.: Z~ i"as n' 201/2007 SF

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1 0. ONG R;;:C Aviso n." 209-Seses-TCU-Plenario Brasilia-DF. 12 de marco de 2008 Senhor Presidente, Encaminho a Yossa Excelencia, para conhecimento, copia da instrucao da unidade tccnica nos autos do processo n" TC / conforme proposta apresentada pelo Excelentissimo Sr. Ministro Raimundo Carreiro e aprovada pelo Plena rio desta corte, na data de hoje. Atenciosamente, 1/'.: Z~ i"as n' 201/2007 SF WALTON ALENcAR RODRGUES Presidente i ~s CP -~~~:i i.o '~'~ c: A Sua Excelencia, 0 Senhor ' 1ti.OJ Senador RAMUNDO COLOMBO Dxo.=_====:..1 Presidcnte da Comissao Parlarnentar de nqucrito do Senado Federal - ONGs Praca dos Tres Podercs, Scnado Federal, Anexo, Ala Senador Alexandre Costa, Subsolo, Sala 15 Subsecretaria de Apoio as Comi~oes '1' DF Especiaoe P n d~.nto Brasi ia - R e {f.2jl

2 ATA N 7, DE 12 DE MAR(O DE 2008 (Sessao Ordinaria do Plenario) Presidente: Ministro Walton Alencar Rodrigues Representanre do Ministerio Publico: Procurador-Geral, em exercfcio, Paulo Soares Bugarin Secretario das Sessoes: ACE va Mutzenberg Subsecretaria do Plenario: ACE Marcia Paula Sartori A bora regimental, com a presence dos Ministros Marcos Vilaca, Valmir Campelo, Guilherme Palmeira. Ubiratan Aguiar, Augusto Nardes, Aroldo Cedraz e Raimundo Carreiro. dos Auditores Augusto Sherman Cavalcanti (convocado para substituir 0 Ministro Benjamin Zymler) e Marcos Bemquerer Costa e do Representante do Ministerio Publico, Procurador-Geral, em exercicio. Paulo Soares Bugarin, 0 Presidente Walton Alencar Rodrigues registrou a ausencia do Ministro Benjamin Zymler, em erias. e declarou aberta a scssao ordinaria do Plenario. COMUNCA(OES Do Ministro Raimundo Carreiro: - Proposta, aprovada pelo Plenario, de remessa a Comissao Parlamentar de lnquerito do Sen ado Federal que tern por objetivo apurar a iberaciio e 0 uso de verbas publicus por ONGs e OSCPs, aprovada naquela Case Legistatlva pelo Requerimento rl" , aditado pelo Requerimento n" 217/2007, da instrucao da Unidade Tecnica nos autos do TC j D:\Usuarios\tonymp\Configura~6esrcaisjTemporary nternet Files\OLK59\excerto.doc RQsno20V~~SF-! (PJ ONGs 1 j >i. jo G:", --'~, - - Doc. _~L 0 -J

3 TRBUNAL DE CONTAS DA UNAo ~ 5- Secretaria de Controle Extema 2- Diretoria Tecnlca TC.' / Natureza: Solicitacao do Congresso Nacional. nteressado: Senado Federal (Oficio n." 305 SF). Assunto: Solicitacao de informacoes/ Requerimento n" 604, de autoria do Senador Antonio Carlos Magalbaes Entidade(s): SEBRAF) Departamento Nacional, Unidades do DF e Estaduais Volume aproximado de recursos fiscalizados: ,02. NTRODU<;:XO 1.1 Trata-se de Solicitaciio do Congresso Naeional, encaminhada pelo entao Presidente do Senado Federal, Bxmo. Senador Renan Calheiros, par meia do Oficio n." 305 SF (fl. 01), para fins do dispostc no ineiso V do anigo 71 da Constituicao Federal, em deeorrencia de requerimento do Senador Antonio Carlos Magalhaes (Requerimento n." 604, de 2006, fl. 02/03), aprovado pelo Plenario do Senado Federal na sessgo de 13de fevereiro de Foram solicitadas as seguintes informacces, relativas ao Service Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE (Nacional, cstaduais e do Distrito Federal): a) valor total de recursos federais recebidos, a qualquer tltulo, pelo SEBRAE, nos exercicios de 2003, 2004 e 2005, segregados por pertodo e por tipo de transferencia de recursos (contribuicoes parafiscais, convenios ou outros instrumentos congeneres c eventuais forrnas de financiamemo das atividades da entidade pela Uniao); b) demonstrativo dos vaiores repassados pelo SEBRAE a organizacoes nsc governamentais (ONOs), a qualquer titulo, por entidade e por exercicio. 1.3 Considerando que este Tribunal nao dispunha dessas informacoes consolidadas, carecendo de veriflcacao nos respectivos processos de prestacao de comas, que tal procedimcnto poderia demandar tempo razcavel e 0 earater de urgencia atribuido ao prcscnte requerimento, esta Corte de Contas optou, preliminarmente, pela promocao de diligenciajunto ao SEBRAE Nacional. 1.4 Em 07/03/2007, a enridade encaminhou 0 demonstrativo referido na altnea "a", supracitada (fl. 16 destes autos), e apos prorrogacao de prazo, foram encaminhadas as informacoes descritas na alinea "b". 1.5 Por meio do Aviso n." 970 0P/TCU, de 13/06/2007(c6pia afl. 35), 0 TCU encaminhou ao Senado Federal copia da documentacao eonstante as fls. ] 6 e 29 do volwne principal e de todo 0 Anexo 1 destes autos, e, tambem, copia do Acordao n." 1069/2007- Plenario. Por meio dessa decisao (eopia as fls. 31 e 32), o Tribunal dererminou a 5 a SECEX que examinasse, na documentacao reunida nos autos, a existencia de algum indlcio de favorecimemo no repasse de recursos do SEBRAE a organizacdes nao-govemamentais, nos termos da jusrificacao da sclicitacao do Senado Federal. 2. DEFN<;:ii.O DE ONG 2.1 lnicialmente, cabe tecennos alguns comentarios acerca da definicao de organizacao nnegovernamental, tendo em vista a dificuldade de se definir quem integra essa categoria, inclusive por parte do proprio SEBRAE. 2.2 A autora Andrea Nunes, na obra "Tercciro Setor - Contrale e FiSCaliZayao"' ~ifoit1 M!;aa6/ 2~ Fi Edicao, comeca por exphcar 0 que e 0 Terceiro Setor: 0'1 _OMjs 1/, O~' '_ 1s.1!E_,_ u,) 'l')

