ANDRÉS RICARDO DOMINGOS LEVANTAMENTO DE ANIMAIS SILVESTRES ATROPELADOS EM RODOVIAS DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO NOS ANOS DE 2004 A 2006

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1 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS - RIO CLARO ECOLOGIA ANDRÉS RICARDO DOMINGOS LEVANTAMENTO DE ANIMAIS SILVESTRES ATROPELADOS EM RODOVIAS DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO NOS ANOS DE 2004 A 2006 Rio Claro 2010

2 ANDRÉS RICARDO DOMINGOS LEVANTAMENTO DE ANIMAIS SILVESTRES ATROPELADOS EM RODOVIAS DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO-SP NOS ANOS DE 2004 A Orientadora: ELIANA VIESI VELOCCI RAMIA Co-orientador: Dr. MIGUEL PETRERE JUNIOR Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Campus de Rio Claro, para obtenção do grau de Ecólogo. Rio Claro-SP 2010

3 591.5 D671L Domingos, Andrés Ricardo Levantamento de animais silvestres atropelados em rodovias da região de Ribeirão Preto-SP nos anos de 2004 a 2006 / Andrés Ricardo Domingos. - Rio Claro : [s.n.], f. : il., figs., gráfs., tabs. Trabalho de conclusão de curso (Ecologia) - Universidade Estadual Paulista, Instituto de Biociências de Rio Claro Orientador: Eliana Viesi Velocci Ramia Co-Orientador: Miguel Petrere Junior 1. Ecologia animal. 2. Acidentes. 3. Mamíferos. 4. Atropelamentos. I. Título. Ficha Catalográfica elaborada pela STATI - Biblioteca da UNESP Campus de Rio Claro/SP

4 Dedico este trabalho à minha família e aos meus entes queridos, especialmente meus pais que tanto esperaram por sua conclusão

5 Agradeço primeiramente à Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Câmpus de Rio Claro e aos seus docentes por contribuírem com o ensino de qualidade que me foi passado. Ao IBAMA Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, e à responsável pelo escritório regional do órgão em Ribeirão preto, Eliana. V. Velocci. Ramia, que me cedeu os dados para a pesquisa, além de fazer as orientações necessárias para a elaboração do mesmo. Aos amigos e entes queridos e todos aqueles que de alguma forma puderam desempenhar algum papel neste trabalho. Muito Obrigado!

6 SUMÁRIO Página 1 - INTRODUÇÃO Objetivos ÁREA DE ESTUDO Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP METODOLOGIA RESULTADOS EM RELAÇÃO AS ESPÉCIES ATROPELADAS Identificação das espécies Características das espécies Abundâncias das espécies Ocorrência de atropelamento por espécie RESULTADOS EM RELAÇÃO ÀS RODOVIAS ESTUDADAS Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP ANÁLISE DOS RESULTADOS Comparação dos resultados em relação às rodovias...94

7 6.2 - Comparação dos resultados em relação aos meses Comparação dos resultados em relação às espécies ANÁLISE DA PAISAGEM Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Rodovia SP Considerações em relação à análise da paisagem MEDIDAS MITIGADORAS E RECOMENDAÇÕES Medidas Mitigadoras Recomendações CONCLUSÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...124

8 6 1 INTRODUÇÃO As rodovias são responsáveis por vários impactos ao meio ambiente (BANDEIRA&FLORIANO, 2004). Seus efeitos impactantes não se restringem somente à estrada em si, mas estendem-se pela paisagem próxima à rodovia, gerando uma série de impactos negativos ao ecossistema local. Os impactos mais comuns são: Os impactos físicos, como erosão dos solos, alteração da hidrografia local, e a poluição sonora e luminosa causada pelo trânsito de veículos. Os impactos químicos, como a dispersão de poluentes através do ar pelo escape dos gases de motores, ou ainda, quando há acidentes ao derramar produtos químicos e tóxicos que acabam contaminando os solos e os cursos d água. Os impactos biológicos, com a destruição de ambientes naturais pelo homem através do desmatamento, que como conseqüência acaba causando a fragmentação de habitats de várias espécies, além do efeito barreira gerado com a passagem da rodovia, que causa subdivisão de populações e ecossistemas. E por fim os atropelamentos em si, que devido ao efeito de barreira gerado pela rodovia (FORMANN & GORDON, 1989; FORMANN, 1997), o animal acaba tendo que atravessá-la em algum momento, fazendo com que aumentem as chances de ocorrer um acidente, e assim diminua a biodiversidade local. Desse modo, os atropelamentos ocorridos em rodovias são uma importante causa de mortalidade para várias espécies de animais silvestres em todo o mundo. No Brasil, poucos trabalhos foram desenvolvidos (CHEREM ET AL., 2004; PRADA, 2004; PROJETO BÁSICO AMBIENTAL PBA, 2001) entre outros. No entanto sabese que o impacto sobre algumas espécies é muito grande, e não deve ser desprezado (VIEIRA, 1996). Os atropelamentos ocorrem em função de dois aspectos principais: 1º - A rodovia corta o habitat de determinada espécie, interferindo na faixa de deslocamento natural da mesma (FORMANN, 1997). Desse modo, o animal ao se

9 7 deslocar por seu ambiente natural, acaba tendo que cruzar a pista em determinado momento. 2º - A disponibilidade de recursos ao longo das rodovias, que podendo ser atrativo para fauna local, acaba levando o animal próximo a elas, causando-se assim o acidente (FORMAN & ALEXANDER, 1998). Neste caso, a presença de alimentos (grãos, sementes, frutas, plantas herbáceas, entre outros) na pista ou próxima dela, atua como atrativo, podendo resultar no atropelamento do animal, cujo cadáver, ainda pode atrair a presença de outros animais, criando-se um ciclo de atropelamentos. Sendo assim, os acidentes nas rodovias podem englobar uma diversa gama de espécies e classes de vertebrados. Além do mais, os atropelamentos podem afetar tanto as espécies capazes de absorver impactos negativos do ambiente, quanto as incapazes de absorver esses impactos. Este processo gera um aumento ou diminuição nas taxas de mortalidade em suas populações, que é compensado pela reprodução (BENNETT, 1991; HODSON & SNOW, 1965). Desta forma, tem-se uma situação na qual o impacto negativo às espécies com alta tolerância a essa pressão externa, embora presente, exibe baixa magnitude na população. Contudo, nas espécies com baixa tolerância a essas pressões, devido a uma baixa capacidade de reposição dos estoques populacionais, o impacto em questão passa a ser encarado como uma forte fonte de pressão negativa, ou forte impacto negativo sobre a população da espécie em questão, sendo dessa maneira, encarado como um problema grave, dependendo da localização das ocorrências dos acidentes. Com efeito, o número de animais mortos nas rodovias brasileiras pode ser bastante relevante para a perda da biodiversidade brasileira (VIEIRA, 1996). Nos países da Europa, a morte de animais por atropelamento tem sido identificada como uma das principais ameaças à vida selvagem (SORENSEN, 1995). A tabela 1 exibe as estimativas internacionais de mortes por atropelamento dos principais grupos taxonômicos.

