A importância e a necessidade do lúdico na Educação Infantil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A importância e a necessidade do lúdico na Educação Infantil"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU A importância e a necessidade do lúdico na Educação Infantil Norma Fernandes Pinto dos Santos Orientador: Luiz Cláudio Lopes Alves D. Sc Rio de Janeiro, 28 de Julho de I

2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES INSTITUTO A VEZ DO MESTRE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU A importância e a necessidade do lúdico na Educação Infantil Objetivos: Monografia apresentada à disciplina de orientação e metodologia da pesquisa científica como parte dos requisitos básicos para a conclusão do curso de pósgraduação em Psicopedagogia. Norma Fernandes Pinto dos Santos II

3 AGRADECIMENTOS A Deus, Porque por seu amor existimos. A meus pais, As honras desta conquista. Aos verdadeiros mestres, Que com grande dedicação, amizade, compreensão e esforço, nos transmitiram seus conhecimentos e experiências de vida, agradeço com profundo sentimento de gratidão. Aos colegas, Nossa eterna lembrança. III

4 DEDICATÓRIA A todas as crianças que dão a esse mundo um tom colorido através de seu sorriso, sua alegria e sua luz e em especial ao meu netinho Daniel, minha fonte de inspiração e minha esperança. IV

5 BRINCANDO EU APRENDO... O Direito de brincar Brincar é trabalho da criança... É uma forma de expressão, de criação... Se pega papel, retalho ou jornal: Recorta, cola, enrola, monta bonecos e contando suas estórias, brinca sério, faz teatro... E com música e poesia, através da fantasia, Vai mostrando seu aprendizado... Para um mundo tão conturbado! Norma Fernandes V

6 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 1 CAPÍTULO I Por que a criança brinca? As atividades lúdicas e a Educação Estágios para a evolução do jogo na criança 9 CAPÍTULO II As atividades lúdicas 13 CAPÍTULO III Quando a criança não brinca 22 CONCLUSÃO 26 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 29 ANEXOS 31 VI

7 INTRODUÇÃO O objetivo deste estudo é o de refletir como as atividades lúdicas realizadas por crianças na faixa etária de 2 a 6 anos facilitam o desenvolvimento cognitivo, afetivo, físico, motor, social e como elas auxiliam e ao mesmo tempo conduzem a aprendizagem, dentro de um contexto educacional. O jogo é considerado uma atividade social completa que implica em movimento e contribui para o desenvolvimento da criança como um todo, além de desenvolver também o espírito de grupo, possibilitando muitas outras vantagens, devendo ser usado como recurso na Educação, dentro e fora da escola. As crianças dedicam grande parte de seu tempo às brincadeiras e por isso, torna-se muito interessante conhecer o papel das mesmas e o seu desenvolvimento de modo geral. Contudo, a realidade escolar trata as atividades lúdicas apenas como preenchimento do tempo restante das demais atividades relacionadas aos conteúdos trabalhados durante o ano. Essas atividades devem ser levadas a sério pelos profissionais que atuam principalmente na Educação Infantil, pois torna-se importante conhecer a função do lúdico no desenvolvimento infantil, uma vez que tratam-se de brincadeiras que educam e formam, acompanhando a evolução física e mental da criança, contribuindo para o seu amadurecimento, assim como utilizá-lo de maneira mais adequada. Sob influência do jogo, a criança é conduzida a auto-expressão, a socialização, ao desenvolvimento dos sentidos, aos movimentos como necessidade primordial ao seu melhor desempenho e ainda servindo de motivação para facilitar sua aprendizagem, despertando um interesse ainda maior no decorrer de suas atividades. VII

8 Segundo Jean Piaget, uma boa pedagogia é aquela que apresenta situações nas quais a criança experimenta até chegar as conclusões: manipulando objetos, criando, recriando, descobrindo, redescobrindo, buscando respostas às indagações, relacionando novos conhecimentos e outros anteriores. O jogo tem, na teoria piagetiana, uma função poderosíssima na aprendizagem, tanto na fase que ele denomina pré-operatória, quanto na fase das operações concretas e formais. A motivação lúdica e exploratória da criança é muito importante para a aprendizagem das habilidades necessárias na vida adulta e ela ocorre num período relativamente longo de desenvolvimento e na ausência de riscos para o indivíduo (ambiente protegido pelos adultos). Mas, ela não termina na vida adulta, perdura porque o homem é essencialmente lúdico, criativo e pronto para (re) descobertas e (re) invenções ao longo de sua vida. No capítulo I apresento a pergunta: Para a criança o que é realmente a brincadeira?. E tentando buscar uma resposta, aponto algumas atividades e as fases de evolução da criança de acordo com os jogos de exercícios, jogos simbólicos e os jogos de regras. No capítulo II, as atividades são mostradas como uma maneira da criança aprender e se socializar mais rapidamente enfocando um pouco a motivação como facilitadora da aprendizagem para despertar o interesse no decorrer das atividades propostas. VIII

9 No capítulo III, é comentada a situação de crianças, que por não desenvolverem o hábito de brincar, não conseguem domínio sobre o mundo exterior. No IV e último capítulo do referido estudo, tem-se uma orientação voltada à reflexão por parte dos educadores a respeito do que deve ser observado com certa atenção. IX

10 CAPÍTULO I POR QUE A CRIANÇA BRINCA? Ao observar crianças brincando percebe-se que elas despertam interesses por vários tipos de brincadeiras de sua idade e sexo. O brinquedo permite às crianças deixarem fluir suas fantasias e imaginação, possibilitandolhes expor suas emoções, estimulando a criatividade. Muitas vezes os adultos desconhecem e não aceitam que as crianças destruam seus brinquedos, por ignorarem que o fazem pela curiosidade de conhecer o que está por dentro, como funciona, etc. Os adultos normalmente associam esta curiosidade ao instinto destrutivo. É importante que as crianças criem seu próprio brinquedo, pois assim elas aprendem a trabalhar e transformar materiais em objetos que serão utilizados em suas atividades lúdicas, desenvolvendo sua criatividade e expressão através de atividades que lhe proporcionam prazer. A criatividade manifesta-se no ato da criação de um brinquedo, mas também quando a criança recria um novo significado para o mesmo. Em minha prática pedagógica, observando alunos, que estão na faixa etária de 2 a 6 anos, pude perceber que muitas vezes as crianças utilizavam o livro de história de maneira lúdica, transformando-se nos próprios personagens. Esta é a brincadeira do faz-de-conta. Estas crianças, segundo Piaget (1975), encontram-se no estágio simbólico. Através dessas brincadeiras há a possibilidade da construção de uma identidade infantil autônoma, cooperativa e criativa. X

11 As brincadeiras para as crianças permitem que elas repitam situações prazerosas e dolorosas. Através das brincadeiras a criança expressa seus medos, angústias e problemas internos. brinquedo: Vejamos o que Lebovici (1998) afirma quanto a importância do Pode-se formular uma equação para sintetizar a importância do brinquedo dizendo que o trabalho está para o adulto assim como o brinquedo está para a criança. A presença do brinquedo ativo e espontâneo é sinal de saúde mental e sua ausência, um sintoma de doença física ou mental. O modo como a criança brinca é um indicativo de como ela está e de como ela é. Através destas idéias, podemos notar a grande importância que tem o brincar para as crianças, assim como através de observações de crianças brincando, podemos entender mais de seu mundo interno como pensamentos, angústias, sentimentos, etc. Nas brincadeiras, as crianças (re) criam papéis sociais, vivem situações do cotidiano. Na maioria das vezes elas desempenham papéis que consideram importantes: podem ser a mãe de alguma boneca ou mesmo de outras crianças, podem ser a professora, dramatizando acontecimentos do cotidiano. A brincadeira é um tempo de atividade lúdica que inclui o jogo e ações não necessariamente competitivas, desenvolvidas individualmente ou em grupo, que inclui os jogos e também outras ações, como o mexer com areia ou com água, a tentativa de saltar um grande número de degraus. Por meio da brincadeira, a criança conhece o mundo a sua volta. A criança aprende brincando, o brincar é uma necessidade da criança para melhor assimilar o que lhe foi passado, é considerado como uma libertação, onde a criança vive em XI

