COORDENAÇÃO DO CURSO CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO. Prof. Doutora Maria José Silva

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1 COORDENAÇÃO DO CURSO Prof. Doutora Maria José Silva PORQUÊ O CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO? Numa realidade onde a transposição do conhecimento científico e tecnológico gerado nas Instituições de Ensino Superior (IES) para o mundo empresarial é, ainda, difícil de concretizar e o potencial empreendedor existente nas instituições de ensino superior não se encontra totalmente potenciado, torna-se desejável valorizar a inovação e I&D gerada no seio das universidades e institutos politécnicos, bem como estimular a que ideias inovadoras se transformem em iniciativas empresariais bem sucedidas. Assim, parece-nos pertinente a aplicação na prática de um programa de formação que fomente a criação de empresas inovadoras e start-ups de base tecnológica, através de um curso diferente, estimulante e muito vocacionado para questões concretas. O CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO (CEVI) tem como objectivo fundamental incrementar a vocação empresarial entre os membros da comunidade universitária e politécnica, prestando especial atenção aos processos de investigação científicotecnológica prevalecentes nessas instituições, com potencialidades suficientes para transformar uma ideia numa empresa com potencial de crescimento. Pretende-se dotar os formandos das competências técnicas e práticas adequadas, estimulando o espírito empreendedor dos intervenientes no sentido dos mesmos valorizarem a investigação gerada no seio das IES em projectos empresariais. 1

2 O presente programa de formação insere-se no projecto CAIE (Centro de Apoio à Inovação e ao Empreendedorismo), que foi criado em parceria com o Parkurbis, a Global Change, a Universidade da Beira Interior, o Município da Covilhã, a ANIL, a AECBP, a ANJE e a Câmara do Comércio Luso Alemã. O CAIE visa promover o empreendedorismo e a criação de Empresas de Base Tecnológica. Uma das linhas orientadoras deste projecto é o Fomento do Empreendedorismo. Para a sua consecução estão previstas, entre outras actividades, a Criação e implementação de um programa de formação transversal em Empreendedorismo. O objectivo é desenvolver práticas e cursos inovadores, contribuindo para a criação de um programa transversal de fomento ao empreendedorismo nas escolas, no ensino politécnico e na universidade. O CEVI é um programa de formação desenvolvido pela Universidade da Beira Interior, conta com o apoio dos parceiros do projecto CAIE e é financiado no âmbito da Iniciativa Comunitária EQUAL. 2

3 Prof. Doutor Ricardo Rodrigues Bem-vindos ao CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO A Comissão das Comunidades Europeias (2006:10)¹ indica que A conjugação do espírito empreendedor, e das competências de empreendedorismo, com a excelência no âmbito dos estudos técnicos e científicos, ajudará os estudantes e investigadores na comercialização das suas ideias e das novas tecnologias que criarem. Assim, deverá ser sistematicamente incentivada a formação na área do empreendedorismo, no âmbito das IES, de forma a favorecer a criação de empresas derivadas da investigação (spinoffs) e de start-up inovadoras, bem como auxiliar os professores, investigadores e alunos a adquirirem competências empreendedoras. A aquisição das aptidões e competências necessárias facilitará a exploração de actividades de transferência da inovação e do conhecimento, assim como a comercialização de novas tecnologias. O CEVI envolverá equipas multidisciplinares de formandos em projectos cujo objectivo consiste em propor novos produtos e/ou novos negócios a partir de uma ideia empresarial, destacando como principal fonte de ideias a inovação e a investigação geradas no seio das IES. Com o CEVI, pretende-se essencialmente: Desenvolver projectos de negócio de base tecnológica, a partir do conhecimento gerado nas IES da Região Centro; Incentivar a constituição e formação de equipas multi-funcionais; Promover e disseminar metodologias de avaliação de tecnologias e de concepção de planos de criação de EBT (Empresas de Base Tecnológica); 3

4 Divulgar uma ferramenta abrangente de apoio à avaliação de tecnologia, análise de mercado, e desenvolvimento estratégico de start-ups de base tecnológica; Contribuir para a criação de novas EBT. Conscientes da relevância e actualidade do tema, esperamos que este curso possa contribuir decisivamente para a criação e desenvolvimento de EBT de sucesso. A todos, muito obrigado pela participação. 4

