INFORMATIVO SCS. Ano 9, nº de julho de 2015

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1 INFORMATIVO SCS Ano 9, nº de julho de 2015

2 Informativo da Secretaria de Comércio e Serviços SCS Nº 136 Ano 09 Brasília, 22 de julho de 2015 Sumário 1. MDIC... 3 Brasil e Peru vão negociar acordos de investimentos, serviços, compras governamentais e facilitação de comércio CRÉDITO E FINANCIAMENTO... 5 BB pode liberar R$ 1 bi em incentivo imobiliário Pró-Cotista COMÉRCIO... 6 Produto e atendimento diferenciados ajudam setor de moda íntima crescer SERVIÇOS SOFTWARE E TI... 8 Airbnb reforça estratégia orientada ao mercado corporativo SERVIÇOS TURISMO... 9 Brasil revela potencial para turismo estudantil para estrangeiros COMÉRCIO ELETRÔNICO Mercatto melhora operação com full service No Brasil, quase metade das transações mobile são realizadas por meio de apps MERCADO IMOBILIÁRIO Imobiliárias faturam mais com a desaceleração econômica Site vende imóvel retomado por banco com desconto de até 50% LOGÍSTICA PORTOS E NAVEGAÇÃO Movimentação no porto de santos cresce 4,4% no primeiro semestre CURTAS FEIRAS... 20

3 1. MDIC Brasil e Peru vão negociar acordos de investimentos, serviços, compras governamentais e facilitação de comércio 21 de julho de 2015 Fonte: MDIC O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, afirmou hoje que o governo brasileiro tem o firme objetivo de ampliar a relação comercial com o Peru. Monteiro e a ministra de Comércio Exterior e Turismo do Peru, Magali Silva, se reuniram em Lima e decidiram negociar acordos de serviços, compras governamentais, investimentos, facilitação de comércio e promover a aceleração dos cronogramas de desgravação tarifária no âmbito do Acordo de Complementação Econômica (ACE-58). Os dois países terão uma intensa agenda de reuniões nos próximos meses para alcançar resultados no curto prazo. As empresas peruanas já têm franco acesso ao mercado brasileiro. Podemos avançar muito na integração produtiva, já que há caráter complementar das nossas economias. Podemos estabelecer cadeias produtivas em vários segmentos e os governos têm que atuar para que os setores privados dos dois países possam identificar oportunidades de integração. O Peru pode ser grande provedor de bens da Amazônia Brasileira, já que a infraestrutura de rodovias permite que o país seja base de fornecimento de suprimentos, afirmou Monteiro. Monteiro e Magali Silva também reiteraram o compromisso de evitar a aplicação de medidas tarifárias restritivas ao comércio. Segundo o ministro, vários acordos em negociação deverão ser celebrados ainda neste ano durante a visita da presidenta Dilma Rousseff ao Peru. Magali Silva destacou o grande crescimento, em 2014, das vendas de produtos ao Brasil. Há grandes possibilidades em produtos agrícolas, têxteis, artesanatos. Os serviços são uma aposta do governo peruano - software, call center, consultoria, engenharia e construção. Esses setores vem crescendo muito. A ministra citou ainda o Peru Tech Brasil, um consórcio de pequenas e médias empresas peruanas de exportação de serviços em São Paulo, que poderá ser plataforma de exportação para toda a América Latina. Em comunicado conjunto, os ministros sinalizaram que, diante dos avanços no diálogo Brasil-Peru, será implementada uma agenda renovada e ampliada para a relação econômica e comercial bilateral (...) e concordaram em promover novos espaços de encontros comerciais entre micro, pequenas e médias empresas dos dois países para potencializar as oportunidades de negócios. As relações econômicas e comerciais entre Brasil e Peru têm um amplo espaço para crescer. No ano de 2014, o comércio bilateral foi de US$ 3,5 bilhões, sendo que o Brasil se posicionou como terceiro parceiro comercial do Peru. As exportações do Brasil para o Peru alcançaram US$ 1,818 bilhão em 2014, enquanto as importações chegaram a US$ 1,714 bilhão, gerando um 3

4 superávit US$ 104 milhões para o Brasil. A pauta é composta majoritariamente por produtos manufaturados, que representam 92% do total exportado. Os produtos básicos representam 7% e os semimanufaturados, 0,9%. Voltar ao índice 4