12 um outro mundo, que não é dos adultos onde ela se solta, correndo, pulando, fazendo uso de sua imaginação. Através da brincadeira da criança pode-se entender como ela vê e constrói o mundo e quais são as suas preocupações. Percebemos que a criança brinca para aprender a se expressar no mundo em que vive, aprende novas coisas, convive com outras crianças e isto tudo lhe possibilita uma diversidade de novos conhecimentos que auxiliam em seu desenvolvimento de modo geral. As brincadeiras são atividades que despertam grandes interesses nas crianças, seus conteúdos são retirados de tudo que a criança vive: a família, a escola, a televisão, tudo isso tem influência nas brincadeiras. As crianças brincam para elaborar seus conflitos, criando e recriando papéis sociais, desenvolvendo assim sua criatividade. Com o grande interesse que as brincadeiras despertam podemos notar que estas são facilitadoras da aprendizagem. 1.1 As atividades lúdicas e a Educação Os desenhos, os jogos, os brinquedos e todas as brincadeiras podem ser associadas a natureza lúdica do homem, como também envolvem as atividades de inventar a narrar, ouvir e ler histórias. Cadermartori (1991, p. 58), salienta que a criança vê o mundo e ouve a língua, antes de detê-la e escrevê-la, dizendo: A manipulação lúdica dos sons da língua pela criança, fruição do sonoro independente do significado, constitui-se em parte fundamental do desenvolvimento lingüístico. Do mesmo modo que o conhecimento da realidade exterior não se dá sem a atividade de exploração dos objetos, o conhecimento lingüístico não prescinde de XII

13 uma atividade com a língua na qual esta é tratada como objetivo material. Aceito este ponto de vista, o ludismo sonoro deixa de ser visto como uma inconseqüência infantil, à qual se pode ser indiferente, para ser visto como parte específica da habilidade da espécie para aprender a língua. A criança toma conhecimento da realidade, do mundo a sua volta, através de atividades lúdicas e explorativas, onde tudo tem seu valor, sejam as atividades lingüísticas primárias: ouvir e falar, sejam as atividades lingüísticas fundamentais: jogos verbais e leituras nos textos, nas histórias ou na poesia, como também dramatizações, coro falado e leituras teatralizadas. O brinquedo constitui uma proposta educacional dirigida para a formação de um cidadão autônomo e transformador, porque a criança age como agente ativo, não possibilitando a ela qualquer brinquedo, porém possibilita-lhe aquele que melhor atende as características infantis, suas necessidades e idades. É brincando que a criança executa suas forças novas e adestra sua imaginação, portanto exercita os seus músculos, descobre e constrói os mecanismos lógicos. São atividades sociais já examinadas e catalogadas. O lúdico verbal desempenha um papel interessante no estímulo à expressão verbal, seja nas brincadeiras juntando os fonemas ou nos jogos mais organizados de formação de palavras, constituindo muitas outras, pois são brincadeiras espontâneas, visto que não tem intervenções embaraçosas. Atividades lúdicas: Exemplos a) Brinquedos individuais: Velocípede, carrinho de empurrar e puxar. XIII

14 b) Brinquedos coletivos: Bola, casa da boneca, brincadeiras de roda, cabana de índios. c) Atividades em aparelhos recreativos: Balanços, gangorras, escorrega, rodinha, carrossel. d) Jogos motores: Deslocamento, corridas e saltos, tipo de jogos que exigem movimentos variados por parte dos participantes. e) Brincadeiras de roda: Lenço-atrás As crianças fazem uma roda. Uma delas fica de fora e anda em torno da roda, com um lenço na mão. Depois de algumas voltas, joga o lenço atrás de alguém e sai correndo, sempre em volta da roda. A escolhida deve pegar o lenço e correr para alcançá-la, antes que ela complete a volta e tome o seu lugar. O mais importante é que todas as crianças participem da brincadeira. Coelhinho-sai-da-toca Duas crianças formam a toca, onde fica escondido um coelhinho. Faz-se uma roda de tocas e no meio dela sobra um coelhinho que pergunta: seu lobo está aí? os outros dizem: não. Coelhinho sai da toca. Então, todos os coelhinhos trocam de toca e o que sobra vai para o meio da roda. f) Brincadeiras de salão: Cabra-cega, passa-anel, cabo-de-gerra, amarelinha, caracol, estátua, elástico, etc... g) Brincadeiras de classe: Trava-línguas, parlendas, dança do jornal, mímica, caras e caretas e dança das cadeiras. h) Brincadeiras ao ar livre XIV

15 Esconde-esconde, queimada, pula-corda, chicotinho queimado, garrafão, pique-bandeira, pique-cola, bandeirinha, morto vivo, pirulito que batebate e batatinha frita. Desenvolvimento da motricidade: etc. Pular num pé só, pula-sela, equilibrar um saquinho, jogo da amarelinha e Coordenação viso-motora: O laço do vaqueiro; amassar papel; equilíbrio; brinquedo dramatizado. Brincadeiras para sala de aula: desenhos, recortes, colagens, montagens de varal, mural e painel, modelagem com argila, com massinha, com sabão, está frio ou quente, quatro contos e dobraduras. 1.2 Estágios para a evolução do jogo na criança Valorizando acentuadamente a prática lúdica para o harmonioso desenvolvimento infantil, Piaget (1975) propôs uma seqüência de três estágios para a evolução do jogo na criança: (a) estágio dos jogos de exercício de zero a 2 anos; (b) estágio dos jogos simbólicos 2 a 7 anos e (c) estágio dos jogos de regras a partir dos 7 anos. O estágio dos jogos de exercícios, chamados de jogos funcionais (prazer funcional), engloba movimentos simples, como estender e recolher braços e peruas, imprimir oscilações em objetos, tocá-los, produzir sons. Esses jogos se caracterizam pela satisfação das necessidades básicas. O jogo consiste em rituais ou manipulações de objetos em função dos desejos e hábitos motores da própria criança. Aos poucos a criança vai ampliando seus esquemas adquirindo cada vez mais prazer através de suas ações. O prazer é que traz significado para as suas ações. XV

16 Os jogos simbólicos, integrantes do estágio subseqüente, que tem início com a função simbólica, ao final do primeiro ano de vida e início do segundo. Ao término da primeira infância, os jogos simbólicos predominam sobre os demais. Esses estágios encerram atividades em que objetos transfiguram em sua função, como por exemplo: uma vassoura pode virar um cavalo, e ao brincar com as bonecas ela pode representar o papel da mãe. É a fase do faz-de-conta, da representação, do teatro, onde uma coisa simboliza outra. Os jogos simbólicos têm características que lhes são próprias: liberdade de regras, desenvolvimento da imaginação e fantasia, ausência de objetivos, ausência de uma lógica da realidade, adaptação da realidade aos seus desejos. O terceiro estágio, jogos de regra, exibe necessariamente um equilíbrio delicado entre a assimilação ao eu, inicio de todo jogo e da vida social. Nesse estágio é solicitado, portanto, um certo nível de socialização que a criança, geralmente, só vai atingi-lo no período de suas primeiras atividades escolares. Mesmo assim os jogos de regras começam de forma rudimentar, ainda na primeira infância através da imitação dos jogos de regras dos mais velhos. Nesse período, os jogos de regras estendem-se por todas as fases da vida passando por momentos em que, como modalidades esportivas, ocuparão maior destaque. Wallon (1979), analisando o estudo dos estágios propostos por Piaget, evidencia o caráter emocional em que os jogos se desenvolvem, e os seus aspectos relativos à socialização, particularmente pelo processo de descoberta e da relação com o outro que o jogo é capaz de proporcionar. O interesse pelas relações sociais infantis, nos momentos os jogos é formado quando a criança concebe o grupo em funções das tarefas que pode realizar, dos jogos que pode integra-se com os seus colegas de grupo e também das XVI

17 contestações e dos conflitos que podem aparecer nos jogos onde há duas equipes opostas. Ana Freud (1971), situa os jogos em grupo numa terceira etapa do desenvolvimento da criança, após passar pela fase da perspectiva egoísta e pela relação com outras crianças tratadas como objetos inanimados. A autora parece ser partidária do exercício preparatório, ao afirmar que a aptidão lúdica converte-se em aptidão para o trabalho, quando um certo número de faculdades adicionais foi adquirido (p.76). Os valores construtivos do jogo infantil, além da capacidade de estimular o desenvolvimento de planos preconcebidos e de proporcionar a transição entre o princípio da realidade e do ego, são considerados um processo essencial para o êxito do trabalho futuro. Elman (1998), aponta as etapas do brinquedo da criança: A primeira etapa do brinquedo da criança é a sensório-motora, caracterizada pela exploração repetitiva do seu corpo, bem como o corpo dos outros que possui como função o seu autoconhecimento e a diferenciação com o meio ambiente. Seu brinquedo é solitário, independentemente de outras crianças. Da fase sensório-motora, a criança passa o brinquedo paralelo, em que brincar ao lado de outras, mas com o brinquedo não se realiza com elas. Ela passa a brincar com objetos junto a outras crianças, sem haver interação entre elas. A fase seguinte é a do brinquedo associativo, em que brinca com outras em tarefas conjuntas, divide os materiais e as crianças imitam-se umas as outras. Nessa fase o jogo é mais imitativo do que cooperativo. No brinquedo cooperativo, a quarta fase do desenvolvimento, a criança apresenta contribuições ao brinquedo conjunto, ela é um membro de um grupo que chega a um produto comum. Nessa etapa, a criança desempenha papéis, já distinguindo a realidade da fantasia nos seus jogos. (p. 6) XVII

