UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL AVM FACULDADE INTEGRADA

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL AVM FACULDADE INTEGRADA LIXO: UM PROBLEMA SOCIAL E AMBIENTAL QUE TEM SOLUÇÃO Por: Nancy Carvalho Oliveira Orientadora Profª. Maria Esther Araújo Rio de Janeiro 2012 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES

2 2 PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO AMBIENTAL AVM FACULDADE INTEGRADA LIXO: UM PROBLEMA SOCIAL E AMBIENTAL QUE TEM SOLUÇÃO Apresentação de monografia à AVM Faculdade Integrada como requisito parcial para obtenção do grau de especialista em Educação Ambiental. Por Nancy Carvalho Oliveira.

3 3 AGRADECIMENTOS...aos amigos, parentes, professores, amigos e aos colegas de profissão.

4 4 DEDICATÓRIA dedico aos meus pais, ao meu marido, aos meus filhos e colegas de curso.

5 5 RESUMO O presente trabalho é um ensaio reflexivo acerca de como a sociedade se relaciona com o meio ambiente e, de forma especial, com o lixo que produz. Tal trabalho apresenta alguns caminhos e/ou possíveis soluções que poderão ajudar na luta pela formação de cidadãos conscientes, cidadãos que podem contribuir para um mundo mais limpo a partir do momento em que se repensa os próprios hábitos e atitudes com relação às condições e limitações da realidade que nos cerca e que hoje nos é colocada. Tal ação diminuirá sobremaneira os impactos sobre a natureza e, assim, perceber-se-à que o lixo é um problema que tem solução.

6 6 METODOLOGIA Neste trabalho será utilizada como metodologia a revisão bibliográfica dos temas acima propostos, e a análise destes temas presentes em artigos, dissertações de mestrado, teses de doutorado e livros e outras fontes que poderão embasar cientificamente o estudo proposto.

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO I Impactos causados pelo excesso de lixo Impactos Sociais Impactos Ambientais...13 CAPÍTULO II O nosso lixo de cada dia Coleta seletiva Classificação Destino final do lixo...21 CAPÍTULO III Soluções dos problemas causados pelo excesso de lixo jogado no ambiente Repensar Reduzir....25

8 8 3.3 Reutilizar Reciclar CONSIDERAÇÕES FINAIS...29 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...30 INTRODUÇÃO O motivo da elaboração desta monografia foi a necessidade de subsidiar a abordagem do tema lixo, buscando sua correlação com as condições ambientais e de vida, numa perspectiva de construção coletiva do conhecimento enfatizando a necessidade de se preservar o ambiente, a saúde, como direito e conquista de todos os cidadãos. Em tempos de globalização, de contatos cada vez mais diretos e freqüentes entre culturas e povos com características peculiares entre si, fazse necessário despertar nas pessoas o espírito crítico, fomentando uma consciência cidadã diante do grande problema social e ambiental causado pelo excesso de lixo jogado na natureza.

9 9 O crescente volume de lixo produzido nas grandes cidades traz consequências desastrosas ao ambiente e a saúde pública. Os problemas causados pelo lixo são enormes, e vai desde o mau cheiro, a reprodução dos insetos e roedores que transmitem doenças, a contaminação da água, do ar e do solo. É necessário que a sociedade crie novos valores, que vão desde não jogar lixo nas ruas, nos rios, nos terrenos baldios, até mesmo uma reflexão sobre a quantidade e a qualidade do lixo produzido por essa sociedade e como esse lixo é descartado na natureza. Buscando possíveis soluções para a problemática causada pelo excesso de lixo produzido nas cidades este trabalho foi divido em três capítulos. No primeiro capítulo serão tratados os impactos ambientais e sociais causados pelo lixo. No segundo capítulo será uma análise relacionada a nosso lixo de cada dia, enfatizando: coleta seletiva, a classificação e o destino final de o lixo. Finalmente no terceiro capítulo serão apresentadas possíveis soluções para os problemas causados pelo excesso de lixo jogado no ambiente. para satisfazer os que contribuem com seu trabalho para gerá-lo. CAPÍTULO I IMPACTOS CAUSADOS PELO EXCESSO DO LIXO a medida que a cidade se renova a cada dia, ela preserva totalmente a si mesma na sua única forma definitiva: o lixo de ontem, empilhado sobre o lixo de anteontem e de todos os dias e anos e décadas. Ítalo Calvino Reigota (2002) considera o termo meio ambiente uma representação social, uma vez que não há uma definição única para este, mas sim uma variedade delas, construídas a partir das ideologias, preconceitos e características culturais específicas do cotidiano percebido e vivenciado por um grupo social. Partindo da ótica da representação social, pode-se se citar

