6º. ano 1º. volume. Ciências

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "6º. ano 1º. volume. Ciências"

Transcrição

1 6º. ano 1º. volume Ciências r o s s e f o r P o Livro d

2 Dados Internacionais para Catalogação na Publicação (CIP) (Maria Teresa A. Gonzati / CRB / Curitiba, PR, Brasil) S586 Silvano, Angela. Ciências : 6º. ano / Angela Silvano, Marco Aurélio Pereira Bueno ; ilustrações Divo... [et al.] Curitiba : Positivo, v. 1 : il. Sistema Positivo de Ensino. 6º. ano Regime 9 anos. ISBN (Livro do aluno) ISBN (Livro do professor) 1. Ciências. 2. Ensino fundamental Currículos. I. Bueno, Marco Aurélio Pereira. II. Divo. III. Título. CDU Editora Positivo Ltda., 2011 Diretor-Superintendente: Diretor-Geral: Diretor Editorial: Gerente Editorial: Gerente de Arte e Iconografia: Autoria: Edição de Conteúdo: Edição: Analista de Arte: Pesquisa Iconográfica: Crédito das imagens de abertura: Edição de Arte: Cartografia: Ilustração: Projeto Gráfico: Editoração: Produção: Impressão e acabamento: Contato: Ruben Formighieri Emerson Walter dos Santos Joseph Razouk Junior Maria Elenice Costa Dantas Cláudio Espósito Godoy Angela Silvano e Marco Aurélio Pereira Bueno Milena Santiago dos Passos Lima Alessandra Domingues e Kathia D. Gavinho Paris Bianca Cecilia Propst e Joice Cristina da Cruz Ilma Elizabete Rodenbusch Shutterstock/Alex Hubenov; Jacob Hamblin; SergeyIT; Medvedev Vladimir; Eric Gevaert Angela Giseli de Souza Luciano Daniel Tulio Divo, Elias, Jack Art, Luis Moura, Marcos Gomes e Priscila Sanson O2 Comunicação Beatriz Wolanski Brito Editora Positivo Ltda. Rua Major Heitor Guimarães, Curitiba PR Tel.: (0xx41) Fax: (0xx41) Gráfica Posigraf S. A. Rua Senador Accioly Filho, Curitiba PR Fax: (0xx41) Todos os direitos reservados à Editora Positivo Ltda. Neste livro, você encontra ícones com códigos de acesso aos conteúdos digitais. Veja o Acesse o portal e digite o código na Pesquisa Se preferir, utilize o endereço e digite o código no local indicado.

3 6º. ano 1º. volume r Livro do professo Ciências Concepção de ensino Sobre o ensino de Ciências A área de Ciências é constituída por diversos saberes que auxiliam na compreensão e no estudo dos mais variados fenômenos observados na natureza, sejam eles biológicos, físicos ou químicos, e de sua relação com o ser humano. Nesse contexto, a educação em Ciências tem como objetivo a construção de uma cultura científica, na qual os alunos possam compreender a racionalidade e a natureza da Ciência, entender sua história e linguagem própria, bem como de que forma esse conhecimento é gerado. Portanto, a inserção do conhecimento científico no cotidiano deve priorizar as inter-relações presentes na cultura, na tecnologia e na sociedade. Essa visão da ciência inserida socialmente, cujo principal meio de entendimento ocorre ainda por intermédio do conhecimento escolar, vem ao encontro do que Boaventura Santos define como Ciência pós-moderna, em oposição à Ciência moderna caracterizada pela tradicional transmissão dos conteúdos produzidos pelos cientistas, estritamente racional, e constituída por verdades absolutas: A ciência pós-moderna sabe que nenhuma forma de conhecimento é, em si mesma, racional; só a configuração de todas elas é racional. Tenta, pois, dialogar com outras formas de conhecimento deixando-se penetrar por elas. (SANTOS, p. 88). Na década de 1960, havia uma preocupação extrema com a transmissão dos conhecimentos ligados à ciência pura em formar novos cientistas, pois, de acordo com a visão dominante na época, isso poderia contribuir com o avanço científico e tecnológico da sociedade. Desde então, o ensino dessa área de conhecimento passou por profundas transformações. Assim, na visão atual, a educação científica não está centrada somente no aprendizado de conceitos e memorização de fórmulas e teorias. Essa educação propõe, por meio do entendimento e da aplicabilidade dos conceitos formulados e estudados nos laboratórios, a construção de um saber científico que valoriza a dimensão cultural e social em que a ciência como atividade humana é feita, destacando suas falhas, metamorfoses e interesses: A produção do conhecimento científico é uma construção [...] existem crises, rupturas, profundas remodelações dessas construções. Conhecimentos cientificamente aceitos hoje poderão ser ultrapassados amanhã. A ciência é viva. (MOREIRA; OSTERMANN, 1993, p. 115). Entre os múltiplos aspectos que envolvem o ensino das Ciências da Natureza, valorizam-se a educação sobre ciência (centrada na natureza do saber específico) e a educação pela ciência. Segundo Santos (2001), a educação pela ciência parte do atual reconhecimento do valor sociocultural e ético da ciência e do seu ensino. A importância sobre o entendimento da educação pela ciência aumenta à medida que crescem significativamente as alterações ambientais decorrentes da histórica e conturbada relação entre o ser humano e a natureza. Nesse sentido, faz-se necessário um ensino que busque a contextualização dos 3

4 conhecimentos produzidos pela ciência, os quais apresentem um sentido prático para o aluno, não apenas do entendimento teórico, mas visando, desse modo, promover o restabelecimento de uma relação entre os seres humanos e a natureza em outros termos, contribuindo para o desenvolvimento de uma consciência social e planetária (PCN,1998). Somente o entendimento da realidade, sob o olhar do conhecimento historicamente produzido, poderá orientar as decisões e intervenções necessárias para promover qualidade de vida e o bom uso dos aparatos científico/tecnológicos importantes ao avanço da sociedade, como nos ensina Paulo Freire: O intelectual memorizador, que lê horas a fio, domesticando-se ao texto, temeroso de arriscar-se, fala de suas leituras quase como se estivesse recitando- -as de memória, não percebe, quando realmente existe, alguma relação entre o que leu e o que vem ocorrendo em seu país, na sua cidade, no seu bairro. Repete o lido com precisão, mas raramente ensaia algo pessoal. Fala bonito de dialética, mas pensa mecanicistamente. Pensa errado. É como se os livros todos cuja leitura dedica tempo farto nada devessem ter com a realidade de seu mundo. (FREIRE, 1996, p ). A concepção de ensino proposta para este material didático tem a pretensão de refletir sobre as interações encontradas entre Ciência, Tecnologia, Sociedade e Ambiente, sobretudo quando expressa sua preocupação pelo desenvolvimento de novas estratégias de ensino e por apresentar o conhecimento científico clássico, tradicional em uma visão contextualizada, que busca não apenas o aprendizado de conceitos, mas, também, sua aplicabilidade, um ensino que contribua para a formação da cidadania. Entendemos aqui a relação pertinente entre a cidadania e a ciência como a proposta por Maria Eduarda Vaz Moniz dos Santos (2005), civilizar a ciência e cientifizar a cidadania. Nessa mesma linha, propomos um ensino voltado à aproximação entre as Ciências e as outras áreas do conhecimento humano, em uma perspectiva interdisciplinar. O material utiliza, portanto, elementos da Literatura, da Arte, da Fotografia, do sensoriamento remoto, do noticiário, entre outros, para reforçar a contextualização do conhecimento científico e mostrar aos alunos do Ensino Fundamental sua importância para a construção da cidadania, a fim de entenderem como essas questões interferem em sua vida. Objetivos gerais Entendendo que o ensino de Ciências deve proporcionar aos alunos a compreensão sobre os fenômenos naturais e suas relações com o ser humano, bem como ampliar seu conhecimento sobre as atuais pesquisas científicas e o papel que estas desempenham no desenvolvimento da tecnologia, ao final de Ensino Fundamental, o aluno deve estar apto a: compreender a natureza como um todo dinâmico e o ser humano, em sociedade, como agente de transformações do mundo em que vive, em relação essencial com os demais seres vivos e outros componentes do ambiente; compreender a ciência como um processo de produção de conhecimento e uma atividade humana, histórica, associada a aspectos de ordem social, econômica, política e cultural; identificar relações entre conhecimento científico, produção de tecnologia e condições de vida, no mundo de hoje e em sua evolução histórica, e compreender a tecnologia como meio para suprir necessidades humanas, sabendo elaborar juízo sobre riscos e benefícios das práticas científico-tecnológicas; compreender a saúde pessoal, social e ambiental como bens individuais e coletivos que devem ser promovidos pela ação de diferentes agentes; 4 Livro do Professor