5 CONTACTOS: A coordenação do curso, dos formadores, dos formandos e de todas as entidades envolvidas, estará a cargo da Prof. Doutora Maria José Silva e do Prof. Doutor Ricardo Rodrigues, que acompanharão as actividades lectivas do curso. Todas as solicitações e dúvidas referentes ao funcionamento da formação devem ser-lhes dirigidas. PROF. DOUTORA MARIA JOSÉ SILVA TELEFONE MORADA: Universidade da Beira interior Unidade das Ciências Sociais e Humanas Gabinete 3.13 Estrada do Sineiro Covilhã PROF. DOUTOR RICARDO RODRIGUES TELEFONE MORADA: Universidade da Beira Interior Unidade das CIências Sociais e Humanas Gabinete 3.32 Estrada do Sineiro Covilhã 5

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7 organização da formação Descrição e Funcionamento do Curso Os seis módulos que compõem o Curso de Empreendedorismo e Valorização da Investigação pretendem fornecer aos formandos um conjunto de ferramentas que lhes permitam mais facilmente desenvolver projectos de negócio de base tecnológica, conducentes à criação de EBT reais. O curso terá a duração de doze sessões, sendo que duas delas serão destinadas às apresentações (Apresentação Intermédia e Apresentação Final), pelas equipas, dos trabalhos desenvolvidos ao longo do curso. No que respeita à constituição das equipas, estas não deverão exceder os cinco formandos. As sessões a realizar em regime presencial visam promover a interacção entre todas as partes envolvidas (alunos, investigadores, formadores, etc.), reforçando o conceito de que o programa é flexível e iterativo na sua sistematização. Algumas das sessões contarão com a presença de um orador convidado, cuja experiência, poderá constituir uma mais valia para os formandos. Relativamente à estrutura do curso, inicialmente no módulo Introdução e Equipa do Projecto os formandos terão possibilidade de se familiarizarem com a temática e funcionamento do curso, bem como, efectuar a atribuição de funções aos vários membros da equipa. Posteriormente, serão leccionados os seguintes módulos: Ideia Empresarial; Estudo de Mercado; Tecnologia, Produto e Mercado; Financiamentos e Apoios; e por último, Plano da Empresa. Durante o decorrer da formação, cada equipa irá analisar a viabilidade de um conjunto de tecnologias, apresentando como resultado final um plano de negócios para a comercialização dos conceitos de produto/serviço desenvolvidos. No final de cada módulo será fornecida uma lista de questões a cada grupo de trabalho, que servirá de apoio à análise da viabilidade das tecnologias e à elaboração do plano de negócios da EBT. Na formação será aplicada uma metodologia do tipo Formação-Acção, com horas de formação em sala, intercaladas com horas de tutorias personalizadas. Os módulos foram 7

8 distribuídos ao longo de um período que irá de 20 de Setembro a 13 de Dezembro de O curso decorrerá em horário pós-laboral, das 17h00 às 20h00, todas as quartas-feiras durante o período em que vigore a formação. Excepcionalmente, no último dia de formação, altura em que decorrerá a Apresentação Final, a sessão terá início às 15h30. 8

9 caracterização do curso Designação: CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO Início: 20 de Setembro de 2006 Fim: 13 de Dezembro de 2006 Duração: 70 Horas (30 h - formação em sala; 40 h - tutorias) Formandos: 15 Formandos Objectivos: - Desenvolver projectos de negócio, principalmente projectos de base tecnológica a partir da I&D e do conhecimento gerado no seio das IES envolvidas; - Dotar os estudantes finalistas e de pós-graduação de conhecimentos que permitam o seu envolvimento na criação de start-ups; - Fomentar o trabalho de equipa e compreender o papel de cada elemento da equipa do projecto no planeamento e lançamento de um novo negócio; - Desenvolver nos formandos uma atitude empreendedora e inovadora; - Compreender a importância das parcerias na concepção e lançamento do projecto; - Proporcionar conhecimentos que servem de apoio à avaliação de tecnologia, análise de mercado, e desenvolvimento estratégico de negócios de base tecnológica; - Fornecer bases para a criação e formação de equipas multi-funcionais, possibilitando a interacção entre estudantes de gestão e de tecnologias/engenharia em projectos, multidisciplinares com principal incidência no empreendedorismo tecnológico; - Contribuir para a criação de novas empresas, com especial incidência start-ups de base tecnológica. 9