10 10 algumas construções conceituais de meio ambiente, tais como bem de uso comum, materialidade dinâmica e espaço habitado. A Política Nacional de Meio Ambiente, lei nº 6.938, de 31/08/81, Art. 3º entende-se meio ambiente por conjunto de condições, leis, influências e interações de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas. (CARVALHO, 1999) De acordo com o Centro Virtual de Estudos Ambientais Urbanos (CEURB), para melhor compreensão das questões relativas aos impactos ambientais gerados pelos processos de urbanização, primeiramente é preciso lembrar que este ambiente tem particularidades, traz consigo as marcas das construções humanas; traz consigo as particularidades sociais e culturais, como bem define Nascimento (2006) é comum às pessoas, ao serem questionadas sobre o que é meio ambiente, responderem que meio ambiente é tudo. Este tudo expressado está intimamente relacionado à realidade-mundo vivenciada individual e coletivamente pela pessoa ou grupo social ao qual ela pertence e resulta numa gama de conceitos distintos. Neste sentido, pode-se verificar que é preciso tratar o ambiente urbano através de uma concepção social que inclui, concomitantemente, aspectos econômicos e ambientais. De modo sintético, pode-se considerar que é do aspecto concentrador, marcado pelas relações do modo de produção capitalista e da incapacidade de absorção pelo sistema urbano destes resíduos, que surgem uma série de alterações e impactos no meio ambiente urbano contemporâneo. Da intensificação deste fluxo de energia (input) surgem problemas tais como a queima excessiva de combustíveis fósseis, alterações cada vez mais profundas do uso e da ocupação do solo urbano, alterações climáticas das mais variadas, adensamento populacional entre outros impactos provocados pela urbanização. Vale ressaltar ainda o que diz Mucelin e Bellini (2008) a respeito do meio ambiente. Segundo os autores, a cultura de um povo ou comunidade caracteriza a forma de uso do ambiente, os costumes e os hábitos de consumo de produtos industrializados e da água; no ambiente urbano, estes costumes e

11 11 hábitos implicam na produção exagerada de lixo e a forma com que tais resíduos são tratados ou dispostos no meio. Ainda segundo os autores, o consumo cotidiano de produtos industrializados é o maior responsável pela contínua produção de lixo. Segundo Vale (2007) os desafios gerados pela busca de uma destinação adequada para os resíduos sólidos urbanos envolvem aspectos complexos, como os custos financeiros para a implantação de aterros sanitários, a busca por espaços hoje cada vez mais escassos para tais empreendimentos e, ainda, a minimização dos impactos sociais e ambientais da disposição final de tais resíduos, tema de estudo deste primeiro capítulo e o que será visto a seguir Impactos Sociais Segundo Vale (2007) o crescente volume de lixo que é produzido nos centros urbanos justifica, de forma incontestável, a atenção que o tema vem recebendo nas últimas décadas Para toda a produção e consumo de produtos, há sempre um descarte, cujo volume se mostra cada vez maior em uma sociedade que se desfaz de bens materiais muito rapidamente. As prefeituras, encarregadas de gerenciar a disposição final dos resíduos sólidos urbanos (excetuando-se o lixo industrial, que é de responsabilidade do gerador), vêm se deparando com este ritmo acelerado de produção de lixo, em virtude de um modelo de vida voltado para o consumo e do próprio crescimento da população urbana. Neste sentido, faz-se urgente pensar em estratégias que possam dar conta ou, pelo menos, minimizar gradativamente os problemas sociais relacionados à saúde, moradia, educação, emprego informal, dignidade social, entre outros, em torno do descarte inadequado do lixo. No contexto da exclusão social, segundo Abreu (2007) são encontradas as pessoas que buscam, no lixo, sua sobrevivência. Ainda segundo o autor, na escala de valores da nossa sociedade, os lixeiros, os catadores de papéis e os garrafeiros, formam a massa dos

12 12 socialmente excluídos; no entanto, nossas cidades seriam inabitáveis sem esses personagens tão desvalorizados. No imaginário popular, as pessoas que tiram o sustento do lixo, estão associadas às condições de extrema pobreza, e para boa parte da sociedade, estas pessoas são marginais, preguiçosos, malandros, desprovidas de qualquer vontade de procurar um trabalho ou ainda de melhorar de vida. Não há um entendimento por parte da sociedade que tais pessoas não vêm o lixo como fim ou resto, mas sim como inicio e ainda como matéria-prima, visão esta sustentada por trabalhadores que se unem em cooperativas e associações, uma vez que se percebem agentes ambientais e conseguem, gradativamente, vencer o estigma que cerca o trabalho com o lixo. De qualquer forma, segundo Aguiar (2007), a estima do trabalhador do lixo, de um modo geral, é de um sujeito que não quer fazer diferente. Isto se agrava quando o assunto são trabalhadores que atuam em aterros sanitários e lixões, realidade vivida por grandes centros. Em se tratando de Rio de Janeiro, pode-se citar o Lixão de Caxias, cidade situada na Baixada Fluminense, onde famílias inteiras encontram, na garimpagem em depósitos a céu aberto, o seu único sustento. Tal visão vem acompanhada de um preconceito considerável ao lixo e a todos aqueles que dele cuidam ou necessitam para sobreviver. Vale a pena refletir acerca deste tipo de preconceito, uma vez que não é comum para a sociedade pensar que tais pessoas acabam escolhendo o mercado informal porque sequer têm acesso ao aprendizado, à tecnologia e às oportunidades de trabalho formais, alem de ser um grupo totalmente alijado da Sociedade da Informação, posto que tal conhecimento se concentra em apenas alguns grupos (grifo meu). Além dos impactos já apresentados, há outro problema que, num primeiro momento, parece dar conta da situação, mas que, em função da necessidade de sobrevivência das famílias acaba criando um um problema muito maior: o fechamento dos lixões como é o caso do lixão de Duque de Caxias situado na Baixada Fluminense, previsto para o junho do corrente acaba tirando das famílias presentes no lixão a única forma de renda e,conseqüentemente, seu sustento.

