualificação profissional dos técnicos responsáveis por projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra

Regime jurídico da qualificação profissional dos técnicos responsáveis por projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra Área de Prática - Imobiliário Julho 2009 Regime jurídico da qualificação profissional dos técnicos responsáveis por projectos, pela fiscalização de obra e pela direcção de obra A Lei n.º 31/2009, de 03.07.,

Leia mais

COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL SAÚDE E DEFESA DO CONSUMIDOR

COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL SAÚDE E DEFESA DO CONSUMIDOR COMISSÃO EUROPEIA DIRECÇÃO-GERAL SAÚDE E DEFESA DO CONSUMIDOR Direcção F - Serviço Alimentar e Veterinário DG(SANCO)/9142/2003-RM Final RELATÓRIO FINAL DE UMA MISSÃO REALIZADA EM PORTUGAL DE 2 A 4 DE ABRIL

Leia mais

Seminário de Abertura da Discussão Pública da proposta de Programa de Acção Nacional de Combate à Desertificação

Seminário de Abertura da Discussão Pública da proposta de Programa de Acção Nacional de Combate à Desertificação Seminário de Abertura da Discussão Pública da proposta de Programa de Acção Nacional de Combate à Desertificação Direcção Regional de Florestas do Alentejo Lisboa, 21 de Julho de 2011 Sistemas Fundamentais

Leia mais

Visita de Estudo ao Perímetro Florestal da Serra do Marão. Março de 2010 UTAD. Desenvolvimento Rural

Visita de Estudo ao Perímetro Florestal da Serra do Marão. Março de 2010 UTAD. Desenvolvimento Rural Março de 2010 UTAD Visita de Estudo ao Perímetro Florestal da Serra do Marão Desenvolvimento Rural Nuno Novais nº34001 Cláudio Lourenço nº 33999 André Ferreira nº34842 Luís Resende nº35462 Introdução O

Leia mais

Município de Estarreja 1

Município de Estarreja 1 Apreciação de pedidos I 0 0 0 0 I 1 0 0 0 I 1.1 0 0 0 I 1.1 a) 0 0 I 1.1 b) 0 0 I 1.2 0 0 0 I 2 0 0 0 I 2.1 0 0 0 I 2.2 0 0 0 I 3 0 0 0 I 3.1 0 0 0 I 3.2 0 0 0 I 3.3 0 0 0 Informação Prévia Loteamentos

Leia mais

Eng.º José Pinto Leite

Eng.º José Pinto Leite Dia 27 de Maio Investimento e sustentabilidade Eng.º José Pinto Leite Programa Polis Congresso LIDER A 09 Sustentabilidade e o POLIS José Manuel Pinto Leite IST 27/05/2009 1 Sustentabilidade e o POLIS

Leia mais

Sumário. Princípio da autonomia financeira. Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local

Sumário. Princípio da autonomia financeira. Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local Sumário Regime de financiamento das autarquias locais e Desenvolvimento económico local Regime financeiro das A.L. Autonomia financeira Principio Conceito Receitas municipais principais fontes Taxas municipais

Leia mais

Tema II: Elaboração e Acompanhamento do Plano de Acção

Tema II: Elaboração e Acompanhamento do Plano de Acção GRUPO 2 Áreas Protegidas em processo de adesão à CETS Parques en proceso de adhesion a la CETS Tema II: Elaboração e Acompanhamento do Plano de Acção ELABORAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PLANO DE ACÇÃO Exemplo

Leia mais

APROVA OS MODELOS DE ALVARÁS DE LICENCIAMENTO OU AUTORIZAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS

APROVA OS MODELOS DE ALVARÁS DE LICENCIAMENTO OU AUTORIZAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS APROVA OS MODELOS DE ALVARÁS DE LICENCIAMENTO OU AUTORIZAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS (Portaria n.º 1107/2001, de 18 de Setembro) O Decreto-Lei n.º 555/99, de 16 de Dezembro, que aprovou o novo regime

Leia mais

REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS

REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS REGULAMENTO DE COMPENSAÇÕES POR NÃO CEDÊNCIA DE TERRENOS PARA EQUIPAMENTOS E ESPAÇOS VERDES PÚBLICOS DECORRENTE DA APROVAÇÃO DE OPERAÇÕES URBANÍSTICAS 1. O Regulamento referente à compensação pela não