18 Na imaginação da criança, suas fantasias podem mudar tudo que é real, existente em seu universo que é o mundo ambiental lúdico tão importante na união de brincar e aprender, que unificando o desenvolvimento e a aprendizagem, serão aproveitados muito bem pelo professor. Combinando etapas e normas, determinando limites na participação das crianças e dando liberdades aos menores, restringindo os maiores, elas vão assimilando em sua imaginação o que devem fazer ou agir no convívio com outros em sociedade. Um tipo especial de jogo está associado ao nome de Maria Montessori. Trata-se dos jogos sensoriais. Baseada nos Jogos Educativos pensados por Frobel, jogos que auxiliam a formação do futuro adulto, Montessori, elaborou os Jogos Sensoriais, destinados a estimular cada um dos sentidos. Para atingir esse objetivo, Montessori necessitou pesquisar uma série de recursos e projetou diversos materiais didáticos para possibilitar a aplicação do seu método. Outra influência que se acrescenta à valorização do jogo como ação livre provém de Montessori, apud Kischimoto (1993), que afirma: É necessário que a criança permita o livre desenvolvimento da criança para que a pedagogia científica nela possa surgir.(p. 114) XVIII

19 CAPÍTULO II AS ATIVIDADES LÚDICAS Assim que nasce, o bebê já começa a explorar o mundo ao seu redor e os objetos que estão a sua volta. Desde o nascimento até o aparecimento da linguagem podemos classificar os jogos realizados por estes bebês, segundo Piaget (1975), como jogos de exercícios. Estes jogos têm como finalidade o próprio prazer do funcionamento, e estes são mais comuns até dois anos de idade, porém reaparecem durante toda a infância. Quando a criança começa a falar, os jogos de exercícios vão diminuindo. Ao nascer, os pais ou adultos que convivem com o bebê já estimulam a brincar, partindo dos jogos funcionais, que são descobertas do bebê quanto ao seu corpo. Referindo-se aos bebês Aberastury (1992) afirma que: Muitas de suas tentativas de explorar o ambiente construirão a base de sua futura atividade lúdica (p.21). Através desta afirmativa percebemos que os jogos de exercícios são as bases para as demais atividades lúdicas. Os jogos de exercícios, de acordo com Piaget (1975), diferenciam-se em duas categorias; jogo de exercício sensório-motor e jogos de exercício do pensamento. Com o aparecimento da linguagem, surgem os jogos simbólicos, estes estão presentes até aproximadamente 6/7 anos de idade. Normalmente eles surgem durante o segundo ano de vida. Os jogos simbólicos caracterizam-se pela invenção de uma situação ou de um objeto que não está presente. Estes surgem da imaginação das próprias XIX

20 crianças, onde um mesmo objeto pode representar várias coisas, ou seja, pode simbolizar o que a criança assim desejar. Vejamos o que Friedmann (1996) afirma: Os conteúdos são o objeto das atividades da criança e de sua vida afetiva, possíveis de ser evocados e pensados graças ao símbolo. O símbolo prolonga o exercício, como estrutura lúdica, e não constitui em si mesmo conteúdo (p. 29). Nos jogos simbólicos, os símbolos apenas auxiliam nas atividades lúdicas para que as crianças realizem de forma simbólica o que lhes trazem alguns significados, que representam muitas vezes situações do seu cotidiano. Ao observarmos crianças brincando, percebemos que nas brincadeiras de fazde-conta, as crianças desempenham papéis sociais. Por exemplo, se tornam mães ou professoras e notamos que elas reproduzem o comportamento apresentado pelos papéis que desempenham nas brincadeiras e até mesmo as frases são parecidas com as do modelo no qual a criança está imitando (seus pais, professores,...). Nestas brincadeiras as crianças elaboram conflitos que têm com os adultos que se relacionam com ela. Percebe-se que elas desempenham seus papéis nas brincadeiras conforme ocorre em situações de sua vida real, porém, muitas vezes os desfechos das histórias são diferentes, recreados pelas próprias crianças. Para Piaget, por volta de 3 a 4 anos de idade, as crianças em suas brincadeiras, manifestam características dos jogos simbólicos. A partir desta idade os jogos se tornam combinações simbólicas. Iniciam com combinações simples, os jogos simbólicos encontram-se entre a simples transposição da vida real no plano inferior, ou seja, ações menos elaboradas e as invenções dos seres imaginários sem modelos atributivos, já no plano superior, quer dizer, mais subjetivo. As combinações simples são construções de cenas inteiras, como exemplo: vestir uma boneca, dar-lhe comida e de modo geral, cuidar de uma boneca. XX

21 Diz Friedmann (1996): Quanto ao conteúdo e a própria vida da criança; o jogo de imaginação reproduz todo o vivido por representações simbólicas (p.31). Vimos que as crianças em seus jogos simbólicos representam tudo que vivem, porém por representações simbólicas. A respeito das combinações simbólicas temos também as combinações compensatórias. Comenta Friedmann (1996) a respeito destas: a criança reage contra um medo ou realiza o que não se atreveria a fazer na realidade por meio do jogo; a compensação torna-se Catarse. Muitas vezes pode-se notar crianças brincando com morte, doenças,... Nessas brincadeiras as crianças adoecem e melhoram, morrem e revivem, elas estão elaborando seus medos e angústias. Até aqui, vimos o desenvolvimento dos jogos nas crianças, sendo mais voltado para o estágio dos jogos simbólicos; acreditando serem estas atividades lúdicas facilitadoras da aprendizagem e do desenvolvimento das crianças. Friedmann (1996) afirma a respeito da aprendizagem: A aprendizagem depende em grande parte da motivação: As necessidades e os interesses da criança são mais importantes que qualquer outra razão para que ela se ligue a uma atividade. Podemos ver que a aprendizagem depende da motivação das crianças e estas normalmente gostam de jogos e brincadeiras. Logo se mostram motivadas a brincar e interessadas nessas atividades. Através do prazer encontrado em tais atividades, as crianças se mostram interessadas e concentram-se nas brincadeiras. Muitas vezes, as crianças não demonstram interesse pela escola ou pelas atividades propostas pela professora. Através das brincadeiras, percebemos que as crianças ficam mais concentradas e nas brincadeiras espontâneas as crianças interagem e assimilam novos conhecimentos. XXI

22 Muitos professores utilizam as brincadeiras apenas para despertar interesses nos alunos com o objetivo de transmitir algum conteúdo. Nesse sentido, muitas vezes, pode obter um resultado positivo, deixando as crianças mais interessadas e assim prestarem maior atenção ao que estão fazendo, sendo possível à transmissão dos conteúdos através das brincadeiras propostas pelo professor. Porém, torna-se muito importante e necessário, que haja um tempo reservado para as crianças brincarem segundo suas escolhas. Elas devem escolher o tema e o conteúdo de suas brincadeiras, porque através destas brincadeiras as crianças podem se tornar mais criativas, o que possibilitará uma aprendizagem não direcionada, portanto, muito interessante para as crianças envolvidas nas brincadeiras. Estas brincadeiras espontâneas, consideradas muito importantes para as crianças, podem ser realizadas em qualquer ambiente. Porém existem as salas de Multimeios, que são ambientes voltados para estas brincadeiras, onde há vários tipos de materiais que auxiliam no desenvolvimento da criatividade das crianças. O multimeio é um local cheio de brinquedos e oportunidades de brincadeiras, estimulando os desenvolvimentos intelectuais, sociais e emocionais, além de permitir um grande número de variados brinquedos e oportunidades de criação. Uma importantíssima tarefa para o multimeio: deixar brincar, deixar criar, mais e mais, com vários brinquedos e com muita variedade de materiais, desafiando e promovendo a inventividade, resgatando assim o direito a verdadeira especialidade que é de ser diferente e único. XXII