4 ~ TRBUNAL DE CONTAS DA UNAO 5- Secretaria de Controle Externo 2 1 Diretoria Tecnlca "A tradicional dicotomia entre Setor PUblico e Privado foi quebrada com 0 surgimenlo do chamadc Terceiro Setor. Alem do Estado, conhectda como Primeiro Setor. e 0 Mercado, que corresponde ad Segundo Setor, surge essa terceira facoio. que pode ser definida como um conjunto de organaaciies de origem privada. dotadas de autonomia, administraoia propria e finalidade nao tucrativa, cujo objetiw e promover a bem-estar social atraves de Q90eS assistenciais. cuiturais e de promooio da cidadania. " 2.3 A autora explica que finalidade nao luerativa signifiea que nao he distribuicao, entre os s6cios au assoeiados, de eventuais exeedentes operacionais, devendo a entidade epliea-los integralmente na consecucao de seu objeto social. Assim, nao fazern parte do Terceiro Setor as eooperativas que distribuem os excedentcs operaeionais entre seus associados. Contudo, segundo a autora, "niio significa que basta as associacoes mio perseguirem fins lucrativos para serem consideradas componentes do Terceiro Setor", E, tendo por base a Lei n," 9.790/99. entende que 0 trace distintivo de uma entidadc do Tereeiro Setor esta no objetivo de promover 0 bem-estar social, por meio de acoes assistenciais, eulturais e de promocao da cidadania. 2.4 Em entrevista veiculada na nternet em 17/07/2007 (c6pia as fls. 01/02 do Anexo 2 destes autos), 0 presidente da Assoeiacao Brasilcira de Organizacoes Nao-Govemamentais - ABONG, Sergio Haddad, explica que uma ONG e uma entidade privada, scm fins ucrativos, que nao depende de verbas publicas para sobreviver. Segundo ele, uma ONG brasilcira, para ter personalidade juridica, precisa se registrar como fundacao ou eomo sociedade civil scm fins lucrativos. 2.5 Mas, ainda segundo 0 presidente da ABONG, 0 que distingue urna ONG de outras instituicoes sem fins lucrativos e que aquela nao visa prestar assistencia social, ou assistencia espiritual, ou proporcionar atividades recreativas. Sergio Haddad afirma que "Uma ONG, ao contnirio. visa cotocar ao alcance de um grupo de pessoas um direito que par a/gum motive lhes esteja sendo negado, au omitido ", Destaea, ainda, que uma ONG nao se confunde com os movimentos soeiais, que sao muito mais amplos. 3. UNVERSO ANALSADO 3.1 Nao obstante a diligencia haver solicitado apenas informacoes quanta aos valorcs rcpassados a ONGs, 0 SEBRAE inc1uiu, em seua relatorios, entidades que claramerne nao fazem parte dessa categoria, como outras entidades do "Sistema S", prefeiruras, sindicetos, federacoes, confederacces, associacoes comerciais e institutes mantidos pelo poder publieo. Outras entidades, no entanto, nao sao de facil classificecao. 3.2 Assim, com base nas definicoes de organizacao nao-govemamental, ja deseritas, proeuramos restringir nossa analise a insnrutos, associacoes e fundacoes privadas, sem fins lucrativos, excetuando-se sindicatos, associacces comerciais, associaczes de classe, federacces comerciais e federacoes industrials. 3.3 Tambem foram objeto de nossa analise algumas entidades que, ernbora nao possam ser consideradas ONGs, receberam grande volume de recursos do SEBRAE, no periodo de 2003 a 2005, elou foram frequentemente beneficiadas. 3.4 E, tendo ern vista 0 volume de recursos repassados (ver tabela it fl Anexo 2), selecionamos para analise 0 Departamento Naeional do sebrae e as urridades de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pernambuco, Bahia, Alagoas, Sao Paulo, Esplrito Santo e Distrirc Federal. Apesar de nao tee transferido 1':~~".:'~,",".w: ~ recursos a ONGs, a unidade do Ceara tamberu foi objeto de nossa analise, pois grande p~fj(j)9~l~ - SF repassados teve eomo beneficiaria uma unica entidade. J, (P - ONGs, C,,fl " ~ ;.5..E. "t_ Si:;QQ, i<lsi><j,," lo;s~7, ;-W. C'J~O 7,1:007! SOLlCN M!Jl( -'if~kaf ~Fl~ 4F_~oh",o,,:i< fl\l R«u",o',,..,,,fondos ONG'...",lj;""l\lS 2007 ~E DlV 1007 Si'JU'.X-S.DT' 2.GRAllEl.LM'R 17 Q~ 07 iloc - coar SECE);SDll (R=u"hlJ ~":.:"'~-:::==:::=:::===..J,

5 TRBUNAL DE CONTAS DA UNAo 5" Secretaria de Contrale Extemo 2 8 Oiretoria Tecnlca 3.5 Com 0 intuito de facilitar 0 exame das informacoes trazidas aos autos, desenvolvemos as tabe1as aeostadas as fls. 21/56 do Anexo 2. 4 FLTRAGEM DOS DADOS ENCAMNHADOS 4.1 Com 0 objetivo de definirmos urna amostragem para analise. fizemos dais fihros nos dados trazidos aos autos. Primeiramente, selecionamos as entidades tendo como criteria 0 valor recebido (ver tabe1as as fls. 22/42 - Anexo 2), da seguinte forma: SEBRAElNacional Para a analise dos dados apresentados pelo SEBRAE Nacional, selecionamos as entidades que receberam recursos iguais ou superiores a ,00 (urn milhjo de reais) anuais, au que foram frequentemente beneficiadas no periodo de 2003 a SEBRAESP, MG E RJ Selecionamos as entidades que tenham reeebido recursos iguais ou superiores a ,00 (cern mil reais) anuais, au que tenham sido frcqiientemente beneficiadas no per:iodo de 2003 a SEBRAEDF. ES. AL, BA, PE Selecionamos as entidades que receberam recursos iguais ou superiores a ,00 (cinqiienta mil reais) por exercfcio, ou que foram freqiientcmente beneficiadas no per:iodo de 2003 a Os objetos de todos esses convenios - quando informados - foram comparados com as finalidades insritucionais do SEBRAE, confonne descrito no subitem 5.1 desta instrucao. 4.3 Essa primeira amostragem passou, entao, por urn segundo filtro, que teve como eriterio 0 numero de eonvenios celebrados. As ONGs seleeionadas estao descritas no subitem , ANALSE 5.1 OBJETOS DOS ACORDOS/CONVENJOS A fim de avaliarmos se os objetivos previsros nos ajustes estao de acordo com as finalidades institucionais do SEBRAE, buscamos algumas intormacoes na pagina eletronica da entidade, as quais transcrevemos: "0 Sebrae - Service Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas - trabalka desde 1972 pela desenvolvimenta sustentavel das empresas de pequeno porte. Para isso. promove cursos de capacitw;ao, facilita 0 acesso a servicos financeiros, estimula a cooperacdo entre as empresas, organiza -feiras e rodadas de negocios e incentiva 0 desenvotvimento de atividades que contribuem para a gera~iio de emprego e renda. o Sistema Sebree busca criar, por varios mecanismos (capacitaciio. mobilizadio, disseminaciio do empreendedorismo e do associativismo, entre outros), um ambiente radicalmense favorovel a sustemabitidade e ampiiociio dos pequenos negocios..~e ambiente. passa por m.enor cargo tributaria, menos burocracia, acesso ao cre4i~:.::5'~.n~o:-20-1/ _----' tecnologio e 00 conhecimento. SF CPt - ONGs." j'!" (]~~-, L,)

6 TRBUNAL DE CONTAS DA UNAo 58 Secretaria de Controls Extema 2 Diretoria Tecnlca Missao Promover a competitividade e 0 desenvolvimento sustentavel das micro e pequenas empresas efomentar 0 empreendedonsma. Jlistio de Futuro: 2010 As micro e pequenas empresas constituem-se em importante fator de desenvolvimento do pais, atuando em ambiente institucional favoravel. com alto indice de formaiizaciio, competitividade e sustentabilidade. Prioridades estnuegieas: Empenhar-se pela aprovaciio, regulamentacdo e implementacio de urn marco legal para as MPEs - Articular politicos publicas voltadas para 0 desenvolvimento das MPEs - Facilitar a ampliacdo do acesso e reducdo dos custos dos servicos financeiros - Estabelecer atiancas estrategicas para mobilizar recursos. competincias e conhecimentos - Promover educacdo empreendedora e a cultura da cooperaciio - Promover 0 acesso ateenologia e a ampliacdo da capacidade de inovarao - Revolucionar 0 atendimento individual, amp/iando a escala e melhorando a qualidade - Aprimorar e intensificar 0 atendimento cotetivo - Promover 0 acesso a mercados interno e extemo - Buscar excelencia nos padries de desempenho do Sebrae - Elevar os niveis de desempenha e comprometimento dos Recursos Humanos - Consolidar e Aprimorar a Gestiio Estrategica Orientada para Resultados" Tendo em vista 0 ample espectro de atuacao do SEBRAE e a forma resumida com que os objetos dos convenios e acordos foram informados - quando informados -, nao temos como asscgurar que os objetos de todos os ajustes analisados estao de acordo eorn as finalidades institucionais da entidade. 5.2 QUANTDADE DE ACORDOS/CONVENOS FRMADOS Verifiearnos que algumas das organizacces analisadas finnaram grande numero de aeordos ou convenios eorn 0 SEBRAE, no pertodo e 2003 a 2005, 0 que pode indiear favorecimento na eseolha das convenentes Listamos, a seguir, as organizacoes que receberarn reeursos provenientes de mar ""Rhs3 RPQN~J1,W~OU--' aeordos de eooperacao, no periodo de 2003 a 2005: n LU1/LUU - SF! )1" l!fs, ~J~.. CP - ONGs [;0~ l_) ) _,;"[)n,, ""~,,.j0<'_ [)-'S-1~, J to! ['WP~~Don SOLlrN MDC SEDRA[ S[DJvU: Soli,~.."" C~ 11"'"1>0); u"",c"ido, ONG'...,ilix NS E DY, _r;~.-\/').1 ~rl'- _17-<>~'~'.J", 2D~' ~~Cr:XllD'f~ ~...h\,j 7 SECEX 3.DT Doc.