5 2. Crédito e Financiamento BB pode liberar R$ 1 bi em incentivo imobiliário Pró-Cotista 22 de julho de 2015 Fonte: Terra Para contratar empréstimos como Pró-Cotista, é necessário possuir conta ativa do FGTS e um mínimo de 36 contribuições O Banco do Brasil passou a oferecer, esta semana, a linha de financiamento imobiliário Pró-Cotista com as novas condições definidas em maio pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). A estimativa do banco é disponibilizar cerca R$ 1 bilhão para novas operações. O Pró-Cotista é uma linha de financiamento que utiliza os recursos do Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS. O programa prevê que o imóvel novo ou usado seja adquirido com prazo de 30 anos para pagar. O Banco do Brasil identificou 2,2 milhões de clientes que reúnem condições para se habilitar ao financiamento imobiliário por essa linha. Para contratar empréstimos como Pró-Cotista, é necessário possuir conta ativa do FGTS e um mínimo de 36 contribuições, consecutivas ou não. No caso em que o cliente não possua conta ativa, é necessário que o seu saldo total no FGTS seja igual ou superior a 10% do valor do imóvel ou de compra e venda, o que for maior. A linha de crédito financia até 90% de imóveis avaliados em até R$ 400 mil, pelo prazo máximo de 360 meses. A taxa de juros é 9% ao ano. A carteira de crédito imobiliário do Banco do Brasil atingiu, em abril, R$ 42,06 bilhões, crescimento de 45,9% em 12 meses. Voltar ao índice 5

6 3. Comércio Produto e atendimento diferenciados ajudam setor de moda íntima crescer 22 de julho de 2015 Fonte: DCI Lançamentos periódicos de coleções e matéria-prima de qualidade são estratégias de monomarcas para fazer o consumidor comprar lingerie não apenas para repor peças antigas Redes que comercializam moda íntima seguem o mesmo caminho dos magazines. Ao apostar no apelo fashion em seus produtos, elas tentam fazer com que o consumidor deixe de ver a categoria apenas como uma compra de reposição, mas sim como um item de valor aspiracional. "Os consumidores buscam essa categoria em multimarcas e nos magazines. Nesses locais a venda não tem tanta representatividade, pois não são vistos por eles como itens de primeira necessidade", afirmou a coordenadora acadêmica de varejo do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), Patricia Cotti. Considerado um setor pulverizado, pois esses itens são vendidos tanto em lojas de departamentos, como multimarcas, venda direta e varejo especializado, hoje a tendência é que eles apostem no atendimento diferenciado e em produtos aspiracionais. Desta forma, em médio prazo as redes podem vir a se consolidar perante ao consumidor, assim como aconteceu com as lojas de departamentos de moda. "As marcas de luxo e players como a Loungerie são bons exemplos de lojas-conceito que têm esse apelo aspiracional do consumidor", enfatizou Patricia. No caso da Loungerie, as vendedoras têm a orientação de auxiliar as consumidoras a encontrarem os modelos mais adequados ao corpo. A marca tem obtido sucesso e anunciou a sua entrada para o franchising. Até outubro, São Paulo contará com duas lojas franqueadas em operação. Diferenciais - Coleções pensadas no conforto e na necessidade das mulheres são alguns dos diferenciais que a Elegance Lingerie afirmar ter no mercado. "O processo para entender as necessidades da nossa consumidora é longo e profundo", afirmou a fundadora da marca Elegance, Eliane Magnan. A experiência adquirida como indústria e no varejo multicanal (600 pontos de venda) ajudou na criação de uma loja própria aberta em 2010, que além de moda íntima tem espaço reservado para artigos sensuais. "É um diferencial da nossa marca. Mesmo não sendo muito cultural ir à sex shops, conforme o relacionamento com as clientes cresce é bem interessante oferecer esses itens", disse Eliane. Para expandir, a Elegance também aposta no franchising, sendo que hoje tem duas franquias em operação. A expansão nesse formato será um processo lento e bem estruturado, segundo a fundadora da marca. "Prefiro que 6

7 seja um crescimento conservador. Estimo ter 10 franquias até o primeiro semestre de 2016." Lojas próprias - Desde 2011 no mercado brasileiro de moda íntima, a italiana Intimissimi, do grupo Calzedonia, opera com lojas próprias. Nesses quatro anos, a marca já tem 30 unidades abertas, e segundo o country manager da Calzedonia Brasil, Alvaro Gutierrez, a empresa prospecta agora ir para o Norte e o Nordeste do País. "Este ano vamos ter duas ou três aberturas nas regiões Sul e Sudeste. Mas estamos buscando oportunidade no Norte e Nordeste", disse. Como diferencial, a rede aposta nos tecidos. "Os principais diferenciais são qualidade de matérias-primas [rendas e seda], detalhes técnicos e a preocupação de estarmos sempre alinhados às tendências", disse Gutierrez ao DCI. A crise não assusta o varejista: "Baseado no histórico que temos, acreditamos que o nosso produto é anticíclico. A crise não deve impactar significativamente as vendas". Voltar ao índice 7