13 13 No intuito de dar uma resposta a esta situação, A Fundação de Apoio à Escola Técnica (FAETEC), vinculada à Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia, inaugurou um espaço para o treinamento profissional dos catadores e ex-catadores no entorno do Aterro Metropolitano de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias. O projeto Canteiro Escola Jardim Gramacho conta com o apoio da Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) e da Associação Carioca de Catadores e Ex-catadores (Acex). O Secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, disse que as pessoas que trabalhavam no lixão terão a oportunidade de se qualificar e ter uma nova profissão. A meta do projeto é capacitar mais de mil e trezentas pessoas, até o fim de 2012, em cursos profissionalizantes gratuitos com o objetivo de requalificar os profissionais que dependiam das atividades econômicas da área do lixão, principalmente os catadores de materiais recicláveis. É importante ressaltar a necessidade de outras ações; de qualquer forma, este já é um caminho possível de ser trilhado e deve ser trilhado e estar em consonância com outros projetos que visem recuperar os danos ambientais causados no local, tema a ser estudado a seguir Impactos Ambientais Segundo o IBGE (2006), o Brasil é constituído por cinco mil quinhentos e sete municípios e na última Pesquisa Nacional de Saneamento Básico, realizada no ano de 2000 pelo IBGE, foi registrado que somente 33% (1.814) dos cinco mil quatrocentos e setenta e cinco municípios daquele ano coletavam a totalidade dos resíduos domiciliares gerados nas residências urbanas de seus territórios. Os dados desta pesquisa revelaram que, diariamente, o Brasil gerava duzentos e vinte e oito mil quatrocentos e treze toneladas diárias de resíduos sólidos. Isto implica numa produção de 1,2 kg/habitante. Neste sentido, percebe-se que pensar a questão ambiental a partir da geração de tanto lixo não é fácil; faz parte de uma mudança de comportamento.

14 14 Entre os impactos ambientais negativos que podem ser originados a partir do lixo urbano produzido estão os efeitos decorrentes da prática de disposição inadequada de resíduos sólidos em fundos de vale, às margens de ruas ou cursos d água. Estas práticas habituais podem provocar, entre outras coisas, contaminação de corpos d água, assoreamento, enchentes, proliferação de vetores transmissores de doenças, tais como cães, gatos, ratos, baratas, moscas, vermes, entre outros. Some-se a isso a poluição visual, mau cheiro e contaminação do ambiente (MUCELIN & BELLINI, 2008). A vivência cotidiana muitas vezes mascara circunstâncias visíveis, mas não perceptíveis. Mesmo contemplando casos de agressões ao ambiente, os hábitos cotidianos concorrem para que o morador urbano não reflita sobre as conseqüências de tais hábitos, mesmo quando possui informações a este respeito. Como exemplo, pode-se citar o aumento de temperatura nos centros urbanos que, por sua vez, pode estar relacionado ao adensamento de construções humanas que nada mais são do que materiais e trabalho humano empregados de forma concentrada numa dada localidade. Esta concentração de fatores urbanos específicos tais como efeito de transferência de energia nas construções urbanas, como formas particulares de estruturas verticais, cores, albedo e tipos de materiais que as constituem, bem como a diminuição de vegetação levam, consecutivamente, a alterações do ciclo hidrológico e também a problemas como enchentes e deslizamentos de encostas. Este último pode também ser associado a problemas de ordem sócio-ambiental relativos à ocupação de áreas de proteção por parte de uma população de baixa renda, principalmente. Segundo o CEURB, o surgimento do paradigma relacionado ao desenvolvimento sustentável apresenta-se como a busca de soluções para um impasse no planejamento: questões relacionadas a equidade e eficiência dadas através das relações do modo capitalista de produção que, por sua vez, imprimem suas contradições no espaço gerando disparidades e impactos em todos os níveis, sejam eles locais, regionais ou nacionais. Cruz (1998) lembra que os impactos e problemas ambientais nada mais são do que a materialização, no espaço, das distorções e contradições

15 15 presentes nas relações sociais. Neste sentido, ao considerar que o ser humano tende a subjetivamente perceber o ambiente por meio de signos que engendram a imagem ambiental, é possível dizer que a vivência cotidiana estimula pragmaticamente o ser humano à elaboração mental de idéias das coisas que perceptíveis; objetos e fatos observados e percebidos forçam a construção por associações de idéias que estimulam a mediação, orientando as ações e determinando as condutas. A busca de soluções deve, em primeiro lugar, partir da mudança de comportamento do ser humano com relação ao meio ambiente. Para além disso, deve-se haver um somatório de forças: políticas, institucionais, econômicos e sociais tais como estão acontecendo em nossa cidade neste momento, com a realização da Rio+20 e, paralelo ao evento oficial, a realização da Cúpula dos Povos, no sentido de se construir uma possível e justa concepção de desenvolvimento. Somente desta sinergia de forças é possível alcançar mudanças significativas. Do contrário, este paradigma corre o risco de se transformar em dispositivo de controle ideológico por governos interessados na perpetuação de um quadro de dominação bastante conhecido, sem levar à maioria das populações os reais benefícios de um modelo preocupado em sanar os problemas sócio-ambientais das diferentes sociedades (grifo meu).

