SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL"

Transcrição

1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE AGRICULTURA NO AMAZONAS RELATÓRIO DE ATIVIDADES GESTÃO 2005

2 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO ROBERTO RODRIGUES Ministro de Estado LUIS CARLOS GUEDES PINTO Secretário-Executivo GABRIEL ALVES MACIEL Secretário de Defesa Agropecuária IVAN WEDEKIN Secretário de Política Agrícola MÁRCIO ANTÔNIO PORTOCARRERO Secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo LINNEU CARLOS DA COSTA LIMA Secretário de Produção e Agroenergia GIRABIS EVANGELISTA RAMOS Diretor do DSV/SDA JORGE CAETANO JÚNIOR Diretor do DSA/SDA JOSÉ ROGÉRIO VASCONCELLOS DE ARAÚJO Superintendente Federal de Agricultura

3 SUPERINTENDENCIA FEDERAL DE AGRICULTURA NO AMAZONAS Missão: Executar ações de controle e prevenção, através da inspeção e fiscalização dos produtos e subprodutos agropecuários de forma a preservar a saúde animal, vegetal e humana, assegurando qualidade e competitividade no mercado nacional e internacional. Visão: Alcançar o padrão de excelência na prestação de serviços,destacando-se em nível nacional e internacional, através da melhoria no atendimento e satisfação dos clientes.

4 PALAVRA DO SUPERINTENDENTE Ao apresentar este relatório; gostaria de externar minha preocupação com o Amazonas, pois possuímos mais de Km de Fronteira Internacional, com cidades gêmeas, como Letícia na Colômbia e Tabatinga no Brasil, mais de Km² de extensão territorial, o 2º maior Pólo Industrial Brasileiro, o 3º aeroporto em movimentação de cargas e o 4º porto em recepção de cargas e, contamos apenas com 27 Fiscais Federais Agropecuários FFAs, no quadro da Superintendência, isto posto, pretendo alertar as autoridades competentes, da nossa fragilidade, tanto na Vigilância Agropecuária, quanto na Defesa Agropecuária do País.

5 DESCRIÇÃO DAS FINALIDADES A Superintendência Federal de Agricultura no Estado do Amazonas SFA/AM, tem sob sua responsabilidade o conjunto das atividades destacadas a seguir. São atividades diretamente ligadas à inspeção, fiscalização e ao controle de produtos agropecuários, bem como as atividades de fomento e desenvolvimento da produção agrícola, todas coordenadas pelo Serviço de Defesa Agropecuária. ATIVIDADES DA SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE AGRICULTURA Compete executar atividades e ações de: I - defesa sanitária, inspeção, classificação e fiscalização agropecuárias; II - fomento e desenvolvimento agropecuários e da heveicultura; III - assistência técnica e extensão rural; IV - infra-estrutura rural, cooperativismo e associativismo rural; V - produção e comercialização de produtos agropecuários, inclusive do café, cana-deaçúcar, açúcar e álcool; VI - administração de recursos humanos e de serviços gerais; VII - programação, acompanhamento e execução orçamentária e financeira dos recursos alocados; VIII - qualidade e produtividade dos serviços prestados aos seus usuários; e IX - aperfeiçoamento da gestão da Superintendência. Parágrafo único. As Superintendências Federais têm jurisdição no âmbito de cada Estado da Federação e do Distrito Federal podendo haver alteração desse limite, no interesse comum, para execução das atividades de defesa agropecuária e de apoio à produção e à comercialização agropecuárias, à infra-estrutura rural, bem como ao cooperativismo e ao associativismo rural, mediante ato do Ministro de Estado.

6

7 DIVISAO TÉCNICA/SFA/AM A DT/SFA/AM de acordo com a determinação regimental e orientações técnicas das Secretarias do Ministério da Agricultura, coordena a execução das ações de competências do Serviço, que são as atividades emanadas aos Setores Técnicos de função de Estado, exclusivas da União. Com a nova estrutura do Ministério da Agricultura, as antigas Delegacias Federais de Agricultura nos estados transformaram-se em Superintendências Federais de Agricultura e, fundamentalmente, os serviços das áreas animal e vegetal foram unificados, havendo também a criação do Serviço de Política e Desenvolvimento Agropecuário (SEPDAG/DT). O SEDESA executa, orienta e supervisiona ações de Defesa Agropecuária, com atenção especial ao trânsito interestadual e internacional, às medidas de sanidade animal e vegetal, controle de doenças e pragas, medidas profiláticas e de epidemiologia e o outras providências. Cabe informar da extrema deficiência de Fiscais Federais Agropecuários, em especial para a execução das atividades da área Animal. Contamos com apenas um FFA médico veterinário, que ainda acumula a função de chefe do setor. Considerando o status sanitário do Amazonas, com recentes focos registrados de febre aftosa e várias ocorrências de pragas importantes, o setor necessitaria de urgente incremento de efetivo de Fiscais Federais Agropecuários, para execução do minimamente necessário. O SIPAG promove a fiscalização, supervisão e orientação das atividades de inspeção animal e vegetal, com ênfase às industrias que preparam, transformam, manipulam e acondicionam produtos de origem animal, destinados ao comércio interestadual ou internacional. Supervisionaram as indústrias registradas, fazem a implantação, acompanhando e desenvolvimento dos Procedimentos de Padrões de Higiene Operacional (PPHO) e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) nas indústrias sob Inspeção Federal e também realiza inspeção e a fiscalização sanitária e tecnológica de produtos, registra os estabelecimentos produtores de bebidas, vinhos, derivados da uva e do vinho e vinagres, bem como, registra e fiscaliza os importadores e exportadores desses produtos, visando garantir os padrões de identidade e qualidade estabelecidos pela legislação vigente. Na fiscalização e inspeção dos estabelecimentos, os FFA s acompanham o processo produtivo, observando as condições higiênico-sanitárias das matérias primas dos produtos, das instalações e equipamentos, os procedimentos de trabalho e os aspectos tecnológicos do produto ao analisar a composição principal, os aditivos e se a rotulagem contém o que determina a

8 legislação, nestes procedimentos são coletadas amostras dos produtos para análises laboratoriais. O SEFAG atua no controle e fiscalização da produção e comercialização de sementes e mudas, na classificação de produtos vegetais, fiscalização da produção de fertilizantes, corretivos e inoculantes e a aviação agrícola, registro dos estabelecimentos produtores e comerciais de alimentos para animais; realiza fiscalizações nos estabelecimentos e nos produtos e ingredientes usados na fabricação das rações, mantendo o controle da qualidade dos produtos por meio de coletas de amostras periódicas de ingredientes e rações. Cadastro dos estabelecimentos avícolas; registro do Sistema de Marca Ordem e Progresso. Ainda, realiza o registro e a fiscalização dos estabelecimentos que se dedicam ao comércio de material de multiplicação animal. No Amazonas às Unidades Gerenciais do VIGIAGRO ou Postos de Vigilância Agropecuária/PVA s estão assim distribuídos em: Posto de Vigilância Agropecuária na DFA/AM, Porto de Manaus, Superterminais, Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, Aurora EADI, Chibatão. As unidades em outros Municípios: Tabatinga, Itacoatiara e em Parintins esta, onde funciona um Posto de Serviço. O serviço de Vigilância Agropecuária internacional conta com um número irrisório de Fiscais Federais Agropecuários. Agrava-se mais ainda a situação quando observa-se incrementos de produção da industria amazonense, com conseqüente aumento de demanda dos serviços do Ministério da Agricultura, sem no entanto haver proporcional condições de pessoal para a atividade. O Serviço de Política e Desenvolvimento Agropecuário (SEPDAG/DT) surgiu com a reestruturação das Superintendências Federais de Agricultura, assumindo um papel de extrema importância no contexto da agricultura do país, principalmente no estado do Amazonas. Considerando-se a extrema carência de serviços públicos no interior do estado, o SEPDAG apresenta-se como o braço da Superintendência, no contexto de políticas públicas federais, para difusão de tecnologias, descentralização de verbas em forma de convênios federais para associações, cooperativas, prefeituras e outras entidades jurídicas. O SEPDAG apresenta-se ainda como o instrumento do MAPA para aplicação de verbas de emendas parlamentares para fins agropecuários, sendo o setor responsável pelo acompanhamento da aplicação dos convênios. A superintendência Federal de Agricultura tem como principal entrave o número reduzido de Fiscais Federais Agropecuários para o desempenho das atividades agropecuárias. Todavia, a região amazônica, por suas peculiaridades, apresenta-se como grande desafio para a SFA-AM, em virtude da necessidade da proteção de doenças e pragas da fauna e flora da região amazônica e da obrigação do desenvolvimento sustentável do interior do estado, onde as facilidades e infra-estrutura mínimas para o bem estar do homem do interior ainda não chegaram.

9 SERVIÇO DE POLÍTICA E DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO SEPDAG/AM 1. PERFIL O Serviço de Política e Desenvolvimento Agropecuário SEPDAG está ligado, dentro do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, à Secretaria de Política Agrícola (SPA/MAPA) e à Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário (SDC/MAPA) e dentro da estrutura da Superintendência Federal de Agricultura, está diretamente ligada a Divisão Técnica e tem como principais atribuições à promoção, orientação e acompanhamento da execução de atividades relativas ao desenvolvimento rural e às políticas de crédito e investimentos públicos, a organização do setor primário, levantamento e transmissão de dados sobre a agropecuária do Estado do Amazonas, rastreabilidade, assessoramento e apoio ao Zoneamento Agropecuário, PROAGRO e seguro rural, além de participar nas comissões regionais, estaduais e municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável e Divulgação ampla das atribuições e competências do Serviço para instituições públicas e privadas. Analisar a viabilidade técnica de projetos do OGU/CEF, acompanhar metas de convênios da SDC/MAPA. 2 NEGÓCIO E MISSÃO O SEPDAG tem, como missão contribuir para a melhoria da produção da agropecuária Amazonense e brasileira. As ações da UG estão respaldadas na legislação vigente (leis, decretos, portarias, instrução normativas, instruções de serviços, dentre outras). Está fundamentada no Decreto de 21 de janeiro de 2005 e na Portaria 300 de 16 de junho de SISTEMA DE LIDERANÇA O SEPDAG é um Serviço novo dentro da estrutura das Superintendências e, portanto, está se discutindo e adaptando as competências e atribuições com os servidores lotados no Serviço e estabelecendo-se a hierarquia e prioridades nas execuções das ações. O SEPDAG/AM conta com 03 (três) FFA s (02 Médicos Veterinários e 01 Engenheiro Agrônomo), 01 (um) Agente de Atividades Agropecuárias e 01 (um) Engenheiro Agrônomo cedido pela EMBRAPA Amazônia Ocidental. Dentro de sua hierarquia 01 (um) FFA é o Chefe do Serviço e 01 (um) FFA é o Chefe-Substituto.

