Caracterização do universo popular regional nas histórias em quadrinhos de Maurício de Sousa: um estudo de caso da Revista do Chico Bento

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Caracterização do universo popular regional nas histórias em quadrinhos de Maurício de Sousa: um estudo de caso da Revista do Chico Bento"

Transcrição

1 Caracterização do universo popular regional nas histórias em quadrinhos de Maurício de Sousa: um estudo de caso da Revista do Chico Bento 1. INTRODUÇÃO Universidade de Mogi das Cruzes Camila Franco de Carvalho Beranger Orientadora: Dra. Cristina Schmidt Iniciação Científica GT 1 Teoria, Metodologia, Gêneros e Formatos da Folkcomunicação As produções de Maurício de Souza estão presentes no mercado mundial. São distribuídas e traduzidas para mais de dez países na Europa, na Ásia e na América do Norte (Estados Unidos). Para a aceitação de seu trabalho nessas localidades, além da tradução dos textos, houve uma adequação de algumas histórias e personagens àquelas realidades, usando as referências internacionais. Segundo Moacy Cirne em seu livro A linguagem dos quadrinhos, o artista deve manter um trabalho que seja questionador da indústria cultural e tenha compromissos com a realidade onde atua. Ele afirma ainda que a universalidade dos personagens e suas características não devem atender somente os aspectos de venda, e mesmo tendo um interesse em divulgar a cultura brasileira, acaba repetindo moldes veiculados no cinema e na televisão, reflexos dos valores globalizados. Por que Maurício de Souza, nos últimos anos, não tem tentado uma abrasileiração progressiva dos personagens que giram em torno da Mônica? É verdade que existe o Chico Bento está ligado a um mundo limitado dentro de seu universo ficcional (...).(1971, p.79) O autor quer dizer que as histórias criadas para Chico Bento passam uma idéia de um mundo diferente do real, caracteriza como um lugar ideal. O mundo rural é mais valorizado que a cidade e é colocado como uma solução para os problemas do homem. A presença da natureza, como um pano de fundo para uma realidade harmoniosa e segura, é a resposta para a felicidade. O respeito pelos rios, árvores, animais e pela terra torna-se a bandeira dos temas. Nesse momento em que as questões ambientais estão constantemente nos meios de comunicação, Chico Bento se tornou um defesor da natureza. Suas histórias apresentam verdadeiros discursos ecológicos. 1.1 Histórias em quadrinhos Os primeiros registros de histórias que têm uma seqüência são os desenhos feitos no interior das cavernas na idade da pedra. E, na idade média as ilustrações apresentavam alguns relevos baixos. Na primeira metade do século XIX, o suíço Rodolpne Töpffer fez alguns desenhos cômicos que já possuíam um formato parecido com os das HQs da atualidade. Na Alemanha, os primeiros personagens de HQ, Marx and Moriz, foram criados por Wilhelm Bush, em 1850, para ilustrar seus poemas considerados moralistas. As tirinhas de jornais nasceram nos EUA em 1894, Nessa mesma época, um dos primeiros personagens criados foi o Yellow Kid. 1

2 Nos quadrinhos cômicos surgem vários personagens e muitos destes estão em cena até hoje, como o Gato Felix (1928), Mickey Mouse (1928), Popeye (1929) e Betty Boop (1931). São da mesma época, as primeiras aventuras do repórter detetive Tintim de Belga Helgé. Nos anos 30, surgem historinhas mais bem elaboradas em termos de temas e acabamento técnico, como Tarzan e na ficção científica, Flash Gordon. Na década de 40, com a Segunda Guerra Mundial, surgem os maiores heróis conhecidos no universo dos quadrinhos, Superman, Batman e Capitão América. Já na década de 50, aparece o Spirit, de Will Eisner, que revoluciona as HQs com desenhos que lembram cenas de filme.a editora Abril traz ao Brasil, o Pato Donald e o Zé Carioca da Disney, em Nessa época surgem as adaptações dos clássicos de romances da literatura para quadrinhos e também surgem os heróis nacionais, para combater a concorrência americana. Na década de 60, surgem os heróis humanizados, que apresentavam problemas do cotidiano, como por exemplo, o Homem Aranha. No Brasil, as histórias em quadrinhos iniciaram com um italiano erradicado no Brasil, o desenhista Ângelo Agostini. Ele publicou seus primeiros quadrinhos na revista carioca Vida Fluminense. Em 1884, surgiu a primeira HQ de longa duração no Brasil, As Aventuras de Zé Caipora, que foi publicada na revista Ilustração. Em 1905, no Brasil, surge a revista O Tico Tico, a revista que representa até hoje, um grande marco do quadrinho nacional. Ainda no início do século passado, são criados os primeiros personagens com características nacionais: o Chiquinho, Reco Reco, Bolão e Azeitona. Em 1937, Roberto Marinho, entra na área dos quadrinhos, com o jornal O Globo. Na década de 1960, surgem vários quadrinistas brasileiros e com eles inúmeros personagens, como o Pererê de Ziraldo. É nessa época que surgiu Mauricio de Sousa, que criou a turma mais famosa do Brasil, A Turma da Mônica. Já nos anos 80, destacam-se Miguel de Paiva que criou a Radical Chic, e Laerte que idealizou Os Piratas do Tietê. Também nesse período ganha grande espaço entre os leitores brasileiros os mangás japoneses, e com eles uma influencia na HQ brasileira em termos de caracterização de personagens Mauricio de Sousa Mauricio de Sousa nasceu no estado de São Paulo na cidade de Santa Isabel, em Com poucos meses, Mauricio foi levado pela família para a cidade vizinha de Mogi das Cruzes, onde viveu uma parte da infância. Outra parte foi vivida em São Paulo, onde estudou e tinha uma atividade profissional em emissora de rádio, no interior. Apesar disso, seu objetivo profissional sempre foi se dedicar ao desenho e, para isso decidiu voltar-se totalmente ao mercado da capital paulista, onde editoras e jornais pudessem se interessar por seus trabalhos. Foi assim que conseguiu uma vaga como repórter policial no jornal Folha da Manhã, onde trabalhou durante cinco anos. Em 1959, fez uma série de historinhas do Bidu, um cão, e seu dono, Franjinha. As tiras foram compradas e publicadas pela a Folha de São Paulo em Esses personagens com histórias simples, mas próximas do cotidiano dos leitores, tornou-se o maior sucesso editorial do país. De acordo com as informações do site oficial da Turma da Mônica (www.turmadamonica.com.br), seu sucesso empresarial demonstra que é possível ter uma postura empreendedora nas atividades artísticas. A Mauricio de Sousa Produções(MSP) criou mais de duzentos desenhos animados e transformou o universo infantil em um grande negócio. Com projetos desenvolvidos no mercado editorial, com uma tiragem mensal superior a 2 milhões de exemplares; de lazer, com parque temático e brinquedos; e licenciamento de 2