10 Perfil dos formandos: - Investigadores de IES: produtores das tecnologias desenvolvidas nas unidades de I&D; - Estudantes de pós-graduação ou finalistas de cursos de engenharia e áreas afins: facilitadores do processo de desenvolvimento da tecnologia; - Estudantes de pós-graduação ou finalistas de cursos de gestão: facilitadores do processo de comercialização da tecnologia; - Executivos de empresas, facilitadores do processo de comercialização da tecnologia, bem como, de empresas de capital de risco. Funcionamento das sessões de formação: O curso terá a duração de 12 sessões, sendo que duas destas serão destinadas às apresentações pelas equipas de trabalho do progresso efectuado aos restantes participantes, parceiros, órgãos de comunicação social e eventuais investidores. Durante este período, cada uma das equipas irá analisar a viabilidade de um conjunto de tecnologias, apresentando como resultado final um plano de negócios para a comercialização dos conceitos de produto desenvolvidos. Algumas das sessões contarão com a presença de um orador convidado, que será escolhido de acordo com o contexto programático, e que virá enriquecer o curso com as suas experiências. Recursos pedagógicos: A coordenação do curso procurará colocar à disposição dos formadores todos os recursos necessários e possíveis para o bom funcionamento da formação. A requisição de material é da responsabilidade do formador, que deverá informar previamente os coordenadores da necessidade do mesmo. No que respeita a recursos informáticos especiais, mediante proposta do formador podem ser alugadas instalações ou equipamentos externos considerados adequados aos objectivos pedagógicos da formação. 10

11 Documentação: Existe um conjunto de documentação de carácter administrativo com o objectivo de facilitar a condução do curso e que inclui os seguinte documentos: Ficha de requisição de material Ficha de presenças Ficha de justificação de faltas Ficha de reclamação Ficha de avaliação final (módulo/formador) Ficha de nota final de formação Template de powerpoint com o formato de apresentação que todos os formadores devem utilizar. Nota: Todos os documentos poderão ser consultados nos anexos. Metodologia: No que respeita à metodologia de avaliação, a entidade promotora do curso e os seus coordenadores irão avaliar a acção através da auscultação dos diferentes intervenientes acerca da qualidade da formação. A avaliação da qualidade da formação incide sobre a estrutura do programa, a metodologia utilizada, o desempenho dos formadores, o modelo organizativo da acção e os recursos técnicos, humanos e materiais. A metodologia pedagógica preconizada e a avaliação que dela decorre assenta, particularmente, em trabalhos de equipa, que consistem na aplicação de um conjunto de ferramentas, fornecidas em cada módulo, com vista à formulação de um plano de negócios de um EBT. Pretende-se planear a criação de uma EBT percorrendo uma metodologia que conduzirá a um conceito de produto/serviço passível de se transformar num negócio com elevado potencial. Serão utilizados Documentos/Fichas de trabalho, que os formandos têm de preencher e devolver aos formadores. Estas fichas serão solicitadas em cada sessão de Formação e visam não só a 11

12 avaliação dos conhecimentos adquiridos como também proceder ao desenvolvimento do projecto de base tecnológica tendo em vista a realização de um plano de negócios. 12

13 estrutura do curso Organização: TEMA SESSÕES CONTEÚDOS/AULAS OBJECTIVOS Introdução e Empreendedorismo de Apresentar o curso em linhas gerais: equipa do 1 base tecnológica projecto - Objectivos e conteúdos 3h A metodologia proposta - Metodologia proposta Estrutura Calendarização - Estrutura e calendarização do curso - Estabelecimento de procedimentos funcionais Ideia Empresarial 6 h 2 Equipa do Projecto Fontes de ideias de negócio Avaliação de ideias Protecção de ideias - Equipa do projecto, definição de funções e avaliação do potencial Descrever as principais fontes de desenvolvimento de ideias de negócio, destacando a inovação e I&D gerado pelas universidades Analisar e avaliar a viabilidade da ideia de negócio Apresentação de formas de protecção de ideias Estudo de Mercado 6 h 2 Análise sectorial Análise da procura Análise da oferta Avaliar a oportunidade no mercado da ideia desenvolvida Identificar mercados e suas necessidades Analisar a oferta existente no mercado Tecnologia, Produto e Mercado 3 h 1 Regras básicas para a definição de produto Ligação entre Tecnologia/ Produto /Mercado (TPM) Segmentação de mercado nas ligações TPM Desenvolver o conceito de produto/serviço que corresponderá à versão detalhada da ideia. Descrever as capacidades das tecnologias Desenvolver múltiplas ideias de produto para os mercados identificados Estabelecer a ligação de novos produtos para novos mercados, que utilizam a tecnologia para obter vantagem competitiva. 13

