Política Industrial...4. Política Fiscal e Tributária...6. Oportunidades de Investimento...8. Micro e Pequena Empresa Comércio Exterior...

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2 Sumário Apresentação Política Industrial....4 Política Fiscal e Tributária...6 Oportunidades de Investimento...8 Distritos e Núcleos Industriais Micro e Pequena Empresa...12 Comércio Exterior...14 Energia Meio Ambiente Empreendedorismo Ciência, Tecnologia e Inovação Arranjos Produtivos Locais e Outras Aglomerações de Empresas Segurança Pública Turismo Comércio Agropecuária....38

3 Apresentação Os representantes do setor produtivo alagoano, reunidos na Federação das Indústrias do Estado de Alagoas - FIEA, com o objetivo de obter o maior comprometimento possível dos candidatos a postos eletivos, em todos os níveis - Senadores, Deputados Federais, Deputados Estaduais e Governador do Estado - aprovaram a edição desta Agenda do Setor Produtivo para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas. Foram examinados os obstáculos que reduzem o potencial de crescimento de Alagoas, identificando competências necessárias para promover o desenvolvimento, construindo uma moderna economia com inclusão social e sustentabilidade ambiental. Os signatários desta Agenda apostam na capacidade de o Estado de Alagoas crescer de forma sustentável e de transformar-se em uma das principais economias do Nordeste, reforçando o ambiente presente e se preparando para o futuro, o que não ocorrerá por geração espontânea, exigindo trabalho e modernização das instituições. A Agenda pressupõe um elenco de ações, na busca de um clima que proporcione real competitividade à economia e seus agentes, através da melhoria da gestão e parcerias construtivas e eficientes entre o setor produtivo e o poder público, com cada um fazendo a sua parte nessa magnífica e desafiante construção. Esperam os líderes do setor produtivo a união de esforços de toda a sociedade para a conquista de um novo ciclo de desen- 2

4 volvimento no Estado, mais sustentável e com oportunidades para todos. Maceió, agosto de 2010 José Carlos Lyra de Andrade Presidente - FIEA Wilton Malta de Almeida Presidente - FECOMÉRCIO Álvaro Arthur Lopes de Almeida Presidente - FAEAL José Geminiano Acioli Jurema Presidente - Associação Comercial de Maceió Wilson Barreto Prado Presidente - CDL Carlos Antônio Nogueira Gatto Presidente - ABIH-AL Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 3

5 Política Industrial Política de desenvolvimento industrial não é fim, é meio. Uma política industrial moderna e contemporânea é uma alavanca para o crescimento continuado e solução dos graves problemas sociais. A Indústria e o Estado que sonhamos demandam educação de qualidade. Isso começa pela educação básica. Proposições do Setor Produtivo Implantar uma Política de Desenvolvimento Industrial, voltada para o desenvolvimento sustentável, de modo a ampliar a competitividade da indústria, potencializar as vocações regionais, dinamizar o emprego, aumentar e diversificar as exportações, estimular os setores de base tecnológica, incentivando a inovação e a produção de bens de alto valor agregado; Compatibilizar as ações da Política Industrial de Alagoas com os objetivos estratégicos da Política de Desenvolvimento Produtivo do Governo Federal - PDP, sempre que estas convirjam com os interesses do Estado, apoiando também setores alagoanos que não estejam contemplados nos setores prioritários definidos na PDP; Implementar Programas de Desenvolvimento Industrial Competitivo, como forma de aumentar a receptividade de investimentos e reduzir as desigualdades com os estados mais prósperos; Priorizar investimentos na educação e formação profissional, infraestrutura, pesquisa, desenvolvimento tecnológico e inovação, visando à atração de novos investidores e abertura 4

6 de mercados para os produtos alagoanos; Oportunizar a criação de uma política de crédito diferenciada, considerando as especificidades de cada aglomeração produtiva; Desenvolver Programa de Interiorização Industrial, através de parceria do Governo do Estado com as Prefeituras dos principais municípios alagoanos, voltado ao aproveitamento da matéria-prima local e utilização da mão-de-obra economicamente ativa existente; Fortalecer a qualidade e independência dos órgãos reguladores, avançando na profissionalização da administração pública; Criar programas de industrialização para os municípios sede e no entorno dos polos, distritos e núcleos instalados no estado em parceria com as prefeituras municipais de modo a criar oportunidades de emprego. Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 5

7 Política Fiscal e Tributária A burocracia e falta de decisão política, o retardamento na análise de pleitos de investidores nacionais e internacionais trazem prejuízos para o processo de desenvolvimento. A carga tributária é um dos fatores que reduzem a competitividade dos produtos em todos os setores. Este ônus tem sido sistematicamente apontado, na Sondagem Industrial realizada pela CNI, como o maior dos problemas enfrentados pelas indústrias brasileiras. A política fiscal pode ser instrumento de gestão pública eficiente no sentido de contribuir com o processo de desenvolvimento, a partir da inclusão efetiva do governo nas iniciativas de consolidação de investimentos. Proposições do Setor Produtivo Ampliar as opções de incentivos e benefícios fiscais estaduais e municipais para as empresas que se instalem nos núcleos ou distritos do interior de Alagoas; Criar mecanismo de tributação diferenciada para setores considerados inexpressivos, mas que possuam potencial de ingresso ou evolução na economia estadual; Manter, fortalecer e apoiar o Fórum A SEFAZ e a Sociedade, iniciativa que estreita o relacionamento entre os setores produtivos e a SEFAZ, possibilitando a discussão prévia de assuntos de natureza fiscal e de incentivos a serem conduzidos como fatores de aceleração econômica; 6