23 A escola deve ter a preocupação de propiciar a todos um desenvolvimento integral e dinâmico. Deve permitir o desenvolvimento de modo geral, desenvolvendo o cognitivo, o afetivo, físico-motor e o social. As atividades lúdicas realizadas na escola também devem ser atividades que facilitam o desenvolvimento e a aprendizagem das crianças, permitindo o desenvolvimento integral. Através da brincadeira em grupo, cria-se uma zona de desenvolvimento proximal (Oliveira, 1995, p ). Podemos definir zona de desenvolvimento proximal, como a distância entre o nível de desenvolvimento real (o que o indivíduo realmente já sabe e não há ajuda de outros), que é a solução de problemas por conta própria, e o nível de desenvolvimento potencial, que é a solução de problemas sob orientação de adulto ou colega mais capaz. Esta zona de desenvolvimento proximal tem enorme influência em seu desenvolvimento, algo que primeiramente a criança faz com auxílio de algum adulto ou algum colega mais capaz e que com seu desenvolvimento, fará um dia sozinho. Os seres humanos não vivem isolados, eles vivem em uma sociedade, onde os seres humanos e o ambiente contribuem para a solicitação de todos, inclusive das crianças. É importante ao falarmos sobre a socialização buscar uma definição para ela, vejamos o que Brougére (1997) afirma a respeito desta: Encaramos a socialização como o conjunto dos processos que permitem a criança se integrar ao socius que a cerca, assimilando seus códigos, o que lhe permite instaurar uma comunicação com os membros da sociedade, tanto no plano verbal quanto não-verbal (p.62-63). XXIII

24 Dentre desses inúmeros processos podemos incluir as brincadeiras, pois elas permitem integração entre as crianças, além da troca de códigos sociais. Para que as crianças brinquem em grupo se torna necessário que elas se entendam e se comuniquem. Ao nascer o bebê já recebe influência da cultura da cultura do seu grupo social. Em primeiro lugar, o que influencia uma criança na sua socialização é a própria família a qual esta pertence. Em segundo plano vem a escola, que lhe permite algumas habilidades cognitivas que lhe auxilia na compreensão de sua cultura. Sabini (1990) afirma a respeito da representação da pré-escola: Desta forma, a pré-escola representaria um período de transição em que a criança aprenderia a ter autocontrole e independência, numa situação quase totalmente lúdica (p.158). Como vimos nesta afirmação, maioria das situações de aprendizagem na educação infantil está ligada ou deveria estar ligada ao lúdico e este assume um papel muito importante como instrumento socializador. Como as crianças passam grande parte de seu tempo brincando, ou pelo menos deveriam, parece que muitos colégios estão preocupados em permitir à criança o domínio da leitura e da escrita, esquecendo muitas vezes que as crianças necessitam de brincar e que somente através destas brincadeiras elas trocam códigos sociais, aprendem novas coisas, expressam seus sentimentos. Tudo isto é muito importante nesta fase (3 a 6 anos). Como afirma Oliveira (1984): No brinquedo infantil, práticas e interpretações sociais estão representadas (p.13). Como vimos nesta afirmação através das brincadeiras as crianças desempenham papéis sociais e comportamentos preestabelecidos pela própria sociedade. Através destas XXIV

25 práticas e interpretações, torna-se mais fácil a inserção destas crianças na sociedade em que vivem. Percebemos que nas brincadeiras muitas vezes as crianças interpretam as situações do dia-a-dia, fazem uma apropriação da cultura de sua sociedade e ao mesmo tempo, estas podem ser um lugar de conforto ou divergência. É muito importante que as crianças brinquem em grupo, pois elas aprendem que existem certas regras e as assimilam. Quanto ao bebê, aos poucos se integra aos membros de sua família. Primeiramente explora o seu corpo, brinca consigo mesmo e com o passar do tempo, começa a perceber os outros e se interessar pelos que o rodeiam. Por volta dos três ou quatro anos a criança já começa a brincar com alguém, já é capaz de compartilhar, se torna bastante comum brincadeiras de pai e filho, professor e aluno. Nesta fase as crianças dão vida aos brinquedos, conversam com eles,... Muitos adultos não compreendem estas atividades das crianças por pensarem diferente. Para os adultos fantasias e mentiras se misturam. Para as crianças, fantasia seria um universo ao qual ela deu vida e para elas este universo realmente existe. Através desta fantasia, que para a criança é real, ela muitas vezes projeta as relações umas com as outras. Na sua fantasia a criança experimenta também a competição com o adulto. As brincadeiras permitem às crianças uma aprendizagem de modo geral, não apenas de conteúdos trabalhados na escola, mas um aprendizado da vida, desenvolvendo habilidades necessárias ao seu viver diário, assim como possibilita o aprendizado do convívio social. XXV

26 Portanto, o ato de brincar é importante, é terapêutica, é prazeroso, e o prazer é ponto fundamental da essência do equilíbrio humano. Logo, podemos dizer que a ludicidade é uma necessidade interior, tanto da criança quanto do adulto. Por conseguinte, a necessidade de brincar é inerente ao desenvolvimento. No brincar e no jogar. Quanto mais papéis a criança representar, mais ampliará sua expressividade, entendida como uma totalidade. A partir do brincar e do jogar, ela constrói os conhecimentos através dos papéis que representa, desenvolve ao mesmo tempo dois vocabulários o lingüístico e o psicomotor além do ajustamento afetivo emocional que atinge na representação desses papéis. A criança brinca porque tem um papel, um lugar específico na sociedade, e não apenas porque o faz-de-conta como o brincar de cavalo, em que a criança se utiliza o cabo de vassoura faz parte da natureza de tal criança. O jogo é a forma que as crianças encontram para representar o contexto em que estão inseridas. Além disso, o ato de brincar pode incorporar valores morais e culturais em que as atividades lúdicas devem visar à auto-imagem, à auto-estima, ao autoconhecimento, à cooperação, porque estes conduzem à imaginação, à fantasia, à criatividade, à criticidade e a uma porção de vantagens que ajudam a moldar suas vidas, como crianças e como adultos. E sem eles a criança não irá desenvolver suficientemente o processo de suas habilidades. O modo como ela brinca e joga revela o mundo interior da mesma, proporcionando o aprender fazendo, entendido aqui por aquelas ações concretas da criança: o brincar de médico, por exemplo. Implica apropriar-se de algumas características do ato da realidade. É a reprodução do meio em que a criança está inserida. XXVI

27 Através do lúdico, a criança realiza aprendizagem significativa. Assim, podemos afirmar que o jogo e a brincadeira propõem à criança um mundo do tamanho de sua compreensão. No qual ela experimenta várias situações, entre elas o fazer comidinha, o limpar a casa, o cuidar dos filhos, etc. O ato de brincar (jogo, brinquedo, brincadeira) proporciona às crianças relacionarem as coisas umas com as outras, e ao relacioná-las é que elas constroem o conhecimento. Esse conhecimento é adquirido pela criação de relações e não por exposição a fatos e conceitos isolados, e é justamente através da atividade lúdica que a criança o faz. Brincar e jogar são meios de expressão e crescimento da criança. Além de proporcionar prazer e diversão, podem representar um desafio e provocar o pensamento reflexivo da criança. XXVII

28 CAPÍTULO III QUANDO A CRIANÇA NÃO BRINCA! Do ponto de vista psicológico, pode-se observar que as crianças que não têm oportunidade de brincar não conseguem conquistar o domínio sobre o mundo além. Além do imaginário, o brinquedo envolve regras, que, embora não sendo formalmente estabelecidas, se originam da própria imaginação, mostrando que o papel que a criança representa e a sua relação com o papel que a criança representa e a sua relação com o objetivo originar-se-á sempre das regras. Se a situação imaginária tem de conter regras de comportamento (ainda que ocultas), então todo o jogo com regras contém de forma oculta uma situação imaginária. É enorme a influência do brinquedo no desenvolvimento da criança, pois é durante a atividade que ela aprende a agir em uma esfera cognitiva, e isso depende das motivações e tendências internas, e não dos incentivos fornecidos pelos objetos externos. Na criança em idade pré-escolar a ação não é completamente compreendida e predomina sobre o significado, porque a criança ainda não se comporta de uma forma simbólica; ao invés disso, ela quer e realiza os seus desejos, ao pensar, acaba agindo. Para separar o significado da ação real, a criança tem de ter a oportunidade de fazê-lo e isso só é possível através do brinquedo. Quando os pequenos vêem no brinquedo o objeto, mas agem de forma diferente em relação àquilo que vêem, observa-se que houve um desenvolvimento porque é notória a liberdade de ação. Assim, o agir em uma situação ensina a criança a dirigir o comportamento, pelo significado dessa situação. XXVIII

