PROGRAMA DE MELHORAMENTO DA AGROPECUÁRIA LEITEIRA NO MUNICÍPIO DE TOLEDO

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1 PROGRAMA DE MELHORAMENTO DA AGROPECUÁRIA LEITEIRA NO MUNICÍPIO DE TOLEDO GELSON HEIN MÉDICO VETERINÁRIO EMATER TOLEDO - PARANÁ ABRIL

2 1 PROGRAMA DE MELHORAMENTO DA PECUÁRIA LEITEIRA NO MUNICÍPIO DE TOLEDO 1. Contextualização: As atividades agropecuárias na região oeste do Paraná se caracterizam pelo emprego de alta tecnologia; empresas integradoras em sistemas de cooperativas ou privadas, e muitas delas com expressiva participação no agro negócio nacional pelo grande volume de recursos financeiros e matéria-prima que movimentam. O município de Toledo apresentou o terceiro maior PIB agropecuário no ano de 2005, com destaque para as atividades pecuárias de avicultura, suinocultura, bovinocultura leiteira e piscicultura, além da alta produtividade alcançada nas culturas agrícolas de soja e milho. Tais resultados se devem basicamente a tecnologia empregada, alta fertilidade do solo, boa distribuição anual das chuvas, competência e aptidão dos produtores. A distribuição das terras no período da colonização criou estruturas fundiárias que visavam o acesso à águas como prioritário, o que concentrou a localização das sedes das propriedades nas áreas de maior necessidade de preservação de matas e águas. Com áreas médias de doze hectares foi e está sendo necessária a diversificação de atividades agropecuárias nas propriedades rurais do município. Os pacotes tecnológicos da agricultura (cultura de soja e milho), avicultura e suinocultura disponibilizam aos produtores e com ampla assistência técnica a serviço das empresas integradoras, têm deixado pouca margem de decisão e iniciativa aos produtores, por serem atividades altamente excludentes e impedirem o acesso dos pequenos produtores rurais, devido ao alto investimento inicial. Sendo assim, resta à agricultura familiar encontrar soluções criativas de sobrevivência e viabilizar atividades como bovinocultura leiteira. Distribuídas em todo o município, são em torno de 1100 propriedades que têm na bovinocultura leiteira uma fonte de renda muito importante, e para muitas delas, a atividade mais importante pelo volume e entrada mensal de renda que

3 2 possibilita. A média de leite por propriedade gira em torno de 75 litros por dia e o número médio de vacas dos plantéis é de 14 animais com boa caracterização racial, sendo a grande maioria com sangue da raça holandesa, outra parte da raça jersey, e alguns com raças zebuínas destacando-se o gir, e poucos com pardo suíço e simental. As propriedades rurais são bastante diversificadas e caracterizam-se por pequenas áreas, com agricultura sem presente e mão de obra familiar em mais de 90% delas. Em 1997 ocorreu falência do COOPAGRO, uma das maiores cooperativas agropecuárias do país, sediada em Toledo-PR, deixando um grande vácuo no município nas suas diversas áreas de atuação. Especificamente na atividade leiteira, mantinha uma forte ação de assistência técnica e fomento junto aos produtores com abrangência nas áreas de clínica veterinária, pastagens, rações, organização rural, coleta de leite nas propriedades, inseminação artificial, etc., e era responsável por quase 100% da coleta de todo o leite no município. A instabilidade no setor leiteiro levou ao surgimento de diversos laticínios no município, entre eles Laticínio Lactobom (estrada Caça e Pesca), o Laticínio Perreira (distrito de Novo Sobradinho), o Laticínio Ouro-Lac (localidade de Ouro Preto), o Laticínio Du-Campo (localidade de Esquina Ipiranga) e o Laticínio Maxi- Leite (localidade de Recanto Municipal). A grande maioria dos produtores permaneceu no sistema de coleta de leite da insolvente Coopagro, porém absorvida temporariamente pela central Sudcoop do município de Medianeira-PR, que mantinha no município um posto de coleta e resfriamento de leite. Além de Toledo, também outros municípios desta região tiveram investimentos privados e de cooperativas na atividade leiteira, principalmente em novas plantas da área de produtos lácteos. Todos os laticínios recém criados não tiveram dificuldades para suprir suas necessidades de leite, e nem efetuaram qualquer tipo de investimentos em assistência técnica ou estrutura para a organização das suas linhas de leite, pois os produtores migravam com extrema facilidade entre os laticínios procurando a melhor oferta pelo seu produto.

4 3 Incentivados pelo Programa Panela Cheia do fomento governo do estado à atividade leiteira houve grande introdução de matrizes leiteiras em toda a região, levando a um grande incremento e estímulo aos produtores, principalmente porque grande parte dos animais foram importados do Uruguai e da Argentina. Com compromissos assumidos junto ao Banco do estado do Paraná em sistema de equivalência produto (leite ou milho) por alguns anos, os produtores eram obrigados a manterem a atividade e torná-la produtiva. Começa a desenhar-se um novo perfil de atividade leiteira no município de Toledo, com pouca ou nenhuma assistência técnica veterinária ao produtor e quando ocorria só em forma de atendimento clínico a animais doentes; em geral, pouco ou nenhum compromisso do produtor com o laticínio em melhorar e manter a qualidade do leite produzido na propriedade com grande apelo por maior volume de leite produzido em vez da melhor qualidade; abandono quase que total das inseminações artificiais e re-introdução de touros para cobertura das vacas/novilhas; relação produtor-laticínios só era mantida em função do preço pago pelo produto; re-estruturação das linhas de leite com vários laticínios (leiteiro/freteiros) cruzando na mesma estrada; novas casas veterinárias e maior oferta de produtos/insumos no mercado local, maior oferta de leite fluído e outros subprodutos nos supermercados regionais. Os laticínios têm coleta, envase e processamento do leite suas principais atividades e os produtores passam a ter um papel de meros vendedores da matéria prima, e os responsáveis pelas decisões que nortearão a condução de seu negócio. Até essa época, passaram-se vários modismos de soluções milagrosas onde se buscava a melhor vaca, que já foi a holandesa, a jersey, a girolanda, a parda, e todos os seus cruzamentos; o melhor capim, aquele que é quase eterno como foi o capim elefante, a estrela africana, a hemarthiria, a coast cross, a tifton, o brizantão, a tanzânia, a mombaça e porque não também o melhor touro, aquele da orelha comprida e da guampa torta... Talvez uam história recente que deixa marcas, cada um destes produtores que continua insistindo em manter suas vaquinhas, alguns até arriscam em dizer que se não fossem elas a conta de luz,