8 4. Serviços Software e TI Airbnb reforça estratégia orientada ao mercado corporativo 21 de julho de 2015 Fonte: Computer World Novo software foi projetado para facilitar viagens de negócios, oferecendo visibilidade nos itinerários e relatórios financeiros Desde o lançamento há um ano, mais de 250 companhias já assinaram o programa Business Travel do Airbnb. No entanto, na segunda-feira (20/07) o serviço de compartilhamento de casas e apartamentos lançou um novo produto na esperança de que o número de clientes corporativos aumente. Um novo software da startup foi projetado para facilitar seu uso para viagens de negócios, oferecendo a companhias visibilidade nos itinerários de seus empregados, juntamente com relatórios financeiros. Para isso, um novo painel agrega três guias principais para companhias administrarem. Um deles indica as viagens atuais e as próximas dos funcionários, incluindo informações sobre datas, localizações, status da viagem e um mapa interativo. Outra guia se dedica a elaboração de relatórios, com recursos para coletar e gerir relatórios, bem como exportar relatórios e outros dados financeiros. Já a terceira aba é administra o fluxo de funcionários aprovados e pendentes que tenham sido autorizados a reservar viagens de negócios usando o serviço do Airbnb. Um sistema de pagamento integrado também está incluso, assim como funções como alertas de preços. Atualmente, o Airbnb conta com 1,2 milhão de acomodações ao redor do mundo, segundo a própria companhia. Google, SoundCloud e Twilio são algumas das empresas que já adotaram o serviço corporativo da plataforma de hospedagem. O novo painel é também gratuito e pode ser instalado em apenas alguns minutos, garantiu o Airbnb. Empresas que assinarem o Business Travel entre agora e 1º de setembro receberam um crédito de US$ 50 para usar em sua primeira reserva corporativa. Voltar ao índice 8

9 5. Serviços Turismo Brasil revela potencial para turismo estudantil para estrangeiros 21 de julho de 2015 Fonte: Capital Teresinha Apenas no ano passado, cerca de 96 mil estudantes estrangeiros escolheram o Brasil A oportunidade de se dedicar aos estudos e de quebra conhecer uma nova cultura tem inspirado, cada vez mais, jovens de todo o mundo a se aventurar em uma experiência de intercâmbio em outro país. Estudantes de 18 a 32 anos estão expandindo as fronteiras para além de destinos procurados, como Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Austrália, e agora estão redescobrindo o Brasil. Apenas no ano passado, cerca de 96 mil estudantes estrangeiros escolheram o País para uma experiência internacional, de acordo com a Associação Brasileira de Organizadores de Viagens Educacionais e Culturais (Belta). A entidade reúne cerca de 90% das empresas de intercâmbio que atuam no Brasil. São jovens interessados em cursos de graduação e estágios remunerados, em experiências como voluntário e no aprendizado do português, segundo a Associação Brasileira de Intercâmbio Profissional e Estudantil (Abipe) e a Belta. Eles vêm de países como Estados Unidos e Alemanha e permanecem no Brasil de três meses a um ano. Parte deles fica em hotéis e albergues, quando a estadia é curta, outros ficam em casas de família. Para o ministro do Turismo, Henrique Alves, o intercâmbio é uma nova força para o mercado turístico brasileiro, promove a cultura de paz e divulga nosso País lá fora, já que os turistas desse segmento em geral disseminam as experiências no exterior, disse. Com a Copa do Mundo e a proximidade dos Jogos Olímpicos, o Brasil ficou em evidência e cresceu ainda mais o interesse dos jovens, disse. Intercâmbio cultural - Os profissionais que trabalham neste segmento confirmam a tese. A coordenadora, Rafaela Rolim, responsável por trazer os estudantes estrangeiros para o Brasil, afirma que estabilidade econômica contribuiu para aumentar o desejo desses jovens. Para ela, conhecer a cultura, é tão importante quanto o contato com o conteúdo em sala de aula. Afinal, este é um dos objetivos da troca de país: explorar a linguagem, se aprimorar nos estudos e entender os hábitos da população, além de visitar destinos nacionais, afirma. Para o segmento decolar, segundo ela, é preciso estimular a cultura de receber o estrangeiro em casa e facilitar a documentação e o visto para quem vem passar uma temporada de estudos por aqui, disse. Propaganda do Brasil - O intercâmbio é benéfico ao turismo por três razões. A primeira: ajuda a divulgar o País no exterior. Os estrangeiros chegam por indicação de um amigo e passam a indicar o Brasil a tantos outros. É o 9