16 16 CAPÍTULO II O NOSSO LIXO DE CADA DIA Espera mil anos e verás que será precioso até o lixo deixado atrás por uma civilização extinta. Isaac Asimov Produzir lixo é inevitável. Todas as atividades humanas envolvem, em maior ou menor grau, a produção de lixo, uma vez que a sociedade vive em ciclos (LIMA, 2009). O que se tem discutido atualmente é exatamente o que fazer com tanto lixo e de que forma o mesmo pode ser reaproveitado, principalmente nos grandes centros, espaços de maior produção de lixo. Rodrigues (2009) mostra com clareza a relação existente entre o advento das cidades e o lixo que provém deste nascimento

17 17 toda cidade, seja na sua fundação ou durante seu desenvolvimento, tem por conseqüência, a transformação do meio natural e o desequilíbrio ecológico existente. Esta transformação acaba por trazer problemas e inquietações, uma vez que o número de seres humanos que pode habitar a Terra depende não só das necessidades alimentares básicas de cada um como também da quantidade de recursos naturais ainda disponíveis (RODRIGUES, 2009). Lima (2009) dá um tom romântico ao tema pelo avesso, o lixo é a expressão de uma cidade. Não de sua alma, por certo, mas de seu corpo, daquilo que o reveste por fora e por dentro. É o sintoma de uma cidade, da mesma forma que o produto interno bruto de uma nação ou a renda per capita de um cidadão. O dejeto reflete o padrão econômico, social e cultural de uma cidade. Por isso difere tanto o lixo de Salvador, de New York e de São Paulo. O lixo é problema urbano prioritário e, do ponto de vista político, virou atestado para o governante. Cidade limpa não é apenas cidade civilizada, mas imagem do seu povo e dos seus representantes políticos. O lixo é paradoxal: dá uma idéia de pobreza, embora seja a expressão evidente da riqueza. (LIMA, 2009). Stroh (2009), ao falar desta relação, enfatiza as questões referentes à reciclagem de resíduos, o capital industrial ligado a tal reciclagem e os riscos socioambientais à saúde humana, riscos estes oriundos da crescente produção de lixo na sociedade de consumo. Heliana Kátia Campos, Secretária-Executiva do Fórum Nacional Lixo e Cidadania, da UNICEF, em entrevista dada à Revista Ambiente Brasil em 2008, salienta apesar do lixo brasileiro ser um dos mais valorizados do mundo, o fato de as autoridades governamentais de nosso país não darem a devida importância às questões relativas ao saneamento ambiental, em especial à coleta e destinação adequada dos resíduos, os mesmos acabam sendo descartadas aleatoriamente em nascentes, córregos, margens de rios e estradas. Todo este descarte não planejado provoca graves problemas ambientais, uma vez que, ao poluir as águas, as populações que captam água para consumo ficam vulneráveis às doenças causadas pela sujeira presente nas águas (CAMPOS, 2008). Em se falando de Rio de Janeiro, Araújo (2012) enfatiza que o lixo variado e colorido que se vê cotidianamente sobre a areia das praias é o

18 18 reflexo mais visível de nosso cotidiano e de nossos hábitos conforme expresso por Coe & Rogers (2000) nenhuma outra forma de poluição é tão universalmente familiar. Ainda segundo Araújo (2012), a adição de cargas reforçantes utilizadas na fabricação de plásticos dificulta a degradação de tais materiais: mesmo após uma longa permanência em exposição nos ambientes. Tal biodegradação desafia o tempo, em função de sua composição, e a limpeza das praias fica a mercê da boa vontade dos governos, que de tempos em tempos promove campanhas de mobilização social, a favor da conscientização do não jogar lixo em qualquer lugar, mas pouco age em favor da despoluição o lixo marinho não tem dono; uma vez na água, fronteiras se desfazem e independentemente da origem (fluvial, marítima ou dos próprios usuários das praias); uma série de fatores permite que o mesmo atinja até locais remotos e inabitados, como mostram pesquisas realizadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade na Reserva Biológica Atol das Rocas, em Além disso, são vários os relatos de São vários os relatos de invertebrados nos quais o conteúdo do tubo digestivo continha fragmentos plásticos. (ARAÚJO, 2012) Além dos materiais inertes à biodegração apresentados neste trabalho, Moraes (2010) aponta, como outra grande fonte de degradação a fabricação de cosméticos e produtos de beleza. Segundo a autora, uma quantidade considerável de corantes é perdida durante o processo de fabricação. Tais corantes afetam a natureza da água e inibem a penetração da luz no solar nos rios, reduzindo as suas atividades fotossintéticas. Ainda segundo a autora, a maioria dos métodos convencionais para a remoção dos corantes transferem os poluentes de uma fase para outra e a biodegração acaba se tornando é lenta e ineficiente. A seguir apresentar-se-à o que é Coleta Seletiva, de que forma o lixo é classificado e as possíveis destinações finais do mesmo Coleta Seletiva