14 TEMA SESSÕES CONTEÚDOS/AULAS OBJECTIVOS Fontes de 1 Financiamento Financiamentos e Apoios 3 h Capital de Risco Apoios comunitários e outro tipo de incentivos Descrever as várias fontes de financiamento necessário à constituição e desenvolvimento da empresa Apresentar as especificidades do capital de risco, bem como as suas vantagens e desvantagens Análise dos vários sistemas de incentivos e de apoio à criação de empresas Apresentação Intermédia 1 Apresentação Apresentação intermédia dos projectos em que Intermédia dos projectos cada uma das equipas irá apresentar a viabilidade da ligação Tecnologia Produto Mercado Plano da Empresa 9 h 3 Plano da empresa Elaboração do plano da empresa, incluíndo os seguintes elementos: - Guião genérico do plano da empresa - Promotor/equipa de promotores - Análise de mercado - Estratégica empresarial - Plano de Marketing - Tecnologia utilizada - Recursos humanos necessários - Logística e recursos materiais - Financiamento - Análise da viabilidade económico-financeira do projecto - Licenciamento e trâmites legais - Constituição da empresa Apresentação Final 1 Apresentação final dos projectos Apresentação do resultado final do plano de negócios desenvolvido por cada uma das equipas, para todos os parceiros da rede 14

15 local de funcionamento do curso Funcionamento do Curso Para o bom funcionamento dum curso desta natureza é necessário adaptar as infra-estruturas do local às actividades a desenvolver, no decorrer do curso. Assim, o local onde o curso é leccionado terá que ter à disposição os meios necessários para preparar os formandos num ensino de qualidade, privilegiando a aprendizagem do formando de uma forma autónoma, designadamente: Salas de formação, devidamente equipadas com meios informáticos e software especializado e meios audiovisuais; Biblioteca especializada, equipada com ferramentas multimédia e acesso a bases de dados nacionais e internacionais; Gabinetes de apoio técnico e administrativo nas acções de formação; Auditórios, zonas de lazer, como bares e cantinas. 15

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17 requisitos técnicos Tendo este Curso de Empreendedorismo e Valorização da Investigação que obedecer a requisitos específicos, estes reflectem-se obrigatoriamente em deveres e direitos para os formadores. De acordo com o previsto no Decreto Regulamentar n.º 66/94, de 18 de Novembro, com as alterações introduzidas pelo Decreto Regulamentar n.º 26/97, de 18 de Julho, é obrigatória a certificação pedagógica de formadores para as acções de formação inseridas no mercado de emprego. Assim, de modo a que o processo formativo esteja de acordo, com a legislação que o regulamenta, e de acordo com as práticas estabelecidas na UBI e as indicações fornecidas pelo GAAPI, o formador deverá cumprir os procedimentos que a seguir se enunciam. Deveres do formador: GERAIS Cooperar com a Coordenação do Curso, bem como com outros intervenientes no processo formativo, no sentido de assegurar a eficácia da acção de formação, nomeadamente através do cumprimento de toda a legislação e regulamentos aplicáveis à formação; No seu relacionamento deve assumir padrões de comportamento que favoreçam a criação de um clima de confiança e de compreensão mútua entre os intervenientes no processo formativo; Deve assegurar a reserva sobre dados e acontecimentos relacionados com o processo de formação e seus intervenientes, garantindo que os documentos didácticos sejam entregues em suporte digital, zelando pela conservação dos meios materiais e técnicos postos à sua disposição. ANTES DA FORMAÇÃO Assinar o Contrato de Prestação de Serviços (caso se aplique); Preparar e entregar um plano de sessão que deverá apresentar previamente (até ao máximo 17