8 Instituir cultura junto a Fazenda Pública Estadual para que a concessão dos incentivos fiscais e creditícios seja vista como avanço desenvolvimentista, com efeitos macroeconômicos de retorno positivo e não renúncia fiscal; Instituir, com a participação da SEFAZ e SEDEC, mecanismo de acompanhamento da situação econômica, financeira e tecnológica das empresas incentivadas, para avaliar os efeitos da política de incentivos governamentais sobre a economia alagoana; Estimular a adoção do sistema SPED e Nota Fiscal Eletrônica; Rever o mecanismo de substituição tributária em segmentos específicos visando viabilizar setores e cadeias produtivas estratégicos para o desenvolvimento sustentável de Alagoas; Buscar uma ação coordenada no âmbito federal e estadual de modo a melhorar e disciplinar a utilização do instrumento da substituição tributária, impondo restrições que permitam sua utilização em casos especiais bem delimitados e que impeçam seu uso generalizado, que afeta a transparência da tributação sobre o valor adicionado; Desonerar, definitivamente, a tributação de bens destinados ao ativo fixo das empresas para investimento produtivo que gera riqueza, emprego e renda para todos, inclusive, para o governo ampliar a base tributária pelo crescimento da economia; Eliminar o problema da acumulação de créditos tributários na desoneração de investimentos. Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 7

9 Oportunidades de Investimento O parque industrial é um ativo essencial para o crescimento futuro do Estado. A indústria é a principal fonte do progresso técnico, da inovação e da produtividade. É responsável pela difusão de avanços tecnológicos e de produtividade, que tem impactos nos demais setores da economia e contribui de forma significativa na geração de empregos e divisas. Há consenso de que a superação das deficiências em infraestrutura não se dará sem a efetiva participação privada no investimento e na questão dos serviços. Para atrair capitais privados são necessários segurança jurídica e bons marcos regulatórios. Proposições do Setor Produtivo Incrementar efetiva participação da administração estadual, a partir do próprio Governador, dos Senadores, Deputados Federais e lideranças empresariais, em eventos de grande concentração de potenciais investidores tanto no Brasil como no exterior; Promover ampla e constante divulgação das condições favoráveis para investimentos no Estado, tais como: incentivos fiscais, locacionais, facilidades de registro e implantação, disponibilidade de infraestrutura básica, condições de segurança e qualidade de vida em Alagoas para o potencial empreendedor; Priorizar aportes de recursos em obras de infraestrutura, de forma a garantir ao setor produtivo melhores condições de 8

10 funcionamento e a tornar o Estado atrativo para potenciais investidores; Utilizar o instrumento das parcerias público-privadas com foco nas aglomerações produtivas e no programa de atração industrial, como forma de potencializar investimentos. Reestruturar as administrações portuárias, privatizando as ou profissionalizando, efetivamente, a sua gestão. Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 9

11 Distritos e Núcleos Industriais Os distritos e núcleos industriais representam uma eficiente porta de entrada para alimentar o processo de atração de investidores. Uma alternativa para a promoção do desenvolvimento industrial e para a geração de riqueza. Levar a industrialização para os municípios sede e do entorno dos polos, distritos e núcleos, requer empenho e compromisso do Governo na consolidação deste processo. O licenciamento é fundamental, dentro da visão de áreas multifabris, que precisam harmonizar os processos produtivos para atingir o objetivo de promover o desenvolvimento com consciência ambiental. Proposições do Setor Produtivo Realizar diagnósticos de situação para levantamento das principais necessidades, bem como a execução de planos diretores, em todos os polos, distritos e núcleos industriais do Estado; Executar a complementação das obras e ações no Polo Multissetorial Governador Luiz Cavalcante, com a retomada de áreas ociosas e sem projeto; acesso racional às empresas existentes, retirada de famílias vivendo em condições precárias no local, dando finalidade específica para o desenvolvimento industrial; Executar projeto de infraestrutura para atender a área B do Polo Multifabril de Marechal Deodoro, que começa a ser ocu- 10

12 pada por novas empresas e não conta com a cobertura das ações da Cinal, promovendo a extensão da rede de energia elétrica, em alta e baixa tensão, sistema viário de acesso e circulação, a partir do entroncamento BR 424 com a área A; Buscar a reintegração ao patrimônio do estado de áreas e lotes do Polo Multissetorial Governador Luiz Cavalcante, em poder de especuladores ou bloqueadas por ações judiciais, para oferecimento a interessados na implantação de novas indústrias; Incentivar os investidores a participar do processo de interiorização industrial, ocupando os distritos e núcleos industriais instalados no interior do Estado, oferecendo, em parceria com as prefeituras, vantagens competitivas e fiscais; Buscar a revitalização dos distritos e núcleos de pequeno porte do interior do Estado, criando alternativas para a instalação ou relocalização industrial; Promover a regularização ambiental dos distritos e núcleos industriais e agroindustriais existentes; Induzir as prefeituras a investir nos polos, núcleos e distritos industriais como forma de alavancar o setor, melhorando os aspectos da infraestrutura interna e no seu entorno, e divulgar a existência dessas áreas, de modo a atrair empreendedores. Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 11