3 personagens para mais de 350 marcas registradas. O site oficial traz informações mais detalhadas, afirma que a empresa já passa dos 40 anos de existência e agrega um acervo com mais de 200 personagens, dez longas-metragens e os estúdios já trabalham com a televisão, comercialização de 700 mil unidades de DVD e VHS, cerca de 3 mil itens com a marca da Turma da Mônica em mais de 100 empresas e um portal na Internet líder na categoria de sites infantis, com aproximadamente 1 milhão de page views por dia. No Brasil, as marcas estão associadas a uma variada gama de produtos, que vão de goiabadas a roupas infantis. É importante ressaltar que as histórias em quadrinhos de Mauricio de Sousa fazem uso de referências culturais do cotidiano, temáticas e perfis de personagens. E, particularmente em Chico Bento busca referências de um cotidiano rural, caipira colocado como ideal. Considerando todos esses aspectos é que foi definido como objetivo geral estudar as referências culturais populares presentes nas histórias em quadrinhos de Maurício de Sousa, nas revistas do personagem Chico Bento e o universo rural construído. E como objetivos específicos: Analisar a personagem com base em bibliografia específica; Levantar as temáticas trabalhadas nas revistas identificando as referências populares; Descrever o universo rural construído nas histórias comparando-o com dados relativos ao meio rural da região do Alto Tietê. Ao pesquisarmos a obra de Mauricio de Sousa estamos contribuindo para o estudo da mídia quadrinhos e a leitura que estas fazem da cultura regional e acreditamos, também, estar prestando uma homenagem ao criador que viveu nesta região. Este estudo tem importância fundamental para alunos do curso de Comunicação Social, principalmente Jornalismo, uma vez que as personagens de Mauricio de Sousa estão presentes em uma série de veículos de comunicação voltados para o universo regional e constroem uma realidade que é veiculada em diversos tipos de publicações jornalísticas e publicitárias. Além dos gibis das diversas personagens, tirinhas são publicadas em suplementos infantis que circulam encartados em jornais e diversas partes do país e do mundo. Também no mundo audiovisual, as criações de Mauricio estão presentes e já protagonizaram vários longas-metragens exibidos no cinema. Compreender o modo como o universo popular regional alimenta essas histórias, servindo de referências, e como são veiculadas pelas histórias das personagens do Mauricio de Sousa irá contribuir em muito para a formação do comunicólogo que pretende atuar em veículos de comunicação. 2. Desenvolvimento 2.1.Metodologia A pesquisa foi elaborada de acordo com o método de estudo de caso que, de acordo com o autor Antônio Carlos Gil (1996; p ) estudo de caso é o estudo profundo e exaustivo de um ou de poucos objetos, de maneira que permita o seu amplo e detalhado conhecimento, tarefa praticamente impossível mediante os outros delineamentos. O estudo de caso é adotado na investigação de fenômenos das mais diversas áreas do conhecimento, que pode ser definido como um método que parte de uma unidade de caso para ver a complexidade que envolve sua apresentação a unidade será, dentro das HQs de Maurício de Sousa, a revista do Chico Bento. O estudo de caso é apropriado, pois apresenta flexibilidade com relação ao planejamento, ao longo do processo o pesquisador se mantém atento às novidades da pesquisa. É comum que o pesquisador ao longo da pesquisa desperte o seu interesse por outros aspectos que não eram o inicial. Freqüentemente, o estudo desses aspectos se torna mais relevante para a solução do problema do que os considerados inicialmente. No estudo de caso, o pesquisador visualiza o objeto como um todo dentro de um contexto, no caso o contexto da cultura regional. 3

4 No entanto, existem algumas limitações na utilização do estudo de caso, a mais grave se refere à dificuldade de generalização. Normalmente, os resultados das pesquisas tornam-se equivocados. Esta pesquisa é qualitativa, pois, apresenta como objetivo alcançar resultados mais próximos da realidade, uma pesquisa subjetiva e profunda baseada nos estudos realizados. Será feito um levantamento de bibliográficas e documentos, em bibliotecas e centros de documentação, em jornais e meios de comunicação regionais, para o mapeamento das características do homem da região do Alto Tietê. Neste projeto, o Chico Bento será analisado como um instrumento de comunicação popular. A partir dos conceitos nele analisado como cultura de massa e cultura popular. Num segundo momento, a definição da amostra das Revistas/histórias do Chico Bento que será analisada, uma leitura sistemática de cada uma trazendo as personagens, as localidades, as temáticas; a construção de um quadro de categorias, a partir das características da cultura regional, para aplicação nas análises; e, por fim, a análise das histórias situando dentro do quadro de categorias. 3. Análise dos Resultados 3.1.conceito de cultura de massa De um modo geral, é possível dizer que a cultura de massa está ligada aos meios e formas amplas de comunicação ligada a grandes instituições, está ligada ao ensino, à ciência e à política e que atingem um público diversificado; e a cultura popular que pode ser considerada como aquela que é criada pelo povo, que faz uma leitura do mundo e da vida a partir do que vive, pode ser por meio de hereditariedade ou de contato com outras culturas como a de massa-, e atinge um público mais específico. Cultura de massa pode ser considerada a comunicação de nossos dias, ela está por todos os lados na moda, nos meios de comunicação TV, rádio, cinema, internet, no trabalho e na economia, e adquire o status de indústria cultural, e como explica Teixeira Coelho no livro O que é Indústria Cultural: Os meios de comunicação de massa e a cultura de massa surgem como funções do fenômeno da industrialização. É esta, através das alterações que produz no modo de produção e na forma do trabalho humano, que determina um tipo particular de indústria (a cultural) e de cultura (a de massa), implantando numa e noutra os mesmos princípios em vigor na produção econômica em geral: o uso crescente da máquina; a exploração do trabalhador; a divisão do trabalho. (p.10) 3.2 cultura popular Bem diferente da cultura de massa, a cultura popular tem raízes nas tradições, costumes, no modo de ser de cada povo: o modo de ter fé e expressar, as lendas, as festas, o modo de vestir, a comida, a forma de falar. O povo, têm seus próprio princípios, agindo de acordo com ele. Todas as suas características surgem dentro do local onde moram e acontece de acordo com a necessidade de cada grupo, seus modos não são criados por leis externas, mas algumas vezes recebem influência de outros lugares e outros povos. Muitos estudiosos chamam esse modo de folclores. Câmara Cascudo fala que o folclore envolve técnicas e processos utilitários, e também formas de relacionamento e formas de expressão emocional. O autor define no seu Dicionário de Folclore como qualquer objeto de interesse humano, tendo uma finalidade material e lógica. Não somente contos e cantos, mas a maquinaria faz nascerem hábitos, costumes, gestos, superstições, alimentação, indumentária, sátira, lirismo, assimilados nos grupos sociais participantes. (1962, p.319) 4

