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1 ABORDAGEM DE ACADÊMICOS DO CURSO DE ENFERMAGEM ACERCA DOS MÉTODOS DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR EM DUAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE NA REGIÃO DO CARIRI CEARÁ FONSÊCA, Sandra Maria Lobo LUCIANO, Ruth Viviane Novaes PINHO, Francisca Valéria Soares de Araújo SANTANA, Allison Barros SILVA. Lidiana de Souza RESUMO As infecções hospitalares têm despertado interesse face ao aumento de sua freqüência e as conseqüências resultantes da falta de controle das mesmas, as quais começaram a ser estudadas no início do século XIX, quando foi descoberta a importância da degermação das mãos como meio de reduzir significativamente os índices de contaminação, aliado aos mecanismos de controle físico e químico postos em prática. O presente estudo visa destacar o papel do enfermeiro nas instituições visitadas, bem como observar a atuação da Comissão de Controle da Infecção Hospitalar (CCIH) e do Programa de Controle de Infecção Hospitalar (PCIH). O relato constituiu-se em um estudo descritivo exploratório do tipo qualitativo, com dados obtidos através de visitas realizadas às duas instituições hospitalares de pequeno e médio porte, respectivamente, apresentando como sujeitos membros que compõem a CCIH, em especial o profissional enfermeiro, utilizando-se de uma entrevista não-estruturada concedida pelo mesmo. Verificou-se nos resultados e discussões realizadas que, estruturalmente, as instituições mostram-se despreparadas para o exercício assistencial adequado, assim como as limitadas ações da CCIH, bem como da deficiência dos equipamentos e métodos utilizados, em especial, na degermação das mãos. Ao final deste trabalho, identificou-se a importância da atuação do enfermeiro junto a CCIH, onde desempenha coordenação e serviços de qualificação profissional, desencadeando mudanças no que diz respeito às deficiências encontradas, para que estas possam ser corrigidas, levando a um bom andamento da instituição de saúde. Palavras chave: Infecção hospitalar, CCIH, enfermeiro, controle de microrganismos.

2 APPROACH OF ACADEMICS OF THE NURSING COURSE CONCERNING THE CONTROL METHODS OF HOSPITAL INFECTION IN TWO INSTITUTIONS OF HEALTH IN THE AREA OF CARIRI - CEARÁ ABSTRACT The hospital infections have been waking up interest face to the increase of your frequency and the resulting consequences the lack of control of the same ones, which begin to be studied in the beginning of the XIX century, when the importance of the remotion of germs of the hands was discovered as vehicle of reducing the contamination indexes significantly to the mechanisms of physical and chemical control in practice. The present study aims to detach the nurse s function in the visited institutions, as well as to observe the performance of The Control Commission of the Hospital Infection (CCHI) and the Control Program of Hospital Infection (CPHI). The report is constituted in an exploratory descriptive study of the qualitative type, with data obtained though visits accomplished to the two hospital institutions of medium and small load, respectively, presenting as subject members that composes CCHI, especially the professional nurse, utilizing of a no-structured interview granted by the same. It was verified in the results and discussions accomplished that structurally, the institutions are shown offhand for the assistance appropriated exercise, as well as the limited actions of CCHI, as well as the deficiency of the equipments and user methods especially, in the remotion of the germs of the hands. As the end of this work close to CCHI, where it carries out coordination and professional qualification service, unchaining changes in what concerns the found deficiencies, so that can be corrected, taking to a good course of the health institution. Keywords: Hospital Infection, CCHI, nurse, control of microorganisms. 1

3 ABORDAGEM DE ACADÊMICOS DO CURSO DE ENFERMAGEM ACERCA DOS MÉTODOS DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR EM DUAS INSTITUIÇÕES DE SAÚDE NA REGIÃO DO CARIRI CEARÁ FONSÊCA, Sandra Maria Lobo LUCIANO, Ruth Viviane Novaes PINHO, Francisca Valéria Soares de Araújo SANTANA, Allison Barros SILVA. Lidiana de Souza 1. INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA DO ESTUDO As infecções hospitalares têm despertado interesse face ao aumento de sua freqüência e as conseqüências resultantes da falta de controle das mesmas. Os estudos sobre o tema tiveram início no início do séc. XIX, na Áustria. Mulheres morriam após o parto por terem contraído um mal desconhecido. Na época, pesquisas mostraram que os estudantes de medicina, depois de fazerem autópsias examinavam as parturientes sem lavar as mãos ou usarem qualquer tipo de proteção, o que levava a infecção. Uma simples medida preconizada, a degermação das mãos, reduziu significativamente o índice de infecção. Segundo Bollick (2000, p. 79), a infecção é a invasão e a multiplicação dos microrganismos dentro ou nos tecidos do corpo, produzindo sinais e sintomas e também uma resposta imunológica. Para que a infecção se manifeste, é necessário ocorrer a interelação entre a existência dos microrganismos no serviço de saúde, um hospedeiro imunossuprimido (susceptível) e uma cadeia de transmissão que em consonância com os fatores de riscos, corroboram para a proliferação dos processos infecciosos. 2

4 De acordo com Rodrigues (1997) existem três tipos de fatores de riscos: os relacionados ao paciente, tais como extremos de idade, estado nutricional, doenças que afetam as defesas do organismo, infecções comunitárias, uso de medicamentos imunossupressores e tipo e tempo de cirurgia; os relacionados ao profissional, no qual estão incluídas veiculações de microrganismos através das mãos, vestiários e pêlos, presença de portadores de doenças na equipe, hábitos e vícios (uso incorreto de EPI e objetos) e contaminação por falha de técnicas cirúrgicas; e os relacionados ao material ou equipamentos, tais como falha no funcionamento dos equipamentos ou a contaminação dos mesmos, bem como falha de material. Urge a necessidade de buscar meios que impeçam o crescimento e a proliferação dos microrganismos. Destacam-se como tais os mecanismos de controle físico e químico, respectivamente. O mecanismo físico de controle, segundo Ferraz (2001, p. 55) é feito através do calor e equipamentos (estufa e autoclave). A autoclave constitui um procedimento mais seguro e eficaz de esterilização a calor úmido. Neste equipamento os microrganismos são destruídos pela ação combinada da temperatura, pressão e umidade que promovem a termocoagulação e a desnaturação das proteínas da estrutura genética celular (FERRAZ, 2001, p. 55). A estufa, mecanismo esterilizante a calor seco, é limitado, pois o calor seco não tão penetrante quanto o vapor, e a sua distribuição dentro da câmara não ocorre de maneira uniforme (FERRAZ, 2001, p. 55). Quimicamente, os mecanismos de controle de microrganismos são realizados através da anti-sepsia e desinfeção. Este que, segundo Murray (2000, p. 60) é um processo físico ou químico para destruir a maioria das formas microbianas na qual inclui-se glutaraldeído, formaldeído, compostos fenólicos, ácidos peracético e peróxido de hidrogênio. A anti-sepsia é um processo por meio do qual se consegue uma destruição ou inibição do crescimento de agentes infecciosos da pele e/ou mucosas do paciente ou pessoal médico (FERRAZ, 2001, p. 38). Dentre os componentes anti-sépticos podemos destacar a clorexidina, iodofórmios, álcool, hexaclorofeno e quaternário de amônio. 3

5 Com a descoberta dos antibióticos os médicos acharam que as infecções estariam extintas, porém o seu uso, de maneira desordenada promoveu o surgimento de germes resistentes. Já nesse contexto, no intuito de amenizar os processos infecciosos, criou-se a Comissão de Controle da Infecção Hospitalar (CCIH), cujos objetivos constituíam em exercer atividades básicas de supervisão. De acordo com a Lei Federal 6341 de 06/01/97, todos os hospitais brasileiros são obrigados a constituírem uma CCIH, que deverá atuar mediante programas desenvolvidos nas próprias instituições, tendo como atribuições: atualizar-se teoricamente sobre o tema, sendo o respaldo científico-legal de toda comunidade hospitalar, avaliar todos os cuidados prestados direta ou indiretamente ao paciente, a fim de identificar problemas e apontar soluções, medir o risco de aquisição de infecção hospitalar, avaliando prioridades para seu controle, auxiliando toda a comunidade hospitalar na aplicação de recursos técnicos financeiros, verificar a necessidade de programas educativos e colaborar na sua execução e intermediar as relações do hospital com autoridades sanitárias. Bollick (2000, p. 05) afirma que a infecção hospitalar é um processo infecioso que não estava presente ou evidente na ocasião em que o paciente foi internado no hospital ou na instituição de assistência à saúde. Enfatiza-se, assim, a importância dos que compõem a CCIH (administração hospitalar, serviços de enfermagem, medicina interna, cirurgia, farmácia, pediatria e serviço central), especialmente o papel do enfermeiro das instituições estudadas, que desempenham funções de coordenadoria, supervisionando as ações realizadas quanto ao controle da infecção, bem como do Programa de Controle de Infecção Hospitalar (PCIH), na tentativa de diminuir os índices de infecção hospitalar, esta que é uma realidade nas instituições e que acomete inúmeros pacientes. Levado por tais considerações e no intuito de um maior enriquecimento acadêmico, fazse necessário um conhecimento acerca dos métodos de controle de microrganismos, para que estes possam ser postos em prática, buscando diminuir a proliferação dos mesmos, bem como a atuação junto à prevenção da infecção hospitalar nas instituições analisadas. 4

6 Baseando-nos nos pressupostos supracitados, realizamos esta análise nos orientando pelos seguintes objetivos: 1.1. Objetivo Geral - Analisar as ações da equipe de enfermagem em relação às normas de controle de microrganismos em instituições hospitalares Objetivos Específicos - Identificar os procedimentos utilizados pela equipe de enfermagem das instituições observadas nas ações de controle de infecção; - Observar a atuação do CCIH e PCIH nos dois centros de saúde visitados. 5

7 2. METODOLOGIA 2.1. Tipo de Estudo O relato constitui-se em um estudo descritivo-exploratório do tipo qualitativo, porque visa descrever características de uma realidade e procura modificar conceitos e idéias, proporcionando uma visão geral do problema. Segundo Gil (1998, p. 45) Estas pesquisas têm como objetivo proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explícitos ou a construir variados aspectos relativos ao fato estudado. O autor afirma ainda que as pesquisas descritivas têm como objetivo primordial à descrição das características de uma determinada população ou fenômeno ou então o estabelecimento de relações entre variáveis.(p. 46). Quanto ao método qualitativo, Oliveira (1997, p. 116) explica que: Com relação ao emprego da abordagem qualitativa, esta difere do quantitativo pelo fato de não empregar dados estatísticos como centro de processo de análise de um problema. A diferença está no fato de que o método qualitativo não tem pretensão de numerar ou medir unidades ou categorias. Assim, acreditamos que este se enquadra ao nosso estudo, visto que utilizamos análise e descrição do objeto estudado Contexto do Estudo 6

8 O estudo foi desenvolvido a partir de visitas realizadas a duas instituições hospitalares, sendo a primeira de médio porte, localizada no município do Crato, a 565Km de Fortaleza, e a segunda, de pequeno porte, situada na cidade de Jardim, a 564Km da capital do estado do Ceará, ambos pertencentes à sub-região do Cariri. As visitas se deram nos meses de fevereiro e março do corrente ano, e estes foram possíveis mediante apresentação de ofícios enviados à diretoria dos hospitais (ANEXO I) Caracterização do Universo O universo pesquisado constitui-se de membros que compõem a CCIH, em especial o profissional enfermeiro, visto a sua importância para o andamento da instituição e o interesse de haver uma maior aproximação dos acadêmicos com o mesmo. Os nomes das instituições foram mantidos em sigilo, sendo denominados HOSPITAL 1 e HOSPITAL 2, respectivamente, assim como os sujeitos do estudo, denominados ENFERMEIRA A e ENFERMEIRA B Instrumento de Coleta de Dados O instrumento de coleta de dados escolhido foi a entrevista que, segundo Gil (1998, p. 90) [...] pode ser entendida como uma técnica que envolve duas pessoas numa situação face a face em que uma delas formula questões e a outra responde [...]. A entrevista utilizada foi do tipo despadronizada ou não estruturada de modalidade focalizada, onde, segundo Lakatos (1985, p.174) o entrevistado tem liberdade para desenvolver cada situação em qualquer direção que considera adequada [...]. Em geral, as perguntas são abertas e podem ser respondidas dentro de uma conversação informal. Quanto à modalidade, Ander Egg (1978) apud Lakatos (1985) afirma que: [...] o investigador tem liberdade para fazer as perguntas que quiser: sonda razões e motivos, dá esclarecimentos, não obedecendo, a rigor, a uma estrutura formal (p. 175). 7

9 3. ANÁLISE E APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS O Hospital 1 foi fundado há 67 anos pelo médico Dr. Joaquim Fernandes Teles. Em 1982, passou a ser administrado pela Fundação Padre Ibiapina com caráter filantrópico. No ano de 2003, a direção do mesmo passou a ser exercida pela Sociedade dos Camilianos, que implantou reformas técnicas e administrativas, dentre elas o aumento do número de enfermeiros. A instituição é composta por 242 leitos, dentre os quais apenas 137 encontram-se ativados, sendo os mesmos distribuídos da seguinte forma: 60 leitos de clínica médica, 20 cirúrgicos, 25 da ala obstétrica, 7 incubadoras, 6 leitos de UTI adulto e 19 de UTI pediátrica. O hospital disponibiliza 80% desses leitos para atendimento pelo SUS (Serviço Único de Saúde), 15% para convênios e 5% para atendimentos particulares. Observa-se uma extrema diferenciação na estrutura desses leitos. Compondo o quadro de funcionários, tem-se 2 administradores hospitalares, 27 funcionários da administração, 52 médicos atuando em diversas especialidades, 8 enfermeiros, 4 fisioterapeutas, 2 bioquímicos, 70 auxiliares de enfermagem e 35 funcionários gerais e nutrição. Essa instituição é um centro de referência em emergência e dispõe dos seguintes serviços: urologia, ginecologia, cardiologia, pneumologia, obstetrícia, cirurgia geral, clínica médica, neurologia, ortopedia, oftalmologia, radiologia, videolaparoscopia, endoscopia, mamografia, tomografia, cirurgia vascular, pediatria, neonatologia, eletrocardiograma e ultrasonografia. Constam em registro, uma média de 3 mil atendimentos mensais, incluindo consultas, emergências, bem como 220 cirurgias. Quanto à maternidade, tem-se uma média de 180 a 220 partos mensais, sendo 30% cesarianas. Dentre o quadro de infecções, as mais freqüentes acometem a UTI, berçário e o bloco cirúrgico, tendo maior incidência das bactérias do gênero Bacilos (Staphylococcus) acarretando 8

10 infecções respiratórias, urinárias, pulmonar e cirúrgica. Quanto aos profissionais, estão mais susceptíveis à gripe, escabiose e pediculose. A CCIH é composta por 2 médicos, 1 enfermeiro, 1 farmacêutico, 1 funcionário do setor administrativo e 1 do burocrático. Apesar dos componentes de CCIH possuírem especialização em controle de infecção, a instituição oferece cursos periódicos visando uma maior conscientização por meio dos funcionários no que diz respeito às medidas profiláticas. Quanto ao índice de infecção, apurou-se o seguinte depoimento: O índice de infecção preconizado pelo Ministério da Saúde é de 1,9%, mas isso vai variar de hospital para hospital. Esse hospital aqui é de referência na região, então consideramos o nosso índice, que é de 2 a 2,5% bom, já que aqui atendemos a todos os casos. ENFERMEIRA A Nessa instituição são considerados área crítica o centro cirúrgico, a UTI, o centro de esterilização, lavanderia e maternidade; à parte semicrítica são os leitos e o posto de enfermagem; e da área não crítica consideram-se o setor administrativo. No tocante à limpeza geral, a mesma difere em relação à área (não crítica semicrítica e crítica). Os leitos são limpos diariamente com água, sabão e hipoclorito. Utiliza-se também Wirkon e álcool a 79%, tendo o primeiro maior duração (2 a 3 hs) enquanto o outro, após 30 minutos cessa a sua ação, devendo-se haver um período entre o uso dos mesmos devido à ação anulatória que um tem sobre o outro. O desinfetante possui ação odorante e é utilizado em todos os setores. Na ala cirúrgica, diariamente, utiliza-se álcool a 70 o C especialmente no foco cirúrgico e em todas as superfícies. No intervalo das cirurgias, se estas forem simples, aplica-se Wirkon no 9

11 piso, na mesa cirúrgica e na mesa de material, bem como álcool a 70 O C; se forem cirurgias de risco, a sala é isolada e a limpeza é total, incluindo paredes e teto. Segundo a ENFERMEIRA A: Os materiais de uso diário, como o estetoscópio, não são limpos entre um paciente e outro. Por exemplo, na UTI temos um esteto para cada paciente e inclusive eles são numerados, mas devido a carreria ou a falta de atenção, os profissionais chegam a utilizar o mesmo esteto em todos os pacientes. Todo o instrumental, após uso, é lavado com detergente enzimático por 3 minutos, escovado, enxaguado em água corrente e, se apresentar crosta, é utilizado um produto desencrostante; deve-se observar também a presença de fissuras e descartar caso apresente. Em seguida é totalmente seco, empacotado e destinado à autoclave. Depois de retirado da autoclave, os equipamentos são encaminhados para o setor de distribuição, onde é mantido a uma temperatura de 22 o C. O material tem durabilidade de 7 dias, sendo estes utilizados bem antes do prazo de validade. O material é enviado à autoclave com o nome do mesmo, nome de quem o preparou, juntamente com a data do preparo. A embalagem não mais é feita em papel grafe, visto que foi descoberta uma susceptibilidade à proliferação de fungos após a esterilização. Para validar a esterilização é realizado um teste biológico que é feito através da utilização de ampolas contendo meios de cultura. São colocadas 3 ampolas em cada autoclave e, após serem retiradas vão ser comparadas por um período de 48hs a uma ampola que não foi colocada lá, sendo a leitora feita de 6 em 6 horas. Se nesse período as ampolas mudarem a coloração, é sinal de que há bactérias se proliferando e que o material não foi esterilizado. O correto seria fazer o teste todos os dias, porém as ampolas têm um alto custo, que é de 4 dólares 10

12 cada, e infelizmente só é possível fazermos uma vez por semana. ENFERMEIRA A Outra forma utilizada na verificação da validade da esterilização é a Fita de Teste, uma fita que possui uma lista de cor amarela clara, a qual em exposição à temperatura da autoclave muda a coloração, confirmada a esterilidade do material e é utilizada dentro de cada pacote. Pode-se usar também a fita cremer que, ao mudar de cor indica que o pacote chegou à temperatura ideal, mas não significa a ocorrência de uma esterilidade. Somente pessoas qualificadas efetuam o trabalho de esterilização em autoclave. Na lavanderia as roupas são divididas em leves e pesadas, sendo considerados leves as roupas dos funcionários e lençóis, desde que não apresentem secreção, e pesadas as demais roupas (presença de sangue e material orgânico). Depois de separadas as roupas seguem para a máquina de lavar, onde são colocados os produtos de limpeza. As roupas passam por 5 estágios, onde entre um e outro tem duração de 30 minutos e enxágüe. No primeiro estágio usa-se sabão, depois se enxágua e passa para o segundo estágio que é a utilização de um gel, depois vem o cloro e o acidulante, que é um neutralizador do cloro e finalmente o amaciante. Em seguida as roupas sofrem um último enxágüe e vai para a secadora. Devido a grande quantidade de material a secadora não supre a demanda e a maior parte das roupas seca a céu aberto. O lixo hospitalar é separado de acordo com o grau de contaminação e armazenado em sacos plásticos com identificação. A coleta do mesmo é feita pelo caminhão de limpeza específico para o lixo hospitalar. O caminhão faz a coleta dentro da instituição e segue para um destino incerto. O Hospital 2, situado no município de Jardim, estado do Ceará, foi fundado no dia primeiro de setembro de 1972, fruto do sonho do médico, especialista em Ginecologia e Obstetrícia Napoleão Neves da Luz. Durante algum tempo, o Dr. Napoleão dirigiu a instituição que, atualmente é administrada pelo cônjuge do referido, Sra. Maria Socorro Sá Neves da Luz. 11

13 A instituição atende a toda população do município e localidades vizinhas. São assistidos pacientes particulares e do Sistema Único de Saúde, totalizando, em média 132 atendimentos. Estruturalmente, dispõe de 70 leitos, divididos da seguinte forma: 32 leitos para atendimentos em clínica geral, 17 para pediatria, 8 leitos para os pacientes cirúrgicos e 7 para obstetrícia. No que se refere à ocupação dos pacientes aos leitos, foi visto que, a maioria destes, são distribuídos de forma igualitária, porém alguns diferem quanto a sua estrutura física e/ou na presença de objetos que ofereceram um certo conforto (ar condicionado ventilador) ao paciente. Não há unidade de terapia intensiva (UTI), apenas uma sala especializada, atendendo às necessidades de quem a procura. O corpo clínico da instituição de saúde é composto por 6 médicos generalistas, 2 cirurgiões, 1 médico anestesista, 1 farmacêutico, 1 enfermeira, 1 técnico e 15 auxiliares de enfermagem. O hospital dispõe de médico plantonista e a enfermeira trabalha no período da noite. Muitos são os serviços prestados na unidade de saúde: atendimento médico, cirurgias simples, tais como: esterectomia, vesícula, laqueadura e cesária, entre outros, exames de raio X, eletrocardiograma e fisioterapia (no período da manhã). As cirurgias de risco, tais como as cardíacas e neurológicas, são encaminhadas para hospitais de referência de outras localidades. Quanto a Comissão de Controle da Infecção hospitalar (CCIH), não apresenta um bom funcionamento, visto que nem todos os procedimentos são realizados. É composto por médico, enfermeiro, auxiliar de enfermagem, bioquímico e representante da área administrativa. Não há registro de capacitação (palestras) dos funcionários acerca do controle de microrganismos e infecção hospitalar, mesmo assim o índice de infecção é considerado bom, tendo em vista este ser um hospital de pequeno porte, sendo as infecções, geralmente oriundas de cirurgias realizadas em outra instituição. As de maior incidência são as infecções cirúrgicas, urinárias, respiratórias, infecções cruzadas e diarréia; e as de etiologia respiratória são as que mais acometem a maioria dos funcionários. 12

14 respondeu: Perguntada acerca dos procedimentos utilizados na limpeza, a ENFERMEIRA B nos A limpeza é feita com água, sabão e hipoclorito, realizada no intervalo de 15 em 15 dias. No caso de troca de pacientes, é utilizado álcool à 70 o C.. Os mecanismos de esterilização são realizados por duas autoclaves, vertical e horizontal, nestes são esterilizados os materiais cirúrgicos, bem como as roupas do respectivo setor; o restante dos materiais são utilizados numa estufa. O mecanismo químico de controle de microrganismos é feito em máscaras de aerossol, utilizando glucacide. As vestimentas dos outros setores são lavadas e postas para secar a céu aberto. A lavanderia passa por um processo de reforma e de terceirização. Atualmente, a mesma encontra-se funcionando de forma precária. O lixo hospitalar contribui como fator desencadeador na proliferação de microrganismos, principalmente quando albergado de forma incorreta ou quando levado a locais inadequados.... é colocado numa caixa metálica, vedada, indo posteriormente à autoclave, depois o seu destino é o lixo normal da cidade. ENFERMEIRA B Há de ressaltar que, mesmo possuindo pouco recurso e uma estrutura física destituída de equipamentos modernos, o Hospital 2 trabalha com o objetivo de conduzir seus atendimentos aliados à qualidade. 13

15 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS De acordo com o Ministério da Saúde, o qual afirma que em centros de saúde os índices de infecção hospitalar não devem ultrapassar em 1,9%, e comparando-os com as instituições observadas, conclui-se que estas mesmo na incessante tentativa de manter níveis reduzidos, não conseguem alcançar os padrões do Ministério. Estrutura inadequada, ações precárias da CCIH, principalmente na instituição hospitalar de pequeno porte, profissionais pouco qualificados, equipamentos corroídos pelo tempo, métodos de esterilização ineficazes e hábitos que poderiam ser simples, tais como a degermação das mãos, exercidos de forma errônea e viciosa, contribuem para a disseminação das infecções. Os resultados obtidos e as discussões realizadas surgem como meio de alerta quanto à medida de precaução e prevenção dos danos causados pela infecção hospitalar, aos pacientes por ela acometidos. Há de ressaltar a importância da atuação do enfermeiro junto a CCIH, onde desempenha coordenação e serviços de qualificação profissional, desencadeando mudanças no que diz respeito às deficiências encontradas, para que estas possam ser corrigidas, levando a um bom andamento da instituição de saúde. Estamos próximos do exercício profissional, onde serão colocados em prática os conhecimentos adquiridos no propósito de recriar, dentro das possibilidades, um novo parâmetro, no intuito de retificar as práticas utilizadas no controle de microrganismos. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BOLICK, Dianna, Segurança e controle de infecção. Reichman e Affonso Editores,

16 FERRAZ, Álvaro Antônio Bandeira, Bases da Técnica Cirúrgica e da Anestesia; Editora Universitária, GIL, A. C., Como elaborar Projeto de Pesquisa. 3. ed. São Paulo: Atlas, 1991 MINAYO, M. C. S., Pesquisa Social: Teoria, Método Petrópolis: Vozes, 1994 e Criatividade, MURRAY, Patrick R., Microbiologia Médica, Terceira edição, Guanabara Koogan, OLIVEIRA, S.L., Tratado de Metodologia Científica. São Paulo. Ed. Pioneira, 1997 RODRIGUES, E. A. C., Infecção Hospitalar: Prevenção e Controle, São Paulo: Sarocer, 1997 Infecção Hospitalar: Conceito e cadeia epidemiológica das infecções hospitalares; Programa de controle de infecções; As principais infecções hospitalares; Porque devemos controlar as infecções hospitalares? Disponível em:< Acessado em: 26 de fevereiro de

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