13 Micro e Pequena Empresa O segmento das MPEs representa mais de 90% no total das empresas brasileiras, sobressaindo-se como grande fonte de geração de emprego e renda, contribuindo com as exportações e servindo de agente de integração interssetorial, na mobilização dos mercados produtores e consumidores. O crescimento econômico depende, crucialmente, de disponibilidade de recursos financeiros para o investimento e a operação cotidiana das empresas a custos acessíveis. Recursos insuficientes ou a custos elevados inviabilizam projetos de investimento que poderiam gerar expansão do produto, emprego e renda. Proposições do Setor Produtivo Criar instrumento legal visando à redução das penalidades e elevação dos níveis de atratividade para que as MPEs saiam da informalidade, criando alternativas de ganho líquido superior ao volume da contribuição tributária oferecida ao erário; Utilizar o poder de compra do governo para o direcionamento de suas aquisições, preferencialmente no mercado interno, criando uma demanda efetiva para as MPEs, de forma a garantir sua sustentabilidade e ampliação dos postos de trabalho; Garantir a inserção de empresas alagoanas nos principais programas governamentais de incentivo, ampliando a oferta de crédito, reduzindo o nível de exigência dos agentes financeiros, estabelecendo encargos compatíveis com a es- 12

14 trutura e capacidade de pagamento das empresas; Agir junto às instituições bancárias oficiais para reduzir o custo do capital e seus spreads para o segmento da MPE, hoje bastante elevados para os padrões internacionais; Interceder junto aos bancos oficiais para reduzir o elevado tempo de análise e eliminação da burocracia de propostas de financiamento da MPE; Interceder junto aos bancos oficiais para criar novas linhas de financiamento e simplificar o acesso ao financiamento para a inovação, especialmente, na MPE; Reforçar e dar celeridade às ações da Agência de Fomento de Alagoas, avançando na sua modernização e na elevação do seu papel como financiador do segmento MPE; Contribuir e participar de programas de capacitação para a gestão de inovação; Adotar campanhas, políticas ou programas para estimular e fortalecer o cooperativismo de crédito na MPE. Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 13

15 Comércio Exterior O comércio internacional oferece às empresas grandes oportunidades para promoção de seus produtos. As exigências deste ambiente de negócios influenciam, positivamente, na busca pelo padrão de competitividade e inovação, levando os produtores a uma atuação diferenciada no mercado interno. Proposições do Setor Produtivo Desenvolver iniciativas de preparação das MPEs alagoanas para o mercado internacional; Reduzir o ICMS de produtos exportados pelas MPEs; Adotar uma agenda de negociação comercial que tenha como prioridade a melhoria das condições de acesso a mercados relevantes para as exportações alagoanas; Adotar medidas que contribuam com a redução do custo portuário, facilitando as transações de exportação e importação; Fomentar a criação de cooperativas, consórcios, arranjos produtivos locais e outras formas de associativismo voltadas para exportações das MPEs; Incentivar a participação das MPEs em feiras e missões internacionais e promover rodadas de negócios com compradores de outros países; Estimular exportações alagoanas menos dependentes de commodities, diversificando a pauta com produtos de maior valor agregado. 14

16 Energia A criação e o pleno funcionamento do Conselho Estadual de Política Energética (CEPE) ocupou o vazio deixado pela então Companhia Energética de Alagoas (CEAL), no que se refere ao planejamento e estratégias energéticas, quando passou a ser uma empresa do Governo Federal. Tal providência também colocou Alagoas nas grandes discussões sobre a política energética brasileira, visto que esta é debatida e traçada sua legislação na esfera federal. Esse trabalho de estratégia de criação de mercado, capacitação de pessoas, geração de emprego e renda em Alagoas, começa a se tornar realidade também no campo da energia. Além de defender as causas nacionais que têm reflexo direto no uso da energia em Alagoas, é necessária, também, a elaboração de estudos e articulação empresarial para que as potencialidades energéticas do Estado possam ser conhecidas e tornem-se economicamente viáveis para o mercado da energia, hoje muito centrado em negócios. Como entidade defensora da indústria e do desenvolvimento do Estado, a FIEA tem o interesse institucional que as ações citadas abaixo sejam devidamente implantadas para que os frutos de imediato apareçam e alcancem os seus objetivos. Proposições do Setor Produtivo Retomar os leilões da ANP e a realização de estudos 3D no pré-sal da bacia Sergipe Alagoas; Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 15

17 16 Agilizar a entrada em operação dos city gates de gás natural em Penedo e São Miguel dos Campos; Construir o gasoduto Penedo Arapiraca; Ampliar as cotas de gás natural firme inflexível para o Estado de Alagoas; Implantar subestações e linhas de transmissão da rede básica do sistema interligado nacional em Maceió, no agreste e no sertão de Alagoas; Assegurar investimentos da Eletrobrás Distribuição Alagoas para suprimento da demanda industrial e agroindustrial que está se instalando em Alagoas; Apoiar iniciativas públicas e empresariais para a implantação de programas relativos à produção de biocombustíveis; Apoiar a participação de empresários nos leilões de energia de reserva para ganhar concessão para implantação de usina térmica em Alagoas; Apoiar e participar da estruturação e implantação de uma usina de reaproveitamento do lixo para fins energéticos; Apoiar a implantação de uma lei de eficiência energética estadual e nos principais municípios do Estado de Alagoas; Participar de estudos para selecionar e antecipar infraestrutura para se beneficiar da construção de usinas nucleares e de hidrelétricas no São Francisco; Apoiar a necessidade do Governo do Estado de Alagoas participar do conselho de administração da Eletrobrás Distribuição Alagoas; Atrair empresários e plantas industriais que possam acelerar o aproveitamento das potencialidades energéticas existentes no Estado;