5 O antropólogo Carlos Rodrigues Brandão em seu livro O que é folclore diz que há várias formas de definir o folclore. Na cabeça de alguns, folclore é tudo o que o homem do povo faz e reproduz como tradição. Na de outros, é só uma pequena parte das tradições populares. Na cabeça de uns, o domínio do que é folclore, é tão grande quanto o do que é cultura. (p.23) O autor explica ainda que folclore é tudo aquilo que existindo como forma peculiar de sentir e pensar o mundo existe também como costumes e regras de relações sociais (p.28). Então, o folclore é formado pelas formas de manifestações do pensar, agir, sentir dos diversos grupos sociais, estudo e conhecimento das tradições de um povo. Essas manifestações podem ser crenças populares, contos, costumes, festas tradicionais Folkcomunicação A cultura popular, por sua vez, quando expressam idéias fazem comunicação, comunicam a forma de pensar de um grupo a outro. Isso, segundo o jornalista e pesquisador Luiz Beltrão é Folkcomunicação. Folkcomunicação veio para estudar cadeias comunicacionais e informativas, que à margem dos circuitos formais de comunicação, levavam aos públicos mais distantes aquelas informações que lhes interessava ou terminava por atingi-los, segundo interesses de seus emissores. ( Beltrão,1980, p. 2 e 6). O professor ANTONIO HOHLFELDT explica que: Folkcomunicação não é o estudo da cultura popular ou do folclore. E sim é o estudo dos procedimentos comunicacionais pelos quais as manifestações da cultura popular ou do folclore se expandem, se sociabilizam, convivem com outras cadeias comunicacionais, sofrem modificações por influência da comunicação massificada e industrializada, ou se modificam quando apropriadas por tais complexos. (1990, p. 1-6) A identidade do brasileiro De acordo com o autor Darcy Ribeiro, no livro O Povo Brasileiro no Brasil o conceito de identidade não existe apenas em uma cultura, mas sim através da diversidade. A interação permanente da população de cultura popular ou folclórica com os meios de comunicação de massa acaba influenciando as manifestações da cultura tradicional e o inverso, aparecem na mídia de massa vários personagens e expressões da cultura popular, como por exemplo: o caipira Chico Bento nas histórias em quadrinhos de Maurício de Sousa, que são um meio de comunicação de massa. 4. Resultados Finais Cultura de massa é a comunicação de nossos dias e representa grandes instituições: TV, rádio, cinema, internet; e adquire o status de indústria cultural. Já a cultura popular tem raízes nas tradições, costumes, no modo de ser de cada povo, com formas de comunicação próprias a cada grupo. A relação cultura popular e meios de comunicação de massa influenciam a ambas, uma se apropria de elementos da outra, como ocorre nas histórias de Chico Bento. O universo popular nas histórias é muito distante do meio rural da região do Alto Tietê. Mesmo os temas que trazem a relação cidade e campo, fazem uma comparação de dois mundos estereotipados, carregados de exageros. Ocorre a apropriação de referências do popular e transforma-se em produto de massa, folkmídia. Por essas constatações, é forçado dizer que o Chico Bento representa o caipira dessa região. 5

6 8. Bibliografia de Referência LIVROS: AUGUSTA, Zilda Augusta. Histórias em Quadrinhos. Petrópolis,Vozes, BELTRÃO, Luiz. Folkcomunicação: Teoria e Metodologia. São Bernado do Campo: Universidade Metodista, BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Folclore. São Paulo: Brasiliense, CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro Ministério da Educação e Cultura, CIRNE, Moacy. A linguagem dos Quadrinhos. Petrópolis: Vozes, COELHO, Teixeira. O que é Indústria Cultural.São Paulo: Brasiliense, DEMO, Pedro. Metodologia do Conhecimento Científico. São Paulo: Atlas, GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisas. São Paulo: Atlas S. A, RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, SANTOS, José Luiz. O que é Cultura. São Paulo: Brasiliense, SCHMIDT, Cristina. Folkcomunicação na Arena Global. São Paulo: Ductor, SITES SOUSA, Mauricio. Biografia. Acessado em: 17/03/2008. Disponível em: SOUSA, Mauricio. Personagens Turma da Mônica. Acessado em: 17/03/2008. Disponível em: 6

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático.

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático. A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA Fabricio Santos Almeida 1 Márcia Cristiane Eloi Silva Ataide 2 1 Licenciando em Química, Universidade Federal do Piauí - UFPI. 2 Professora

Leia mais

Mapa. CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz

Mapa. CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz Mapa CONSULTORAS Patrícia Corsino e Hélen A. Queiroz SINOPSE geral da série Chico, 6 anos, adora passar as tardes na estamparia de fundo de quintal do seu avô. Nela, Vô Manu construiu um Portal por onde

Leia mais

Questões - Festas populares do mês de junho

Questões - Festas populares do mês de junho Questões - Festas populares do mês de junho 1. Descreva os elementos característicos da Festa Junina presentes nas imagens. Abertura de São João 2011, no Pelourinho http://commons.wikimedia.org/wiki/file:s%c3%a3o_jo%c3%a3o_no_pel%c3%b4_2.jpg

Leia mais

Leitura e Literatura

Leitura e Literatura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICAB Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e de Tecnologias para Educação BásicaB Leitura e Literatura Dia e Semana Nacional da Leitura

Leia mais

JUQUERIQUERÊ. Palavras-chave Rios, recursos hídricos, meio-ambiente, poluição, questão indígena.