Leia mais

Agência Portuguesa do Ambiente Apresentação Pública dos Resultados do Inquérito sobre Equipamentos de Educação Ambiental para a Sustentabilidade

Agência Portuguesa do Ambiente Apresentação Pública dos Resultados do Inquérito sobre Equipamentos de Educação Ambiental para a Sustentabilidade Agência Portuguesa do Ambiente Apresentação Pública dos Resultados do Inquérito sobre Equipamentos de Educação Ambiental para a Sustentabilidade Jorge Neves, 19/12/2011, Amadora colocar foto da era ENQUADRAMENTO

Leia mais

Denominação Social Sogei Engenharia e Construção, SA Sede: Av. Cidade de Lisboa Edifício Águia R/C Chã de Areia Praia Santiago CP 426/A Natureza

Denominação Social Sogei Engenharia e Construção, SA Sede: Av. Cidade de Lisboa Edifício Águia R/C Chã de Areia Praia Santiago CP 426/A Natureza Denominação Social Sogei Engenharia e Construção, SA Sede: Av. Cidade de Lisboa Edifício Águia R/C Chã de Areia Praia Santiago CP 426/A Natureza Jurídica S.A. Sociedade Anónima Telefone: (+238 2602200)

Leia mais

Fase de construção do Prolongamento da Linha Vermelha, entre Alameda e São Sebastião

Fase de construção do Prolongamento da Linha Vermelha, entre Alameda e São Sebastião Fase de construção do Prolongamento da Linha Vermelha, entre Alameda e São Sebastião Identificação dos factores ambientais verdadeiramente significativos Descrição do projecto Prolongamento da Linha Vermelha

Leia mais

MINISTÉRIOS DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO

MINISTÉRIOS DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL E DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Diário da República, 2.ª série N.º 80 23 de Abril de 2008 18537 - Direcção -Geral de Agricultura e Desenvolvimento Rural; - Direcção -Geral dos Recursos Florestais; - Direcção Regional de Agricultura e

Leia mais

Powered by. Desenvolvimento

Powered by. Desenvolvimento Desenvolvimento de Sistemas Sustentáveis 1 Urbancraft Energia, S.A. FDO INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES, SGPS, S.A. ALEXANDRE BARBOSA BORGES, SGPS, S.A. 50% 50% A URBANCRAFT ENERGIA, S.A é uma sociedade

Leia mais

1 Criação de uma bolsa anual de árvores para oferta

1 Criação de uma bolsa anual de árvores para oferta Floresta Comum, Qual o objectivo principal do Floresta Comum? O objectivo? O Floresta Comum, é um programa de incentivo à reflorestação com a floresta autóctone portuguesa. Para a concretização deste objectivo,

Leia mais

Ligações às redes de energia eléctrica de instalações consumidoras (em vigor a partir de 12 de maio de 2013)

Ligações às redes de energia eléctrica de instalações consumidoras (em vigor a partir de 12 de maio de 2013) Ligações às redes de energia eléctrica de instalações consumidoras (em vigor a partir de 12 de maio de 2013) Novembro de 2012 Índice Competências da ERSE Princípios e conceitos gerais Potência requisitada

Leia mais

Pré-Projeto de Educação Ambiental

Pré-Projeto de Educação Ambiental Pré-Projeto de Educação Ambiental Vamos Descobrir e Valorizar o Alvão Ano 2014/15 Centro de Informação e Interpretação Lugar do Barrio 4880-164 Mondim de Basto Telefone: 255 381 2009 ou 255 389 250 1 Descobrir

Leia mais

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA)

Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades (PMPA) Definições O Plano Municipal de Promoção das Acessibilidades irá conter um programa das intenções necessárias para assegurar a acessibilidade física

Leia mais

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira

Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira Polis Litoral Operações Integradas de Requalificação e Valorização da Orla Costeira OBJECTIVOS DO POLIS LITORAL: (RCM n.º 90/2008, de 3 de Junho) a) Proteger e requalificar a zona costeira, tendo em vista

Leia mais

PROCONVERGENCIA ORIENTAÇÃO N.º 1/2011 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO PROGRAMA OPERACIONAL DOS AÇORES PARA A CONVERGÊNCIA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES

PROCONVERGENCIA ORIENTAÇÃO N.º 1/2011 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO PROGRAMA OPERACIONAL DOS AÇORES PARA A CONVERGÊNCIA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES PROCONVERGENCIA PROGRAMA OPERACIONAL DOS AÇORES PARA A CONVERGÊNCIA ORIENTAÇÃO N.º 1/2011 ORIENTAÇÃO DE GESTÃO FEDER Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional Abril de 2011 PROCONVERGENCIA

Leia mais

Ligações às redes de energia eléctrica. Setembro de 2011

Ligações às redes de energia eléctrica. Setembro de 2011 Ligações às redes de energia eléctrica Setembro de 2011 Índice Competências da ERSE Princípios e conceitos gerais Potência requisitada Procedimentos para ligação de uma instalação à rede Ponto de ligação

Leia mais

Agrupamento de Escolas Sto. Onofre Escola Básica de Sto. Onofre - Caldas da Rainha Complemento ao plano de formação vocacional e pré profissional

Agrupamento de Escolas Sto. Onofre Escola Básica de Sto. Onofre - Caldas da Rainha Complemento ao plano de formação vocacional e pré profissional Agrupamento de Escolas Sto. Onofre Escola Básica de Sto. Onofre - Caldas da Rainha Complemento ao plano de formação vocacional e pré profissional PROJECTO (III) Ano Lectivo 2008/2009 (compostagem, horta,

Leia mais

8 anos de Planos de Promoção do Desempenho Ambiental (PPDA)

8 anos de Planos de Promoção do Desempenho Ambiental (PPDA) 8 anos de Planos de Promoção do Desempenho Ambiental (PPDA) PPDA CONCRETIZAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES ESTATUTÁRIAS DA ERSE Estatutos Ferramentas Contribuir para melhorar o desempenho ambiental das empresas que

Leia mais

EMISSÃO DE CERTIDÃO DE PLANO DE PORMENOR PARA EFEITOS DE REGISTO PREDIAL

EMISSÃO DE CERTIDÃO DE PLANO DE PORMENOR PARA EFEITOS DE REGISTO PREDIAL Registo n.º Data / / O Funcionário Exmº. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Cascais EMISSÃO DE CERTIDÃO DE PLANO DE IDENTIFICAÇÃO DO REQUERENTE (Preencher com letra maiúscula) Nome/Designação/Representantes

Leia mais

Central de Biomassa de Portalegre

Central de Biomassa de Portalegre Central de Biomassa de Portalegre Paulo Preto dos Santos, Sobioen Soluções de Bioenergia, SA (Março 2008) Biomassa e Energia O aproveitamento energético da biomassa é cada vez mais relevante Aproxima-se

Leia mais

Cidade de São Paulo. 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011

Cidade de São Paulo. 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011 Cidade de São Paulo 3ª CLÍNICA INTEGRADA ENTRE USO DO SOLO E TRANSPORTES Rio, out/2011 LOCALIZAÇÃO POPULAÇÃO (Censo 2010) RMSP...19.683.975 habitantes Município de São Paulo...11.253.563 habitantes Estatuto

Leia mais

Polis Litoral Norte CONCURSO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJECTO DE REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE RIBEIRINHA DE VIANA DO CASTELO - NÚCLEO DO CABEDELO

Polis Litoral Norte CONCURSO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJECTO DE REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE RIBEIRINHA DE VIANA DO CASTELO - NÚCLEO DO CABEDELO Polis Litoral Norte CONCURSO PARA A ELABORAÇÃO DO PROJECTO DE REQUALIFICAÇÃO DA FRENTE RIBEIRINHA DE VIANA DO CASTELO - NÚCLEO DO CABEDELO SÍNTESE METODOLÓGICA Polis Litoral Norte CONCURSO PARA A ELABORAÇÃO

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS Gabinete do Ministro SABER UM POUCO MAIS.

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS Gabinete do Ministro SABER UM POUCO MAIS. SABER UM POUCO MAIS. O que é o Nemátodo da Madeira do Pinheiro? O Nemátodo da Madeira do Pinheiro (NMP), cujo nome científico é Bursaphelenchus xylophilus, é um verme microscópico que mede menos de 1,5mm

Leia mais

Comunidades Sustentáveis

Comunidades Sustentáveis Comunidades Sustentáveis Ph.D., Engº do Ambiente Dep. Engª Civil, Arquitectura / Instituto Superior Técnico manuel.pinheiro@civil.ist.utl.pt ou manuel.pinheiro@lidera.info Comunidades? Comunidade communitas,

Leia mais

Conhecer para estruturar e promover o sector do Turismo.