5 6º. ano 1º. volume formular questões, diagnosticar e propor soluções para problemas reais com base nas ciências, colocando em prática conceitos, procedimentos e atitudes desenvolvidos no aprendizado escolar; utilizar conceitos científicos básicos, associados à energia, à matéria, à transformação, ao espaço, ao tempo, ao sistema, ao equilíbrio e à vida; combinar leituras, observações, experimentações e registros para coleta, comparação entre explicações, organização, comunicação e discussão de fatos e informações; valorizar o trabalho em grupo, atuando de forma crítica e cooperativa para a construção coletiva do conhecimento. Conteúdos privilegiados No Ensino Fundamental, os alunos têm contato com os primeiros conhecimentos sobre as ciências. Desse modo, cabe ao professor privilegiar a articulação necessária entre os diversos saberes da Física, da Química, da Biologia, das Ciências da Terra, das Ciências da Saúde e das Ciências Ambientais, que constituem a formação científica esperada. Como meio de se atingir esse propósito, elencamos determinados conteúdos encontrados nestas e, também, em outras áreas de conhecimento, aqui denominados de conteúdos privilegiados, responsáveis pela formação básica dos estudos, realizados no decorrer do trabalho com a disciplina de Ciências. Nos estudos relacionados à Astronomia, privilegiamos a observação do céu e dos astros, noções sobre o Sol, as constelações e as galáxias, bem como o conhecimento dos movimentos do sistema Lua Terra Sol, pois estes influenciam os ciclos biológicos (o dia e a noite, as estações do ano e as fases da Lua). A Astronomia é uma das primeiras ciências a ser sistematizada. Por meio de seu estudo, possibilita a compreensão do processo histórico da produção de conhecimento, desde as primeiras observações até os avançados instrumentos para examinar o céu e os modelos de formação do Universo. Sua importância e utilidade se estendem a diversas civilizações orientais e ocidentais. O foco do estudo sobre a Terra e o Universo passa pelo entendimento acerca da descoberta do espaço e a exploração do Universo, realizada por meio das viagens espaciais, e os progressos científicos e tecnológicos provenientes dessa atividade exploratória e utilizados em larga escala pela sociedade moderna. Além disso, evidencia as condições fundamentais ao surgimento e à manutenção da vida na Terra, a biosfera e os seus ecossistemas e biomas. Sobre as características do planeta, priorizamse a função e os tipos de solo, os problemas ambientais decorrentes de seu mau uso, os diversos tipos de lixo e as técnicas de tratamento de resíduos comerciais e industriais, principalmente. O solo também é a base do estudo sobre a agricultura, propiciando a análise da prática das diversas técnicas de produção de alimentos, sem esquecer dos impactos que estas e outras atividades representam para o equilíbrio do ambiente natural. Nos estudos sobre a água e o ar, estabelecemos a correlação entre a vida, a presença e a qualidade desses recursos, possibilitando a análise dos ciclos naturais e intervenções humanas nos processos de poluição e limpeza. Esses conceitos, incluindo as principais características e propriedades de tais recursos, devem subsidiar uma visão mais ampla sobre a saúde humana e a manutenção da biodiversidade, relacionada com a qualidade da água e do ar. Os recursos naturais também são tema para a análise de diferentes formas de energia, apresentando o Sol como principal fonte energética para a vida na Terra. A força das águas e dos ventos, os combustíveis e outras formas de energia também são abordados, permitindo a discussão sobre os caminhos possíveis para o desenvolvimento sustentável. O conhecimento da biodiversidade e a análise das informações biológicas permitem a visão integrada das adaptações e dos caminhos evolutivos. Esse estudo busca o reconhecimento da vida em diferentes ambientes, sejam eles naturais ou transformados pelo ser humano, aquáticos ou terrestres. A Ciências 5

6 dinâmica dos ecossistemas indica como a vida se processa, incluindo as relações de interdependência dos organismos vivos e destes com os demais componentes existentes no ecossistema. Exploramos tais relações nos estudos das cadeias e teias alimentares, dos ciclos biogeoquímicos, do fluxo de energia, da dinâmica das populações, do desenvolvimento e evolução dos diferentes ambientes. Outro enfoque dado é quanto ao estudo da identificação de estruturas adaptativas de grupos de seres vivos característicos dos mais diversos ambientes terrestres. A sistematização é feita com base no sistema binomial de Lineu e na divisão nos cinco reinos: Monera, Protista, Plantae, Fungi e Animalia. Para entender melhor a dinâmica de funcionamento dos organismos, o conhecimento sobre matéria e energia nos ecossistemas é fundamental. Dessa forma, enfocamos a estrutura celular, a função das organelas, a transformação da energia, a fotossíntese, as cadeias alimentares e os ciclos biológicos, estabelecendo relação pertinente entre os ciclos biogeoquímicos e efeito estufa, aquecimento global, entre outros problemas ambientais. Privilegiamos, ainda, o entendimento sobre a história da vida na Terra, observando as mudanças no decorrer da evolução dos seres vivos, as teorias e avanços evolutivos nas espécies e grupos taxonômicos. De que somos feitos? Com o objetivo de esclarecer essa dúvida, é importante o estudo sobre as células e as substâncias que as formam, além da exploração sobre tecidos, órgãos, sistemas e o entendimento sobre a transmissão das características hereditárias. Seguindo essa linha de estudo da Genética, apresentamos o conteúdo sobre Biotecnologia e suas aplicações. Em uma visão dinâmica e integrada do corpo, é importante compreender os recursos necessários ao funcionamento corporal, as necessidades de energia e alimentação e os mecanismos de reprodução humana e de regulação da temperatura corporal. Tal estudo se amplia, apresentando a saúde como um estado de equilíbrio dinâmico do corpo e um bem coletivo. Parte dessa concepção inclui a compreensão dos mecanismos das doenças, suas formas de contágio, sintomas e profilaxia. Com esta divisão de conteúdos, o livro integrado de Ciências busca o diálogo com as demais disciplinas do Ensino Fundamental, estruturando conceitos que são tradicionalmente apresentados aos alunos na disciplina de Ciências, mas que poderão, também, ser abordados de outras formas e por outras áreas de conhecimento, como a Geografia, a História, a Matemática, entre outras, no decorrer da sua trajetória escolar. Organização didática Este livro integrado está organizado em quatro volumes. Cada um deles é subdividido em unidades de trabalho, as quais desenvolvem conteúdos, primando pela participação ativa dos alunos. As situações descritas partem de contextualizações e exemplos práticos, os quais trazem maior significância ao tema estudado. Para efeito de organização didática e visual, foram criadas seções que abrangem situações específicas. A seguir, descrevemos as seções e a importância de cada uma delas na construção dos conhecimentos: Engloba todas as ações substancialmente práticas, sejam elas visitas orientadas, aulas de campo, modelagens ou experimentos. As aulas práticas ampliam a percepção de mundo e instigam a curiosidade, sendo peças-chave no estudo de Ciências. De acordo com o experimento proposto, cabe ao professor decidir se será realizado como demonstração ou com a participação dos alunos. Caso algum experimento ou atividade sugerida não possa ser realizado, é possível substituí-lo por outra estratégia com o mesmo tema. É no aprender a fazer, a experimentar e a criar que se amplia a criatividade e a compreensão presentes na Ciência. 6 Livro do Professor