7 TRBUNAL DE CONTAS DA UNAO ~ 5 11 Secretaria de Controle Externo 2 a Diretoria Tecnlca SEBRA[ Naeional nstitute de Hospitalidade - 4 convenios ABPT - Associacao Brasileira das nstituicoes de Pesquisa Tecnol6gica - 11 convenios nstituto Euvaldo Lodi - 9 eonvenios SEBRAEES Movimento Bmpresarial do Bsptrito Santo - 4 convenios CETEMAG - Centro Tecnologico de Marmores de Granitos - 5 convcnios SEBRAE/RJ FAERJ - Federacao de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro - 9 convenios elou acordos Fundacao Bio Rio - 6 convenios elou aeordos Fundacao Cultural Dam Manoel Pedro <fa Cunha Cintra ~ 7 convenios e/ou acordos FUNDENOR - Fundacao Norte Fluminense de Desenvolvimento - 6 convenios elou acordos PUC-Rio - Pontiflcia Universidade Cat6lica do Rio de Janeiro - ] 1 convenios e/ou acordos REDETEC - Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro - 27 convenios elou aeordos SNA - Sociedade Nacional de Agricultura - 5 eonvenios elou acordos ROSOFT - Soeiedade Nucleo de Apoio a Producao e Bxportacao de Software - 4 convenios e/ou aeordos Associacso de Joalheiros e Relojoeiros do Estado do Rio de Janeiro - 9 convenios elou acordos COPPETEC - Fundacao de Projetos, pesquisas e Estudos Tecnologicos - 7 convenios elou aeordos FACERJ - Federacao das Associacoes Comereiais e Empresariais do Rio de Janeiro - 13 convenios e/ou aeordos Programacao Visual2A2 Ltda. - 4 eonvenios e/ou aeordos SEBRAE/CE nstitute Centro de Ensino Tecnol6gieo - 5 convenios Destaeamos, ainda, que algumas entidades reeeberam, no periodo meneionado, reeursos de mais de uma unidade do SEBRAE: ABH - Associacao Brasileira cla ndustria de Hoteis (SEBRAFJNacional, SEBRAFJlA, SEBRAE/AL) nstituto Euvaldo Lod.i (SEBRAFJNacional, SEBRAFJMG, SEBRAElPE, SEBRAEBA, SEBRAFlAL, SEBRAE/ES, SEBRAElDF, SEBRAFlCE) nstituto de Hospilalidade (SEBRAFJNacional, SEBRAFJlA) Visao Mundial (SEBRAEMG, SEBRAEPE, SEBRAFJlA) REDETEC - Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro (SEBRAElNacional, SEBRAERJ) nstituto Bambu (SEBRAERJ, SEBRAFlAL) ir(js no 201/2007. Sf ' (P ONGs or> '7 C'..,Fls,,O.-t:J+~ ~! 1" " ; Doc " S..Doo, jdsjodo< 1O)847v7-OO - OO%?o:~"-rot.lCN-MD[C~EBRAE SEBRAE-S,,licitoo;.ao CN.Raw>o' Till'lft:rimi ONG HJ!lik-N.'; f DJV loot JECE4<J.8'f 1 ORA2J.m..1.A1l..17-tl1l-1l7,do<- - :007 SECl:X'/DT2 (Ra,.;twull

8 TRBUNAL DE CDNTAS DA UNAD 53 Secretarla de Controls Externo 8 2 Diretoria Tecnlca 5.3 PROCESSO CONEXO Cabe mencionarrnos que no processo TC / esta sendo examinada denuncia que versa sabre irregularidades na celebracao de convenios entre Ministeric do Turismo, 0 SEBRAFlDepartamento Nacional e 0 nstitute de Hospitalidade - H, orgenizacao nao-govemamental citada nestes autos (Convenios n." 122/2005 e 165/2006) Segundo as dados presentes oeste processo, 0 SEBRAE Nacional e 0 referido nstituto celebraram os seguintes convenios: Convenio 68/2002, cujo objeto nao foi informado Convenio 69/2003, que teve como objeto "Movimento Brasil Turismo e Cultura & Forum Mundial de Turismo" Convenio 137/2004, que teve eomo objeto "Guias e Manuais de Boas Praticas Sustentaveis" Convenio , que teve como objeto "Qualificacao de Destinos Turtstieos" Ressaltamos que a [H tambem reeebeu recursos do SEBRAEBA mas nao foram informados as numeros dos convenios celebrados (fls. 29/30 - Anexo 1). 6 CONCLUSAO 6.1 Entendemos que as elementos presentes nos autos nao sao, por si sos, suficiemes para concluirmos se houve favorecimento, por parte do SEBRAE, na eelebracao de convenios com organizacoes naogovemamentais. 6.2 Nao obstante, na analise proeedida no item 5 desta insrrucao, identifieamos entidades que foram freqiientemente benefieiadas, ou que receberam volumes elevados de recursos, confonne descrito a seguir - 0 que sugere a necessidade de uma analise mais detida dos convenios celebrados entre essas entidades e a SEBRAE Organizacoes que receberam recursos provenientes de mais de 3 convenics au acordos de cooperacao, no perfodo de 2003 a 2005: SEBRAE Naclonal nstitute de Hospitalidade - 4 eonvenios ABPT - Associacao Brasileira das nstiruicoes de Pesquisa Tecnologica - 11 convenios nstituto Euvaldo Lodi - 9 conveaios SEBRAElES Movimentc Empresarial do Esplrito Santo - 4 convenios CETEMAG - Centro Tecnologico de Marmores de Granitos - 5 convenios SEBRAE/RJ FAERJ -- Federacxo de Agricultura do Estado do Rio de Janeiro - 9 convenios ejou acordos Fundacao Bio Rio - 6 convenios elou acordos Fundacao Cultural Dom Manoel Pedro da Cunha Cintra - 7 eonvenios efou acordos FUNDENOR - Pundacao Norte Fluminense de Desenvolvimento - 6 convenios c/ou acordos PUC-Rio - Pontiflcia Universidade Catolica do Rio de Janeiro - 11 convenio{~m Wii S~ ; REDETEC - Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro - 27 convenics elou acor.os ' oj SNA - Soeiedade Nacional de Agriculrura - 5 eonvenios e'ou acordos 1 CP ' ONGs