10 Por deficiência de pessoal, dentro da Superintendência Federal do Amazonas, os FFA s lotados no SEPDAG/AM, quando possível, executam atividades em outros setores visando atender as demandas solicitadas à SFA/AM, especialmente na área de Defesa. 4 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO O SEPDAG/AM desenvolveu o seu primeiro planejamento estratégico nesse ano, pautado nas ações inerentes ao Serviço e nas competências determinadas pelos Artigos 20 e 21 da Portaria nº 300 de 16 de junho de Tomaram-se como Prioridades Básicas para o Planejamento referente ao ano de 2005 as seguintes ações: Incentivo ao ordenamento e reorganização do Cooperativismo e Associativismo rural; Fomento a infra-estrutura rural e logística da produção; Incentivo a Indicação Geográfica de produtos agropecuários; Fomento da produção integrada, agroecológica, orgânica, agroindustrial, agroflorestal e extrativista; Rastreabilidade; Participação em Conselhos Estaduais e Municipais de Desenvolvimento Rural Sustentável; Articulação com agências de financiamento do agronegócio; Articulação, sensibilização de outros Ministérios e órgãos estaduais da importância da continuidade e efetiva execução do Zoneamento Econômico Ecológico para a realização do zoneamento agropecuário; Divulgação das atribuições do serviço aos órgãos públicos e instituições privadas; Emissão de Pareceres de Viabilidade Técnica Prévia nos Projetos Técnicos dos Recursos do Orçamento Geral da União, contratados através da Caixa Econômica Federal (Emendas Parlamentares). 5 FOCO NO CLIENTE O SEPDAG/AM baseia suas ações visando atender a demanda trazida pela classe produtora do Estado do Amazonas. O atendimento eficiente aos diversos setores da sociedade, visando à satisfação dos usuários dos serviços do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é foco permanente em todas as ações deste serviço. 6 PRINCIPAIS CLIENTES Governo do Estado do Amazonas; Prefeituras municipais;

11 Instituições de ensino e pesquisa (EMBRAPA/INPA/UEA/UFAM, Escola Federal Agrotécnica de Manaus; Escola Agrícola Rainha dos Apóstolos); Caixa Econômica Federal; Instituições financeiras (Bancos Agências de fomento); CREA/AM; CRMV/AM; Instituições Federais (IBAMA, INCRA, CONAB, MDA, SUFRAMA, SIPAM); Cooperativas e Associações de produtores; 7 INFORMAÇÃO E ANÁLISE O Serviço conta com os sistemas informatizados, disponibilizados pelo MAPA, para gerenciamento das informações, além de planilhas informatizadas que permitem o acompanhamento semanal do desempenho das atividades programadas. Dentro dos sistemas informatizados, disponibilizados pelo MAPA, o Serviço utiliza o SISBOV, o PUBCAL, o SIPE, o SIDOC, o AGROFIT e o SIPLAN dentro de suas atribuições para gerenciamento das atividades do Serviço. Todas as informações coletadas subsidiam os relatórios mensais e a geração de indicadores de eficiência do Serviço, auxiliando na tomada de decisões para ajustes nas programações mensais. INDICADORES DE DESEMPENHO Cabe ressaltar que o SEPDAG foi um Serviço criado na nova estrutura do MAPA pela Portaria nº 300, de 16 de junho de Portanto este Serviço contou, quando da sua criação na SFA/AM, com apenas dois FFAs (Médicos Veterinários). Após algum tempo, recebemos dois Agentes de Atividades Agropecuárias e um FFA (Engenheiro Agrônomo) nomeado no último concurso público do MAPA. Não havia Plano Operativo específico para a área de Fomento e Política Agrícola definido para o exercício de A atividade de Fomento dentro do âmbito da SFA/AM nunca havia sido desenvolvida satisfatoriamente, iniciandose efetivamente com a criação do SEPDAG/SFA/AM. Além disso, os antigos SFFV e SFFA, não repassaram o histórico de arquivos, pastas e respectivas legislações que caberiam a este Serviço, o que dificultou uma primeira ação. Diante disso, a equipe se reuniu para traçar linhas de ação, dentro das prerrogativas elencadas pela Portaria nº 300, considerando a racionalidade e a capacidade humana existentes, o tempo para execução e os objetivos que nos propusemos a atingir. Diante dessa nova proposta do MAPA com a criação dos SEPDAGs, diversas ações de fomento e de política agrícola foram desenvolvidas, especialmente com sensibilizações de órgãos públicos, prefeituras, entidades e outros, visando levar à esses parceiros as propostas de desenvolvimento agropecuário do Ministério da Agricultura, buscando mostrar os serviços disponíveis deste Ministério. De acordo com o proposto pela equipe do SEPDAG/SFA/AM as metas foram atingidas, conforme quadro abaixo:

12 AÇÕES EXECUTADAS PELO SEPDAG/SFA/AM AÇÃO EVENTO Participação em Cursos/Seminários Gestão de Convênio em Brasília Curso sobre Propriedade Industrial INPI Participação em Cursos/Seminários Manaus/AM Seminário Qualidade do Queijo Coalho Participação em Cursos/Seminários SIPAG/SFA/AM Cadeias Produtivas FNO/BASA Participação em Cursos/Seminários SEBRAE/AM Cadeias Produtivas e APL s SEPROR/BID Participação em Cursos/Seminários Manaus/AM Audiência Pública Gestão de Recursos Participação em Cursos/Seminários Hídricos IBAMA/AM Curso de Legislação de Produtos Orgânicos Participação em Cursos/Seminários Rio de Janeiro/RJ Evento Gestão de Qualidade/Indicadores de Participação em evento/treinamento desempenho e convênios São Paulo/SP Reunião Técnica dos SEPDAG s na SPA em Participação em Reunião Técnica Brasília/DF Reunião Técnica sobre a implantação da NIMF Participação em Reunião Técnica 15 SESI Manaus/AM Reunião Técnica sobre Legislação de Produtos Participação em Reunião Técnica Orgânicos com o FFA Roberto Habib Mattar em Manaus/AM Reunião Técnica sobre Defeso da Piracema na Participação em Reunião Técnica Sede do IBAMA/AM Reunião Técnica sobre Defeso da Piracema e Participação em Reunião Técnica Piscicultura com Técnicos do IBAMA na Sede da SFA/AM, organizado pelo SIPAG/SFA/AM. Reunião Técnica sobre CVC (amarelinho) na Participação em Reunião Técnica Sede do INPA em Manaus/AM Reunião Técnica sobre linhas de crédito do Participação em Reunião Técnica BNDES Manaus/AM Participação em Reunião Técnica Curso sobre Cooperativismo no SEBRAE/AM Treinamento em Vistoria do SISBOV em Participação em Treinamento Manaus/AM Treinamento em Gestão de Convênios em Participação em Treinamento Brasília/DF Participação em palestras do SIPAM (Serviço de Participação em Palestras Proteção da Amazônia) (06 participações) em Manaus/AM Membro Efetivo do Conselho Estadual de Participação em Conselhos Desenvolvimento Rural Sustentado (CEDRS) do Estado do Amazonas Membro Efetivo do Conselho Municipal de Participação em Conselhos Desenvolvimento Rural Sustentado (CEDRS) do Município de Manaus/AM Membro Efetivo das Câmaras Técnicas de Infraestrutura e Comercialização e de Pesca e Participação em Câmaras Técnicas Aqüicultura do CEDRS/AM Participação nas Exposições Agropecuárias do Participação em Exposições Agropecuárias Careiro do Castanho/AM e da EXPOAGRO Exposição Estadual do Amazonas em Manaus/AM Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para a UFAM (UNISOL) sobre abelhas.

13 CONTINUAÇÃO Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação Participação em Reuniões com o Público Externo Participação em Reuniões com o Público Externo Participação em Reuniões com o Público Externo Reuniões Organizadas pelo SEPDAG/SFA/AM com o Público Externo Reuniões Organizadas pelo SEPDAG/SFA/AM com o Público Externo Participação em Reuniões Internas Participação em Comissões Internas Outras Ações Outras Ações Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para registro de empresa produtora de calcário Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para Produtores de Novo Remanso Itacoatiara/AM Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para a Associação Itapeaçú ACPR (projeto de produção de Maracujá) Urucurituba/AM Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para a Prefeitura Municipal de Apuí/AM Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para a Prefeitura Municipal de Humaitá/AM Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para a Prefeitura Municipal de Urucará/AM Orientações Técnicas/Divulgação da Legislação para a Prefeitura Municipal de Nhamundá/AM Reunião sobre Produtos Orgânicos em Manaus/AM (04 reuniões) Reunião sobre Mormo Constituição do Comitê Estadual Manaus/AM Reunião sobre a regulamentação da Lei nº 9712 com técnicos de Brasília em Manaus/AM Reunião sobre Zoneamento Agropecuário no Estado do Amazonas 02 reuniões na SFA/AM Reunião sobre Indicações Geográficas no Estado do Amazonas 02 reuniões na SFA/AM Reunião com os Chefes dos Setores Técnicos 02 reuniões Comissão para discussão da Regulamentação da Lei nº 9712 que se encontrava em Consulta Pública (duração de 01 semana) Clipping Mensal das notícias sobre Mercado Agrícola, Agropecuária, Extensão Rural, Fomento Rural e Política Agrícola no Estado do Amazonas para envio ao Gabinete da SPA em Brasília/DF. Articulação, no âmbito do Ministério da Agricultura para a inclusão do Estado do Amazonas na Câmara Setorial da Borracha que havia sido criada e deixou de fora o Estado (historicamente um dos pioneiros na produção da borracha no Brasil).