Conhecer para estruturar e promover o sector do Turismo. As Dinâmicas Regionais e os seus atores Conhecer para estruturar e promover o sector do Turismo. I.P.L. 26.10.2011 Praia do Osso da Baleia Trilhos de Interpretação da Natureza - Projecto Ecomatur I - Trilho

Leia mais

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO

PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO CONSIDERANDO QUE: PROTOCOLO SIMPLEX AUTÁRQUICO A simplificação administrativa e a administração electrónica são hoje reconhecidas como instrumentos fundamentais para a melhoria da competitividade e da

Leia mais

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE

A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE A PARTICIPAÇÃO PÚBLICA E A REGIÃO NORTE Autores: 1 Gabriela Azevedo e Rita Ramos Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS No âmbito dos procedimentos da Avaliação

Leia mais

Apresentação Institucional

Apresentação Institucional Apresentação Institucional Green Value Energy Building Solutions Janeiro de 2014 Índice Apresentação Áreas de Negócio Consultoria em Eficiência Energética e Ambiental Clientes Contactos Auditorias energéticas

Leia mais

MAPA DE PESSOAL - 2012 (art.º 5.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro e art.º 3.º do Decreto-Lei n.º 209/2009, de 03 de Setembro)

MAPA DE PESSOAL - 2012 (art.º 5.º da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro e art.º 3.º do Decreto-Lei n.º 209/2009, de 03 de Setembro) MAPA DE PESSOAL - 202 (art.º 5.º da Lei n.º 2-A/2008, de 27 de Fevereiro e art.º.º do Decreto-Lei n.º 209/2009, de 0 de Setembro) GERAL, FINANÇAS E MODERNIZAÇÃO Decreto-Lei n.º 05/09, de 2/0. DEPARTAMENTO

Leia mais

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE

PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE PROTOCOLO ENTRE O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E O MINISTÉRIO DA SAÚDE A promoção da educação para a saúde em meio escolar é um processo em permanente desenvolvimento para o qual concorrem os sectores da Educação

Leia mais

1. Eixo(s) em que se insere Eixo 3 Qualidade de vida nas zonas rurais e diversificação da economia rural

1. Eixo(s) em que se insere Eixo 3 Qualidade de vida nas zonas rurais e diversificação da economia rural MEDIDA 3.1 Diversificação da Economia e Criação de Emprego 1. Eixo(s) em que se insere Eixo 3 Qualidade de vida nas zonas rurais e diversificação da economia rural 2. Enquadramento Regulamentar Artigo

Leia mais

CENTRAL SOLAR FOTOVOLTAICA DE AMARELEJA REFERÊNCIA MUNDIAL NO DESENVOLVIMENTO DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS

CENTRAL SOLAR FOTOVOLTAICA DE AMARELEJA REFERÊNCIA MUNDIAL NO DESENVOLVIMENTO DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS CENTRAL SOLAR FOTOVOLTAICA DE AMARELEJA REFERÊNCIA MUNDIAL NO DESENVOLVIMENTO DAS ENERGIAS RENOVÁVEIS A MAIOR CENTRAL FOTOVOLTAICA DO MUNDO COM SEGUIDORES SOLARES AMARELEJA ENTRADA PRINCIPAL A central

Leia mais

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural

Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante do Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural Guião de Programa de Rádio e Televisão Tema: Redução de Emissões de Desmatamento e Degradação Florestal (REDD+) Nos estúdios encontram-se um entrevistador (da rádio ou da televisão) e um representante

Leia mais

Estrutura do Plano de Acção de Energia e Sustentabilidade - Pacto dos Autarcas

Estrutura do Plano de Acção de Energia e Sustentabilidade - Pacto dos Autarcas Estrutura do Plano de Acção de Energia e Sustentabilidade - Pacto dos Autarcas Cascais, 26 de Agosto de 2010 1 P á g i n a ÍNDICE 1.ENQUADRAMENTO... 1 2.METAS E OBJECTIVOS... 2 3.MEDIDAS A IMPLEMENTAR...