9 . TRBUNAL DE CDNTAS DA UN,Ao 5- Secretaria de Controle Externo 2- Diretoria Tecnlce ROSOFT - Soeiedade Nucleo de Apoio aproducao e Exportacao de Software - 4 convenios e/ou acordos Associacao de Joalheiros e Relojoeiros do Estado do Rio de Janeiro - 9 convenios e/ou acordos COPPETEC - Fundacao de Projetos, pesquisas e Estudos Tecnologicos - 7 convenios e/ou acordos FACERJ - Federacao <las Associacoes Comerciais e Empresariais do Rio de Janeiro - 13 converuos e/ou acordos Prograrnacao Visual2A2 Ltda. - 4 convenios e/ou acordos SEBRAE/CE nstituto Centro de Bnsino Tecnologico - 5 convenios Organizacoes que receberam recursos de mais de uma unidade do SEBRAE, no periodo de 2003 a 2005: ABH - Associacao Brasileira da ndustria de Hoteis - recebeu recursos do SEBRAElNacional, SEBRAFJBA e SEBRAEAl nstitute Euvaldo Lodi - reeebeu recursos do SEBRAElNacional, SEBRAEMG, SEBRAEPE, SEBRAFJBA, SEBRAElAl, SEBRAElES, SEBRAEDF e SEBRAECE nstitute de Hospitalidade - recebeu recursos do SEBRAEJNaeional e SEBRAEBA Visao Mundial- reeebeu reeursos do SEBRAEMG, SEBRAEPE e SEBRAEiBA REDETEC - Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro - reeebeu recursos do SEBRAElNaeional e SEBRAERJ nstituto Bambu - recebeu recursos do SEBRAERJ e SEBRAFJAL 7. PROPOSTA DE ENCAMNHAMENTO 7.1 Por todo 0 exposto, submetcmcs os autos aconsideracao superior, propondo: 7.Ll encaminhar 0 presente processo ao Excelentlssimo Senhor Mirrisrro Relator, Marcos Vilaca, para que autorize a remessa, a Seeretaria-Geral da Mesa do Senado Federal (eonforme orientacao constante afl. 01 destes autos), de c6pia deste instrucao, beru como do Anexo 2 destes autos, em cornplemento as informacoes anterionnente repassadas, em atendimento a solicitacao feita a este TeU mediante Oflcio n." 305~SF, de 15/ ; posteriormente. nos termos do Memorando-Circular n." 60/2007-Segecex, submeter a Segeccx/'Cl,l proposta no sentido de encaminhar eopia desta instrucao as Secex/'Cl,l do Espirito Santo, Rio de Janeiro, Barna, Ceara, Alagoas. Minas Gerais e Pernambuco, recomendando que avaliem a conveniencia de verificar, nos convenios celebrados entre as unidades do SEBRAE que fazem parte de sua elientela e as instituicoes citadas nos subitens e s.z.z.desa jnstms;:aa,..u..,.", disposto no item 9.2 do Aeordao Plenario n." 1069/2007, bern como se os init~emojo~~7de> ; aeordo com a egislacao e os prineipios que os regem, e se as prestacoes de eontis eorurp:pv_atl<l roa : e regular eplicacao dos recursos;.' J,-- :' q if t.o U\/._, t)",,~~._._~.. _,!

10 TRBUNAL DE CONTAS DA UNAO 58 Secretaria de Controls Externo 2 a Diretoria Tecnlca nos tennos do artigo 237, ineisc V, do Regimento lnternoltcu, e sem prejufzo dos encaminhamentos supramencionados, constituir, desdc ja, em processo cspecifico, representecao dcsta Unidade Tecnica, para apuracao analoga adescrita no subitcm 7.1.2, supra; nos tennos do artigo 40, inciso V, da Resolucao/TCl.J n." 191/2006, arquivar 0 presentc prccesso. 8. ASSNATURAS TCU, 5' SECEXl2'DT, em nl ~- GRAZELLA F. ft. RODRlGUES (ACE - Matricula ),?QS no 201/2007. SF, CPl ONGs J l ' i fls. /;' Doc.

11 c - TRBUNAL DE CONTAS DA UNAo Processo: 004,670/ ~m'2,,~m R<>lator: M:lDl.stro MARCOS VNCOS V~ Autuacao: ~5/02/ :26:34 T1PO d" Proe... sec sca Xntrada: 15/02/2007 l!:nudade/orgiio, Unid. nta~e ~~da, SECEX5(DT2 rntan'8e1ado: "- nespon",,""'l: i -e,.1#;'. ;l'"." ;,. ~' ~.,~_/;t'~ " -~" 'i Lote..! j l )B8\1nto' ANEXO 2 j]m~~llt~!,- Solicit~cao de nformacao do Congre""o Nacional ~f..rent.. a Legalldade e Leg,itimJd<o.de de Atofl de (;eata<:> -->.>RESDENTE DO SilHADO.fEDERAL SR. f\f.nam r.alherr,s (continua) N,u, Or!J&m' Dat~ de Criacio' 21/08/ :4B:17...~~' ~h ~~.~~~.'u~ ANDAMENTO DATA ANDAMENTO DATA Jnn? c, C RQ no 201 CPl NGs,,~ o,! 1.') nm ' U, 1,,

12 -----_..._--- revistaledicoes/ed72frenato nnmnell ~sn Caros Amigos Pagina l de 2 AfinB, 0 que i! uma ONG? par Renato Pompeu Como distlnguir uma ONG de umll entidllde beneficence ou de pesquisi/s. Entrevistll com Sergio Haddad condensada per Renate pompeu. Para Sergio Haddad, 53 enos, presidente de Abong - Associa<;lio Br<lsllelra de Orljl"nllao;aes Nao Govern/Jmentas, uma ces emoeoes orcmcecres do Fbrum Social Mundi,,!de Porto Alegre, n~o l! tao dlficil Quanto parece ill urn ' - leigo, perdido entre slglas e J" cbjettvos t.llo dlverslncaoos como )- sao os dll ONGs, dlstjngulr 0 que seoe, , uma orgi!lnlza..ao nio- Em orenerrc lugar, ume ONG, segundo 'le, t uma ennoece prlvada que. JJAQ.!depende de subsidios pubnccs. PDr essa rado, equno qu! a lei Bresser Pereira cmmll de organlzll;!o Sod"\, como, por exemplo, ill Fund~o rtccruz, N t uma organlla~o n!o-gdvernamental, pols, por mats priveda e n ependente que seja a sua adminlstra~q, ela depende de verbas publlci!ls para sob reviver e tern tarefas a cumprlr n~q autodeterrmnades e slm indjcedes Dele Estado, Q que niq e 0 cesc de vma ONG, rnesrno que se ntltule ccrno tal. Em segundq lugar, ume ON.G e urna enuceoe privada sem fins lucranvcs - tsto e, sees S6Cl05 se reunern para ecncer seus pr6prlqs recurscs numa determlnada atlvldace e esse -caorter' n!q renee. devendc todo eventual soceravn ser re'l'vestldq aas atlvldades da propria organlla~d. por esse r..zaq, no Brasil, uma ONG, para tar persooeudece juridic', oreose se registrar como ume funda~o QU como ume soctedade civil sem fins rucrenvcs. Aqul surge umll ccnrusao. Tarnbern as rnsntutcees beneficentes e fllantr6plcas, elern de outras ennceoes Que niq tern fins ucreuvcs, como as grejas e QS dulles de futebot, gqzllm do esratuto de funda es ou de scnecades crvrs nao-jucratlvas. Mas aqui e que surge, segundq Sergio Haddad, Q x do problema, l~ que dlstlngue uma ONG dqs outros ttpcs de nstitui..aq. ume ONGW.vlsa crester asslst~ncia social, ou asslstencra espirltual QU prqporclonllr attvtdades recreauves. uroe ONG, ae ccntrane, visa cotocer ac alcance de um 9rUpo de pessoas urn dlrelto que por..lqurn motlvo lles esreje sende neceoo. QU cmcdo. M Assim, a ONG, em entldade oecuena, de couccs cuadros enernente cuaunceccs, noli se conrurce com es rncvtrneotos socials, rnustc mats erncros, a Q e oreste asssrenoe. Haddad acena a CritlCl de que as ONGs nao saq representattv..s des masses de pesscas a que diq assrstencta, mas msiste em que >S ONGs naq tem ess<l p-etensso de serem represereenvas de sees ceoencancs. scrtantc, a ONG visa estender um QU mills crrertos, especmcos para aqueia ONG, a uma camac! da populao;jo Que niq tem acessc.!quele dlreltq. Algumas vezes, esse dlrelto naq existe anterlormente e e enado pela ao;jo d"s ONGs e dos movlmentoli socials a que d~ as.slstencii!l. Um exemplo fol Q movlmento erlado em tol'"no da Aids, que inlcialmente, nqs anqs 1980, se m!l91nava so atingla determlnadqs grupos de risco, CQn",Q QS homqssl!xu>lls e depqs as prqstltutas, que se viram i!llnda mals mar9inlllizadqs. Sur91ram ONGs que prestavam asslstencla juridlca, polftlca, mqral aqs mqvimentos SClcl"ls de homqssexuals e prostituti!l'>, que primeiro procuravam asse9urar Q direltq ao tr"tamt'nto medlcq e depois desenvqlveram uma luta mais am.,la, de recqnhecimentq de sua dl9nldade humana e de respelto ~s su"s respectlvas op~i5es sexuals. Urn QuirO e)(em.,q cltadq por H!lddlld e Q das 9randes movlmenta es socials, que, durarllm anqs e anqs, levarllm il aprqva<;iq dq EStiltutQ da Crian<,;a e dq AdQlescente. Dezenas e dezenas de ONGs que prestav!lm asslsti!nda a cnan<;ils de ru" e a adqlescentes nfratqres acabaram gerllndo uma mqvlmenta~aq de pqrte taq grande, Que >lfinal a propria socied!lde clv',1 CQmo urn todo 51! moblhzqu p!lra influir Junto!l0 governo e ao CongreSSQ Nacional para que 0 Est~tuto fosse ~provado , ~QS n' 201/2007~ [P1 ONGs 0" "')! F!s.l;o --- Doc