14 INDICADORES DE EFICIÊNCIA-PRODUTIVIDADE Índice de Vistoria - IDV Total de vistorias 1 Nº de fiscais envolvidos = 03 = 0,33 Índice de vistorias por fiscal = 0,33 INDICADORES DE CAPACIDADE Para medir a capacidade deste Setor em gerar produtos e serviços por unidade de tempo foram selecionados alguns Indicadores de Capacidade: Índice de Estabelecimentos Fiscalizados Total de estabelecimentos fiscalizados no ano=00 (zero) (Em função da greve deflagrada pelos Fiscais Federais Agropecuários não foi possível executar as ações de Fiscalização programadas para o 4º trimestre) Índice de Estabelecimentos Vistoriados Total de estabelecimentos vistoriados no ano=01 (um) Índice de Estabelecimentos Auditados Total de estabelecimentos auditados no ano=00 (zero) (Em função da greve deflagrada pelos Fiscais Federais Agropecuários não foi possível executar as ações de Auditagem programadas para o 4º trimestre) Índice de Estabelecimentos Visitados Total de estabelecimentos visitados no ano=14 (catorze) Índice de Participação em Eventos Agropecuários Total=04 (quatro) Registros de Marca Ordem e Progresso no ano de 2005=01 (um)

15 INDICADORES DE EFICÁCIA QUALIDADE Índice de Fiscalização (IF) Total de estabelecimentos fiscalizados 00 Total de estabelecimentos existentes = 01 = 0,0 Índice de Vistoria (IV) Total de estabelecimentos vistoriados 01 Total de estabelecimentos existentes = 01 = 1,0 Índice de Auditagem (IA) Total de estabelecimentos auditados 00 Total de estabelecimentos existentes = 01 = 0,0 O índice de conformidade dos estabelecimentos atingiu o desejável, os estabelecimentos registrados, fiscalizados, vistoriados e auditados estavam dentro das normas legais, atendendo a legislação vigente. ANÁLISE DE RECURSOS FINANCEIROS Os recursos financeiros foram disponibilizados de acordo com o programado pela Coordenação em Brasília, visto que o SEPDAG foi criado no meio do exercício de 2005 e não possuía programação anterior, porém, em alguns casos, faltaram recursos, especialmente, para acompanhamento in loco de convênios firmados pelo MAPA e ações da SPA/MAPA que não possui PI s ao nível estadual. Cabe ressaltar que a SPA/MAPA necessita, com urgência, criar, ao nível de SFA s, a programação orçamentária e oficializar os respectivos Planos Internos (PI s) para a execução das ações.

16 PLEITOS ANALIZADOS PELO SEPDAG/SFA/AM Nº Processo Origem do Pleito / / / / / / Fundação de Apoio Institucional Rio Solimões UNISOL Cooperativa Mista Agropecuária de Iranduba - COAPIR Centro de Solidariedade São José Escola Agrotécnica Rainha dos Apóstolos Prefeitura Municipal de Guajará Prefeitura Municipal de Ipixuna Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura CONTAG Valor R$ Objetivo MAPA Proponente Situação Atual Capacitação de Produtores Rurais em Em fase Meliponicultura e , ,00 de Análise Apicultura em do Pleito comunidades na SFAassistidas pelo AM. Projeto S.O.S. Abelhas do Amazonas. Curso de Capacitação para Produtores de Hortaliças e Frutas do Município de Iranduba/AM Curso de Capacitação para Produtores de Hortaliças Orgânicas e Frutíferas Orgânicas e para Agentes atuantes na Suinocultura e Avicultura Caipira Orgânica. Projeto de Energização Rural Emenda Parlamentar Projeto de Energização Rural Emenda Parlamentar Apoio ao Projeto Ações Estratégicas p/ Implementação do Sistema CONTAG e Organização da Produção , , , , , , , , , ,50 Em fase de Análise do Pleito no MAPA em Brasília. Em fase de Análise do Pleito no MAPA em Brasília. No âmbito da Caixa Econômic a Federal. No âmbito da Caixa Econômic a Federal. Parecer Técnico Conclusiv o emitido.

17 / Fórum Nacional de Secretários de Agricultura Apoio à Instituição de Lei Federal que estabelece as Regras de obtenção, comercialização, trânsito e uso de cama de aviário , ,00 Em fase de emissão de Parecer Técnico Conclusiv o / Traço Rastreabilidade e Certificação Rural Ltda / João Lemos Tavares / Antonio Alves Barbosa / / / Antonio Alves Barbosa José Adilson Souza Santos Pedro Fernandes Brasil Credenciamento junto ao SISBOV Título de Propriedade de Marca do Sistema Ordem e Progresso Título de Propriedade de Marca do Sistema Ordem e Progresso Título de Propriedade de Marca do Sistema Ordem e Progresso Título de Propriedade de Marca do Sistema Ordem e Progresso Título de Propriedade de Marca do Sistema Ordem e Progresso Em análise em Brasília Em fase de entrega ao cliente. Em fase de entrega ao cliente. Em fase de entrega ao cliente. Em fase de entrega ao cliente. Em fase de entrega ao cliente. Convênio nº Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo - SESCOOP/AM Projeto de Desenvolvimento do Cooperativismo no Estado do Amazonas , ,00 Em fase de execução.

18 SEÇÃO DE PLANEJAMENTO E ACOMPANHAMENTO SPA/SFA/AM 1. PERFIL NEGÓCIO E MISSÃO Compete auxiliar e apoiar os setores da Superintendência, no sentido de orientar e executar relatórios mensais e anuais para o desenvolvimento de suas atividades. 2. SISTEMA DE LIDERANÇA A operacionalização do sistema de liderança da SFA/AM envolve diretamente o Superintendente, o Superintendente substituto, Divisão Técnica, chefe do SEPDAG, seus assessores, os chefes de setores, serviços e seções. Esses agentes desenvolvem ações que visam o bom andamento da gestão pela qualidade, atuando como multiplicadores do programa, identificando pontos de estrangulamento e propondo correções. 3 - PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Tendo como base às metas da SPA/SFA/AM e considerando-se a ocorrências dos exercícios anteriores, o planejamento estratégico do setor é de buscar soluções as necessidades, para que os setores possam executar as suas atividades. 4 - FOCO NO CLIENTE Os setores são envolvidos através da participação em discussões técnicas sobre assuntos de seus interesses nas respectivas áreas, sendo todos os

19 funcionários orientados para as realizações de relatórios e entrega em tempo hábil, para que possa ser enviado à Brasília/DF. 5- INFORMAÇÃO E ANÁLISE Os pedidos e informações que entram na SPA/SFA/AM, são distribuídos aleatoriamente aos setores da Delegacia para análise e estudo. Desta forma, os chefes, ao requisitarem informações sobre o andamento de relatórios ou qualquer informação solicitadas de Brasília/DF, são encaminhados aos responsáveis pela análise, com quem podem tratar diretamente das pendências e obter as informações necessárias para o bom andamento dos mesmos. 6 - PESSOAS A SPA/SFA/AM continua contando hoje, com um Agente de Inspeção Sanitária Industrial de Produtos de Origem Animal (Chefe), tentando desempenhar suas atividades de acordo com as orientações repassadas pelo Órgão Central. 7 GESTÃO DE PROCESSOS Os principais processos da SPA/SFA/AM são mostrados no quadro seguinte: Produtos (documentos Processos Atividades gerados) Orientação Técnica sobre normas e procedimentos para emissão de relatórios. Atendimento Pessoal Remessa de documentos Correspondências, via eletrônica, fax, e pessoalmente. 8- RESULTADOS DO SETOR Foi dada uma atenção especial aos setores, com relação ao Plano Operativo e Relatório de Gestão, com orientações na elaboração e na conclusão dos mesmos, assim como esclarecimento de dúvidas aos chefes envolvidos nos assuntos em questão.

20 SEÇÃO DE ATIVIDADES GERAIS SAG/SFA/AM A Superintendência Federal de Agricultura no Amazonas SFA/AM, efetuou no ano de 2005, despesas na Gestão Tesouro R$ ,77 tendo recebido uma provisão de R$ ,96. As atribuições regimentais dos serviços e seções do SAG da SFA/AM, classe C, são as seguintes: SAG SEÇÃO DE ATIVIDADES GERAIS compete orientar e controlar a execução das atividades administrativas, logísticas, transportes, almoxarifado e patrimônio, reprografia, zeladoria, limpeza, vigilância bem como as atividades auxiliares. SMP- SETOR DE MATERIAL E PATRIMÔNIO responsável pelas atividades de processamento de pedidos de compras de material e contratação de serviços, elaborar e divulgar editais de licitações, controlar entregas de materiais e execução de serviços, organizar e atualizar documentação de bens móveis e imóveis, registros de fornecedores no sistema SICAF, gerenciar contratos, elaborar relatórios anuais, calcular multas a fornecedores conforme a legislação, bem como instruir processos administrativos de acordo com a legislação pertinentes. STR SETOR DE TRANSPORTES executa as atividades relativas à gerencia e orientação de controle e fiscalização de utilização dos veículos, bem como levante e analisa os custos da manutenção e consumo de combustíveis dos referidos veículos, além de acompanhar a execução de contratos pertinentes a este setor e elabora relatório anual de atividades e de plano anual de aquisição de veículos e propostas de alienação dos veículos inservíveis ou antieconômicos. SPR SETOR DE PROTOCOLO compete orientar, manter controle e executar o sistema de protocolo, atuar documentos e constituir processos administrativos, coletar, processar e manter dados dos sistemas de informações administrativas, prestar apoio as atividades desta superintendência e elaborar relatório anual das atividades exercidas. A Superintendência Federal de Agricultura no Amazonas, homologou no exercício de 2005 um total de 157 Portarias com finalidades diversas. A Superintendência Federal de Agricultura no Amazonas, registrou a admissão, no ano de 2005, de 05 (cinco) servidores, todos eles Fiscais Federais Agropecuários, 02 (dois) servidores removidos para esta SFA/AM, 01 (um) demissão, e 05 (cinco) contratações temporárias.