5 4 do mercado, da agropecuária, e da farmácia estariam atrasadas, pois é tem muita história boa que ainda não foi contada Conceituação: E é neste contexto de falta de assistência técnica, reestruturação da organização de comercialização do leite nas linhas do interior do município, grande número de laticínios do município e região, muitas pequenas propriedades dependendo exclusivamente da atividade leiteira para sua sobrevivência e sem nenhuma organização/empresas para congregar e auxiliar os produtores dandolhes uma visão de futuro na atividade leiteira. Participando da angústia dos produtores no dia a dia da extensão rural foi possível identificar alguns pontos de estrangulamento da atividade leiteira nas propriedades onde seria possível estruturar algumas ações de maneira que os resultados viessem a curto, médio e longo prazo. Muitas ações eram desenvolvidas de forma individual, isolada e sem nenhuma abrangência capaz de gerar impactos na cadeia de produção e envolver os outros parceiros de modo que os objetivos fossem comuns e plenamente alcançáveis. Inicia-se então, em outubro de 1999, a proposta de melhoramento genético dos bovinos de leite quando em contato com o prefeito municipal da época, Sr. Derli Antonio Donin, no dia da assinatura do convênio entre Emater e a Prefeitura Municipal de Toledo foi explicitada uma singela proposta da extensão rural do município para auxiliar os produtores rurais a darem continuidade ou iniciarem o melhoramento de seus bovinos leiteiros através da inseminação artificial. A proposta foi tão bem aceita que então o Secretário Municipal da Agricultura e do Abastecimento, Engenheiro Agrônomo Sr. José Augusto de Souza encarregou-se de providenciar a aquisição de um conjunto de inseminação artificial de bovinos e a Emater, através do médico veterinário Gelson Hein, autor da proposta, organizaria os grupos e treinaria os inseminadores e produtores para a concretização deste projeto.

6 5 As ações desenvolvidas junto aos condomínios de inseminação artificial requerem estratégias e metodologias capazes de tornar os recurso escassos em grande benefícios aos produtores participantes, por isso busca-se investir na organização, nos empreendimentos comunitários e também em conhecimento técnico que trará transformações na produção e no retorno econômico destas propriedades. O Programa de Melhoramento da Pecuária Leiteira no Município de Toledo iniciou com a formação dos grupos de produtores de leite organizados em 24 condomínios de inseminação artificial, distribuídos por todo o município; e desdobrando-se em diversos projetos voltados para o melhoramento da atividade leiteira nas propriedades rurais.

7 6 3. Desenvolvimento Era fundamental que o primeiro grupo, como projeto piloto, alcançasse pleno êxito, então se inicia a busca pelo grupo/comunidade/linha e sua organização que aceitasse o desafio de iniciar e implementar o projeto. A comunidade escolhida foi a de Bom Princípio, e que após três reuniões para conhecimento, estruturação e treinamento dos produtores e do inseminador, foi organizada como primeiro Condomínio de Inseminação Artificial de Bovinos de Toledo, com um total de 31 produtores participantes, recebendo o primeiro conjunto completo para iniciar os trabalhos de inseminação artificial. O processo foi desencadeado e na seqüência foram instalados os Condomínios de Dez de Maio, Km 41, cerro da Lola, são Miguel, Linha 14 de Dezembro, São Salvador, Dois Irmãos, Xaxim, Linha São Pedro. A meta eram 10 grupos de produtores em diferentes comunidades distribuídas pelo município. Mas os resultados e a necessidade fizeram com que mais quatro grupos fossem organizados, e são eles, Nova Concórdia, Linha São João e São Luiz do Oeste. Houve sobra de recursos na Caixa Econômica Federal de um projeto da Prefeitura Municipal e foi possível através de um projeto técnico, direcionar esses recursos para adquirir mais de 10 conjuntos completos de inseminação, por isso foram organizados os condomínios de: Vila Nova: Linha Guaçu e Linha 18 de Abril; Novo Sarandi: Sede e fazenda Branca; Real Santo Antonio; Linha Dr. Ernesto; Linha Cavalo Morto, Linha Pinhalzinho, Espigão e Ouro Preto. O total de produtores cadastrados inicialmente que deram origem aos 24 condomínios de inseminação artificial de Toledo foram de 457. A estrutura inicial dos grupos de produtores era a mesma e as funções eram escolhidas pelo próprios produtores e se constituíam de: presidente, secretário, tesoureiro e no mínimo dois inseminadores. Buscava-se envolver e responsabilizar cada um dos membros da diretoria, incentivando-os a terem um espírito de trabalhos em conjunto.

8 7 Para que o grupo estivesse habilitado a receber seu conjunto de inseminação pelo menos uma dos inseminadores deveria estar treinado e de todas as propriedades uma pessoa deveria ter feito um curso básico de bovinocultura leiteira. Os primeiros cursos foram ministrados pela Emater, mas a maioria deles foi ministrada pelo SENAR. Alguns condomínios iniciaram suas atividades com apenas um inseminador e tem permanecido desta forma com bons resultados, bem como também outros tiveram mais de dois produtores que fizeram o curso de inseminador e dividem as tarefas junto aos demais produtores. Sendo que o grupo mantém sempre um dos inseminadores como o responsável pelos relatórios, prestação de contas e contatos com a coordenação do projeto. Para que haja um controle das ações e transparência na administração foram criadas algumas fichas denominadas de: 1- Relatório mensal das inseminações; 2- Controle do sêmen adquirido pelo produtor; 4- Recibo para pagamentos das atividades do inseminador. Preenchendo estes documentos e mantendo-os em dia é possível acompanhar as atividades e ocorrências em cada condomínio e quando houver algum problema, normalmente as intervenções são mais eficazes. A Prefeitura Municipal de Toledo adquiria o kit de inseminação, que era entregue em todos os condomínios em forma de comodato, composto de um botijão de inseminação com capacidade de 20 litros de nitrogênio, 50 doses de sêmen, uma caixa de metal com um termômetro, um cortador de pipetas, uma pipeta metálica de inseminação, um pacote de bainhas e um pacote de luvas descartáveis. Essas primeiras doses de sêmen eram doadas aos produtores mas estes as revendiam aos componentes do condomínio pelo preço de mercado a fim de poderem fazer um pouco de capital de giro e assumirem as primeiras despesas com reposição de nitrogênio ou outro material ou imprevisto que surgisse. Cada produtor paga a inseminação ao condomínio à medida que utiliza o serviço, e para facilitar o entendimento, o custo foi dividido por inseminação: a) mão de obra do inseminador; b) deslocamento por km rodado ou valor fixo; c) material utilizado e d) sêmen. Os valores máximos e mínimos foram sugeridos pela