13 Caros Arnigos Pagina 2 de 2 EnL!lo, segundo Haddad. 0 mecenumc e mats ou menos 0 seaumre: exrstem direitos difuscs ceta sccreoeoe que nao estilo sendo corncndcs: de urn reco, os que senem bener,cl~t1os de um direito se reunern em movimentos soclllis para tenter /)Cl!n,~-lo; de outro, cessoes dotades de malo res recu~s matertats e rnterectuers se orqantaem em ONGs para rcrnecer cuedros que deem jurtetca, ccuuce. organll"etooal e admmlstratrva acs mo'lllmentos socials essim crteocs. foi 0 que accnteceu. par exemcic, COl"'. as qcestfes dos sertncuer-os e des PO'OS da Flore5ta em cerat, noes conqutstes roram gerlldas por uma estreaa allan,,, ocs movenentcs socials do setor-com as engs do setcr e lmbientallstas, que presterem esstsee-ce em alfabetiza~o, difusjo ccs orrertcs, orgllni18~0, administra,ao, ceucees ec acvernc. junto a tribunals etc. os qoecros oe ONG tanto pooem ser orcnssronets como vcrcntencs: em geral ha um nccrec pequeno de protlsslonllis e um n\ideo meier de veluntartos. esee hevenoc, diz Haddad, orne tllmanha prot1ssionallza~o do trabatho nas engs, que grande partl! des vetuntarlcs SoJa estectancs, ooe preferem estecrer numa ONG a estaglar nurne eeicrese, ocr se sentrrem mais «ientmceoos com as objetivos ces ONGS do que com 0 des emoreses. Muitos desses estagiat1os, e multos des demals vctcnterros, acebem, com 0 tempo, se profissionallzando na eng. Haddad nae ccnccree com a posture do governo Fernando aenncce Cardoso, que, ac essurmr, disse que as ONGs oevenem se trenstcrmer em organiza,l'es neopovememantats, cam veees oubnces para adminlstrar aotcncrremenre services que deverlarn deixar de ser estlltllls, -e impcsslvel que voce venha a substituir 0 poder publico por organlza,l'es niio-governamentllis. estamcs salndo de alto anos em que a partlclpai;iio da sccreoece dvll nem sempre fol bem-vtsta." Nllo cebe a uma eng, ccrtanto, prestar services ocbuccs. a nsc ser, por e)cemplo, per m"io do mcnttcrementc do dispendlo des verbas cubnces. H"ddad reconhece que exrstem multlls duvidlls em rel,,~o ~ atfvloece de engs nternaclonals no pais, em especial no que se refere ~ Amazonia. Mas lernbra que 0 untcc dado que a CPl sobre as engs consegulu levantar, cor requervnento do PFL da Amazonia em 2001, ~ que uma unlca eng ehamada Assoclatllo AmazMiC usou os recurscs que recebeu do estranqetro para comptar terras. Ele explica que nllo extstem ONGs estranperres no Brasil; toces sao pesscas jurrdrces rectstreoes "qui, apenas podern receber dinheiro de fora do pais. E ecrescente: "No (undo, qual l!i a questao? A dificu\dade oa cencece amazonlca l!i que as ONGs, ess.m como os movrmentos secrets, os ernerentenstes, as essccecees mcrcenes. estao defendendo a creservecso oe AmazOnia. E portllnto a acusal;ao dessas pessoas ~ de que estamos atrapaihando 0 desenvolvlmento dessa regiao". Haddad, formado em economla e pedagolll1l e ex-professor do Coll!iglo Santa Cruz, com sede em Slio Paulo, escola pertencente a urnll ordem de padres canadef15es, com~ou a se nteressllr pelos rnovimentos soclais quando (01 professor nos anos do supletivo noturno do coll!gio, des(jnado a pessoas carentes. PasSQu a integrar a Organlzat!o de Auxillo Fraterno, que fomeela allmentos a pessoas marginallzadas, como mendigos e desempregad05. ntegrou-sl! ao Cedi, umi!l das primelras ONGs do Brasil, composta por quadros protestantl!s que querlam pre5tar urn servil;o de consclentlutlio das pesso/ls carentes a que SUBS grejas nao estavam mais dispostas, de modo que foram assessorar!ntjdades catollcas. Considera 0 trabalho asslstenciali5ta que prestou no passado necessarlo, mas n.!io suficlente. HoJe, patti ele, mals mportante l!i a coordenat!<:l de direitos dlfusos por ONGs. OZ que h~ 250 engs filiadas ill ABeNG e outro tanto de nao-fllilldas, mas que reconhece como legitlmas ONGs, Oe resto, M muitas entlclades "pilantropicas'. Uma colsa em que ele nsiste e que /S ONGs se articuli!lm em redes, como por exemplo i! que proplciou a reallza~llo do Forum Social. EXistem tedes de ONGs para defer,der a Mata Atlantica, assessori!lr 0 Movlmento dos Sl!rn Terra etc" Uma ONG pode partic\par de mals de umi!l redl!, conforme seus objetivos, Assim, para ele fica claro 0 que l!i e o que nao ~ uma ONG, Renato pompeu ~ 10rnalJsta. i RQS no 201/200J - Sf (P - ONGs l ' n' 7 fls. ~O._ L;,) [loc. revista/edicoes/ed.72/renato DOffipeU.asD 17/7/2007