21 É importante que se destaque a necessidade de colocar em exercício nesta Superintendência um Assistente Jurídico, ou assemelhado, para dinamizar as análises de processos licitatórios e demais peças jurídicas interna referentes a autos de infração, multa e penalidades impostas tanto a servidores como a clientes. Durante o ano de 2005, apenas 02 (dois) encontros/treinamentos foram realizados para os servidores da área administrativa, Semana de Administração Orçamentária e Financeira, nesta Superintendência, com a participação de 03 (três) servidores e Encontro sobre Encerramento do Exercício Financeiro/2005, também realizado nesta cidade. Esse curso, teve a participação de 02 (duas) servidoras do SEOF e de 04 (quatro) servidores da área de almoxarifado, patrimônio e da administração. Seção de Protocolo Processos autuados nos exercícios de 2003, 2004 e 2005 Total em 2003 Total em 2004 Total em 2005 Núcleo de Pesca e Aquicultura Diversos Setores Total Consumo de Combustível Ano Gasolina Diesel A frota de veículos da DFA/AM é de 29 veículos, sendo 15 a gasolina e 14 a diesel. Dessa frota dois veículos (PICK-UP GM/S-10 CABINE DUPLA e PICK-UP TOYOTA BANDEIRANTE) não foram utilizados em 2005, devido terem se envolvidos em acidente de trânsito e 03 veículos foram doados por serem considerado como anti-econômico sua recuperação.(gol, Fiat Elba e Parati)

22 Consumo de Energia Elétrica Consumo de energia elétrica nos exercícios de 2003, 2004 e 2005 Ano JAN. FEV. MAR. ABR. MAIO JUN. JUL. AGO. SET. OUT. NOV. DEZ Processos Administrativos Processo nº / Comissão de Sindicância Portaria nº 30 de 29/03/2005 Objeto: Apuração de irregularidades administrativo-disciplinar Situação: Concluído Processo nº / Comissão de Sindicância Portaria nº 110 de 29/08/2005 Objeto: Acidente com um veículo da frota da SFA/AM Situação: Concluído Processo nº / Comissão de Sindicância Portaria nº 107 de 29/08/2005 Objeto: Acidente com um veículo da frota da SFA/AM Situação: Concluído Processo nº / Comissão de Sindicância Portaria nº 105 de 29/08/2005 Objeto: Desaparecimento de bens móveis do SIPAG/SFA/AM Situação: Concluído Processo nº / Comissão de Sindicância Portaria nº 109 de 29/08/2005 Objeto: Irregularidades em concessão de suprimentos de fundo Situação: Concluído Licitações Dispensa Convite Tomada de Preço Inexigibilidade Pregão 00 02

23 Lotação de servidores do Serviço de Administração SAG/SFA/AM Serviço/Seção Atual Ideal SAG SAG/TRANSPORTE SAG/PROTOCOLO SAG/PAT.ALMOXARIFADO SAG/ REPROGRAFIA SEOF SRH SAG/BIBLIOTECA 0 01 SPA Total RECURSOS HUMANOS Quadro Total de Servidores por Situação Funcional em Cargo/Emprego CARGO EMPREGO SITUAÇÃO NÚMERO DE FUNCIONAL SERVIDORES Fiscal Federal Agropecuário RJU/AT.PER Agente Administrativo RJU/AT. PER Agente Administrativo RJU/AT. PER. CEDIDO Agente de Atividades Agropecuárias RJU/AT. PER Ag. de Insp. Sanit. e Ind. de Prod. RJU/AT. PER 04 de Origem Animal Agente de Portaria RJU/AT. PER Agente de Serviço de Engenharia RJU/AT. PER Agente de Vigilância RJU/AT. PER Auxiliar Operacional em Agropecuária RJU/AT. PER Datilógrafo RJU/AT. PER Motorista Oficial RJU/AT. PER Técnico em Comunicação RJU/AT. PER Técnico em Contabilidade RJU/AT. PER Enfermeiro RJU/AT. PER Auxiliar de Enfermagem RJU/AT. PER 01 * Assistente Administrativo CLT 01 * Aux. de Recursos Humanos CLT 01 * Aux. de Recursos de Materiais CLT 01 * Aux. de Recursos Financeiros CLT 01 * Auxiliar de Operações CLT artífice de artes gráficas RJU/AT.PER 01 Total de Servidores 87

24 Observação: 02 servidores removidos p/ SFA/AM 01 servidor demitido 05 FFA s concursados 05 contratados temporários Cadastro de Servidores Ocupantes de Função Função Matrícula SIAPE Nome do Titular Data da Nomeação Atividade Situação Funcional DAS José Rogério V. de Araújo 04/08/2003 Superintendente Cargo Comission. DAS Antonio Gil Gato Bentes 08/11/2005 Assistente At. Perm DAS Guilherme de Melo Pessoa 18/04/2005 Chefe de Divisão At. Perm. DAS Edilene Cambraia Soares 29/06/2005 Chefe de Serviço At. Perm. DAS Ornã Teles da Silva 18/04/2005 Chefe de Serviço At. Perm. DAS Luciana Cherr Ribeiro 18/04/2005 Chefe de Serviço At. Perm. DAS Maria Aldenir Mota Brito 18/04/2005 Chefe de Serviço At. Perm. DAS Neuza Terezinha Tolfo Oliveira 18/04/2005 Chefe de Serviço At. Perm. FG Maria do Céu Souza de Melo 11/04/2005 Chefe de Seção At. Perm FG Elaide Soares da Silva 11/04/2005 Chefe de Seção At. Perm FG Amarildo Pereira da Silva 11/04/2005 Chefe de Seção At. Perm FG Marcos Aurélio do N. Falcão 14/04/2005 Chefe de Seção At. Perm FG Aderbal de Souza Loureiro 11/04/2005 Chefe de Setor At. Perm FG Dinalvio Araújo de Oliveira 11/04/2005 Chefe de Setor At. Perm FG Pedro Paulo Veiga 11/04/2005 Chefe de Setor At. Perm

25 SERVIÇO DE INSPEÇÃO DE PRODUTOS AGROPECUÁRIOS SIPAG 1 PERFIL NEGÓCIO E MISSÃO O Serviço de Inspeção de Produtos Agropecuários compõe o Serviço de Defesa Agropecuária com a responsabilidade de conduzir a inspeção industrial, sanitária e tecnológica em empresas que preparam, transformam, manipulam e acondicionam produtos de origem animal, destinados ao comércio interestadual ou internacional. COMPETÊNCIAS REGIMENTAIS Estão discriminadas no Anexo I da Portaria MAPA nº 300, de 20 de junho de 2005 Regimento Interno das Superintendências Federais de Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Art. 18 Ao Serviço de Inspeção de Produtos Agropecuários (SIPAG/DT/UF) compete: I - programar, promover, orientar e controlar a execução das atividades de a) inspeção ante-mortem e post-mortem de animais de açougue; b) inspeção e fiscalização da produção e do comércio de produtos de origem vegetal in natura, processados e industrializados; c) inspeção higiênico-sanitária e tecnológica de estabelecimentos que procedem ao abate de animais de açougue, que industrializam, beneficiam, manipulam, fracionam e embalam matérias-primas, produtos, subprodutos e derivados de origem animal; d) fiscalização das atividades de classificação de matérias-primas, produtos, subprodutos e derivados de origens animal e vegetal, bem como de tipificação de carcaças; e) inspeção higiênico-sanitária e tecnológica de produtos, subprodutos e derivados de origem animal e vegetal, inclusive resíduos de valor econômico;

26 f) inspeção e/ou fiscalização de produtos de origens animal e vegetal no comércio varejista e atacadista, na forma da legislação; g) inspeção e fiscalização higiênico-sanitária e tecnológica de estabelecimentos que procedem à industrialização, beneficiamento, manipulação, fracionamento, certificação e embalagem de matérias-primas, produtos e derivados de origem vegetal; h) inspeção e fiscalização higiênico-sanitária e tecnológica dos estabelecimentos que produzem, fabricam, padronizam, acondicionam, engarrafam, importam e exportam vinhos, derivados da uva e do vinho, bebidas, vinagres, vegetais in natura e industrializados, consoante normas regulamentares, inclusive os estabelecimentos cadastrados como importadores de vinhos estrangeiros e derivados da uva e do vinho, para o mercado nacional; i) análises laboratoriais específicas para apoiar ações de inspeção e/ou fiscalização agropecuárias; j) apoio para o controle de resíduos químicos e biológicos e de contaminantes; e l) inspeção e fiscalização da produção integrada e orgânica. II - orientar e fiscalizar as atividades de classificação de produtos de origem vegetal, subprodutos, derivados e resíduos de valor econômico e a inspeção de bebidas e fermentados acéticos, de competência estadual outorgada pela legislação especifica; III - fiscalizar os acordos e convênios firmados com os governos estaduais e municipais, quanto à execução da inspeção de produtos e derivados de origens animal e vegetal, e de classificação de produtos de origem vegetal, subprodutos, derivados e resíduos de valor econômico; IV - cadastrar os escritórios e empresas de exportação e importação de produtos e derivados de origens animal e vegetal; V - autorizar previamente o embarque, inclusive no SISCOMEX, das importações e exportações de produtos de origens animal e vegetal, conforme legislação vigente; VI - orientar, controlar e promover a emissão de Certificados, quando destinados ao comércio interestadual ou internacional, de produtos e derivados de origens animal e vegetal processados em estabelecimentos registrados; VII - instruir, consoante normas específicas, processos de registro e apresentar parecer conclusivo para registro de: a) vinhos, bebidas, vinagres e fermentados acéticos; b) produtos, subprodutos, derivados e resíduos de valor econômico de origens animal e vegetal; e c) estabelecimentos industriais, manipuladores, fracionadores, importadores, ou exportadores de produtos, subprodutos, derivados e resíduos de origens animal e

27 vegetal; VIII - colher amostras de produtos, subprodutos, derivados, resíduos e materiais de valor econômico de origens animal e vegetal para fins de análise fiscal, controle e registro; IX - estudar e propor alterações de padrões e especificações de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico; X - opinar, emitindo pareceres, sobre pedidos de credenciamento de pessoas físicas e jurídicas, de direito público ou privado, para execução de atividades de tipificação e classificação de animais, carcaças e produtos de origens animal e vegetal, para o encaminhamento devido; XI - subsidiar o levantamento de necessidades e desenvolver programações de treinamento e formação de classificadores de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico e de tipificação e classificação de animais e de produtos de origem animal; XII - acompanhar, orientar e auditar as entidades certificadoras de produtos de origens animal e vegetal credenciadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento; XIII - instruir processos administrativos decorrentes de infrações, de acordo com a legislação específica, procedendo a devida notificação; XIV - acompanhar, orientar e realizar auditorias técnicas; XV - coletar, processar e manter os dados dos sistemas de informações relativas às atividades de inspeção e fiscalização de produtos agropecuários, inclusive dados quantitativos e qualitativos; XVI - apoiar e subsidiar a participação da SFA/MAPA em comissões regionais, estaduais e municipais relacionadas às suas competências; e XVII - elaborar relatório anual das atividades exercidas com vistas a subsidiar a elaboração do relatório de gestão anual da Superintendência Federal. VINCULAÇÃO PROGRAMÁTICA PLANOS INTERNOS (PIs) As ações do SIPAG/AM estão integradas ao Programa de Segurança e Qualidade de Alimentos e Bebidas através dos Planos Internos (PIs), a saber: CONTROPOA - Controle da Qualidade na Garantia da Conformidade, Segurança e Inocuidade dos Produtos de Origem Animal. FISCFRAUDE - Fiscalização Contra a Fraude e a Clandestinidade de Produtos de Origem Agropecuária. INSPANIMAL2 - Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos, Subprodutos e Derivados de Origem Animal.