18 Energia Participar de ações que visem à redução da carga tributária no setor energético; Acelerar o processo de licenciamento ambiental para a construção e operação de plantas geradoras de energia; Desenvolver políticas e apoiar ações para a diminuição de restrições à ampliação do mercado livre de energia elétrica; Apoiar ações que visem ao aproveitamento das minifontes de energia; Apoiar ações para a aprovação da nova lei das agências reguladoras; Desenvolver ações para que o fim das concessões de energia elétrica resultem em menores tarifas para o consumidor. Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 17

19 Meio Ambiente Uma regulamentação ambiental adequada é fundamental para gerar confiança nos investidores. Estes necessitam de normas estáveis e objetivas, bem como de definições claras e precisas das atribuições. O grande número de normas e suas complexidades, acrescentando-se o poder discricionário dos órgãos responsáveis, são os principais obstáculos a serem superados. Proposições do Setor Produtivo Rever o enquadramento dos empreendimentos e licenciamentos em Alagoas, possibilitando maior equidade de atividades industriais frente aos valores/taxas propostas, regulamentando a lei existente (6787/2006); Possibilitar boas práticas ambientais do setor industrial, por meio de incentivos econômicos e outros instrumentos; Aprimorar o procedimento de licenciamento ambiental, possibilitando um processo simplificado e mais eficiente, com definição transparente de prazos e custos; Fortalecer o sistema de gerenciamento de recursos hídricos, com ênfase nos comitês de bacias hidrográficas, contando com a participação efetiva do setor industrial nestes fóruns; Considerar as vocações de uso de cada bacia hidrográfica para o presente e para o futuro, por meio de ações de planejamento multissetorial; Estimular o relacionamento e a parceria do setor produtivo com o governo e a sociedade na busca do desenvolvimento 18

20 sustentável para Alagoas; Aprimorar marcos regulatórios para que o instrumento cobrança pelo uso da água possibilite a gestão dos recursos hídricos e não como mais uma fonte de arrecadação do Estado; Implementar a política estadual de resíduos sólidos; Simplificar o processo de licenciamento ambiental das empresas e dos empreendimentos agrícolas e agroindustriais com sistemas de gestão ambiental implantados, com aumento do prazo de validade e reavaliação das condicionantes e de custos para licenciamento; Avaliar e implementar estratégias que estimulem a trajetória da economia alagoana numa economia de baixo carbono, considerando a manutenção da competitividade da indústria. Estimular a neutralização das emissões de gases de efeito estufa pela indústria de forma voluntária, definindo incentivos para tal; Reconhecer as iniciativas de certificação ambiental e de programas voluntários ambientais como elementos diferenciadores no processo de licenciamento ambiental; Incentivar práticas de reutilização/reciclagem dos resíduos sólidos, coleta seletiva, inovação tecnológica e educação ambiental; Fomentar mecanismo de estímulo para o engajamento de micro e pequenas empresas na prática da gestão ambiental; Incentivar a implantação de programas de educação ambiental nas indústrias e no meio rural; Incentivar práticas de recuperação de nascentes e recompo- Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 19

21 20 sição de matas ciliares no setor produtivo; Criar instrumentos econômicos positivos de incentivo à manutenção da floresta em pé; Incentivar ações ambientais voltadas para o uso múltiplo das florestas, da biodiversidade e dos recursos hídricos, através da regulamentação do pagamento por serviços ambientais; Criar a política estadual de meio ambiente, harmonizando de forma sistêmica as normas ambientais, assegurando o pleno exercício de sua competência, garantindo a agilidade e a simplificação dos procedimentos, com ênfase nos critérios da razoabilidade e do custo-benefício ambiental das exigências impostas para o licenciamento; Elaborar normas ambientais diferenciadas para o semi-árido alagoano.

22 Empreendedorismo A ideia de empreendedorismo, mais particularmente no sentido da criação de empresa, constitui uma peça-chave no desenvolvimento de toda a sociedade e a base de criação de sua riqueza. Significa, do mesmo modo, o meio mais apropriado de valorizar a maior riqueza natural de uma sociedade: os seus recursos humanos. Estimular o empreendedorismo pode ser uma alternativa significativa para superar os graves problemas que nos assolam, especialmente, no tocante à geração de emprego e renda. O Estado deve, dessa forma, além de investir recursos e energia, começar uma reflexão no sentido de melhor planificar o seu desenvolvimento empreendedor. Proposições do Setor Produtivo Implantar disciplina de Empreendedorismo em todos os níveis de ensino das escolas públicas, possibilitando a criação de uma cultura empreendedora no Estado de Alagoas; Sensibilizar os sistemas de suporte do Estado para a necessidade de apoio mais direto e efetivo às empresas emergentes, principalmente as micro e pequenas; Estimular a pesquisa do empreendedorismo, com intensa participação da comunidade acadêmica; Criar mecanismo de incentivo e linhas de crédito específicos para apoiar micro e pequenos negócios emergentes, surgidos a partir de planos de negócios elaborados por es- Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 21