7 6º. ano 1º. volume Relaciona os conhecimentos científicos com aquilo que o aluno vivencia em seu dia a dia. Os temas próprios da ciência se fazem cada vez mais presentes no cotidiano das pessoas, bem como orientam diversas decisões que devem ser tomadas, de modo individual ou coletivo. Nessa seção, são apresentadas novas pesquisas, descobertas e estudos referentes à ciência e à importância do desenvolvimento desse conhecimento para nosso dia a dia. Apresenta as grandes descobertas e os principais cientistas responsáveis pela evolução do pensamento científico. Traz à tona atividades que remetem à história da ciência, respeitando o contexto histórico em que ocorreram os principais avanços científicos e os diversos acontecimentos históricos que influenciaram e influenciam o desenvolvimento das pesquisas científicas. Atividades de investigação e estudo dos temas abordados por meio de consulta a fontes diversificadas, como o portal da escola, livros, revistas, jornais, entre outros. É uma das principais ferramentas no estudo das Ciências, pois estimula a curiosidade dos alunos e contribui de modo significativo para que eles mesmos construam seu conhecimento. Cabe ao professor orientar como o trabalho deve ser realizado, auxiliando os alunos a extraírem e sintetizarem, das fontes de consulta, o objeto de estudo proposto para cada atividade de pesquisa. Possibilita maior interação e envolvimento dos alunos sobre os temas apresentados. Trata-se de uma importante ferramenta mediadora, tanto para o levantamento de conhecimentos prévios quanto para o desenvolvimento de argumentos e articulações das ideias expostas. Apresenta outros pontos de vista, teorias e hipóteses alternativas para explicar determinado conteúdo científico estudado. No caso de ciências, traz explicações alternativas para alguns fenômenos naturais, como o relato dos povos indígenas e outras comunidades tradicionais, além do que é explicado por meio da mitologia, de obras de ficção, entrevistas, pinturas, ilustrações, entre outras atividades humanas. Relações de intersecção encontradas entre o estudo do conteúdo e as demais áreas, possibilitando e incentivando a realização de atividades interdisciplinares nas mais diversas áreas de conhecimento e oportunizando um aprendizado integrado das disciplinas escolares. Ciências 7

8 Hiperlink Apresentação de informações complementares, como glossário, curiosidades e imagens. Ampliações, detalhes e informações complementares sobre determinados conteúdos estudados. Busca detalhar determinadas descobertas e explicações, aprofundando o objeto de estudo, de modo a facilitar o entendimento. Atividades, ao final de cada unidade, que reforçam a correlação dos temas com o cotidiano e que possibilitam a visão integrada que o material propõe. Essas atividades podem ser discursivas e objetivas. Privilegia os avanços tecnológicos e a aplicabilidade desses recursos em nosso cotidiano. Apresenta as mais recentes invenções de equipamentos, medicamentos, transportes, entre outros, além de mostrar pesquisas atuais realizadas e a forma como esses estudos são recebidos e utilizados pela sociedade moderna. Sempre aparecerá quando um experimento ou atividade necessitar de acompanhamento de um adulto, ou se fizer uso de algum material que possa ser perigoso (exemplo: água quente, fogo, ferramentas, etc.). Essa seção alerta os alunos para que cumpram as instruções de segurança descritas nas atividades e práticas propostas. Questões ou situações-problema que exijam que os alunos ultrapassem o conteúdo básico, representando realmente uma atividade desafiadora. Pode ser aplicada por meio de diferentes estratégias (leituras de gráfico, textos, imagens ou raciocínio lógico). Sinaliza as atividades que devem ser realizadas em equipe. Atividades no corpo das unidades que estabelecem relação com o que foi ou será trabalhado. Sinaliza as atividades a serem realizadas no caderno. 8 Livro do Professor

9 6º. ano 1º. volume Avaliação Acreditamos que a avaliação é uma ferramenta que deve ser conduzida de modo sistemático e contínuo, priorizando a participação dos alunos durante o processo. Para isso, é importante utilizar estratégias que valorizem a reconstrução do objeto de conhecimento por meio de problematizações, debates, exposição dialogada, pesquisa, trabalho em grupo, experimentação, aula de campo, maquete, ensaio, dramatização, entre outras atividades afins. Como o processo de ensino e aprendizagem não é estanque, não pode ter na prova (avaliação formal) o seu objetivo final. A avaliação deve ser orientada de forma contextualizada e incrementada com atividades de cunho político e sociocultural, pois o intuito maior é a formação integral dos alunos, formando uma sociedade consciente e participativa. Desse modo, é necessário compreender que professor e aluno interagem na conquista da construção dos conhecimentos. Em Ciências, é de suma importância a valorização das aulas práticas e experimentos, entendendo-se que estes não dependem de um laboratório bem equipado, mas podem ser realizados com materiais simples. Nas aulas práticas, é importante orientar os alunos a fazerem o levantamento de hipóteses e observações e chegarem a conclusões sobre o resultado de seus experimentos, pois estes os aproximam e instigam sua curiosidade, possibilitando o desenvolvimento do gosto de aprender Ciências e de observar o mundo ao seu redor. Orientações de segurança Prezando pela integridade física e psicológica dos alunos, é fundamental seguir algumas normas de segurança nas aulas práticas de Ciências, na prática de experimentos, nas aulas de campo e no uso de computadores e outros equipamentos eletrônicos. As normas de segurança devem ser repassadas aos alunos e expostas em lugares apropriados, como nos laboratórios. Orientações gerais para as aulas práticas Sempre realizar o experimento antes. Se houver troca de material, realizar novos testes. Solicitar, com antecedência, a compra e a organização do material a ser utilizado. Organizar a aula de modo a otimizar o tempo, planejando, antecipadamente, a ordem e a forma de realização dos experimentos. Sempre que necessário, experimentos e materiais podem ser substituídos. Eletricidade Somente podem ser realizadas experiências com pilhas e baterias de corrente contínua e tensão máxima de 9 volts. Os fios condutores nunca devem estar desencapados, sob o risco de provocar choques elétricos e curto-circuito. Substâncias químicas Quando forem fortes, devem estar diluídas. Ao manipulá-las, o professor deve utilizar proteção não somente para os olhos, mas, também, para mãos, braços e tronco. Substâncias muito concentradas, tóxicas ou que ofereçam risco aos alunos não devem ser utilizadas. Ciências 9

