Crescimento Urbano-industrial do Município de Três Rios/ RJ: apontamentos sobre os impactos ambientais e vulnerabilidade social

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Crescimento Urbano-industrial do Município de Três Rios/ RJ: apontamentos sobre os impactos ambientais e vulnerabilidade social"

Transcrição

1 Crescimento Urbano-industrial do Município de Três Rios/ RJ: apontamentos sobre os impactos ambientais e vulnerabilidade social David Neves de Oliveira 1 Julianne Alvim Milward de Azevedo 2 Palavras-chave: Crescimento urbano-industrial; impacto ambiental; vulnerabilidade social. Trabalho apresentado no XVIII Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP, realizado em Águas de Lindóia/SP Brasil, de 19 a 23 de novembro de Graduando em Gestão Ambiental pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Instituto Três Rios 2 Professora Adjunta do Departamento de Ciências Administrativas e do Ambiente, do Instituto Três Rios, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. 1

2 Crescimento Urbano-industrial do Município de Três Rios/ RJ: apontamentos sobre os impactos ambientais e vulnerabilidade social David Neves de Oliveira 1 Julianne Alvim Milward de Azevedo 2 Resumo O acelerado crescimento urbano brasileiro associado ao processo de industrialização das últimas décadas vem contribuindo diretamente com a concentração e produção de intensas desigualdades sócio territoriais nas cidades, além de pressionar cada vez mais os recursos naturais, gerando impactos sobre o meio ambiente. Nos últimos anos, a cidade de Três Rios tem seguido o mesmo caminho de muitas cidades brasileiras em expansão, sendo considerado um dos polos industriais que mais cresce no Estado do Rio de Janeiro, devido especialmente as isenções fiscais municipal e estadual e a sua localização estratégica, sob a perspectiva logística acesso a três das maiores capitas do país: Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. O presente trabalho tem por propósito delinear os impactos ambientais e a vulnerabilidade social com vista ao processo de expansão urbano-industrial do município de Três Rios, situado no estado do Rio de Janeiro, decorrentes da ocupação desordenada do solo e das atividades industriais nos limites urbanos. A investigação é dada a partir do viés da teoria marxista em relacionar a acumulação capitalista e a transformação das estruturas espaciais com vista a compreender os relacionamentos recíprocos entre e evolução histórica da localidade estudada e a sua geografia (física, econômica, política e comercial). Conclui-se que o comportamento e as necessidades da população têm de ser a base para o planejamento urbano. Esse planejamento tem de ser desenvolvido com vista a integrar as questões ecológicas, físicas e sociais administrativas, de modo racional, eficiente e econômico. Isso com vista a reduzir os impactos ambientais e a vulnerabilidade social. Palavras-chave: Crescimento urbano-industrial; impacto ambiental; vulnerabilidade social. 1. Introdução O processo de urbanização é uma realidade mundial e, isso tem ocorrido de forma intensa trazendo consigo mudanças de grande envergadura na dinâmica das cidades. No Brasil, segundo Abiko e Moraes (2009, p.6), o processo de urbanização iniciou-se em meados do século XX sob a influência de diversos fatores, como a migração rural-urbana e a explosão da industrialização nas grandes cidades. A questão urbana brasileira se transformou no principal problema socioambiental do país, refletindo o modelo de desenvolvimento adotado, conforme análise efetivada por Becker (In: RUDEK & MUZZILLO, 1995). Trabalho apresentado no XVIII Encontro Nacional de Estudos Populacionais, ABEP, realizado em Águas de Lindóia/SP Brasil, de 19 a 23 de novembro de 2012; 1 Graduando em Gestão Ambiental pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Instituto Três Rios; 2 Professora Adjunta do Departamento de Ciências Administrativas e do Ambiente, do Instituto Três Rios, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. 2

3 Segundo esses pesquisadores, o atual modelo de desenvolvimento nacional teve início na década de 60, especificamente no período de 1956 a 1960, do século passado, quando o Brasil possuía 60 milhões de habitantes. Sendo que 46% dessa população viviam nas cidades, significando cerca de 28 milhões de habitantes urbanos. Na década de 90 tem-se a inversão desse quadro, a população urbana atingiu cerca de 115 milhões de habitantes, de um total de 148 milhões de brasileiros. Em um período de trinta anos, a população total cresceu 2,5 vezes ao passo que o contingente urbano aumentou em 400%. Nesse contexto de expansão urbana, a preocupação do Estado se restringiu aos investimentos em infraestrutura de transporte, comunicações e energia, enquanto os investimentos em saneamento básico e habitação ficaram em segundo plano. É nesse cenário que Rudek e Muzzillo (2007, p.13) observam que os mais diversos problemas sociais surgem, concomitantes aos problemas ambientais, associados à falta de infraestrutura sanitária adequada para a população urbana, principalmente para os habitantes das periferias das cidades brasileiras ao estudar a questão ambiental nos planos de desenvolvimento urbano no país. É importante observar que o processo de urbanização se dá com a substituição do ecossistema natural por outro totalmente desfavorável, que o homem estabelece conforme suas necessidades e poder. O uso excessivo do solo, sem planejamento conforme destaca Barros e outros pesquisadores (In: FALCÃO et al., 2003) termina por gerar intensa degradação dos recursos naturais e problemas ambientais, atingindo, de modo diferenciado, a população de baixa renda, que, sem acesso à moradia, passa a ocupar áreas inadequadas, como por exemplo, as Áreas de Preservação Permanente APP. A utilização dos espaços sob a perspectiva da produção de mercadorias também se dá conforme as necessidades e ao poder: necessidades de redução de custos das matérias primas, oferta de mão de obra, demanda do mercado em relação à indústria, além dos aspectos relacionados a logística dos insumos e produtos acabados e; por outro lado, o poder do capital com vista a tendência inerente a aglomeração e a concentração urbana da parte do próprio capital. Exposição dada por Harvey (2005, p.55) ao tratar da racionalização geográfica do processo produtivo no sistema capitalista, segundo a teoria da localização de Marx, que relaciona a acumulação capitalista e a transformação das estruturas espaciais [...] com o intento de entender os relacionamentos recíprocos entre geografia e história. A crise econômica nas décadas de 80 e 90, do século XX, no Brasil impôs a busca de alternativas e soluções por parte das empresas que permaneceram no mercado. Uma delas foi a desconcentração industrial (AZZONI; LENCION; DINIZ; PACHECO In: FRESCA, 2009), isto é, a transferência das plantas industriais para outros estados que garantissem custos produtivos mais baixos terra, salários, isenções fiscais, dentre outros e acesso facilitado a infraestrutura, serviços diversos e mercado consumidor (FRESCA, 2009, p. 6). Contudo, mesmo após a estabilização econômica do país na segunda metade da década de 90, as empresas não pararam com o movimento de deslocamento para outras localidades, devido ao saturamento das grandes metrópoles e a expansão da concorrência. Observa-se que o debate acerca da deterioração do meio ambiente, em especial, por conta dos efeitos da expansão dos setores produtivos encontra-se centrado fortemente nas grandes cidades do país. Problemas de planejamento municipal não são exclusivas das grandes metrópoles, situações críticas também são vislumbradas em municípios de pequeno e médio porte (SOARES et al., 2006). Nesse sentido, o município de Três Rios, situado no estado do Rio de Janeiro foco do exame não é uma exceção. É nesse contexto de expansão urbana e industrial que o propósito desse estudo se coloca em delinear os impactos ambientais e as vulnerabilidades sociais decorrentes da ocupação 3

4 desordenada do solo e das atividades industriais nos limites urbanos do município de Três Rios. A investigação é dada a partir do viés da teoria marxista em relacionar a acumulação capitalista e a transformação das estruturas espaciais com vista a compreender os relacionamentos recíprocos entre e evolução histórica da localidade estudada e a sua geografia (física, econômica, política e comercial). A pesquisa realizada caracteriza-se pelo seu caráter exploratório e analítico-descritivo. Quanto aos processos utilizados para a sua investigação, a pesquisa é bibliográfica e constitui-se em um estudo de caso. Bibliográfica, por lançar mão de um conjunto de livros, periódicos, artigos, teses e dissertações, além de documentos oficiais e matérias publicadas na imprensa no período recente sobre o tema abordado, de modo a fornecer material analítico para o exame a ser efetivado; e, é um estudo de caso, em virtude do tema abordado apresentar-se restrito a um município do estado do Rio de Janeiro. Esse trabalho encontra-se dividido em três seções, sendo a primeira dada pela introdução e última pelas considerações finais. A segunda seção trata do município de Três Rios, subdividindo-se em três partes com o intento de abarcar as suas especificidades. 2. Município de Três Rios O município de Três Rios encontra-se localizado a uma altitude de 269 metros, possuindo uma área de 324,496 km 2, como demonstrado pela figura 1. Esse município encontra-se situado na região Centro-Sul Fluminense do Estado do Rio de Janeiro, corresponde àquela área do Vale do Paraíba fronteiriça ao estado de Minas Gerais, subdividida nas microrregiões de Vassouras e de Três Rios ambas cortadas de Oeste para Leste pelo rio Paraíba do Sul. Figura 1: Localização do Município de Três Rios Fonte: 4