28 2 SISTEMA DE LIDERANÇA A equipe do SIPAG preza a transparência nas ações e uniformidade e eficiência nos procedimentos. Busca-se uma postura acessível e esclarecedora, valorizando-se a importância da colheita de informações para o planejamento de ações e o incentivo para melhoria da qualidade dos produtos inspecionados. Estimula-se o desenvolvimento dos sistemas de autocontrole das indústrias, como a implantação das BPF, dos PPHO e da APPCC, para melhoria da qualidade dos produtos. O Serviço procura a aproximação com os outros órgãos cuja atividade relaciona-se com o Serviço de Inspeção Federal, como o Ministério Público Estadual e Federal, o IBAMA, a Polícia Federal e o Procon. O Serviço procura também, nas oportunidades, levantar dados relevantes sobre as cadeias produtivas com industriais, comerciantes, produtores e pescadores. O SIPAG realiza reuniões com os auxiliares e colaboradores do Serviço, para avaliação e realinhamento das metas programadas, com os demais Fiscais Federais do Serviço, e com os clientes, buscando incremento da eficiência em seus serviços. PRINCIPAIS CLIENTES Os consumidores finais são os principais clientes externos, cuja proteção o Serviço deve prover, no que se refere à segurança alimentar e qualidade dos produtos processados nos estabelecimentos registrados no SIF. Entre os estabelecimentos, são fiscalizados pelo SIPAG aqueles que realizam comércio interestadual e/ou internacional de produtos de origem animal, destacando-se: estabelecimentos industriais destinados à matança dos animais e industrialização de produtos cárneos ; entrepostos que recebem e processam pescados e derivados; usinas de beneficiamento de leite, fábricas de laticínio, postos de refrigeração e entrepostos de laticínios; propriedades rurais; casas atacadistas que comercializam produtos de origem animal. ESTRUTURA No Quadro 1 está resumida a estrutura atual do SIPAG/AM, comparada com a necessidade real para o atendimento às demandas do Serviço.

29 Quadro 1. Estrutura atual e necessidade do SIPAG/AM Discriminação Existente Necessidade Salas integradas (inclusive ante-salas e arquivos) Computadores ligados em rede e interligados com a rede MAPA Aparelho telefone/fax 1 1 Impressora jato de tinta 1 2 Impressora laser 0 1 Linha telefônica 1 2 Ramal telefônico 1 1 Máquina copiadora 0 1 Notebook 0 2 Máquina fotográfica digital 0 2 Termômetro digital para alimentos 1 3 Viatura PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO No Plano Operativo Anual, elaborado no mês de novembro do ano anterior, são relacionadas as metas quantitativas do Serviço. Nos primeiros meses de cada ano confeccionamos também o Plano de Gestão Estratégica para o ano seguinte, com priorização e levantamento dos gastos por meta. As Programações Orçamentárias enviadas ao DIPOA são mensais: até o dia 3 de cada mês é enviada a programação para o mês seguinte. A execução das atividades programadas depende da descentralização dos recursos e do empenho dos valores liberados nos PIs. É programada uma inspeção semestral para cada estabelecimento registrado no SIPAG/AM. Os técnicos do SIPAG/DT/SFA/AM supervisionam as

30 indústrias registradas, acompanhando os procedimentos para adequação das não conformidades apontadas nos relatórios anteriores. Observou-se uma melhora significativa no que se refere à estrutura das instalações e Boas Práticas de Fabricação (BPF) na grande maioria das indústrias sob Inspeção Federal. Solicitou-se uma auditoria do DIPOA, por área, em Foi realizada auditoria da Divisão de Inspeção de Leite e Derivados em três indústrias de laticínios e um entreposto de mel. 4 FOCO NO CLIENTE Pretende-se um relacionamento o mais transparente possível com os clientes do Serviço. Estimula-se a disseminação de conhecimentos e a conscientização do consumidor, no contato direto ou na organização de palestras e seminários. O Serviço atua em conjunto com outras unidades através de sugestões, desenvolvimento de sistemas, revisão de formulários e outras ações com o objetivo de atender com agilidade às expectativas dos clientes. Disponibiliza-se a legislação específica, instruções dos procedimentos relativos às atividades e formulários por meio eletrônico. As relações interdepartamentais são observadas de modo a garantir a satisfação do cliente interno, através do fornecimento de pareceres e informações específicas e auxílio técnico para as tomadas de decisão da SFA/AM. 5 INFORMAÇÃO E ANÁLISE INFORMAÇÃO Os documentos gerados e recebidos são arquivados em pastas próprias. Mapas Estatísticos dos estabelecimentos são elaborados pelos agentes de inspeção nas indústrias e remetidos à sede até o dia 10 do mês subseqüente. O Serviço conta com dois computadores ligados em rede, com compartilhamento de documentos, o que evita a duplicidade e o conflito de documentos. Destacamos os sistemas de controle e gerenciamento de informações do MAPA como importantes instrumentos de trabalho. O Sistema de Gerenciamento de Informações Gerenciais do Serviço de Inspeção Federal (SIGSIF), o Sistema de Gestão de Documentos (SIDOC), o Sistema de Consulta à Legislação (SISLEGIS), o Sistema de Gerenciamento de Informações e Documentações

31 (SIGID) e o Sistema de Informações Orçamentárias e Financeiras (SIOR) auxiliam imensamente o processamento de informações, o planejamento e a tomada de decisões pelo Serviço. A rede interna da Agricultura, os sítios da internet relacionados com a atividade Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Organização Internacional de Saúde Animal e Institutos de Pesquisa e os serviços de busca provêm informações importantes para os trabalhos do Serviço. A disponibilidade de circulares e outros documentos em meio eletrônico agiliza o processamento das informações. ANÁLISE Para simplificação dos atendimentos são levadas em conta a importância dos eventos, sua urgência, a complexidade, a ordem protocolar dos documentos e as distâncias percorridas, para a priorização de processos, visando maior eficiência. Os projetos ou alterações de plantas de estabelecimentos são analisados previamente pelo Serviço, que emite parecer técnico, remetendo os processos ao DIPOA para apreciação e parecer final. Em relação à análise dos processos para registros de rótulos, os produtos com Regulamento Técnico de Identidade e Qualidade (RTIQ) iogurte, bebidas lácteas, queijos, dentre outros são registrados no próprio Estado. Aqueles ainda não regulamentados, bem como novas formulações sobremesas lácteas, filé de peixe, polpa de peixe e outros são encaminhados ao DIPOA/MAPA para análise e registro. Ressalte-se que o Serviço ainda não apresenta condições para análise dos rótulos, por conta da não realização de treinamento na área. 6 - RECURSOS HUMANOS Para a execução de todas as atividades retromencionadas, o SIPAG/DT/SFA/AM dispõe de um quadro técnico composto por profissionais de nível médio e de nível superior (Fiscais Federais Agropecuários/Médicos Veterinários), conforme relacionado no Quadro 2. No Quadro 3 expomos o quantitativo de pessoal nos anos de 2004 e 2005, bem como o número necessário para o pleno atendimento da demanda hoje existente no Estado do Amazonas.

32 Quadro 2. Pessoal lotado no SIPAG/AM Nome Função Lotação Ornã Teles da Silva FFA Chefe do SIPAG Paula Amorim Schiavo FFA Sede Alvim Simões Coelho Gracildo Gomes de Azevedo Manuel Augusto da Silva Agente de Inspeção Agente de Atividades Agropecuárias Agente de Inspeção Responsável por 1 Indústria Responsável por 2 Indústrias Responsável por 3 Indústrias Iza Porto Técnico de Inspeção Sede Rachel Pio Ferreira Técnico de Inspeção Responsável por 1 Indústria Ricardo Lacerda de Lacerda Técnico de Inspeção Sede Sandro Marcos Furtado Lima Técnico de Inspeção Sede Quadro 3. Demanda de pessoal do SIPAG/AM MUNICÍPIO Manacapuru LOCAL DE LOTAÇÃO FUN ÇÃO DEMA NDA 02 entrepostos de FFA pescados AI Iranduba 01 fábrica de laticínios 02 entrepostos de pescados (sendo 01 habilitado para Lista Geral e UE) FFA AI Itacoatiara Boca do Acre 01 entreposto de pescados FFA AI matadouro frigorífico de FFA bovinos AI Parintins Tefé 02 entrepostos de pescados 01 entreposto de pescados (inspeção final para reserva de SIF) FFA AI AAA AI 0 0 1

PROPOSTA DE LEI SANITÁRIA PARA MUNICÍPIOS A PARTIR DA CONSTITUIÇÃO DO SUASA

PROPOSTA DE LEI SANITÁRIA PARA MUNICÍPIOS A PARTIR DA CONSTITUIÇÃO DO SUASA PROPOSTA DE LEI SANITÁRIA PARA MUNICÍPIOS A PARTIR DA CONSTITUIÇÃO DO SUASA Sugestão elaborada pela equipe do Programa de Agroindústria do MDA: José Adelmar Batista Leomar Luiz Prezotto João Batista da

Leia mais

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAIAPÔNIA, ESTADO DE GOIÁS, APROVA E EU, PREFEITO MUNICIPAL, SANCIONO A SEGUINTE LEI: TÍTULO II DISPOSIÇÕES GERAIS

A CÂMARA MUNICIPAL DE CAIAPÔNIA, ESTADO DE GOIÁS, APROVA E EU, PREFEITO MUNICIPAL, SANCIONO A SEGUINTE LEI: TÍTULO II DISPOSIÇÕES GERAIS LEI N o 1.633 DE 14 DE JANEIRO DE 2013. DEFINE A NOVA ESTRUTURA ADMINISTRATIVA DO MUNICÍPIO DE CAIAPÔNIA E DETERMINA OUTRAS PROVIDÊNCIAS A CÂMARA MUNICIPAL DE CAIAPÔNIA, ESTADO DE GOIÁS, APROVA E EU, PREFEITO

Leia mais

DIPOA. Origem Animal. José Luis Ravagnani Vargas

DIPOA. Origem Animal. José Luis Ravagnani Vargas DIPOA Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal José Luis Ravagnani Vargas SIF (Competências) Fiscalização de estabelecimentos produtores de produtos de origem animal Exemplo: Matadouros frigoríficos,

Leia mais

Brasileira (UNILAB).