10 caso da norte-americana Mary Holland, de 23 anos, que descobriu o Brasil após ver as fotos de intercâmbio de um colega de faculdade. Agora, Mary dedica-se a um semestre de gastronomia em uma escola em São Paulo que mantém parceria com sua universidade do Texas, onde deve concluir o curso. A reação em cadeia traz para o país até cinco novos estudantes estrangeiros. Potencial turístico - A segunda razão: os estudantes acabam prolongando a permanência no Brasil para fazer turismo. No ano passado, estima-se que o Brasil tenha recebido 6 milhões de estrangeiros, um recorde da série histórica. A finlandesa Ida Catarina Hedmam, de 24 anos, que atualmente faz estágio em Curitiba, já tem planos para o fim do curso: visitar as Cataratas do Iguaçu e a Floresta Amazônica. No tempo livre, foi conhecer a Catedral de Curitiba e o Museu Oscar Niemeyer. Paraíso tropical - A terceira razão: a estadia revela aos estrangeiros um novo Brasil e amplia o conceito limitado de paraíso tropical. A boliviana Ana Belén, de 20 anos, afirma que tão importante quanto o curso de Administração é compreender a identidade do povo brasileiro. Ela desembarcou no Brasil com a irmã gêmea para estudar no sul do país. As pessoas são muito prestativas e a música é muito alegre. Desde pequena, sempre sonhei em assistir o Carnaval no Rio de Janeiro, disse. Ao se hospedarem em casas de família, os estrangeiros passam a manter vínculos fortes com os anfitriões, de modo que, em alguns casos, são criadas relações comerciais. A hospitalidade é, sem dúvidas, um grande cartão de visitas do País; quem veio, quer voltar, diz Rafaela Rolin, da Belta. De acordo com um estudo do Ministério do Turismo (MTur), a ampla maioria dos turistas estrangeiros (97,4%) avaliou positivamente a hospitalidade do povo. A troca de experiências ainda enriquece a formação de quem convive com esses estrangeiros no Brasil. O Ministério do Turismo apoia o intercâmbio, segmento que se destaca especialmente em períodos de baixo fluxo de visitantes. No ano passado, mais de 100 estudantes brasileiros participaram de um curso de turismo e hotelaria em universidades da Espanha e do Reino Unido, apoiados pelo MTur. A experiência pioneira foi em Portugal, em 2013, com 50 estudantes brasileiros bolsistas. Voltar ao índice 10

11 6. Comércio Eletrônico Mercatto melhora operação com full service 22 de julho de 2015 Fonte Decision Report: No Brasil, cerca de 60% dos e-commerces deixam de existir antes do primeiro ano de criação, principalmente devido à parte operacional e manutenção de contrato com fornecedores. O modelo full service, aplicado ao comércio eletrônico, vem ajudando as lojas online brasileiras a concentrar sua operação em um único parceiro e a viabilizar os lucros na internet. É o caso da rede varejista Mercatto. A marca abriu sua primeira loja no Rio de Janeiro, em 1994, com coleções de moda feminina voltadas para as classes B e C. Em 2010, a Mercatto deu início à estratégia de franquia a fim de ganhar capilaridade em todo o País. Hoje, são 44 lojas próprias e 50 franquias. Segundo Renato Cohen, diretor de Marcas da Mercatto, essa expansão alcançou também o universo online com abertura do e-commerce em Porém, a Mercatto procurava consolidação no comércio eletrônico e precisava melhorar a gestão operacional. Em janeiro deste ano, a marca procurou a Infracommerce para fechar um contrato de full service e lançou o novo portal de e-commerce há menos de um mês. A média é de 150 mil usuários e 270 mil sessões no site. O objetivo da marca é crescer 30% nos próximos meses. Os resultados da implementação são muito positivos. Buscamos melhorar ainda mais o serviço junto às clientes. Hoje, nosso e-commerce está entre as dez lojas que mais vendem e nossa meta é torná-lo a terceira maior fonte de renda até dezembro de 2015, comenta Cohen. Toda operação da loja virtual como infraestrutura, logística, estratégia comercial e finanças é feita pela Infracommerce. Apenas o marketing e CRM são trabalhados internamente pela Mercatto. Conversão de vendas - Cohen explica que foi feita uma integração sistêmica entre o ERP da varejista e a plataforma de e-commerce. Isso melhorou toda a operação e a frente da loja virtual. Recebemos muitos elogios, pois o portal está com uma cara nova, com melhor navegação. Ou seja, o benefício foi imediato e ajudou na conversão de vendas, conta. Como o diferencial da marca, defendida por Cohen, é ofertar uma moda democrática com preço acessível, a experiência de compra também está no DNA da Mercatto tanto nas lojas físicas quanto na virtual. Essa diretriz funciona tão bem na varejista que o próximo passo é consolidar a presença da marca no modelo multicanal. A segunda fase desse projeto, por exemplo, é criar o e- commerce na versão mobile e evoluir o conceito de omnichannel com vendas em market place fazendo parceria com shoppings virtuais. Segundo Cohen, com a globalização da internet, a Mercatto precisava marcar presença em diferentes canais. Hoje, a rede trabalha esse conceito de vendas em multimarcas, franquias, e-commerce e lojas próprias. O desafio 11

12 aqui, continua o executivo, é manter sinergia entre esses canais envolvendo lojas físicas e virtuais. Estamos muito confiante no e-commerce. Sabemos que Brasil está vivendo um momento delicado na economia, mas o comércio eletrônico dá oportunidade para o Varejo caminhar de forma mais positiva. Ele consegue, de fato, alavancar as vendas. Hoje, com a terceirização da parte operacional, somos livres para pensar na expansão do nosso negócio, conclui Cohen. 12