10 Sangue humano Não poderá ser utilizado em hipótese alguma. Importante É importante, ainda, orientar os alunos para que tenham cuidados, como: entrar no laboratório (ou local do experimento) andando, nunca correndo; aguardar as instruções do professor para iniciar a aula e ler, atentamente, os procedimentos (como fazer); comunicar ao professor acidentes de qualquer natureza; evitar passar os dedos nos olhos, no nariz e na boca, ao realizar experimentos; tomar cuidado ao utilizar tomadas; ler, atentamente, a identificação dos materiais; ter cuidado ao manusear vidraria. Orientações de segurança nas aulas de campo Quando sair com os alunos para trabalhos fora do ambiente escolar, as seguintes propostas devem ser consideradas: andar sempre com os alunos em grupo e devidamente identificados; orientá-los para que andem sempre com calma e que, somente sob orientação, toquem ou mexam em objetos e instrumentos; os alunos devem ir para a aula de campo com uniforme (facilita a identificação), sapatos adequados (de preferência tênis) e levar água. Se forem a algum local aberto, orientá-los a usarem boné e protetor solar; se necessário o uso de transporte, optar por aquele que ofereça cintos de segurança (três pontos) e não permitir a circulação dos alunos enquanto o veículo estiver em movimento. Orientações de segurança no uso de computadores e outros equipamentos elétricos Alguns cuidados que você e seus alunos devem ter com os recursos elétricos ou eletrônicos: o equipamento deve ser inspecionado regularmente, procurando-se sinais de funcionamento anormal, como superaquecimento e odor característico; cabos e conectores devem ser verificados, certificando-se de que estejam funcionando corretamente, sem ligações improvisadas com fita isolante ou sinais de abrasão, ou, ainda, falta de parafusos de fixação nas conexões; fios excedentes devem estar acondicionados adequadamente, evitando alças que possam originar acidentes; o ambiente deve estar limpo e seco; os circuitos devem estar protegidos por fusíveis projetados para suportar a intensidade de corrente dos aparelhos, sendo necessária, onde for o caso, a instalação de fio terra. 10 Livro do Professor

11 6º. ano 1º. volume Programação anual de conteúdos 6.º ano 1 ọ volume 2 ọ volume 3 ọ volume 4 ọ volume 1. De olho no Universo 2. Terra e Universo 3. Terra: lugar da vida 4. Relações ecológicas 5. Solo e vida 6. Poluição e contaminação do solo 7. A importância da agricultura 8. A água 9. Água e saúde 10. O ar 11. O ar e a saúde Estrelas, constelações e galáxias História da Astronomia Sistema Solar Origem e expansão do Universo A descoberta do espaço Os movimentos dos astros Lua: satélite natural da Terra A formação da Terra Condições para a existência de vida A Terra e os seres vivos Os ambientes da Terra Relações harmônicas Relações desarmônicas Solo e ambiente Funções do solo Degradação do solo O problema do lixo O solo e a saúde Técnicas de tratamento do solo O mau uso do solo Distribuição da água no planeta Importância da água Ciclo da água Propriedades da água Água bem tratada Poluição da água Saneamento ambiental e tratamento de esgoto A qualidade da água e a saúde Propriedades do ar Poluição do ar e seus efeitos Poluição do ar e seus efeitos Doenças relacionadas ao ar 12. Fontes de energia Energias convencionais Energias alternativas Sustentabilidade Ciências 11

12 7.º ano 1 ọ volume 2 ọ volume 3 ọ volume 4 ọ volume 1. Conhecendo a biosfera 2. Vírus e bactérias 3. Protistas 4. Fungos 5. Animais invertebrados I 6. Animais invertebrados II 7. Animais vertebrados ectotérmicos 8. Animais vertebrados endotérmicos 9. Plantas 10. Matéria e energia nos ecossistemas Célula: unidade da vida Origem da vida e das espécies A classificação dos seres vivos e o conhecimento da biodiversidade Vírus: seres sem reino Conhecendo as bactérias Bactérias e arqueobactérias Importância das bactérias Protozoários Algas Variedade dos fungos Hábitat e modo de vida dos fungos Importância ecológica e econômica dos fungos Poríferos e cnidários Platelmintos e nematódeos Moluscos e anelídeos Artrópodes Equinodermos Peixes Anfíbios Répteis Aves Mamíferos Briófitas e pteridófitas Gimnospermas Angiospermas Órgãos vegetativos e reprodutivos Cadeias e teias alimentares Ciclos biogeoquímicos e a vida 12 Livro do Professor

13 6º. ano 1º. volume 8.º ano 1 ọ volume 2 ọ volume 3 ọ volume 4 ọ volume 1. O que nos torna humanos? 2. Os tecidos do corpo humano 3. Alimentos 4. Fornecimento e uso de energia 5. Circulação e defesa 6. Movimento e sustentação 7. Coordenação e controle do corpo 8. Água, resíduos e controle da temperatura 9. A perpetuação da vida 10. Biotecnologia Características do ser humano Corpo humano: conhecendo a célula Níveis de organização do ser humano Tecidos epiteliais Tecidos conjuntivos Tecidos musculares Tecido nervoso Grupos de nutrientes Alimentação equilibrada Sistema digestório Sistema respiratório Sistema cardiovascular O sangue Sistema linfático Ossos Músculos Atividades físicas e saúde Sistema nervoso Os sentidos Sistema endócrino Sistema urinário Suor Equilíbrio hídrico Sistema genital Reprodução humana DST s Hereditariedade Clonagem Organismos geneticamente modificados Genoma humano Ciências 13

14 9.º ano 1. Medidas na Física Sistema Internacional Grandezas Escalares e Vetoriais 1 ọ volume 2. Movimento na Cinemática Conceitos fundamentais Velocidade Aceleração 2 ọ volume 3. Movimento na dinâmica Leis de Newton Força de atrito Formas de energia Energia mecânica 4. Gravitação Universal Modelos cosmológicos Leis da gravitação Aceleração da gravidade FÍSICA 3 ọ volume 5. Termologia 6. Óptica Temperatura e calor Escalas termométricas Calorimetria Processos de transmissão de calor Conceitos fundamentais Reflexão e refração da luz Espelhos e lentes Olho humano 7. Acústica Conceitos fundamentais Nível sonoro Instrumentos musicais 4 ọ volume 8. Eletricidade Eletricidade Eletrodinâmica Magnetismo Eletromagnetismo 14 Livro do Professor

15 6º. ano 1º. volume 9.º ano 1. Introdução à Química: do macro ao micro Química e seus campos de estudo Laboratório químico Pensamento científico 1 ọ volume 2. Transformações, propriedades e composição da matéria Matéria e energia Fenômenos físicos e químicos Substâncias puras e misturas Tratamento de água 3. Modelos atômicos e suas representações Da alquimia à química Constituição da matéria Elementos químicos e a vida na Terra Ciências QUÍMICA 2 ọ volume 4. Radioatividade 5. Tabela periódica Emissões radioativas Fissão e fusão nuclear Radiação: suas aplicações e implicações Diferentes tipos de geração de energia e a sustentabilidade Divisões da tabela periódica Radioatividade e tabela periódica Geração de resíduos e reciclagem 3 ọ volume 6. Ligações químicas Estabilidade dos elementos químicos Ligação iônica Ligação covalente Eletrólitos e não eletrólitos 7. Funções químicas Funções inorgânicas Funções orgânicas Funções bioquímicas 4 ọ volume 8. Reações e relações químicas Transformações das substâncias Principais reações químicas Corpo humano: um grande reator químico Nutrientes e proporções estequiométricas 15