23 22 tudantes de instituições de ensino superior do Estado de Alagoas; Estimular o empreendedorismo científico, considerando que inúmeras empresas de alta tecnologia surgiram com base em teses de mestrado, doutorado e pesquisas; Sensibilizar a comunidade científica para identificar mercados e desenvolver projetos que possam ser transformados em produtos de alto valor agregado; Estimular os empresários a demandarem os serviços e as estruturas laboratoriais da universidade e centros tecnológicos existentes, como forma de promover a inovação nas empresas; Incentivar e apoiar a criação de incubadoras de empresas, objetivando dar suporte a empresas emergentes; Qualificar a estrutura administrativa do Estado para o tema Empreendedorismo (funcionário público empreendedor)- Programa de sensibilização/capacitação/treinamento de um time de funcionários públicos empreendedores; Criar programas de escolas empreendedoras e de comunidades empreendedoras; Estimular o empreendedorismo inovador no âmbito do estado e municípios através do apoio a incubadoras, parques e polos tecnológicos, condomínios empresariais e ao desenvolvimento de empresas de base tecnológica, visando ao desenvolvimento e à geração de trabalho e renda.

24 Ciência, Tecnologia e Inovação A primeira década do século XXI marcou de forma definitiva e, espera-se, irreversível, apesar de tímida, a entrada do tema da inovação nas principais agendas governamentais, empresariais e das instituições de conhecimento. Alguns acontecimentos contribuíram para isso: - A regulamentação da Lei de Inovação Nacional em 2004; - O planejamento estratégico do Sistema Indústria, iniciado em 2005; - O Plano de Ação da Ciência da Tecnologia e da Inovação - PACTI, do Ministério da Ciência, e Tecnologia - MCT, lançado em 2007; - A Política de Desenvolvimento Produtivo - PDP, lançada em 2008; - A Mobilização Empresarial pela Inovação - MEI, lançada pela CNI em 2009; - O sancionamento da Lei Alagoana de Inovação, Lei 7117 de Apesar dos avanços profundos, é evidente que, no máximo, o Brasil conseguiu superar a fase de planejamento para a inovação, e já muito, mas não é suficiente. A inovação precisa estar no centro das preocupações do setor produtivo. A inovação é determinante para assegurar a sobrevivência e o crescimento sustentável de empresas e, consequentemente, das regiões nas quais elas se inserem. Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 23

25 Proposições do Setor Produtivo Sistematizar uma Política Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação; Implantar um Plano de Ação da Ciência, Tecnologia e Inovação, definindo metas, indicadores e orçamento; Utilizar as diretrizes do Plano de Ação da Ciência, Tecnologia e Inovação PACTI, elaborado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, quando convergentes com os interesses de Alagoas; Reativar o Conselho Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação - CONSECTI, conforme proposto na Lei 7.117/2009; Incentivar uma participação proporcional entre representantes do governo, da academia e do setor produtivo nos vários conselhos e fóruns estaduais de C, T & I; Regulamentar a Lei 7.117/2009, Lei Estadual de Inovação, sancionada pelo Governador Teotonio Vilela Filho em 12 de novembro de 2009; Garantir a estabilidade financeira da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Alagoas, bem como seus programas de qualificação e estímulo à C, T & I; Garantir a perenidade de recursos estaduais para o sistema de C,T&I, através de financiamento de programas permanentes que garantam a redução do déficit científico e tecnológico do Estado de Alagoas; Fomentar a pesquisa voltada para o desenvolvimento de novos produtos, processos e modelos de negócios; Fomentar a capacitação em proteção do conhecimento, propriedade intelectual e transferência de tecnologia, criação e 24

26 Ciência, Tecnologia e Inovação operação de Núcleos de Inovação Tecnológica; Criar mecanismos de estímulo ao investimento privado em P&D; Implantar programas induzidos de incentivo à pesquisa científica e tecnológica que tragam diferencial competitivo às cadeias produtivas e APLs no estado; Promover um aumento qualitativo e quantitativo dos programas de qualificação de pessoal em alto nível técnicos, especialistas, mestres e doutores devotados às vocações e oportunidades econômicas de Alagoas; Promover a criação de Mestrados Profissionais de interesse do Sistema Alagoano de Inovação, beneficiando as três esferas da Triple Helix (Governo, Academia e Empresas); Promover cooperação internacional entre técnicos de C,T & I em centros internacionais mais avançados em áreas estratégicas do desenvolvimento científico e tecnológico do Estado; Apoiar a realização de seminários, fóruns, palestras e eventos vinculados ao desenvolvimento da ciência e tecnologia do Estado; Operacionalizar programas de capacitação e treinamento de técnicos extensionistas de interesse às atividades econômicas do Estado (como o SIBRATEC) e promover a transferência de tecnologia para micro e pequenas empresas, através de programas contínuos de bolsas; Estimular a cooperação Universidade-Empresa, através de programas integradores, em sintonia com as demandas do setor produtivo; Apoiar uma política de investimento em pesquisa científica e Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 25

27 26 tecnológica, que adapte as necessidades estaduais às condições de competição no mercado externo, promovendo o desenvolvimento sustentável; Promover ações direcionadas ao aumento da competitividade de micro e pequenas empresas de setores estratégicos; Contribuir para a criação de um ambiente voltado para a inovação; Ser parceiro em programas coordenados pelas demais instituições do Sistema Alagoano de C, T & I, garantindo contrapartidas, quando necessário; Contribuir para a compreensão da importância do tema da C, T & I, inclusive através da mídia; Garantir a continuidade dos projetos em andamento (Ex.: Polo Agroalimentar, Polo de TI, CUTs, corredor digital. etc.).