13 No Brasil, quase metade das transações mobile são realizadas por meio de apps 21 de julho de 2015 Fonte ProXXima Dispositivos móveis geraram 13% das transações de comércio eletrônico no país durante segundo trimestre de 2015 Um estudo realizado pela Criteo S.A. divulgou dados sobre o e- commerce brasileiro durante o segundo trimestre de 2015 apontou que quase 50% das transações mobile ocorreram por meio de aplicativos. Durante o período, foram analisados dados de 1,4 bilhões de transações online, que movimentaram US$ 160 bilhões de vendas mundiais. 13% do comércio eletrônico brasileiro foi feito por meio de dispositivos móveis; quando se tratam de varejistas online, esse resultado é ainda maior: 25%. Para os varejistas que já aderiram aos aplicativos, eles geram 47% de toda a receita mobile. A taxa de conversão deles é três vezes maior que o browser mobile. Os dados também indicaram que os consumidores visualizam três vezes mais produtos no aplicativo do que no browser mobile. Contudo, no setor de varejo, o valor do pedido por transação no app, no browser mobile e no desktop é quase o mesmo, sendo, respectivamente, de US$95, US$98 e US$100. Voltar ao índice 13

14 7. Mercado Imobiliário Imobiliárias faturam mais com a desaceleração econômica 22 de julho de 2015 Fonte: DCI Intermediação para compra e venda de imóveis usados e para locação sustenta alta do Produto Interno Bruto (PIB) do segmento, na contramão do setor de serviços Mais do que driblar a desaceleração da economia brasileira, o ramo de atividades imobiliárias tem crescido com ela. A demanda de clientes que enfrentam dificuldades financeiras e buscam residências mais baratas fez crescer a intermediação de contratos de locação e também de compra e venda de imóveis usados. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o produto interno bruto (PIB) do setor de serviços encolheu 1,2% no primeiro trimestre, ante igual período de O subgrupo de atividades imobiliárias, porém, foi contra a corrente e cresceu 2,8%. Tendo em vista que todas as operações de comercialização e locação geram receita às empresas de atividades imobiliárias, por meio de comissões, o cenário de desaceleração econômica é fator de aquecimento para o segmento. "Se a pessoa perde o emprego, por exemplo, e tem que deixar o seu imóvel de lado e seguir para um mais barato [em preço ou aluguel], nossos serviços são necessários", destaca a vice-presidente da Câmara do Mercado Imobiliário de Minas Gerais (CMI), Cássia Ximenes. O mesmo ocorre quando um mutuário não aguenta mais pagar as parcelas de um financiamento. Os intermediadores geram receita prestando serviços tanto para a venda quanto para a compra de outro imóvel. "A questão é: tem crise, vamos anotar o que o cliente necessita. Será que ele continua preparado para pagar o aluguel? Eu posso ajuda-lo a negociar com o atual proprietário ou com um novo? Esse é o papel real da intermediação", diz Cássia. Boa parte do resultado do ramo é devida à pujança do mercado de venda de usados e de locação. "No corpo geral, temos visto um movimento semelhante ao do ano passado e com expectativa de mercado ainda mais aquecido neste segundo trimestre", diz o presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (Creci-SP), José Augusto Viana Neto. No caso da locação, ao menos no Estado de São Paulo, a demanda tem se mantido nos últimos meses, conta Viana. Dos últimos novos contratos, aproximadamente 90% referem-se a imóveis deixados pelos antigos locatários no mesmo mês. "Há muita rotatividade", afirma. A necessidade de mão de obra para as próprias imobiliárias também reflete o crescimento do PIB do ramo. "O número de corretores de imóveis continua aumentando mês a mês", aponta Viana. No primeiro trimestre, segundo levantamento do Creci-SP, foram registradas novas inscrições de corretores de imóveis no Estado de São Paulo, aumento de 21% em relação a igual período de Casa e descasa - Outro pilar da atividade de intermediação imobiliária é o aumento natural de famílias no País, destaca Cássia, da CMI. Quanto mais casamentos acontecerem no ano, maior a demanda por imóveis, tanto na locação quanto na venda. 14