14 ABONG - Associacao Brasileira de Organizacoes njlo Governamentais Pagina de 3 PARTE - ONGs: pluralidades e ldentldades PARTE - ONGs: pluralidades e identidades ) Q..!lue'" lima ONG? ) ljuantas ONG...i'lltem no paj.? > Ha algumll dif.renca "'*11 8' li a lae e.."prouoea ONG, nstituto, Eotidad. filantr6dlca. O.c;o. OS. Entldade de Utilidade F'Ubllca? >0 que slanina a exprfts30 "tete.lro.etor"i' - At.!Sse tambem em pdf o que ~ uma ONG? A si91a ONG coltesponde a orr;;anlu~o nlo.govemamental - urna express.!o que ldmlte muttas interprela~"es. A deflnl~i!o textual (ou seja, equno que nao e do governo) e t!lo ampla que abrange qualquer organlza~ao de natureza n:o estatal. Em ~mblto mundlal, a exllressjo surglu pela pril"eira vez na Organlza.~o cas Na.oes Unidas (ONU), epcs a 5e<;Junda Guerra Mundlal, cern 0 uso oa denomlna>llo em nglh "NQ,, GollemmentiJl Or;Janlzations (NGOs)", para designar organlza.~es suprenactcnars e ntemadona's que nao foram estabetectdas per ecorccs governamentals. Do ponte de vista formal, uma ONG l! COMtitufda pela vontada autonoma de "ulheres e homens, que se reunem com a flnalid~de de prcmover cbjewos comuns de forma n:o nerenve. Nossa leglsla.~o previ! apenas ees rcrmetcs nstitucionais para a constitul~ao de uma organlza.:o sem fins 'ucranvos, com essas caeactedsttcas - associa~30, funda,lo e O1aniza.!orellgiosa. POT nao ter objet'vos cooresscnars. Juridic.emente toda ONG e uma assoclac1lo civil ou uma fundac1lo pnvade. No enearec, nem toda amoclac1lo civil ou funda.ao e uma ONG. Entre crobes recreativos, acspners e unlve~ldades llrivadas, esnos, asloocia.i5es de banrc, creches, funda.i5es e nstitutos empresarials, essccrecaes de prod'jto!lls rurais, ~s:;"cia~l'ies ccmereeu, c1ubes de futebol, associ~.6es ctvjs de benefjci() mutuo. etc. e DNGs, temos objenvcs e atua.6es baslante distlnto~, a~ veres, ate OP()StM. No Brasil, ~ e~pre55ao era habttuatmente -euccnace a urn universe de org~n'a.lles Que surgiu, em grande p~rte, nas d~cadas de 1970 e 1980, ap,,'.ando organira...es populates, com objetivos de promo~,lj" cia ci~adanla, oerese de ojrertos e luta pela democrada pplit,ce e SOCial. M pnrnenas ONGS nasce-em em sintonia COm as demandas e din~micas dos movimentos sociais, com enfase nos trebenios de educacec popular ~ de aruecsc na elabora~ao e ccntrole social des p()linca~ publicas - :i";; ~,; 201/20D7 Doc (P - ONGs o' htw:/(wwwz.abong.orn.br/final/livre.php'lcd materia> /2007

15 .ABONG - Associacao Brastleira de Organizacoes oao Governamentais Pagina 2 de 3 Ao longo da decade de 1'990, com 0 surgimento de novas organlla~i5es pr;vadas sern hns iucretfvos trazendo cerns e perspectivas de atue...o social multo dlversas, o termo ONG acabou sendo utllizado por urn ccnjunto grande de organizao;iies, que muitas vezes olio guardam semetheocas entre st. Como a/irma a antr1lp610ga lj!~ah Landlm "0 nome ONG 0.1<;1 ~ mets revetsaor, como ele era, de 'm segmen!d dentro ossoryaniza es as sooeasae cm brasileira". De ecoree com 0 estucc reallzado peta Consultoria do Senado Federal, em 1999, 'ONG serla 'm grupo social oryanizado, sem fins UC7ltJVOS, constltu{do JUrmal e autoomamene, caratteril:ado par il es de wljduiedade no C4mpo dl1spoliticas publlcas e pelo legitimo exerdclo de pres!o"es poifricas em prove/to de popula~es exc/u[diu diu cond'~ da cidadania~. Segundo Herbert de Souza, 0 getlnho: "urna ONG se define por slnj v~o polftb, oor sea posltividade polftica: uma enlidade sem fins de lucro cujo Dbjetlvo fundamental e desenvo/ver uma soc/edade democrjtica, ism e, uma sociedade {undada nos vetores dil democracia - liberdade, guilldade, diversidarje, participil;ao e solidariedade. (...) As ONGs 510 CDmiles da cldadanid e sury/ram para ajudar a consrruir a SOdedadedemocrMCd com que todo!> sonham~. Quantas ONGs existem no pais? o estudo mais recente sobre 0 unlver.>o esscoeuvo brasllelro, do qual as ONGs arem parte, rctienceco em eeaembro de 2004, pelo nstitute de pesqutsa EconE/mlca Apllcada (pea) e 0 nstituto rasilelro de Geagrana e Estat!stica (lbge), em parceria com a Ass.ocia~.!a sresuerre de Organlza es Nilo Governamentais (Abong) e 0 GnJpa de lnstitutos, Funda~es e Empresas (Gife). o estudo n!~e'la que, em 2002, havla 27& mil fuoda~i5es e assocreczes sem fins rucrauvcs (Fasfil) no pais. empregando 1,5 mllh~a de pessoas. Contudo, as dadas da pesquisa apontam para uma irnensa pluralldade e het"rogeneidade oessas organlza~~es sem fins lucrativos: i9rejas, hospitals, escolas, univers;.dades, essccreczes palranais e profisslonai!o, entldade~ de curtura e recreac30, meio ambiente, de eesenvcrvenewe e ceresa de dlrelto!o, etc. De modo geral, 0 ~onjunto cas essccacees e funda~oes brasueeas e cernadc per mllhares de or9anlza~oes multo pequenas e ccr uma mlnorla que ccncerme a maior parte oce/as emprl!>9ado!i/as das organiza~i5es. Cerra de 77% ceres nllo tern sequer um/a empregado/a e, por conerace, cerca de ennceoes (1% do total) absorvem quas.e um milhllo de trabalhadores/as. Esse pequenc umversc e rcemaoo per grandes hospitais e umversldades prerensamente sem!'ins rucanvcs. ne sua maioria, enudades f1lantr1lplcas (partadoras do Certlncado de Entldade eenencente de Asslstl!ncia Social, que posslbilita a rsencso ca cota patronal, devida em razllo oa cantrata~ao de funcionarios e prestadoees de s.ervlo;os). AS organ~a;;oes valtadas para 0 desenvolvimento e defesa de cnertcs, para a promo~o do meio amblente e para 0 desenvolvimenta rurat, perspectwas de atuacllo em que as ONGs se enquadram, perlazem um pecuenc crupc de or9anizaciies centro do umverso associativo bra~ileiro. Contuda, esse grupo teve um crescimento grande na ultima dtcada, tendo triplicado seu numera, eer-e 1996 e 2002, eo passu de pouco mars de organlzaci5espara apra~.madamente em sers "nas. Hil alguma etterence entre as siglas e expressses ONG, nstituto, Entidade FilantropicCl/ Oscip, OS, Entidade de Utilidade Publica? -_._-, RQS no 201/2007. Sf (P ONGs oi 5 Doc. htto://www2.abong.org.br/finalllivre.oho?cd materia /2007