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO AMBIENTE REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO AMBIENTE O Ministério do Ambiente tem o prazer de convidar V. Exa. para o Seminário sobre Novos Hábitos Sustentáveis, inserido na Semana Nacional do Ambiente que terá

Leia mais

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT

INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT INTERVENÇÃO DE S.EXA. O SECRETÁRIO DE ESTADO DO TURISMO, DR.BERNARDO TRINDADE, NA SESSÃO DE ABERTURA DO XXXIII CONGRESSO DA APAVT TURISMO: TENDÊNCIAS E SOLUÇÕES Exmos. Senhores Conferencistas, Antes de

Leia mais

PLANO REGIONAL ORDENAMENTO FLORESTAL DO TÂMEGA

PLANO REGIONAL ORDENAMENTO FLORESTAL DO TÂMEGA PLANO GIONAL ORDENAMENTO FLOSTAL DO TÂMEGA Objectivos específicos comuns a) Diminuir o número de ignições de incêndios florestais; b) Diminuir a área queimada; c) Reabilitação de ecossistemas florestais:

Leia mais

Sociedade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas de Boa Vista e Maio, SA

Sociedade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas de Boa Vista e Maio, SA Sociedade de Desenvolvimento Turístico das Ilhas de Boa Vista e Maio, SA MISSÃO E OBJECTIVOS Iª APOIBM, Ilha da Boa Vista, 15 de Outubro de 2009 NATUREZA SOCIETÁRIA E Sociedade CAPITAL SOCIAL anónima de

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E ENERGIA. Diário da República, 1.ª série N.º 229 26 de novembro de 2014 5977

MINISTÉRIO DO AMBIENTE, ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E ENERGIA. Diário da República, 1.ª série N.º 229 26 de novembro de 2014 5977 Diário da República, 1.ª série N.º 229 26 de novembro de 2014 5977 c) Atualização dos planos a que se refere a alínea a): 130 ; d) Atualização dos planos a que se refere a alínea b): 1230. 2 As importâncias

Leia mais

plano anual de educação ambiental

plano anual de educação ambiental plano anual de educação ambiental 2009/2010 complexo de educação ambiental da quinta da gruta PROGRAMA FAMÍLIAS Grelha Resumo por Sector Sector Rios/Espaços Verdes Animais Dias comemorativos Férias Datas

Leia mais

REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES

REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES 1 REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES PROJETO FLORESTA COMUM PREÂMBULO Tendo por base o protocolo celebrado entre a AFN Autoridade Florestal Nacional, o ICNB,

Leia mais

Guia para a elaboração de Estudos de Segurança contra Incêndio em Edifícios Hospitalares G 02/2006

Guia para a elaboração de Estudos de Segurança contra Incêndio em Edifícios Hospitalares G 02/2006 Guia para a elaboração de Estudos de Segurança contra Incêndio em Edifícios Hospitalares G 02/2006 Ficha técnica Número G 02/2006 Data de aprovação JUL 2006 Data de publicação JUL 2006 Data última revisão

Leia mais

COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO

COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO COMISSÃO DA MARCA DE QUALIDADE LNEC SECÇÃO DE INSCRIÇÃO E CLASSIFICAÇÃO QUALIFICAÇÃO COMO GESTOR GERAL DA QUALIDADE DE EMPREENDIMENTOS DA CONSTRUÇÃO INSTRUÇÕES DE CANDIDATURA 1. DESTINATÁRIOS A Marca de

Leia mais

O Programa de Acção Territorial do Escarpão

O Programa de Acção Territorial do Escarpão O Programa de Acção Territorial do Escarpão João Telha CEDRU - Centro de Estudos e Desenvolvimento Regional e Urbano, Lda Seminário Indústria Extractiva Ordenamento Territorial e Licenciamento de Pedreiras

Leia mais

Plano de Comunicação/Divulgação Pós LIFE

Plano de Comunicação/Divulgação Pós LIFE O Plano de Comunicação/Divulgação Pós LIFE, visa dar a conhecer a forma como a CMMN pretende continuar a divulgar os resultados obtidos ao longo do projecto GAPS. Dividido em duas partes, a primeira tem

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

ESPAÇOS VERDES ECOJARDINAGEM TECNOLOGIAS DE ÁGUA

ESPAÇOS VERDES ECOJARDINAGEM TECNOLOGIAS DE ÁGUA ESPAÇOS VERDES ECOJARDINAGEM TECNOLOGIAS DE ÁGUA A SUBSTRATO e a ENGENHARIALÍQUIDA actuam nas áreas dos espaços verdes e tecnologias da água, numa perspectiva de eficiência e de conservação da natureza.