5 2.1. Aspectos Naturais O município de Três Rios possui essa denominação devido ao encontro de três rios: Piabanha, Paraibuna e Paraíba do Sul que acontece dentro de seu território. O encontro desses três rios forma o único delta triplo da América Latina, conforme exposto na figura 2, por sua beleza natural, ele é considerado o principal ponto turístico da cidade. Figura 2: Encontro dos Três Rios: Piabanha, Paraibuna e Paraíba do Sul Fonte: Google Earth Segundo os dados extraídos da página eletrônica da cultura brasileira Associart Brasil, tem-se que a vegetação característica do município de Três Rios é rasteira, Mata Atlântica e Capoeira, topografia de morro arredondado. O clima predominante desse município é mesotérmico com verão quente e chuvoso e o inverno frio e seco, apresentando uma temperatura máxima de 37.4ºC e mínima de 14.4ºC. O tipo de solo encontrado na região é o argiloso sendo que, abaixo de 5 m de profundidade, a predominância é rochosa Questões históricas, social, política e econômica Para compreender o crescimento urbano-industrial do município de Três Rios, localizado na região do Vale Paraíba, é importante considerar o processo de evolução histórico da região, que no início do século XIX, Antônio Barroso Pereira fundou cinco fazendas: Cantagalo, Piracema, Rua-Direita, Boa União e Cachoeira, nas terras que recebera de sesmarias; e, que posteriormente, algumas dessas fazendas foram consideradas grandes produtoras de café. Foi ao longo do Vale, que o café, considerado um artigo de sobremesa, se tornou o principal produto na pauta de exportação brasileira, devido às condições favoráveis para o seu cultivo em larga escala. 5

6 Porém, com o aumento da produção, fez-se necessário reduzir as distâncias e os custos dos meios de transporte. Daí a necessidade da construção da Estrada de Ferro D. Pedro II, conforme exposto na figura 3, com o propósito de escoar a produção dos produtos agrícolas destinados à exportação e ao abastecimento interno. Essa estrada construída em 1858 foi a primeira estrada de ferro construída no país. Tem-se com isso, a questão do deslocamento das mercadorias com vista a expansão e acumulação do capital permeando o processo de construção espacial local e definindo a divisão do trabalho na região, como destacado por Marx (HARVEY, 2005). Figura 3: Estrada de Ferro Central do Brasil Fonte: 6

7 De acordo com as informações da página eletrônica da Prefeitura de Três Rios, em 1861, foi inaugurada a rodovia União e Indústria que passava pelas terras da fazenda Cantagalo. Com a inauguração da rodovia, a cidade até então chamada de Entre-Rios passou a ser beneficiada por vários melhoramentos, convertendo-se em grande centro comercial. Em 1867, os trilhos da Estrada de Ferro D. Pedro II chegaram à região e, com o cruzamento da estrada de rodagem, essa localidade se tornou importante entroncamento rodoferroviário. O movimento da rodovia e da ferrovia e a oportunidade do aforamento trouxeram um relativo progresso para o local. Em agosto de 1890, o povoado de Entre-Rios foi elevado a 2 distrito de Paraíba do Sul, mas havia uma superioridade frente ao distrito sede que logo fez com que a sua população reivindicasse sua emancipação político-administrativa que foi alcançada em dezembro de Foi em 1943 que o município passou a ser chamado de Três Rios. Durante décadas, o município de Três Rios respirou desenvolvimento seguindo o caminho das linhas férreas. A cidade praticamente nasceu e cresceu a partir do entroncamento ferroviário, principalmente após a instalação da Companhia Industrial Santa Matilde. Com as privatizações das empresas atuantes no segmento e a paralisação da Santa Matilde na década de 1980, a atividade foi extinta do município (ARAÚJO, 2011). Isso levou a estagnação econômica e social por mais de 20 anos. Por conta dessa conjuntura de estagnação econômica e social em Três Rios e em outros municípios, a governadora Rosinha Garotinho sancionou a Lei n 4.533, de 04/04/2005, que dispõe sobre a política de recuperação econômica de municípios fluminenses e dá outras providências. Essa Lei cita alguns municípios do estado do Rio de Janeiro onde os estabelecimentos industriais passam a ser beneficiados com a redução do ICMS de 19% para 2%. O início da recuperação industrial da cidade de Três Rios passou a ser vislumbrado entre os anos de 2002 e 2003, antes mesmo da implementação da Lei n Cabe observar que nesse período não havia iniciativa dos municipal e estadual para o restabelecimento da vocação natural da cidade os setores ferroviários e metal-mecânico. Isso foi dado por meio do interesse de grupos de empresários, que durante dois anos realizaram reuniões de modo a convergir seus interesses dentro do município. A exemplo do que existe no setor automotivo em Resende e do naval em Angra dos Reis, foi criado em Três Rios, o programa Rio Ferroviário, que dá incentivo fiscal ao Estado do Rio de Janeiro para toda a cadeia produtiva do setor (NOGUEIRA & MORAES, 2012). Outro fator que influenciou além das isenções fiscais o crescimento industrial do município foi à localização estratégica da cidade que tem fácil acesso a três das maiores capitas do país: Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. Três Rios se liga ao Rio de Janeiro, a Juiz de Fora e a Belo Horizonte pela BR-040 e a São Paulo e ao Vale do Paraíba pela BR-393. As duas rodovias passam próximas do centro do município. A cidade é cortada ainda pelas ferrovias Centro-Leste (com uma malha de 7 mil quilômetros entre as regiões Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste) e MRS (com uma extensão de 1,6 mil quilômetros nos estados do Rio, São Paulo e Minas Gerais). O município já foi considerado o maior entroncamento rodoferroviário da América Latina. Aqui, há saída para qualquer parte do Brasil: São Paulo, Volta Redonda, Rio de Janeiro, Juiz de Fora, diz o presidente da Companhia de Desenvolvimento de Três Rios (Codetri), Landirso Ramos Jacob. Essa proximidade facilita muito. As empresas que estão aqui podem 7

8 importar e exportar mercadorias sem problemas, usando o Porto do Rio de Janeiro [...] (ABDALA, 2009). Sendo assim a conjunção desses fatores resultou na forte expansão da cidade de Três Rios nos últimos anos, seguindo a mesma trajetória de muitas cidades brasileiras em crescimento, sendo considerado um dos polos industriais que mais cresce no Estado do Rio de Janeiro, resultando em um maior crescimento urbano. Isso é constatado no gráfico 1, o município de Três Rios no ano de 2000 tinha habitantes, já no ano de 2010 eram , segundo IBGE. Contudo, entre os anos 2000 e 2007 verificou-se que o crescimento não foi tão significativo, já que em 2007 a população do município era de habitantes. Após esse período, o crescimento começou a ganhar força, devido provavelmente, a consolidação das empresas que foram atraídas pelas isenções fiscais do município. Gráfico 1: Crescimento Populacional do município de Três Rios Fonte: IBGE, elaboração própria Mudanças atuais e seus desdobramentos nas esferas ambiental e social O movimento de expansão das cidades não se dá sem desdobramentos, em especial, no que se refere aos aspectos ambientais e sociais, refletindo na qualidade de vida da população. Bergamo (In: FALCÃO, 2006, p.2), observa que a frequente deterioração do ambiente das cidades, decorrente do processo urbano, influi na qualidade de vida da população, uma vez que gera vários problemas ambientais, incluindo a alteração do sistema da bacia hidrográfica. Esses pesquisadores destacam que esse processo de deterioração do ambiente independe da dimensão das cidades, o que torna patente a ausência de planejamento ambiental. A consequência disso resulta em prejuízos à população e aos órgãos públicos, que, às vezes, usam medidas paliativas que não promovem a resolução efetiva dos problemas. De acordo com Abiko e Moaes (2009, p.6), a concentração da população nas áreas urbanas interfere no meio-ambiente natural. Isso se dá principalmente de três formas: a) pela 8