19 19 Segundo Carvalho (2008) a coleta seletiva consiste na separação de materiais tidos como recicláveis (papéis, vidros, plásticos, metais) do restante do lixo. Em nosso país tal prática surgiu em 1978, na cidade de Pindamonhangaba, São Paulo. Entretanto, o primeiro registro de coletiva seletiva no Brasil documentada data de 1985, feita na cidade de Niterói (SOBRINHO, 2001). Para D Almeida & Vilhena (2000) a realização da coleta seletiva pode ocorrer basicamente de três maneiras: através da segregação na fonte, através da separação em maneiras: centrais de triagem e através da coleta multiseletiva. Entretanto, as formas mais usuais de separação dos recicláveis é a coleta seletiva que consistem em: a) Segregação na fonte: é realizada pelo próprio morador que gere os materiais recicláveis separadamente (papel e papelão, plástico, metais e vidro) de acordo com o modelo de seleção estabelecido nos domicílios como a separação do lixo seco (papel e papelão, plásticos, metais, borracha e vidros) do lixo úmido (restos de alimentos e folhas) e de outros (resíduos de banheiro e varrição). Esse tipo de separação diminui os custos na operacionalização das etapas posteriores dos programas de coleta seletiva. b) Separação dos recicláveis em centrais de triagem: esta forma depende da quantidade e do tipo de resíduos sólidos coletados. Nesta forma de separação, mesmo que haja separação na fonte, os recicláveis são levados para um galpão de triagem, onde é realizado um pré-beneficiamento para a retirada das impurezas contidas nos produtos. Geralmente os galpões de triagem são divididos em três sessões: o recebimento e a estocagem; a separação manual (esteira e bancada); a prensagem e o enfardamento. c) Separação dos resíduos sólidos em centrais de triagem: consiste na coleta regular dos resíduos sólidos, que são transportados até uma central de triagem para a separação dos resíduos úmidos (compostagem) dos resíduos secos (D ALMEIDA & VILHENA, 2000). Segundo D'Almeida & Vilhena (2000), todas as formas apresentadas acima de operacionalização dos resíduos sólidos são meios possíveis para que as cidades procedam á coleta como melhor se convier. O autor diz ainda que em alguns casos, a combinação de diferentes metodologias poderá gerar melhores resultados Rodrigues (2009) salienta que a coleta seletiva de lixo é uma excelente estratégia de sensibilização, conscientização e envolvimento do cidadão para a

20 20 minimização e destinação correta do lixo: uma vez exigida a separação do próprio cidadão, o mesmo procura efetivamente minimizar ou gerenciar os resíduos que produz Classificação Segundo Rodrigues (2009) o lixo pode ser classificado quanto ao seu estado físico (sólido, líquido e gasoso) e quanto à sua origem (doméstico, comercial, industrial, hospitalar, espacial, etc.). Os lixos doméstico e industrial tendem a ser cada vez mais perigosos por possui propriedades carburantes, inflamáveis, irritantes, alérgenos, cancerígenos, corrosivos, tóxicos, infecciosos e perturbadoras dos processos reprodutivos (RODRIGUES, 2009). Pinheiro (2009) salienta que, para determinar a melhor tecnologia para tratamento, aproveitamento ou destinação final do lixo é necessário conhecer a sua classificação, uma vez que o mesmo possui vários elementos que atuam sobre ele e que advém de diversas fontes. No que se refere ao critério de origem e produção, o autor classifica o lixo da seguinte forma: 1) Lixo urbano: resíduos sólidos em áreas urbanas, onde se incluem os resíduos domésticos, os efluentes industriais domiciliares (pequenas indústrias de fundo de quintal) e resíduos comerciais; 2) Lixo domiciliar: resíduos sólidos de atividades residenciais, contém muita quantidade de matéria orgânica, plástico, lata, vidro, papéis, etc; 3) Lixo comercial: resíduos sólidos das áreas comerciais, compostos por matéria orgânica, papéis e plásticos de vários grupos. 4) Lixo público: resíduos provenientes de limpeza pública (areia, papéis, folhagem, poda de árvores); 5) Lixo especial: resíduos geralmente industriais, merece tratamento, manipulação e transporte especial, são eles: pilhas, baterias, embalagens de agrotóxicos, embalagens de combustíveis, de remédios ou venenos;

21 21 6) Lixo industrial: Nem todos os resíduos produzidos por indústria, podem ser designados como lixo industrial. Algumas indústrias do meio urbano produzem resíduos semelhantes ao doméstico, exemplo disto são as padarias; os demais poderão ser enquadrados em lixo especial e ter o mesmo destino; Lixo de serviço de saúde: Os serviços hospitalares, ambulatoriais, farmácias, são geradores dos mais variados tipos de resíduos sépticos, resultados de curativos, aplicação de medicamentos que em contato com o meio ambiente ou misturado ao lixo doméstico poderão ser patógenos ou vetores de doenças. Eles devem ser destinados à incineração; 7) Lixo atômico: Produto resultante da queima do combustível nuclear, composto de urânio enriquecido com isótopo atômico 235. A elevada radioatividade constitui um grave perigo à saúde da população e por isso deve ser enterrado em local próprio e inacessível; 8) Lixo espacial: Restos provenientes dos objetos lançados pelo homem no espaço, que circulam ao redor da Terra com a velocidade de cerca de 28 mil quilômetros por hora. São estágios completos de foguetes, satélites desativados, tanques de combustível e fragmentos de aparelhos que explodiram normalmente por acidente ou foram destruídos pela ação das armas antisatélites; 9) Lixo radioativo: Resíduo tóxico e venenoso formado por substâncias radioativas resultantes do funcionamento de reatores nucleares. Como não há um lugar seguro para armazenar esse lixo radioativo, a alternativa recomendada pelos cientistas foi colocá-lo em tambores ou recipientes de concreto impermeáveis e à prova de radiação e enterrá-los em terrenos estáveis, no subsolo. Com o advento da era industrial, a natureza dos resíduos tornou-se muito mais complexa: novos materiais são empregados e o que se observa é uma enorme diversificação dos bens fabricados com metais, plásticos, materiais usados na eletrônica e na fabricação de eletrodomésticos que contêm metais pesados que se degradam mal e, em alguns casos, não se degradam.