18 de 5 dias antes do início da acção); Preparar, de forma adequada e prévia, cada acção de formação, prevendo diferentes hipóteses do seu desenvolvimento, a documentação pedagógica, os métodos e meios utilizados, bem como os momentos de avaliação; Assegurar a preparação e concepção de um manual de apoio aos formandos. DURANTE A FORMAÇÃO Procurar atingir os objectivos da acção, tendo em consideração os destinatários da mesma; Ser assíduo e pontual, respeitando o cronograma do curso de modo a proporcionar ao formando o exemplo de rigor; Desenvolver a sua acção pedagógica de acordo com os conteúdos programáticos aprovados e as orientações da entidade formadora; Entregar previamente os documentos que entenda pertinente copiar, preferencialmente com uma antecedência mínima de 48 horas; Desenvolver a formação tendo em atenção as potencialidades e limitações que as instalações e equipamentos afins permitem; Estabelecer com os formandos um clima dialogante e motivador, sem transigências de ordem disciplinar ou pedagógica, respeitando-os e fazendo-se respeitar com naturalidade; Motivar e animar os formandos, promovendo e desenvolvendo actividades, dinamizando o grupo, estabelecendo relações inter-pessoais, dando à acção um carácter eminentemente prático e adequado às necessidades profissionais; Estimular o raciocínio lógico e a compreensão dos formandos de forma a incentivar a aplicação prática dos temas; Deve comunicar com os coordenadores, sempre que detecte algum problema sobre comportamento, assiduidade e aproveitamento dos formandos; Participar em todas as reuniões pedagógicas para as quais seja convocado; Responsabilizar-se pelo dossier da sala enquanto a formação estiver a decorrer; O formador deve escrever sempre na íntegra o sumário da sessão, no próprio dia da realização da sessão; O formador deve realizar sempre a avaliação definida em ponto próprio, de forma a aferir se os formandos adquiriram os objectivos propostos; 18

19 Entregar à coordenação um exemplar do material pedagógico utilizado na formação em formato digital. APÓS A FORMAÇÃO Avaliar a actividade formativa no final de cada módulo, fazendo uma apreciação global do curso e confrontando os objectivos propostos com o resultado alcançado. Entregar trabalhos realizados pelos formandos e a respectiva classificação. Direitos do formador: Apresentar propostas com vista à melhoria das actividades formativas, nomeadamente através da participação no processo de desenvolvimento e nos critérios de avaliação da acção de formação, de acordo com o plano geral institucionalmente definido; Obter comprovação documental, pela UBI, relativamente à actividade desenvolvida como formador em acções por esta promovidas, especificando, designadamente, o nível dos formandos, a qualidade da formação, o domínio de intervenção e a duração; O formador será sempre respeitado na sua actividade e a UBI promoverá, dentro do possível, a sua valorização profissional; Ter direito a apoio técnico, material e documental, dentro das limitações e condicionantes existentes na UBI; Ter direito à remuneração hora. 19

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21 equipa pedagógica FOTO NOME:... CONTACTO TELEFÓNICO: FOTO NOME:... CONTACTO TELEFÓNICO: FOTO NOME:... CONTACTO TELEFÓNICO: FOTO NOME:... CONTACTO TELEFÓNICO:

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23 Leccionação de módulos No que respeita à leccionação dos módulos todos os formadores terão que possuir os seguintes requisitos: - Formação académica de nível superior, preferencialmente em área conexa à da área de formação; - Experiência na constituição e coordenação de equipas de trabalho; - Experiência profissional relevante ao nível da relação com a realidade empresarial e universitária; - Experiência de formador e/ou de coordenação em cursos da modalidade Formação-Acção; - Certificado de Aptidão Profissional de formador(a). Contudo, dada a diversidade de módulos e conteúdos programáticos, que compõem este curso, é necessário os formadores possuírem um leque de requisitos mais específicos, direccionados para as áreas a desenvolver em particular. MÓDULOS E RESPECTIVOS PERFIS DOS FORMADORES Introdução e Equipa do Projecto - Capacidade de constituir equipas de trabalho, possuir o empenho de abraçar um projecto que exige muita dedicação e empenho; - Promover o trabalho em equipa; - Estimular o relacionamento e a comunicação entre a equipa de trabalho e os formadores; - Capacidade de coordenação das equipas permitindo o desenvolvimento do seu trabalho; - Saber gerir conflitos e orientar cada um dos membros da equipa para o interesse do grupo para que os objectivos individuais e de grupo convirjam para uma finalidade: conclusão do curso com sucesso; - Experiência no desenvolvimento e coordenação de equipas de trabalho. 23