28 Arranjos Produtivos Locais e Outras Aglomerações de Empresas A competitividade global exige especialização produtiva naqueles setores onde o estado possa mostrar condições naturais, humanas, estruturais, de conhecimento e de localização que possam gerar diferencial e/ou inovação. O estado mostra potencial para diversificar sua base econômica voltada para especialização produtiva por meio do desenvolvimento de setores estratégicos. A atuação em aglomerações de empresas com base territorial é uma estratégia que se mostra eficaz na convergência de recursos, facilita o estabelecimento de políticas de fomento e atração de investimentos. Proposições do Setor Produtivo Incentivar a busca de mecanismos de promoção da qualidade e inovação, em detrimento de uma política de mera expansão da base produtiva, como forma de inserção competitiva das empresas na dinâmica econômica nacional e internacional; Implementar política que priorize a atração de investimentos que complementem ou ampliem as cadeias produtivas e APLs, de forma a incrementar a competitividade do conjunto de empresas; Garantir a estabilidade financeira da Agência de Fomento de Alagoas AFAL, bem como sua atuação voltada para apoiar cadeias produtivas e APLs que promovam a melhoria dos Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 27

29 28 índices sociais por meio da inclusão produtiva; Usar as compras governamentais como instrumento de fomento às cadeias e APLs emergentes; Estimular a especialização produtiva naqueles setores onde o estado possa mostrar condições naturais, humanas, estruturais, de conhecimento e de localização que possa gerar diferencial e/ou inovação exigidos pela competitividade global; Aproveitar o potencial alagoano de diversificação de sua base econômica voltada para especialização produtiva por meio do desenvolvimento de setores estratégicos; Utilizar as aglomerações de empresas com base territorial como uma estratégia eficaz de: - Convergência de recursos; - Estabelecimento de políticas de fomento; - Atração de investimentos. Consolidar no longo prazo a estratégia de convergência de recursos, políticas de fomento e atração de investimentos através do aumento do número de empresas/produtores, acumulando conhecimento sobre a atividade, implantando estruturas de apoio tecnológico, de formação de mão-de-obra e de controle de qualidade e pesquisa e desenvolvimento de processos e produtos; Garantir a manutenção do desenvolvimento dos 13 Arranjos Produtivos Locais, trabalhados desde abril de 2004; Ampliar a atuação, atualizando o estudo que demonstrou em 2003 a possibilidade de 27 oportunidades de desenvolvimento de aglomerações produtivas; Oportunizar a criação de uma política de pesquisa e de-

30 A r r a n j o s P r o d u t i v o s L o c a i s e O u t r a s Aglomerações de Empresas senvolvimento com foco regional e setorial, e também a implantação de rede de Centros Tecnológicos especializados; Utilizar os dados referentes ao processo de interiorização do desenvolvimento em Alagoas como critério para a escolha das regiões prioritárias para expansão da estratégia de fomento aos APLs; Promover a integração de políticas públicas, dotando os territórios das cadeias produtivas e APLs de infraestrutura necessária ao seu desenvolvimento, com abastecimento de água, esgotamento sanitário, energia e estradas; Promover a convergência de políticas sociais com as demandas de formação de mão-de-obra para as cadeias produtivas e APLs, por meio de programas de alfabetização, Projovem, Fundo de Amparo ao Trabalhador(FAT). Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 29

31 Segurança Pública A violência urbana e o sentimento de insegurança são duas das principais questões reclamadas pela sociedade alagoana. O processo de crescimento demográfico e urbano do Estado, nas últimas décadas, não teve a necessária contrapartida de políticas públicas que superassem os efeitos socialmente negativos dessa expansão desordenada. O crescimento do desemprego e a falta de perspectivas para a população jovem, a expansão da cultura da violência e da impunidade, a falta de investimentos públicos nas áreas urbanas mais pobres e efetivos insuficientes das polícias militar e civil nas cidades trouxeram aumento dos indicadores de violência, que foram traduzidos em um forte sentimento de insegurança e medo na população. A questão da segurança pública aparece, hoje, como a principal prioridade dos cidadãos alagoanos. Proposições do Setor Produtivo Criar, através de lei, programa estadual de parcerias no combate à violência, concedendo, entre outros, percentual de desconto no ICMS para empresas que investirem em segurança pública; Estabelecer políticas públicas estaduais de forma integrada com os municípios e as comunidades que os integram; Incentivar empresários a unir-se em consórcios para dividir o valor dos investimentos e cada um recebendo o percentual de desconto no ICMS proporcional à sua participação; 30

32 Promover a criação de comissões comunitárias de segurança urbana, encarregando-as de contribuir com a elaboração de planos de redução da violência, a serem executados pela polícia; Promover a aproximação entre os agentes de segurança e a comunidade, mediante a descentralização dos serviços de segurança, distribuindo unidades, núcleos, delegacias e outros mecanismos de combate à violência pelos bairros da cidade, sobretudo os que apresentam maiores riscos; Criar programa de aperfeiçoamento e reciclagem dos recursos humanos vinculados à segurança; Promover a integração e coordenação das ações específicas de segurança com as questões relacionadas ao trânsito e à defesa civil; Desenvolver projetos intersecretariais, podendo, também, utilizar parcerias com comunidades, voltados à parcela de adolescentes e jovens em condições de vulnerabilidade social; Garantir a presença da polícia 24 horas nas áreas rurais e centrais das cidades, bem como nos centros dos bairros e no entorno das escolas municipais integradas às comunidades; Implantar postos policiais e garantir a presença da polícia nos distritos e núcleos industriais. Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 31

33 Turismo Agregando 52 segmentos, a cadeia produtiva do turismo exerce papel fundamental na construção do desenvolvimento socioeconômico do Estado de Alagoas, gerando emprego e renda, promovendo a diversificação dos investimentos e criando novos cenários para a consolidação de Alagoas como destino turístico de qualidade, fazendo a diferença junto aos nossos concorrentes e atentos na melhoria da infraestrutura dos nossos principais produtos turísticos. As propostas apresentadas nesta agenda têm por objetivo evidenciar a visão dos líderes do setor, para a realização de ações e projetos que possibilitem aumento do ingresso de turistas e divisas em nosso estado, agregando qualidade e renda aos empreendedores e em todos aqueles ramos da atividade econômica que, de alguma forma, tenham vínculos com o turismo. Proposições do Setor Produtivo Priorizar o segmento de turismo no Plano de Desenvolvimento Econômico do Estado através de dotação orçamentária para viabilizar as estratégias de promoção e divulgação do Destino Alagoas, reforçando os mercados nacional e internacional; Firmar compromisso com as entidades que compõem o setor de turismo do Estado de Alagoas, para indicação do secretário de Turismo; Elaborar Planejamento Estratégico para o setor de turismo, 32

34 com visão de curto, médio e longo prazo. Normatizar o modelo de gestão do Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, com a criação de um Conselho Deliberativo e indicação da diretoria do referido Centro pelas entidades que compõem o setor; Priorizar os recursos oriundos do FAT para capacitação profissional do setor de turismo; Exercer competências, visando à preservação e valorização dos patrimônios natural, histórico e cultural do Estado de Alagoas; Implantar Educação com qualidade, em tempo integral, para as crianças, minimizando os problemas de meninos de rua; Inserir Turismo na Grade Curricular das escolas estaduais como tema transversal; Incluir, na grade curricular das escolas localizadas nos municípios turísticos, o ensino do espanhol e inglês como disciplinas obrigatórias; Desenvolver Política Social voltada para viabilizar projeto de inclusão social, contemplando os meninos e moradores de rua ; Dar continuidade ao Programa de Saneamento de Maceió, contemplando a parte alta da cidade, principalmente as grotas, grandes poluidoras dos riachos, priorizando a construção de estações de tratamento de água e esgoto; Executar a recuperação das rodovias de acesso aos municípios turísticos e implantar sinalização turística em todo o Estado; Construir rodovia expressa ligando o Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares ao Litoral Norte (Cachoeira do Mirim Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 33

35 34 Paripueira); Realizar a duplicação da rodovia AL 101-Norte, compreendendo os trechos entre Maceió e Maragogi, e acelerar a conclusão da duplicação da rodovia AL 101-Sul; Fiscalizar e reprimir efetivamente construções irregulares e invasões do domínio das rodovias de acesso aos municípios turísticos; Regularizar e elevar a qualidade do sistema de abastecimento de água pela Casal; Elaborar políticas de incentivos fiscais que beneficiem as companhias aéreas, a fim de incrementar as rotas em nosso destino com a redução da alíquota do ICMS do combustível; Oferecer vantagens fiscais para instalação de um centro de manutenção para aeronaves e/ou um centro de distribuição de cargas, no antigo terminal aeroportuário de Maceió; Propor parceria com a Infraero para instalação de dois fingers de embarque/desembarque, bem como a ampliação do número de esteiras existentes e do terminal de desembarque internacional, com instalação de mais cabines para despacho da Polícia Federal; Implantar climatização imediata do Pavilhão de Exposições do Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso; Construir Centro de Convenções de grande porte no Campus Tamandaré, dotado de auditório, com capacidade para pessoas, abrigando também Hotel Escola, Museu Interativo do Complexo Marítimo/Lagunar, aglutinando, no mesmo espaço, a Secretaria Estadual de Turismo e as principais entidades do trade turístico;

36 Turismo Construir Estação de Passageiros no Porto de Maceió; Buscar parcerias para viabilizar a construção de marinas em municípios com potencial turístico comprovado. Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 35

37 Comércio A atividade comercial exerce papel preponderante no sistema produtivo, pois estabelece relações positivas na cadeia de distribuição de produtos, para garantir o escoamento da produção industrial. É imperativo orientar e apoiar e incentivar os empreendedores para que possam não apenas se manter nos negócios, mas expandir, inovar e se transformar em modelos de gestão para as novas gerações, criando oportunidades de trabalho consistentes, capazes de dinamizar a economia com o incremento da geração de empregos e o aumento da arrecadação do governo. Decidir com responsabilidade sobre o futuro do nosso Estado, tornando o segmento cada vez mais forte é o foco da questão, para que juntos, empresários, governo e a sociedade, possam alcançar estes objetivos, num mercado cada vez mais competitivo e exigente. Proposições do Setor Produtivo Intensificar a divulgação da política de compras públicas para o desenvolvimento de fornecedores locais; Revisar os critérios de concessão indiscriminada de subsídios fiscais e desenvolver uma política de incentivo focada nas atividades das pequenas e médias empresas dos setores comercial e turístico do Estado; Desenvolver uma política de comunicação arrojada e inovadora, nos âmbitos nacional e internacional, com objetivo de 36