22 Destino final do lixo De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) o destino do lixo no país é ficar a céu aberto em 75% dos casos. Amontoados sobre o solo, o lixo aí se infiltra poluindo os lençóis freáticos ou poluindo a atmosfera quando queimado. Apenas em 25% das cidades recebem tratamento mais adequado, sendo 12% em aterro controlado e o restante em compostagem, incineração e reciclagem. Rico em matéria orgânica e produtos recicláveis, o lixo urbano possui quatro alternativas de destino: disposição em aterro sanitário, compostagem, incineração e reciclagem. Almeida & Almeida (2008) falam da destinação disposta em aterro sanitário o lixo é acondicionado no solo, em camadas sucessivas de espessuras pré-determinadas, depois cobertas por uma camada de solo argiloso, para posterior compactação. Nos países desenvolvidos, os dejetos são separados segundo a sua natureza e recolhidos no interior de alvéolos mais ou menos impermeáveis e só então são compactados. Os líquidos produzidos por essa compactação são drenados e tratados, enquanto os gases são eliminados ou, como no caso do metano, reaproveitados. Mas, apesar dos cuidados, o controle não é total: ocorrem perdas de gases e o tratamento dos líquidos é muito problemático, sem falar no mau cheiro que tais processos geram. Nos casos dos dejetos incinerados, não existe triagem prévia, a não ser para os dejetos industriais perigosos. A queima ocorre a 100 C. A incineração diminui de 85 a 95% do volume dos dejetos, mas trata-se de um processo muito caro e que concentra as substâncias poluidoras nas cinzas. Elas são, em seguida, enviadas para centros especiais de estocagem. E o que acontece é que tais centros se tornam rapidamente insuficientes exigindo áreas cada vez mais extensas para a construção de novos centros (ALMEIDA & ALMEIDA, 2008). A compostagem é destinada ao lixo orgânico (resto de comida, folhas, pedaços de couro, gravetos de madeira, etc.) na qual através de um processo biológico aeróbico desenvolvido geralmente por bactérias e fungos a matéria orgânica é transformada em húmus ( adubo orgânico) sendo um dos

23 23 processos de reciclagem de lixo mais antigo e de acordo com as exigências modernas, um processo comprometido com a proteção ambiental, já que trata resíduos contaminados, controlando a poluição; com a saúde pública, por quebrar ciclos evolutivos de vetores, eliminando-os; e com o resgate da cidadania por criar empregos e incentivar a agricultura, uma vez que o composto orgânico resultante desse processo exerce profundos efeitos nas propriedades do solo, resultando no aumento da produtividade vegetal, na recuperação do solo esgotado e no controle a erosão (ALMEIDA & ALMEIDA, 2008). Pesquisadores da Escola de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro UFRJ (2000) falam a respeito do processo chamado incineração na incineração o lixo é queimado em temperaturas elevadas, gerando sólidos inorgânicos inertes (cinzas) e gases (ou fumos), com ou sem recuperação da energia térmica. A pirólise é a decomposição química do material por lento aquecimento. Os processos biotecnológicos utilizam microrganismos vivos para controlar ou acelerar a decomposição de sólidos ou moléculas maiores em menores. A presente abordagem, no entanto, trata apenas dos processos de incineração e pirólise. A incineração, na verdade, é um caso limite de pirólise, que gera cinzas e gases mas não forma vapores intermediários que possam ser condensados para uso posterior. Certos processos de pirólise de materiais de origem mineral e vegetal podem ser aplicados a lixos. É importante destacar que acima de 600 C os materiais biológicos são destruídos, podendo ser reduzidos a carbono elementar ou seus óxidos (CO e CO2) e elementos oxidados. A reciclagem também surge como uma das alternativas ao excesso do lixo jogado no ambiente. O próximo capítulo falará desta alternativa e de outras possíveis soluções.