29 Se um primeiro momento, a ação exercia um predomínio sobre o significado, na situação imaginária, o significado dirige a ação, isso mostra que a criança já está estabelecendo conceitos. Separar os significados dos objetos tem conseqüências diferentes de separar os significados das ações, pois cria uma nova relação entre o campo do significado e o campo da percepção visual, permitindo que se entrelacem situações do pensamento com as reais. Quando isso ocorre, verifica-se a existência do pensamento abstrato. No brincar, portanto, uma ação substitui a outra, da mesma forma que um objeto substitui o outro, porém, em ambos os casos, a criança opera com o significado. Na vida real as crianças brincam co aquilo que estão fazendo, elaboram associações que facilitam a execução de ações desagradáveis, criam, portanto, áreas de desenvolvimento proximal, porque são capazes de se comportar além do habitual para a sua idade. Finalmente, de acordo com Vygotsky, o brinquedo fornece a estrutura básica para as mudanças das necessidades e de consciência. O desenvolvimento da criança é determinado pela ação na esfera imaginativa, pela criação de intenções voluntárias, pela formação de planos da vida real e pelas motivações volitivas. Do ponto de vista psicológico, pode-se observar que as crianças que não têm oportunidade de brincar não conseguem conquistar o domínio sobre o mundo exterior. O brincar assume, pois, duas facetas: a de passado através da XXIX

30 resolução simbólica de problemas não-resolvidos; e a de futuro na forma de preparação para a vida. Do ponto de vista pedagógico, muitos educadores falaram sobre o valor educativo do jogo. Foebel, por exemplo, explorou o jogo espontâneo da criança através das várias etapas da sua evolução, mostrou a importância de propiciar experiências adequadas para o desenvolvimento harmônico do pensamento. Foram, entretanto, os estudos de Piaget (1976) que trouxeram uma relevante contribuição para os educadores no sentido de perceber a importância para o desenvolvimento e suas relações com a aprendizagem. Para o estudioso suíço, a origem do jogo está na imitação que surge da preparação reflexa. Imitar consiste em reproduzir um objeto na presença do mesmo. É um processo de assimilação funcional, quando o exercício ocorre pelo simples prazer. A essa modalidade especial de jogo, Piaget denominou de jogo de exercício. Em suas pesquisas ele mostra que a imitação passa por várias etapas até que com o tempo a criança é capaz de representar um objeto na ausência do mesmo. Quando isso ocorre, significa que há uma evocação simbólica de realidades ausentes, por exemplo, quando uma criança é capaz de imitar um macaco sem que o animal esteja presente; há, portanto, uma ligação entre e a imagem (significado) e o conceito (significado), capaz de originar o jogo simbólico, também chamado de faz-de-conta. Nesse caso particular há uma comparação entre o objeto dado e o objeto imaginado, nessa modalidade de jogo se exercita a forma particular de pensamento que é a imaginação. Para Piaget, o símbolo nada mais é do que um meio de assimilar o real aos desejos e interesses da criança. Durante a sua realização observa-se nitidamente que há uma associação entre o significante e o significado capaz de favorecer o desenvolvimento da linguagem, quando a fala acompanha a ação. XXX

31 Paulatinamente, o jogo simbólico vai cedendo lugar ao jogo de regras, porque a criança passa do exercício simples às combinações sem finalidade e depois com finalidade. Ao mesmo tempo o exercício torna-se coletivo, podendo ser regulado e tendendo a evoluir para o aparecimento de regras que constituem a base do contrato moral. As regras supõem relações sociais ou interpessoais e envolvem questões de justiça e honestidade. O respeito a elas provém de acordos mútuos entre os jogadores, e não pura e simplesmente, da mera aceitação de princípios impostos. A regra substitui o símbolo, enquadrando o exercício nas relações sociais. As regras são para Piaget a prova concreta do desenvolvimento da criança. XXXI

32 CONCLUSÃO Neste trabalho, podemos perceber que as brincadeiras são muito importantes para as crianças. A criança que brinca parece ser mais feliz, além disso, tem possibilidades de lidar com seus medos, conflitos e angústias. Embora seja recente a valorização dos jogos no contexto educacional, surgiram diversas investigações quanto ao seu significado durante o transcorrer da infância. As fundamentações encontradas foram as de ordem psicológica e sócio-cultural, que são mencionadas em diversas teorias publicadas. Como vivemos em uma sociedade, tudo que a criança vive torna-se conteúdo de suas brincadeiras: sua família, a escola, os meios de comunicação,... Um dos meios de comunicação que mais influencia as brincadeiras das crianças é a televisão. Esta fornece vários conteúdos para as crianças, podendo-se criar em cima deles. Toda a nossa cultura influencia as atividades lúdicas das crianças; pois elas podem desempenhar papéis sociais, imitando algum modelo que pertence ao seu cotidiano. Quanto ao bebê, de acordo com Piaget, podemos classificar os seus jogos como jogos de exercício, que vão até aproximadamente os dois anos de idade. Esses jogos estão voltados para a exploração do corpo do bebê e mais tarde para o corpo da mãe e dos objetos que o cercam. Quando surge a linguagem, aparecem os jogos simbólicos, que vão até os seis ou sete anos de idade. Estes jogos caracterizam-se pela invenção de um objeto que não está presente, porque este surge da imaginação das crianças. XXXII

33 Em torno dos três a quatro anos, afirma Piaget, as crianças nas suas brincadeiras apresentam características dos jogos simbólicos e suas brincadeiras se tornam combinações simbólicas. Estas podem ser combinações simples, compensatórias, liquidantes e antecipatórias, cada qual com a sua função; portanto todas estão presentes nos jogos simbólicos. Mais tarde, em torno de seis ou sete anos, surgem os jogos de regras, que acompanham o indivíduo por toda a sua vida. As crianças se interessam muito por jogos e brincadeiras e, sabendo que a aprendizagem está ligada a motivação de cada um, podemos perceber que, através destas atividades lúdicas, as crianças se concentram e aprendem muito mais. Muitos professores utilizam algumas brincadeiras para transmitir algum conteúdo, porém estas se tornam direcionadas. Embora possa até despertar maior interesse na turma, é muito importante que as próprias crianças criem suas brincadeiras, façam suas escolhas, desenvolvendo a criatividade. Um ambiente propício para essas atividades são os multimeios onde há uma diversidade de materiais que permitem a criação através das brincadeiras. Nas brincadeiras, as crianças interagem e se socializam, trocando esquemas sociais e desenvolvendo suas habilidades. Com as brincadeiras em grupo, as crianças vão percebendo que para participar de qualquer grupo social precisamos ter regras, inclusive brincando e jogando. As regras servem para definir os papéis ou o desenrolar das brincadeiras. Os próprios brinquedos trazem consigo valores e modos de pensar de nossa sociedade. A sociedade estimula a diferença de sexos através dos XXXIII

34 brinquedos, diferenciando os brinquedos para os meninos e para as meninas, porém as crianças não se importam com tal diferença. Meninos e meninas podem brincar com carro ou boneca, ou seja, com qualquer brinquedo. Até mesmo, um objeto como, por exemplo, uma tampinha de garrafa, pode virar um brinquedo em atividades lúdicas. Utilizar brincadeiras com o intuito de despertar o interesse das crianças para determinado conteúdo é valido, contudo, é de maior importância que as crianças brinquem segundo suas escolhas, seus interesses, sua criatividade, para que se desenvolvem cada vez mais em suas potencialidades. O brincar espontâneo desperta grande interesse nas crianças, estas se concentram, trocam experiências, enriquecendo assim a sua expectativa de vida. Considerando toda a evolução dos jogos, pode-se dizer que a educação lúdica integrada, na sua essência, é uma concepção prática atuante e concreta. O lúdico faz do ato de educar um compromisso consciente, intencional e modificador da sociedade. Criar é tão difícil ou fácil como viver. E é do mesmo modo necessário. A criança adquire experiências brincando. A brincadeira é uma parcela importante da sua vida. As experiências tanto externas como internas podem ser férteis para o adulto, mas para a criança essa riqueza encontra-se principalmente na brincadeira e na fantasia. Psicanalista e médico inglês D. W. Winnicott (1979) O lúdico é uma dimensão especificamente humana e o direito ao lazer está incluído, pelas nações, entre os direitos humanos. (Redin, op. Cit:63) XXXIV

35 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA ABERASTURY, Arminda. A criança e seus jogos. Rio de Janeiro: Vozes, BENJAMIM, Walter. Reflexões: a criança, o brinquedo e a educação. São Paulo: Summus, BERTOLDO, Janice Vidal. Jogar e Brincar Ed. Infantil. Revista do Professor, Porto Alegre, no 16, p , Jan. / mar BROUGÉRE, Guilles. Brinquedos e cultura. São Paulo: Cortez, CADERMARTORI, Lígia. O que é literatura infantil. 5 ed. São Paulo: Brasiliense, CARNEIRO, Maria Ângela Barbato. O jogo e suas diferentes concepções. Palestra - Professora da PUC/SP. 5º Congresso de Educação e Desenvolvimento. ELMAN, Liana Edelstein. Atividade lúdica ajuda a socialização infantil. Revista do Professor, Porto Alegre, CPOEC, n. 20, p. 6, out. / dez FREUD, Anna. Infância normal e patológica. Rio de Janeiro: Zahar, FRIEDMANN, Adriana. Brincar: crescer e aprender. O resgate do jogo infantil. São Paulo: Moderna, KISHMOTO, Tizuto Morchida. Jogos tradicionais infantis: o jogo, a criança e a educação. Petrópolis: Vozes, LEBOVICI, Serge. Significação e função do brinquedo na criança. Porto Alegre: Artes Médicas, XXXV