9 8 coordenação a todos os grupos para auxiliá-los na tomada de decisão e evitar abusos, desconhecimento ou falta de controle. Dentro dos objetivos de melhoramento genético almejados busca-se orientar os produtores a fazer o acasalamento de seus animais com profissionais e empresas idôneas, adquirido esse sêmen e armazenando-o nos botijões de seus condomínios. Essa metodologia te se desenvolvido e crescido ao longo dos anos, mas ainda precisa ser mais utilizada pelos produtores. Ao todo foram treinados 56 inseminadores que estão atuando nos seus condomínios e são fundamentais para o êxito do trabalho junto aos produtores. Como características gerais dos inseminadores que se apresentaram e permanecem nesta função é que são todos criadores de bovinos de leite, têm propriedades e residem nas comunidades onde realizam seus trabalhos, têm bom nível de idade entre 18 e 45 anos e apenas duas são mulheres, têm bom nível de instrução e capacidade para fazer anotações e relatórios. Também é deles a responsabilidade de zelar pelo botijão de nitrogênio e materiais que compõe o kit de inseminação, bem como manter a reposição de nitrogênio no nível recomendado. A distância máxima entre os inseminadores e os produtores atendidos é de cinco a seis km e praticamente todas as estradas são transitáveis em qualquer tempo, bem como a comunicação entre produtores inseminador se dá, na maioria das vezes, por telefone e todos os inseminadores têm veículos próprios para fazer o deslocamento ou também o produtor busca o inseminador para a realização da inseminação. Os produtores mantêm sua assistência técnica veterinária e se responsabilizam pelos problemas reprodutivos como repetições de cios em seus animais, não sendo recomendada a terceira inseminação no mesmo animal sem um correto diagnóstico veterinário e possível correção do problema. Após utilizarem as primeiras 50 doses de sêmen recebidas na entrega do kit de inseminação, muitos condomínios foram até a Prefeitura Municipal em busca de mais doses. Como alguns grupos tinham muitos animais a serem inseminados durante o ano começaram a pressionar para terem mais sêmen subsidiado e criar

10 9 dificuldades para que pudéssemos manter uma eqüidade entre todas as doses recebidas por cada grupo. Com essas dificuldades colocando em risco todo o trabalho até aqui desenvolvido, e mantendo-se sempre a proposta de que a necessidade de contrapartida financeira por parte dos produtores é imprescindível para a sustentação do projeto em longo prazo, implantamos o sistema de cadastro individual da propriedade (Anexo um) de preenchimento anual obrigatório por todos os participantes num mesmo período no início do ano. O cadastro é preenchido pelos próprios produtores que informam, além de dados pessoais, da propriedade, da atividade leiteira, composição do plantel, e a informação fundamental que buscamos é o número de animais e a raça que o produtor pretende inseminar durante o ano. Com esta informação foi possível propor junto a Prefeitura Municipal a aquisição de um volume de sêmen capaz de suprir a demanda de 50% que cada produtor está planejando inseminar durante o ano. Os outros 50% ou mais, dependendo das repetições ou ajustes no plantel, são adquiridos pelo próprio produtor. Por exemplo, uma propriedade que mantém 20 vacas/novilhas a serem inseminadas durante o ano, estaria recebendo sem custo apenas cinco doses de sêmen. Em ambos os casos, as doses complementares para totalizar os animais a serem inseminados no ano serão adquiridas pelo produtor, ou seja, 10 e cinco doses de sêmen, respectivamente sendo que no segundo caso, provavelmente o produtor dispões de um touro e os outros 10 animais serão cobertos com monta natural. Em todas as situações os demais custos (material/deslocamento/mão de obra) que envolvem o trabalho da inseminação são pagos pelo produtor. Esta medida de definição de aquisição do sêmen antecipado fez com que os produtores pudessem se programar no manejo reprodutivo de seus animais e principalmente eliminando os touros que não transmitem as características zootécnicas desejáveis à produção de leite que são necessárias para as futuras gerações e também podem ser focos de doenças infecto-contagiosas e reprodutivas. Após a entrega dos cadastros individuais preenchidos por cada produtor, os dados são computados e define-se a real necessidade de cada propriedade

11 10 quanto ao número de animais a serem inseminados naquele ano. Com esta demanda levantada é possível efetuar-se a aquisição de sêmen pela Prefeitura Municipal. 3.1 Metodologia de trabalho com os produtores: Todos os produtores participantes dos condomínios de inseminação artificial são cadastrados e têm a obrigatoriedade de renovarem anualmente seu cadastro. Com as informações individualizadas de cada propriedade e situação da atividade leiteira é impossível ter um diagnóstico e um perfil de cada condomínio e da totalidade dos produtores. Essas informações possibilitaram identificar áreas de maior necessidade e estrangulamentos que a atividade leiteira tem no município, considerando que quase 50% dos produtores e mais de 70% da produção de leite vêm dos 24 condomínios de inseminação espalhados pelo município. No projeto individual de criação de cada condomínio previam-se reuniões com os grupos a cada seis meses para a avaliação das atividades, discussão dos resultados e possíveis ajustes necessários para a manutenção dos trabalhos. Em alguns grupos foi possível avançar com facilidade na proposta de trabalhar em conjunto, embora outros grupos se reunam apenas para compra de sêmen ou delegam esta tarefa ao inseminador. Até concluir a implantação de todos os condomínio foram realizadas quase cem reuniões nas comunidades com os produtores e os parceiros envolvidos direta ou indiretamente com este projeto, pois se criou uma grande demanda e expectativa por parte dos produtores, políticos e lideranças comunitárias do interior quanto a recursos fáceis e subsidiados. Após a implantação do último condomínio na comunidade de Novo Sobradinho, linha Espigão e considerando-se concluída a estrutura básica para funcionamento do projeto dos 24 Condomínios de Inseminação Artifial de Toledo, com todos os produtores treinados no manejo de seus animais; com todos os inseminadores em condições para realizarem corretamente as inseminações; com