24 Ideia Empresarial - Estimular os participantes para o seu potencial criativo; - Capacidade de transmitir conhecimentos sobre conceitos de criatividade e factores que a promovem ou a inibem; - Capacidade de facultar aos participantes um conjunto de ferramentas de apoio à actividade criativa; - Capacidade de transmitir conhecimentos sobre a protecção da propriedade intelectual; - Experiência no desenvolvimento de exercícios de sedimentação dos conceitos adquiridos, fomentando a criatividade dos participantes; - Experiência na protecção da propriedade intelectual. Estudo de Mercado - Experiência no ensino de Marketing; - Experiência no ensino de Estudo do mercado; - Experiência no ensino de Marketing de produtos tecnológicos; - Investigação em Marketing. Tecnologia, Produto e Mercado - Experiência no ensino de Marketing; - Experiência no ensino de Empreendedorismo; - Investigação em Marketing; - Investigação em Empreendedorismo. Financiamentos e Apoios - Experiência na área financeira e na negociação de formas de financiamento com instituições de crédito e bancárias; - Capacidade de transmitir conhecimentos sobre as diferentes modalidades de financiamento e as principais fontes de capital; - Capacidade de transmitir conhecimentos sobre os apoios e incentivos ao investimento e 24

25 a criação de empresas de base tecnológica; - Capacidade de detectar os principais problemas financeiros com que as empresas se deparam, no âmbito do financiamento e propor as soluções adequadas; - Saber relacionar-se com instituições de crédito e bancárias e deter informações sobre as várias formas de financiamento disponíveis na actualidade; - Pertencer a redes e deter conhecimentos com as várias entidades que gerem os apoios e incentivos ao investimento e a criação de empresas de base tecnológica. Plano da Empresa - Experiência na criação de empresas conhecendo através da prática os factores que promovem o sucesso da empresa desde da sua criação, consolidação e desenvolvimentos futuros; - Promover o trabalho em equipa; - Estimular o relacionamento e a comunicação entre as equipas de trabalho e os formadores; - Construir e participar activamente no desenvolvimento do trabalho das equipas do curso de forma a partilhar informações e promover soluções e práticas visando a elaboração do plano de negócios; - Capacidade de registo, organização e sistematização da informação visando o desenvolvimento do plano de negócio; - Experiência em efectuar a coordenação de cursos e trabalhar com equipas multidisciplinares e na elaboração de projectos empresariais. 25

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27 Exemplo de calendarização: calendarização do curso Datas importantes SESSÃO INICIAL: SESSÃO FINAL: Sessões de Formação Sessões de Tutoria Horário de Tutoria: É aconselhável que cada equipa tenha 3 horas de tutoria por módulo de formação. É conveniente que as equipas combinem com o formador responsável de cada módulo o horário de tutoria, bem como o local de realização da mesma. 27

28 Horário de Formação: HORAS 17:00 18:00 18:00 19:00 19:00 20:00 SET - 06 OUT - 06 QUARTA 20 IEP IEP IEP QUARTA 27 IE IE IE QUARTA 4 IE IE IE QUARTA 11 EM EM EM QUARTA 18 EM EM EM QUARTA 25 TPM TPM TPM HORAS 15:30 17:00 17:00 18:00 18:00 19:00 19:00 20:00 QUARTA 8 FA FA FA NOV - 06 DEZ - 06 QUARTA 15 AI AI AI QUARTA 22 PE PE PE QUARTA 29 PE PE PE QUARTA 6 PE PE PE QUARTA 13 AF Legenda: IEP IE EM TPM FA AI PE AF - Introdução e Equipa do Projecto - Ideia Empresarial - Estudo de Mercado - Tecnologia, Produto e Mercado - Financiamentos e Apoios - Apresentação Intermédia - Plano da Empresa - Apresentação Final 28

29 contactos dos formandos NOME INTITUIÇÃO TELF CONTACTOS TELM 29

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31 - Ficha de avaliação final; - Ficha de presenças; - Ficha de reclamação; - Ficha de tutorias; - Justificação de faltas; - Requisições. ferramentas 31