36 MUSSEN, Paul. O desenvolvimento e personalidade da criança. 4. ed. São Paulo: Harper, OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygostsk: aprendizado e desenvolvimento um processo sócio histórico. São Paulo: Scipione, OLIVEIRA, Paulo de Salles. O que é o brinquedo? São Paulo: Brasiliense, PEREIRA, Mary Sue. A Descoberta da criança. Rio de Janeiro. WAKEditora, 2. ed., PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança: imitação, jogo e sonho, imagem e representação. Rio de Janeiro: Zahar, VAYER, Pierre & RONCIN, Charles. Psicologia atual e desenvolvimento da criança. São Paulo: Manoele Dois, VYGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo, Martins Fontes, 1984 / WALLON, Henri. Psicologia e educação da criança. Lisboa: Veja Universidade, WINNICOTT, D. W. O brincar e a realidade. Rio de Janeiro: Imago, 1975 A criança e seu mundo. Rio de Janeiro: Zahar, XXXVI

37 ANEXOS XXXVII

38 ENTREVISTA: 1. O jogo pode ser considerado um meio para a auto-expressão da criança? Por quê? 2. Será que brincar significa tão somente recrear-se? 3. Podemos afirmar que através dos jogos e das brincadeiras a criança tem um melhor desempenho cognitivo, afetivo e social. Explique. 4. Qual a contribuição das brincadeiras em relação à Alfabetização? 5. Segundo o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil diz que os jogos e as brincadeiras propiciam a ampliação dos conhecimentos infantis por meio da atividade lúdica. Você concorda que a Escola deverá ver a brincadeira como algo sério? XXXVIII

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2...

mhtml:file://c:\documents and Settings\Angela Freire\Meus documentos\cenap 2... Page 1 of 6 O lúdico na educação infantil Com relação ao jogo, Piaget (1998) acredita que ele é essencial na vida da criança. De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma

Leia mais

DESENVOLVIMENTO COGNITIVO MUSICAL ATRAVÉS DE JOGOS E BRINCADEIRAS

DESENVOLVIMENTO COGNITIVO MUSICAL ATRAVÉS DE JOGOS E BRINCADEIRAS 175 ANAIS III FÓRUM DE PESQUISA CIENTÍFICA EM ARTE Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Curitiba, 2005 DESENVOLVIMENTO COGNITIVO MUSICAL ATRAVÉS DE JOGOS E BRINCADEIRAS Marta Deckert * RESUMO: Como

Leia mais

RESUMO. Palavras chave: Brinquedo. Brincar. Ambiente escolar. Criança. INTRODUÇÃO

RESUMO. Palavras chave: Brinquedo. Brincar. Ambiente escolar. Criança. INTRODUÇÃO A FUNÇÃO DO BRINQUEDO E OS DIVERSOS OLHARES Érica Cristina Marques de Oliveira- erikacmo06@hotmail.com Rafaela Brito de Souza - rafa_pdgg@hotmail.com.br Raquel Cardoso de Araújo- raquelins1@hotmail.com

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Elany Nogueira da Silva Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo Este presente artigo pretende refletir idéias sobre o brincar na Educação Infantil,

Leia mais

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL

PROCESSO SELETIVO PARA PROFESSORES SUBSTITUTOS EDITAL EDUCAÇÃO INFANTIL 01) Tomando como base a bibliografia atual da área, assinale a alternativa que destaca CORRE- TAMENTE os principais eixos de trabalho articuladores do cotidiano pedagógico nas Instituições

Leia mais

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS 13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS A importância da formação pessoal e social da criança para o seu desenvolvimento integral e para a

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC

A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC A CONSTRUÇÃO DO CURRÍCULO DE EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE CHAPECÓ SC FIGUEIREDO, Anelice Maria Banhara - SME / Chapecó/SC anelicefigueiredo@gmail.com LORENZET, Simone Vergínia - SME

Leia mais

O JOGO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Valéria Cristina Giacometti 1, Rosiclaire Barcelos 1, Carmen Lúcia Dias 2

O JOGO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Valéria Cristina Giacometti 1, Rosiclaire Barcelos 1, Carmen Lúcia Dias 2 1099 O JOGO EDUCATIVO NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Valéria Cristina Giacometti 1, Rosiclaire Barcelos 1, Carmen Lúcia Dias 2 1 Discente do Mestrado em Educação da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Docente

Leia mais

A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO CIENTISTA SOCIAL: SABERES E COMPETÊNCIAS NECESSÁRIOS

A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO CIENTISTA SOCIAL: SABERES E COMPETÊNCIAS NECESSÁRIOS O JOGO SEGUNDO A TEORIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO DE WALLON Cleudo Alves Freire Daiane Soares da Costa Ronnáli da Costa Rodrigues Rozeli Maria de Almeida Raimunda Ercilia Fernandes S. de Melo Graduandos

Leia mais

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES

O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? DIOGO SÁ DAS NEVES 1 O BRINCAR E SUA FUNÇÃO NA INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA EM INSTITUIÇÕES ESCOLARES: O QUE DIZEM OS PSICOPEDAGOGOS? Introdução DIOGO SÁ DAS NEVES A Psicopedagogia compromete-se primordialmente com o sistema

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 II A Jogos As crianças da Turma dos Amigos, desde os primeiros dias de aula, têm incluídos em sua rotina as brincadeiras com jogos de encaixe. Vários jogos estão disponíveis

Leia mais

As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico

As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico As diferentes linguagens da criança: o jogo simbólico Mariana Antoniuk 1 Dêivid Marques 2 Maria Angela Barbato Carneiro ( orientação) 3 Abordando as diferentes linguagens da criança neste ano, dentro do

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD Município: Pirassununga Estado: São Paulo Turma: 440 Pólo: Fundação de Ensino de Pirassununga Tutor (a): Inez Nunes Paula

Leia mais

VYGOTSKY E O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

VYGOTSKY E O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL VYGOTSKY E O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL Elisa Nélia da Cunha Brasiliense 1 Resumo: O objetivo deste texto é expor, segundo Vygotsky, a importância das brincadeiras de fazde-conta

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014 Atividades Pedagógicas Agosto 2014 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO II A GRUPO II B GRUPO II C GRUPO II

Leia mais

Educação Infantil, que espaço é este?

Educação Infantil, que espaço é este? Educação Infantil, que espaço é este? O material do sistema de ensino Aprende Brasil de Educação Infantil foi elaborado a fim de oferecer subsídios para reflexões, informações e sugestões que auxiliem

Leia mais

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE Unidade II ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Profa. Ana Lucia M. Gasbarro A formação pessoal e social da criança, áreas de conhecimento e desenvolvimento da criança Introdução A importância

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Revelar curiosidade e desejo de saber; Explorar situações de descoberta e exploração do mundo físico; Compreender mundo exterior mais próximo e do

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. O projeto - o lúdico: jogos, brinquedos e brincadeiras na construção do processo de aprendizagem

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Expressar curiosidade e desejo de saber; Reconhecer aspetos do mundo exterior mais próximo; Perceber a utilidade de usar os materiais do seu quotidiano;

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR Katia Maria de Oliveira CUSTODIO, Ketulem Cristina Vieira ARANTES, Ducéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES. Ângela Aparecida DIAS Departamento de Educação,UFG

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes

As crianças, a cultura. Lisandra Ogg Gomes As crianças, a cultura lúdica e a matemática Lisandra Ogg Gomes Aprendizagens significativas: Como as crianças pensam o cotidiano e buscam compreendê-lo? (Caderno de Apresentação, 2014, p. 33). O que as

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Tecnologia do Pará IFPA. gomesisaias68@yahoo.com.br. 1 Graduando do Curso de Licenciatura em Geografia do Instituto Federal de Educação, Ciência e

Tecnologia do Pará IFPA. gomesisaias68@yahoo.com.br. 1 Graduando do Curso de Licenciatura em Geografia do Instituto Federal de Educação, Ciência e GEOGRAFANDO BELÉM Isaias Gomes de Jesus Junior 1 Resumo O presente artigo vem apresentar a Tecnologia Educacional Geografando Belém. Esta Tecnologia Educacional, de princípio, foi desenvolvida para apresentar