12 11 as definições dos custos e responsabilidades de todos os envolvidos no processo, desde a coordenação até o criador, estava criada uma rede de produtores de leite com objetivos específicos, mobilidade e agilidade capaz de transformar a realidade da cadeia de produção de leite do município. Desde a criação os produtores têm a Emater e a Prefeitura Municipal como referência para sanarem suas dúvidas e buscarem novas reivindicações. Os contatos imediatos da coordenação com os condomínios para qualquer convocação, aviso ou convite se dá normalmente por telefone por telefone com o(s) inseminador(es) ou o presidente. Com os demais produtores componentes dos condomínios a comunicação é feita pelas rádios locais ou por impressos distribuídos nos laticínios pela linha de coleta de leite. A partir de 2002 implantamos um sistema de cadastro individual da propriedade (Anexo um), com preenchimento obrigatório por todos os participantes num mesmo período no início do ano e repassando as informações necessária para que seja feita a aquisição de sêmen pela Prefeitura Municipal capaz de suprir em 50% as necessidades declaradas de cada produtor em relação ao número de animais que deseja inseminar durante o ano, e os outros 50% seriam adquiridos pelo próprio produtor. Este sistema tem dado sustentação à distribuição de sêmen de forma proporcional entre os produtores. No ano de 2000 foi realizado o primeiro seminário dos condomínios de inseminação artificial no Clube de Caça a Pesca de Toledo, com a participação de 288 produtores de todos os condomínios, com palestras técnicas pela manhã e discussões sobre as dificuldades, entraves e pontos positivos encontrados para auxiliar na administração e crescimento dos condomínios. Também foram oportunizados momentos para troca de experiências entre os participantes, o que enriqueceu muito e colaborou para que os produtores percebessem a importância deste trabalho que estavam desenvolvendo em grupo. Os inseminadores também tiveram seu primeiro treinamento técnico em conjunto, onde se buscou unificar conhecimento sobre as características zootécnicas desejáveis das vacas e novilhas para a produção de leite No início do ano de 2001, a Prefeitura Municipal contratou o técnico agropecuário João Alberto Strieder para auxiliar no atendimento aos produtores

13 12 participantes do condomínios. E para condições de trabalho foi feita uma parceria com a COOPERLAC (Cooperativa de Suínos e Leite do oeste do Paraná) que disponibilizou um veículo adquirido pelo Estado do programa de Inseminação Artificial (PIA) para a realização dos acompanhamentos nos condomínios. Em agosto de 2004 a cooperativa retirou o veículo do programa, mas a Prefeitura vem suprindo essa lacuna. Os trabalhos deste técnico são fundamentais para o bom andamento dos serviços nos condomínios, pois é ele que apoia os inseminadores nas suas dificuldades, marca reuniões com os grupos, seleciona propriedades e prepara os animais para exposição. Do ano de 2000 a 2004 foram realizados treinamentos e atualizações anuais aos inseminadores e seminários técnicos anuais aos demais produtores participantes dos condomínios com expressiva participação de todos e sendo um dos componentes exigidos para o recebimento de sêmen subsidiados pelo programa e que certamente colaborou para o aperfeiçoamento e o desenvolvimento técnico dos produtores pela abrangência e profundidade dos assuntos abordados. 3.2 Responsabilidade e Parcerias: O projeto dos Condomínios de Inseminação Artificial de Toledo foi criado e está sob coordenação do escritório Local da Emater, que mantém um médico veterinário para o atendimento aos produtores rurais em diversas áreas da agropecuária. A definição das ações de cada uma das entidades envolvidas, através do comprometimento das pessoas designadas, é fundamental para que os objetivos e as metas sejam alcançados, como a seguir discriminada: 1- Emater: - Coordenar os trabalhos dos condomínios; - Avaliar o potencial e a necessidade dos produtores para comporem um novo condomínio; - Discutir com o grupo a proposta de responsabilidades entre os parceiros;

14 13 - Orientar e encaminhar os inseminadores para cursos de treinamento/ aperfeiçoamento; - Elaborar um plano de trabalho e treinamento profissionalizante com os produtores; - Dar o direcionamento técnico na aquisição de sêmen. 2- Prefeitura Municipal de Toledo: - Adquirir e disponibilizar o equipamento básico (botijão, pipeta e caixa metálica) para efetuar as inseminações; - Elaborar um termo de comodato entre os parceiros: Prefeitura Municipal e Grupo de Produtores; - Fiscalizar periodicamente a utilização dos equipamentos; - Disponibilizar um técnico para acompanhar os trabalhos junto aos produtores; - Adquirir anualmente o sêmen necessário para subsidiar os produtores; - Organizar a distribuição do sêmen subsidiado aos produtores; 3- Produtores Rurais: - Fazer e manter o controle sanitário (vacina de febre aftosa, testes / vacina de brucelose e testes de tuberculose) de todos os animais da propriedade conforme recomendação técnica - Buscar uma união do grupo e participar das reuniões técnicas e administrativas; - Adquirir e disponibilizar o sêmen a ser utilizado no seu rebanho; - Assumir os encargos de manutenção do botijão e os custos operacionais da inseminação (material descartável e inseminador); - Indicar, apoiar e acompanhar os inseminadores durante a inseminação; - Manter os animais a serem inseminados em bom estado em geral; - Comunicar a coordenação do programa qualquer irregularidade ocorrida no condomínio.

15 14 4- Outros Parceiros: - Participar no apoio aos produtores dos condomínios em diversas áreas de abrangência da atividade leiteira, através de documento formal ou em contato direto com os produtores com anuência da coordenação; - Buscar o cumprimento dos objetivos dos condomínios de forma a beneficiar todos os produtores envolvidos, evitando interesses isolados; Os principais parceiros que têm apoiado e contribuindo para o desenvolvimento desta proposta são: COOPERLAC (Cooperativa de Suínos e Leite do Oeste do Paraná), Sindicato Rural de Toledo, SENAR, Sindicato do trabalhadores Rurais de Toledo, laticínios e empresas que comercializam sêmen. 3.3 Normas básicas para o repasse de sêmen da Prefeitura Municipal de Toledo ao condomínios de inseminação artificial: A fim de padronizar as ações na distribuição de sêmen subsidiado a cada condomínio e que este benefício realmente alcance cada produtor foi necessário desenvolver algumas normas básicas que garantam a eqüidade na distribuição das doses e a manutenção do programa em longo prazo: 1-Estar em dia com os relatórios solicitados; 2-Participar ativamente dos eventos (reuniões, palestras) promovidos para o condomínio; 3-Inscrever os animais (vacas e novilhas) de cada propriedade que serão inseminados durante o ano. O número de animais inscritos servirá de base para o cálculo da proporcionalidade de sêmen subsidiado a ser recebido por cada propriedade. O não cumprimento das inseminações ou falsas informações acarretará em penalidades no recebimento das doses subsidiadas no ano subseqüente;

16 15 4-Adquirir proporcionalmente aos repasses de sêmen efetuados pela Prefeitura, a quantidade necessária para inseminar todos os animais declarados no cadastro anual; 5-O número de animais inscritos pelo produtor para serem inseminados durante o ano terá que ser superior a cinco cabeças, para que possa receber doses de sêmen subsidiados; 6-Cada produtor poderá receber no máximo 20 doses de sêmen subsidiados por ano; 7-O cadastro dos animais inscritos para serem inseminados só poderá ser alterado no final do período de um ano; 8-Produtores desistentes durante o ano terão suas doses de sêmen subsidiadas repassadas a outros produtores inscritos durante o ano de qualquer outro condomínio, mediante comunicação obrigatória do inseminador à coordenação do programa; 9-Produtores com menos de cinco cabeças que exploram a atividade leiteira comercialmente deverão efetuar seu cadastro diretamente com o técnico da Prefeitura, que analisará individualmente cada situação; 10-Terão que acompanhar anualmente o cadastro da propriedade preenchido, as notas fiscais dos últimos seis meses do leite entregue ao laticínio, testes recentes de brucelose, tuberculose e a nota de aquisição da vacina de febre aftosa (xerox dos documentos). 3.4 Aquisição de sêmen: A aquisição de sêmen pela Prefeitura Municipal visa atender os 50% do total de doses declaradas no cadastro individual, que serão repassadas sem custo nenhum aos produtores. A coordenação técnica composta pelo médico veterinário da Emater e o técnico agropecuário da Prefeitura Municipal, dividem as doses de sêmen em lotes (Anexo dois) por raças e características de exigências técnicas para produção e tipo leiteiro, conforme padrão da Interbull disponível na internet (www.interbull.com).

17 16 Após a definição de todos os lotes pretendidos é publicada uma licitação pela Prefeitura Municipal e as empresas participantes enviam suas propostas e segue-se o trâmite normal de qualquer aquisição nestas condições. A experiência de aquisição de sêmen por licitações tem mostrado que o número de empresas participantes varia de seis a nove a cada ano, o preço por dose de sêmen tem sido reduzida em 80% ou mais, a qualidade do sêmen tem-se mantido, a exigência zootécnica tem sido cumprida, e a transparência em todo o processo tem dado credibilidade e sustentabilidade para sua continuidade. Os outros 50% de sêmen necessária para atender a demanda anual dos animais de cada propriedade cadastrada é de responsabilidade de cada produtor. A recomendação da coordenação técnica do programa é de que seja efetuado o acasalamento individual dos animais e a aquisição deste sêmen siga a orientação técnica desta metodologia mundialmente aceita e comprovada pelos excelentes resultados que proporciona. Vários condomínios têm feito a aquisição de sêmen em conjunto, outros têm delegado a seus inseminadores esta função e outros produtores adquirem o sêmen (por acasalmento ou não) desejado e armazenam no botijão de seu condomínio. A responsabilidade de cada produtor ao preencher o cadastro individual é fornecer as informações corretas e inseminar todos os animais declarados e cadastrados durante o ano, sob a pena de ser punido por qualquer falha neste processo ou até comprometer o funcionamento do condomínio Participação nas exposições: Em 2001 realizada a primeira Expo toledo no novo Centro de Eventos Ismael Sperafico, onde os Condomínios participaram pela primeira vez com um total de 74 animais expostos, que foram a julgamento e os melhores animais foram a julgamento e os melhores animais premiados dentro de cada categoria, nos mesmos critérios dos animais registrados. Todos os animais foram previamente selecionado e preparados nas propriedades dos produtores e tinham as mesmas exigências sanitárias e de

18 17 apresentação dos produtores e tinham as mesmas exigências sanitárias e de apresentação em pista e nas argolas do pavilhão em que ficavam expostos dos outros animais participantes da exposição. Inicia-se assim uma nova atividade dentro dos condomínios com uma participação obrigatória e de destaque dos animais das raças holandesa e jersey dos condomínios de inseminação artificial em todas as outras Expo toledo que se sucederam, e a cada ano com animais melhorados e melhor desempenho de apresentação em pista pelos produtores, dando a exposição uma característica peculiar e aos produtores um novo patamar de oportunidades e desafios que também precisam ser alcançados e superados.

19 18 4. RESULTADOS A criação de uma estrutura de organização informal administrada pelos próprios produtores de leite, capaz de ser acompanhada e coordenada tecnicamente de forma simples e objetiva. Viabilizar o acesso de todos os produtores de leite ao melhoramento genético de seus bovinos através da inseminação artificial com a implantação de 24 condomínios, estrategicamente distribuídos em toda a área rural do município de Toledo. A demonstração de que relativamente poucos recursos públicos quando bem investidos e com parcerias bem ajustadas podem contribuir muito para o desenvolvimento de uma atividade. Até o ano de 2005 a Prefeitura Municipal adquiriu um total de doses de sêmen que foram integralmente repassadas aos produtores. Pequenos produtores rurais apresentam grandes potenciais de crescimento, principalmente quando estimulamos a trabalharem em grupo aumentando seus conhecimentos da atividade leiteira, transformando-a em importante geradora de renda na propriedade, e capaz de elevar a condição de vida da sua família. A união e a organização dos produtores de leite que residem próximos uns dos outros, na mesma comunidade, conjuntamente com outros de outras comunidades, e que apresentam os mesmos objetivos, formam uma rede e estão sendo trabalhados em diversas áreas, fruto da estrtuturação dos condomínios, que uma vez estabelecidos, permitiram a ampliação dos trabalhos e vários projetos estão em andamento, como: 1 ACOMPANHAMENTO DA CRIAÇÃO DE BEZERRAS E NOVILHAS O acompanhamento integral do desenvolvimento desde o nascimento da bezerra até o parto da novilha, é imprescindível para que haja uma formação completa da estrutura corporal visando à produção a de leite. As diferentes fases de crescimento dos animas e o sistema de manejo adotado pelos produtores exigem

20 19 conhecimento e práticas para que este animal realmente possa cumprir o seu papel como unidade produtiva economicamente importante na propriedade rural. Saber como seus animais estão sendo criados e que isso significa dentro da atividade pecuária e da propriedade como um todo, é de responsabilidade e competência do proprietário dos animais. Objetivos: 1- Instrumentalizar e capacitar o produtor de leite a acompanhar a criação dos seus animais, visando: 1.1-Desenvolver corretamente os animais em altura e peso; 1.2-Reduzir o tempo de criação para antecipar a produção leiteira; 1.3-Desenvolver sistemas de criação de bezerras e novilhas leiteiras para as condições de pequenas propriedades na região oeste do Paraná; 2- Criar condições para implantar um sistema de criação de bezerras/novilhas leiteiras em sistema de condomínio. Desenvolvimento do trabalho: Cada segmento deverá ser envolvido e responsabilizado para que se possa alcançar o êxito esperado na criação de animais leiteiros: - Produtores rurais: são as peças fundamentais para concretização da proposta. Devem estar conscientizados de sua responsabilidade e funções, sendo cadastrados e orientados quanto aos procedimentos do acompanhamento de seus animais e formas de criação, pois serão os executores do trabalho. - Animais: todos os animais da propriedade em fase de crescimento poderão ser acompanhados, com atenção especial aos nascidos de inseminação artificial. Serão acompanhados mensalmente do nascimento até o 1º parto, através do desenvolvimento corporal, sendo comparados e avaliados por uma tabela de desenvolvimento padrão para cada raça.

21 20 - Materiais: serão necessárias fichas de cadastro e acompanhamento do animais com fita métrica. - Assistência técnica: as propriedades cadastradas bem com os animais acompanhados terão visitas e reuniões técnicas periódicas para avaliação dos resultados e orientações quanto à criação de seus animais. Assistência técnica estará a cargo da Emater, Prefeitura Municipal de Toledo e assistência técnica de empresas que prestam serviços nas propriedades cadastradas. Os trabalhos foram iniciados no ano de 2001, com treinamento de produtores em todos os condomínios e distribuição de fichas e fitas métricas aos 224 produtores participantes. Muitos produtores mantêm um acompanhamento sistemático de seus animais em criação com resultados bastante satisfatórios, outros que já participam da exposição anual também apresentam na criação de seus animais um grande avanço pelos conhecimentos adquiridos. 2- GESTÃO DE MELHORAMENTO GENÉTICO NAS PEQUENAS PROPRIEDADES LEITEIRAS Devido ao grande número de animais melhorados existentes nas propriedades de bovinocultura leiteira que participam dos condomínios de inseminação artificial, fruto das inseminações, é necessário identificar esses animais através de um registro genealógico ou de um acompanhamento mais criterioso do que os controles efetuados pelos produtores. Objetivo: Possibilitar o registro dos bovinos leiteiros das pequenas propriedades para preservar o material genético existente e garantir a continuidade do melhoramento nas gerações futuras, através de acasalamentos programados.

22 21 Etapas: 1ª) Identificação e inscrição das propriedades; 2ª) Distribuição das atividades por parceiros; 3ª) Treinamento dos produtores em acasalamento; 4ª) Aquisição de sêmen individualizado conforme as recomendações; 5ª) Encaminhamento para registro das informações individualizadas por animal: = Registro oficial (Associação) = Controle (Acompanhamento pelo Produtor) 6ª) Avaliação/ Ajustes. Envolvidos: Emater, Prefeitura Municipal de Toledo, Cooperlac, ACBRHPR e Assoc. de Criadores da Raça Jersey e PUC Com um grande avanço genético conquistado pelos produtores houve a necessidade da criação da ACIAT Associação dos Produtores dos Condomínios de Inseminação Artificial de Toledo, em 16 de julho de 2004 com um total de 72 sócios fundadores e tendo como presidente o Sr. Celso Bueno. A ACIAT tem como objetivos principais o registro genealógico dos animais das raças holandesa e jersey, prestação de serviços de fenação através de dois conjuntos disponibilizados aos rpodutores, dois trituradores de cereais para confecção de silagem de grãos úmidos e distribuição de adubo orgânico com um caminhão equipado. Até início do ano de 2006 compõe a associação 128 sócios filiados, sendo que 26 destes registram seus animais, totalizando 532 animais registrados das raças holandesa e jersey. 3 ACASALAMENTO DE BOVINOS LEITEIROS O conhecimento e a identificação de características positivas e negativas nos bovinos leiteiros permitem a tomada de decisão quanto ao uso de touros provados para a correção ou manutenção de características desejáveis nas futuras gerações.