15 O mesmo ocorre no caso de divórcios, tendo em vista que, na maioria dos casos, pelo menos uma das partes terá que encontrar uma nova residência. Segundo o IBGE, o número de casamentos aumentou 1,1% em 2013, último registro publicado, para 1,05 milhão. No caso dos divórcios, mesmo com queda de 4,9% em relação a 2012, o instituto apurou 324 mil separações. Gestão de condomínios - A administração e a gestão de condomínios também tem sustentado o crescimento do PIB das atividades imobiliárias. Principalmente devido à melhoria nas práticas de cobrança, que tem diminuído o principal inimigo do segmento, o calote. "Muitas vezes percebe-se que é necessário uma cobrança mais contundente de um possível devedor crônico", como observa o vice-presidente do Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro (SecoviRio), Leonardo Conde Villar Schneider. No Estado do Rio de Janeiro, a inadimplência tem apresentado resultados relevantes no curto prazo, entre 12% e 18%. Mas no longo prazo, que são as contas vencidas há 90 dias ou mais, o índice cai para entre 2% e 3%. "Apesar de um ligeiro aumento nos últimos meses, não chega a ser relevante. A interação dos gestores imobiliários e do síndico é fundamental para uma inadimplência controlada", afirma. Schneider aponta algumas estratégias adotadas por gestoras e administradoras para controlar receitas e gastos. "Um acompanhamento do orçamento de perto e agilidade para fazer uma alteração é importante para manter em dia as contas do condomínio. Muitas vezes uma redução de despesa ou o investimento em algum processo que possa gerar frutos positivos no futuro faz a diferença." Atividades - Segundo dados do IBGE, a produção de riqueza nacional no primeiro trimestre foi negativa em 1,6%. O setor de serviços não foi o único a pesar na atividade econômica do País. A indústria também gerou pressão para baixo, com recuo de 3%. Prova disso são os resultados de pesquisas apresentados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O índice de Utilização da Capacidade Instalada (UCI) de fevereiro, com 79,7%, por exemplo, atingiu o menor patamar da série histórica iniciada em fevereiro de Em seu relatório referente a março, a entidade é direta em sua análise. "O desempenho da indústria no primeiro trimestre do ano foi negativo." Como consequência, a demanda das companhias por logística caiu, tendo em vista a redução da produção industrial, já que as fábricas utilizaram bem menos suas capacidades instaladas. Como reflexo, o segmento de serviços de transportes, armazenagem e correios produzir 3,6% a menos de riquezas, entre janeiro e o fim de março, em relação ao mesmo período de Ainda dentro do setor de serviços, o comércio apresentou a queda mais relevante, de 6%, pior resultado desde o primeiro trimestre de 2009, quando a variação foi negativa em 7,5%. As atividades de administração, saúde e educação públicas retraíram 1,4% e o PIB dos serviços financeiros recuou 0,4%. 15

16 Site vende imóvel retomado por banco com desconto de até 50% 22 de julho de 2015 Fonte: Exame O Resale.com, site especializado na venda de imóveis retomados por bancos, será lançado nesta quarta-feira (22) e anuncia unidades com até 50% de desconto sobre o preço da avaliação do imóvel feita pelos bancos. Inicialmente, estão à venda 500 imóveis, residenciais e comerciais, localizados em todas as regiões do Brasil, sendo 39% no Nordeste, 37% no Sudeste, 18% no Sul, 5% no Centro-Oeste e 1% no Norte do país. A maior parte dos imóveis (81%) são casas, enquanto 12% são apartamentos e 7% são terrenos. São desde imóveis localizados no litoral do país e vendidos por 140 mil reais até unidades em condomínios de luxo que custam 4 milhões de reais. Os imóveis são retomados pelos bancos quando a instituição concede um empréstimo que tem o imóvel como garantia e o tomador do crédito não consegue pagar a dívida. Primeiramente, esses imóveis devem, por lei, ser leiloados. Caso não sejam arrematados, são então retomados pelos bancos. Essas casas, apartamentos e terrenos são utilizados tanto como garantias de financiamentos imobiliários feitos por pessoas físicas, quanto em outras operações de crédito, como em empréstimos feitos pelo banco a empresários para que possam investir em seu negócio. A ideia do novo site, fundado por um grupo de investidores-anjo, entre eles Marcelo Prata, sócio do site de comparação de financiamentos Canal do Crédito, é tornar esse mercado mais acessível a pequenos investidores e também para quem busca um imóvel para moradia com preços mais em conta. Tanto o mercado de leilões, como o de imóveis retomados por bancos, costumam ficar restritos a instituições financeiras que buscam comprar ativos para formar uma carteira de investimentos, como seguradoras, entidades de previdência privada e fundos de investimento. Apesar de os leilões serem anunciados em editais, publicados em jornais de grande circulação e também na internet, e alguns leiloeiros já permitirem a realização de lances online, o leilão não é muito difundido entre investidores individuais, segundo Prata. Além de o processo ser muito formal, são divulgadas poucas informações sobre o imóvel, o que aumenta o risco da compra no caso de quem deseja adquirir uma ou poucas unidades. A ampliação da divulgação dos imóveis retomados pelos bancos entre pequenos investidores acontece agora, em meio à crise do mercado imobiliário no país, tanto por causa da redução do apetite de grandes investidores por casas e apartamentos leiloados, cautelosos com a desaceleração da economia, como pela tendência de aumento do número de imóveis retomados pelos bancos, devido ao crescimento da inadimplência no país. Os bancos estão com dificuldade para comercializar a carteira de imóveis retomados. Para atrair vendedores, começam a tornar a compra mais acessível e descomplicada. Compra tem riscos e custos - Há riscos e custos que podem tornar a aquisição desvantajosa e trazer dor de cabeça para o comprador. A maioria dos imóveis (89%) vendidos no Resale.com continua ocupada pelos antigos proprietários. Ou seja, o comprador pode ter de assumir a tarefa de entrar com uma ação para despejar o morador em alguns casos. A instituição financeira pode desocupar a unidade. No entanto, como esse processo judicial pode demorar, os bancos podem preferir repassar esse processo ao 16