Brasileira (UNILAB). RESOLUÇÃO N 029/2013, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2013. Aprova o Regimento da Unidade de Auditoria Interna da Brasileira (UNILAB). Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro- O VICE-REITOR, PRO

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 87, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2004 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

AQUICULTURA. Curso Sanidade em Aqüicultura. CRMVSP, 25 de maio de 2012

AQUICULTURA. Curso Sanidade em Aqüicultura. CRMVSP, 25 de maio de 2012 LEGISLAÇÃO SANITÁRIA EM AQUICULTURA Curso Sanidade em Aqüicultura CRMVSP, 25 de maio de 2012 CONCEITOS - A saúde é um direito de todos e dever do Estado (Constituição Federal); - Ações indelegáveis de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares

REGIMENTO INTERNO AUDITORIA INTERNA DA UNIFEI. CAPÍTULO I Disposições Preliminares REGIMENTO INTERNO DA UNIFEI CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º. A Auditoria Interna da Universidade Federal de Itajubá é um órgão técnico de assessoramento da gestão, vinculada ao Conselho de

Leia mais

Lei nº 17773 DE 29/11/2013

Lei nº 17773 DE 29/11/2013 Lei nº 17773 DE 29/11/2013 Norma Estadual - Paraná Publicado no DOE em 02 dez 2013 Dispõe sobre o Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte - SUSAF-PR.

Leia mais

http://www.agricultura.sc.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download...

http://www.agricultura.sc.gov.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download... Page 1 of 5 Estado de Santa Catarina Secretaria de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural Portaria SAR nº 17/2010, de 28/10/2010 O Secretário de Estado da Agricultura e Desenvolvimento Rural, no

Leia mais

Plataforma de Gestão Agropecuária PGA

Plataforma de Gestão Agropecuária PGA Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Plataforma de Gestão Agropecuária PGA Maio de 2013 Histórico 2007/novembro - DG-SANCO/UE restringe as importações de carne bovina do Brasil e determina:

Leia mais

CAPÍTULO I Seção I Da Exigência e do Uso da PTV

CAPÍTULO I Seção I Da Exigência e do Uso da PTV INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 37, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2006 (Revogada pela IN 54, de 04/Dez/2007) O MINISTRO DE ESTADO, INTERINO, DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição que lhe confere

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 27 DE DEZEMBRO DE 2013 A PRESIDENTE EM EXERCÍCIO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA, no uso de suas atribuições legais e CONSIDERANDO que as entidades da Administração Pública Federal indireta

Leia mais

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I

REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I REGIMENTO DA UNIDADE DE AUDITORIA INTERNA DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art. 1º A Auditoria Interna do IF Sudeste de Minas Gerais, está vinculada ao Conselho Superior,

Leia mais

LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009.

LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009. LEI Nº 310/2009, DE 15 DE JUNHO DE 2009. DISPÕE SOBRE A REESTRUTURAÇÃO DO DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE SAÚDE, CRIAÇÃO DO DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL, DA DIVISÃO DE MEIO-AMBIENTE E

Leia mais

LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015.

LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015. LEI Nº 1034, DE 12 DE AGOSTO DE 2015. DISPÕE SOBRE A MUNICIPALIZAÇÃO DO TRÂNSITO E TRANSPORTE NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE ALTO GARÇAS E CRIA O DEPARTAMENTO MUNICIPAL DE TRÂNSITO E A JUNTA ADMINISTRATIVA

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 54, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2007

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 54, DE 4 DE DEZEMBRO DE 2007 ANEXO I NORMA TÉCNICA PARA A UTILIZAÇÃO DA PERMISSÃO DE TRÂNSITO DE VEGETAIS - PTV CAPÍTULO I DA UTILIZAÇÃO DA PTV Seção I Da Exigência e do Uso da PTV Art. 1 o A Permissão de Trânsito de Vegetais - PTV

Leia mais

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM

A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE CONTAGEM DECRETO nº 1098, de 12 de fevereiro de 2009 Dispõe sobre alocação, denominação e atribuições dos órgãos que compõem a estrutura organizacional do Gabinete da Prefeita e dá outras providências. A PREFEITA

Leia mais

LEGISLAÇÃO EM SANIDADE

LEGISLAÇÃO EM SANIDADE Claudio Regis Depes 1983 Médico Veterinário Unesp (Jaboticabal) 2003 Especialização em Saúde Pública Veterinária Unesp (Botucatu) Trabalha na Coordenadoria de Defesa Agropecuária em Assis Gerente do Programa

Leia mais

PLANO DE AÇÃO PARA EXECUÇÃO DO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA MAPA x ABRAS

PLANO DE AÇÃO PARA EXECUÇÃO DO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA MAPA x ABRAS PLANO DE AÇÃO PARA EXECUÇÃO DO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA MAPA x ABRAS Rosilene Ferreira Souto Luzia Souza Setembro 2014 Parceria Institucional com foco na rastreabilidade Acordo de Cooperação entre

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE CORRENTE, ESTADO DO PIAUÍ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 55, 2º, I, da Lei Orgânica do Município,

O PREFEITO MUNICIPAL DE CORRENTE, ESTADO DO PIAUÍ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 55, 2º, I, da Lei Orgânica do Município, LEI ORDINÁRIA Nº 564/2014, DE 13 DE MARÇO DE 2014 Amplia o quadro de pessoal efetivo da Prefeitura, define atribuições e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE CORRENTE, ESTADO DO PIAUÍ, no uso

Leia mais

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS

1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1. COMPETÊNCIAS DAS DIRETORIAS 1.1. Diretoria Executiva (DEX) À Diretora Executiva, além de planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar as atividades da Fundação, bem como cumprir e fazer cumprir

Leia mais

LEI N.º 3.590 de 2 de maio de 2006.

LEI N.º 3.590 de 2 de maio de 2006. LEI N.º 3.590 de 2 de maio de 2006. O PREFEITO MUNICIPAL DE URUGUAIANA: Dispõe sobre a Estrutura Administrativa e institui organograma da Câmara Municipal de Uruguaiana e dá outras providências. Faço saber,

Leia mais

Farmácia Universitária

Farmácia Universitária Universidade Federal de Alfenas UNIFAL-MG Faculdade de Ciências Farmacêuticas Farmácia Universitária Regimento Interno Título I Da Farmácia Universitária Art. 1o A Farmácia Universitária da UNIFAL-MG,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE POUSO REDONDO CNPJ 83.102.681/0001-26 Rua Antonio Carlos Thiesen, 74 89.172-000 Pouso Redondo Santa Catarina

PREFEITURA MUNICIPAL DE POUSO REDONDO CNPJ 83.102.681/0001-26 Rua Antonio Carlos Thiesen, 74 89.172-000 Pouso Redondo Santa Catarina PREFEITURA MUNICIPAL DE POUSO REDONDO CNPJ 83.102.681/0001-26 Rua Antonio Carlos Thiesen, 74 89.172-000 Pouso Redondo Santa Catarina LEI N. 1925/06 de 25.07.2006. Dispõe sobre a criação do Conselho Municipal

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC/ANVISA/IBAMA Nº 1, DE 24 DE MAIO DE 2011.

INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC/ANVISA/IBAMA Nº 1, DE 24 DE MAIO DE 2011. INSTRUÇÃO NORMATIVA CONJUNTA SDA/SDC/ANVISA/IBAMA Nº 1, DE 24 DE MAIO DE 2011. O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA, o SECRETÁRIO DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.405, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010. Institui o Programa Pró-Catador, denomina Comitê Interministerial para Inclusão Social

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA

GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ SECRETARIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE CONSELHO ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - COEMA RESOLUÇÃO COEMA N 116, DE 03 DE JULHO DE 2014. Dispõe sobre as atividades de impacto ambiental

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

PR 29/07/2013. Instrução Normativa Nº 24/2013

PR 29/07/2013. Instrução Normativa Nº 24/2013 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL PR 29/07/2013 Instrução Normativa Nº 24/2013 Assunto: Institui a Política

Leia mais

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR Com a aprovação da Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, e da Resolução FNDE nº 38, de 16 de julho de 2009, as escolas

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 Súmula: Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno Municipal, nos termos do artigo 31 da Constituição Federal e do artigo 59 da Lei Complementar n 101/2000 e cria a

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO ABASTECIMENTO E DA REFORMA AGRÁRIA

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO ABASTECIMENTO E DA REFORMA AGRÁRIA MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO ABASTECIMENTO E DA REFORMA AGRÁRIA PORTARIA Nº 318, DE 6 DE MAIO DE 1996 Revogado(a) pelo(a) Portaria 576/1998/MARA O Ministro de Estado, Interino, da Agricultura, do Abastecimento

Leia mais

DECRET0 Nº 2.250, DE 30 DE MAIO DE 2008

DECRET0 Nº 2.250, DE 30 DE MAIO DE 2008 DECRET0 Nº 2.250, DE 30 DE MAIO DE 2008 Publicado no Jornal Correio Paranaense Em, 04.06.2008 Dispõe sobre a Estrutura Regimental da Secretaria Municipal de Governo. O Prefeito Municipal de São José dos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Página 1 de 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.405, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2010. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO Art. 1º A Diretoria Executiva, subordinada ao Presidente da Fundação, é responsável pelas atividades

Leia mais

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais,

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, DECRETO N 037/2014 Regulamenta aplicação das Instruções Normativas SDE Nº 01/2014 a 02/2014, que dispõem sobre as Rotinas e Procedimentos do Sistema de Desenvolvimento Econômico a serem observados no âmbito

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE INOVAÇÃO TECNOLOGICA NIT RESOLUÇÃO CONSU Nº. 33/21 DE 3 DE AGOSTO DE 21. A Presidente do Conselho Superior Universitário da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas, no uso de suas atribuições regimentais, e consequente

Leia mais

o artigo 13, VIII do Estatuto da UEPG;

o artigo 13, VIII do Estatuto da UEPG; Certifico que a presente Resolução foi disponibilizada neste local no dia 05/12/2014 Graziela de Fátima Rocha Secretaria da Reitoria RESOLUÇÃO UNIV. N o 43, DE 27 DE NOVEMBRO DE 2014. Aprova o Regimento

Leia mais

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras

PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras PORTARIA TRT 18ª GP/DG/SGPe Nº 066/2011 Dispõe sobre a estrutura da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região e dá outras providências. O DESEMBARGADOR-PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL

Leia mais

RESOLUÇÃO UNIV N o 31 DE 27 DE JULHO DE 2011.