10 8 Tabela 1: Estimativas Internacionais de mortes de animais por atropelamento. Grupo taxonômico Estimativa Localidade Mamíferos /ano Holanda Aves /ano Holanda Anfíbios e Répteis /ano Australia Vertebrados /dia E.U.A Fonte: van der ZANDE et al.(1980), BENETT (1991), LALO (1987). Ademais, o prejuízo causado à fauna é ainda mais preocupante quando os atropelamentos ocorrem ao redor de Unidades de Conservação (UC), uma vez que em muitas destas áreas, existem espécies que estão ameaçadas de extinção, ou ainda, tenham grande importância para o equilíbrio dos ecossistemas em que vivem. No entanto, as rodovias não devem ser vistas somente como agentes de impactos negativos ao meio ambiente, visto que também geram uma série de impactos positivos, e que acabam sendo essenciais ao desenvolvimento e progresso do país, pois possibilitam o transporte de bens e pessoas entre as diversas regiões geográficas do território, fazendo com que dessa maneira, ocorra uma maior integração econômica, social e cultural entre os estados e municípios da federação. Além disso, é necessário levar em consideração o fato das rodovias estarem em constante aumento, assim como o fluxo de veículos que trafegam por elas, sendo assim, fundamental que elas sejam objeto de estudo e planejamento em qualquer assunto relacionado à conservação do meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável, já que são consideradas fatores de grande impacto ambiental e ao mesmo tempo fatores de desenvolvimento e progresso. Esse problema geralmente é agravado em rodovias com grande fluxo de automóveis e que interligam grandes pólos econômicos e tecnológicos, que cruzam áreas potencialmente ricas em componentes faunísticos e florísticos. Nesse contexto, como instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente - PNMA (Lei nº 6.938/81) (MACHADO, 2008), surgem o Licenciamento Ambiental - LA (Resolução CONAMA nº 237/97), e o Estudo de Impacto Ambiental EIA, e seu respectivo Relatório de Impacto Ambienta - RIMA (Resolução CONAMA nº 1/86). De acordo com a legislação, todo empreendimento ou atividade capaz de causar impacto ambiental negativo e significativo, é obrigado a passar por um processo de

11 9 licenciamento ambiental, que será aprovado ou não a partir dos resultados obtidos no EIA-RIMA (MACHADO, 2008; SÁNCHEZ, 2006). Com o EIA pode-se ter uma ampla noção de quais serão os impactos mais importantes e em quais graus serão esses impactos, assim como adotar quais seriam as medidas mitigadoras mais viáveis e necessárias. No caso das rodovias acontece o mesmo processo, pois são considerados como empreendimentos capazes de causar degradação ambiental significativa, sendo necessário para que ocorra o processo de implantação, quanto para o processo de operação da mesma, a elaboração de um EIA, que deve ser aprovado para que se suceda o processo de LA (SÁNCHEZ, 2006). Desse modo, as concessionárias ou o órgão público responsáveis pela execução do projeto, ao propor a construção da rodovia, deverão levar em conta o impacto negativo e positivo que ela irá causar. Assim sendo, será de obrigação do órgão ou empresa, aplicar as medidas necessárias para atenuar os impactos negativos resultantes da operação da rodovia, antes da instalação, e depois com o projeto já em funcionamento. Portanto é de responsabilidade da empresa concessionária ou órgão público gestor, aplicar a medidas mitigadoras necessárias, de maneira a conciliar o desenvolvimento sustentável através da conservação da biodiversidade e progresso econômico. Em vista de toda essa gama de problemas, faz-se necessária a ampliação de estudos e informações sobre esses atropelamentos, identificando-se os locais de maior incidência, as espécies mais afetadas, bem como os períodos do ano em que as freqüências de atropelamentos são maiores. Desta forma, poderemos ter uma idéia melhor de qual é a situação dos atropelamentos de animais silvestres nas rodovias brasileiras, e dessa maneira se possa dirigir as medidas mitigadoras nos locais apropriados, a fim de atenuar esses impactos negativos, e auxiliar as concessionárias ou órgão públicos responsáveis pela administração, na gestão desses empreendimentos, visando a melhoria da qualidade ambiental ou equilíbrio ecológico, com o desenvolvimento sustentável e o bem estar da população. (Art. nº 225 CF)

12 Objetivos O presente trabalho tem como objetivo fazer um levantamento dos atropelamentos de animais silvestres registrados nas mais importantes rodovias que constituem a malha rodoviária da região de Ribeirão Preto-SP, tendo ênfase em vários aspectos, tais como a diversidade e abundância das espécies atropeladas, os trechos das rodovias com maior incidência de atropelamentos, e os períodos do ano com maiores registros de acidentes. Além do mais, será objetivo do estudo fazer uma análise da paisagem nos trechos onde for constatado, segundos os resultados obtidos, maiores índices de atropelamentos. A partir da análise dos resultados, o presente estudo irá identificar quais trechos de cada rodovia são mais susceptíveis aos impactos negativos pelos atropelamentos, e dessa maneira poderão se implantar medidas mitigadoras para os eventuais problemas. Além disso, este trabalho poderá servir como um estudo base para as concessionárias, ou até mesmo os órgãos licenciadores, direcionarem suas ações aos locais indicados como os pontos mais críticos, a fim de agilizarem os processos de elaboração de EIA no processo LA de rodovias, no sentido de atenuarem os impactos relacionados aos atropelamentos, pois haverá outras questões além dessa a serem levantadas no EIA. Além do mais, os resultados obtidos neste trabalho poderão avaliar a efetividade das medidas mitigadoras, caso sejam adotadas como prevenção de impacto ambiental negativo, através da comparação dos dados de futuros estudos com os dados do presente trabalho.

13 11 2 ÁREA DE ESTUDO A área de estudo engloba as rodovias que compõem a malha rodoviária da região de Ribeirão Preto, abrangendo várias cidades próximas à região. Ribeirão Preto é um município brasileiro do interior do estado de São Paulo. Situa-se a " S e " O, distante 313 km a Noroeste da capital estadual e a 706 km de Brasília. Seu território tem aproximadamente 651 km², e abriga uma população estimada em habitantes (IBGE/2009) o que o torna o nono município mais populoso do Estado e o sexto mais populoso do interior do Brasil. Em um raio de pouco mais de 200 km do município, encontram-se algumas das principais cidades do interior de São Paulo e de Minas Gerais, como,franca, Barretos, Araraquara, SãoCarlos, Campinas, Bauru, Jaú, Piracicaba, Rio Claro, Limeira, Americana, entre outras. O município, portanto, situa-se no caminho que liga a Grande São Paulo à região central do país, relativamente próximo dos principais pólos econômicos e tecnológicos do Interior de São Paulo, Triângulo Mineiro e Sul de Minas, sendo Ribeirão Preto também declarado recentemente "pólo tecnológico" pelo governo do estado de São Paulo. (http://pt.wikipedia.org/wiki/ribeirão_preto) Acesso em 18/08/2009

14 12 A figura 1 mostra a área que foi objeto de estudo, situada a nordeste do Estado de São Paulo. As linhas em vermelho são as representações de cada rodovia. Os botões em amarelo indicam os limites das mesmas, sendo indicado o nome e o Km onde começa e termina o trecho de amostragem de cada rodovia. Figura 1: Área de estudo exibindo a distribuição e extensão das rodovias estudadas.

15 Rodovia SP-215: O local estudado encontra-se aproximadamente entre as coordenadas (21º 46 S 47º03 O) e (22º 03 S 47º 53 O), e os dados foram coletados entre o trecho do Km 50 ao Km 150. A Figura 2 exibe o trecho da rodovia SP-215 o qual foi objeto de estudo. Figura 2: Rodovia SP-215 (Trecho do Km 50 ao Km 150).

16 Rodovia SP-255: O local estudado encontra-se aproximadamente entre as coordenadas (21º 14 S 47º47 O) e (21º 48 S 48º 09 O), e os dados foram coletados entre o trecho do Km 5 ao Km 80. A Figura 3 exibe o trecho da rodovia SP-255 o qual foi objeto de estudo. Figura 3: Rodovia SP-255 (Trecho do Km 5 ao Km 80).

17 Rodovia SP-310 O local estudado encontra-se entre as coordenadas (22º 30 S 47º 23 O) e (21º 07 S 49º 00 O). O trecho estudado será do Km 150 ao Km 385. A Figura 4 exibe o trecho da rodovia SP-310 o qual foi objeto de estudo. Figura 4: Rodovia SP-310 (Trecho do Km 150 ao Km 385).

18 Rodovia SP-322 O local estudado encontra-se entre as coordenadas (21º 12 S 47º 45 O) e (20º 55 04,8 S 48º 27 O). O trecho estudado será do Km 307 ao Km 390. A Figura 5 exibe o trecho da rodovia SP-322 o qual foi objeto de estudo. Figura 5: Rodovia SP-322 (Trecho do Km 307 ao Km 390).

19 Rodovia SP-326 O local estudado encontra-se entre as coordenadas (21º 41 S 48º 20 O) e (20º 55 S 48º 27 O). O trecho estudado será do Km 290 ao Km 370. A Figura 6 exibe o trecho da rodovia SP-326 o qual foi objeto de estudo. Figura 6: Rodovia SP-326 (Trecho do Km 290 ao Km 370).

20 Rodovia SP-330 O local estudado encontra-se entre as coordenadas (21º 45 S 47º 33 O) e (19º 59 S 47º 47 O). O trecho estudado será do Km 240 ao Km 450. A Figura 7 exibe o trecho da rodovia SP-330 que foi objeto de estudo. Figura 7: Rodovia SP-330 (Trecho do Km 240 ao Km 450).

21 Rodovia SP-333 O local estudado encontra-se entre as coordenadas (21º 10 S 47º 53 O) e (21º 28 S 48º 35 O). O trecho estudado será do Km 83 ao Km 165. A Figura 8 exibe o trecho da rodovia SP-333 o qual foi objeto de estudo. Figura 8: Rodovia SP-333 (Trecho do Km 83 ao Km 165).

22 Rodovia SP-334 O local estudado encontra-se entre as coordenadas (21º 06 S 47º 46 O) e (21º 06 S 47º 46 O). O trecho estudado será do Km 318 ao Km 405. A Figura 9 exibe o trecho da rodovia SP-334 o qual foi objeto de estudo. Figura 9: Rodovia SP-334 (Trecho do Km 318 ao Km 405).

23 21 3 METODOLOGIA Os dados utilizados no presente estudo foram obtidos no escritório regional do IBAMA em Ribeirão Preto, através de relatórios anuais enviados pelas concessionárias responsáveis pela administração das rodovias englobadas na área de estudo. O IBAMA, através de ofícios, solicita anualmente esses dados às concessionárias, sendo que eles são relacionados ao limite de jurisdição do escritório. Os relatórios, referentes a cada concessionária, informam as espécies dos animais atropeladas nos trechos que foi solicitado. Além disso, os relatórios informam o número de indivíduos atropelados, a identificação do animal através do nome, e o local ou trecho da rodovia (Km) em que um animal foi encontrado atropelado, além da data da coleta. A contabilização somente leva em conta animais mortos. As concessionárias responsáveis pela administração das rodovias são: Tebe, Auto-Vias, Centrovias S/A, Intervias, Vianorte e Triangulo do sol. Há de se ressaltar que o padrão dos relatórios enviados pelas concessionárias não é o mesmo, sendo que algumas identificam os animais com o nome científico das espécies, e outras somente com o nome popular, além de que, em alguns casos, uma mesma rodovia é administrada por mais de uma concessionária, além de outras diferenças na maneira como os dados são expostos. As figuras de figuras 10 a 15 são amostras de como são as tabelas que contêm os dados fornecidos ao IBAMA. SP- 326 Abril 2004 a Março 2005 Figura 10: Relatório da Tebe enviado ao IBAMA.

24 22 SP-330 / 2006 Figura 11: Relatório da Vianorte enviado ao IBAMA. SP-255 / 2004 Figura 12: Relatório da Autovias enviado ao IBAMA. SP-310 / fevereiro de 2004 Figura 13: Relatório da Centrovias enviado ao IBAMA.

25 23 SP-215 / 2004 a 2006 Figura 14: Relatório da Intervias enviado ao IBAMA. SP-310 fevereiro de 2006 Figura 15: Relatório da Triângulo do sol enviado ao IBAMA. A partir desses dados, foi feita a contagem um a um dos indivíduos atropelados de acordo com a rodovia, e desse modo pôde-se homogeneizar todo o conteúdo e assim serem criadas tabelas no Excel. As tabelas foram agrupadas em dois tipos. As tabelas 2 e 3 são amostras das tabelas criadas: O primeiro tipo exibe o número de ocorrências de acidentes durante o ano, distribuindo-se o número de atropelamentos pelos meses de acordo com as espécies (tabela 2). Esse procedimento foi feito para cada rodovia nos anos de 2004, 2005 e O segundo tipo (tabela 3) exibe o local (Km da rodovia) em que um animal foi encontrado morto, somando-se os números totais de atropelamentos em cada trecho. Ou seja, somaram-se todos os acidentes registrados em um determinado quilômetro (Km) em todo o período de estudo para cada rodovia.

26 24 Sendo assim, partindo-se dessas tabelas geradas para cada rodovia nos respectivos anos de estudo, foi possível gerar uma série de gráficos com os resultados de diferentes variáveis para facilitar a visualização e análise dos dados. Tabela 2: Tabela com o número total de atropelamentos por espécie na rodovia SP-215 no ano de 2004 Tabela 3: Distribuição de atropelamento no trecho do Km 50 ao Km 150 da SP-215 em todos os anos.

27 25 (Continuação Tab 3) Os resultados obtidos através das tabelas foram expressos primeiramente em relação às espécies atropeladas, sendo feita uma listagem com a riqueza total delas, tendo o nome científico de cada animal, quando possível a identificação do mesmo, ou ainda, identificando-o através do gênero ou não o identificando quando a identificação não foi possível. Mesmo que algumas espécies não puderam ser identificadas, não deixaram de ser contabilizadas, porém tiveram a designação (N/I Não Identificado). Também foi efetuado um levantamento das características biológicas das espécies amostradas, exibindo fatores gerais como habitat, distribuição e reprodução. Além disso, foram feitas tabelas com a listagem da abundância total de indivíduos por espécie que foram atropeladas. Por fim, foram criadas tabelas com a ocorrência dos atropelamentos, ou seja, em quais rodovias e anos determinada espécie apresentou ocorrência de atropelamento. Além do mais, os resultados foram expressos separadamente em relação a cada rodovia. Para cada rodovia analisada, foi gerada uma série seis (6) gráficos. Três dos gráficos indicam a riqueza e a abundância de espécies mortas na rodovia nos respectivos anos de estudo, sendo um gráfico para cada ano. Dois gráficos são referentes à distribuição de atropelamentos de acordo com a época do ano (mês. E um gráfico relacionado à distribuição do número de indivíduos atropelados em cada trecho específico da pista (Km em que foi registrado o atropelamento).

28 26 Em seguida, todos os resultados foram analisados e interpretados. Assim realizaram-se comparações entre o número total de atropelamentos entre as rodovias. Além do mais, compararam-se as freqüências de incidentes entre os meses. E por fim, compararam-se as espécies com maior e menor abundância de indivíduos atropelados. Ademais, foi feita uma análise geral da paisagem mostrando as áreas, ou locais, mais críticos onde os atropelamentos foram mais frequentes. O critério utilizado para caracterizar um ponto crítico, foi através da visualização do gráfico referente à distribuição do número de atropelamentos em cada trecho das rodovias (Km). Ou seja, através desse gráfico, escolheram-se os pontos em que os números de atropelamentos foram os maiores ou mais expressivos em cada rodovia. Posteriormente, com a ajuda dos mapas do DER (Departamento de estradas de rodagem), e do Software Google Earth, foi possível encontrar a localização aproximada dos pontos e analisar as imagens referente a área. Por fim foram feitas algumas sugestões e recomendações que seriam interessantes serem testadas na possibilidade de diminuir os impactos negativos do problema, especialmente nos pontos mais críticos.

29 27 4. RESULTADOS EM RELAÇÃO ÀS ESPÉCIES ATROPELADAS Neste capitulo, os resultados do estudo foram expostos, de modo a fazer uma listagem das espécies identificadas e das espécies não identificadas (N/I), exibindo a abundância dos indivíduos atropelados, bem como as informações relativas a eles. Além disso, há tabelas referentes à ocorrência ou não ocorrência de atropelamento em cada uma das rodovias nos anos do presente estudo Identificação das espécies A tabela 4 exibe os indivíduos identificados em nível de espécie, mostrando os nomes científicos e os nomes populares dos mesmos, totalizando 22 espécies. A tabela 5 exibe os indivíduos identificados em nível de gênero, no total 6. Por fim, a tabela 6 mostra os que não puderam ser identificados com precisão pelo técnico que foi responsável pelo registro do atropelamento, contabilizando um total de 15 animais. Tabela 4: Indivíduos identificados em nível de espécie. Nome Científico Athene cunicularia Boa constrictor Callithrix penicillata Cariama cristata Cebus apella Cerdocyon thous Chysocyon brachyurus Coragyps atratus Crotophaga ani Geochelone carbonaria Herpailurus yaguarondi Hydrochoerus hydrochaeris Nome popular Coruja buraqueira Jibóia Sagüi-de-tufos-pretos Siriema Macaco prego Cachorro do mato Lobo Guará Urubu de cabeça preta Anu preto Jabuti Gato morisco Capivara

30 28 Tabela 4 (Continuação): Indivíduos identificados em nível de espécie Nome Científico Leopardus pardalis Mazama gouazoubira Myrmecophaga tridactyla Nasua nasua Panthera onca Polyborus plancus Pseudalopex vetulus Puma concolor Sylvilagus brasiliense Tamandua tetradactyla Nome popular Jaguatirica Veado-catingueiro Tamanduá Bandeira Quati Onça Pintada Gavião Carcará Raposa do campo Onça Parda Coelho do mato Tamanduá Mirim Tabela 5: Indivíduos identificados em nível de gênero. Gênero Nome popular Bradypus sp Bicho preguiça Coendou sp Ouriço Dasypus sp Tatu Didelphis sp Gambá Felis sp Gato do mato Phrynops sp Cágado Tabela 6: Indivíduos Não Identificados (N/I). Identificação para o estudo Anfíbio N/I Ave N/I Cervo N/I Coruja N/I Felino N/I Garça N/I Gavião N/I Lagarto N/I Lobo N/I Não Identificado N/I Porco espinho N/I Primata N/I Roedor N/I Serpente N/I Urubu N/I

31 Características das espécies Athene cunicularia Figura 16: A. cunicularia A Coruja-buraqueira (Athene cunicularia, anteriormente Speotyto cunicularia, com o significado do nome científico cunícularia, "pequeno mineiro") Também são conhecidas pelos nomes de, caburé-do-campo, coruja-barata, coruja-do-campo, coruja-mineira, corujinha-buraqueira, corujinha-do-buraco etc. Recebe esse nome, pois vive em buracos cavados no solo. Embora seja capaz de cavar seu próprio buraco, prefere os buracos abandonados de outros animais. É uma coruja terrícola, tem hábitos diurnos e noturnos, mas é ativa principalmente durante o crepúsculo, quando faz uso de sua ótima audição. Tem o campo visual limitado, mas essa deficiência é superada pela capacidade de girar a cabeça até 270 graus, o que ajuda na focalização. Costumam viver em campos, pastos, restingas, planícies e praias. Alimenta-se principalmente de insetos, mas pode caçar pequenos roedores, répteis, anfíbios e até pássaros pequenos. A coloração é cor de terra, mimética, podendo apresentar plumagem em tons de ferrugem. A fêmea costuma ser mais escura e menor que o macho. É uma ave de pequeno porte, seu tamanho médio é de 23 cm. (d). Acesso em 15/02/2010.

32 30 Boa constrictor Figura 17: B. Constrictor No Brasil existem duas subespécies: A Boa constrictor constrictor e a Boa constrictor amarali. A primeira é amarelada, de hábitos mais pacíficos e própria da região amazónica e do nordeste. A segunda, Jiboia amarali, pode ser encontrada mais ao sul e sudeste do país, sendo encontrada algumas vezes em regiões mais centrias do país. É basicamente um animal com hábitos noturnos (o que é verificável por possuir olhos com pupila vertical), ainda que também tenha atividade diurna. Considerado um animal vivíparo porque no final da gestação o embrião recebe os nutrientes necessários do sangue da mãe. Alguns biólogos desvalorizam essa parte final da gestação e consideram-nas apenas ovovivíparas porque, apesar de o embrião se desenvolver dentro do corpo da mãe, a maior parte do tempo é dedicado à incubação num ovo separado do corpo materno. A gestação pode levar meio ano, podendo ter de 12 a 64 crias por ninhada, que nascem com cerca de 48 cm de comprimento e 75 gramas de peso. Detecta as presas pela percepção do movimento e do calor e surpreende-nas em silêncio. Alimenta-se de pequenos mamíferos (principalmente ratos), aves e lagartos que matam por constrição, envolvendo o corpo da presa e sufocando-a. A sua boca é muito dilatável e apresenta dentes serrilhados nas mandíbulas, dentição áglifa. A digestão é lenta, podendo durar algumas semanas, durante as quais fica parada, num estado de torpor. (http://pt.wikipedia.org/wiki/jiboia-constritora) Acesso em 15/02/2010.

33 31 Callithrix penicillata Figura 18: C. penicillata O sagüi-de-tufos-pretos (Callithrix penicillata), popularmente conhecido como Mico-estrela, é uma espécie macaco nativa da região Centro-Oeste do Brasil. Esse animal vive em savanas, cerrado, em florestas estacionais semideciduais, florestas secundárias e matas ciliares. (http://pt.wikipedia.org/wiki/sagui-de-tufos-pretos). Acesso em 15/02/2010.

34 32 Cariama cristata Figura 19: C. cristala Seriema, sariema ou siriema é o nome vulgar dado às aves pertencentes à família Cariamidae, da ordem Gruiformes. São aves de médio porte, terrestres, que preferem correr a voar. O grupo é nativo da América do Sul e habita zonas de pradaria ou florestas abertas. As Seriemas alimentam-se de insetos, lagartos e pequenas cobras, como também de cajuis e cajus do cerrado. Em contato com os humanos, as Seriemas são sempre desconfiadas e quando se sentem ameaçadas por eles, costumam abrir suas asas e enfrentá-los. Diz a lenda que o canto deste pássaro indica o final da época das chuvas. Aceitam diferentes tipos de alimentos dados pelo homem, como grãos de milho e pedaços de pão. Andam em casais ou pequenos grupos. Só voam quando se sentem obrigadas. À noite abrigam-se no alto das árvores, onde também constroem seus ninhos (http://pt.wikipedia.org/wiki/seriema). Acesso em 15/02/2010

35 33 Cebus apella Figura 20: C. apella Alimentam-se de frutos, nozes, sementes, flores, insetos, ovos e pequenos vertebrados. Podem viver em bandos de até 50 indivíduos. Os macacos-prego são considerados os primatas mais inteligentes das Américas. É o único primata neotropical que frequentemente utiliza ferramentas em ambiente natural. As ferramentas mais comuns são pedras utilizadas para quebra de frutos encapsulados (cocos), também utilizam varetas para capturar larvas de insetos e mel de ocos de árvores, e pedras para cavar o solo em busca de raízes comestíveis.existem relatos que são capturados por tipo de Gavião chamado de Gavião Pega Macaco ou Uiraçufalso (Morphnus guianensis). Outros tipos de predadores são: cobras da família da jiboia, águias como a harpia e alguns felinos de porte maior que ele. O macaco-prego tem hábito diurno e é arborícola, é encontrado desde a Venezuela até o Rio Grande do Sul. As espécies possuem uma grande variação na coloração da pelagem, variando de amarelo-claro até marromescuro, o alto da cabeça, pernas e cauda são sempre numa tonalidade mais escura, a cauda é preênsil. (http://pt.wikipedia.org/wiki/cebus_apella). Acesso em 15/02/2010

36 34 Cerdocyon thous Figura 21: C. thous O cachorro-do-mato ou também chamado de guaraxaim (Cerdocyon thous) é um mamífero da família dos canídeos, ele é amplamente distribuído pela América do Sul. Tais animais, noctívagos, medem cerca de 65 cm de comprimento, com pelagem cinza-clara de base amarelada, e faixa dorsal negra, que se estende da nuca à ponta da cauda. São onívoros e oportunmistas esua dieta consiste de frutas, ovos, artrópodes, répteis, pequenos mamíferos e carcaças de animais mortos. Também são conhecidos pelos nomes de aguaraxaim, cachorro-do-mato, graxaim, graxaim-do-mato e lobinho. (http://pt.wikipedia.org/wiki/cerdocyon_thous). Acesso em 15/02/2010

37 35 Chysocyon brachyurus Figura 22: C. brachyurus O lobo-guará mede cerca de 1 metro e 30 no ombro e pesa entre 20 e 25 kg. A sua pelagem característica é avermelhada por todo o corpo, exceto no pescoço,lombo, patas e ponta da cauda que são de cor preta,podendo na ponta da cauda,das orelhas e do papo ser da cor branca. Ao contrário dos lobos, esta espécie não forma alcatéias e tem hábitos solitários, juntando-se apenas em casais durante a época de reprodução.o lobo-guará caça preferencialmente de noite e ataca pequenos mamíferos roedores e aves, mas a sua dieta tem uma forte componente omnívora. Estes animais são bastante dependentes da lobeira (Solanum lycocarpum) e estabelecem com esta planta uma relação simbiótica: sem os frutos da lobeira o loboguará morre de complicações renais causadas por nemátodos, e em contrapartida tem um papel fundamental na dispersão das sementes desta planta.embora não se enquadre na categoria crítica da IUCN, corre alto risco de extinção na natureza a médio prazo, em função do declínio populacional e da extrema fragmentação da área de ocupação. O tamanho populacional está se reduzindo, com probabilidade de extinção na natureza em 100 anos. No Brasil é encontrado nos Parques Nacionais de Brasília, das Emas, da Chapada dos Veadeiros, do Araguaia, da Serra da Canastra, Grande Sertão Veredas, da Serra do Cipó, da Chapada dos Guimarães, da Serra da Bodoquena, Ilha Grande, Aparados da Serra, da Serra Geral, São Joaquim, da Serra da Bocaina, do Itatiaia. Ocorre também nas Reserva Ecológica do Roncador e nas Estações Ecológicas Águas Emendadas, Uruçuí-Una, Serra das Araras, Pirapitinga e Taiamã entre outras. (http://pt.wikipedia.org/wiki/lobo-guará). Acesso em 15/02/2010

38 36 Coragyps atratus Figura 23: C atratus O Urubu-de-cabeça-preta (Coragyps atratus) é uma ave Cathartiformes da família Cathartidae, pertencente ao grupo dos abutres do Novo Mundo. É uma das espécies do grupo mais frequentemente observada, devido ao fato de realizarem vôos planados a grandes alturas, por serem consumidores de carcaças animais, e por possuírem atividade durante todo o dia.o urubu-de-cabeça-preta como as outras espécies de urubus, possuem a cabeça depenada,sendo um pouco rugosa. Essa espécie possui uma boa visão e um olfato apurado, mas não tanto como seu parente mais próximo o urubu-de-cabeça-vermelha (Cathartes aura), que localiza a carcaça três vezes mais rápido que essa espécie. Isto se deve ao fato de que a parte do seu cérebro que se encarrega do instinto olfático é cerca de três vezes maior do que a dos urubus-de-cabeçapreta.os urubus-de-cabeça-preta nidificam em terrenos longe da presença humana, junto do solo e nunca são feitos a mais de 50 cm. Os ovos, de cor cinza ou verde-pálida, são incubados por ambos os genitores durante 32 a 40 dias. Os juvenis eclodem com plumagem branca e são alimentados por regurgitação. Com o passar dos dias, os juvenis ganham uma cor brancorosada e penas um pouco azuladas. O primeiro voo ocorre por volta das 10 a 11 semanas e com cerca de 3 meses já têm a plumagem de adulto. (http://pt.wikipedia.org/wiki/urubu-de-cabeça-preta). Acesso em 15/02/2010

39 37 Crotophaga ani Figura 24: C. ani Os anus pretos são de corpo fino, bico alto, forte e curto, cauda comprida. Totalmente de cor preta. Sem dimorfismo sexual. Possui um cheiro forte que atrai morcegos e animais carnívoros. Alimenta -se de artrópodes como gafanhotos, percevejos, aranhas, miriápodes e pequenos vertebrados como as lagartixas e camudongos,peixes, capturam pequenas cobras e rãs; periodicamente comem frutas, bagas, coquinhos e sementes. Caçam coletivamente no campo, o bando espalha-se no chão, em um semicírculo, distantes uns dos outros por 2 a 3 metros. Ficam imóveis e atentos e ao aparecer um inseto, a ave mais próxima salta e o apanha. Põe de 4 a 7 ovos de cor azul-esverdeada com uma camada calcária, o ovo tem 14% do tamanho do anu-preto fêmea. Os ninhos são feitos de ramos, folhas, geralmente são coletivos e auxiliados pelos machos e filhotes das crias anteriores. A incubação dura de 13 a 16 dias. Quando nascem ainda não voam, então ficam perto do ninho, e são alimentados pelos pais.o anupreto emite vários tipos de sons. Os mais importantes são para reunir o grupo e verificar. (http://pt.wikipedia.org/wiki/anu-preto) Acesso em 15/02/2010

40 38 Geochelone carbonaria Figura 25: G carbonaria O jabuti pode ser encontrado pelo Nordeste, Centro-oeste, Sudeste e Sul do Brasil. São animais que possuem casco convexo, carapaça bem arqueada, e pernas grossas. A carapaça é uma estrutura óssea formada pelas vértebras do tórax e pelas costelas. Funciona como uma caixa protetora na qual o animal se recolhe quando molestado. É revestido por escudos (placas) córneas. Os jabutis podem chegar aos 70 cm de comprimento aos 80 anos aproximadamente o seu tempo de vida, mas também podem atingir os 100 anos.a carapaça do jabuti é ligeiramente alongada, alta e decorada com um padrão em polígonos de centro amarelo e com desenhos em relevo. A cabeça e as patas retrátil estão cobertas por escudos vermelhos e negros, e amarelos e negros na sua subespécie do nordeste. Os machos são menores que as fêmeas, machos em média com 30 centímetros, e fêmeas com 35 centímetros a 50 centímetros, máximo de 40 a 50 centímetros. O plastrão é reto ou convexo nas fêmeas e côncavo nos machos, justamente para encaixarem nas fêmeas por ocasião da cópula.a alimentação do jabuti é feita principalmente à base de frutos mas os jabutis são animais onívoros, ou seja, se alimentam de quase qualquer substância orgânica. Costumam comer carne, frutas doces, verduras e legumes.possuem hábitos diurnos e gregários (vivem em bandos) e passam o tempo em busca de alimento, especialmente os de cores vermelhas e amarelas. Os jabutis não possuem dentes. No lugar deles, há uma placa óssea que funciona como uma lâmina.sua maturidade sexual situa-se entre os 5 e 7 anos. (http://pt.wikipedia.org/wiki/geochelone_carbonaria). Acesso em 15/02/2010

41 39 Hydrochoerus hydrochaeris Figura 26: H. hydrochaeris Encontrada em certas áreas das Américas do Sul e Central, próximo a rios e lagos, a capivara (Hydrochoerus hydrochaeris) é o maior roedor herbívoro do mundo. Alimenta-se de capins e ervas, comuns em várzeas e alagados, e pode chegar a pesar até 80 kg. É uma excelente nadadora, tendo inclusive pés com pequenas membranas. Ela se reproduz na água e a usa como defesa, escondendo-se de seus predadores. Ela pode permanecer submersa por alguns minutos. A capivara também é conhecida por dormir submersa com apenas o focinho fora d'água. Seus principais períodos de atividade são pela manhã e à tardinha, mas em áreas mais críticas podem tornar-se exclusivamente noturnas. Nas décadas de 60 e 70 as capivaras foram caçadas comercialmente no Pantanal, por sua pele e pelo seu óleo que era considerado como tendo propriedades medicinais. Estudos posteriores indicam que pode haver, no mínimo, cerca de 400 mil capivaras em todo o Pantanal. A capivara, como animal pastador, utiliza a água como refúgio, e não como fonte de alimentos, o que a torna muito tolerante à vida em ambientes alterados pelo homem: tornou-se famoso o caso da "capivara da lagoa", que viveu durante meses no entorno da Lagoa Rodrigo de Freitas na área urbana do Rio de Janeiro, assim como é notória a presença de capivaras em partes dos rios Tietê e Pinheiros, em plena São Paulo, apesar do altíssimo índice de poluição destes rios. (http://pt.wikipedia.org/wiki/capivara). Acesso em 15/02/2010