24 24 CAPÍTULO III SOLUÇÕES DOS PROBLEMAS CAUSADOS PELO EXCESSO DE LIXO JOGADO NO AMBIENTE É sabido que muitos são os problemas causados por tudo o que foi referido, no que tange, à questão do lixo, no referido trabalho; vale ressaltar porém que alguns caminhos são apontados como sendo possíveis e não tão complicados de trilhar quando se há força de vontade, seja ela política ou cidadã, oportunidade e sistematizações, metodologias que são apresentadas tanto pelas escolas quanto pelos órgãos governamentais os que ainda se preocupam no que tange ao tratamento de tanto lixo produzido. No decorrer deste terceiro capítulo, serão apresentados alguns caminhos possíveis Repensar Segundo Almeida & Maia (2002) é preciso que se reavalie, antes de qualquer ação, o valor que o lixo possui. Segundo o autor é preciso rever o conceito que se tem de lixo: é preciso deixar de enxergá-lo como uma coisa suja e inútil; é preciso perceber que o lixo é fonte de riqueza. Neste sentido, é preciso repensar de que forma a sociedade quer seja pela criação de novos materiais, quer serja pela realimentação da terra, quer seja por meio da arte tem cuidado do lixo nosso de cada dia. (grifo meu). Frans Krajcberg, pintor, escultor, gravador, fotógrafo e artista plástico. polonês naturalizado brasileiro, é militante da causa ambiental e chama o que faz não de trabalho artístico, mas de "memória da destruição"

25 25 na Hungria, vi uma montanha de lixo num campo de concentração. Cheguei mais perto e eram corpos empilhados. Antes, era a guerra do homem contra o homem; hoje, é o homem contra a natureza (KRAJCBERG, 2006). Ao transformar troncos e galhos calcinados em esculturas, Krajcberg protesta diante do que chama de barbárie do homem contra o homem e do homem contra a natureza "Quero que minhas obras sejam um reflexo das queimadas. Por isso, uso as mesmas cores: vermelho e preto, fogo e morte." Diante de exemplos como os de Krajcberg, Shiva, Chico Mendes, Padre Josimo e tantos outros alguns destes que deram a vida em nome da preservação cabe à humanidade rever conceitos, repensar atitudes e, como diz Morin (2005) diante da necessidade de mudança de comportamento social para a efetividade do conceito de desenvolvimento sustentável, é preciso "educar para a compreensão humana" (MORIN, 2005) 3.2. Reduzir Segundo Mattos (2009) a melhor forma de resolver um problema constante, como é o caso dos resíduos, é a de evitar o seu aparecimento. Ainda segundo o autor uma das atitudes para reduzir a quantidade de lixo gerado é utilizar produtos fabricados de forma diferente, ou prolongar o tempo de vida útil do produto (MATTOS, 2009). Com base nesta afirmação, segue abaixo algumas atitudes de redução na fonte como: - Utilizar recursos não descartáveis para anotações de recados; - Levar embalagens e recipientes de casa para fazer compras, evitando inúmeras sacolas plásticas no lixo;

26 26 - Optar por produtos a granel e alimentos frescos, evitando embalagens desnecessárias; - Verificar o uso excessivo de papel higiênico ou guardanapos; - Substituir os guardanapos de papel pelos de pano; - Preferir a utilização de lâmpadas de baixo consumo (fluorescentes) que são oito vezes mais duráveis que as incandescentes; e - Planejar bem as compras para não haver desperdício; Segundo Mattos (2009) além de reduzir a quantidade de lixo gerado, é importante buscar a redução da qualidade do lixo a ser descartado, posto que muitas substâncias utilizadas na fabricação de alguns produtos podem causar impactos ambientais graves, tendo conseqüência também para a saúde humana. A embalagem e a composição de certos produtos devem conter o mínimo de toxicidade (MATTOS, 2009). Pode-se reduzir significativamente a quantidade de lixo quando se consome menos e de maneira eficiente, sempre racionalizando o uso de materiais e de produtos no nosso dia-a-dia. (grifo meu) 3.3. Reutilizar Não desperdiçar é a palavra de ordem deste subtítulo, posto que o desperdício é uma forma irracional de utilizar os recursos e diversos produtos que podem ser reutilizados antes de serem descartados, podendo ser usados, inclusive, na função original ou sob novas formas de utilização. Pode-se exemplificar tal afirmação com um pedaço de papel utilizando-o dos dois lados confeccionando blocos para rascunhos com papel escritos ou impressos em apenas um dos lados, reutilizando envelopes, clipes, latas, sacos, embalagens plásticas para vasilhames, e até mesmo brinquedos.

27 27 Segundo Mattos (2009) os materiais que utilizamos diariamente (papel, latas, sacos, entre outros) podem ser reutilizados como material para artesanato Reciclar Segundo Bruce (1995) reciclar é inserir um determinado produto acabado, já utilizado para seu fim inicial, em um processo de produção. A reciclagem terá cumprido o seu papel quando o resíduo, depois de submetido a um processo de seleção e tratamento puder se transformar em novo produto capaz de ser comercializado no mercado. Neste sentido, pode-se dizer que a é uma forma de tratamento de resíduo que permite a conservação de energia, posto que, com este processo, obtém-se o resgate daquele resíduo que, ainda, pode ter utilidade e, desta forma, reduz-se à quantidade a ser disposta. Com isso, acabase retirando da massa de resíduo aqueles materiais mais resistentes ao tratamento biológico e/ou que seriam problemáticos para o tratamento térmico, como, os plásticos (BRUCE, 1995). Streb (2003) diz que a prática da reciclagem na sociedade contemporânea se apresenta, para a maioria, como um emblema de modernidade. Divulgada pela mídia de forma intensiva e ostensiva, ela assume a expressão de politicamente correta por engajar-se nos esforços de redução da quantidade de resíduo gerado e apresentar uma viabilidade de desenvolvimento sustentável. Segundo Fuentes (2003) o componente sócio-ambiental é, sem dúvida, o aspecto de maior peso no balanço custo/benefício da reciclagem, quer seja sob a forma de utilização em menor escala dos recursos naturais, quer seja sob a forma de poupança na utilização de locais para disposição final de resíduos. Além disto, as ações voltadas para a redução da geração de resíduos e reciclagem permitem à administração municipal promover o exercício da cidadania e conscientização da população para as questões ambiental e sanitária. O aspecto social também será contemplado com a criação de empregos advindos dos programas de reciclagem.