Leia mais

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO DE ESTÁGIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL BRIZOLA, Silene Francisca dos Santos. (UNEMAT) silenefsb@hotmail.com SILVA, Maria Ivonete da. (UNEMAT) ivonete0304@hotmail.com RESUMO Este projeto foi desenvolvido

Leia mais

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 975 O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Drielly Adrean Batista

Leia mais

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM

O LÚDICO NA APRENDIZAGEM O LÚDICO NA APRENDIZAGEM RESUMO Aline Hahn Affeldt Prof. Janaina de Souza Aragão Centro Universitário Leonardo da Vinci-UNIASSELVI Pedagogia (PED 7051) Metodologia e Conteúdos Básicos de Comunicação e

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola

EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola EDUCAÇÃO FÍSICA PARA PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS (PNEE): construindo a autonomia na escola Autora: CAMILA SOUZA VIEIRA Introdução A presente pesquisa tem como temática Educação física para Portadores

Leia mais

LUDICIDADE E ENSINO: UMA PARCERIA QUE CONTRIBUI COM A EDUCAÇÃO

LUDICIDADE E ENSINO: UMA PARCERIA QUE CONTRIBUI COM A EDUCAÇÃO LUDICIDADE E ENSINO: UMA PARCERIA QUE CONTRIBUI COM A EDUCAÇÃO INTRODUÇÃO Ana Lucia da Silva 1 Franchys Marizethe Nascimento Santana Ferreira 2 O presente projeto justifica-se pela necessidade verificada,

Leia mais

Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS.

Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS. BARBOSA, S. L; BOTELHO, H. S. Jogos e brincadeiras na educação infantil. 2008. 34 f. Monografia (Graduação em Normal Superior)* - Centro Universitário de Lavras, Lavras, 2008. RESUMO Este artigo apresenta

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração Material pelo Ético Sistema de Ensino Elaborado para Educação Infantil Publicado em 2011 Projetos temáticos EDUCAÇÃO INFANTIL Data: / / Nível: Escola: Nome: Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA BRINCADEIRA E DO JOGO NA IDADE PRÉ-ESCOLAR

A INFLUÊNCIA DA BRINCADEIRA E DO JOGO NA IDADE PRÉ-ESCOLAR A INFLUÊNCIA DA BRINCADEIRA E DO JOGO NA IDADE PRÉ-ESCOLAR Carolina de Oliveira Darlene Soares Rodrigues Edinei de Pontes Eliene Silva Érica Landim Medeiros Josyane Cristine Ferreira Chaves Ligia Pereira

Leia mais

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS DA CRIANÇA Professor(a), no tema anterior, A criança de seis anos no ensino fundamental, falamos sobre quem são e como são essas crianças que ingressam

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

A brincadeira na vida da criança

A brincadeira na vida da criança A brincadeira na vida da criança A brincadeira, é parte do crescimento e desenvolvimento da criança, além de ser uma de suas necessidades básicas. 1 A criança precisa brincar porque através da brincadeira,

Leia mais

7ª Semana de Licenciatura Educação Científica e Tecnológica: Formação, Pesquisa e Carreira De 08 a 11 de junho de 2010

7ª Semana de Licenciatura Educação Científica e Tecnológica: Formação, Pesquisa e Carreira De 08 a 11 de junho de 2010 7ª Semana de Licenciatura Educação Científica e Tecnológica: Formação, Pesquisa e Carreira De 08 a 11 de junho de 2010 A IMPORTÂNCIA DO BRINQUEDO NO PROCESSO EDUCATIVO DA CRIANÇA Eder Mariano Paiva Filho

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA PRÉ-ESCOLAR ATRAVÉS DO ATO DO BRINCAR

O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA PRÉ-ESCOLAR ATRAVÉS DO ATO DO BRINCAR O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA PRÉ-ESCOLAR ATRAVÉS DO ATO DO BRINCAR Karen Vanessa Matozo Quimelli RESUMO O presente trabalho trata de um estudo sobre o brincar das crianças de quatro a cinco anos de idade

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SANTA TEREZINHA SC CENTRO DE EDUCAÇÃO INFANTIL PROFESSORA MARIA ORIBKA KERECZ CRAVEIRO SANTA TEREZINHA SC PREMIO AMAVI EDUCAÇÃO 2013 PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO QUALIDADE

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

Brincadeira é Jogo Sério. Resumo. Flávia Moretto de Oliveira 1 Luciane Canto Vargas 2

Brincadeira é Jogo Sério. Resumo. Flávia Moretto de Oliveira 1 Luciane Canto Vargas 2 Brincadeira é Jogo Sério Flávia Moretto de Oliveira 1 Luciane Canto Vargas 2 Resumo A infância é fascinante, durante a vida é neste período que exteriorizamos nossos sentimentos, nossas experiências e

Leia mais

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO

AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO AS RELAÇÕES ENTRE O BRINCAR E A MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL A PARTIR DE UMA NOVA CONCEPÇÃO DE SUJEITO Igor Guterres Faria¹ RESUMO: Este estudo é parte integrante do projeto de pesquisa de iniciação científica

Leia mais

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com

Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de Ciências e Tecnologia- UNESP. E-mail: rafaela_reginato@hotmail.com 803 AS CONTRIBUIÇÕES DO LÚDICO PARA O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL INFANTIL NO CONTEXTO ESCOLAR Rafaela Reginato Hosokawa, Andréia Cristiane Silva Wiezzel Pedagogia, Departamento de Educação, Faculdade de

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY Kassius Otoni Vieira Kassius Otoni@yahoo.com.br Rodrigo Luciano Reis da Silva prrodrigoluciano@yahoo.com.br Harley Juliano Mantovani Faculdade Católica de

Leia mais

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio. Eu me remexo muito. E onde eu chego?

Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio. Eu me remexo muito. E onde eu chego? Colégio Sagrado Coração de Maria - Rio Rua Tonelero, 56 Copacabana RJ site:www.redesagradorj.com.br / e-mail:cscm@redesagradorj.com.br Eu me remexo muito. E onde eu chego? Turma: Maternal II A Professora

Leia mais

LUDICIDADE E MOVIMENTO: EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

LUDICIDADE E MOVIMENTO: EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL LUDICIDADE E MOVIMENTO: EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Resumo RIBEIRO, Amanda de Cassia Borges - UFSM acbr_amanda@hotmail.com JAHN, Angela Bortoli UFSM abjahn@terra.com.br BELING, Vivian Jamile UFSM

Leia mais

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL EVELISE RAQUEL DE PONTES (UNESP). Resumo O ato de contar histórias para crianças da educação infantil é a possibilidade de sorrir, criar, é se envolver com

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PROJETO PSICOMOTRICIDADE Educar é Brincar SÉRIE: Contraturno

Leia mais

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2010. Infantil II Segmento I

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2010. Infantil II Segmento I Colégio Cor Jesu Brasília DF Plano de Curso 2010 Infantil II Segmento I PLANO DE CURSO 2009 INFANTIL II Disciplina: ARTES Série: INFANTIL II Segmento: I COMPETÊNCIAS HABILIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS -

Leia mais

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR

A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Resumo A LUDICIDADE NO CONTEXTO ESCOLAR Ana Regina Donato de Moraes 1 Lourdes Keila Casado Pulucena 2 Lucieni Vaz dos Santos 3 Aprender brincando não é apenas um passatempo, quando se trata de ensinar.

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

Condutas psicomotoras: brinquedos tradicionais e diversões de antigamente ainda encantam?

Condutas psicomotoras: brinquedos tradicionais e diversões de antigamente ainda encantam? Condutas psicomotoras: brinquedos tradicionais e diversões de antigamente ainda encantam? Profª. Ms. Cláudia Yazlle Profª. Ms. Gabriela Maffei 5 e 6 de junho Objetivos da aula de hoje As crianças de 4

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA RESUMO

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA RESUMO A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DA CRIANÇA *Sandra Rejane Silva Vargas **Luiz Fernandes Pavelacki RESUMO O presente trabalho tem como principal objetivo identificar qual a importância

Leia mais

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Léa Pintor Martins de Arruda Maria Angela de Souza Lima Rizzi O trabalho realizado com os educadores, pela equipe da Associação Arte Despertar no

Leia mais

O PAPEL DOS JOGOS LÚDICOS NA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA

O PAPEL DOS JOGOS LÚDICOS NA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA O PAPEL DOS JOGOS LÚDICOS NA EDUCAÇÃO CONTEMPORÂNEA Patrícia Raffin Ancinelo 1 Leia Palma Caldeira 2 Resumo A utilização de jogos lúdicos auxilia o sujeito aprendente durante a construção de novas estruturas