9 utilização do solo natural como solo urbano, b) pela utilização, extração e esgotamento dos recursos naturais e c) pela disposição dos resíduos urbanos. Porém, a concentração populacional não se dá de modo homogêneo, bem como os impactos ambientais e sociais. Atualmente, o que se constata no centro do município de Três Rios é a utilização do solo em sua capacidade máxima, por meio de construções, que ocupam grande parcela dos loteamentos, figura 4, com isso tem-se um processo de impermeabilização do solo por meio dos telhados e da pavimentação das ruas, calçadas e pátios. Dessa forma, a parcela da água que antes infiltrava pelo solo passa a escoar pelos condutos, aumentando o escoamento superficial. O volume que escoava lentamente pela superfície do solo e ficava retido pelas plantas, com a urbanização, passa a escoar no canal, exigindo maior capacidade de escoamento das seções. O hidrograma típico de uma bacia natural e aquele resultante da urbanização são apresentados no gráfico 2. Os efeitos principais da urbanização são dados pelo aumento da vazão máxima, da antecipação do pico e o aumento do volume do escoamento superficial (TUCCI, 1979). Figura 4: Urbanização do centro de Três Rios Gráfico 2: Hidrograma de área urbanizada e área não urbanizada 9

10 Fonte: TUCCI (1979, p. 17) Exemplo das consequências da impermeabilização do solo pode ser dada na tarde do domingo do dia 1º de Janeiro de 2012, quando houve uma forte chuva na cidade de Três Rios, trazendo consigo grandes prejuízos a sua população (Figura 5). A Praça São Sebastião e algumas ruas do Centro, como a 14 de Dezembro e a Barão do Rio Branco, ficaram alagadas. Figura 5: Inundação nas ruas do centro de Três Rios Fonte: 10

11 Fonte: Diferentemente do centro do município que abriga às melhores condições de infraestruturas e menores riscos ambientais, em algumas das periferias a pobreza da população interfere de forma aguda nas condições ambientais locais. Os pobres urbanos não tendo alternativas, muitas vezes estabelecem-se em assentamentos precários em áreas ecologicamente frágeis (Figura 6 e 7 respectivamente). Abiko e Moraes (2009) explanam que na maioria das vezes esse tipo de assentamento precário não são atendidos de forma adequada por coleta de esgotos, por sistemas de drenagem ou coleta de lixo e em consequência, os resíduos líquidos e sólidos se acumulam e degradam o solo, causando sérios problemas socioambientais, como doenças, contaminação do solo e da água, dentre outros. Essa realidade, infelizmente, é verificada em Três Rios. Figura 6 e 7: Área ecologicamente frágil e com ausência de saneamento básico. A expansão da cidade de Três Rios tem atingido níveis cada vez maiores, isso pode ser exemplificado com a criação de um novo bairro (Figura 8), o segundo maior do município, ocupando uma área de m², ficando atrás somente do bairro Vila Isabel. Porém, o local no qual se situará o novo bairro observa-se diversas irregularidades como loteamentos em topo de morro, loteamentos próximos ou em cima de nascentes, áreas estas que são consideradas por Lei Áreas de Preservação Permanente APP. É importante destacar que a topografia do município possibilita os assentamentos de moradias em topo de morro, já que apresenta uma conformação mais plana, arredondada. 11

12 Figura 8: Parte dos loteamentos do novo bairro de Três Rios Impactos da urbanização sobre os corpos hídricos Com mais de 85% da população brasileira vivendo em áreas urbanas, as águas de superfície sofrem contaminação devido às atividades antrópicas crescentes, sobretudo, quanto à descarga de resíduos industriais e domésticos e da consequente modificação do uso do solo pelos processos de urbanização, contaminação do ar, industrialização e agricultura intensiva (PITRAT In: GOMES et al., 2010). Ainda segundo esse autor, muitas das vezes o impacto proveniente do processo de urbanização pode ser identificado através de concentrações anômalas de metais dissolvidos na água superficial. [...] entre os metais traços é possível separar os elementos biologicamente essenciais (como zinco, cobre, cobalto, manganês, selênio), daqueles que não apresentam nenhuma utilidade biológica, ou seja, os metais não essenciais (como mercúrio, chumbo, cádmio, arsênio, estanho). Vale ressaltar ainda que cada metal traço (essencial ou não essencial) apresenta um caráter tóxico para os seres vivos a partir de uma determinada concentração (PITRAT In: GOMES et al., 2010). Gomes e outros pesquisadores (2010) realizaram a avaliação da qualidade das águas da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul (BHMPS) através da concentração de metais-traço, nos arredores da cidade de Três Rios. Foram selecionados 4 (quatro) pontos de amostragem de água superficial para análise da carga dissolvida nos principais rios da cidade de Três Rios. Conforme a figura 9 tem-se: Ponto 01 - Rio Paraíba do Sul antes de passar pela área urbana do município de Três Rios (RJ); Ponto 02 - Rio Piabanha, no encontro dos 3 Rios; Ponto 03 - Rio Paraíba do Sul após o mesmo passar pela cidade, no encontro de 3 Rios; Ponto 04 - Rio Paraibuna, na cidade vizinha de Chiador (MG). Figura 9: Localização dos pontos amostrados nas imediações de Três Rios RJ. 12

13 Fonte: Gomes et al. (2010, p.2) As concentrações encontradas em agosto de 2010 pelos pesquisadores para os metais dissolvidos nos rios que passam por Três Rios estão apresentadas na Tabela 1. Algumas dessas concentrações encontram-se acima dos Valores Máximos Permitidos (VMP) recomendados pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente para águas superficiais de Classe (CONAMA 357/2005). Fonte: GOMES et al. (2010, p. 3) 13

14 No Ponto 03, quatro elementos sofreram incremento considerável, cerca de 51% para o antimônio, 88% para o cobre, 144% para o chumbo e 264% para o zinco. O aumento abrupto desses metais após o Rio Paraíba do Sul atravessar a área urbana sugere um enriquecimento de elementos-traço na carga dissolvida que pode estar associado à descarga inadequada de efluentes na cidade de Três Rios (GOMES et al., 2010). Quanto aos aspectos dos riscos, a intoxicação crônica por chumbo pode promover sinais de fadiga, insônia, irritabilidade, cefaléias, dor articular, disfunções reprodutivas e sintomas gastrintestinais (BARBOSA & ARAÚJO In: GOMES et al., 2010). Nos peixes, as absorções de valores anômalos de chumbo dificultam as trocas respiratórias. No organismo humano o antimônio pode ser útil, mas em pequenas doses diárias e mesmo dosagens mínimas podem causar efeitos adversos como fraqueza, depressão e dores de cabeça e a ingestão em altas doses pode provocar o óbito (GOMES et al., 2010). O zinco pode se acumular em animais aquáticos e apresentar de 51 a 1130 vezes a concentração presente na água, estudos indicam que o zinco não se bioacumula na cadeia alimentar. Uma vez ingerido o zinco pode ser absorvido pelo sistema gastrointestinal. Se ingerido em altas doses por curto período de tempo o zinco pode causar dores estomacais, náuseas e vômitos (AZEVEDO & CHASIN In: GOMES, 2010). Não há no município de Três Rios estimativas quanto a incidências de problemas de saúde apresentadas pela sua população relacionada com as substâncias apresentadas nos rios que passam pela cidade. Entretanto, há um consenso entre os seus habitantes de que a água para beber é imprópria, bem como há limitação de consumo de peixes dos rios que banham a cidade por parte de seus habitantes, sobretudo os ligados ao comércio. 3. Considerações Finais O crescimento econômico de Três Rios por conta de seu entroncamento rodoferroviário e isenções fiscais são bem-vindos a população da cidade e aos que migram para ela com vista a uma melhor qualidade de vida. Entretanto, qualidade de vida não é dada somente pelo acesso aos empregos prometidos com esse crescimento econômico; mas, pela qualidade da utilização dos espaços construídos e naturais. O planejamento urbano se coloca como desafio atual, dado que até a algumas décadas atrás era considerado apenas os aspectos sociais, culturais e econômicos, admitindo que o ambiente físico deveria se adequar às atividades do homem. Hoje, como exposto por Rudek e Muzzillo (2007, p.14), os processos naturais devem ser levados em conta no planejamento de uma área urbana e o meio físico, biótico e antrópico devem ser considerados de forma integrada. Isso significa que o planejamento urbano tem que ser trabalhado como um sistema aberto, onde os seus componentes dependem uns dos outros (MOTA In: RUDEK & MUZZILO, 2007). A cidade pode ser entendida como um Ecossistema Urbano, cujas necessidades biológicas (ar, água, energia, etc) estão diretamente relacionadas às suas necessidades culturais (organização política, sistema econômico, tecnologia, transporte, etc). Ao mesmo tempo, as transformações ambientais provocadas pelo homem são rápidas, contínuas 14

15 e degradantes, não permitindo uma recuperação adequada do meio natural. Portanto, a cidade é um local de constante mutação. (RUDEK & MUZZILLO, 2007, p.14). Dado que as cidades estão em contínuo processo de transformações, devido às mudanças do próprio sistema capitalista em busca de sua expansão e acumulação de capital (MARX In: HARVEY, 2005), as ações corretivas no dia a dia são mais constatadas do que as diretivas em relação à produção dos espaços. Isso é testemunhado pelas ações da prefeitura quando do período de chuvas no município de Três Rios. A ausência de um planejamento consistente com o ambiente natural também é observada, com a criação de um novo bairro, que por suas características resultará em efeitos negativos em sua população, com vista a queda de sua qualidade de vida, dados pela degradação do meio ambiente, ainda mais em uma área que deveria se manter preservada. Esse cenário, infelizmente, é consistente com o processo inadequado de crescimento urbano que se reflete na ausência de condições sanitárias, ocupação de áreas irregulares, ocupação de áreas de risco ou de proteção ambiental, contaminação das nascentes, lençóis freáticos e rios (RUDEK & MUZZILLO, 2007, p.14), visualizado nas imagens extraídas de diversas localidades da cidade estudada. Como bem exposto por Mendonça (In: RUDEK & MUZZILLO, 2007, p.14), a degradação do ambiente e a queda da qualidade de vida da população se acentuam em espaços onde o homem se aglomera. Ainda segundo esse autor isso pode ser verificado nos centros urbanoindustriais, em cujos fundos de vales ou até mesmo bairros residenciais se misturam o lixo e a miséria. Temos aí a vulnerabilidade social entranhada com a vulnerabilidade ambiental. Conclui-se que o comportamento e as necessidades da população têm de ser a base para o planejamento urbano. Esse planejamento tem de ser desenvolvido com vista a integrar as questões ecológicas, físicas e sociais administrativas, de modo racional, eficiente e econômico. Sendo assim, planejar o urbano é [...] pensar em todas as variáveis que integram a sociedade ao seu ambiente físico (RUDEK & MUZZILLO, 2007, p.15), com vista a reduzir os impactos ambientais e a vulnerabilidade social. Referência Bibliográfica ABDALA, Vitor. Novo polo industrial, Três Rios atrai 57 empresas em seis anos. Disponível em: Acesso em: junho ABIKO, Alex; MORAES, O. B. Desenvolvimento urbano sustentável. Disponível em: <http://alkabiko.pcc.usp.br/tt26desurbsustentavel.pdf> Acesso: Maio de 2012 ARAÚJO, Paula. Seguindo Trilhos. In: Revista On. Ed.3. Ano 1. Mai/Jun ASSOCIART Brasil: o site da cultura brasileira. Disponível em: <http://www.associartbrasil.com.br/dados_biograficos.htm> Acesso em: 17 de junho de BRASIL por trás da história: história do Brasil em geral e suas curiosidades. Disponível em: <http://brasil--historia.blogspot.com.br/2009/11/estrada-de-ferro-dom-pedro-ii-1858.html> Acesso em: 01 de Junho de FALCÃO, M. T.; LAWISCH, M. F. G.; PINHEIRO, M. N. M.; OLIVEIRA, S. K. S.; PEREIRA, C. A. B. Impactos Ambientais Decorrentes da Implantação de Loteamento Residencial Particular em Boa Vista Roraima. Disponível em: < 15

16 Acesso em: Maio de FRESCA, T. M. Rede Urbana, Níveis de Centralidade e Produção Industrial: perspectivas para um debate. Disponível em: < Acesso em: Maio de 2012 GOMES, O. V. O.; CRUZ, J. B.; FILHO, E. V. S. Valores Anômalos de Metais Dissolvidos nos Rios da Bacia do Médio Paraíba do Sul, Três Rios RJ. Disponível em: < Acesso em: Maio de HARVEY, D. A Produção Capitalista do Espaço. São Paulo: Annablume, NOGUEIRA, F.; MORAES, R. Evolução Sucessiva. In: Revista On. Edição de Aniversário. Ano 1. Jan/Fev RUDEK, C. G.; MUZZILLO, C. S. O início da abordagem ambiental nos planos de desenvolvimento urbano brasileiro a partir da preocupação mundial em busca do desenvolvimento sustentável. Akropólis, Umuarama, v. 15, n. 1 e 2, p , jan./jun Disponível em: < Acesso em: Maio de SOARES, T. S.; CARVALHO, R. M. M. A.; VIANA, E. C.; ANTUNES, F. C. B. Impactos Ambientais Decorrentes da Ocupação Desordenada na Área Urbana do Município de Viçosa, Estado de Minas Gerais. Disponível em: <http://www.revista.inf.br/florestal08/pages/artigos/artigo06.pdf> Acesso em: Maio de TUCCI, C. E. M. Inundações Urbanas. Disponível em: <http://4ccr.pgr.mpf.gov.br/institucional/grupos-de trabalho/residuos/docs_resid_solidos/drenagem1.pdf> Acesso em: Maio de

História da Habitação em Florianópolis

História da Habitação em Florianópolis História da Habitação em Florianópolis CARACTERIZAÇÃO DAS FAVELAS EM FLORIANÓPOLIS No início do século XX temos as favelas mais antigas, sendo que as primeiras se instalaram em torno da região central,

Leia mais

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos

Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos POPULAÇÃO BRASILEIRA Estrutura Populacional e Indicadores socioeconômicos Desde a colonização do Brasil o povoamento se concentrou no litoral do país. No início do século XXI, a população brasileira ainda

Leia mais

NOSSO PLANETA. O planeta Terra se caracteriza por uma história evolutiva complexa:

NOSSO PLANETA. O planeta Terra se caracteriza por uma história evolutiva complexa: NOSSO PLANETA O planeta Terra se caracteriza por uma história evolutiva complexa: Interações entre atmosfera, terra sólida, oceanos e a biosfera resultaram no desenvolvimento de uma grande e complexa variedade

Leia mais

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA 225 Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA Marcos Antônio Lopes do Nascimento¹; Maria Verônica

Leia mais

URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE

URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE. DA REPRODUÇÃO DA VIDA E PODE SER ANALISADO PELA TRÍADE HABITANTE- IDENTIDADE-LUGAR. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A. Caracterizar o fenômeno da urbanização como maior intervenção humana

Leia mais

Urbanização Brasileira

Urbanização Brasileira Urbanização Brasileira O Brasil é um país com mais de 190 milhões de habitantes. A cada 100 pessoas que vivem no Brasil, 84 moram nas cidades e 16 no campo. A população urbana brasileira teve seu maior

Leia mais

Curso de Gestão de Águas Pluviais

Curso de Gestão de Águas Pluviais Curso de Gestão de Águas Pluviais Capítulo 4 Prof. Carlos E. M. Tucci Prof. Dr. Carlos E. M. Tucci Ministério das Cidades 1 Capítulo 4 Gestão Integrada Conceito Marcos Mundiais, Tendência e Estágio Institucional

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek

Centro Educacional Juscelino Kubitschek Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / /2011 ENSINO FUNDAMENTAL SÉRIE: 6ª série/7 ano TURMA: TURNO: DISCIPLINA: GEOGRAFIA PROFESSOR: Equipe de Geografia Roteiro e lista de Recuperação

Leia mais

Padrão de respostas às questões discursivas

Padrão de respostas às questões discursivas Padrão de respostas às questões discursivas A seguir encontram-se as questões das provas discursivas da 2ª ETAPA do Vestibular UFF 2011, acompanhadas das respostas esperadas pelas bancas. GEOGRAFIA - Grupos

Leia mais

7ºano 2º período vespertino 25 de abril de 2014

7ºano 2º período vespertino 25 de abril de 2014 GEOGRAFIA QUESTÃO 1 A Demografia é a ciência que estuda as características das populações humanas e exprime-se geralmente através de valores estatísticos. As características da população estudadas pela

Leia mais

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis

O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis O programa de urbanização de favelas da prefeitura de São Paulo um estudo de caso da favela de Heliópolis Fabiana Cristina da Luz luz.fabiana@yahoo.com.br Universidade Cruzeiro do Sul Palavras-chave: Urbanização

Leia mais

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO

FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO FORMAÇÃO DO TERRITÓRIO BRASILEIRO É claro que o Brasil não brotou do chão como uma planta. O Solo que o Brasil hoje ocupa já existia, o que não existia era o seu território, a porção do espaço sob domínio,

Leia mais

RESERVATÓRIOS DE DETENÇÃO HIDRICA: SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DE DRENAGEM URBANA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB

RESERVATÓRIOS DE DETENÇÃO HIDRICA: SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DE DRENAGEM URBANA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB RESERVATÓRIOS DE DETENÇÃO HIDRICA: SOLUÇÃO PARA PROBLEMAS DE DRENAGEM URBANA NO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE - PB Yuri Tomaz Neves 1 ; Laércio Leal dos Santos 2 ; Jonathan Nóbrega Gomes 3 ; Bruno Menezes

Leia mais

30/11/2012. do adensamento populacional. crescimento desordenado. ocupação de áreas naturais e frágeis

30/11/2012. do adensamento populacional. crescimento desordenado. ocupação de áreas naturais e frágeis Universidade Metodista Recuperação Ambiental de Áreas Degradadas Impactos gerados pelo uso e ocupação do solo no meio urbano Final século XVIII Revolução Industrial Migração do homem do campo objetivo

Leia mais

IMPACTOS AMBIENTAIS EM ÁREA DE RIO SÃO FRANCISCO, PETROLINA PE.