17 novo proprietário. Dessa forma, evitam despesas com taxas de condomínio em atraso e a própria ação judicial. Apesar de haver a possibilidade de transformar o antigo proprietário em um inquilino, o que permitiria ao investidor obter rendimentos com o imóvel, o antigo proprietário pode se recusar a aceitar a proposta ou não ter dinheiro suficiente para pagar o aluguel. Nesse caso, restará a via judicial para obrigá-lo a desocupar o bem. Somente a partir da liminar ou decisão do juiz o proprietário tem até 60 dias para deixar o imóvel, afirma Prata. Todos os débitos ligados ao imóvel são quitados pelo banco até o momento da venda da unidade. A partir daí, taxas de condomínio e impostos em atraso são de responsabilidade do comprador. Outra desvantagem é que o imóvel ocupado pode impedir a realização de visitas e vistorias na unidade. Ou seja, como não será possível ter informações sobre o estado do imóvel, o comprador terá de estar consciente de que poderá ter de realizar reformas na casa. É necessário verificar se esse custo ainda compensa o valor mais baixo da unidade, diz Prata. Prata estima que entrar com uma ação judicial para desocupar o imóvel pode custar de 3% a 5% do valor de avaliação do imóvel. Já o custo de reforma geralmente varia de 5% a 10% do valor do bem, no caso de reformas simples. Para quem busca comprar um imóvel retomado para morar, Prata não recomenda a aquisição, caso o interessado more de aluguel atualmente. Como o processo de desocupação pode demorar, o custo adicional que o comprador terá não compensa o desconto. Ou seja, a compra é mais indicada para quem busca uma segunda moradia ou tem uma folga financeira para arcar com os custos de locação do imóvel durante esse período. Formas de pagamento e serviços - A forma de pagamento mais comum aceita pelo Resale.com é: 20% do valor do imóvel como entrada e o parcelamento da quantia restante em até 11 vezes sem juros. Algumas unidades desocupadas também podem ser financiadas. Há a possibilidade de aumentar o porcentual de descontos caso o comprador resolva adquirir mais de uma unidade. Descontos maiores geralmente são concedidos em unidades localizadas em regiões menos valorizadas e também no caso de imóveis que ainda estão ocupados pelos antigos donos. A busca pelos imóveis no site poderá ser feita por faixa de valor, estado, cidade e características do imóvel (tipo, metragem e número de quartos). Também é possível filtrar a pesquisa por unidades ocupadas ou desocupadas. O endereço dos imóveis também é divulgado. Não é cobrada taxa pelo serviço de intermediação da venda pelo site, que é remunerado por parceiros. O Resale.com vende, inicialmente, imóveis pertencentes a quatro instituições financeiras. São bancos de médio e grande porte e securitizadoras (o site preferiu não revelar os nomes). Para tornar a compra menos arriscada, o interessado tem a opção de contratar pelo site o serviço de uma equipe de advogados especializada para auxiliá-lo a concluir o processo de desocupação do imóvel. Voltar ao índice 17

18 8. Logística Portos e Navegação Movimentação no porto de santos cresce 4,4% no primeiro semestre 22 de julho de 2015 Fonte: Portos e Navios A movimentação de cargas do porto de Santos subiu 4,4% no primeiro semestre em comparação com o mesmo período do ano passado, para 55,2 milhões de toneladas. Trata-se de recorde histórico para um primeiro semestre, 2,6% maior que o recorde anterior, registrado em 2013, de 53,7 milhões de toneladas. Segundo o ministro dos Portos, o resultado demonstra a recuperação da balança comercial brasileira. O presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Angelino Caputo também atribui o resultado ao aumento das exportações e destaca que, no início do ano, a expectativa era de que a movimentação superasse 54 milhões de toneladas. Foram 38,9 milhões de toneladas exportadas, aumento de 6,1% frente aos seis primeiros meses de 2014, enquanto as importações somaram 16,3 milhões de toneladas, aumento de 0,5% ante o ano anterior. Os principais destinos das exportações foram a China, com 17%, seguida de Estados Unidos, com 13,5% e Argentina, com 6,2%. Na ponta das importações, China e Estados Unidos também aparecem como principais origens, com 22,2% e 16,1%, respectivamente. Em seguida, aparece a Alemanha, com 9,3%. Já no mês de junho, houve uma redução de 5,4% na movimentação, para 9,3 milhões de toneladas. Enquanto as exportações no mês caíram em 4,9%, para 6,6 milhões de toneladas, as importações registraram baixa de 6,7%, para 2,7 milhões de toneladas. O porto de Santos respondeu, até junho, por 28% do total de importações do país, e 26,8% das exportações. https://www.portosenavios.com.br/noticias/portos-e-logistica/ movimentacao-no-porto-de-santos-cresce-4-4-no-primeiro-semestre Voltar ao índice 18

19 9. Curtas Ministério anuncia regras do Programa de Proteção ao Emprego 21 de julho de 2015 Fonte: Estadão O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgou nesta terça-feira, 21, as regras para adesão ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE). Para garantir o benefício, em primeiro lugar as empresas precisarão firmar acordo com os sindicatos. E para que esse acordo seja realmente feito, terão também de demonstrar ao sindicato com o qual está sendo feita a negociação que foram esgotados todos os períodos de férias, inclusive as coletivas e os bancos de horas. Outro critério é a fórmula que calcula o indicador líquido de emprego, que deve ser de até 1%. O objetivo do governo é ajudar as empresas que estão contratando menos para que elas não reduzam sua capacidade produtiva. O PPE possibilita a redução de jornada e corte de até 30% nos salários para as empresas com dificuldades financeiras. A partir de amanhã, as empresas já poderão aderir ao programa. 17 de julho de 2015 Fonte: IstoÉ Dinheiro O Brasil está barato Após um primeiro semestre difícil, o setor de fusões e aquisições deve esquentar nos próximos meses. Luiz Felipe Alves, presidente da Cypress, assessoria especializada em operações de grandes e médias empresas, tem recebido inúmeras consultas de investidores estrangeiros interessados no Brasil. Segundo Alves, os setores mais atraentes para os fundos de private equity são os de logística, elétrico, pré-sal, saúde e educação. O dólar alto significa ativos mais baratos, diz Alves. Dentre os BRICS, o Brasil é o que possui o melhor ambiente regulatório. Voltar ao índice 19

20 10. Feiras 17/07/2015 até 26/07/ EXPOBEL Setor: Multisetores Local: Parque de Exposições Rio Apa Cidade: Bela Vista MS 19/07/2015 até 22/07/ OFFICE BRASIL ESCOLAR 2015 Setor: Artes Gráficas, Papelarias, Embalagem de Papel, Livro, Material Didático e Educativo Local: Pavilhão do Anhembi Cidade: São Paulo SP 20/07/2015 até 23/07/ ELETROLAR SHOW Setor: Multisetores Local: Transamerica Expo Center Cidade: São Paulo SP 20/07/2015 até 22/07/ SUPERBAHIA 2015 Setor: Comércio Varejista, Atacadista e Franquias Local: ARENA FONTE NOVA Cidade: Salvador - BA 21/07/2015 até 23/07/ SULPAPER Setor: Artes Gráficas, Papelarias, Embalagem de Papel, Livro, Material Didático e Educativo Local: Barra Shoping Sul Cidade: Porto Alegre RS 21/07/2015 até 24/07/ Serigrafia Sign Future Textil Setor: Multisetores Local: Pavilhão do Anhembi Cidade: São Paulo SP 22/07/2015 até 25/07/ METALMECÂNICA DE MARINGÁ Setor: Metalurgia e Siderurgia Local: Parque Internacional de Exposições Fracisco Feio Ribeiro Cidade: Maringá - PR 22/07/2015 até 25/07/ EXPO USIPA Setor: Multisetores Local: Usipa Cidade: Ipatinga - MG 20

21 23/07/2015 até 26/07/ EXPOBONFIM Setor: Agronegócio Local: Parque de Exposição Dr. Anibal Gonçalves de Senhor do Bonfim Cidade: Senhor do Bonfim - BA 23/07/2015 até 26/07/ FEICCAD Setor: Engenharia e Arquitetura Local: Maxi Shopping Jundiaí Cidade: Jundiai SP 26/07/2015 até 28/07/ SALEX Setor: Multisetores Local: Pavilhão da Bienal Pavilhão Coccillo Matarazzo Cidade: São Paulo SP 27/07/2015 até 30/07/ ABIMAD Setor: Madeira e Móveis Local: Expo Center Norte Cidade: São Paulo - SP 28/07/2015 até 31/07/ MECSHOW 2015 Setor: Metalurgia e Siderurgia Local: Carapina Centro de Eventos Cidade: Serra - ES 28/07/2015 até 31/07/ FENAFASHION 2015 Setor: Têxtil, Confecção e Vestuário Local: Pavilhão de Exposições José Ijair Conti Cidade: Criciúma SC 29/07/2015 até 01/08/ AUTOTOOLS Setor: Veículos Automotores, Autopeças, Retíficas e Acessórios Local: Centro Sul Centro de Convencões de Florianópolis Cidade: Florianópolis - SC 03/08/2015 até 06/08/ ABAD 2015 FORTALEZA Setor: Alimentos e Bebidas Local: CEC Centro de Eventos do Ceará Cidade: Fortaleza - CE 31/07/2015 até 02/08/ FEIRA PONTA DE ESTOQUE Setor: Têxtil, Confecção e Vestuário Local: EXAPICOR Cidade: Resende - RJ O Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras está disponível no site Voltar ao índice 21

22 Secretaria de Comércio e Serviços Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

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