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33 FICHA DE AVALIAÇÃO FINAL - MÓDULO/FORMADORES CURSO:... Empreendedorismo e Valorização da Investigação MÓDULO:... DATA:.../.../... FORMADOR:... Na sua avaliação utilize a seguinte escala 1 Insuficiente 2 Médio 3 Bom 4 Excelente 1. Desenvolvimento do Módulo Módulo Objectivo do módulo Conteúdos definidos para o módulo Estruturação do Programa Utilidade dos temas abordados Motivação e Participação Actividades dos Participantes Instalações e Equipamentos Textos de apoio Meios Audiovisuais Utilização dos Recursos Didácticos Apoio do Coordenador Apoio Técnico Pedagógico Resultado Global Alcançado

34 2. Intervenção do Formador Formador: Domínio dos temas Métodos utilizados Linguagem utilizada Empenhamento Relacionamento com os participantes Utilização de audiovisuais 3. Sugestões / Criticas Temas considerados mais importantes, a desenvolver com maior profundidade ou a incluir neste módulo. Aspectos mais conseguidos e a melhorar. Sugestões e outras observações..../.../... Nome do Formando (facultativo):... 34

35 FICHA DE PRESENÇAS / SUMÁRIOS CURSO:... Empreendedorismo e Valorização da Investigação MÓDULO:... Apresentação Intermédia DATA: 15.../.../ FORMADOR:... Maria José Silva ÍNICIO: 20/09/2006 FIM: 13/12/2006 Nº FALTAS HORAS: DAS 17H ÀS 20H RÚBRICA: SUMÁRIO: FORMANDOS RÚBRICA 35

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37 FICHA DE RECLAMAÇÃO RECEBIDO POR: EM: RECLAMAÇÃO Nª A PREENCHER PELA UBI NOME:... MORADA: CONTACTO TELF.:... Descrição Resumida: Data:.../.../... Assinatura do Reclamante:... Nota: Será dada uma resposta a reclamações fundamentadas em 48h Tratamento: 37

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39 FICHA DE PRESENÇAS / TUTORIAS CURSO:... Empreendedorismo e Valorização da Investigação MÓDULO:... Apresentação Intermédia FORMADOR:... Maria José Silva DATA:.../.../... HORAS... às... RÚBRICA:... DATA:.../.../... HORAS... às... RÚBRICA:... Descrição Resumida das Tutorias efectuadas: FORMANDOS RÚBRICA Nota: Será dada uma resposta a reclamações fundamentadas em 48h Tratamento: 39

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41 JUSTIFICAÇÃO DE FALTAS CURSO:... Empreendedorismo e Valorização da Investigação NOME... MÓDULO:... Faltou no dia:.../.../... das:... h:... m às... h:... m Justificação da Falta: O Formando Anexos... Parecer: Falta justificada Falta não justificada O Coordenador... 41

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43 REQUISIÇÃO MATERIAIS / EQUIPAMENTOS CURSO:... Criação e Dinamização de Empresas de Base Tecnológica MÓDULO:... DATA:.../.../... HORAS: das... às... FORMADOR:... EQUIPAMENTOS / MATERIAIS - Portátil - Vídeo Projector RÚBRICA:... * O requisitante deverá proceder à devolução do equipamento no final da utilização e responsabilizarse pelo mesmo até à hora da dita devolução. 43

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45 ficha técnica TITULO CURSO DE EMPREENDEDORISMO E VALORIZAÇÃO DA INVESTIGAÇÃO RECURSOS TÉCNICOS PARA O EMPREENDEDORISMO DE BASE TECNOLÓGICA CONCEPÇÃO E PRODUÇÃO: CAIE CENTRO DE APOIO À INOVAÇÃO E AO EMPREENDEDORISMO PARCERIA DE DESENVOLVIMENTO Parkurbis, Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã, SA Município da Covilhã Universidade da Beira Interior Global Change Consultores ANIL Associação Nacional dos Industriais dos Lanifícios AECBP Associação Empresarial da Covilhã, Belmonte e Penamacor ANJE Associação Nacional dos Jovens Empresários CCI-LA Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã COORDENAÇÃO Parkurbis, Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã, SA Universidade da Beira Interior AUTORES Mário Raposo Maria José Silva Ricardo Rodrigues COLABORAÇÕES Carla Fernandes CONCEPÇÃO GRÁFICA E DESIGN LOBBY PRODUCTIONS

46 CONTACTOS DA ENTIDADE INTERLOCUTORA Pedro Farromba Parkurbis, Parque de Ciência e Tecnologia da Covilhã, SA Covilhã Telefone: Fax: Site: EDIÇÃO EXPERIMENTAL Dezembro de 2007 CO-FINANCIAMENTO

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