42 40 Leopardus pardalis Figura 27: L pardalis Jaguatirica, ocelote ou gato-do-mato é um felino cujo nome científico é Leopardus pardalis ou Felis pardalis, originariamente encontrado na Mata Atlântica e outras matas brasileiras. Distribuída por toda a América Latina, é encontrada também no sul dos Estados Unidos. De hábitos noturnos, passa a maior parte do dia dormindo nos galhos das árvores ou escondido entre a vegetação. Vivem aos pares, o que é raro entre os felinos. As fêmeas têm de um a quatro filhotes a cada gestação. Supõe-se que se reproduzem a cada dois anos. O período de gestação varia de 70 a 95 dias. As fêmeas chegam à idade adulta em um ano e meio, os machos aos dois anos. Em cativeiro estima-se que viva cerca de 20 anos, é possível que viva menos na natureza. Alimenta-se de mamíferos pequenos e médios, como roedores, macacos, morcegos e outros. Come também lagartos, cobras e ovos de tartarugas. Caça aves, e alguns são bons pescadores. A jaguatirica mede entre 65 cm e um metro de comprimento, fora a cauda, que pode chegar a 45 cm. Pesa entre 8 e 16 kg. (http://pt.wikipedia.org/wiki/jaguatirica). Acesso em 15/02/2010

43 41 Mazama gouazoubira Figura 28: M. gouazoubira Características físicas: sua pelagem é marrom-acinzentada, mais escura no meio do dorso e com o ventre mais claro, próximo do branco. A garganta e a parte inferior da cauda são esbranquiçadas e o pescoço acinzentado. A testa tem um tufo de pêlos escuros e os chifres, que só existem no macho, são galhadas simples e retas, sem ramificações, que atingem no máximo 12 cm de comprimento. Habita matas densas que margeiam os rios. Pode ser encontrado também em campos abertos onde existe matas próximas. As fêmeas, ao invés de chifres, tem apenas uma elevação e sua pelagem é um pouco mais clara que a do macho. A maioria dos indivíuos tem uma pinta branca acima dos olhos que é inexistente nas outras espécies. O comprimento do adulto varia entre 902 cm e 1,25 cm. O peso pode variar entre 11 a 25 kg, ficando geralmente próximo dos 17 kg.alimentação: dieta ampla que inclui broto de gramíneas, leguminosas, frutas e flores.esse animal apresenta comportamento social, tem hábitos noturnos e diurnos, costuma sair pela manhã, sozinho ou aos pares, para se alimentar. (http://pt.wikipedia.org/wiki/mazama_gouazoubira). Acesso em 15/02/2010

44 42 Myrmecophaga tridactyla Figura 29: M. tridactyla O tamanduá-bandeira, nome científico (Myrmecophaga tridactyla) é um mamífero xenartra da família dos mirmecofagídeos, encontrado nas Américas Central e do Sul. Um tamanduá-bandeira adulto pode atingir 40 kg de peso e um comprimento de 1,80 m, incluindo a cauda. Possui coloração cinza acastanhada, com uma banda preta que se estende do peito até a metade do dorso, cauda comprida e peluda, focinho longo e cilíndrico, pés anteriores com três grandes garras e pés posteriores com cinco garras pequenas. Alimentasede formigas e cupins, capturados pela língua comprida e aderente. Também é conhecido pelos nomes de iurumi, jurumim, tamanduá-açu e tamanduá-cavalo. Ocorre no cerrado, em florestas úmidas e savanas. Vive solitário nas florestas úmidas e savanas de todo o Brasil. A linha superior começa abaixo das orelhas, e é estreita. A cobertura do corpo é constituída de pêlos. As orelhas e olhos são pequenos. A cauda comprida é portadora de longos pêlos que formam uma espécie de bandeira, o que serviu para adjetivação de nome vulgar. A ponta do focinho, os lábios, as pálpebras e as solas dos pés são nuas. Para andar, o animal dobra as unhas contra as palmas, passando apenas o dorso da pata no solo. É um animal de hábitos diurnos, dorme no mesmo local onde anoitece. É silencioso, só se ouvindo seu grunhido quando esta enfurecida. É absolutamente inofensivo para o homem e aos outros mamíferos. Visão medíocre guia-se pelo olfato. É bom nadador. Galopa pesadamente em caso de perigo. Comprimento da cabeça e corpo é de 1 a 1,2 m, cauda de 60 a 90 cm. (http://pt.wikipedia.org/wiki/myrmecophaga_tridactyla). Acesso em 15/02/2010

45 43 Nasua nasua Figura 30: N. nasua O quati-de-cauda-anelada ou quati-mundi (Nasua nasua) é uma espécie que habita predominantemente as selvas sul-americanas e a parte meridional da América Central.É um mamífero relacionado com o guaxinim, mas esta espécie caracteriza-se por possuir um focinho comprido, algo semelhante a um porco, e garras de urso. A sua pelagem é castanha clara ou negra, com o ventre mais claro, e frequentemente anéis brancos na cauda. A sua cabeça é delgada, com um longo nariz, orelhas pequenas, patas negras e cauda longa não preênsil usada para se equilibrar e fazer sinais. Os adultos medem entre cm da cabeça à base da cauda, tendo esta de cm adicionais. Medem cerca de 30 cm de altura nas espáduas e pesam entre 3-8 kg. O macho chega a atingir o dobro do tamanho da fêmea, apresentando caninos grandes e afiados. Tem membros fortes para subir às árvores e para escavar e é considerado inteligente. O seu habitat é muito variado, desde as florestas tropicais às pradarias de erva, do nível do mar até à alta montanha. Alimentam-se à base de insectos que procuram no solo, entre ramos, folhas mortas e erva; comem também frutos e pequenos vertebrados. Caminham sobre os pés, tal como o ursocinzento, mas, ao contrário do seu enorme parente, consegue descer das árvores de cabeça para baixo, graças às suas flexíveis articulações. Preferem dormir ou descansar em lugares elevados e em nichos. Dão à luz ninhadas de uma a seis crias num ninho construído num tronco de árvore, entre Outubro e Fevereiro. (http://pt.wikipedia.org/wiki/nasua_nasua). Acesso em 15/02/2010

46 44 Panthera onca Figura 31: P. onca pintada A onça-pintada (Panthera onca), também conhecida por jaguar ou jaguaretê, é um mamífero da ordem dos carnívoros, membro da família dos felídeos, encontrada nas regiões quentes e temperadas do continente americano, desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina. É um símbolo da fauna brasileira. Os vocábulos "jaguar" e "jaguaretê" têm origem no termo guarani "jaguarete". Na mitologia maia, apesar ter sido cotada como um animal sagrado, era caçada em cerimônias de iniciação dos homens como guerreiros Figura 32: P. onca preta A onça-pintada se parece muito, à primeira vista, com o leopardo. Um exame mais detalhado mostra, contudo, que sua padronagem de pêlo apresenta diferenças significativas. Enquanto o leopardo apresenta rosetas menores mas em maior quantidade, as manchas da onça são mais dispersas e desenham uma roseta maior, algumas delas com pontos pretos no meio. O interior dessas manchas é de um dourado/amarelo mais escuro que o restante da pelagem. Existem também alguns indivíduos melânicos, as chamadas onças-pretas. Elas não pertencem a uma outra espécie, e suas manchas ainda são facilmente reconhecíveis na pelagem escura; tratase apenas de uma mutação genética na qual os indivíduos produzem mais

47 45 melanina do que o normal, o que provoca um maior escurecimento da pelagem desses animais.a cabeça da onça é proporcionalmente maior em relação ao corpo. Um exemplar adulto alcança até 2,60 m de comprimento, chegando a pesar em torno de 115 kg, embora, em média, os machos pesam 90 kg e as fêmeas 75 kg. A altura da cernelha é de aproximadamente 70 cm, sendo o maior felino das Américas.A onça pintada é o maior mamífero carnívoro do Brasil, e necessita de pelo menos 2 kg de alimento por dia, o que determina a ocupação de um território de 25 a 80 km² por indivíduo a fim de possibilitar capturar uma grande variedade de presas.a onça seleciona naturalmente as presas mais fáceis de serem abatidas, em geral indivíduos inexperientes, doentes ou mais velhos, o que pode resultar como benefício para a própria população de presas.apesar de ser tão temida, foge da presença humana e mesmo nas histórias mais antigas, são raros os casos de ataque ao homem. Como necessita de um amplo território para sobreviver, pode "invadir" fazendas em busca de animais domésticos, despertando, assim, a ira dos fazendeiros que a matam sem piedade. Por esse motivo, e sobretudo pela rápida redução de seu habitat, esse felídeo, naturalmente raro, ainda encontra-se a beira da extinção no Brasil.A onça-preta, também conhecida por jaguar-preto, é uma variação melânica da onça-pintada ou Jaguar, ou seja, a onça-preta e a onça-pintada são da mesma espécie (Panthera onca), mas a onça-preta possui mais melanina, que dá tonalidade escura ao seu pêlo A onça-pintada é uma excelente caçadora. As patas curtas não lhe permitem longas corridas, porém lhe proporcionam grande força, fundamental para dominar animais possantes como antas, capivaras, queixadas, tamanduás e até mesmo jacarés. Ocasionalmente esses felinos atacam e devoram grandes serpentes (jibóias e sucuris), em situações extremas. Na Venezuela foram registrados casos de onças a devorar sucuris adultas. Enquanto os outros grandes felinos matam suas vítimas, mordendo-as no pescoço, a onça o faz atacando-as diretamente na cervical, graças a suas mandíbulas poderosas, as mais fortes de todos os felinos e a segunda mais forte entre os carnívoros terrestres. Esses felinos frequentemente matam animais como a capivara e pequenos macacos mordendo lhes o crânio, sendo o único felino a fazer isto. A mordida de uma onça pode facilmente atravessar o casco de uma tartaruga. Apesar disso, a onça não se furta em comer pequenos animais se a chance lhe aparece.as onças-pintadas são solitárias e só buscam a companhia de um par durante a época de acasalamento. A gestação dura em média 100 dias e até quatro filhotes podem ser gerados.os machos atingem a maturidade sexual em torno dos três anos, e as fêmeas, com dois anos. Em cativeiro, as onças

48 46 vivem até 20 anos; já a expectativa de vida para as onças selvagens cai pela metade.na época reprodutiva, as onças perdem um pouco os seus hábitos individualistas e o casal demonstra certo apego, chegando inclusive a haver cooperação na caça. Normalmente, o macho separa-se da fêmea antes dos filhotes nascerem. Em geral nascem, no interior de uma toca, dois filhotes - inicialmente com os olhos fechados. Ao final de duas semanas abrem os olhos e só depois de dois meses saem da toca. Quando atingem de 1,5 a 2 anos, separam-se da reprodutora, tornando-se sexualmente maduros e podendo assim se reproduzirem.atualmente, é classificada, pela IUCN, como quase ameaçada, indicando que pode estar em perigo num futuro próximo. O grande declínio do seu hábitat no norte e a fragmentação nas outras regiões, contribuíram para o estado de ameaça iminente. Na década de 1960, houve uma diminuição significativa no número de indivíduos, pois anualmente mais de peles foram exportadas ilegalmente da Amazônia Brasileira. (http://pt.wikipedia.org/wiki/panthera_onca). Acesso em 15/02/2010

49 47 Polyborus plancus Figura 33: P. plancus O carcará, por vezes chamado de carancho e caracará, é um falconídeo. Seu nome científico é Polyborus plancus ou Caracara cheriway; a subespécie brasileira é P. p. brasiliensis. É tido como ave tipicamente brasileira, tanto que Audubon o chamava, no século XIX, de águiabrasileira. No entanto, possui uma distribuição geográfica ampla, que vai da Argentina até o sul dos Estados Unidos, ocupando toda uma variedade de ecossistemas, fora a cordilheira dos Andes.O carcará é facilmente reconhecível quando pousado, pelo fato de possuir uma espécie de solidéu preto sobre a cabeça, assim como um bico adunco e alto, que assemelhase à lâmina de um cutelo; a face é vermelha. É recoberto de preto na parte superior e possui o peito de uma combinação de marrom claro com riscas pretas, de tipo carijó/pedrês; patas compridas e de cor amarela; em voo, assemelha-se a um urubu, mas é reconhecível por duas manchas de cor clara na extremidade das asas.o carcará não é, taxonomicamente, uma águia, e sim um parente distante dos falcões. Diferentemente destes, no entanto, não é um predador especializado, e sim um generalista e oportunista (assim como os seus parentes próximos, o chimango e o gavião-carrapateiro ou chimango-branco) alimentando-se de insetos, anfíbios, roedores e quaisquer outras presas fáceis; ataca crias de mamíferos (como filhotes recém-nascidos de ovelhas) e acompanha os urubus em busca de carniça. Passa muito tempo no chão, ajudado pelas suas longas patas adaptadas à marcha, mas é também um excelente voador e planador.um casal de carcarás pode ser visto próximo dos humanos, por exemplo, numa área de atividade agrícola, mais especificamente, chegando a alguns metros distante de um trator que esteja arando terra, à espera de uma oportunidade de encontrar pequenos insetos

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