IMPACTOS AMBIENTAIS EM ÁREA DE RIO SÃO FRANCISCO, PETROLINA PE. IMPACTOS AMBIENTAIS EM ÁREA DE PROTEÇÃO AMBIENTAL URBANA, MARGEM DO RIO SÃO FRANCISCO, PETROLINA PE. Profa. Miriam Cleide Amorim Universidade Federal do Vale do São Francisco Campus Juazeiro, BA INTRODUÇÃO

Leia mais

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS

Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas

Leia mais

DIAGNÓSTICO DA APP DO BAIRRO BEIJA FLOR II

DIAGNÓSTICO DA APP DO BAIRRO BEIJA FLOR II DIAGNÓSTICO DA APP DO BAIRRO BEIJA FLOR II SOUSA, K.C. 1 ; SOUSA, K.C. 2 ; OLIVEIRA, A.C. 3 ; NETO, A.T. 4 1 Estudante 4 período de Engenharia Ambiental - Universidade de Uberaba; 2 Estudante 4 período

Leia mais

Nas cidades brasileiras, 35 milhões de pessoas usam fossa séptica para escoar dejetos

Nas cidades brasileiras, 35 milhões de pessoas usam fossa séptica para escoar dejetos Nas cidades brasileiras, 35 milhões de usam fossa séptica para escoar dejetos Presentes em 21,4% dos lares brasileiros, tais instalações são consideradas inadequadas no meio urbano, pois podem contaminar

Leia mais

Projeto aposta no cultivo da seringueira em consorcio com pupunha como fonte de renda e sustentabilidade

Projeto aposta no cultivo da seringueira em consorcio com pupunha como fonte de renda e sustentabilidade Projeto aposta no cultivo da seringueira em consorcio com pupunha como fonte de renda e sustentabilidade De acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, apenas os estados de

Leia mais

O MATOPIBA e o desenvolvimento "destrutivista" do Cerrado

O MATOPIBA e o desenvolvimento destrutivista do Cerrado O MATOPIBA e o desenvolvimento "destrutivista" do Cerrado Paulo Rogerio Gonçalves* No dia seis de maio de 2015 o decreto n. 8447 cria o Plano de Desenvolvimento Agropecuário do Matopiba e seu comitê gestor.

Leia mais

A URBANIZAÇÃO SOB O CAPITALISMO E SEUS PROBLEMAS. www.tiberiogeo.com.br A Geografia Levada a Sério

A URBANIZAÇÃO SOB O CAPITALISMO E SEUS PROBLEMAS. www.tiberiogeo.com.br A Geografia Levada a Sério A URBANIZAÇÃO SOB O CAPITALISMO E SEUS PROBLEMAS 1 Industrialização e urbanização A industrialização dá o tom da urbanização contemporânea; Teve seu início próxima as áreas de matériasprimas e água; Ela

Leia mais

O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960.

O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960. O PROCESSO DE REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA NO BRASIL E AS MODIFICAÇÕES DA ECONOMIA GOIANA PÓS DÉCADA DE 1960. Glauber Lopes Xavier 1, 3 ; César Augustus Labre Lemos de Freitas 2, 3. 1 Voluntário Iniciação

Leia mais

Município D 8.902 545 6,12 Município E 231.977 3.544 1,53 Município F 93.655 1.280 1,37

Município D 8.902 545 6,12 Município E 231.977 3.544 1,53 Município F 93.655 1.280 1,37 01 - Os problemas ambientais estão na ordem do dia dos debates científicos, das agendas políticas, da mídia e das relações econômicas. Até muito recentemente, ao se falar de meio ambiente, as instituições

Leia mais

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA O ENFRENTAMENTO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM ÁREAS URBANAS: UM ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE BELÉM, PARÁ, BRASIL

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA O ENFRENTAMENTO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM ÁREAS URBANAS: UM ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE BELÉM, PARÁ, BRASIL INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA O ENFRENTAMENTO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS EM ÁREAS URBANAS: UM ESTUDO DE CASO NO MUNICÍPIO DE BELÉM, PARÁ, BRASIL Priscila da Silva Batista Instituto Tecnológico, Universidade

Leia mais

2. (Espcex (Aman) 2013) Com relação às regiões metropolitanas (RM) no Brasil, leia as afirmativas abaixo:

2. (Espcex (Aman) 2013) Com relação às regiões metropolitanas (RM) no Brasil, leia as afirmativas abaixo: 1. (Fuvest 2013) Observe os gráficos. Com base nos gráficos e em seus conhecimentos, assinale a alternativa correta. a) Em função de políticas de reforma agrária levadas a cabo no Norte do país, durante

Leia mais

A HIDROSFERA. Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato

A HIDROSFERA. Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato A HIDROSFERA Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato A HIDROSFERA A água é o mais abundante solvente natural que atua no sentido de desagregar, ou seja, fragmentar

Leia mais

Geografia. Textos complementares

Geografia. Textos complementares Geografia Ficha 2 Geografia 2 os anos Silvia ago/09 Nome: Nº: Turma: Queridos alunos, bom retorno. Segue um conjunto de atividades que têm por objetivo encaminhar as discussões iniciadas em nossas aulas

Leia mais

I MPACTO AMBI ENTAL DA I RRI GAÇÃO NO BRASI L

I MPACTO AMBI ENTAL DA I RRI GAÇÃO NO BRASI L I MPACTO AMBI ENTAL DA I RRI GAÇÃO NO BRASI L Salassier Bernardo, Ph.D. UENF Este trabalho aborda aspectos do impacto ambiental da irrigação, considerando seus efeitos sobre modificação do meio ambiente,

Leia mais

Palavras-chave: água esgoto gerenciamento - resíduo poluente

Palavras-chave: água esgoto gerenciamento - resíduo poluente MEDIDAS DE SANEAMENTO BÁSICO OU RUAS CALÇADAS? Angela Maria de Oliveira Professora da E.M.E.F. Zelinda Rodolfo Pessin Márcia Finimundi Barbieri Professora da E.M.E.F. Zelinda Rodolfo Pessin Resumo Este

Leia mais

GEOGRAFIA. Professores: Marcus, Ronaldo

GEOGRAFIA. Professores: Marcus, Ronaldo GEOGRAFIA Professores: Marcus, Ronaldo Questão que trabalha conceitos de cálculo de escala, um tema comum nas provas da UFPR. O tema foi trabalhado no Módulo 05 da apostila II de Geografia I. Para melhor

Leia mais

Ensino Médio 3ª Série.

Ensino Médio 3ª Série. Ensino Médio 3ª Série. Divisão e Dinâmica Regional Brasileira INTRODUÇÃO 1ª PARTE: DIVISÃO REGIONAL DO BRASIL 2ª PARTE: DINÂMICA REGIONAL BRASILEIRA Regionalização A divisão de um espaço ou território

Leia mais

Sistema de Informações Geográficas Avaliação da Qualidade de Água por meio do IQA utilizando um Sistema de Informação Geográfica (SIG)

Sistema de Informações Geográficas Avaliação da Qualidade de Água por meio do IQA utilizando um Sistema de Informação Geográfica (SIG) Universidade Federal do Espírito Santo Programa de Pós-graduação em Engenharia Ambiental Sistema de Informações Geográficas Aplicado à Recursos Hídricos Sistema de Informações Geográficas Avaliação da

Leia mais

Fernanda de Paula Ramos Conte Lílian Santos Marques Severino RESUMO:

Fernanda de Paula Ramos Conte Lílian Santos Marques Severino RESUMO: O Brasil e suas políticas sociais: características e consequências para com o desenvolvimento do país e para os agrupamentos sociais de nível de renda mais baixo nas duas últimas décadas RESUMO: Fernanda

Leia mais

URBANIZAÇÃO BRASILEIRA: ALGUNS COMENTÁRIOS. Profa. Dra. Vera Lúcia Alves França

URBANIZAÇÃO BRASILEIRA: ALGUNS COMENTÁRIOS. Profa. Dra. Vera Lúcia Alves França URBANIZAÇÃO BRASILEIRA: ALGUNS COMENTÁRIOS Profa. Dra. Vera Lúcia Alves França A década de 1930 do século XX traz para a população brasileira um novo momento, quanto a sua distribuição. Até então, a população

Leia mais

RELATÓRIO. Tragédia na Região Serrana do Rio de Janeiro após decorridos 6 meses

RELATÓRIO. Tragédia na Região Serrana do Rio de Janeiro após decorridos 6 meses RELATÓRIO Tragédia na Região Serrana do Rio de Janeiro após decorridos 6 meses 1 TRAGÉDIA ANUNCIADA! Após 6 meses decorridos da tragédia na Região Serrana em janeiro/2011, onde morreram mais de 900 pessoas,

Leia mais

DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL E EMPREGO NAS REGIÕES METROPOLITANAS DE BELO HORIZONTE, GOIÂNIA E RIO DE JANEIRO.

DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL E EMPREGO NAS REGIÕES METROPOLITANAS DE BELO HORIZONTE, GOIÂNIA E RIO DE JANEIRO. DESCONCENTRAÇÃO INDUSTRIAL E EMPREGO NAS REGIÕES METROPOLITANAS DE BELO HORIZONTE, GOIÂNIA E RIO DE JANEIRO. Vivian Fernanda Mendes Merola vfmerola1@gmail.com Universidade de São Paulo Faculdade de Filosofia

Leia mais

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 CAP. 02 O território brasileiro e suas regiões.( 7º ano) *Brasil é dividido em 26 estados e um Distrito Federal (DF), organizados em regiões. * As divisões

Leia mais

A água nossa de cada dia

A água nossa de cada dia A água nossa de cada dia Marco Antonio Ferreira Gomes* Foto: Eliana Lima Considerações gerais A água é o constituinte mais característico e peculiar do Planeta Terra. Ingrediente essencial à vida, a água

Leia mais

O homem e o meio ambiente

O homem e o meio ambiente A U A UL LA O homem e o meio ambiente Nesta aula, que inicia nosso aprendizado sobre o meio ambiente, vamos prestar atenção às condições ambientais dos lugares que você conhece. Veremos que em alguns bairros

Leia mais

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a

ambientes de topografia mais irregular são mais vulneráveis a qualquer tipo de interferência. Nestes, de acordo com Bastos e Freitas (2002), a 1. INTRODUÇÃO Muitas e intensas transformações ambientais são resultantes das relações entre o homem e o meio em que ele vive, as quais se desenvolvem num processo histórico. Como reflexos dos desequilíbrios

Leia mais

Doutoranda: Nadir Blatt

Doutoranda: Nadir Blatt Territórios de Identidade no Estado da Bahia: uma análise crítica da regionalização implantada pela estrutura governamental para definição de políticas públicas, a partir da perspectiva do desenvolvimento

Leia mais

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense Biomas Brasileiros 1. Bioma Floresta Amazônica 2. Bioma Caatinga 3. Bioma Cerrado 4. Bioma Mata Atlântica 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense 6. Bioma Pampas BIOMAS BRASILEIROS BIOMA FLORESTA AMAZÔNICA

Leia mais

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades Climatologia É uma parte da que estuda o tempo e o clima cientificamente, utilizando principalmente técnicas estatísticas na obtenção de padrões. É uma ciência de grande importância para os seres humanos,

Leia mais

Situação Geográfica e Demográfica

Situação Geográfica e Demográfica Guarulhos História A memória é a base para a construção da identidade, da consciência do indivíduo e dos grupos sociais de um determinado local. A maioria das fontes de memória de Guarulhos traz que sua

Leia mais

A Qualidade da Água nas Cidades de Campina Grande e Taperoá. *gicelia.moreira2009@gmail.com

A Qualidade da Água nas Cidades de Campina Grande e Taperoá. *gicelia.moreira2009@gmail.com A Qualidade da Água nas Cidades de e Gicélia Moreira (ID) 1,AntonioJoão S. Filho(ID) 1 Nataline C. S. Barbosa (ID) 1 Antonio N. de Souza (PG) Departamento de Química CCT-UEPB *gicelia.moreira2009@gmail.com

Leia mais

Visão Estratégica de Longo Prazo.

Visão Estratégica de Longo Prazo. Visão Estratégica de Longo Prazo. João Pessoa PB. Outubro de 2013 O MERCADO COMUM DO NORDESTE Adm. José Queiroz de Oliveira ESPECIALISTA PREVÊ SECAS MAIS INTENSAS E LONGAS NO NORDESTE. SE O HOMEM NORDESTINO

Leia mais

26º. Encontro Técnico AESABESP DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE MACAPÁ- AP.

26º. Encontro Técnico AESABESP DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE MACAPÁ- AP. 26º. Encontro Técnico AESABESP Izanilde Barbosa da Silva Elivania Silva de Abreu DIAGNÓSTICO DAS CONDIÇÕES DE SANEAMENTO AMBIENTAL NO MUNICÍPIO DE MACAPÁ- AP. São Paulo-SP INTRODUÇÃO O Brasil é um pais

Leia mais

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva

Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL. Debora Barbosa da Silva Aula5 POPULAÇÃO E DEMOGRAFIA NO BRASIL META Refletir sobre as características da população brasileira como fundamento para a compreensão da organização do território e das políticas de planejamento e desenvolvimento

Leia mais

CONSUMOS DE ÁGUA CONSUMOS DE ÁGUA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA - ETA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA - ETA

CONSUMOS DE ÁGUA CONSUMOS DE ÁGUA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA - ETA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA - ETA CONSUMOS DE ÁGUA Componentes da demanda de água de uma população Doméstico Comercial Industrial Público Especial Perdas Desperdícios Principais fatores influenciam a demanda VOLUME DE ÁGUA A SER TRATADA

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB

ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB Jackson Silva Nóbrega 1 ; Francisco de Assis da Silva 1 ; Marcio Santos da Silva 2 ; Maria Tatiane Leonardo Chaves

Leia mais

CAP. 20 REGIÃO CENTRO- OESTE. Prof. Clésio

CAP. 20 REGIÃO CENTRO- OESTE. Prof. Clésio CAP. 20 REGIÃO CENTRO- OESTE Prof. Clésio 1 O MEIO NATURAL E OS IMPACTOS AMBIENTAIS A região Centro- Oeste é formada pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal. Ocupa cerca

Leia mais

O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E

O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E O MERCADO DE TRABALHO NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA EM 2011 E 2012 Camila Cristina Farinhaki Henrique Alves dos Santos Lucas Fruet Fialla Patricia Uille Gomes Introdução Este artigo tem como objetivo

Leia mais

Respostas das questões sobre as regiões do Brasil

Respostas das questões sobre as regiões do Brasil Respostas das questões sobre as regiões do Brasil Região Norte 1. Qual a diferença entre região Norte, Amazônia Legal e Amazônia Internacional? A região Norte é um conjunto de 7 estados e estes estados

Leia mais

DESIGUALDADE AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE SALINAS MG

DESIGUALDADE AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE SALINAS MG DESIGUALDADE AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE SALINAS MG BRENO FURTADO LIMA 1, EDUARDO OLIVEIRA JORGE 2, FÁBIO CHAVES CLEMENTE 3, GUSTAVO ANDRADE GODOY 4, RAFAEL VILELA PEREIRA 5, ALENCAR SANTOS 6 E RÚBIA GOMES

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Saneamento Básico, Diagnóstico Ambiental, Infraestrutura.

PALAVRAS-CHAVE: Saneamento Básico, Diagnóstico Ambiental, Infraestrutura. VI-039 - SANEAMENTO BÁSICO: UMA ANÁLISE ESTRUTURAL DO BAIRRO PEDRA DO LORDE EM JUAZEIRO-BA, COMO AÇÃO DO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL PET CONEXÕES DE SABERES - SANEAMENTO AMBIENTAL. Roberta Daniela da

Leia mais

URBANIZAÇÃO NO BRASIL, NO ESTADO E NO MUNICÍPIO, NOS ÚLTIMOS 50 ANOS.