16 Referências BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências Naturais. Brasília: MEC, FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 35. ed. São Paulo: Paz e Terra, LOPES, Alice R. C. Conhecimento escolar: ciência e cotidiano. Rio de Janeiro: UERJ, MAIA, Newton Freire. A ciência por dentro. 3. ed. Petrópolis: Vozes, MOREIRA, Marco Antonio. Aprendizagem significativa. Brasília: UnB, MOREIRA, Marco Antônio; OSTERMANN, Fernanda. Sobre o ensino do método científico. Caderno catarinense de ensino de Física, Florianópolis, v. 10, n. 2, p , ago SANTOS, Boaventura de Souza. Um discurso sobre as Ciências. 3. ed. São Paulo: Cortez, SANTOS, Maria Eduarda Vaz Moniz dos. Cidadania, conhecimento, ciência e educação CTS. Rumo a novas dimensões epistemológicas. Revista Ibero-americana de Ciência, Tecnologia e Sociedade, Portugal, v. 2, n. 6, p , dez Livro do Professor

Programação anual de conteúdos

Programação anual de conteúdos Programação anual de conteúdos 6.ºa n o 1. De olho no Universo 2. Terra e Universo 3. Terra: lugar da vida 4. Relações ecológicas 5. Solo e vida Estrelas, constelações e galáxias História da Astronomia

Leia mais

7º. ano 1º. volume. Ciências

7º. ano 1º. volume. Ciências 7º. ano 1º. volume Ciências r o s s e f o r P o Livro d Dados Internacionais para Catalogação na Publicação (CIP) (Maria Teresa A. Gonzatti/CRB9-1584/Curitiba, PR, Brasil) S586 Silvano, Angela Ciências:

Leia mais

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE CIÊNCIAS

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE CIÊNCIAS PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE CIÊNCIAS 6 ano 1 volume CONTEÚDOS OBJETIVOS 1.Astronomia: estudando o céu Estrelas e constelações Sistema Solar e exploração do Universo - Movimentos da - Terra e da Lua Reconhecer

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE CIÊNCIAS

PLANEJAMENTO ANUAL DE CIÊNCIAS COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE CIÊNCIAS 7º ANO PROFESSORA: LUCIANA PERES

Leia mais

1º ANO MATRIZ CURRICULAR DE CIÊNCIAS NATURAIS. Eu um ser no ambiente

1º ANO MATRIZ CURRICULAR DE CIÊNCIAS NATURAIS. Eu um ser no ambiente 1º ANO MATRIZ CURRICULAR DE CIÊNCIAS NATURAIS Eu um ser no ambiente Higiene Corporal Os cinco sentidos Corpo humano Perceber a importância do cuidado com o corpo, da vacinação e da prevenção de acidentes.

Leia mais

Quadro de conteúdos CIÊNCIAS

Quadro de conteúdos CIÊNCIAS Quadro de conteúdos CIÊNCIAS 1 6 o ano UNIDADE CAPÍTULO CONTEÚDO 1 Ecologia: seres vivos e ambiente 2 Água: substância vital 3 O ar e a atmosfera 1 O mundo dos seres vivos 2 Os seres vivos e as suas interações

Leia mais

2º ANO PLANO DE DISCIPLINA (PLADIS) PELO ADT BOL INTR / DEP, DE

2º ANO PLANO DE DISCIPLINA (PLADIS) PELO ADT BOL INTR / DEP, DE Fl-1 SISTEMA COLÉGIO MILITAR DO BRASIL COLÉGIO MILITAR DE CURITIBA ENSINO MÉDIO ELABORADO EM 2007 BIOLOGIA 2º ANO CARGA HORÁRIA: 90 HORAS Nr SESSÕES: 120 HORAS-AULA PLANO DE DISCIPLINA (PLADIS) PELO ADT

Leia mais

DESCUBRA a evolução do conteúdo educacional

DESCUBRA a evolução do conteúdo educacional DESCUBRA a evolução do conteúdo educacional Química Aprenda química de forma super interativa e inovadora. Explore diversos conteúdos da disciplina: os elementos químicos, tabela periódica, modelos atômicos

Leia mais

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA

MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA MATERIAL DE DIVULGAÇÃO DA EDITORA MODERNA Professor, nós, da Editora Moderna, temos como propósito uma educação de qualidade, que respeita as particularidades de todo o país. Desta maneira, o apoio ao

Leia mais

X Olimpíada Santa Cecília de Ciências da Natureza, Matemática e Redação 6º ANO

X Olimpíada Santa Cecília de Ciências da Natureza, Matemática e Redação 6º ANO 6º ANO 3933_3ªET/14-Circular Olimp.(6º)CP_ARIS369 6º ANO Olimpíada Santa Cecília de Ciências, na(s) seguinte(s) disciplina(s): ( ) ( ) Ciências ( ) Redação Ciências de 05, e terá a duração de 4 As provas

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Área de conhecimento: Ciências da Natureza e suas Tecnologias. Componente Curricular: BIOLOGIA Série:

Leia mais

Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar - Ciências Naturais

Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar - Ciências Naturais Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar - Ciências Naturais A proposta Em sua organização teórico-metodológica, a proposta enfatiza a construção do pensamento científico acerca

Leia mais

BIOLOGIA NO ENEM: CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

BIOLOGIA NO ENEM: CONTEÚDO PROGRAMÁTICO BIOLOGIA NO ENEM: CONTEÚDO PROGRAMÁTICO O ENEM, Exame Nacional do Ensino Médio, em sua versão 2012, apresentará uma redação e 180 questões objetivas, divididas nas quatro áreas do conhecimento: - Ciências

Leia mais

Ciências da Natureza. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo

Ciências da Natureza. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo Ciências da Natureza baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo 1 PROPOSTA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA Elementary School 2 K5 Meu corpo Meu corpo. Higiene do corpo. Órgãos

Leia mais

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE CIÊNCIAS UNIDADE 1 Conteúdos. UNIDADE 2 Conteúdos

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE CIÊNCIAS UNIDADE 1 Conteúdos. UNIDADE 2 Conteúdos Ser humano: semelhanças e diferenças (características físicas e comportamentais, gostos pessoais) Partes do corpo humano Sentidos humanos: audição, visão, paladar, tato e olfato Cuidados com os órgãos

Leia mais

CIÊNCIAS DESCRITORES

CIÊNCIAS DESCRITORES CIÊNCIAS DESCRITORES 1. BIMESTRE - 2015 4.º ANO Identificar a permeabilidade nos diferentes tipos de solo. Identificar a presença de água no interior do corpo dos seres vivos. Identificar as condições

Leia mais

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário

PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário PLANIFICAÇÃO CIÊNCIAS NATURAIS (8.º ANO) 2015/2016 Docentes: João Mendes, Madalena Serra e Vanda Messenário 1 Metras Curriculares Estratégias Tempo Avaliação TERRA UM PLANETA COM VIDA Sistema Terra: da