Leia mais

reconversão de empreendimentos turísticos

reconversão de empreendimentos turísticos reconversão de empreendimentos turísticos 01. Reconversão de Empreendimentos Turísticos Com o objectivo de requalificar a oferta turística nacional, foi aprovado um novo regime jurídico dos empreendimentos

Leia mais

DEPARTAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE INFRA-ESTRUTURAS MUNICIPAIS FICHA TÉCNICA

DEPARTAMENTO DE OBRAS E GESTÃO DE INFRA-ESTRUTURAS MUNICIPAIS FICHA TÉCNICA PARTAMENTO OBRAS E GESTÃO FICHA TÉCNICA 1. INTIFICAÇÃO Construção do Campo Polivalente do Clube da Cruz de Cristo Coselhas 2. LOCALIZAÇÃO Coselhas Freguesia de Santo António dos Olivais 3. SCRIÇÃO GERAL

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE O MUNICIPIO DE SETÚBAL E A CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DAS COLECTIVIDADES DE CULTURA, RECREIO E DESPORTO Considerando: a) As atribuições da Câmara Municipal de Setúbal, conferida

Leia mais

Regulamento dos Concursos

Regulamento dos Concursos Prosepe - Projecto de Sensibilização e Educação Florestal da População Escolar 1 Projecto Prosepe Projecto de Sensibilização e Educação Florestal da População Escolar Ciclo: Olhar Pela Floresta Regulamento

Leia mais

Expansão do Parque Empresarial de Lanheses

Expansão do Parque Empresarial de Lanheses Expansão do Parque Empresarial de Lanheses Estudo de Impacte Ambiental Volume III Relatório elaborado para: GestinViana Edifício de Apoio à Doca de Recreio 4900 Viana do Castelo IMA 12.05-03/26 FEVEREIRO

Leia mais

A PROBLEMÁTICA DAS CAPTAÇÕES DIRECTAS EM ALBUFEIRAS

A PROBLEMÁTICA DAS CAPTAÇÕES DIRECTAS EM ALBUFEIRAS A PROBLEMÁTICA DAS CAPTAÇÕES DIRECTAS EM ALBUFEIRAS O CASO DO SISTEMA ALQUEVA-PEDRÓGÃO: CONDICIONANTES PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS Ana Ilhéu Margarida Brito David Catita Departamento de Ambiente e Ordenamento

Leia mais

ANÁLISE EXTERNA ANÁLISE INTERNA

ANÁLISE EXTERNA ANÁLISE INTERNA 3. DIAGNÓSTICO ESTRATÉGICO Neste último sub-capítulo do diagnóstico procurar-se-ão cruzar as diversas componentes analisadas nos pontos anteriores, numa dupla perspectiva: Análise externa - a avaliação

Leia mais

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Ponto de situação em 31 de Outubro de 2007 As listas de consumidores com direito à restituição de caução foram

Leia mais

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA?

QUERES SER VOLUNTÁRIO(A) NO GEOTA? INVENTARIAÇÃO DE POPULAÇÕES DE AVIFAUNA DA RESERVA NATURAL LOCAL DO PAUL DE TORNADA - Quais os objetivos da tarefa? Manter, incrementar e divulgar os valores naturais da Reserva Natural Local do Paul de

Leia mais

A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES. Opções da União Europeia e posição de Portugal

A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES. Opções da União Europeia e posição de Portugal A MOBILIDADE URBANA E A SUSTENTABILIDADE DAS CIDADES Opções da União Europeia e posição de Portugal 1 I Parte - O Plano de Acção da EU Plano de Acção para a Mobilidade Urbana Publicado pela Comissão Europeia

Leia mais

Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso

Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso Madeira: Soluções Globais para Investimentos de Sucesso Exemplo de Requerimento Zona Franca Industrial Documento disponível em: www.ibc-madeira.com EXEMPLO DE REQUERIMENTO PARA AUTORIZAÇÃO DE INSTALAÇÃO

Leia mais

Propostas para Revitalização do sector do Turismo Residencial Janeiro de 2013

Propostas para Revitalização do sector do Turismo Residencial Janeiro de 2013 Propostas para Revitalização do sector do Turismo Residencial Janeiro de 2013 APR Associação Portuguesa de Resorts A Associação Portuguesa de Resorts (APR) tem por missão promover a imagem, empresas e