URBANIZAÇÃO NO BRASIL, NO ESTADO E NO MUNICÍPIO, NOS ÚLTIMOS 50 ANOS. URBANIZAÇÃO NO BRASIL, NO ESTADO E NO MUNICÍPIO, NOS ÚLTIMOS 50 ANOS. O que é cidade? Segundo a ONU, aglomerado urbano concentrado com mais de 20 mil habitantes, com atividades no setorsecundário secundário

Leia mais

AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM A PARTIR DA IMPLANTAÇÃO DO LAGO DE FURNAS NO MUNICÍPIO DE FAMA-MG

AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM A PARTIR DA IMPLANTAÇÃO DO LAGO DE FURNAS NO MUNICÍPIO DE FAMA-MG AS TRANSFORMAÇÕES NA PAISAGEM A PARTIR DA IMPLANTAÇÃO DO LAGO DE FURNAS NO MUNICÍPIO DE FAMA-MG Tamiris Batista Diniz tamirisbdiniz@hotmail.com Discente Geografia UNIFAL-MG 349 Ana Rute do Vale ana.vale@unifal-mg.edu.br

Leia mais

EXERCÍCIOS ON LINE DE GEOGRAFIA 7º 2º TRI

EXERCÍCIOS ON LINE DE GEOGRAFIA 7º 2º TRI 1. Coloque V para verdadeiro e F para falso: EXERCÍCIOS ON LINE DE GEOGRAFIA 7º 2º TRI ( ) a população economicamente ativa compreende a parcela da população que está trabalhando ou procurando emprego.

Leia mais

EXPLORAÇÃO DO CERRADO BRASILEIRO

EXPLORAÇÃO DO CERRADO BRASILEIRO EXPLORAÇÃO DO CERRADO BRASILEIRO CARACTERIZAÇÃO DO CERRADO BRASILEIRO É o maior bioma brasileiro depois da Amazônia, com aproximadamente 2 milhões de km² e está concentrado na região Centro Oeste do Brasil;

Leia mais

2.1 DINÂMICA POPULACIONAL

2.1 DINÂMICA POPULACIONAL DIMENSÃO SOCIAL . DINÂMICA POPULACIONAL Esta seção tem como objetivo expor a evolução e distribuição da população no território paranaense, apontando, em particular, a concentração que se realiza em determinadas

Leia mais

1ª PARTE - OBJETIVA ESPECIFICA (Valendo 05 pontos cada questão)

1ª PARTE - OBJETIVA ESPECIFICA (Valendo 05 pontos cada questão) PREFEITURA DE VÁRZEA ALEGRE CE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 01/2014 SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONTRATAÇÂO TEMPORÁRIA - PROVA DE GEOGRAFIA PROFESSOR DE GEOGRAFIA (6º ao 9º ANO) ASSINATURA DO

Leia mais

APP ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE. Feições de Relevo com alta fragilidade, que exercem funções essenciais a vida

APP ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE. Feições de Relevo com alta fragilidade, que exercem funções essenciais a vida APP ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE Feições de Relevo com alta fragilidade, que exercem funções essenciais a vida Dispositivo legal aplicado em distintos ambientes: Urbano, Rural ou Florestal Área de Preservação

Leia mais

O COMPORTAMENTO DA TEMPERATURA E UMIDADE DO AR NA ÁREA URBANA DE IPORÁ-GO. Valdir Specian¹, Elis Dener Lima Alves²

O COMPORTAMENTO DA TEMPERATURA E UMIDADE DO AR NA ÁREA URBANA DE IPORÁ-GO. Valdir Specian¹, Elis Dener Lima Alves² O COMPORTAMENTO DA TEMPERATURA E UMIDADE DO AR NA ÁREA URBANA DE IPORÁ-GO. Valdir Specian¹, Elis Dener Lima Alves² ¹Professor do Curso de Geografia da UnU Iporá. - UEG ² Bolsista PBIC/UEG, Acadêmico do

Leia mais

OS CUIDADOS COM A ÁGUA NA ESCOLA FUNDAMENTAL PROFESSOR ADAILTON COELHO COSTA

OS CUIDADOS COM A ÁGUA NA ESCOLA FUNDAMENTAL PROFESSOR ADAILTON COELHO COSTA OS CUIDADOS COM A ÁGUA NA ESCOLA FUNDAMENTAL PROFESSOR ADAILTON COELHO COSTA Dantas 1, Mayara; Gomes 1, Márcia; Silva 1, Juliene; Silva 1, Jaciele; 1 Discente do Curso de Bacharelado em Ecologia; 2 Professora

Leia mais

Matéria da Recuperação. Industrialização Urbanização População

Matéria da Recuperação. Industrialização Urbanização População Disciplina: Geografia Roteiro de Recuperação Ano / Série: 7º Professor (a): Gabriel Data: / / 2013 Matéria da Recuperação Industrialização Urbanização População 1- A função urbana de uma cidade diz respeito

Leia mais

Gestão Integrada de Águas Urbanas

Gestão Integrada de Águas Urbanas Recursos Hídricos na Região Sudeste: Segurança Hídrica, Riscos, Impactos e Soluções São Paulo, 20-21 de novembro de 2014 Gestão Integrada de Águas Urbanas Prof. Carlos E. M. Tucci Rhama Consultoria Ambiental

Leia mais

MONITORAMENTO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS DO CÓRREGO QUARTA-FEIRA, CUIABÁ-MT

MONITORAMENTO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS DO CÓRREGO QUARTA-FEIRA, CUIABÁ-MT MONITORAMENTO DA QUALIDADE DAS ÁGUAS DO CÓRREGO QUARTA-FEIRA, CUIABÁ-MT ALBUQUERQUE, T. S., FINGER, A., SILVA, A. R. B. C., BATTAINI, B., FONTES, C. C. C., SILVA, F. R., MASSAD, H. A. B., MÊNITHEN, L.,

Leia mais

A Ocupação do Sítio Urbano de São Paulo: implicações de ordem socioeconômica, espacial e ambiental. Plano de Aula

A Ocupação do Sítio Urbano de São Paulo: implicações de ordem socioeconômica, espacial e ambiental. Plano de Aula A Ocupação do Sítio Urbano de São Paulo: implicações de ordem socioeconômica, espacial e ambiental. Plano de Aula Urbanização em São Paulo Brasil Crise no Campo Estrutura Fundiária Mecanização Questões

Leia mais

ÁREA DO MEIO AMBIENTE E HABITAÇÃO E URBANISMO

ÁREA DO MEIO AMBIENTE E HABITAÇÃO E URBANISMO PLANO GERAL DE ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO PARA O ANO DE 2008 ÁREA DO MEIO AMBIENTE E HABITAÇÃO E URBANISMO Controle e uso do solo urbano e rural: parcelamento irregular/clandestino

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA PROJETO DE LEI Nº 051/2012

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA PROJETO DE LEI Nº 051/2012 PROJETO DE LEI Nº 051/2012 Torna obrigatória a adoção de pavimentação ecológica nas áreas que menciona e dá outras providências. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETA: Artigo 1º

Leia mais

Catalão nas Fronteiras do Capitalismo: do desenvolvimento produtivo a construção da sociabilidade

Catalão nas Fronteiras do Capitalismo: do desenvolvimento produtivo a construção da sociabilidade Catalão nas Fronteiras do Capitalismo: do desenvolvimento produtivo a construção da sociabilidade Leonardo César PEREIRA 1 ; Revalino Antonio FREITAS (orientador) Palavras-chave: trabalho, migração, fronteira,

Leia mais

Odebrecht TransPort traça novas rotas brasileiras

Odebrecht TransPort traça novas rotas brasileiras nº 342 outubro 2014 Odebrecht TransPort traça novas rotas brasileiras Odebrecht 70 anos: projetos que contribuem para melhorar as opções de mobilidade urbana das comunidades Odebrecht Infraestrutura Brasil

Leia mais

(Adaptado de: . Acesso em: 26 jul. 2014.)