JUQUERIQUERÊ. Palavras-chave Rios, recursos hídricos, meio-ambiente, poluição, questão indígena. JUQUERIQUERÊ Resumo Neste breve documentário, um índio faz uma retrospectiva de como ele vivia na região do Rio Juqueriquerê, localizada no litoral norte do Estado de São Paulo. Em seu relato, compara

Leia mais

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima.

Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público. Alexia Melo. Clebin Quirino. Michel Brasil. Gracielle Fonseca. Rafaela Lima. Rede Jovem de Cidadania, programa de TV de Acesso público Alexia Melo Clebin Quirino Michel Brasil Gracielle Fonseca Rafaela Lima Satiro Saone O projeto Rede Jovem de Cidadania é uma iniciativa da Associação

Leia mais

1. O que é Folclore? Uma análise histórica e crítica do conceito.

1. O que é Folclore? Uma análise histórica e crítica do conceito. Objetivos Proporcionar o entendimento das características gerais do processo folclórico brasileiro; Estruturar o profissional de Eventos para conhecer particularidades de alguns acontecimentos que envolvem

Leia mais

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS Ana Letícia Vaz Pereira 1 Natália Canuto do Nascimento 2 Orientador Prof. Ms. Artarxerxes Modesto RESUMO: Este trabalho tem como objetivo analisar

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA. Elaborada por Ana Carolina Carvalho

PROPOSTA PEDAGÓGICA. Elaborada por Ana Carolina Carvalho PROPOSTA PEDAGÓGICA Elaborada por Ana Carolina Carvalho PROPOSTA PEDAGÓGICA Crianças do Brasil Suas histórias, seus brinquedos, seus sonhos elaborada por ANA CAROLINA CARVALHO livro de JOSÉ SANTOS ilustrações

Leia mais

CARTILHA D. JOTINHA A ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR DE ARTES VISUAIS SOBRE A CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARTÍSTICO E CULTURAL

CARTILHA D. JOTINHA A ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR DE ARTES VISUAIS SOBRE A CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARTÍSTICO E CULTURAL CARTILHA D. JOTINHA A ORIENTAÇÃO DO PROFESSOR DE ARTES VISUAIS SOBRE A CONSERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARTÍSTICO E CULTURAL Universidade Federal de Goiá/Faculdade de Artes Visuais Rodrigo Cesário RANGEL Rodrigoc_rangel@hotmail.com

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

A diferença entre charge, cartum, tirinha e caricatura

A diferença entre charge, cartum, tirinha e caricatura A diferença entre charge, cartum, tirinha e caricatura É essencial que todo vestibulando saiba diferenciar e interpretar charges, cartuns, tirinhas e caricaturas. Dessa forma buscarei elucidar as semelhanças

Leia mais

Histórias em Quadrinhos

Histórias em Quadrinhos Histórias em Quadrinhos Apresentação baseada no texto Profa. Denise Castilhos Profa. Marilene Garcia Histórias em quadrinhos: imaginação traduzida visualmente para encantar e apaixonar gerações As HQ começaram

Leia mais

Sistema de Ensino CNEC. 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome:

Sistema de Ensino CNEC. 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: 1 o ano Ensino Fundamental Data: / / Nome: A literatura infantil surgiu no século XVII, no intuito de educar as crianças moralmente. Em homenagem ao escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, foi criado

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESENHOS E PALAVRAS NO PROCESSO DE SIGNIFICAÇÃO SOBRE SERES VIVOS

CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESENHOS E PALAVRAS NO PROCESSO DE SIGNIFICAÇÃO SOBRE SERES VIVOS CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESENHOS E PALAVRAS NO PROCESSO DE SIGNIFICAÇÃO SOBRE SERES VIVOS DOMINGUEZ RODRIGUES CHAVES, C. (1) Curso de Licenciatura em Ciências da Natureza. USP - Universidade de

Leia mais

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte

4 Metodologia. 4.1. Primeira parte 4 Metodologia [...] a metodologia inclui as concepções teóricas de abordagem, o conjunto de técnicas que possibilitam a apreensão da realidade e também o potencial criativo do pesquisador. (Minayo, 1993,

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90.

Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4, 8, 32, 36, 72 e 90. porta aberta Nova edição Geografia 2º ao 5º ano O estudo das categorias lugar, paisagem e espaço tem prioridade nesta obra. 25383COL05 Conheça também! As demais disciplinas desta coleção nas páginas 4,

Leia mais

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO

DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO DIAGNÓSTICO DO PERFIL DO LEITOR: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE O ENSINO PÚBLICO E PRIVADO NA REGIÃO OESTE DO ESTADO DE SÃO PAULO Érika Cristina Mashorca Fiorelli, UNESP - Presidente Prudente-SP, SESI/SP; Ana

Leia mais

Economia da cultura e desenvolvimento

Economia da cultura e desenvolvimento Economia da cultura e desenvolvimento 2008 Economia Dimensão da vida Campo de conhecimento Área de atuação do Estado e da sociedade Relações e práticas sociais Geração de valor Oferta e demanda Cultura

Leia mais

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

IV EDIPE Encontro Estadual de Didática e Prática de Ensino 2011 A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DAS ARTES NA FORMAÇÃO DAS CRIANÇAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Marília Darc Cardoso Cabral e Silva 1 Tatiane Pereira da Silva 2 RESUMO Sendo a arte uma forma do ser humano expressar seus sentimentos,

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM GEOGRAFIA: O USO DA CHARGE COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE PARA AS NECESSIDADES ATUAIS

EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM GEOGRAFIA: O USO DA CHARGE COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE PARA AS NECESSIDADES ATUAIS EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM GEOGRAFIA: O USO DA CHARGE COMO INSTRUMENTO DE ANÁLISE PARA AS NECESSIDADES ATUAIS Kaio Santos Diniz Graduado em Geografia pela Universidade Estadual da Paraiba, professor da disciplina

Leia mais

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 (Orientador) Profa. Dra. Tatiana Machiavelli Carmo Souza 2 RESUMO O presente trabalho

Leia mais

informações em documentos.

informações em documentos. C O L É G I O L A S A L L E EducaçãoInfantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Guarani, 2000- Fone (045) 3252-1336 - Fax (045) 3379-5822 http://www.lasalle.edu.br/toledo/ DISCIPLINA: PROFESSOR(A): E-MAIL:

Leia mais

História da propaganda brasileira: dos fatos à linguagem

História da propaganda brasileira: dos fatos à linguagem História da propaganda brasileira: dos fatos à linguagem A trajetória A cada período da trajetória, em cada contexto social em que se inseriu, a publicidade encontrou a sua maneira de dizer, dialogando

Leia mais

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Prof. Dr. Cássio Tomaim Departamento de Ciências da Comunicação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)/Cesnors Adaptação: Prof. Claudio Luiz Fernandes

Leia mais

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região

Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Tribunal do Trabalho da Paraíba 13ª Região Apresentação 1.Identificação do órgão:tribunal do Trabalho da Paraíba/ Assessoria de Comunicação Social 2.E-mail para contato:rdaguiar@trt13.jus.br, rosa.jp@terra.com.br

Leia mais

CINEMA NOSSO. Ação educacional pela democratização e convergência do audiovisual

CINEMA NOSSO. Ação educacional pela democratização e convergência do audiovisual CINEMA NOSSO escola audiovisual Ação educacional pela democratização e convergência do audiovisual Nossa História Em Agosto de 2000, um grupo de duzentos jovens de áreas populares cariocas foi reunido

Leia mais

Quadrinistas aproveitam onda favorável do mercado editorial para lançar trabalhos próprios

Quadrinistas aproveitam onda favorável do mercado editorial para lançar trabalhos próprios Quadrinistas aproveitam onda favorável do mercado editorial para lançar trabalhos próprios Impulsionados pelo sucesso do projeto MSP 50, que convidou novos artistas para propor releituras dos personagens

Leia mais

PRODUTO FINAL ASSOCIADA A DISSERTAÇÃO DE MESTRADO

PRODUTO FINAL ASSOCIADA A DISSERTAÇÃO DE MESTRADO PRODUTO FINAL ASSOCIADA A DISSERTAÇÃO DE MESTRADO Programa de Pós Graduação em Ensino de Ciências Universidade Federal de Itajubá Título da dissertação: OS MANUAIS DOS PROFESSORES DOS LIVROS DIDÁTICOS

Leia mais

SPC Brasil lança programa de Educação Financeira com serviços gratuitos para o consumidor

SPC Brasil lança programa de Educação Financeira com serviços gratuitos para o consumidor SPC Brasil lança programa de Educação Financeira com serviços gratuitos para o consumidor O mais completo portal de educação financeira do país oferece simuladores e consultoria gratuita. Parceria com

Leia mais

Revista Amarelinha: Jornalismo segmentado para crianças de 9 a 12 anos¹. Marcela Lorenzoni². Camila Costa Toppel³. Camila Petry Feiler 4

Revista Amarelinha: Jornalismo segmentado para crianças de 9 a 12 anos¹. Marcela Lorenzoni². Camila Costa Toppel³. Camila Petry Feiler 4 Revista Amarelinha: Jornalismo segmentado para crianças de 9 a 12 anos¹ Marcela Lorenzoni² Camila Costa Toppel³ Camila Petry Feiler 4 Francielle Ferrari 5 Cícero Lira 6 Pontifícia Universidade Católica

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

PROJETO DE INTERVEÇÃO: UM OLHAR DIFERENTE PARA O LIXO

PROJETO DE INTERVEÇÃO: UM OLHAR DIFERENTE PARA O LIXO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO-UFERSA NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA CURSO :EDUCAÇÃO AMBIENTAL ALUNA:FRANCISCA IÊDA SILVEIRA DE SOUZA TUTORA: ANYELLE PAIVA ROCHA ELIAS PROFESSORA: DIANA GONSALVES

Leia mais

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SUA APLICABILIDADE NOS JOGOS

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SUA APLICABILIDADE NOS JOGOS INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E SUA APLICABILIDADE NOS JOGOS Aline Ferraz da Silva 1 Carine Bueira Loureiro 2 Resumo: Este artigo trata do projeto de Trabalho

Leia mais

6D Estúdio. promessa de ir além das 3 dimensões. Eles eram seis e, hoje, são sete sócios trabalhando do design impresso

6D Estúdio. promessa de ir além das 3 dimensões. Eles eram seis e, hoje, são sete sócios trabalhando do design impresso 6D Estúdio promessa de ir além das 3 dimensões Eles eram seis e, hoje, são sete sócios trabalhando do design impresso ao design em movimento, em vídeo ou internet. Eles unem diferentes conhecimentos técnicos

Leia mais

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games 4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games Este Capítulo apresenta o levantamento realizado dos cursos de nível superior no Brasil voltados para a formação de Designers de

Leia mais

A criança e as mídias

A criança e as mídias 34 A criança e as mídias - João, vá dormir, já está ficando tarde!!! - Pera aí, mãe, só mais um pouquinho! - Tá na hora de criança dormir! - Mas o desenho já tá acabando... só mais um pouquinho... - Tá

Leia mais

Roteiro de Aplicação da Economia Criativa e Inovação como critérios na FETEPS

Roteiro de Aplicação da Economia Criativa e Inovação como critérios na FETEPS Roteiro de Aplicação da Economia Criativa e Inovação como critérios na FETEPS Com objetivo de auxiliar na elaboração dos trabalhos, apresentamos critérios relacionados a Economia Criativa e Inovação, conceitos

Leia mais

ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO

ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO ANÁLISE DOS TERMOS DE DESIGNAÇÃO PARA INCLUSÃO EDUCACIONAL NO WEBJORNALISMO PALAVRAS-CHAVE: Análise, Educação, Inclusão. Lucas Lameira Martins RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar um trabalho

Leia mais

BOLETIM INFORMATIVO MAR/ABRIL 2013 [Edição 6]

BOLETIM INFORMATIVO MAR/ABRIL 2013 [Edição 6] BOLETIM INFORMATIVO MAR/ABRIL 2013 [Edição 6] O tema central desta edição do Boletim Informativo será a Psicologia Infantil. A Psicologia Infantil é a área da Psicologia que estuda o desenvolvimento da

Leia mais

Sequências Didáticas para o ensino de Língua Portuguesa: objetos de aprendizagem na criação de tirinhas

Sequências Didáticas para o ensino de Língua Portuguesa: objetos de aprendizagem na criação de tirinhas Sequências Didáticas para o ensino de Língua Portuguesa: objetos de aprendizagem na criação de tirinhas Manoela Afonso UNESP - Campus Bauru-SP manoela_afonso@hotmail.com Comunicação Oral Pesquisa Concluída

Leia mais

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019

HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL... 1019 HORA DO CONTO: NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Evelise Raquel de Pontes Mariane Soares Sana Orientadora: Renata Junqueira de Souza. Instituição: Universidade Estadual

Leia mais

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES

MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS E SUAS ADAPTAÇÕES Simone de Souza Burguês (PIBIC/CNPq-UEM), Mirian Hisae Yaegashi Zappone (Orientadora), e-mail: mirianzappone@gmail.com Universidade Estadual de Maringá/Departamento

Leia mais

COMO É O SISTEMA DE ENSINO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO CANADÁ

COMO É O SISTEMA DE ENSINO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO CANADÁ COMO É O SISTEMA DE ENSINO PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO CANADÁ Uma das principais preocupações de casais que pretendem morar no Canadá levando os filhos diz respeito à educação das crianças e adolescentes

Leia mais

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Curso de Jornalismo CONTEÚDO PROGRAMÁTICO E REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Área 1 Jornalismo Especializado (1 vaga) Graduação Exigida: Comunicação Social com Habilitação em Jornalismo Titulação mínima exigida:

Leia mais

Novas possibilidades de leituras na escola

Novas possibilidades de leituras na escola Novas possibilidades de leituras na escola Mariana Fernandes Valadão (UERJ/EDU/CNPq) Verônica da Rocha Vieira (UERJ/EDU/CNPq) Eixo 1: Leitura é problema de quem? Resumo A nossa pesquisa pretende discutir

Leia mais

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2011. Educação Infantil III

Colégio Cor Jesu Brasília DF. Plano de Curso 2011. Educação Infantil III Colégio Cor Jesu Brasília DF Plano de Curso 2011 Educação Infantil III Área de conhecimento: Linguagem Série: Infantil III Educação Infantil Competências Habilidades a serem desenvolvidas Eixo/Conteúdos

Leia mais

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIDAR, EDUCAR E BRINCAR: REFLETINDO SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Gislaine Franco de Moura (UEL) gislaine.franco.moura@gmail.com Gilmara Lupion Moreno (UEL) gilmaralupion@uel.br

Leia mais

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DE MODA DA TRIBO DOS COSPLAYERS. Autor(a): Raissa Silva de Araujo Lima Email: rasinha_lima@hotmail.com

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DE MODA DA TRIBO DOS COSPLAYERS. Autor(a): Raissa Silva de Araujo Lima Email: rasinha_lima@hotmail.com ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DE MODA DA TRIBO DOS COSPLAYERS Autor(a): Raissa Silva de Araujo Lima Email: rasinha_lima@hotmail.com Introdução As tribos urbanas são constituídas por agrupamentos compostos por

Leia mais

Palavras-chave: Peças publicitárias; comerciais marcantes; televisão; criatividade. Área do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas.

Palavras-chave: Peças publicitárias; comerciais marcantes; televisão; criatividade. Área do conhecimento: Ciências Sociais Aplicadas. COMERCIAIS MARCANTES Açucena Vieira de Morais, Daniella Zarro Teixeira Silva Pinto, James da Silva Costa, Ariane Fernanda da Silva Costa, Silene Fernandes Bicudo Univap Universidade do Vale do Paraíba/FCSAC

Leia mais

O capitalismo e o Advento de uma sociedade de consumo

O capitalismo e o Advento de uma sociedade de consumo O capitalismo e o Advento de uma sociedade de consumo Camila Fernandes Colégio Mãe de Deus T. 301 Resumo: A condição da redução do cidadão em consumidor, e a criação de tal cultura global, deu-se através

Leia mais

O Mercado de Trabalho nas Atividades Culturais no Brasil, 1992-2001

O Mercado de Trabalho nas Atividades Culturais no Brasil, 1992-2001 1 Ministério da Cultura Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) Data de elaboração da ficha: Ago 2007 Dados das organizações: Nome: Ministério da Cultura (MinC) Endereço: Esplanada dos Ministérios,

Leia mais

A INFLUÊNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO: VANTAGENS E DESVANTAGENS

A INFLUÊNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO: VANTAGENS E DESVANTAGENS A INFLUÊNCIA DAS NOVAS TECNOLOGIAS NO PROCESSO DE ENSINO: VANTAGENS E DESVANTAGENS Vitor Cleton Viegas de Lima 1 Cristiane Camargo Aita 2 Daniele Pinto Andres 3 Resumo: este artigo tem por objetivo levantar

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA

CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA MARCIO REIS - R.A MICHELE CRISTINE RODRIGUES DE OLIVEIRA R.A 1039074 RENATA COSTA DA SILVA SIMIÃO R.A 1039444 Ciências Contábeis CONTABILIDADE E GESTÃO DE CONTROLE DE ESTOQUE NA EMPRESA Orientador: Prof.

Leia mais

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO

A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO A LEITURA LITERÁRIA: UM OLHAR SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE INCENTIVO À LEITURA DA LITERATURA NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ENSINO FUNDAMENTAL DE SÃO SEBASTIÃO Autores: Rúbia Ribeiro LEÃO; Letícia Érica Gonçalves

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

Eletiva VOCÊ EM VÍDEO

Eletiva VOCÊ EM VÍDEO Eletiva VOCÊ EM VÍDEO E.E. Princesa Isabel Número da sala e sessão Professor(es) Apresentador(es): Adriana Prado Aparecida Pereira da Silva Realização: Foco A Escola Estadual Princesa Isabel, por meio

Leia mais

AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1

AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1 AGROECOLOGIA E EDUCAÇÃO DO CAMPO: pesquisa, ação e reflexão a partir das escolas do campo no município de Goiás-GO 1 SOUZA, Murilo M. O. 2 ; COSTA, Auristela A. 2 ; SANT ANNA, Thiago S. 3 ; SILVA, Fábio

Leia mais

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 2º

PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010. Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 2º PLANO DE ENSINO PROJETO PEDAGÓCIO: 2010 Curso: Pedagogia Disciplina: Literatura Brasileira e infantil Carga Horária Semestral: 80 Semestre do Curso: 2º 1 - Ementa (sumário, resumo) Literatura infantil:

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO DE MAX WEBER RESUMO. do homem em sociedade. Origem de tal Capitalismo que faz do homem um ser virtual e alienador

O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO DE MAX WEBER RESUMO. do homem em sociedade. Origem de tal Capitalismo que faz do homem um ser virtual e alienador O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO DE MAX WEBER Tamires Albernaz Souto 1 Flávio Augusto Silva 2 Hewerton Luiz Pereira Santiago 3 RESUMO Max Weber mostra suas ideias fundamentais sobre o Capitalismo e a racionalização

Leia mais

O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1. Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11

O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1. Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11 O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1 Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11 Ana Luiza Araujo COSTA anaepietro26@gmail.com Maria Simone

Leia mais

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3

Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 Cultura, história e gastronomia: análise de enquadramento do jornalismo gastronômico 1 RESUMO Bianca Arantes dos Santos 2 Célio José Losnak 3 O texto parte de uma pesquisa que tem como proposta realizar

Leia mais

Dados de Mercado 2009/10

Dados de Mercado 2009/10 Dados de Mercado 2009/10 Dados de Mercado Revolução na Mídia Fenômeno de mídia na Europa e Estados Unidos, os tablóides de distribuição gratuita chegaram ao Brasil para revolucionar o mercado de comunicação.

Leia mais

Produção de Histórias em Quadrinhos no Ensino de Química Orgânica: A Química dos Perfumes como Temática

Produção de Histórias em Quadrinhos no Ensino de Química Orgânica: A Química dos Perfumes como Temática Produção de Histórias em Quadrinhos no Ensino de Química Orgânica: A Química dos Perfumes como Temática Paloma Nascimento dos Santos 1 (FM)*, Kátia Aparecida da Silva Aquino 2 (PQ) 1 Secretaria de Educação

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

CRIANÇAS E FILMES: HÁBITOS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS

CRIANÇAS E FILMES: HÁBITOS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS CTCH Centro de Teologia e Ciências Humanas CRIANÇAS E FILMES: HÁBITOS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS Cíntia dos Santos Gomes, 1 Rosália Maria Duarte. 2 Departamento de Educação PUC-RIO 2007 1 Aluno de Graduação

Leia mais

Portifólio Regina Ramalho

Portifólio Regina Ramalho 1 Portifólio Regina Ramalho Diretora de Comunicação e Editora do Pró Trabalhador Aniger Comunicação janeiro de 2013 até o momento (1 ano 6 meses)aclimação Regina Ramalho- Estratégias de comunicação e Assessoria

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Diretoria de Políticas de Formação, Materiais Didáticos e Tecnologias para a Educação Básica Coordenação Geral de Materiais Didáticos PARA NÃO ESQUECER:

Leia mais

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM

difusão de idéias AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Fundação Carlos Chagas Difusão de Idéias dezembro/2006 página 1 AS ESCOLAS TÉCNICAS SE SALVARAM Celso João Ferretti: o processo de desintegração da educação atingiu em menor escala as escolas técnicas.

Leia mais

Mídia e Região na Era Digital: Diversidade Cultural & Convergência Midiática. (org. Anamaria Fadul e Maria Cristina Gobbi)

Mídia e Região na Era Digital: Diversidade Cultural & Convergência Midiática. (org. Anamaria Fadul e Maria Cristina Gobbi) Mídia e Região na Era Digital: Diversidade Cultural & Convergência Midiática (org. Anamaria Fadul e Maria Cristina Gobbi) XI Colóquio Internacional de Comunicação para o Desenvolvimento Regional (9,10,11

Leia mais

- Ler com ritmo, fluência e entonação adequada ao gênero estudado em sala de aula, compreendendo as idéias contidas no texto.

- Ler com ritmo, fluência e entonação adequada ao gênero estudado em sala de aula, compreendendo as idéias contidas no texto. PLANO DE LÍNGUA PORTUGUESA ELABORAÇÃO: JOSIANE DE LIMA GÊNERO: História em quadrinho PERÍDO APROXIMADAMENTE: 5º Ano CONTEÚDOS OBJETIVOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - Ritmo, fluência e entonação na leitura;

Leia mais

POVOS INDÍGENAS NO BRASIL. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG

POVOS INDÍGENAS NO BRASIL. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG POVOS INDÍGENAS NO BRASIL Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG Conhecendo os povos indígenas Para conhecer melhor os povos indígenas, é importante estudar sua língua.

Leia mais

PROPOSTA COMERCIAL REVISTA UTILITÀ DELIVERY DE MARCAS CINTA

PROPOSTA COMERCIAL REVISTA UTILITÀ DELIVERY DE MARCAS CINTA av. das américas 16.579, sala 201 recreio, 22790-701, rio de janeiro-rj tel: 21 2437 4222 21 2437 2669 www.utilitaonline.com.br PROPOSTA COMERCIAL REVISTA UTILITÀ DELIVERY DE MARCAS CINTA QUEM SOMOS Tudo

Leia mais

TÍTULO: MARKETING NA ÁREA DE SEGUROS E A PENETRAÇÃO DE SEGUROS MASSIFICADOS NAS CLASSES C E D.

TÍTULO: MARKETING NA ÁREA DE SEGUROS E A PENETRAÇÃO DE SEGUROS MASSIFICADOS NAS CLASSES C E D. Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: MARKETING NA ÁREA DE SEGUROS E A PENETRAÇÃO DE SEGUROS MASSIFICADOS NAS CLASSES C E D. CATEGORIA:

Leia mais

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa

JONAS RIBEIRO. ilustrações de Suppa JONAS RIBEIRO ilustrações de Suppa Suplemento do professor Elaborado por Camila Tardelli da Silva Deu a louca no guarda-roupa Supl_prof_ Deu a louca no guarda roupa.indd 1 02/12/2015 12:19 Deu a louca

Leia mais

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014

Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 Texto para Coluna do NRE-POLI na Revista Construção e Mercado Pini Novembro 2014 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO EM EMPRESAS DE CONSTRUÇÃO CIVIL DE MÉDIO PORTE NO BRASIL. Elisabete Maria de Freitas Arquiteta

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 POLÍTICAS PÚBLICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Erika Cristina Pereira Guimarães (Pibid-UFT- Tocantinópolis) Anna Thércia José Carvalho de Amorim (UFT- Tocantinópolis) O presente artigo discute a realidade das

Leia mais

TÍTULO: MEIOS DE COMUNICAÇÃO DIGITAIS E A REVOLUÇÃO NA DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO.

TÍTULO: MEIOS DE COMUNICAÇÃO DIGITAIS E A REVOLUÇÃO NA DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO. Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: MEIOS DE COMUNICAÇÃO DIGITAIS E A REVOLUÇÃO NA DISSEMINAÇÃO DA INFORMAÇÃO. CATEGORIA: EM ANDAMENTO

Leia mais

PROJETOS DE EXTENSÃO: UM DIFERENCIAL PARA O PROCESSO DE FORMAÇÃO

PROJETOS DE EXTENSÃO: UM DIFERENCIAL PARA O PROCESSO DE FORMAÇÃO 1268 PROJETOS DE EXTENSÃO: UM DIFERENCIAL PARA O PROCESSO DE FORMAÇÃO Rodrigo Rodrigues Menegon, Sérgio Augusto Gouveia Júnior, Marcia Regina Canhoto Lima, José Milton Lima Universidade Estadual Paulista

Leia mais

ALERTA: AÇÕES EDUCATIVAS - PROJETO O.Q DE QUADRINHOS E O PROCESSO DE ENSINAR ARTE ATRAVES DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS.

ALERTA: AÇÕES EDUCATIVAS - PROJETO O.Q DE QUADRINHOS E O PROCESSO DE ENSINAR ARTE ATRAVES DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS. ALERTA: AÇÕES EDUCATIVAS - PROJETO O.Q DE QUADRINHOS E O PROCESSO DE ENSINAR ARTE ATRAVES DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHOS. Evânio Bezerra da Costa (Jimmy Rus 1 ) jimmyrus13@yahoo.com.br Comunicação: Relato

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

TÍTULO: PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS PROFISSIONAIS FORMANDOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS DA FACIAP

TÍTULO: PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS PROFISSIONAIS FORMANDOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS DA FACIAP Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS PROFISSIONAIS FORMANDOS DA ÁREA DE NEGÓCIOS DA FACIAP CATEGORIA: CONCLUÍDO

Leia mais

ESTRUTURALISMO 1. DEFINIÇÃO

ESTRUTURALISMO 1. DEFINIÇÃO ESTRUTURALISMO 1. DEFINIÇÃO Considera-se como fundador da psicologia moderna Wilhelm Wundt, por ter criado, em 1879, o primeiro laboratório de psicologia na universidade de Leipzig, Alemanha. A psicologia

Leia mais

Projeto Meu Brasil Brasileiro

Projeto Meu Brasil Brasileiro 1 Projeto Meu Brasil Brasileiro 1.0 - APRESENTAÇÃO O presente projeto será realizado pelos estudantes da Escola Carpe Diem de forma transdisciplinar, sob a orientação do corpo docente como objeto de estudo

Leia mais

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável

O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável O papel da mulher na construção de uma sociedade sustentável Sustentabilidade Socioambiental Resistência à pobreza Desenvolvimento Saúde/Segurança alimentar Saneamento básico Educação Habitação Lazer Trabalho/

Leia mais

Repórter sensacionalista, de estilo machão e truculento. Não se conforma com a separação de Berê. Guarda um segredo a sete chaves.

Repórter sensacionalista, de estilo machão e truculento. Não se conforma com a separação de Berê. Guarda um segredo a sete chaves. Taxista, divorciada, uma mulher interessante, de mente aguçada e observadora, que deixou a vida cair na rotina. Mantém com o filho uma relação distante e automática. O envolvimento de Tiago no assassinato

Leia mais

RÁDIO E TV TÉCNICO EM ATUAÇÃO NO MERCADO

RÁDIO E TV TÉCNICO EM ATUAÇÃO NO MERCADO O CEET - Centro Estadual de Educação Técnica Vasco Coutinho é uma Instituição de Ensino criada e mantida pelo Governo do Estado do Espírito Santo e transferido através da lei n 9.971/12, para Secretaria

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

As Cartilhas e a Alfabetização

As Cartilhas e a Alfabetização As Cartilhas e a Alfabetização Métodos globais: aprender a ler a partir de histórias ou orações Conhecer e respeitar as necessidades e interesses da criança; partir da realidade do aluno e estabelecer

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL

ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL JÚNIOR/2013 Mostra de Trabalhos do Ensino Fundamental ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL Novo Hamburgo, abril de 2013. 1 APRESENTAÇÃO Estas orientações foram elaboradas baseadas

Leia mais

DA UNIVERSIDADE AO TRABALHO DOCENTE OU DO MUNDO FICCIONAL AO REAL: EXPECTATIVAS DE FUTUROS PROFISSIONAIS DOCENTES

DA UNIVERSIDADE AO TRABALHO DOCENTE OU DO MUNDO FICCIONAL AO REAL: EXPECTATIVAS DE FUTUROS PROFISSIONAIS DOCENTES DA UNIVERSIDADE AO TRABALHO DOCENTE OU DO MUNDO FICCIONAL AO REAL: EXPECTATIVAS DE FUTUROS PROFISSIONAIS DOCENTES Karem Nacostielle EUFRÁSIO Campus Jataí karemnacostielle@gmail.com Sílvio Ribeiro DA SILVA

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA

A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA 553 A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DE CUSTOS NA ELABORAÇÃO DO PREÇO DE VENDA Irene Caires da Silva 1, Tamires Fernanda Costa de Jesus, Tiago Pinheiro 1 Docente da Universidade do Oeste Paulista UNOESTE. 2 Discente

Leia mais