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10

TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10 TERMO DE REFERÊNCIA PARA PARCELAMENTO DE SOLO: CODRAM 3414,40; CODRAM 3414,50; CODRAM 3414,60; CODRAM 3414,70; CODRAM 3415,10 O processo administrativo para aprovação e licenciamento de parcelamentos de

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO Eixo Prioritário IV Protecção e Valorização Ambiental ACÇÕES DE VALORIZAÇÃO E QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS ÁGUAS INTERIORES Aviso nº : CENTRO-VQA-2009-14-PIN-07

Leia mais

GAPTEC. Estudos de Orientação Para o Planeamento do Concelho de Odivelas. Relatório Final Volume II. Maio 2003

GAPTEC. Estudos de Orientação Para o Planeamento do Concelho de Odivelas. Relatório Final Volume II. Maio 2003 GAPTEC Departamento de Planeamento Estratégico Divisão do Plano Director Municipal Estudos de Orientação Para o Planeamento do Concelho de Odivelas Maio 2003 Relatório Final Volume II EQUIPA Coordenadores

Leia mais

Integrado do Vale do Minho. Av. Miguel Dantas, n.º 69. 4930-678 Valença. Tel.: +351 251 825 811/2. Fax: +351 251 825 620. adriminho@mail.telepac.

Integrado do Vale do Minho. Av. Miguel Dantas, n.º 69. 4930-678 Valença. Tel.: +351 251 825 811/2. Fax: +351 251 825 620. adriminho@mail.telepac. Eixo 3 do PRODER Dinamização das zonas Rurais Englobam no eixo 3 do PRODER Abordagem Leader as seguintes Medidas e Acções Medida 3.1 Diversificação da Economia e Criação de Emprego 3.1.1 Diversificação

Leia mais

DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL PROJECTO VARIANTE Á EN249-4 ENTRE O NÓ DA A5 (IC15) E A ABRUNHEIRA

DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL PROJECTO VARIANTE Á EN249-4 ENTRE O NÓ DA A5 (IC15) E A ABRUNHEIRA DECLARAÇÃO DE IMPACTE AMBIENTAL PROJECTO VARIANTE Á EN249-4 ENTRE O NÓ DA A5 (IC15) E A ABRUNHEIRA (Estudo Prévio) I. Tendo por base o Parecer Final da Comissão de Avaliação (CA), as Conclusões da Consulta

Leia mais

1372-(6) Diário da República, 1.ª série N.º 44 3 de Março de 2008

1372-(6) Diário da República, 1.ª série N.º 44 3 de Março de 2008 1372-(6) Diário da República, 1.ª série N.º 44 3 de Março de 2008 inferior a 0,8 m 1,2 m, ou, caso se trate de operação urbanística em fracção já existente, confinante com arruamento ou espaço de circulação

Leia mais

PROMOÇÃO TURISMO 2020 Protocolo de Cooperação. Turismo de Portugal Confederação do Turismo Português

PROMOÇÃO TURISMO 2020 Protocolo de Cooperação. Turismo de Portugal Confederação do Turismo Português PROMOÇÃO TURISMO 2020 Protocolo de Cooperação Turismo de Portugal Confederação do Turismo Português Lisboa, 25 de fevereiro 2015 1 Considerando que: 1. O Turismo é uma atividade estratégica para a economia

Leia mais

Página Web 1 de 1. Ana Oliveira

Página Web 1 de 1. Ana Oliveira Página Web 1 de 1 Ana Oliveira De: GEOTA [geota@mail.telepac.pt] Enviado: quarta-feira, 11 de Abril de 2001 20:53 Para: erse@erse.pt Assunto: Comentários do GEOTA à proposta de Revisão dos Regulamentos

Leia mais

Lei n.º 40/2015, de 1 de junho Novo regime das qualificações profissionais na área do projeto e da obra. Ivone Nobre e Pedro Coimbra

Lei n.º 40/2015, de 1 de junho Novo regime das qualificações profissionais na área do projeto e da obra. Ivone Nobre e Pedro Coimbra Novo regime das qualificações profissionais na área do projeto e da obra Ivone Nobre e Pedro Coimbra 12 de outubro de 2015 I- Lei nº 40/2015, de 1 de junho: 1ª alteração à Lei n.º 31/2009, de 3 de julho

Leia mais