(Adaptado de: <http://www2.sabesp.com.br/mananciais/divulgacaositesabesp.aspx>. Acesso em: 26 jul. 2014.) GEOGRFI 1 Leia o texto e as figuras a seguir. O conhecimento da geografia contribui para que a sociedade tenha uma melhor compreensão dos problemas ambientais. falta d água no Sistema Cantareira do estado

Leia mais

INDICADORES DE GESTÃO AMBIENTAL

INDICADORES DE GESTÃO AMBIENTAL 4 GESTÃO AMBIENTAL 4.1 INDICADORES DE GESTÃO AMBIENTAL As informações da publicação do IBGE Perfil dos Municípios Brasileiros, de 2008, contribuíram para a construção dos indicadores Estrutura da Gestão

Leia mais

Figura 18. Distâncias das estações em relação ao Inmet e Mapa hipsmétrico

Figura 18. Distâncias das estações em relação ao Inmet e Mapa hipsmétrico 44 Figura 18. Distâncias das estações em relação ao Inmet e Mapa hipsmétrico A Figura 18 servirá de subsídios às análises que se seguem, pois revela importantes informações quanto ao comportamento das

Leia mais

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO

AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO AS PRINCIPAIS MUDANÇAS PROPOSTAS PELA PREFEITURA DE SÃO PAULO PARA O NOVO PLANO DIRETOR ESTRATÉGICO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO Marcia Heloisa P. S. Buccolo, consultora jurídica de Edgard Leite Advogados

Leia mais

Ensino Fundamental II

Ensino Fundamental II Ensino Fundamental II Valor da prova: 2.0 Nota: Data: / /2015 Professora: Angela Disciplina: Geografia Nome: n o : Ano: 6º 4º bimestre Trabalho de Recuperação de Geografia Orientações: - Leia atentamente

Leia mais

ENCONTRO E PROSA PARA MELHORIA DE PASTAGENS: SISTEMAS SILVIPASTORIS

ENCONTRO E PROSA PARA MELHORIA DE PASTAGENS: SISTEMAS SILVIPASTORIS ENCONTRO E PROSA PARA MELHORIA DE PASTAGENS: SISTEMAS SILVIPASTORIS 10 DE DEZEMBRO DE 2013 REALIZAÇÃO: CATI SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO E SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE GOVERNO DO ESTADO DE

Leia mais

Recursos Hídricos - Uma abordagem de desenvolvimento para o semiárido nordestino

Recursos Hídricos - Uma abordagem de desenvolvimento para o semiárido nordestino Seminário Crise Mundial e Desenvolvimento Regional: Desafios e Oportunidades Recursos Hídricos - Uma abordagem de desenvolvimento para o semiárido nordestino Eduardo Kaplan Barbosa Programa de Mestrado

Leia mais

GEOGRAFIA-2009. Com base nas informações do texto, na análise do mapa e nos conhecimentos sobre os elementos e fatores geográficos do clima,

GEOGRAFIA-2009. Com base nas informações do texto, na análise do mapa e nos conhecimentos sobre os elementos e fatores geográficos do clima, UFBA UFBA- -2ª2ªFASE FASE 2009 2009-2009 01. A variação climática na superfície terrestre está diretamente ligada à localização de cada região nas diversas latitudes, sendo, portanto, resultante do comportamento

Leia mais

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE realizou, em outubro, o primeiro prognóstico para

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PRESERVAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MACHADO

EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PRESERVAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MACHADO EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PRESERVAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO MACHADO FÁBIO VIEIRA MARTINS Pós-graduando em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP fabio.vieirageo@hotmail.com

Leia mais

Ano: 7º Turma: 7.1 e 7.2

Ano: 7º Turma: 7.1 e 7.2 COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Programa de Recuperação Paralela 2ª Etapa 2014 Disciplina: Geografia Professor (a): Fernando Parente Ano: 7º Turma: 7.1 e 7.2 Caro aluno, você está recebendo o conteúdo

Leia mais

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 3 } 1. INTRODUÇÃO: PARQUE TECNOLÓGICO CAPITAL DIGITAL - PTCD Principal polo de desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Distrito Federal, o PTCD

Leia mais

Urbanização no Brasil

Urbanização no Brasil Urbanização no Brasil Urbanização é o aumento proporcional da população urbana em relação à população rural. Segundo esse conceito, só ocorre urbanização quando o crescimento da população urbana é superior

Leia mais

Gestão Integrada de Águas Urbanas

Gestão Integrada de Águas Urbanas Gestão Integrada de Águas Urbanas Prof. Carlos E. M. Tucci Consultor do Banco Mundial São Paulo 4 a 6 de dezembro de 2012 1 Impactos Aumento da magnitude das vazões e da frequência de inundações; Aumento

Leia mais

Palestra: História da Cana-de. de-açúcar no Centro-Oeste Professora: Ana Paula PROJETO: PRODUÇÃO DO AÇÚCAR ORGÂNICO NA JALLES MACHADO S/A

Palestra: História da Cana-de. de-açúcar no Centro-Oeste Professora: Ana Paula PROJETO: PRODUÇÃO DO AÇÚCAR ORGÂNICO NA JALLES MACHADO S/A Palestra: História da Cana-de de-açúcar no Centro-Oeste Professora: Ana Paula PROJETO: PRODUÇÃO DO AÇÚCAR ORGÂNICO NA JALLES MACHADO S/A ORIGEM DA CANA-DE-AÇÚCAR A cana-de de-açúcar é uma planta proveniente

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Cabo Verde, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 368,15 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 13823 hab. Densidade

Leia mais

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES GEOGRAFIA DESAFIO DO DIA. Aula 21.1 Conteúdo. Região Sudeste

DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES GEOGRAFIA DESAFIO DO DIA. Aula 21.1 Conteúdo. Região Sudeste CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA Aula 21.1 Conteúdo Região Sudeste 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA DINÂMICA LOCAL INTERATIVA

Leia mais

III Conferência Municipal de Política Urbana ESTUDOS URBANOS Transformações recentes na estrutura urbana

III Conferência Municipal de Política Urbana ESTUDOS URBANOS Transformações recentes na estrutura urbana III Conferência Municipal de Política Urbana ESTUDOS URBANOS Transformações recentes na estrutura urbana PBH/SMURBE Núcleo de Planejamento Urbano da Secretaria Municipal de Políticas Urbanas de Belo Horizonte

Leia mais

Ano: 8 Turma: 81 / 82

Ano: 8 Turma: 81 / 82 COLÉGIO NOSSA SENHORA DA PIEDADE Programa de Recuperação Final 3ª Etapa 2012 Disciplina: Ciências Professor (a): Felipe Cesar Ano: 8 Turma: 81 / 82 Caro aluno, você está recebendo o conteúdo de recuperação.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA - UFBA Instituto de Ciências Ambientais e Desenvolvimento Sustentável Cartografia Sistemática e Temática (IAD319) Prof. pablosantos@ufba.br 08 a Aula INFORMAÇÃO E REPRESENTAÇÃO

Leia mais

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte

Tabela 1. Tema Dado Atributo Fonte Tabela 1 Tema Dado Atributo Fonte 1. Base Cartográfica Básica a. Limites municipais b. Limites Distritais c. Localidades d. Rodovias e Ferrovias d. Rodovias e Ferrovias e. Linhas de Transmissão f. Estações

Leia mais

Caracterização da coleta seletiva de resíduos sólidos no Brasil: avanços e dificuldades

Caracterização da coleta seletiva de resíduos sólidos no Brasil: avanços e dificuldades Revista Economia & Tecnologia (RET) Volume 9, Número 4, p. 129-136, Out/Dez 2013 Seção: Tecnologia & Inovação Caracterização da coleta seletiva de resíduos sólidos no Brasil: avanços e dificuldades Alessandra

Leia mais

GEOGRAFIA. População Brasileira

GEOGRAFIA. População Brasileira População Brasileira No Brasil a concentração populacional tem sua maior ocorrência em áreas litorâneas ou próximas ao litoral. Temos como fatores contribuintes as faixas de planície, clima tropical, sem

Leia mais

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres

Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Conferência eletrônica O uso de águas servidas não tratadas na agricultura dos países mais pobres Judith Kaspersma - RUAF Foto: Kranjac-Berisavljevic - dreno principal na cidade de Tamale, Gana Entre 24

Leia mais

A dinâmica do relevo terrestre e A hidrografia terrestre

A dinâmica do relevo terrestre e A hidrografia terrestre 1 O relevo terrestre é formado e modelado pela ação de diversos agentes internos (movimentos tectônicos, vulcanismo, terremoto) e externos (ação das águas, do vento e do próprio homem). Explique de que

Leia mais

GEOGRAFIA Questões de 35 a 42

GEOGRAFIA Questões de 35 a 42 GEOGRAFIA Questões de 35 a 42 35. Observe os mapas abaixo. Acerca das escalas apresentadas, é incorreto afirmar: A) O mapa 1 apresenta a menor escala e o maior nível de detalhamento. B) Os mapas 1 e 2

Leia mais

REQUERIMENTO (Do Sr. Vittorio Medioli)

REQUERIMENTO (Do Sr. Vittorio Medioli) 1 REQUERIMENTO (Do Sr. Vittorio Medioli) Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo sugerindo à Agência Nacional de Águas que determine às empresas concessionárias deste serviço a divulgação em suas

Leia mais

GESTÃO AMBIENTAL MUNICIPAL: INSTRUMENTOS UTILIZADOS PELA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE VIANA ES

GESTÃO AMBIENTAL MUNICIPAL: INSTRUMENTOS UTILIZADOS PELA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE VIANA ES I CONGRESSO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL GESTÃO AMBIENTAL MUNICIPAL: INSTRUMENTOS UTILIZADOS PELA SECRETARIA DE MEIO AMBIENTE DO MUNICÍPIO DE VIANA ES Karla Casagrande Lorencini Bacharel em Ciências

Leia mais