RESOLUÇÃO UNIV N o 31 DE 27 DE JULHO DE 2011. RESOLUÇÃO UNIV N o 31 DE 27 DE JULHO DE 2011. Aprova o novo Regulamento da Agência de Inovação e Propriedade Intelectual da Universidade Estadual de Ponta Grossa, e revoga a Resolução UNIV n o 27, de 20

Leia mais

9 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO

9 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO 9 SISTEMA DE CONTROLE INTERNO Ao sistema de controle interno, consoante o previsto nos arts. 70 e 74 da Constituição Federal, incumbe a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial,

Leia mais

LEI Nº 963, de 21 de julho de 2009.

LEI Nº 963, de 21 de julho de 2009. LEI Nº 963, de 21 de julho de 2009. Dispõe sobre a criação da Coordenadoria Municipal de Trânsito - CMT, órgão executivo de trânsito, vinculado à Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito, em conformidade

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 08/2013 *******************************

RESOLUÇÃO Nº 08/2013 ******************************* RESOLUÇÃO Nº 08/2013 ******************************* Promulgo a presente Resolução de conformidade com a legislação vigente. Em 30 de agosto de 2013. Silvio Rodrigues de Oliveira =Presidente da Câmara=

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA

CÂMARA MUNICIPAL DE MANAUS DIRETORIA LEGISLATIVA LEI Nº 2.054, DE 29 DE OUTUBRO DE 2015 (D.O.M. 29.10.2015 N. 3.763 Ano XVI) DISPÕE sobre a estrutura organizacional da Secretaria Municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno Semef,

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA,

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SANTA CATARINA, LEI Nº 12.128, de 15 de janeiro de 2002 Procedência - Governamental Natureza PL 509/01 DO- 16.826 DE 16/01/02 * Revoga Leis: 11.403/00; 11.463/00; e 11.700/01 * Ver Lei Federal 8.974/95 Fonte ALESC/Div.Documentação

Leia mais

-0> INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 65, DE 30 DE OUTUBRO DE 2012.

-0> INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 65, DE 30 DE OUTUBRO DE 2012. -0> INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 65, DE 30 DE OUTUBRO DE 2012. Dispõe sobre os critérios e os procedimentos para promoção, organização e participação da ANAC em eventos internos e externos. A DIRETORIA DA AGÊNCIA

Leia mais

Marcones Libório de Sá Prefeito

Marcones Libório de Sá Prefeito Mensagem n. 010 /2015 Salgueiro, 14 de Setembro de 2015. Senhor Presidente, Senhores (as) Vereadores (as), Considerando os princípios de descentralização e transparência, que tem levado esta administração

Leia mais

1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO, PREPARAÇÃO, MANIPULAÇÃO, BENEFICIAMENTO, ACONDICIONAMENTO E EXPORTAÇÃO DE BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO.

1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO, PREPARAÇÃO, MANIPULAÇÃO, BENEFICIAMENTO, ACONDICIONAMENTO E EXPORTAÇÃO DE BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO. ANEXO NORMAS SOBRE REQUISITOS, CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS PARA O REGISTRO DE ESTABELECIMENTO, BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO E EXPEDIÇÃO DOS RESPECTIVOS CERTIFICADOS. 1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO,

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO: MINISTÉRIO DA AGRICULTURA

RELATÓRIO DE ESTÁGIO: MINISTÉRIO DA AGRICULTURA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO ENGENHARIA QUÍMICA E ALIMENTOS EQA5510: ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO FLORIANÓPOLIS, JULHO DE 2013. PROFESSOR ORIENTADOR: HAIKO

Leia mais

Atribuições do órgão conforme a Lei nº 3.063, de 29 de maio de 2013: TÍTULO II DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA

Atribuições do órgão conforme a Lei nº 3.063, de 29 de maio de 2013: TÍTULO II DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DIRETA SECRETARIA MUNICIPAL DE INFRAESTRUTURA E OBRAS End: Travessa Anchieta, S-55 Centro Fone: (14) 3283-9570 ramal 9587 Email: engenharia@pederneiras.sp.gov.br Responsável: Fábio Chaves Sgavioli Atribuições

Leia mais

Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE

Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE Art. 14. da Art. 14. Do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, no mínimo trinta por cento deverá ser utilizado na aquisição de gêneros

Leia mais

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL

ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL ESTRUTURA ORGÂNICA E FUNCIONAL Diretor Geral O Diretor Geral supervisiona e coordena o funcionamento das unidades orgânicas do Comité Olímpico de Portugal, assegurando o regular desenvolvimento das suas

Leia mais

CAPITULO I DA POLÍTICA MUNICIPAL DO COOPERATIVISMO.

CAPITULO I DA POLÍTICA MUNICIPAL DO COOPERATIVISMO. LEI Nº 1.827/2009. EMENTA: Institui a política de apoio e incentivo ao desenvolvimento do Cooperativismo no âmbito do município de Santa Cruz do Capibaribe/PE e dá outras providências. A MESA DIRETORA

Leia mais

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO N 12.653

Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO N 12.653 Prefeitura Municipal de Vitória Estado do Espírito Santo DECRETO N 12.653 Estabelece a forma de organização e regulamenta o funcionamento das unidades administrativas da Secretaria de Trabalho e Geração

Leia mais

MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010

MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010 MINUTA DE PROPOSTA DE RESOLUÇÃO ABILUX 05/03/2010 Dispõe sobre a destinação de Lâmpadas inservíveis, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências O CONSELHO NACIONAL DO MEIO

Leia mais

SEÇÃO VII PRODUTOS VEGETAIS, SEUS SUBPRODUTOS E RESÍDUOS DE VALOR ECONÔMICO, PADRONIZADOS PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

SEÇÃO VII PRODUTOS VEGETAIS, SEUS SUBPRODUTOS E RESÍDUOS DE VALOR ECONÔMICO, PADRONIZADOS PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SEÇÃO VII PRODUTOS VEGETAIS, SEUS SUBPRODUTOS E RESÍDUOS DE VALOR ECONÔMICO, PADRONIZADOS PELO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS Os produtos vegetais, seus subprodutos

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado ODAIR CUNHA PT/MG

CÂMARA DOS DEPUTADOS Gabinete do Deputado ODAIR CUNHA PT/MG PROGRAMAS ABERTOS MINISTÉRIO DA PESCA Código do Programa 5800020130061 Administração Pública Estadual ou do Distrito Federal Programa 20.122.2113.2000.0001.0001 - Adminstração da Unidade - Nacional A atividade

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO CAPÍTULO I DA NATUREZA E DEFINIÇÃO Art. 1º As atividades de Pesquisa da Universidade de Santo Amaro UNISA buscam fomentar o conhecimento por meio da inovação técnica, científica, humana, social e artística,

Leia mais

Capítulo I Âmbito de Aplicação, Objetivos e Diretrizes

Capítulo I Âmbito de Aplicação, Objetivos e Diretrizes MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS COORDENAÇÃO GERAL DE DESENVOLVIMENTO ESTUDANTIL REGULAMENTO DO PROGRAMA DE ALIMENTAÇÃO ESTUDANTIL Capítulo I Âmbito de Aplicação,

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO III DA ORGANIZAÇÃO DO ESTADO CAPÍTULO II DA UNIÃO Art. 24. Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA INTERMINISTERIAL Nº 883, DE 5 DE JULHO DE 2010 Regulamenta o Decreto nº 7.082, de 27 de janeiro de 2010, que institui o Programa Nacional de Reestruturação

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009.

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA ESPECIAL DE PORTOS PORTARIA SEP Nº 104, DE 29 DE ABRIL DE 2009. Dispõe sobre a criação e estruturação do Setor de Gestão Ambiental e de Segurança e Saúde no Trabalho

Leia mais

SITUAÇÃO ATUAL DA LEGISLAÇÃO DE BATATA SEMENTE

SITUAÇÃO ATUAL DA LEGISLAÇÃO DE BATATA SEMENTE SITUAÇÃO ATUAL DA LEGISLAÇÃO DE BATATA SEMENTE V SEMINÁRIO BRASILEIRO DA BATATA 21 DE OUTUBRO 2010 UBERLÂNDIA - MG SAMIRA OMAR MOHAMAD EL TASSA FISCAL FEDERAL AGROPECUÁRIO SERVIÇO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS

Leia mais

SELO ABRAIDI Programa de BPADPS

SELO ABRAIDI Programa de BPADPS SELO ABRAIDI Programa de BPADPS Reuniões: Julho a Agosto de 2010 Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes PAUTA * OBJETIVOS * ASPECTOS FUNDAMENTAIS * HISTÓRICO * SITUAÇÃO ATUAL

Leia mais

Rastreabilidade bovina: do campo ao prato - uma ferramenta a serviço da segurança alimentar Taulni Francisco Santos da Rosa (Chico)

Rastreabilidade bovina: do campo ao prato - uma ferramenta a serviço da segurança alimentar Taulni Francisco Santos da Rosa (Chico) Rastreabilidade bovina: do campo ao prato - uma ferramenta a serviço da segurança alimentar Taulni Francisco Santos da Rosa (Chico) Coordenador Agricultural Services SGS do Brasil Ltda. O que é Rastreabilidade?