16 ABONG - Associacao Brasileira de Organizacces niio Govemamentais Pagina J de 3 A.5 essccrecees e fund,,~oei sse rrecuentemente chamada~ p r outras express1ies - tai. como in~/tuto; ONG - oryani~>jo n/j0-90vemamenfa/; organjza~d da 50cledade dvil; oryanlza~d sem fins UCr<frlvOS; enmade fantr6pk:a; entidifde asslstenc/a/ista; Oscip - organiza~d da sociedade clv,1de interesse publico; em:idade de utilidade pliblic;a; OS - organila.;:jd 5()CJal; mas j!, importante escterecer que essas deslgnif~oes nso correscencem a formas Jurldlc;as. Algunlas exoresszes rererern-se! tltl,-os e qualif.ca~bes, ccnrericcs cere ceder publico as esscciecees e fundacoes - Utilidade PubllG1l, Osclp, OS, Fllantr6plca (ecoeres que possuem 0 antigo cennceoc de Entldade Fllantr6pica, hoje Certificado de Eotidade eerenceete de ASSist~ncia Social). out-as, sao epenes formas ouerentes de nos rerertrmcs.!s as.ocia<;lles cvrs e funda<;lles - lnstnuto, organiza~80 da sooedade a'vil, organiza~:o sere fins lucrauvos. No caso des ONGs, esta expressllo guarda murtas rnrercretectes, como explicitado anteriormente, e nrsrorscarnente reennncou e roennnca um cempo politico de organllifcoes com uma perscecnva comum de transfonna~o social. o que 51ignifica a expressio "tercetrc 51etor"1 A expre slo 'te-cerrc serer", tambem constenternenre utluzada para rerene-se h organlzacoes da socledade civil sem fins lucratlvos de uma forma leral, abriga, al!!m cas ONGs, outrcs seqmentos com idemldades dlversas, como entldades mentrccrces e in.tituto. ernpresarsals. A ldeia de um setor SOCial, eo teoc do Estado e de um serer empreserrar, ccmeccu a ser utllizada no Brasil h~ poucos aeos. Em torno cessa express.!lo, trajetonas hisooric/l. concretas de venos segmentos da sociedade civil brasileir/l, que semcre eruerem com base em cuerentes vajores, perspecttvas e euancas, sao reslgniflcadas e tendem a se diluir em um concelto homoqenelzador. A expressiio tercerro setcr nos Ha, uma dela de ndire~nclac&o, umdada, converg~ncia, ccnsensc. Contudo, sabemos que, na realidade, a sccecece Civil no eresn e extremamente diversa, plural e heterog~nea, construhfa ac longo de seculos e mareada per precesses brutais de exclu.ao, concentrac~o de renda e vlolacllo de ojeenos. A.5 organlza~oes naturalmente expressarn os conteros e contradl ei exrsteotes em ncssa sccieceee. A forma como 0 debate score 0 terceirc setor venl acontecendo no Brasil trar, em ~i, uma crlnca,ndireta ao papel do Estado na n!du~o da pcbreza e na promo~~o do desenvolvlmemo, objetivos estes que seriam realizados de rorrna mats encrenre pel/! nlciiltiv/! pnvada. para a Abong, E lmporrante afintlar a identklade propria de cada g,,-,po e campo politico de or!laniza~5es da soc"edade civil bras'lelra tsto significa marcar suas eue-ences e os pontos em que convergem --~ RQS no 201/ SF CP ONGs lj " ' : Fls... N _ http;//www2.abong.org.br/final/livre.php?cd materia» 3034 DO(,,==~===- 17/7/2007

17 Sebrae Bahia " Pagina 1 de ~--' ~ ~ que' umil on" (o'1la";lz.a~o naogovemawle;,tal)"" J 0 termc ONG (Organil'it~"e Nile Govemamental), apeser de ser lar!}amente ytilizado pela socledade, nllo significa urna expressao juridicllmenre correta. Veja eeeixo a conceitua<;.lio de entjdadedo rereeire setor, apresentada peraoab/sp na Cartjlha dp Terceiro setcr- "M enececes do 'rerceno Setor sae 'e«idas pelo C6dfgoCivil {Lei no 1(l.402/02j e juridicamente consnturdes sob forma de esscciecees ou ful\da~~es. Apeser de eerem comumente utiliudas as express(les "entiditde", 'ONG" (Organlza91o N~o Govemamental). "nstitui~ao", "instltuto" erc., essas denom)na~~es servem ecenes par.. deslgnar urna essocecac ou fyndil~ao, as quais pcssuern lmpcrtantes dlferen~as [urictcas entre 51. ' Assocl~o t! umll nessce jundlce de dlrelto privado, sern fins economlcos ou rccrattvcs, Que se forma peta reunlgc de pessoes em prot de um objetlvo comurn, sern nteresse de dlvidir r~ltado flnanceiro entre etas. Ful'lda..10 t! urn" pessoejurldlca de dlrelto pnvadc, sem fins economicos cu lucrauvos,!lye se forma a partir da exlst~nciil de urn patrlmonlo destacado pele seu institl;',dor para servtr a urn objetivo especlfico. volt<ldo a CilUSllS d~_inte~~~ublico.._. RQS no 201/2007 CPl' ONGs, Fls. " 1.. ' ~. r.. DOc. httpj/www2.ba.sebrae.com.br/faq/questao,asp?d=

18 Sebree Bahia Pagina de 1,0 qlje"e terceiro-setor? " ,,, 0 ccncetc ce Ten::elrosetcr ~ etnca «unto dis-cutlclo e est~ longe de ser un~nlmld~de. P~r-a sua informat;ao, reproduzimo5 aqllo a definlt;ao edeteea pela OABfSP,»a sua C"rtUh,] JuridiCi! Piua Q ferreira Setaro "No Brasll, OJ denominat;ao 'tercero serer t! utjllz~da para dentlflcar u atrvideces ea sccledade civil que nlio se anquaeram ria cateqcna ees atjvidades estetals. Primeiro Setor, recresenteco por entes de Administrat;ao Publica ou ces atividades de mercado e Segundo Setor, rep,""sentado peies empresas com linalidade lucrlltiva. Em linhas gerais, 0 Tercelro Setor e 0 espa~o ccupece especienrente pelo conjunro de entidades prtvedes sem /lns lucrativos que reeruern euvieeces oomplementares- irs publlcas, viso1ndo contribuir com a solu~iio de problemas socials e em prol d0---.jb.m ccmoro." L " " RQS no 201/2001. Sf CP - ONGs F~ 1;':-"--lL..;L- 'DOC.====J

19 Sebrae Bahia Pagina de OSCP e um des.ttocs de qualifica~iio que ume entidade do 'rerce're setor pede cbter junto ij~ ej;feras qcvernarnantats, que recnltarn a celebra~!lo de ccoventos. pan;e<ias e a capta~a"o de recursos. veja a Sl!9uir as defini~iies e orienta<;~s scbre 0 assunto, contidlls ria certuha do Terceim serer: 'Alem cos recrstres 0l)rigat6rios. as enneacespoder!lo buscar registrns facuttativos perante 0 Poder Publico. Quesllo chamados de Titulos, cermceccs ou Qualmca~i5es. B.neficiOll" ConseqDinclll$ de. Tltulos: DlferenCiar as entidades que cs possuem, inserlndo-as nurn regime juridico escecmcc: oemcnsere- k scceoece que a enuoece pcssut credlbllldildei Facilltar a capta~!o de nvestimentos privados e a obten<;!o de financlamentos;.. Facilitar 0 acesso a benefidos fiscals; Possibilitar 0 acessc a reccrsos cubnccs, assrm como a celebra~iio de convenes e cerceries com 0 Poder P~blico e: Possibilltar a utilira~iio de mcennvcs nscets pe'os ccadores. ceca titulo pcssut uma legisla<;lo escecmce. que cevera ser cumprtoe peta entidade inletessada em obte-lc, ressalvamo-se que nem todos 05 titulos silo cumulativos, tareta para qual se reccmenda ii assesscna de um advogado Os tftulos podem ser obtidos nes esferas federal, estadual e m"ni"pal. No ~mbito federal, as entidades podem obter cs segulntes mores: Utltidade PUblica &dera!: CertlflgdQ de Entjdade Bene:flcente de AUlstincia socjal (CEAS): Orpjl"!udO <Sa Socledlde Civil de ntlrlwje Piiblh:o (OSCP)._-----,QS no 201/2007 CP - ONGs fisno O~Q SF. --~-'- 1~') Doc. _'. f " hrtp:llwww1.ba.sebrae.cum.br/faq/qucstao.asp?d= 55 17/7120U7