Leia mais

PROCESSO SELETIVO BIOLOGIA ÁREA: CIÊNCIAS DA NATUREZA, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS

PROCESSO SELETIVO BIOLOGIA ÁREA: CIÊNCIAS DA NATUREZA, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS PROCESSO SELETIVO BIOLOGIA ÁREA: CIÊNCIAS DA NATUREZA, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS Perceber e utilizar os códigos intrínsecos da Biologia. Relacionar o conhecimento das diversas disciplinas para o entendimento

Leia mais

Centro de Educação Integrada

Centro de Educação Integrada Centro de Educação Integrada 2º ANO BIOLOGIA Sistemática e classificação biológica Biodiversidade Vírus Reino Monera: bactérias e arqueas Reino Protoctistas: Algas e protozoários Reino Fungi: Fungos Fundamentos

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Área de conhecimento: CIENCIAS DA NATUREZA, MATEMATICA E SUAS TECNOLOGIAS Componente Curricular:

Leia mais

IV Colóquio Internacional Educação e Contemporaneidade ISSN 1982-3657

IV Colóquio Internacional Educação e Contemporaneidade ISSN 1982-3657 TEMAS DE BIOLOGIA MAIS FREQUENTES NO PROCESSO SELETIVO SERIADO (PSS) DA UFPB E OS CONTEÚDOS DE ENSINO DE BIOLOGIA, SEGUNDO OS ORIENTADORES CURRICULARES Alessandro Tomaz Barbosa 1, Marsílvio Gonçalves Pereira

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR BIOLOGIA APRESENTAÇÃO

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR BIOLOGIA APRESENTAÇÃO PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR BIOLOGIA APRESENTAÇÃO A Biologia tem como objeto de estudo o fenômeno Vida, contribuindo para formar sujeitos críticos e atuantes, por meios dos conteúdos que ampliem seu

Leia mais

Plano de Trabalho Docente - 2015. Ensino Médio. Habilitação Profissional: Técnico em Informática para Internet Integrado ao Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente - 2015. Ensino Médio. Habilitação Profissional: Técnico em Informática para Internet Integrado ao Ensino Médio Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Médio Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: CIÊNCIAS DA NATUREZA Componente Curricular: BIOLOGIA Série: 1ª Eixo Tecnológico:

Leia mais

OBJETIVOS CURRICULARES

OBJETIVOS CURRICULARES OFICINA DE PROJETOS Ciências Naturais 1 Construir noções sobre planeta a partir do planeta Terra; 2 Descrever a estrutura do planeta; 3 Conceituar a litosfera, destacando as rochas, os minérios e o solo

Leia mais

Software. GUIA DO PROFESSOR Conquista do meio terrestre e adaptações

Software. GUIA DO PROFESSOR Conquista do meio terrestre e adaptações Conquista do meio terrestre e adaptações Conteúdos: Tempo: Objetivos: Conquista do meio terrestre e adaptações 1 hora-aula de 50 minutos Mostrar como os processos evolutivos podem transformar os seres

Leia mais

Oficina de Apropriação de Resultados. Paebes 2013

Oficina de Apropriação de Resultados. Paebes 2013 Oficina de Apropriação de Resultados Paebes 2013 Objetivos: Interpretar os resultados da avaliação do Programa de Avaliação da Educação Básica do Espírito Santo (PAEBES). Discutir e elaborar estratégias

Leia mais

- Valorizar o trabalho de conservação ½ Ecologia. ambiental.

- Valorizar o trabalho de conservação ½ Ecologia. ambiental. C O L É G I O L A S A L L E Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Guarani, 000 - Fone (045) 35-336 - Fax (045) 3379-58 http://www.lasalle.edu.br/toledo/ DISCIPLINA: PROFESSOR(A): E-MAIL: CIÊNCIAS

Leia mais

PLANEJAMENTO ANUAL DE CIÊNCIAS

PLANEJAMENTO ANUAL DE CIÊNCIAS COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE CIÊNCIAS 8º ANO PROFESSORA: LUCIANA PERES

Leia mais

DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO

DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SUBSECRETARIA DE ENSINO COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO Provas 2º Bimestre 2012 CIÊNCIAS DESCRITORES DESCRITORES DO 2º BIMESTRE DE 2012

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

Planificação Anual. Professora: Pedro Miguel Bezerra Disciplina: Ciências Naturais Ano: 5.º Turma: B Ano letivo: 2014-2015

Planificação Anual. Professora: Pedro Miguel Bezerra Disciplina: Ciências Naturais Ano: 5.º Turma: B Ano letivo: 2014-2015 Planificação Anual Professora: Pedro Miguel Bezerra Disciplina: Ciências Naturais Ano: 5.º Turma: B Ano letivo: 2014-2015 Domínio/Objetivos Descritores de Desempenho Atividades/Estratégias Avaliação Matéria

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Área de conhecimento: CIÊNCIAS DA NATUREZA, MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS Componente Curricular:

Leia mais

CURSO: GESTÃO AMBIENTAL

CURSO: GESTÃO AMBIENTAL CURSO: GESTÃO AMBIENTAL OBJETIVOS DO CURSO Objetivos Gerais O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental tem por objetivo formar profissionais capazes de propor, planejar, gerenciar e executar ações

Leia mais

PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR

PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR PROJETO RECICLAR PARA PRESERVAR FABIA GRAVINA VIEIRA ROCHA Colégio e Faculdade Modelo do Paraná- Curitiba/PR fabiagravina@hotmail.com RESUMO Sensível à necessidade de reflexão sobre as relações dos seres

Leia mais

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental, Médio e Pré-vestibular. Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 PLANEJAMENTO ANUAL DE CIÊNCIAS 6ª ANOS C e D

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

Programação Anual. 6 ọ ano (Regime 9 anos) 5 ạ série (Regime 8 anos) VOLUME VOLUME

Programação Anual. 6 ọ ano (Regime 9 anos) 5 ạ série (Regime 8 anos) VOLUME VOLUME Programação Anual 6 ọ ano (Regime 9 anos) 5 ạ série (Regime 8 anos) 1. Astronomia: estudando o céu Estrelas e constelações Estudo do Universo Sistema Solar 2. Movimentos da Terra e da Lua Dia e noite Estações

Leia mais

Apontamentos das obras LeYa em relação ao Currículo Mínimo para o Ensino Médio do estado do RIO DE JANEIRO. Física Interação e Tecnologia

Apontamentos das obras LeYa em relação ao Currículo Mínimo para o Ensino Médio do estado do RIO DE JANEIRO. Física Interação e Tecnologia Apontamentos das obras LeYa em relação ao Currículo Mínimo para o Ensino Médio do estado do RIO DE JANEIRO Física Interação e Tecnologia 2 Caro professor, Este guia foi desenvolvido para ser uma ferramenta

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

GERÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE PLANALTINA CENTRO DE ENSINO FUNDAMENTAL 02 COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA - 2013. Plano de Ensino

GERÊNCIA REGIONAL DE ENSINO DE PLANALTINA CENTRO DE ENSINO FUNDAMENTAL 02 COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA - 2013. Plano de Ensino Plano de Ensino 1. IDENTIFICAÇÃO: DISCIPLINA: CIÊNCIAS NATURAIS Turma: A / B / C / D /E SÉRIE/ANO: 8ª / 9º Turno: MATUTINO Bimestral: 1º / 2º / 3º / 4º Anual: 2013 Professor: MÁRIO CÉSAR CASTRO E-mail:

Leia mais

CENTRO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA Educando para o pensar Tema Integrador 2013 / Construindo o amanhã: nós agimos, o planeta sente CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

CENTRO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA Educando para o pensar Tema Integrador 2013 / Construindo o amanhã: nós agimos, o planeta sente CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS CENTRO DE EDUCAÇÃO INTEGRADA Educando para o pensar Tema Integrador 2013 / Construindo o amanhã: nós agimos, o planeta sente BIOLOGIA I TRIMESTRE A descoberta da vida Biologia e ciência Origem da vida

Leia mais

Recomendada. A coleção apresenta eficiência e adequação. Ciências adequados a cada faixa etária, além de

Recomendada. A coleção apresenta eficiência e adequação. Ciências adequados a cada faixa etária, além de Recomendada Por quê? A coleção apresenta eficiência e adequação metodológica, com os principais temas relacionados a Ciências adequados a cada faixa etária, além de conceitos em geral corretos. Constitui

Leia mais

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um 1 TURISMO E OS IMPACTOS AMBIENTAIS DERIVADOS DA I FESTA DA BANAUVA DE SÃO VICENTE FÉRRER COMO TEMA TRANSVERSAL PARA AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PROJETO TRAVESSIA DA ESCOLA CREUSA DE FREITAS CAVALCANTI LURDINALVA

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS 5.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE CIÊNCIAS NATURAIS 5.º ANO DE CIÊNCIAS NATURAIS 5.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO No domínio da Água, o ar, as rochas e o solo - materiais terrestres, o aluno deve ser capaz de: Compreender a Terra como um planeta especial

Leia mais

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ARLINDO RIBEIRO ENSINO MÉDIO E PROFISSIONAL PLANEJAMENTO ANUAL

CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ARLINDO RIBEIRO ENSINO MÉDIO E PROFISSIONAL PLANEJAMENTO ANUAL CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ARLINDO RIBEIRO ENSINO MÉDIO E PROFISSIONAL Professor: Cleide Maria Senger Disciplina: Biologia Série: 3º Ano: 2013 1º Bimestre PLANEJAMENTO ANUAL Conteúdo Estruturante

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

Quadro de conteúdos BIOLOGIA

Quadro de conteúdos BIOLOGIA Quadro de conteúdos BIOLOGIA Biologia UNIDADE CAPÍTULO CONTEÚDO 1 Estudo da vida 2 A química da vida 3 Biotecnologia 4 Evolução dos seres vivos 5 Ecologia: a vida no ambiente 1 Características de um ser

Leia mais

Meio Ambiente PROJETOS CULTURAIS. 4 0 a O - fu dame tal. Cuidar da vida também é coisa de criança. Justificativa

Meio Ambiente PROJETOS CULTURAIS. 4 0 a O - fu dame tal. Cuidar da vida também é coisa de criança. Justificativa Meio Ambiente 4 0 a O - fu dame tal Cuidar da vida também é coisa de criança Justificativa PROJETOS CULTURAIS Na idade escolar, as crianças estão conhecendo o mundo (Freire, 1992), sentindo, observando,

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

Ciências Naturais 2009

Ciências Naturais 2009 Ciências Naturais 2009 Governador do Estado de Pernambuco Eduardo Henrique Accioly Campos Secretário de Educação do Estado Danilo Jorge de Barros Cabral Chefe de Gabinete Nilton da Mota Silveira Filho

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático.

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático. A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA Fabricio Santos Almeida 1 Márcia Cristiane Eloi Silva Ataide 2 1 Licenciando em Química, Universidade Federal do Piauí - UFPI. 2 Professora

Leia mais

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES

TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES TENDÊNCIAS RECENTES DOS ESTUDOS E DAS PRÁTICAS CURRICULARES Inês Barbosa de Oliveira O desafio de discutir os estudos e as práticas curriculares, sejam elas ligadas à educação de jovens e adultos ou ao

Leia mais

SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar

SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar Mariely Rodrigues Anger 1 Ana Carla Ferreira Nicola Gomes 2 Jussara Aparecida da Fonseca 3 Resumo: Apresentam-se

Leia mais

Estudos da Natureza na Educação Infantil

Estudos da Natureza na Educação Infantil Estudos da Natureza na Educação Infantil Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Infantil (RCNEI) parte 3 Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2015

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

Sistema Maxi no Ensino Fundamental I

Sistema Maxi no Ensino Fundamental I Sistema Maxi no Ensino Fundamental I Características do segmento Ensino Fundamental: Anos Iniciais compreende do 1º ao 5º ano a criança ingressa no 1º ano aos 6 anos de idade Fonte: shutterstock.com Material

Leia mais

Instituto Educacional Santa Catarina. Faculdade Jangada. Atenas Cursos

Instituto Educacional Santa Catarina. Faculdade Jangada. Atenas Cursos Instituto Educacional Santa Catarina Faculdade Jangada Atenas Cursos Curso de Capacitação em AEE Aluna: Ivete D. Poleto De Cezare Vanini, 01 de Maio de 2015. 1 - Tema: Deficiência Intelectual 2 - Problema:

Leia mais

Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar CIÊNCIAS NATURAIS

Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar CIÊNCIAS NATURAIS Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar CIÊNCIAS NATURAIS A proposta A proposta de ensino das Ciências Naturais se fundamenta na construção do pensamento científico acerca dos fenômenos

Leia mais

Projeto de Redesenho Curricular

Projeto de Redesenho Curricular AÇÕES DAS ESCOLAS PARTICIPANTES DO ProEMI COM TI Equipamentos midiáticos e tecnológicos adquiridos pelo PROEMI EE DONA ELISA DE COMPOS LIMA NOVELLI - DER ITARARÉ Objetivos Projeto de Redesenho Curricular

Leia mais

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Resumo Este projeto propõe a discussão da Década de Ações para a Segurança no Trânsito e a relação dessa com o cotidiano dos alunos, considerando como a prática

Leia mais

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN Brenda Luíza Patriota Lima e Silva¹ André Elias Nóbrega² João Batista dos Santos³

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Observatórios Virtuais

Observatórios Virtuais UNIVASF: UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE SÃO FRANCISCO TRABALHO DE ASTROFÍSICA ALUNO: PEDRO DAVID PEDROSA PROFESSOR: MILITÃO CURSO: MESTRADO NACIONAL PROFISSIONAL EM ENSINO DE FÍSICA Observatórios Virtuais

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e

tido, articula a Cartografia, entendida como linguagem, com outra linguagem, a literatura infantil, que, sem dúvida, auxiliará as crianças a lerem e Apresentação Este livro tem o objetivo de oferecer aos leitores de diversas áreas do conhecimento escolar, principalmente aos professores de educação infantil, uma leitura que ajudará a compreender o papel

Leia mais

UMA REFLEXÃO EPISTEMOLÓGICA DAS AULAS PRÁTICAS

UMA REFLEXÃO EPISTEMOLÓGICA DAS AULAS PRÁTICAS UMA REFLEXÃO EPISTEMOLÓGICA DAS AULAS PRÁTICAS Janice Silvana Novakowski Kierepka Professora de Educação Básica, Mestranda em Educação nas Ciências, Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande

Leia mais

O ENSINO DE FÍSICA: DA METODOLOGIA DE ENSINO ÀS CONDIÇÕES DE APRENDIZAGEM

O ENSINO DE FÍSICA: DA METODOLOGIA DE ENSINO ÀS CONDIÇÕES DE APRENDIZAGEM O ENSINO DE FÍSICA: DA METODOLOGIA DE ENSINO ÀS CONDIÇÕES DE APRENDIZAGEM José Cícero Santos (UFAL) [cjnego2007@gmail.com] Aldisío Alencar Gomes (UFAL) [aldisioalencar@gmail.com] Ana Paula Perdigão Praxedes

Leia mais

Ensino de Química - Inorgânica. Professora: Roseantony IFRJ/Campus Rio de Janeiro

Ensino de Química - Inorgânica. Professora: Roseantony IFRJ/Campus Rio de Janeiro Ensino de Química - Inorgânica Professora: Roseantony IFRJ/Campus Rio de Janeiro Química Inorgânica O que é? Definição da Wikipédia: Química inorgânica ou química mineral é o ramo da química que estuda

Leia mais

pasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwe rtyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbn Ciências

pasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwe rtyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbn Ciências Qwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzx cvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfg hjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwertyuio Planejamento Anual 2014 pasdfghjklzxcvbnmqwertyuiopasdfghjklzxcvbnmqwe

Leia mais

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO

RELATÓRIO DE TRABALHO DOCENTE OUTUBRO DE 2012 EREM JOAQUIM NABUCO UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA CÍCERO WILLIAMS DA SILVA EMERSON LARDIÃO DE SOUZA MARIA DO CARMO MEDEIROS VIEIRA ROBERTO GOMINHO DA SILVA

Leia mais

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA

ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA ENSINAR CIÊNCIAS FAZENDO CIÊNCIA Antonio Carlos Pavão Quero saber quantas estrelas tem no céu Quero saber quantos peixes tem no mar Quero saber quantos raios tem o sol... (Da canção de João da Guabiraba

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO

OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO ISSN 2177-9139 OLIMPÍADAS DE CIÊNCIAS EXATAS: UMA EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO ENSINO PÚBLICO E PRIVADO André Martins Alvarenga - andrealvarenga@unipampa.edu.br Andressa Sanches Teixeira - andressaexatas2013@gmail.com

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA

MODELAGEM MATEMÁTICA 600 MODELAGEM MATEMÁTICA *Carla da Silva Santos **Marlene Menegazzi RESUMO Este artigo retrata através de seus dados históricos, métodos e exemplo prático uma metodologia alternativa de ensino nos levando

Leia mais

O PLANETA TERRA E A POPULAÇÃO BRASILEIRA COMO CONTEÚDOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM NO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA 1

O PLANETA TERRA E A POPULAÇÃO BRASILEIRA COMO CONTEÚDOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM NO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA 1 1 O PLANETA TERRA E A POPULAÇÃO BRASILEIRA COMO CONTEÚDOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM NO ESTÁGIO DE DOCÊNCIA 1 Deisihany Armelin Santana 2 Carina Sala de Moreis 3 INTRODUÇÃO Este artigo analisa, criticamente,

Leia mais

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual

Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Currículo e tecnologias digitais da informação e comunicação: um diálogo necessário para a escola atual Adriana Cristina Lázaro e-mail: adrianaclazaro@gmail.com Milena Aparecida Vendramini Sato e-mail:

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

Proposta interdisciplinar de Ciências da Natureza e suas Tecnologias

Proposta interdisciplinar de Ciências da Natureza e suas Tecnologias Universidade Federal do Acre Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática Disciplina de Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias Proposta

Leia mais

Observar a paisagem. Nesta aula, vamos verificar como a noção de

Observar a paisagem. Nesta aula, vamos verificar como a noção de A U A UL LA Observar a paisagem Nesta aula, vamos verificar como a noção de paisagem está presente na Geografia. Veremos que a observação da paisagem é o ponto de partida para a compreensão do espaço geográfico,

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA PERMEIA MUDANÇAS DE ATITUDES NA SOCIEDADE

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA PERMEIA MUDANÇAS DE ATITUDES NA SOCIEDADE A EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA PERMEIA MUDANÇAS DE ATITUDES NA SOCIEDADE INTRODUÇÃO José Izael Fernandes da Paz UEPB joseizaelpb@hotmail.com Esse trabalho tem um propósito particular pertinente de abrir

Leia mais

Escola Secundária de Valongo PROFESSORAS: DINORA MOURA ISABEL MACHADO PIMENTA

Escola Secundária de Valongo PROFESSORAS: DINORA MOURA ISABEL MACHADO PIMENTA Escola Secundária de Valongo PROFESSORAS: DINORA MOURA ISABEL MACHADO PIMENTA 1º PERÍODO TEMAS / CONTEÚDOS COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS O ALUNO DEVERÁ SER CAPAZ DE: BLOCOS (90 min) ALGUMAS SUGESTÕES DE EXPERIÊNCIAS

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE

BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE BIOINDICADORES E BIOMARCADORES DE AGROQUÍMICOS NO CONTEXTO DA RELAÇÃO SAÚDE-AMBIENTE Cláudio Martin Jonsson Vera Lúcia Castro Jaguariúna, outubro 2005. O modelo de agricultura utilizado atualmente visa

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL:

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: AÇÃO TRANSFORMADORA IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública Belo Horizonte Março de 2013 Quem sou eu? A que grupos pertenço? Marcia Faria Westphal Faculdade

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04 Curso: Graduação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA PLENA MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP 1 ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP Claudete da Silva Ferreira - IFESP Márcia Maria Alves de Assis - IFESP RESUMO Esta apresentação se

Leia mais

COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO DE PALMEIRINHA - E.F.M. RUA: ARTHUR MOREIRA 160 PALMEIRINHA GUARAPUAVA/PR DISCIPLINA: FÍSICA SÉRIE: 2ºC

COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO DE PALMEIRINHA - E.F.M. RUA: ARTHUR MOREIRA 160 PALMEIRINHA GUARAPUAVA/PR DISCIPLINA: FÍSICA SÉRIE: 2ºC COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO DE PALMEIRINHA - E.F.M. RUA: ARTHUR MOREIRA 160 PALMEIRINHA GUARAPUAVA/PR PLANO DE TRABALHO DOCENTE - 2014 DISCIPLINA: FÍSICA SÉRIE: 2ºC PROFESSOR: CARLOS ALBERTO RAMOS DA SILVA

Leia mais

Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar CIÊNCIAS NATURAIS

Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar CIÊNCIAS NATURAIS Uma perspectiva de ensino para as áreas de conhecimento escolar CIÊNCIAS NATURAIS A proposta O Material Didático Positivo, em sua proposição textual e metodológica, procura fornecer elementos para que

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 3º ano / Ensino Médio Área: Ciências da Natureza e suas Tecnologias Disciplina Biologia carga horária: 120 horas

PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 3º ano / Ensino Médio Área: Ciências da Natureza e suas Tecnologias Disciplina Biologia carga horária: 120 horas MINISTERIO DA DEFESA DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E CULTURA DO EXERCITO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PREPARATORIA E ASSISTENCIAL PLANO DE SEQUÊNCIAS DIDÁTICAS 3º ano / Ensino Médio Área: Ciências da Natureza e suas

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Ambiente, Saúde e Segurança Componente Curricular: Meio Amb.

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio ETEC Professora Nair Luccas Ribeiro Código: 156 Município: Teodoro Sampaio Área de conhecimento: Ciências Humanas Componente Curricular: Geografia

Leia mais