23 22 Objetivos - Treinar os pequenos produtores de leite na identificação das características zootécnicas de seus animais e realizar o acasalamento dos mesmos. Envolvidos: Emater, Prefeitura Municipal de Toledo, Sindicato Rural de Toledo e Senar No final do ano de 2005 foi realizado um curso de acasalamento para 15 inseminadores dos condomínios, que utilizarão seus conhecimentos para auxiliar na orientação da escolha dos touros para as vacas / novilhas dos produtores. E para o ano de 2006 estão previstos mais dois cursos para inseminadores e dois cursos para produtores dos condomínios. O acasalamento vem sendo efetuados por empresas privadas em muitas propriedades dos condomínios, como forma de comercializar um sêmen diferenciado. O mesmo não acontece nas pequenas propriedades que têm grande dependência de assistência técnica e necessitam maior apoio para poderem acessar esses conhecimentos e tornarem suas próprias decisões acertadas. 4- AQUISIÇÃO DIFERENCIADA DE SÊMEN Produtores de leite que apresentam plantéis acima de 15 vacas em produção normalmente têm melhores condições de desembolso e investimento para ampliar a atividade e melhorar seus animais e instalações. Pequenos produtores têm muitas dificuldades para ampliar seus plantel pelo alto custo de criação de animais e também investir em genética melhorada. Objetivo: 1- Disponibilizar integralmente o sêmen para os produtores que têm até 15 vacas em seus plantéis. Envolvidos: Emater e Prefeitura Municipal de Toledo

24 23 Esta proposta visa beneficiar um maior número de pequenos produtores, principalmente aqueles que têm menor renda e que por isso muitas vezes nem são beneficiados do programa de inseminação. Assim, propomos que os produtores têm até 5 vacas no seu plantel sejam subsidiados em 100% de doses de sêmen, ou seja, recebam 15 doses de sêmen gratuitamente deste apoio da Prefeitura Municipal. Com este benefício estima-se em acréscimo de 50 novos produtores ao programa. Outros 50 produtores já fazem parte atualmente do programa também seriam beneficiados por esta medida, o que acarretaria num acréscimo de doses de sêmen a serem adquiridas, conforme demostrado na Tabela 1. Tabela 1. Demonstrativo das doses de sêmen de bovinos leiteiros a serem adquiridos pela Prefeitura Municipal de Toledo em sistema de licitação, para subsidiar os produtores que compõe os 24 Condomínios de Inseminação Artificial na proposta de Jun/06 a Mai/07. Caracterização dos Produtores Produtores (nº) Animais (cab) Subsídi o (%) Sêmen (doses) Valor Total Estimado(R$) ACIAT c/ registro ,00 Pequenos (até ,00 vacas)- novos produt. Pequenos (até 15 vacas) já particip.) Participantes normais Condomínios dos , ,00 TOTAL PREVISTO ,00* *Valor máximo estimado. Nas licitações anteriores a livre concorrência reduziu os valores em até 50%. Para dar continuidade ao melhoramento genético dos animais dos produtores da ACIAT que vêm registrando seus animais e atualmente representam à base dos produtores que compões a Expotoledo a cada ano, propõe-se também a aquisição de um sêmen diferenciado e mais provado. Nestes 26 produtores temos

25 24 aproximadamente 650 animais, sendo que para esta situação será mantida a proposta original com apenas 50% de subsídio, totalizando 200 doses de sêmen de alta qualidade de maior preço, conforme demonstrado na Tabela BOLSA DE SÊMEN Os produtores de leite na sua maioria adquirem a sua parte de sêmen de forma individualizada das empresas que os visitam. A compra de grandes quantidades de sêmen tem demonstrado o quanto é possível reduzir os preços praticados normalmente. Objetivos: 1-Disponibilizar um dia e local para que os produtores possam se reunir com os vendedores de sêmen e efetuarem compras em conjunto para reduzirem os preços pagos pelo sêmen; 2-Negociar com os Laticínios que coletam o leite uma participação na aquisição de sêmen de seus produtores. Envolvidos: Emater, Prefeitura Municipal de Toledo, Cooperlac e Laticínos. Pretendemos concretizar esta proposta com o maior número possível de produtores e condomínios durante a Expoleite em junho/ GESTÃO DA ATIVIDADE LEITEIRA É imprescindível que os produtores de leite e os técnicos que os acompanham saibam com precisão onde estão os problemas mais graves dentro da porteira de cada propriedade, e isto só é possível mediante um acompanhamento criterioso da atividade em toda a sua abrangência. Objetivo:

26 25 1- Auxiliar o pequeno produtor de leite na gestão de sua leiteira e tomada de decisões. Envolvidos: Emater, Prefeitura municipal de Toledo, Cooperlac e PUC Os trabalhas foram iniciados em 2002 com a seleção de uma propriedade por condomínio em pareceria com a Cooperlac. A cooperativa vem mantendo seus acompanhamentos em algumas propriedades com excelentes resultados. Foram mantidos contatos com a PUC e algumas propriedades já foram visitadas e diagnosticadas para iniciarmos os trabalhos que servirão também de apoio pedagógico aos professores e aprendizado aos alunos. O número de produtores de leite participantes dos condomínios, demonstrado no Gráfico um, tem se mantido estável ao longo dos anos, embora haja uma pequena rotatividade anual em torno de 7% de produtores que saem da atividade ou mudam seus manejos reprodutivos, e de outros que ingressam na atividade. Esperase que no ano de 2006 muitos pequenos produtores iniciem ou incrementem sua atividade leiteira devido à necessidade de buscar outras fontes de renda ocasionadas pela crise geral na agropecuária, principalmente produção de grãos e carnes. Nos anos de 1999 a 2002 os animais não eram cadastrados e tinha-se apenas uma estimativa de animais a serem inseminados, porque muitas propriedades mantinham seus touros. Com a implantação do cadastro individual por propriedade e de compromisso explícito do produtor em relação ao número e raça de animais que pretende inseminar foi possível organizar e quantificar melhor as doses de sêmen subsidiados, bem como houve um aumento no número de inseminação a partir do ano de 2003 (Gráfico um). Os animais cadastrados (Gráfico um) refere-se a fêmeas, vacas e novilhas, que serão inseminadas durante o ano nos propriedades cadastradas no programa de inseminação artificial. Portanto, as propriedades que tem touros dispões de um número maior de fêmeas em produção, mas que não serão inseminadas naquele ano.

27 26 Gráfico 1: Demonstrativo dos números de produtores de leite, animais cadastrados (fêmeas adultas) e inseminações artificiais (I.A.) realizadas nos 24 Condomínios de Inseminação Artificial de Bovinos de Toledo-Pr, dos anos de 1999 a Produtores Animais Cadastr. I.A. Obs.: O ano de 1999 refere-se a 10 condomínios com início das atividades em agosto e o ano de 2000 refere-se a 14 condomínios e em setembro completam os 24. No cadastro individual das propriedades de 2005 observa-se que 90% dos produtores participantes dos condomínios utilizam somente a inseminação artificial e apenas 10% mantém touros para repasse ou cobertura das fêmeas. Do total de inseminações realizadas até dezembro de 2005, espera-se a inseminação de fêmeas melhoradas nos plantéis dos produtores de leite do município, e principalmente animais que já estão na segunda ou terceira geração do uso continuado da inseminação artificial apresentam características mais definidas para uma boa produção leiteira. O melhoramento genético dos bovinos leiteiros é visível nas propriedades que tem adotado a inseminação artificial como prática de manejo reprodutivo, expressando-se no volume de produção por animal, perfil zootécnico leiteiro, caracterização racial mais definida. Por necessidade de expressão deste melhoramento também houve grande melhoria nas pastagens e capineiras, com introdução de novas espécies, manejos e adubações destas áreas.

28 27 Nos últimos anos pode-se perceber que muitos produtores têm investido também em instalações, equipamentos, utilizado áreas de terra agricultáveis para o plantio de forrageiras mais produtivas, ampliando o plantel de animais, enfim, acreditando mais na atividade leiteira por conta de que ao longo destes anos o investimento básico em melhoramento genético já está sendo construído através da inseminação artificial. O registro de animais que ultrapassa as 500 cabeças tende a crescer muito nos próximos anos porque vários produtores apresentam animais do padrão exigido principalmente pelas raças holandesa e jersey. Em função da situação instável da agricultura e da produção de carnes está havendo uma grande procura por investimentos com recursos do Pronaf na atividade leiteira, e o grande foco são os animais. Com isso é possível verificar que o número de animais de boa qualidade disponíveis nas propriedades para venda também já é razoável, sendo que para estas propriedades a venda de animais é mais uma fonte de renda. A participação dos produtores com um expressivo número de animais nas exposições locais, Expo Toledo de 2001 a 2004 e Expoleite em 2005, com animais de bom padrão zootécnico, dá aos pequenos produtores de leite novas oportunidades e os insere num processo onde os negócios podem evoluir muito em nosso município. Pela expressão que a atividade leiteira, principalmente pelo padrão de qualidade dos animais e sua organização, a cadeia do leite propõe um evento próprio, o que possibilitará o crescimento da atividade.

29 28 5. CONCLUSÕES: O trabalho iniciado em 1999 com a implantação de 24 condomínios de inseminação artificial em Toledo, serviu de base para implantação de diversos condomínios nos municípios da região, em outros estados do país e principalmente subsidiou a implantação do programa estadual lançado em Pelo grande volume de atividades desenvolvidas a única forma de viabilizar a continuidade e os avanços propostos em todos os programas em andamento, é necessário inserir novos parceiros e manter os que já estão participando. Pelos resultados positivos obtidos com o programa são importantes que haja uma política de incremento quanto ao número de produtores, principalmente os pequenos produtores que ainda não participaram dos condomínios. A experiência local do programa de melhoramento da atividade leiteira de abrangência municipal esta pautada em: treinamento, relacionamento de confiança, e delegação da execução com responsabilidade aos produtores rurais; subsídios de doses sêmen em proporções de sustentabilidade na relação poder público municipal: produtor rural; coordenação técnica e administrativa com objetivos claros definidos. Para que o funcionamento do programa não seja interrompido por interesses dos mais diversos, também é necessário observar as parcerias que podem ser agregadas, evitando-se problemas futuros que possam prejudicar o andamento dos trabalhos. A fim de auxiliar no controle de todas as atividades desenvolvidas com os produtores rurais e com a administração de dados e informações úteis à gestão de todo o Programa de Melhoramento dos Bovinos Leiteiros do município de Toledo, está em negociação com a Fundação Tecnológica de Toledo (Funtec) a elaboração de um programa de computador (software) que nas condições atuais do volume de informações geradas será uma ferramenta imprescindível para a continuidade do programa.

30 29 ANEXO 1 CONDOMÍNIOS DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL CADASTRO 2006 Este questionário visa conhecer melhor os produtores e a estrutura de produção de todos que compões os Condomínios de Inseminação Artificial de Toledo. Desde já agradecemos o de todos empenho em fornecer as informações solicitadas. 1. IDENTIFICAÇÃO DO RPODUTOR (A): NOME: CPF Nº LOCALIDADE: TELEFONE: ENDEREÇO PARA CORRESPONDÊNCIA: 2. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS NA PROPRIEDADE: ( ) 1. Agricultura; ( ) 2. Bovinocultura de Leite; ( ) 3. Bovinoc. De Corte; ( ) 4. Suinocultura; ( ) 5. Avicultura; ( ) 6. Piscicultura; ( ) 7. Outra: priorize as atividades acima em ordem de importância para você (Exemplo: 2, 1, 4,...). 3. PRODUÇÃO DIÁRIA (Manhã e tarde) DE LEITE? Litros. 4. EM QUAL EMPRESA ENTREGA O LEITE?. 5. ÁREA TOTAL DA PROPRIEDADE: HA. 6. ÁREA DA SUA PROPRIEDADE DESTINA Á PRODUÇÃO DE PASTO PARA LEITE: Potreiro(sempre verde, missioneira,...) Pasto melhorado (tifton, hemartria,...) Silagem Aveia Capim elefante/ Cana 7. NÚMERO DE ANIMAIS PARA PRODUÇÃO DE LEITE? Vacas de raça (Holandesa, Jersey ou Suíço) dando leite Vacas comuns ou mestiças dando leite Vacas de raça (Holandesa, Jersey ou P. Suíço) secas Vacas comuns ou mestiças secas Novilhas Bezerras com menos de um ano desmamadas Bezerras tomando leite Bezerros tomando leite Machos com menos de 1 ano ou mais de idade Touros de raça leiteira (Qual raça? ) Touros de raça de corte

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