Leia mais

A INFLUÊNCIA DO BRINCAR NO COMPORTAMENTO SOCIAL DE CRIANÇAS DE 5 E 6 ANOS

A INFLUÊNCIA DO BRINCAR NO COMPORTAMENTO SOCIAL DE CRIANÇAS DE 5 E 6 ANOS A INFLUÊNCIA DO BRINCAR NO COMPORTAMENTO SOCIAL DE CRIANÇAS DE 5 E 6 ANOS Eliyara Ikehara Unisalesiano eliyara@hotmail.com Yamila do Santos Monteiro Unisalesiano yamillan@bol.com.br Orientadora: Elza Brígida

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

A APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA ATRAVÉS DE JOGOS E BRINCADEIRAS

A APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA ATRAVÉS DE JOGOS E BRINCADEIRAS 1 A APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA ATRAVÉS DE JOGOS E BRINCADEIRAS Santana, Maria Rosangela Silva, Braz Ribeiro Guimarães, Maria Ivone Pereira RESUMO A preocupação básica deste estudo é refletir sobre a aprendizagem

Leia mais

Carolina Fernanda Nunes Paiva Monique Alves Felix Tayná Pinheiro Alves

Carolina Fernanda Nunes Paiva Monique Alves Felix Tayná Pinheiro Alves Carolina Fernanda Nunes Paiva Monique Alves Felix Tayná Pinheiro Alves O desenvolvimento do desenho na criança de acordo com Jean Piaget Trabalho apresentado na disciplina Psicologia da Educação III, ministrada

Leia mais

ESTRATÉGIA DE ENSINO - BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL.

ESTRATÉGIA DE ENSINO - BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL. ESTRATÉGIA DE ENSINO - BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL. Carmem Regina Calegari Cunha E. M. de Educação Infantil Prof Edna Aparecida de Oliveira - UDI Resumo Trabalho

Leia mais

Palavras-chave: Lúdico. Aprendizagem. Desenvolvimento. Necessidades Especiais.

Palavras-chave: Lúdico. Aprendizagem. Desenvolvimento. Necessidades Especiais. Nesse artigo realizamos uma discussão sobre a importância de atividades lúdicas na educação de crianças com necessidades especiais. Propomos explicitar a possibilidade de levar para o ambiente escolar

Leia mais

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL?

ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? 1 de 7 ENSINAR MATEMÁTICA UTILIZANDO MATERIAIS LÚDICOS. É POSSÍVEL? Jéssica Alves de Oliveira Maria José dos Santos Chagas Tatiane de Fátima Silva Seixas RESUMO: De uma maneira geral, existe, por parte

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER

A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER A IMPORTÂNCIA DO ATO DE LER OLIVEIRA, Jucinéia Costa. Discente do curso de Pedagogia da FAHU/ACEG PELOZO, Rita de Cássia Borguetti. Docente da FAHU/ACEG E-MAIL: ritapelozo@itelefonica.com.br RESUMO: O

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 III A JOGOS DIVERTIDOS Fizemos dois campeonatos com a Turma da Fazenda, o primeiro com o seguinte trajeto: as crianças precisavam pegar água em um ponto e levar até o outro,

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Abril2014

Atividades Pedagógicas. Abril2014 Atividades Pedagógicas Abril2014 I A ADAPTAÇÃO Estamos chegando ao final do período de adaptação do grupo IA e a cada dia conhecemos mais sobre cada bebê. Começamos a perceber o temperamento, as particularidades

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

A FUNÇÃO SOCIAL DA BRINQUEDOTECA NA APRENDIZAGEM DA CRIANÇA.

A FUNÇÃO SOCIAL DA BRINQUEDOTECA NA APRENDIZAGEM DA CRIANÇA. A FUNÇÃO SOCIAL DA BRINQUEDOTECA NA APRENDIZAGEM DA CRIANÇA. Amanda Paula Silva Graduanda em Pedagogia pela UFCG amandinha_1105@hotmail.com Érica Cibelle de Sousa Araújo Graduanda em Pedagogia pela UFCG

Leia mais

7 Estágios do desenvolvimento segundo Piaget - Conteúdo

7 Estágios do desenvolvimento segundo Piaget - Conteúdo Introdução Estágio sensório-motor Estágio pré-operatório Estágio operatório concreto Estágio operatório formal Operação mental Tipos de abstrações Método Clínico Conclusão 2 Introdução Para Piaget, a construção

Leia mais

Principais discussões sobre o ensino-aprendizagem de matemática na educação infantil

Principais discussões sobre o ensino-aprendizagem de matemática na educação infantil 1 Introdução: A matemática é uma disciplina de fundamental importância na vida de todo mundo. Desde tempos antigos o ensino dessa matéria vem fazendo cada vez mais parte da vida dos seres humanos. Basta

Leia mais

O Brincar para a Criança Hospitalizada

O Brincar para a Criança Hospitalizada Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Brincar para a Criança Hospitalizada Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos Aos nossos familiares, que revestiram nossas vidas com muito amor,

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 Angela Freire 2

Leia mais

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica PORQUE AS CRIANÇAS ESTÃO PERDENDO TODOS OS REFERENCIAIS DE ANTIGAMENTE EM RELAÇÃO ÀS BRINCADEIRAS?

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE Resumo ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NICOLITTO, Mayara Cristina UEPG maycris_nic@hotmail.com CAMPOS, Graziela Vaneza de UEPG

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSO: PEDAGOGIA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSO: PEDAGOGIA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CURSO: PEDAGOGIA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA I. Dados de Identificação: Escola:Escola Estadual Arthur Damé Professor (a): Professora supervisora do Pibid:

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE E O LÚDICO NA ALFABETIZAÇÃO. Palavras-chave: Criança.Aprendizado.Lúdico.Alfabetização.Prática.

FORMAÇÃO DOCENTE E O LÚDICO NA ALFABETIZAÇÃO. Palavras-chave: Criança.Aprendizado.Lúdico.Alfabetização.Prática. FORMAÇÃO DOCENTE E O LÚDICO NA ALFABETIZAÇÃO Ana Claudia Rodrigues - Graduanda de Pedagogia - UEPB Aline Carla da Silva Costa - Graduanda de Pedagogia - UEPB Ana Paula Martins Costa - Graduanda de Pedagogia

Leia mais

A criança e o brincar: um olhar sobre a importância do brincar no desenvolvimento infantil

A criança e o brincar: um olhar sobre a importância do brincar no desenvolvimento infantil A criança e o brincar: um olhar sobre a importância do brincar no desenvolvimento infantil RESUMO: O presente artigo é resultado da pesquisa realizada na disciplina de Recursos Tecnológicos, Pedagógicos

Leia mais

A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea

A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea A imagem do corpo e o brincar virtual: perspectivas sobre a infância contemporânea Érica Fróis O objetivo deste trabalho é discutir o brincar na internet e a construção da Imagem do corpo na criança a

Leia mais

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA.

PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. PLANEJAMENTO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA. OLIVEIRA 1, Jordânia Amorim da Silva. SOUSA 2, Nádia Jane de. TARGINO 3, Fábio. RESUMO Este trabalho apresenta resultados parciais do projeto

Leia mais

O brincar hoje: da colaboração ao individualismo

O brincar hoje: da colaboração ao individualismo O brincar hoje: da colaboração ao individualismo Profa. Dra. Maria Angela Barbato Carneiro Campo Grande/ Simpósio Internacional da OMEP Jul/ 2012 Este trabalho tem por objetivo discutir sobre o brincar

Leia mais

CORPOREIDADE: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CORPOREIDADE: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE PEDAGOGIA Educação Mediadora Ana Lucia Rodrigues Nunes Teixeira Carla Trindade da Silva

Leia mais

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves

Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves TEMA : BRINCANDO E APRENDENDO NA ESCOLA Coordenadoras: Enalva de Santana Santos e Márcia Soares Ramos Alves Autora: Prof a Cássia de Fátima da S. Souza PÚBLICO ALVO Alunos de 04 anos TEMA: BRINCANDO E

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

BRINCAR E DESENVOLVIMENTO INFANTIL: UMA ANÁLISE REFLEXIVA

BRINCAR E DESENVOLVIMENTO INFANTIL: UMA ANÁLISE REFLEXIVA BRINCAR E DESENVOLVIMENTO INFANTIL: UMA ANÁLISE REFLEXIVA RESUMO Tiago Pereira Gomes 1 Genivaldo Macário de Castro 2 O presente trabalho é resultado de um estudo teórico que visa compreender o brincar

Leia mais

Relatório de Grupo. 1º Semestre/2015

Relatório de Grupo. 1º Semestre/2015 Relatório de Grupo 1º Semestre/2015 Turma: Maternal B Professora: Larissa Galvão de Lima Professora auxiliar: Giseli Jancoski Floriano Coordenação: Lucy Ramos Torres Professora: Eleonora Dantas Brum Professora

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais