Caracterização do universo popular regional nas histórias em quadrinhos de Maurício de Sousa: um estudo de caso da Revista do Chico Bento

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1 Caracterização do universo popular regional nas histórias em quadrinhos de Maurício de Sousa: um estudo de caso da Revista do Chico Bento 1. INTRODUÇÃO Universidade de Mogi das Cruzes Camila Franco de Carvalho Beranger Orientadora: Dra. Cristina Schmidt Iniciação Científica GT 1 Teoria, Metodologia, Gêneros e Formatos da Folkcomunicação As produções de Maurício de Souza estão presentes no mercado mundial. São distribuídas e traduzidas para mais de dez países na Europa, na Ásia e na América do Norte (Estados Unidos). Para a aceitação de seu trabalho nessas localidades, além da tradução dos textos, houve uma adequação de algumas histórias e personagens àquelas realidades, usando as referências internacionais. Segundo Moacy Cirne em seu livro A linguagem dos quadrinhos, o artista deve manter um trabalho que seja questionador da indústria cultural e tenha compromissos com a realidade onde atua. Ele afirma ainda que a universalidade dos personagens e suas características não devem atender somente os aspectos de venda, e mesmo tendo um interesse em divulgar a cultura brasileira, acaba repetindo moldes veiculados no cinema e na televisão, reflexos dos valores globalizados. Por que Maurício de Souza, nos últimos anos, não tem tentado uma abrasileiração progressiva dos personagens que giram em torno da Mônica? É verdade que existe o Chico Bento está ligado a um mundo limitado dentro de seu universo ficcional (...).(1971, p.79) O autor quer dizer que as histórias criadas para Chico Bento passam uma idéia de um mundo diferente do real, caracteriza como um lugar ideal. O mundo rural é mais valorizado que a cidade e é colocado como uma solução para os problemas do homem. A presença da natureza, como um pano de fundo para uma realidade harmoniosa e segura, é a resposta para a felicidade. O respeito pelos rios, árvores, animais e pela terra torna-se a bandeira dos temas. Nesse momento em que as questões ambientais estão constantemente nos meios de comunicação, Chico Bento se tornou um defesor da natureza. Suas histórias apresentam verdadeiros discursos ecológicos. 1.1 Histórias em quadrinhos Os primeiros registros de histórias que têm uma seqüência são os desenhos feitos no interior das cavernas na idade da pedra. E, na idade média as ilustrações apresentavam alguns relevos baixos. Na primeira metade do século XIX, o suíço Rodolpne Töpffer fez alguns desenhos cômicos que já possuíam um formato parecido com os das HQs da atualidade. Na Alemanha, os primeiros personagens de HQ, Marx and Moriz, foram criados por Wilhelm Bush, em 1850, para ilustrar seus poemas considerados moralistas. As tirinhas de jornais nasceram nos EUA em 1894, Nessa mesma época, um dos primeiros personagens criados foi o Yellow Kid. 1

2 Nos quadrinhos cômicos surgem vários personagens e muitos destes estão em cena até hoje, como o Gato Felix (1928), Mickey Mouse (1928), Popeye (1929) e Betty Boop (1931). São da mesma época, as primeiras aventuras do repórter detetive Tintim de Belga Helgé. Nos anos 30, surgem historinhas mais bem elaboradas em termos de temas e acabamento técnico, como Tarzan e na ficção científica, Flash Gordon. Na década de 40, com a Segunda Guerra Mundial, surgem os maiores heróis conhecidos no universo dos quadrinhos, Superman, Batman e Capitão América. Já na década de 50, aparece o Spirit, de Will Eisner, que revoluciona as HQs com desenhos que lembram cenas de filme.a editora Abril traz ao Brasil, o Pato Donald e o Zé Carioca da Disney, em Nessa época surgem as adaptações dos clássicos de romances da literatura para quadrinhos e também surgem os heróis nacionais, para combater a concorrência americana. Na década de 60, surgem os heróis humanizados, que apresentavam problemas do cotidiano, como por exemplo, o Homem Aranha. No Brasil, as histórias em quadrinhos iniciaram com um italiano erradicado no Brasil, o desenhista Ângelo Agostini. Ele publicou seus primeiros quadrinhos na revista carioca Vida Fluminense. Em 1884, surgiu a primeira HQ de longa duração no Brasil, As Aventuras de Zé Caipora, que foi publicada na revista Ilustração. Em 1905, no Brasil, surge a revista O Tico Tico, a revista que representa até hoje, um grande marco do quadrinho nacional. Ainda no início do século passado, são criados os primeiros personagens com características nacionais: o Chiquinho, Reco Reco, Bolão e Azeitona. Em 1937, Roberto Marinho, entra na área dos quadrinhos, com o jornal O Globo. Na década de 1960, surgem vários quadrinistas brasileiros e com eles inúmeros personagens, como o Pererê de Ziraldo. É nessa época que surgiu Mauricio de Sousa, que criou a turma mais famosa do Brasil, A Turma da Mônica. Já nos anos 80, destacam-se Miguel de Paiva que criou a Radical Chic, e Laerte que idealizou Os Piratas do Tietê. Também nesse período ganha grande espaço entre os leitores brasileiros os mangás japoneses, e com eles uma influencia na HQ brasileira em termos de caracterização de personagens Mauricio de Sousa Mauricio de Sousa nasceu no estado de São Paulo na cidade de Santa Isabel, em Com poucos meses, Mauricio foi levado pela família para a cidade vizinha de Mogi das Cruzes, onde viveu uma parte da infância. Outra parte foi vivida em São Paulo, onde estudou e tinha uma atividade profissional em emissora de rádio, no interior. Apesar disso, seu objetivo profissional sempre foi se dedicar ao desenho e, para isso decidiu voltar-se totalmente ao mercado da capital paulista, onde editoras e jornais pudessem se interessar por seus trabalhos. Foi assim que conseguiu uma vaga como repórter policial no jornal Folha da Manhã, onde trabalhou durante cinco anos. Em 1959, fez uma série de historinhas do Bidu, um cão, e seu dono, Franjinha. As tiras foram compradas e publicadas pela a Folha de São Paulo em Esses personagens com histórias simples, mas próximas do cotidiano dos leitores, tornou-se o maior sucesso editorial do país. De acordo com as informações do site oficial da Turma da Mônica (www.turmadamonica.com.br), seu sucesso empresarial demonstra que é possível ter uma postura empreendedora nas atividades artísticas. A Mauricio de Sousa Produções(MSP) criou mais de duzentos desenhos animados e transformou o universo infantil em um grande negócio. Com projetos desenvolvidos no mercado editorial, com uma tiragem mensal superior a 2 milhões de exemplares; de lazer, com parque temático e brinquedos; e licenciamento de 2

3 personagens para mais de 350 marcas registradas. O site oficial traz informações mais detalhadas, afirma que a empresa já passa dos 40 anos de existência e agrega um acervo com mais de 200 personagens, dez longas-metragens e os estúdios já trabalham com a televisão, comercialização de 700 mil unidades de DVD e VHS, cerca de 3 mil itens com a marca da Turma da Mônica em mais de 100 empresas e um portal na Internet líder na categoria de sites infantis, com aproximadamente 1 milhão de page views por dia. No Brasil, as marcas estão associadas a uma variada gama de produtos, que vão de goiabadas a roupas infantis. É importante ressaltar que as histórias em quadrinhos de Mauricio de Sousa fazem uso de referências culturais do cotidiano, temáticas e perfis de personagens. E, particularmente em Chico Bento busca referências de um cotidiano rural, caipira colocado como ideal. Considerando todos esses aspectos é que foi definido como objetivo geral estudar as referências culturais populares presentes nas histórias em quadrinhos de Maurício de Sousa, nas revistas do personagem Chico Bento e o universo rural construído. E como objetivos específicos: Analisar a personagem com base em bibliografia específica; Levantar as temáticas trabalhadas nas revistas identificando as referências populares; Descrever o universo rural construído nas histórias comparando-o com dados relativos ao meio rural da região do Alto Tietê. Ao pesquisarmos a obra de Mauricio de Sousa estamos contribuindo para o estudo da mídia quadrinhos e a leitura que estas fazem da cultura regional e acreditamos, também, estar prestando uma homenagem ao criador que viveu nesta região. Este estudo tem importância fundamental para alunos do curso de Comunicação Social, principalmente Jornalismo, uma vez que as personagens de Mauricio de Sousa estão presentes em uma série de veículos de comunicação voltados para o universo regional e constroem uma realidade que é veiculada em diversos tipos de publicações jornalísticas e publicitárias. Além dos gibis das diversas personagens, tirinhas são publicadas em suplementos infantis que circulam encartados em jornais e diversas partes do país e do mundo. Também no mundo audiovisual, as criações de Mauricio estão presentes e já protagonizaram vários longas-metragens exibidos no cinema. Compreender o modo como o universo popular regional alimenta essas histórias, servindo de referências, e como são veiculadas pelas histórias das personagens do Mauricio de Sousa irá contribuir em muito para a formação do comunicólogo que pretende atuar em veículos de comunicação. 2. Desenvolvimento 2.1.Metodologia A pesquisa foi elaborada de acordo com o método de estudo de caso que, de acordo com o autor Antônio Carlos Gil (1996; p ) estudo de caso é o estudo profundo e exaustivo de um ou de poucos objetos, de maneira que permita o seu amplo e detalhado conhecimento, tarefa praticamente impossível mediante os outros delineamentos. O estudo de caso é adotado na investigação de fenômenos das mais diversas áreas do conhecimento, que pode ser definido como um método que parte de uma unidade de caso para ver a complexidade que envolve sua apresentação a unidade será, dentro das HQs de Maurício de Sousa, a revista do Chico Bento. O estudo de caso é apropriado, pois apresenta flexibilidade com relação ao planejamento, ao longo do processo o pesquisador se mantém atento às novidades da pesquisa. É comum que o pesquisador ao longo da pesquisa desperte o seu interesse por outros aspectos que não eram o inicial. Freqüentemente, o estudo desses aspectos se torna mais relevante para a solução do problema do que os considerados inicialmente. No estudo de caso, o pesquisador visualiza o objeto como um todo dentro de um contexto, no caso o contexto da cultura regional. 3

4 No entanto, existem algumas limitações na utilização do estudo de caso, a mais grave se refere à dificuldade de generalização. Normalmente, os resultados das pesquisas tornam-se equivocados. Esta pesquisa é qualitativa, pois, apresenta como objetivo alcançar resultados mais próximos da realidade, uma pesquisa subjetiva e profunda baseada nos estudos realizados. Será feito um levantamento de bibliográficas e documentos, em bibliotecas e centros de documentação, em jornais e meios de comunicação regionais, para o mapeamento das características do homem da região do Alto Tietê. Neste projeto, o Chico Bento será analisado como um instrumento de comunicação popular. A partir dos conceitos nele analisado como cultura de massa e cultura popular. Num segundo momento, a definição da amostra das Revistas/histórias do Chico Bento que será analisada, uma leitura sistemática de cada uma trazendo as personagens, as localidades, as temáticas; a construção de um quadro de categorias, a partir das características da cultura regional, para aplicação nas análises; e, por fim, a análise das histórias situando dentro do quadro de categorias. 3. Análise dos Resultados 3.1.conceito de cultura de massa De um modo geral, é possível dizer que a cultura de massa está ligada aos meios e formas amplas de comunicação ligada a grandes instituições, está ligada ao ensino, à ciência e à política e que atingem um público diversificado; e a cultura popular que pode ser considerada como aquela que é criada pelo povo, que faz uma leitura do mundo e da vida a partir do que vive, pode ser por meio de hereditariedade ou de contato com outras culturas como a de massa-, e atinge um público mais específico. Cultura de massa pode ser considerada a comunicação de nossos dias, ela está por todos os lados na moda, nos meios de comunicação TV, rádio, cinema, internet, no trabalho e na economia, e adquire o status de indústria cultural, e como explica Teixeira Coelho no livro O que é Indústria Cultural: Os meios de comunicação de massa e a cultura de massa surgem como funções do fenômeno da industrialização. É esta, através das alterações que produz no modo de produção e na forma do trabalho humano, que determina um tipo particular de indústria (a cultural) e de cultura (a de massa), implantando numa e noutra os mesmos princípios em vigor na produção econômica em geral: o uso crescente da máquina; a exploração do trabalhador; a divisão do trabalho. (p.10) 3.2 cultura popular Bem diferente da cultura de massa, a cultura popular tem raízes nas tradições, costumes, no modo de ser de cada povo: o modo de ter fé e expressar, as lendas, as festas, o modo de vestir, a comida, a forma de falar. O povo, têm seus próprio princípios, agindo de acordo com ele. Todas as suas características surgem dentro do local onde moram e acontece de acordo com a necessidade de cada grupo, seus modos não são criados por leis externas, mas algumas vezes recebem influência de outros lugares e outros povos. Muitos estudiosos chamam esse modo de folclores. Câmara Cascudo fala que o folclore envolve técnicas e processos utilitários, e também formas de relacionamento e formas de expressão emocional. O autor define no seu Dicionário de Folclore como qualquer objeto de interesse humano, tendo uma finalidade material e lógica. Não somente contos e cantos, mas a maquinaria faz nascerem hábitos, costumes, gestos, superstições, alimentação, indumentária, sátira, lirismo, assimilados nos grupos sociais participantes. (1962, p.319) 4

5 O antropólogo Carlos Rodrigues Brandão em seu livro O que é folclore diz que há várias formas de definir o folclore. Na cabeça de alguns, folclore é tudo o que o homem do povo faz e reproduz como tradição. Na de outros, é só uma pequena parte das tradições populares. Na cabeça de uns, o domínio do que é folclore, é tão grande quanto o do que é cultura. (p.23) O autor explica ainda que folclore é tudo aquilo que existindo como forma peculiar de sentir e pensar o mundo existe também como costumes e regras de relações sociais (p.28). Então, o folclore é formado pelas formas de manifestações do pensar, agir, sentir dos diversos grupos sociais, estudo e conhecimento das tradições de um povo. Essas manifestações podem ser crenças populares, contos, costumes, festas tradicionais Folkcomunicação A cultura popular, por sua vez, quando expressam idéias fazem comunicação, comunicam a forma de pensar de um grupo a outro. Isso, segundo o jornalista e pesquisador Luiz Beltrão é Folkcomunicação. Folkcomunicação veio para estudar cadeias comunicacionais e informativas, que à margem dos circuitos formais de comunicação, levavam aos públicos mais distantes aquelas informações que lhes interessava ou terminava por atingi-los, segundo interesses de seus emissores. ( Beltrão,1980, p. 2 e 6). O professor ANTONIO HOHLFELDT explica que: Folkcomunicação não é o estudo da cultura popular ou do folclore. E sim é o estudo dos procedimentos comunicacionais pelos quais as manifestações da cultura popular ou do folclore se expandem, se sociabilizam, convivem com outras cadeias comunicacionais, sofrem modificações por influência da comunicação massificada e industrializada, ou se modificam quando apropriadas por tais complexos. (1990, p. 1-6) A identidade do brasileiro De acordo com o autor Darcy Ribeiro, no livro O Povo Brasileiro no Brasil o conceito de identidade não existe apenas em uma cultura, mas sim através da diversidade. A interação permanente da população de cultura popular ou folclórica com os meios de comunicação de massa acaba influenciando as manifestações da cultura tradicional e o inverso, aparecem na mídia de massa vários personagens e expressões da cultura popular, como por exemplo: o caipira Chico Bento nas histórias em quadrinhos de Maurício de Sousa, que são um meio de comunicação de massa. 4. Resultados Finais Cultura de massa é a comunicação de nossos dias e representa grandes instituições: TV, rádio, cinema, internet; e adquire o status de indústria cultural. Já a cultura popular tem raízes nas tradições, costumes, no modo de ser de cada povo, com formas de comunicação próprias a cada grupo. A relação cultura popular e meios de comunicação de massa influenciam a ambas, uma se apropria de elementos da outra, como ocorre nas histórias de Chico Bento. O universo popular nas histórias é muito distante do meio rural da região do Alto Tietê. Mesmo os temas que trazem a relação cidade e campo, fazem uma comparação de dois mundos estereotipados, carregados de exageros. Ocorre a apropriação de referências do popular e transforma-se em produto de massa, folkmídia. Por essas constatações, é forçado dizer que o Chico Bento representa o caipira dessa região. 5

6 8. Bibliografia de Referência LIVROS: AUGUSTA, Zilda Augusta. Histórias em Quadrinhos. Petrópolis,Vozes, BELTRÃO, Luiz. Folkcomunicação: Teoria e Metodologia. São Bernado do Campo: Universidade Metodista, BRANDÃO, Carlos Rodrigues. O que é Folclore. São Paulo: Brasiliense, CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do Folclore Brasileiro. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro Ministério da Educação e Cultura, CIRNE, Moacy. A linguagem dos Quadrinhos. Petrópolis: Vozes, COELHO, Teixeira. O que é Indústria Cultural.São Paulo: Brasiliense, DEMO, Pedro. Metodologia do Conhecimento Científico. São Paulo: Atlas, GIL, Antônio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisas. São Paulo: Atlas S. A, RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, SANTOS, José Luiz. O que é Cultura. São Paulo: Brasiliense, SCHMIDT, Cristina. Folkcomunicação na Arena Global. São Paulo: Ductor, SITES SOUSA, Mauricio. Biografia. Acessado em: 17/03/2008. Disponível em: SOUSA, Mauricio. Personagens Turma da Mônica. Acessado em: 17/03/2008. Disponível em: 6

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