20 , Doc. =======.1 hup://www.dlreltonet.com.br/artigos/x!19/83/1983/ DireitoNet - Artigos - 0 que eurnaong? Pagina 1 de 3 Rodrigo Mendes Delgado ~ 16/04/2005 Uma ONG e uma orqentzacao Nao Governamental. Mas, para que serve uma ONG? Simples, serve para auxntar 0 Estado na ccnsecucao de seus objetivos e, ni!io raras vezes, serve para tazer a paper do Estado. 0 Estado nsc tem tempo hab!l para resolver todos as problemas e suprtr todas as necessldades dos admlnlstrados, por essa razeo, alquern tem que fazer alga. Diante dtsso, destas necessldades que nso podem esperar, a sociedade civil se organiza e funda estas Orqanizacoes. Em realidade a Estado deverta agradecer a existencra destes organismos, pots, esta he auxtllando. 0 que sene do pais sem as ONG's, au do mundo? Simples, as cctsas corrertam frouxas sem qualquer nscanzacao. Toda ONG deve ter um Estatuto que trace as diretrizes de seus objetlvos e organize sua estrutura tntema. Referido Estatuto deve ser reqistrado no Cartono de Registro de rnovels, Titulcs e Documentos Civets de Pessoa Juridica da comarca onde a ONG ttver sua sede, sua matrlz, ficando a mesmo a otspostcao de qualquer cidadao para que seta consultado, uma vez ser um documento publico. A pessoa jurknca e distinte das oessoas que a comoee. Pode acionar ou ser aclcneda judtctalmente. Uma ONG pede ntentar acaes judicia is para fazer valet as direitos prevtstos na Constltufcao ou na legisjac;ao nfraconstltuclonal. Tendo extstencla juridica e parte legltima para 0 processo, tendo assim, legitimidade para figurar no polo auvo au passlvo de um dado procedimento judicial. A finalidade preclpua da ONG e fiscalizar os atos do estaoo, seja em ambito Federal, Estadual au Municipal, acompanhando os atos praticados pelos poderes executive, legislativo, judlctanc, au para cuidar de certos setores especlflcos da socledade, como mete ambiente, orotecao e asststencta ao consumidor, etc., etc., apenas lsso, verlflcando se as atos legiferantes e adrntnlstratlvos estao adequados ao que determtna as mats vanados diplomas legislativos que regem nosso Estado Democratico e Constttuclonal de djreito. Pedlre exoncecaes dos atos praticados, quando necessario, objetivandc garantir as dtreltos do cldadao. Afinal, as colses ni!io podem correr frouxas sem qualquer nscenzacso. Zelare do rneto ambiente, quando a rsso se propuset, ou defendere as interesses de determinada clesse de pessoas quando este for seu objettvo estatutetto. Podera zelar da eoucacgo. da cultura, enflm, "arias serge os objetivos aos quais uma ONG podere se dedicar. A ONG e responsavel ceres atos que pratlca, na qualidade de pessoa jurfdfca. Sendo pessoa distinta da de seus rnernbrcs, responders soztnha par seus atos. Seus membros nao respondem pelos atos pratrcados pela ONG, nem subsfdlariamente, se isso constar do Estatuto. Somente de forma excepclcnal um membra podera ser responsabilizado, e isso, quando agir eern a eva! da ONG, sem que seu ate tenha side submetido a Assernbleia e tenha tide a adesao da malorta. Quando assim agir, a Organiza«;ao se reuntre para votar sobre a atttude do membra. Declarado respo~savel, ~sta deciseo constara em ata e sera cubncaoa. Asstm. a membra responfl~;;~"s:-n~o;-:20::1:-/~2~oo-7-_ -S-F" podera ser aconado pessoalmente, lsentando-se, a ONG, de qualquer respcnsabtltdade. Os 'l:~f _ de uma ONG devem ser prattcados com renexso, sendo fruto de profundo estudo e consensc da 8~~ "' rnalorta de seus membras. i rls:- r;o '.:: (J

21 ,. DireitoNet - Artigos - 0 que ewna ONG? Pagina 2 de 3 --=~~ Um membro de uma ONG nao pede agir sozinho, em nome do grupo, sem que sua ccnduta tenhe side submetida a votecao. Evidente que, se 0 membro agir em nome proprio, scrnente oi'<t;;,;::;""'? mesmo podera ser respcnsebihzedo pelas consequences de seus etos. Quando sua opmrao vier a macular dire ito ethete responoera cor tsso oessoermente. o objetlvo das ONG's eftscaltzar as pessoas pubtlcas, que estejam em cargos pubticos e que, portanto, devem prester centes de seus atos aos adrnintstrados. He urna dlferenca multo grande entre uma pessoa publica e uma pessoa prtvada. A pessoa publica nao deve sattstacso dos atos que pratica em esfera prlvada, entrementes, enquanto pessoa publica deve senssacao srm, de todos os seus atos. Se nao quiser prestar contas de suas etttudes pubnces, simples, ngo race parte dos quadros do funcionatismo publico, ngo se eleja a nenhum cargo publico, pcrque, se esttver dentro do setcr publico, devera prestar contas aos cldadaos de todos os atos que c-ancer. pois seus atos irao attnqlr a vida das pessoas. A vida orrvaoa das nesscas publtcas nao interesse a uma ONG, nem deve interessar, mas, oubltcamente, nos termos da constnutcso, uma ONG oooera exiqlr as devldes prestacaes de ccntas. rssc 0 que garante a lei. Os atos pubticos devem ser tnsptrados pelos prtncfptos de legalidade, impessoalidade, moraltdade, publicidade e eftctencla (sigla "LMPE"), nos termos do art. 37 da CF/88. Qualquer crdadao podera exlqtr orestacso de contas dos setores publtcos do Estado, seja em esrera Federal, Estadual au Municipal, para que, dtante das nforrnacoes prestadas, possa exercer seus dtreitos, cumprtr adequadamente seus deveres, e desrrutar da forma mars emote possfvel de sua cldadama. So assim, pelo dtafoqo, ocoee-se-a constnnr um pais verdadeiramente dernocratlco. A lei nc. 9,265 de 12 de fevereiro de 1996, regulamentou 0 noso LXXV do art. 50 da Constttutcao de Republica Federative do Brasil de Referida lei ficou conhecida com lei do Exercido da Cfdadanta. Assim reza 0 incise LXXV do art. 50 da CF/88: "LXXV - sao qretuttes as ar;6es de habeas corpus e habeas data, e, na forma de lei, os etos necesserios ao exerckio de cidadania". A expressao "..,e, na forma de lei'" agora foi suprfda pela lei supra-cttada, que assim fez constarem seu arttqo 10: Art. 1 Sao gratuitos os atos necessartos ao exerclclo da crdadanra, assfm constderados: - os que capacltam 0 cldadfo eo exerclclo da soberania popular, a que se reporta 0 art. 14 da constuutcso, - aqueles referentes eo altstarnento militar; - os pedidos de tnrorrnecees eo poder publico, em todos as seus srrottos, objetivando a tnstrucao de defesa ou a dernmcra de irregularidades admintstrativas na 6rbita publica; V - as aedes de rmoucnacao de mandato elettvo par abuse do poder econcrruco, corruf~201/2007 raude: CP - ONGs ~i ': l: r, '1 V - quatsquer recuerlrnentos au oencaes que vlsern as garantias tnd'vtduals e a detesaldls' N0~_'_' interesse publico. '.-! Doc 1 ') ' ~, p> ". SF _

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