38 atrair turistas nacionais e estrangeiros; Estimular o desenvolvimento de atividades que utilizem mão-de-obra de forma intensiva, reduzindo a sazonalidade produtiva; Desenvolver uma política de desconcentração espacial da atividade econômica e diversificação produtiva, atendendo às potencialidades locais e desenvolvendo os polos econômicos municipais, com o fortalecimento das cidades de porte médio; Ampliar os prazos para o recolhimento de tributos, adequando a legislação às práticas comerciais e aos fluxos de recebimento das empresas num ambiente de alta competitividade e economia estabilizada; Reduzir os trâmites burocráticos e criar instrumentos eficazes e eficientes de utilização dos créditos acumulados do ICMS; Elevar a inserção internacional do Estado de Alagoas, através da diversificação setorial da pauta com uma política agressiva de atração de empresas estrategicamente comprometidas com a atividade exportadora; Ampliar a economia exportadora do Estado de Alagoas, por meio da indução e fomento de encadeamentos produtivos que ampliem o número e a qualidade dos fornecedores locais das empresas exportadoras; Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 37

39 Agropecuária A agropecuária alagoana continua a se ressentir de problemas antigos, seja de Assistência Técnica e Extensão Rural - ATER, seja da falta de política de preços dos produtos agrícolas. Além disso, há o agravamento de problemas já existentes, como por exemplo, a violência praticada nas invasões de terra - gerando a insegurança jurídica no meio rural -, a política ambiental, e outros. O setor espera que o novo governo se sensibilize na busca de soluções, o mais breve possível, para essa atividade que ocupa mais de 40% da população economicamente ativa do estado. É imperioso que se busque linhas de crédito subsidiadas para investimento e custeio da agropecuária alagoana, que se defronta com uma crise financeira estrutural, instalada desde o início do Plano Real. A célebre Âncora Verde do plano, provocou uma compressão histórica de preços no setor: de agosto de 1994 aos dias atuais, a relação de preços entre a Cesta Básica e o Salário Mínimo se contraiu na base de três para um! Proposições do Setor Produtivo Dar continuidade à reestruturação da ADEAL, visando à reclassificação do Estado em relação à zona de risco do controle da febre aftosa, bem como ao controle e erradicação da brucelose e da tuberculose; Implementar o Sistema de Assistência Técnica e Extensão Rural ATER, em bases mais abrangentes e adequadas, 38

40 com vistas a aumentar o atendimento aos produtores rurais das diversas atividades agrícolas do Estado, de forma massiva e constante ao longo do tempo; Criar um Código Florestal Estadual, que leve em conta a realidade socioeconômica e tecnológica do Estado, tendo em vista a política de descentralização da questão ambiental prevista pelo governo federal; Conceder, ao setor agrícola como um todo, o Crédito Presumido de ICMS nos termos da legislação; Ampliação em cem por cento do Programa do Leite com a finalidade de combate à desnutrição infantil, de gestantes e de nutrizes, e de gerar emprego e renda para os pequenos produtores; Defender o Direito de Propriedade no meio rural, comprometendo-se a assegurar o cumprimento dos mandados de reintegração de posse nos termos da legislação vigente; Criar Câmaras Setoriais Estaduais para solução dos conflitos entre agricultores e industriais, principalmente para cana de açúcar, leite e do coco; Implantação de um Programa de Financiamento Subsidiado de Máquinas Agrícolas pela AFAL, nos moldes do Pró Trator Agricultura Moderna para Todos, de São Paulo. Implantar o Programa Copo de Leite para a merenda escolar, com o governo adquirindo leite e derivados de empresas alagoanas; Criar um documento, uma GTC Guia de Transporte de Coco, que funcionaria nos mesmos moldes da GTA para municípios com produção de coco no Estado, dando autonomia aos policiais em blitz, para evitar atravessadores e a Agenda do Setor Produtivo Para o Desenvolvimento Sustentável de Alagoas 39

41 40 disseminação de pragas e doenças e ter conhecimento do volume transportado de coco. Reestruturar o Programa de Pragas e Doenças do Coqueiro, com, no mínimo, dois agrônomos treinados pela EMBRAPA, para atender ao produtor; Implantar Programa de Aquisição de Leite e Derivados para hospitais, presídios, Polícia Militar, e outros órgãos governamentais, a empresas alagoanas do setor, pelo governo; Instalar clínica de patologia para bovinos, nas dependências da desativada Central de Inseminação, em Batalha, em convênio com universidades do estado e de parcerias público-privadas: Criar um Programa de Estudo do Potencial Irrigável das áreas de fornecedores de cana, com ênfase nas instalações de pequeno porte, envolvendo os aspectos econômicos e tecnológicos; Criar um Programa para incentivar os produtores de cana de açúcar para colheita de cana sem queima; Criar um Programa de Incentivo à Produção de Grãos; Desenvolver planejamento estratégico para o setor agrícola, com visão de curto, médio e longo prazo. Priorizar os recursos oriundos do Fundo de Amparo ao Trabalhador(FAT) para capacitação profissional do setor agrícola. Dar continuidade ao programa de saneamento das sedes dos municípios alagoanos, priorizando a construção de estações de tratamento de água e esgoto. Recuperar as rodovias de acesso aos municípios alagoanos.

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