28 28 Como já mencionado neste trabalho por Almeida & Maia (2002, p. 24) o primeiro passo na prática de reciclar é rever o conceito que se tem de lixo: é preciso deixar de enxergá-lo como uma coisa suja e inútil; é preciso perceber que o lixo é fonte de riqueza e que para ser reciclado deve ser separado. Em nosso país, a reciclagem é fortemente sustentada pelos garimpeiros do lixo (grifo meu). Os programas criados pelo poder púbico, muitas vezes em parceria com os catadores, também têm se difundido. Entre os principais méritos da reciclagem estão o de reduzir o volume de lixo de difícil degradação, o de contribuir para a economia de recursos naturais, prolongar a vida útil dos aterros sanitários, diminuir a poluição do solo, da água e do ar e evitar o desperdício, contribuindo para a preservação do meio ambiente, para a geração de emprego e renda, para a economia na importação de matérias primas, para a economia na exploração de recursos naturais e redução de custo de produção pelo aproveitamento de produtos recicláveis pela indústria. Trata-se de um processo de transformação de materiais para reaproveitamento na indústria e na agricultura. Segundo Almeida & Maia (2002) as características do lixo determinam a coleta necessária e o armazenamento correto. Para que isso possa acontecer, é preciso reeducar as pessoas, incentivando-as a separar o material que vão jogar fora. Porém, de nada adiantará estimular a população a fazer a seleção de seu lixo, se não existir uma estrutura para o recolhimento e o encaminhamento do que foi separado. Portanto, devem se criar aportes voluntários e aumentar o número de postos de coleta seletiva. (ALMEIDA & MAIA, 2002).

29 29 CONSIDERAÇÕES FINAIS O trabalho apresentado mostrou que é possível cuidar do lixo que produzimos e, com isso, melhorar as condições ambientais do planeta o que, consequentemente, melhorará a nossa qualidade de vida. De qualquer forma, o ideal seria que as verdadeiras informações, principalmente aquelas com maior poder de sensibilização, como os danos à biota, fossem divulgados na mídia de forma a desenvolver em longo prazo, uma nova mentalidade com relação à nossa responsabilidade ambiental. Isto porque, creio, somente uma nova cultura ambiental coibirá a reiteração das práticas lesivas, como a poluição das praias, o desmatamento das encostas, os lixões e a venda de animais silvestres em feiras livres que, infelizmente, fazem parte de nosso dia a dia. Vale ressaltar ainda a necessidade de políticas eficazes de tratamento dos resíduos urbanos. O problema do lixo é uma questão ecológica: necessita de uma revolução moral que nos desprenda de bens supérfluos e que nos conduza a descoberta do nosso verdadeiro papel na natureza. A minimização do consumo e desperdício, bem como a adoção de programas de coleta seletiva e reciclagem são as direções a serem tomadas, pois como já dizia Lavoisier "Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma."

30 30 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABREU. M. F. Do lixo à cidadania: Estratégias para a ação. Brasília: Caixa Econômica Federal, ALMEIDA & ALMEIDA, Santiago de Sara Renata. Sousa de Robério José. A Problemática do Lixo Disponível em Acesso em 06 jun ALMEIDA, R. C.: MAIA, S.M.C.B. Lixo: A poluição nossa de cada dia. Limoeiro do Norte, Monografia (Licenciatura em Ciências). Departamento de Ciências, Universidade Estadual do Ceará. ARAÚJO, Cristina Maria. Nosso lixo de cada dia: De casa para o mar. Disponível em Acesso em 06 jun BRUCE, J. H. Urban Waste Management: Past, Present and Future Perspectives. In: ISWA (ed) International Directory of Solid Waste Management 1994/5. The ISWA Yearbook. Londres: James & James Science Publishers, CARVALHO, Carlos Gomes de. Legislação Ambiental Brasileira: Contribuição para um Código Nacional do Ambiente. São Paulo: LED Editora do Direito LTDA., CARVALHO, Julia Maria Gomes e. O mercado da sombra e das sombras: Uma análise acerca do processo da reciclagem na cidade de Marília, São Paulo. Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Curso de Ciências Sociais da Faculdade de Filosofia e Ciências da Universidade Estadual Paulista (UNESP), Disponível em Coleta-Seletiva. Acesso em 06 jun CENTRO VIRTUAL DE ESTUDOS AMBIENTAIS URBANOS. Impactos Ambientais da Urbanização. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Disponível em m. Acesso em 12 mai CRUZ, Rita de Cássia Ariza. A Dimensão Social da Questão Ambiental: Contribuições da obra do Professor Milton Santos a compreensão do espaço geográfico. In GEOUSP. Revista da Pós-Graduação em Geografia, FFLCH/USP, n 03.

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