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES PORTARIA N o. 346/2006-DG/DPF Brasília/DF, 03 de agosto de 2006. Institui o Sistema de Gestão Eletrônica de Segurança Privada GESP e dá outras providências. O DIRETOR-GERAL DO DEPARTAMENTO DE POLÍCIA FEDERAL,

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI Nº 13.467, DE 15 DE JUNHO DE 2010. (publicada no DOE nº 112, de 16 de junho de 2010) Dispõe sobre a adoção de

Leia mais

Faço saber que a Câmara de Vereadores aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei:

Faço saber que a Câmara de Vereadores aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: LEI MUNICIPAL Nº 1833/2015. AUMENTA O NÚMERO DE CARGOS EM COMISSÃO, CRIA PADRÃO DE VENCIMENTO E FUNÇÕES GRATIFICADAS NO QUADRO DE CARGOS E FUNÇÕES PÚBLICAS DO MUNICÍPIO, E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO

Leia mais

DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO E DA APLICAÇÃO DO CERTIFICADO SANITÁRIO NACIONAL OU DA GUIA DE TRÂNSITO

DO PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO E DA APLICAÇÃO DO CERTIFICADO SANITÁRIO NACIONAL OU DA GUIA DE TRÂNSITO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 10, DE 1º- DE ABRIL DE 2014 O SECRETÁRIO DE DEFESA AGROPECUÁRIA, DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,

Leia mais

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005

GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005 GERÊNCIA EXECUTIVA DO INSS EM MACEIÓ CONSELHO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL RECOMENDAÇÃO Nº 02, DE 02 DE MARÇO DE 2005 O Plenário do Conselho de Previdência Social em sua 6ª Reunião Ordinária, realizada em 02/03/2005,

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA RAAAI 2004 I - INTRODUÇÃO

RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA RAAAI 2004 I - INTRODUÇÃO RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES DE AUDITORIA INTERNA RAAAI 2004 I - INTRODUÇÃO A da Universidade Federal do Amazonas apresenta o seu Relatório Anual de Atividades de, com base no Decreto nº. 3.591/2000,

Leia mais

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos LEI Nº 358/2011 Faço saber a todos os habitantes que a Câmara Municipal de Cafeara, Estado do Paraná aprovou e eu sanciono a presente Lei, que revoga a Lei nº. 084/92 de 17/09/1992. Súmula: Institui o

Leia mais

1 Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães ESTADO DA BAHIA

1 Prefeitura Municipal de Luís Eduardo Magalhães ESTADO DA BAHIA A 1 CNPJ 04.214.41910001-05 DECRETO N 3.091, DE 05 DE JANEIRO DE 2014. "Dispõe sobre a estrutura organizacional da Procuradoria Geral do Município ". O PREFEITO MUNICIPAL DE LUIS EDUARDO MAGALHÃES,, no

Leia mais

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ANEXO À RESOLUÇÃO Nº /2010 REGIMENTO DA DIRETORIA DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Art. 1º - A Diretoria de Tecnologia de Informação e Comunicação DTIC da Universidade FEDERAL DO ESTADO DO RIO

Leia mais

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES).

Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). MINISTÉRIO DA SAÚDE GABINETE DO MINISTRO DOU de 05/10/2015 (nº 190, Seção 1, pág. 669) Institui o Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso das atribuições

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4011 EDITAL Nº 005/2010 1. Perfil: Iphan Central 28 - Republicação 3. Qualificação educacional: Profissional com nível superior em Direito preferencialmente

Leia mais

ANEXO I REGIMENTO INTERNO DAS SUPERINTENDÊNCIAS FEDERAIS DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. CAPÍTULO I DA CATEGORIA E FINALIDADE

ANEXO I REGIMENTO INTERNO DAS SUPERINTENDÊNCIAS FEDERAIS DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. CAPÍTULO I DA CATEGORIA E FINALIDADE ANEXO I REGIMENTO INTERNO DAS SUPERINTENDÊNCIAS FEDERAIS DE AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO. CAPÍTULO I DA CATEGORIA E FINALIDADE Art. 1º Às Superintendências Federais de Agricultura, Pecuária e

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

DECRETO Nº. 8.780, DE 02 DE JULHO DE 2009.

DECRETO Nº. 8.780, DE 02 DE JULHO DE 2009. DECRETO Nº. 8.780, DE 02 DE JULHO DE 2009. Dispõe sobre as competências, a estrutura básica e o Quadro de Lotação de Cargos Comissionados da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana - SEMOB, e dá outras

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO PERÍODO DE ABRIL A NOVEMBRO DE 2007

RELATÓRIO DE GESTÃO PERÍODO DE ABRIL A NOVEMBRO DE 2007 RELATÓRIO DE GESTÃO PERÍODO DE ABRIL A NOVEMBRO DE 2007 TERESINA (PI), NOVEMBRO DE 2007. O Instituto de Metrologia do Estado do Piauí Imepi apresenta o Relatório de Gestão do período de Abril a Novembro

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE COLEGIADO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE COLEGIADO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE COLEGIADO PLENO DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 13/2010 Aprova o Regimento Interno do Núcleo de Inovação e Transferência de Tecnologia

Leia mais

Assembléia Legislativa do Estado do Paraná Centro Legislativo Presidente Aníbal Khury Comissão de Constituição e Justiça

Assembléia Legislativa do Estado do Paraná Centro Legislativo Presidente Aníbal Khury Comissão de Constituição e Justiça SUBSTITUTIVO GERAL AO PROJETO DE LEI 307/2003. SÚMULA: Veda o cultivo, a manipulação, a importação, a industrialização e a comercialização de Organismos Geneticamente Modificados (OGMs) no Estado do Paraná,

Leia mais

CAPÍTULO XX DA UNIDADE DE APOIO A GESTÃO ESTRATÉGICA UAGE. Seção I Da Finalidade

CAPÍTULO XX DA UNIDADE DE APOIO A GESTÃO ESTRATÉGICA UAGE. Seção I Da Finalidade CAPÍTULO XX DA UNIDADE DE APOIO A GESTÃO ESTRATÉGICA UAGE Seção I Da Finalidade Art. 1º A Unidade de Apoio à Gestão Estratégica (UAGE) tem como finalidade promover o gerenciamento estratégico setorial

Leia mais

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008.

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 81, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos sobre a apresentação de relatórios de gestão e prestação de contas em Programas Especiais de Fomento. A DIRETORIA COLEGIADA

Leia mais

Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária - SUASA -

Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária - SUASA - Sistema Unificado de Atenção a Sanidade Agropecuária - SUASA - SISTEMA BRASILEIRO DE INSPEÇÃO PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL - SISBI-POA - Base Legal Lei 8.171/91 Lei de Política Agrícola Lei 9.712/98 (Art.

Leia mais

PROPOSTAS DO III SEMINARIO SUL BRASILEIRO DE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL GRUPO DE TRABALHO PRODUÇÃO DE ALIMENTOS PARA O TURISMO RURAL

PROPOSTAS DO III SEMINARIO SUL BRASILEIRO DE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL GRUPO DE TRABALHO PRODUÇÃO DE ALIMENTOS PARA O TURISMO RURAL O Seminário Sul Brasileiro vem sendo organizado desde 2005, como um evento paralelo a Suinofest, festa gastronômica de derivados da carne suína, por um grupo formado pela UERGS, ACI-E, EMATER e Secretaria

Leia mais

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação

Cartilha para Conselhos. Municipais de Educação Cartilha para Conselhos Municipais de Educação Sistemas de ensino são o conjunto de campos de competências e atribuições voltadas para o desenvolvimento da educação escolar que se materializam em instituições,

Leia mais

DECRETO N 6.664 DE 05 DE MARÇO DE 1990

DECRETO N 6.664 DE 05 DE MARÇO DE 1990 DECRETO N 6.664 DE 05 DE MARÇO DE 1990 DISPÕE SOBRE ALTERAÇÃO DO ANEXO III DO DECRETO N 2.456, DE 24.09.1982. O GOVERNADOR DO ESTADO DO PARÁ, no uso de suas atribuições que lhe confere o art. 135, inciso

Leia mais

Cooperação Técnica para Modernização dos Serviços Relativos à Propriedade Industrial

Cooperação Técnica para Modernização dos Serviços Relativos à Propriedade Industrial Programa 0393 PROPRIEDADE INTELECTUAL Objetivo Garantir a propriedade intelectual e promover a disseminação de informações, visando estimular e diversificar a produção e o surgimento de novas tecnologias.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRINHOS Estado de Goiás LEI N. 1.233, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1.993. O PREFEITO MUNICIPAL DE MORRINHOS,

PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRINHOS Estado de Goiás LEI N. 1.233, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1.993. O PREFEITO MUNICIPAL DE MORRINHOS, LEI N. 1.233, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1.993. Institui o Fundo Municipal de Saúde e da outras providencias.. O PREFEITO MUNICIPAL DE MORRINHOS, Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito Municipal,

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.099, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1993 "Dispõe sobre a constituição do Conselho Estadual do Bem-Estar Social e a criação do Fundo Estadual a ele vinculado e dá outras providências." O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

DILSE KLEIN BICIGO, Prefeita Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul.

DILSE KLEIN BICIGO, Prefeita Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. DILSE KLEIN BICIGO, Prefeita Municipal de Almirante Tamandaré do Sul, Estado do Rio Grande do Sul. Faço saber que o Legislativo aprovou e eu sanciono e promulgo a seguinte Lei: LEI MUNICIPAL Nº 1.114.10,

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015

TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO PRESIDÊNCIA ATO Nº 345/SETIN.SEGP.GP, DE 16 DE JUNHO DE 2015 Reestrutura as unidades vinculadas à Secretaria de Tecnologia da Informação SETIN do Tribunal Superior do Trabalho.

Leia mais

ESTRUTURA ADMINISTRATIVA. Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado

ESTRUTURA ADMINISTRATIVA. Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado ESTRUTURA ADMINISTRATIVA Autor: Sidnei Di Bacco/Advogado LEGISLAÇÃO ADMINISTRATIVA BÁSICA Estrutura administrativa Estatuto dos servidores Estatuto do magistério PCS dos servidores comissionados PCS dos

Leia mais

REGIMENTO DOS LABORATÓRIOS MULTIUSUÁRIOS DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (RESOLUÇÃO CCS 102/2011)

REGIMENTO DOS LABORATÓRIOS MULTIUSUÁRIOS DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (RESOLUÇÃO CCS 102/2011) REGIMENTO DOS LABORATÓRIOS MULTIUSUÁRIOS DO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (RESOLUÇÃO CCS 102/2011) CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO E FINALIDADES Art.1º- Os Laboratórios

Leia mais

ESTADO DO ACRE PREFEITURA MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991.

ESTADO DO ACRE PREFEITURA MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA GABINETE DO PREFEITO LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991. LEI Nº 19/091 MÂNCIO LIMA ACRE, 06 DE NOVEMBRO DE 1991. DISPÕE SOBRE A CRIAÇÃO DO FUNDO MUNICIPAL DE SAÚDE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LUIS HELOSMAN DE FIGUEIREDO, PREFEITO MUNICIPAL DE MÂNCIO LIMA, ESTADO

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001, 10 de março de 2009. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001, 10 de março de 2009. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 001, 10 de março de 2009. FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA GABINETE DO REITOR Dispõe sobre a Política de uso de Softwares Livres no âmbito da UDESC O REITOR da FUNDAÇÃO

Leia mais